Home TVEpisódio Crítica | Fear the Walking Dead – 4X08: No One’s Gone

Crítica | Fear the Walking Dead – 4X08: No One’s Gone

por Ritter Fan
216 views (a partir de agosto de 2020)

  • Há spoilers. Leia, aqui, a crítica de todos os episódios da série.

Já disse algumas vezes, mas não me canso de repetir: poucas séries tiveram coragem de mudar tanto em momento tão avançado quanto Fear the Walking Dead. Mesmo com os dois episódios anteriores muito fracos e extremamente destoantes da qualidade apresentada neste primeiro arco da 4ª temporada, testemunhar a troca de showrunner, a interseção com personagem vindo da série-mãe e sua correspondente transformação de prelúdio em continuação (pelo menos até o começo da 9ª temporada de TWD), a introdução de personagens completamente novos, a sublimação (para o mal ou para o bem) dos eventos finais da 3ª temporada e a morte não de um, mas dos dois personagens principais é algo raro de se ver por aí sem uma queda acentuada de qualidade ou a completa perversão do espírito da obra.

E Andrew Chambliss e Ian Goldberg fizeram exatamente isso, com um resultado que, pelo menos até aqui, na metade da temporada, pode ser facilmente considerado acima da média. Uma tarefa decididamente nada fácil e, mais ainda, bem arriscada, pois pode afastar espectadores. Afinal, com a decisão de Frank Dillane de sair da série, a morte prematura de seu personagem Nick, apesar de muito bem trabalhada em Good Out Here, soa estranha se olharmos apenas em termos dramáticos agora que sabemos que Madison também morrera. Havia espaço para apenas um desses grandes momentos em tão pouco tempo e a morte de Nick, de certa forma, “roubou o trovão” (só de brincadeira traduzindo diretamente a expressão idiomática steal the thunder do inglês) da de Madison, cujo mistério foi mantido a sete chaves ao longo desses oito episódios.

Olhando a mesma situação sob outro ângulo, é discernível que o grande sacrifício da impiedosa líder do grupo, que morreu fazendo justiça à sua missão de fazer tudo por seus filhos, perde o impacto quando metade de sua prole morreria logo adiante, com a revelação não-linear transformando o presente em passado e vice-versa para nós, espectadores. É quase como morrer à toa, com pelo menos metade do impacto arremessado pela janela, mas não por culpa dos showrunners, claro, e sim pela falta de escolha sobre o que fazer já que reescalar o papel de Nick, apesar de possível, seria no mínimo estranho.

Com isso, em oito semanas – nove  se adicionarmos o intervalo do Memorial Day lá fora que impediu a transmissão de FTWD – a família Clark praticamente deixa de existir, com apenas uma personagem do núcleo realmente original ainda viva, Alicia, que, até prova em contrário, não me parece ter o que é necessário para substituir sua mãe na liderança de nada. É um literal “começar de novo” e é aí que a proverbial porca torce o rabo para aqueles que vinham acompanhando a série desde o começo e que sobreviveram e perseveraram pela desastrosa 2ª temporada. Será que haverá interesse desse público em continuar acompanhando o que essencialmente é, agora, outra série?

E faço essa pergunta honestamente e afirmando que, apesar do viés aparentemente negativo do que escrevi até agora, estou, ao contrário, elogiando o trabalho da dupla que assumiu o controle da série. Estamos diante de um caso em que as chances de tudo dar extremamente errado era gigantesca e No One’s Gone circunavega todas as armadilhas tão bem que quase consegue apagar o gosto ruim deixado particularmente por The Wrong Side of Where You Are Now. A primeira característica interessante do episódio é confundir o espectador sobre o momento do flashback envolvendo Madison e Al que, de forma intercalada, toma grande parte do capítulo. O início do conflito entre as duas lembra muito a abertura da temporada, com John, sozinho, esperando Morgan aparecer na noite sombria, em uma bela sequência espelhada que serve de rima para o encerramento do arco. A entrevista que se segue é interessante por não se valer de flashback dentro de flashback, algo que em princípio vai contra o “modelo” audiovisual que evita usar palavras quando imagens estão disponíveis. Mas, aqui, o subterfúgio faz sentido e é bem empregado para deixar-nos temporalmente perdidos, pelo menos até certo ponto, quando passamos a realmente entender que esse encontro casual no meio do mato deu-se antes de Madison fundar sua comunidade dentro do estádio de beisebol, em momento posterior, mas incerto, em relação à explosão da represa.

