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Crítica | Halloween (2018)

por Leonardo Campos
968 views (a partir de agosto de 2020)

  • Leiam, aqui, as críticas de todos os filmes da franquia.

Em A Filosofia do Horror e os Paradoxos do Coração, o filósofo Noel Carroll afirma que há dois tipos de “horror”. Há o natural, expressado diante de algo como “o que os fascistas estão querendo para o Brasil é horrível”, bem como o horror artístico, focado na expectativa de causar medo e asco no público espectador, contemplador, aterrorizado diante de algo ameaçador, repugnante, em suma, um conjunto de elementos que caracterizam a nossa definição de “monstro”. Michael Myers ocupa o segundo tipo.

Antes de adentrar no terreno de análise da produção em questão, desenvolvida e lançada 40 anos após o inesperado sucesso do filme de 1978, devo admitir que as reflexões que seguem não estão desprovidas da emoção de um fã em contato com um bem sucedido caminho para uma de suas franquias prediletas, mas policiada no que tange aos devidos cuidados de alguém que se entrega ao exercício reflexivo, mantendo o devido distanciamento para conseguir contemplar o fenômeno de 109 minutos que é Halloween, um filme de terror bem concebido, homenagem pomposa ao subgênero slasher, com gostinho de cinema nos anos 1970-1980.

Como exposto na divulgação, Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) vive enclausurada e marcada pelos acontecimentos de 1978, já que o filme ignora todas as sequências, inclusive o ótimo Halloween H20 – Vinte Anos Depois. Sequência direta do primeiro entrave entre a final girl e seu algoz mascarado, a produção atual nos apresenta dois jornalistas interessados em documentar a história de Michael Myers, isto é, a “força da natureza” e o “mal puro”, dentre outras alcunhas, personagem encarcerado há quatro décadas e que se encontra com data marcada para transferência de instituição psiquiátrica.

Em Handonfield, Strode vive relativamente próxima de sua filha Karen (Judy Greer) e sua neta Allyson (Andi Matichak). Enquanto a filha, casada com Ray (Toby Huss), vive uma vida aparentemente tranquila e saudável, incomodada pela presença sufocante e desequilibrada da mãe, atormentada pelos traumas do passado, a neta parece ser bem mais paciente e compreensiva com a avó. Assim, a história ganha maior densidade e unidade ao nos apresentar gerações distintas em simbiose, numa busca constante de compreensão para os fenômenos e acontecimentos que adentram as nossas vidas e nos impedem de direcionar as coisas exatamente como idealizadas.

Como esperado, no dia 31 de outubro, Michael Myers é transferido juntamente com um grupo de internos. Sob os cuidados de Dr. Sartain (Haluk Bilginer), pupilo do Dr. Loomis, personagem de Donald Pleasence nos filmes anteriores, o indesejável assassino escapa e segue para Handonfield, tendo em vista seu acerto de contas com Laurie Strode, aguardado há 40 anos e despertado pelas provocações de Aaron Korey (Jefferson Hall), documentarista que ao visitar Myers na prisão, leva a máscara e cita a sua “quase vítima” Strode, o que de alguma forma desperta a monstruosidade do personagem, forçadamente contida pelos tratamentos e clausura na instituição psiquiátrica.

Diante do exposto, o que vem adiante não é nenhuma novidade. Também nunca pretendeu ser. Michael Myers, representado por James Jude Courtney e com dublagem de Nick Castle, ou seja, o ator que deu vida ao maníaco em 1978, segue para o encontro tão esperado, mas antes da batalha, deixa um extenso rastro de sangue e pavor por onde passa, matando pessoas aleatoriamente, por desejo ou por tais personagens atravessarem o seu caminho, bem como a sua proposta sanguinária.

Dirigido com eficiência por David G. Green, Halloween teve o roteiro desenvolvido pelo cineasta, em parceria com Jeff Frodley e Danny McBride, dramaturgos que se inspiraram nos personagens de John Carpenter e Debra Hill, mas ganharam desenvolvimento próprio, num apego ao filme de 1978 que não o torna subserviente, ao contrário, apresenta ao espectador a maneira ideal de como fornecer um novo olhar para “criaturas” que já habitam o imaginário cultural há quatro décadas. E o mais importante: esqueça as respostas cabais para todas as coisas. Desde que surgiu na indústria cinematográfica, Michael Myers é o mal puro, um assassino que mata aleatoriamente, sem a necessidade de explicações exaustivas que contemple os motivos que o tornaram a máquina assassina brutal.

