Home TVEpisódio Crítica | Falcão e o Soldado Invernal – 1X06: One World, One People

Crítica | Falcão e o Soldado Invernal – 1X06: One World, One People

por Ritter Fan
2502 views (a partir de agosto de 2020)

  • Há spoilers. Leiam, aqui, as críticas dos demais episódios.

Falcão e o Soldado Invernal, segunda série da Fase 4 do Universo Cinematográfico Marvel, tinha como objetivo primordial lidar com a passagem do legado do Capitão América para Sam Wilson, escolhido por Steve Rogers para ser seu sucessor. Para fazer isso, a produção valeu-se de um texto com alta carga política que trabalhou a questão do racismo como elemento basilar da narrativa. E, nessa linha, a série comandada por Malcolm Spellman cumpriu muito bem seus objetivos, convencendo o espectador sobre o nascimento de um novo Capitão América com simbolismo talvez ainda mais potente.

Mas cumprir bem seu objetivo é obrigação mínima de qualquer obra de arte, em qualquer mídia, pelo que isso não é exatamente um elogio definitivo, como muitos tendem a achar que é, mas sim o começo de qualquer análise. A pergunta maior é se, ao cumprir seu objetivo, a série foi além dele e, se foi, como conseguiu isso, aí tanto em aspectos narrativos, quanto em aspectos técnicos. E, olhando dessa forma, One World, One People, apesar de inegavelmente fazer o que tem que fazer, realmente não consegue despontar em momento algum, desde quando a pancadaria começa com a chegada triunfal de Sam Wilson, agora fardado de Capitão América com asas, até quando ela acaba e os intermináveis epílogos à la O Retorno do Rei então se iniciam.

Partamos então pela escolha estética de se fazer com que as sequências de ação, que tomam 3/4 do episódio, aconteçam à noite. Não só isso reduziu substancialmente o impacto desses momentos, inclusive e especialmente as afirmações e reafirmações visuais de que Sam Wilson agora é mesmo o Capitão América, como a fotografia e a montagem não conseguiram elevar as sequências a mais do que tentativas de se reduzir a carga de CGI, no truque mais velho do livro de regras de Hollywood. Se é para carregar nas sequências noturnas, então que elas pelo menos sejam realmente bem executadas, e não uma sucessão de socos e chutes com cortes frenéticos ou de sequências aéreas ofuscadas pelo manto da noite. Se eu elogiei a ação inicial de New World Order, aqui eu não posso fazer o mesmo, infelizmente.

Em termos de roteiro, Sharon Carter foi uma presença marretada no episódio. Se suas ações anteriores nas sombras como Mercadora do Poder (ainda bem que confirmaram a identidade dela como o misterioso personagem, pois seria ridículo introduzirem alguém novo a essa altura) faziam algum sentido, mesmo que tenhamos que fechar os olhos para o fato de ela ter levado a dupla de heróis e mais Zemo até o valioso cientista fabricante do soro de supersoldado em Power Broker, sua materialização em Nova York para ajudar Sam e Bucky pareceu-me medida desesperada para encaixá-la na cena pós-créditos em que ela, ao que tudo indica, se torna agente dupla, o que é sem dúvida é um desenvolvimento interessante, mas que não exigia que ela aparecesse no episódio o tempo todo sem ter função maior do que matar Karli, o que poderia ter sido feito de outra maneira qualquer.

Por outro lado, foi alvissareira a escolha de não vilanizar John Walker completamente. Seria muito fácil – e muito ruim – fazer o personagem descambar para o “modo assassino”, mas tudo ao redor dele, diferente do caso de Sharon, acabou funcionando muito bem, com sua presença como aliado hesitante de Sam e Bucky, inclusive com direito à tentativa de resgate do caminhão com reféns, afastando o ex-Capitão América da unidimensionalidade. Walker é interessante demais para ser usado dessa forma, pelo que, mesmo tendo literalmente manchado o escudo, ele mostrou-se ainda fiel a seus princípios, para todos os efeitos ainda um verdadeiro herói. Sua transformação final em Agente Americano, pelas mãos da Condessa Elaine Benes, foi condizente com tudo o que veio antes e parece preparar o personagem para um futuro no mínimo ambíguo e com grande potencial de drama psicológico que o coloque entre o heroísmo e a vilania.

Falando no lado psicológico da coisa, Bucky manteve-se como coadjuvante de luxo (o que não é demérito, apenas um fato) e ganhou um desfecho digno para seu passado como Soldado Invernal, mesmo que seu codinome, no título alterado da série ao final, tenha se mantido este e não Lobo Branco (ainda bem, diga-se de passagem). O arco do personagem, porém, inegavelmente ficou à sombra do de Sam, como deveria ser mesmo, sendo resolvido sem maiores dramas ou a necessidade de se complicar a narrativa.

Afinal, a complicação ficou mesmo para o lado do novo Capitão América. Confesso que não gosto e nunca gostei da fusão do Capitão com o Falcão e sempre achei que Sam deveria ser “apenas” o Bandeiroso, sem as asas de sua persona alada, mas isso não interfere em minha análise e é apenas uma digressão. O que realmente importante é que, uma vez encerradas as sequências de ação, é Sam quem sofre com a inabilidade do roteiro de fazer algo bem costurado na trama para encerrar seu arco. Dessa forma, eis que o personagem ganha seu momento diante das câmeras para discursar longamente aos membros do GRC sobre como o mundo seria mais bonito se os governos ajudassem os necessitados, o que imediatamente os faz mudar toda sua política, claro (se ouviu um barulho agora, foram meus olhos revirando…).

Lógico que eu tinha certeza absoluta de que haveria discurso e o material que Sam leu no teleprompter da Marvel nem estava ruim em si, mas ficou completamente deslocado ali no meio da rua, usando o mesmo artifício das câmeras apontadas para John Walker, mas para mostrar, sem sombra de dúvidas, que aquele sujeito é mesmo o Capitão América dessa vez. Melhor dizendo, não ficou exatamente deslocado, mas sim dolorosamente artificial, mesmo que tenham sido verdades que precisavam ser ditas. Nesse aspecto, o roteiro de Malcolm Spellman e Josef Sawyer foi consideravelmente preguiçoso, pois foi o típico momento em que tudo parou para que frases bonitas saíssem da boca do Capitão que, como em um estalar dedos (he, he, he), fez o mundo ficar melhor. Isso reduz o impacto de toda a luta e de todas as dúvidas de Sam ao longo da minissérie, convertendo tudo em um momento extremamente didático que só faltou ganhar uma apresentação de PowerPoint ao fundo para acompanhar.

