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Crítica | Guardiões da Galáxia

por Gabriel Carvalho
429 views (a partir de agosto de 2020)

“Por que você quer salvar a galáxia?”
“Por que eu sou um dos idiotas que vive nela!”

  • Acessem, aqui, nosso índice do Universo Cinematográfico Marvel.

Contém feitiçaria pélvica.

Os heróis mais improváveis se unem para enfrentar uma ameaça maior. Muitos diriam que Os Vingadores seriam esses heróis improváveis, seres poderosos, mas desajustados tanto individualmente quanto coletivamente. Um milionário arrogante com problemas envolvendo bebida, um cientista sem controle de sua raiva, um soldado fora de seu tempo, uma espiã russa destruída por dentro, um Deus asgardiano cheio de problemas familiares e um arqueiro com senso de inferioridade em relação aos seus aliados maiores, melhores e mais úteis, como Vingadores: A Era de Ultron revelaria mais para frente nesse Universo Cinematográfico da Marvel. O anúncio de Guardiões da Galáxia, portanto, após o sucesso que foi a reunião de tantos personagens amados pelo público, justamente pelos seus problemas, com nada de infalíveis, foi a maior surpresa que a Marvel Studios ousou fazer. Sem nenhuma apresentação individual, nos moldes clássicos de se fazer franquia de super-grupo. A mesma ideia dos Vingadores: personagens desajustados. Porém, dessa vez, ainda mais desajustados. O tom cômico elevado para níveis nunca tentados antes, com uma liberdade imensa dos realizadores para tornar tudo maior; as batalhas com proporções gigantescas, as cores vibrantes, as armas singulares e o drama ainda mais pesado, nas poucas vezes que surge é claro. Certamente, se o estúdio tivesse outras propriedades, o público não teria se encantado com tais aventuras completamente inesperadas, mas que provaram ser, talvez, parte do maior acerto cinematográfico da empresa.

“Ooga-chaka Ooga-Ooga
Ooga-chaka Ooga-Ooga”

A começar, Guardiões da Galáxia é justamente isso. Uma versão completamente marginal de Os Vingadores, subvertendo tudo que antes “precisaríamos” para fazer um filme de super-grupo funcionar, regras criadas pela própria Marvel. Seus heróis não são heróis, mas criminosos procurados, capturados e encarcerados pelos verdadeiros mocinhos. Se antes o objetivo era conseguir colocar personagens incríveis em escopos mais acessíveis, mais palpáveis, longe de qualquer fantasia mais alucinada (até mesmo Thor tornou toda a magia interplanetária em ciência ainda não compreendida), James Gunn, diretor que se encarregou com extremo carinho da franquia galáctica, não precisa nem ao menos se preocupar com ficção pé no chão. Guardiões da Galáxia se passa no espaço e torna-se, dada a dimensão mais terráquea que os filmes do Thor tomaram, a primeira incursão verdadeiramente cósmica feita pela Marvel Studios. A criação de universo permite cores muito mais vivas, personagens azuis e verdes, arquiteturas completamente irreais, além de composições visuais inimagináveis. Não é por menos que temos a melhor fotografia de um filme do estúdio, ainda mais pelo fato dos efeitos visuais, muitos criados por computação gráfica, serem geniais, belíssimos componentes da imagem. O espaço para criatividade é imensa, abarrotado de imaginatividade para que até mesmo o humor, o mais coerente de todo o Universo Marvel, faça sentido dentro da proposta. Sendo assim, James Gunn quer uma comédia, mas quer, além de qualquer coisa, uma identidade, uma alma única. Guardiões da Galáxia é o sinônimo de espirituosidade.

Mas como o diretor alcança esse êxito? De tantas space operas que vieram após um certo sucesso de George Lucas , datado de 1977, Guardiões da Galáxia é muito provavelmente a mais bem sucedida, com uma identidade completamente própria. Para isso, acima de tudo, James Gunn tem um grandiosíssimo aliado ao seu lado: a Awesome Mix Vol. I. O diretor caçou de sua coletânea setentista pessoal músicas que, diegeticamente ou não, tornaram-se sinônimos de Guardiões da Galáxia. Nesse lado da trilha sonora, o longa mistura representações musicais como a de Hooked on a Feeling, tendo mais cara de “videoclipe”, com outras executadas dentro da própria estrutura narrativa, como quando ao início do filme, um Peter Quill (Chris Pratt) criança, prestes a perder sua mãe, está escutando I’m Not in Love, uma escolha acertadíssima de James Gunn – uma canção sentimental, preparatória para a dor. De ambas as formas as músicas relembram, por todo o filme, a memória do passado e das conexões com a Terra, mesmo que o presente não seja carregado de lamentação, mas muito divertido. Dessa forma, ao sair da perda trágica e terrivelmente verdadeira – o não dar as mãos é uma atitude humana decorrente do medo de concretizar aquela partida – e passar pela abdução alienígena, inesperada e abrupta,  James Gunn muda completamente o tom da produção, mas de forma fluida, não o quebrando. Apresenta-se, portanto, um dançante Senhor das Estrelas a performar Come and Get Your Love, com toda uma preparação antes a nos dar tempo de respirar após o começo destruidor e criar uma atmosfera completamente diferente, mas coesa com a anterior.