Algumas críticas, em meu ponto de vista, apressadas e infundadas, apontam Halloween como um filme que peca por seu roteiro. Há apenas um flashback pouco orgânico no meio da história, mas fora esse pequeno trecho extremamente curto, o filme entrega uma narrativa com personagens fortes e com necessidades dramáticas que não precisam de expressão óbvia nos diálogos, pois já estão escancaradas na premissa do filme, bem como na trajetória de quatro décadas dos personagens que protagonizam o enredo: Laurie Strode e Michael Myers. Não é preciso aprofundar na dinâmica entre avó e neta, tampouco perder tempo com conflitos novelísticos entre mãe e filha, pois desde a abertura já sabemos o que a protagonista se tornou e como o seu modo de vida afeta demasiadamente o seu relacionamento com as poucas pessoas que gravitam em torno de sua existência.

Propositalmente, há um ponto de virada fortíssimo próximo ao final, algo que salvas as devidas proporções, assemelha-se aos caminhos dramáticos de Sexta-Feira 13 Parte 5 – Um Novo Começo, criado para nos tirar do conforto e achar que a narrativa tomou um rumo inesperado e desleal com os amantes da franquia, mas apenas alguns segundos depois a brincadeira ganha uma correção de rumo, permitindo que Michael Myers volte com tudo e nos situe diante do embate final, com direito ao desfecho em que mulheres caçadas tornam-se caçadoras e Laurie Strode reforce que Halloween, em sua versão 2018, não é o filme do antagonista mascarado, nem um slasher qualquer, mas o acerto de contas da história de sua vida, uma narrativa com alto teor biográfico. Antes de ser um filme de terror com tensão calculada e enredo envolvente, Halloween é a trajetória de Laurie Strode e da mulher diante dos entraves sociais que são alegorias do subgênero desde os anos 1970.

Em entrevistas para a promoção do filme, Jamie Lee Curtis, excelente em seu desempenho como a personagem que alavancou a sua carreira, declarou que há muito do movimento #metoo com a história da protagonista. Sem interesse de fazer um paralelo forçado, a atriz alegou que de alguma forma o filme deixa essa relação delineada ao trazer uma mulher a tomar os rumos de sua história. Desta maneira, a personagem deixa claro que “não é aquilo que aconteceu com ela”, num interesse veemente em “escrever a sua própria história”. Sem perceber tais conexões até o final das filmagens, a atriz reforçou que “houve uma mudança na forma como agimos e pensamos” e que Halloween de alguma forma expressa tudo isso. Afirmações, por sinal, foram devidamente “homologadas” em minha análise, tamanha a pertinência, ao se tratar de um dos tópicos mais importantes de todos os pontos que compõem a produção.

Outro ponto importante de Halloween é a trilha sonora como um dos fios condutores para a criação de uma atmosfera densa. John Carpenter atualizou o tema, juntamente com Cody Carpenter e Daniel Davies. Considerado um tema de composto por poucas notas, mas com carga semântica significativa, a trilha foi revestida de sintetizadores e ganhou sonoridade contemporânea, sem perder o impacto para a construção do medo na narrativa.

Por meio de seu crescimento cíclico e manutenção de mistério em cadência vertiginosa, a trilha sonora é um elemento fundamental nesta imersão ao universo de Michael Myers. 40 anos depois, o tema inspirado em Bernard Hermann e John Williams, em especial, nas composições de Psicose e Tubarão, respectivamente, ganhou maior qualidade sonora, numa demonstração da possibilidade de ser complexo com o uso de apenas duas notas.

Aliada aos aspectos visuais, a trilha ganha corpo e expressividade. Assinado por Richard A. Wright, o design de produção investe em cores opacas e ambientes soturnos, sem cores vivas que denotem sentimentos esperançosos. Com cenografia de Missy Berent Ricker e direção de arte de Sean White, o filme entrega ao responsável pela direção de fotografia os espaços de circulação para os personagens, numa calculada expressão de suas dimensões (físicas, psicológicas e sociais), bem como de suas necessidades dramáticas.

Michael Simmonds, ao comandar os movimentos, enquadramentos e iluminação, constrói a atmosfera adequada, acertando especialmente na composição de ambientes que mesmo diante da ausência de luz abundante, consegue tornar visivelmente compreensível o que é apresentado, o que torna a narrativa dirigida por David G. Green um filme de terror esteticamente sofisticado.

Há quem diga que os realizadores pretendem investir numa sequência, algo desnecessário. Quando Halloween – H20 – Vinte Anos Depois foi lançado, o desfecho deixava claro que não havia saída para outro embate entre Michael Myers e Laurie Strode, mas os produtores conseguiram criar uma manobra absurda, apesar da premissa interessante, pondo o assassino mascarado na casa onde viveu uma pequena parte de sua infância, local transformado num cenário para um reality show. O resultado foi desastroso, o que culminou em talvez um dos piores filmes da franquia.

O final de Halloween deixa espaço para a possibilidade de uma continuação, mas não acho que seja interessante insistir em manter o assassino em filmes que se esforçam para tornar a mitologia de personagens tão primorosos num exercício barato de ficção. Quer sentir a sensação eletrizante? Assista, anualmente, Halloween – A Noite do Terror, Halloween H20 – Vinte Anos Depois e Halloween, versão 2018. Se possível, adquira a nova trilha sonora. Faça a sua maratona e esqueça mais uma trajetória de sangue para Michael Myers. Suspensão da crença às vezes precisa encontrar seus limites e o antagonista já deixou rastro de sangue suficiente para a nova geração.