“Ah, mas não tinha jeito e tinha que ser assim”, alguns dirão. Novamente, em um mundo em que muitos acham que uma série cumprir sua função a torna espetacular, sim, não tinha mesmo jeito. Em outro mundo, bem melhor do que este, o discurso de Sam poderia ter sido inserido de maneira orgânica em suas ações, sem que ele basicamente precisasse parar, olhar para a câmera e fazer um monólogo memorizado minutos antes. Neste mesmo mundo melhor, inclusive, tudo poderia ser revolvido com mais um ou dois episódios para evitar essa correria ao final ou, simplificando tudo, esse longo discurso até poderia existir como tal, mas ele deveria ser o momento realmente final da série, com um corte imediato para os créditos.

Esta última alternativa provavelmente significaria que o outro epílogo, com Isaiah Bradley recebendo o reconhecimento que merecia, teria que ficar de fora, mas o personagem aceitando, por intermédio do discurso, que Sam é sim o Capitão já curaria essa questão. Seja como for, o momento Sam-Isaiah no museu foi, reconheço, muito bonito e só reforçou minha vontade de ver uma minissérie sobre o primeiro Capitão América negro passada na década de 50, durante a Guerra da Coréia. Será que um dia seremos brindados com isso?

E, com isso, a rápida minissérie Falcão Capitão América e o Soldado Invernal chega a seu fim, um fim correto no final das contas, mas atrapalhado por escolhas estéticas e narrativas altamente questionáveis que deveriam ter sido evitadas, especialmente considerando os dois ótimos episódios anteriores. Seja como for, com o manto devidamente passado, um quarto filme do Capitão América imediatamente anunciado, e com muitas pontas soltas para ajudar a construir a nova fase do UCM, Sam Wilson parece ter um futuro promissor pela frente.

Comentário pós-crítica: O mordomo de Zemo matando os supersoldados (ou fingindo que os matou para que eles sejam recrutados depois pelo patrão, como suspeito) e o próprio Zemo refestelando-se com a notícia em sua cela na Balsa foram dois momentos muitos divertidos de se ver. Marvel, cadê o anúncio dos Thunderbolts, hein?

Falcão e o Soldado Invernal – 1X06: One World, One People (The Falcon and the Winter Soldier – EUA, 23 de abril de 2021)
Criação e showrunner: Malcolm Spellman
Direção: Kari Skogland
Roteiro: Malcolm Spellman, Josef Sawyer
Elenco: Sebastian Stan, Anthony Mackie, Wyatt Russell, Clé Bennett, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Erin Kellyman, Desmond Chiam, Dani Deetté, Amy Aquino, Daniel Brühl, Emily VanCamp, Julia Louis-Dreyfus, Carl Lumbly, Elijah Richardson, Gabrielle Byndloss, Georges St-Pierre
Duração: 51 min.

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104 comentários

Eduardo Roque 27 de abril de 2021 - 15:01

Alguém sab em q momento o soro do supersoldado foi injetado no Soldado Invernal? Até ond sabia tanto nas HQs quanto no UCM ele tem o mesmo treinamento do Cap e o braço biônico mas sem soro

Responder
planocritico 27 de abril de 2021 - 16:52

Sim. Fica subentendido que ele foi cobaia do Dr. Arnim Zola enquanto no cativeiro da Hydra no primeiro filme do Capitão América e foi por isso que ele sobreviveu à queda do trem, só perdendo um braço.

Abs,
Ritter.

Responder
Eduardo Roque 27 de abril de 2021 - 18:29

Valeu, Ritter

Responder
Thiago Savassi 26 de abril de 2021 - 18:44

Uniforme novo do Capitão Gaivota ficou igual fantasia de Madrinha da Portela.

Responder
planocritico 26 de abril de 2021 - 19:40

Também achei. Meio que eu sabia que seria assim por causa dos quadrinhos, mas, mesmo nos quadrinhos em que coisas espalhafatosas assim costumam funcionar, eu já não tinha gostado…

Fora que eu não acho legal a mistura de personas super-heroísticas. Parece mashup. Ou é Falcão ou é Capitão América. Capitão Falcão eu muito sinceramente não acho legal.

Abs,
Ritter.

Responder
Massy Andrade 25 de abril de 2021 - 20:22

John Walker não é herói.

Responder
planocritico 25 de abril de 2021 - 20:31

Porque ele matou um inimigo no calor da batalha depois de seu parceiro e amigo ter sido morto? Se for por isso, eu até aceito não chamarem ele de herói (mesmo com todo o restante positivo que ele fez), mas também não acho que vilão se encaixe. Anti-herói talvez.

– Ritter.

Responder
Massy Andrade 26 de abril de 2021 - 14:03

Não. Pq ele não tem os valores de um herói.

Responder
planocritico 26 de abril de 2021 - 15:53

Aí eu discordo. Ele tem sim os valores de um herói. Ele só não sabe usá-los direito, porque é impaciente, truculento e tal…

– Ritter.

Responder
Massy Andrade 26 de abril de 2021 - 20:16

Impaciente e truculento é o Hulk, Thor. O Agente Americano tem traços de psicopatia autoritária, isso antes de tomar o soro. Depois nem se fala.

planocritico 26 de abril de 2021 - 17:58

Pode ser, mas em termos externos, ou seja, no que se refere às ações visíveis dele ao mundo, ele agiu quase que consistentemente como um herói agiria. A exceção foi o assassinato do terrorista, mas que se deu em circunstâncias especiais que, sim, revelaram esse lado psicótico dele por alguns segundos, mas que está cercada de atenuantes. Note como ele mesmo percebeu o que fez quase imediatamente e como ele, no episódio final, efetivamente ajudou Bucky e Sam, inclusive parando de brigar com os Apátridas para tentar resgatar os reféns naquele Caveirão.

Uma curiosidade: é seu hábito dar downvote em todo comentário que você discorda, mesmo em meio a uma conversa salutar sobre o assunto?

Abs,
Ritter.

planocritico 26 de abril de 2021 - 21:58

Pode ser, mas em termos externos, ou seja, no que se refere às ações visíveis dele ao mundo, ele agiu quase que consistentemente como um herói agiria. A exceção foi o assassinato do terrorista, mas que se deu em circunstâncias especiais que, sim, revelaram esse lado psicótico dele por alguns segundos, mas que está cercada de atenuantes. Note como ele mesmo percebeu o que fez quase imediatamente e como ele, no episódio final, efetivamente ajudou Bucky e Sam, inclusive parando de brigar com os Apátridas para tentar resgatar os reféns naquele Caveirão.

