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Crítica | Game of Thrones – 8X03: The Long Night

por Ritter Fan
259 views (a partir de agosto de 2020)

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A presença de Miguel Sapochnik na direção de Game of Thrones é garantia de momentos épicos. Afinal, são dele Hardhome e Battle of the Bastards, este último ainda contendo a melhor batalha da série até agora. The Long Night, que, depois de ganhar uma extensão pela HBO, tornou-se o mais longo episódio de GoT, era aguardado com muita expectativa não só por marcar a metade da última temporada, como também por lidar com a prometida Batalha de Winterfell, colocando nossos heróis na mira do Rei da Noite e de sua gigantesca horda de mortos-vivos.

Winterfell rearrumou e reapresentou o tabuleiro para que A Knight of the Seven Kingdoms fosse a necessária calmaria antes da tempestade, com o mote na linha de que ninguém sobreviveria por mais um dia que fosse, trazendo peso, solenidade e emocionantes momentos para a temporada. Com 82 minutos de pancadaria, The Long Night até nos apresenta a sacrifícios, mas eles são em bem menor quantidade e relevância do que o episódio anterior talvez tivesse prometido, com Jorah Mormont e Theon Greyjoy morrendo em defesa de seus respectivos protegidos bem no finalzinho da guerra. Claro, houve outras mortes, mas basicamente de coadjuvantes de menor importância narrativa, com o peso mesmo ficando nos dois nomes citados.

Esse, porém, não é o problema do episódio. Afinal, tenho para mim que será muito mais interessante ver a luta de humanos contra a humanos mesmo, ou norte contra sul, e mais mortes relevantes são esperadas no processo, já que todo o lado místico e fantástico de GoT, com a ameça genérica dos zumbis, nunca foi o ponto forte da série. Mas Jorah e Theon, especialmente o segundo, tiveram seus bons momentos e encontraram seu fim de maneira digna.

O que não funcionou muito bem foi a escolha da fotografia noturna de Fabian Wagner para The Long Night, assim como a montagem frenética e por vezes confusa orquestrada por Sapochnik. A reunião desses dois fatores retirou muito do impacto e da grandiosidade que a Batalha de Winterfell poderia ter tido, reduzindo-a a alguns poucos bons momentos individuais como a morte da valorosa Lyanna Mormont (aliás, com isso, foi-se a Casa Mormont, não?) e a sequência de puro terror com Arya e os desmortos na biblioteca. O restante é uma sucessão de caros borrões sanguinolentos de CGI e efeitos práticos que se confundem e se misturam, em um exemplo frustrante de fungibilidade audiovisual (mude mentalmente a ordem dos acontecimentos no calor da batalha e perceba que nada realmente é afetado), com personagens-chave só reconhecíveis por serem os queridos dos espectadores, mas não muito mais do que isso. Toda aquela individualização, todo aquele perigo da calma da noite anterior desaparece aqui e a loucura da pancadaria sem fim toma conta.

E sim, sei que, em uma batalha da proporção mostrada aqui, o desnorteamento é a regra, mas existe um limite para a bagunça visual e para o quão genérica as lutas podem ser. Diferente de outras clássicas batalhas na série, inclusive e especialmente a dos Bastardos, não houve bolsões individualizados o suficiente para que temêssemos por quem quer que fosse e sim a arregimentação do elenco principal em uma sucessão de sequências repetitivas e cansativas que indicam que a duração original do episódio talvez fosse melhor no final das contas.

Essa confusão repetiu-se nas sequências aéreas que, se não sofreram exatamente da escuridão total, tiveram que lutar para fazer algum sentido em meio a ventania e neblina que tornavam a identificação dos dragões e de seus “pilotos” bastante complicada. E isso sem contar com um CGI de qualidade duvidosa nesse ponto e, também, a demora em colocar os bicharocos a serviço da guerra, em uma estranha demonstração de falta de estratégia ou de estratégia equivocada.

Aliás, falando em estratégia, considerando que o combate corpo-a-corpo deveria ter sido evitado ao máximo para não acrescentar contingente ao já avantajado exército do Rei da Noite, não me pareceu razoável a cavalgada dos Dothraki de espadas acesas – já falo sobre Melisandre! – como primeira linha de defesa sem que eles sequer tivessem a confirmação visual da chegada dos monstros. Ainda que visualmente tenha sido um momento inspirado, com as flamas das espadas sendo gradativamente apagadas, não há como deixar de se questionar essa escolha narrativa para além da estética. E o mesmo vale para a cerca de fogo ao redor do castelo. Quem é que pensou por algum segundo que aquilo seria uma boa ideia em termos estratégicos? Novamente, tudo pelo valor estético da coisa, sem que os aspectos práticos tenham sido levados em consideração no que poderia ter sido uma batalha repleta de belas sequências estratégicas e o uso de material bélico de longa distância que não fosse as duas ou três catapultas que aparecem debilmente por alguns segundos.

E, com isso, chegamos a Melisandre, a bruxa vermelha que é a encarnação do Deus Ex Machina aqui ou, talvez, de um isqueiro Zippo. Ela acende fogo aqui e ali, solta um Valar Morghulis, fala de forma críptica (mas não tanto) para Arya e pronto, vai embora como chegou (ok, um pouquinho mais velha na aparência e bem mais morta…). Claro que o resultado é um belo momento em que Arya se materializa (sim, se materializa, não tem outra explicação) e acaba com o Rei da Noite que está a segundos da vitória, liquidando, ato contínuo e sem cerimônia, com uma ameaça misteriosa e impossível de ser parada que vinha sendo construída há anos. Pronto, do tão festejado lado sobrenatural da série só sobrou um dragão agora, eu acho… Cersei deve estar feliz lá em seu castelo de Porto Real, já que a escolha dela de não ir à guerra foi claramente a melhor estratégia…

Mas, por incrível que pareça, apesar de todos os meus comentários negativos, The Long Night teve seu valor. Primeiro, ele marca o fim dessa subtrama do Rei da Noite que, sinceramente, já tinha passado do prazo de validade. Depois, ele reposiciona Arya como o verdadeiro grande destaque entre os Stark, já que Jon continua não sabendo de absolutamente nada mesmo. Além disso, lá na cripta (preciso falar como foi imbecil a ideia de esconder homens inúteis, mulheres e crianças entre mortos em uma guerra contra um ser que os revive?), a conexão entre Sansa e Tyrion foi bem trabalhada com poucas palavras, mas gestos e olhares profundos, trazendo uma camada de respeito e, arriscaria dizer, amor entre esses personagens que poderá ser mais bem explorado nos próximos episódios já que afeta diretamente a frágil aliança dos nortenhos com a Mãe dos Dragões.

Mesmo com Sapochnik no leme, The Long Night deixou a desejar naquilo que se tornou sua especialidade, mas quase conseguiu compensar em pequenos detalhes, em construções e desenvolvimentos inesperadamente interessantes para alguns personagens e algumas sequências individuais inspiradas. Seja como for, com o problema dos zumbis agora no passado, talvez a série possa voltar de vez ao jogo de tronos que é realmente seu forte.

Game of Thrones – 8X03: The Long Night (Idem, EUA – 28 de abril de 2019)
Showrunners: David Benioff, D.B. Weiss
Direção: Miguel Sapochnik
Roteiro: David Benioff, D. B. Weiss
Elenco: Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Sophie Turner, Maisie Williams, Liam Cunningham, Alfie Allen, Nathalie Emmanuel, Gwendoline Christie, John Bradley, Isaac Hempstead, Rory McCann, Conleth Hill, Carice van Houten, Kristofer Hivju, Hannah Murray, Jerome Flynn, Joe Dempsie, Iain Glen, Pilou Asbæk, Richard Dormer, Ben Crompton, Hafþór Júlíus Björnsson, Jacob Anderson, Daniel Portman, Anton Lesser, Tobias Menzies, Bella Ramsey, Staz Nair, Lino Facioli, Rupert Vansittart, Gemma Whelan, Vladimir Furdik, Marc Rissmann
Duração: 82 min.

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413 comentários

FabioRT 3 de dezembro de 2020 - 19:23

Adorei o episódio….me pegou de forma emocional. Fiquei muito tenso e, ao contrário da grande maioria, achei que a escolha do clima foi acertada. Tive sorte de poder assistir numa TV que calibrei no modo dinâmico e o arquivo estava com boa resolução, então não tive problemas para acompanhar. Minha opinião é totalmente subjetiva e acho muito justas todas as criticas que o pessoal fez ou vem fazendo. A estratégia de guerra no começo não fez muito sentido, mas confesso que não me incomodou tanto. Não tenho mais assistido à série esperando algo mais racional ou realista, então talvez por isso não tenha me irritado com as falhas de roteiro. Resumindo: Gostei demais e para mim acabou funcionando, mas sei que está muito longe da perfeição.

Responder
planocritico 3 de dezembro de 2020 - 19:23

Eu tenho menos problemas com essa temporada final do que a maioria das pessoas, mas, mesmo assim, reconheço que os showrunners meteram os pés pelas mãos e apressaram demais a história…

Abs,
Ritter.

Responder
Beatriz Lynch 13 de maio de 2020 - 21:20

Acho que vc pegou leve kkk

Responder
Brontops 17 de maio de 2019 - 18:48

-Eu gostei desse episódio.

Realmente, estava bastante escuro. Se estivesse mais claro, seria uma versão medieval de Guerra Mundial Z… e ficaria óbvio que não haveria como vencer ou conter as hordas infinitas de zumbis.

Mas enfim

Responder
planocritico 18 de maio de 2019 - 11:09

A escuridão mal feita foi apenas um dos problemas desse episódio, basicamente outra vítima da pressa da temporada depois que os showrunners andaram de lado com a história nas duas temporadas anteriores.

Abs,
Ritter.

Responder
Leandro 5 de maio de 2019 - 16:07

Ufa! Entendi, Ritter!
Achei que tinha comentado por nada! kkk
Isso vale para o que eu postei há dois dias ou um dia, sei lá… Não? Na verdade, são iguais… é que como não apareceu, repostei… mas ainda bem que me avisaste, porque, pela minha falta de tempo, ia acabar desistindo de continuar comentando aqui…
Abraços!
Leandro

Responder
planocritico 5 de maio de 2019 - 16:27

Não desista!

Todos os seus comentários estão aqui! Prometo que eu vejo isso hoje e desculpe pela demora!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Leandro 6 de maio de 2019 - 00:31

Não desisto, então!
Até mais!

Responder
planocritico 6 de maio de 2019 - 15:27

Já respondi!

Abs,
Ritter.

Responder
Leandro 5 de maio de 2019 - 15:31

Interessante… os comentários curtos foram… vai entender…

Responder
planocritico 5 de maio de 2019 - 15:39

Seu comentário está seguro aqui ainda para aprovar. É que, como ele é mais longo e eu gosto de responder tudo, não tive tempo ainda!

Mas responderei!

Abs,
Ritter.

Responder
marcio martins 5 de maio de 2019 - 11:31

Tem muita gente que vai na onda da crítica dura sem realmente fazer uma boa crítica e ainda pensa que está fazendo. O episódio pode ter suas falhas mas é bom, de uma série boa e que não vai ser esquecida facilmente.

Responder
planocritico 5 de maio de 2019 - 13:45

Mas foi exatamente essa a minha conclusão, não?

Abs,
Ritter.

Responder
Leandro 5 de maio de 2019 - 15:31

Adicionei o comentário de novo… vamos ver se, dessa vez, funciona…

Responder
Leandro 5 de maio de 2019 - 15:31

Eu sempre leio os comentários aqui, mas raramente comento não por falta de consideração, mas pela mais absoluta falta de tempo.
Eu queria fazer algumas perguntas para ver se só eu reparei nisso…
Nessa nova abertura muito legal por sinal… Não sei se vocês repararam naquele anel de metal que circula em torno do sol?
Em uma parte há um lobo pregado na lareira, que na verdade, lembra mais o menino Umber do que um Stark, por isso, não sei se foi uma referência e talvez o Rei da Noite com cabeça de lobo cortada e vários peixes e corvos mortos ao redor (referência a um massacre de Tullys e da Patrulha da Noite ou ao Bran, o Corvo de 3 Olhos, nosso White “Not” Walker?), mas há um leão parada em frente, dando a impressão que irá logo atacar, o que faz sentido pela única boa estrategista entre todos, a realmente magnífica, atual rainha Cersei…
Outra observação…
Sansa fala que Tyrion foi o melhor de todos os “noivos/maridos” dela… Tento lembrar os outros noivos dela… o detestável Joffrey “Babaqheon” (se bem que o título de “Babaqheon” fica mais adequado no irmão dele Tommen… patético como “Babaqheon”, assim como se assumisse o “Hammister”, menos que um rato! kkk), o primo retardado dela foi também? -, o horrível Ramsay e, por último, e quase, o Mindinho. Foi isso? Que time, hein? kkk
Em nenhum momento aqui a anta suspeitou que a Arya fosse matar o Rei da Noite e olha que eles deram pistas… a ênfase em mostrar as cicatrizes na transa dela com o Gendry, o desejo dela encarar de frente a morte e suas várias faces e, por último, o mais óbvio a Melissandre enfatizando que ela fechou muitos olhos… castanhos, verdes e AZUIS que nem o dos White Walkers, depois de ter dito que o cara da espada de fogo – esqueci o nome – Beric? só tinha tido a função de trazê-la viva até ali e ela perguntar para Arya… o que se diz diante do Deus da Morte? Not today! Certo! Aí ela virou Arya XStark sem ter contato com a Speed Force e voou até lá! Ao que tudo indica… o Bran, ao dar a adaga do Mindinho de aço valiriano previra aquilo (e eu que achei que ele tinha sido irônico para que a Arya matasse o Mindinho com a própria faca que ele dera na tentativa frustrada de matar o Bran…). Mas eu me pergunto… se a Melisandre igualmente previu que a Arya mataria o Rei da Noite… Então, seria a Arya, a Azor Ahai? Mas então toda aquela procura dela, assumindo que o Jon era e da outra que achava que a Daenerys era foram apenas para fazer cortina de fumaça, na qual, assumo que cai, pois sempre achei que o Jon fosse o Azor Ahai?!? E a Melisandre só descobriu na batalha?!?
Continuando… Já que pouparam tantos personagens que esperávamos que morressem nessa batalha podiam, ao menos, ter poupado a magnífica Lyanna Mormont (Sim, Ritter! Com a morte de Jorah é o fim da casa Mormont, assim como suponho que com o susto do primeiro episódio e o menino Umber zumbi pregado na parede na escultura tétrica também foi o fim da casa Umber…). Mas tenho que pontuar que a nossa amada Lyanna foi bad ass até o fim, não! Com os ossos quebrando nas mãos do gigante, ainda conseguiu furar o olho, literalmente, do zumbizão! kkk
Mas sério… que o Jon Snow nunca frequentou as aulas de estratégia com o Capitão Nascimento em Tropa de Elite isso ficou bem claro em Batalha dos Bastardos, na qual ele só pisou na bola e teve o bastardo rabo salvo pela outrora Sonsa, digo, Tansa, digo, Sansa Stark… mas ninguém entre os “brilhantes estrategistas”, inclua-se o Tyrion, o mão da rainha dos mil títulos, foi capaz de alertar da imbecilidade que é jogar um exército de Dothraki em campo aberto no escuro contra um exército zumbi, que não sente dor, medo, cansaço?!? Falar na Daenerys seria uma estratégia bem melhor que jogar uma baforada de fogo no Rei da Noite falar os mil títulos dela para ele… Imaginem só… Sou Daenerys da Casa Targaryen, Primeira de seu nome, Nascida da tormenta, A não queimada,…
Rei da Noite que nunca fala nada em seu primeiro berro! AAAARRGHHHH! E pega a primeira adaga de vidro de dragão e faz harakiri! Pronto! Acabou a guerra sem baixas! Só entre a audiência que, seguindo o exemplo do Rei da Noite, também fez harakiri!
Outra… a Melisandre acende as foices do Dothraki, mas nada indica que elas eram feitas de vidro de dragão… obviamente, que aço valiriano também não! Então, eles mandam um monte de Dothraki enfrentar zumbis, sem armas adequadas. O fogo também mata os zumbis, pode dizer alguém, mas até eles serem bem queimados continuam atacando, ou vocês não se lembram do urso zumbi, que matou um monte pegando fogo…
“Bem inteligente” estratégia! Ela não podia prever que ia “dar ruim” e acrescentar mais zumbis para o exército já grande? Ninguém foi capaz de pensar que a melhor estratégia era manter todos eles afastados o máximo possível, minimizando as baixas entre o próprio exército o máximo de tempo possível e usar os dragões para queimarem o exército o máximo possível até que o Rei da Noite decidisse, pelas baixas nas tropas dele sair da moita? Ou melhor das nuvens, que impediram o tempo todo de saber quem era quem nas batalhas de dragões! Sério! Que cenas mal feitas!
Realmente, fica a decepção que o episódio poderia ter sido bem melhor, ter mortes mais relevantes (e poupado a Lyanna!), ser muito mais tenso (eu quase tive vários infartos em Batalha dos Bastardos, nesse apenas na magnífica cena da Arya na biblioteca!).
E podiam ter feito um guia GOT do que fazer para Westeros não virar a Zumbilândia! Credo! Fizeram de tudo para perder essa guerra! #SóAryaSalva
Abraços!
Leandro

E o ator que faz o Rei da Noite é a lata do Corvo de Três Olhos Bran Stark! kkk Não é à toa que existe aquela teoria, pelo visto, furada! kkk

Responder
Leandro 5 de maio de 2019 - 15:31

Vou tentar adicioná-lo uma última vez… caso contrário, desisto!

Responder
Leandro 5 de maio de 2019 - 15:31

Tinha feito um baita comentário há dois dias atrás pelo Disqus, mas, por alguma razão, como costuma a acontecer, não foi publicado.
Que pena!
Abraços!
Leandro

Responder
Leandro 4 de maio de 2019 - 00:51

Eu sempre leio os comentários aqui, mas raramente comento não por falta de consideração, mas pela mais absoluta falta de tempo.
Eu queria fazer algumas perguntas para ver se só eu reparei nisso…
Nessa nova abertura muito legal por sinal… Não sei se vocês repararam naquele anel de metal que circula em torno do sol?
Em uma parte há um lobo pregado na lareira, que na verdade, lembra mais o menino Umber do que um Stark, por isso, não sei se foi uma referência e talvez o Rei da Noite com cabeça de lobo cortada e vários peixes e corvos mortos ao redor (referência a um massacre de Tullys e da Patrulha da Noite ou ao Bran, o Corvo de 3 Olhos, nosso White “Not” Walker?), mas há um leão parada em frente, dando a impressão que irá logo atacar, o que faz sentido pela única boa estrategista entre todos, a realmente magnífica, atual rainha Cersei…
Outra observação…
Sansa fala que Tyrion foi o melhor de todos os “noivos/maridos” dela… Tento lembrar os outros noivos dela… o detestável Joffrey “Babaqheon” (se bem que o título de “Babaqheon” fica mais adequado no irmão dele Tommen… patético como “Babaqheon”, assim como se assumisse o “Hammister”, menos que um rato! kkk), o primo retardado dela foi também? -, o horrível Ramsay e, por último, e quase, o Mindinho. Foi isso? Que time, hein? kkk
Em nenhum momento aqui a anta suspeitou que a Arya fosse matar o Rei da Noite e olha que eles deram pistas… a ênfase em mostrar as cicatrizes na transa dela com o Gendry, o desejo dela encarar de frente a morte e suas várias faces e, por último, o mais óbvio a Melissandre enfatizando que ela fechou muitos olhos… castanhos, verdes e AZUIS que nem o dos White Walkers, depois de ter dito que o cara da espada de fogo – esqueci o nome – Beric? só tinha tido a função de trazê-la viva até ali e ela perguntar para Arya… o que se diz diante do Deus da Morte? Not today! Certo! Aí ela virou Arya XStark sem ter contato com a Speed Force e voou até lá! Ao que tudo indica… o Bran, ao dar a adaga do Mindinho de aço valiriano previra aquilo (e eu que achei que ele tinha sido irônico para que a Arya matasse o Mindinho com a própria faca que ele dera na tentativa frustrada de matar o Bran…). Mas eu me pergunto… se a Melisandre igualmente previu que a Arya mataria o Rei da Noite… Então, seria a Arya, a Azor Ahai? Mas então toda aquela procura dela, assumindo que o Jon era e da outra que achava que a Daenerys era foram apenas para fazer cortina de fumaça, na qual, assumo que cai, pois sempre achei que o Jon fosse o Azor Ahai?!? E a Melisandre só descobriu na batalha?!?
Continuando… Já que pouparam tantos personagens que esperávamos que morressem nessa batalha podiam, ao menos, ter poupado a magnífica Lyanna Mormont (Sim, Ritter! Com a morte de Jorah é o fim da casa Mormont, assim como suponho que com o susto do primeiro episódio e o menino Umber zumbi pregado na parede na escultura tétrica também foi o fim da casa Umber…). Mas tenho que pontuar que a nossa amada Lyanna foi bad ass até o fim, não! Com os ossos quebrando nas mãos do gigante, ainda conseguiu furar o olho, literalmente, do zumbizão! kkk
Mas sério… que o Jon Snow nunca frequentou as aulas de estratégia com o Capitão Nascimento em Tropa de Elite isso ficou bem claro em Batalha dos Bastardos, na qual ele só pisou na bola e teve o bastardo rabo salvo pela outrora Sonsa, digo, Tansa, digo, Sansa Stark… mas ninguém entre os “brilhantes estrategistas”, inclua-se o Tyrion, o mão da rainha dos mil títulos, foi capaz de alertar da imbecilidade que é jogar um exército de Dothraki em campo aberto no escuro contra um exército zumbi, que não sente dor, medo, cansaço?!? Falar na Daenerys seria uma estratégia bem melhor que jogar uma baforada de fogo no Rei da Noite falar os mil títulos dela para ele… Imaginem só… Sou Daenerys da Casa Targaryen, Primeira de seu nome, Nascida da tormenta, A não queimada,…
Rei da Noite que nunca fala nada em seu primeiro berro! AAAARRGHHHH! E pega a primeira adaga de vidro de dragão e faz harakiri! Pronto! Acabou a guerra sem baixas! Só entre a audiência que, seguindo o exemplo do Rei da Noite, também fez harakiri!
Outra… a Melisandre acende as foices do Dothraki, mas nada indica que elas eram feitas de vidro de dragão… obviamente, que aço valiriano também não! Então, eles mandam um monte de Dothraki enfrentar zumbis, sem armas adequadas. O fogo também mata os zumbis, pode dizer alguém, mas até eles serem bem queimados continuam atacando, ou vocês não se lembram do urso zumbi, que matou um monte pegando fogo…
“Bem inteligente” estratégia! Ela não podia prever que ia “dar ruim” e acrescentar mais zumbis para o exército já grande? Ninguém foi capaz de pensar que a melhor estratégia era manter todos eles afastados o máximo possível, minimizando as baixas entre o próprio exército o máximo de tempo possível e usar os dragões para queimarem o exército o máximo possível até que o Rei da Noite decidisse, pelas baixas nas tropas dele sair da moita? Ou melhor das nuvens, que impediram o tempo todo de saber quem era quem nas batalhas de dragões! Sério! Que cenas mal feitas!
Realmente, fica a decepção que o episódio poderia ter sido bem melhor, ter mortes mais relevantes (e poupado a Lyanna!), ser muito mais tenso (eu quase tive vários infartos em Batalha dos Bastardos, nesse apenas na magnífica cena da Arya na biblioteca!).
E podiam ter feito um guia GOT do que fazer para Westeros não virar a Zumbilândia! Credo! Fizeram de tudo para perder essa guerra! #SóAryaSalva
Abraços!
Leandro

Responder
planocritico 6 de maio de 2019 - 12:43

Eu prometi que ia responder, então vamos lá, copiando o que você escreveu e inserindo meus comentários em caixa alta para facilitar sua leitura:

Eu sempre leio os comentários aqui, mas raramente comento não por falta de consideração, mas pela mais absoluta falta de tempo.

