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Crítica | Hemlock Grove – 1ª Temporada

por Ritter Fan
1154 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 1,5

Quatro palavras definem bem a primeira temporada de Hemlock Grove: “que p#$$@ é essa?”

Desculpem-me, mas tive que começar assim. Sabe quando você junta um monte de crianças em um restaurante e elas começam a fazer “experiências” misturando todo tipo de refrigerante e suco com todo tipo de molho e tempero que passa pela frente delas em um recipiente para cada um provar depois e bater no peito mostrando coragem? Pois é. Isso é Hemlock Grove. E eu me senti não como as crianças fazendo a experiência, mas sim como um dos pais que é “forçado” a provar a gororoba.

E eu provei. E bebi até o fim. E sinto-me na obrigação de dizer a todos os meus leitores: fiquem longe de Hemlock Grove. É uma gigantesca bola fora do Netflix, nada que, claro, macule seus outros acertos, como House of Cards, Lilyhammer e Orange is the New Black, mas, mesmo assim, um tirambaço n’água, daqueles de dar vergonha alheia. E juro que não sei como convenceram Famke Janssen e Dougray Scott a participarem dessa mixórdia.

Bem, mas vamos lá. A história se passa na cidade fictícia na Pensilvânia que dá nome à série. O local é literalmente comandado pela família Godfrey, dona de um laboratório high tech no prédio mais alto da região. Olivia (Janssen) é a matriarca, mãe de Roman (Bill Skarsgård) e de Shelley (Nicole Boivin). Há, ainda, o Dr. Norman Godfrey (Scott), irmão do finado marido de Olivia e amante dela, além de pai de Letha (Penelope Mitchell) com Marie (Laurie Fortier), sua esposa. Fora do seio familiar, há Peter Rumanceck (Landon Liboiron) e sua mãe Lynda (Lili Taylor), dois ciganos que acabaram de se mudar para a cidadezinha e vivem em um trailer. 

O ponto de convergência entre os dois polos acima, que ainda contam, claro, com um vasto número de personagens coadjuvantes, incluindo o xerife Tom Sworn (Aaron Douglas), pai de gêmeas, o misterioso cientista Dr. Johann Pryce (Joel de la Fuente), que trabalha na torre dos Godfrey e a veterinária/caçadora Dra. Clementine Chasseur (Kandyse McClure), é uma série de brutais assassinatos ocorridos em sucessão com vítimas jovens dilaceradas por algum tipo de animal (ou não…). Nessa investigação envolvem-se todos os personagens e Roman e Peter se conhecem e passam a formar um estranho e hesitante laço de amizade, uma espécie de bromance de terror.

Até aí, ok, maravilha. Seria uma história bastante comum e nada especial. O problema é que quando Eli Roth, um dos produtores executivos e o criador do livro que deu base à série, Brian McGreevy, começam a emprestar características “incomuns” à narrativa, eles colocam os pés pelas mãos, com exageros risíveis. Descontando por um momento a quantidade enorme de sangue, partes de corpos e tripas que vemos ao longo dos 13 episódios da temporada, o grande problema é que todo mundo – sem exceção – tem algum tipo de mistério. Um dos personagens é um lobisomem, outro é um vampiro (ou um “upir” só para não usar o nome mais comum), outro é literalmente um monstro com pele brilhante e por aí vai. E isso sem contar com a Dra. Chasseur (não é lindo quando os roteiristas tentam dar uma de esperto e coloca um sobrenome que significa o que o personagem faz?) que tem laços com alguma divisão da Igreja Católica que caça demônios (ela é o Van Helsing da história) e o Dr. Pryce, que, aparentemente, tem superpoderes… E mesmo os personagens “normais” têm anomalias, como a servidão doentia que o Dr. Norman sente por Olivia e a gravidez “por obra e graça do Espírito Santo” de sua filha Letha, que é tratada com uma naturalidade absolutamente patética.