Uma curiosidade: é seu hábito dar downvote em todo comentário que você discorda, mesmo em meio a uma conversa salutar sobre o assunto?

Abs,
Ritter.

Superman é ARTISTA 26 de abril de 2021 - 16:20

Nossa, OBRIGADO. É exatamente isso que eu penso

Responder
Kartman Conka 25 de abril de 2021 - 03:23

Mais um bom episódio.
O discurso do Sam no final pros político arrombado foi mais um excelente diálogo da produção.
O que mais pecou na serie toda e nesse episódio tmb são esses Apáticos, um dos vilões mais sem sal de todo MCU.
Esse ano estamos muito bem servidos de séries de super herói, essa foi ótima e nem tá no meu top 3.

P.s. Aquele movimento de concha com o escudo e as asas é foda demais.

Responder
planocritico 25 de abril de 2021 - 05:57

O monólogo foi bom, mas aconteceu no momento e da maneira errada, para mim. Ficou corrido e aí tiveram que apelar para o didatismo extremo, o que nunca é legal. Mas, no final das contas, foi uma série boa sim, mas só.

Abs,
Ritter.

Responder
Kartman Conka 25 de abril de 2021 - 14:11

Dava pra ser mais trabalhado sim esse momento mas eu gostei. Mas realmente, apostaram apenas na força do discurso pra construir a cena

Os maiores problemas pra mim foram os dois primeiros episódios, depois fluiu e achei uma série muito boa, mas abaixo de outras do estilo.

Responder
Leonardo Pereira 24 de abril de 2021 - 23:10

Sam Wilson passando pano pra terrorista foi pacabá.

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 23:15

Porque nada é tão preto ou branco assim. Quem dera que fosse…

– Ritter.

Responder
Groot 24 de abril de 2021 - 21:54

Gostei muito da série, na minha opinião, achei melhor que Wandavision, gostei do fato de todos os personagens terem uma abordagem cinzenta, nada de preto no branco, todos heróis e vilões da própria história.
Admito que achei o discurso do Sam bem cafona no final, mas entendi o significado, ele basicamente discorreu tudo o que havia aprendido nos últimos episódios, apesar de ter ficado meio óbvio, foi uma boa estratégia para quem não havia prestado atenção na evolução do personagem, então achei uma atitude digna.
Outra coisa que gostei foi o John Walker, na minha opinião, um grande personagem desde o começo, gostei da série ter feito ele ir do céu ao inferno, mas depois mostrar que ele é um herói, apesar de não ser digno de substituir o Steve como o Sam é. E apesar de achar umas resoluções óbvias demais (como a “reviravolta” da Sharon), no final, o saldo foi muito positivo, dou nota 9,5 para a série e estou ansioso para ver mais dos personagens no futuro, incluindo um certo grupo que obviamente vai aparecer em breve hehe.

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 23:09

Que bom que gostou tanto. Eu vi defeitos demais para essa série ser mais do que apenas “boa” para mim. No entanto, sem dúvida mandaram bem com o John Walker, ainda que ele teria se beneficiado bastante de mais construção no início.

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas 24 de abril de 2021 - 21:34

A série como um todo teve saldo positivo pra mim e acabou me surpreendendo em alguns momentos. No geral daria um 8/10.
Sobre o episódio em si, o discurso funcionou pra mim e não tenho certeza que foi apenas o discurso que mudou as coisas, é muito provável que as coisas repercutiram na midia, o Sam agr Capitão América apoiando eles não é pouca coisa, e tbm tem meu lado um tanto otimista que acredita que as pessoas possam tentar melhorar, mas ainda assim, acho que mais episódios acrescentariam e muito nessa questão. E ainda sobre o Sam ser Capitão, é algo muito incrível de ver e muito, muito importante. Algo que a série é isso, sobre ressignificar símbolos e o que eles representam, Sam com o escudo é sobre isso. Inclusive na cena do Museu, a estátua fica no mesmo no que antes era o Escudo. Enfim, eu gostei, porém a série poderia ter se aprofundado mais nos assuntos que abordou que espero, ver no próximo filme

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 23:12

Não consegui gostar tanto, mas que bom que funcionou para você. Para uma série com apenas seis episódios, ela precisava ser mais redonda e acabou que ela teve diversos problemas de desenvolvimento.

Sobre o discurso, claro que foi o efeito do discurso + repercussão televisiva/internética (como foi o caso quando John Walker matou o Apátrida), mas daí a isso mudar uma política tão ampla e já em andamento como em um estalar de dedos, considerando todas as implicações políticas de país a país, é pedir demais ali, daquele jeito. Por isso que eu disse que uma das opções era ter dado mais um ou dois episódios para a série tratar disso de maneira mais orgânica, sem pó de pirlimpimpim…

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas 25 de abril de 2021 - 13:13

Entendi, tipo uma cena ala Surper-homem em BvS seria otimo

Responder
Caio Mater 24 de abril de 2021 - 20:59

Bem… Foi uma série ordinária. Eu gostei de vários pontos, masssss….. Enfim.

Quanto ao discurso do Capitão América, devo admitir que era isso que eu esperava. Fiquei satisfeito com a cena, embora o discurso soe bem artificial.

A versão de Sam Wilson como capitão é uma versão política. Vemos nos quadrinhos como ele se engaja com as pessoas, suas lutas e suas dores, adentrando aí nos campos da política mundial.

E isso é o que destaca o personagem quando comparado com outros heróis, bem como frente a seu predecessor. Nem tudo se resolve com porrada, e isso é algo que muito me agrada no personagem e na série.

Nada de um capitão moralista, que sempre sabe distinguir o certo do errado… Temos aqui um Capitão América humano.

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 21:24

Depende do roteirista. O Capitão América original já teve forte carga política nos quadrinhos. Na verdade, está tendo novamente agora, pelo Ta-Nehisi Coates.

Abs,
Ritter.

Responder
Flavio Batista Dos Santos 24 de abril de 2021 - 20:13

A cena do discurso do Sam ficou artificial, mas em determinado momento me pegou de jeito e eu me vi chorando. Tbm notei q foi meio forçado mas funcionou pra mim ao final.
Esperava mais antagonismo do Walker, gostei da Agente Carter do mal e me refestelei com o Zemo. Ele é o Batman da Marvel e tem até um Alfred! Kkkk
Esperava mais da série, queria algo 4 estrelas mas tbm acho q no geral foi 3 Hals pra esse temporada.
A cena do museu no final tbm me deu um nó na garganta.