OBRIGADO PELO PRESTÍGIO!

Eu queria fazer algumas perguntas para ver se só eu reparei nisso…
Nessa nova abertura muito legal por sinal… Não sei se vocês repararam naquele anel de metal que circula em torno do sol?
Em uma parte há um lobo pregado na lareira, que na verdade, lembra mais o menino Umber do que um Stark, por isso, não sei se foi uma referência e talvez o Rei da Noite com cabeça de lobo cortada e vários peixes e corvos mortos ao redor (referência a um massacre de Tullys e da Patrulha da Noite ou ao Bran, o Corvo de 3 Olhos, nosso White “Not” Walker?), mas há um leão parada em frente, dando a impressão que irá logo atacar, o que faz sentido pela única boa estrategista entre todos, a realmente magnífica, atual rainha Cersei…

CONFESSO QUE NÃO REPAREI NESSES DETALHES, MAS NÃO DUVIDARIA NADA QUE ESSAS ALTERAÇÕES VIERAM PARA JUSTAMENTE RETRATAR ESSES MOMENTOS. ESSA “ABERTURA VIVA” DE GOT É ESPETACULAR.

Outra observação…
Sansa fala que Tyrion foi o melhor de todos os “noivos/maridos” dela… Tento lembrar os outros noivos dela… o detestável Joffrey “Babaqheon” (se bem que o título de “Babaqheon” fica mais adequado no irmão dele Tommen… patético como “Babaqheon”, assim como se assumisse o “Hammister”, menos que um rato! kkk), o primo retardado dela foi também? -, o horrível Ramsay e, por último, e quase, o Mindinho. Foi isso? Que time, hein? kkk

FOI ISSO. MAS MINDINHO NÃO CHEGOU A CASAR COM ELA. TENTOU, PORÉM.

Em nenhum momento aqui a anta suspeitou que a Arya fosse matar o Rei da Noite e olha que eles deram pistas… a ênfase em mostrar as cicatrizes na transa dela com o Gendry, o desejo dela encarar de frente a morte e suas várias faces e, por último, o mais óbvio a Melissandre enfatizando que ela fechou muitos olhos… castanhos, verdes e AZUIS que nem o dos White Walkers, depois de ter dito que o cara da espada de fogo – esqueci o nome – Beric? só tinha tido a função de trazê-la viva até ali e ela perguntar para Arya… o que se diz diante do Deus da Morte? Not today! Certo! Aí ela virou Arya XStark sem ter contato com a Speed Force e voou até lá!

FOI BACANA ARYA MATAR O REI DA NOITE. MAS NÃO GOSTEI DA MANEIRA COMO TUDO FOI FEITO, POIS ACABOU DIMINUINDO O VILÃO.

Ao que tudo indica… o Bran, ao dar a adaga do Mindinho de aço valiriano previra aquilo (e eu que achei que ele tinha sido irônico para que a Arya matasse o Mindinho com a própria faca que ele dera na tentativa frustrada de matar o Bran…). Mas eu me pergunto… se a Melisandre igualmente previu que a Arya mataria o Rei da Noite… Então, seria a Arya, a Azor Ahai?

DUVIDO QUE ESSA PROFECIA SIGA EM FRENTE NA SÉRIE. ISSO MEIO QUE FICOU ENTERRADO.

Mas então toda aquela procura dela, assumindo que o Jon era e da outra que achava que a Daenerys era foram apenas para fazer cortina de fumaça, na qual, assumo que cai, pois sempre achei que o Jon fosse o Azor Ahai?!? E a Melisandre só descobriu na batalha?!?

ACHO QUE ELA ERROU…

Continuando… Já que pouparam tantos personagens que esperávamos que morressem nessa batalha podiam, ao menos, ter poupado a magnífica Lyanna Mormont (Sim, Ritter! Com a morte de Jorah é o fim da casa Mormont, assim como suponho que com o susto do primeiro episódio e o menino Umber zumbi pregado na parede na escultura tétrica também foi o fim da casa Umber…). Mas tenho que pontuar que a nossa amada Lyanna foi bad ass até o fim, não! Com os ossos quebrando nas mãos do gigante, ainda conseguiu furar o olho, literalmente, do zumbizão! kkk

SENSACIONAL A MORTE DELA.

Mas sério… que o Jon Snow nunca frequentou as aulas de estratégia com o Capitão Nascimento em Tropa de Elite isso ficou bem claro em Batalha dos Bastardos, na qual ele só pisou na bola e teve o bastardo rabo salvo pela outrora Sonsa, digo, Tansa, digo, Sansa Stark… mas ninguém entre os “brilhantes estrategistas”, inclua-se o Tyrion, o mão da rainha dos mil títulos, foi capaz de alertar da imbecilidade que é jogar um exército de Dothraki em campo aberto no escuro contra um exército zumbi, que não sente dor, medo, cansaço?!? Falar na Daenerys seria uma estratégia bem melhor que jogar uma baforada de fogo no Rei da Noite falar os mil títulos dela para ele… Imaginem só… Sou Daenerys da Casa Targaryen, Primeira de seu nome, Nascida da tormenta, A não queimada,…

ESTRATÉGIA FOI ALGO QUE INEXISTIU NO EPISÓDIO. UMA PENA.

Rei da Noite que nunca fala nada em seu primeiro berro! AAAARRGHHHH! E pega a primeira adaga de vidro de dragão e faz harakiri! Pronto! Acabou a guerra sem baixas! Só entre a audiência que, seguindo o exemplo do Rei da Noite, também fez harakiri!

COMO DISSE, PATÉTICA A MORTE DELE.

Outra… a Melisandre acende as foices do Dothraki, mas nada indica que elas eram feitas de vidro de dragão… obviamente, que aço valiriano também não! Então, eles mandam um monte de Dothraki enfrentar zumbis, sem armas adequadas. O fogo também mata os zumbis, pode dizer alguém, mas até eles serem bem queimados continuam atacando, ou vocês não se lembram do urso zumbi, que matou um monte pegando fogo…

CONFESSO QUE NÃO SEI PARA QUE SERVIU AQUELES FOGUINHOS…

“Bem inteligente” estratégia! Ela não podia prever que ia “dar ruim” e acrescentar mais zumbis para o exército já grande? Ninguém foi capaz de pensar que a melhor estratégia era manter todos eles afastados o máximo possível, minimizando as baixas entre o próprio exército o máximo de tempo possível e usar os dragões para queimarem o exército o máximo possível até que o Rei da Noite decidisse, pelas baixas nas tropas dele sair da moita? Ou melhor das nuvens, que impediram o tempo todo de saber quem era quem nas batalhas de dragões! Sério! Que cenas mal feitas!

COMO DISSE, NÃO HOUVE ESTRATÉGIA NO EPISÓDIO.

Realmente, fica a decepção que o episódio poderia ter sido bem melhor, ter mortes mais relevantes (e poupado a Lyanna!), ser muito mais tenso (eu quase tive vários infartos em Batalha dos Bastardos, nesse apenas na magnífica cena da Arya na biblioteca!).

EXATO!

E podiam ter feito um guia GOT do que fazer para Westeros não virar a Zumbilândia! Credo! Fizeram de tudo para perder essa guerra! #SóAryaSalva
Abraços!
Leandro

Abs,
Ritter.

Responder
Leandro 6 de maio de 2019 - 21:00

Valeu pela consideração, Ritter!
Agora é arranjar tempo para comentar o novo episódio que só consegui terminar de ver faz pouco… Difícil, pois tenho que preparar uma prova de termodinâmica para essa quinta!
Abraços!
Leandro

Responder
planocritico 7 de maio de 2019 - 00:35

Volte sempre!

Abs,
Ritter.

Responder
Leandro 4 de maio de 2019 - 00:59

Eu sempre leio os comentários aqui, mas raramente comento não por falta de consideração, mas pela mais absoluta falta de tempo.
Eu queria fazer algumas perguntas para ver se só eu reparei nisso…
Nessa nova abertura muito legal por sinal… Não sei se vocês repararam naquele anel de metal que circula em torno do sol?
Em uma parte há um lobo pregado na lareira, que na verdade, lembra mais o menino Umber do que um Stark, por isso, não sei se foi uma referência e talvez o Rei da Noite com cabeça de lobo cortada e vários peixes e corvos mortos ao redor (referência a um massacre de Tullys e da Patrulha da Noite ou ao Bran, o Corvo de 3 Olhos, nosso White “Not” Walker?), mas há um leão parada em frente, dando a impressão que irá logo atacar, o que faz sentido pela única boa estrategista entre todos, a realmente magnífica, atual rainha Cersei…
Outra observação…
Sansa fala que Tyrion foi o melhor de todos os “noivos/maridos” dela… Tento lembrar os outros noivos dela… o detestável Joffrey “Babaqheon” (se bem que o título de “Babaqheon” fica mais adequado no irmão dele Tommen… patético como “Babaqheon”, assim como se assumisse o “Hammister”, menos que um rato! kkk), o primo retardado dela foi também? -, o horrível Ramsay e, por último, e quase, o Mindinho. Foi isso? Que time, hein? kkk
Em nenhum momento aqui a anta suspeitou que a Arya fosse matar o Rei da Noite e olha que eles deram pistas… a ênfase em mostrar as cicatrizes na transa dela com o Gendry, o desejo dela encarar de frente a morte e suas várias faces e, por último, o mais óbvio a Melissandre enfatizando que ela fechou muitos olhos… castanhos, verdes e AZUIS que nem o dos White Walkers, depois de ter dito que o cara da espada de fogo – esqueci o nome – Beric? só tinha tido a função de trazê-la viva até ali e ela perguntar para Arya… o que se diz diante do Deus da Morte? Not today! Certo! Aí ela virou Arya XStark sem ter contato com a Speed Force e voou até lá! Ao que tudo indica… o Bran, ao dar a adaga do Mindinho de aço valiriano previra aquilo (e eu que achei que ele tinha sido irônico para que a Arya matasse o Mindinho com a própria faca que ele dera na tentativa frustrada de matar o Bran…). Mas eu me pergunto… se a Melisandre igualmente previu que a Arya mataria o Rei da Noite… Então, seria a Arya, a Azor Ahai? Mas então toda aquela procura dela, assumindo que o Jon era e da outra que achava que a Daenerys era foram apenas para fazer cortina de fumaça, na qual, assumo que cai, pois sempre achei que o Jon fosse o Azor Ahai?!? E a Melisandre só descobriu na batalha?!?
Continuando… Já que pouparam tantos personagens que esperávamos que morressem nessa batalha podiam, ao menos, ter poupado a magnífica Lyanna Mormont (Sim, Ritter! Com a morte de Jorah é o fim da casa Mormont, assim como suponho que com o susto do primeiro episódio e o menino Umber zumbi pregado na parede na escultura tétrica também foi o fim da casa Umber…). Mas tenho que pontuar que a nossa amada Lyanna foi bad ass até o fim, não! Com os ossos quebrando nas mãos do gigante, ainda conseguiu furar o olho, literalmente, do zumbizão! kkk
Mas sério… que o Jon Snow nunca frequentou as aulas de estratégia com o Capitão Nascimento em Tropa de Elite isso ficou bem claro em Batalha dos Bastardos, na qual ele só pisou na bola e teve o bastardo rabo salvo pela outrora Sonsa, digo, Tansa, digo, Sansa Stark… mas ninguém entre os “brilhantes estrategistas”, inclua-se o Tyrion, o mão da rainha dos mil títulos, foi capaz de alertar da imbecilidade que é jogar um exército de Dothraki em campo aberto no escuro contra um exército zumbi, que não sente dor, medo, cansaço?!? Falar na Daenerys seria uma estratégia bem melhor que jogar uma baforada de fogo no Rei da Noite falar os mil títulos dela para ele… Imaginem só… Sou Daenerys da Casa Targaryen, Primeira de seu nome, Nascida da tormenta, A não queimada,…
Rei da Noite que nunca fala nada em seu primeiro berro! AAAARRGHHHH! E pega a primeira adaga de vidro de dragão e faz harakiri! Pronto! Acabou a guerra sem baixas! Só entre a audiência que, seguindo o exemplo do Rei da Noite, também fez harakiri!
Outra… a Melisandre acende as foices do Dothraki, mas nada indica que elas eram feitas de vidro de dragão… obviamente, que aço valiriano também não! Então, eles mandam um monte de Dothraki enfrentar zumbis, sem armas adequadas. O fogo também mata os zumbis, pode dizer alguém, mas até eles serem bem queimados continuam atacando, ou vocês não se lembram do urso zumbi, que matou um monte pegando fogo…
“Bem inteligente” estratégia! Ela não podia prever que ia “dar ruim” e acrescentar mais zumbis para o exército já grande? Ninguém foi capaz de pensar que a melhor estratégia era manter todos eles afastados o máximo possível, minimizando as baixas entre o próprio exército o máximo de tempo possível e usar os dragões para queimarem o exército o máximo possível até que o Rei da Noite decidisse, pelas baixas nas tropas dele sair da moita? Ou melhor das nuvens, que impediram o tempo todo de saber quem era quem nas batalhas de dragões! Sério! Que cenas mal feitas!
Realmente, fica a decepção que o episódio poderia ter sido bem melhor, ter mortes mais relevantes (e poupado a Lyanna!), ser muito mais tenso (eu quase tive vários infartos em Batalha dos Bastardos, nesse apenas na magnífica cena da Arya na biblioteca!).
E podiam ter feito um guia GOT do que fazer para Westeros não virar a Zumbilândia! Credo! Fizeram de tudo para perder essa guerra! #SóAryaSalva
Abraços!
Leandro

E o ator que faz o Rei da Noite é a lata do Corvo de Três Olhos Bran Stark! kkk Não é à toa que existe aquela teoria, pelo visto, furada! kkk

Responder
Leonardo Tahan 2 de maio de 2019 - 14:36

Decepcionante amigos. Frustrado com a covardia nessa temporada. Lamentável a condução do roteiro. Triste com os anos de produção para este fechamento sem peso, sem criatividade e sem tensão. Assisti como se fosse um filme de sessão da tarde. Atuações patéticas. Parece que os atores desistiram da série.

Responder
planocritico 2 de maio de 2019 - 18:12

Achei que a atriz que faz a Ary mandou bem. Os demais bons atores nem apareceram, pois só ganharam algum destaque os péssimo Jon Snow e Daenerys…

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Sette Pinheiro 2 de maio de 2019 - 13:26

Meu filho de 5 anos teria acabado com a batalha em 5 segundos pelos WW.

Blizzard + Dragao em Winterfell + jantinha e gogo sul….Volte ó grande boss chef ice darth maul e faz direito…

Responder
planocritico 2 de maio de 2019 - 18:11

Seu filho deveria ter dado uma mãozinha nesse roteiro aqui…

Abs,
Ritter.

Responder
Wellington Rodrigo Quitério 1 de maio de 2019 - 13:26

O pessoal que reclama da Arya ter sido um Deus Ex Machina…
A menina treinou desde a infância para ser uma assassina silenciosa e impiedosa, “gata dos canais”, conhece Winterfell como as palmas da mão, subia nos telhados, nas arvores, entrava por janelas. Preferiam o barulhento e pesado do Jhon? Achei coerente.
Realmente desperdiçaram ótimos momentos, pra mim o destaque foi para Arya, Sansa e Tyrion.
P.S: acho que não sobrou só um dragão, no teaser do próximo ep aparecem dois voando.

Responder
planocritico 2 de maio de 2019 - 18:02

Arya matar o Rei da Noite é coerente e bacana. Mas essa sua função não foi construída e a sequência em si desperdiça 8 anos de construção de um personagem vilanesco que se vai com uma facada.

Abs,
Ritter.

Responder
marcio martins 5 de maio de 2019 - 11:31

Queria que fosse como!? Kkkkk

Responder
planocritico 5 de maio de 2019 - 13:45

Coerente com o que foi desenvolvido e construído.

Abs,
Ritter.

Responder
Gustavo Souto 3 de maio de 2019 - 00:05

O problema não foi ela matar… e sim como matou. Foi uma merda.

Responder
planocritico 3 de maio de 2019 - 13:01

Exatamente o que eu acho.

Abs,
Ritter.

Responder
Roger Jr 1 de maio de 2019 - 12:58

Tbm achei que este episódio destoou do tom de toda a série. Parecia um filme B de ação, destes que às vezes algum estúdio tem a coragem de financiar e jogar no cinema num fds aleatório onde não há nada melhor em exibição. Me lembrou aquele filme na Muralha da China, com “aliens”.

George R. R. Martin deve ter jogado a “máquina de escrever” na tela da TV, depois de assistir este episódio.

Responder
planocritico 2 de maio de 2019 - 18:02

Também não achei tão fraco assim não. Tiveram alguns bons momentos!

Martin está é nadando no dinheiro dele e não quer mais saber de escrever…

Abs,
Ritter.

Responder
Willames Rodrigues 1 de maio de 2019 - 11:48

Eu achei esse episódio muito frustrante. Toda a espectativa que foi gerada durante 8 temporadas pro Rei da Noite morrer com uma facada de uma menina de 11 anos?!?! E a forma como foi, que bizarro, como ela conseguiu passar pelos outros WW sem ser notada? Como sei aquele salto e veio de cima se ela deveria estar no chão? A não ser que ela estivesse em cima da árvore.
Eu entendo que a série trata de uma guerra de tronos, mas sinceramente pensava que a guerra maior seria contra os WW e não entre eles. Achei a resolução muito fácil, rápida e precipitada.
E o coitado do Jon Snow, parecia uma barata tonta, não fez nada de relevante o episódio inteiro.

Responder
planocritico 2 de maio de 2019 - 18:02

Para a construção que foi feita, a resolução da trama dos zumbis foi realmente rápida demais.

Abs,
Ritter.

Responder
Alexandre Tessilla 30 de abril de 2019 - 18:51

Até a sexta temporada a série ia bem, mas depois que passou a seguir um caminho sem a influência dos livros, mudou o tom. Com ares mais cinematográficos e pouca engenhosidade, se tornou previsível. Eu ainda adoro a série, mas parece com aquelas séries boas que perdem seu roteirista no meio do caminho e tenta achar seu tom seguindo a linha de agradar os fãs. Espero que surpreenda no final, independente de qual final seja. Se não for bom, ainda resta um final alternativo no livro. Se George RR Martin ainda não finalizou sua obra, é que ele sabe que muita coisa deve ser minimamente pensada.

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 19:08

É a sensação que dá. GoT tornou-se uma série dirigida pelo “gosto popular” e aí degringolou um pouco…

Abs,
Ritter.

Responder
Zoom 3 de maio de 2019 - 21:56

sem querer ofender mas quem pensa assim são gente que não assisti a serie a fica seguindo onda da internet, sexta temporada apesar do arco do pardal ser muito chato(só por causa do próprio personagem), o restante foi mesmo nível das temporadas passadas, season final então pqp pra mim a melhor de toda a serie, a 7 temporada o que aconteceu foi que quiseram acelerar demais a serie muita coisa sem explicação, bom sobre esse episodio eu tinha feito um textão contrariando vcs, ja que parece que não conhece muita coisa do universo, mas melhor deixar quieto.

Responder
planocritico 4 de maio de 2019 - 00:15

Claro. Melhor fugir da raia quando não se tem argumentos, só essa postura passiva-agressiva que não engana ninguém. – Ritter.

Responder
Zoom 5 de maio de 2019 - 17:20

bom não era essa minha intenção perdão, mas seus argumentos pra mim foram muito fracos, vi vc falando que depois da quinta a serie virou fã-service, que por sinal ridículo esse comentário, sexta temporada tirando o alto pardal que era um péssimo personagem mesmo o resto foram mesmo nivel das anteriores, tirando a season final que pra mim foi a melhor de toda a serie, a sétima sim foi mais fraca com diálogos bem meh, e foi tudo meio corrido mas tbm se deve ao fato da diminuição de episódios e entre outras coisas, sabe o engraçado se por exemplo tivesse acontecido a lenda o azor ahai e sei la o jon matasse a dany pra derrotar o rei da noite me diz vc não ia achar fã-service tbm.

Ruqui 30 de abril de 2019 - 18:24

“A lot of the problem is that a lot of people don’t know how to tune their TVs properly,”

https://www.wired.co.uk/article/game-of-thrones-too-dark-to-see

Viram? A culpa é nossa. Aliás, a culpa é de todo mundo, menos deles.

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 18:42

Palhaçada…

Como se o problema do episódio tivesse sido só a escuridão…

Abs,
Ritter.

Responder
FabioRT 30 de abril de 2019 - 10:59

Eu não vejo a série…sou um dos poucos seres terrestres que está esperando o George Martin encerrar os livros pra fazer isso kkkk…Não vi um episódio sequer
Mas o grande problema não teria sido a resolução baixa da imagem da HBO ??? Para batalhas noturnas baixa resolução acaba com qualquer coisa…ainda mais com os olhos atuais acostumados de FULL HD pra cima …o Ideal seria ver o episódio de novo com resolução ótima e estável pra ver se a real qualidade não se sobrepões aos problemas narrativos…já que problemas de transmissão realmente acabam com a imersão do telespectador

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 11:39

@fabiort:disqus , você realmente é uma raridade!

Sobre a questão da resolução baixa, de fato foi um problema. Mas eu revi o episódio sem esse problema da transmissão e a fotografia demasiadamente escura continua atrapalhando muito, assim como a péssima montagem. E isso sem contar com os graves problemas de roteiro…

Abs,
Ritter.

Responder
FabioRT 30 de abril de 2019 - 12:01

Viiixiiiii !!! Que pena !! Espero que os problemas de roteiro não sejam encontrados também no livro…se é que um dia ele existirá hahahaha

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 18:42

Pois é… Foram dar dinheiro demais para o Martin e ele relaxou. Foi viver a vida louca e esqueceu dos livros…

Abs,
Ritter.

