Home TVEpisódio Crítica | Game of Thrones – 6X08: No One

Crítica | Game of Thrones – 6X08: No One

por Ritter Fan
80 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 3,5

Obs: Contém spoilers. Leia as críticas das demais temporadas, games e livros de Game of Thronesaqui.

No oitavo “episódio preparatório” do final da sexta temporada de Game of Thrones, o roteiro dos showrunners David Benioff e D.B. Weiss, que também escrevem os dois próximos, não deixa de lado a natureza mini-episódica que parece ser a norma da série agora, mas ao menos consegue oferecer encerramentos de arcos, nem que seja para fazer com que longos desenvolvimentos retornem praticamente à estaca zero. Mas já é um começo.

Vejam Arya, por exemplo. Vão para o lixo todas as teorias de fãs sobre ela ser a waif e estar lutando contra ela própria para ser “ninguém” e ela finalmente volta a ser o que era logo depois que foge se King’s Landing: Arya Stark, espadachim que jurou matar uma série de inimigos de sua família. Nada como dar uma volta enorme que tomou quase duas temporadas inteiras, para que a personagem retornasse exatamente para o ponto onde estava uns 20 episódios atrás. Antes que me joguem pedras aqui, parem para pensar e me digam exatamente o que aconteceu com ela desde que fugiu para Braavos? Lutem contra seu lado fã leitor dos livros e decorador e adorador de tudo que George R.R. Martin faz e me digam qual é o arco de crescimento da personagem? Em que ela agora está melhor do que já estava quando pegou o navio para a Casa do Preto e Branco? Ou, para ser mais justo: o que foi feito em 20 episódios que não poderia ter sido feito em, digamos, cinco ou seis?

Não que não tenha sido interessante o desfecho – até aqui – da jovem e aguerrida Stark. Sua fuga para o teatro de Lady Crane (era mesmo necessária aquela longa sequência da atriz vivendo Cersei mais uma vez?), o assassinato da atriz e a fuga por Braavos (se suspendermos nossas descrença completamente para aceitar que uma jovem esfaqueada duas ou três vezes na barriga consegue pular e correr daquele jeito) culminando com o enfrentamento do próprio Jaqen H’ghar que sorri como se tivesse planejado tudo aquilo são, sem dúvida, momentos muito bem dirigidos, particularmente a queda dela pelas escadarias com a Waif chegando bem ao fundo. Mas direção e fotografia nunca foram problemas nesta série, que sempre primou pela qualidade técnica. O problema está mesmo no “caranguejamento” das narrativas ou, no caso de Arya agora, na sua volta ao status quo ante.

Outro arco, este mais recente, mas também conectado com Arya, é o de Sandor Clegane atrás dos assassinos do Irmão Ray e seu grupo. Ressurgindo das cinzas apenas no episódio anterior, o ritmo de sua narrativa é de galope. Afinal, não há mais tempo a perder e sua volta tem que ter algum sentido narrativo próprio, com um mínimo de relevância para a temporada. Assim, aqui, é interessante ver a velocidade como a coisa anda e seu reencontro com Beric Dondarrion (Richard Dormer), o outro ressuscitado da série, membro da Irmandade Sem Bandeiras. Existe um senso de propósito no arco que se apresenta, ainda que seu encaixe com o restante dos núcleos me pareça distante ou pelo menos enigmático, o que levanta minhas suspeitas de que talvez a volta de Clegane só dê frutos efetivos na próxima temporada.

No pouco que vemos de King’s Landing, percebemos que Cersei está perdendo a paciência. O Alto Pardal se faz sentir espiritualmente presente pelas forças fanáticas da Fé Militante encabeçadas por Lancel Lannister e também pela manipulação por debaixo dos panos do Rei Tommen, que abole o “julgamento por combate”, a última esperança da mãe em sair incólume da “ira divina”. Claro que a sequência em que ela escolhe a violência – em um momento tenso, de poucas palavras, mas muito eficiente – e o Montanha Zumbi finalmente faz alguma coisa útil (ok, é a segunda vez na temporada) é poderosa e mostra muito claramente o que vem por aí em meio a um plano ainda secreto envolvendo o Maester Qyburn. A ausência de Margaery – assim como a do Alto Pardal – fez-se sentir neste núcleo, mas talvez o objetivo tenha mesmo sido focar em Cersei e mostrar que ela também está ativamente jogando o jogo de tronos e não apenas esperando sua absolvição acontecer pelas enormes mãos de seu guarda-costas.

Neste núcleo, que vem se mantendo realmente como um dos poucos realmente consistentes ao longo de toda a temporada, vê-se particularmente o bom trabalho entre luz e escuridão da fotografia, que chega a ser quase didática ao deixar Cersei nas sombras, algo amplificado por seu figurino entristecido, e dando autoridade à Fé Militante com uma luz que, porém, não é bela e sim suja, o que demonstra que não há lado certo neste lado do conflito.

Do outro lado do oceano, em Essos, Tyrion continua sendo o melhor personagem desperdiçado da série. Peter Dinklage deve ter percebido muito claramente que não restou nada para seu personagem fazer e transparece isso em sua atuação cada vez mais sem graça, crivada de diálogos vazios e repetitivos. Aliás, repetitiva é toda a situação dele em Meereen. Ele perdeu de novo o controle da situação, depois de mais uma negociação fracassada. E a volta de Daenerys (alguém – mesmo os personagens – tinha alguma dúvida que era ela chegando de cima em uma pirâmide daquela altura?) é também, assim como no caso de Arya, a volta à situação anterior depois de oito episódios de pura enrolação cuja única grande novidade foi a reunião dos bárbaros sob seu comando, algo que poderia ter sido feito e trabalhado muito mais rapidamente. A enrolação é tanta nesse núcleo que, quando Daenerys chegar em Westeros finalmente, ela não terá mais gente para matar…

Mas eu deixei o melhor por último. Enquanto a conversa de Sir Jaime com Blackfish no episódio anterior foi de trincar os dentes de tão óbvia e desnecessária, aqui o conflito em Correrrio ganha relevância e desenvolvimento inteligente, mostrando que a série não vive só de enforcamentos, decapitações, estupros e invernos (e zumbis) que nunca chegam. Brienne reunindo-se com Jaime foi um momento marcante e bem construído – com o paralelismo do diálogo de Podrick e Bronn do lado de fora da tenda – que ratifica o respeito mútuo que eles sentem. O pesar com que a conversa acaba, delineada por um possível combate entre os dois talvez tenha sido a verdadeira mola propulsora para Jaime ameaçar Edmure do jeito que ameaça logo em seguida, em mais um diálogo forte e crível. Sim, ele coloca tudo na relação dele com Cersei, deixando às claras seus relacionamento incestuoso pela primeira vez para terceiros (que me lembre…), mas o grande catalisador, tenho para mim, foi sua vontade de não enfrentar Brienne, não por qualquer coisa parecida com medo, mas sim por ver nela um espelho de si mesmo antes de ter sido “estragado” por seus atos hediondos de uma vida inteira.

Mesmo, porém, nesta sequência, vê-se o efeito volta ao status quo ante que mencionei no início. Há apenas dois episódios o núcleo de Correrrio ressurgiu e qual foi seu efeito prático se a situação perdurar dessa forma? Nenhum, não é mesmo? A narrativa não andou para frente de maneira a carregar a história maior e sim pareceu um desvio – por mais interessante que seja – para ganhar tempo para o conflito final, como se não houvesse história para contar. E há! Fica difícil justificar um cerco a um castelo que precisa de três episódios para ser resolvido se não houver uma consequência palpável para o final da temporada, o que não parece ser exatamente o caso (e espero estar enganado e realmente espero que Blackfish não apareça vivo mais uma vez…).

De toda forma, apesar da irritante incapacidade dos showrunners de fazer a temporada andar uniformemente para frente, sem sumir com núcleos inteiros por episódios a fio (as mulheres de Dorne? Bran? Jon e Sansa? Littlefinger? Ramsay?), No One é um exemplo competente em uma safra fraca. Só faltam dois episódios com a promessa de guerra no próximo. A pergunta que se deve fazer é: a jornada tem valido à pena?