“Ooh-oo child
Things are gonna get easier”

Sejamos honestos, Guardiões da Galáxia não despiroca tanto na paleta de cores quanto o seu sucessor e até mesmo Thor: Ragnarok. O próprio planeta do início do filme, Morag, é mais cinzento, rochoso, enquanto Guardiões da Galáxia Vol. II já partiria para um alucinógeno embate ao som de Mr. Blue Sky. O planeta é vivo, contudo, mesmo completamente abandonado. O que realça os olhos, porém, é o contraste. A maquiagem torna certas figuras interessantes contradições ambulantes. No entanto, enquanto o tom do filme, em um apuro visual, é extremamente coerente, há certos deslizes por parte do roteiro na forma de encarar os seus vilões. Ronan, o Acusador (Lee Pace), grande ameaça do filme, em busca do Orbe que Peter Quill encontra nos minutos iniciais, é superficial. O interesse do vilão em destruir e conquistar povos inteiros não é algo explorado e a própria maleficência dele é menor, residindo em coisas que vão além do que se é mostrado. A subversão, contudo, de certos embates conclusivos que existem nas fórmulas cinematográficas de como se contar histórias, é muito mais interessante. A “dancinha” funciona. O uso de Thanos (Josh Brolin), entretanto, para criar um estado de submissão em Ronan, seria muito mais impactante se o personagem de Brolin fosse devidamente importante na trama, talvez surgindo como uma ameaça nas sombras. Capangas como Korath (Djimon Rounsou) e Nebulosa (Karen Gillian), esta muito mais operante ao ser tratada junto de Gamora (Zoe Saldana), não oferecem muito ao filme. Guardiões da Galáxia não tem muito esmero ao tratar dos seus vilões, que destoam dos heróis e não são integralmente compensados.

Todavia, tais naturezas mais falhas, como, por exemplo, os personagens menores da Tropa Nova, deixados de lado pelo roteiro, ou então, a tentativa mais desonesta do filme em criar, no clímax da obra, emoção do espectador na partida de um certo personagem que não nos importávamos, desmoronam quase por completo quando vamos olhar para a coesão da trama em relacionar os protagonistas entre si. A equipe liderada por Peter Quill não possui uma figura por trás para uni-los, como acontece em Os Vingadores. Tudo acontece pela pura coincidência de todas aquelas criaturas terem sido presas na mesma prisão. O vínculo entre cada um, em consequência, é mais orgânico pelo próprio caráter da união. Por um lado, temos Esquadrão Suicida, forçando uma conexão entre os personagens. Por outro, Guardiões da Galáxia cria essa química de uma maneira invejável e apreciável. O acaso, porém, é parte do jogo, do envolvimento do espectador nessa diversão cheia de personalidade. Os eventos que surgem são todos muito bem amarrados, uma causa e consequência atrás da outra, sem quebra desse ritmo mais dinâmico. Quando vamos falar de motivações, que levariam personagens aleatórios a tornarem-se salvadores de mundos, temos um deboche escancarado por parte de Gunn, que coloca suas figuras para zombar de pretensões meramente altruístas. Todos têm suas fraquezas, seja desvios de um caráter infalível, passados comprometedores, falta de emoções, a vontade destruidora por vingança ou até mesmo a incapacidade de entender metáforas. Muitas dessas características “humanas” tornam-se piadas engraçadíssimas, mas Guardiões não esquece do peso delas e nos faz, na medida do possível, entende-las. Nada se esvai, apenas se transforma, como um certo graveto a principiar uma árvore

“Cause baby there ain’t no mountain high enough
Ain’t no valley low enough”

O guaxinim – ou não – menosprezado por si mesmo, a árvore inabilitada de se comunicar com os outros, a assassina criada e transformada pelo ser que matou seus pais, o destruidor de risada histérica com um passado destrutivo e o garoto que guarda para si a única lembrança de sua falecida mãe, raptado por saqueadores – ou seriam salvadores? Tantos personagens diferentes, um bando de idiotas, formam os Guardiões da Galáxia. Se o plano de James Gunn era conseguir incorporar as vozes de Bradley Cooper e Vin Diesel, respectivamente Rocket Racoon e Groot, armas tanto para a comédia, quanto para o drama e a ação, em personagens amadíssimos, novos ícones do fascínio de um mundo por super-heróis, ele conseguiu. Como três palavras, sempre repetidas da mesma forma, na mesma ordem, conseguiram, em cada repetição, trazer um significado diferente? Da mesma forma, um brutamontes como Drax (Dave Bautista), destinado, na maioria das vezes, a ser o peso pesado de uma equipe, uma simples manivela narrativa para “se passar de fase”, torna-se uma criatura amável nas mãos de James Gunn, relacionável e ainda mais falho do que se esperaria. De todas as falas do filme, nenhuma consegue simbolizar tanto a amizade criada pelo grupo que as exposições constantes do grandão em “como se é bom ter amigos”, extremamente verdadeiras pelo tom de ingenuidade de um homem que, provavelmente, há muito não sorria. Por último, um pequeno Senhor das Estrelas qualquer, interpretado por uma nova versão de Chris Pratt, extremamente carismático, divertido, questionável, mas sem perder uma personalidade única, assim como o filme que estrela – uma cantarolante e inesquecível aventura por galáxias as quais sabemos por quem estão sendo guardadas.

