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Crítica | Game of Thrones – 7ª Temporada

por Ritter Fan
224 views (a partir de agosto de 2020)
estrelas 3,5
– Contém spoilers das temporadas. Acessem, aqui, todo o nosso material de Game of Thrones.

A penúltima temporada de Game of Thrones chegou atrasada e com três episódios a menos, mas compensou com a velocidade de sua narrativa e o tamanho de alguns episódios. Com os espectadores ávidos por mais intrigas monárquicas em Westeros e Essos, além de, claro, magia, dragões e zumbis, em uma série que capturou o imaginário popular quase que imediatamente, é até alvissareira a notícia de que ela tem um fim marcado e bem definido, evitando a maldição que acomete diversas séries por aí. Mesmo assim, foi de certa forma surpreendente – e, diria, equivocada – a redução no número de episódios.

E isso se faz sentir na sétima temporada que é, sem dúvida alguma, uma correção de rumo em relação ao “andar de lado” das duas temporadas anteriores muito mais preocupadas em fazer como Penélope esperando Ulisses, ao costurar e descosturar narrativas para dar tempo a George R.R. Martin a pelo menos lançar o tão aguardado – e hoje quase mítico – sexto livro de sua saga literária. Mas, como o autor não parece ter nenhuma pressa e a máquina da HBO obviamente não podia parar, David Benioff e D.B. Weiss corajosamente seguiram em frente cada vez com menos base literária para permitir roteiros que, antes, estavam corretamente preocupados em filtrar os exageros “martinianos” e colocar na telinha uma história possível, uma hábil adaptação de um adorado – mas, convenhamos, falho – material fonte. E Benioff e Weiss assim fizeram. Mataram personagens que vivem (até agora) nos livros e mantiveram vivos outros que morreram, além de deixar de introduzir linhas narrativas expletivas para seu projeto na televisão. Mesmo que, aqui e ali, eles também tenham metido os pés pelas mãos ao começarem de maneira extremamente ambiciosa sem um planejamento detalhado do futuro de cada personagem – pelo menos é o que parece, ao olharmos para trás e percebemos os sumiços de vários personagens que só aparecem, quase que como um passe de mágica, quando são necessários para o roteiro – a grande verdade é que, no final das contas, pelo menos até o final da quarta temporada, eles souberam navegar essas águas turbulentas com maestria.

Vieram, então, as malfadadas quinta e sexta temporadas que, longe de serem ruins, quebraram o elã da série como um todo, o que nos traz à sétima temporada corretora, como mencionei. Conscientemente, Benioff e Weiss escolheram esticar a corda da suspensão da descrença no que se refere aos deslocamentos dos personagens, tudo para tornar possível a chegada de Daenerys em Pedra do Dragão, seu encontro com Jon Snow, o Rei do Norte, e as várias derrotas bélicas da Quebradora de Correntes sob o aconselhamento de qualidade duvidosa de Tyrion, tão inexperiente em combate quanto ela (ok, um pouco menos, mas vocês entenderam meu ponto), as intrigas encabeçadas por Cersei, agora tendo o louco furioso do Euron Greyjon como seu mais fiel aliado e, claro, o constante avanço do exército de desmortos comandado pelo Rei da Noite.

E esse é o primeiro ponto que precisa ser comentado: será que a impressão de instantaneidade desses deslocamentos realmente atrapalhou temporada? A resposta, porém, não é tão simples a não ser que o espectador seja um daqueles fãs dispostos a perdoar toda e qualquer incongruência de sua série preferida, simplesmente porque ele se recusa a sequer aceitar que algo que ele idolatra possa ter defeitos. Claro que Game of Thrones já chegou no ponto em que literalmente qualquer coisa que for colocada em tela – mesmo que fosse um capítulo inteiro filmado com marionetes – será devorada por uma legião de espectadores que envergonharia o exército zumbi que ameaça Westeros e, portanto, pedir um momento de reflexão parece ser demais, quase uma heresia.

Mesmo assim, eu tentarei. Basta, para isso, voltarmos não muio tempo atrás, lá pelas magníficas primeiras temporadas da série, em que a precisa montagem garantia fluidez a cada evento, a cada núcleo e a cada transposição espaço-temporal. E não falo, aqui, de sequências expositivas que abordam diretamente o tempo transcorrido ou imagens efetivamente mostrando o deslocamento. Tudo acontecia sem que isso fosse saliente, sem que chamasse a atenção do espectador como são os melhores trabalhos de montagem. O que vimos ao longo de toda a sétima temporada, em maior ou menor grau, dependendo do episódio, foi uma montagem que nos tirava da imersão e nos fazia indagar como é que raios determinado sujeito foi do ponto A ao ponto B em tempo X. Quando isso acontece – e mesmo os mais ferrenhos adoradores da série reconhecerão a questão – em qualquer mundo normal a conclusão óbvia é que estamos diante de um problema. Largou-se a lógica interna e prestigiou-se quase que exclusivamente a emergência da história, a qualquer custo, sem um trabalho cuidadoso que foi a marca da série e que é a marca das verdadeiramente grandes obras cinematográficas e televisivas.