Game of Thrones 6X08: No One (EUA, 12 de junho de 2016)
Showrunner:
 David Benioff, D.B. Weiss
Direção: Mark Mylod
Roteiro: David Benioff, D. B. Weiss
Elenco: Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Liam Cunningham, Carice van Houten, Natalie Dormer, Natalie Dormer, Indira Varma, Sophie Turner,  Maisie Williams, Conleth Hill, Alfie Allen, Gwendoline Christie, Jonathan Pryce
Produtora: HBO
Disponibilidade no Brasil (na data de elaboração da crítica): HBO
Duração: 56 min.

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128 comentários

Dan 15 de junho de 2016 - 15:11

Excelente crítica, Ritter.
Este episódio, ao menos, me deu um pouco menos de sono do que os 2 anteriores.

Será que GoT vai se tornar uma série com final tão frustrante quanto Lost?

Responder
Dan 15 de junho de 2016 - 15:11

Excelente crítica, Ritter.
Este episódio, ao menos, me deu um pouco menos de sono do que os 2 anteriores.

Será que GoT vai se tornar uma série com final tão frustrante quanto Lost?

Responder
planocritico 15 de junho de 2016 - 15:41

Obrigado, @disqus_PJzxCFXBon:disqus ! Esse foi o primeiro episódio de GoT dessa temporada que não olhei para o relógio…

Sobre o final, acho difícil ser tão frustrante quanto Lost… Mas, do jeito que as coisas estão indo…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 15 de junho de 2016 - 15:41

Obrigado, @disqus_PJzxCFXBon:disqus ! Esse foi o primeiro episódio de GoT dessa temporada que não olhei para o relógio…

Sobre o final, acho difícil ser tão frustrante quanto Lost… Mas, do jeito que as coisas estão indo…

Abs,
Ritter.

Responder
Vladimir Putin 30 de junho de 2019 - 22:36

vai, sim, amg kk

Responder
Pedro Enzo 14 de junho de 2016 - 20:58

O pior é que Got tem muita coisa boa dos livros que foi mal aproveitada ou nem apereceu, conseguiram estragar o nucleo de Dorne totalmente, o Jaime que não serviu pra nada metade da temporada, é uma pena uma serie que ja foi e poderia ser a melhor serie da atualidade e hoje é so um serie ok.

Quer um conselho, se quer uma serie boa mesmo assiste Mr Robot ou The leftovers.

Responder
planocritico 14 de junho de 2016 - 22:33

Temos as críticas dessas duas séries aqui no site também. GoT é isso: potencial não realizado em sua plenitude.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 14 de junho de 2016 - 22:33

Temos as críticas dessas duas séries aqui no site também. GoT é isso: potencial não realizado em sua plenitude.

Abs,
Ritter.

Responder
Pedro Enzo 14 de junho de 2016 - 20:58

O pior é que Got tem muita coisa boa dos livros que foi mal aproveitada ou nem apereceu, conseguiram estragar o nucleo de Dorne totalmente, o Jaime que não serviu pra nada metade da temporada, é uma pena uma serie que ja foi e poderia ser a melhor serie da atualidade e hoje é so um serie ok.

Quer um conselho, se quer uma serie boa mesmo assiste Mr Robot ou The leftovers.

Responder
Aphid 14 de junho de 2016 - 17:18

Ritter, está de parabéns por essa maravilhosa crítica 😉
Alguém notou a cgi bizarra da Brienne/Pod olhando para o acampamento?

Responder
planocritico 14 de junho de 2016 - 18:33

Obrigado, @disqus_eivYOcHXVI:disqus !

Sobre a cena que você comenta, confesso que meu lado fraco por “matte paintings” me fez gostar da cena. Não sei se foi essa a técnica usada além do CGI (ou se foi só CGI), mas me pareceu que foi e eu acabei gostando.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 14 de junho de 2016 - 18:33

Obrigado, @disqus_eivYOcHXVI:disqus !

Sobre a cena que você comenta, confesso que meu lado fraco por “matte paintings” me fez gostar da cena. Não sei se foi essa a técnica usada além do CGI (ou se foi só CGI), mas me pareceu que foi e eu acabei gostando.

Abs,
Ritter.

Responder
Aphid 14 de junho de 2016 - 17:18

Ritter, está de parabéns por essa maravilhosa crítica 😉
Alguém notou a cgi bizarra da Brienne/Pod olhando para o acampamento?

Responder
joão 14 de junho de 2016 - 17:07

Rapaz, não tô curtindo essa temporada. MuitaO enrolada mesmo mas o cúmulo pra mim ainda é Daenerys matar os dothraks virando tochas (ou o que quer que seja aquilo). Tyrion contando piadas, Daenerys aparecendo por 5 segundos e o arco insuportável de Arya já me encheram. Boa crítica Ritter!!

Responder
joão 14 de junho de 2016 - 17:07

Rapaz, não tô curtindo essa temporada. MuitaO enrolada mesmo mas o cúmulo pra mim ainda é Daenerys matar os dothraks virando tochas (ou o que quer que seja aquilo). Tyrion contando piadas, Daenerys aparecendo por 5 segundos e o arco insuportável de Arya já me encheram. Boa crítica Ritter!!

Responder
planocritico 14 de junho de 2016 - 17:12

@disqus_C1Ate1w9Mv:disqus , obrigado! Estou também muito desapontado com esta temporada, especialmente depois de já ter passado pela fraca temporada anterior. Uma pena que os rumos da série estejam sendo esse…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 14 de junho de 2016 - 17:12

@disqus_C1Ate1w9Mv:disqus , obrigado! Estou também muito desapontado com esta temporada, especialmente depois de já ter passado pela fraca temporada anterior. Uma pena que os rumos da série estejam sendo esse…

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 13 de junho de 2016 - 21:16

Decepção esse episodio, o que poderia ser as melhores partes o caras nao mostraram, preferiram mostrar o duende bebendo e contando piada do que mostrar o peixe negro lutando ou mesmo a arya matando aquela mina, muito ruim esse episodio, so curti a matança do cao.

Responder
Junito Hartley 13 de junho de 2016 - 21:16

Decepção esse episodio, o que poderia ser as melhores partes o caras nao mostraram, preferiram mostrar o duende bebendo e contando piada do que mostrar o peixe negro lutando ou mesmo a arya matando aquela mina, muito ruim esse episodio, so curti a matança do cao.

Responder
planocritico 14 de junho de 2016 - 01:39

Eu até gostei do episódio, mas ele é mais outra peça quase inútil nessa complicada engrenagem que Game of Thrones foi transformada…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 14 de junho de 2016 - 01:39

Eu até gostei do episódio, mas ele é mais outra peça quase inútil nessa complicada engrenagem que Game of Thrones foi transformada…

Abs,
Ritter.

Responder
Flavio Augusto 14 de junho de 2016 - 21:47

Eu senti uma total economia de gastos nesse episódio. Todas as cenas que exigiam um tempo longo de filmagem, coreografias e efeitos especiais foram cortadas na pré-produção. Lembra muito a primeira temporada, em que a verba não era tanta e muitas batalhas eram só sugeridas e não encenadas, pela incerteza se a série teria retorno.
Espero que isso seja um sinal de que guardaram a maior parte dos recursos para espetaculares cenas nos capítulos finais.

Responder
planocritico 14 de junho de 2016 - 22:33

@disqus_2C6qJjk16K:disqus, não senti isso não. GoT e outras séries dessa natureza normalmente economizam mesmo nos efeitos especiais, pois os orçamentos, por maiores que sejam, são limitados e têm outras destinações. Raras vezes vimos batalhas de verdade em GoT, que ficam restritas a um ou dois episódios. O mesmo vale para momentos carregados de CGI.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 14 de junho de 2016 - 22:33

@disqus_2C6qJjk16K:disqus, não senti isso não. GoT e outras séries dessa natureza normalmente economizam mesmo nos efeitos especiais, pois os orçamentos, por maiores que sejam, são limitados e têm outras destinações. Raras vezes vimos batalhas de verdade em GoT, que ficam restritas a um ou dois episódios. O mesmo vale para momentos carregados de CGI.

Abs,
Ritter.

Responder
Flavio Augusto 14 de junho de 2016 - 21:47

Eu senti uma total economia de gastos nesse episódio. Todas as cenas que exigiam um tempo longo de filmagem, coreografias e efeitos especiais foram cortadas na pré-produção. Lembra muito a primeira temporada, em que a verba não era tanta e muitas batalhas eram só sugeridas e não encenadas, pela incerteza se a série teria retorno.
Espero que isso seja um sinal de que guardaram a maior parte dos recursos para espetaculares cenas nos capítulos finais.