Responder
Éder 30 de abril de 2019 - 10:49

Ouvi alguns amigos que assistiram antes dizendo o espetáculo que foi o epi: “o melhor epi de todas as séries” (olha a audácia, rs); “epi excelente”, etc… E eu me desviando de spoilers igual Neo desviando das balas. E enfim, ontem à noite assisti ao epi e minha reação foi como a nota da crítica (talvez 2,5 mas 3 é merecido). GOT não me surpreende mais como outrora e talvez ter ultrapassado o material base seja o grande problema para os roteiristas/diretores. Muitas decisões idiotas, que gente isso não é possível… O inverno está chegando desde o 1º epi da 1ª temp. e quando chega o resultado é frustrante em minha opinião. O epi Hardhome, que tbm lida com whitewalkers foi muito mais imersivo e tenso pra mim. Deus ex machina foi a solução da “The Long Night”.

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 11:48

Eu entendo seus amigos. Para alguns, GoT é sem paralelo e a empolgação cria inevitavelmente distorções como essa. Eu gosto muito de GoT, mas a série perdeu muito a qualidade ao longo dos anos, tornando-se cada vez mais simplificada e, arriscaria dizer, genérica.

The Long Night foi bem frustrante por ter sido apressado demais para finalizar um arco que vinha sendo desenvolvido desde o começo como o grande momento da série.

Abs,
Ritter.

Responder
Igor Pinheiro de Souza 30 de abril de 2019 - 10:05

A BATALHA DE WINTERFELL

O 3° episódio dessa temporada de Game of Thrones foi decepcionante como já era esperado por qualquer pessoa com o mínimo de sensatez que já tinha percebido o que a série havia se tornado. A batalha criou grandes expectativas e chegava a ser mencionada como a que se tornaria a melhor da televisão e do cinema, superando a Batalha do Senhor dos Anéis. Ela claramente não fez isso, e apesar das cenas de batalha de modo geral terem sido boas, teve erros que não podem ser ignorados. Esses erros vem principalmente da má edição e iluminação da batalha, que fez com que muitos reclamassem da dificuldade de enxergar e entender as cenas.

No roteiro a série se mostra totalmente decepcionante como vem se mostrando desde a 4° temporada. A Melisandre aparece do nada depois de um bom tempo sumida. Onde ela estava? O que fazia? Como e por que apareceu naquele exato momento? Ela desistiu de toda a ideia de um Azor Ahai e de procurar por ele, e depois simplesmente foi pra algum lugar pra ficar até a luta começar e apareceu exatamente naquele momento, já sabendo inclusive quem ia derrotar o Rei da Noite? Depois ainda vem aquela fala ridícula de que o Beric ressuscitou 68998990 vezes SÓ pra salvar a Arya. Falando em salvar, o episódio foi regado a deus ex machina. Jon está sendo atacado pelo exército dos mortos mas então Daenerys ex machina aparece para salvar ela. E retribuem isso a ela logo depois, com Jon saindo e deixando ela sozinha e Jorah ex machina aparecendo do nada para salva-la quando ela estava em perigo. A resolução da batalha entre os humanos e os WW é em si um deus ex machina. Arya chega do nada, passa despercebida por todos os outros WW e mata o Rei da Noite, acabando assim com toda a guerra. Além de ser um deus ex machina consegue ser completamente incoerente com a construção do Azor Ahai e de personagens que se encaixavam ali. Todo o plot de Melisandre que teve basicamente como objetivo nos apresentar o Azor Ahai e profetizar sua volta foi inútil? Inseriram o deus R’hllor, os sacerdotes vermelhos (mais de um contando com o Thoros e com a Kinvara que aparece brevemente em Meereen), as menções a profecia e a Luminífera pra tudo isso ser simplesmente descartado no final e um personagem aleatório ser o grande herói? Essa cena da Arya matando o Rei da Noite parece no fim apenas uma solução para a situação que eles colocaram apenas porque esperavam que gerasse surpresa, sem coerência e sem nenhuma construção. Outra coisa que muito desapontou foi o modo como tornaram os dragões totalmente inúteis na série. Os dragões são seres mágicos, nos é mostrado inclusive que a magia voltou a despertar no mundo com o seu retorno, mas por algum motivo eles parecem não servir pra quase nada. Por que motivo o Rei da Noite é totalmente imune ao fogo de dragão e só pode ser morto por aço valiriano quando o próprio aço valiriano era forjado usando o fogo de dragão? Qual a explicação pra isso? A única serventia disso foi basicamente dar pros fãs da série que acham que os Targaryen são imunes ao fogo, mais base para eles montarem teorias loucas de que o Rei da Noite é Targaryen. Aliás, não duvido nada que os produtores da série tenham tirado essa ideia de alguma teoria do tumblr nesse estilo.

O episódio, entretando, não foi de todo ruim. Os efeitos especiais como sempre foram razoáveis e a luta entre dragões foi interessante, me fazendo lembrar da Dança dos Dragões e das descrições de batalhas em dragões que teve ali. A redenção e morte do Theon foi emocionante. A morte do Jorah me tocou igualmente.

Mas, no fim de tudo, o que mais gostei do episódio foi que ele me deixou aliviado, com a certeza absoluta de que os livros seguirão um caminho totalmente diferente.

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 10:38

Belo comentário!

Sobre sua esperança, isso se o Martin voltar a escrever, pois o sujeito parece ter preguiça eterna de levantar a caneta…

Abs,
Ritter.

Responder
Ex Cartman 1 de maio de 2019 - 01:31

eu entendo ele, o cara ja é idoso, pode ir a qualquer momento e começa a chover dinheiro causa da série. Vc iria ficar trabalhando ou aproveita a grana antes que morra? hauhuahua

Responder
planocritico 1 de maio de 2019 - 01:46

Não deve mesmo ser muito longe da verdade!

Abs,
Ritter.

Responder
Igor Pinheiro de Souza 30 de abril de 2019 - 18:51

A BATALHA DE WINTERFELL

O 3° episódio dessa temporada de Game of Thrones foi decepcionante como já era esperado por qualquer pessoa com o mínimo de sensatez que já tinha percebido o que a série havia se tornado. A batalha criou grandes expectativas e chegava a ser mencionada como a que se tornaria a melhor da televisão e do cinema, superando a Batalha do Senhor dos Anéis. Ela claramente não fez isso, e apesar das cenas de batalha de modo geral terem sido boas, teve erros que não podem ser ignorados. Esses erros vem principalmente da má edição e iluminação da batalha, que fez com que muitos reclamassem da dificuldade de enxergar e entender as cenas.

No roteiro a série se mostra totalmente decepcionante como vem se mostrando desde a 4° temporada. A Melisandre aparece do nada depois de um bom tempo sumida. Onde ela estava? O que fazia? Como e por que apareceu naquele exato momento? Ela desistiu de toda a ideia de um Azor Ahai e de procurar por ele, e depois simplesmente foi pra algum lugar pra ficar até a luta começar e apareceu exatamente naquele momento, já sabendo inclusive quem ia derrotar o Rei da Noite? Depois ainda vem aquela fala ridícula de que o Beric ressuscitou 68998990 vezes SÓ pra salvar a Arya. Falando em salvar, o episódio foi regado a deus ex machina. Jon está sendo atacado pelo exército dos mortos mas então Daenerys ex machina aparece para salvar ela. E retribuem isso a ela logo depois, com Jon saindo e deixando ela sozinha e Jorah ex machina aparecendo do nada para salva-la quando ela estava em perigo. A resolução da batalha entre os humanos e os WW é em si um deus ex machina. Arya chega do nada, passa despercebida por todos os outros WW e mata o Rei da Noite, acabando assim com toda a guerra. Além de ser um deus ex machina consegue ser completamente incoerente com a construção do Azor Ahai e de personagens que se encaixavam ali. Todo o plot de Melisandre que teve basicamente como objetivo nos apresentar o Azor Ahai e profetizar sua volta foi inútil? Inseriram o deus R’hllor, os sacerdotes vermelhos (mais de um contando com o Thoros e com a Kinvara que aparece brevemente em Meereen), as menções a profecia e a Luminífera pra tudo isso ser simplesmente descartado no final e um personagem aleatório ser o grande herói? Essa cena da Arya matando o Rei da Noite parece no fim apenas uma solução para a situação que eles colocaram apenas porque esperavam que gerasse surpresa, sem coerência e sem nenhuma construção. Outra coisa que muito desapontou foi o modo como tornaram os dragões totalmente inúteis na série. Os dragões são seres mágicos, nos é mostrado inclusive que a magia voltou a despertar no mundo com o seu retorno, mas por algum motivo eles parecem não servir pra quase nada. Por que motivo o Rei da Noite é totalmente imune ao fogo de dragão e só pode ser morto por aço valiriano quando o próprio aço valiriano era forjado usando o fogo de dragão? Qual a explicação pra isso? A única serventia disso foi basicamente dar pros fãs da série que acham que os Targaryen são imunes ao fogo, mais base para eles montarem teorias loucas de que o Rei da Noite é Targaryen. Aliás, não duvido nada que os produtores da série tenham tirado essa ideia de alguma teoria do tumblr nesse estilo.

O episódio, entretando, não foi de todo ruim. Os efeitos especiais como sempre foram razoáveis e a luta entre dragões foi interessante, me fazendo lembrar da Dança dos Dragões e das descrições de batalhas em dragões que teve ali. A redenção e morte do Theon foi emocionante. A morte do Jorah me tocou igualmente.

Mas, no fim de tudo, o que mais gostei do episódio foi que ele me deixou aliviado, com a certeza absoluta de que os livros seguirão um caminho totalmente diferente.

Responder
Felipe 30 de abril de 2019 - 01:27

Rei da Noite, o personagem mais overpower da série, que o tempo inteiro pareceu estar um passo a frente de todos, morrer daquele jeito? Frustrante.
Gosto do Jon Snow mas as vezes não tem como aceitar certas atitudes do personagem, sinceramente não sei o que ele pensa que é, primeiro corre em direção ao Rei da Noite e depois grita na frente de um dragão? Se fosse o mesmo GoT das primeiras temporadas, Jon já estaria enterrado a muito tempo. Minhas expectativas para esse episódio eram muito altas e acabei me decepcionando, não que tenha sido ruim mas poderia ter sido muito melhor, principalmente depois do que foi o Ep.2

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 10:05

Havia mesmo expectativas altas e, infelizmente, para mim, o episódio não funcionou do jeito que deveria ter funcionado.

Abs,
Ritter.

Responder
Anônimo 30 de abril de 2019 - 00:05
Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 10:05

Não tenho como discordar de nada!

Abs,
Ritter.

Responder
O Homem do QI200 29 de abril de 2019 - 23:58

Perfeita crítica, esse ep. me iludiu.

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 10:05

Obrigado!

Abs,
Ritter.

Responder
Nicollas 29 de abril de 2019 - 23:41

Houveram bons momentos,mas 2 minutos de cenas boas em um episódio de 1h20 não tornam ele bom.No final eu só gostaria de ter conseguido enxergar alguma coisa.Estou vendo muita gente reclamar do CGI,mas pra ser sincero,nem isso consegui perceber.

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 10:05

No final das contas, a fotografia escura demais atrapalhou, mas não foi nem de longe o único problema.

Abs,
Ritter.

Responder
Ítalo Gabriel 29 de abril de 2019 - 23:22

Acho que o aspecto que mais gostei nesse episódio foi a trilha sonora e o respeito que ela teve por cada personagem. A presença dos temas The Red Woman e Army of the Dead quando os respectivos personagens aparecem é simplesmente fantástico, além do equilíbrio desses temas na mistura com as músicas “inéditas”. É muito de raro de ver isso acontecer por exemplo em filmes de super-heróis.

Foi muito estranho ver soldados usando arco e flecha em um espaço tão pequeno pra proteger o Bran.

Eu acredito que teria sido mais justo com os fãs uma batalha final contra o rei da noite com vários personagens, mais ou menos como aconteceu com Thanos em Ultimato, cada um tentando do seu jeito derruba-lo e falhando para em seguida usar a Arya como ultimo recurso. Teria sido mais interessante do meu ponto de vista. É uma pena que que os outros White Walkers foram desperdiçados no episódio, jurava que eles super iriam detonar ali.

Apesar de eu ter gostado bastante do episódio, ficou parecendo que todo esse arco do Rei da Noite não passou de um filler.

Como episódio de uma série de aventura, funciona muito bem, mas como episódio de uma série como Game of Thrones é apenas medíocre no sentido mais literal da palavra. Parece que o problema está nesses dois roteiristas, toda vez que os caras escrevem algo problemas passados são repetidos… Bem… Esperar o que do cara que escreveu o roteiro de X-men Origens: Wolverine?

Acho que não tem mais chances dessa temporada bater a sua melhor que foi a quarta, mas ainda da tempo de passar por cima das últimas três.

PS: Bran ficou o episódio inteiro tentando se conectar com a HBO GO (roubei essa piada do Twitter).

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 10:14

“Apesar de eu ter gostado bastante do episódio, ficou parecendo que todo esse arco do Rei da Noite não passou de um filler.”

Cara, acho que você resumiu bem… Uma pena…

Abs,
Ritter.

Responder
Marcelo K 30 de abril de 2019 - 12:42

Seu comentário é bom; só pediria para se ater de dar spoilers de Ultimato. O filme estreou há menos de uma semana e muita gente, como eu, ainda não o assistiu. Grato!

Responder
nuwgott 29 de abril de 2019 - 23:09

Muitos aqui criticam a falta de estratégia, mas, para mim este foi o ponto alto do episódio. Qualquer estratégia desaparece a partir do momento que você tem diante de si uma avalanche de criaturas que não combatem com o uso da razão. Literalmente isso, uma avalanche. Não há tempo para pensar.

Eu gosto do Jon Snow naquilo que o personagem tem a cumprir: que desconhece as razões, desconhece quem é, desconhece os caminhos e mesmo não se sentindo digno e capaz: ele está lá. Ele é gente como a gente, e só ele tem esta característica em toda a série. O momento do episódio em que ele tenta chegar até Bran mas não consegue de forma alguma por causa do dragão foi para mim um momento incrível.

Os pontos fracos para mim foram:

1 – A marcha dos dothrakis. Embora tenha sido esteticamente agradável, foi absurda. Todos sabiam que aquele pequeno grupo não seria capaz de deter o exército do rei da noite. Além do mais, atacaram às cegas em um momento que era possível utilizar da razão. O efeito emocional à princípio foi interessante, mas se perde quando percebemos a tolice.

2 – Daenerys, ela sempre será um ponto negativo. Personagem muito mal interpretado.

3 – Acho que todo mundo já sabia que a Arya iria aparecer ali. Conclusão foi frustante, e a cena estava linda mas tinha aquele gosto de que já se sabia o que iria acontecer. No mínimo era para ter se construído alguma narrativa entre o Senhor da Noite e o Corvo de Três Olhos. Pois não existia um contexto pessoal que nos fizesse entender qual a importância daquilo tudo.

4 – GoT já acabou faz tempo.

Eu gostei do episódio no sentido emocional. Não curto muito o fato de que o público hoje em dia assiste tudo com olhos de especialistas. A emoção estava lá, o medo e o horror. Foi um episódio bom de GoT, dentro do contexto de uma narrativa que já se enfraqueceu há muito tempo.

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 10:14

Mas, @nuwgott:disqus , estratégia é montada antes de acontecer a guerra. E muitos ali são soldados profissionais, acostumados a lidar com situações limite. Era perfeitamente possível ter seguido um semblante de estratégia. O problema é que ela inexiste no episódio inteiro. A defesa do castelo foi igual ao ataque: descerebrada.

Abs,
Ritter.

Responder
Léon 29 de abril de 2019 - 22:53

Yo estoy perplexado com este episódio. Porém não uma perplexacidade boa, mas ruim. O que danado foi aquela escuridão toda da fotografia? Ok, a noite é escura e cheia de horrores. Porém, eu só vi o escuro porque os horrores estavam borrados demais. Juro que achei que o problema fosse da minha televisão.

Melissandre, querida, que bom que você apareceu para acender uns fogozinhos, porque eu não ia ver nada já que os dois dragões de Daenerys estavam sem combustível, economizando nas chamas o quanto podiam. Ah! Antes que eu me esqueça: sério que você durou OITO temporadas para morrer daquele jeito? Tirando um colar (que tu já havia tirado antes para dormir peladinha no frio de Castelo Black) para dar cinco passos e virar pó? Miga, me conta, tu foi atingida pela “técnica mortal dos cinco pontos que explodem o coração quando você dá cinco passos”? Porque eu não tinha percebido isso. Força aí com o Senhor da Luz!

A cena da Arya na biblioteca conversou bem com cenas de filmes de terror sobre zumbis. Uma das minhas favoritas do episódio e que me fez pensar que os filmes da saga Resident Evil deviam ter continuado nessa mesma pegada e não no que se transformou…

E mais uma vez Jon Snow não mostra para quê veio (e voltou) para este mundinho de Westeros e cia. Quando disseram que o povo incapacitado de lutar ia para as criptas eu pensei a mesma coisa: “Aham. Porque criptas geralmente NÃO guardam cadáveres que podem ser ressuscitados por quem pode ressuscitar…” A Sansa inteligente, que foi a única a perceber que a Cersei não cumpriria com a palavra, devia ter pensado nisso. Também acho que isso foi só por motivos estéticos e para chocar como foram as cenas das espadas em chamas e depois delas se apagando. Sério, uma coisa que eu realmente fiquei sem entender – e pode não precisar de explicação, mas eu fiquei sem entender mesmo: quando Bran/Corvo de Três Olhos diz que já vai indo e se apossa da mente de vários corvos e voa para perto do Rei da Noite, foi para quê isso? Para atrair ele e dizer onde estava? (o que não seria necessário). Para ver onde o Rei da Noite estava e avisar aos combatentes (o que ele claramente não fez). Ou ele foi para outro canto que ainda não foi revelado, mas será mais para o fim, mostrando que a cena não foi só para encher linguiça e gastar com mais CGI escuro? Enfim, esse foi um episódio que eu gostei e não gostei ao mesmo tempo. Concordo plenamente com as três estrelas.

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 10:14

“Miga, me conta, tu foi atingida pela “técnica mortal dos cinco pontos que explodem o coração quando você dá cinco passos”?”

HAHAHHAHAHHAAHAHAHAHAHAHAH

Cara, eu tô morrendo aqui com essa!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Isac Marcos 29 de abril de 2019 - 22:45

Ritter como sempre, cirúrgico! Ótimo ler um texto crítico de qualidade, sem fingir os problemas só por que gosta da obra.
Fora a fotografia noturna à la TekPix (2° grande problema ao meu ver), a guerra sem estratégia foi o pior. Uma pena para o que se ensejava e o que poderia acontecer.
E não ter uma batalha mínima com o Rei da Noite (nem explicar quem ele era antes de transformação) foi broxante. Adoro a Arya, mas a inspiração ladino dela ficou mega apelativa. Nem nas mesas de RPG conseguimos tanto rsrs.
No mais é esperar que a guerra com viés político seja mais “clara” e mais empolgante.
E com a Cersei na estaca rsrsrs.

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 10:14

Guerra sem estratégia significa episódio sem roteiro. Foi tipo “para que estratégia se o legal é ver um bando de zumbi atacando as pessoas de qualquer jeito?”.

Mas, realmente, apesar de ter sido conceitualmente bacana a Arya ter sido a que resolve tudo, a facilidade como a coisa acontece é irritante. Faltou realmente um combate com o Rei da Noite, algo que trouxesse perigo real (pois em relação ao Bran eu queria mais era que o azulzinho enforcasse ele…).

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel 29 de abril de 2019 - 22:39

Adorei o episódio. O grande problema dele é a escuridão que de fato nos tira um pouco da ação, mas ainda assim é uma batalha muito boa. Theon não mereceu morrer, aliás eu errei todas as mortes do episódio, achando também que eles iriam perder aquela batalha, foi bem imprevisível. O momento de Arya matando o Rei da Noite é sensacional, eu gritei nesse momento incrível. O episódio também tem muitos cortes rápidos, mas quando algum principal aparece, até que não fica tão ruim assim, dá pra identificar bem. Pra mim foi o melhor episódio da série. Apesar desses problemas, o que foi entregue foi uma batalha muito épica de uma hora, com uma luta atrás da outra que fazem parte de algo que esperamos há muito tempo. A temporada tá muito boa e agora é hora deles irem pra cima da Cersei, eu quero ver essa mulher morrendo logo, ela é uma das maiores vilãs. Teve momentos do episódio que eu achei que ia morrer pelo menos 90% do elenco, com a quantidade excessiva de mortos, e foi lá a Arya e salvou a pátria, essa garota é uma monstra!!!! E que venha Norte X Sul pra fechar a história de modo mais épico.

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 12:40

Achei que Theon tinha que morrer. É o fechamento perfeito para seu arco sofrido. Eu só não gostei muito dele correr para a morte daquele jeito. Mas não foi ruim não.

Mas o episódio não funcionou bem para mim. A batalha não só foi escura, como foi confusa e dispersa, sem destaque para ninguém que não fosse a Arya em sua sidequest. E a morte simplista do Rei da Noite foi a cereja no bolo. O grande vilão mitológico, construído ao longo de oito temporadas, vira pó com um canivete em cinco segundos na primeira grande batalha além da muralha…

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel 1 de maio de 2019 - 19:28

Pra uma série que pra mim é longe de ser aquela obra prima que todo mundo aí fala, não achei novidade a escuridão e a bagunça que foi a direção da batalha. Gostar eu gostei, mas não dá pra ficar satisfeito com uma batalha com esses sérios problemas. Achei ótima vendo no momento, mas depois ela nem vai ficar mais tão marcada pra mim depois por causa da escuridão, eu acho um absurdo eles terem deixado esse erro passar. No caso do Rei da Noite, a morte dele poderia ter sido bem melhor, mas foi muito boa não minha opinião, pois é surpreendente ver Arya o matando do nada, daquele jeito e naquele momento, foi a melhor cena do episódio. Achei ridículo as cenas das lutas com os dragões, não dava pra ver metade do que tava acontecendo, foi um porre. Jon Snow no episódio foi mais ou menos e Danerys não brilhou em nada também, dois personagens que tinham que brilhar e só estavam ali pra enfeitar o episódio. Ainda assim eu gostei demais do episódio, ainda mais com as lutas que foram legais. Arya foi demais, melhor heroína do episódio. A batalha funcionou pra mim, mas levemente.

Responder
planocritico 2 de maio de 2019 - 18:02

Todas as sequências da Arya foram muito boas se vistas separadamente. O problema é que, no contexto, a morte do Rei da Noite daquele jeito foi frustrante.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Carvalho 29 de abril de 2019 - 22:27

Concordo com todas as palavras. E olha que eu acho que tem momentos muito bacanas no episódio, como aqueles enquadramentos que amamos ver em GOT: Beric segurando na parede enquanto é esfaqueado para não deixar os mortos passarem, por exemplo. Outro destaque: a cena da Lyanna morrendo e matando o gigante também é muito boa, porque complementa, num sentido de dignidade por lutar até o fim, a imediatamente anterior, que tinha o Beric convencendo o Cão a ajudar Arya.