Havia alternativas? Claro. Várias. A impressão de passagem de tempo pode se dar de uma pletora de formas, muitas dependentes da montagem, lógico, mas várias outras que se relacionam com a fotografia, figurinos e até mesmo maquiagem. Simplesmente engolir os problemas porque “era necessário” não é algo aceitável para uma obra desse naipe. No final das contas, porém, o clamor por ver os tão esperados eventos que descrevi acima era maior do que preocupações de críticos chatos com aspectos menores como a “montagem”, essa aí entre aspas mesmo como se fosse um elemento completamente irrelevante em uma produção.

No entanto, a temporada foi marcada por outro problema sério, também derivado do passo acelerado que Benioff e Weiss precisaram imprimir: o roteiro. Aqui, não há desculpas razoáveis. Mesmo sem o material base, não há dúvidas que Martin participava da construção da história como conselheiro ou, no mínimo, “pitaqueiro”. No entanto, o que antes parecia lógico e muito mais focado no “jogo dos tronos”, tornou-se uma temporada feita para ser espetáculo e fogos de artifício, com dragões atacando o exército dos Lannisters, salvando um grupo de guerreiros da morte certa e, claro, a transformação de um dos bicharocos em um dragão de gelo ou seja lá o nome que se dá a um dragão desmorto sob o controle do Rei da Noite. Essa mudança de foco, então, matou o desenvolvimento narrativo, outra marca que sempre impressionou na série.

O tão esperado encontro entre Jon Snow e Daenerys “Aquele Monte de Nome” tornou-se, desde seus primeiros segundos, uma versão medieval de Barrados no Baile, com olhares adolescentes forçados para estabelecer uma relação que, vale destacar, era importante e tinha mesmo que caminhar para esse lado lógico. O problema não é tia e sobrinho terem um romance sem terem consciência de seu parentesco (ou mesmo sabendo), mas sim a maneira como isso foi executado no roteiro, que foi recheado de momentos constrangedores construídos para acelerarem algo que deveria vir naturalmente. Se o “fogo” e o “gelo” do nome original da obra literária de Martin são os dois – e são, claro! – então era necessário um desenvolvimento que fosse além de olhares lânguidos antes mesmo de Jon Snow abrir a boca pela primeira vez diante da Mãe dos Dragões, encontros hesitantes de mãos e, claro, aquele assustadoramente ruim momento em que Jon a chama de Dany e metaforicamente dobra seu joelho perante “sua rainha”. Se estivéssemos diante de atores de outro naipe e não Emilia Clarke e Kit Harington, talvez um roteiro assim tivesse uma remota chance de funcionar. Com esses dois, era mais fácil pular de fase, cortar a cena e mostrar os dois na cama fumando cigarros. Pouparia tempo, dinheiro e paciência.

Mas o que dizer de diversos outros momentos extremamente mal escritos ao longo da temporada? O plano surreal de Tyrion em capturar um morto-vivo para provar para sua amável irmã que eles existem e que, portanto, há necessidade de união, um dos pilares da temporada, é o que vem imediatamente à cabeça. O resultado dessa ilogicidade dupla – capturar um zumbi em meio a milhares em terreno inóspito e acreditar que Cersei se curvaria a qualquer coisa proposta por ele ou seus aliados – é o famoso “ponto alto” da temporada, Beyond the Wall, um episódio tão inábil, tão dependente de coincidências, deus ex machina e conveniências de roteiro que a única coisa que salva são os diálogos jocosos iniciais do grupo de Jon Snow na neve e, claro, os magníficos efeitos especiais. E, pior, a partir do resultado da empreitada é que chegamos ao longa-metragem de encerramento que freia bruscamente a narrativa até fazê-la capotar, mostrando que Benioff e Weiss trabalham na base de espasmos sem cuidar para que o motor ronque uniformemente.

E os personagens que aparecem e desaparecem? Missandei, Verme Cinzento e Varys fazem praticamente figuração. Gendry finalmente é revelado em Porto Real, somente para sair que nem um louco atrás de zumbis cuja existência, até momentos antes, nunca nem ouvira falar, e, em seguida, depois de fazer como Fidípides, novamente tomar chá de sumiço. São evidentes sinais de um roteiro perdido, que não sabe o que fazer com seus personagens a não ser invocá-los quando conveniente for e fazê-los desaparecer logo em seguida.

No entanto, verdade seja dita, houve momentos memoráveis na temporada. E não falo de dragões cuspindo fogo ou gelo apenas, pois isso é o de menos. Um grande exemplo de escolha narrativa se deu em The Spoils of War, episódio cujo grande momento – a batalha entre os Lannisters e os Dothraki, com a ajudinha de um certo dragão – é filmado a partir do ponto de vista daqueles que estão sendo dizimados e que, em tese, são os grandes vilões (humanos, é bom categorizar) da história. Deparamo-nos com o horror da guerra e compadecemo-nos pelo exército que fomos informados que devemos odiar. Os soldados sendo queimados sem dó nem piedade pelo monstro voador e sua “mãe”, a visão de Jaime do horror acontecendo ao seu redor, visão essa ecoada pelas feições de Tyrion em colina próxima são sequências que desnudam todo o potencial dramático da série e nos faz lembrar de seus tempos áureos. Em retrospecto, é estranho lembrar desse episódio considerando quase tudo o que veio antes e viria depois, completamente divorciado da qualidade apresentada nele.