De volta aos meandros das reflexões de Noel Carroll, os antagonistas, de acordo com seu ponto de vista, precisam causar algum tipo de ressonância psicossocial nos espectadores, o que nos leva a observar que os “monstros” mudam de acordo com os seus respectivos “tempos”, numa relação de constante transformação. Horrível, para nós espectadores, é observar que velhos temas parecem nunca ganhar um desfecho.

Para Carroll, é possível observar que “os ciclos de horror surgem em épocas de tensão social e que o gênero é um meio pelo qual as angústias de uma era podem se expressar”. O autor reafirma constantemente que o horror é útil neste sentido por causa da atenuante sensação de medo e angústia. Após 40 anos do filme de 1978, o subtexto de Halloween parece o mesmo. Quer algo mais assustador que isso?

Antes de encerrar, rapidamente de volta aos meandros das referências, só eu que achei o desfecho uma homenagem aos últimos instantes de O Massacre da Serra Elétrica? Outra coisa: a cena com Allyson na parte traseira do carro da polícia não lembrou a vocês a personagem de Sarah Michelle Gellar em Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado? Para refletir.

Halloween (Estados Unidos – 2018)
Direção: David Gordon Green
Roteiro: Danny McBride, David Gordon Green, Debra Hill, Jeff Fradley, John Carpenter
Elenco: Jamie Lee Curtis, Andi Matichak, Carmela McNeal, Chris Holloway, Christopher Allen Nelson, Drew Scheid, Dylan Arnold, Haluk Bilginer, Hannah Russell, James Jude Courtney, Jefferson Hall, Judy Greer, Marian Green, Miles Robbins, Nick Castle, Omar J. Dorsey, Pedro Lopez, Rhian Rees, Rob Niter, Robert Fortunato, Toby Huss, Vince Mattis, Virginia Gardner, Will Patton
Duração: 109 min

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55 comentários

Marcelle Rosa 27 de outubro de 2019 - 23:17

Como amante de toda a história e série de filmes de Halloween e do gênero de terror, sou meio suspeita para falar.
Esse apesar de não apresentar conexão com outros, trata um pouco sobre a mente humana. Não só de Laurie e Michael. É possível observar também o psiquiatra Dr. Sam Loomis, que parece ter adquirido algum traço de psicopatia, onde quer fazer experimentos de usar Alysson de frente ao Michael fazendo com que ela corra risco de ser morta, com intuito de saber o porque ele mata, se há algum gatilho para a forma que Michael age.
O filme é incrível, as músicas usadas casaram bem para criar o suspense que é necessário. E dia 31 provavelmente, será ele que eu e a turma de casa vai sentar para assistir ❤

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Anônimo 6 de dezembro de 2020 - 12:07
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Geisy Souza 27 de outubro de 2019 - 23:08

Apesar de não gostar de filme de terror, esse é bom e soube me cativar enquanto eu assistia. Não sei muito sobre os filmes anteriores, mas este tem uma história bacana, o cenário assustador no dia de halloween foi essencial para transmitir a mensagem que o filme queria, a trilha sonora também se encaixou perfeitamente junto com os enquadramentos, fazendo com o que atenção do telespectador se mante-se firma na tela. O filme em si tem uma história interessante que com certeza em comemoração aos 40 anos do mesmo foi muito bem feita, com o trabalho eu pude pesquisar e compreender um pouco mais sobre o filme e personagens, me despertando o interesse de fazer o mesmo com outros filmes também, obrigada professor.

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Anna Tereza 27 de outubro de 2019 - 22:16

Apesar de não saber a relação do filme com a franquia de 1978 e as diversas sequencias produzidas. Assim que assistir Halloween (2018) pela primeira vez, tive algumas duvidas há respeito do filme, e o porquê de todo esse sentimento de vingança expressado no personagem de Michael, algo que vai ficando mais claro no decorrer do filme. Além disso, é totalmente carregado de uma trilha sonora muito interessante, onde é usado em diversas vezes o método do “casamento forçado” por Chion, valorizando o som e a sua conexão com as imagens produzidas. Não acredito que o filme tenha uma continuação, mas é algo que fica evidente na sua ultima cena, focando bem na faca despertando um tom de possibilidade. Caso isso aconteça, acredito que seja algo relacionado a sobrinha Allyson, tomada por um espirito, ou por lembranças do ocorrido quando jovem, criando assim uma obsessão pelo caso, mostrando a historia de Michael ao ponto de surtar e apoiar Michael e seus motivos por tanta tragédia. Relaciono a continuação também com Allyson, por ser de uma nova geração.