O problema é que o episódio é extremamente mal montado, repetitivo e meio burro na verdade – estrategicamente é completamente questionável. Um exemplo: “The Long Night” começa com o Sam tremendo, depois mostra o Edd salvando-o, mas tudo termina por aí para esse personagem, enquanto que, anteriormente, com essas cenas e essa atenção que o capítulo estava dando a ele, prenunciava-se um arco próprio para o personagem dentro do episódio – quiçá sendo aquele velho clichê do salvador inesperado. Essa atenção que eles recebe é cortada pela metade.

Concordo que essa parte envolvendo os mortos, apesar de eu gostar mais do que você, não era o verdadeiro atrativo de Game of Thrones. Mas existia um prenúncio de morte com essa ameaça que me chamava muito atenção, ainda mais se estando alinhada com a guerra dos tronos em si. A série começou mostrando isso, ora. Partindo de um ideal cíclico, essa ameaça deveria durar até os últimos instantes e não ser apenas um obstáculo no caminho.

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 12:40

Sim, houve momentos muito bons no episódio, mas perdidos no contexto geral de uma batalha que não tinha norte (sem trocadilho).

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel 1 de maio de 2019 - 19:29

É uma batalha bagunçada que tem uma qualidade alta em certos momentos, como os da Arya. É bem legal ver o quebra-quebra que todos esperavam, por isso eu gostei muito, mas foi mostrado de forma razoável.

Responder
Marcelo K 29 de abril de 2019 - 21:35

Poderiam ter mostrado a Arya arrancando a face daquela Wight com quem ela topou de cara na biblioteca; depois, ao alcançar o NK, poderiam tê-la mostrado com essa face. Seria uma solução simples que tornaria o deus ex machina mais “tragável”, ao meu ver.

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 10:23

Seria mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
Mr.L 29 de abril de 2019 - 21:35

A batalha contra os caminhantes só veio ficar interessante quando eles entraram em winterfell (mais precisamente no castelo),a parte em campo aberto tava dando sono. Os desajustados ( tormund,brienne,etc) me decepcionaram,eu jurava que com exceção do Jaime e do tiryon geral ia pra vala,uma pena. Me julguem, mas eu tava torcendo pra Lady morning morrer,puta personagem chata,mas que no final ganhou um pouco do meu respeito. A cena de Arya na biblioteca me lembrou um jogo de stealh/terror, muito boa a cena. E o casal jonerys mais uma vez Sendo dois bostas,pqp,nem acredito que já entrei numa discussão com uma colega por defender que o João merecia o trono,baita personagem bosta, como eu torci pra que ele morresse, mesma coisa com Danielle, quando ela caiu do dragão chega abri um sorriso,pena que o Gado mormont chegou do nada pra defender ela (e wtf1:pq as hordas de zumbis só atacavam eles em grupos de no máximo 2/3?; Wtf2: como a Danerys conseguiu matar tantos zumbis? Tá certo que ela já fez de tudo nessa vida, mas virar uma cavaleira do nada já é forçação). Agora sobre o final,Theon realmente se redimiu, uma das melhores mortes de got, já sobre a Arya ter matado o rei da noite,sei lá,a cena foi foda, mas um ser milenar destinado a destruir o mundo ser morto tão “facilmente” foi meio broxante,pelo menos se o Rei da noite vier a aparecer nos livros sua morte vai ser mais algo mais elaborado(no sentido de complicada).

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 10:23

Ninguém realmente relevante morreu, os combates ficaram genéricos em sua maioria. A coisa só ganhou corpo com a Arya na biblioteca. Mas aí vem aquele final com o Rei da Noite sendo morto com canivete na barriga e pronto, toma de anti-clímax!

Abs,
Ritter.

Responder
MayB 29 de abril de 2019 - 21:15

Como expectativa é foda e como cabeça de fã é mais foda ainda. A gente viaja muito. As ações foram condizentes com os personagens.
Gostei mais do episódio pela segunda vez que assisti. 3 ressalvas, realmente muito escuro. Dragões pra quê? Me despedi de um monte de personagem no ep 2 e “ninguém” morreu, apesar deu torcer, vendo o episódio, pra ninguém morrer hahaha. Os 10 primeiros minutos tudo em silêncio, eles se preparando, até a chegada da Melissandre, eu tava achando que a escuridão fazia parte do que a direção estava querendo mostrar. Depois durante a batalha até a entrada dos zumbis no castelo eu fiquei apreensiva e perdidaça. Mas depois que eles avançam no castelo, o arco da Arya até o final me ganhou. Só achei desperdiço o mal uso dos dragões. A Daenerys agiu com o coração quando viu seu 1º exercito, do Khal Drogo, da Kaleesi, ser dizimado. Ela é assim! Imaculados são fodas!! Lyanna Foda!!!
Se GOT é quebra de expectativa quer mais que a Arya matando o Rei da Noite? NINGUÉM esperava.
Da onde saiu tanto zumbi que o fogo de Dragão não acabava com eles? Melissandre foi foda ver ela acendendo as espadas dos drothakis e depois as trincheiras. Pq eles não usaram as catapultas mais vezes? Nem toda estratégia do mundo iria derrotar esse exercito de morto vivo imparáveis, pq eles esconderam sabiamente os WW. E nem dava pra ninguém ir caça-los sem atravessar a horda zumbi. Porra Dany não ensinou o Jon a falar dracarys? Era pra tacar fogo no rabo do Vyseron. Eles ficaram se engalfinhando e eu implorando pra cuspir fogo. Drogon só serviu pra salvar o Jon e quase morreu! Jon quase matou outro dragão! Gente, azor ahai nunca teve de verdade na série, né! A Melissandre mencionou umas 2 vezes e ninguém ligou. Só quem leu os livros que tava esperando por isso. Adorei que eles quebram a expectativa e colocaram a Arya pra matar a morte.
Vou confessar eu tava pedindo um Deus Ex Maquina no final do episódio. Que aflição! O rei da noite foi esperto por deixar os WW por último pra entrarem. Não deu tempo de ninguém procurar por eles. Sobre a missão do Rei da Noite: ele foi criado pelos filhos da floresta pra MATAR OS HOMENS, era isso que em tava fazendo. Só não tava contando com a Arya FUCKING Stark!
Mal aí pelo textão!

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 10:23

Dragões desperdiçados. Dothraki desperdiçados. Jon Snow e Daenerys perdidos. O destaque mesmo ficou com a Arya do começo ao fim, ainda que eu tivesse preferido que ela tivesse combatido o Rei da Noite antes de matá-lo.

Abs,
Ritter.

Responder
Fakeman 29 de abril de 2019 - 21:15

Eu sinceramente acreditei por um momento que o bran arrancaria a face revelando ser a arya e desferindo o golpe fatal no rei da noite que morreria com cara de abobado.
Mas aí bateu o ventinho, apareceu a arya ninja e se acabou.

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 10:30

Seria épico!

Abs,
Ritter.

Responder
Manu 3 de maio de 2019 - 12:50

Então ela teria que ter matado Bran pra isso… Os rostos são sempre de mortos

Responder
planocritico 3 de maio de 2019 - 13:01

Ou seja, dois coelhos seriam mortos com uma cajadada só! Perfeito!

Abs,
Ritter.

Responder
Renan 29 de abril de 2019 - 21:01

O episódio deixou muito a desejar, ainda mais levando em consideração que construíram os WW como ameaças invencíveis por mais de 7 temporadas, para serem derrotados em 1 único episódio. Isso somado as estratégias horríveis e a iluminação péssima, que não deu pra enxergar nada em vários momentos, torna esse o ep mais decepcionante de GOT pra mim.

PS: Sei que não tem nada a ver com o tema, mas você já viu a série Spartacus? Eu acho excelente, mas não tem critica no site…

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 10:30

Exato. O problema todo vem da construção dos WW e sua eliminação com um estalar de dedos (sim, com trocadilho!).

Vi alguns episódios da primeira temporada de Spartacus e não gostei. Mas já me disseram várias vezes que melhora muito depois. Essa série está na minha lista para ver um dia!

Abs,
Ritter.

Responder
Law 29 de abril de 2019 - 20:39

Na minha opinião, episódio decepcionante
Só mortes previsíveis, Rei da noite morrendo de forma pífia, Os WW nem lutaram, Danny e jon voando de forma aleatória em boa parte, personagens que deveriam morrer e se livraram da morte facilmente
Simplesmente p da vida, analisando de forma fria, foi apenas para reduzir o exército da danny e dar uma possível vantagem pra cersei
E cara, Os roteiristas não sabem o que fazer com jon e danny, depois que acabou a base dos livros, eles estão estagnados como personagens

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 10:30

Sim, Jon e Daenerys estão meio perdidos mesmo. Espero que, agora, haja espaço para eles entrarem em conflito entre si e com a Cersei.

Abs,
Ritter.

Responder
wesley cardoso 29 de abril de 2019 - 20:12

Concordo que o foco dos zumbis nunca foi o melhor de GOT. Mas obviamente se esperava MUITO mais pra uma ameaça que abriu a série. Foi um episódio covarde, com enrolação durante 1:30 pra n fazer nada, usaram e abusaram de CGI atoa e os grandes vilões n fizeram nada além de caminhar até morrer. N tiveram coragem de matar, n tiveram coragem de mostrar, se utilizando da névoa pra esconder os dragões e tornar uma coisa confusa impossivel de entender.
Quanto ao Jon eu acredito que a série tentou evitar de cair no cliché do herói que resolve tudo sozinho. Afinal ele já foi revivido, já é o herdeiro do trono e já reuniu todos os povos, se ele ainda derrota o rei da noite seria protagonismo demais pra um personagem só numa série que sempre dividiu bem as atenções, n vejo demerito nas atitudes do personagem no episódio, questionou talvez ele n ter ficado junto ao Bran se assim que viu o rei da noite chegar já correu na direção do Bran, era mais fácil ter ficado lá né?
A Arya teve um desenvolvimento grande demais ao longo da série pra “so” lutar contra alguns zumbis. Ela ter matado o rei da noite foi além de surpreendente, prazeroso pra quem assiste a série, mas (muito) mal executado, assim como a chegada da Melissandre que poderia ter chegado no episódio anterior. Sinto uma frustração com o episódio, uma ameaça poderosa, se resumiu a uma caminhada, uma lança que ele errou, e a morte. N fez nada o tal Rei da Noite.

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 10:30

“e os grandes vilões n fizeram nada além de caminhar até morrer”

Isso resume todo o grande problema do episódio!

Abs,
Ritter.

Responder
Nellio Vinicius 29 de abril de 2019 - 20:05

A crítica foi no ponto, bem feita, mas as estrelas foram generosas, pelo desenrolar das coisas eu daria 2 estrelas, pela quebra de expectativa uma estrela. Desde o 1º episódio da 1 temporada, dava pra saber que a briga seria pra assumir o trono de ferro, mas ficava nas entrelinhas que uma ameaça estaria por surgir, que afrontaria todos, independente de quem fosse. Aí foi alimentando, aumentando, colocaram o rei da noite, seus tenentes, derrubaram a muralha, para serem derrotados no primeira batalha. O rei da noite ressuscita os mortos, derruba um dragão, detecta o Bran a quilômetros, para morrer numa furadinha, sem nem ter tido uma batalha de espadas ou algo do tipo, é como tu ir assistir vingadores e passar na tela o último filme do quarteto fantástico. A impressão que fica, é que os caminhantes brancos foi só pra completar o tempo dos episódios, porque não mataram nenhum dos principais, e na prática, se não tivessem existido, não ia interferir no andamento da série. O único impacto talvez, seja, o fato de terem reduzido a nada, o exército da khalessi, e nem isso foi mostrado, ficou tudo na imaginação. Quanto a estratégia de guerra, a galera de baixo já falou tudo, não tem muito o que cornetar, se depender desses Napoleões, a Cersei varrerá todos no café da manhã.

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 10:30

@nellio_vinicius:disqus , obrigado!

Sobre as estrelas, você tem razão. Eu até já comentei isso com outros leitores aqui na seção de comentários. Acho que foi a velocidade com que eu produzi a crítica que provavelmente não permitiu todo o distanciamento necessário. Estou só esperando a poeira baixar, ter tempo para respirar (como você pode ver, a crítica tem recebido um turbilhão de excelentes comentários que faço de tudo para responder!), para eventualmente revisar as estrelas.

E concordo com todo o resto que você disse, inclusive sober a Cersei (e, secretamente, mas não tanto, é isso mesmo que quero que aconteça!).

Abs,
Ritter.

Responder
Huckleberry Hound 29 de abril de 2019 - 19:58

Quando o Rei da Noite morreu nas mãos de Arya que chegou mais rápido que o Flash (onde ela conseguiu esse poder?) eu fiquei tipo “Mas já???????????????” e com uma facada só? Que injustiça com nosso querido vilão! Única consequencia boa mesmo foi a morte desses personagens que você citou mesmo incluindo Melisandre que perdeu a chance de sumir pra sempre!E agora isso significa que Cercei vai ser o último boss? Espero que não morra com picada de mosquito!

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 10:30

Mais rápido que o Flash até o Sam Tarly é!

Em tese, agora a Cersei é final boss. E eu torço por ela! HAHAAHHAHAAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Marcelo K 29 de abril de 2019 - 17:44

Ritter, apreciei muito ler sua crítica, pois me ajudou a entender as razões de eu me sentir incomodado com o que assisti. Por fim, não foi um incômodo que GoT costumava fazer, por exemplo ao eliminar personagens principais ou ao exibir cenas realmente chocantes; foi mau roteiro e má execução mesmo.

Concordei com tudo que você escreveu, acho que com exceção de encarar a história dos WW como uma subtrama. Com o passar dos anos, acreditei que essa seria a trama principal da história, talvez devido ao título “Crônicas de Gelo e Fogo”, onde o “Gelo” poderia ser representado pelos WW e Wights ou pelo Jon Snow, e “Fogo” talvez fossem os dragões e a Daenerys. Como você vê, realmente atentei mais para o lado fantasioso da história. Por fim, na adaptação para a televisão, ativeram-se ao nome “Jogo dos Tronos”, talvez querendo priorizar o lado político da história – lado esse que foi muito melhor construído, por sinal.

Desculpe mas não gosto nada da Cersei: eu queria que ela tivesse pago seus pecados já na mesma ocasião da morte do Ned, ou seja, faz muito tempo! 😉

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 17:44

Essa questão do foco da série dá uma discussão interessante e acho que a conclusão vai muito de gosto mesmo. Eu, particularmente, lá do fundo do coração, acho que a trama dos zumbis atrapalha a trama política. Mas a coexistência seria possível se os showrunners, ao longo do tempo, tivessem sabido equilibrar os dois lados. Mas o que se viu ao longo dos anos foi ou o foco no sobrenatural ou o foco na política. Raras foram as vezes em que as duas coisas conviveram pacificamente.

E, como você mesmo afirmou, exatamente pelo lado político ter sido mais bem desenvolvido, considero que este é o foco e os zumbis são parte da subtrama sobrenatural e mística.

Sobre a Cersei, é que eu adoro vilões!

Abs,
Ritter.

Responder
Moura Z 30 de abril de 2019 - 00:59

a trama do trono funciona pois grande parte foi do livro, depois do livro q a serie mostrou e focou bastante nos whites e “fizeram” do jeito deles, acredito q o autor dos livros n vai fazer essa fanfic e sim vai focar em ambos pois acredito muita na qualidade de para desenvolver tramas e personagens, ja a serie alem de ser bastante raza tras erros grotesco como um teleporte da Arya e essa saca de deixar a faca cair pra enganar o Rei da Noite, pra mim diminuiu muito o Rei da Noite como personagem

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 10:05

Sim, é o que parece que aconteceu mesmo…

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael 29 de abril de 2019 - 17:22

Faltou dizer que depois de não sei quantos anos lembram que o Fantasma existia. Pra em seguida esquecer dele de novo.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 17:23

E ele virou um cachorro branco comum, reparou? Acabou o CGI para ele, tadinho…

Abs,
Ritter.

Responder
Disgrota 29 de abril de 2019 - 17:52

Com a mesma velocidade que lembraram esqueceram dele também. Só fiquei sabendo que ele continua vivo por que aparece no próximo promo

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 17:58

Uma cachorrada…

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael 29 de abril de 2019 - 20:27

Vida de cão.

Responder
joão 29 de abril de 2019 - 17:01

Ritter, adoro suas críticas mas devo dizer que essa parecia que você tava lendo minha mente. Assustador isso! Pensei em quase todos esses pontos enquanto via o episódio e apesar de alguns pontos positivos, acho que foi uma das minhas maiores frustrações com a série. E aqueles caminhantes brancos que tavam lá pra nada? Não fizeram quase que absolutamente nada. E ainda não engulo esse dragão do Rei da noite. O “bem bolado” narrativo que fizeram pra isso acontecer me atormenta até hoje. Sem falar que o rei da noite só precisou do bicho pra derrubar a muralha já que meia hora de cuspida de fogo do Drogon nem arranhou o sujeito.
Vi em uma entrevista que o diretor se inspirou na Batalha do Abismo de Helm pra construir esse episódio. É uma pena que o resultado tenha passado tão longe.

PS: Melissandre melhor personagem, sem ela eu não teria enxergado nada.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 17:01

Meus poderes mentais estão em franca evolução. Já estou no terceiro estágio de minha mutação!!! AHAHAHHAHAAHAHAHAH

Sobre os Caminhantes Brancos, eles estavam lá para morrer. Matar gente cansa as realezas… O dragão de gelo derruba aquela “pequena” muralha com uma baforada e não consegue arrebentar um castelinho de meia-tigela…

Abismo de Helm não pode ser mencionado no mesmo contexto que essa batalha aqui…

E concordo sobre Melisandre!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Cleison Miguel 29 de abril de 2019 - 17:22

Mesmo esse episódio tendo saído mais de quinze anos depois de As Duas Torres, dá até tristeza fazer esse tipo de comparação, mesmo uma série de TV, na grandiosidade que é GoT, deveria ter entregue algo melhor (mais claro) e com uma construção de cena entendível.

Confesso que no geral a batalha me lembrou os filmes dos Transformers, que você não sabe o que está acontecendo, em que lugar, com quem, enfim aquela bagunça com explosões do Michael Bay, mas aqui tivemos confusão com escuridão.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 17:23

Bem por aí. Tem gente fazendo das tripas coração para justificar a fotografia escura como se a fotografia escura sozinha fosse o problema. Eu poderia listar uma penca de filmes com fotografia escura com o mesmo objetivo daqui que se saem infinitamente melhor.

Abs,
Ritter.

Responder
NOHANA CARVALHO 29 de abril de 2019 - 16:52

Ao assistir esse episódio fica mais nítidos os furos de roteiro. A partir do momento que os showrunners da série optaram por se distanciar dos livros, a série foi ladeira abaixo. Não adiantar justificar que o Martin não terminou os livros, até porque há acontecimentos que não foram adaptados, vide o plot Sansa e Ramsay que não existe nos livros e mesmo assim eles colocaram na série, até hoje não foi explicado qual o motivo de Mindinho ter levado a Sansa a Winterfell.
Não existe isso de o Rei da Noite poder ressuscitar todos os mortos. Ele só pode ressuscitar os mortos que foram mortos por ele próprio ou pelas mãos de seu exercito de mortos-vivos. Loucura dos produtores!
Outra questão, pra quê a Melissandre ressuscitou o Jon, se quem ao final mata o Rei da Noite é a Arya? Cadê Edmure tully? O exército de Dorne? Os Reed?

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 17:01

Mindinho queria dominar Winterfell via Sansa. Não deu certo.

Por que não existe isso de o Rei da Noite poder ressuscitar todos os mortos? Só porque não foi falado antes na série não quer dizer que não pode acontecer. Fica claro agora que pode.

Não sei responder sobre Jon, pois até agora não sei para que ele serve.

Edmure Tully não está preso pelos Lannisters ainda?

Dorne é dos Lannisters agora até onde me lembro.

Os produtores se esqueceram dos Reed…

Abs,
Ritter.

Responder
nohana 29 de abril de 2019 - 17:09

Se você reassistir o episódio isso não é explicado. O Roose Bolton pegunta o que ele queria ao entregar a Sansa, o Mindinho não responde e vai a Porto Real atender ao chamado de Cersei.
Em relação ao rei da Noite, a fonte são os livros, e mesmo que fosse assim, o Stannis e seu exercito, o Mance Rader, todos estariam lutando ao lado do Rei da noite.
Em relação a Edmure Tully, no último episódio em que ele apareceu foi dito que foi enviado para Rocherdo Castely, lugar pelo qual o exército de Dany esteve, ou seja, era para ele ter aparecido.
Em relação a Dorne, não vimos o que aconteceu. Apenas a serpentes de areia e a Ellaria tiveram um final revelado.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 17:30

Não precisa ser explicado para ser entendido spbre Mindinho.

E sobre o Rei da Noite, a fonte é a série. É o que está na série que vale para a série. O que está no livro vale para o livro. E o sujeito deve ter um raio de atuação e não ressuscitar tudo o que existe de enterrado ou morto no universo com um gesto…

Rochedo Casterly foi evacuado pelos Lannisters antes de Dany chegar. Era uma armadilha. Junto da evacuação foram os prisioneiros.

Dorne é mais um caso de compreensão sem necessidade de explicação. Eu posso estar errado até, mas estou apenas usando a lógica.

Abs,
Ritter.

Responder
Rômulo Estevan 29 de abril de 2019 - 22:05

Simples ainda temos 3 ep e muita coisa em aberto.

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 10:23

Basicamente três longas metragens!

Abs,
Ritter.

Responder
José Afonso 29 de abril de 2019 - 16:37

Uma dúvida, como e quando é que o livro acaba? Alguns comentários deixam a entender que deixaram a série solta depois do término dos livros (eu pensava que acompanhava a coisa).

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 16:37

A série de livros não acabou ainda. São sete e somente cinco foram publicados. E a série ultrapassou o conteúdo do quinto livro há algum tempo.

Abs,
Ritter.

Responder
PABLO 29 de abril de 2019 - 16:37

Emoção zero no episódio.

O lance da Arya foi bem legal, gostei bastante do que guardaram pra ela. Pena que o desenvolvimento da personagem foi pífio e forçado nos últimos três anos. Foi basicamente: ”Ela treinou e tá forte. Engulam.” ”Olha ela transando, amadureceu hein.”

Tirando essa falta de sutileza e criatividade pra desenvolver o roteiro, a batalha foi mal montada. Sei que a estratégia do Jon e Daenerys foi ruim, mas isso condiz com os dois, que são péssimos estrategistas. Me perdi geograficamente o tempo inteiro, não consegui entender como que estavam as divisões do exército. Não sabia em qual parte do castelo cada um estava. Não sei se foi a edição, direção, mas tava bagunçado. A produção é muito boa, teve cenas bem grandiosas, mas pecaram no básico.