Outro momento que merece destaque é a forma como o roteiro de The Queen’s Justice brinca com nossa percepção sobre o que parece, em um primeiro momento, ser a primeira grande vitória de Daenerys, depois de perder Dorne e sua frota de navios. O ataque dos Imaculados a Casterly Rock é construído como uma vitória difícil, possível apenas pela inteligência de Tyrion revelando uma passagem secreta subterrânea, com uma câmera que acompanha a silenciosa, mas decisiva ação liderada por Verme Cinzento. No entanto, quando o quadro geral é revelado, com Euron atacando pelo mar e Jaime liderando o ataque a Jardim de Cima, entendemos que os Lannisters são uma força que dificilmente pode ser subjugada por estratagemas tão simplórios. E, neste episódio, um dos melhores diálogos de toda a série acontece, desta feita entre o bondoso e compreensivo Jaime e a cobra cascavel que é Ollena Tyrell, que tem sua vitória em morte.

Além disso, toda a narrativa envolvendo os Greyjoy, mesmo considerando que Euron é apenas mais um vilão enlouquecido recortado em cartolina, também merece destaque, notadamente a batalha marítima em Stormborn e seus desdobramentos. Esse lado da temporada que, sob muitos aspectos, corre em paralelo à história principal, é bem costurado no todo e potencialmente abre portas para novos desdobramentos na temporada final, mesmo que um exército inteiro novo – nunca antes mencionado, mas que o roteiro trouxe por conveniência narrativa de revirar os olhos mais uma vez – tenha que ser introduzido no mix. Se houve um problema mais sério nesse “lado B” foi o momento deslocado em que o despertar definitivo de Theon acontece, completamente fora de contexto e mais parecendo um apêndice que, em circunstâncias normais, seria transferido para a temporada seguinte ou ganhado dois minutos em uma cena pós-créditos.

No lado Winterfell da temporada, com Jon de namorico com sua tia em Pedra do Dragão, Sansa torna-se regente, a única escolha possível. Arya, por sua vez, depois de passar uma eternidade – para ela e para nós – treinando para ser uma assassina, depois de mostrar suas habilidades exterminadoras em Dragonstone, tem seu botão off pressionado quando descobre que seus irmãos estão vivos e em Winterfell. Sua tão planejada vingança perde relevância, algo compreensível, claro, mas que efetivamente tornam inúteis os diversos episódios dedicados ao seu treinamento. Afinal, quando chega em seu antigo castelo, um jogo quase infantil entre ela e Sansa começa, com Mindinho achando que está no controle, mas com as duas apenas “dando corda” para ele se enforcar… ou ser degolado.

Ainda que a ideia do jogo duplo das irmãs brinque eficientemente com nossas expectativas, ora desapontando-nos pelas duas caírem tão facilmente na manipulação do Mestre das Marionetes, ora deixando-nos com a pulga atrás da orelha sobre o que elas realmente sabem ou não sabem, a questão é que talvez o mais importante vilão da série tenha sido premiado com um final minguado, pouco característico de sua inteligência e frieza. Afinal, seu jogo sempre foi de uma estratégia infalível, com a previsão de dezenas de jogadas a frente e infinitas variações. Tendo isso em mente, o homem que catalisa os eventos de toda a série, sendo o responsável indireto por praticamente toda as mortes até agora, recebe um tratamento que infelizmente reflete o ritmo da temporada: rápido e vazio. Ele merecia morrer? Claro que sim, ainda que o diabinho em um de meus ombros diga que não, mas o desdobramento de seus planos em Winterfell é praticamente instantâneo e insosso.

No entanto, Bran – ou o Corvo de Três Olhos, título que ninguém, nem ele, entende exatamente o que significa – é o verdadeiro calo nesse lado de Westeros. O personagem é mais um exemplo de como o roteiro da temporada é errático e ilógico. Primeiro, ele só aparece duas ou três vezes ao longo da temporada e sua utilidade narrativa é, no mínimo, duvidosa. Para alguém que vê passado e presente, praticamente um deus ex machina ambulante, fiquei surpreso ao ver que os showrunners preferiram fazer uso de vários outros exemplares desse artifício e não logo o artifício em pessoa. Se fecharmos os olhos e tentarmos imaginar para que ele serviu, concluiremos que ele é o equivalente de Game of Thrones dos intertítulos usados em filmes mudos. Com a função de explicar o que está acontecendo, essas “placas” pretas eram inseridas de tempos em tempos nesses filmes para evitar que o espectador se perdesse e, na série, Bran, com ajuda de um Samwell Tarly (que só fez curar Jorah Mormont para que ele não tivesse função alguma na temporada, vale lembrar), praticamente interrompe o episódio final para finalmente nos explicar – sim “nos” explicar – que Jon Snow, na verdade, é Jon Sand, o filho bastardo de Rhaegar Targaryen com Lyanna Stark, irmã de Ned.