Responder
Tiago Lima 13 de junho de 2016 - 19:39

O bom do episódio é que terminou o spin-off da Arya Stark.

O ruim é que início o spin-off do Cão de Caça. Ninguém se importa com ele.

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 20:09

Nem me fale, meu caro. Nem me fale!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 20:09

Nem me fale, meu caro. Nem me fale!

Abs,
Ritter.

Responder
Tiago Lima 15 de junho de 2016 - 17:55

Mas, sabe Ritter, apesar deste episódio ser fraco, ele traz interessantes nuancias, em King´s Landing. E dai, eu me pergunto e a você e todos os leitores ( afinal a graça de GOT é especularmos quem no final sentará no bendito trono) se o Tommem morrer, e até o presente momento ele não tem um herdeiro, quem é que sentaria no Trono de Ferro?

Responder
Tiago Lima 15 de junho de 2016 - 17:55

Mas, sabe Ritter, apesar deste episódio ser fraco, ele traz interessantes nuancias, em King´s Landing. E dai, eu me pergunto e a você e todos os leitores ( afinal a graça de GOT é especularmos quem no final sentará no bendito trono) se o Tommem morrer, e até o presente momento ele não tem um herdeiro, quem é que sentaria no Trono de Ferro?

Responder
planocritico 15 de junho de 2016 - 18:35

@disqus_EYUuNRKx0g:disqus , pelo pouco que entendo de linhas sucessórias, acho que se Tommen morrer, realmente o trono fica na vacância, já que ele não tem herdeiro direto. Mas o suposto pai dele, o finado rei Robert Baratheon, teve um filho bastardo, que carrega o sangue dele. O garoto desapareceu na série, mas se ele ressurgir alguma hora e conseguirem provar a conexão, em tese ele poderia sentar no trono.

Por outro lado, claro, tem a Daenerys Targaryen, em tese legítima sucessora do trono a partir da linha real anterior. E, como a cereja no bolo, tem a teoria – que acho que já deixou de ser teoria e sim um fato, ainda que não tenha sido confirmado nem na série nem nos livros – que Jon é filho de Lyanna Stark com Rhaegar Targaryen, fazendo dele o sucessor masculino direto do rei Aegon, ou seja, com mais legitimidade ainda do que Daenerys.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 15 de junho de 2016 - 18:35

@disqus_EYUuNRKx0g:disqus , pelo pouco que entendo de linhas sucessórias, acho que se Tommen morrer, realmente o trono fica na vacância, já que ele não tem herdeiro direto. Mas o suposto pai dele, o finado rei Robert Baratheon, teve um filho bastardo, que carrega o sangue dele. O garoto desapareceu na série, mas se ele ressurgir alguma hora e conseguirem provar a conexão, em tese ele poderia sentar no trono.

Por outro lado, claro, tem a Daenerys Targaryen, em tese legítima sucessora do trono a partir da linha real anterior. E, como a cereja no bolo, tem a teoria – que acho que já deixou de ser teoria e sim um fato, ainda que não tenha sido confirmado nem na série nem nos livros – que Jon é filho de Lyanna Stark com Rhaegar Targaryen, fazendo dele o sucessor masculino direto do rei Aegon, ou seja, com mais legitimidade ainda do que Daenerys.

Abs,
Ritter.

Responder
Tiago Lima 15 de junho de 2016 - 19:00

Acredito que se o Tommen morrer, em um primeiro momento que assume é a Margaery, visto que, como bem sabemos, a série tem como base linhas sucessórias patriarcais. E neste caso, Margaery está oficialmente casada com Tommen, assim ela carrega pelo direito do casamento o nome Baretheon, tornando-a a sucessora para trono. É ideia medieval que a filha deixa de carregar o nome do pai para carregar o nome do marido. E neste aspecto é similar a Catlyn, que apesar de ser uma Tully era tratada como Lady Stark.

Porém, como novamente disse, GoT tem como base o sistema patriarcal e neste caso, concordo com você, se provarem que John é um Targaryan Stark o trono é legitimamente dele e não de Daenerys.

planocritico 15 de junho de 2016 - 19:06

A grande verdade é que Tommen não é Baratheon e sim Lannister² o que torna Margaery uma Lannister também. Mas, como ninguém sabe disso – ou sabem, mas não têm coragem de dizer – acho que Margaery segura o trono mesmo, mas Cersei não vai gostar nada, já que quem vai acabar mandando será a Casa da Vozinha Simpática que Esculachou a Cersei.

Mas e se o bastardo de Robert ressurgir? Será que ele não tem direito algum por ser bastardo?

Abs,
Ritter.

planocritico 15 de junho de 2016 - 19:06

A grande verdade é que Tommen não é Baratheon e sim Lannister² o que torna Margaery uma Lannister também. Mas, como ninguém sabe disso – ou sabem, mas não têm coragem de dizer – acho que Margaery segura o trono mesmo, mas Cersei não vai gostar nada, já que quem vai acabar mandando será a Casa da Vozinha Simpática que Esculachou a Cersei.

Mas e se o bastardo de Robert ressurgir? Será que ele não tem direito algum por ser bastardo?

Abs,
Ritter.

Tiago Lima 15 de junho de 2016 - 19:16

Acredito que, se o bastardo do Robert retornar, ele só poderá reivindicar o trono se, ou o Rei ou algum Lord o reconhecer e o proclamar como um Baratheon. Como no caso do Ramsay, que deixou de ser Snow e tornou-se Bolton.

planocritico 15 de junho de 2016 - 20:35

Faz sentido!

– Ritter.

planocritico 15 de junho de 2016 - 20:35

Faz sentido!

– Ritter.

Leonardo Sette Pinheiro 15 de junho de 2016 - 21:02

Bom essa linha sucessória dá uma dor de cabeça, não existe mais nenhum descendente Baratheon.

O pardal quer um sucessor logo pois ele sabe que a situação está frágil.

O Gendry não tem vez na linha sucessória pois é bastardo e está remando até hoje …

Em caso de morte do Tommen vou pesquisar e dps posto a resposta.

Leonardo Sette Pinheiro 15 de junho de 2016 - 21:02

Bom essa linha sucessória dá uma dor de cabeça, não existe mais nenhum descendente Baratheon.

O pardal quer um sucessor logo pois ele sabe que a situação está frágil.

O Gendry não tem vez na linha sucessória pois é bastardo e está remando até hoje …

Em caso de morte do Tommen vou pesquisar e dps posto a resposta.

planocritico 16 de junho de 2016 - 12:14

“Remando até hoje”… HAHAHAHAHAHAHHHAAH

Cara, pior é que é bem por aí mesmo…

Abs,
Ritter.

planocritico 16 de junho de 2016 - 12:14

“Remando até hoje”… HAHAHAHAHAHAHHHAAH

Cara, pior é que é bem por aí mesmo…

Abs,
Ritter.

Ricardo Gelatti 16 de junho de 2016 - 10:09

Na verdade a coroa iria voltar pros Lannister, excluindo-se as legitimidades de Daenerys e Jon(se Raeghar e Lyanna tiverem se casado), pois o Robert tinha um antepassado Lannister.

Ricardo Gelatti 16 de junho de 2016 - 10:09

Na verdade a coroa iria voltar pros Lannister, excluindo-se as legitimidades de Daenerys e Jon(se Raeghar e Lyanna tiverem se casado), pois o Robert tinha um antepassado Lannister.

planocritico 16 de junho de 2016 - 11:43

@ricardogelatti:disqus , e nesse seu raciocínio os Lannister poderiam então escolher o sucessor, como por exemplo colocar a coroa na cabeça do Jaime?

Abs,
Ritter.

planocritico 16 de junho de 2016 - 11:43

@ricardogelatti:disqus , e nesse seu raciocínio os Lannister poderiam então escolher o sucessor, como por exemplo colocar a coroa na cabeça do Jaime?

Abs,
Ritter.

Ricardo Gelatti 17 de junho de 2016 - 10:00

Acredito que tenha que ser Kevan ou Jaime (agora que ele sofreu o golpe na guarda real kkkk).

Ricardo Gelatti 17 de junho de 2016 - 10:00

Acredito que tenha que ser Kevan ou Jaime (agora que ele sofreu o golpe na guarda real kkkk).