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Anna Tereza de Jesus Paraiso 27 de outubro de 2019 - 22:07

Apesar de não saber a relação do filme com a franquia de 1978 e as diversas sequencias produzidas. Assim que assistir Halloween (2018) pela primeira vez, tive algumas duvidas há respeito do filme, e o porquê de todo esse sentimento de vingança expressado no personagem de Michael, algo que vai ficando mais claro de decorrer do filme. Além disso, é totalmente carregado de uma trilha sonora muito interessante, onde é usado em diversas vezes o método do “casamento forçado” por Chion, valorizando o som e a sua conexão com as imagens produzidas. Não acredito que o filme tenha uma continuação, mas é algo que fica evidente na sua ultima cena, despertando um tom de possibilidade. Caso isso aconteça, acredito que seja algo relacionado há sobrinha Allyson, tomada por um espirito, ou por lembranças do ocorrido quando jovem, criando assim uma obsessão pelo caso ao ponto de surtar e apoiar Michael e seus motivos por tanta tragédia. Relaciono a continuação também com Allyson, por ser de uma nova geração.

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Bruna Souza 27 de outubro de 2019 - 21:58

Pelo fato da última cena ter focado na faca na mão de Alysson, logo após sua avó Laurie ter supostamente matado o Michael nos deixar a imaginar, será que ela poderá virar a próxima assassina em série? Uma mulher? Bom, podemos pensar em várias possibilidades, uma delas é que Michael não estar morto, mas o foco na faca foi só um novo recomeço que irá de geração a geração.

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Jaitai Ribeiro 27 de outubro de 2019 - 21:48

Michael Myers nosso primeiro e lendário serial killers dos filmes de terror <3 Adorei a indicação e confesso que me deu calafrios e to ansioso pro próximo filme, até porque o filme é todo baseado no que de fato é "Michael Myers" e com aquele índice(faca) do final e aquela agitação do hospital psiquiátrico podemos ver claramente que não se trata apenas de uma pessoa comum, inclusive me lembrou o espirito do coringa.
Ansioso pro proximooooooooo

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Ana Carolina 27 de outubro de 2019 - 21:32

Filme para reflexão. Nos faz pensar como somos reféns da nossa própria mente e o quão perigosa ela pode ser quando não está a nosso favor.

Responder
Alcides Pinheiro 27 de outubro de 2019 - 21:14

Em minha minha primeira impressão achei que seria só mais um filme de terror genérico, mas me impressionou o modo como o filme se desenrola nos momentos finais. A apresentação dos personagens foi feita de forma muito fluida, permitindo mesmo os que não conhecem o clássico de 1978 conseguem compreender todo o universo cinematográfico dos eventos.
Myers é o personagem misterioso que nos deixa muitas dúvidas a seu respeito, principalmente quanto à seu psicológico e a razão do mesmo não falar, entretanto, isso é algo que agrega à personalidade clássica do assassino sinistro e imcompreensível que incita nossa imaginação para buscar compreender a motivação dele para essa brutalidade; Isso ainda se confirma no filme, na busca desesperada do psicólogo de michael por entender o assassino que existia em seu paciente.
Laurie surpreende com sua genialidade, e seu cuidado para com sua filha Karen ensinando a mesma desde criança a se defender e a utilizar armas e fogo, logo como, 40 anos depois de ser perseguida por Michael, ao saber que o mesmo havia se libertado da prisão vai ao embate para proteger a si mesma, a sua filha e a família dela.
O filme é ótimo, porém ainda possui alguns efeitos especiais que poderiam ser melhorados. Além disso, o filme peca um pouco na velocidade dos eventos mas continua sendo um ótimo remake e eu estou muito ansioso para a possível continuação.

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Antônia Fernanda 27 de outubro de 2019 - 21:14

Um filme muito bom, me prendeu do início ao fim. Achei que a narrativa deixou algumas falhas, mas de fato um filme muito bem produzido, uma história bacana e que se for haver uma continuação, deveria mostrar a história do Michael. Para onde os pais deles foram?
Será que o Michael é obcecado por Laurie? De uma forma sexual 🤔

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Ana Carolina 27 de outubro de 2019 - 21:40

Filme para reflexão. Nos faz pensar como somos reféns da nossa própria mente e o quão perigosa ela pode ser quando não está a nosso favor.

Responder
Jadson Nascimento 27 de outubro de 2019 - 16:04

Acredito que a grande marca nesse filme é a forma como os planos são apresentados, fazendo um casamento com as expressões faciais. O detalhe na faca na mão de Alysson no final do filme é um exemplo disso, e outro momento que podemos notar o plano sequência é quando ele volta para Haddonfield e comete uma séria de assassinatos.
Desde o momento em que é mostrado que Laurie tem conhecimento de que Michael conseguiu escapar, fica nítido(para quem está assistindo pela primeira vez) que a trama vai girar em torno deles dois, porém Alysson é inserida de uma forma em que faz o espectador acreditar que ela terá mais espaço na trama, o que não acontece.
A paleta de cores é totalmente voltada para o escuro, confirmando assim a noite de Halloween.
Existe toda uma crítica por trás de todo o terror, como mudar a imagem a mulher precisa de um homem para se defender.
E podemos ver o clichê de sempre, a policia fazendo papel de figurante como em todo filme(risos).