Guardiões da Galáxia (Guardians of the Galaxy) EUA, 2014
Direção: James Gunn
Roteiro: James Gunn, Nicole Perlman (baseado nos quadrinhos escritos por Dan Abnett e Andy Lanning)
Elenco: Chris Pratt, Vin Diesel, Bradley Cooper, Zoe Saldana, Dave Bautista, Lee Pace, Michael Rooker, Karen Gillan, Djimon Hounsou, John C. Reilly, Glenn Close, Benicio Del Toro, Laura Haddock, Josh Brolin
Duração: 121 min.

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76 comentários

Zé Higídio 27 de dezembro de 2018 - 01:49

O filme foi pra mim uma grande decepção. Não estou muito certo se assisti o mesmo filme que todos comentaram e elogiaram, porque ao invés de bom me pareceu fraco. Claro, o triunfo do filme é o seu humor… Mas se analisarmos bem, o filme passa longe de dar uma aula de humor: é só divertidinho. Aliás, para um filme que se apoia no humor, as cenas “sérias” tomam muito tempo do filme, e esse é o problema. O filme não se sustenta com uma premissa fraca de reunir os “heróis mais improváveis”, criminosos da galáxia, sob um roteiro fraco e mal desenvolvido. Ok, então eles estão em uma disputa pela Orbe que carrega uma Joia do Infinito. Cada um tem um uso para ela, até que na prisão unificam seu objetivo. Mesmo assim, basta uma visita a Knowhere para todos os conflitos internos de desconfiança cessarem: de repente, eles já se tratam como amigos, simplesmente porque é isso que o filme pede. E o pior, até como paixão, no caso do Star-Lord e da Gamora: um caso que surge do nada simplesmente pela “garanhice” do Peter Quill, descontruindo qualquer tentativa de tornar a Gamora uma personagem forte. Pois para mim falta, e muito, “liga” para o filme, ou seja, recursos para tornar mais orgânica a construção da equipe.
Mas definitivamente nada disso ocorreria sendo que a ameaça deles é Ronan, um dos piores vilões que a Marvel já produziu (e olha que não são poucos). A motivação dele é, tecnicamente, a xenofobia, o que poderia ter sido bem aproveitado para dar um tom político à trama (não que tivesse alguma obrigação disso), mas no fim surge mais um vilão “quero destruir porque sou do mal”. Então, além de ter sido usado à toa como escapatória da Marvel para dar um fim no Other, líder dos Chitauri, simplesmente porque eles não tinham mais uso para aquele universo, ele se submete e depois trai o maior vilão desse universo, Thanos, sem qualquer reação do gigante roxo mesmo com o Acusador tomando uma Joia do Infinito. Essa participação com certeza deveria ter sido descartada, mas não mais do que o próprio Ronan, que por sinal destoa completamente do filme por não ser nada engraçado.
Mesmo assim, o que segura o filme é o carisma dos heróis, o que por sinal falta à Gamora, mas ela é necessária para não transformar a equipe em uma zoeira total. A motivação dela pelo menos é boa, ainda que deixada para ser desenvolvida bem mais pra frente. Drax é bem forçado mas diverte, Groot é puro personagem engraçadinho de CGI obrigatório, mas também diverte. Nebula é lamentável, basicamente ela pega carona na motivação da Gamora só que bem mais sem graça, e fica nessa de ciúmes da irmã (sério, Marvel? Já não deu disso com o Loki?). Yondu claramente foi apenas introduzido para não aparecer repentinamente no próximo filme, assim como todo o conceito em cima do pai do Quill. O Colecionador é meramente decorativo (precisava do Benicio del Toro pra isso?), e o conflito causado por ele no filme também é bem forçado. No caso de personagens, o filme tinha duas cartas na manga.
Uma é o Rocket Raccoon. Bem mais do que um bichinho de CGI como o Groot (desculpe, plantinha), ele tem um conflito bem mais interessante que parece um pouco desperdiçado mas convence, sendo o seu proprio conflito de identidade. Outra é o Star-Lord, que, por mais que a personagem “cara legal das galáxias” não seja tão interessante, o background de tudo isso, envolvendo a mãe dele, melhora o arco, mas não tanto quanto deveria. O que torna esses dois realmente os melhores personagens é que, aliados a motivações boas, eles são os mais divertidos, e é disso que o filme se trata.
Mesmo assim, o filme insiste em cenas de ação e perseguição de naves espaciais e tiros de pistolas espaciais… Cenas tolas de demonstração de efeitos especiais que se estendem demais, tempo em que eles poderiam estar gerando mais situações cômicas e, como também não faltam, de amizade, que compõem a parte bonita que não torna o filme um completo fiasco.
Enfim, no geral, o filme não é bom, mas conta com os fatores diversão e união, o que o impede de ser indigerível. Mas com certeza uma jogada bem mais lucrativa do que qualitativa da Marvel.

