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Crítica | Game of Thrones – 8X05: The Bells

por Ritter Fan
205 views (a partir de agosto de 2020)

  • Há spoilers. Acessem, aqui, todo o nosso material de Game of Thrones.

Não existia nenhum cenário em Game of Thrones que encerrasse a série com Porto Real de pé, assim como não existia nenhuma possibilidade de Daenerys não cumprir o destino regiamente assinalado para ela basicamente desde o começo de tudo. Mesmo quebrando algumas expectativas aqui e ali, David Benioff e D. B. Weiss entregaram o quase-fim de série que era perfeitamente esperado em The Bells, penúltimo episódio da saga de Gelo e Fogo. Resta saber quem sentará no trono, que nem mais deve existir fisicamente, mas essa batalha – ou massacre, melhor dizendo – vai certamente dar o que falar.

Com a subtrama dos zumbis já devidamente esquecida, todas as peças estavam alinhadas para o que Miguel Sapochnik trouxe para as telinhas, dessa vez acertando na maneira de desnortear os espectadores e não escondendo tudo debaixo da fotografia escura mal feita de The Long Night. Começando com o dénouement dos eventos de The Last of the Starks, o episódio gota d’água para a explosão de raiva de Daenerys, o roteiro trabalha uma antecipação interessante, que aguça a curiosidade do espectador e que, apesar de importante e mortal para Varys, gera aquele desespero para clicar no fast foward e pularmos logo para a pancadaria. O mais interessante, porém, é que, quando a guerra finalmente vem, ela acaba literalmente em um piscar de olhos.

Afinal, não havia chance para o reino de Cersei. Tyrion já havia dito isso e o ataque de Daenerys pilotando seu dragão é como todos os ataques envolvendo dragões na série deveriam ser: avassaladores, sem defesa. Chega a ser anticlimática a velocidade com que tudo acontece até o momento em que os sinos, trazendo a rendição, finalmente tocam. É, basicamente, uma batalha que prescinde de infantaria e cavalaria, já que o estrago que o dragão causa nas defesas da cidade são incontornáveis. Logicamente, porém, os sinos jamais – em circunstância alguma – marcariam o final dos eventos bélicos do episódio. Ao contrário, eles marcam mesmo é o começo efetivo da violência destruidora e insana de Daenerys. Como disse, a morte de Missandei foi a gota d’água que faz o copo da sanidade de Daenerys derramar como esperado.

Quando a purificação pelo fogo começa, o fim é estabelecido. Verme Cinzento também deixa explodir sua raiva, quase insanidade, e recomeça a luta contra um exército que acabara de se render para desespero completo de Jon Snow que não tem como parar o que está acontecendo ao seu redor. O silêncio nesses momentos-chave são muito bem inseridos e usados por Sapochnik, que consegue criar tensão mesmo quando não há dúvidas do que está para acontecer.

Mas o roteiro traz surpresas que podem deixar muita gente inconformada, mas que estabelecem de maneira exata o que é uma guerra sem dó nem piedade como essa. O contraste com a Batalha de Winterfell é evidente. Lá, tivemos Arya alçada como a grande heroína que salva todo mundo no último segundo esfaqueando o Rei da Noite, um evento que fazia sentido, mas que foi muito mal construído e desenvolvido e que só tinha lugar em uma sériezinha qualquer e não Game of Thrones (mesmo com seus vários problemas ao longo dos anos). Aqui, quando vemos Arya com o Cão antes da batalha, a mensagem que o roteiro quer passar é a repetição do que vimos antes, somente para que, depois do início do massacre, o relacionamento de amizade e respeito entre os dois faça com que o deformado e sofrido Sandor (chamado pelo primeiro nome) convença a jovem Stark a retirar-se, a desistir de seu intento. Ele a acorda para a realidade do que está acontecendo ao seu redor e o que segue daí são excelentes sequências em que Sapochnik usa a personagem para nos colocar muito perto dos horrores ao seu redor e do quanto ela, assim como seu irmão, é impotente para mudar o destino de quem quer que seja. A Arya super-humana teletransportadora dá espaço para a Arya humana, desesperada, mas ainda claramente uma heroína (dentro do humanamente possível) que provavelmente terá algum papel importante no desfecho da série.

Sandor Clegane e o esperado Cleganebowl (um leitor é que me alertou para essa ótima expressão, e eu a adotei) com seu irmão semi-zumbi Montanha também foi outra quebra de expectativa. Sim, o combate aconteceu, mas ele, diria, também foi anticlimático, com uma diferença muito gritante entre os dois lados que reflete, só que às avessas, a vantagem bélica de Daenerys sobre Porto Real. Não havia nenhuma chance do Cão sair vivo de sua vingança e a pancadaria é gutural e sanguinolenta, mas com o único final verdadeiramente possível: o mesmo da cidade ao redor.

E Jaime Lannister? Sua prisão pelos Imaculados, sua libertação por Tyrion e o contrabando dele para dentro da cidade como parte do plano do irmão para salvar Cersei e impedir a destruição da cidade é parte de um roteiro que tenta a todo custo passar ao espectador uma ponta de esperança de que tudo acabará bem. Até aí, tudo ótimo. No entanto, Benioff e Weiss derraparam na execução dos eventos seguintes, colocando-o em uma luta contra Euron que convenientemente surge do nada. Que ele era também insano já havia ficado claro, pelo que sua vontade de matar Jaime faz sentido mesmo diante da destruição ao redor. O problema é como acontece e a completa ausência de uma razão narrativa para isso. Afinal de contas, os ferimentos em Jaime não influenciam em nada o que vem em seguida, não altera o que já estava sendo contado. Foi um momento gratuito do episódio que nada acrescentou a ele.

Mas a fuga de Cersei e seu encontro com seu irmão sim, foi algo interessante de se ver. Achava que Jaime queria lá no fundo matá-la, mas sua conversa com Tyrion no começo do episódio já havia dissipado essa ideia em minha cabeça. O reencontro final dos dois, a fuga pela masmorra do castelo até que eles não vêem mais saída é outra leve rasteira que o roteiro nos dá. No lugar de algum encontro heroico, de uma morte mais, digamos, pessoal, os irmãos incestuosos se vão como parte da destruição generalizada da Fortaleza Vermelha por Daenerys. E, assim como a retirada de Arya, essa escolha fez perfeito sentido e obedeceu a lógica da fúria incontida sendo derramada na forma de fogo pelo reino, em uma guerra que deixa de ser guerra logo em seus primeiros minutos e se torna um massacre completo. Claro que, como membro emérito do Team Cersei, não queria ver a completamente maluca rainha morrer, mas seu final era inevitável, lógico, e com a execução perfeita justamente por não ser aquela coisa óbvia e padrão (vide o Rei da Noite) sempre que se chega ao vilão final em alguma obra audiovisual.

The Bells redime Miguel Sapochnik na temporada e entrega o final da linha narrativa de Cersei da maneira que  tinha que ser: com muito fogo, crueldade, mortes, sangue e dor. O jogo de tronos está chegando ao fim, mas o trono em si já perdeu seu significado diante do preço cobrado. Não há guerras bonitas e os showrunners sabem disso.

Game of Thrones – 8X05: The Bells (Idem, EUA – 12 de maio de 2019)
Showrunners: David Benioff, D.B. Weiss
Direção: Miguel Sapochnik
Roteiro: David Benioff, D. B. Weiss
Elenco: Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Sophie Turner, Maisie Williams, Liam Cunningham, Alfie Allen, Nathalie Emmanuel, Gwendoline Christie, John Bradley, Isaac Hempstead, Rory McCann, Conleth Hill, Carice van Houten, Kristofer Hivju, Hannah Murray, Jerome Flynn, Joe Dempsie, Iain Glen, Pilou Asbæk, Richard Dormer, Ben Crompton, Hafþór Júlíus Björnsson, Jacob Anderson, Daniel Portman, Anton Lesser, Tobias Menzies, Bella Ramsey, Staz Nair, Lino Facioli, Rupert Vansittart, Gemma Whelan, Vladimir Furdik, Marc Rissmann
Duração: 79 min.

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452 comentários

Henderson Daniel 26 de junho de 2020 - 21:34

1 ano depois do episódio, gostaria de perguntar a quem fez essa crítica se por acaso se arrependeu do que escreveu. Acredito que foram os únicos críticos a gostarem de um episódio que foi um atentado a Game of Thrones e a lógica, e certamente manchou a imagem de D&D. Não entendo como podem elogiar um episódio desse.

Responder
planocritico 26 de junho de 2020 - 22:00

Não me arrependo. Mas vou ser muito sincero: não fico remoendo séries e filmes em minha cabeça como se fossem as coisas mais importantes do mundo. Já passou, já acabou. Alguns gostaram, outros não gostaram e a vida segue com outros filmes e outras séries que alguns gostarão, outros não gostarão…

Abs,
Ritter.

Responder
Henderson Daniel 13 de julho de 2020 - 22:22

Logicamente não são as coisas mais importantes do mundo, mas quando se é fã de algo, ver que dois retoristas incompetentes destruíram a melhor série de todos os tempos, é de no mínimo ficar furioso.

Realmente não entendo, logo vocês do Plano Critico que na grande maiora das vezes fazem ótimas criticas, puderam defender uma temporada onde qualquer fã acima dos 10 anos faria melhor, descaraterização de personagens, trama apressada, táticas de batalhas horríveis, e diversas outras coisas.

Como outras pessoas disseram em baixo, vocês utilizando o argumento de que “Game of Thrones não teria final feliz”, ninguém nunca esperava um final feliz e sim um final no mínimo “coerente” e bem escrito.

Enfim, todos tem direito a ter opinião, mas quando críticos de respeito passam pano para erros grotescos, as coisas ficam um pouco estranha.

Responder
planocritico 13 de julho de 2020 - 23:45

Aí você vai ler nossa crítica da temporada como um todo e seu argumento cai por terra.

Se bem que você mesmo derruba seu argumento ao concordar que todo mundo pode ter sua própria opinião DESDE que ela seja de acordo com a sua ou com a dita “maioria”. Mas claro, você é esperto e não diz isso, manda ver um “erro grosseiro” como forma de estabelecer uma verdade absoluta que simplesmente não existe e ainda vem acusar de soslaio nossa opinião como “estranha” ao mesmo tempo que “assopra” ao nos chamar de críticos de respeito. É uma coisa ou outra. Não tem meio termo. Opinião é opinião e não existe “erro grosseiro” na arte.

Como eu disse antes: segue adiante com sua vida. Pare de remoer o passado e pare de se preocupar com sériezinha de dragãozinho…

– Ritter.

Responder
Henderson Daniel 14 de julho de 2020 - 00:25

Ok Ritter, ainda bem que consigo viver minha vida e dedicar 5 minutos do meu tempo aqui. Afinal se as pessoas comentam aqui é que vocês tem um público.

Enfim, gosto do site, discordo de uma crítica ou outra mas se tratando dessa reta final de Game of Thrones, acho realmente estranho vocês não terem percebido os “erros grosseiros” (Sim, erros grosseiros, mas não preciso enumeralos aqui, afinal o que não falta são vídeos sobre isso). Mas enfim, você não está interessado em “série de dragãozinho”, risos. Talvez esse seja realmente o motivo pela nota alta.

jv bcb 18 de maio de 2019 - 02:27

Péssimo desenvolvimento de personagem com a Daenerys, essa loucura dela começou a ser desenvolvida apenas no meio dessa temporada, ficou muito corrido, mesmo que tivessem indicativos que ela poderia fazer esse tipo de sadismo, existiam muito mais indicativos de que ela era misericordiosa e justa com o povo.
Game of Thrones pode sempre ter frustrado o público indo por caminhos contrários ao fan service, mas isso nunca deixou os fãs com raiva da série, essa raiva que só aparece agora pois tais quebras de expectativas são mal desenvolvidas pela narrativa, os roteiristas perderam a mão.

Responder
planocritico 18 de maio de 2019 - 11:09

Chame de loucura, chame de raiva incontida e desmedida, chame de trauma por tudo que ela passou, mas os sinais disso estavam presentes desde o começo da série, especialmente após a morte de Drogo. Eu nunca tive sombra de dúvida que algo do género aconteceria alguma hora. A temporada tem sido apressada? Sem dúvida, mas o problema está mais nas anteriores que andaram de lado do que nessa final.

Abs,
Ritter.

Responder
jv bcb 18 de maio de 2019 - 17:23

Os sinais realmente estavam lá, mas colocar sinais de algo que pode acontecer no futuro não é igual a desenvolver facetas de um personagem, é como diz um vídeo ensaio gringo que eu vi sobre o episódio, foreshadowing não é desenvolvimento de personagem. Além disso, para cada sinal que ela deu de que ela poderia fazer esse tipo de crueldade, ela deu vários outros que ela seria misericordiosa com o povo e jamais mataria civis inocentes, principalmente crianças.

Responder
planocritico 18 de maio de 2019 - 17:38

Eu considero que houve bem mais do que foreshadowing.

Mas entendo seu ponto.

Abs,
Ritter.

Responder
Brontops 17 de maio de 2019 - 19:07

Também gostei do episódio, apesar de achar que o surto de ódio/loucura de Daenerys deveria ter sido mais desenvolvido.

Imagina você viajar dias a cavalo para um casamento e dar meia volta só porque está acontecendo uma briga na festa. A desistência da Arya não combina muito com a personagem… mas aceito como efeito colateral do sentimento de “Temos logo que acabar essa série”. Até porque as cenas posteriores dela em meio ao fim da cidade foram espetaculares.

Já a morte frustrante da Cersei… bom… pode ser um palpite. É muito difícil um personagem morrer em um desabamento sem aquela cena clichê da mãozinha debaixo de um monte de pedras. Eu acho que ela não morreu. E que o último episódio vai mostrar Cersei e Jaime felizes numa fazendinha… feito o Thanos no final da Guerra Infinita. Ou a Maria de Fátima no final de Vale Tudo. Guardem minhas palavras… kkkkk

Responder
thiago 17 de maio de 2019 - 16:50

Derão quase um final herói pro irmãos mais fdp da série, sem dor sem peso. Acho q os roteiristas queriam msm irritar os fãs e quem esperava uma morte mais dolorosa, pelas maldades q fizeram, nem q eu queria q ela fosse torturada por horas, muitos dos “vilões” tiveram sua morte como ramsay, jofrey, o frey, fizeram pra irritar msm kkkkk. Uma hora e meia de dany destruindo a porra toda me cansou ja tinha entendido a loucura dela. Na minha opinião eles nao sabem mais o q construir como personagens q sobraram. Se terminar de um jeito previsível sera melhor, got ja passou longe se surpreender como antes.
Me surpreendeu muito q vcs aki ao site tenham curtido esse episódio pela narrativa, got tem grandes chances de terminar com sdd apenas das temporadas passadas, q triste

Responder
planocritico 17 de maio de 2019 - 20:11

O final deles foi o exato oposto de heroico. Cersei morreu apavorada por sua vida e a de seu filho em uma cripta sem saída. Foram os segundos mais terríveis da vida dela, muito mais aterrorizante do que uma morte padrão, que aí sim glorificaria a vilã. Morrer de um jeito banal embaixo de escombros não só é mais realista como é bem “abaixo” do que ela acha que merecia.

Abs,
Ritter.

Responder
thiago 17 de maio de 2019 - 21:10

Deve ser por isso q vc é crítico e eu não kkkk não conseguiu abrir nada disso ae, abri drama, pra mim o medo dela conhecido quem é o de sentir a derrota, mas foi bom ouvir pro ponto de vista, apesar do q vi ser o total oposto.

Responder
planocritico 17 de maio de 2019 - 21:19

São interpretações válidas!

Abs,
Ritter.

Responder
thiago 17 de maio de 2019 - 22:23

Vlw ritter, obrigado por responder 😀

Iris Fyrigos 15 de maio de 2019 - 15:12

Na minha opinião, o que considero ser o frustrante disso tudo, foi a decisão dos roteiristas por manterem a coerência dos personagens seguindo o caminhar até este final, sem nenhuma evolução neles. Não aconteceu nenhum nível de maturidade deles. Nem com a própria Arya. Ela é a criança que cresceu na violência das ruas, mas não era uma vítima social ou política; ela foi vítima do seu núcleo familiar, especialmente, do pai Stark. Eu vi que ele quem causou toda essa confusão à família dele e depois, no contexto da guerra política, com a morte do rei Gordo Baratheon, insistindo por esconder a verdade sobre os direitos de Jon Snow. Eu vi todo o desenrolar das coisas sob esta ótica a partir de Ned Stark. Assim, a Arya mostra o crescimento firme de um sobrevivente contra tudo, mas sem visão crítica. Ela mata por vingança ou por defesa e para a sua família, e esses foram os seus princípios. Eu sempre torci por ela, com muita pena do seu destino. Os Lannisters foram os especiais da série porque era um núcleo completo em seus conflitos, mas aqui também, não evoluíram positivamente em nada, e ficou indo para o óbvio da personalidades deles. Tyrion, se mantém coerente também, no que sempre mostrou de inteligência e limitação em se tratar apenas como um anão, porém, dele veio para mim uma surpresa maior quando ele fica em dúvidas no que ele deveria escolher quanto ao destino do trono e do apoio que ele decidiu por Kalise, demonstrado com o Lorde Varys. Me deixou nervosa! Afinal ele matou o pai dele, e isso sim, foi a grande evolução do personagem, mas que também veio se perdendo pela culpa. Assim, a série da TV se perdeu e não vejo o que o público que cresceu assistindo há quase 10 anos, pode ganhar com isso. Creio que a série é uma mostra interessante do atual poder publicitário, do marketing e do Instagram, porque parece muito mais que a grande maioria dos espectadores da TV, não entenderam nada sobre os personagens e ficaram é inebriados com a beleza caracterizada deles e da produção que foi realmente incrível para uma série de TV. Isso sim, mudou muita coisa no que confere produções maiores em seu acabamento para a TV e o valor do casting envolvido. Um marco sob este aspecto!

Responder
Carlão das Minas Gerais 15 de maio de 2019 - 07:44

Tambem gostei do episodio.
Faço um paralelo do destino de Daenerys e Anakin Skywalker. Criados na escravidão, sem pai como mentor e como exemplo de certo e errado, num mundo frio e materialista , sem valores transmitidos , encontram grande poder em suas mãos, perdem o amor das suas vidas , são tomados pelo sentimento de ódio e vingança e frustração , fazem o uso do livre arbítrio para o lado negro, adentram o lado negro , abraçam as trevas …… a queda é certa!

Responder
José Afonso 14 de maio de 2019 - 22:29

Não fez muito sentido o surto de loucura, mas eu não ligo muito para isso também.

Também não fez sentido a atitude do Snow (que vem a tempos sendo inútil na série) mas está obedecendo a tudo muito quieto.

O que achei estranho foi a discrepância entre a facilidade de matar um dragão no episódio passado (o que não fez o mínimo sentido também essa facilidade) e a dificuldade de matar outro nesse, apesar de que era outro dragão e outra circunstância. Achei fácil de mais para a Daenerys. Parece roteiro preguiçoso.

Morreu um dos melhores personagens, o Cão. A cena foi muito boa, mas achei exagerado a resistência do Montanha haha. Se você parar para pensar, o cara era sozinho mais perigoso que o próprio Rei da Noite (o que faz menos sentindo ainda).

Para mim, que não sou aficionado e também não me fico lamuriando pelos rumos dos personagens, a coisa tá parecendo um pastelão mexicano.

Responder
Daniel Silva Pereira 14 de maio de 2019 - 22:01

Eu gostei do episódio mas pode ser só criancice minha mas seria melhor q tivesse acabado na morte da cercei e o jaime do q naquele fã service do cavalo branco kkkkkk tinha q ser pique casamento vermelho e outras trocentas mortes que morreu e subia os créditos kkkkk só fiquei com raiva de q os caras preferem outros personagens ai valorizam mais… Afinal quantas temporadas nós vimos acabar na última com a dany sendo foda ou fazendo algo foda ou então a arya? Kkkkkkkkkkk

Triste pros #teamlannister kkkkkk #noremakedacerto kkkkkkkkkk

Responder
John Grass 14 de maio de 2019 - 18:24

um final fácil > Bran se quiser, mata a Daniela em 4 bicuda dos corvinho dele. ta la ela montada no dragão, vem os corvo por trás e da bem na nuca… caindo… sem chances de se pendurar no dinossauro voador. {the end}

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 18:26

Não é mais fácil ele tomar o controle do dragão e o bicho mastigar a sujeita, ou jogá-la lá de cima ou sentar em cima dela, ou dar uma rabada?

Abs,
Ritter.

Responder
Cavaleiro Templário 15 de maio de 2019 - 15:13

hmmm, pensei besteira ( ͡° ͜ʖ ͡°)

Responder
3921_Y 14 de maio de 2019 - 14:52

Ótima analise. O episódio + polêmico da série desde o ”Casamento Vermelho”. Mas só que aqui compartilha + opiniões mistas: uns amaram e outros odiaram. Eu o considero polêmico no bom sentido. Daenerys e a sua conduta impiedosa e questionável foi se estabelecendo em doses menores ao longo das temporadas. Mas sempre esteve ali. Dany matou a todos que se opuseram a ela: mesmo após se render. Quanto ao ataque após o tocar dos sinos: um show de pirotecnia do + alto nível. As mortes de todos foram mascantes ao meu ver com destaque para a de (spoiler) Clegane: que morte incrível e poética como deveria ter sido. A luta entre os dois nem se fala: violenta ao extremo. O genocídio em Porto Real foi cruel e impiedoso: mulheres e crianças sendo queimadas sem dó nem piedade. Mas isso é Game of thrones raiz: sem novelinha onde tudo no fim da certo. E reverter os papéis colocando Daenerys como vilã e a Cersei como a vitima foi uma excelente sacada. Dou nota 10 sem medo em um dos melhores episódio de toda a série.

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 14:52

Obrigado!

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Plainview 14 de maio de 2019 - 13:04

Daenerys matou foi pouco. Lembro dos mesmos “inocentes” de Porto Real pedindo a cabeça de Ned Stark no final da primeira temporada. Isso eu nunca digeri e tomaram fogo na cara agora!!!

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 14:23

HAHAHAHAHAHAHAHAHA

Malditos portorealenses!!!

Abs,
Ritter.

Responder
João Alberto 14 de maio de 2019 - 15:03

kkkk..que exagero…as crianças não pediram não…nada justifica a atitude dessa usurpadora do trono…que tenha uma morte horripilante e sanguinolenta….sem exageros…kkkk

Responder
O Homem do QI200 16 de maio de 2019 - 10:52

Nada justifica a morte do Ned, morreu foi pouco.

Responder
Alcides Faria Costa 14 de maio de 2019 - 18:08

Não tinha pensado nisso. Vc tem razão. Tinha q ter queimado mais daqueles vagabundos

Responder
Carlão das Minas Gerais 15 de maio de 2019 - 07:55

Tambem gostei do episodio.
Faço um paralelo do destino de Daenerys e Anakin Skywalker. Criados na escravidão, sem pai como mentor e como exemplo de certo e errado, num mundo frio e materialista , sem valores transmitidos , encontram grande poder em suas mãos, perdem o amor das suas vidas , são tomados pelo sentimento de ódio e vingança e frustração , fazem o uso do livre arbítrio para o lado negro, adentram o lado negro , abraçam as trevas …… a queda é certa

Responder
planocritico 15 de maio de 2019 - 10:51

Tem mais um paralelo entre eles: ambos são vividos por péssimos atores!

HAHAHAHAAHHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
John Grass 14 de maio de 2019 - 11:23

Daenerys Hitler Targaryen, A Primeira de seu Nome, Nascida da Tormenta, A Não Queimada, Mãe de Dragões, Khaleesi do Grande Mar de Grama, Quebradora de Correntes, Rainha de Mereen, Rainha dos Ândalos, dos Roinares e dos Primeiros Homens, Senhora dos Sete Reinos e Protetora do Reino. >>> (se for pensado direitinho, é bem o que Adolfinho fazia.)

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 14:24

Não tenha dúvida!

Abs,
Ritter.

Responder
Carlão das Minas Gerais 15 de maio de 2019 - 07:55

Exato! Hitler , Darth Vader , Tambem gostei do episodio.
Faço um paralelo do destino de Daenerys e Anakin Skywalker. Criados na escravidão, sem pai como mentor e como exemplo de certo e errado, num mundo frio e materialista , sem valores transmitidos , encontram grande poder em suas mãos, perdem o amor das suas vidas , são tomados pelo sentimento de ódio e vingança e frustração , fazem o uso do livre arbítrio para o lado negro, adentram o lado negro , abraçam as trevas …… a queda é certa

Responder
Marcos Ferreira 14 de maio de 2019 - 11:04

Alguém percebeu que Varys tentou matar Daenerys? Na primeira cena do episódio, Varys conversa com a jovem Martha, que atua como um dos “passarinhos” do Mestre dos Sussurros. Ela o informa que Daenerys se recusa a comer a dois dias, e Varys responde que “tentaremos depois no jantar”. Ele diz ” quanto maior o risco, maior a recompensa”. Isso indica que possivelmente ele envenenou a comida dela já que defendia que John Snow seria o legítimo herdeiro do trono de ferro.

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 14:24

Sim, sim. Ele estava tentando envenená-la usando a garota da cozinha, mas ela estava fazendo greve de fome e se safou.

Abs,
Ritter.

Responder
nanda 14 de maio de 2019 - 16:01

Não percebi isso não gente!

Responder
Willames Rodrigues 15 de maio de 2019 - 09:02

Caraí. Não percebi isso na hora.

Responder
Marcos Ferreira 14 de maio de 2019 - 10:52

Alguém percebeu que Varys tentou matar Daenerys? Na primeira cena do episódio, Varys conversa com a jovem Martha, que atua como um dos “passarinhos” do Mestre dos Sussurros. Ela o informa que Daenerys se recusa a comer a dois dias, e Varys responde que “tentaremos depois no jantar”. E ele diz: “grandes riscos trazem grandes recompensas”. Isso indica que possivelmente ele envenenou a comida dela, já que ele optou por defender que John Snow seria um rei melhor que Daenerys.

Responder
Bruno Cavalcanti 14 de maio de 2019 - 10:52

Uma análise filosófica do episódio:

“Se fosse uma aula de política, Game of Thrones seria um caso complexo. Cersei é a negação do idealismo e trabalha com o pior da natureza humana. No final, sua hybris (desmedida) impediu uma visão mais realista da situação; ainda que, de muitas formas, sua mesma hybris a tenha tornado poderosa por oito temporadas… Daenerys oscilou do idealismo inicial para a lição maquiavélica: é melhor ser temida do que amada. O poder desestruturou seu julgamento e a igualou aos tiranos anteriores, com possível toque de demência. John Snow é o bom sentimento e não tem lugar em um mundo real: o sistema o devora apesar de sobrevivência da personagem. Honestidade é uma virtude, todavia não garante eficácia política. Lord Tyrion é sábio, liberal nos costumes e seria a melhor opção política, pois não tem a ingenuidade de Snow e demonstra sensibilidade com seus súditos (diferente da irmã e da sua atual rainha). Temos ainda um episódio final para reorganizar tudo, mas fica a dúvida: quem é ruim consegue muito, mas sucumbe ao peso do poder. Quem é bom, não consegue mais do que o papel de mocinho. O poder político é, assim, uma máquina democrática de moer intenções: elimina maus e bons e usa do acaso mais do que da estratégia. O mundo sucumbe a seu absurdo e a destruição de King’s Landing é shakespeariana, como em Lear: a desmedida da coisa pública arrasta o reino ao caos e tudo deve ser purgado no fogo e na dor.”

Texto de Leandro Karnal, em seu instagram pessoal.

Responder
John Grass 14 de maio de 2019 - 15:03

nesse sentido, GOT da pra brincar até em comparações de partidos políticos.
– Daenerys (PSL, tem a sua turma bem intencionada, mas contrarie pra ver)
– Cersei (PT, não quer sair do poder de jeito nenhum)
– Jon Snow (NOVO, tem boa intenção mas não sabe de nada)
– Tyrion (MDB, ta em todos puxando o saco pra não sair de cena)
– Sansa (PSDB, conte um segredo pros tucanos pra ver o circo pegar fogo)

p.s.: Arya (povo brasileiro, se resolver atacar, mata quem tiver pela frente)

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 15:39

HAHAAHHAHAAHAHAHAHAHHAHA

Sensacional!