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Fabiola Oliveira 27 de outubro de 2019 - 14:03

Filme muito bom!! não gosto de terror, mas esse foi demais 👏

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Valmir Soares 27 de outubro de 2019 - 13:49

Excelente filme, porém, fica o questionamento, quais os fatores psicológicos, que levaram a Michael a cometer essa série de assassinatos?!

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Aiala Moreno Paranhos 27 de outubro de 2019 - 13:08

Filme muito bom!! Não senti muito medo, mas a adrenalina compensa mt. Sem falar que o filme é muito sangrento!!

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Aiala Moreno Paranhos 27 de outubro de 2019 - 13:08

Filme muito bom!!! Não dá mt medo, mas a adrenalina é incrível, sem falar da adrenalina

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Elder Lima 27 de outubro de 2019 - 12:34

Espero que Na segunda parte de Halloween tenha uma dedicação exclusiva ao que motivou e o tornou a transformar-se nesse “mau maior” mesmo sabendo que não há respostas para questionamentos primários.Elder

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Roseane Argolo 27 de outubro de 2019 - 11:15

Na questão estética do filme destaca-se tons neutros e escuros, as paisagens exibidas não trazem cores vivas, o que remete ainda mais ao terror abordado. O plano sequência é bastante usado, não tendo recortes de cenas, principalmente quando Michal volta na noite de Halloween e começa a fazer suas vítimas, cenas dos assassinatos, que apesar de explicitas, apesar da crueldade não traz um grande enfoque ao sangue, percebe-se que não é um terror forçado pelo excesso, mas pelas riquezas de detalhes, as expressões corporais, e a trilha sonora compõem o objetivo do terror.

Halloween 2018 é lançado 40 anos após sua primeira exibição em 1978. Nota-se uma interessante relação entre a ficção e a realidade, quando traz a mesma atriz como protagonista para viver a versão mais atual do filme, que no seu roteiro irá destacar como está a vida da personagem 40 anos após o massacre sofrido ainda na sua juventude e também a transferência do vilão, também em uma época de Halloween.

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Caio Batista 27 de outubro de 2019 - 02:49

Talvez tenha sido apenas por ter visto Coringa recentemente, mas depois de assistir Halloween (2018) imaginei que Michael Myers, se de fato estiver morto, talvez pudesse se tornar um manto coletivo através do qual outros criminosos – até com motivações mais complexas – expiassem seus desejos mais obscuros.

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MARCOS HENRQUE FERREIRA 25 de outubro de 2019 - 15:21

O filme HALLLOWEEN, foi muito bom , eu nunca assistir filme de terror, minha primeira impressão foi muita boa, filme te deixa numa expectativa total, uma drenalina total, cada detalhe do filme e importante ele te faz analisar o filme do inicio ao fim, para telespectador tem convicção de tudo que acontece.

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curiosa gospel 1 de julho de 2019 - 15:11

qie porcaria comparado ao 1 e 2

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Jason Mota 4 de março de 2019 - 17:53

O que mais me agradou no filme, é que ele me empolgou e me divertiu muito, coisa que nunca senti assistindo as sequências lá atrás.

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Renée Salomão 4 de fevereiro de 2019 - 00:19

Só pra te falar, a Música tema de Halloween foi inspirada na música Tema de início do filme de 2 anos atrás, 1976, do DIRETOR DARIO ARGENTO, chamado: PROFONDO ROSSO no origina, em inglês: DEEP RED, OU AQUI NO BRASIL, PRELÚDIO PARA MATAR.
Inclusive o próprio John Carpenter falou sobre isso. Aliás melhor falando, não só a música Tema foi inpirada em PROFONDO ROSSO, como a própria história de Michael. No começo do filme já começa com um assassinato envolvendo uma criança…
Veja o filme se puder, é um filme maravilhoso. É do gênero Giallo, o Gênero de filmes italianos de suspense e terror, que deram inspiração para os SLASHERS americanos.

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O Homem do QI200 30 de dezembro de 2018 - 18:25

Como eu nunca tinha comentado na crítica desse filme? O filme é muito bom, a felicidade de ver um bom filme de um ícone do cinema que estava tão degastado foi gratificante. Michael Myers se impõe a ponto de dar medo e gostei bastante de que desde os eventos de 78, a Laurie Strode estava se preparando para tal momento. Mais o meu ponto alto para o filme vai para a trilha sonora que pqp te coloca dentro do filme mesmo.

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Bruno [FM] 5 de dezembro de 2018 - 17:21

Citei APENAS 2 coisas que gostei no Halloween do Zombie. APENAS. Que foram: violência e sangue frio (que poderia se encaixar também dentro de sadismo e realismo nas cenas). Apenas isso. Coisa que por “descaracterizar” o Myers do clássico, desagradou muito os fãns.

