Home FilmesCríticas Crítica | Homem-Formiga e a Vespa (Sem Spoilers)

Crítica | Homem-Formiga e a Vespa (Sem Spoilers)

por Ritter Fan
140 views (a partir de agosto de 2020)

  • Leiam, aqui, nossa crítica com spoilers e, aqui, nosso Entenda Melhor com todas as referências e easter-eggs. Acessem, aqui, nosso índice do Universo Cinematográfico Marvel.

O 20º filme do Universo Cinematográfico Marvel traz de volta o Homem-Formiga, desta vez acompanhado da Vespa, como a cena pós-créditos do primeiro filme deixou entrever, em uma comédia leve e descompromissada que, porém, nunca chega a decolar de verdade. Ainda é um divertimento perfeitamente dentro do espírito da sub-franquia, mas Peyton Reed na direção e os cinco roteiristas (dentre eles o próprio Paul Rudd) não entregam o frescor que o original tinha, mesmo trabalhando sequências de ações tão diminutas quanto grandiosas.

Se o foco da fita que nos apresentou a Hank Pym (Michael Douglas), Scott Lang (Rudd) e Hope Van Dyne (Evangeline Lilly) era o “filme de roubo”, com a equipe lutando para impedir que Darren Cross (Corey Stoll) usasse as partículas Pym para fins militares, o segundo capítulo é bem mais intimista e poderia ser resumido a um “filme de resgate”. Costurado integralmente a partir do mergulho de Lang no Reino Quântico e tendo as consequências dos eventos de Capitão América: Guerra Civil como pano de fundo, vemos a trinca principal tentando salvar Janet Van Dyne (Michelle Pfeiffer) enquanto enfrentam a misteriosa vilã Fantasma (Hannah John-Kamen), também de alguma forma conectada com a energia quântica, e gangsteres genéricos liderados por Sonny Burch, vivido pelo sempre bom – mas aqui desperdiçado – Walton Goggins, que querem a tecnologia de Pym (de novo!).

Não há firulas e o roteiro trabalha da forma mais simples e objetiva possível, com sua maior vantagem sendo a referida costura a partir do evento quântico do filme anterior (que é ampliado) e usando a parceria que o Homem-Formiga fez com o time do Capitão América para colocar Scott Lang nos últimos três dias de sua prisão domiciliar, algo que é manipulado constantemente e de forma lógica, mas repetitiva, ao longo da projeção. Além disso, há um bom uso da exagerada miniaturização do prédio secreto onde Hank e Hope, agora foragidos por violarem o Acordo de Sokovia (graças à Lang, que revela a tecnologia para o mundo na luta do aeroporto na Alemanha), trabalham freneticamente, transformando essa brincadeira completamente impossível (pensar nos aspectos práticos disso nem vale a pena!) em mais do que apenas um artifício bobinho.

Se a dinâmica entre Hank, Hope e Scott mais uma vez funciona bem, com os atores confortáveis em seus respectivos papeis, valendo destacar a naturalidade de Rudd, sempre dentro do tom, o mesmo não pode ser dito de Luís (Michael Peña), favorito do público, além de seus parceiros Kurt (David Dastmalchian) e Dave (T.I.). O retorno deles e sua inserção na ação parecem forçados e desajeitados, especialmente o de Luís que sofre com a repetição de suas histórias enroladas da mesma forma que no filme anterior, eliminando qualquer traço de inventividade e subutilizando o engraçado, ainda que limitado, Peña. Da mesma forma, a apresentação e uso de Bill Foster (Laurence Fishburne), antigo rival de Pym, não consegue ir além do fan service (o personagem é uma versão do Golias, nos quadrinhos) e a atormentada Fantasma nunca empolga de verdade. Pelo menos a relação pai e filho entre Scott e a pequena Cassie (Abby Ryder Fortson voltando ao papel) é enternecedora e mais bem trabalhada, ainda que dentro de parâmetros carregados daqueles clichês “confortáveis” que vemos em um sem-número de situações semelhantes nas mais variadas obras.