Abs,
Ritter.

Responder
John Grass 14 de maio de 2019 - 18:45

Jaime é o PSOL, não adianta o que falam, vai acabar abraçando e caindo sobre terra… XABLAU!!!

Responder
Carlão das Minas Gerais 15 de maio de 2019 - 07:55

Otimo!

Responder
Edu Augusto 14 de maio de 2019 - 10:22

Sobre o surto de Dany, taí a explicação de um dos roteiristas:

“Eu não acho que ela tenha decidido fazer o que ela fez com
antecedência. Ela vê a Fortaleza Vermelha, que, para ela, é o lar que sua família construiu há 300 anos”, refletiu Weiss. “É nesse momento, nas paredes de Porto Real, quando ela olha para o símbolo de tudo que foi tomado dela, ela decide encarar isso como algo pessoal”.

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 14:52

Essas explicações pós-episódio ou pós-filme me irritam demais… Tiram toda a discussão livre sobre as obras…

Abs,
Ritter.

Responder
John Grass 14 de maio de 2019 - 15:13

penso que no momento que o roteirista tem que explicar (para expectadores) o seu trabalho, perde todo o sentido…

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 15:39

Eu costumo dizer que, se tem que explicar, então o filme falhou!

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 14 de maio de 2019 - 20:02

é porque realmente falhou, só quero ver a sua reação para o próximo episodio, to mais ansiosa pra isso kkkkkkk Não podemos esperar muito do roteirista de Wolverine: Origins

Responder
Edu Augusto 15 de maio de 2019 - 16:17

Vdd, Ritter e John! Concordo e penso o mesmo. Essa “explicação” dele só confirma pra mim que ela ter tocado o terror na cidade foi só uma forma cafona e preguiçosa de vilanizá-la e justificar as ações contra ela no último episódio.

Responder
planocritico 15 de maio de 2019 - 16:25

Esquecendo a explicação dele, o que eu interpreto do episódio é que ela finalmente “quebrou” sob pressão. O que aconteceu em Porto Real, na minha cabeça, era o que inevitavelmente tinha que acontecer, considerando o que foi construído em relação a Daenerys até agora. Não achei preguiçoso, apenas corrido.

Abs,
Ritter.

Edu Augusto 15 de maio de 2019 - 16:26

Ritter, eu peguei birra com os roteiristas hehehe… Principalmente depois de ver uma entrevista em que eles admitiram que a HBO se dispôs a liberar mais recursos para essa temporada ter mais episódios. Como vc disse, corrido (e fico puto de saber que foi assim por escolha deles, e não pressão da HBO).

planocritico 15 de maio de 2019 - 16:45

Esse foi o grande erro. Mas agora não tem mais jeito…

Abs,
Ritter.

Alcides Faria Costa 14 de maio de 2019 - 18:08

Então esse roteirista é muito ruim. Antes do sino tinha todos os indícios pra ela fazer o q fez. Inclusive deu sinal de zap pro verme cinzento

Responder
Alexandre Tessilla 14 de maio de 2019 - 10:12

Na boa, o final da série televisiva foi para satisfazer os fãs impacientes. Quem realmente quiser saber o final terá que ler os livros. Se nos livros for insatisfatório, pelo menos saberemos que foi um final verdadeiro. Não sei o quanto o Martin teve participação no roteiro desses últimos episódios, mas dá pra ver que foge muito da proposta inicial da obra. Talvez tenhamos que esperar mais cinco anos pra saber o que realmente vai acontecer. No mais, bom episódio e boa crítica!

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 15:03

Fãs impacientes? Tenho certeza que, se a HBO quisesse continuar GoT por mais 10 temporadas, todo mundo continuaria assistindo. Não vejo impaciência.

Sobre o final, existirão dois finais: o verdadeiro para a série televisiva e o verdadeiro para a série de livros (se ele acabar, claro). Duas mídias, duas obras diferentes, dois finais diferentes.

E obrigado pelo elogio!

Abs,
Ritter.

Responder
Alexandre Tessilla 14 de maio de 2019 - 15:48

Eu digo impacientes pois não acredito que iriam esperar um hiato na série para aguardar a conclusão do livro, e muito menos “esticar” a série por mais dez temporadas de filers até terem uma conclusão (não com esses roteiristas). Mas concordo, são duas mídias distintas, só que uma das mídias estava se baseando tão fielmente à outra até o ponto de ruptura que obrigatoriamente ocasionou essa sentida mudança, observou-se uma visível queda na qualidade. Eu entendo a necessidade da situação, eu sabia que iria inevitavelmente acontecer isso, só me sinto incomodado de estar certo e disso ser tão previsível, mas o erro foi meu por colocar uma expectativa um pouco acima do esperado. Eu penso assim pois para uma equipe que ganha milhões e possuem um talento indiscutível, poderia se esperar algo um pouco mais aceitável para uma série tão aclamada. Mas pra mim o saldo ainda é muito positivo. E ainda falta o gran finale, que ainda pode justificar ou não os últimos acontecimentos. Nunca li os livros, talvez eu não tenha mérito para comparar, mas agora me interessou bastante acompanhar a outra mídia.

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 17:10

Na verdade, a culpa é do Sr. GRRM que só fica comendo torresmo e não escreveu o raio dos livros!

Abs,
Ritter.

Responder
Alexandre Tessilla 14 de maio de 2019 - 18:24

KKKKKKK, com certeza, essa preguiça vai lhe custar caro!

Willian Dias Ribeiro 14 de maio de 2019 - 22:29

Eles só seguiram os livros mesmo na primeira temporada…
Alguns personagens foram cortados pelo bem da duração e objetividade, mas o principal estava tudo na série…

Da segunda temporada em diante tivemos várias cenas e pontos de vista extras, que não necessariamente perderam a qualidade ou sentido do geral (será que foi o Martin que escreveu? Duvido)… E daí em diante muita coisa foi diferente dos livros…

Muita coisa boa (diálogos, reviravoltas, cenas) que teve na série não veio dos livros.
Então eu diria que a culpa foi de ambos os lados.
Os roteiristas se viram pressionados a continuarem a série e escreveram de qualquer jeito e ainda diminuíram os episódios. A impressão que deu é que queriam que acabasse logo…
Ou será que teve algum interesse por trás? Eles poderiam ter bloqueado o lançamento dos livros para evitarem spoilers… Nunca se sabe

Ruan Medeiros 14 de maio de 2019 - 08:51

Dois dias depois, e agora que percebi: James morreu da mesma forma que Encantado, de shrek, com um castelo desmoronando, derrubado por um dragão. Coincidência? Acho que não.

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 08:51

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Boa!

Abs,
Ritter.

Responder
John Locke 14 de maio de 2019 - 08:43

OFF: Pretendem fazer critica de Chernobyl?

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 08:51

Sim. Assim que acabar a minissérie!

Abs,
Ritter.

Responder
Alcides Faria Costa 14 de maio de 2019 - 18:08

Podia fazer de vikings episódio a episódio qd acontecer. Uma série melhor q got pra mim.

Sei q ela não é muito popular

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 18:24

Temos Vikings apenas por temporada, aqui: https://www.planocritico.com/tag/vikings-serie/

Abs,
Ritter.

Responder
Di Soares 14 de maio de 2019 - 06:49

E EU QUE TINHA ACHADO A ÚLTIMA TEMPORADA DE HOUSE OF CARDS UM DESRESPEITO.

Responder
John Grass 14 de maio de 2019 - 11:32

a cena final realmente foi um “meuuu Deus, não pode C”… tenso! Got parece caminhar pra um final onde irá causar muita discórdia entre os expectadores.

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 14:24

Já está causando. Se deixar, começa um Game of Fans até a morte!

Abs,
Ritter.

Responder
Leo Moura 14 de maio de 2019 - 01:49

Belíssima crítica… belíssimo episódio!!!

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 08:20

Obrigado!

Abs,
Ritter.

Responder
nanda 14 de maio de 2019 - 00:28

Eu acabei de ver agora o episódio e eu fiquei meio que decepcionada por umas questões como a forma que o dragão reinou nesse episódio e conseguiu acabar rapidinho com as defesas sendo que em outros episódios eles que foram mortos bem rápido; tudo que Dany e verme cinzento fizeram de bom no seriado foi perdido em um único episódio ( foram transformados em assassinos sanguinolentos) o poder subiu a mente de Dany juntamento com a raiva e deu no que deu e jonh tem sua parcela de culpa. Outra coisa que me incomodou foi a morte branda dos como eu digo ” monstros” do seriado como Cersei, a mão dela entre outros. Eu queria que eles tivessem sofrido um pouco mais. Sobre a Arya que você falou aí na crítica, eu acho que ela era a mais indicada para ter matado o rei da noite por ter múltiplas faces seria a pessoa indicada para conseguir passar despercebida e chegar ao rei da noite( que na minha opinião só tinha pressão,veja bem ele nunca lutou realmente,sempre era seus vassalos, até no momento que era para ele ter enfrentado jonh “mano a mano” ele despertou mais mortos e se mandou. Sempre apareceu de longe montado no cavalo ou a pé só observando e naquela pose de fodao). E a Arya terminou o episódio com sangue nos olhos. Será que ela será a responsável pela morte da Dany??

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 01:01

Meu problema não é a Arya ter matado o Rei da Noite e sim como a coisa aconteceu.

Abs,
Ritter.

Responder
nanda 14 de maio de 2019 - 16:00

Aquela brisa no cabelo do soldado do rei da noite? Rsrs.. Você acha que ela mata a Dany no episódio final? Eu estava aqui pensando que se não fosse a Arya a mata- lá, seria o jonh em uma situação que ele teria que escolher entre salvar a Dany ou outra pessoa que ele amasse,tipo a própria Arya. O que você acha?

Responder
planocritico 15 de maio de 2019 - 13:12

Acho que ela pode vir a matar a Daenerys sim, mas não na base do teletransporte. Tem que ser algo mais dramático.

Abs,
Ritter.

Responder
nanda 15 de maio de 2019 - 14:31

Kkkkkkkkkkkk..

nanda 15 de maio de 2019 - 13:51

Kkkkkkkkkkkk..

Fabricio Pinho 14 de maio de 2019 - 03:13

Um dragão foi morto pelo Rei da noite. Só.
Outro, ferido e com umas das asas rasgada, foi abatido em um ataque surpresa.
O terceiro dragão, em momento nenhum teve dificuldades em desviar dos arpões. Quem refugou o ataque foi a própria Danerys, que ficou com medo de perder seu último filho.
Mais tarde, o último dragão fez o esperado dele: destruir tudo e impor um massacre.
Sobre a morte da Cercei, foi só GoT sendo GoT. Tywin Lanister, o grande cérebro de Westeros, temido por todos, e que provavelmente ganharia a guerra dos 7 reinos, como tudo indicava, morreu sentado em uma privada.
Nada de novo na quebra de expectativas habitual da série.
O resto é desejo de fã não concretizado.

Responder
nanda 14 de maio de 2019 - 18:08

Sim. Mas veja,o primeiro dragão foi morto pelo rei da noite porque a Dany ficou parada com o dragão bem em frente a ele só esperando ser atingido( conveniente não) e o segundo concordo com você sobre a questão do ataque surpresa,só que achei na minha humilde opinião que depois que ele foi atingido a primeira vez teve um tempo para ele se esquivar dos outros, não?

Responder
Fabricio Pinho 14 de maio de 2019 - 22:19

No primeiro caso, ninguém sabia o que poderia acontecer, muito menos que o Rei da noite teria uma arma anti-dragão. É o mal de confiar demais em uma força aparentemente superior.
No segundo caso, só o dragão poderia responder, pois é difícil saber a reação que se tem, quando há um arpão enfiado em seu peito. Tudo pode acontecer.

Responder
nanda 15 de maio de 2019 - 20:19

Não queria mas confesso que dei risada ao findar o seu comentário!Rsrs..

henrique costa 14 de maio de 2019 - 00:20

Cara como uma temporada a mais ia fazer bem para essa série. Tudo seria mais orgânico e ritmado se optassem por resolver a trama dos white walkers em uma temporada (com os mesmo 06 episódios) e uma final com as tramas da Cersei e Daynerys. Tudo poderia culminar no que a série esta fazendo, mas de uma forma muito mais coerente e consequentemente, muito mais voltada ao que na minha opinião, tornou GoT tão bem sucedida, que é (era) o roteiro cozinhado em fogo brando, sem pressa. Agora resta esperar pelo menos culhões dos roteirista em entregar um final amargo e sem espaço para atos de heroísmo piegas e idiotas. Ainda resta um fio de esperança. Obs: Como sempre o site com as melhores criticas, não só de GoT, mas como um todo. Parabéns.

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 01:01

Muito obrigado!

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 14 de maio de 2019 - 00:05

Achei o episódio muito bom, concordo com tudo dito na critica, as cenas do massacre foram muito fodas, a cena dos irmãos clegane de frente um pro outro e o dragão passando ao fundo, pqp que cena foda! E no final o grande vilão foi a danny, ou não?!

Responder
John Grass 14 de maio de 2019 - 15:13

o grande vilão é a temporada apressada…

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 15:39

Sim, mas a temporada apressada é o resultado de temporadas anteriores perdidas… Escolha o vilão…

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 14 de maio de 2019 - 17:10

Esse é insuperável, disse tudo.

Responder
Nellio Vinicius 13 de maio de 2019 - 23:39

O episódio isoladamente considerado foi ótimo, a destruição de Porto Real, o Jon Snow caindo na real sobre quem ele está servindo, a morte do Varys( que morreu traindo e tentando envenenar a Daenerys- ficou implícito), os dothraki e imaculados fazendo o que deviam ter feito com os mortos vivos, e a batalha entre os dois irmãos, e que cara ruim de morrer era o Montanha, e as melhores cenas que foram as da Arya fugindo e a cidade sendo destruída, o povo queimado estio Pompeia. Agora considerando em conjunto, dois personagens secundários como o Montanha e o Cão, e nada do rei da noite e seus tenentes terem uma luta, a companhia dourada fez só figuração, na temporada passada e nessa os dragões foram facilmente abatidos, aí nesse episódio, o bicho sozinho destruiu a tropa de ferro, que matou seu irmão no episódio anterior e destrui toda Porto Real, um só, quebra o nexo do que foi demonstrado anteriormente; a morte da Cersei foi boa, uma das maiores estrategistas da série, teve uma morte burra, bom castigo, ela mereceu essa humilhação, podia ser melhor, podia. A morte do Euron idem, ele merecia morrer pelas mãos da Yara, morreu pro Jaime quase liquidado. O final já tá bem previsível, a Melisandre apontou que a Arya fecharia 3 olhos, dois já foram, falta 1 verde, como não ia ter lógica alguma ela matar a Sansa ou o Tyrion, ela que vai dar cabo na rainha louca, e sendo a maior regicida da série.

Responder
Willian Dias Ribeiro 15 de maio de 2019 - 15:40

Acho que esse lance de olhos verdes deveria ser deixado de lado…

Arya já matou várias pessoas, e Daenerys nem tem olhos verdes…

Responder
planocritico 15 de maio de 2019 - 15:48

Vão revelar que ela vinha usando lente esse tempo todo!

Abs,
Ritter.

Responder
Willian Dias Ribeiro 15 de maio de 2019 - 17:51

kkkk às vezes tá mais pra azul, às vezes pra verde…

Responder
Willian Dias Ribeiro 15 de maio de 2019 - 17:51

Mas dizem que ela é alérgica a lentes, os olhos da Daenerys eram pra ser violeta…

Responder
S0mBRa 13 de maio de 2019 - 22:50

Também era TeamCersei e até pensei, se tivesse um daqueles “Escorpiões/Arcos Enormes” embaixo do calabouço que ela estava nos momentos finais com Jaime, poderiam até conseguir abrir caminho pelas pedras. É uma personagem mt interessante e com muitas cartas na manga, eu queria muito ter visto isso. E se eles fugindo, já em alto mar, Daenerys poderia vê-los e alcançá-los, queimando-os grudadinhos. Honraria a personagem que foi, sempre tão estratégica, igual o pai. E daria o fim que 99% dos fãs desejavam: Uma morte cruel para Cersei. Deixando seus ossos à mostra. Uma pena terem só feito aquela morte patética Romeu e Julieta.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 23:01

A morte dela não foi nem de longe patética. Ela morreu pela sua arrogância e, pior ainda, morrendo de pavor por ela e por seu filho literalmente em uma cripta. Foram os segundos mais terríveis da vida dela, pode ter certeza. Bem pior do que qualquer fogo de dragão.

Abs,
Ritter.

Responder
S0mBRa 13 de maio de 2019 - 23:10

Sem dúvidas foi uma morte pior da que planejei, só queria ver mais tempo de tela da Cersei, algo mais pra me satisfazer mesmo, kk.

Responder
Bruno Cavalcanti 14 de maio de 2019 - 10:22

Concordo totalmente.. O único porém é que mais uma profecia não se cumpriu na série né? Se bem lembro, a Cersei morreria pelas mãos de um dos seus irmãos.

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 14:52

Sim. Acabou morrendo NAS mãos…

Abs,
Ritter.

Responder
Elton Rodrigues 13 de maio de 2019 - 22:41

O episódio foi bom. Eu sinceramente esperava uma redenção ou outra alternativa para o danaerys mas é o que tem pra hoje. Na verdade o que mais me incomodou é que todo o ataque feito neste episódio poderia ter sido feito contra a frota de ferro no episódio anterior e teria evitado metade do massacre e conflito.

Danaerys deve tá com a bunda dolorida de tanto que voou no dragão nesse episódio hahahahah

Responder
Renan C. 13 de maio de 2019 - 21:44

Gostei do episódio, só me incomodou o fato do dragão ter ganhado a guerra facilmente,enquanto no último episódio pareceu super fácil matá-los.Eles só conseguem atingir os dragões quando é conveniente pro roteiro.
Até a 4 temporada GOT era minha série preferida, mas com a queda que teve hoje em dia com certeza a que eu mais gosto é Spartacus, manteve a qualidade do início ao fim.

Responder
Guigo Rocha 13 de maio de 2019 - 21:27

Vamos lá…
Game of thrones nunca foi lá um show muito palatavel. Muitos personagens, ações e emoções subentendidos, um universo truncado onde cada peão jogava ao seu tempo e modo, mas repercutia em todo jogo dos tronos. Não era incomum um diálogo pueril do episódio 2 causar a morte de alguém no episódio 10. Cenas fortes, seja de sexo ou nudez tornavam a visão difícil, mas também reflexiva. Pro bem ou pro mal.
GoT criou um mundo diferente dos livros, resumiu tramas e inventou facetas. Tudo para, a partir da sexta temporada, se separar de vez dos livros.
E, se houve algo que got fez bem foi construir personagens. Mindinho, Varys, Tyrion, Cersei, Olenna, Arya… Muitos poderiam ser os exemplos. Claro, existem as Elaryas também, mas essas todas ficaram esquecidas em Dorne.
Então é triste e angustiante ver que a partir da sétima temporada as coisas começaram a sair do prumo. Bons personagens viraram malas, personagens seguros ficaram sem função e emoções premeditaram ações. Tudo para caber no enredo de D&D.
Então é triste ver a última temporada desrespeitar aqueles que deram o maior crédito à série : personagens.
Cersei tem um ego maior que westeros. Nunca arredou o pé da idéia de ser rainha. Ela queria tudo pra ela e pros filhos. Foi capaz de mandar um mercenário matar os dois irmãos, incluindo o pai de seus filhos. E vira uma boba parada na sacada vendo a cidade ser dizimada, uma rainha chorona que lembra no último minuto que a morte existe até para rainhas?
Arya tinha um propósito muito claro e altruísta. Treinou, matou… Foi direta ao ponto ao finalizar o rei da noite. Mas bastou uma frase do cão para esquecer seu propósito e virar uma menina assustada. É como se o Cão tivesse reiniciado o sistema que foi instalado por Melisandre.
E sabe uma coisa que me incomodou muito? Jon Snow já matou pessoas. Muitas. Por traição. Inclusive colegas de patrulha. E NUNCA foi visto como tirano. Rob Stark também. São inúmeros exemplos.
Mas Danny… Ela não pode. Ela é tirana. Ela é instável. Ela é louca, filha do rei louco. Irmã do príncipe louco.
Jon Snow foi revivido pra que mesmo? Pra ficar com cara de choque durante as duas principais guerras da temporada?
Profecias pra que, não é mesmo D&D?
Eu sinceramente não sei o que esperar desse último episódio. Já estou aberto à possibilidade de um final estilo jogos vorazes, onde Arya mata Dany com uma flecha em frente à todos. E eu não duvidaria que esse é o limite criativo que D&D chegaram nessa temporada. O que só denota uma seria estafa mental…

Responder
nuwgott 13 de maio de 2019 - 22:01

Jon Snow já matou, mas a questão é como matou.
Jon Snow nunca matou pelo simples motivo de não ser aceito como rei.
Não é possível comparar Snow com Daenerys. Snow mata com remorso, Daenerys mata para sentir que sua vontade está sendo exercida e sua posição perante os outros consolidada.

Ademais, em nenhum momento do episódio a morte de Varys foi vista como um ato de tirania pelos personagens, tanto que Tyrion e Snow estavam lá já conhecendo o desfecho e não interviram.

A tirania que Varys conhecia e Tyrion tentava não enxergar era como Daenerys tomava as suas decisões ao longo do tempo. Principalmente pelo fato de que, qualquer situação era para ela resolvida com a morte. Só não o era, quando outros tentavam fazê-la enxergar de outra forma.

Outro ponto, era que Daenerys tinha a mesma característica dos outros monarcas: queriam o poder a qualquer custo. E isto já foi tratado como uma preocupação em alguns episódios da série nas últimas temporadas.

Eu estou sentindo que o público está parecendo Tyrion, não queria enxergar de jeito nenhum, então foi preciso um ato absurdo para finalmente cair a ficha.

Responder
Flavio Batista 14 de maio de 2019 - 10:22

Soberba a sua colocaçao. Melhor explicaçao pra essa encheçao do pessoal fan da Dany

Responder
Leonardo Pires de Oliveira 13 de maio de 2019 - 21:10

Já aceitei que essa temporada é 8 ou 80. Pra mim esse ep foi -8. E só digo uma coisa: dezenas de bestas, 1 único dragão exposto. Sério que nenhuma acertou? Eu queria um final ainda mais trágico. Mas do jeito que foi, pareceu um filho mal ajambrado de uma fanfic com a velha subversão de GoT, aqui, muito mal aplicada. Cenas piegas, forçação de barra com conveniências no desastre (Arya imortal é só a ponta do iceberg). Mas já entendi que não dá pra analisar de forma objetiva, é partir pro emocional. Por isso, respeito sua opinião e concordo com ela pela forma que escreveu sua crítica, com muita coesão. Decepcionado com GoT, mas sempre contemplado pelos textos desse louvável site. Porém, Doom Patrol é a melhor produção de 2019 em termos narrativos, em personagens e em laços emocionais com o público. Grata surpresa que tira o gosto amargo que a guerra dos tronos deixou em mim…

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 21:27

Obrigado!

Infelizmente, não comecei a ver Doom Patrol ainda. Sobre o emocional de GoT, ele não se aplica a mim. Não acho essa série nada de mais. Aliás, acho isso desde a segunda temporada… Tem seus momentos, mas não é algo que eu anseie ver…

Abs,
Ritter.

Responder
Ítalo Gabriel 13 de maio de 2019 - 20:51

A galera elogiando os efeitos visuais e eu só prestando atenção na trilha sonora maravilhosa.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 21:01

E da mais do que precisa ausência de trilha em alguns momentos!

Abs,
Ritter.

Responder
nuwgott 13 de maio de 2019 - 20:42

Um dos episódios mais sensacionais de Game of Thrones.

Daenerys sempre foi cruel, desde o início. Ela nunca nutriu amor por aqueles que queria proteger, ela tão apenas encontrou uma justificativa moral para a sua escalada ao poder e uma forma de poder expressar eticamente sua personalidade sanguinária e vingativa. Diferente de todos os outros personagens, o desejo de vingança nasceu com Daenerys.

O que sempre atraiu Daenerys foi a vingança, assim como, o público também sempre esteve atraído por este sentimento. O episódio demonstrou com brilhantismo que o desejo de vingança é tão apenas uma máscara para o prazer que se sente com sangue e fúria.

Como disse Sandor Clegane para Arya: “Você quer ficar igual a mim?”

E o momento em que Arya se liberta do desejo sanguinário de vingar-se, ela se depara com todo o horror que tal sentimento acomete ao mundo à sua volta: lá estava a vingança de Daenerys, assassinando aqueles que se revoltaram contra a sua família.

O que aconteceu com Daenerys nos últimos episódios é que ela própria reconheceu a si mesma que seus desejos eram outros. A máscara que ela criou para si de libertadora de correntes nunca foi um sentimento real, mas algo com que ela pode se apegar para justificar-se.

O que fazia Daenerys sorrir em toda a série não era a liberdade, mas um corpo queimado e todos aqueles momentos em que podia dizer com um sorriso no rosto: Eu sou a Primeira de Meu Nome. Ou então, quando seus olhos cintilavam ao dizer: Dracarys.

E, o que falar de nós, o público?

Nós que por tanto tempo ansiávamos que Arya cumprisse a sua listinha, em vez de desejarmos que ela reconhecesse que isto era inútil?

Por quanto tempo muitos de nós ficávamos admirados com Cersei, por causa de sua inteligência e sangue frio?

Agora, quando Cersei, no momento em que tudo aquilo que justificava seus atos desmoronou pela primeira vez revelou a fragilidade e o medo de forma tão humana, vamos lamentar a falta de dignidade de sua morte?

Toda a série de Game of Thrones sempre revelou para nós, público, o quanto precisávamos de ferro, fogo e sangue, a qualquer preço. E que, todas as artimanhas, todos os sussurros, era só uma justificativa qualquer para podermos vivenciar a violência, exercê-la com direito.

Pois, bem, quando os sinos tocaram e tudo o que Daenerys tinha fazer era entrar em Porto Real, a mesma sucumbiu à sua verdade: Ela queria ver aquele mundo em que foi expulsa, queimar.

O sonho que ela teve em que cinzas caiam sobre o Trono de Ferro desde o início revelou que, quem iria pôr fogo era ela.

Responder
Antony Tavares 13 de maio de 2019 - 20:42

“…como não existia nenhuma possibilidade de Daenerys não cumprir o destino regiamente assinalado para ela basicamente desde o começo de tudo.”
Calma amiguinho, terminando a serie os livros do Martin saem, e ai vamos ver se existe ou não um jeito menos canastra de contar o fim dessa história.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 21:00

Livro é livro, série é série. Estou falando exclusivamente da série.

Abs,
Ritter.

Responder
John Grass 14 de maio de 2019 - 11:23

acredito que 80% dos que assistem a série, não irão ler os livros.

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 14:24

Muito provavelmente é por aí mesmo.

E olha que eu tentei, mas não consegui passar da metade do modorrento terceiro volume…

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 14 de maio de 2019 - 20:03

Eu acredito que vão, eu sou uma delas, comecei a ler os livros só a partir da sexta temporada. Estou no terceiro no momento.

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 20:11

Boa sorte. Esse foi o livro que me fez desistir de ler a saga do comedor de torresmos…

Abs,
Ritter.

Anônimo 13 de maio de 2019 - 20:34
Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 21:01

É, acho que pelo menos a série tem boas chances de você ficar sem essas respostas…

Abs,
Ritter.

Responder
Ramon Vitor 13 de maio de 2019 - 23:01

Essas respostas só virão nos livros. D&D já demonstraram que, sem os livros, eles não conhecem o suficiente desse universo para ter as respostas.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 23:10

E eu nem acho que as respostas todas cabem em uma série.