Responder
pabloREM 11 de abril de 2018 - 18:29

Depois do Capitas 2 e do primeiro Homem de Ferro é o melhor filme da Marvel (não assisti Pantera Negra). Curiosamente, após esse assistir esse filme, fui ver pela centésima vez (ok, exagero) Mercenários das Galáxias, um filme que eu enxergo uma refilmagem mas Rated R.

Responder
Flavio Batista 13 de abril de 2018 - 10:21

Esse mercenarios da Galaxias é aquele q um carinha arruma uma nave veia e sai tentando contratar outras naves pra salvar seu planeta?

Responder
pabloREM 23 de abril de 2018 - 11:18

Sim, o planeta dele será invadido, eles não estão acostumado a lutar e precisam de ajuda. É produzido por um dos mestres dos filmes B, Roger Corman, e é basicamente uma versão da versão, pois a história copia o ótimo Sete Homens e Um Destino que é uma versão americana do clássico Os Sete Samurais do genial Akira Kurosawa. O título original é Battle Beyond The Stars.

Responder
Luiz Santiago 11 de abril de 2018 - 16:58

“Contém feitiçaria pélvica.”
AHAUAHUAHUAHAUAHUAHUAHUAHUAHAUHAA

Gabriel, eu te amo!

Responder
ABC 11 de abril de 2018 - 13:35

Uma grata surpresa, mas muito do sucesso se deve à trilha sonora nostálgica. Acho que essa fase do UCM é a mais regular, mesmo achando Thor 2 ruim, os outros filmes são melhores ou iguais, em termos de qualidade, aos seus predecessores imediatos.

Saudações.

Responder
ABC 11 de abril de 2018 - 13:35

Uma grata surpresa, mas muito do sucesso se deve à trilha sonora nostálgica. Acho que essa fase do UCM é a mais regular, mesmo achando Thor 2 ruim, os outros filmes são melhores ou iguais, em termos de qualidade, aos seus predecessores imediatos.

Saudações.

Responder
Ricardo Correa 24 de fevereiro de 2018 - 18:21

Nós somos como Kevin Bacon , não? Yep ! Talvez nenhum star wars esperasse tanto de uns tantos sem graça serem – definitivamente – guardiões ! Mas estamos completamente galáticos , totalmente clássicos , e colocamos os destinos marvelísticos do além para que daqui para frente todos terão . Nunca esperaria uma versão tão cósmica ,mas eis q eles surgiram incríveis ! Heil guardians !

Responder
jerrihammonds 1 de janeiro de 2019 - 15:59

disqus_pyBgHRfmVN ):

Responder
Cicero 25 de abril de 2017 - 16:45

Achei o melhor filme da Marvel até agora, mas é difícil alguém tirar o posto de melhor filme sobre herói de Batman – O Cavaleiro das Trevas…

Responder
Clayton Lucena 25 de abril de 2017 - 11:06

Pense em um cara que assistiu esse filme mais de 30 vezes, filmão da porra e digo mais, coloco ele como o segundo melhor filme do UCM fácil.
Estou na expectativa para o Vol. 2. Chega logo dia 27!

Abraços.

Responder
planocritico 25 de abril de 2017 - 15:44

@claytonlucena:disqus , qual é seu 1º lugar?

Abs,
Ritter.

Responder
Clayton Lucena 25 de abril de 2017 - 15:58

Ficou curioso né meu amigo????? Hoje acho que vou colocar Cap2 em primeiro, Guardiões em segundo e HdF 1 em terceiro. (Sempre fico na dúvida quando acabo de ver um desses filmes, juntamente com Vingadores 1 para fazer uma lista).

E o seu Ritter?

Abraços.

Responder
planocritico 25 de abril de 2017 - 16:12

Minha ordem sempre muda também, mas vamos lá a que está válida HOJE:

1. Homem de Ferro
2. Capitão 2
3. Guardiões da Galáxia
4. Homem de Ferro 3
5. Vingadores

Abs,
Ritter.

Responder
Guilherme Coral 25 de abril de 2017 - 16:54

Vou entrar na brincadeira! Meu top 5:

1. Homem de Ferro
2. Guardiões da Galáxia
3. Capitão 2
4. Homem de Ferro 3
5. Doutor Estranho

(não levando em conta Guardiões 2 ainda).