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 20:29

O discurso em si é emocionante, foi bem escrito, mas realmente ficou forçado ali.

Sobre o Walker, gostei do que fizeram com ele, mantendo um bom equilíbrio. Mas o Zemo é o destaque. Já gostava dele em Guerra Civil, agora então, é meu vilão preferido do UCM!

Abs,
Ritter.

Responder
Flavio Batista Dos Santos 24 de abril de 2021 - 21:22

Se tornou o meu tbm!

Responder
Leonardo Pires de Oliveira 24 de abril de 2021 - 19:55

O texto do Ritter que mais me representou em todos esses anos dessa indústria vital. Eu queria muito ter gostado desse episódio como a galera tá gritando por aí, mas achei tão água de salsicha… adorei todo o arco do Sam na série, mas nesse final foi tudo tão enlatado, típico produto de uma mega empresa pra pagar de desconstruída com um discurso pré fabricado (coisa que Pantera Negra rompeu de forma tão magistral). Eu amo o personagem Sam Wilson, e confio demais no seu símbolo como Capitão definitivo!

Mas já não sei mais o que o Bucky vai fazer no MCU, tá totalmente largado, numa hora depressivo e traumatizado, na outra tiozão maneiro do churras… espero que acertem com ele.

John Walker foi o melhor arco da temporada, extremamente cativante e bem escrito! O dilema entre vingança e dever foi o ponto alto do episódio ao lado do Isaiah (que merece urgentemente nem que seja um curta metragem mostrando a rotina dele com o neto e um flashback da guerra. Se bem que em Jovens Vingadores o Isaiah deve servir como um mentor pra nova geração, quase o babá dessa garotada aprontando confusões). Todas as cenas Sam-Isaiah são maravilhosas!

Agora a Karli e os Apátridas… puro lixo! Viraram os terroristas genéricos hurdur não pode ser rebelde ainainain -_-

Baita texto!

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 20:32

Obrigado, @leonardopiresdeoliveira:disqus !

Foi uma pena ter acabado assim. Foi bom, mas só. Se tivessem mantido o nível dos dois episódios anteriores, seria outra coisa.

No mais, também acho que Sam dará um bom Capitão (mas o definitivo é e sempre será Steve Rogers para mim – na verdade, é o único!), Walker tem potencial de ser um vilão muito interessante e Isaiah, bem, como eu disse, eu queria uma minissérie só dele na linha do que você sugeriu, entre presente e passado.

Abs,
Ritter.

Responder
Alex Fonseca 24 de abril de 2021 - 19:32

No geral, a série é bacana. Porém, me incomodou um pouco a tentativa de deixarem a Kari mais humanizada, quando na verdade ela é uma terrorista, onde muitas críticas falam que ela é apenas uma adolescente rebelde…

O arco do Isaiah foi muito bom. Ele é um personagem muito rico!

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 20:30

Sim, é uma série bacana, mas só.

Sobre Karli, ela é uma adolescente rebelde terrorista. Quer coisa pior que essa?

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Samuel P. Silva 24 de abril de 2021 - 18:02

Só não falo que essa série foi uma decepção pra mim pois é um exagero tremendo, eu estava esperando qualidade de Cap.: The Winter Soldier, como muita gente, mas não aconteceu em todos os episódios. No geral gostei muito da história, principalmente da evolução do Sam, e também do Bucky.

Nesse episódio eu me emocionei na cena do Isaiah no museu, e fiquei empolgado com as cenas de ação do Sam, mesmo esperando mais. Mas, estou ansioso pro filme do Capitão América.

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 18:04

Não consigo achar uma decepção, pois eu já tinha na cabeça que seria algo assim, uma série boa, mas não muito mais do que isso. Mas há momentos ótimos na série e ela abre um leque de opções para serem usadas no futuro que tem grande potencial.

E estou curioso pelo longa do novo Capitão. Tomara que acertem.

Abs,
Ritter.

Responder
Samuel P. Silva 24 de abril de 2021 - 18:05

Então, eu que criei expectativas, porque os filmes do Capitão América são os meus favoritos (tirando Guerra Infinita) do MCU.

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 18:11

Faz parte. Eu também tenho os filmes do Capitão em altíssima conta. Aquela origem dele na 2ª Guerra Mundial corajosamente seguindo os quadrinhos é incrível, o segundo filme é dos melhores do UCM, ali no top 5 facilmente e o terceiro, que muita gente não gosta, eu acho espetacular e provocador.

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas 24 de abril de 2021 - 21:14

Pois é, esse primeiro dele é muito bom, mas ao mesmo tempo é bem pouco falado por aí

planocritico 24 de abril de 2021 - 21:23

O filme tem problemas depois que o Capitão resgata os soldados da base da Hydra, mas, de fato, o filme é meio “esquecido” mesmo. Muito injusto.

Abs,
Ritter.

Lenin Pessoto 24 de abril de 2021 - 17:17

Concordo com basicamente tudo o que disse. O final foi mais preguiçoso do que ruim.
Daria uma nota 7 pra série no geral e destaque para os dois episódios anteriores que foram de fato excelentes.

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 17:20

Sim, os episódios 4 e 5 foram incríveis, realmente fora da curva da série.

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael Lucas Pereira Silva 24 de abril de 2021 - 16:51

Teve até coisas boas, mas o q teve de ok e ruim nesse último saltou mais os olhos kkkkkk no fim a série com dois realmente bons ep ainda vai girar num 2,5 a 3 (de 5) de nota no saldo final…

PS. Queria falar tanta coisa q não gostei, mas o EP é tão ok q fico com preguiça kkkkkkkk mas se os caras queriam tanto um discusinho da paz, podia ter feito o governo não aceitar e isso meio q encaminhar o novo cap como não reconhecido pelo governo, mas sei lá também kkkkkkk

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 16:54

A preguiça do roteiro te contaminou!!! HAHAHAAHHAHAHAHAAHHAAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael Lucas Pereira Silva 24 de abril de 2021 - 19:58

Melhor resposta hahahaha

Responder
JC 24 de abril de 2021 - 16:51

Nham, por isso eu gosto das críticas, como digo aqui tem anos.
Eu noto o que não me agrada, mas nunca consigo dizer haahahaha

Mas também achei mega “urgh….não…” aquele discurso lindão absolutamente do nada para todo mundão-do-jesus-vê.