É perfeitamente possível sentir o finalismo na progressão do episódio, algo que fica pendurado como uma nuvem negra pairando no horizonte. Não é exatamente possível visualizar um final feliz para Madison ou até mesmo para as equipes opostas no conflito do presente no estádio tomado de zumbis tostados. Ainda que o sacrifício de Madison faça todo o sentido para a personagem, creio, porém, que a situação iniciada pelos Abutres poderia ter sido mais urgente, mais inescapável do que a escolha dela em colocar fogo em tudo com ela lá dentro. Claro que há um histórico na série de personagem que sobreviveu a incêndios, mas espero que não seja o caso aqui (mas, é aquilo: sem corpo, sem morte…). De toda forma, houve solenidade ao fim da personagem, mas que poderia ter sido por meio de um evento “à prova de balas”, daquele tipo que não deixa o espectador pensando em diversas alternativas que ela tinha à disposição para sobreviver (afinal, ela é a primeira a entrar no estádio e poderia ter subido as arquibancadas e colocado fogo nos desmortos lá de cima ou algo do gênero…).

Mas, estruturalmente, o episódio funciona no vai e volta entre passado e presente, com uma ação intensa com a fotografia esmaecida, ainda que toda essa raiva de Alicia, que envolve até mesmo o uso de lança-foguetes e a ameaça de assassinato de uma criança (não que eu tenha algum amor por Charlie, que fique bem claro), pareça-me exagerada demais e fora de seu personagem. De toda forma, a resolução pacífica funciona, ainda que o uso do artifício da entrevista mais uma vez ao final tenha me deixado preocupado quando a roda ao redor da fogueira apareceu. Felizmente, porém, o roteiro, desta vez escrito pelos próprios showrunners como no começo da temporada, estabeleceu uma outra dinâmica em que todos contribuíram com a “história de Madison” e com flashbacks usados de forma parcimoniosa que não afetaram o ritmo narrativo e resultaram em uma despedida digna, mas não sem problemas, como comentei anteriormente, para a chefona.

Madison fará falta. Sua liderança e sua força eram extraordinárias ao ponto de arriscar a afirmar que ela era melhor do que Rick Grimes. Não sei qual é o rumo que FTWD tomará, mas, definitivamente, fiquei curioso.

  • FTWD entrará em hiato, retornando em agosto.

Fear the Walking Dead – 4X08: No One’s Gone (EUA, 10 de junho de 2018)
Showrunner: Andrew Chambliss, Ian Goldberg
Direção: Michael E. Satrazemis
Roteiro: Andrew Chambliss, Ian Goldberg
Elenco: Lennie James, Garret Dillahunt, Maggie Grace, Alycia Debnam-Carey, Colman Domingo, Frank Dillane, Andrew Lincoln, Melissa McBride, Tom Payne, Kevin Zegers, Jenna Elfman, Alexa Nisenson, Sebastian Sozzi
Duração: 45 min.

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50 comentários

planocritico 30 de junho de 2018 - 10:46

Eu gostei das duas mortes, mas eu achei mortes demais, de personagens importantes demais, em tão poucos episódios. Acabou que a morte de Nick “tirou” o impacto da morte de Madison.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel 25 de junho de 2018 - 20:27

Gostei dessa primeira metade. Fear The Walking Dead se mostrou inteligente por causa das passagens no tempo e os novos personagens que são excelentes. Al é uma boa personagem, assim como Laura e John. O resultado está bem positivo, ainda que seja muito desnecessário essa primeira metade ter 8 episódios (Deveria ter no máximo 6 por causa de uma coisa chamada enrolação), a história é muito boa e esse novo modelo de contar história que essa temporada está tendo é muito legal. Fear é outra série agora, felizmente está dando resultados muito melhores que os da série-mãe, que está sendo vítima de mediocridades. Eu não gosto da decisão das mortes de Madison e Nick, mas a forma de como a Madison morreu é legal, mas a forma de como o Nick morreu é decepcionante. Porém, a série pode ter um futuro muito bom com os personagens que estão vivos, basta os produtores fazerem um bom trabalho. Não é uma metade de temporada excelente, mas é ótima. E devo dizer que o episódio 5 dessa temporada é um dos melhores da série, assim como o 8.

Responder
planocritico 21 de junho de 2018 - 09:36

Você acha que vão juntar as duas séries em uma só?