É como a brincadeira de criança que descrevi no começo da crítica: pegaram tudo que existe de clichê de filmes e séries de terror e misturaram em uma série só que acaba ficando com um gosto muito ruim. É tudo imprestável? Certamente que não. Vê-se claramente o cuidado com os efeitos especiais (as poucas transformações de homem em lobo e vice-versa) são muito bem feitas, pegando emprestado do clássico Grito de Horror (The Howling), de Joe Dante. Além disso, a fotografia passa a temática geral de solidão e preconceito que perpassa toda a temporada, com cores frias e movimentos de câmera nervosos quando a ação exige.

No entanto, o peso de um roteiro que não sabe para onde vai se faz sentir por todos os episódios, tornando difícil simpatizar com qualquer personagem. Além do mais, talvez com exceção de Dougray Scott, que tem uma performance digna, todos os demais atores deixam muito a desejar, provavelmente em razão da ausência de foco da narrativa.

Hemlock Grove não funciona nem como experiência televisiva. É um show que é bem menos do que a soma de sua partes e que se beneficiaria de menos monstros, menos mistérios, menos plot twists e um pouquinho mais de coesão. Do jeito que é, trata-se de uma gororoba cor de burro quando foge que deixa gosto ruim na boca.

Hemlock Grove (Idem, EUA – 2013)
Criador: Brian McGreevy (baseado em seu romance)
Showrunners: Brian McGreevy, Lee Shipman
Direção: Eli Roth, Deran Sarafian, David Semel, David Straiton, TJ Scott
Roteiro: Brian McGreevy, Lee Shipman, Sheila Callaghan, Mark Verheiden, Daniel Paige 
Elenco: Famke Janssen, Bill Skarsgård, Landon, Liboiron, Penelope Mitchell, Freya Tingley, Dougray Scott, Lili Taylor, Kandyse McClure, Joel de la Fuente, Laurie Fortier, Aaron Douglas, Nicole Boivin
Duração: 45 a 58 minutos (por episódio)

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37 comentários

Neuzza Pinheiro 26 de agosto de 2017 - 18:15

Brilhante. Talvez a série que mais tenha se aproximado do monstro que se avizinha dentro de cada um, do caos, da desintegração mental provocada por essa loucura, por essa montanha russa. Já não há medida, nem tempo, nem espaço. Todos estão à mercê dessa máquina brutal que perdeu o controle. É a Torre Branca, representação demente de um não-futuro.É o bebê sozinho, apavorado, na “caixa”. Cena terrível.
Cada um de nós é um bebê assustado e solitário. Eu não espero que “mine” leite de algum lugar. Nem aguardo um roteiro, um roteador que sinalize por onde seguir. A máquina que inventa sangue, você viu? Sangue sujo, pegajoso, carregado de detritos, de…eu vomitei. Sinceramente. A mais grotesca poesia…

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Jean Felipe 1 de março de 2017 - 06:19

É pior que Crepúsculo a história (vdd), a musica é chata tb, mas eu gostei dos efeitos, fotografia, ambiente, maquiagem

Responder
Jean Felipe 1 de março de 2017 - 06:19

É pior que Crepúsculo a história (vdd), a musica é chata tb, mas eu gostei dos efeitos, fotografia, ambiente, maquiagem

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planocritico 1 de março de 2017 - 12:37

Tecnicamente, a série é boa mesmo, mas aí vem o roteiro e as atuações e tudo cai por terra…

Abs,
Ritter.

Responder
Miss Jackson 3 de setembro de 2016 - 20:18

Eu acho ao contrario. Essa serie cativou-me de uma forma maravilhosa e eu gosto da forma em que eles não explicam basicamente NADA. Isso me deixou muito curiosa, mas claro que tem alguns pontos negativos, como algumas narrativas lentas e episódios cansativos, mas, eu gostei muito e não achei rasa, já que, eles se aprofundaram bem nas historias/lendas e buscaram a mais real possível. Como o upir, que basicamente é um tipo de vampiro nem tão idealizado. Mas sua critica é bem legal, porem, em meu ponto de vista é uma serie muito boa! 🙂

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Miss Jackson 3 de setembro de 2016 - 20:18

Eu acho ao contrario. Essa serie cativou-me de uma forma maravilhosa e eu gosto da forma em que eles não explicam basicamente NADA. Isso me deixou muito curiosa, mas claro que tem alguns pontos negativos, como algumas narrativas lentas e episódios cansativos, mas, eu gostei muito e não achei rasa, já que, eles se aprofundaram bem nas historias/lendas e buscaram a mais real possível. Como o upir, que basicamente é um tipo de vampiro nem tão idealizado. Mas sua critica é bem legal, porem, em meu ponto de vista é uma serie muito boa! 🙂

Responder
planocritico 5 de setembro de 2016 - 16:26

Infelizmente, Hemlock Grove não funcionou para mim, mas fico feliz que tenha gostado!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 5 de setembro de 2016 - 16:26

Infelizmente, Hemlock Grove não funcionou para mim, mas fico feliz que tenha gostado!