Mas só que não. O sabe-tudo, o onisciente Corvo de Três Olhos (e não, não adianta virem com explicações de eventuais limitações de seus poderes que estejam nos livros, pois isso simplesmente não conta para a série), o jovem que pode ver, segundo ele mesmo, o passado e o presente, está errado e é necessário que Sam, usando conhecimento que obteve ridiculamente por tabela, o corrija e diga que Jon é legítimo e, depois que Bran novamente faz lá o que Corvos de Três Olhos fazem, ele descobre que Jon é Aegon “Stark” Targaryen, o verdadeiro herdeiro de tudo aquilo ali, com mais direitos hereditários do que sua tia e Cersei juntas. O desdobramento em si já era esperado e confirma intermináveis teorias de fãs e faz todo o sentido dentro da trama. A questão é, novamente, a execução, pois Bran e Sam falam isso para nós apenas, quase desenhando em uma lousa, sem que a informação faça qualquer sentido lógico naquelas exatas circunstâncias. Afinal, se Bran sabia que Jon era filho bastardo de um Targaryen e que era importante informá-lo disso, ele poderia simplesmente ter mandado um corvo para ele, o que resolveria muita coisa e impediria um belo de um incesto, ainda que essa informação em si, se pararmos para pensar, seja inócua sem a complementação por parte de Sam.

Mas, entre pontos negativos e positivos exclusivos desta temporada, alguns elementos continuam fenomenais na série como um todo, não sendo diferente em seu sétimo ano. A fotografia, a direção de arte e os efeitos especiais são, sem dúvida alguma, os pontos mais consistentes de Game of Thrones. É chover no molhado reconhecer a qualidade desses quesitos quando uma série apresenta sequências com planos gerais aéreos de campos tomados por um exército em computação gráfica com mais graça e eficiência que muito blockbuster cinematográfico tenta mostrar e falha miseravelmente e isso mesmo considerando o orçamento naturalmente mais restritivo de uma série de TV mesmo do porte desta aqui vis-à-vis os mais generosos investimentos no cinema.

Os planos detalhe também merecem grande destaque, já que, mesmo em uma temporada fraca em construção de personagens, as interações entre os mais complexos personagens, notadamente Cersei, Jamie e Tyrion de um lado, ganham força com câmeras bem posicionadas que esmiúçam suas reações e dão a devida ênfase ao detalhado e variados figurinos que tendem a refletir a hierarquia e o estado de espírito de seus personagens. E a sétima temporada, vale lembrar, é particularmente pródiga em lidar com alterações de vestuário mais constantes ao lidar com Cersei, Daenerys e, com mais limitações, Sansa e Arya. Certamente as séries de TV do gênero de super-heróis poderiam aprender como desenhar uniformes com a inigualável Michele Clapton, grande responsável pela identidade visual de toda a série.

No lado dos efeitos práticos e em computação gráfica, quando o espetáculo exige, as equipes de Vincent Kivlehan e Tez Palmer (efeitos especiais) e Adam Chazen e Steve Kullback (efeitos visuais) não desapontam. Muito ao contrário até, o resultado que normalmente se espera de uma série de TV nesse aspecto é ultrapassado a passos largos por um trabalho cuidadoso, que faz excelente uso do orçamento. Nesta temporada, os ataques dos dragões, culminando com a destruição da Muralha em Atalaialeste pelo dragão de gelo comandado pelo Rei da Noite, foram o ponto alto de toda a série nessa categoria. Meu único pedido é que separem um pouco do dinheiro do CGI para que Fantasma apareça na próxima temporada…

A sétima temporada de Game of Thrones foi uma gangorra qualitativa, prejudicada por uma série de fatores simultâneos tanto herdados de temporadas passadas quanto impostas pela HBO que exigiram medidas drásticas e uma ginástica feroz de David Benioff e D.B. Weiss que por várias vezes sucumbiram diante da pressão. Ainda é, sem dúvida, uma extraordinária série como um todo, mas a temporada em si, apesar de toda sua qualidade, não foi muito mais do que apenas ordinária.

Game of Thrones – 7ª Temporada (EUA, 16 de julho a 27 de agosto de 2017)
Showrunner:
 David Benioff, D.B. Weiss
Direção: Jeremy Podeswa, Mark Mylod, Matt Shakman, Alan Taylor
Roteiro: David Benioff, D.B. Weiss, Bryan Cogman, Dave Hill
Elenco: Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Aidan Gillen, Liam Cunningham, Sophie Turner, Maisie Williams, Nathalie Emmanuel, Gwendoline Christie, Conleth Hill,  John Bradley, Isaac Hempstead Wright, Hannah Murray, Kristofer Hivju, Rory McCann, Iain Glen, Jim Broadbent, Pilou Asbæk, David Bradley, Anton Lesser, Richard Dormer,  Paul Kaye, Jacob Anderson, Ellie Kendrick
Duração: 441 min. (sete episódios)

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57 comentários

planocritico 4 de junho de 2018 - 11:31

Sou um cara insistente, mas realmente não aguentei mais os livros dele. Cansativos demais… Mas sou uma exceção, eu sei, considerando a legião de fãs das obras de Martin!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 3 de junho de 2018 - 13:35

Sim, eles são introduzidos “corretamente” na série, que nunca escondeu – e nem deveria mesmo – seu lado sobrenatural. O problema é que, depois, eles se tornaram o “exército zumbi genérico” que fica sendo como aquela ameaça distante que pouco “interfere” com a melhor parte da narrativa, que é justamente o “jogo de tronos” do título original.

Abs,
Ritter.

Responder
Willian Dias Ribeiro 3 de junho de 2018 - 13:47

Sim…
Tira o foco do que realmente interessa na série…
Foi plausível até a captura da Gilly quando o Sam salvou o bebê…

Responder
planocritico 4 de junho de 2018 - 12:00

Bem por aí mesmo, @williandiasribeiro:disqus !