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 21 de junho de 2018 - 09:02

O números de episódios pode atrapalhar, claro, mas já vi série de 6 episódios com problemas. Portanto, no final das contas, o problema mesmo está nos roteiros!

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno Santos 21 de junho de 2018 - 09:53

Isso é vdd,mas no caso do TWD já vi umas três temporadas q se fossem poucos episódios os arcos seriam bem melhores, tipo a 3 do Fear era pra acabar ali quando a Alison salva o pessoal do bunker mas a temporada msm assim foi ótima

Responder
planocritico 21 de junho de 2018 - 10:16

Com certeza!

– Ritter.

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planocritico 21 de junho de 2018 - 09:00

Confesso que eu já cheguei a adorar Morgan e Carol…

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno Santos 21 de junho de 2018 - 09:54

Kkk eu tbm, mas é muito vai e volta no roteiro, tipo a Carol sai pra fora da comunidade depois volta, depois q ficar sozinha d novo,kkk

Responder
planocritico 21 de junho de 2018 - 10:16

O mal maior é a série não saber o ponto certo de acabar de vez. Aí fica nesse vai e vem interminável…

– Ritter.

Responder
Bruno Santos 21 de junho de 2018 - 10:18

Vdd mas se o Morgan assumir a liderança aí lascou kkkk gostei muito do pistoleiro

Responder
planocritico 21 de junho de 2018 - 10:37

Também gosto muito do John Dorie!

Abs,
Ritter.

planocritico 19 de junho de 2018 - 16:23

NOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

– Ritter.

Responder
Junito Hartley 19 de junho de 2018 - 18:20

kkkkkkkkkkkkkkkk

Responder
Junito Hartley 19 de junho de 2018 - 14:04

A produçao de fear confirmou, Morgan será o novo protagonista. RIP Fear.

Responder
Massi Marques 15 de junho de 2018 - 00:32

Eu adorava Fear justamente pela Madison. Não sou de desistir de séries, mas pra mim não dá. Só restou personagens desinteressantes e genéricos. Vou terminar essa temporada e só.

Responder
planocritico 15 de junho de 2018 - 01:16

Eu também gostava muito dela e do Nick. Mas o pouco que vi do John Dorie eu adorei também. Quem sabe a segunda metade da temporada não se mostra incrível?

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno Santos 13 de junho de 2018 - 19:20

O problema dessa série como o TWD, e o número de episódios,pq 16? Se fizessem com 10 ficar muito,mais muito melhor, esse Morgan até q nesse episódio n foi tão chato,mas se eles quiserem matar mais pessoas pode ser ele q n ligo kkkk oque n entendi muito bem nessa temporada foi aquele cerco esquisito, onde o pessoal dxava as pessoas de dentro do estádio sair para procurar alimentos e n tavam nem aí ( novidade esse tipo de cerco para mim), e os Corvos queriam o estádio ou n? ( Pelo que deu para entender se n e nosso n e de ngm), mas enfim a 3 e essa msm com o alguns leleroro, estão melhor q a 7 e 8 de TWD, e bem longe

Responder
Carlos Bruno 13 de junho de 2018 - 03:41

Madison morreu e agora a segunda metade da temporada promete ser bem melhor que a primeira, confesso que fiquei chateado no episódio anterior a esse pensando até em largar de mão, mas assim, vamos continuar continuando, sem aquele entusiasmo de outrora, esse ep final não foi ruim, mas pra mim era muito previsível que isso iria acontecer.

Agora acabei de criar ansiedade pra esperar o confronto Salazar x Strand e especulando mais ainda acho que a série mãe vai se juntar a FEAR no final de tudo (dessa temp), o Andrew Lincoln provavelmente vai sair, acho que irão criar um espaço diante disso para a conexão entre as séries, isso considerando que as duas estão meio sem rumo agora, e o Morgan é a ponte pra essa conexão.

Responder
planocritico 13 de junho de 2018 - 02:09

HAHAHAAHHAHAHAHAHAHAH

Tive que até pesquisar! Mas não é que é mesmo?

– Ritter.

Responder
Clayton Lucena 13 de junho de 2018 - 10:27

Aquele crossover que vc respeita…. hahahahahahahahahaha muito parecido o estilo dos dois hahahahaha

abraços

Responder
planocritico 13 de junho de 2018 - 02:08

O que não quer dizer que ela não possa voltar… Sabe como é Hollywood, não?