Abs,
Ritter.

Responder
Ex Cartman 14 de maio de 2019 - 11:04

Religião falsa ou verdadeira não é um mistério nem na série nem no livro.
Não existe falsa ou verdadeira, depende de quem acredita, assim como na vida real. Isso faz parte da construção de mundo, nunca foi mistérios pra história, são mistérios religiosos como temos a Arca de Noé e tantos outros.

Responder
Stella 13 de maio de 2019 - 19:06

Que episodio desleixado só teve efeitos especiais de qualidade, mas em roteiro…. Antes os fãs debatiam se Daenerys devia ou não atacar a cidade, mas mesmo aqueles que defendiam ela atacar, o imaginavam ela atacando a cidade enquanto esta ainda lutava..A série transformou a Daenerys em louca? antes fosse isso, ja que sabemos que o pai dela era um.

Mas não foi isso que aconteceu… A cidade já havia se rendido, os soldados já haviam baixado as armas, Daenerys já havia visto isso… E ela simplesmente promove um massacre impiedoso e absolutamente cruel, sabendo claramente que estava massacrando mulheres, velhos e crianças…

A série não transformou Daenerys em uma louca… transformou a Danny em algo pior, forçação colocar ela como UMA GENOCIDA CRUEL E IMPIEDOSA… Da mesma forma que eu não consigo reconhecer esse atual Tyrion tolo que foi desconstruído pelas ultimas temporadas em detrimento do Tyrion inteligente das seis primeiras temporadas. também não consigo reconhecer a personagem da Daenerys matando INTENCIONALMENTE pessoas inocentes e indefesas… Por mais que ela tenha tido ações controversas no passado… Acho que foi de mais ela simplesmente massacrar, novamente lembrando, mulheres, velhos e crianças, depois que cidade já estava praticamente toda tomada… Se ela queria a Cersei, era só ela ter ido direto na Fortaleza Vermelha. Seria mais logico ao meu ver, queimasse a Cersei e jaime, não quero um final de conto de fadas, quero um final coerente, mesmo que niilista mas que faça sentido.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 19:06

Se você aceitar que ela enlouqueceu, não precisa procurar lógica no que ela fez. Gente insana não parte de um raciocínio tático ou estratégico. Faz o que bem entender.

Se os showrunners, no próximo episódio, derem a entender que ela não enlouqueceu, aí sim o que você disse se aplica diretamente. Mesmo considerando que a Daenerys já disse com todas as letras, lá atrás, quando os dragões eram filhotes, que ela faria exatamente isso.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 13 de maio de 2019 - 19:15

POSSÍVEL SPOILER DO PRÓXIMO EPISÓDIO
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pelo que eu vi, ela nao enlouqueceu totalmente foi pensado na maldade mesmo. Ja tenho spoilers do proximo episodio. Esse roteirista é pessimo, nesse episodio Danny nao só matou inocentes de Westeros ela matou soldados de John Snow muito calculado por uma louca varrida nao? Ta mais para transformaram ela numa psicopata isso sim. Antes de toda a matança ela falou com Jon Snow, que o povo ama ele, mas a ela não! Ou seja ela matou parte dos soldados de Jon diminuindo o numero deles, e matou os que ”apoiavam” a casa Lenester tudo numa cajadada só, cruel e rapida.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 19:16

Bem, aí é um problema. Mas, sem saber do futuro, o que eu vi nesse episódio em particular faz todo sentido se considerarmos o mais lógico, que é o enlouquecimento dela.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 13 de maio de 2019 - 19:56

É um enlouquecimento jogado nessa temporada (como eu disse deveria ter trabalho isso desde a sexta se fosse o caso), misturado com muita psicopatia.

Stella 13 de maio de 2019 - 18:57

”Se você estava esperando um final feliz, você não estava prestando atenção…”

sinceramente isso é desculpa quem é fã de GOT sabe que nao é pra ter feliz, pode ser um final infeliz mas com coerência, sou fã da Danny mas não esperava essa desconstrução terrível dela nessa temporada, se é para torna-la louca ja eram para ter trabalhado desde a sexta temporada. já que pararam de adaptar os livros na metade da quinta se não me engano.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 19:34

Eu queria todo mundo em uma festa com música e fogos de artifício igual ao final de O Retorno de Jedi, poxa!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 13 de maio de 2019 - 19:35

Não vão, é o novo LOST, só espere a bomba ( de ruim), que vai ser o próximo episodio kkkkk Eu não sou a garota dos contos de fada, tanto que os filmes que mais amo possuem finais fortes como O Sacrificio do Servo, Irreversível, O Nevoeiro e etc. A HBO vai se dar mal com os spin offs ja to vendo, isso abre mais possibilidades da série do Senhor dos Anéis esmagar os spin offs da HBO de GOT. Uma pena, agora vou aguardar o livro que terá um final agridoce, mas deve ser melhor escrito kkkk

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 19:44

Ah, esqueci de dizer que o cavalo branco da Arya será revelado como um unicórnio que voa pelo arco-íris…

HAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 13 de maio de 2019 - 19:44

”Ah, esqueci de dizer que o cavalo branco da Arya será revelado como um unicórnio que voa pelo arco-íris…” pqp isso foi podre, foi desse nivel mesmo kkkkkkkkkk ele deve ser Targaryen, resistente ao fogo.

Bruno Cavalcanti 14 de maio de 2019 - 10:32

Esse cavalo branco do final:

1. Ou é um Deus Ex Machina desnecessário
2. Ou era o Bran wargando e controlando ele pra ajudar a irmã.

planocritico 14 de maio de 2019 - 14:32

Se for o Bran eu me demito da série…

Prefiro ver como uma licença poética. Não chega a ser um deus ex machina, pois ela não é salva pelo cavalo. Ele apenas está lá e facilita a saída dela.

Abs,
Ritter.

Anônimo 13 de maio de 2019 - 21:20
Responder
Stella 14 de maio de 2019 - 09:41

Ah e eu falei suposição, pra mim ela não está totalmente louca, pelo que eu percebi revendo o episodio. Se prepare viu para incoerência no próximo episodio, essa temporada se tornou mestre nisso, no que diz respeito o que já aconteceu. Pra mim ficou claro que a morte dos inocentes e dos soldados do Jon foram pensadas, ”racionais” pela Danny. Voce e outros estão se iludindo que os roteiristas estão sendo fieis aos livros.

Responder
Alcides Faria Costa 14 de maio de 2019 - 17:55

Concordo. Com o snow em um cômodo ela diz literalmente: ‘então q seja pelo medo’

Responder
Fabio Oliveira Bourdeaux 13 de maio de 2019 - 18:06

Boa tarde, só eu fiquei com a impressão que o Varys envenenou a Dany?

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 18:16

Ele aparentemente queria envenenar, mas, como ela não comia nada, acabou não dando certo.

Abs,
Ritter.

Responder
Zoom 13 de maio de 2019 - 17:57

apesar de eu ter te criticado nas reviews anteriores, essa eu vejo que exagerei demais, ja peço desculpas, ta muito difiçil discutir got ultimamente, tudo é fã-service, tudo é forçado, etc, é como se as primeiras temporadas fossem impecáveis(chega bem perto), claro que depois dos livros decaiu o nível, isso é obvio os caras estão tendo que se virar, pelo que eu sei martin nem esta participando da produção, sem falar que pra mim eles conseguiram fazer o melhor final da serie que é na sexta que foi simplesmente espetacular,
enfim agora sobre o episodio a unica coisa que eu não estou gostando é que pelo que parece os roteiros vazados são verdadeiros e se acontecer o que esta la, meus amigos se preparem pra terceira guerra mundial, de resto eu achei foda pra carai.

Responder
cleverton 13 de maio de 2019 - 17:57

Sinceramente, Got era uma das melhores series q existiam até a quarta temporada e agora ficou reduzida a uma fanfic, talvez seja eu sendo ranzinza por ainda nao ter perdoado a batalha contra os mortos (que foi um péssimo episodio por sinal) o episodio foi bom até, mas falta algo. A Cersei era a vilã fodamente inteligente por sete temporadas e agr n conseguiu fazer um plano decente pra enfrentar o exercito inimigo e ainda morreu de um jeito meio meeeeh, o anão não é nem metade do personagem que já foi, Daenerys matando geral foi muito avulso também, e por ultimo os dragões morreram com algumas flechadas e agora destruíram tudo.

Responder
Rafael 13 de maio de 2019 - 16:19

Pra pensar:

“Pessoal, to vendo muita gente alegando que a Daenerys enlouqueceu e por isso destruiu a cidade. Ela não enlouqueceu, ou pelo menos não destruiu a cidade pelo calor do momento, por uma fuga momentânea da razão ou desequilíbrio emocional. Ela chorou quando os sinos tocaram por saber o que teria que fazer a seguir, mesmo com a rendição.

Eu explico. Mais cedo no episódio, quando o Jon a chama de ‘minha rainha’, ela da um beijo nele e pergunta se ela ésignifica apenas aquilo. Quando ele aparentemente não consegue continuar, ela diz “ok, que seja pelo medo então”. Na hora não entendi e me perguntei o motivo. A resposta está um pouco antes, no mesmo diálogo, quando ela diz que todos em Westeros amavam o Jon mas não ela.

Qual o mote da Daenerys? Voltar pra Westeros, conquistar o Trono e “quebrar a corrente”, certo? Mesmo após levar seus exercitos e derrotar os Caminhantes Brancos ela não conseguiu ser amada. Ela viu todas as glórias irem pro Jon e outras pessoas.

Agora, a frase de Randyl Tarly, na 7a temporada ganha um sentido enorme. Ela é uma estrangeira, com um exército de estrangeiros que vieram pro continente matar westerosis.

Quando o Jon deu a entender que eles não prosseguiriam juntos, após a morte do Varys, e ela diz “que seja pelo medo”, ela já sabia o que deveria fazer pra conseguir governar sem ser desafiada.

Ela então, na cena seguinte, ouve os apelos do Tyrion pra que poupe as milhares de vidas dos habitantes inocentes de Porto Real. Ela diz pro Verme Cinzento que ele saberia quando atacar.

Naquele momento ela já sabia o que deveria ser feito. Destruir a cidade e não ser mais desafiada. Tal qual Aegon O Conquistador. Essa é a única forma dela conquistar o Trono. Ela jamais seria aclamada pelo amor como sempre sonhou.

Fogo e Sangue!”

(Luiz Filipi Cardozo)

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 16:28

É uma possibilidade, mas isso retira dela o caráter trágico e a transforma em uma vilãzona padrão.

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael 13 de maio de 2019 - 16:37

Pode ser. Porém lendo os livros sempre achei que ela queria a qualquer custo “retomar o que lhe era de direito” e que jamais seria aceita pela nobreza de Westeros. E que a única maneira de ser rainha seria pelo medo. Creio que os livros sempre levaram nessa direção.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 16:38

Não saberia dizer, pois li 2,5 livros há muito, muito tempo atrás.

Mesmo assim, gosto mais do conceito de insanidade, nem que seja momentânea. Fazer algo dessa magnitude de caso pensado a coloca ali junto com Stalin ou Hitler na escala de maldade humana.

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael 13 de maio de 2019 - 16:47

Aí entra num debate bem complexo. A segunda guerra só terminou porque os americanos aniquilaram duas cidades que nem eram alvos militares e nunca se discute o ato numa escala de maldade. Também me parece de extrema crueldade, mas é bem complexo. Como quase tudo em Game of Thrones (a quantidade de maldade realizada pelos “heróis” não é pouca coisa).

Porque alguém fora do Norte (que foi salvo por ela) aceitaria de bom grado ela como Rainha? E ainda assim o Norte nem quer fazer parte dos Sete Reinos, acreditando que deva ser independente.

Os antepassados chegaram no trono fazendo o mesmo. Fogo e sangue . A rendição definitiva (exceto por Dorne) só veio quando eles exterminaram todos no castelo de Hahenhal.

Por amor ou por medo.

planocritico 13 de maio de 2019 - 16:58

Eu dei dois exemplos, você deu um terceiro. É válido. Eu só acho que essa pegada de maldade e medo por Daenerys é uma saída mais fraca do que a da espiral da loucura. Nenhuma das duas justifica o que foi feito, mas a loucura empresta outros contornos à personagem.

Abs,
Ritter.

Stella 13 de maio de 2019 - 20:34

”Eu só acho que essa pegada de maldade e medo por Daenerys é uma saída mais fraca do que a da espiral da loucura.” sim vai ser nessa pegada tanto que tao compartilhando os videos que mostram a tirania dela, ao que muitos pensavam ser neve, era Westeros queimada, e drogon voando sobre westeros

https://www.youtube.com/watch?time_continue=180&v=gulVUWrADCM

momento 0:34 da quarta temporada

https://www.youtube.com/watch?time_continue=38&v=uDZWT8RN9cE

Alcides Faria Costa 13 de maio de 2019 - 17:37

Depois de 8 temporadas ela ficar louca com 3 episódios é menos plausível pra mim do q ela simplesmente querer conquistar pelo medo

planocritico 13 de maio de 2019 - 17:57

Pois é, mas como eu já disse algumas vezes, na minha interpretação esse caminho dela vem sendo desenvolvido basicamente desde o começo da série.

Abs,
Ritter.

Stella 13 de maio de 2019 - 20:34

”Eu só acho que essa pegada de maldade e medo por Daenerys é uma saída mais fraca do que a da espiral da loucura.” sim vai ser nessa pegada tanto que tao compartilhando os videos que mostram a tirania dela, ao que muitos pensavam ser neve, era Westeros queimada, e drogon voando sobre westeros

https://www.youtube.com/watch?time_continue=180&v=gulVUWrADCM

momento 0:34 da quarta temporada

https://www.youtube.com/watch?time_continue=38&v=uDZWT8RN9cE

Mateus Henrique 13 de maio de 2019 - 16:58

Putz, que alívio de ver que achei outra pessoa que interpretou como eu mesmo, alem de concordar também que o caminho da Danerys nos livros é de conquista e não de elevação.
Quando ela diz “que seja pelo medo” não é só para o John, e sim pra toda Westeros.
Enfim, falar mais é chover no molhado, pra tu ver do tanto que concordo contigo Rafael. rs
Grande abraço.

Responder
João Alberto 13 de maio de 2019 - 19:25

Ela não seria desafiada se tivesse bom senso…porque querem o Jon..porque apesar de ser bananão tem bom senso…e aliás não passa de uma usurpadora …e com a consciência disso

Responder
Stella 13 de maio de 2019 - 19:56

”Ela não enlouqueceu, ou pelo menos não destruiu a cidade pelo calor do momento, por uma fuga momentânea da razão ou desequilíbrio emocional. Ela chorou quando os sinos tocaram por saber o que teria que fazer a seguir, mesmo com a rendição.” ”Quando ele aparentemente não consegue continuar, ela diz “ok, que seja pelo medo então”.”

é exatamente isso que eu notei, ela se tornou GENOCIDA mesmo. Aegon nao era tão cruel assim, de todos ele era considerado mais de boa. Voce deve ta confundindo com um dos filhos dele, Maegor o CRUEL o nome ja diz tudo né, ele foi o segundo a montar no Balerion, e matava a todos por pouco.

Responder
Ruqui 14 de maio de 2019 - 01:01

Acho que nessa questão da loucura o povo acaba perdendo o ponto numa discussão sobre semântica, cheguei até ver textão com base em psicologia. Vejo a atribuição do termo bem mais no sentido político e social, de quando um líder toma decisões equivocadas, excessivamente cruéis, etc, dentro de um contexto, pelo menos bem antes da avaliação clínica. É como com o ditador da Coreia do Norte toda vez que ameaçava lançar umas bombas. Quem não o chamaria de louco? No senso comum tudo que foge a normalidade, moral, ética, tudo aquilo fora da balança geral vigente que nos classifica como sãos por preservar nossa humanidade é loucura.

Responder
IDRIS ELBA RAMALHO 13 de maio de 2019 - 16:18

Gostei do episódio. Claro, teve seus altos e baixos, mas pra mim os pontos positivos prevalecem.
A loucura da Dany é um ponto complicado… A série vinha tratando isso com sutileza. Sempre deixando uma pulga atrás da nossa orelha, nos fazendo questionar se ela era de fato um espécie de “messias” que visava o bem dos outros ou era uma tirana com delírios de grandeza. Como eu disse, “tirana”. Loucura é bem diferente, ser tirano ou violento não necessariamente te classifica como louco.
Então eles começaram a abordar o lado da loucura dos Targaryen na temporada passada, mas quando fizeram isso pisaram no acelerador e jogaram a sutileza pro espaço!
Resta esperar pra ver o que vem no próximo e último episódio.

Obs: Bizarro como ela derrubou Kings Landing na maior facilidade, se comparar com o episódio passado que um dragão morreu instantaneamente com dois tiros dos scorpions (still loving yooooou…♪♫♪)! Eles deviam decidir de vez, ou os dragões são overpower ou não são caramba!

Obs2: Nessa temporada inteira, de que serviu o Bran? Pra ver um casamento sem sentido que o Sam descobriu sozinho no primeiro semestre da Facul Cidadela?
Sério que eu aturei o núcleo mais chato da série com ele sendo carregado e arrastado pelos cantos pra no final ele não fazer nada de relevante?

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 16:19

A série acelerou o passo, é fato, mas isso não retira a lógica da “queda” dela. Estava lá o tempo todo, como você disse, na base da sutileza.

Sobre derrubar King’s Landing – Foi o que eu disse em resposta a outro comentário: se os dragões se mostrassem poderosos assim desde o começo, a série já teria acabado por falta de contingente.

Sobre Bran – Quem é ele mesmo?

Abs,
Ritter.

Responder
Mateus Henrique 13 de maio de 2019 - 17:08

Vai ver aqueles corvos que ele controlou e enviou sabe-se lá pra onde ainda tenham alguma importância. Quem sabe tinha carregavam alguma mensagem pra espalhar por toda Westeros que no final faça aparecer uma galera nova para tretar?

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 17:08

Ou seja, um deus ex machina safado para encerrar a série? Tomara que não!

Abs,
Ritter.

Responder
IDRIS ELBA RAMALHO 14 de maio de 2019 - 07:04

Eu acho que a série estabeleceu sutilmente a violência da Daenerys, como ela ia aos poucos se tornando mais violenta e tirana. Mas isso não é necessariamente loucura. Se for assim, todo guerreiro ou conquistador é louco. Os rompantes de violência e crueldade dela não pareciam diferentes do que qualquer rei ou conquistador faria. Faltou um pouco de cuidado aí…
Os livros (como sempre, é claro, mas a série não precisava ser igual, eu sei)trabalha os aspectos de uma possível loucura da personagem bem melhor. Ela chega a ter alucinações.

Responder
Jadiel 13 de maio de 2019 - 16:08

Engraçado ver esse povo reclamando da série agora, sendo que ela vem perdendo qualidade desde a 5° temporada. Essa tá até boa.

Sobre a Daenerys, acho que o Bolton realmente tava certo, ninguém tá prestando atenção mesmo. Desde a primeira temporada ela vem sendo construída como uma possível louca, além do histórico familiar que Dany tem.

O que aconteceu nesse episódio foi que a moeda Targaryen da Daenerys caiu, e está virado pro lado errado. Assim como seu pai, ela sucumbiu à loucura da sua família.

Episódio sensacional.

Responder
El Imparcial ~ Jaktal 13 de maio de 2019 - 16:09

Só um adendo. Parece que virou pop agora dizer que as pessoas resolveram reclamar agora na última temporada, mas, dê uma olhada nas críticas dos episódios das demais temporadas (em especial, quando o seriado ultrapassou o livro), ali será possível notar que não é um movimento novo esta reclamação, é óbvio que se acentuou, mas provavelmente é por conta da expectativa gerada para com a última temporada. Talvez, assim como sobre a Daenerys, as pessoas não tinham prestado atenção mesmo.

Responder
Jadiel 13 de maio de 2019 - 16:37

Sim, mas estou falando da maioria.
Aqui no PC, tanto o Ritter como o Guilherme Coral apontaram os erros de GoT e não tinham medo de dar notas baixas para episódios ruins. Assim como, também, quem comenta aqui é conhecido dos problemas de GoT.

Mas olhe por exemplo o IMDb. A menor nota de toda a série era um 8.1 na 5° temporada. Enquanto episódios ruins mesmo tem uma nota maior que 9 (o que equivale a cerca 4,5 estrelas aqui do site). Agora olhe as notas dos 2 últimos episódios…

O grande público, os que se dizem fãs de GoT, começaram a reclamar de verdade da série nas últimas duas semanas.

Usei o IMDb como exemplo só porque é pra onde muitos vão pra dar sua nota, mas não dou credibilidade a números.

Responder
El Imparcial ~ Jaktal 13 de maio de 2019 - 16:47

Claro, é o efeito manada que está acontecendo tanto para os que reclamam quanto para os que reclamam de quem reclama! Quer argumento mais fácil??? hahaha

A maioria está reclamando não porque o roteiro não está coerente (quando eu digo coerente, tanto o roteiro em si quanto coerência com o próprio modo de trabalhá-lo), os atores são ruins, trila sonora, etc. Mas estão reclamando porque as coisas não estão acontecendo do jeito que queriam. Estas reclamações eu só ignoro. hahahaha

E, querendo ou não, estas pessoas são o maior público do seriado. Aqueles que só querem entretenimento por entretenimento e foda-se. Estes esperavam que Jon terminasse com Daenerys (não necessariamente, mas tinha muita gente que queria isso), talvez seja por isso que a nota deste episódio tenha sido tão baixa no rotten tomatoes…

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 17:08

@jaktal:disqus , nossa. Escrevemos quase a mesma coisa simultaneamente!

Abs,
Ritter.

El Imparcial ~ Jaktal 13 de maio de 2019 - 17:19

Hahahahaa

Sintonia! =D

Jadiel 13 de maio de 2019 - 18:26

Verdade, só me estressa um pouco o pessoal que pagava pau pra série antes, agora que a série melhorou fica reclamando porque não aconteceu do jeito que imaginavam.

É besteira minha me irritar com essas coisas, mas às vezes não consigo evitar.

Abraços.

El Imparcial ~ Jaktal 13 de maio de 2019 - 19:15

Te entendo. Realmente é bem chato, mas normal. É o que o acesso à informação e o poder do anonimato fazem. =/

Esse pessoal é o mesmo que pergunta onde está o Batman em um filme da Marvel. xD

planocritico 13 de maio de 2019 - 19:16

Mas o Batman deveria mesmo ser da Marvel!

HAAHHAHHAHAHAHAAHAHA

(saí correndo)

Abs,
Ritter.

planocritico 13 de maio de 2019 - 16:58

Acho que vocês dois estão certos. Há razões mais do que legítimas para reclamar de GoT a partir de um determinado ponto, lá pela 5ª temporada eu acho. Por outro lado, há um certo histerismo agora que parece querer culpar essa última temporada por todas as mazelas da série causadas não pela falta de livro para sustentar a narrativa, mas sim pela mais pura e simples inabilidade de lidar com a narrativa sobre o ponto de vista de roteiro mesmo.

Introduziram personagens demais bem lá atrás e ficaram sem saber o que fazer com grande parte deles, criando narrativas fragmentadas e que corriam atrás do rabo. Deixaram de lado desenvolvimento de vários outros personagens e de pontas narrativas por causa disso e focaram em um grande “nada”, sem saber o que fazer, por exemplo, com os zumbis. Não seria a última temporada que resolveria os problemas da série, pois, ao meu ver, se olharmos de maneira estanque para ela, ela é melhor do que as duas anteriores.

Some-se a isso um problema comum de hoje em dia, que é esperar que aquilo que se constrói na cabeça coletiva dos fãs seja concretizado em séries e filmes e que, quando não é (quase nunca é), as pessoas reclamam. Isso não acontece só em GoT. Nem de longe. Mas é um problema crescente que tenho visto por aí e que reduz a capacidade de muita gente de apreciar o que se coloca nas telas.

O mais engraçado pessoalmente para mim é que eu pareço um grande defensor de GoT em meus comentários, mas a verdade é que eu pouco ligo para essa série. Vi e gostei muito da 1ª temporada, mas depois meio que perdi o interesse e passei a ver mais no automático. Tem grandes qualidades, eu sei, mas nunca foi uma série que me “pegou”, tanto que ela nem “registra no radar” quando penso em séries que me marcaram ou séries que mais gosto.

Abs,
Ritter.

Responder
El Imparcial ~ Jaktal 13 de maio de 2019 - 17:38

Eu também estou vendo GoT mais no automático desde a 4ª ou 5ª temporada (não tenho certeza). Tanto é que nem ligo mais com spoilers quando eu não consigo assistir ao vivo. A lista de seriados para assistir é tão grande e o tempo tão escasso… O episódio 3 desta temporada eu fui assistir só no domingo de manhã antes do 4 haha. A verdade é que eu estou muito mais empolgado com Suits (comecei a assistir tem pouco tempo, me arrependo de não ter assistido antes) do que GoT… E olha que sou aficionado por fantasia medieval… =/

Jadiel 13 de maio de 2019 - 18:46

Acho que sou o único nessa conversa que ainda se empolga quando chega no domingo hahaha. Deve ser porque é a primeira vez que acompanho a série semanalmente (não, eu não vivia numa caverna).

Apesar dos problemas, ainda consigo me divertir. Com certeza não está em minha lista de séries favoritas, nem de longe, mas dá pra descontrair, ou se estressar às vezes hahaha.

Li o comentário do cara sobre Suits e vi que não tem crítica no site dessa série. É uma boa sugestão viu Ritter. Gostava bastante quando assistia (já faz um bom tempo), seria legal ver uma crítica aqui. Me lembra um pouco Mad Men (não sei se é tão boa quanto, afinal faz tempo que assisti), até porque se passa boa parte em escritórios e tem um protagonista que se passa por outra pessoa, de certa forma.

Ex Cartman 14 de maio de 2019 - 11:32

GoT ainda é evento pra mim, minha galera ainda se reúne pra ver desde a terceira temporada.

planocritico 14 de maio de 2019 - 14:24

É assim para muita gente! Eu vejo religiosamente na hora da transmissão por causa do site e também porque eu odeio spoilers…

Abs,
Ritter.

Ex Cartman 14 de maio de 2019 - 14:24

aqui na minha cidade tem uns dois bares que fazem transmissão, e sempre da gnt.

planocritico 14 de maio de 2019 - 14:42

Vade retro. Bar tem gente, barulho e, se duvidar, não tem ar-condicionado!!!

AAHAHAHAHAHAAHHAHAHA

Abs,
Ritter.

Ex Cartman 14 de maio de 2019 - 17:10

No bar só fui na estréia, mas ultimamente GoT nem precisa prestar muita atenção hajajaj

Ex Cartman 14 de maio de 2019 - 11:32

A oitava temporada perto da quinta é Sopranos. A quinta só presta Hardhome.

Responder
Francci Kelvin 14 de maio de 2019 - 11:52

A 5ª e a 6ª temporada perderam qualidade, mas ainda eram relativamente coerentes.

Responder
Alcides Faria Costa 14 de maio de 2019 - 18:24

Eu discordo pq pareceu estar tudo planejado, inclusive com o verme cinzento. Pareceu q na hr q tocou o sino ela deu uma pequena vacilada, como c estivesse com dó, mas seguiu um plano previamente estabelecido

Responder
Jadiel 15 de maio de 2019 - 02:09

Pode ser também.

Responder
Sheila Mello 13 de maio de 2019 - 15:41

Ótima critica e me fez até repensar algumas coisas que eu odiei! Como disse aos meus amigos, achei o episódio bem feito porém não aconteceu nada do que eu queria! Mas essa é a essência de GOT, e o que fez ela ser famosa!
Das coisas que eu odiei foi a morte da Cercei, uma personagem tão inteligente e forte, morrer de um jeito bem bleh…nem parece a mulher que ia envenenar o próprio filho achando que a guerra tinha sido perdida! Ia ser muito mais coerente ela ter pulado da janela da Fortaleza Vermelha pra não dar o poder de decisão sobre a morte dela para outros.
Mas seu ponto de vista tem sentido, vou tentar ser mais complacente hauhauahu

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 15:54

Sobre Cersei, é mais uma preferência minha mesmo. Eu acho muito interessante quando as mortes de personagens importantes são desglamourizadas. Cersei era a grande vilã e morreu essencialmente com uma tijolada na cabeça.