Por outro lado, mais uma vez a Marvel deslumbra com o uso de próteses e CGI rejuvenescedores (está virando um padrão no UCM, diria) em sequências no passado. A cada filme que passa, desde que vimos o Michael Douglas dos anos 80 no prólogo de Homem-Formiga, a qualidade do trabalho de “volta no tempo” do estúdio é aperfeiçoada, algo que será colocado em teste de verdade com as prometidas e proeminentes aparições das versões noventistas de Nick Fury (Samuel L. Jackson) e Phil Coulson (Clark Gregg) em Capitã Marvel.

Mas, além desse uso específico da tecnologia, o emprego do CGI em geral para trabalhar as sequências de ação em miniatura e também em tamanho gigante merece comenda. Vale especial destaque a perseguição pelas ruas de São Francisco, que alia uma bela e variada coreografia de luta em vários tamanhos com excelente uso de efeitos de computação gráfica e stunts práticos. Apenas a sequência na escola de Cassie deixa a desejar, mas talvez tenha sido mais a estranheza da situação do que qualquer outra coisa. No todo, porém, falta aquele senso de urgência que é sempre difícil de conjurar em filmes do gênero, mas que, aqui, está particularmente ausente, com o filme derrapando em diversos momentos genéricos e repetitivos que mais parecem corrida de obstáculos para finalmente chegarmos ao clímax quântico, por assim dizer.

Sem saber direito o que fazer com seus coadjuvantes e apresentando vilões que desaparecem da lembrança assim que o filme acaba, Homem-Formiga e a Vespa consegue, porém, firmar-se como uma gostosa, ainda que esquecível “Sessão da Tarde” para ser assistida com a família. Fiando-se na dinâmica da dupla titular e mais Hank Pym, o filme é, definitivamente, um capítulo diminuto na grandiosa evolução do UCM.

P.s.: Há duas cenas pós-créditos. A primeira, logo depois que os nomes do elenco principal passa (em uma bela sequência com miniaturas), é importante para o UCM como um todo, mas a segunda, só depois que todos os créditos acabam, chega a ser frustrante de tão inútil e sem graça.

P.s. 2: O 3D convertido, para variar, não acrescenta nada ao filme, mas pelo menos há bom uso de profundidade de campo, especialmente no mergulho ao Reino Quântico e não há escurecimento demasiado da projeção se o espectador tiver sorte de pegar um cinema com projetor devidamente regulado.

Homem-Formiga e a Vespa (Ant-Man and the Wasp, EUA – 2018)
Direção:
 Peyton Reed
Roteiro: Chris McKenna, Erik Sommers, Paul Rudd, Andrew Barrer, Gabriel Ferrari
Elenco: Paul Rudd, Evangeline Lilly, Michael Peña, Michael Douglas, Walton Goggins, Bobby Cannavale, Judy Greer, T.I., David Dastmalchian, Hannah John-Kamen, Abby Ryder Fortson, Randall Park, Michelle Pfeiffer, Laurence Fishburne, Michael Douglas
Duração: 118 min.

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50 comentários

planocritico 7 de outubro de 2018 - 19:43

Exato. Uma boa sessão da tarde! Diverte, não compromete, mas é esquecível.

Abs,
Ritter.

Responder
Alessandro 7 de outubro de 2018 - 12:33

Concordo com você. O filme é somente uma diversão despretensiosa, nada além disso.
Achei o ritmo do filme muito acelerado, com muita subtramas, sendo que uma delas envolvendo o resgate da Vespa (Michelle Pheifer) poderia ser melhor explorado pelo roteiro. Também achei a vilã fantasma muito fraca e mal desenvolvida, assim como o segmento envolvendo os bandidos que querem se apoderar da tecnologia “quântica”um tanto desconjuntado e clichê, para mim poderia até ser tirado sem prejuízo para a narrativa.
Por outro lado, há uma melhor interação entre os protagonistas, que estão bem á vontade e Paul Rudd novamente demonstra simpatia e carisma.
Também as sequências em que se passam no “universo quântico” são bem realizadas. O humor funciona, e filme tem um clima de Ficção Científica B, que é homenageada na parte final. No geral, acho que é boa “sessão da tarde”, mas um pouco inferior ao primeiro filme da série.