Abs,
Ritter.

Responder
Diana Krüger Martins 7 de março de 2016 - 21:56

Recentemente vi Penny Dreadful (que estava na minha lista a um tempo) e logo depois quis continuar no gênero horror e fui conferir Hemlock Grove. De cara pude comparar ambas as séries e me dar de conta do quanto Hemlock Grove é mal escrita! Sério, que contraste, foi quase didático perceber as diferenças na construção das duas séries. Imagine todas as coisas que fazem Penny Dreadful ser tão cativante (personagens carismáticos, enredo bem arrematado, atuações naturais, história que se desenvolve de forma fluida, nos mantendo interessados) levadas ao extremo oposto. O resultado é Hemlock Grove. Tudo ali é jogado de qualquer jeito, as situações de tensão são extremamente forçadas, a nudez e a violência não tem nenhum propósito para a história, os diálogos são mal construídos e os atores parecem estar numa peça de escola…Que tiro no pé essa série.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 23:05

Sem fazer qualquer tipo de comparação, Hemlock Grove já é uma atrocidade; com a comparação então, deve ter sido de chorar. Mas confesso, por outro lado, que deve ter sido uma experiência bem interessante a sua, ao navegar de uma série muito boa para uma muito ruim do mesmo gênero, deixando bem claro o abismo existente entre as duas.

Obrigado por compartilhar sua experiência!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 23:05

Sem fazer qualquer tipo de comparação, Hemlock Grove já é uma atrocidade; com a comparação então, deve ter sido de chorar. Mas confesso, por outro lado, que deve ter sido uma experiência bem interessante a sua, ao navegar de uma série muito boa para uma muito ruim do mesmo gênero, deixando bem claro o abismo existente entre as duas.

Obrigado por compartilhar sua experiência!

Abs,
Ritter.

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Diana Krüger Martins 7 de março de 2016 - 21:56

Recentemente vi Penny Dreadful (que estava na minha lista a um tempo) e logo depois quis continuar no gênero horror e fui conferir Hemlock Grove. De cara pude comparar ambas as séries e me dar de conta do quanto Hemlock Grove é mal escrita! Sério, que contraste, foi quase didático perceber as diferenças na construção das duas séries. Imagine todas as coisas que fazem Penny Dreadful ser tão cativante (personagens carismáticos, enredo bem arrematado, atuações naturais, história que se desenvolve de forma fluida, nos mantendo interessados) levadas ao extremo oposto. O resultado é Hemlock Grove. Tudo ali é jogado de qualquer jeito, as situações de tensão são extremamente forçadas, a nudez e a violência não tem nenhum propósito para a história, os diálogos são mal construídos e os atores parecem estar numa peça de escola…Que tiro no pé essa série.

Responder
Rogerio Costa 17 de dezembro de 2015 - 03:16

É pela critica e pelos comentários , eu nem vou perder meu tempo, assistindo essa série.Só tenho q agradecer a vcs, pq salvaram algumas horas da minha vida rsrsrsrs.

Responder
planocritico 17 de dezembro de 2015 - 14:18

@disqus_hjg2Vf5HNy:disqus, olha, não sou de dizer para as pessoas para não assistirem algo, mas Hemlock Grove é um dos trabalhos mais fracos do Netflix. Fique com House of Cards, Kimmy Schmidt, Lilyhammer, Arrested Development, The Killing, Demolidor, Jessica Jones e outras séries do canal de streaming. Essa realmente é abaixo da crítica.

Abs,
Ritter.