Argh…combinou pessimamente. Já eu não tive maiores problemas com o uniforme não, achei até massaveístico, padrão do Danny Cates (ahahahahahahahahahahaha) 😛

Eu estou no time que acha que Sharon é uma Skrulll….resta saber quando trocaram-na. No geral achei uma série gotosinha de assistir, mas fora dos apátrias que achei bem bosta.

Ah, uma curiosidade, eu acho que eu perdi isso…o Segundo Soro do Soldado, o Walker perdeu ou usou nele mesmo?

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 16:57

“No geral achei uma série gotosinha de assistir”

Sim, isso ela é. Mas só, infelizmente.

Sobre o soro, o Walker usou nele mesmo. No episódio em que ele matou aquele Apátrida na praça, ele já mostra ter super-força, como quando torce um cano ou soca os bandidos arremessando-os a metros de distância. Eu acho que, como nos quadrinhos e como o Bradley falou de seus colegas na guerra, o soro amplificará o desequilíbrio mental de Walker.

Abs,
Ritter.

Responder
JC 24 de abril de 2021 - 18:26

Ahhhhhhh, isso eu tinha visto, mas pra mim ele já tinha super força e tinha colocado mais um dentro do corpo.
Então me passei….

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 18:29

Não, não. Ele não tinha soro antes, era apenas normal. Ele tomou só um mesmo, o que ele achou inteiro depois que Zemo quebrou os demais.

Abs,
Ritter.

Responder
Linti Faiad 24 de abril de 2021 - 15:47

Salve Ritter,

Tenho a impressão que algum estagiário apertou um botão ou enviou um e-mail sem querer e terminaram produzindo uns 617633 zilhoes de bonecos do novo cap. Com isso, a galera meteu o doido e fez o que deu pra fazer para dar tempo desovar os bonecos kkkk

Série bem fraca. História sem pé nem cabeça. Único ponto positivo pra mim foi a Marvel ter sido mais incisiva na luta humana contra o racismo e todos os preconceitos. Por mais que tenhamos tido Pantera, não me recordo de haver uma abordagem tao direta e franca assim.

Espero que a turma consiga fazer novamente algo com a qualidade de WV.

E abaixo vc disse que a série abre um bom leque de opções e cenários. Quais p ex?

Abraços e continue com o ótimo trabalho.

Responder
planocritico 25 de abril de 2021 - 06:11

Uma pena que não tenha gostado, meu caro. Eu não achei nenhuma maravilha, mas foi divertida.

Sobre o que a série abre de possibilidades, bem, só de ela introduzir a Condessa De Fontaine, vulgo Madame Hydra e colocar o Agente Americano debaixo das asas dela, já vejo material aí para o começo da formação dos Vingadores Sombrios ou dos Thunderbolts, o que coloca vilões nos holofotes, algo que sempre tem enorme potencial. Da mesma forma, Sharon Carter como a Mercadora do Poder – ou uma agente infiltrada para derrubar organizações criminosas, nunca se sabe – é outro caminho que pode render bons frutos.

E Zemo, claro, que não deve ficar muito tempo naquela prisão e que, com essa série, tornou-se o melhor vilão do UCM para mim. Esse é outro que tem muito para explorar.

Abs,
Ritter.

Responder
42 24 de abril de 2021 - 14:25

A série em si é um 3/5. O zemo, o sam, o bucky e o walker estavam bem, mas todo o núcleo narrativo dos apátridas e da Sharon e tão confuso e mal delineado que era a hora que eu pegava pra fazer piada na call.

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 16:30

Por aí mesmo.

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 24 de abril de 2021 - 13:07

Gostei muito da série e desse final, Sam como capitão só nesse episódio foi mais épico que o Steve, tem tudo pra ser um melhor capitão. Cena do museu foi muito bonita e emocionante com o isayah. Cena pós crédito me lembrou a Hydra infiltrada na shield.

A Marvel é foda demais, pegou o Sam, personagem sem graça que ninguém ligava nos filmes e deixou o cara muito foda, pra mim ele como capitão no final da serie eu ja gosto mais dele que o Steve. Fez algo parecido com o guardiões da galáxia que eu e a maioria não conhecia.

Ser humano é foda, como que tem gente reclamando do uniforme do novo capita???

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Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 16:33

Eu acho a combinação do uniforme do Falcão com o do Capitão bem ruim, por mais que seja idêntico aos quadrinhos. Simplesmente não combina.

Abs,
Ritter.

Responder
Victor Martins 24 de abril de 2021 - 12:01

Eu, que faço parte do grupo de 11 fãs da Sharon Carter, não gostei dela ter virado vilã, e sem o menor desenvolvimento.

Qual é a próxima ? Tia May vai montar uma conspiração para tomar o dinheiro do defunto Tony Stark ?

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 16:35

Eu ADORO a Sharon Carter. Sempre adorei. Era minha personagem feminina de HQ favorita.

Mas ela ser vilã estava escrito em letras garrafais desde o primeiro segundo em que ela surgiu, ou aquele mega-apartamento com obras de arte como quadros de Monet não gritava algo como Rainha do Crime para você?

Dito isso, ela pode ainda ser uma agente dupla, uma agente infiltrada por Fury há cinco anos tentando minar Madripoor ou até mesmo uma Skrull como muitos acham.

Abs,
Ritter.

Responder
Victor Martins 24 de abril de 2021 - 16:37

Sim, pelo menos foram coerentes nesse sentido.

Responder
Gabriel Filipe 24 de abril de 2021 - 11:37

Ua,, eu achei q tava doido e só eu q n tinha achado esse ep nada de mais. Tipo, pra mim depois que termina a pancadaria eu acho q ele melhora substâncialmente, mas n a ponto de vc um ep ótimo ou algo assim. Sobre o momento do Sam, bom, foi o meu favorito do episódio, mas concordo, foi artifical pra caramba kkkkkkk. Gostei mt do final do Buck, já oq fizeram com os Apátridas… Eu n gostava nd deles nos 3 primeiros eps, no 4 eu genuinamente passei a gostar mt deles e gostar da Karli como personagem, mas dps dql cena final do ep 5 e esse ep, pqp, q trem mais mal feito. Claramente essa série precisava de mais episódios para ficar menos corrida. No fim, uma boa série, vai ficar marcada em mim por 2 excelentes eps (4 e 5) e, pelo menos, a TENTATIVA de se fazer uma crítica ao deficit habitacional e questão imigratória. Mas pra tal “série política” da Marvel esperava mais esmero quanto a isso. Esmero esse q eles tiveram qto ao racismo (retirando aql cena do policial no segundo ep) na série, mas tá longe de ser o mais ousado da Marvel, Pantera Negra fez melhor, porém agr n é só Pantera Negra a tratar disso.