Vários momentos de personagens sendo salvos na última hora. Mais de uma vez. A partir da segunda vez nem me incomodava mais. Jon vai morrer no meio de 50 zumbis? Vai acontecer alguma coisa. Sam vai morrer? Alguém vai salvar. Daenerys tá sozinha agora? Chamar um personagem do nada pra se sacrificar por ela. A cena da Arya na biblioteca usou um dos recursos mais usados: Quando ele olha debaixo da mesa, ela não está mais lá. Que surpresa hein.

O ”ápice” foi o final. Quando ficou entendido a importância da Arya pensei: Não é possível que todo mundo de ”importante” vai tá quase morrendo, ao mesmo tempo, e a Arya vai matar o Rei da Noite na exata hora, acabando com todos os zumbis ao mesmo tempo. Então…

Dessa temporada só tinha expectativas quanto a esse episódio. Um baita alarde pra um produto confuso. As 2 temporadas anteriores já tiveram uma grande queda de nível da trama, e não estava empolgado.

O grande evento de domingo pra mim foi o 02×05 de Barry uma ótima comédia da HBO, que salvou minha noite do gosto amargo que Game of Thrones tinha deixado.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 16:37

@disqus_QPx1jgrxLh:disqus , faço minhas as suas palavras!

Abs,
Ritter.

Responder
IDRIS ELBA RAMALHO 29 de abril de 2019 - 16:30

O breu do episódio foi pra economizar nos efeitos, isso é FATO.
Incomoda bastante, principalmente no começo.
Essa coisa da falta de estratégia foi foda.
Senti muita falta de ver os caminhantes brancos lutando. Daria maior senso de urgência e não ficaria naquilo de só lutarem contra zumbis genéricos.

Gostei de ter sido a Arya que deu o golpe final no Rei da Noite (e não o Jon Snow), mas claro poderia ter sido melhor executado. Em quesito de capacidade de matar um oponente, ficou já estabelecido na série que a Arya é a mais bem preparada e treinada. Talvez se a mesma cena acontecesse ao mesmo tempo em que o Rei da Noite estivesse em batalha contra outros personagens, a cena funcionaria melhor.

Num geral até gostei do episódio. Tá de longe muito melhor que a temporada passada (aquele plano de sequestrar um zumbi pra mostrar pra Cersei foi a pior coisa que a série teve em questão de roteiro, depois daquilo nada me espanta).

Só acho anti-climax a batalha final ser contra a Cersei.
Uma “mais ou menos” Rainha que é odiada pelo próprio povo por ter matado crianças e explodido o Septo de Baelor. O Rei da Noite passava a ideia de perigo imbatível e sobrenatural. Não vejo na Cersei um personagem que passe a mesma sensação de ameaça…

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 16:44

Sim, o escuro foi para disfarçar o CGI, dentre outras coisas. Vai ter gente dizendo que foi também para dar sensação de desnorteamento, de perigo, de claustrofobia, mas isso é balela. Existe a fotografia escura BOA e a RUIM. Essa foi ruim, com a montagem não ajudando em absolutamente nada.

Sobre você achar que é anti-clímax a batalha final ser contra a Cersei, terei que discordar. Não há nada mais terrível do que lutar contra outro ser humano. Lutar contra monstros é moleza, é confortável, é tranquilo para nós assistirmos. Agora humano contra humano é outra coisa. E vamos combinar que a Cersei, em termos de maldade, dá um banho no Rei da Noite. Ela sim é a verdadeira monstra (e por isso eu a adoro).

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel 29 de abril de 2019 - 22:54

O Rei da Noite não é o maior vilão da série, é a Cersei. Eu gostei deles colocando esse confronto para o final, agora vai ter muito mais mortes, esse episódio teve poucas. Agora sim vai ser muito mais tenso e provavelmente o melhor ficará para o final, apesar de eu gostar muito da batalha apesar dos problemas.

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 10:14

É o que eu acho, @disqus_2AYaDImobe:disqus !

Abs,
Ritter.

Responder
IDRIS ELBA RAMALHO 1 de maio de 2019 - 13:26

Acho anti-climax por que a série e os livros sempre tratou a chegada dos caminhantes brancos como o apocalipse bíblico, ou mais precisamente o ragnarok da mitologia nórdica. O fim inevitável, imparável, imbatível.
O Rei da Noite não é inimigo do norte, ele é inimigo da existência humana. A definição de “anti-vida” do universo fantástico do Martin. Os Stark clamam como um mal agouro “o inverno está chegando” durante séculos. E… foi isso? um vilão de meio de temporada?
Foi decepcionante.

A questão é que por mais que a série focasse na batalha pelo trono, em muitos momentos (desde a primeira cena do primeiro episódio) ela também mostrava que não importava quem ficasse no trono, seria varrido da existência por esse mal profetizado e imbatível.

Sobre a luta contra outras pessoas ser mais impactante do que contra monstros… acho que depende muito de como é trabalhado. O episódio não explorou o potencial dramático que a batalha representava, pelo menos na minha opinião.
Sei lá, se parar para analisar, o Rei da Noite possui um exército que não cansa, não dorme, não sente sede, fome, dor ou medo. Quanto mais pessoas morrem, mais o exército dele aumenta. Se usar a lógica que a série possuía antigamente, o Rei da Noite poderia ter feito um cerco em Winterfell, que poderia, se ele quisesse, durar décadas. Matando assim os inimigos com fome e frio. Porra, ele controla o clima e as condições do campo de batalha…
Mesmo querendo (em alguns momentos) o episódio não passou a sensação de terror e suspense que deveria ter passado.

Muito foi falado da falta de estratégia dos nortenhos, mas sinceramente, eu bato palmas pra estratégia do Rei da Noite.

Esperou o inimigo atacar primeiro no escuro (mas talvez ele nem esperasse que eles seriam tão burros); mandou a horda de soldados zumbis primeiro, são facilmente substituíveis, e até que os heróis tivessem matado todos estariam exaustos; mandou uma nevasca fudida pra que quem estivesse nos dragões não conseguisse se orientar e o povo lá em baixo tivesse dificuldade de ver até um palmo na frente dos olhos; fez uma brecha na trincheira de fogo conduzindo os zumbis em só um ponto; depois de certo ponto deixou seu dragão lutando sozinho e enquanto isso se dirigiu pro seu objetivo; ressuscitou os inimigos que tinham morrido pro lado dele em momento perfeito; e deixou todos caminhantes brancos do lado dele, protegendo sua retaguarda (seria legal ter visto eles lutando, mas como os zumbis já tavam dando conta do recado, deixar do lado dele como apoio foi a coisa mais esperta que ele podia fazer). Sinceramente, a galera de Winterfell foi tão burra que eu já tava quase torcendo pra ele.

OBS: Por que diabos o Jon Snow ficou no dragão? Seria muito mais útil ele ficar lá embaixo lutando. Esses dragão sempre lutou e se guiou sem alguém cavalgando nele.

Responder
planocritico 2 de maio de 2019 - 18:02

Se a estratégia do Rei do Norte fosse boa, ele atacava Bran de cima, montado no dragão. Ou, melhor ainda, mandaria alguém montado no dragão fazer todo o serviço dele, já que ele sabia que era o elo fraco de tudo e seu sonho anti-vida sumiria se ele tomasse uma facada na barriga.

Mas a não-estratégia do pessoal de Winterfell foi pior…

Abs,
Ritter.

Responder
IDRIS ELBA RAMALHO 2 de maio de 2019 - 21:35

Eu acho que eles “tentaram” mostrar que ele ia fazer isso e os outros dragões impediram.

Pelo que entendi ele tinha essa tara com os corvos de três olhos, então isso não me incomodou.

Falando da galera de Winterfell, é engraçado pensar que eles levaram o zumbi pra porto real num caixote de madeira, mas os zumbis da cripta quebraram os tijolos com certa facilidade. Se levar em conta que os mortos da cripta deviam estar lá a mais tempo e se decompondo, fica mais incoerente ainda.

planocritico 3 de maio de 2019 - 19:08

Se ele tinha tara, aí não tinha outro jeito mesmo…

Cara, não tinha pensado nessa do caixote. Tem toda razão. Que coisa patética…

Abs,
Ritter.

Felipe Martins 29 de abril de 2019 - 15:58

Saudações, Ritter.

Que dizer deste episódio? Bom… eu não espero nada de muito bom de GoT desde meados da quinta temporada. A sexta me deu esperança e a sétima me fez abandonar de vez. Espero os livros do Martins: não tem como ser pior.

Diferente do que algumas pessoas alardearam, que agora sim a série poderia voltar a “guerra dos tronos”, o embate entre gelo e fogo sempre foi o foco. O prelúdio do primeiro livro (e do primeiro episódio) é justamente com os Outros. Há duas temporadas nos preparam para essa batalha. Pra isso?

No meio do episódio já dava pra ter terminado porque ninguém ali tinha chance de nada. Brienne, Pod, Sam, Tormund e James ficaram cerca de 40 minutos fazendo A FUCKIN MESMA COISA. E no escuro. Arya protagonizou as boas cenas do episódio. Nas criptas, Sansa e Tyrion deram um tom dramático legal. Theon teve sua redenção – que personagem.

Pelo menos, o Rei na Noite fez o que eu esperava dele naquela hora que o Jon caiu do Rhaegal (aliás… morreu mais um dragão?) e quis lutar de espadinha: ele levantou as dezenas de milhares de mortos e foi embora.

Faltou um roteiro mais elaborado, que nos entregasse uma batalha mais estratégica e aproveitada. Batalhas épicas com os Outros – ficar uma hora vendo wights sendo “mortos” aos quilos cansa.

Enfim, boa crítica.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 16:07

Obrigado!

Olha, concordo substancialmente com você (apenas discordo do foco da série como um todo, mas é detalhe). O ponto é que realmente foi uma decepção tanta preparação para chegarmos nessa batalha medíocre…

Abs,
Ritter.

Responder
márcio xavier 29 de abril de 2019 - 15:49

A Arya aparecer de supresa lá, ok. Foi pra isso que ela passou anos treinando em Braavos, foi isso que ela aprendeu. Agora aquele canivete lá me incomodou bastante. Fotografia escura também, o que eu acho que afetou (bem menos) a batalha final em End game também. Ambas poderiam ser muito mais bonitas e espetaculares com mais luz, como a batalha em duas torres de LoR.

Mas o que mais me incomodou foi deixar os principais sempre á beira da morte para no último instante – sempre no último instante – alguém aparecer e salvar. Foram quantas vezes? 10? Tirando tudo isso, episódio muito bom, que poderia ter sido espetacular.

Ah, faltou morrer alguém mais importante também. O alegria cinza eu nem conto. “reek” foi mais uma redenção que uma morte.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 15:58

Achei exagerado o nível de stealth de Arya, mas não vou morrer por causa disso. O que me chateia é acabarem com uma linha narrativa de oito anos assim, na primeira batalha.

E concordo que a falta de mortes realmente importantes e impactantes, com todo mundo sendo salvo no último segundo, irrita, especialmente depois que o episódio anterior nos prepara para justamente isso.

Abs,
Ritter.

Responder
Alcides Faria Costa 29 de abril de 2019 - 15:49

Não entendi as 3 estrelas. Concordo muito com seu texto, mas discordo muito das 3 estrelas. 3/5 não é nota ruim. Inclusive no texto vc diz q a vantagem desse episódio é q ele acabou, de tão ruim q é a trama abordada.

É como se eu desse nota boa pra BvS pq pelo menos ele não é a versão estendida e acaba mais rápido o sofrimento

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 15:49

Eu também discordo das três estrelas.

Sério, não estou zoando. Já até comentei com outros leitores por aqui que eu acabei escrevendo tão rápido que acho que errei nessa nota. Vou esperar a poeira assentar ao longo dessa semana e talvez eu faça algo que não gosto de fazer: revisitar uma avaliação em estrelas.

Abs,
Ritter.

Responder
El Imparcial ~ Jaktal 29 de abril de 2019 - 15:29

Fato é que, infelizmente, a Cersei tá mais casca dura do que o Rei da Noite.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 15:29

CERSEI RULES!!!

Abs,
Ritter.

Responder
El Imparcial ~ Jaktal 29 de abril de 2019 - 15:40

Pode até ser, mas sem elefantes! hahahahahhaa

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 15:40

Teremos elefantes de gelo e de fogo!

Abs,
Ritter.

Responder
Krueger 29 de abril de 2019 - 15:21

Concordo com grande parte da crítica, praticamente só discordo sobre a trama do Rei da Noite, que pra mim sempre foi a mais interessante. Justamente por isso, foi muito decepcionante ver essa ameaça milenar ser derrotada de forma tão simples. Antes de começar essa temporada eu esperava ver até eles chegando em Porto Real.

O estranho é ver nas páginas de GoT o pessoal batendo palmas pro episódio só porque a Arya “mitou”. Antes de ler as críticas, cheguei a achar que era eu que tava sendo chato.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 15:29

Essa questão de gostar mais ou menos da trama dos zumbis vai de cada um mesmo. Mas, mesmo gostando menos do que você dessa parte da série, fiquei muito desapontado sobre como ela acabou. Tudo fácil demais, feito justamente para a galera dizer que “a Arya mitou”… O pessoal infelizmente se contenta com pouco…

Abs,
Ritter.

Responder
PABLO 29 de abril de 2019 - 16:37

Também achei isso. A cena que abre a série mostram os Caminhantes Brancos. É a apresentação de tudo. Pena não conseguirem potencializar essa trama.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 16:44

É a moldura. O quadro é a disputa pelo poder.

Abs,
Ritter.

Responder
Alison Cordeiro 29 de abril de 2019 - 15:21

Numa série com o cuidado que Games of Thones vinha tendo, ficou difícil compreender as escolhas deste episódio, deste a fotografia até os “pseudo-dramas” que o roteiro tentou empurrar. Uma luta como essa deveria ser uma aula de estratégia, com um ritmo de ataque e defesa coordenado para dar a sensação de que a luta poderia ser vencida. A última linha de defesa poderia ter reservado o combate contra os generais e o Rei da Noite, com embates grandiosos e mortes heróicas, já que a opção do gênero fantasia foi a decisão que permeou este momento da série.
Arya trouxe alívio não à trama, por eliminar o grande vilão da série, mas aos telespectadores por enfim verem o suplício terminar…

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 15:29

Perfeito, @alisoncordeiro:disqus !

Abs,
Ritter.

Responder
Jônatas Costa 29 de abril de 2019 - 15:21

Episódio está com nota 9.5 no IMDB e está baixando. Acho que é a pior nota para um episódio de batalha de toda a série!

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 15:21

Mesmo assim é uma nota absurdamente alta para esse episódio…

Abs,
Ritter.

Responder
Wagner Farias 29 de abril de 2019 - 14:53

Alguem consiga uma manopla pra Cersei pra ela ter alguma remota chance contra a Arya.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 15:29

A Arya vai usar o poder de Noturno dela e se materializar em cima da cama da Cersei. O problema é que, MESMO ASSIM, a Cersei vence…

HAHAHHAAHHAAHAHHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Wagner Farias 29 de abril de 2019 - 17:30

O problema é que se a Arya se materializar em cima da cama da Cercei, provavelmente vá cair nas costas do Euron

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 17:30

HAHAHAHAAHAHHAAHAHAHAHAHAHAHAAH

Tá certo!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Jônatas Costa 29 de abril de 2019 - 14:27

Coisas que eu esperava no episódio:
– Fantasma aparecendo mais.
– Jon e Daenerys fazendo coisas úteis. Ficou muito forçado para não gostarmos da atuação deles na batalha.
– Cena de luta dos White Walkers. Ele passaram o episódio todo sem nem levantar a espada. Personagens como Brienne, Jon e o Verme Cinzento poderiam ter feito batalhas épicas contra os WW.
– Estrategia. Tinha vários veteranos de guerra nesse episódio e pouco de estratégia foi desenvolvido. A maioria do tempo Brienne, Sam, Jaime estavam sempre fazendo a mesma coisa, ficou muito repetitivo.
– Dragões sendo melhores utilizados. A única batalha boa foi do Rhaegar coml o Vyserys, nas outras batalhas que eles foram utilizados simplesmente destruíram tudo. Nessa parecia que os personagens os escondiam pra dar mais emoção.
– Rei da Noite batalhando. Puts, o cara é o maior vilão da série. Queriamos ver uma demonstração do seu poder e o máximo que vimos foi o mesmo de sempre. Ele levantando zumbis, a única coisa diferente é que ele era resistente a fogo de dragão.
– Esclarecimento sobre a motivação do Rei da Noite. Porque que ele sai pelo mundo matando gente e fazendo um exército de zumbis? Com qual finalidade ele faz isso? Vingança contra os humanos? Quer estabelecer um reino? Porque foi programado pra isso pelas crianças da floresta? Do jeito que a série colocou, virou o vilão clichê que mata por matar.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 14:44

Vamos lá:

– Fantasma: ele agora, aparentemente, é só um cachorro branco comum…
– Jon e Daenerys fazem de tudo, MENOS coisas úteis….
– Não é sem querer que o nome deles é White WALKERS e não FIGHTERS…
– O que é estratégia?
– Dragões: tão inúteis quanto a dona deles…
– Rei da Noite: a função dele é parecer vilanesco, mas ele é um doce, na verdade…
– O objetivo dele é atrapalhar a história realmente boa da série.

Acho que abordei tudo!

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Wagner Farias 29 de abril de 2019 - 14:17

Entao. Concordo com a critica. Episodio muito escuro embassado ( li em algum lugar que é para economizar nos efeitos digitais)muito corrido, muita zueira, por varias vezes não se entendia o que que se via na tela. Falta de estrategia. Rei da noite muito forte, nem fogo mata o sujeito. Só não contava com a Arya “modafoca” Stark. Realmente deu a entender que o Bran sabia o que aconteceria. O que eu nao entendi foi q, para mim, essa historia do rei da noite era o grande plot desde o começo da serie, e se resolveu tao rapido. Mas que venha os proximos episodios. E que capita marvel que nada, poderosa mesmo é a Arya.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 15:03

Eu até entendo o Rei da Noite morrer com uma facada, mas não depois de passarmos 8 anos sendo doutrinados a achar o cara um vilão mais terrível que o Thanos…

Abs,
Ritter.

Responder
Ruan Medeiros 29 de abril de 2019 - 13:39

Eu sei que paguei HBO Go pra não piratiar e ver no dia, essa droga caiu o servidor e foi impossível, dps fui assistir no celular, no outro dia, e só vi vultos, e falando nisso, ghost fez novamente juz ao nome, é literalmente um fantasma que assombram de tempos em tempos. Arya tá jogando muito Splinter Cell, passou como o flash de lado do capitão, quando fomos perceber já foi pulando e gritando no rei da noite. Eu não sei oq achar do EP, de um lado foi muito bom, do outro muito ruim, de um lado gostei, de outro odiei. Só vou esperar o desfecho disso e marcar o x de assistido.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 15:03

Splinter Cell é MUITO mais realista em termos do uso de stealth. O que ela faz é teletransporte mesmo…

Abs,
Ritter.

Responder
Ruan Medeiros 29 de abril de 2019 - 15:12

Rapaaaaz. As vezes a IA esquece a parte de “inteligência”. Hora os bots parecem o Sauron, hora parece que é cego de todos três olhos. Kkkk

Responder
Edu Augusto 29 de abril de 2019 - 13:30

Achei brochante. Mesmo que o grande mote de GoT sejam as manobras políticas, as concessões morais e tudo que faz parte do “jogo” dos tronos, fiquei bem frustrado em ver um personagem alardeado como o pica das galáxias, morrer com uma gingada de faca. Justo na batalha em que ele poderia mostrar toda sua dimensão como guerreiro, distribuindo pescoções e matando geral… Sem contar aquele breu que, segundo o diretor de fotografia, foi proposital para emprestar mais “realismo” ao evento. Ah, vá-te às favas! Uma batalha com zumbi e dragão e o cara preocupado com realismo???

Mas acho que tem coisa por vir daquele rolê aleatório do Bran durante a batalha, aonde ele foi e pra que?

Bela crítica. Abs!

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 15:03

Obrigado!

E sim, o tal super-vilão foi morto sem cerimônias, sem sequer desembainhar a espada/lança dele… Um desperdício inacreditável e tudo por dois segundos “cool”…

Abs,
Ritter.

Responder
Robson Luz 29 de abril de 2019 - 13:30

O episódio pode ter sido bom no momento mas depois a magia se perde quando você começa a analisar o quão burra foi a estratégia de guerra deles. Sobre a cena final não precisa dizer mais nada né, o maior deus ex machina da história da televisão, 8 anos de desenvolvimento e “build-up” jogados no lixo pra glorificar um personagem literalmente só teve algumas semanas de treino e já é a fodona, badass da porra toda, seria mais aceitável se não tivessem no mesmo episódio mostrado ela com dificuldades em fugir de simples “zumbis”.O excesso de plot-armor, nenhum personagem importante morto, os dragões não morrem, Bran inutil, Jon Snow inútil, o final mais anticlimático que eu já vi. É engraçado uma série que surgiu pra subverter as obras clichês, a luta do bem x mal, o herói clássico acaba terminando da forma mais clichê possível

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 14:54

Acho até um insulto aos estrategistas você dizer que houve alguma estratégia…

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno Cavalcanti 29 de abril de 2019 - 15:29

Mas teve sim Ritter. Não seja injusto. Vazou um print inclusive do momento em que eles a elaboraram:

https://uploads.disquscdn.com/images/728a56d4721efd1a32d198e4f68e0380eb3b8c09401d3383f497957aa8ae3f26.jpg

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 15:29

HUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHAUHAUHAUHAUHAU

SENSACIONAL!!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Gustavo Rodrigues 29 de abril de 2019 - 13:22

tava achando que era só eu que achei esse episodio horrivel

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 15:03

Não achei horrível, mas estou começando a achá-lo horrível…

Abs,
Ritter.

Responder
Ruqui 29 de abril de 2019 - 13:21

É só dar mais dinheiro que os caras ficam preguiçosos em escrever roteiros decentes. Ver gente por aí defendendo o breu no episódio como “uma experiência sensorial para nos fazer sentir o caos do campo de batalha, onde ninguém sabe quem é quem” me fez compreender que os personagens do Choque de Cultura como fãs dos Transformers do Michael Bay são reais. Não que a série se resuma a isso, mas a batalha no inverno zumbi em tempos medievais boa pelo jeito virá na segunda temporada de Kingdom. Só de terem feito umas barricadas na season finale já deram um banho em GoT.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 15:03

Essa fotografia estilo “escuro total” é indefensável…

Abs,
Ritter.

Responder
Wagner Farias 29 de abril de 2019 - 15:29

Ja passei varias vezes por ele e ainda nao tive coragem de assistir. Esse Kingdom vale a pena?

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 15:39

Você não me perguntou, mas vou responder mesmo assim: vale sim, porque é uma pegada diferente para um tema batido.