Tiago Lima 15 de junho de 2016 - 19:16

Acredito que, se o bastardo do Robert retornar, ele só poderá reivindicar o trono se, ou o Rei ou algum Lord o reconhecer e o proclamar como um Baratheon. Como no caso do Ramsay, que deixou de ser Snow e tornou-se Bolton.

Leonardo Sette Pinheiro 15 de junho de 2016 - 22:17

ajuda agente ae @felipebini:disqus !

Tiago Lima 15 de junho de 2016 - 19:00

Acredito que se o Tommen morrer, em um primeiro momento que assume é a Margaery, visto que, como bem sabemos, a série tem como base linhas sucessórias patriarcais. E neste caso, Margaery está oficialmente casada com Tommen, assim ela carrega pelo direito do casamento o nome Baretheon, tornando-a a sucessora para trono. É ideia medieval que a filha deixa de carregar o nome do pai para carregar o nome do marido. E neste aspecto é similar a Catlyn, que apesar de ser uma Tully era tratada como Lady Stark.

Porém, como novamente disse, GoT tem como base o sistema patriarcal e neste caso, concordo com você, se provarem que John é um Targaryan Stark o trono é legitimamente dele e não de Daenerys.

Tiago Lima 13 de junho de 2016 - 19:39

O bom do episódio é que terminou o spin-off da Arya Stark.

O ruim é que início o spin-off do Cão de Caça. Ninguém se importa com ele.

Responder
paulo ricardo 13 de junho de 2016 - 18:23

Sempre vale a pena , uns episódios são ótimos outros fracos , é do jogo !

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 20:09

Nessa temporada em particular o fraco está ganhando quase de 7×1…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 20:09

Nessa temporada em particular o fraco está ganhando quase de 7×1…

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Sette Pinheiro 15 de junho de 2016 - 09:53

Meu placar está 3 bons e 5 ruins kkkk

Responder
planocritico 15 de junho de 2016 - 19:09

6×2 para ser justo…

🙂

– Ritter.

Responder
planocritico 15 de junho de 2016 - 19:09

6×2 para ser justo…

🙂

– Ritter.

Responder
Leonardo Sette Pinheiro 15 de junho de 2016 - 09:53

Meu placar está 3 bons e 5 ruins kkkk

Responder
paulo ricardo 13 de junho de 2016 - 18:23

Sempre vale a pena , uns episódios são ótimos outros fracos , é do jogo !

Responder
FELIPE AGUIAR 13 de junho de 2016 - 18:22

A série parece que é meio preconceituosa com idosos… Primeiro mataram o Barristan Selmy, sendo ele um personagem interessantíssimo de se trabalhar. Agora morre o Peixe Negro por causa de orgulhosinho barato, quando poderia ser aproveitado na batalha ao lado dos Starks. Melisandre que se cuide…

Ps.: O diálogo de Jaime e Edmure só valeu pela frase “as coisas que fazemos por amor…”. Praticamente igualou o fato dele ter atirado Bran da torre ao desespero de Catelyn quando o libertou. Esse é cara de pau… hahahahaha

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 20:10

Falando em Melisandre, por onde a Matusalém anda, hein? Mais uma personagem esquecida…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 20:10

Falando em Melisandre, por onde a Matusalém anda, hein? Mais uma personagem esquecida…

Abs,
Ritter.

Responder
FELIPE AGUIAR 13 de junho de 2016 - 18:22

A série parece que é meio preconceituosa com idosos… Primeiro mataram o Barristan Selmy, sendo ele um personagem interessantíssimo de se trabalhar. Agora morre o Peixe Negro por causa de orgulhosinho barato, quando poderia ser aproveitado na batalha ao lado dos Starks. Melisandre que se cuide…

Ps.: O diálogo de Jaime e Edmure só valeu pela frase “as coisas que fazemos por amor…”. Praticamente igualou o fato dele ter atirado Bran da torre ao desespero de Catelyn quando o libertou. Esse é cara de pau… hahahahaha

Responder
Deivid Borges 13 de junho de 2016 - 18:22

Como é bom chegar aqui e ler essa crítica sem a cegueira fanática que assola a internet.

Cadê
as mulheres de Dorne? Bran? Jon e Sansa? Mindinho? Ramsay? Núcleos mais
interessantes são deixados de lado para ficar andando em círculos com
Arya, Daniela dos Dragões, o anão perdido, e o cerco de Jamie à
Correrrio, esses núcleos serviram de quê? Foram 3 episódios para
entregarem o castelo para Jamie e só, foram 8 episódios de Daniela
perdida para quê? Foram 20 episódios Arya em Bravos, para quê? Todos
eles voltaram à estaca zero. Houve em algum momento impacto visual, mas
na história da temporada não há necessidade de gastar tanto tempo com
essas histórias. E isso denota preguiça e falta de habilidade em
conduzir uma história sem livro pronto. Por isso minha crítica a esse
episódio e ao rumo dessa temporada. Não tenho dúvida que a habilidade em
contar histórias tenha sido deixada para os dois últimos episódios,
porém isso me lembra The Walking Dead: roda roda roda para terminar a
temporada com um gancho para próxima. E cá entre nós, fãs, Game Of
Thrones nunca foi assim.

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 20:12

@disqus_agteVmcvRu:disqus , impressionante mesmo o ponto em que chegamos… GoT era uma série sensacional, mas agora tornou-se banal e dependente de reviravoltas aqui e ali e de uma mortandade sem fim… Preguiça total em desenvolver de verdade alguns arcos narrativos…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 20:12

@disqus_agteVmcvRu:disqus , impressionante mesmo o ponto em que chegamos… GoT era uma série sensacional, mas agora tornou-se banal e dependente de reviravoltas aqui e ali e de uma mortandade sem fim… Preguiça total em desenvolver de verdade alguns arcos narrativos…

Abs,
Ritter.

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Felipe Bini 13 de junho de 2016 - 22:39

Preguiça, ou incapacidade.

Responder
Felipe Bini 13 de junho de 2016 - 22:39

Preguiça, ou incapacidade.

Responder
Leonardo Sette Pinheiro 15 de junho de 2016 - 10:00

Parece novela da globo q deixaram a “emoção” pró final…

Responder
Leonardo Sette Pinheiro 15 de junho de 2016 - 10:00

Parece novela da globo q deixaram a “emoção” pró final…

Responder
Deivid Borges 13 de junho de 2016 - 18:22

Como é bom chegar aqui e ler essa crítica sem a cegueira fanática que assola a internet.

Cadê
as mulheres de Dorne? Bran? Jon e Sansa? Mindinho? Ramsay? Núcleos mais
interessantes são deixados de lado para ficar andando em círculos com
Arya, Daniela dos Dragões, o anão perdido, e o cerco de Jamie à
Correrrio, esses núcleos serviram de quê? Foram 3 episódios para
entregarem o castelo para Jamie e só, foram 8 episódios de Daniela
perdida para quê? Foram 20 episódios Arya em Bravos, para quê? Todos
eles voltaram à estaca zero. Houve em algum momento impacto visual, mas
na história da temporada não há necessidade de gastar tanto tempo com
essas histórias. E isso denota preguiça e falta de habilidade em
conduzir uma história sem livro pronto. Por isso minha crítica a esse
episódio e ao rumo dessa temporada. Não tenho dúvida que a habilidade em
contar histórias tenha sido deixada para os dois últimos episódios,
porém isso me lembra The Walking Dead: roda roda roda para terminar a
temporada com um gancho para próxima. E cá entre nós, fãs, Game Of
Thrones nunca foi assim.

Responder
Régis Valker 13 de junho de 2016 - 17:52

Mais um episodio de encher linguiça e que nao muda em nada historia.
O final ate que foi interessante, deu uma açao, mais o começo e meio foi bem fraco!!

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 20:12

Achei um episódio muito competente, mas realmente a história não anda!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 20:12

Achei um episódio muito competente, mas realmente a história não anda!

Abs,
Ritter.

Responder
Régis Valker 13 de junho de 2016 - 17:52

Mais um episodio de encher linguiça e que nao muda em nada historia.
O final ate que foi interessante, deu uma açao, mais o começo e meio foi bem fraco!!