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Plainview 13 de maio de 2019 - 22:10

E o que falar de Tywin lanister, o homem mais poderoso de westeros, morto no trono (não o trono de ferro)

Responder
Dan 13 de maio de 2019 - 15:41

Tomei um choque quando, ao terminar de assistir o episódio, entrei no twitter e me deparei apenas com ódio e decepção dos fãs. Tinha certeza de que estaria todo mundo babando com The Bells, assim como eu estava.
Tivemos neste episódio vários momentos memoráveis, como:
-Último encontro entre Tyrion e Jaime
-Arya finalmente perdoando Sandor e entendendo que não dá pra buscar vingança a vida toda.
-Cersei e Jaime – e neste caso aqui realmente não entendo a frustração dos fãs que queriam que a vilã morresse ou pelas mãos de Jaime ou de Arya usando seu rosto… caramba, sério que somos tão mimados que se não vermos exatamente o que queremos na tela o produto se torna instantaneamente ruim? Vou dizer que eu imaginava que Jaime ia matar a irmã, entretanto fiquei bastante surpreso deste final dos dois, entendendo que a única coisa que sempre tiveram era o amor um do outro e morrendo juntos com o grande sonho de Cersei, kingslanding, literalmente caindo sobre a sua cabeça. Fim totalmente digno e condizente com os personagens.
– Arya correndo por Kings Landing. Se só víssemos figurantes correndo pra lá e pra cá qual seria o efeito? Com a vida de uma personagem querida em jogo tememos o tempo todo.
E por fim…
-A Rainha louca Daenerys. Tenho bastante problemas com as 3 últimas temporadas de GoT, com esta última em específico, mas estou bastante feliz de não estarmos chegando num final (ao que parece) em que Jon e Dany se casam e tem lindos princepezinhos. GoT é o que é exatamente pelas viradas inesperadas e um final de novela agora seria jogar tudo no lixo.
Eu achava que este s08e05 seria todo sobre a batalha pela conquista da capital, mas de uma forma mais equilibrada, com grande custo para o lado vencedor. Fiquei muito surpreso que a vitória foi extremamente fácil e que a grande virada foi ter sido a Targeryan se tornar a pior vilã da série até aqui. É condizente com o que vinhamos vendo até aqui? Talvez nem tanto, mas a culpa é menos deste episódio específico e mais de como os roteiristas trabalharam a personagem nas últimas temporadas – além de nossas próprias expectativas (e aqui lembrei bastante sobre um certo jedi idoso isolado numa ilha).
Eu particularmente amei estas quebras de expectativa e estou ansioso pelo desfecho dessa história.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 15:55

Por isso é que eu orgulhosamente não sigo redes sociais fora do ambiente do Plano Crítico e na medida necessária para manter o site. E não conto esse fórum de comentários como rede social, pois o público daqui costuma ser sensacional e não tenho do que reclamar!

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Barros 13 de maio de 2019 - 15:31

Conversar sobre GOT está pior que conversar sobre política. O povo já parte para a agressão…
Pra mim foi um dos melhores episódios desta temporada.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 15:32

Hoje, o mundo é assim. Há os que gostam de algo e há os que desgostam de algo. Nenhum dos lados cede um milímetro e nenhum dos lados sequer tenta entender o outro. Depois reclamam que a Daenerys queima quem discorda dela…

HAHAHAHAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno Cavalcanti 14 de maio de 2019 - 11:13

kkkkkkkkkkkkkkkk
melhor comentário do episódio!.

e ai de quem discordar!

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 14:42

Viu, já aprendeu direitinho!!!

HAHAHHAHHAHHHHA

Abs,
Ritter.

Responder
Carlos Faria 13 de maio de 2019 - 17:57

Eu já coloco no minimo Top 20 da série!

Responder
Arthur Castro 13 de maio de 2019 - 14:32

Não, não, não! Efeitos visuais, filmagem, sonoplastia, tudo isso impecável, mas foi tudo DESTRUÍDO por um roteiro bisonho, no PENÚLTIMO episódio da série, não havia espaço para um erro tão colossal como foi esse episódio. Revoltante, é como posso defini-lo, decepcionante seria outro adjetivo. 9 anos para isso, parabéns!!!
Caras, 6 episódios, tudo corrido, escrito porcamente, ia dar ruim, e deu, muito ruim! Desconstrução completa da personagem em menos de 1 temporada, aquela que há pouco foi ajudar Jon na Batalha contra o Rei da Noite… Virou a maior vilã que a série já teve, nenhum tirano como foi Joffrey, Cersei, Bolton, que tiveram suas “vilanias” construídas ao longo de temporadas, foram capazes de um genocídio como esse em Porto Real. Crianças com suas mães, idosos, civis indefesos, a guerra já estava ganha e todos rendidos, ela não descansou enquanto não dizimou completamente a cidade. Foi inverossímil, desrespeitoso, e completamente fora de tom as escolhas dos roteiristas nesse desfecho. Nem mencionarei as mortes, escolhas forçadas nas cenas da Arya, por exemplo, pois gastaria muito tempo. Decepcionado demais, o que fizeram com GOT??!!! Muitos já me alertavam que essa temporada estava fraca, caminhando pro buraco, eu até estava gostando apesar de alguns problemas evidentes, mas depois de ontem, sério, já deu. VIVA BREAKING BAD, série que permanece boa do começo ao fim. Em Game Of Thrones, infelizmente, conseguiram estragar tudo.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 15:09

Porque a comparação é sempre com Breaking Bad? Tem dezenas de séries melhores que BB. E não estou dizendo nem de longe que BB é menos do que muito boa…

Abs,
Ritter.

Responder
NoobMaster69 13 de maio de 2019 - 19:34

Só tem no máximo 3 séries melhor que breaking bad

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 19:34

Tá mais para 30…

Abs,
Ritter.

Responder
NoobMaster69 13 de maio de 2019 - 19:35

Qual o problema de vcs com breaking bad? Rrss

planocritico 13 de maio de 2019 - 19:44

Zero de problema. É uma série sensacional. Mas tem uma penca de outras que eu acho melhores, inclusive o próprio spin-off de BB…

Abs,
Ritter.

NoobMaster69 13 de maio de 2019 - 20:05

Entendi, o spin off é impecável mesmo

Francci Kelvin 13 de maio de 2019 - 20:42

Acho que é porque Breaking Bad é outra tão famosa quanto Game of Thrones por ter gerado uma enorme expectativa com o final. Dizer que Breaking Bad é a “melhor série de todos os tempos” é uma afirmação que ofende o senso crítico de muita gente que já viu séries ótimas como Mad Men e The Sopranos, ou mesmo o Spin-Off de Breaking Bad, mas acho justa a comparação com GoT nesse caso, se trata de um caso análogo. De um lado temos uma série que soube ser mais orgânica e aproveitar o final, do outro uma que está construindo um final aquém das expectativas. Acho justo comparar por esse prisma.

Responder
Alcides Faria Costa 14 de maio de 2019 - 17:54

Mad men é a melhor série q já vi. Got é uma excelente série, mas bem longe de ser a melhor. Essa temporada mesmo, só não digo q tá difícil pq ela é bem curta

Responder
Wagner Farias 14 de maio de 2019 - 12:40

Mas é que Joffrey, Cersei e Bolton não tinham um dragão. Dá um pra Cersei que tu vais ver do que essa mulher é capaz.

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 14:24

Aí a série acabava em um episódio…

Abs,
Ritter.

Responder
Emllo Silpo 13 de maio de 2019 - 14:32

Todos os problemas de roteiro que essa temporada vem apresentando são consequências da covardia e falta de criatividade dos roteiristas na sétima temporada. Eles basicamente enrolaram a temporada inteira, fazendo um enorme esforço para emburrecer todos os personagens e manter a Cersei no poder sem qualquer lógica, só pra manter os protagonistas na mesma posição e entregar tudo nessa última. O resultado eh que situações que fariam todo sentido se tivessem um desenvolvimento gradual foram jogadas de todo jeito e ficaram decepcionantes.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 14:32

Só na sétima. E a sexta e quinta? Os problemas começaram bem antes.

Abs,
Ritter.

Responder
Emllo Silpo 13 de maio de 2019 - 22:17

Com certeza. Eu destaco a sétima devido a chegada da daenarys em westeros e a mudança no trono que deveriam representar uma mudança na série e nada aconteceu. As outras pelo menos fecharam tramas que tinham sido abertas antes, por pior que seja aquele Alto pardal.

Responder
Jose Claudio Gomes Souza 13 de maio de 2019 - 14:23

Ritter, só acho que os roteiristas deveriam ter um pouco mais de respeito com a inteligência dos fãs. Dessa vez, Daenerys faz junto com o Drogon o que deveria ter feito no episódio anterior: rodear a frota e destruí-la e não fugir com o rabo entre as pernas. E de quebra, ainda acabaram com todos os “escorpiões” que estavam na murada. E isso tudo sem o Drogon sofrer um arranhão.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 14:32

Foi por isso que eu pontuei na crítica que “o ataque de Daenerys pilotando seu dragão é como todos os ataques envolvendo dragões na série deveriam ser: avassaladores, sem defesa”.

Abs,
Ritter.

Responder
Rafha 13 de maio de 2019 - 14:13

Sor Bron saiu de cena será? Vai terminar a série vivo pelo jeito.
Foi meu personagem favorito do inicio ao fim, uma vitória ele ficar vivo haha

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 15:09

Trono de Ferro (derretido) para ele!

Abs,
Ritter.

Responder
Gustavo França 13 de maio de 2019 - 17:08

Durou mais que a Cersei…

Responder
Isac Marcos 13 de maio de 2019 - 13:52

Nunca esperei final feliz, e nem queria, mas tbm não desejava um “rasgar a narrativa e jogar pro alto” como foi este penúltimo episódio, além de colocar um lado romântico para a Cersei em seu momentos finais, que foi oposto ao que sempre foi apresentado por ela, poder e arrogância sempre, até diante da perda dos filhos (que seria até maior que o amor pelo irmão), pra mim foi o que mais desapontou. Daenerys e Cersei foram as que mais tiveram isso ontem, constroem-se um enredo firme para elas por 7 temporadas e um episódio abandonam isso e agora é outra coisa.

Responder
Fernando Morais 13 de maio de 2019 - 15:54

Exato Isac Marcos, é isso que as pessoas que gostaram da serie usam pra rebater quem não gostou do que estão fazendo com uma das melhores coisas ja feita pra TV, eles utilizam essa frase dita por Ramsey Bolton,”SE VOCE ACHA QUE ISSO TEM UM FINAL FELIZ, VOCE NAO TEM PRESTADO ATENÇÃO” quem realmente esperou algum final feliz nessa serie?? desde o começo ja nos acostumamos que o heroi o mocinho o salvador da pátria o fodão salvador de mocinhas indefesas não teria vez, mataram o tão correto e honesto Ned na primeira tempora, e o Rob??? alguem esquece? o final feliz não existe no mundo de Gelo e Fogo todo fã sabe disso. o que nos irrita(eu pro exemplo) é esse emaranhado de coisas jogadas ao vento sem logica alguma, roteiro porco, apressado, incoerente, tudo isso que descrevi e mais um tantinho,e nesse quesito a dupla D & D ta de muitissimo parabens

Responder
Isac Marcos 14 de maio de 2019 - 17:24

Sim, nem p/ os 2 perosnagens que mais gosto espero final feliz, pois como vc bem disse, já de cara aprendemos isso em GoT com o Boromir, ops rsrs, Ned Stark e tantos outros. Isso não me incomoda em nada na história contada e sim, passarem 7 anos mostrando as diversas facetas de um personagem (que muitos odeiam ou adorem) p/ que se fizesse aquela leitura dele, pra em 1 episódio simplesmente o colocarem como se fosse um novo. Eu gosto de algumas experiências com o intuito do “desgosto”, proposital, mas fingir que um personagem não tem histórico e querer colocá-lo como outro nos 45 min do segundo tempo é brochante demais.

Responder
nuwgott 13 de maio de 2019 - 13:33

Daenerys sempre foi louca, não via quem não quer. Quantas vezes Tyrion e outros tiveram que intervir com o desejo de sangue dela? Ela nunca foi piedosa, e sempre teve bom marketing político.

Responder
Edu Augusto 13 de maio de 2019 - 13:24

Só sei que foi brega demais, aquele final da Arya saindo das cinzas a cavalo branco!!!!! PQP!!!!

Foi lindo aquele momento da despedida da Arya e do Cão; tocante mesmo!

Mas ainda acho que houve uma abordagem muito preguiçosa com relação ao surto da Daenerys. Ela já deu, sim, muitos sinais de ser uma megalômana assassina, mas colocar o Jon (com toda sua frouxidão) como o agente catalisador disso, ah… não desceu… Falo especificamente daquela cena em que ela beija o cara, ele recua e ela fala “susse, então. Se não é pelo amor, vai pelo pavor!”.

Show de bola a crítica, como sempre!

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 14:13

@disqus_dCJuy2coSw:disqus , brega foi mesmo. Mas todas as sequências dela antes, na destruição da cidade, foram espetaculares.

E obrigado!

Abs,
Ritter.

Responder
Leo 13 de maio de 2019 - 13:13

Se no final era tao facil tomar o trono da Cersei e queriam terminar a serie com a Danerys Mad Queen uma soluçao simples de roteiro era inverter a ordem das tramas (rei da noite e a queda de Cersei). Dava para se trabalhar melhor a “loucura” da Danerys com ela sentada no trono de ferro por mais tempo (com a serie voltando ao berço das intrigas de palacio) e dps resolvendo a treta dos White Walkers.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 13:13

Concordo bastante!

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 14 de maio de 2019 - 09:41

Acho que nos livros deve ser assim, pelo que o Martin falou pelo menos o sexto livro sai, já o Sétimo e ultimo ele nem começou.

Responder
Helder Lucas 13 de maio de 2019 - 13:00

Eu achei que eu estava obcecado com a minha opinião sobre a série, mas Gabriel tá de parabéns. Hahaha
Não vou nem comentar sobre esse episódio, pq já gastei minha saliva toda com a preguiça desses roteiristas.
Parabéns pelo esmero com a crítica, Ritter. Acho fantástico seu comprometimento e capacidade de publicá-la com tanta rapidez logo após o episódio, e ainda manter a qualidade.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 14:13

Obrigado, @helderlucasmf3:disqus !

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Barros 13 de maio de 2019 - 17:57

kkkkkkk

Responder
Daniel Barros 13 de maio de 2019 - 15:22

kkkkkkk

Responder
Red 13 de maio de 2019 - 14:32

Realmente a crítica em si teve mais qualidade que o episodio kkkkkk Ainda que houvesse fatos e argumentos para alguns eventos dessa temporada, é inegável que TODOS os episódios foram mal executados e os roteiristas estavam perdidos.

Responder
Wagner Farias 13 de maio de 2019 - 12:38

Não consegui gostar do episódio (apesar de não desgosta-lo de todo). Pra mim serviu pra terminar o processo de vilanização da Daenerys pra colocar o João das Neves no trono. Totalmente desnecessaria a atitude dela. Sem falar que ela conseguiu com um dragão um feito que não tinha conseguido com dois anteriormente. Com a rendição da cidade, ela simplesmente podia ir onde estava a Cersei e colocar tudo abaixo (pena que os bafos dos dragões não tinham este poder contra os mortos). Pronto, seria a vingança perfeita, libertaria a cidade da tirana, seria agraciada por todos. Ao inves disso, começou a queimar a cidade toda, dando tempo da cercei fugir .Agora virou a Rainha louca, fazendo jus ao seu sobrenome. O episódio prometia lutas fantasticas, mas o que vimos foi um massacre fantástico. As cenas de destruição estavam muito boas. gostei da conclusão da saga da Arya e do Cão. O montanha era o que afinal?? nem zumbi era, pq mesmo acertando seu cerebro ele continuou lutando. Mas foi uma conclusão esperada pro sandor. E a Cercei, morreu mesmo?? vai saber.
Uma dúvida. Todos os targaryens são imunes ao fogo? Seria legal ver a Daenerys tentando queimar o john só pra perceber que ele é imune ao fogo. Aí do nada, a Arya saltaria em cima dela, cortava a garganta e de quebra, domesticava o dragão. Vai saber o que se passa na cabeça dessa gente…

Responder
Ricardo Maidel 13 de maio de 2019 - 13:00

A sansa vai assumir o trono.

Responder
Red 13 de maio de 2019 - 14:48

De acordo o roteiro vazado não vai

Responder
vince 13 de maio de 2019 - 15:32

Eles tem resistência mas não são imunes tanto que o costume deles é cremar os corpos e outros Tagaryens já morreram queimados no passado.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 15:42

A Daenerys, na série, é imune, não resistente apenas.

Abs,
Ritter.

Responder
vince 13 de maio de 2019 - 16:09

Sim, mas só na série mesmo e por conveniência para aquela cena na cidade dos dothraki.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 16:18

Mas é o que realmente importa para a série. Além do mais, cinematograficamente, aquela cena só com “resistente a fogo” seria absolutamente frustrante. Ela sairia toda queimada, mas viva?

Abs,
Ritter.

diogo melo 13 de maio de 2019 - 12:28

Impressionante! Vocês merecem essa porcaria de série !!!! O episódio foi previsível do início ao fim. Alguém achou mesmo que a Arya morreria naquela confusão ? E o patético encontro entre Jaime e Euron (puro fan service)…..Alguém achou que o Euron mataria o Jaime? Alguém achou que o montanha sairia vencedor do duelo? Alguém achou que o Jon morreria na batalha? Poderia passar o resto do dia perguntando “alguém achou” hahahahahah
Infelizmente, a série se tornou mais do mesmo……
Mas também, não da para exigir muito de dois patetas responsáveis pelo pior filme do Wolverine de todos os tempos.
Saudades da época que eu passava a semana inteira estudando sobre westeros.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 12:38

Mas jura que você queria algo imprevisível, tirado da cartola, no penúltimo episódio da série?

Abs,
Ritter.

Responder
diogo melo 13 de maio de 2019 - 13:13

Ola Ritter,

A metáfora é essa:
Porto real: As crônicas de Gelo e fogo
Dragão: HBO
Dany: os roteiristas hahahahahahaha

impressionante como conseguiram quebrar o arco de redenção do Jaime. Aquela cena dele , com a Briene, na banheira, foi para o espaço. Os caras mudam de ideia com uma facilidade danada. Não tem como aplaudir isso hahahahahahaa….

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 14:14

Mas Jaime não tinha como se redimir. Ele era irremediavelmente apaixonado pela Cersei. Se ele tivesse acabado a série em uma cabana idílica com a Brienne e vários filhos correndo no jardim, seria de uma incongruência mortal.

Abs,
Ritter.

Responder
JC 13 de maio de 2019 - 14:23

Pois é…..não tinha sentido nenhum ele não fazer o que fez. Inclusive. Eu achei que eles talvez conseguissem fugir. Mas aquela luta tosca mostrou que não …ele ia morrer de qualquer jeito.
Mas morreu com Cersei…ou seja ..pra que a merda da luta?

planocritico 13 de maio de 2019 - 14:32

Como eu disse na crítica, a luta não serviu para absolutamente nada.

Abs,
Ritter.

diogo melo 13 de maio de 2019 - 16:47

Jaime foi o personagem que mais cresceu, durante as oito temporadas. Essa atitude dele foi retrocesso total, na minha humilde opinião.É óbvio que ele não teria que terminar brincando de cabana com a Brienne, mas ele merecia muito mais. Morreu de forma novelesca, só faltou falar em espanhol.

Outro ponto. Era realmente necessário queimar a cidade inteira, para reinar através do medo? Ter um dragão do lado não assusta não? hahahahahaha

planocritico 13 de maio de 2019 - 17:08

Retroceder é desenvolvimento de personagem. Pense no dia-a-dia de pessoas que você conhece. Provavelmente verá alguns que passaram anos em franca evolução e, de repente, voltaram no tempo. É a vida. Acontece bem mais do que queremos admitir que acontece.

Abs,
Ritter.

diogo melo 21 de maio de 2019 - 13:44

e ae…hahahahahahaha
gostou do final?
é uma pena, cara….Era muito fã…de verdade. Juro que não sou hater hahahahahahah…. Mas a oitava temporada foi uma piada de mau gosto.

Um abraço ! Valar Morghulis

Stella 13 de maio de 2019 - 20:05

”Ter um dragão do lado não assusta não? ” não para os roteiristas de GOT KKKKKKKKK Tanto que Aegon nem matava por qualquer coisa, só de verem a sombra do Balerion pelas cidades o pessoal se mijava kkk
https://uploads.disquscdn.com/images/5815762377795816f0ba904a977c5b4c483d93b0f818e30f1ab79ebc08752b2d.jpg

Diego Borges 13 de maio de 2019 - 12:19

Só espero que o final nos livros seja bem diferente….aff, quem eu estou querendo enganar? Tô completamente desanimado, não tenho esperança nenhuma de que saia mais algum livro antes do Martin preguiçoso bater as botas.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 14:14

Exato. O Martin não me passa confiança alguma de que realmente acabará com a saga dele entre os pratos de torresmo que ele come no café da manhã…

Abs,
Ritter.

Responder
Anônimo 13 de maio de 2019 - 19:15
Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 19:16

Total dick move. Aliás, ele tem uma cara de que não está com a mínima vontade de acabar os livros mesmo…

Abs,
Ritter.

Responder
El Imparcial ~ Jaktal 13 de maio de 2019 - 19:25

Eu li hoje uma entrevista com o Ian McElhinney dizendo que o Martin já terminou os livros e não publicou pq a HBO fez um acordo com ele para não publicar até acabar o seriado.

Sabe…. Faz um pouco de sentido isso. Se ele lançasse agora talvez fosse prejudicial para a HBO…

planocritico 13 de maio de 2019 - 19:25

Tomara que isso seja verdade pelo bem dos leitores (eu abandonei na metade do 3 por total falta de paciência), pois o sujeito não me inspira confiança…

Abs,
Ritter.

El Imparcial ~ Jaktal 13 de maio de 2019 - 19:34

Por sinal, o 3 pra mim foi o melhor livro da saga até agora (tirando a parte da Dany que é extremamente massante!).

planocritico 13 de maio de 2019 - 19:34

Eu quase tive um aneurisma para chegar na metade do 3… Larguei para manter minha saúde…

HAAHHAHAAHAHAHHAAHAH

Abs,
Ritter.

Stella 14 de maio de 2019 - 09:30

”ntre os pratos de torresmo que ele come no café da manhã…” rachei KKKKKKKKKKKKKKK

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 09:31

Mas ele não tem cara que come torresmo todo dia na base das colheradas?

HAHAHAHHAHAHAHAAHHAAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 14 de maio de 2019 - 09:40

Pior que já disseram que ele come muita besteira mesmo, você brincou mas acertou em cheio kkkkk Ele inclusive ja passou mal, na idade que tem, e ainda não cuida da saúde, os livros não vão ter final mesmo. Martin negou os rumores de ontem que havia terminado o ultimo livro aliás kkkk

planocritico 14 de maio de 2019 - 15:03

Sei que não se deve julgar pela aparência, mas não tem jeito: olho para ele e vejo um cara que come PACAS e só porcaria.

Sobre acabar os livros, ele está demorando mais do que Stephen King para acabar A Torre Negra. Para quem lê (eu parei na metade do livro 3 e não volto mais), é um desrespeito por parte dele.

Abs,
Ritter.

Matheus Barros 13 de maio de 2019 - 11:47

Concordo em gênero, número e grau. Ótima crítica, Ritter, e ótimo episódio!

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 14:14

Obrigado, @barrosmatheus:disqus !

Abs,
Ritter.

Responder
Ex Cartman 13 de maio de 2019 - 11:47

A teoria do valonqar pode ser aplicada nesse final da Cersei? Um irmão mais novo teve o plano e o outro executa e leva até o local sem saída. Mas ela morreu de catástrofe kkk

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 12:18

É esticar um pouco a corda da teoria, mas vai ter que ser…

Abs,
Ritter.

Responder
Ruqui 13 de maio de 2019 - 14:03

Li por aí que essa parte do valonqar não foi colocada na série quando fizeram a profecia. Nem lembrava também.

Responder
Ex Cartman 13 de maio de 2019 - 15:09

Nem eu, muita coisa na minha mente não sei mais se é série ou livro kkk

Responder
Gustavo França 13 de maio de 2019 - 11:47

Em relação ao episódio, me frustrei um pouco com o final do Varys. O mestre dos sussurros não pareceu o estrategista que vimos durante todas as temporadas. Nunca se conseguia saber o que ele pensava. E de repente, ele conta todo seu plano a Tyrion, sabendo do risco, uma vez que o Lannister é a mão da rainha. Ficou algo que não parecia do personagem.
Pontuo duas outras coisas que não tiveram o nível esperado de qualidade. O plano de Jaime e Tyrion, totalmente desesperado, por parte de Tyrion, e a luta com Euron. Poderiam manter a morte de Jaime, com Cersei vendo a cena e vingando-se, matando Euron, antes da fortaleza cair sobre eles. Ficava mais ao estilo de Game of Thrones, com uma morte inesperada e vingada no ódio.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 14:14

A luta com Euron foi idiota desde que ele aparece como o Aquaman até ele ser atravessado pela espada. Não tinha razão para existir.

Sobre o Varys, ele é mais um personagem para quem os showrunners não tinham mais função. Aí seguiram por esse caminho, digamos, simplificado, já que perderam um tempo enorme nas três temporadas anteriores com tramas que não iam a lugar algum…

Abs,
Ritter.

Responder
Gustavo França 13 de maio de 2019 - 15:09

Sim concordo. Meus personagens prediletos eram Varys, Baelish e Tyron e também anteriormente Tywin, como melhor vilão nas primeiras temporadas. O ritmo atual perdeu esta qualidade. A trama da Daenerys, só me fisgou no final da terceira temporada.

Realmente com a Daenerys e seu séquito a função do conselho “made in Westeros” ficou menor pois, não há confiança da rainha neles.

Agora vamos ver como eles resolvem essa situação sem recorrer a Deus Ex-maquinas.

Responder
El Imparcial ~ Jaktal 13 de maio de 2019 - 11:46

Acho muito interessante como que crítica sempre tem pitadas do gosto de quem escreve. Não existe crítico imparcial, até porque não existem métricas bem definidas para avaliar uma obra a não ser o gosto sobre determinado ponto, estes sim que são o que se espera de uma crítica, como fotografia, atuações, roteiro… É por isso que vemos críticas com opiniões (e olha a palavra aí, opinião) diferentes sobre uma mesma obra, e eu acho isso sensacional! O que acho sensato uma pessoa fazer é escolher o(s) crítico(s) que mais lhe agrada e acompanhar, mas nunca deixando de ter opinião própria (algo bom para ter sobre qualquer assunto, diga-se de passagem).

Dito isto, eu discordo de muita coisa que foi dita nesta crítica. Sabe, eu tenho 15 anos de experiência como narrador de RPG e tenho um esmero enorme com minhas aventuras (ou estórias, como preferir). Eu não conheço todos os termos técnicos para jogadas de roteiro (mesmo conhecendo muitos), mas entendo de construir uma história coerente e orgânica. Entendo que algumas histórias paralelas são colocadas principalmente para ajudar na construção de algo maior no final. Como personagens, no nosso caso NPCs, ou sidequests. Mas o que está acontecendo com GoT, para mim (não apenas), não está legal.