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Carlucio Junior 13 de julho de 2015 - 20:57

Primeiramente, eu amei a série. Por um lado pela grande mistura e por outro pela bagunça nos primeiros episódios. Sim, isto deveria ser motivos para odiar mas com o final da série muitas coisas são explicadas claramente que estava na cara e que era uma enorme bagunça anteriormente. Gostei da atuação principalmente dos personagens Olívia e Roman. Me julguem mas meu ponto de vista é inverso e é isto que me deixa satisfeito com a “esquizofrenia” da série.

Responder
planocritico 14 de julho de 2015 - 15:00

@carlucio_junior:disqus, que bom que ela funcionou para você. Comigo não deu certo de jeito nenhum. Muito perdida e fazendo esforço demais para colocar o máximo possível de clichês dentro de uma estrutura fraca.

Abs,
Ritter.

Responder
Davi Elias 17 de junho de 2015 - 22:40

Gosto dessa série justamente por sua “confusão” twin peaks e confuso em muitos momentos porém é de pura gratidão assistir toda aquela esquizofrenia.

Responder
planocritico 18 de junho de 2015 - 00:32

Twin Peaks é misterioso. Hemlock Grove, para mim, pareceu apenas uma colagem de clichês de horror.

Abs,
Ritter.

Responder
Andressa Bitencourt 21 de março de 2015 - 15:48

Comecei essa série ontem. Por pura curiosidade mesmo. Já estou no episódio 4 e o que mais me incomodou foi a confusão que a história está sendo contada. Ok, é o começo da série, outras explicações poderão vir depois, mas não dá curiosidade de continuar pelo simples fato de nada explicar nada. Essa foi minha primeira impressão da série.
Achei as atuações bem fracas, mas nada que incomode tanto.
E a única coisa que eu gostei mesmo foi a cena da transformação do cigano em lobinho.
Até fiz um post falando sobre essa série ontem em meu blog (http://anniebitencourt.com.br) e ainda to pensando seriamente se vou em frente e termino a temporada.

Responder
planocritico 21 de março de 2015 - 20:32

@andressabitencourt:disqus, como eu disse na crítica, é bem ruim essa série e vai ficando progressivamente pior…

Abs,
Ritter.

Responder
Renata 17 de março de 2015 - 12:32

Só assisto pelo Bill Skarsgård qualquer cena com ele vale a pena, ainda estou na 1ª temp, mas estou começando a concordar com a critica, achei ótimo até o terceiro cap. depois começou a ficar confuso, as personagens falam frases soltas que nada tem a ver com o resto, não acho as atuações tão ruins, acho que o problema é o roteiro sem sentido.

Responder
planocritico 17 de março de 2015 - 18:45

@disqus_eKDJXJLMuB:disqus, pelo menos você encontra uma coisa boa, pois gosta do Skarsgard. Mas, nessa série, eu o achei muito ruim, juntamente com quase todo o resto do elenco. E, se você já não está gostando no 3º episódio, sinto informar que vai ficar pior…

Mas depois, quando acabar, volte aqui para dize o que achou do conjunto completo!

Abs,
Ritter.

Responder
Renata 23 de março de 2015 - 18:08

Parei no 3º epi da segunda temp. não aguentei, MUITO ruim, nem a beleza nordica do Skargard salvou.
Vc tem razão, foi sofrivel chegar até o fim, só sinto pelo Bill e o Landon, espero que consigam papeis melhores 🙁

Responder
planocritico 23 de março de 2015 - 19:55

He, he. Para você ver o que eu sofri vendo essa desgraça…

Abs,
Ritter.

Responder
Vitória Bodrin 20 de outubro de 2014 - 22:31

Também achei uma bostinha ate o 2 episódio, so que sinto informar que se vc for curioso(a) como eu, por pior q vc ache vc vai assistir. Eu continuei por uma necessidade enorme de saber o que acontecia. “O que seria do azul, se todos gostassem do amarelo?”

Responder
planocritico 21 de outubro de 2014 - 01:24

Olá @vitriabodrin:disqus. Fui até o final justamente porque sou curioso (e insistente e porque queria escrever a crítica!). Não melhorou minha percepção da série, porém. Infelizmente, para mim, ela não funcionou ao atochar a narrativa de clichês do gênero, pecar pela tentativa de choque barato e pelas péssimas – terríveis! – atuações.