Responder
Pedro Enzo 13 de junho de 2016 - 17:10

Essa temporada ta interessante, conseguiram pegar coisas que os fans esperavam a anos, o que aconteceu Ben Stark, o Cão realmente morreu, Jon Snow vai ressuscitar ?,etc… E com excessão do Jon Snow , todos esse eventos tão esperados aconteceram de formas banais, infelizmente.

Responder
Pedro Enzo 13 de junho de 2016 - 17:10

Essa temporada ta interessante, conseguiram pegar coisas que os fans esperavam a anos, o que aconteceu Ben Stark, o Cão realmente morreu, Jon Snow vai ressuscitar ?,etc… E com excessão do Jon Snow , todos esse eventos tão esperados aconteceram de formas banais, infelizmente.

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 20:13

Eu, ao contrário, estou achando tudo para lá de DESinteressante…

Abs,
Ritter.

Responder
Pedro Enzo 14 de junho de 2016 - 20:51

Se você não entendeu foi uma ironia.

Responder
Pedro Enzo 14 de junho de 2016 - 20:51

Se você não entendeu foi uma ironia.

Responder
planocritico 14 de junho de 2016 - 22:34

Foi mal. Meu radar detector de ironias devia estar desligado na hora!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 14 de junho de 2016 - 22:34

Foi mal. Meu radar detector de ironias devia estar desligado na hora!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 20:13

Eu, ao contrário, estou achando tudo para lá de DESinteressante…

Abs,
Ritter.

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jcesarfe 13 de junho de 2016 - 15:09

Gostei do episódio, mas fiquei com o pé atrás, afinal se repararem bem quase nada aconteceu durante essa temporada. Arya vai voltar para onde ela saiu, Os Stark estão rumando para o lar, Daenerys voltou para a cidade que estava livre, mas voltou a estar sitiada. Sei lá me dá uma impressão de um loop bem sem sal. Só falta no último episódio o Jon Snow ser decaptado.

Responder
jcesarfe 13 de junho de 2016 - 15:09

Gostei do episódio, mas fiquei com o pé atrás, afinal se repararem bem quase nada aconteceu durante essa temporada. Arya vai voltar para onde ela saiu, Os Stark estão rumando para o lar, Daenerys voltou para a cidade que estava livre, mas voltou a estar sitiada. Sei lá me dá uma impressão de um loop bem sem sal. Só falta no último episódio o Jon Snow ser decaptado.

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 15:13

Exato, @jcesarfe:disqus ! Foi mesmo um bom episódio, mas a sensação de vazio e de “volta ao começo” é realmente péssima…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 15:13

Exato, @jcesarfe:disqus ! Foi mesmo um bom episódio, mas a sensação de vazio e de “volta ao começo” é realmente péssima…

Abs,
Ritter.

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Renato Cordeiro Ferreira 13 de junho de 2016 - 14:10

Só senti falta de comentarem sobre um personagem: Varys. Para que lugar de Westeros será que ele viajou? Ele deu a deixa de que iria procurar pelos navios, mas os homens de ferro (pelo menos os do Yara/Theon) não estão a caminho?

Esse certo de Meeren pareceu muito furado. Depois de 3 min de conversa fiada e piadas ruins (ou muito específicas) entre Tyrion, Missandei e Verme Cinzento, tivemos 5s da frota dos Mestres chegando e depois mais 5s de catapultas nos navios atacando Meeren (cena muito bonita, diga-se de passagem). Entendo que a série tem custos de produção astronômicos e que o orçamento deve ter sido deixado para cenas mais relevantes (no caso, a guerra dos bastardos do próximo episódio). Mas será que eles não poderiam ter adiantado esse cerco desde mais do início da temporada? Afinal, o drama do cerco é ele se estender por um tempo e a destruição causada na cidade. Com dois trechinhos espalhados em um único episódio, não deu para ter a sensação “Cadê a Daenerys? Onde está o Khalasar? Porque o Tyrion não liberta os dragões?”. Se eles tivessem puxado isso para, pelo menos, o episódio 6, dava para deixar essas dúvidas fomentando na cabeça das pessoas e deixaria um salto temporal entre o início e final do cerco mais crível. Sem contar que daria tempo do Varys ir para Westeros mais cedo.

Aproveitando a deixa, a passagem de tempo na série é uma cosia que me incomoda um pouco. Nos livros, o Martin deixa mais do que claro de que os acontecimentos (narrados por personagens diferentes) não são lineares. Na série, para mim, isso também acontece, mas é bem mal trabalhado. Afinal, quem já olhou um mapa de Essos / Westeros sabe que uma viagem Ilhas de Ferro – Volantis, Meeren/Braavos – Westeros e Vaes Dothraki – Meeren deveria demorar MUUUITO tempo. Aí nós vemos alguns personagens se “teletransportando” de um lugar para outro enquanto o Sam leva uma temporada inteira para sair da Muralha e ir para a Cidadela. Claro que os produtores não podem se dar ao luxo de adiantar todos os arcos na mesma velocidade, mas poderiam tornar essa passagem de tempo mais crível. Corvos chegando com notícias que já passaram faz tempo, alterações de aparência, etc. deixariam claro que as coisas não estão sincronizadas. Tentar dar uma aparência de linearidade é forçação de barra…

Fiquei meio decepcionado com o núcleo da Arya. Esperava realmente que alguma das teorias Arya/Waif fossem verdadeiras. O esfaqueamento dela (foram 3 ou 4 facadas!) seguido desse parkour não foi crível. Não seria crível nem se ela estivesse bem (ela pulou do 2º andar da casa para o chão e pousou sem problemas – será que agora ela está transitando de Demolidor para Jessica Jones?). Se a ideia do arco era fazer a Arya se tornar a assassina que tem condições de eliminar os nomes da lista dela, a série poderia ter focado mais no treinamento e menos nessa relação Arya / Waif que não avançou muito a história no final das contas…

Correrrio foi interessante, mas não nos levou a lugar nenhum… Não temos perspectiva de retomada da região pelos Tully, a menos que a ideia do Jaime seja usar o filho do Edmure com a menina Frei para estabilizar a região (dando legitimidade dos Tully para o governo Frei nas terras fluviais a longo prazo). A Irmandade sem Bandeiras / Estandartes apareceu, mas será que eles terão algum papel relevante de verdade? Existe a teoria de que cada sacerdote vermelho é responsável por um dos “campeões” de R’hllor na batalha contra os White Walkers, mas resta saber como o Berric em uma situação que não acontece nos livros.

O núcleo da Cersei me mantém animado. Eu tenho uma ideia do que provavelmente acontecerá com eles nos próximos episódios, mas achava que a situação seria desencadeada por um julgamento por combate com participação do Montanha. Eu pensei, inclusive, que o Sandor iria ter parte nisso, mas parece que a história está caminhando para outro lado. Pelo menos deu um gostinho de ver a fé militante com medo. Vê-se que eles são muito bons na ameaça e aproveitam-se da vantagem numérica, mas na hora de usar aquelas armas deles vê-se que eles perderiam facilmente para um exército treinado (ou, no caso, um exército de um homem só). Não fosse a esperteza do Alto Pardal, esses caras estariam desestabilizados faz tempo.

Vou torcer para a batalha dos bastardos traga mais animação para o episódio e para que, finalmente, abra caminho para os White Walkers pararem de andar aleatoriamente na região de Além-da-Muralha. Quem sabe essa enrolação toda seja o motivo dos produtores dizerem que a próxima temporada terá 7 episódios apenas. Menos tempo, mais orçamento (proporcionalmente) e eles podem deixar o enredo mais enxuto e pagar a CGI que a guerra com White Walkers / Zumbis / Lobos Gigantes / Gigantes / Dragões / Navios / Muralha vai demandar.

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 15:22

Varys é um cara misterioso. Gosto muito do personagem, mas tenho receio que ele continue mal aproveitado. Tomara que ele esteja indo fazer algo realmente relevante…

Sobre a passagem de tempo, fiz exatamente esse comentário na minha crítica do 6º episódio. Se pararmos para pensar, cada núcleo tem seu próprio tempo e tudo é muito mal estruturado quando observamos no conjunto.

Sobre Arya, Correrrio e Cersei, concordo plenamente com seus comentários.

Vamos ver. Acho que não tem batalha dos bastardos que compense o marasmo que tem sido essa temporada…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 15:22

Varys é um cara misterioso. Gosto muito do personagem, mas tenho receio que ele continue mal aproveitado. Tomara que ele esteja indo fazer algo realmente relevante…

Sobre a passagem de tempo, fiz exatamente esse comentário na minha crítica do 6º episódio. Se pararmos para pensar, cada núcleo tem seu próprio tempo e tudo é muito mal estruturado quando observamos no conjunto.