Antes de abordar alguns pontos que talvez nem são apenas deste episódio. Eu andei pensando um pouco sobre motivos. Porque, para mim, não faz sentido algumas coisas que estão sendo feitas nos roteiros. Claro que eu posso estar redondamente enganado, mas eu tenho a minha percepção e vou compartilhá-la. Crônicas de Gelo e Fogo é uma história do George Martin e Game of Thrones é uma adaptação da obra, notemos que o nome não é o mesmo, então as diferenças já começam aí. O que eu espero de uma adaptação é que algumas coisas podem ser modificadas, retiradas ou adicionadas por terem um resultado melhor quando visto em relação ao quando lido. Mas a história é dele e, mais do que isso, os personagens são dele! Ninguém entende tão bem estes personagens do que ele e, portanto, ninguém trabalhará tão bem quanto ele. Isso é notável no seriado quando ultrapassou os livros.

Agora, sobre o que está acontecendo nesta temporada e, é claro, neste episódio.

Não me incomoda a Dany ficar louca, talvez o Martin também fará isto nos livros. O que me incomoda é o modo como está sendo feito. Talvez muita gente não perceba, mas eu analiso os roteiros de outro modo, pois eu também crio os meus e conheço algumas técnicas (ou artimanhas). Alguns pontos:
– Em QUALQUER cenário medieval (salvo exceções, mas não é o caso), os dragões são criaturas que tem um voo desajeitado. Eles não fazem manobras, não ficam planando, não pousam bem e decolam pior ainda. A cena do Euron no episódio passado não foi errada! Acertar um dragão não é o problema, o problema é causar danos nele! As escamas de um dragão são usadas para fazer armaduras poxa vida! Agora, neste episódio que achei errado. Eu concordo que um dragão é avassalador em um ataque, mas NENHUMA balestra acertou um tiro nele? Isso é conveniente demais!
– Missandei foi capturada simplesmente porque os roteiristas queriam que fosse ela. Pois, para a cena em questão, na lógica, seria o Tyrion. Ele estava desacordado e, principalmente, não tinha fugido quando começou o ataque, diferentemente dela.
– A tropa dela foi perdida na batalha de Winterfell em uma das estratégias mais ridículas que já vi. E ali tinham bons estrategistas, não tem justificativa a não ser conveniência.
– Essa paixão repentina pelo Jon e agora a preocupação de ele assumir o trono. Nada disso é orgânico, pra mim só convence a quem quer ser convencido.

Alguns personagens estão sendo mal trabalhados ou, em alguns casos, os roteiristas não sabem o que fazer.
– Bran, vulgo Professor X. Ele wargou os corvos na batalha apenas para ter algo pra fazer.
– Euron. Era mais fácil ele ter morrido no ataque do dragão. Aquela luta com o Jaime não fez sentido algum. Porque céus ele não fugiu? Seria muito mais coerente.
– Cleganebowl foi puro fanservice. Não que não tenha sido legal a cena e o personagem fechou de forma aceitável.
– Ayra entrou na cidade no pretexto de matar a Cersei, mas na verdade isto foi por dois motivos: brincar com a expectativa do público e fazer aquela cena dela fugindo do ataque (que por sinal foi o melhor que aconteceu no episódio).
– Yara fez uma participação especial nesta temporada.
– Dorne e Jardim de Cima são apenas citados, eu até entendo que não tem tempo para trabalhar nada ali, mas espero que tenha algo pra eles no último episódio.
– A cena em que a Daenerys sucumbiu à loucura foi quando ela praticamente já tinha ganhado. Ela atacou simplesmente porque sim. E não, não existe nenhuma cena anterior para justificar um precedente de algo do tipo.

Me estendi muito já… Finalizando, em termos de direção este episódio pra mim foi o melhor. A trilha sonora foi sensacional. A parte de mostrar o ataque do dragão através da Arya foi muito legal. Atuação foi o de sempre (Cersei diva até nos últimos momentos). Mas o roteiro continua deixando a desejar (e muito!).

Nota 3.5/5.

Responder
Gabriel Carvalho 13 de maio de 2019 - 12:28

Mas a cena dela falando com Jon sobre governar por amor ou por medo é o pretexto perfeito para queimar a cidade. Isso causa medo aos demais lordes, não respeito. E ela estava no seu limite de desespero, temendo não conseguir o trono para si. Lá Daenerys teve que se render ao seu impulso insano, visando suas façanhas pessoais e não pensamentos altruístas de verdadeiros reis e rainhas. O precedente que precisava era o de fomentar uma personagem obsessiva e isso existiu bastante, apesar de grandes obstáculos no caminho ter impedido a gente de pensar essa característica da personagem de maneira mais instigante.

Gosto do Cleganebowl. E aceito Arya na cidade. É simplificação de roteiro, mas funciona.

De resto, concordo. Mas acho que estruturalmente, em si, o episódio é quase perfeito.

Responder
El Imparcial ~ Jaktal 13 de maio de 2019 - 12:38

O medo ela já tinha quando o sino começou a tocar. Eu entendo a ideia por trás desta construção da loucura, só não concordo muito com o caminho tomado para tal. Eu andei lendo que o próprio Martin disse que o seriado precisaria de mais temporadas para trabalhar os personagens do jeito que eles precisam, isto pra mim já é o suficiente para saber que as coisas não estão orgânicas mais.

Concordo contigo, este episódio, no final das contas, estruturalmente foi talvez o melhor desta temporada. Só o Euron que não deu pra engolir, as demais conveniências dá para relevar.

Responder
Régis Valker 13 de maio de 2019 - 11:28

de onde saiu um cavalo manso pra arya? kkkkkkkkkkk

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 11:37

Pelo menos não era um cavalo alado!

Abs,
Ritter.

Responder
Wagner Farias 13 de maio de 2019 - 14:03

juro que quando vi a cena pensei que fosse uma miragem da Arya pelo desespero e tal. Depois pensei que ela tinha morrido e era tipo um cavalo que tava levando ela pro paraíso, sei lá. Depois vi que não, era real mesmo…

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 14:14

Confesso que acho que foi esse o objetivo da cena mesmo.

Abs,
Ritter.

Responder
Ex Cartman 13 de maio de 2019 - 11:47

O Sr da Luz que dá pra ela hahaha

Responder
LeBrOSMAN⚔️ 13 de maio de 2019 - 11:47

É o cavalo do Harry Strickland (líder da Golden Company), quando aconteceu a explosão daquela muralha onde estava os mercenários da Golden Company, atingiu tanto o cavalo (tanto q o cavalo está machucado), como o Strickland, mas os dois ñ morreram nela, e dá para ver q o cavalo se manteve vivo.
Mas realmente ñ tem lógica o cavalo ter entrado em Kings Landing, ainda mais q na hora q ocorreu a explosão, veio todo o exército da Daenerys, como q o Strickland acabou morto, e o cavalo se salvou? No meio de tanto gente?
E dnv, faz menos sentido ainda, o cavalo ter entrado na cidade, com o fogo, explosões e confusão q estavam acontecendo dentro e ao redor da cidade. Q tipo de cavalo é esse, q ñ se sente assustado e ñ corre para longe dessa confusão? rsrs

Responder
Gabriel Leite ninho 13 de maio de 2019 - 11:27

fodase, gostei pra krl do ep, foi cruel e lindo, como got sempre foi

Responder
Gabriel Carvalho 13 de maio de 2019 - 11:47

Que bom que gostou.

Responder
Carlos Bruno 13 de maio de 2019 - 10:59

Ritter, grande crítica como sempre. No quesito nota sempre concordo porque sei lá, não gosto de pontuar ou não um trabalho, prefiro dizer se gostei ou não do episódio e destacar os aspectos positivos e negativos que percebi.

Cara, simplesmente não entendo esse “CHORO” da galera com a Daenerys, e tipo, ela teve os motivos dela pra ter feito o que fez só que não foi contado ainda, isso vai vir a tona no último episódio da série. Mas convenhamos, não tá óbvio? Ela quer o poder centralizado pra si mesma, sabe que não tem apoio popular e provavelmente sabe que o Varys já espalhou que o Jon é o herdeiro legítimo para todo Westeros, sério.. não entendo, a expectativa das pessoas que não gostaram era de que a Daenerys aceitasse Jon como Rei diante do desejo popular? É óbvio que ela destruiu KL pra impor MEDO em todo mundo e foi isso que aconteceu. Errado de acordo com o desenvolvimento da personagem seria ela arrastar a bunda por causa do Jon e se curvar a ele, enfim, essa é minha opinião.

Continuando, achei o final da Cersei e Jaime (não tanto) muito bem construídos, a tensão dramática para a Cersei no EP foi tão bem feita que chegou a dar pena dela. O Jaime, por mais que.. amor inabalável e tal.. praticamente se suicidou, é foda, não consigo entender isso hahahaha chatice minha.

Quanto a Arya, foi interessante o massacre focar nela em perspectiva de 1° pessoa, ela ter assistido todo o show de horrores e sobrevivido vai pesar bastante para a trama seguinte, que provavelmente é um embate entre Jon VS Daenerys.

E é isso, gostei do episódio, muito mais prós que contras, mas pela HYPE que criei, minha expectativa ainda não foi atingida, esperava algo épico nessa temporada, mas os episódios são bons/ótimos, quem sabe no último EP, quem sabe..

Responder
Gabriel Winters 13 de maio de 2019 - 11:28

a galera esqueceu q está assistindo game of thrones e n Riverdale

Responder
Wagner Farias 13 de maio de 2019 - 14:03

NUnca assisti Riverdale, então nem sei do que se trata.

Responder
Fernando Morais 13 de maio de 2019 - 17:57

kkkkkkk boa

Responder
Fernando Morais 13 de maio de 2019 - 15:55

kkkkkkk boa

Responder
Barbara Pocay 13 de maio de 2019 - 10:48

Em termos técnicos gostei muito do episódio. Quando o Drogon surge botando fogo em tudo, criando um paralelo com a muralha sendo derrubada pelo viserion na temporada anterior, toda a sequência da Arya lutando pela sobrevivência. Em questões de trama achei algumas decisões anticlimáticas (Clegane bowl, morte da Cersei), mas no geral concordo com a sua crítica, Ritter. Foi pra causar incômodo geral e isso eles fizeram bem feito. Que venha a series finale!

Responder
Gabriel Carvalho 13 de maio de 2019 - 11:47

Eu achei bem mais anticlimático o Euron x Jaime. O Cleganebowl e a morte da Cersei combinam com um ar melancólico que acho que o episódio trouxe em uma de suas camadas.

Responder
Barbara Pocay 13 de maio de 2019 - 12:08

Tô tentando fingir que a luta Euron x Jamie não existiu. Sei lá, tava esperando uma última carta na manga da Cersei.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 14:14

Dá para fingir isso fácil. Não tem nenhuma – repito, nenhuma – influência no episódio…

Abs,
Ritter.

Responder
John Grass 13 de maio de 2019 - 10:48

Um episódio bem coerente em decorrer da história. Que bom que quebrou várias expectativas que na semana se formavam. Dragão de armadura ou filhotes, ia ser meio fora do contexto. Ufa, um episódio inesquecível, e com várias quebras de expectativas. Assim que é bom, obrigado Game of thrones…

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 11:37

Tinha essa de dragão de armadura e filhotes??? Nossa, que medo…

Abs,
Ritter.

Responder
Johnny Rum 13 de maio de 2019 - 13:33

O pior q fizeram vários vídeos com essas idéias absurdas. Seria no mínimo ridículo!!!

Responder
Will Grayson 13 de maio de 2019 - 10:48

Quantos minutos o Bram vai morrer no próximo episodio?
O varys foi em doze.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 11:37

Tomara que ele nem apareça… Bicho inútil…

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Carvalho 13 de maio de 2019 - 11:47

Imagina Bran virando Rei.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 11:58

Dracarys nele!!!

– Ritter.

Responder
Bruno Linhares 13 de maio de 2019 - 13:13

….. Pode ir se acostumando com a ideia.

Responder
Stella 14 de maio de 2019 - 09:31

então …. kkkkkkkk

Responder
John Grass 13 de maio de 2019 - 10:48

Hj o Drogon tá na base de Eno…

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 11:37

HAHAHAHAHAHAHAHAHAAHAHAHHA

Sensacional!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Fernando Morais 13 de maio de 2019 - 15:55

Haja eno hein kkkkkk

Responder
Luís F B 13 de maio de 2019 - 10:29

Depois que fiz a minha crítica à 8ª temporada, um colega meu, fã de GOT e defensor da linha narrativa, me contou que a loucura da Danerys se desenha por um bom tempo nos livros. Ok, mas na TV, não… quem vence o fim-do-mundo com uma união inédita de esforços deveria ter bem mais auto-confiança, e confiança nos aliados, e não ficar lamuriando “ninguém me ama” naquela cena ridícula antes da batalha da capital. Isto valeria para todos, incluindo o Jaime que também esquece toda a sua trajetória de libertação em relação à Cercei, pra voltar correndo pra Cercei antes que a série termine…
Então… pra fugir de um final-feliz, que a maioria dos fãs acharia clichê, optaram por um final-não-tão-feliz mas clichê igual, porque apostando na pressa, reviravoltas e tensão permanente pra audiência não cansar.
Deve ter acabado o dinheiro, e não quiseram renovar o contrato da série porque custaria uma babilônia e uma provável queda de audiência… ficaram presos à maldição do dim-dim, que afinal é o que importa, e mais uma maldição de roteiro foi cumprida.

Responder
Gabriel Carvalho 13 de maio de 2019 - 11:57

Mas uma coisa não anula a outra. O Jaime ter sua jornada de libertação da Cersei e depois retornar para ela só engrandece ainda mais o que os dois sentiam um pelo outro. Essa tentativa de fugir e no final não conseguir fazer outra coisa senão retornar.

Mas ela é traída pelos seus aliados. Varys a trai. Tyrion a trai. Jon conta o segredo. Confiança torna-se impossível. Respeito torna-se impossível. Os outros amam mais o João das Neves que a Daniela Tagarela.

Responder
Luís F B 13 de maio de 2019 - 12:38

Independente dessas semitraicões, que aconteceram mais adiante, me refiro a que a situação da estória voltou à estaca anterior logo após a longa noite, o que pra mim é completamente artificial, superficial.
Derrotaram o fim-do-mundo e não há consequência alguma, fora as novas mortes e a liberação pra próxima (batalha}?! Cercei deixou o irmãozinho enfrentando sozinho o inferno – e ele esquece rapidinho?!
Não questiono as escolhas em si, mas a linha narrativa, que para mim está soando apressada/forçada, possivelmente porque tomaram a decisão de não renovar o contrato da série, a grana tava no fim e precisavam encerrar logo mantendo o pique da audiência. Nas duas últimas temporadas, nesta última em especial, a diferença de condução narrativa está muito nítida em relação às 6 anteriores.

Responder
Hope_FX 13 de maio de 2019 - 10:29

Minha única ressalva é que Daenerys matou foi pouco

Responder
Anderson Lima 13 de maio de 2019 - 10:29

Melhor episódio da minha vida! xD

Responder
Anderson Lima 13 de maio de 2019 - 10:29

Não concordo com a morte sonsa da Cersei. Deveria ter sido muito melhor.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 11:37

Mas aí seria uma morte óbvia. Na guerra é assim. Na maioria das vezes o vilão não morre em um combate heroico com o mocinho e sim com uma tijolada na cabeça.

Abs,
Ritter.

Responder
wesley cardoso 13 de maio de 2019 - 10:29

Mais um episódio em que convenientemente o Jon vai contra totalmente tudo que foi mostrado do personagem até aqui e aceita uma idéia totalmente absurda da Daenerys reinar pelo medo. Isso sabendo que sua irmã jamais vai aceitar ela como rainha, ou seja, com certeza a Daenerys vai querer queimar o norte inteiro pq jamais vão se render e mesmo assim elé aceitou o discurso dela. É foda bater na mesma tecla, mas nada me convence que ele gosta tanto dela assim pra tomar essas atitudes e deixar ela fazer oq quer sabendo que pode tomar o lugar dele a qualquer momento e ser um rei muito melhor.
De resto gostei do episódio e apesar de ver a crítica de muita gente, achei todas as atitudes dos personagens condizentes com sua personalidade (menos o Jon). Só achei que um final mais digno pra Cersei seria um julgamento, mas se tratando da Daenerys acho que era inviável.
Tyrion carregou o episódio nas costas e felizmente só foi abandonado durante o arco zumbi mesmo pq era quase impossível envolver ele naquela guerra. Tão salvando o melhor personagem da série felizmente.

Responder
Carlos Bruno 13 de maio de 2019 - 10:59

O Jon nunca foi um primor de inteligência, mas realmente.. nessa temporada ele tá meio “emburrecido” Hahahaha

Mas não é nada tão drástico, o problema mesmo é esse casal entre ele e a Daenerys, forçado e muito sem desenvolvimento. (Isso é culpa da pressa em terminar a série)

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 11:46

“O Jon nunca foi um primor de inteligência”.

HAHAHAHHAHAHAAHAHHAAH

Você foi até bonzinho… E, em cima disso tudo, o personagem é vivido pelo pior (junto com a atriz da dragoa) ator da série… Aí não tem jeito mesmo…

Abs,
Ritter.

Responder
wesley cardoso 13 de maio de 2019 - 12:19

Não acho ela tão ruim, só o papel de mulher forte que não combina. Emília Clark é muito carismática e boazinha pra interpretar uma personagem que muitas vezes precisou mostrar força e ela n conseguiu, muito diferente da Lena que fez todas as caras possíveis ao longo da série.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 14:23

Carismática???

A porta lá de casa é mais, hein?

Abs,
Ritter.

wesley cardoso 13 de maio de 2019 - 19:34

Culpa dos vídeos de divulgação da oitava temporada com ela que eu via no Facebook. Afetaram meu julgamento kkkkkk

wesley cardoso 13 de maio de 2019 - 12:19

Ainda bem que burrice tem limite e ele parece ter chegado lá e finalmente entendido quem era a Daenerys kkkkk
Mas ainda n duvido que ele tente remediar a situação pedindo explicações pra ela e ainda aceite as justificativas que ela der.

Responder
Marcos Ferreira 13 de maio de 2019 - 16:09

Ygritte já dizia lá trás: “you know nothing John Snow…kkkk

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 16:18

Sempre certa a moça!

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Carvalho 13 de maio de 2019 - 11:57

Mas é que ele tava acreditando que a Daenerys ia fazer o “certo”. Como não fez, acho que vai contrariar a personagem. Sua reação durante o massacre eu acho perfeita.

Responder
wesley cardoso 13 de maio de 2019 - 12:19

Esse “acreditar” que me incomoda. Ele deixa tudo nas mãos de uma pessoa que pouco conhece. Inclusive deixa seu próprio provo a mercê dela, uma atitude egoísta de um personagem que desde o início aceitou ir sempre contra sua vontade pelo que acredita ser o bem da maioria.

Responder
Gabriel Carvalho 14 de maio de 2019 - 02:40

Mas Jon é um homem honrado. Ele deu a sua palavra a Daenerys e isso se uniu ao seu amor por ela. Como o amor se esvaiu, a palavra ainda se manteve e o medo surgiu.

Responder
Nathanael Pereira 13 de maio de 2019 - 10:29

Olha episódio muito bom finalmente temos um Dragão na série, uma pena que essa loucura da Dany não tenha sido melhor trabalhado ao longo da série(apesar de atos cruéis que ela fez contra tiranos, estamos falando de inocentes nesse ep que forem queimados e ela sempre demonstrou um senso de justica). Mas acredito que eles queriam chocar o público e bem quando Dany está naquele dagrao e os sinos tocam não passou pela minha mente que ela ia desser dele me lembrei de Missandei falando Dracarys.

Cersei jurava que ela tinha um plano de fuga ou de morte sei lá. Agora é a última batalha eu acho entre Jon e Dany, sera que o ex bastardo tem chance ou Arya vai se teletransportar em cima do Dragão e salvar todo mundo se novo?

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 14:23

“Finalmente temos um dragão na série”

Exatamente isso.

O lance desses super-bichos é que, se eles fossem usados com todo o potencial logo de início, a série acaba imediatamente por falta de contingente. É por isso que em meu universo paralelo, GoT não tem magia, zumbi nem dragão… Esses foram os elementos mais mal tratados na série inteira, sem nem comparação.

Abs,
Ritter.

Responder
vince 13 de maio de 2019 - 15:55

“O lance desses super-bichos é que, se eles fossem usados com todo o potencial logo de início, a série acaba imediatamente por falta de contingente”. Exatamente quando os Targaryens vieram para Westeros eles dominaram 6 reinos com 3 dragões unificando e mandando na porra toda. Eu sempre achei que os Dragões eram overpower demais para o universo da série e livros até tiveram que inventar uma muleta de roteiro com o rei da noite medalista olimpíco no arremesso de dardo acertando um dragão em movimento a 300 metros de distância, na verdade essas conveniências foram recorrentes, culminando naquilo que critiquei episódio passado que aquelas balestras não acertariam dragões nem a pau, que elas seriam lerdas para recarregar e nesse episódio tudo que critiquei como inverossímil no outro se mostrou verdade, as balestras diferente do outro episódio aparecem sendo recarregadas e dá pra ver que usam 4 pessoas e demoram pra ficarem prontas para disparar coisa que não aparece no outro episódio que elas pareciam metralhadoras, inclusive a Daenerys aproveita pra queimar várias enquanto eles recarregam e ela ataca de frente mesmo com os caras errando o dragão da maneira que eu disse que seria o realista e no fim o dragão solo ganha a batalha provando que a morte do outro dragão e a batalha do episódio anterior foi bizonha e não fez sentido algum.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 15:55

@disqus_6kTaPak7Lr:disqus , é aquela velha história: a coisa vai de acordo com o freguês. Infelizmente, é o que acontece com personagem overpower em praticamente todas as mídias. Tem sempre alguma coisa que os impede de aparecer e interferir muito e os “níveis de poder” variam de um momento para o outro.

Abs,
Ritter.

Responder
Nathanael Pereira 13 de maio de 2019 - 20:51

Eita nem me lembre da morte de viserion essa cena foi bem tosca, mas sim os dagroes sempre foram algo bem inconstante, outro exemplo e aquele em que Viserion destrói a muralha e não consegue destruir uma parede de pedra em winterfel porque Jon estava atrás. E realmente a dos escorpiões foi demais achei nos primeiros minutos que pelo menos um ia acertar Drogon mas nem deu tempo recarregarem.

Responder
Ana 13 de maio de 2019 - 10:19

Que decepção!

E pensar que no episódio 1×01, logo depois de conhecer o Karl Drogo, a Dany fala pro Viserys que ela não queria ser rainha, mais sim apenas voltar pra casa.

É por isso que o Martim ainda não lançou os próximos livros. Os produtores estragaram a sua história. A própria entrevista do Conleth hill (Lorde Verys)para a Entertainment Weekly demonstra isso. Cadê um momento final entre Mindinho e Verys? Game of Thrones era isso não? E trama Varys e Illyrio Mopatis?

Ainda penso que no final Stannis será condecorado rei, até porque ele acredita ser seu direito e não apenas por poder. Ele foi o único que atendeu ao chamado do Norte e lutou contra os Greyjoy e os whites. Por merecimento, ele deve ser o rei.

Responder
Anderson Lima 13 de maio de 2019 - 10:29

Não tenho dúvidas de que a história nos livros será infinitamente melhor do que a da série.

Responder
Gabriel Carvalho 13 de maio de 2019 - 11:57

Ou seja: Daenerys não está pensando nos outros em primeiro lugar. Está pensando mais em si, no trono e no seu retorno. Libertar escravos não é algo apenas bonitinho, mas pensando um exército para sua missão.

Responder
Ana 13 de maio de 2019 - 15:54

Nesse ponto, a Dany nos livros está perdida. O capítulo termina como ela reencontrado uns dos Dothraki do antigo Kalasar de Drogo. Das duas uma, ou ela será violada e morta por ele, ou será salva por Drogon.
A batalha no Norte será entre os whites x povo do norte e o Stannis. Os selvagens se converteram ao Senhor da Luz, fazendo parte do exército Baratheon. Ainda tem a questão do Euron Greyjoy e Roose Bolton, fora a possibilidade do filho do Rhaegar e da Elia ainda está vivo e sendo preparado pelo Varys para assumir o trono.

Responder
Robson Luz 13 de maio de 2019 - 10:19

Pra esse episódio ser ruim ainda teria que melhorar muito

Responder
Gabriel Carvalho 13 de maio de 2019 - 11:58

Mas isso aí é tua opinião.

Responder
Robson Luz 13 de maio de 2019 - 13:23

Não, muitos chegaram a essa conclusão, é só deixar o lado fã de lado e analisar usando a lógica

Responder
Gabriel Carvalho 14 de maio de 2019 - 02:40

Muitos tiveram essa opinião. Agora ser prepotente e julgar como verdade absoluta é outra coisa. Por favor…. Eu não sou nem super fã da série, gosto muito mais da criação de mundo do que da narrativa, e adorei.

Responder
Francci Kelvin 13 de maio de 2019 - 10:05

Partir do pressuposto de que uma história, qualquer história que seja, tem que “desagradar os fãs”, é absurdo. Primeiro porque o conceito de “fan service” não significa apenas “agradar os fãs”, mas “agradar os fãs de forma tosca”, agradar os fãs de forma coerente, ainda que clichê, é muito melhor do que investir em qualquer coisa aleatória só para ser pretensamente imprevisível (o final de Lost, Prison Break, How i Met Your Mother e Dexter foram na contramão do que os fãs queriam e são péssimos, por exemplo). Segundo porque tragédia não é sinônimo de história ruim, podemos citar inúmeros exemplos de histórias boas com tragédia (o final de Breaking Bad, o de Sons of Anarchy, o de The Sopranos, etc), que fazem o leitor/telespectador chorar, mas ao mesmo tempo dizer “que foda!”. O episódio de hoje recebeu 7.3 no IMDB, pra uma série que em outras temporadas tinha 9.9 nos últimos episódios, inclusive episódios em que aconteciam justamente tragédias, como a morte do Ned Stark e o Casamento Vermelho, uma prova de que o público não liga se acontecerem coisas ruins no episódio, desde que bem orquestradas. Não, ninguém quer final Disney, mas a gente quer final bom, e bom não é sinônimo de “qualquer coisa aleatória imprevisível que choque o público negativamente”.

Obs: não estou me referindo exatamente à “Daenerys louca” (achei coerente ela ter enlouquecido, embora mal desenvolvido), estou discutindo aspectos mais periféricos e esse argumento de que GOT tem que “desagradar os fãs para ser GOT raiz”, o que pra mim é uma deturpação do conceito de história que o George R.R. Martin criou.

Responder
Gabriel Monteiro 13 de maio de 2019 - 10:19

Falou muito bem.

Responder
Alexandre Tessilla 14 de maio de 2019 - 17:00

Bravo! É exatamente isso que penso.

Responder
Willian Dias Ribeiro 19 de maio de 2019 - 15:27

Falou tudo!!
Vários episódios que tiveram mortes importantes foram fantásticos…
O Casamento Vermelho, o julgamento do Ned, a morte do Oberyn, aquela última cena do Rickon…
O problema não é quebrar as expectativas do público, é fazer isso de qualquer jeito só pra não ser previsível…
Seria melhor ter matado um personagem importante (Arya, Jon e Sam por exemplo sobrevivem a tudo, que ódio) do que isso…

Responder
Rocket Car 13 de maio de 2019 - 09:53

Episódio fantástico!

Responder
Bruno Cavalcanti 13 de maio de 2019 - 09:32

Os roteiristas falaram que a Daenerys decidiu não aceitar a rendição apenas depois que já estava lá no alto. Mas no momento que o Tyrion pede que ela pare se os sinos tocarem ainda no pré massacre, ela faz um “Ahan.. pode deixar que eu vou parar..”
Além disso, ela avisa o Verme Cinzento que ele saberá a hora de atacar.
Pra mim já era um plano dela, do qual o verme sabia.
Iludidos foram, novamente, Jon (sempre burro) e Tyrion (sempre inteligente, mas bobo da côrte na oitava temporada).