Falar sobre o passado do Myers também não ficou “fora” pra mim do que poderia ser aceitável para alguém não tão “apegado” ao clássico de 1978. Achei até bacana. Até porque, psicologicamente falando, pessoas que matam animais na infância por exemplo, ou de alguma forma sentem prazer em maltratá-los, possuem mesmo uma grande tendência a se tornarem psicopatas de verdade na fase adulta. Então, o Zombie não se fundamentou só em besteiras quando quis construir “O Início” do Myers. O pai alcoolatra é o de menos. A questão foi a falta de ESTRUTURA e amor familiar que chegou a todo esse “pure evil”.

Gostei da cena da mãe prostituta com aquela trilha sonora no pole dance. E a atuação da protagonista (mesmo sendo exagerada, como muitos falaram), achei muito boa por sinal! (ao menos gritar de verdade ela sabe). Enfim, a sequência ele veio com aquele cavalo branco e o Myers “mendigo” que foi um grande erro, mas que cena de assassinato foi aquela na amiga “ex-sobrevivente” da Laurie? Nossa. Foi uma das cenas mais CRUAS que vi num filme de terror.

Já o resto, apaga.

Junto com os vários equívocos de toda a franquia de Halloween. Como tentar por exemplo, envolver seita satânica em uma delas. Afinal, não foi só o Zombie que fez merda né. Talvez o Zombie recebeu a oportunidade certa, em uma franquia errada.

Falouuu!

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Jeff Martins 13 de novembro de 2018 - 12:47

Falo como fã de carteirinha da série, apreciador do outono de Haddonfield e das folhas secas pelo chão das ruas, embalado pela icônica trilha construída pelo próprio John.
Esse filme é um completo equívoco, do início ao fim. Poucas vezes o Michael foi tão descaracterizado, talvez só o boçal do Zombie tenha feito o msm naquelas duas coisas q ele ejetou do intestino em 2007/2009.
O que deveria ser uma homenagem aos 40 anos (tal qual o H20 foi pelos 20, só q aqui, bem melhor pensado) se torna apenas um dos incontáveis exemplares desses filmes de horror atuais, genéricos ao extremo, sem o menor sentido na premissa, diálogos q n podem ter saído da mente de alguém criativo, construção porca e videoclipeira, personagens q beiram a estupidez de tão mal construídos, um show de horror e uma faca no coração de quem conhece a mitologia em torno da série.
Aqui temos não um Michael Myers, o assassino q outrora tinha toda uma finesse no seu lindo modus operandi, aqui temos um Michael Voorhees sem tirar nem por, um personagem puramente Zombiano, q erro. E a Laurie? Nossa, o q fizeram c a nossa screen queen, ela n merecia esse roteiro, aliás, ngm merecia, Donald Pleasense n merecia, jamais ter seu nome mencionado numa obra tão equivocada, tendo o seu já eterno Dr manchado nesse “remake” de mal gosto e o saudoso Moustapha tbm felizmente n está aqui pra ver seu filho Malek permitindo.tamanho desrespeito a obra do pai.
Enfim, nada funciona, os personagens saíram da mesma linha de produção e tantas outras de hj em dia, Michael n é Michael Laurie n é Laurie….eu que fui ver esperando ao menos uma digna homenagem, sai c a sensação d q fizeram algo pior c a minha série do q já haviam feito em Halloween 5, Ressureição e nos péssimos produzidos pelo Rob ( quando digo produzir, me refiro a produção q fazemos no banheiro sentado).

A saudade do fim de tarde avermelhado c as folhas secas laranjas ao longo das ruas pacatas de Haddonfield, permanecem.
Infelizmente, n foi dessa vez.

Responder
Bruno [FM] 3 de dezembro de 2018 - 17:21

” o assassino q outrora tinha toda uma finesse no seu lindo modus operandi…” – Cara, parei de ler seu comentário aqui.

Responder
Rafael N Motta 30 de outubro de 2018 - 10:53

Filme e critica excelente, parabéns! Fiquei com uma duvida, eu lembrava que a Laurie era irmão do Michael, mas no filme tiram isso da história. Afinal ela é ou não irmã dele?

Responder
Bruno [FM] 5 de novembro de 2018 - 10:35

Pois é. Isso me deixou intrigado também. Mas depois eu estava lendo na internet que como no clássico original isso não fica definido (só fala que eles são irmãos na sequência – Halloween 2), então preferiram deixar dessa forma nesse. Mas sei lá, estranho né…

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Dereck Vinicius 12 de outubro de 2019 - 02:50

Não sei se você se lembra da cena em que a neta da Laurie está conversando com dois amigos, e um deles pergunta da história e lembra que eles eram irmãos, mas a neta da Laurie fala que foi só inventado e que tudo era mentira, então baseado nisso eles não são irmãos.