Sobre Arya, Correrrio e Cersei, concordo plenamente com seus comentários.

Vamos ver. Acho que não tem batalha dos bastardos que compense o marasmo que tem sido essa temporada…

Abs,
Ritter.

Responder
Renato Cordeiro Ferreira 13 de junho de 2016 - 14:10

Só senti falta de comentarem sobre um personagem: Varys. Para que lugar de Westeros será que ele viajou? Ele deu a deixa de que iria procurar pelos navios, mas os homens de ferro (pelo menos os do Yara/Theon) não estão a caminho?

Esse certo de Meeren pareceu muito furado. Depois de 3 min de conversa fiada e piadas ruins (ou muito específicas) entre Tyrion, Missandei e Verme Cinzento, tivemos 5s da frota dos Mestres chegando e depois mais 5s de catapultas nos navios atacando Meeren (cena muito bonita, diga-se de passagem). Entendo que a série tem custos de produção astronômicos e que o orçamento deve ter sido deixado para cenas mais relevantes (no caso, a guerra dos bastardos do próximo episódio). Mas será que eles não poderiam ter adiantado esse cerco desde mais do início da temporada? Afinal, o drama do cerco é ele se estender por um tempo e a destruição causada na cidade. Com dois trechinhos espalhados em um único episódio, não deu para ter a sensação “Cadê a Daenerys? Onde está o Khalasar? Porque o Tyrion não liberta os dragões?”. Se eles tivessem puxado isso para, pelo menos, o episódio 6, dava para deixar essas dúvidas fomentando na cabeça das pessoas e deixaria um salto temporal entre o início e final do cerco mais crível. Sem contar que daria tempo do Varys ir para Westeros mais cedo.

Aproveitando a deixa, a passagem de tempo na série é uma cosia que me incomoda um pouco. Nos livros, o Martin deixa mais do que claro de que os acontecimentos (narrados por personagens diferentes) não são lineares. Na série, para mim, isso também acontece, mas é bem mal trabalhado. Afinal, quem já olhou um mapa de Essos / Westeros sabe que uma viagem Ilhas de Ferro – Volantis, Meeren/Braavos – Westeros e Vaes Dothraki – Meeren deveria demorar MUUUITO tempo. Aí nós vemos alguns personagens se “teletransportando” de um lugar para outro enquanto o Sam leva uma temporada inteira para sair da Muralha e ir para a Cidadela. Claro que os produtores não podem se dar ao luxo de adiantar todos os arcos na mesma velocidade, mas poderiam tornar essa passagem de tempo mais crível. Corvos chegando com notícias que já passaram faz tempo, alterações de aparência, etc. deixariam claro que as coisas não estão sincronizadas. Tentar dar uma aparência de linearidade é forçação de barra…

Fiquei meio decepcionado com o núcleo da Arya. Esperava realmente que alguma das teorias Arya/Waif fossem verdadeiras. O esfaqueamento dela (foram 3 ou 4 facadas!) seguido desse parkour não foi crível. Não seria crível nem se ela estivesse bem (ela pulou do 2º andar da casa para o chão e pousou sem problemas – será que agora ela está transitando de Demolidor para Jessica Jones?). Se a ideia do arco era fazer a Arya se tornar a assassina que tem condições de eliminar os nomes da lista dela, a série poderia ter focado mais no treinamento e menos nessa relação Arya / Waif que não avançou muito a história no final das contas…

Correrrio foi interessante, mas não nos levou a lugar nenhum… Não temos perspectiva de retomada da região pelos Tully, a menos que a ideia do Jaime seja usar o filho do Edmure com a menina Frei para estabilizar a região (dando legitimidade dos Tully para o governo Frei nas terras fluviais a longo prazo). A Irmandade sem Bandeiras / Estandartes apareceu, mas será que eles terão algum papel relevante de verdade? Existe a teoria de que cada sacerdote vermelho é responsável por um dos “campeões” de R’hllor na batalha contra os White Walkers, mas resta saber como o Berric em uma situação que não acontece nos livros.

O núcleo da Cersei me mantém animado. Eu tenho uma ideia do que provavelmente acontecerá com eles nos próximos episódios, mas achava que a situação seria desencadeada por um julgamento por combate com participação do Montanha. Eu pensei, inclusive, que o Sandor iria ter parte nisso, mas parece que a história está caminhando para outro lado. Pelo menos deu um gostinho de ver a fé militante com medo. Vê-se que eles são muito bons na ameaça e aproveitam-se da vantagem numérica, mas na hora de usar aquelas armas deles vê-se que eles perderiam facilmente para um exército treinado (ou, no caso, um exército de um homem só). Não fosse a esperteza do Alto Pardal, esses caras estariam desestabilizados faz tempo.

Vou torcer para a batalha dos bastardos traga mais animação para o episódio e para que, finalmente, abra caminho para os White Walkers pararem de andar aleatoriamente na região de Além-da-Muralha. Quem sabe essa enrolação toda seja o motivo dos produtores dizerem que a próxima temporada terá 7 episódios apenas. Menos tempo, mais orçamento (proporcionalmente) e eles podem deixar o enredo mais enxuto e pagar a CGI que a guerra com White Walkers / Zumbis / Lobos Gigantes / Gigantes / Dragões / Navios / Muralha vai demandar.

Responder
Vitorprotto 13 de junho de 2016 - 13:59

TA pior que a 5 temporada

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 15:19

Diria que está tão ruim quanto, por enquanto… Mas pode ficar pior mesmo…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 15:19

Diria que está tão ruim quanto, por enquanto… Mas pode ficar pior mesmo…

Abs,
Ritter.

Responder
Vitorprotto 13 de junho de 2016 - 13:59

TA pior que a 5 temporada

Responder
Breno G Pereira 13 de junho de 2016 - 12:16

Fiquei feliz e ao mesmo tempo desgostoso com o arco da Arya. Fica a sensação de que tudo aquilo não serviu para nada, e a forma como ela escapa e derrota a criança abandonada, foi no mínimo forçada. Por outro lado, feliz que esse arco tenha se encerrado.

Uma pena que a série não esteja conseguindo encaixar Tyrion em um arco decente, pois ele ja foi um dos 5 personagens mais interessante da série.

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 13:01

Tyrion para mim já foi O personagem mais interessante da série. Agora ele não vale nada. Foi largado em um canto… Chega a ser absurdo…

Já Arya, minha felicidade vem exatamente do final desse arco enrolador dela…

Vamos ver se serviu para alguma coisa, não é?

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 13:01

Tyrion para mim já foi O personagem mais interessante da série. Agora ele não vale nada. Foi largado em um canto… Chega a ser absurdo…

Já Arya, minha felicidade vem exatamente do final desse arco enrolador dela…

Vamos ver se serviu para alguma coisa, não é?

Abs,
Ritter.

Responder
Breno G Pereira 13 de junho de 2016 - 12:16

Fiquei feliz e ao mesmo tempo desgostoso com o arco da Arya. Fica a sensação de que tudo aquilo não serviu para nada, e a forma como ela escapa e derrota a criança abandonada, foi no mínimo forçada. Por outro lado, feliz que esse arco tenha se encerrado.

Uma pena que a série não esteja conseguindo encaixar Tyrion em um arco decente, pois ele ja foi um dos 5 personagens mais interessante da série.

Responder
Cláudio 13 de junho de 2016 - 12:13

Quem vai tentar defender got agora? Não seria nesse episódio que as coisas iriam começar a acontecer?

Game Of Thrones deveria aprender com The Wire como trabalhar arcos distantes uns dos outros culminando em algo relevante, e não como aquela bosta daquele arco da Arya, assim como o da Daenerys, que se um dia chegar à westeros vai dizer o seguinte diálogo: “Já acabou, Jéssica?”

Responder
Cláudio 13 de junho de 2016 - 12:13

Quem vai tentar defender got agora? Não seria nesse episódio que as coisas iriam começar a acontecer?

Game Of Thrones deveria aprender com The Wire como trabalhar arcos distantes uns dos outros culminando em algo relevante, e não como aquela bosta daquele arco da Arya, assim como o da Daenerys, que se um dia chegar à westeros vai dizer o seguinte diálogo: “Já acabou, Jéssica?”