Clayton Lucena 25 de abril de 2017 - 18:10

Sempre que assisto novamente algum desses subo ele na colocação!!!! pq será isso? acredita que as vezes coloco Incrível Hulk no top 5 junto com vingadores ou HdF3?

Abraços.

Clayton Lucena 26 de abril de 2017 - 16:21

Ritter, sei que não tem nada a ver com o assunto, mas vc já deu uma conferida no documentário da Netflix Five Came Back?

planocritico 26 de abril de 2017 - 16:38

@claytonlucena:disqus , bota nada a ver nisso! HAHAHAAHHHHAH

Mas sim, estou vendo. O problema é que sou obsessivo e, apesar de só ter três episódios, a cada documentário citado lá dentro eu anoto e vejo em seguida e aí isso tem me tomado um tempão… Vários são curtos, mas tem um documentário britânico sobre a campanha no norte da África que tem uma hora de duração!

Mas eu acabarei e trarei a crítica para o site, pode deixar!

Abs,
Ritter.

Clayton Lucena 26 de abril de 2017 - 17:12

Comecei ela agora estou na metade do primeiro episódio. Essa semana não sei o que me deu que estou na “semana II Guerra”, já assisti a minissérie alemã Generation War (Os Filhos da Guerra) muito boa vale a pena conferir, depois conferi a minissérie britânica Our World War, que tbm é muito boa e agora estou indo para esse Five Came Back, será que consigo rever Band of Brother para fechar a semana com chave de ouro?

Bacana esse jeito que vc esta vendo, depois vou pegar esses documentários para ver tbm.

Abraços
Clayton II

Diogo Amorim 23 de dezembro de 2015 - 16:05

Excelente crítica! Esse filmes realmente foi ótimo e surpreendeu bastante, a Marvel acertou em cheio ao levar um grupo pouco conhecido para os cinemas. Muito engraçado, com muita ação e ainda expandiu mais esse universo da Marvel. É fantástico ver esse trabalho que a Marvel tem feito no Universo Cinematografico, já havia começado levando um herói que também não era tão conhecido assim na época, o Homem de Ferro e como de costume surpreendeu lá, com um excelente filme que abriu esse universo compartilhado. Agora, mais uma vez um grupo pouco conhecido e o resultado não poderia ser melhor. A Marvel consegue fazer um trabalho incrível usando heróis e grupos pouco conhecidos, e além de nos dar ótimos filmes ainda ajudam a tornar esses grupos e heróis mais conhecidos, isso é ótimo. Esse filme foi tão bom que entrou na lista dos melhores desse Universo da Marvel, junto com os também excelentes Os Vingadores, Homem de Ferro e Capitão América 2.

Responder
Claudinei Maciel 1 de julho de 2015 - 01:18

Mais uma excelente crítica de um filme surpreendente!! Guardiões me fisgou completamente, mas por eu ter deliberadamente ter vivido em Marte!! hehehe explico: ignorei completamente qualquer informação sobre esse filme até a chegada nos cinemas. Todos os sites especializados que visito, eu evitei olhar mais que duas letras a respeito do filme antes de trocar de tela ou clicar em outra parte. Assim dito, quando fui ao cinema a experiência estava completa!! Deixei me levar pela surpresa e o que senti foi exatamente isso: surpresa! A coragem da Marvel em entregar esse produto foi elogiável.
Um ótimo filme, acima te muitos do Universo Cinematográfico, uma trama coesa e personagens adoráveis. Pode ter passado batido por muitos críticos, mas eu ainda estou impressionado com os Nova!! Não sei se por ser o meu personagem marvel preferido, ver pelo menos de relance, a possibilidade de ter esse personagem me pirou!! E as naves Nova, a forma como eles enfrentaram a nave do vilão, foi muito, mas muito bom!!
Meus parabéns à Marvel que está entregando exatamente o que os fãs precisam. Bom divertimento com um bom conteúdo. Não erraram ainda, que bom!!
Abraço e obrigado pela diversão em forma de palavras de sua crítica!!!

Responder
Rafael Oliveira 17 de novembro de 2014 - 19:18

É simplesmente um dos melhores filmes da Marvel, nem tem como dizer o contrário.

Responder
Pentacúspide 15 de agosto de 2014 - 18:27

APRENDE PRIMEIRO QUE CRITICAR UM FILME NÃO É MESMO QUE DESCREVER O FILME, OU PELO MENOS METE AVISO DE SPOILERS.

Responder
Guilherme Coral 15 de agosto de 2014 - 18:46

Desculpe se estraguei alguma surpresa. Obrigado pelo comentário.

Responder
Pentacúspide 15 de agosto de 2014 - 19:40

Desculpa a agressividade. Obrigado.

Responder
Guilherme Coral 18 de agosto de 2014 - 00:15

Sem problemas, acontece!

Responder
Julio Sednem 25 de abril de 2017 - 18:48

Spoiler em um filme de 2014?

Responder
Alain Oliveira 4 de agosto de 2014 - 18:42

Critica tão boa quanto o filme. Parabéns.