Responder
Robert William 29 de outubro de 2018 - 01:40

Achei o filme muito bom! Me surpreendeu pra ser sincero… A cena do bebê me deu um nervoso… kkkkkk e tomei o maior baque na cena em que o doutor do Michael Myers mata o policial e coloca a máscara, estava prestes a ficar puto com o decorrer do filme, mas foi só uma pegadinha do diretor kkkkkk

Responder
Bruno [FM] 30 de outubro de 2018 - 17:24

Baque quem vai tomar é o povo que ainda não viu o filme lendo esse seu baita SPOILER né amiguinho.

Responder
Anônimo 28 de outubro de 2018 - 01:37
Responder
Mera Rainha de Atlântida 27 de outubro de 2018 - 18:25

Achei bem decepcionante, além do fato do trailer ter revelado quase todas as boas cenas, o ritmo é muito rápido e não existe tempo hábil pro espectador se envolver com a trama e os personagens. Basicamente, funciona pelo aspecto nostálgico, mas o roteiro falha muito na profundidade dos acontecimentos. Achei que a Laurie Strode deveria ter sido melhor aproveitada, demonstrando a sua paranóia e dor com mais profundidade do que foi mostrado.

Responder
Bruno [FM] 29 de outubro de 2018 - 12:12

Nossa, já eu achei bem explícito a neura da Laurie. Beeem explícito. E a Jamie deu um show de atuação nessas cenas inclusive.

Responder
Bruno [FM] 29 de outubro de 2018 - 12:13

[SPOILER]

Na cena que ela está no carro e vê o Michael sendo transferido, você tava onde? Tinha ido no banheiro?

Responder
Mera Rainha de Atlântida 30 de outubro de 2018 - 11:30

Não, eu assisti o filme inteiro sem perder nada. A cena do carro foi muito boa sem dúvida, o que me incomodou foi que não dá pra ver mais de como a paranóia da Laurie afetou todos da família e à ela própria de modo mais profundo. São dadas algumas explicações aqui e ali, mas não exploram o aspecto geral do problema.

Responder
Bruno [FM] 5 de novembro de 2018 - 10:30

Modo mais profundo? Mas Deus do céu kkkkkkk A véia é uma LOUCA no filme (A própria Curtis admitiu isso em entrevista) e você queria a neura dela pior? Ela fez da casa dela uma armadilha depois de 40 anos de trauma. A filha é visivelmente afetada por conta das neuras dela e até a neta nunca entendeu porque a família fica “freak” quando chega o Halloween, ano após ano…Acho que esse “modo mais profundo” que você queria, seria ela ter se tornado uma serial killer também? Até pensei que isso poderia acontecer. Mas que bom que escolheram um caminho em que vemos uma Laurie sendo uma mulher forte. Que escolheu vencer o seu trauma, não se tornar ele.

Responder
Mera Rainha de Atlântida 6 de novembro de 2018 - 21:20

Eu já vi que você é um defensor fervoroso, então vamos encerrar aqui.

Bruno [FM] 8 de novembro de 2018 - 08:54

kkkkkk só quis entender ué. Não fica bravo poxa. Aqui é terapia de grupo rs.

Bruno [FM] 25 de outubro de 2018 - 23:56

Como é bom pegar um bom e velho cinema – Essa foi a sensação que eu tive. “Nessa noite nós temos o porquê temer” – Essa é a frase que determinou como esse Halloween é basicamente a extensão de um clássico.

A questão agora não é Michael Myers. Mas Laurie Strode. E é isso o que “grita” nas telas do cinema com esse novo Halloween. Filme de erros e acertos. Mas erros que se apagam com o tamanho do CLÍMAX construído. De uma coisa tenho certeza, Jamie Lee Curtis pode se orgulhar de sua carreira e sair com a sensação de “dever cumprido”.

Não sei dizer se o roteiro foi ousado ou inerente em simplesmente ignorar todas as outras sequências para se ligar diretamente ao original, mas aqui acredito que as coisas foram além. Aqui o prazer foi reunir. Foi ressurgir. Foi mostrar que as vezes o passado não quer ficar lá. Mas vem por 3 gerações como uma maldição prestes a ser quebrada em forma de filme.

A abertura me arrancou suspiros. E o desfecho, o medo de ser esfaqueado por algum estranho no cinema. A trilha sonora (ícone) está precisa. E pois é, até que enfim estão descobrindo nesse gênero que em certos momentos o SILÊNCIO absoluto é o maior aliado da construção do suspense e da agonia. E aqui vemos esse sincronismo com maestria.

Esse filme não é uma sequência. É uma homenagem! E não sei dizer se fazer outro será algo sensato. Já daqui a 20 anos, bom…não sei. Happy Halloween!