Olha aqui minha crítica: https://www.planocritico.com/critica-kingdom-2019-1a-temporada/

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Bicigo 29 de abril de 2019 - 13:21

Depois de assistir esse ep e acompanhar a critica e os comentários daqui, só resta uma pergunta. Alguém mais torcendo pela Cersei?? Pq se os futuros Reis do trono de ferro forem os caras que elaboraram essa estratégia , Westeros tá ferrada

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 14:54

Cersei Forever!!!

Abs,
Ritter.

Responder
José Afonso 29 de abril de 2019 - 15:58

Seria mais digno um motim final que descesse abaixo esse tal trono, mandando Cersei, Snow e Daenarys para o raio que o parta. Depois da decepção do zumbi gelado, seria o mais digno.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 16:07

Se eles quiserem fazer algo realmente diferente e impactante, então que o trono fique com a vilã.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Pereira 29 de abril de 2019 - 12:49

Ritter, concordo muito com você, infelizmente a série virou uma confusão.
Não vou ficar citar ponto por ponto, só pra saber que acho que teve muito mais negativo do que positivo, em todos os aspectos. Entretanto, teve pontos positivos ótimos tb, os que vc levantou e outros.
Porém, o que quero falar é sobre o caminho que a série escolheu, que de forma trágica teve que optar por essa escolha que vc levantou e também concordo que tenha sido pra isso. Escolha em acabar logo com essa longa noite, rei da noite e exército dos outros e voltar o foco pra guerra dos tronos, onde a série teve suas melhores épocas. A grande falha, foi fazer isso em um único ep (que foi ruim), e terminar do jeito que terminou, que pra até agora estou perdido. Arya fazendo aquilo, Bran sem reação (o que ele fez com os corvos ? Wargar eles, voou perto do rei da noite e ? tem que ter algo a mais, não é possível!!!), geral, geral msm, pq quem morreu de importante foi o Theon e Jorah, sobrevive no ultimo instante…aah, e por aí vai.
Como nosso colega disse aí em cima, “o inverno está chegando”, a longa noite, a escuridão….pra isso ? Ok, não precisava ser a batalha final, entendo ser entre norte e sul, humanos x humanos, mas acabar com os Outros dessa maneira, foi decepcionante.
Para mim eles quiseram arrumar um erro (pq igual vc disse, já tinha passado do prazo o núcleo do Rei da noite, pq na minha opinião fizeram mal feito esse arco.) criando outro erro.
Ah, fiquei bastante decepcionado, esperava muito mais, espero que ao menos fechem bem o arco da Cersei, GOT com todos seus defeitos é uma série épica e muito grandiosa para terminar por baixo.
Abraços Ritter, tô triste, kkkk’

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 15:03

Sim, um único episódio para acabar com essa parte da série foi algo terrivelmente ruim. Construíram uma ameaça mística ao longo de oito anos e ela não resiste a uma única batalha de verdade…

Abs,
Ritter.

Responder
JC 29 de abril de 2019 - 12:11

Que bom vim aqui e ler pensamentos parecidos….coisa linda de se ver as tochas apagando com a galera morrendo ..mas o foda é se perguntar :

Menor número?
Pra que porra foram em cima ?

E obviamente….de onde caralho Arya saiu?
Passou uma orda de generais , matou o chefão
…ué …poderia ter feito isso antes então.

Dãahhhh.

Final feito pra gerar gritaria e frisson.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 12:11

Exatamente. Melhor nem pensar nisso que dói o cérebro…

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Silva Pereira 29 de abril de 2019 - 12:11

Embora hardhome se salve em partes… No geral tudo envolvendo diretamente os mortos vivos foi meio fraco ou ruim depois da quarta temp…

Bom, nunca gostei deles mesmo, que bom q acabou… Agora só vem Cersei kkkkkk

Sempre achei q o ápice de got seria isso… Dois lados se enfrentando e a gente não sabendo qual lado escolher ou se dividindo…. O final parece q é quase isso hahaha

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 12:11

Estou com você!

Abs,
Ritter.

Responder
Huckleberry Hound 29 de abril de 2019 - 20:19

Depois da quinta porque apesar de ter sido uma temporada medíocre aquele episódio Hardhome com os zumbis foi um dos melhores

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 10:30

Hardhome foi muito bom mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael 29 de abril de 2019 - 12:02

P/ mim tivemos 3 problemas: as cenas aéreas com os dragões. Juntando com a névoa e a noite, aquilo realmente ficou MUITO confuso (e pixelado). A falta de um combate corpo a corpo do Rei da Noite (a do Theon não conta). E o outro probleminha foi o uso da cripta para esconder os que não sabiam lutar. Quanto às estratégias utilizadas pelos personagens, eu não consigo pensar em outra abordagem para enfrentar um exército que ataca igual um tsunami e com prazo de validade eterna. Ainda mais sem saber direito se o fogo de dragão poderia matar o Rei da Noite (e como vimos, não mata). O jeito seria derrubá-lo do Viserion, trazê-lo para a batalha terrestre e assim o fizeram. Porém, não contavam com a imunidade ao fogo. A solução, então, passaria a ser o corpo a corpo. Jon tentou ir para o mano a mano e o Rei da Noite se esquivou reanimando todos os mortos (nesse momento poderia haver uma luta entre os dois, que vacilo D&D!). E assim se deu até o desfecho.

Na minha opinião, as batalhas terrestres ficaram MUITO boas com aquele caos apresentado. E a escolha de ir gradativamente saindo do campo aberto para ambientes cada vez mais claustrofóbicos foi um grande acerto, com uma tensão crescente a cada mudança de foco. A Arya se movendo silenciosamente, estilo survival games, foi SENSACIONAL. A lealdade ferrenha do Jorah salvando a Daenerys foi comovente. Lyanna Mormont Giantsbane (sim, a Casa dos ursos foi extinta). A redenção completa e o digno fim do Theon. A morte de Beric Dondarrion. Os excelentes momentos da Melisandre (e o Davos se certificando de que ela iria morrer de qualquer maneira rsrs). Acho que todos esses momentos, além da catártica morte do Rei da Noite pela Arya, fazem de The Long Night um grande episódio, com algumas falhas.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 12:11

O que eles poderiam ter feito de diferente:

1. Mandado uma equipe de “comandos” para matar o Rei da Noite já que Jon sabia que matando a cabeça, todo o resto ruiria;

2. Cavar trincheiras com cargas de fogo vivo DISTANTES do castelo;

3. Colocar as proteções de madeira mais distantes do castelo e em VÁRIAS camadas;

4. Se a equipe de “comandos” falhasse, começar atacando do ar, com os dragões e não mandar a infataria mais poderosa na frente;

5. Não esconder ninguém no raio da cripta, pois isso é tão idiota que doi

6. Separar os exércitos para flanquear os mortos;

7. Preparar uma armadilha menos idiota tendo Bran como isca.

O que o episódio fez foi sacrificar a lógica pela estética. E, mesmo assim, não aproveitaram tudo que poderiam aproveitar da estética pela escolha da fotografia estilo breu total.

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael 29 de abril de 2019 - 12:41

1- Seria interessante essa estratégia a la Ramsay (“me dê 20 bons homens”), porém o Rei da Noite estava no ar.

2- Fogovivo pronto só com a Cersei em Porto Real. Não existem piromantes em Winterfell (posso ter me enganado se vc se referiu ao fogovivo ou fogo fogo mesmo rsrs). E uma distância maior do castelo geraria mais problemas ao meu ver: estariam distantes das flechas e no escuro seria impossível acertar. E além disso os mortos simplesmente poderiam não atacar a essa distância, como já vimos em diversas situações anteriores. Os mortos só atacam quando brechas se abrem.

3- Mesmo problema anterior, com o agravante de ter um tempo reduzidíssimo para a construção de defesas mais complexas.

4- Foi a estratégia usada após os “peões” dothrakis falharem (e longe do castelo), porém a névoa lançada pelo Rei da Noite dificultou a visibilidade (Tanto do Jon e da Daenerys quanto a nossa assistindo aquilo pela TV rsrs). Repare que eles só conseguem se situar quando a fogueira da trincheira é acesa. Até colisão aérea teve naquela confusão.

5- Concordo plenamente. Nesse caso a solução teria sido a construção de um novo bunker subterrâneo, sem antigos starks mortos para atrapalhar rsrs. Mas demandaria algum tempo também.

6- Concordo.

7- Acho que obrigatoriamente o Bran deveria ser usado como isca. O Rei da Noite estava atrás dele, afinal de contas.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 15:03

1. Isso era para ter sido feito HÁ MUITO TEMPO, não agora.

2. Não sei quanto tempo se passou nos preparativos, mas deveriam ser meses considerando a mineração da pedra preta lá. Portanto, dava para arrumar Fogovivo no mercado negro.

3. Novamente, em tese meses se passaram. No mínimo várias semanas.

4. Mas os Dothrakis atacam de cara, sem nem esperar nada.

5. Ok.

6. Ok.

7. Bran como isca sem dúvida, mas não daquele jeito amador, debaixo da árvore vermelha. O lugar tinha que estar cercado de snipers com flechas daquela pedra preta (sempre esqueço o nome) e um grupo de pesos pesados escondidos e não o carinha lá que correu para a morte…

Abs,
Ritter.

Responder
Leo Moura 30 de abril de 2019 - 02:08

Finalmente um comentário em que eu pude concordar.

Responder
José Victor Batista 29 de abril de 2019 - 11:29

Do jeito que as coisas estão ainda vou acabar torcendo pra Cersei ficar no trono de ferro, e olha que ela matou minha casa favorita.
No fim esperta foi ela em dar um perdido na Dany e no João das Neves e ficar longe dessa bagunça. Eu amo odiar essa mulher!

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 12:11

Eu torço por ela desde pequeno!

Abs,
Ritter.

Responder
CENSURADO 29 de abril de 2019 - 11:20

Esperava que o Rei da Noite iria passar por Winterfell. Pq é GoT, e assim como os seres humanos, a gnt sempre espera o pior. Mais ai eles fazem o clichê. Aí fica a dúvida, se GoT acostumou a gnt que quebra clichês, ele fazer o clichê não quebra o clichê de quebrar os clichês?

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 11:29

HAHAHAHAHAHAHA

Bela tentativa de salvar o episódio!

Abs,
Ritter.

Responder
CENSURADO 29 de abril de 2019 - 11:29

É uma tentativa pra mim mesmo hahahah pq depois desse episódio que eu reparei que se tirar o Rei da Noite de GoT não faz diferença nenhuma.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 12:11

Esse é o ponto chave que poucos percebem. Não faz diferença MESMO. Aliás, com exceção dos dragões, toda a parte mística da série é inútil…

Abs,
Ritter.

Responder
CENSURADO 29 de abril de 2019 - 15:03
planocritico 29 de abril de 2019 - 15:03

Momento belíssimo!

HAHAHAAHHAHAHHAAHAHAH

Abs,
Ritter.

Thiago De Oliveira 29 de abril de 2019 - 11:12

Pq ressuscitaram o Jon Snow? Se tivesse deixado ele morto a Daenerys teria tomado o trono de ferro rapidão, o rei da noite não teria um dragão para destruir a muralha e com certeza a Sansa teria reconquistado Winterfell sem a ajuda dele. E o corvo de 3 olhos poderia ter pedido a Arya ir sozinha matar o Rei da Noite, pq nunca houve dificuldade mesmo para tal coisa.

ヾ( ̄o ̄;)

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 11:29

Tudo culpa desse inútil!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Thiago TheBird 29 de abril de 2019 - 11:39

Vdd ^^

Responder
CENSURADO 29 de abril de 2019 - 11:12

8 temporads andando pra morrer em um episódio.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 11:29

Resumo de GoT!

Abs,
Ritter.

Responder
Dude Love 29 de abril de 2019 - 10:53

Adorei algumas decisões estéticas da guerra, pra a gente achar que realmente fudeu muito. Zumbis se atracando pra subir as muralhas estilo Guerra Mundial Z, se jogando no fogo pros outros andarem em cima, até aqueles takes da batalha em que ao fundo, se via hordas de gente caindo pra dentro do castelo, se jogando de qualquer gente, literalmente chovendo white walker. Deu uma tensão de que, se fato, acabou tudo, porque os inimigos não são humanos, literalmente não se cansam e se machucam.

Mas sei lá, foi muito fanservice meio besta, pra ficar mais legal no conceito do que na estratégia em si. OS dohtraki morrendo em 3min de episódio, tipo, não se manda uma cavalaria para ir de frente em uma batalha, foi besta. E não morrer NENHUM personagem grande depois de 2 episódios de despedida, me lembrou meus tempos de escola, em que todo mundo achava que iria repetir de ano, mas no fim todo mundo passava na prova final.

Arya matando o Rei da Noite (que eu sempre achei um nome engraçado, me faz lembrar Amaury Jr) foi legal, inesperado, mas é meio doido que jogou tudo que é profecia fora.

E AINDA BEM que o fantasma apareceu no preview do próximo episódio. Cagar pro doguinho a série inteira, pra ele aparecer em batalha e morrer imediatamente, eu não ia aguentar

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 11:49

Sim, houve belas decisões estéticas que sacrificaram a estratégia de guerra e, portanto, a lógica…

Abs,
Ritter.

Responder
Mateus Henrique 29 de abril de 2019 - 10:43

A verdade é que quando se acabou a referência (os livros publicados), os produtores sem ter mais uma base olharam pro marketing e não pro drama, deixando assim de criar as passagens marcantes onde os personagens principais realmente passavam perrengue e morriam. Preferiram manter todos os intocáveis vivinhos da silva e continuar andando em campo seguro.
Não que GoT tenha ficado ruim, longe disso. Mas é que fica a sensação que poderia ter ido dramaticamente muito mais longe. Por isso mantenho a esperança no George para manter e trazer a excelência em seus livros e caminhar por caminhos mais complexos e interessantes.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 11:49

Sim, sim. Jogaram seguro. Uma pena.

Abs,
Ritter.

Responder
Jean Gomes 29 de abril de 2019 - 10:43

Tecnicamente, o episódio foi perfeito, gostei de todas as cenas. E achei a batalha foda.

Catarticamente foi “Tinha que ser o Jon Snow”.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 10:43

Tecnicamente o episódio foi uma lição do que não fazer com fotografia noturna e montagem de batalha…

Abs,
Ritter.

Responder
CENSURADO 29 de abril de 2019 - 11:12

Que bom ler esse comentário pq eu já ia procurar um oftalmologista pq não enxerguei nada! Kkk

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 11:29

Foi uma pegada “realista” sabe?

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno Cavalcanti 29 de abril de 2019 - 11:39

Ainda bem que existe o Plano Crítico. Senão eu iria achar que estou enlouquecendo…

Nota 9.6/10?

https://www.imdb.com/title/tt6027912/?ref_=ttep_ep3

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 12:02

A galera gosta de qualquer coisa…

Abs,
Ritter.

Responder
Robson Luz 29 de abril de 2019 - 13:30

A mídia mainstream sempre vai glorificar o medíocre

Responder
Jean Gomes 29 de abril de 2019 - 13:39

Vi muita gente dizendo que estava escuro e tal, tal problema não aconteceu comigo, que baixei via torrent. Se é a isso que se refere, a culpa é dá transmissão e não da fotografia do episódio em si.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 15:03

Eu revi já com o arquivo da HBO no Now, sem o problema da transmissão. O problema da pixelização acaba, mas a fotografia escura e ruim continua. Além da montagem completamente esquizofrênica.

Abs,
Ritter.

Responder
Nathanael Pereira 29 de abril de 2019 - 10:43

Olha me empolguei com o episódio enquanto assistia mas depois algumas coisas são risíveis e muito longe do que GOT ja nos apresentou. O Rei da noite o prometido vilão mais forte não matou ninguém importante, porque não colocaram ele e o Jon ou outro personagem contra ele pelo menos para distrai-lo e se sacrificar antes de Arya mata-lo. Repito não mataram ninguém importante, Jon Snow ficou correndo e voando no modo aleatório o tempo todo, para que ressucitaram o personagem pra sentar no trono de ferro? Que tivessem dado um fim digno a ele. Estratégia de guerra nenhuma e é pq reuniram os personagens mais inteligentes.
Enfim gostei do episódio mas ficou com aquele gostinho de, tinha tudo pra ser épico e não foi, triste.

ps. Aguardo ansioso que Cersei fique naquele trono a única inteligente nessa história kkkk.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 10:43

#CerseiParaOTrono

Abs,
Ritter.

Responder
José Afonso 29 de abril de 2019 - 10:34

Já tinha dito em outros comentários, essa batalha poderia ter sido vencida de forma mais fácil se o pessoal adotasse estratégias diferentes. No final das contas pareceu um “fã service” (não que eu não goste de batalhas épicas medievais, mas…).

Pessoalmente teria gostado mais se tivessem utilizado uma estratégia de “guerrilha” (e assim daria para valorizar mais os personagens relevantes nesse conflito), pois jogar um contingente de pessoas que virarão zumbis depois de mortas não me parece nada inteligente. Para dar conta de resolver o imbróglio, precisaram utilizar recursos narrativos muito forçados.

Só sei que zumbis gelados serão a próxima ameaça para os sobreviventes do The Walking Dead.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 11:49

Eu também, mas essa estratégia não levaria a uma batalha no escuro que ninguém conseguiu ver direito…

Abs,
Ritter.

Responder
Marcelo Eduardo 29 de abril de 2019 - 10:08

tudo cu doce ep foi foda para

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 12:31

Com esses seus argumentos, até mudei de ideia…

– Ritter.

Responder
Vinicius Maestá 29 de abril de 2019 - 16:38

Gênio

Responder
Marcelo Eduardo 30 de abril de 2019 - 00:32

nao deixa de ser cu doce ue

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 10:05

Gosto de lidar com pessoas com vocabulário variado.

– Ritter.

Responder
Marcelo Eduardo 30 de abril de 2019 - 10:30

sim sim mais não é por isso que vc e o povo desse site vai deixar de ser cu doce uma vez cu doce sempre cu doce

planocritico 30 de abril de 2019 - 10:38

Claro que não! Jamais! Você tem toda a razão, como sempre!

– Ritter.

Wagner Farias 29 de abril de 2019 - 14:43

Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Responder
Lenin Pessoto 29 de abril de 2019 - 10:08

Eu ainda tenho menos problemas com a condução do episódio. É óbvio que tem suas cagadas, mas em mim prevaleceu o senso de desespero e morte que era necessário, então até relevo algumas coisas.
O que não me desce é a resolução da coisa. A Arya não tem nada a ver com o rolê, não encaixa nas profecias, e, ao tentarem fugir do óbvio, fugiram demais; ninguém relevante morreu, e isso é frustrante; não e possível que Rei da Luz tenha revivido o Jon pra isso, o papel dele foi quaase nulo, quase; e essa história do Rei da Noite ficou mal contada, cconvenhamos. O Bran ainda fez algo wargado, vamos esperar. Eu nunca gostei da subtrama, comprei a ideia, e agora espero explicações.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 11:49

Confesso que não senti um senso de desespero e morte muito grande aqui não. O episódio anterior foi bem superior nesse quesito.

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno Cavalcanti 29 de abril de 2019 - 12:01

Na hora que todo mundo foi ficando encurralado, com as notas de piano ao fundo, por um breve segundo eu cheguei a cogitar que ia morrer uma galera. Até pensei: porra, até a daenerys os caras vão ter colhões pra deixar morrer! Foda demais! Isso é GoT!!! Vai salvar um episódio que até então era bem ruim com um final groundbreaker!

Uma pena que isso durou tão pouco e não serviu pra NADA..

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 12:02

Exato…

Ó vida, ó azar…

Abs,
Ritter.

Responder
Lenin Pessoto 29 de abril de 2019 - 23:22

Mas foi isso mesmo que eu quis dizer. Eu cheguei a sentir o desespero, tava crente que ia dar m****. O episódio, apesar dos erros, me passou isso; a conclusão (do episódio e da trama como um todo) que me frustrou mais.

Responder
Pé De Pano 29 de abril de 2019 - 10:07

Fácil fácil uma das maiores decepções da Cultura Pop moderna. Nem preciso pontuar as inconsistências, erros estratégicos e decisões de roteiro porque isso a crítica e a galera já tá fazendo de monte. Nota 4/10 (2 Estrelas)

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 10:34

Confesso que até estou arrependido da nota benevolente que dei…

Abs,
Ritter.

Responder
Matheus Carvalho 29 de abril de 2019 - 10:43

Eu daria 2 estrelas com boa vontade

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 10:43

Estou quase – QUASE – revisando para baixo minha nota…

Abs,
Ritter.

Responder
rog8 29 de abril de 2019 - 11:49

Vc realmente foi muito bacana – Uma espécie de crítico “mãe”. Mas, tudo bem, pô… Excelente texto, em tempo recorde, e ainda na calada da noite? É só para os fortes hehehe…

Mas, cá entre nós, 1 estrela e meia não seria de todo injusto… :))

planocritico 29 de abril de 2019 - 11:49

Acho que foi por isso. Fiz voando depois do episódio e não dei tempo para a coisa assentar…

Abs,
Ritter.

Eduardo Destri 29 de abril de 2019 - 10:53

To até sentindo a mesma sensação do 7×1.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 11:49

Nossa!

Abs,
Ritter.

Responder
First Of The Marvel's 29 de abril de 2019 - 09:58

Rei da noite veio pra disputar com o snoke o posto de prometeu e não cumpriu nem 1%.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 12:31

Snoke pelo menos surgiu em um filme e se foi em outro. O miserável do Rei da Noite fica sete temporadas fingindo que é ameaça séria e morre na primeira batalha de verdade que enfrenta…

Abs,
Ritter.

Responder
bruno knott 29 de abril de 2019 - 09:58

O problema foi a falta de qualidade da imagem. Eu vi em uma tv 4k na HBO hd e parecia que estava vendo uma fita VHS na minha antiga Sanyo 20 polegadas. Isso quase arruinou a experiência.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 10:08

HAHAAHHAAHHHAHHHHhhaha

Perfeita – e triste – definição da minha experiência com essa transmissão de qualidade pré-histórica da HBO…

Abs,
Ritter.

Responder
CENSURADO 29 de abril de 2019 - 11:20

Eu jurava que a HBO tinha baixado no torrent o episódio.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 11:29

Mas não foi?

Abs,
Ritter.

Responder
Victor Moraes 29 de abril de 2019 - 14:08

Quem dera. Acham qualidade melhor no torrentão de boa

Responder
CENSURADO 29 de abril de 2019 - 15:03

verdade, peguei só pra ve um episódio online 720p e tava mais nitido!

Responder
Fernando Morais 29 de abril de 2019 - 09:48

Ufa ate que enfim uma critica realmente com clareza sem fanatismo apenas relatando o que aconteceu e melhor ainda,não passando pano apenas por ser GOT,que sabe fazer episódios bons nas esse não foi o caso infelizmente eu sou fã da série e queria ver o que foi tão prometido e no fim ficou a anos luz da realidade foi bem decepcionante,talvez a expectativa tenha causado essa sensação ou talvez faltou competência mesmo aos realizadores,enfim não vou ficar citando o que me desagradou porque iria ficar um texto gigante so posso confirmar uma coisa a expectativa é uma m…

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 09:58

Expectativa é mesmo uma desgraça…

Abs,
Ritter.