Responder
Guilherme Coral 5 de agosto de 2014 - 09:30

Muito obrigado, Alain!

Responder
Roberto Juvenal 1 de agosto de 2014 - 14:07

O Filme mais divertido do ano para mim até este momento.

Responder
Guilherme Coral 2 de agosto de 2014 - 01:10

Concordo, Roberto!

Responder
Mateus Woszak 1 de agosto de 2014 - 11:54

Ah, mas o meu preferido esse ano continua sendo CA2. Imbatível, até então, como “filme de super-herói”.

Responder
Guilherme Coral 2 de agosto de 2014 - 01:11

CA2 realmente é ótimo, Mateus. Em meio a muitas dúvidas chego a preferir o Guardiões, mas é por muito pouco e mais uma questão pessoal do que qualquer coisa.

Responder
planocritico 2 de agosto de 2014 - 02:42

Mateus, é uma disputa difícil. Eu daria empate técnico, mas talvez, se tivesse que realmente escolher, ficaria com CA2 esse ano também… – Ritter.

Responder
Mateus Woszak 1 de agosto de 2014 - 11:48

Você é mais um daqueles que resolveu ir ao cinema para
assistir a mais um filme de super-heróis? Dessa vez, esse time nem é tão
conhecido pelos fãs de quadrinhos (sejamos sinceros: poucos acompanham essa “turminha
do barulho, aprontando altas confusões” em suas revistas, até serem anunciados
como próximo longa-metragem da Marvel) e tem, entre seus componentes um “terráqueo”,
um justiceiro que não entende metáforas, a filha adotiva de Thanos, um guaxinim
tagarela e sua árvore capanga?

O que pensou a Marvel, em sua mais arriscada empreitada no
cinema?

Então, Samuca e eu, fomos… e não nos arrependemos.

Guardiões da Galáxia é excelente! Diferente dos Vingadores,
em que você teve todo o desenvolvimento dos personagens em filmes solo, para
depois serem somados no blockbuster da fase 1 da Marvel, Guardiões teve que
usar somente duas horas para apresentar seus personagens e ainda desenvolver
uma história, e o fez muito bem. Acredito que o fato do Grupo não ser tão
destacado quanto aos Vingadores, tendo uma menor legião de fãs, acabou por dar
mais liberdade na criação do longa (tanto que a equipe que foi pra tela, como já
muito divulgado, nem é a original, sendo a que compõe a sua saga mais famosa) e
nesse rápido desenvolvimento dos personagens. O filme não se arrasta, é
movimentado do início ao fim, e trata-se do filme que mais arranca risadas da
platéia, com piadas muito bem encaixadas.

Não há uma atuação para se destacar, tamanha coesão entre os
atores (e não-atores). O time dos “perdedores” formado por Quill, Gamora, Drax,
Racoon e (Eu Sou) Groot não apresentam poderes fantásticos para ganhar a platéia,
mas a conquista desde o primeiro minuto que se encontram em tela, na briga por
um artefato (posteriormente Drax aparece na prisão, completando o time) de
interesse ao vilão maior do filme. A dupla de vilões, com Nebula (na dublagem,
Nebulosa) e Ronnan não ficam atrás! Somem-se
a isso os grupos “coadjuvantes” dos piratas/saqueadores amigos de Quill e a “polícia
intergaláctica” formada pela tropa Nova. Fazendo uma rápida costura com o
restante do Universo Marvel nos Cinemas, ainda temos a participação de Thanos,
o Titã Louco, na sua busca interminável pelas jóias do infinito e o
Colecionador, e sua sala recheada de Easter-eggs, também em atuações
convincentes.

Apesar de ser divulgado somente essa semana, para quem viu o
filme, fica evidente uma continuação pois ainda há muita história para contar,
principalmente se forem explorar a Tropa Nova e os Krees.

História bem desenvolvida, cenários belíssimos (ouso dizer
que é o primeiro filme da Marvel que o 3D funciona muito bem), altas pitadas de
humor sem cair no exagero e uma dupla genial desenvolvida tão bem em CGI que
você acredita na existência deles (e que vai cair nas graças dos cinéfilos). Filme
de fácil entendimento para a criançada e para aqueles que nem lêem quadrinhos,
não sendo necessário ser “letrado” nas referências externas, Guardiões da Galáxia é um ótimo divertimento para esse fim de semana!

P.S. – Há duas cenas extras: uma logo que o longa termina,
com Drax sentado no avião e uma companhia dançante, outra ao final dos créditos,
com o colecionador e duas figuras pitorescas, que você nem acredita que possam
ser heróis da Marvel, mas são!