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 16:36

O momento do Sam foi bom sim, mas estranho, marretado no episódio. Ele merecia algo melhor OU o uso do discurso dele para acabar o episódio e não para abrir espaço para 100 mil epílogos…

Abs,
Ritter.

Responder
Roberval Machado 24 de abril de 2021 - 11:05

Depois da Condessa Elaine Benes quero ver o Marquês George Costanza.

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 16:30

Opa! Também quero!

Abs,
Ritter.

Responder
JC 24 de abril de 2021 - 16:48

Seinfeld e o Vizinho Invernal
hehehhheheh

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 16:51

Desde já a melhor série do UCM!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Bernardo Barroso Neto 24 de abril de 2021 - 10:33

Eu gostei um pouco mais que você desse último ep. Os pontos altos para mim foi o John Walker tendo seu momento de herói e o Isaiah finalmente tendo seu reconhecimento.

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 16:36

O fato de não terem vilanizado completamente o John Walker foi excelente.

Abs,
Ritter.

Responder
Sérgio Luis 24 de abril de 2021 - 10:18

Concordo em grande parte com a sua critica Ritter, este episódio acabou sendo inferior ao anterior, que para mim foi o melhor de toda a série.

O principal ponto negativo que vejo na série como um todo , é a questão dos apatridas eles não se constituem como vilões, eles tem uma boa ideia que é ajudar as pessoas que precisam e ponto final, não tem uma idelogia, me arrisco até a dizer que não são uma ameaça tangivel.

A Karly como lider e teoricamente principal antagonista não consegue se firmar, carece de uma imposição, e como um exemplo disso pego a parte do episódio em que quando os planos vão mal os seguidores já meio que se afastam, não tem nem o grito do um povo e um mundo.

O arco do Bucky, e me refiro aqui pelo nome pois ele se despede do Soldado Invernal, a redenção que ocorre é da pessoa Bucky Barnes, não do assasino Soldado Invernal. Com tudo o que aconteceu ele agora pode se desenvolver, esta foi a transição mais organica.

Sobre o final do John Walker acredito que conseguiram aproveitar bem o personagem, ele não é aquele vilão todo que pareceu anteriormente mas também não é o herói, no primeiro momento a raiva dele faz com que deixe de salvar as pessoas presas para lutar com a Karly, somente depois percebendo o que é mais importante, isso não faz dele uma pessoa ruim e sim normal, pois acredito que todos sem exceção em mais de um momento tenham tomado decisões que se arrependeram posteriormente.

Referente ao nosso novo Capitão América no maior estilo para o alto e avante, concordo que deveria largar as asas. Um ponto que prejudica o personagem e a trama é que ja sabiamos que isso ia acontecer, só não tinhamos conhecimento de como seria feito, dito isso me junto ao coro de todos que acham que aquele discurso saiu forçado e no timming errado, com um episódio a mais isso seria melhor costurado. A questão racial foi muito bem abordada e não interferiu na narrativa apenas acrescentou densidade nela.

A postura da Sharon que me surpreendeu ,ainda não sei se é bom ou ruim isso, capaz de no final tudo se revelar uma daquelas operações disfarçadas para acabar com a organização criminosa como um todo.

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 16:31

Sinceramente, não acho que saber que ele se tornaria o Capitão prejudicou o personagem. O problema maior foi o discurso forçadíssimo e sem timing…

Sobre a Sharon, acho que tem muita coisa ali por trás ainda.

Abs,
Ritter.

Responder
blackisamu 24 de abril de 2021 - 10:06

Fiquei esperando a Sharon virar um Skrull no final. Foi um final Ok. Vilões fracos mesmo. O uniforme ficou bonito. Sobre o discurso, faltou o Sam falar ” Parem tudo que estiverem fazendo Srs. Jornalistas, Socorristas, bombeiros, policiais e telespectadores que eu tenho um discurso pra fazer”kkk. Entendi o propósito mas a execução me deu um pouco de vergonha alheia tipo o discurso em Superman 4 sobre a segurança dos trens.😂

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 16:37

HAHAHAHHAHAHAHAHA

Nossa, nem me lembre de Superman 4…

Abs,
Ritter.

Responder
cleverton 24 de abril de 2021 - 09:48

Eu acho q o zemo do UCM n recrutaria supersoldados, ele literalmente matou vários em guerra civil, então acho q morreram msm. Tmb acho q a Val está fazendo a versão dela dos vingadores sombrios, apesar de preferir os thunderbolts mas esse é o general Ross que deveria fazer com quem está preso na balsa, e com a confirmação de Cap 4 eu imagino que essa vai ser um dos plots do filme. Quando ao episodio concordo demais, foi um final okay apenas para uma série que foi apenas um pouco acima do okay, apesar de vários momentos maneiros.

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 16:32

Concordo que esse Zemo não recrutaria supersoldados. Por outro lado, é um desperdício gigantesco de mão de obra superpoderosa para acabar com os superpoderosos como ele deseja…

Abs,
Ritter.

Responder
cleverton 24 de abril de 2021 - 18:38

Talvez seja um jeito do Feige manter as coisas sob controle kkk, igual os vilões quase sempre morrer no fim do filmes para não ficar muitos vilões soltos por ai podendo se juntar ou sl.

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 18:42

Mas é sempre bom ter uma reserva de vilões para usar quando necessário. Melhor do que sair criando um monte de vilão novo o tempo todo.

Abs,
Ritter.

Responder
cleverton 24 de abril de 2021 - 18:46

Concordo plenamente, mas é que esses supersoldados ai são muito sem graça, até prefiro que tenham morrido mesmo. Diferente do John Walker (que tá, não é um vilão de vdd), ou da Sharon vilã que podem adicionar muita coisa pro futuro da marvel ainda.

planocritico 24 de abril de 2021 - 18:55

Totalmente, mas são aquelas buchas de canhão que podem servir para libertar Zemo da Balsa e, em seguida, tropeçarem e morrerem batendo a cabeça no meio fio… Jamais diria para um deles ser usado nos Thunderbolts, por exemplo.

Abs,
Ritter.