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de junho de 2018 - 02:07

Seria bizarro, mas olha, eu até que gostei da ideia! HAHAHAHAHAAHAHHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de junho de 2018 - 02:06

Mais mortes? Não chega não? HAHAHAHAAHAHAHHA

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de junho de 2018 - 02:05

O Daniel vai aparecer, pode ficar tranquilo!

Abs,
Ritter.

Responder
Jose Olyntho Ze 12 de junho de 2018 - 22:14

Madison chuta o traseiro de Rick em relação ao carisma da personagem… O melhor personagem desse universo, no entanto, é o Daniel, e o coitado não dá sinal de vida. Que desperdício!

Responder
Junito Hartley 12 de junho de 2018 - 20:53

O episodio foi bom, eu gostei, so fiquei meio perdido nos flashbacks, mas depois me encontrei, como vc ja falou, a serie vem sendo rebootada entao acredito que teremos mais mortes do pessoa original, agora é torcer pra que na volta a serie retome a crescente que vinha tendo no inicio.

Responder
planocritico 12 de junho de 2018 - 18:30

Sim, a saída de Kim Dickens foi uma escolha narrativa. Já no caso de TWD, as duas saídas futuras (se tudo for confirmado) mexerão profundamente com a série sem que seja algo orgânico…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 12 de junho de 2018 - 18:28

Temos que encarar dessa forma mesmo: agora FTWD é outra coisa. Resta saber se será uma coisa boa…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 12 de junho de 2018 - 18:27

Eu sempre gostei muito da atriz. Acho que a morte da personagem dela será muito sentida. Tomara que encontrem um rumo novo e bom para a série.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 12 de junho de 2018 - 18:26

As duas séries estão tendo que se reinventar. Eu não faço ideia o que acontecerá com elas agora, mas confesso que boto mais fé em FTWD.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 12 de junho de 2018 - 18:24

Boa pergunta sobre os Abutres… Eles só ficaram vendo o estádio pegar fogo?

Abs,
Ritter

Responder
Clayton Lucena 12 de junho de 2018 - 18:34

Eles não queriam o lugar, mas queriam os suprimentos e ficar vendo tudo ali pegar fogo e não fazer visto que todos saíram? achei meio sem nexo essa motivação dos Grevistas…e o pior sabemos que eles morreram depois para 3 pessoas…

Estou bem curioso, quero saber pra onde a série vai…

Abraços

Responder
planocritico 12 de junho de 2018 - 18:37

Os grevistas começaram bem e depois se perderam. Vilões muito estranhos mesmo…

Mas também quero saber que rumo essa prosa vai tomar!

Abs,
Ritter.

Responder
Clayton Lucena 12 de junho de 2018 - 18:43

Se venderam por 46 centavos hahahahahahah bota estranho nisso, nem chegaram e já se foram e o pior nem falaram nada hahahaha só cadeirinha de tomar sol e esperar!!!

Ritter preciso compartilhar uma coisa, o Ennis o Abutre do carro azul me lembrou muito o Sr. Furtado do Chaves, quando ele aparecia ficava dando risada sozinho hahahahaha.

abraços

Responder
planocritico 12 de junho de 2018 - 18:23

Eu acho que ela morreu sim. Na verdade, depois de oito episódios para lidar com esse mistério, acho que será desserviço à série e aos espectadores se ela ainda aparecer viva.

Abs,
Ritter.

Responder
S0mBRa 12 de junho de 2018 - 18:44

É, a atriz confirmou morte da sua personagem.

Responder
Manolo Neto 12 de junho de 2018 - 20:24

Corta, aparece ela viva tendo um caso com o Daniel e dominando várias comunidades rs

Responder
planocritico 12 de junho de 2018 - 18:21

Foi uma morte corajosa para a série. Gostava muito da personagem e realmente fiquei curioso sobre quem despontará na liderança, pois não vejo John ou Al nesse papel e, sinceramente, não gostaria que fosse o Morgan.

Abs,
Ritter

Responder
Clayton Lucena 12 de junho de 2018 - 18:31

Se for o Morgan podemos abandonar o barco sim ou claro?

Responder
planocritico 12 de junho de 2018 - 18:35

Vai ser dureza se for ele e sua vareta…

Abs,
Ritter.

Responder
Clayton Lucena 12 de junho de 2018 - 18:37

To me rachando de rir hahahahahahhahahhahaha
O imortal e sua vareta…
não pode ser isso, não precisamos disso e não queremos isso!

Responder
planocritico 12 de junho de 2018 - 18:39

Vou me juntar aos grevistas se for!