P.S2. – spoilerzinho, de leve: Tesseract, Éter, Orb, já
temos três jóias do infinito. A manopla da no cofre de Odin. Se considerarmos o
cetro de Loki, teremos quatro jóias. O olho de agamoto, do Dr. Estranho, é
outra jóia. Ficaria faltando uma, onde será que ela aparecerá? Thanos vai
usando todo mundo, de um filme pra outro, para alcançar seu objetivo… J

Responder
Guilherme Coral 2 de agosto de 2014 - 01:20

Muito boa sua análise, Mateus! Concordo plenamente. Acrescentando no que você disse sobre a continuação, chuto que vão focar na trama do pai do Quill (e já bolei uma teoria sobre isso, que você poderá ler no domingo).

Responder
Mateus Woszak 2 de agosto de 2014 - 20:37

No aguardo da teoria, para ver quem vocês apontam como pai do Quill.

E agora? Onde será que aparece a próxima jóia do infinito hein?

Responder
Guilherme Coral 3 de agosto de 2014 - 14:52

Daqui a pouco a teoria sai, Mateus! E quanto a Joia, quem sabe no Homem Formiga? Ou no próprio Avengers 2… vamos ver!

Responder
Mateus Woszak 3 de agosto de 2014 - 21:35

Sim, meu palpite é que a quinta jóia vem em Avengers 2, fechando em Avengers 3, na batalha pra que ele não consiga usar a manopla…

Guilherme Coral 3 de agosto de 2014 - 23:13

É bem plausível mesmo Mateus! Acho que seria interessante, também, “esquecerem” essa ameaça cósmica em Avengers 2 por quase todo o filme (afinal, o Ultron já é uma baita dor de cabeça), retomando-a nas cenas finais ou na própria cena pós-créditos.

Ricardo Eletron 31 de julho de 2014 - 14:27

Ótima resenha Guilherme, embora acho meio longa e cheio de comparações desnecessária a outros filmes. Ainda estou enfurecido com a sua crítica do transformers 4, mas pelo menos sabe argumentar outros filmes. Vou assistir o filme em 3D com toda confiança, e se for bom pegarei o filme em bluray 3D porque sou um grande colecionador

Responder
Guilherme Coral 31 de julho de 2014 - 17:51

Que bom que gostou, Agora sou eu. Em relação à sua fúria pela crítica de Transformers, vou parafrasear nosso amigo Ivan Vanko: “don’t get too attached to things, learn to let go”. Obrigado pelo comentário.

Responder
Ricardo Eletron 31 de julho de 2014 - 18:15

vai ter troco

Responder
Guilherme Coral 31 de julho de 2014 - 18:49

Ok.

Responder
Rilson Joás 29 de julho de 2014 - 23:31

Altas espectativas…

Responder
Guilherme Coral 30 de julho de 2014 - 00:28

Eu também estava quando assisti e fui positivamente surpreendido.

Responder
jcesarfe 29 de julho de 2014 - 20:56

Algo para assistir, já faz duas semanas que não vou no cinema por falta do que ver;

Responder
Guilherme Coral 30 de julho de 2014 - 00:28

Vale a pena ver no cinema mesmo, jcesarfe!

Responder
Mateus Woszak 29 de julho de 2014 - 18:27

Caramba…

Só vou ver no fim de semana! Chega logo! Hahahaha

Responder
Guilherme Coral 29 de julho de 2014 - 18:52

Definitivamente vale a espera!

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Rafael Gardiolo 29 de julho de 2014 - 18:20

Empolgadíssimo!

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Guilherme Coral 29 de julho de 2014 - 18:52

Não vai se decepcionar!

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Rafael Gardiolo 1 de agosto de 2014 - 01:44

E não me decepcionei! Filmaço! Esta ali entre os meus preferidos da Marvel e removeu a má impressão dos últimos filmes (é, eu não gostei do Capitão 2, por favor não me apedrejem). Excelente crítica, Guilherme. Meu único porém é com as cenas de luta cheias de cortes, nada que atrapalha, mas parece uma tendencia.
Última coisa! O Drax porradeiro e de fala pomposa me lembra o Thor tradicional dos quadrinhos, uma pena que o Deus do trovão não seguiu o mesmo caminho.

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Guilherme Coral 1 de agosto de 2014 - 02:38

Também está entre meus preferidos, Rafael. Considero esse e o primeiro Homem de Ferro como os que mais gostei até agora, seguidos por Vingadores e Capitão 2 (estou surpreso que não gostou).
Pessoalmente gostei dessa montagem mais entrecortada, mas entendo o porquê dela não ter agradado a todos. De qualquer forma fica muito acima da grande maioria dos filmes que ainda coloca aquela maldita câmera frenética.
E o Drax realmente está engraçadíssimo pomposo e bruto daquele jeito!

Muito obrigado pelo comentário, Rafael!

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Rafael Gardiolo 1 de agosto de 2014 - 02:49

Eu achei o roteiro horroroso do Cap. 2, sinceramente, mas o Arnim Zola acaba compensando. Cara, câmera frenética com montagem entrecortada é quase uma doença em hollywood… E Michael Bay está num grau avançadíssimo dessa doença.

Guilherme Coral 2 de agosto de 2014 - 01:17

Nem me fale de Michael Bay e tem gente que ainda defende esse cara.