Junior 24 de abril de 2021 - 06:35

Parabéns pela crítica. Só discordo de 2 coisas, em relação ao monólogo, acredito que Sam aproveitou a oportunidade pra tentar mudar as coisas, ele passou a série toda tentando resolver mais no diálogo do que na porrada. Eu não achei a cena deslocada não, fazia todo sentido as câmeras estarem ali naquele momento, e ele aproveitou pra falar tudo que estava engasgado. E sobre o GRC ter aceitado rapidamente, fica claro que não é pq são bonzinhos não, é pq depois do discurso de Sam em frente as câmeras ele foram meio que forçados pra não saírem como errados na história, até pq Sam foi um dos que salvou as vidas deles. Podem ter aceitado naquele momento e depois de baixo dos panos podem tentar fazer de outro jeito.

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 16:39

Cara, como eu disse, o discurso ficou artificial pacas, totalmente “fora da série” por assim dizer. E não, uma entidade como o GRC não mudaria uma política mundial só porque um sujeito com uniforme de passarinho os envergonhou publicamente. Essa “facilidade” é que me irritou mais ainda que o discurso.

Abs,
Ritter.

Responder
Lú Lopes Lima 24 de abril de 2021 - 06:24

Meh… =/

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 16:39

Sim…

Abs,
Ritter.

Responder
Lú Lopes Lima 24 de abril de 2021 - 19:06

Gosto de todos os atores e personagens. Mas achei super clichê. Tudo. Achei a roupa do Falcão horrorosa. Alias, foi o monólogo explanativo mais literal da história, o do Falcão. Ele não é Malcom X ne Luther King, mesmo. Achei a maior patriotada barata. A construção do Cap. América sempre como anti-herói foi bem mais consistente. Botei fé, mas não rolou mermo.
Abraço =O

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 20:34

Olha, o monólogo foi realmente cansativo e, pior, não acabava!!! Bonito até, mas totalmente fora de lugar.

Abs,
Ritter.

Responder
Loki 24 de abril de 2021 - 05:19

Ótima critica mano. Bem, minha opinião rápida sobre cada episódio e sobre a série em geral é:

EP1 – Um começo ok, mas pra um primeiro episódio é aceitável, destaque aqui fica pras cenas de ação no inicio e o rápido flashback do Bucky.
EP2 – Pior episódio na minha opinião, sinceramente hoje em dia eu nem me lembro mais dele, só consigo me lembrar das piadas forçadas e fora de hora, e das cenas de ação ruins.
EP3 – Um ótimo episódio, atmosfera diferente dos anteriores, Zemo e Sharon roubando a cena.
EP4 – O melhor de todos, Zemo destaque novamente, John Walker incrível, gostei muito dos paralelos que fizeram com o Steve.
EP5 – Uma queda em relação aos dois anteriores, esse até começou bem, mas depois ficou muito arrastado, principalmente nas cenas do barco..
EP6 – Se o 5 foi arrastado, esse aqui foi muito corrido, mas foi um final Ok e apenas isso.

Pontos positivos – Zemo, Walker, Sharon, relação entre Bucky e Sam (Mas não em todos momentos), presença das Dora Milaje, algumas cenas de ação, CGI, uniforme lindo o do Sam no final, talvez entre no top 5 melhores do MCU.

Pontos negativos – A maioria deles já foi citado quando dei minha opinião sobre cada episódio, então vou falar só o problema principal, o grupo de vilões genérico e sem graça, a motivação deles até que é legal, mas os personagens em si são um porre. E ainda tive que me segurar pra não desligar a tv quando vi o SOLDADO INVERNAL passando sufoco pra Karli, é sério isso? Pelo visto ser treinado pelo exército e pela Hydra não serve de nada.

Muita gente que ler esse comentário vai achar que sou hater da Marvel por ter falado tudo isso, mas sinceramente, acho que é impossível dar uma opinião sobre Marvel e DC hoje em dia sem ser chamado de Hater ou Fanboy. E pra atiçar mais ainda esse tipo de gente aqui vai: Gostei bem mais de WandaVision.

Nota geral pra série: 7,0, que pra mim é “Ok”, abaixo disso já seria ruim.

Pro futuro desses personagens no MCU – Falcão América e Falcão Ramirez em um filme, Zemo nos Thunderbolts, Bucky em Wakanda ou Thunderbolts, Sharon Skrull em invasão secreta (será?), Walker manipulado pela Hydra, Apátridas no inferno, amém.

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 05:24

Fique tranquilo, pois qualquer pessoa civilizada – sei que são cada vez mais raras! – entenderá que não amar uma série da Marvel não transforma a pessoa em hater da Marvel.

E já adianto que concordo com muita coisa de seus comentários gerais, mas vou deixar para fazer os meus no artigo de ranking de episódios, inclusive com a nota da temporada como um todo (sai amanhã).

Abs,
Ritter.

Responder
cleverton 24 de abril de 2021 - 09:49

Eu achei oq fizeram com a Sharon bem fraco

Responder
Loki 24 de abril de 2021 - 16:15

O que achei estranho nela foi ela continuar do lado dos terroristas no final, por isso acho que ela vai ser uma Skrull.

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 16:40

Gente, obviamente tem caroço nesse angu (é assim que se usa essa expressão?). Não será algo tão óbvio quanto ela é a Rainha do Crime de Madripoor e pronto. Pode ser uma Skrull, mas pode ser uma agente profundamente infiltrada na malha criminosa.

Abs,
Ritter.

Responder
Loki 24 de abril de 2021 - 16:48

Não chegou a me incomodar, acho que vai ser o mesmo caso da Agatha, deixaram pra ter um desenvolvimento mais aprofundado futuramente.

(E a expressão do caroço é essa mesmo kk)

planocritico 24 de abril de 2021 - 16:53

Pois é. Mesmo que a Sharon tenha tido uma participação fraca na série (só a participação, não quem ela é), creio que o objetivo foi justamente abrir caminho para ela ser desenvolvida. Eu até torço para ela NÃO SER uma Skrull.

Abs,
Ritter.

cleverton 24 de abril de 2021 - 18:33

Seria um jeito de talvez “concertar” ela, mas sl muito difícil dizer

Responder
cleverton 24 de abril de 2021 - 18:38

Consertar**

Responder
Daniel arendt 24 de abril de 2021 - 13:46

Exato, 2 vingadores, treinados pelo exército e também a hidra(no caso do Bucki), enfrentaram o exército do Thanos, e levam um sufoco de um bando de mal acabado? Essa é a minha bronca, no mais gostei.