– Ritter

Bruno Santos 13 de junho de 2018 - 19:21

Cara chato de mais msm,ele é a Carol do TWD n sei q são piores

Ana 12 de junho de 2018 - 15:53

Fiquei simplesmente chocada que mataram a Madison! Jurava que ela ia estar viva!
Mas confesso que até gostei e estou muito curiosa pra ver quem vai tomar a liderança agora e que rumo a série vai tomar… Acho o John (<3) e a Al personagens muito mais interessantes que o elenco original pra falar a verdade... Acho que dá pra fazer coisa boa aí haha!
Apesar dos problemas que vc sabiamente citou, gostei do episódio, deu pra salvar o rumo ruim que a temporada estava tomando. Só achei meio descabido esse ódio mortal da Alicia pela Naomi/Laura/June se ela nem fez nada diretamente pra matar a Madison... Enfim, vou continuar assistindo com certeza!

Responder
S0mBRa 12 de junho de 2018 - 13:09

Bem, a 1º parte da temporada foi ótima, e pelos teasers da próxima metade, tende a ser melhor ainda.
Achei um bocadinho bagunçado esse episódio, colocaram mais coisas em meio a tantas perguntas, q mesmo posteriormente tenha tido as respostas obtidas, para nós, acho que não me convenceu muito não.

Também não acho q Madson tenha morrido. Ela mesma fala algo do tipo “Só está morto, quando morre”.

Fiquei um pouco decepcionado, mas, sempre muda os objetivos/personalidade dos personagens, isso não é ruim, mas, a sensação de apego por eles, vai indo embora, mesmo já acostumado com Twd, e com mortes de pessoas que diríamos que nunca morreria, não é muito legal ver que o personagem não foi tão bem aproveitado quanto imaginávamos.

(Só eu percebi que no teaser da próxima metade, tem 1 zumbi se mexendo igual boneco de posto? o mesmo em várias cenas, será que é alguém assustando eles? by Daniel).

Responder
Clayton Lucena 12 de junho de 2018 - 12:44

Gostei do episódio, mas como vc disse poderiam ter feito diferente algumas escolhas, e deveriam ter adiantado algo da Madson nos episódios anteriores, ela foi esquecida nessa linha temporal do cerco ao estádio e pra gente ela já estava praticamente morta por esquecimento…mas sem corpo, sem morte ou “ninguém morre até que tenha morrido”.
Gostei do Flash de antes do estádio, fui enganado hahahaha.
O caras da greve dos caminhoneiros foram esquecidos nesse episódio, só ficaram assistindo mesmo?

Agora resta esperar até agosto.

abraços
Clayton

Responder
Robertt Alves 12 de junho de 2018 - 11:47

Sobre o ep, não gostei do fato da Alícia simplesmente passear entre os zumbis, como se fosse a coisa mais fácil do mundo, e no instagram vi que a atriz que interpreta a madison se despediu da personagem (tirando minha esperança),mas sobre a temporada,estou achando ela regular,tinha esperança que veria uma interação entre Madison e Morgan (mas né) e agora com a morte dela,e a notícia de que Andrew vai sair de twd,acabou o sonho de ver Madison e Rick se encontrando,e falando na série mãe, o que vc acha que vai acontecer com The walking dead nesse nono ano que nem começou e já está cheio de problemas

Responder
Huckleberry Hound 12 de junho de 2018 - 07:23

Ah não…Kim Dickens tava começando a mostrar mais emoção,originalmente Dave Erickson queria transformá-la numa vilã já aqui ela morreu de forma heróica salvando os filhos (se é que morreu mesmo vide Daniel botando fogo naquele lugar do México)!

Responder
David Rocha 12 de junho de 2018 - 06:41

Eu fiquei muito triste mais por dentro eu já sabia que era esse o destino dela, minha personagem favorita da série, Fear acabou virando outra coisa agora tendo apenas a Alicia dos originais, continuarei assistindo mais não será com a mesma empolgação de antes, assim como fiquei com TWD.

Responder
Gabriel Carvalho 12 de junho de 2018 - 01:46

E, se confirmarem as notícias de bastidores, a série-mãe também terá mudanças desse naipe na próxima temporada, ainda mais depois da primeira metade. A questão é que, enquanto aqui as coisas parecem ser decididas por uma questão narrativa, ali o que está para acontecer, e já aconteceu muito, relaciona-se com problemas contratuais. A história corre atrás dos bastidores para se adaptar.

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