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 13:01

@disqus_g7z2ZsSfe4:disqus , é, tá complicado defender GoT mesmo…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 13:01

@disqus_g7z2ZsSfe4:disqus , é, tá complicado defender GoT mesmo…

Abs,
Ritter.

Responder
Alison Cordeiro 13 de junho de 2016 - 10:23

Caríssimo Ritter, a resposta é Guilty Pleasure. Ante a desgastante sensação de tempo desperdiçado (encenação da morte de Joffrey, Tyrion contando piadas, Cão mijando…) ficava evidente que não existia pressa nem interesse em avançar com nada. Arya completa seu arco exigindo toda a paciência que pudéssesmos ter, depois de vê-la esfaqueada. Concordo inteiramente: um spin-off que no fundo poderia ter sido resolvido muito tempo atrás. A treta em Correrio com os bons diálogos de Jaime Lannister, mas pouco a se acrescer a trama principal. Enfim…
A série traz dos livros o ritmo lento, o excesso de personagens, os encontros e desencontros de personagens cujo objetivo para a trama principal é quase ou totalmente nulo. Só que os livros tem setecentas, oitocentas páginas e pode divagar o quanto quiser. A série tem dez episódios, é preciso escolher e adaptar os arcos mais interessantes e amarrá-los ao jogo dos tronos. Por mais que eu não desgoste de todo das subtramas, minha opinião é que as escolhas não foram as mais acertadas.
Nessa altura do campeonato, só espero que acabe logo… sem grandes expectativas, a temporada foi morna. Pena, poderia ser mais que isso.

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 13:06

@alisoncordeiro:disqus , como pode uma série como GoT ficar reduzida a um guilty pleasure ou, no meu caso, uma série que só vejo pois, agora que comecei, vou até o fim? Uma série tão bem produzida, tão interessante e que teve quatro temporadas arrasadoras vira isso. Uma sériezinha como outra qualquer… Um mistério e uma tristeza…

É exatamente isso que você indica: os showrunners tinham que, desde o começo, ter pinçado o que iriam contar e não encher a série de personagens, cada um com seus núcleos, para depois fazer mini-episódios dentro de episódios. Uma clara falta de planejamento.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 13:06

@alisoncordeiro:disqus , como pode uma série como GoT ficar reduzida a um guilty pleasure ou, no meu caso, uma série que só vejo pois, agora que comecei, vou até o fim? Uma série tão bem produzida, tão interessante e que teve quatro temporadas arrasadoras vira isso. Uma sériezinha como outra qualquer… Um mistério e uma tristeza…

É exatamente isso que você indica: os showrunners tinham que, desde o começo, ter pinçado o que iriam contar e não encher a série de personagens, cada um com seus núcleos, para depois fazer mini-episódios dentro de episódios. Uma clara falta de planejamento.

Abs,
Ritter.

Responder
Alison Cordeiro 13 de junho de 2016 - 10:23

Caríssimo Ritter, a resposta é Guilty Pleasure. Ante a desgastante sensação de tempo desperdiçado (encenação da morte de Joffrey, Tyrion contando piadas, Cão mijando…) ficava evidente que não existia pressa nem interesse em avançar com nada. Arya completa seu arco exigindo toda a paciência que pudéssesmos ter, depois de vê-la esfaqueada. Concordo inteiramente: um spin-off que no fundo poderia ter sido resolvido muito tempo atrás. A treta em Correrio com os bons diálogos de Jaime Lannister, mas pouco a se acrescer a trama principal. Enfim…
A série traz dos livros o ritmo lento, o excesso de personagens, os encontros e desencontros de personagens cujo objetivo para a trama principal é quase ou totalmente nulo. Só que os livros tem setecentas, oitocentas páginas e pode divagar o quanto quiser. A série tem dez episódios, é preciso escolher e adaptar os arcos mais interessantes e amarrá-los ao jogo dos tronos. Por mais que eu não desgoste de todo das subtramas, minha opinião é que as escolhas não foram as mais acertadas.
Nessa altura do campeonato, só espero que acabe logo… sem grandes expectativas, a temporada foi morna. Pena, poderia ser mais que isso.

Responder
Daniel Barros 13 de junho de 2016 - 10:12

“Winter is coming!”

Bacana ver que não sou o único a pensar desta forma.

Sempre achei o desenvolvimento da série muito lento, porém no meu ponto de vista esta temporada está sendo a pior. Além de desenvolvimento lento, há episódios que não acrescentam nada..

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 13:07

@disqus_dcZDZO9Mmq:disqus e, “menos” do que nada acrescentar, tem episódios que voltam para o passado, fazem personagens como a Arya reverter a seu status de duas temporadas atrás… Realmente fica difícil…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 13:07

@disqus_dcZDZO9Mmq:disqus e, “menos” do que nada acrescentar, tem episódios que voltam para o passado, fazem personagens como a Arya reverter a seu status de duas temporadas atrás… Realmente fica difícil…

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Barros 13 de junho de 2016 - 10:12

“Winter is coming!”

Bacana ver que não sou o único a pensar desta forma.

Sempre achei o desenvolvimento da série muito lento, porém no meu ponto de vista esta temporada está sendo a pior. Além de desenvolvimento lento, há episódios que não acrescentam nada..

Responder
André Mozzer 13 de junho de 2016 - 10:08

Essas duas ultimas temporadas estão dando nos nervos puts…. A sexta bem mais que a quinta, esse raio de inverno que nunca chega, essa mania de acabar com otimos personagens e voltas e voltas que nao se desenrolam fala serio. Pelo jeito a base do livro está fazendo bastante falta. Pelo jeito acontecerá 999999999 coisas nesses 2 ultimos episódios e ainda deixarão mais 999999999 para a proxima temporada.

Aaaa não posso deixar de dar os parabens para as criticas do Ritter, fantástico!!!!!

Responder
André Mozzer 13 de junho de 2016 - 10:08

Essas duas ultimas temporadas estão dando nos nervos puts…. A sexta bem mais que a quinta, esse raio de inverno que nunca chega, essa mania de acabar com otimos personagens e voltas e voltas que nao se desenrolam fala serio. Pelo jeito a base do livro está fazendo bastante falta. Pelo jeito acontecerá 999999999 coisas nesses 2 ultimos episódios e ainda deixarão mais 999999999 para a proxima temporada.

Aaaa não posso deixar de dar os parabens para as criticas do Ritter, fantástico!!!!!

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 13:08

@andrmozzer:disqus , a falta de livro talvez esteja fazendo falta, mas minha desconfiança é que, na verdade, os showrunners perceberam que a série não poderia ter 20 temporadas e notaram que tinham que lidar com as dezenas de personagens que eles enfiara na série… Aí dá nisso…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 13:08

@andrmozzer:disqus , a falta de livro talvez esteja fazendo falta, mas minha desconfiança é que, na verdade, os showrunners perceberam que a série não poderia ter 20 temporadas e notaram que tinham que lidar com as dezenas de personagens que eles enfiara na série… Aí dá nisso…

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Sette Pinheiro 13 de junho de 2016 - 09:49

Fiquei muito feliz com algumas coisas do episódio:

-Correrio: o que aconteceu lá foi bem executado e da mesma maneira do q aconteceu no livro porém o motivo , ou o fim, disso tudo nada servirá além de deixar Jaime longe de Cersei. Momento ternura com tchauzinho das ameias do castelo pra Briene.

-Porto Real: sabia que o pardal iria manobrar pra tirar o julgamento por combate… ele está alguns passos a frente de Cersei…por enquanto pois agora ela vai pro tudo ou nada.

-hound: “e volta o cão arrependido com orelhas abaixadas e o rabo entre as patas”, já diria Chaves. Graças a Rhollor eles não colocaram a irmandade sem estandarte como vilões sem sentido… beric e thoros voltando e talvez, bem talvez, com olhos pró norte e seus ventos…. unir na batalha dos bastardos ou temor dos outros, n sei.

Agora pontos ruins:

Tyrion sub sub aproveitado e seus diálogos com dois cones…. sinto mto pela morte precoce de sir Baristan…ele daria outra dinâmica ao núcleo… faltou o cerco a Mereen que deixa tudo mais tenso.