Eu gostei bastante do episódio também. E achei bacana o que fizeram com a Arya. A menina estava fodinha demais e se ela matasse a Cersei, seria tosco, uma vez que ela resolveria toda a história sozinha. A cena com Sandor foi uma das melhores do episódio. O então desafeto que ela aprendeu a respeitar, foi quem deu o choque de realidade que ela precisava pra entender que ela deveria recuar. Sua lista pessoal já não fazia mais sentido naquela altura. Cersei já iria morrer de qualquer jeito. Sandor salvou Arya. E Arya se viu novamente como humana. Teve que sobreviver ao massacre de Daenerys sem Deus Ex Machina ou teletransportes. Vivenciou o horror como todos os inocentes que lá estavam. Não tenho opinião formada sobre se seria melhor tê-la matado ali, pra aumentar o impacto da decisão de Daenerys. Mas talvez ver os corpos desfigurados, crianças vendo os pais morrerem e etc, já tenha sido suficiente pra isso.

O Dragão. Finalmente temos utilidade pra um dragão. Daenerys tinha três e não sabia como usar. Agora que tem só mais um, resolveu descobrir. Fez o que devia ter feito nos outros episódios. E mostrou com propriedade porque os outros episódios foram tão ruins. O dragão de gelo com uma cusparada destruiu a muralha. Mas na batalha de Winterfell três dragões juntos não conseguiram fazer quase nada. (nem destruir Winterfell). Repito. Três Dragões!! e o pessoal lá batendo espadinha contra zumbi.
Desta vez, finalmente nos passaram a sensação de que mesmo exércitos bem treinados e com preparo físico superior são abalados psicologicamente pela impotência de se ter um inimigo daquele porte. Só resta a rendição.

Por fim, fiquei até o final achando que Cersei teria um plano B. Não sei se ela estava blefando ou se ela não esperava realmente que o massacre fosse tão violento. Ela esperaria dela própria uma atitude assim, mas não de Daenerys.

Agora temos a rainha louca de um lado e o Jon ex machina do outro.
Gostei bastante deste episódio mas ainda estou com a sensação de que o final vai ser cheio de fan service. Espero que não.

Uma coisa é certa.
Daenerys vai mandar um Dracarys no Jon no climax do season finalle e ele não vai queimar. Haha.

Abs!

Responder
Gabriel Carvalho 13 de maio de 2019 - 11:58

Concordo com tudo! Eu acho que a Cersei estava mesmo é esperando que a Daenerys não desse rage. Mas mesmo assim perderia. O blefe de sempre.

Responder
Huckleberry Hound 13 de maio de 2019 - 09:08

Long live Mad Queen!

Responder
Star_Killer 13 de maio de 2019 - 09:08

A Daenarys sempre teve indicios dessa loucura dela por ter essa caracteristica de tirana as vezes durante a série e eu realmente aprovo essa ideia, porém nessa ultima temporada estão fazendo isso de uma forma bastante forçada e mal escrita, nesse ultimo episodio acredito que ela chegou ao ápice dessa loucura e pra mim não fez muito sentido, ela chegou ao extremo de forma muito rápida e nada natural, fora o John sendo super gado com a Dany só por causa desse romancizinho mais sem graça que eu ja vi. Tem gente falando que quem não ta gostando é pq o final não está caminhando pra ser feliz, errado, é simplesmemte pq a série não está sendo coerente com o que ja foi apresentado em relação a alguns personagens e na qualidade do roteiro.

Responder
Fernando Morais 13 de maio de 2019 - 08:26

Lendo a maioria dos comentários eu fico com a mesma sensação desde o começo de temporada, talvez esse incomodo venha da 7 já e por esperar algo talvez esse gosto amargo perdura muito mais, é como já diziam( e esses ditados nos parecem todos batidos rsrs)a expectativa é a mãe da m…não sei se abordo essa 8 temporada toda ou se me foco apenas nesse 5 alias os titulos dos episódios estão todos confusos pelo menos pra mim, uns dizem que esse se chama The Bells, aqui esta como Kings Landing enfim de todo modo os dois fazem muito sentido, que bom que os comentarios estão bem grandes por que o meu vai nessa linda rsrs, pra mim não funcionou nem esse 5 nem a temporada toda, sinto que se tivessem terminar logo a serie ta me parecendo meio forçado as pressas, que querem se livrar logo disso, como se ja estivessem de saco cheio, nossa as coisas estão muito atropeladas, ta tudo muito feito nas coxas, o roteiro ta todo embaralhado e isso não é bom o desenvolvimento de alguns personagens beira o ridiculo e as situações são resolvidas tão facilmente e apressadamente que fica a sensação que algo não ta certo, acho que isso é que a maioria sente,por exemplo o destino do NK, foi tão porcamente resolvido que passa a impressão que era tão facil que tudo fico tão ridiculamente facil,trabalharam um personagem tão bem durante 7 longos anos e do nada em um misero capitulo ele é destruido sem mais nem menos ficou muito vazioe nem vou citar os outros casos e tem bastantes situações semelhantes, o final da Cersei vai nessa mesma linha, quiseram dramatizar a lá Shakespeare, tambem concordo essa luta dos irmãos Clegane foi bem fanservice não gostei, outro plot desenvolvido do nada, teve varios momentos que me incomodaram a Arya ali apesar de ser uma cena bonita de ver na minha opinião ela foi colocada ali apenas pra retratar a destruição que estava rolando na cidade, nossa repito, voce criar uma expectativa boa nunca é bom, apesar de estar com o pé atrás pela mediana 7 temporada ainda sim por se tratar da temporada final me animei demais e fiquei bastante decepcionado, ah e nem vou comentar esse plot da Dany Doida, ela foi a personagem que veio crescendo temporada a temporada as vezes ate com certo exagero e no final eles deram uma derrocada tão grande pro personagem que assusta e foi tão brusco que ficou ruim, não foi nada gradativo, enfim o que nos resta e esperar a serie finales e comentar mais um pouco rsrs minha nota pro episodio seria 3

Responder
Gustavo 13 de maio de 2019 - 09:41

Ler esse comentário foi uma salvação pra mim, já tava achando que eu estava chato pra cara***, eu sinto muito isso de que os responsáveis tão de saco cheio de fazer GoT, muito mesmo. a sensação de algo estar errado e agravada se você lembrar da qualidade de outras temporadas. Fiquei tão frustado que estou cogitando rever a serie (algo incomum pra mim) pra sentir aquele gosto de Game of Thones novamente e que essa temporada deixou a desejar, não é péssima mas para o final das coisas é triste de ver

Responder
Daniel Kososki 13 de maio de 2019 - 07:40

O nome do episódio é “The Bells”

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 08:36

Corrigido! Ontem, ao acabar de escrever, a fonte que eu sempre consulto indicava outro nome. Esse negócio de não divulgar os títulos antes é ridículo…

Abs,
Ritter.

Responder
Francci Kelvin 13 de maio de 2019 - 11:37

Partir do pressuposto de que uma história, qualquer história que seja, tem que “desagradar os fãs”, é absurdo. Primeiro porque o conceito de “fan service” não significa apenas “agradar os fãs”, mas “agradar os fãs de forma tosca”, agradar os fãs de forma coerente, ainda que clichê, é muito melhor do que investir em qualquer coisa aleatória só para ser pretensamente imprevisível (o final de Lost, Prison Break, How i Met Your Mother e Dexter foram na contramão do que os fãs queriam e são péssimos, por exemplo). Segundo porque tragédia não é sinônimo de história ruim, podemos citar inúmeros exemplos de histórias boas com tragédia (o final de Breaking Bad, o de Sons of Anarchy, o de The Sopranos, etc), que fazem o leitor/telespectador chorar, mas ao mesmo tempo dizer “que foda!”. O episódio de hoje recebeu 7.3 no IMDB, pra uma série que em outras temporadas tinha 9.9 nos últimos episódios, inclusive episódios em que aconteciam justamente tragédias, como a morte do Ned Stark e o Casamento Vermelho, uma prova de que o público não liga se acontecerem coisas ruins no episódio, desde que bem orquestradas. Não, ninguém quer final Disney, mas a gente quer final bom, e bom não é sinônimo de “qualquer coisa aleatória imprevisível que choque o público negativamente”.

Obs: não estou me referindo exatamente à “Daenerys louca” (achei coerente ela ter enlouquecido, embora mal desenvolvido), estou discutindo aspectos mais periféricos e esse argumento de que GOT tem que “desagradar os fãs para ser GOT raiz”, o que pra mim é uma deturpação do conceito de história que o George R.R. Martin criou.

Responder
Gabriel Carvalho 13 de maio de 2019 - 11:58

Já te respondi lá embaixo. Conversemos mais!

Responder
Jay Garrick 13 de maio de 2019 - 05:10

Eu gostei desse episódio, justamente por essa sensação de incomodo que ele deixou, assim como o episódio anterior, mas algumas coisas me incomodaram de forma negativa, a luta sem propósito entre Euron e Jaime, Arya simplesmente desistindo de sua vingança (ainda que isso tenha rendido as melhores cenas do episódio, eu me senti na pele daquele povo, senti o medo deles, parecia que a qualquer momento aquele fogo de dragão ou aquelas casas atravessariam a minha tela e cairíam sobre mim), uma personagem que sempre foi obstinada, sempre provando que os outros estavam errados em duvidar dela, detestei a forma como a minha rainha querida morreu, ainda que eu goste da tragédia poética dos irmãos que vieram juntos ao mundo partirem dele também juntos, ela merecia uma morte mais grandiosa. Quanto a Daenerys, eu não vejo uma definição tão simples como “ela enlouqueceu”, a principal característica dos personagens de Game of Thrones sempre foi de que ninguém é só bom e só ruim, e ela se encaixa muito nisso, nas temporadas anteriores nos foi mostrado seu lado impetuoso, a diferença é que antes nunca se deva o ponto de vista dos adversários dela, coisa que se tem nessa temporada, no entanto, é fato que o roteiro não soube trabalhar bem isso, e as dúvidas que podiam ter sido plantadas mais cedo (como inclusive é feito nos livros, por ninguém menos que a própria Daenerys, que se questiona sobre o tipo de rainha que quer ser: a diplomata ou a conquistadora), acabam soando abruptas, mesmo que olhando para trás pode-se ver indícios desse lado da personagem.
O grande defeito que vem desde a temporada anterior é a pressa, o pouco tempo que se tem para encerrar a história torna o enredo corrido, e coisas que podiam ser postas de uma forma mais orgânicas nos parecem estranhas, e em alguns casos tiram o impacto que deveriam ter (ninguém comprou o casal Jonerys, sejamos francos), mas, pelo menos nesses dois episódios, eu consegui me lembrar do que me fez gostar dessa série, que é justamente a coragem de ir contra o esperado

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Cesar 13 de maio de 2019 - 04:33

Vou ter q discordar do meu prezado Ritter.

Mas eu simplesmente não vou conseguir digerir a atitude da Danny como algo natural, e trabalhado pela série ao longo dos anos. Continuo achando que foi apenas um artifício medíocre para termos um embate final entre o casal de “amorzinhos” da série. Quando vi a primeira cena dela no episódio com cara de lunática já sabia o que estava por vir. E o pior de tudo é assistir aos escritores falando que ela tomou essa decisão naquele momento em que olha pra Fortaleza. “Pq não matar todos os habitantes da cidade?” Não faz o menor sentido, me desculpem. E tomar como base as atitudes que a Danny teve com pessoas que foram cruéis com ela durante toda a vida (começando com o irmao) pra justificar essa “loucura” como algo que vinha sendo construído não faz o menor sentido. Mas como falei, o único motivo Real por trás disso é criar um embate final com o Jon.

Mas sem dúvidas o mais revoltante como falaram abaixo, é vê que esse episódio destrói tudo que os anteriores vinham construindo em termos de chances/estratégia/veracidade das batalhas. Surreal. Como se os escritores dissessem “f***-se”. Vi duas flechas sendo disparadas. Foi o que vi. Só.

Já posso cravar que Spartacus continua sendo a melhor serie do gênero.

Responder
El Imparcial ~ Jaktal 13 de maio de 2019 - 10:05

” Mas como falei, o único motivo Real por trás disso é criar um embate final com o Jon.”

Brother, é esta a minha maior crítica a toda temporada. Os roteiros não estão avançando de forma orgânica, fluída. O que tenho percebido é que eles estão no ponto A e querem chegar no B, e, para tal, não medem esforços. A luta do Euron com o Jayme! Legal a cena, mas não faz sentido ela ter acontecido. E esta é a sensação que me ficou em TODO o episódio: legal, mas não me convenceu. Esperava mais….

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Alex Alves 13 de maio de 2019 - 10:06

A Companhia Dourada que viveu toda a vida lutando batalhas contra os Dothaki e Imaculados entre outros grandes adversários mais pareciam novatos (do Loucademia de Polícia) lutando uma batalha rsrs.

* Essa 7° temporada realmente é para esquecer, a primeira cena da Dannerys (descabelada já entregou tudo kkkk).

Responder
Robson Luz 13 de maio de 2019 - 10:19

A série é um insulto a inteligência de quem assiste, nada mais faz sentido desde a 7 temporada, acho impressionante ainda ver gente defendendo isso quando você olha as primeiras temporadas e vê a diferença brutal na construção dos personagens, roteiro e atuações.

Responder
Stella 13 de maio de 2019 - 19:44

”A série é um insulto a inteligência de quem assiste” não poderia concordar mais kkkk

Responder
Francci Kelvin 13 de maio de 2019 - 10:29

Sim, e eu também concordo com a menção a Spartacus. Acho que GOT tem essa fama toda apenas por ser uma série cara e de grande porte, mas Spartacus conseguiu ser interessante e trágico com muito menos recurso, mesmo com os exageros típicos da série.

Responder
rog8 13 de maio de 2019 - 10:48

A partir de certo ponto GOT deixou de entregar um roteiro bem escrito e desenvolvido. Nem se trata do que acontece exatamente a essa altura da história – mas de como os roteiristas nos trouxeram até aqui.

A escolha em apressar a série foi dos responsáveis pelo show. Dada a complexidade do enredo, era evidente que o final disso tudo seria triste. E não estou falando do destino dos personagens.

Responder
Gabriel Carvalho 13 de maio de 2019 - 12:08

Mas você está olhando o ato da Daenerys de uma maneira mais vazia. É um ato impulsivo e um ato um tanto louco, mas há justificativas, tanto para a atitude quanto para a ideia da personagem como um ser frio e menos heroico do que aparentava ser. O controle pelo medo. Destruindo King’s Landing todos os demais lordes se curvam a ela por medo. Jon ia ser mais amado que ela. Mas ela vai ser mais temida. Ela na hora teve que escolher entre ser rainha custe o que custar ou salvar as pessoas de uma tirana.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 12:08

Spartacus é do mesmo gênero que GoT???

Se for assim, mesmo não tendo visto mais do que dois episódios de Spartacus, Roma é melhor!

HAHAHHHAHAHAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Ex Cartman 13 de maio de 2019 - 12:08

Spartacus é foda. É o GoT com violência e putaria elevado kkk mas é uma série bem massaveio, Roma é bem mais séria. Com esse sucesso de GoT a HBO poderia trazer Roma de volta em.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 12:08

Foi um absurdo terem cancelado Roma!

Abs,
Ritter.

Responder
José Afonso 14 de maio de 2019 - 22:36

Você disse algo que concordo: Spartacus, para mim, está muito a frente de Game Of Thrones.

Responder
Flavio Batista 15 de maio de 2019 - 13:51

Nao tenho como discordar de vc, só por falar de Spartacus.
é muito amor q tenho por essa serie!

Responder
Willian Dias Ribeiro 19 de maio de 2019 - 15:14

Eu concordo com tudo.
Do nada a Dany decidiu destruir a cidade…

A preguiça de escrever um roteiro decente os levou a usar 40 minutos de explosão pra chocar a audiência e dividir os fãs da Daenerys…

Responder
jhonatan diego 13 de maio de 2019 - 03:57

Não consegui curtir o episódio, não sei se por ser Team Cersei isso me influenciou mas tenho por mim que não, pois desde o começo já estava desgostando, com toda a cena da morte do varys que pra mim cai na mesma armadilha da morte do mindinho que é fazer um personagem esperto morrer de uma maneira em que ele poderia usar sua inteligência pra escapar dessa situação, mas parece que a série está fazendo todos os personagens virarem idiotas. O tyrion é uma grande decepção, pra mim depois do ápice dele na 4 temporada o personagem não fez nada, parece que perdeu toda aquela esperteza que fez com que ele me ganhasse e eu fiquei desde então na esperança que ele iria fazer algo que fizesse jus ao que ele já foi, mas esse episódio me tirou essa esperança e pela primeira vez senti que se ele morresse eu não iria sentir nada.

Outra coisa que me incomoda é como os roteiristas ficam forçando o poder de qual lado eles acharem conveniente, pq episódios atrás parecia que o exército da cersei era ”fodão” e mostrava como era fácil matar um dragão e agora o dragão voltou a ser indestrutível e o exército só foi massacrado, para mim só parece totalmente inconsistente.

O Cleganebownl para mim foi só fanservice, chato e brega. A série já entregou lutas muito melhores, como o cão vs brienne ou oberyn vs montanha. Para mim seria muito mais interessante se o cão morresse levando uma surra e o montanha ganhasse, isso sim seria game of thrones, quebrando suas expectativas de forma que faça sentindo.

Em relação à loucura da daenerys, eu fico um pouco dividido, pois ela já demonstrou várias vezes atos de crueldades e uma arrogância que é até a responsavel por eu não ser tão fã da personagem mas pelo que eu me lembre ela sempre tentou aprender com os erros dela para tentar ser uma boa governante. Claro que a série poderia mostrar que mesmo tentando isso ela cede à loucura, só que acho que a forma como ela faz isso é apressado e mal escrito.

Mas, para mim, a maior decepção foi Cersei, amo a personagem e torcia por ela, a atuação, a inteligência e as várias facetas da personagem me conquistaram. Mas o modo como ela simplesmente não tinha plano nenhum e não fez nada quando o massacre começou pra mim não condiz com a personagem, fiquei esperando ela fazer alguma coisa, ter um às na manga, mas nada. No começo, até pensei que ela ficou esperando sem fazer nada pois ela queria morrer mesmo já que perdeu tudo e todos, mas não, ela só ficou um tempão esperando pra nada e, no final, ela entra em desespero não querendo morrer que não parece a mulher que ia matar a si mesmo e ao seu filho na batalha de Blackwater. Pra mim não fez sentido com a personagem e me frustou muito.

Mas ainda teve coisas que gostei, o visual, trilha sonora, direção, tudo muito bem feito e toda a parte da arya pra mim foi o melhor do episódio, o sandor a fazendo desistir da vingança e toda a sequência incrivelmente tensa dela pelas ruas de king’s landing foi perfeito, as tomadas longas, o caos e o desespero, eu curti demais mas foi só isso.

No geral, acho que foi o episódio que mais me decepcionou pois deu um final que para mim foi fraco para a minha personagem favorita da série. Mas tirando isso ainda teve inconsistências que me fazem pensar que não foi só o fator emocional que não me fez gostar. Acho que daria 2 estrelas no máximo.

Responder
Huckleberry Hound 13 de maio de 2019 - 09:08

Até agora não sei dizer se gostei desse episódio ou não ver a Daenerys sucumbindo de vez a loucura foi chocante mas também muito triste e trágico ver ela agindo como os inimigos que quis combater!

Responder
jhonatan diego 13 de maio de 2019 - 12:19

Acho que é uma escolha narrativa realmente interessante mostrar a daenerys sucumbindo à loucura, tem elementos na sua história que dá possibilidades para essa situação, só que a forma como foi mostrada e desenvolvida foi irregular.

Responder
Rafael 13 de maio de 2019 - 10:05

Passado um tempo, pensando sobre o episódio e tentando entender algumas escolhas: talvez a Cersei sem reação possa se justificar como resignação a algo completamente inevitável. Ela passa muito tempo olhando pra toda aquela destruição e com sua reconhecida inteligência, ela sabe que não existe nada que ela possa fazer que vá mudar algo. Depois da Água Negra ela perdeu os filhos (como o Jaime disse: tudo pra ela SEMPRE foi em função dos filhos), o Jaime abandonou ela, o pai foi morto pelo irmão odiado (e que está no lado que será o vencedor) e o reino que ela conquistou está sendo destruído. Ela é uma leoa, jamais iria fugir, ainda mais de mãos vazias. Sem falar na lembrança da profecia: Cersei perderia tudo pra uma mulher mais nova e mais bela. E teria três (não quatro) filhos.

Responder
jhonatan diego 13 de maio de 2019 - 12:28

Eu também pensei nessa possibilidade mas para mim não faz sentido pois quando ela vai fugir e se encontra com o Jaime, ela fala que não quer que seu filho morra, que não quer morrer assim, se ela não queria morrer, então porque não agiu logo, por que não teve reação. E sobre aceitar a derrota, pra mim faria mais sentido dentro da personagem, ela mesmo se matar como ela iria fazer em Blackwater quando achou que a batalha estava perdida ou se sacrificar numa tentativa de levar daenerys junto, explodindo toda king’s landing ou algo assim.
Mas o que mais me incomodou é que realmente a única estratégia dela era a frota de ferro que foi
rapidamente dizimada. Ela não pensou na possibilidade disso acontecer. A única justificativa é que como o euron matou tão fácil o outro dragão ela subestimou o poder do inimigo e tava achando que ia ganhar fácil essa guerra.
Pra mim cai de novo naquilo que me incomodou demais nessas últimas temporadas, onde personagens espertos são forçados pelo roteiro a fazerem burradas para que possam morrer.

Responder
Rafael 13 de maio de 2019 - 14:48

Não sei se na série deixa suficientemente claro, mas nos livros tem um capítulo onde ela é a narradora e fica muito explícito que tudo que ela faz é pensando nos filhos. E aí é que tá: pode ser que os roteiristas não tenham pensado nisso, mas NESSE momento significava TAMBÉM matar um filho, seu então ÚNICO e ÚLTIMO filho. Pra mim pode ter sido o que muda tudo. E ela só saiu da letargia quando finalmente encontrou o Jaime. Até ali ela estava sozinha e sem enxergar como resistir a tudo aquilo que estava vendo.

Responder
jhonatan diego 13 de maio de 2019 - 20:24

Concordo em partes com seu argumento, sei que os filhos da personagem são o que mais de importante tem na vida dela e isso é uma das coisas que mais gosto na personagem, só que com esse amor tão grande que ela tem pelos filhos acho que ela não ficaria esperando tanto tempo sem nada a fazer, se ela realmente visse que estava tudo perdido acho que teria fugido sim, pois como você disse o mais importante para ela é o filho e acho que é mais importante do que seu orgulho.
Talvez minha decepção seja devido à minha torcida para ela e ver ela tão impotente me deixe meio frustado. Talvez não iria conseguir curti nenhuma forma como a personagem morresse mas prefiro acreditar que realmente essa morte foi meio incoerente pelos acontecimentos anteriores e pelo que poderia ser feito.

Anônimo 13 de maio de 2019 - 03:19
Responder
Anônimo 13 de maio de 2019 - 21:52
Responder
Ex Cartman 13 de maio de 2019 - 03:01

E essa batalha deu pra ver, deu pra ver que a Batalha dos Bastardos é insuperável kkkk
Daenerys perde o parafuso do nada, mas achei interessante não mostrarem mais ela depois que ela surta. E foi foda demais ver ela surtando!
As cenas da Arya foram boas apesar da cara de paspalha e a missão de matar uma rainha continua.
CleganeBowl teve uma fotografia bem bonita, mas poderia ter um x1 melhor.
E achei que teria mais resoluções nesse episódio, praticamente acabou do nada kkkk deixaram o final para o final mesmo e não vão deixar o último episódio mais como um epílogo como tradicionalmentr fazem.

Obs. Esse episódio chama The Bells, não Kings Landing.

Responder
Oscar 13 de maio de 2019 - 02:43

Esse foi um episodio que me deixou um pouco desconfortável. E isso foi ótimo, acho que durante essa temporada, ou lá pela ultima, me esqueci que essa série não é sobre heróis derrotando vilões, a grande batalha final ser a protagonista “do lado bom” queimando uma cidade inteira em um pico de raiva é a quebra de expectativas que fez o programa se destacar.

Não foi só o fato de Daenerys tomar a atitude de destruir a cidade que foi a grande surpresa, todos os focos nas pessoas queimadas, mortas e sendo atacadas brutalmente pelo exercito comandado pelo Jon foi uma forma de mostrar na brutalidade indo muito alem de soldados morrendo em batalha. Aquelas pessoas são muitas vezes as vitimas dos conflitos entre os nobres que são pouco mostradas.

O episodio sozinho foi espetacular, principalmente pela fotografia e edição, mas se coloca-ló junto com o resto da temporada a falta de construção narrativa para para esses eventos ficam aparentes.

A moeda não ficou girando durante todos esses anos, Daenerys é uma personagem que pode ser cruel e que esta longe de ser uma estrategista que observa friamente uma batalha, mas também tem uma empatia que a faz focar a raiva nas pessoas certas. Durante duas temporadas todas as indicações que a Mãe dos Dragões podia cair para o lado negro da família não convenceram, claro que sobre a personagem todos podem ter uma opinião diferente, mas faço parte do grupo que vê que mais falaram “ela é loca” do que mostraram ela ficando louca.

Sou do Time Cersei então não importa como a matassem provavelmente eu não ia gostar, mas podiam ter explorado ela melhor em seu ultimo episodio, a atriz convenceu indo de calma para preocupada e chegando no desesperada em seu final.

Depois de uma temporada morna esse episodio chegou de surpresa como um dragão demolindo prédios com seu fogo

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Luís F B 13 de maio de 2019 - 02:28

Muito do que foi construído lenta e muitas vezes cuidadosamente foi esquecido rapidamente. Personagens passaram anos se preparando pra enfrentar o fim-do-mundo, aprendendo que a união era chave contra as trevas… jornadas pessoais variadas de aprendizado e evolução… aí, vencido o rei-da-noite rapidinho, “volta tudo, gente”! Jaime corre pra irmã, rainha enlouquece pq tem que enlouquecer pq descobriram que é Targueryen, …
Fugiram de possíveis finais-felizes, clichés… apenas para caírem num final-não-tão-feliz, clichê e apressado…
É a maldição LOST, TWIN PEAKS… dim-dim sempre fala mais alto.

Responder
Matheus Jornalista 13 de maio de 2019 - 02:10

Do ponto de vista técnico, o episódio surpreende pelos efeitos e a direção das cenas de ação. O maior vilão como sempre é o roteiro, Daenerys dizimando a frota do Euron muito fácil, Jon bobão inútil como de praxe, Euron tentando matar o Jamie gratuitamente, morte da Cersei ridícula. O bloco da Arya tentando sair de Kings Landing foi o melhor pra mim, todas as pessoas correndo desesperadas, o fogo, os soldados, foi tudo bem feito nessas sequências. Gostei do enfoque do que acontecia com início da cidade enquanto a Daenerys matava geral. Sobre ela, mais uma vez eles apressaram o ritmo e ela virou louca por necessidade do roteiro, se em vez de perder tempo com a ridícula subtrama do Rei da Noite tivessem colocado mais cenas dela se tornando mais paranóica e obsessiva seria uma ação totalmente coerente. É isso, episódio 10 na ação e 4 no roteiro. https://uploads.disquscdn.com/images/cf66c5dc03697f26b4238e805619c99bd6329a895df245eac6f7b3bbc87258c9.jpg

Responder
Lenin Pessoto 13 de maio de 2019 - 02:01

Sobre a Daenerys, acho que o que aconteceu foi coerente com a personagem, que já vinha trilhando esse caminho há algum tempo (bem antes das últimas duas temporadas); a partir do momento em que “pariu” os dragões, a menina não soube ouvir não sem tacar fogo depois, a gente relevava porque os inimigos dela eram ossos inimigos, então eles que queimem. Por mais que tivessemos construído empatia pela dor e pelas ambições da personagem, GoT é GoT porque não entrega o que a gente quer, e esse episódio nos fez lembrar disso.
Mas a trajetória de outros personagens me incomodou. Jaime, no fim das contas, jogou fora todo o desenvolvimento que tivera ao voltar pra Cersei dessa forma, que morresse nos braços da Cersei, com lágrimas e tudo mais, mas com honra, tal qual com o Rei Louco (pra mim nem tinha como errar). Tyrion tem sido irreconhecível, longe da astúcia de outrora (não por causa deste episódio). Jon tá um saco, nem vou me prolongar. O Rei da Noite fez tanto barulho pra morrer de um jeito que nem o Bolsonaro morreu. E por fim a Cersei, que, bem, não teve lá uma morte muito criativa vai, a personagem merecia mais; devia ter a morte que Clagane e Sandor tiveram, esta sim, majestosa.