Responder
Joao Vitor Melo Fonseca 29 de abril de 2019 - 09:48

7 temporadas anunciando o Rei da Noite como o fucking boss e ele morre na 1a batalha. Cara, isso foi ridículo. Compare com a Marvel já que os dois são contemporâneoes e séries de certa forma. Foram 22 filmes pra anunciar o Thanos e quando ele chegou a casa caiu legal. Thanos matou uma galera sem dó, o Rei da Noite, coitado, mal conseguiu matar uns figurantes.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 10:08

Exatamente! Bela comparação!

Abs,
Ritter.

Responder
Math 29 de abril de 2019 - 09:39

Esse lance da Arya ter surgido do nada eu até perdôo, pois ela treinou anos com os Homem sem rosto e a característica deles é ser bem furtivo, além de se disfarçar com os rostos das vítimas, o resto tipo Dragões bem longe deixando Winterfell desprotegida foi a parte mais sem noção pra mim

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 09:39

Eu também não ligo muito, mas assassino furtivo que se preze não pula no meio de uma clareira para matar seu alvo… Se ela chegou até ali sem ninguém notar, era só rapidamente esfaquear o sujeito sem ele nem mesmo saber o que aconteceu…

Abs,
Ritter.

Responder
Robson Luz 29 de abril de 2019 - 13:30

Nunca jogou assassin’s creed? kkkkk

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 15:12

Não, de assassinato furtivo eu me graduei com Splinter Cell! Tenho até diploma!

HAHAHHAHAHAHHAHAAH

Abs,
Ritter.

Responder
CENSURADO 29 de abril de 2019 - 11:20

Seria melhor se a tivesse na cadeira no lugar do Bran kkkk

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 11:29

Bem melhor!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Robson Luz 29 de abril de 2019 - 13:30

Na verdade ela não treinou anos, ficou só algumas semanas limpando chão

Responder
Bruno Cavalcanti 29 de abril de 2019 - 09:32

Vamos enfrentar o Rei da Noite. Qual o poder dele? Ressuscitar os mortos. Hmmm. Seguinte então, esconda as mulheres e crianças lá na cripta com os mortos. Depois vamos mandar o exército Dothraki pra morrer de graça no front. Pronto, agora que demos o maior e mais forte exército do mundo pra ele, que só não o dominou os 7 reinos porque um oceano os separava da civilização, a gente pode soltar 3 tiros de catapulta e vai ser foda! Ah, temos dois dragões também. Acha que rola? Uai.. manda eles lá.. manda eles cuspirem fogo. A melisandre apareceu aqui do nada e ta colocando fogo em tudo. Fogo deve ser bom.

[1 hora de cenas se arrastando sem sentido depois…]
Isso aí galera, meu nome Jon Snow e eu to aqui com o Rei da noite sozinho num campo aberto com milhares de mortos no chão. Eu sei que o poder dele é ressuscitar os mortos mas essa é a minha melhor chance.. vou correr e tentar um golpe frontal nele..Porra, não deu certo, ele ressuscitou os mortos e fugiu. Agora vou ficar aqui lutando em cenas aleatórias de espada e vou ficar fugindo do fogo do dragão até acabar a luta ou meu Tio Benjen aparecer pra me salvar. Ta quase todo mundo sendo encurralado. Não vai dar, vamos morrer.. é o fim.. Roteirista!! Faz alguma coisa! Ok. Arya, chega voando lá por trás dos líderes dos mortos vivos e esfaqueia o rei da noite e salva todo mundo lá pra gente. Obrigado, de nada. Fim.

1. Passamos toda a série ouvindo coisas como “o inverno está chegando”, “a noite é longa e cheia de horrores.”.etc. Os caras tentam mobilizar o mundo inteiro e até os inimigos contra essa ameaça. Os caras fazem dois episódios muito bons dando o tom da seriedade e da despedida que talvez ocorreria com vários personagens.. e os caras acabam desse jeito.. nenhum personagem principal morreu. o Rei da noite só fez sujeira no chão. E o problema foi resolvido em uma cena pelo roteirista.

2. O Jon Snow é o personagem mais frustrante dessa série.. Ter morrido com as facadas no peito e ficado morto teria sido um final mais digno pra ele, independente de qual seja o final daqui pra frente. Personagem ruim + ator ruim..
3. Os CGIs com os dragões sempre foram lindos quando os dragões aparecem sozinhos. Sempre que alguém “monta” o dragão e a câmera foca o “piloto”, fica MUITO ruim.. meu Deus.. Me lembra o super homem voando naqueles primeiros filmes dele.

4. O Bran entregou a adaga pra Arya. Devo entender que ele já sabia que o desfecho seria aquele?

PS: A produção do episódio foi boa. A trilha sonora eu gostei bastante também. As notas de piano em momentos chave ficaram lindas.

Infelizmente, o roteiro jogou todo o esforço da produção no lixo.

Como alguém aprova um roteiro desses.. Meu Deus!

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 09:48

Pelo Senhor da Luz, que análise sensacional!!! HAHAHAHAAHAHAHHAHA

Vai para o destaque!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Matheus Carvalho 29 de abril de 2019 - 09:48

Você conseguiu se expressar da forma que eu queria. Tô inconformado. Vou assistir os 3 últimos episódios por obrigação, mas não tenho mais esperanças pra essa série.

Responder
Flavio Batista 29 de abril de 2019 - 10:08

conseguiu expor tudo q sentia, mas n sabia como expressar. Decepcionadissimo

Responder
José Afonso 29 de abril de 2019 - 10:43

Cara, é isso! Eu tinha comentado algo parecido mas não tinha lido este comentário. Reforço minha tese da tática de guerrilha. Que montassem um grupo de personagens para caçar o Rei da Noite utilizando o Bran como isca e assassinassem ele de forma mais coerente (aí sim a Arya faria sentido) e sem expor a estes riscos. Deixasse o Snow resolver a situação (já que ele desde do início não consegue nem morrer por causa disso) e deixa a Daenerys tretar com a Cercei.

Responder
CENSURADO 29 de abril de 2019 - 11:20

George Martin que aprovou, ele tá aprovando porcaria pro livro se sobressair hahahha

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 11:29

Velho esperto!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Star_Killer 29 de abril de 2019 - 11:39

Parabéns pelo comentário meu caro, concordo com tudo que disse! Estranho que fizeram o episodio da Batalha dos Bastardos de uma forma tão bem feita, que nem precisou de varias mortes de personagens pra ser ótimo e nesse cagaram feio no roteiro. Também me incomodou um pouco ter deixado a Lyanna Mormont na batalha, tudo bem que ela se sacrificou pra matar o gigante zumbi, mas cara… ela é uma criança ainda, ela faria muito mais diferença ficando protegida la na cripta junto com os outros por ser uma ótima líder.

Responder
Bruno Cavalcanti 29 de abril de 2019 - 15:40

E olha que a cripta não protegeu ninguém.. pelo contrário..

hahaha..

Responder
Robson Luz 29 de abril de 2019 - 13:30

A verdade é que a séria há muito já vem capengando com roteiros e texto dignos de trabalho de colégio, esse episódio só foi a confirmação do que eu venho falando há anos e muitos diziam que era mimimi

Responder
Helder Lucas 29 de abril de 2019 - 09:24

Acho lamentável o ultimo prego que colocaram no caixão de transformar o que deveria ser a trama principal da série numa subtrama mal-aproveitada e encerrada de forma corrida e preguiçosa. Deus me livre do que vem aí nos três últimos episódios.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 10:07

Nunca foi a trama principal, mas, mesmo assim, o que fizeram com toda a construção em torno da ameaça zumbizenta foi um desperdício!

Abs,
Ritter.

Responder
Sr. Presidente 29 de abril de 2019 - 12:49

Não é a trama principal mas foi tratada durante muito tempo como se fosse. A primeira cena do primeiro episódio da série era sobre os Caminhantes Brancos. A série girava em torno da noção de que enquanto homens ingênuos brigavam por coisas mundanas como tronos e coroas, a morte em pessoa estava vindo atrás deles, e não importaria quem ficasse no trono de ferro, todos estavam ameaçados por uma força da natureza virtualmente imparável.
Inimigos se uniram, aliados improváveis surgiram, todos mundo esqueceu de política para derrotar o exército dos mortos e… é derrotado na primeira batalha depois de atravessarem a Muralha e o “boss final” é morto por uma personagem que nunca teve construção ou alguma relação com o núcleo místico dos Caminhantes.

P.S.: Agora se Jon Snow não ficar no Trono de Ferro no final pode se dizer que ele é o protagonista mais desperdiçado da cultura pop, porque isso é o último “payoff” restante para o arco do personagem.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 15:12

Não sei se foi tratada como se fosse. Seja como for, é indesculpável toda essa linha narrativa acabar com uma canivetada na barriga ao longo da primeira grande batalha com eles…

Abs,
Ritter.

Responder
Cahê Gündel 29 de abril de 2019 - 09:24

Ótima crítica.

Não gostei do episódio, tirando a estética foi muito fraco. O pau comendo e os dragões bailando acima das nuvens e a cavalaria indo na frente da infantaria foram duas coisas que tô até agora tentando entender, bem como a estratégia (?) de posicionar todo o exército fora do castelo (pra que servem os muros, afinal?). Nem vou falar do elenco principal sendo salvo por milagre porque isso já é recorrente em GoT, infelizmente. O ponto positivo foi a morte do Rei da Noite ( que eu gostei, não via outra maneira de matá-lo que não fosse de surpresa) que realmente já tava fazendo hora extra e o lance entre a Sansa a o Tyrion. E que acabe logo antes que esses roteiristas façam mais bobagens.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 11:49

Obrigado, @cahegundel:disqus !

Também acho que a surpresa era a única forma de matar o Rei da Noite, mas o problema foi que ele ficou como a grande ameaça durante sete temporadas e morre assim rapidamente na primeira batalha. E, além disso, surpresa é uma coisa, mas teletransporte de Arya é outra bem diferente!

Abs,
Ritter.

Responder
Willian Sales 29 de abril de 2019 - 09:18

Eu achei que a imagem da minha tv estava ruim, quase eu a joguei fora, hahaha.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 11:49

Não culpe a sua TV não!

Abs,
Ritter.

Responder
Magnosama 29 de abril de 2019 - 09:18

O grande problema pra mim foi a qualidade PORCA da imagem oferecida pela HBO,

o episódio simplesmente não foi transmitido em HD, oferecendo uma imagem completamente pixelizada, tosca… isso acabou com a experiência pra mim.

E a reclamação foi nacional, não foi algo localizado.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 10:07

Acho que foi mais do que só nacional. Mas a transmissão ruim foi apenas parte do problema!

Abs,
Ritter.

Responder
Magnosama 29 de abril de 2019 - 10:08

Sem dúvida,
eu poderia elencar várias coisas que me incomodarem no episódio,
como a trilha sonora por exemplo…
mas a qualidade da transmissão me tirou completamente do prumo.

Responder
Matheus Carvalho 29 de abril de 2019 - 09:03

Entra fácil no top 5 dos piores episódios da série. O que fizeram com Got? Tragam ela de volta!

Responder
Eduardo Destri 29 de abril de 2019 - 09:17

Melhor esperar pra ler a versão do Martin.

Responder
Elessar 29 de abril de 2019 - 09:24

Se é que sai!

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 10:07

Sugiro esperar sentado confortavelmente…

Abs,
Ritter.

Responder
Matheus Carvalho 29 de abril de 2019 - 11:03

Tô achando que só vai sair depois que ele morrer, aí vai custar aquela fortuna.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 11:49

O pior é que a temporada começou bem!

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Barros 29 de abril de 2019 - 09:03

Quando ví o WW sobrevivendo às chamas do dragão já pensei que a teoria estava certa: ele é o Rei louco, targaryen, que assim como a Daenerys sobrevive ao fogo! Pura ilusão..só faltou a musiquinha do fantástico, para acompanhar a Arya surgindo do nada…

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 10:07

Exatamente minha reação…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 11:49

Nooooossa!!!

HAHAHAHAHAHAAHAHHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Eduardo Destri 29 de abril de 2019 - 09:03

Como a base literária de Martin faz diferença… Tô quase de luto por saber que ele deveria ter lançado o restante dos livros há 4 anos atrás. Apenas pelo fato de não haver estratégia nenhuma na maior guerra da história (até nós, meros espectadores, pensaríamos em golpes à distância melhores, no uso de fogo vivo, ou em queimar todos os corpos existentes até o momento do combate) já mostra a pobreza criativa dos “novos escritores”. Sem contar nos furos existentes para qualificar a estética, como os mortos que destroem cimento da cripta enquanto um já foi encaixotado para ser mostrado à Cersei em Kings Landing, e lá dentro ficou um amor de zumbi. Ou quando Beric morre simplesmente para quebrar um galho à Arya depois de ser revivido inúmeras vezes pois o Senhor da Luz o alinhou para um grande destino. E no puro protagonismo, como quando quase todas as personagens principais estão à beira da morte e algum herói surge imediatamente (quando foi que começamos aceitar isso em GoT?), principalmente na grande cena de Arya, que vemos anos de desenvolvimento do vilão mais místico da série acabar em questão de segundos e sem criatividade alguma.

Poderia ser a maior série de TV de todos os tempos, mas agora Got não passa de uma alta produção boba com um roteiro e enredo medianos.
Parece até alguns filmes de herói mesmo.

Responder
Gabriel Monteiro 29 de abril de 2019 - 09:48

“quando foi que começamos aceitar isso em GoT?” também me perguntei isso ontem. Mas é aquilo né, depois que acabou o material dos livros, os roteiristas começaram a apelar pra essa tática típica de quem não tem criatividade.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 10:43

E olha que não era difícil fazer algo espetacular com o material inacabado que tinham em mãos…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 10:34

Belo comentário. Infelizmente, não tenho reparos a fazer!

Abs,
Ritter.

Responder
Robson Luz 29 de abril de 2019 - 13:38

Depois que a série entrou no mainstream e ficou popular, gente que só liga pra hype, fanservice e frases de efeito

Responder
Pedro Pimenta 29 de abril de 2019 - 08:48

Concordo com praticamente tudo. E ainda esperava os white walkers no meio da batalha com alguns X1 onde morresse tanto WW quanto algum personagem principal, e que talvez cada morte de WW acabasse com um grupo de mortos ao seu redor. Assim haveriam alguns “heróis” e mortes memoráveis.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 10:07

Pois é… Parece que a era das mortes memoráveis em GoT acabou…

Abs,
Ritter.

Responder
paulofelcio 29 de abril de 2019 - 08:32

“Subtrama do Rei da Noite”

kkkk essa é a trama principal da série! Esse fara claramente não entende nada sobre Game or Thrones.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 08:39

Claramente não entende nada de série de TV…

Abs,
Ritter.

Responder
paulofelcio 30 de abril de 2019 - 22:24

E você não entende nada sobre a história que o George R.R. Martin criou. ABraços.

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 23:41

Martin escreveu os livros apenas. Aí vendeu seus direitos e OUTRAS pessoas adaptaram a obra. Acho que você não entende nada de adaptações…

Abs,
Ritter.

Responder
paulofelcio 2 de maio de 2019 - 00:02

Tá, mas a série é baseada em qual obra mesmo? Ah, tá.

planocritico 2 de maio de 2019 - 18:02

Você não deve conhecer a penca de obras literárias que, ao serem adaptadas para o audiovisual mudam quase que completamente, não é?

– Ritter.

paulofelcio 2 de maio de 2019 - 20:43

Não sei sobre as outras, mas conheço essa e sei qual a trama principal, ou pelo menos uma das.

Cahê Gündel 29 de abril de 2019 - 09:18

Sim, deve ser por isso que o nome da série é The Walking Dead, não, pera.

Responder
paulofelcio 30 de abril de 2019 - 22:24

Filho,a série é baseada em uma série de livros chamada AS CRÔNICAS DE GELO E FOGO. Você acha que Gelo e Fogo vem de onde? Gelo da neve e fogo no rabo da Cersei?

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 23:41

Aprenda a separar as mídias. O que você quer que seja verdade nem sempre é verdade…

– Ritter.

Responder
paulofelcio 2 de maio de 2019 - 00:02

Mídias diferentes, mesmo enredo.

Abraços,
Paulo

CENSURADO 29 de abril de 2019 - 11:29

A trama principal sempre foi a disputa pelo trono. Dava a entender que o Rei da Noite seria a ameaça principal mas nem isso foi.
Repara bem que se vc tirar o Rei da Noite da série não faz diferença.

Responder
paulofelcio 30 de abril de 2019 - 22:24

Negativo. O próprio George R.R. Martin sempre disse que a trama mais importante da série era a dos Outros. A luta dos vivos contra os mortos sempre foi mais importante do que os vivos brigando entre si. Acho até que derrotaram os mortos rápido demais na série. Inclusive acredito que essa história não acaba por aí, ainda vai rolar algo envolvendo o Bran, creio eu… afinal ele ainda tem aquela marca no braço. Mas nunca foi uma “subtrama”, sempre foi A trama!

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 23:33

A série de livros é diferente da série de TV. Não importa o que Martin diz, pois ele não é showrunner e não manda em nada na série de TV.

Abs,
Ritter.

Responder
paulofelcio 2 de maio de 2019 - 00:02

A história original é dele.

Ex Cartman 1 de maio de 2019 - 01:31

o Martin é produtor mas não é roteirista da série, talvez nos livros seja a dos Outros, na série não é. Pega o tempo de minutagem de caminhantes brancos e o tempo com o jogo dos tronos pra vc ver. Alias a série chama Game of Thrones não White Walkers, o nome ja indica do que a série é, um disputa pelo trono, os Caminhantes são um empecilho pra isso apenas.

Responder
paulofelcio 2 de maio de 2019 - 00:02

A série segue o mesmo enredo dos livros, e o Martin contou aos roteiristas os pontos principais da história para que eles pudessem adaptar para a série. Mas entendo que a escolha do nome dê a entender que a trama da série é apenas sobre disputas por poder. Mas eles poderiam ter colocado o nome de Fúria dos Reis, Tormenta de Espadas, O Festim dos Corvos, Dança dos Dragões, Ventos de Inverno, Sonho de Primavera… Mas escolheram Jogo dos Tronos simolesmente pq soa melhor para uma série. Mas a profecia sobre o Jon Snow teve um papel muito importante na série. Não dá pra chamar o arco dos Outros de “subtrama”.

paulofelcio 30 de abril de 2019 - 22:24

Como não faz diferença? Todo plot da Patrulha da Noite e do Jon Snow sempre girou em torno dos Caminhantes Brancos, o Bran cresceu ouvindo essas histórias e no final a missão dele era ajudar a acabar com eles. A Melisandre só apareceu na série pra ajudar na batalha contra o Exército dos Mortos. Um monte de personagens só existia por causa dessa trama, e você fala que não faria diferença?? Sem o Rei da Noite metade dos personagens não teriam função.

Responder
planocritico 30 de abril de 2019 - 23:33

Troque o Rei da Noite por um urso polar que nada muda.

– Ritter.

Responder
paulofelcio 2 de maio de 2019 - 00:02

Troque você por um poste de luz da rua, que nada muda. A não ser a capacidade do post de ser iluminado.

Ex Cartman 1 de maio de 2019 - 01:23

não faz, edita a série sem Rei da Noite e no fim é a mesma coisa.

Responder
paulofelcio 2 de maio de 2019 - 00:02

Não, não é. Tanto não é a mesma coisa que com certeza o plot do Rei da Noite ainda não acabou. Aguarde os próximos capítulos.

El Imparcial ~ Jaktal 29 de abril de 2019 - 15:12

É a trama principal de um seriado chamado Game of Thrones? Q nome estranho para um seriado de zumbis…. :/

Responder
paulofelcio 30 de abril de 2019 - 23:33

Não importa o nome do seriado. Esse é o nome do primeiro livro, colocaram na série só porque soa bem. O nome da série de livros é As Crônicas de Gelo e Fogo. Toda a história da saga gira em torno dessa dicotomia entre Gelo e Fogo, que é muito mais importante do que as briguinhas pelo trono. Só mesmo quem não entende a essência da série para afirmar uma pataquada dessas.

Responder
planocritico 1 de maio de 2019 - 01:45

Livro é livro. Série é série. Você pode fazer a ginástica argumentativa que quiser, mas a SÉRIE tem como trama principal a disputa pelo trono.

– Ritter.

Responder
paulofelcio 2 de maio de 2019 - 00:10

Só que não.

El Imparcial ~ Jaktal 2 de maio de 2019 - 10:23

Parei no “não importa o nome do seriado”. Não dá para argumentar com alguém que não consegue desvencilhar livro com adaptação.

Passar bem. 🙂

Responder
paulofelcio 2 de maio de 2019 - 20:54

Não dá pra argumentar com quem usa um argumento lixo como “o nome da série é tal”. La Casa de Papel então fala sobre uma casa feita de papel?

planocritico 3 de maio de 2019 - 10:45

Não feita, mas que fabrica papel. O papel mais valioso do mundo, o dinheiro.

Abs,
Ritter.

paulofelcio 6 de maio de 2019 - 22:07

Pois é, não é feita de papel, portanto não podemos levar o nome ao pé da letra.

Abs.

El Imparcial ~ Jaktal 3 de maio de 2019 - 13:31

“argumento lixo”, tá nervosinho? Caso não tenha notado (ou não saiba interpretar), eu não argumentei nada na fala a qual se refere. xD

La Casa de Papel é sobre, também, uma casa que imprime o papel. Se acha que o título do seriado não faz sentido com o conteúdo, tá precisando assistir novamente. 😉

Passar bem. 🙂

paulofelcio 6 de maio de 2019 - 22:07

Não, não tô nervosinho. Não precisa estar nervoso pra perceber que seu argumento é um lixo. Realmente não argumentou nada, pq falar do noem da série nem dá pra levar em conta como argumento. O nome La Casa de Papel, se levado ao pé da letra, remete a uma casa FEITA de papel, e não que IMPRIME papel. Mas é óbvio que não devemos levar ao pé da letra os títulos das séries. Eu não disse que o título da série não faz sentido com o conteúdo, e sim que o fato da série ter esse nome não implica que o arco do Rei da Noite seja uma merda “subtrama” como qualquer outra.

El Imparcial ~ Jaktal 7 de maio de 2019 - 08:40

“seu argumento é um lixo. Realmente não argumentou nada”

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Finalizo aqui minha participação neste diálogo inútil com uma pessoa boçal.

Abraços e passar bem. 😉

paulofelcio 8 de maio de 2019 - 12:03

Cometi um erro, admito. Desculpe por chamar de argumento o seu lixo.

planocritico 8 de maio de 2019 - 14:51

Ihhhhhh, baixou a 5a série…

Ou, de repente, você é mesmo da 5a série, não sei…

– Ritter.

paulofelcio 10 de maio de 2019 - 07:55

Não foi um argumento pq foi um lixo, mas o cara TENTOU argumentar. Mas pra argumentar, obviamente você precisa de um bom argumento, o que não foi o caso.