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 16:40

Não tenho problema com isso. Faz parte de quadrinhos e filmes de quadrinhos desde que eles existem.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Filipe 24 de abril de 2021 - 07:37

Ua,, eu achei q tava doido e só eu q n tinha achado esse ep nada de mais. Tipo, pra mim depois que termina a pancadaria eu acho q ele melhora substâncialmente, mas n a ponto de vc um ep ótimo ou algo assim. Sobre o momento do Sam, bom, foi o meu favorito do episódio, mas concordo, foi artifical pra caramba kkkkkkk. Gostei mt do final do Buck, já oq fizeram com os Apátridas… Eu n gostava nd deles nos 3 primeiros eps, no 4 eu genuinamente passei a gostar mt deles e gostar da Karli como personagem, mas dps dql cena final do ep 5 e esse ep, pqp, q trem mais mal feito. Claramente essa série precisava de mais episódios para ficar menos corrida. No fim, uma boa série, vai ficar marcada em mim por 2 excelentes eps (4 e 5) e, pelo menos, a TENTATIVA de se fazer uma crítica ao deficit habitacional e questão imigratória. Mas pra tal “série política” da Marvel esperava mais esmero quanto a isso. Esmero esse q eles tiveram qto ao racismo (retirando aql cena do policial no segundo ep) na série, mas tá longe de ser o mais ousado da Marvel, Pantera Negra fez melhor, porém agr n é só Pantera Negra a tratar disso.

Responder
Amanda Schmidt 24 de abril de 2021 - 03:52

Nossa, eu to tão revoltada com a trama da Sharon Carter nessa série que eu não consigo pensar em mais nada sobre ela, eu simplesmente odiei tudo que fizeram com a personagem.

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 05:20

Eu gostei que a transformaram em uma personagem ambígua, talvez até vilã mesmo. Muito mais interessante que uma agente da Shield. Dito isso, sem dúvida a forma como a personagem foi usada na série não foi das melhores.

Abs,
Ritter.

Responder
Amanda Schmidt 24 de abril de 2021 - 13:31

Ela mercenária em madripor fazendo umas coisas ilegais pra sobreviver eu achei interessante, ela vilã disposta a vender segredos dos EUA pra terroristas, depois de receber perdão, é muito mal construído. Não faz o menor sentido com o que já foi mostrado dela, e parece só gratuito.

E é muito ruim como é feito na série, não tem nenhum aprofundamento no que deixou ela desse jeito, o twist é ultra óbvio e todo mundo já previu desde o terceiro episódio, as ações dela não fazem o menor sentido visto que ela joga o tempo todo contra os próprios interesses.

E tem o pessoal que vai achar isso mimimi, mas eu odeio o fato de que em Ultimato eles mataram a Natasha daquele jeito, aí a Wanda dá os primeiros passos primeiros passos pra vilanização, e aí a Sharon agora é vilã tbm, num universo com tão poucas heroínas legais eles tão muito focados nas poucas que tem.

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 16:45

Sério que você achou que ela era apenas uma mercenária em Madripoor com aquele mega-apartamento e aquelas obras de arte em exposição, com os contatos que ela mostrou ter na cidade e no mundo? A comparação mais justa e direta a se fazer é com o Rei do Crime, alguém poderoso nesse escalão e não uma mercenariazinha que, se pensarmos bem, não é muito melhor do que uma agente da Shield genérica. Maria Hill ficou como agente e desapareceu. Sharon, ao contrário, promete ganhar um destaque tremendo por causa dessa mudança que, diga-se de passagem, pode ser apenas cortina de fumaça, já que não é muito difícil ela ser uma super-espião do bem infiltrada em Madripoor há anos.

E veja: ser vilão ou vilã não é demérito. Ao contrário, na maioria dos grandes filmes do cinema, o vilão ou vilã é o melhor e mais memorável personagem.

Abs,
Ritter.

Responder
Victor Martins 24 de abril de 2021 - 11:40

Tô achando que ela pode ser uma skrull e a verdadeira Sharon está capturada.

Mas é sacanagem mesmo. Pegaram 90 anos de história e jogaram no lixo. Agora tem um monte de imbecil falando que ela “mancha o sobrenome Carter”, sendo que a Sharon sempre foi mais relevante que a tia nos quadrinhos.

O pior é nem abordarem direito o fato dos heróis terem abandonaram ela. O Bucky e o Sam cagaram pra isso a série inteira, sendo que relativizaram até a terrorista dos batutinhas.

Próxima parada: Sif, que provavelmente será morta em 5 minutos de Thor 4: Os Trapalhões do Amor. E farão piada com isso.

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 16:42

Não entendo o problema disso. WandaVision tornou-se uma “vilã” e ganhou uma mega-destaque em uma das mais faladas séries de todos os tempos recentes. Viúva Negra morreu tão epicamente que todo mundo ainda fala dela, sem contar com o filme solo que será lançado em breve. Ser vilão não é demérito, é, na verdade, um bônus no meu livro. Veja Falcão e o Soldado Invernal. Melhor personagem da série? Zemo.

Abs,
Rtiter.

Responder
Victor Martins 24 de abril de 2021 - 16:50

O problema é que vilão raramente é retratado de maneira cinzenta em filmes. Sempre descambam para a megalomania malvadona e sempre acabam morrendo/sendo presos como vilões. Veja o Ronan, por exemplo, que é anti herói nos quadrinhos mas foi aquela coisa ridícula no filmes dos Guardiões.

Tô com medo do que irão fazer com o Carniceiro dos Deuses.

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 17:00

Raramente não é sempre. Tudo bem que o UCM não tem os melhores vilões, mas o General Ross, Zemo, Thanos, Mystério, Ultron, Ego, o próprio Soldado Invernal, Abutre, Loki, Killmonger e alguns outros se destacam e foram muito bem trabalhados. E só aguardar.

Abs,
Ritter.

Junior 24 de abril de 2021 - 02:35

Parabéns pela crítica. Só discordo de 2 coisas, em relação ao monólogo, acredito que Sam aproveitou a oportunidade pra tentar mudar as coisas, ele passou a série toda tentando resolver mais no diálogo do que na porrada. Eu não achei a cena deslocada não, fazia todo sentido as câmeras estarem ali naquele momento, e ele aproveitou pra falar tudo que estava engasgado. E sobre o GRC ter aceitado rapidamente, fica claro que não é pq são bonzinhos não, é pq depois do discurso de Sam em frente as câmeras ele foram meio que forçados pra não saírem como errados na história, até pq Sam foi um dos que salvou as vidas deles. Podem ter aceitado naquele momento e depois de baixo dos panos podem tentar fazer de outro jeito.

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