Responder
Rafael 13 de maio de 2019 - 02:01

Depois de quatro episódios onde parecia que fizeram uma reunião de fãs e cada um pode pedir que colocassem nos roteiro uma cena que ele gostaria de ver, finalmente GoT volta a ser a série que “desagrada” os fãs. E com isso resgata sua força. Além de evidenciar como a morte do dragão na última semana foi estúpida.

Lamento por quem ficou brabo com a loucura “repentina” da Danesys (deve achar que todo mundo vez ou outra coloca uma trilha de mais de 100 cabeças decepadas fincadas em lanças na entrada de uma cidade) ou estranhou a megalomania dela (arrotava superioridade quando ainda vivia praticamente como uma mendiga), mas acho que vocês não prestaram tanta atenção assim a história dela…

Responder
Ruqui 13 de maio de 2019 - 02:01

indignação parecida só vi com o filme O Nevoeiro, que por causa do final, nas palavras de alguns que não gostaram, virou ” uma porcaria com roteiro ruim, sem coerência e desenvolvimento”.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 08:57

Tem gente que não gosta de O Nevoeiro?????????

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Carvalho 13 de maio de 2019 - 12:08

O Nevoeiro tem um excelente final. As pessoas estão fumando um. O Stephen King diz que prefere esse final que o dele.

Responder
dilson costa 13 de maio de 2019 - 01:53

Que aconteceu com qyburn?

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 08:36

Foi arremessado escada abaixo pelo Montanha e morreu.

Abs,
Ritter.

Responder
O Homem do QI200 13 de maio de 2019 - 01:44

Essa review tem uma referência a mim aaaaaaaaaaaaaaaaaaaah

Me amarrei nesse ep. Principalmente claro, o Cleganebowl e as cenas em que a Arya serve pra mostrar o verdadeiro massacre que foi essa guerra. Companhia Dourada só tinha nome mesmo. Mas teve duas coisas que não gostei: você ressaltou bem de que o Euron surgiu simplesmente do nada, porem o que mais me incomodou foi o Jaime ter matado o Euron, na boa, Jaime nem chances tinha de ganhar dele. E a outra é a morte da Cersei, eu esperava uma morte mais pesada pra ela como ela sendo queimada sentada no trono ou de uma forma mais cruel, perfurando lentamente a barriga dela, pra deixar claro que ela não vai morrer antes que o seu filho sofra antes. Bem verdade que essa segunda opção não faz a cara da Daenerys. Enfim, fiquei bastante satisfeito com o episódio.

Responder
Ruqui 13 de maio de 2019 - 02:19

Achei a morte da Cersei uma tanto “bonitinha” demais. Antes ela e o Jaime se jogando do castelo que os irmãos Clegane.

Responder
Leo 13 de maio de 2019 - 01:43

Sabia q surgiria muitas pessoas defendendo as opçoes narrativas sobre o pretexto de “uma fenomenal subversao” e blablabla… mas n, nem a pau. Msm quando se ha a pretensao de se fazer uma virada total na historia (o tal do plot-twist) ela precisa ser coerente com td a construçao narrativa ate o momento, e coerencia eh algo q esta passando longe nesse momento (tanto q muitos q defendem oq foi mostrado ate o momento precisam viajar e caçar nas propria construçoes de suas cabeça pontos de justificativas). E antes q me acusem ja digo q n sou fa da Danerys.
PS: Pelo andar da carruagem aquele roteiro vazado eh real (acertou td ate o momento) e serio o final eh muito…. mas muito ruim.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 01:44

Não vejo subversão. Apenas uma conclusão bastante lógica para Daenerys. O que não consigo entender é como afirmam que esse caminho dela não havia sido pavimentado antes, mas tudo bem…

Abs,
Ritter.

Responder
Leo 13 de maio de 2019 - 01:53

Eu tbm gosto da conclusao (acho a mais interessante ate para a personagem) mas a construçao foi horrivel. Sacrificar td o plot do Rei da Noite, criar incoerencias para “nerfarem” ela, e ate msm sacrificar as construçoes de alguns personagens para pavimentar essa conclusao eh de uma pobreza muito grande… No mais se essa for a conclusao q sera tbm usada nos livros espero q o GRRM a construa muito melhor (e material pra isso ele tem).

Responder
Gabriel Carvalho 13 de maio de 2019 - 01:53

Pavimentado bem é outra história, Ritter. Eu até acho que não foi. A série tratou essas questões de maneira mais rasa. Em atos questionáveis da personagem, as consequências foram pequenas. Por exemplo, a execução dos Tarly, A série poderia ter desenvolvido esse temor, politicamente falando, de maneira mais sagaz nas duas últimas temporadas. Tudo se resumiu a esses dois últimos capítulos. E isso acompanha basicamente o TODO das últimas temporadas: uma simploriedade.

No entanto, não acho que isso estrague o que foi feito agora.

Responder
Cesar 13 de maio de 2019 - 05:45

Com que diabos esse caminho foi pavimentado, Ritter? Só estou vendo nas redes sociais essa comparação. As ações que ela tomou contra pessoas cruéis durante todo o show, com o fato de queimar toda a cidade cheia de inocentes. Ela nunca foi um Cristo, dando a outra face a seus algozes, pelo contrário, retribuia na mesma moeda, desde o assassinato do irmão la. Mas sempre tinha uma forte lógica de senso de justiça por trás. Os “mau feitores” estavam sendo castigados por Danny. Não tinha como não se apaixonar e torcer por ela. E agora vcs estão comprando a ideia de que queimar geral tem ‘base’ graças a essas ações passadas? Aquilo era resquícios de loucura?

Pronto, seria lindo se ela depois daquele vôo fosse direto à Fortaleza vermelha e à queimasse de cima a baixo, mantendo assim as mesmas mortes de Jaime e Cersei como foram. Mas assim não haveria um embate final contra o Jon, e também com o público, não?

Responder
Fernando Morais 13 de maio de 2019 - 08:36

Tambem concordo Cesar pareceu tão de repente as coisas, o ataque do Drogon ficou tão facil que a pergunta fica, porque diabos ela precisou perder outro dragão sabendo o que ela tinha que fazer, sim ela sabia dos Scorpions, mas parecia que era a primeira vez,nem vou citar os outros plots porque ja teci meu comentario acima, eu fiquei meio decepcionado com algumas conclusões e sim eu sei que a serie ta acabando, mas na minha opiniao ta sendo concluída bem porcamente

Responder
Fernando Morais 13 de maio de 2019 - 08:26

Geralmente concordo com voce Ritter hoje não, com certeza ouve uma subversão e bem descarada não tentaram nem disfarçar uma conclusão apressada e porca, deram uma virada no personagem apenas porque eles quiseram, esse caminho tomado não foi coerente quanto a personagem, talvez na minha opinião tenham se apressado demais, deveriam ter dado mais espaço pra essa narrativa, e eu vim correndo achando que voce ia meter o pau no episodio kkkkkk ledo engano, Abraço Ritter sou teu fã kkkk

Responder
Ex Cartman 13 de maio de 2019 - 12:08

Ritter, até concordo que o caminho foi pavimentado, mas ela não passou por ele, usou um atalho kkkkk
Num misto de roteiro falho e má atuação da atriz. Eu esperava isso pq a Rainha louca é uma teoria conhecida dos livros, mas na série achei bem do nada. Os amigos dela poderiam ter falado disso antes “essa menina tá ficando meio lelé”.
Odeio comparar, mas quando ela “rouba” os Imaculados na série é visto como heróico e no livro já falam em loucura.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 12:08

Mas para que falar? Estava patente para mim pelos atos dela.

Em algum momento da série, acho que depois que o Khal Drogo morreu, ela perdeu a chance de caminhar pela estrada que daria uma rasteira no legado de loucura de sua família. A partir desse ponto, eu basicamente passei a ver como uma “insana em treinamento” e acho que a série trouxe eventos de sobra para justificar o que aconteceu nesse episódio.

Abs,
Ritter.

Responder
Ex Cartman 13 de maio de 2019 - 12:18

Não acho, todos os momentos que dá pra considerar loucura é totalmente justificáveis. Ela anda mais no anti-heroismo que na loucura. Se for assim todos os personagens de GoT passou por momentos parecidos e era pra tá todo mundo doidão kkkk O que seria um excelente final, todo mundo louco kkkk
Mas o pior é o Tyrion der emburrecido do nada, a ponto do ator no making of falar isso com uma tristeza kkk

Ricardo Gelatti 13 de maio de 2019 - 15:54

Mais do que falaram sobre quando um Targaryen nasce e os deuses jogam uma moeda para cima?

Responder
Ex Cartman 13 de maio de 2019 - 16:28

Sim, deveria ser dela, não aleatório de “Talvez ela seja talvez não”, ela tinha que ter dado indícios disso antes.

Lenin Pessoto 13 de maio de 2019 - 02:44

Logo depois desse ep. fui ler o vazamento, realmente até agora acertaram tudo. E se for mesmo aquele final, vai ser bem ruim.

Responder
cleverton 13 de maio de 2019 - 18:26

Como é o vazamento?

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 19:06

Quem quer que responda isso, favor indicar SPOILER na resposta, caso contrário não aprovarei o comentário.

Obrigado!

– Ritter.

Responder
Cahê Gündel 13 de maio de 2019 - 08:45

Não teve nenhum plot-twist, ela queima coisas desde a primeira temporada.

Responder
Francci Kelvin 13 de maio de 2019 - 10:06

Partir do pressuposto de que uma história, qualquer história que seja, tem que “desagradar os fãs”, é absurdo. Primeiro porque o conceito de “fan service” não significa apenas “agradar os fãs”, mas “agradar os fãs de forma tosca”, agradar os fãs de forma coerente, ainda que clichê, é muito melhor do que investir em qualquer coisa aleatória só para ser pretensamente imprevisível (o final de Lost, Prison Break, How i Met Your Mother e Dexter foram na contramão do que os fãs queriam e são péssimos, por exemplo). Segundo porque tragédia não é sinônimo de história ruim, podemos citar inúmeros exemplos de histórias boas com tragédia (o final de Breaking Bad, o de Sons of Anarchy, o de The Sopranos, etc), que fazem o leitor/telespectador chorar, mas ao mesmo tempo dizer “que foda!”. O episódio de hoje recebeu 7.3 no IMDB, pra uma série que em outras temporadas tinha 9.9 nos últimos episódios, inclusive episódios em que aconteciam justamente tragédias, como a morte do Ned Stark e o Casamento Vermelho, uma prova de que o público não liga se acontecerem coisas ruins no episódio, desde que bem orquestradas. Não, ninguém quer final Disney, mas a gente quer final bom, e bom não é sinônimo de “qualquer coisa aleatória imprevisível que choque o público negativamente”.

Obs: não estou me referindo exatamente à “Daenerys louca” (achei coerente ela ter enlouquecido, embora mal desenvolvido), estou discutindo aspectos mais periféricos e esse argumento de que GOT tem que “desagradar os fãs para ser GOT raiz”, o que pra mim é uma deturpação do conceito de história que o George R.R. Martin criou.

Responder
Cahê Gündel 13 de maio de 2019 - 01:34

Esse episódio até me fez esquecer a raiva que passei nos dois anteriores. Só não é excelente pelo aparecimento do Euron “Aquaman” Greyjoy, mas até isso eu perdoo porque o personagem é sensacional. Também não gostei de ver o fogo de dragão destruindo tão facilmente as muralhas, Harrenhal foi incendiado por Balerion e ficou lá, firme e forte.

O problema é que tudo que foi mostrado hoje é, de certa forma, incoerente com o que vinha sendo feito nessa temporada, embora seja coerente com as temporadas anteriores (menos a sétima). Entendo que a morte da Missandei funcionou como um gatilho pra Danny resolver incendiar tudo – não gosto de dizer que ela “ficou louca” pois sempre gostou de tacar fogo nas coisas, como os mestres de Astapor bem souberam – mas se era tão fácil destruir a Frota de Ferro porque não foi feito no episódio passado? Achei bem interessante a Arya perdida no meio do povo, mas o que é o povo pra quem “dibrou” o exército de mortos?

Enfim, acho que as escolhas feitas anteriormente tiraram um pouco da força do episódio de hoje.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 01:44

Algumas escolhas narrativas nessa e em outras temporadas foram muito questionáveis mesmo.

Abs,
Ritter.

Responder
Jefferson Viana 13 de maio de 2019 - 01:34

Bom na verdade eu não gostei do episodio por ser justamente o que eu esperava. Parece que o roteiro vazado era verdade. Pena.Pelo menos ainda temos o casamento vermelho.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 01:34

Mas a essa altura do campeonato inserir uma surpresa inesperada seria a lição maxima de como não se fazer um roteiro.

Abs,
Ritter.

Responder
LeBrOSMAN⚔️ 13 de maio de 2019 - 01:19

Então, eu acompanho mt o site, mas é a primeira vez q eu comento, até se repararem no meu nickname, realmente ñ tem nada a ver com o q acontece por aqui, pq é a 1ª vez, mas dessa vez eu acho necessário.
Eu tbem achei um excelente episódio. Mas o q tá me incomodando, é q vi mt gente reclamar q a construção da loucura da Daenerys foi mt rápida, em 2 episódios. SÉRIO?!
Se vc voltar as temporadas anteriores, já em Meereen, ela tinha indícios dessa personalidade explosiva (mas ainda contida, pq os danos q ela teve nos últimos episódios nem sem compara com o q aconteceu anteriormente), dá para citar como exemplo aquele momento em q ela executa um personagem importante da cidade ao redor da população msmo com o clamor do povo para ela ñ fazer, e acaba gerando uma revolta da população. Ela tbem mencionava mts vezes q conquistaria o trono de ferro com “Fire and Blood”, o lema da Casa Targaryen, q ñ é simplesmente só um lema, como mostra a série, com a casa Stark (Quando a neve cai, e os ventos brancos sopram, o lobo solitário morre (Ned, e depois Robb, completamente isolado naquela emboscada e já sem tanto apoio), mas a alcateia sobrevive) e a Casa Lannister (um Lannister sempre paga suas dívidas).
Observando a temporada passada, ela matou o pai e irmão do Sam, apenas porque eles não ajoelharam para ela, e senão me engano o Tyrionn tentou fazer ela voltar atrás dessa decisão, mas ela fez msmo assim! E a conexão com esse momento voltou a tona nesta temporada quando houve a revelação para o Sam.
Aí vieram realmente os gatilhos do episódio anterior e deste episódio, que contribuíram para a insanidade dela e é bem didático. A morte do outro dragão, e a morte da melhor amiga. E neste episódio,a traição de Varys, Sansa, Jon e Tyrion (estes últimos dois perdoados pq provaram sua lealdade a ela, novamente, de maneiras diferentes), além da situação em q fica mt claro q o Jon só a ama como Rainha e ñ existe mais amor de fato (justamente pq ela é a tia dele agora, e ele ñ consegue conviver com isto da msma forma q antes), e com isto elimina-se qualquer chance dela governar imediatamente pq o Jon é Rei por direito, não a ama mais a ponto de ela também ser Rainha, com ele sendo o Rei. Westeros tem grande admiração por ele (ao contrário da Daenerys, q é vista como uma estrangeira e o povo tem medo dela) e dado ele quebrar sua promessa e Sansa e Tyrion saberem do “segredo”, ela sabe que é questão de tempo para todos saberem, e ela deixar de ser a Rainha.
Outro ponto, eu acho q realmente a gota d’agua, é quando a o Jon revela, sem precisar dizer nada, q só ama a Daenerys como Rainha, depois do beijo ali realmente é o estopim, eu acho, NESTE MOMENTO, justamente pelo efeito dominó, q eu mencionei mais acima, q gera.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 01:34

Concordo. Também não consigo aceitar os argumentos que afirmam que a loucura dela veio do nada. Assim como você acha, isso vem mesmo lá de trás.

Abs,
Ritter.

Responder
Gustavo 13 de maio de 2019 - 09:08

Eu estou procurando opiniões contrarias do Ep justamente pra tentar gostar do que fizeram com desfecho do embate entre Danielis e Cersei, eu concordo que ja mostraram traços de psicopatia/Insanidade na personalidade da Mãe dos Dragões, mas o salto que eles dão do que havia mostrado dela para que acontece nesse EP eu achei preguiça de desenvolver e mostrar que existia isso na cabecinha de Dany. Ela mostrava que não tinha misericordia e curtia uma carne queimando, mas dai pra ela queimar uma cidade cheio de gente pobre e que nem tem a ver com o jogo dos tronos.. achei um salto muito grande e aquela vontade dos produtores de darem aquela surpresa no espectador, mas pra mim de uma forma preguiçosa. Não nego as dicas de que ela poderia ter um parafuso a menos dadas durante a serie mas de matar um senhor de escravos para dizimar uma cidade com sua população dentro, não consegui engolir. Me ajudem a não ficar com esse gosto ruim de Game of Thrones. O ultimo episodio teria que ser revolucionário pra mudar essa sensação com a qual fiquei de pressa e preguiça dessa ultima temporada.

Responder
LeBrOSMAN⚔️ 13 de maio de 2019 - 10:19

Essa questão de ter sido um salto rápido em questão de proporção das coisas, acho q tem mt a ver com o encurtamento da série, e a lerdeza da 5ª temporada.
Na 5ª temporada o ritmo foi muito lento, e acabou ficando muita história para contar numa 6ª e 7ª temporadas com menos episódios. Até por isso, a batalha do Rei da Noite durou apenas 1 episódio, na msma temporada q aconteceu essa loucura da Dany, e com apenas 6 episódios para situar tantas questões, de tantos personagens.
Mas eu continuo achando compreensível o q aconteceu. Por exemplo, eu acho mais absurdo o Tyrion virar o q virou na série, junto com o Varys ele já tinha ideia do q podia acontecer, meio q admitiu q o Varys estava certo sobre ela ñ ser mais a melhor candidata para o trono no episódio anterior e mesmo assim não fez nada para evitar! Pior, parece q ficou com medo, e delatou o Varys para ela, a apoiando quase q cegamente! O melhor estrategista de Westeros, virou isso aí! Um cara q apoia cegamente uma rainha desequilibrada, e q ultimamente só vem dando bola fora nas estratégias dele.

Responder
Gustavo 13 de maio de 2019 - 10:48

é muito triste essa pressa/encurtamento… as coisas poderiam ter tomado esse rumo perfeitamente mas com um capricho e carinho a mais dos produtores, teria sido lindo! Colocando ate situações que a gente pensaria muito mais em outras possibilidades do que no de fato aconteceria e nos surpreender com isso, como eles já mostraram que sabem fazer. O meio da temporada teve muito mais qualidade que o fim, onde seria a consagração da série, Levando personagens bem trabalhos a retas finais que não faz jus ao que outrora foram. Como foi dado o exemplo do Tyrion, ótimo personagem que em meio a dragões e guerreiros usou o que podia, sua inteligencia para superar seus problemas e ganhar um lugar entre os grandes, agora reduzido ao medo, submissão e a seguir ordens. Confirmada pelos acontecimentos do ep passado a palavra pra mim é tristeza e não de uma forma boa para descrever o fim de uma serie, tristeza pelas decisões que a produção teve com o poderoso material que tinha em mãos (parte que eles própios criaram) e a forma de acabar com a serie e os destinos de seus personagens

Responder
Pedro Fernandes 13 de maio de 2019 - 01:09

Um episódio bom, fazendo a média geral. Porém, ainda não sei dizer se gosto desse final. Eu realmente queria que o Jon Snow fizesse algo heróico e digno, sabe explicar e dar um motivo porque o Senhor da Luz o trouxe de volta. Esse episódio tenta recuperar um pouco do espírito antigo da série, mas chega tarde demais.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 01:34

Talvez seja para ele assumir o trono. Ainda tem um episódio pela frente.

Abs,
Ritter.

Responder
Caio Xaua 13 de maio de 2019 - 01:09

Que vergonha alheia desta ultima temporada de GOT! Um dragao de papelao morre no ultimo episodio com uma balestra metralhadora sniper (onde milagrosamente a Daenerys nao viu os barcos la de cima) que o dragao restante destruiu todas em 5 minutos, e se elas dispararam umas 2 vezes foi muito! Porra se ia ser assim era so o Tyrion falar pra Daenerys, destroi as balestras e depois taca fogo na torre principal onde ta a Cersei e pronto! Mas nao, vamos fazer ela louca e tacar fogo em rua por rua da cidade, e demorar mais umas trocentas horas pra chegar ate a torre onde ta a Cersei! Um jon snow que reviveu pra ficar correndo pra la e pra ca com cara de quem nao sabe nada! Arya que convenientemente estava la só pra contar o massacre q viu pra Sansa! Tyrion que foi reduzido a um personagem sem qlqer relevancia! Euron que virou personagem importante da noite pro dia morreu da noite pro dia! Cersei e Jaime uma morte totalmente impessoal! Bronn que desapareceu novamente!
Claro, essa é a minha opinião, mas GOT será o novo Lost, Dexter, entre outros!

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 01:34

Uma pena que esteja detestando a temporada.

Abs,
Ritter.

Responder
Michele Carvalho 13 de maio de 2019 - 04:07

Concordo totalmente. Criaram toda uma expectativa em cima dos dois “vilões” da série, Rei da Noite e Cersei, e depois terminaram com eles de forma medíocre. Defendi GOT por muito tempo, mas sinceramente, não desce mais…

Responder
Ruan Medeiros 13 de maio de 2019 - 01:00

So sei de uma coisa, morreu pouca gente…

Brincadeiras a parte, de onde porra veio Euron e pq tava tão motivado a matar Jame? Aquilo realmente foi pura violência gratuita, antes ele tivesse pego fogo no navio, seria uma justiça poética em decorrência do ocorrido com o dragão anterior. O final do Cão e do Montanha, foram de longe a melhor parte desse ep, para mim. Jon teve paralisia na face, não mudou a cara de congestão intestinal em momento nenhum.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 01:09

O Euron surgindo da água bem ali e naquele exato momento foi completamente bobo, assim como a pancadaria que se seguiu. Foi o momento WTF do episódio.

Sobre o Jon, coitado, essa é literalmente a única cara que o ator tem…

Abs,
Ritter.

Responder
Ruan Medeiros 13 de maio de 2019 - 01:09

O maluco saiu da água como se fosse o Aquaman, é aquele boss do game que só aparece quando pisa naquela área kkkkk

Responder
Vinicius Maestá 13 de maio de 2019 - 01:00

Depois de dois péssimos episódios (minha opinião), GOT se redime e volta a ser oq ela nunca deveria ter deixado de ser: uma série não escrava de fãs.
Apesar do otimo episodio, o melhor da temporada, ainda tenho muito medo dos criadores cagarem no fina. Tenho a sensação que será muito corrido e atropelado.

Responder
planocritico 13 de maio de 2019 - 01:09

Não creio que o último episódio tenha que lidar com tanta coisa assim que não possa ser resolvido em 1h20. Mas, tudo é possível. Veremos!

Abs,
Ritter.

Responder
Vinicius Maestá 13 de maio de 2019 - 01:26

Concordo contigo, mas a batalha de Winterfell podia ser algo muito mais elaborado e deu no que deu. Apenas não levo fé nesses caras

Responder
Francci Kelvin 13 de maio de 2019 - 10:19

Pra mim existe diferença entre “fan service” e “agradar o público”. Existem duas maneiras de agradar o público: usando fan service ou fazendo algo inesperado que leve o público ao delírio. Mas uma coisa totalmente sem sentido é você ir lá e colocar um plot twist com a intenção de desagradar quem tá assistindo. Muita gente tá justificando isso com “GOT é isso, tem que incomodar mesmo”, veja, não é bem por aí… que GOT tem que causar um mal estar, isso é fato. Mas tem que ser um mal estar que ao mesmo tempo nos faça dizer “que foda! que perfeição”, como acontece em Casamento Vermelho. Não acho que foi o que ocorreu nesse episódio. Foi um mal estar gratuito. E embora a Daenerys louca não seja algo necessariamente ruim, foi mal construído. E há outros pontos do episódio bem questionáveis, como a briga sem sentido do Jaime com o Euron, Daenerys invadindo e destruindo facilmente sem nenhuma estratégia, o que no episódio anterior parecia impossível, morte boba de Jaime e Cersei, etc. Acho que resumir GOT em “foi trágico? então tá bom” é simplificar demais a coisa.

Responder
Vinicius Maestá 15 de maio de 2019 - 03:38

Com certeza esse episódio não é perfeito, mas fazia tempo que a série não tomava uma atitude que impressionava e que deixou sim muitos fãs bravos simplesmente por não ser o que eles queriam. Há, claro, pessoas que não gostaram por outras razões, mas grande parte é devido a “destruir” a personagem queridinha.
Concordo com você que não foi bem construído essa loucura dela, apesar de ter algumas justificativas para isso. Seria incrível se houvesse um foco na psiquê da personagem, mas, enfim, não é sempre que a gente vai ter um Walter White para acompanhar.

Responder
Gabriel Carvalho 13 de maio de 2019 - 00:43

As pessoas vão ficar com raiva. As pessoas vão reclamar desse episódio por anos. E isso é justamente o que Game of Thrones significa. Essa perturbação. Essa inquietude. Não é para gostarmos do que vemos, nunca foi sobre isso. Game of Thrones simplesmente fez o que deveria ter feito no episódio 3: cagar para os fãs e incomodar eles.

Se formos para falar sobre construção de personagem, temos mais terreno para conversa. E precisamos conversar, porque ninguém está certo ou errado, são interpretações distintas. Mas não vejo esse impulso a cometer loucuras como algo a ser construído de uma maneira crescente. Como se ela fosse aumentando a loucura. Ou como isso tirasse seus outros traços, que admiramos por anos. A sugestão, por outro lado, deveria ter existido, com as pessoas indagando sobre a personagem a mais tempo e não apenas agora.

A questão que gosto é do episódio conversar sobre isso de uma maneira muito particular, muito bem redondinho. Esse impulso é estabelecido na esperança da moeda virar para um lado ou para o outro. A decisão de fazer a personagem mudar completamente sua abordagem quando estava tudo ganho é uma virada abrupta e que funciona por ser abrupta, porque nos inquieta profundamente. Como uma moeda, girando e girando até cair. As últimas temporadas não conseguiram estabelecer isso muito bem, essa giratória, mas esse episódio consegue com excelência. E é triste.

E perturba. E machuca. E isso é o mais vil que Game of Thrones conseguirá chegar. Não uma série triste, mas uma série que provoca e nos faz ficarmos inertes, sem reação, catatônicos. Desce os créditos.

Se você estava esperando um final feliz, você não estava prestando atenção…

Responder
Cesar 13 de maio de 2019 - 06:06

Lendo seu primeiro parágrafo, é um resumo da excelência de GOT em seus primeiros anos. Mas a quebra da expectativa, que nos deixava de queixo caído sempre decorriam de ações lógicas. Rumos que a série inevitavelmente tinha que tomar. Permanecendo fiel ao que era construído. Desde o momento em que não aparece um salvador da pátria que impeça a cabeça de Ned de rolar la na longínqua season 1. Ali o mundo conheceu e se apaixonou ao jeito “GOT de ser”.

Mas o que acontece agora, só parece algo gratuito. Pra chocar.
Primeiro, quebra as lógicas das batalhas que vinham sendo construídas nos ultimos episódios. Tudo parece ABSURDAMENTE fácil. Fazendo os episódios anteriores parecerem piadas.
E segundo, que eu só consigo enxergar as ações da Danny como algo pra fomentar a decepção de Jon e Tyrion com ela. Tendo assim um último embate com o herdeiro legítimo ao trono. Não enxergo resquício algum que sustente a “loucura” dessa mulher.