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 3 de junho de 2018 - 13:32

O casal Targaryen, na série de TV, é insuportável. Eu só li os dois primeiros livros (não aguentei mais o jeito do Martin de escrever) e não sei como eles são tratados por lá…

Abs,
Ritter.

Responder
Willian Dias Ribeiro 3 de junho de 2018 - 13:38

Uma pena você ter parado no segundo livro… O terceiro tem a melhor narrativa de todos, apesar de ser o mais longo… Não é atoa que rendeu minhas duas temporadas preferidas, a terceira e quarta, repletas de ação e cenas memoráveis…
Eu não diria que tem muita diferença na forma como os personagens são tratados no livro… Não os Lannister ao menos…
É só que a partir do quarto livro deu pra entender melhor a Cersei antes descrita por personagens que a odeiam (exceto Jaime)…

Abs…

Responder
Willian Dias Ribeiro 3 de junho de 2018 - 13:52

Nos livros nem sequer existe casal Targaryen…
O Jon morre esfaqueado no quinto e também último lançado até agora…

Responder
planocritico 2 de junho de 2018 - 23:08

O exército de mortos, de certa forma, é o que estraga muito a série para mim…

Abs,
Ritter.

Responder
Willian Dias Ribeiro 2 de junho de 2018 - 23:20

Concordo…
Embora que já nas primeiras cenas da primeira temporada eles sejam introduzidos, os “white walkers”, eu nunca esperei que a história fosse tomar esse rumo…
Ficou artificial ao máximo principalmente a Daenerys aceitando ir além da muralha com os dragões…

Abs…

Responder
planocritico 2 de junho de 2018 - 23:07

Eu sempre torço para a Cersei, HAHAHAHAHAHAAHAHA.

Abs,
Ritter.

Responder
Willian Dias Ribeiro 2 de junho de 2018 - 23:11

Eu odiava ela até ler O Festim dos Corvos e a atuação da Lena está sempre no ponto, claro…
Torço mais pra ela e os irmãos Lannister do que o “casal Targaryen”…

Responder
Willian Dias Ribeiro 2 de junho de 2018 - 21:46

Pelo menos assim deu pra ter uma noção de como seria a série sem a ajuda da criatividade e escrita do Martin…
Acho que nesse quesito eles se deram melhor na sexta temporada, pelo menos foi mais equilibrada…
Aqui eles simplesmente decidiram forçar um encontro constante com quase todos os personagens da série e continuar com a previsível “queda dos vilões” que teve início na sexta… Mas talvez pelo menos os encontros entre os personagens ajudou a tornar a narrativa menos complexa e, digamos, mais direta…
Concordo muito com a atuação da Emilia Clarke e do Kit Harrington… Apesar de todo o potencial dos personagens, principalmente da Daenerys enquanto rainha, é muito difícil sentir qualquer afeição por eles, ainda mais com esse novo roteiro apressado…
Ao contrário dos três irmãos Lannister que conseguem transformar trocas de olhares em um espetáculo… Eu até me vejo na maior parte do tempo torcendo mais pra Cersei…

Responder
planocritico 24 de maio de 2018 - 03:48

Entendo seu ponto, mas achei que, apesar da temporada ter tido péssimos momentos, em seu agregado ela foi boa, mas ainda longe de voltar à forma.

Abs,
Ritter.

Responder
Willian Dias Ribeiro 2 de junho de 2018 - 21:51

A sexta temporada também não foi baseada nos livros… Embora ainda tenha mantido um pouco o estilo das outras temporadas, o estilo “martiniano”, principalmente no último episódio… Exceto pelo exército de mortos e o Night King que estão cada vez mais difíceis de engolir…

Responder
Rafael Nascimento 23 de maio de 2018 - 22:56

Essa 7a temporada foi um HORROR! Provavelmente porque o livro acabou na 6a temporada e os roteiristas tiveram que começar a trabalhar pela primeira vez e se mostraram muito, muuuuuuito aquém do desafio.
Em vista do que poderia ter sido, essa 7a temporada foi um FIASCO TOTAL! O último episódio então, salvo a última cena (um dragão sozinho derrubando com tamanha facilidade uma muralha do tamanho de um continente foi bizarro!), deu sono, diálogos monótonos e artificiais o tempo todo….
A 6a temporada terminou goleando de 5 a 0. A 7a, deixou o adversario empatar. Provalvelmente porque o principal jogador, RR Martin, saiu de campo. Não vou nem perder meu tempo assistindo a 8a, os roteiristas já provaram que não tem a envergadura criativa de Martin. Tudo indica que a 8a temporada vai queimar de vez o filme. Vai ser tipo as continuações de Exterminador do Futuro, que fazem de tudo para destruir o legado maravilhoso das duas primeiras. Apenas parem enquanto é tempo!

Responder
Gleidson Anjos 8 de setembro de 2017 - 02:43

o último episódio que me marcou foi quando a cabeça de oberyn marttel explodiu.
cena perfeita, muito bem feita, sem pressa, sem atropelo, e o melhor: sem EXPECTATIVA!!!
depois disso começou a ficar chato

Responder
Gustavo S 5 de setembro de 2017 - 04:25

Ai que tristeza, eu estou achando que eles vão matar a Daenerys na última temporada e deixar todo o legado dela nas costas do Jon Snow em formato de capa de super herói. Ainda que ele também tenha um histórico largo, para mim a bagagem que a Daenerys traz tem muito mais apelo, já que ela tem tanto no livro quanto na série essa aura e o despertar da magia que há muito estava adormecida em Westeros. Se acontecer no livro eu ficarei decepcionado, mas pelo menos tendo a certeza que o Martin vai costurar a trama de forma condizente. Já na serie aposto que vai ser bem mais apelativo.