Matheus Jornalista 29 de abril de 2019 - 08:32

Eu estava achando que a batalha contra o Rei da Noite duraria dois episódios, engano meu. Eles realmente apressaram onde foi possível pra eliminar essa subtrama, toda a ação foi bastante confusa, vários personagens foram meras manivelas narrativas. Também achei que a Cersei foi muito feliz em se abster da guerra, agora as tropas da Daenerys foram dizimadas quase que em sua totalidade e a intriga entre ela e o Jon vai ganhar destaque. Melisandre chegou no episódio pra dar uma “luz” literal e figurativamente na batalha. Foi um bom episódio, mas fiquei com A impressão de que o Rei da Noite foi derrotado muito fácil.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 08:39

Foi um desperdício de linha narrativa.

Abs,
Ritter.

Responder
ding ding ding 29 de abril de 2019 - 08:09

Decepcionante…
Se você é o comandante de um exército que pode ser destruído se você morrer, por que diabos iria se expor no meio da batalha? Nunca se sabe quando uma Arya pode se teletransportar para onde você está. KKK
O que mais me incomodou, é que todo o desenvolvimento de Bran na série, serviu para… ele se tornar uma isca premium de zumbi… Pois de relevante não fez nada.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 08:25

Isca premium!

HUAHUAHUAHUAHUAHUAHUA

Adorei!

Abs,
Ritter.

Responder
paulofelcio 29 de abril de 2019 - 08:32

Pra matar o Bran.

Responder
paulofelcio 29 de abril de 2019 - 08:32

Se o Bran morresse,o Rei da Noite praticamente ganharia a guerra.

Responder
cleverton 29 de abril de 2019 - 07:01

Os caras prometem um vilão foda nível Thanos e ele morre de uma forma patética daquela, pqp

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 08:25

Canivete na barriga pela Garota Teletransporte!

Abs,
Ritter.

Responder
Cesar 29 de abril de 2019 - 04:58

Ritter, tu já leu as crônicas? Lembro o quão apaixonado fiquei de imediato com o prólogo que tratava dessa ameaça além da muralha. Sempre foi um núcleo que eu gostava muito nos livros, e sem dúvidas esperava bem mais. Até a teoria louca que levantavam sobre o Rei da Noite ser o Rei Louco, pai da Dany seria algo melhor do que um vilão sem propósito algum. Espero que os rumos que o Martin time sejam bem diferentes.

3 episódios de luta pelo trono? Será? Muito tempo então, pra fechar esse núcleo dignamente.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 11:49

Eu li os dois primeiros livros (a crítica do primeiro aqui no site é até minha). Adorei o primeiro, achei o segundo mediano e simplesmente não aguentei passar da metade do terceiro. Ficou chato DEMAIS.

Mas eu concordo que a atmosfera que Martin criou ao redor da ameaça além da muralha é muito bacana. Uma pena ela ter se materializado em um cara que morre de canivetada na barriga…

Abs,
Ritter.

Responder
El Imparcial ~ Jaktal 29 de abril de 2019 - 15:21

Nossa, eu adorei o terceiro livro! hahaha
Os dois próximos que são meio osso de ler…. =/

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 15:21

Eu juro que tentei!

Abs,
Ritter.

Responder
Cesar 29 de abril de 2019 - 04:58

Quando vi que o Sapochnik dirigiria esse episódio, que já era vendido como a maior batalha do audiovisual de todos os tempos, eu tava com um hype absurdo. Afinal, aquela batalha dos bastardos ainda hoje me deixa sem ar so de pensar. Nos jogou com maestria dentro daquela matança. E quis fazer o mesmo aqui, mas, concordo contigo que foi cruzada e MUITO, a linha entre querer nos colocar na confusão da batalha e simplesmente entregar um combate que nos privou em muitas cenas de sequer saber o que aparecia na tela. Soma-se a isso a total falta de bolas de matar personagens importantes diante de um evento de grande proporção desses. Principalmente nisso eu esperava bem mais.

A cena final da Arya foi a única que eu achei a mais amarradinha, pois a pouco tempo antes a série mostrou a cena da biblioteca onde ela utiliza de suas habilidades de ser “ninguem” acumuladas em tantas seasons, pra passar despercebida. Mas claro que também entendo perfeitamente quem não conseguiu digerir isso. O Rei da Noite quis matar o Bran em câmera lenta, e aí não dá…

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 12:01

Também fiquei super feliz com o Sapochnik na direção. Nem acreditei no resultado final… Deve ter sido o Sapochnik-zumbi que dirigiu isso…

Abs,
Ritter.

Responder
William O. Costa 29 de abril de 2019 - 04:21

Crítica certeira e bem escrita, como sempre! Enquanto com vários momentos independentes memoráveis, foi decepcionante na maioria dos aspectos.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 08:26

Obrigado!

Abs,
Ritter.

Responder
Luke 4 29 de abril de 2019 - 03:34

Não acho que a gu3rra contra os m0rtos acabou. Br@n continua com a marca no br@ço, e é fato, ele aprontou algo durante o tempo que permaneceu em tr@ns3. Provavelmente o próximo episódio revelará o que o j0vem St@rk fez. Pela fisionomia do R3I DA N0ITE, não foi algo muito bom…sei lá, estou tendo a impressão que o p3rigo continua, e ele não se encontra em King’s Landing.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 08:26

Tomara que tenha acabado. Essa história vazia já deu o que tinha que dar…

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Barros 29 de abril de 2019 - 09:03

The truth is out there!

Responder
Luke 4 29 de abril de 2019 - 03:34

Responder
Lucas Ferreira 29 de abril de 2019 - 03:13

fanfic fodida! hahahaha

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 08:26

Bem por aí…

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno Cavalcanti 29 de abril de 2019 - 09:39

Cara, respeita as fanfics…
Se juntar essa galera aqui dos comentários, a gente escreve um roteiro MUITO mais foda pra esse episódio.. te garanto!
haha

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 10:08

Isso lá é verdade!

Abs,
Ritter.

Responder
Jefferson Viana 29 de abril de 2019 - 03:06

Nossa essa foi rápida, parabéns pela rapidez Concordo com praticamente todos os pontos. A coisa mais positiva foi a morte de lyanna , nessa ai deu um peso no coração, de resto nossa que total falta de estrategia de batalha foi aquela, meu deus gastaram os dothraki a toa, sei lá mesmo não sendo estrategista acho que colocar flechas com fogo, torres de fogo e muralha , fosso,deve ter algum tipo de oleo que queima , fogo vivo ou algo assim. Depois que fizeram o rei da noite ser o darth vader e cthulhu da serie sem nem ao menos deixar ele puxar a espada, olha se jon snow matasse ele todo mundo iria falar que era esperado, mas existia forma de fazer isso ficar épico, sei lá um 2×1 entre rei da noite contra arya e jon, arya poderia até mata-lo, apesar disso ainda contraria meio mundo de profecias.
Ainda teve o fato dos outros caminhante brancos estarem ali como participação especial, serio mesmo? ali no contexto do episodio teria sido mais fod…,se os nucleos de batalha no final tivessem pegado eles ali no mano a mano, claro colocava brianne , jaime e aprendiz da brianne contra 1, verme cizento e jorah contra outro, etc,etc,etc, fazia melhor uso do tão falado aço valeriano, e teria sido mais épico as mortes da serie, e ainda teria uma desculpa de que cada caminhante branco que matasse acabaria com alguma centenas de mortos “desligando”, ganhando mais tempo.
Pra que serve o corvo de 3 olhos?
Bom pelo menos nos livros a coisa se desenha de forma um tanto diferente, não tem nenhuma familia extinta, e a melhor projeção que vi sobre o final era que o norte perderia as batalhas recuando pelo continente de westero enquanto os outros avançam, obrigando as outras casas a entrar na luta, acabando em dorne. Tomara que assim seja.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 12:01

Obrigado, @jeffersonviana:disqus ! No entanto, acho que minha rapidez acabou levando a uma leniência maior na nota…

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Bicigo 29 de abril de 2019 - 13:21

Já pensou um Jon/Arya x Rei da Noite ao estilo de Cap/Bucky vs Stark na guerra civil??

Responder
Matheus Ostemberg 29 de abril de 2019 - 02:12

Fraquíssimo… deus ex-machina toda hora, falta de ousadia pra empacotar personagens mais significativos, escuridão bem bacana pro telespectador… a série nesses ultimas temporadas vive de momentos isolados, mas como um todo caiu muuuuito, bem triste, era uma série que começou com tudo. Esse episódio meio que sepultou minhas esperanças de ver algo surpreendente ao nível das quatro primeiras temporadas nessa finale.

Responder
Bruno Cavalcanti 29 de abril de 2019 - 09:39

Eu também parceiro.. eu também.

Já estou achando que vai terminar a Dany e o Jon de mãozinhas dadas no trono mesmo.. vão governar juntos e o mundo experimentará mil anos de paz.

Não duvido de mais nada.. u.u

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 12:01

Putz, nem me fale nisso…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 12:01

Matar personagem importante virou tabu. Quem diria!

Abs,
Ritter.

Responder
catra 29 de abril de 2019 - 02:04

falou pouco, mas falou merda!

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 08:26

Celacanto provoca maremoto!

– Ritter.

Responder
Matheus Felipe 29 de abril de 2019 - 01:56

Concordo com tudo.
As cenas de brigas entre os dragões foi o ápice da escuridão. Teve hora que eu nem sabia quem estava em qual dragão e me perguntava a localização dos membros dos dragões (sério, consegui confundir até a cabeça do dragão com o tronco).

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 08:26

Também confundi…

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 29 de abril de 2019 - 01:56

Eu achei o episodio muito bom, tava escuro? tava, mas eu consegui ver tudo de boa, vi aqui no meu quarto com tudo escuro e deu pra tudo de boas, fiquei surpreso no final com o modo em que o rei da noite foi morto facilmente, sobre a arya se teletransportar sem ninguém ver, eu li uma boa explicação de que ela usou a face de um morto-vivo pra chegar no rei da noite de surpresa. Sinceramente eu nao esperava que os mortos iam se acabar assim logo na primeira batalha e que a serie ia focar na batalha contra a cersei, pra mim é ate melhor que seja assim, eu so queria conhecer mais um pouco da historia do rei da noite, mas acho que so agora nos vindouros livros.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 08:26

Na verdade, não importa muito o como ela ter se teletransportado e sim que o resultado final, independente disso, foi fraco.

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 29 de abril de 2019 - 09:02

Como não importa? Se vc tá aí falando nos comentários que ela se teletransportol, ela foi treinada pra ser uma assassina furtiva, no episódio anterior ela chega atrás do John snow sem ele perceber, o que pra mim foi fraco foi o modo como fizeram o rei da noite, o cara aparecia mudo em cena e morreu mudo. Vilão muito sem graça.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 12:01

Assassina furtiva é uma coisa. Mas aparecer em uma CLAREIRA cercada de zumbis e ainda por cima pular para matar o vilão de cima é a coisa ao mesmo tempo mais impossível e burra possível. Mas, novamente, não me importei muito com isso. Só não gostei mesmo é do Rei da Noite morrer tão rápido, sem nem mesmo desembainhar a espada dele.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabryel 29 de abril de 2019 - 01:56

Cara, a série desde a primeira tempo
rada vem colocando o rei da noite como o vilão fodao( de maneira muito bem por sinal) para no final ele morrer daquela forma. E sem contar que a série não teve a coragem de matar ninguém importante nesse episódio, pra mim o episódio anterior( que foi um episódio meio de despedida) acabou sendo prejudicado por esse episódio. Mas teve momentos bons e principalmente tensos, só que o final conseguiu estragar com o episódio.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 12:01

Pois é…

Abs,
Ritter.

Responder
El Dante 29 de abril de 2019 - 01:33

Achei que a Guerra de Winterfell duraria mais um episódio no mínimo, ou que se encerraria de modo bem trágico
Mas agora, com a derrota do imenso exército do Rei da Noite, que para mim foi a maior ameaça da série desde o início, eu literalmente (e com o perdão do trocadilho) fiquei sem Norte!

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 01:33

Até era a maior ameaça em tese. Mas, ao mesmo tempo, a mais completamente sem graça…

Abs,
Ritter.

Responder
William O. Costa 29 de abril de 2019 - 04:21

Plot twist da temporada: Rei da Noite é o vilão mais fácil de matar da série. Muito sem graça o final.

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Camilo Mateus 29 de abril de 2019 - 01:27

eu até achei que a escuridão e a confusão fizeram sentido, ao passo em que obrigáva-nos, espectadores, a sentir o desnorteamento dos personagens.
porém, o que mais me incomodou, além dos super poderes de teletransporte de Arya e as conveniências de Melisandre, foi a imbecilidade da estratégia utilizada contra os mortos.
aliás, estratégia é um termo muito generoso da minha parte, afinal os maiores comandantes e estrategistas de Westeros, mesmo sabendo (considerando o que Jon Snow viu em Durolar) que o exército do rei da noite é praticamente uma pororoca de mortos vivos, resolveram deixar a porra do exército inteiro do lado de fora das muralhas esperando o combate direto, quando não foram perseguir a própria morte. Além disso, foram inúmeros os momentos nos quais a lógica apresentada na série é no episódio foi totalmente subvertida: varios personagens estiveram completamente cercados e cercados permaneceram durante muito tempo, por zumbis que não tiveram a menor dificuldade de escalar a muralha de Winterfell, e, ainda assim, sobreviveram.
o que eleva um pouco o episódio, para mim, são suas implicações, uma vez que, encerrado o lado The Walking Dead, teremos ainda três episódios para política e lutas de homem contra homem, que serão sem Dothraki e com pouquíssimos Imaculados, já que todos foram vítimas de um sacrifício inútil (sério, eu estou indignado).
particularmente, eu teria ficado muito mais satisfeito se o roteiro tivesse enveredado para o lado de artimanhas estratégicas, propostas pelos comandantes, e momentos heróicos dos personagens queridos, para construir momentos de esperança a serem destruídos logo em seguida pelo avançar dos mortos, aumentando o payoff da facada final.
no geral, o que foi feito, foi bem feito, apesar de não ser tão bom assim.

p.s.: insisto em dizer que a série, em termos de enredo, é um arremedo do que chegou a ser. Exemplifico com Tyrion, que está sendo completamente desprezado e desrespeitado em sua essência. O roteiro insiste em reduzi-lo a tiradas sarcásticas e goles de vinho que, ao contrário do que elevou o personagem ao nível memorável em que o vimos outrora, não soam naturais e, principalmente, não tem repercussões narrativas.

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planocritico 29 de abril de 2019 - 01:33

Concordo com tudo!

Abs,
Ritter.

Responder
Camilo Mateus 29 de abril de 2019 - 09:03

acabei de lembrar de um detalhe: aparentemente aparecem dois dragões no teaser, então o amarelinho aguenta bastante porrada.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 12:01

Eu não vejo teaser e promo, mas se são dois dragões, mais alvos para Cersei trucidar! HAHAHAHAAHHAHAAH

Abs,
Ritter.

Responder
Linti Faiad 29 de abril de 2019 - 01:19

Salve Ritter,
Acho justa a nota.
Como batalha, km de distancia da batalha dos bastardos.
Cm roteiro, tosqueira total. Totalmente sem estrategia. Surreal nao ter morrido nenhum dos principais. E o final MUITO Deus Ex Machina sem nenhuma explicacao. Algm viu alguma?
Fiquei meio que uma mistura entre Oh que foda e Wtf…
De todo modo, varios bons momentos.
Mas entendo perfeitamente a frustacao do colega abaixo haha
Deve ser leitor dos livros. Pelo qur vejo, os leitores dos livros tem ainda mais zelo por lógica dentro da historia.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 01:19

Cara, fiquei muito frustrado com a completa inexistência de uma estratégia de guerra decente… Foi tudo na orelhada…

E a morte do Rei da Noite foi por teletransporte mágico da Arya…

Abs,
Ritter.

Responder
Vinicius Maestá 29 de abril de 2019 - 01:40

Não sei se você se refere ao meu comentário, mas se for…eu nunca li uma página da série de livros, só acredito que foi um episódio ridículo que me tirou a vontade de assistir o resto, mesmo faltando tão pouco. Poderia fazer uma lista de erros aki, mas não sei se vale a pena. A decepção é gigantesca

Responder
Rafha 29 de abril de 2019 - 01:13

Esse episódio foi pior de ver que filme 3D tradicional, terrivel visualmente.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 01:13

GoT nunca soube lidar muito bem com fotografia noturna, mas esse episódio foi dose…

Abs,
Ritter.

Responder
Ruqui 29 de abril de 2019 - 02:42

Me lembrou quando vi BvS no cinema numa sessão dessas.

Responder
Rafha 29 de abril de 2019 - 01:13

Fora todos os problemas citados tivemos a maravilhosa qualidade RMVB da grande HBO nesse episódio.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 01:13

Exato. Uma palhaçada…

Abs,
Ritter.

Responder
William O. Costa 29 de abril de 2019 - 04:13

Também percebi, péssimo.

Responder
Gustavo Henrique 29 de abril de 2019 - 01:13

E aí, vocês gostaram do desfecho do Rei da Noite?
Na minha opinião, achei super broxante.
Esperava algo mais inventivo. Também gostaria de saber mais sobre ele, mas pelo visto isso vai ser impossível.
Eu gosto da Arya, mas achei meio aleatório ela brotar do nada tentando matar o cara.
O Jon ao menos tava no encalço dele, mas ele é tão sonso que não conseguiu nem fazer um X1 contra o Rei da Noite coitado, tava mais perdido que filho da poolta no dia dos pais Kkkkk

Edit: Zack Snyder ficou com inveja desse episódio, se achava o rei do filtro escuro é?
HBO chegou e falou, “Hold my beer!”.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 01:13

Totalmente broxante. Foi teletransporte total da Arya…

E sobre o Snyder, quem dera fosse ele na direção de fotografia!

Abs,
Ritter.

Responder
Cesar 29 de abril de 2019 - 04:34

Sabe que essa da Arya eu até ainda deixo passar, pois tivemos uma longuíssima cena dela na Biblioteca usando toda a experiência acumulada ao longo de toda a trama, pra passar despercebida pelos mortos. Eu to coneguindo digerir essa cena.

Responder
Gustavo Henrique 29 de abril de 2019 - 07:46

A cena na biblioteca foi ótima, mas mesmo ela chegar do jeito que chegou no Rei da Noite, achei muito conveniente. Claro que todos eles sabiam que o Rei da Noite estava no encalço do Bran, mas justo a Arya que estava em uma situação completamente diferente ser a única a brotar por lá, ficou conveniente demais, pelo menos a forma em que a trama foi montada até o momento fatídico. Faltou mais tato ou atenção aos pequenos detalhes sobre o dercorrer da trama, coisa que o Martin faz muito bem.
E se pararmos pra pensar, é meio cômico o Rei da Noite ser imune ao fogo de Dragão, mas ter a pachorra de morrer em 3 segundos pra Aço Valiriano, ele é do mesmo level dos White Walkers tenentes dele praticamente , a única diferença é que ele é o responsável por levantar os mortos kkkkk

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 12:01

Conveniente e impossível. O que ela fez na biblioteca é basicamente padrão. Nada especial. O que ela faz em um CLAREIRA cercada de zumbis é impossível a não ser que ela realmente possa se teletransportar…

Abs,
Ritter.

Responder
Gustavo Henrique 29 de abril de 2019 - 12:49

Exato!!
Até a Sonsa ou a Daenerys, se tiverem inteligencia emocional e conseguirem manter relativa calma, conseguem fazer o que a Arya fez na biblioteca.
Agora eu quero ver explicarem a Arya Spawnando naquele bosque, justo naquele momento hiper conveniente.

Ivine Honorato 29 de abril de 2019 - 01:13

Achei o episódio denso e tenso… fiquei com os músculos do rosto doendo no final do episódio de tanto que contraí a minha cara, principalmente com a morte da Lyanna. Porém, esperava mais explicações e não achava que o Night King seria destruído numa noite. Fiquei sem entender o Bran, porque ele wargou naqueles corvos e passou a guerra inteira neles. Por ter ficado tantas pontas soltas, acho que essa história dos caminhantes brancos não para por aí.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 01:13

Não achei nem denso nem tenso. E tomara que a história dos zumbis acabe ali, pois já deu…

Abs,
Ritter.

Responder
Ivine Honorato 29 de abril de 2019 - 01:33

Também queria que acabasse logo, mas que fosse algo decente pelo menos. Prefiro que no final eles voltem com o Night King no final da temporada, depois da batalha contra a Cersei, e deem uma explicação plausível sobre o objetivo do Night King.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 01:33

Confesso que tenho zero de interesse sobre a motivação do sujeito… Perderam a chance de fazer isso antes…

Abs,
Ritter.

Responder
Cahê Gündel 29 de abril de 2019 - 09:32

Chega de Rei da Noite, pelo amor de R’hllor.

Responder
Ivine Honorato 29 de abril de 2019 - 01:06

A casa Mormont ainda está de pé. Sor Jorah ainda está vivo e Daenerys como rainha dos Sete Reinos pode herdá-lo novamente.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 01:13

Jorah está vivo???

Se estiver, vou diminuir a nota!

Abs,
Ritter.

Responder
Ivine Honorato 29 de abril de 2019 - 01:27

Sim, ele aparece na promo do próximo episódio ao lado de Sor Davos.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 01:33

Patético isso… Tirou mais ainda o pouco impacto que o episódio teve…

Abs,
Ritter.

Responder
William O. Costa 29 de abril de 2019 - 04:21

Olha, eu tomei um susto quando o li o que escreveu, mas fui lá na promo, procurei, procurei, e não achei ele.

Responder
Cahê Gündel 29 de abril de 2019 - 09:32

Não basta ser curado de escamagris ainda sobrevive a 145 furos na barriga, o homem é o Chuck Norris 2.0.

Responder
First Of The Marvel's 29 de abril de 2019 - 10:34

Ta de sacanagem

Responder
Bruno Cavalcanti 29 de abril de 2019 - 11:03

kkkkkkkkkkkkkk

eu pensei a mesma coisa Ritter. .
kkkkkkkkkkkk

Eu não vi o teaser do próximo mas se ele estiver vivo, pelo amor de Deus, diminua a nota!

Responder
Vinicius Maestá 29 de abril de 2019 - 01:06

Jurei que tu daria 1 estrela. Eu daria meia estrela, e sendo bonzinho. Pra mim, o pior episódio de toda a série.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 01:06

Nossa, mas você está com sangue nos olhos, hein?

Mas eu te entendo!

Abs,
Ritter.

Responder
Vinicius Maestá 29 de abril de 2019 - 01:06

Tu viu como eu sou feroz?! hahahahhahah

Responder
Luke 4 29 de abril de 2019 - 03:34

………

Responder
Luke 4 29 de abril de 2019 - 03:34

………

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