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Isaac 26 de outubro de 2018 - 23:54

@Bruno[FM] senti a mesma coisa assistindo o filme ontem.
Me senti (apesar de alguns furos no roteiro) respeitado.
A abertura me trouxe todo um sentimento de agonia, de medo, tensão. Não senti a hora passar, foi um filme espetacular do início ao fim.
Tbm não acho uma sequência necessária , mas como vc disse, quem sabe daqui a 20 anos.

Alerta de spoiller!!!

“Te peguei”- Judy greer

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Bruno [FM] 29 de outubro de 2018 - 12:09

“Te peguei” – Hahahaha Ela “mitou” demais né? Fala sério rs. Safadiénha.

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Isaac 25 de outubro de 2018 - 10:16

Estava esperando anciosamente a critica.
Vi alguns sites dando 3,0 para o filme, chamando de clichê e tal.
Mas, como me identifico muito com as críticas de vocês, fique entusiasmado para ver.
Excelente critica.

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paulo ricardo 25 de outubro de 2018 - 18:04

N Rotten Tomatoes tá c 79 % de aceitação . quer dizer q é bom então …

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ding ding ding 25 de outubro de 2018 - 08:18

Notei que esse filme tem dividido opiniões. Enquanto metade da crítica classifica ele como excelente, a outra metade classifica como razoável.

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Bruno [FM] 26 de outubro de 2018 - 10:03

Porque esse povo não sabe o que quer. Vem o Zombie fazendo um remake com coisas diferentes/inovadoras acham ruim. Vem esse agora se assemelhando ao original, acham clichê. Meu! Vão se $$%¨&¨&###%¨&&* né.

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Jeff Martins 13 de novembro de 2018 - 13:15

Trilha sonora
Fonte dos caracteres iniciais
Jamie Lee
Ok, o Nick Castle fez parte
Alguma citação aleatória ao pure evil

Ademais, me diga no que essa pataquada se assemelha ao original…outra, que ideias inovadoras o Zombie acrescentou a série.
???

Cara, tu tá escrevendo muita merda .
Pra coroar “o filme entrega personagens fortes” hahahahhaha
Esse aqui n deve ter muita noção do que é Halloween!

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Bruno [FM] 3 de dezembro de 2018 - 17:19

“Ademais, me diga no que essa pataquada se assemelha ao original…outra, que ideias inovadoras o Zombie acrescentou a série.
???” – TODO MUNDO sabe e viu que o Zombie entrou mais afundo no passado do Myers. Isso irritou muita gente na época porque o grande “que” do clássico original foi justamente não explicar muita coisa. E a dose de violência e sangue frio que ele colocou nas cenas (que por sinal, achei muito boas) foram sim, notáveis.

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Jeff Martins 4 de dezembro de 2018 - 16:19

Sim claro, o “pure evil” nada mais era do q um marginalzinho bullynado na escola, família em frangalhos, mãe stripper, figura paterna bêbado alcoólatra, irmã putinha…nossa o Zombie é tá o genial e original n é! Ah sim, ele tbm usava camisetas do KiSS (haahhahahahahah) e pra coroar…amava matar animaizinhos kkkkkkkkkk!!!!

Genial não, vc deve ter achado uma ideia tão inovadora n é?
Vc deve amar o mundo Zombiano White trash, todos os homens cabeludos todo mundo desbocado (até o Loomis gahahahahahahahahahahahahahhahahahahahahahahahahahahah), esse era o real passado do assassino concebido pelo John e pela Debra em 78.
Nossa que ideia de Jenio! Ah sim, ia esquecendo, outra coisa genial foi tentar conferir um ar de herói incompreendido ao Michael. Parabéns Zombie, vc foi excelente! Hahahahaha

Mano, paro por aqui pq tu n tem conteúdo algum pra discutir essa série cmg.

Flw.

Diones Leal 29 de dezembro de 2018 - 09:40

Rapaz… Eu ia comentar mas vc resumiu tudo que penso. Parabéns pelo comentário.

Responder
b 25 de outubro de 2018 - 01:42

sou muito fã do original, do III e dos filmes do rob zombie.
esse aí me pareceu muito interessante no trailer, mesmo com a premissa sendo bem mais do mesmo. não sei o que será do diretor, que nao me parece o melhor indicado pro assunto (esperava um wingard ou um mike flanagan da vida).

esperançoso para o filme!!

Responder
Kelly Granuzzio 24 de outubro de 2018 - 14:57

Concordo em tudo!
Acabou? Acabou….já deu um fim para a história, não tem necessidade de continuar.
Quem é fã vai dar nota 10! Pq ta envolvido com os personagens e quer ver o fim.😀

Responder
Eric Matheus Silva da Costa 24 de outubro de 2018 - 14:29

esperava no máximo 3.5 estrelas, mas nunca 4,5!!!
Parece que o retorno a franquia vai ser melhor do que eu esperava.

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Saulo Henrique 25 de outubro de 2018 - 08:49

Po, eu pensei isso também.
QUATRO ESTRELAS E MEIA? CARAI BORRACHA..

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