É o pior…Arya e seu parkour com barriga machucada… necessário mta suspensão da realidade para acompanhar a cena…o certo era ela não ter sido esfaqueada no episódio anterior, ter ido pro teatro se esconder e de lá partir tudo do episódio.
A casa do preto e branco tem outra mística nos livros e não vou nem ir por esse caminho…mas a única coisa q Arya teve em Bravos foi um treino avançado do Syrio Forel.

A batalha de winterfell vem e vamos ver o q teremos lá.

Responder
Leonardo Sette Pinheiro 13 de junho de 2016 - 09:49

Fiquei muito feliz com algumas coisas do episódio:

-Correrio: o que aconteceu lá foi bem executado e da mesma maneira do q aconteceu no livro porém o motivo , ou o fim, disso tudo nada servirá além de deixar Jaime longe de Cersei. Momento ternura com tchauzinho das ameias do castelo pra Briene.

-Porto Real: sabia que o pardal iria manobrar pra tirar o julgamento por combate… ele está alguns passos a frente de Cersei…por enquanto pois agora ela vai pro tudo ou nada.

-hound: “e volta o cão arrependido com orelhas abaixadas e o rabo entre as patas”, já diria Chaves. Graças a Rhollor eles não colocaram a irmandade sem estandarte como vilões sem sentido… beric e thoros voltando e talvez, bem talvez, com olhos pró norte e seus ventos…. unir na batalha dos bastardos ou temor dos outros, n sei.

Agora pontos ruins:

Tyrion sub sub aproveitado e seus diálogos com dois cones…. sinto mto pela morte precoce de sir Baristan…ele daria outra dinâmica ao núcleo… faltou o cerco a Mereen que deixa tudo mais tenso.

É o pior…Arya e seu parkour com barriga machucada… necessário mta suspensão da realidade para acompanhar a cena…o certo era ela não ter sido esfaqueada no episódio anterior, ter ido pro teatro se esconder e de lá partir tudo do episódio.
A casa do preto e branco tem outra mística nos livros e não vou nem ir por esse caminho…mas a única coisa q Arya teve em Bravos foi um treino avançado do Syrio Forel.

A batalha de winterfell vem e vamos ver o q teremos lá.

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planocritico 13 de junho de 2016 - 15:16

Correrrio e King’s Landing tiveram as duas melhores sequências, sem dúvida. Não vi ainda muita função para o Cão, mas ok, também foi interessante.

Agora Tyrion chega a ser inacreditável o que fizeram com o personagem. De melhor da série ele passou a coadjuvante de luxo… Patético…

Sobre a batalha, acho que, por melhor que ela possa ser, não compensará os problemas sérios desta temporada…

Abs,
Ritter.

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planocritico 13 de junho de 2016 - 15:16

Correrrio e King’s Landing tiveram as duas melhores sequências, sem dúvida. Não vi ainda muita função para o Cão, mas ok, também foi interessante.

Agora Tyrion chega a ser inacreditável o que fizeram com o personagem. De melhor da série ele passou a coadjuvante de luxo… Patético…

Sobre a batalha, acho que, por melhor que ela possa ser, não compensará os problemas sérios desta temporada…

Abs,
Ritter.

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Leonardo Sette Pinheiro 13 de junho de 2016 - 15:28

Não vai salvar nem se fossem as batalhas do senhor dos anéis…

Faltou uma seleção criteriosa do que entraria ou não dos livros pra série… Dorne só tem sentido se houvesse plot do Aegon/jovem Griff e Ariane. Sem eles ficaram só figurando msm.

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Leonardo Sette Pinheiro 13 de junho de 2016 - 15:28

Não vai salvar nem se fossem as batalhas do senhor dos anéis…

Faltou uma seleção criteriosa do que entraria ou não dos livros pra série… Dorne só tem sentido se houvesse plot do Aegon/jovem Griff e Ariane. Sem eles ficaram só figurando msm.

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planocritico 13 de junho de 2016 - 16:52

Pois é. Lá atrás tomaram a decisão de trazer um caminhão de personagens e, depois, não souberam lidar com eles e virou essa bagunça que está agora… Uma pena…

Abs,
Ritter.

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planocritico 13 de junho de 2016 - 16:52

Pois é. Lá atrás tomaram a decisão de trazer um caminhão de personagens e, depois, não souberam lidar com eles e virou essa bagunça que está agora… Uma pena…

Abs,
Ritter.

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Éber 13 de junho de 2016 - 03:01

Tenho certeza que Dorne foi deixado pra trás porque os produtores viram o quanto erraram e “aparentemente” não tem conserto/solução. Lá foi estragado demais.
Me incomodou MUITO esse fim de cerco a Riverrun. Porra, não me lembrava muito do Edmure e achei bem fraco. Ainda mais os homens do Brynden, pelo menos, deveria ser mais fiéis a ele e não um cara que estava cativo há, o quê, 2 anos no minimo? E volta mandando todo mundo se render, depois de aparentemente terem liberto o castelo na marra?
Enfim, eu acho que a Cersei já mandou a real, nas entrelinhas, sobre o que vai rolar por lá: Já que foi proibida de um julgamento por combate, só lhe resta a saída de tacar fogo na porra toda, ou alguém tem dúvida de que tem muito wildfire nos subsolos da cidade?
Até gostei do episódio, apesar de concordar contigo, Ritter, sobre o arco da Arya. E curti as cenas do Cão hahahha. Confesso que imaginei que não esperava o Berric vivo, mas acho, agora com um pouco mais de expectativa, que o season finale vai ter uma mulher muda que voltou dos mortos em busca de vingaça =P

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planocritico 13 de junho de 2016 - 15:18

Realmente, o núcleo de Dorne desapareceu mesmo e acho que é porque os showrunners não têm mais função para ele. Mas isso mostra falta de planejamento desde o início.

Mas eu gostei do final do cerco de Riverrun. Foi anticlimático, com certeza, mas a estratégia de Jaime faz sentido e Edmure, como lorde do castelo, deveria mesmo ser obedecido. Era inevitável. Mas o melhor foram os diálogos entre Jaime e Brienne e Jaime e Edmure. Dois momentos muito bons, que valeram o episódio.

Sobre a Cersei, acho que ela fará mesmo que nem Nero e colocará fogo em Rom…, digo King’s Landing. Se ela não pode ter a coroa, ninguém terá. Aí a Daenerys voltará e não terá nada para conquistar…

Abs,
Ritter.

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planocritico 13 de junho de 2016 - 15:18

Realmente, o núcleo de Dorne desapareceu mesmo e acho que é porque os showrunners não têm mais função para ele. Mas isso mostra falta de planejamento desde o início.

Mas eu gostei do final do cerco de Riverrun. Foi anticlimático, com certeza, mas a estratégia de Jaime faz sentido e Edmure, como lorde do castelo, deveria mesmo ser obedecido. Era inevitável. Mas o melhor foram os diálogos entre Jaime e Brienne e Jaime e Edmure. Dois momentos muito bons, que valeram o episódio.

Sobre a Cersei, acho que ela fará mesmo que nem Nero e colocará fogo em Rom…, digo King’s Landing. Se ela não pode ter a coroa, ninguém terá. Aí a Daenerys voltará e não terá nada para conquistar…

Abs,
Ritter.

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Éber 13 de junho de 2016 - 03:01

Tenho certeza que Dorne foi deixado pra trás porque os produtores viram o quanto erraram e “aparentemente” não tem conserto/solução. Lá foi estragado demais.
Me incomodou MUITO esse fim de cerco a Riverrun. Porra, não me lembrava muito do Edmure e achei bem fraco. Ainda mais os homens do Brynden, pelo menos, deveria ser mais fiéis a ele e não um cara que estava cativo há, o quê, 2 anos no minimo? E volta mandando todo mundo se render, depois de aparentemente terem liberto o castelo na marra?
Enfim, eu acho que a Cersei já mandou a real, nas entrelinhas, sobre o que vai rolar por lá: Já que foi proibida de um julgamento por combate, só lhe resta a saída de tacar fogo na porra toda, ou alguém tem dúvida de que tem muito wildfire nos subsolos da cidade?
Até gostei do episódio, apesar de concordar contigo, Ritter, sobre o arco da Arya. E curti as cenas do Cão hahahha. Confesso que imaginei que não esperava o Berric vivo, mas acho, agora com um pouco mais de expectativa, que o season finale vai ter uma mulher muda que voltou dos mortos em busca de vingaça =P

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