Responder
planocritico 5 de setembro de 2017 - 11:34

@disqus_sN6Ro9hVWr:disqus , concordo que tem grandes chances mesmo de matarem a Daenerys, mas não antes de ela ter um filho “ice and fire” com o Jon. Eu, particularmente, nunca gostei da Mãe dos Dragões (sempre torci para a Cersei, he, he, he) e não sofrerei nadinha…

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 5 de setembro de 2017 - 14:27

blasfemea old logan kkkkkkkk Dany é a merecedora de tudo. Mas acho que o final, será o ultimo suspiro da Magia no geral. Ela trouxe de volta a magia em sua plenitude, e acredito que ela não morrerá mas será a ultima de sua linhagem (pode ser que role um filho ou não). E o restante dos dragões irão morrer levando o mistico consigo.

Acredito que Jon irá morrer. Com isso tanto no livro quanto na série serão semelhantes neste aspecto, se trata do ultimo suspiro da magia antes do mundo se tornar normal.

Responder
planocritico 5 de setembro de 2017 - 15:50

Pode morrer o Jon “que não sabe nada” também. Sem problema algum. Aí termina de colocar a Cersei como rainha daquela porcaria toda (incluive de Essos logo), com o Tyrion como bobo da corte. Lindo final!

HAAHAHAHAHAHAHAAHHAHHH

Abs,
Ritter Lannister

Responder
Vladimir Putin 23 de maio de 2019 - 15:20

kkkkk é… se confirmou.

Responder
Arco Elétrico 28 de dezembro de 2019 - 16:48

Colega, seu comentário contém um spoiler da última temporada, sendo que a crítica é sobre a sétima temporada.

Apague isso, por favor, eu mesmo me fodi, tinha assistido somente até a sétima temporada, e vim ler a crítica (com spoilers dá sétima temporada, não da oitava, bastante recente em 2019) e me deparei com seu comentário que faz uma revelação importantíssima do que vai acontecer com uma das principais personagens da série, na temporada seguinte a da crítica discutida aqui.

Espero que compreenda.

Obrigado.

Responder
Ricardo Gelatti 31 de agosto de 2017 - 00:02

Excelente crítica, Ritter.

Discordo de alguns pontos, sou um fã da série e principalmente dos livros (consumi todas as fontes possíveis já lançadas aqui no Brasil, desenhei mapas incompletos dos livros, etc) até por isso as primeiras 4 temporadas são as melhores. E apesar disso, sinceramente, os deslocamentos não me atrapalharam nem um pouco, algumas inconsistências do roteiro sim( como o plano de Tyrion).

Acredito que um episódio somente com marionetes seria muito criticado sim , pelos fãs, até pq o que mais vemos por aí são criticas de fãs mais xiitas dos livros.

Uma comparação , que até coincidentemente são as únicas duas séries que estou assistindo no momento, que poderia ser feita sobre qual decisão foi mais acertada sobre a quantidade de episódios : se os 16 de Twin Peaks ( que tornou uma boa parte da série massante, apesar de que o final será sensacional) ou os 7 de Game of Thrones( que tornou a série mais apressada).

Eu ficaria sem nenhuma dúvida com GOT, apesar de concordar que foi um erro a diminuição, pra mim o ideal de uma temporada ficaria entre 8 e 12 episódios, pq me entreteve muito mais do que Twin Peaks e me fez ansiar mais a cada episódio.

Uma dúvida que tenho sobre Bran não utilizar os poderes seriamente e não sei se vai ser abordado na série seria sobre o efeito borboleta que as suas intromissões no passado poderiam causar.

Uma dúvida: Quais as falhas que vc acha que a obra de Martin teve?

Responder
planocritico 31 de agosto de 2017 - 01:19

Olá, @ricardogelatti:disqus ! Fico feliz que tenha gostado da crítica.

Sobre os deslocamentos, a questão é que eles são salientes demais, realmente fora da curva. Mas, se você não teve problema com eles, maravilha!

Acho que comparar GoT com Twin Peaks é meio complicado, mas entendo seu ponto sobre o tamanho. A grande verdade é que o tamanho não importa se o roteiro tiver sido bem pensado para caber direito, na velocidade certa, em 5, 8, 10, 25 episódios. Não vi isso nessa temporada de GoT.

Sobre o Bran, também tenho essa dúvida, mas eu não sei se ele mexe no passado ou só vê o passado sem se intrometer. Se for o segundo caso, não tem efeito borboleta.

Sobre as falhas nos livros de Martin, acho que ele se perde em suas palavras. Diferente de outros grandes escritores de épicos da linha do que ele escreve, creio que ele não consiga manter um raciocínio lógico e engajante de maneira constante, pois ele acaba entrecortando a narrativa e trocando os pontos-de-vista mais por um mecanismo que ele decidiu usar no começo e que fazia sentido, do que por uma necessidade orgânica que continua além, talvez, do segundo livro. Ele tem excelentes ideias, fez um magnífico primeiro livro, mas, depois, para mim, perdeu a mão um pouco.