Resumindo: Ao contrário das seasons anteriores em que todo o background levava ao evento “catatonico inevitavel”, ao meu ver, esse aqui esquece toda a construção passada apenas pra almejar as ações futuras.

Como vc falou, isso vai ser discutido pra sempre. Já posso vê as duas correntes antagônicas discutindo isso por anos a fio.

Responder
Rafael 13 de maio de 2019 - 10:19

Daenerys no MEU entender é muito mais impulsiva, agressiva e megalomaníaca do que louca. Pode ser que o último episódio me desminta, mas até o momento não compro essa ideia de loucura, nem acho que ela enlouqueceu. Acho isso sim que ela lida com o rótulo de ser louca em função de ser filha do Rei Louco, as pessoas temem que ela seja louca, ela teme enlouquecer e fica a impressão: “ela enlouqueceu”, quando o que me parece ser correto é afirmar que ela cedeu a raiva, algo que SEMPRE foi mostrado na série. Aliás, quando os dragões ainda era filhotes, Daenerys disse que quando os dragões crescessem ela iria queimar os inimigos (se não me falha a memória ela falou em queimar as cidades deles). OK, sempre se deixou passar porque os alvos porque eram “inimigos”, mas muitos foram os atos questionáveis da Daenerys ao longo dos anos. Ou a execução dos Tarly é justificável? Lembro de muitas críticas parecidas com as de hoje. A diferença de escala é óbvia, mas a semente do que aconteceu no último episódio estava lá.

Acho que o combate dessa semana foi OK, concordo que o contraste foi gritante, mas os problemas foram os dois episódios anteriores e não o contrário.

Responder
Gabriel Carvalho 13 de maio de 2019 - 11:37

Pode ser. Até acho que seja uma loucura mais abrangente ao termo de sociopata, como o Ritter pensou comigo em uma conversa nossa. E isso faz sentido. Na verdade, penso o arco da personagem como bem complexo nesse sentido. Daenerys sempre foi assim, só que ela estava do nosso lado até então. Mas sua frieza sempre foi uma frieza de déspota. Como o Tywin também. Como a Cersei também. Só que a Daenerys tem um poder de fogo maior e isso a leva a cometer atrocidades maiores, ainda mais ao ter chegado nesse limite da personagem. Como os EUA possuir bombas nucleares e destruir duas cidades japonesas.

Responder
Rafael 13 de maio de 2019 - 12:08

Teve uma postagem no twitter que apareceu na minha timeline que achei interessante:

Let’s see, she:
1.) didn’t flinch when her brothers flesh was melting
2.) burned a woman alive
3.) locked two people in a safe to die
4.)crucified people
5.) fed opposition to her dragons
6.) burned a man and his son because they wouldn’t submit to her will
Yet all of a sudden

Gabriel Carvalho 13 de maio de 2019 - 12:28

E até parece que ela libertou escravos por ser a SALVADORA BRANCA perfeita. Ela queria exércitos. Ela não é psicopata, a Daenerys tem bons traços, mas não existem mocinhos ou vilões – talvez o Jon seja o mais maniqueísta para o lado dos heróis.

Francci Kelvin 13 de maio de 2019 - 10:29

Concordo com tudo o que vc falou. Ironicamente, essa história de que “tem que desagradar todo mundo pra não ser clichê” virou clichê em GOT. Ainda penso que, independente do resultado (se triste ou feliz), o desenvolvimento seria porco do mesmo jeito com D&D. O erro não está fundamentalmente no que acontece, mas em COMO acontece.

Responder
Robson Luz 13 de maio de 2019 - 10:29

A série só se resume a isso agora “subverter expectativas” pelo choque, sem nenhuma construção ou build-up, é o que vai gerar reações no twitter, videos no youtube e deixar as pessoas falando sobre ela pelo resto da semana

Responder
Gabriel Carvalho 13 de maio de 2019 - 11:37

Eu não acho nada gratuito ou vazio. É algo que a série até martelou constantemente, apesar de maneira um tanto rasa, nos últimos episódios.

Bem simplório mesmo, mas ainda existente. O medo de Daenerys em ver Jon sendo mais amado. A solidão de uma Targaryen. A perda do amor por quem antes a amava. A quebra de confiança de pessoas próximas – Jon contou para Sansa, que contou para Tyrion, que contou para Varys, que contou para todo mundo. Não é uma loucura vaga, meu caro. É mais uma obsessão que combina perfeitamente com a arrogância da personagem, muito mais ansiando o trono do que querendo ser uma boa rainha. Isso é pontuado nas passagens da Rainha com a Sansa. Isso é pontuado na sua busca incessante por reconquistar Westeros, custe o que custer pelo visto. Mas para conseguir o torno e permanecer lá ela acredita que só consegue isso através do medo, o que a rende a cometer o ato absurdo que promove.

Eu acho “The Bells” melhor que essa temporada, um episódio digno de estar em meio a um trabalho melhor de showrunner. Como ser tudo fácil, por exemplo. Eu acho que nesse episódio era ideal a Daenerys vencer os inimigos facilmente, apenas para que criássemos esperanças de um sucesso limpo. Os anteriores vão por caminhos mais simplistas.

Responder
Francci Kelvin 13 de maio de 2019 - 10:19

Partir do pressuposto de que uma história, qualquer história que seja, tem que “desagradar os fãs”, é absurdo. Primeiro porque o conceito de “fan service” não significa apenas “agradar os fãs”, mas “agradar os fãs de forma tosca”, agradar os fãs de forma coerente, ainda que clichê, é muito melhor do que investir em qualquer coisa aleatória só para ser pretensamente imprevisível (o final de Lost, Prison Break, How i Met Your Mother e Dexter foram na contramão do que os fãs queriam e são péssimos, por exemplo). Segundo porque tragédia não é sinônimo de história ruim, podemos citar inúmeros exemplos de histórias boas com tragédia (o final de Breaking Bad, o de Sons of Anarchy, o de The Sopranos, etc), que fazem o leitor/telespectador chorar, mas ao mesmo tempo dizer “que foda!”. O episódio de hoje recebeu 7.3 no IMDB, pra uma série que em outras temporadas tinha 9.9 nos últimos episódios, inclusive episódios em que aconteciam justamente tragédias, como a morte do Ned Stark e o Casamento Vermelho, uma prova de que o público não liga se acontecerem coisas ruins no episódio, desde que bem orquestradas. Não, ninguém quer final Disney, mas a gente quer final bom, e bom não é sinônimo de “qualquer coisa aleatória imprevisível que choque o público negativamente”.

Existe diferença entre “fan service” e “agradar o público”. Existem duas maneiras de agradar o público: usando fan service ou fazendo algo inesperado que leve o público ao delírio. Mas uma coisa totalmente sem sentido é você ir lá e colocar um plot twist com a intenção de desagradar quem tá assistindo. Muita gente tá justificando isso com “GOT é isso, tem que incomodar mesmo”, veja, não é bem por aí… que GOT tem que causar um mal estar, isso é fato. Mas tem que ser um mal estar que ao mesmo tempo nos faça dizer “que foda! que perfeição”, como acontece em Casamento Vermelho. Não acho que foi o que ocorreu nesse episódio. Foi um mal estar gratuito. E embora a Daenerys louca não seja algo necessariamente ruim, foi mal construído. E há outros pontos do episódio bem questionáveis, como a briga sem sentido do Jaime com o Euron, Daenerys invadindo e destruindo facilmente sem nenhuma estratégia, o que no episódio anterior parecia impossível, morte boba de Jaime e Cersei, etc. Acho que resumir GOT em “foi trágico? então tá bom” é simplificar demais a coisa.

Obs: não estou me referindo exatamente à “Daenerys louca” (achei coerente ela ter enlouquecido, embora mal desenvolvido), estou discutindo aspectos mais periféricos e esse argumento de que GOT tem que “desagradar os fãs para ser GOT raiz”, o que pra mim é uma deturpação do conceito de história que o George R.R. Martin criou.

Responder
Gabriel Carvalho 13 de maio de 2019 - 11:28

Mas eu não parti desse pressuposto que é bom por causa disso. Mas você achar que o que aconteceu foi algo aleatório é uma pontuação que não concordo. Assim como não concordo que o final de LOST é ruim ou que o final de HIMYM é ruim – embora a temporada final de HIMYM seja horrorosa. Não é nada INCOERENTE e até fazem mais justiça para a série do que para os fãs.

Eu acho que TUDO sobre ações de personagens faz sentido. A briga sem sentido entre Jaime e Euron é um problema. E Daenerys invadindo sem problema também é outro. Mas esse segundo caso traz um problema da temporada, que é uma inconsistência em ameaças. Por esse episódio apenas eu acho que engrandece a ideia apresentada, que é trazer uma problemática (Varys achar que Daenerys vai cometer erros, Jon não mais amar a personagem), depois conduzir uma contradição a isso (Daenerys eliminar apenas as ameaças e vencer a guerra sem derramar sangue inocente), e enfim deturpar as esperanças estabelecidas pelo episódio em si.

E eu nem acho a loucura da Daenerys algo vazio. É uma construção de sociopatia muito evidente. De uma pessoa movida pelo desespero, pelo medo e por obsessões. Não existe o ar altruísta que existe no bobão João.

Eu acho que GOT cagou para os fãs e fez isso bem. Eu não sou imbecil de achar que valia qualquer coisa, bem feita ou não. Eu acho que o episódio em si foi bem feito para cacete.

Responder
Francci Kelvin 13 de maio de 2019 - 11:37

Não achei o final de HIMYM necessariamente ruim, o problema é que não posso confundir o meu gosto com “avaliação crítica”. Em HIMYM existe a questão do “tesouro do destino pra toda a vida”, isso é bem abordado na série e ficou estabelecido nesse episódio que o “yellow umbrella” de Ted nunca foi Robin. Então, narrativamente falando, não foi uma boa escolha e perdeu um pouco da função roteirística.

E sobre o final de Lost, não consigo conceber em que universo um final, seja em filme, série, livro, etc. em que tudo termine em “era tudo um sonho” ou “todo mundo estava morto” não seja preguiçoso.

Responder
Gabriel Carvalho 13 de maio de 2019 - 12:19

Pelo meu ponto de vista, combinou muito com a ideia de timing x amor que a série sempre estabeleceu. Que um relacionamento não existe apenas por conta de amor ou por conta de destino, mas também por conta de timing. Não existe “Yellow Umbrella” enquanto uma ideia de “tem que ser assim e pronto”. Existe relacionamentos e amores e eles são todos possíveis e verdadeiros. Ted nunca contaria uma história tão gigantesca, muito mais sobre Robin do que sobre Tracy, se ainda não nutrisse qualquer sentimento por ela. Isso é muito coerente. E isso não diminui o relacionamento entre o cara e a Tracy, apenas complementa o fim com um recomeço.

Em outra instância, você não entendeu Lost. O término não foi “tudo era um sonho” ou “todo mundo estava morto”. Essa é uma das grandes fake news relacionadas a série de televisão desde sempre. E eu falo disso objetivamente, não tem nem o que argumentar. A questão é ir além disso e pensar o fim da série e o que ela representava e significava, não apenas para fãs mas como obra artística em si. O Ritter odeia o final e eu amo, por exemplo.

Francci Kelvin 20 de maio de 2019 - 10:10

Bem, continuo achando que o final de How i Met Your Mother foi incoerente com as próprias regras que a série estabeleceu para si. Pegue a cena em que o noivo de uma das ex-namoradas do Ted fala da palavra em alemão (esqueci) que significa “amor pra toda vida” e Ted não consegue enxergar Robin aí. Enfim, a série sempre se pautou nessa coisa mística, no simbolismo do guarda chuva amarelo e etc. Subverter seu gênero no último minuto acho que foi um tiro no pé.

E sobre o final de Lost, eu não me importo se entendi ou não, a questão é que pra mim é ruim, tendo entendido ou não. O problema do final de Lost não é a coerência do final. Você não constrói uma história do tamanho do mundo e termina ela com um peido, mesmo que coerente. Enfim, bati muito nessa tecla da coerência, mas é óbvio que a coerência também não é a única variável.

Ricardo Gelatti 13 de maio de 2019 - 15:32

ahhuahu vc nao entendeu o final de lost, amigo.

Não, não estavam todos mortos.

planocritico 13 de maio de 2019 - 15:41

O problema é que a noção de que eles não estavam todos mortos – e não estavam mesmo – não melhora em nada a interminável enrolação que foi toda a série.

Abs,
Ritter.

Ricardo Gelatti 13 de maio de 2019 - 16:58

Ai é outra questao, mas a maioria acha ruim pq pensa que estavam todos mortos.

planocritico 13 de maio de 2019 - 17:08

Pode ser. Mas se todos estivessem mortos desde o começo talvez eu gostasse mais… Irônico, não?

Abs,
Ritter.

Francci Kelvin 20 de maio de 2019 - 10:10

Mas, como o Ritter frizou, independente de estarem todos mortos ou não, o problema essencial desse final não é esse. Você diz que o pessoal não gostou porque não entendeu. O que te garante que teriam gostado se tivessem entendido? Isso parece argumento de pseudo-cinéfilo, “ain, não entendeu o filme, por isso achou ruim”. Vocês esquecem que a arte não se pauta só nisso.

Ricardo Gelatti 20 de maio de 2019 - 12:30

Amigao, não sou eu que falo isso. A grande maioria(inclusive vc) enche a boca pra falar que foi ruim pq todos estavam mortos.

Francci Kelvin 13 de maio de 2019 - 19:06

O final de Lost é ruim independente de ter entendido ou não. Vamos supor que eu tivesse entendido, continuaria sendo ruim. O entendimento ou não do roteiro não diz nada sobre se as escolhas roteirísticas foram sábias ou não para a história, honestas ou não para com o público. Por exemplo, eu entendi totalmente o Batman vs Superman, mas o filme continua sendo ruim, ou pelo menos muito aquém das expectativas.

Ricardo Gelatti 14 de maio de 2019 - 09:30

“E sobre o final de Lost, não consigo conceber em que universo um final, seja em filme, série, livro, etc. em que tudo termine em “era tudo um sonho” ou “todo mundo estava morto” não seja preguiçoso.”

Então esse seu parágrafo aqui nao vale de nada.

Francci Kelvin 14 de maio de 2019 - 11:14

Cara, entenda. Vamos supor que vc explique o final de Lost pra 50 pessoas que não entenderam o final de Lost. Isso não garante que elas vão dizer “aah, agora que eu entendi eu gostei do final”. Muito pelo contrário, é mais fácil elas dizerem “nossa, agora que eu entendi odiei mais ainda!”. Porque o que está em jogo não é apenas a coerência da história, mas também a coerência narrativa e coerência com as expectativas do público alvo. O final de Sopranos foi quase que incompreensível também, mas foi coerente narrativamente e com o público que a série queria atingir. Já Lost foi diferente, é uma série que estava para acabar na 3ª temporada e, na gana por mais lucro, estenderam a série por mais tempo. Você pode ter gostado de Lost, é compreensível. Mas se pergunte: realmente compensou terminar Lost daquele jeito para agradar apenas uma parcela ínfima do público?

Ricardo Gelatti 17 de maio de 2019 - 09:28

Pow, o final de Sopranos nao tem nada de incompreensível.

“Mas se pergunte: realmente compensou terminar Lost daquele jeito para agradar apenas uma parcela ínfima do público?”

A parcela ínfima que entendeu que não estavam todos mortos.

planocritico 17 de maio de 2019 - 14:44

Não tem mesmo nada de incompreensível. O final de Sopranos é soberbo!

Abs,
Ritter.

Ricardo Gelatti 18 de maio de 2019 - 09:43

Demais, quando ouço Dont stop believing ja me arrepio.

Francci Kelvin 17 de maio de 2019 - 19:43

Se é ínfima, não compensou. E o final de Sopranos vc tem que entender o contexto todo do que eles quiseram passar ali. É um final em aberto, vc não para de assistir e já pensa “oh, entendi”, vc tem que pensar sobre os fatos que rolaram no decorrer da série, isso demanda um exercício a mais, fora outros detalhes que passaram despercebidos pelo público mediano. E, sim, o final de Sopranos também causou uma certa revolta entre quem assistiu naquela época, mas hoje é tido como um final genial. O que não é o mesmo caso do final de Lost, que é só ruim mesmo, entendendo ou não entendendo continua sendo ruim.

planocritico 17 de maio de 2019 - 20:19

Mas pensar em contexto não faz de um final algo incompreensível. E o de Sopranos não é incompressível.

Abs,
Ritter.

Francci Kelvin 20 de maio de 2019 - 10:10

Me expressei mal ao dizer que foi incompreensível. Mas, de fato, foi um final não imediatamente compreensível para a maioria, por assim dizer. É tanto que tive que pesquisar um bocado para entender qual era a “jogada genial” desse final. E, diferente do final de Lost, é um final que possibilita ao telespectador gostar do final ao tê-lo entendido.

Ricardo Gelatti 18 de maio de 2019 - 09:43

É um final em aberto, diferente de ser um final incompreensível.

Causou revolta, assim como o final de Lost, pq a grande maioria das pessoas tem preguiça de pensar e gosta de finais fechadinhos com tudo (misterios) explicadinho.

Francci Kelvin 13 de maio de 2019 - 11:46

Agora, eu nem desgostei do episódio a esse ponto. Foi um episódio bom e, sim, Daenerys é louca mesmo e já tinha pistas bem claras disso. Mas fiquei com a pulga atrás da orelha com seu comentário de que a série tem que causar um incômodo pra ser boa. Mas incômodo em que sentido? Certamente que este episódio não incomodou no mesmo sentido bom que Casamento Vermelho ou a morte de Ned Stark. Acho que não dá pra raciocinar linearmente “é tragédia? então é foda”, tem que ver se o contexto é propício a isso. Nem sempre o plot twist e o anticlichê é algo bem desenvolvido.

Responder
Gabriel Carvalho 13 de maio de 2019 - 12:08

Mas há contexto propício para isso, AO MEU VER. Penso que as pessoas foram com expectativas muito claras do que aconteceria e já idealizaram o que seria correto ou não para a série. Não é como se todo mundo fosse um mestre em pensar criticamente um episódio de uma série de televisão. Eu não sou o maior fã do desenvolvimento das últimas temporadas, sempre deixo isso bem claro.

E esse “PLOT TWIST” era esperado, pensando friamente a série. Em contrapartida, temos um público que consome arte muito mais passivo do que deveria ser. Porque são as mesmas pessoas que vibram com a Arya matando o Rei da Noite… E aquele foi um “PLOT TWIST” para eles “do bem”. Como essa reviravolta aqui é mais fatalista, as pessoas se incomodam mais.

Mas eu não sou imbecil de pensar de maneira rasa a situação não, pode acreditar. No meu ponto de vista, incomodou tanto quanto um Casamento Vermelho, por ser ainda mais cruel que matar protagonistas, mas matar o que eles poderiam representar. É o ápice de uma personagem que flertou com o heroísmo e com a tirania, mas sempre foi mais egocêntrica que altruísta. E é isso. Ela visa os seus interesses acima de tudo e isso é triste, porque o caminho poderia ter sido outro caso certas pessoas não tivessem morrido, caso os segredos não tivessem se espalhado.

Francci Kelvin 13 de maio de 2019 - 19:44

Concordo com você sobre a Dany desconstruíndo as ilusões da galera ter sido algo bom, porém vou lançar mão de algo que você mesmo já afirmou concordar, que o desenvolvimento da série, como um todo, está capengando. É boa a cena da Dany? Sim. Mas o problema todo reside em ser um fato isolado. Considerando a série como um todo, essa cena foi honesta com as expectativas gerais? Essa já não é uma resposta fácil de responder. Pelas reações ao episódio, eu acho que não. Leio alguns outros sites de crítica além do Plano Crítico e vi reações não muito boas também dos críticos, não apenas do público mainstream ou do público “raiz”. É claro que parte do público “raiz” até gostou do episódio, pelo fato de Game of Thrones ter voltado às origens arriscando em tomadas de decisões no roteiro, ainda que de forma bastante grosseira e incipiente. Mas é preciso ter muito cuidado na hora de arriscar no roteiro, a escolha roteirística tem que ser compatível com as expectativas que eu gero com a minha própria história, não dá pra simplesmente criar uma história de enormes proporções e de repente terminar com “era tudo um sonho”. Se tem muita gente de todas as frentes se desagradando (público, crítica, etc.) isso é um sintoma (não necessariamente o diagnóstico, mas um sintoma) de que não foi uma escolha sábia. Agora, isso significa que o que aconteceu foi ruim? Não, foi um bom episódio, como já disse. Mas é nítido que foi algo mal aproveitado que, se tivesse sido bem aproveitado, não teria gerado essas reações do público e da crítica. Inclusive, acho que o próprio Martin não faria diferente nos livros, com a diferença de que o aproveitamento provavelmente seria muito melhor. Acredito também que D&D poderiam ter feito exatamente a mesma coisa, só que bem desenvolvida, e obteriam uma reação bem diferente do público. Considere os episódios finais de Breaking Bad, nada de “final Disney”, Ozzymandias é um episódio brutal, mas a reação do público é exatamente o oposto da que está sendo com Game of Thrones; Ozzymandias é um episódio que, este sim, causa um desconforto, mas esse desconforto não visa trair o telespectador, então é um desconforto que contribui positivamente. Não vejo isso nas temporadas finais de Game of Thrones. Como eu disse, acho que apenas repetir alguns conceitos do Martin, tipo “matar personagem de surpresa”, é imitá-lo grosseiramente.

Gabriel Carvalho 14 de maio de 2019 - 03:04

Olha, como crítico eu nunca me importo com a reação do público… Pode ser a coisa mais odiada do mundo que eu ainda vou dar aval para poder gostar independentemente. Porque o que menos importa – ainda importa, obviamente – é o meu sentimento. Eu não vou gostar de um episódio, ao menos não para fazer uma crítica, porque ele emociona ou porque ele é perturbador. Eu vou tentar encontrar argumentos nisso e uma proposta coesa e bem articulada da obra para chegar a um certo ponto. É um negócio muito menos passivo do que assistir a uma obra enquanto mero fã. E isso não se pauta necessariamente na comoção geral, porque é uma busca pela ideia de uma obra de arte e sua aplicação em termos de linguagem, não por como ela provoca o público. E sim, isso vai terminar sendo muito subjetivo ainda, mas é mais sincero aceitar que vai ser dessa maneira do que esperar encontrar algum caminho na crítica que seja irremediável. E acho bem mais válido do que uma argumentação inteiramente passional.

2001: Uma Odisseia no Espaço não foi tão amado pela crítica e público quando estreou. Eles não estavam “certos”, mas também não estavam errados. Um dos meus filmes de terror favoritos é “Enigma do Outro Mundo”, que recebeu críticas extremamente negativas no seu lançamento. Então: esse ar coletivo é importante para entender um fenômeno, mas não para impedir a possibilidade de opiniões divergentes. Podem existir 100 pessoas que gostaram e apenas uma que não e eu ainda vou achar a opinião dessa pessoa válida.

No meu caso, eu acho que foi apresentado e articulado de certa forma esse arco da Daenerys. Dizer que foi extremamente complexo e muito bem mostrado é outra coisa, porque NADA na série foi. Mas eu acho meio desonesto a galera querer encontrar um arco narrativo super coerente na Arya matando o Rei da Noite, por exemplo, e não conseguir encontrar toda a construção de personagem que aconteceu com a Daenerys, mostrando os seus verdadeiros interesses, mostrando o seu verdadeiro caráter e personalidade. Isso vem desde o primeiro capítulo da série e é bem simples de pegar, ao meu ver. No episódio 3, por outro lado, o roteiro simplesmente cagou para esse acontecimento importante envolvendo a Arya, pautando-se exclusivamente em uma narrativa de outras temporadas para se sustentar, bem espaçado. Aqui, a proposta é algo apresentado e dissertado desde o primeiro minuto. E a temporada, que é o todo da argumentação, trouxe várias complicações – novamente, de uma maneira muito apressada e com pouca complexidade. Eu estou pensando melhor para chegar na crítica da oitava temporada, que vou lançar na quarta-feira da próxima semana.

Mas, repetindo, eu não adoro essa temporada. Nem sei se gosto realmente. Tenho que ver o último episódio.

Francci Kelvin 14 de maio de 2019 - 11:52

Quando ressalto as reações do público não estou querendo dizer que isso é condição sine qua non para que a história seja boa. Só que nenhuma obra é concebida para o público alvo não gostar, e existe uma diferença entre o público acidental e o público alvo. Mesmo D&D alardearam que esse episódio seria mítico, melhor do que a Batalha dos Bastardos e tudo o mais. Eles não alcançaram esse intento. Kubrik e o outro bonitão aí lançaram seus filmes, mas eles próprios sabiam que eram filmes de nicho, acredito que, apesar de eles não terem pensado no público mainstream, pensaram no público alvo, ou seja, aquele público que teria condições de entender a complexidade artística de sua obra. Tem uma trilogia de livros chamada 1Q84, do escritor japonês Haruki Murakami, que o público não alvo, provavelmente a maioria, não gostou, mas o público alvo curtiu, então ficamos nesse impasse; para mim, compensou totalmente ao Murakami ter acabado a obra do seu jeito, porque ele atingiu quem ele queria atingir, mas não me parece que está compensando a D&D, a não ser financeiramente, a temporada final de Game of Thrones, justamente porque eles não conseguiram atingir seus objetivos. O que acontece com Game of Thrones é que o público alvo não me parece ser um público de nicho, e não me parece que a série seja de uma complexidade tal que só alguns iluminados conseguiram entendê-la. Até os fan boys de Batman vs Superman alardeiam por aí que é um filme incompreendido e Zack Snyder na verdade é um gênio, mas temos que ver que na realidade Zack Snyder não atingiu quem queria atingir, ele não é um diretor incompreendido como Kubrik, é apenas um diretor mediano. Às vezes parcela de um público alardeia que uma obra é incompreendida, mas a obra em si não é tão complexa e nem artisticamente relevante a esse ponto. A história das últimas temporadas de Game of Thrones é rasa, tanto analisando o roteiro no seu lado mais superficial, quanto no seu lado mais subentendido (a parte em que gera teorias de fãs). Outra série de nicho que prova o meu ponto é The Wire, profundamente ignorada, mas ao mesmo tempo profundamente honesta com seu público alvo, obviamente The Wire não foi uma série produzida para adolescentes geeks de 18 anos que jogam RPG, é uma série realista, quase documental, e tem como público alvo pessoas intelectualmente mais maduras, e ela conseguiu atingir essas pessoas, mesmo sendo um público diminuto.

planocritico 14 de maio de 2019 - 14:24

Fiz a crítica do primeiro 1Q84 aqui para o site!

Sim, foi só uma auto-publicidade safada minha…

HAHHAHHAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Ricardo Gelatti 13 de maio de 2019 - 15:32

Só uma pergunta: Pq o final de Lost foi ruim?

Responder
Robson Luz 13 de maio de 2019 - 10:29

Ninguém que reclama do episódio tava esperando final feliz, muito pelo contrário, os mesmos se irritavam com o excesso de fanservice e plot armor que os personagens tem nas ultimas temporadas. O problema mesmo é quando você compara o roteiro e construção dos personagens das primeiras temporadas com a ultimas e pecebe que só aumentam as inconsistências, plot-holes, falhas de roteiro, coisa de amador que se juntar um bando na internet conseguiria escrever melhor. A série saiu do nível de Poderoso Chefão e virou Velozes e Furiosos mas o público continua aplaudindo

Responder
Gabriel Carvalho 13 de maio de 2019 - 11:19

Eu acho que esse episódio tem seus momentos de fan service – Cleganebowl principalmente -, mas é muito mais particular a uma ideia estabelecida com coerência em si. Os fãs estão ficados putos porque não foram agradados. E eu não acho que pessoas da internet escreveriam melhor. Eu gosto do EPISÓDIO, não das ÚLTIMAS TEMPORADAS.

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