Ricardo Correa 5 de agosto de 2014 - 08:29
Guilherme Coral 5 de agosto de 2014 - 09:32

Pior que a franquia sempre deu dinheiro mesmo, mas conseguir 1 bilhão e, consequentemente, ser o filme mais visto de 2014 realmente foi uma cartada violenta. Michael Bay só acaba essa franquia quando morrer.

planocritico 5 de agosto de 2014 - 16:27

Lembram daquela cena em De Volta para o Futuro II em que o Marty vê passando no cinema Tubarão 28 (ou algo assim). Pois é. O Zemeckis só errou o filme. Estaremos velhinhos e nossos netos correndo para ver Transformers 28 no cinema 18D de gravidade zero. – Ritter.

planocritico 2 de agosto de 2014 - 02:46

Michael Bay é o cara que TRANSMITIU essa doença… Deviam sacrificá-lo logo… – Ritter.

planocritico 1 de agosto de 2014 - 03:08

Vou me meter na conversa para polemizar! 🙂

Para mim, há empate técnico entre 4 filmes da Marvel em primeiro lugar: HdF, HdF3, CA2 e Guardiões. Se colocassem uma arma na minha cabeça, ainda escolheria HdF como meu favorito. Mas teria que ser uma arma de grande calibre, daquelas que o Rocket usa… 🙂

Depois vem Vingadores.

E depois o resto com um pouco de preferência sentimental para CA, pois se passa na 2ª Guerra!

Abs, Ritter (ainda enlouquecido pelos Guardiões em IMAX!)

Guilherme Coral 1 de agosto de 2014 - 03:19

HdF3 e CA2 são sensacionais (me odeiem, haters de HdF3). A competição é acirrada mesmo e eu diria que mais “emocional” que técnica, pois como filmes colocaria todos no mesmo nível.

planocritico 1 de agosto de 2014 - 03:27

Ah, claro: HdF2 fica lá embaixo, como claramente o pior de todos para mim. Não é ruim, mas não está no mesmo nível de nenhum outro da Marvel… – Ritter.

Rafael Gardiolo 1 de agosto de 2014 - 04:08

Aproveitar que estão aqui reunidos. Melhor pós-crédito de TODAS essa do Guardiões? Eu achei, fácil, a melhor, muito muito a frente de HdF 3 e Vingadores “Desafia-los é cortejar a morte”.

Guilherme Coral 2 de agosto de 2014 - 01:16

Hahaha a cena realmente é muito boa e só de aparecer o Cosmo de novo já está valendo (sem falar no Howard, é claro)

planocritico 2 de agosto de 2014 - 02:45

Ihhhhh, não gostou da cena pós-créditos de HdF3… Vai para o meu Death Note… HAHAHAHAHAHAHAHAHA.

Mas a de Guardiões é realmente a mais sensacional de todas! – Ritter.

Rafael Gardiolo 2 de agosto de 2014 - 02:48

Houve um mal entendido aqui… Eu gosto da cena pós-crédito do HdF3 (uma das poucas coisas que gosto daquele filme), alias, as duas que citei eram as minhas favoritas… Até o Howard aparecer!

planocritico 2 de agosto de 2014 - 02:58

Ahhhhhhhhhhhhhhhhh bom!!! Beleza então. Deu tempo de apagar seu nome do Death Note! 🙂 Abs, Ritter.

Rafael Gardiolo 2 de agosto de 2014 - 03:02

Hahaha Ufa. Pretendo viver pra ver o Guardiões 2.

Rafael Gardiolo 1 de agosto de 2014 - 03:48

Odiando o Guilherme. Brincadeira haha

Guilherme Coral 2 de agosto de 2014 - 01:15

Hahaha olha, já teve gente que odiou mesmo!

Rafael Gardiolo 1 de agosto de 2014 - 03:52

Começo a achar que o problema não são os filmes, mas sou eu. Não engulo HdF3, nem Cap 2 e Thor nenhum. Mas vou na empolgação aqui e listar meus preferidos também: Incrível Hulk (mais pelo carinho ao Gigante do que pelo filme) HdF 1 e Guardiões da Galáxia! E que inveja do Ritter que viu em IMAX!

Guilherme Coral 2 de agosto de 2014 - 01:15

As vezes o nosso lado pessoal realmente afeta essa nossa percepção do filme, nada mais comum! De repente numa segunda, terceira ou até quarta vez que asssite pode acabar mudando a opinião 🙂

planocritico 2 de agosto de 2014 - 02:44

E vou te dizer: geralmente não tenho frescura com 3D, mas, dessa vez, vendo no IMAX 3D, cheguei a ficar tonto! He, he, he… – Ritter.

Rafael Gardiolo 1 de agosto de 2014 - 03:54

E aquele começo do CA é impecável e paga todo o resto.

planocritico 2 de agosto de 2014 - 02:43

Concordo. O começo de CA é absolutamente incrível! Meu lado nerd (basicamente eu todo) explodiu! – Ritter.

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