Abs,
Ritter.

Responder
Robsom Molla 30 de agosto de 2017 - 15:08

Excelente crítica, me decepcionei muito com essa temporada e achei as duas últimas razoáveis. E perante tantas coisas sem lógica fiquei muito chateado com o dragão de gelo destruir uma muralha de gelo com 90 metros de espessura numa única baforada. Passei 7 temporadas lendo e vendo o seriado dizer que aquele era o grande escudo da humanidade, escudo esse que ao invés de proporcionar um confronto épico foi inutilizado em segundos.

Responder
planocritico 30 de agosto de 2017 - 16:31

@robsommolla:disqus , esse negócio de destruir a Muralha nessa velocidade toda é mais uma consequência ruim da velocidade que imprimiram na temporada. Preferiram o espetáculo ao roteiro bem construído. Uma pena.

E obrigado pelo elogio!

Abs,
Ritter.

Responder
Renato martins moreira 29 de agosto de 2017 - 21:03

Ritter faz uma lista com os melhores episódios da série até aqui! Nunca te pedi nada! Quanto a crítica concordo muito, essa temporada foi muito irregular, Spoils of War e Queen’s Justice foram os melhores da temporada pra mim, o 9° foi de chorar de tão ridículo, aquele plano não me desceu!!! Cadê a coerência?! Hahahha… Eu espero que os roteiros da próxima temporada não ofendão a inteligência do espectador, e eles deem o final que a série merece, não custa sonhar, não é mesmo?! Hahahahaha

Responder
planocritico 30 de agosto de 2017 - 00:30

Faremos a lista, mas só quando a série acabar mesmo, para pegarmos todos os episódios.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Monteiro 29 de agosto de 2017 - 20:35

Muito boa a crítica.
Meu animo com essa série da quarta pra essa temporada decaiu absurdamente. Enquanto contava os dias pra estrear a quinta temporada, já nessa temporada o único episódio que vi no horário de lançamento mundial foi esse último, mesmo tendo HBO em casa. É uma série que ainda dá pra assistir numa boa, mas já não é aquela série que passávamos o dia pensando nela e tentando descobrir o personagem próximo que ia rodar. Uma pena pois nunca imaginei que George ia se afastar da produção da série e deixar pra esses dois showrunners fazer tudo, claramente eles são melhores em adaptar do que criar.

Responder
planocritico 29 de agosto de 2017 - 20:52

Obrigado, @disqus_ckK5Ri7dcl:disqus !

Eu também tenho sentido esse desânimo com GoT desde a 5ª temporada. O que antes era especial e realmente diferente, agora é só mais uma série que eu vejo muito mais no automático do que por genuinamente ter interesse em saber o que acontecerá.

Abs,
Ritter.

Responder
Cadê o Yoshi? 29 de agosto de 2017 - 19:31

E outra: “You know nothing, Jon Snow” nunca fez tanto sentido como agora.

Responder
planocritico 29 de agosto de 2017 - 19:42

Com certeza! Quanto mais ele aprende, menos ele sabe…

Abs,
Ritter.

Responder
Cadê o Yoshi? 29 de agosto de 2017 - 19:30

Só digo uma coisa: “A Muralha Caiu”.

Responder
planocritico 29 de agosto de 2017 - 19:42

Caiu bonito!

Abs,
Ritter.

Responder
Cadê o Yoshi? 29 de agosto de 2017 - 23:31

Mas depois dessa, GoT provou que eu estava errado: séries de TV podem sim ter efeitos especiais nível blockbusters.

Em 29 de ago de 2017 21:04, “Disqus” escreveu:

Responder
planocritico 30 de agosto de 2017 - 00:28

Sim, sem dúvida. Mas, para isso, pelo visto, eles têm que economizar nas aparições do coitado do Ghost…

Abs,
Ritter.

Responder
Cadê o Yoshi? 30 de agosto de 2017 - 01:49

Mermão, se eles tiveram coragem de botar um gigante (e um dragão) como zumbis, esquece o Ghost. No máximo vai aparecer o Aegon dando um cafuné na cabeça dele e até nunca mais.

Em 29 de ago de 2017 23:29, “Disqus” escreveu:

planocritico 30 de agosto de 2017 - 14:55

Eu só peço que ele apareça… O Ghost tomou um chá de sumiço completamente inexplicável!

Abs,
Ritter.

Maitê 29 de agosto de 2017 - 17:41

Só vim aqui para dizer que nada tenho a acrescentar, você, Ritter, disse tudo. Parabéns, delícia de crítica.

Responder
planocritico 29 de agosto de 2017 - 19:42

Obrigado, @disqus_rdmTT9v60n:disqus !

Abs,
Ritter.

Responder
Dan 29 de agosto de 2017 - 14:21

Concordo com cada caractere desta crítica.