E ainda digo mais: estou vendo a 2ª temporada! 🙂

Mas diga aí: você foi até o final e achou o que? Gostou, não gostou? Qual é seu veredito?

Abs, Ritter.

Responder
Vitória Bodrin 21 de outubro de 2014 - 01:29

Acabei a 1 temporada hoje. Achei meio, na vdd muito sem noção, mas eu gostei principalmente pq ela nao conta uma “história” no inicio pra vc ficar por dentro de tudo, eles deixam vc “boiando” ai vc tem q assistir pra entender, confesso que só vim entender no fim da temporada. Vou assistir a segunda sim, fiquei muito curiosa.

Responder
planocritico 21 de outubro de 2014 - 01:37

Acho que “sem noção” é uma boa expressão para qualificar essa série. E isso que você disse, de deixá-la boiando, é outro aspecto que me chateou um pouco, pois, no lugar de tentar explicar um pouco, os roteiristas foram empilhando mistérios e mais mistérios até se perderem…

Mas, vamos ver o que acontece agora na 2ª temporada…

– Ritter.

Responder
Vitória Bodrin 21 de outubro de 2014 - 02:08

Concordo que se perderam, e muito. Vamos ver o que a 2 temporada nos guarda

Fábio Domiciano 18 de outubro de 2014 - 03:04

Crítica exagerada e tosca. E ainda termina com “a única performance digna foi a do Dougray Scott”, rs. A pior performance. A série é interessante e tem seus encantos. Recomendo que assistam!

Responder
planocritico 18 de outubro de 2014 - 05:09

@fbiodomiciano:disqus, o que seria do azul se todos gostassem do amarelo, não é mesmo? Obrigado pelo comentário! Abs, Ritter.

Responder
Ana Carolina Lima 22 de março de 2015 - 20:59

As pessoas pedem tanto por algo que não seja previsível e que explore polêmicas e quando isso acontece… elas voltam atras. Considero uma boa série, um pouco mais livre de preconceitos, fala de elementos que inicialmente vc acha estranho e não aceita, mas depois ela te faz quebrar essa paradigma, esses pensamentos coletivos que vislumbram a moral costumeira e mesmo que seja algo fantasioso o que é o charme da série, ela te faz pensar e repensar, procurar em meio a confusão o sentido de tudo, usa elementos extremamente violentos mas que é quebrado pelo exagero visual INTENCIONAL. E NÃO! não tem absolutamente nada a ver com Crepúsculo que de fato na minha humilde opinião foi uma heresia com as estórias de vampiro. quem não gosta de fantasia, violência,” polêmias” sexuais, nem assistam mas quem procurar algo novo é bom dar uma olhada.

Responder
planocritico 23 de março de 2015 - 02:12

Mas aí que está, @ana_carolina_lima:disqus, não vi nada imprevisível nessa série (a caçadora se chama Chasseur!) e nada de original, apenas uma colcha de retalhos de um monte de clichês que resultam em uma história de mistérios bobos.

De toda forma, nunca disse que essa série pode ser comparada com Crepúsculo. Não dá para fazer essa comparação.

Só que não consigo ver a imprevisibilidade, originalidade e a polêmica que você diz que a série tem. Hemlock Grove, para mim, é bobagem embrulhada com vistoso papel de presente. Bonitinho, mas ordinário.

Abs,
Ritter.

Responder
Diego Fonseca 5 de agosto de 2014 - 00:06

Gente, não aguentei nem os primeiros 20 min do primeiro cap kkk

Responder
planocritico 5 de agosto de 2014 - 02:14

Bem fraca a série, mas fui até o fim. E ainda estou vendo a segunda temporada! Gosto de tortura… – Ritter.

Responder
Lucas 26 de julho de 2014 - 10:42

Concordo, muito fraca, para discípulos de Crepúsculo… e só. Mas que fique claro, não assisti até o fim… Muito chato, desisti no começo.

Responder
planocritico 26 de julho de 2014 - 22:17

Não sei até onde você viu, mas tive sérias dificuldades de chegar até o final. Mas eu cheguei. Não sei se isso é bom ou ruim, porém… 🙂 – Ritter.

Responder

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