A nota 3,5/5 está de ótimo tamanho, já que, se esta temporada não foi sublime como as 4 primeiras, pelo menos não foi um sonífero como a quinta e a sexta.
Abs

Responder
planocritico 29 de agosto de 2017 - 14:49

Exato, @disqus_PJzxCFXBon:disqus ! Longe de ser um sonífero mesmo, mas cheia de problemas enormes…

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Pereira 29 de agosto de 2017 - 15:20

Parabéns pela crítica Ritter, e já adianto que os vdds fãs da série e dos livros irão concordar com boa parte da crítica. Para mim, o que essa temporada mais pecou foi no ponto roteiro, citado por você, pois penso que a questão dos “teletransportes” é algo que ainda dá para fechar os olhos, fazer um esforço, mesmo sendo uma falha grotesca, mas muito pelo fato das 5ª e 6ª temporadas. Entretanto, o roteiro pecou e muito, não vou falar de todos os pontos, pois você já citou boa parte deles. Na pesquisa aí, votei na 1ª, 3ª e 4ª temporada. E uma observação, o Bran não vê o futuro, nesse último ep msm, o Bran diz para o Sam que só vê passado e presente. Claro, o erro ainda fica, pois já que ele vê passado, como não sabia do Jon (Aegon) ? Mais um dos erros grotescos dessa temporada, que pra mim teve seu auge negativo no 6 ep, quase fui embora com ele, kkkk’. Um grande abraço.

Responder
planocritico 29 de agosto de 2017 - 15:25

Ih, errei então! Mas, realmente, nada muda, pois, se ele vê o passado, ficou feio demais ele ter que ser “corrigido” por Sam que, por sua vez, só soube daquela informação chave por uma coincidência bastante ridícula em uma temporada cheia desse tipo de coincidências.

Mas obrigado pelo elogio! Fico feliz que tenha gostado da crítica!

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Pereira 29 de agosto de 2017 - 22:52

E Ritter, não sei você, mas para mim a casa que não decepciona é a Lannister, os integrantes dela é que fazem a série ser melhor ainda. E nessa temporada foram os que menos me desapontaram.

Responder
planocritico 30 de agosto de 2017 - 00:29

Concordo. Mas é uma característica dos melhores vilões. Costumam ser mais bem construídos do que os mocinhos. Particularmente, torço para a Cersei acabar com todo mundo… 🙂

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Pereira 31 de agosto de 2017 - 18:40

Riiiiiiiiiiiiteeeeeeeeeeeeeeer!!!!!!!!!, olha isso:
https://www.youtube.com/watch?v=BCr7y4SLhck

Não estou acreditando que imitaram o jogo de 2010 pra fazer o roteiro de GOT. Dragão saindo do gelo, Rei do “Gelo”, com olhos azuis, dragão voando sobre o exército descendo em direção a algo, e o Rei controlando o exército com os olhos azuis. Estou tentando digerir ainda.

planocritico 1 de setembro de 2017 - 12:47

É aquela velha história: nada arte, nada se cria, tudo se copia…

Abs,
Ritter.

Gabriel Pereira 1 de setembro de 2017 - 15:26

Aí, mas se fosse uma inspiração, uma ideia, ou algo do tipo, tudo bem, mas fazer exatamente igual achei bem estranho. Bem… Vida e série que seguem. Abraço.

planocritico 1 de setembro de 2017 - 15:31

He, he. Eu entendo… Tem cópias que são mais copiadas que as cópías…

Abs,
Ritter.

Stella 5 de setembro de 2017 - 14:37

chocada kkkkkkkkk no jogo foi melhor

ABC 29 de agosto de 2017 - 12:33

Só sei que nessa temporada acabaram de enterrar Dorne, cujo único personagem a ser razoavelmente desenvolvido foi o Oberyn.

Saudações.

Responder
planocritico 29 de agosto de 2017 - 14:51

Dorne, o que é Dorne?

HAHAHAHAHAHAAHAHAHAHHA

Abs,
Ritter.

Responder
Cadê o Yoshi? 29 de agosto de 2017 - 12:18

Muito boa a comparação com A Odisseia, Ritter. Martin é Ulisses, fama e fortuna são as sereias, o hype é Poseidon e Penélope é o livro finalizado.

Responder
planocritico 29 de agosto de 2017 - 14:52

@cadoyoshi:disqus , vai demorar mais tempo entre o 5º e 6º livro do que Ulisses levou para chegar a Ítaca…

Abs,
Ritter.

Responder
NickSystem 29 de agosto de 2017 - 08:58

Grande Ritter. Não tenho nada a acrescentar ou discordar da sua análise. Foi precisa, cirúrgica e perfeita.
Como fã de GoT, reconheço que estou naquele dilema psicológico entre “ser feliz ou ter razão”. Para não ficar questionando os absurdos vistos para colocar a série nos trilhos da finalização, preferi ser “feliz”. Colocaram o roteiro no padrão
“que se dane” e agora precisam terminar a série a todo custo.
Sem o material escrito pelo Sr. Martin ficou difícil para D&D conciliar coerência, pressão do canal, pressão dos fãs, enfim, uma enorme batata quente nas mãos.
Gostei deste último episódio da temporada, mas a pressa foi inimiga de tudo, o que é uma pena.

Abraço a todos e que venha a última temporada.

Responder
planocritico 29 de agosto de 2017 - 14:51

@nicksystem:disqus , obrigado! A verdadeira escolha só é feita corretamente quando ela é feita de forma consciente como a sua. Sim, é perfeitamente possível ligar o botão “ser feliz” e sublimar os problemas desde que se reconheça que os problemas existem. Acho extremamente saudável e já cansei de fazer – pessoalmente – com diversos filmes e séries, ainda que, em uma crítica, esse botão precise ser desligado ou, pelo menos, mantido em xeque pelo botão do “ter razão”.

Abs,
Ritter.

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