Responder
planocritico 3 de agosto de 2018 - 00:26

Bem isso, um filme descompromissado com bons momentos e nada mais. Diverte, mas não é particularmente memorável.

E você pulou a IMPORTANTÍSSIMA segunda cena pós-crédito??? Nossa, nunca mais vai conseguir entender o Universo Cinematográfico Marvel…

HAHHAHHAHHAAHAHAAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Nicolas Dias 2 de agosto de 2018 - 05:53

[Spoilers]

Minha impressão é que a ideia desse filme era seguir os moldes de Thor Ragnarok, uma comédia com tom intimista, onde a história em si não é o mais importante. Os acontecimentos de Ragnarok não é o mais relevante, o que realmente importa é como o Thor enxerga as questões apresentadas, como elas o mobilizam, e como ele lida e cresce com elas. Entre todas as piadas vemos o Thor crescer como personagem, mas já com Homem Formiga eu não vi o mesmo.

A trama é simples e o foco nem está centrado nela, e tudo bem, o problema é o Scott não evoluir como personagem ao lidar com os problemas que lhe foram apresentados, ele termina sendo basicamente o mesmo do filme anterior, e se a trama é simples e esquecível, e o personagem não cresce com ela, o saldo não poderia ser bom. Achei que faltou o personagem transmitir seriedade e um censo de urgência maior em certos momentos, estar realmente envolvido nas tretas que aconteciam.

Por outro lado o filme acertou em introduzir a Vespa e estabelecer sua parceria com o Scott, gostei da personalidade e habilidades dela, e acho que a Evangeline Lilly tem boa química com o Paul Rudd.

A vilã tem sido massacrada por fãs e crítica, mas eu já esperava por uma vilã ruim. Quantos vilões da Marvel foram realmente bem desenvolvidos e são marcantes? Na minha opinião apenas o Thanos, enquanto Loki é memorável por ser carismático. Apesar de mal desenvolvida eu gostei da Fantasma, e vejo potencial na personagem, ela poderia ocupar a vaga de anti-herói (vaga aberta no MCU diga-se de passagem) dada a sua história, embora dificilmente ela será explorada como eu gostaria.

Boa crítica Rittão, é um filme divertido, tem cenas de ação bacanas, mas é só isso, 3 estrelas é uma nota justa. E fui embora do cinema após a primeira cena pós crédito, pura sorte, queria esperar mas precisava muito ir ao banheiro HAHAHAHA.

Responder
planocritico 14 de julho de 2018 - 21:49

HAHAHAHAHAHAAH Senti-me exatamente assim na segunda cena pós-créditos!

O filme vale o ingresso, sem dúvida, mas gostei menos do que você, pelo visto.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel 14 de julho de 2018 - 16:59

Gostei muito desse filme. Foi um pouco melhor do que eu imaginava. Não é melhor que Guerra Infinita e Pantera Negra, mas é muito divertido, tem cenas de ação muito legais e divertidas. As atuações são ótimas, os personagens estão ótimos, o CGI funciona muito bem e o longa não me arrancou muitas risadas. O filme não é mais do que eu falei, mas é ótimo. A primeira cena pós créditos me deixou muito surpreso, eu não esperava e nem pensava que aquilo iria acontecer, foi uma cereja no bolo. Já a segunda cena pós créditos não serve pra nada, é uma mensagem da Marvel falando assim: ”Você é trouxa, porque você esperou pra isso?”, mas não faz o filme ser pior de forma alguma, nem prejudica a tensão da primeira cena, nós sabemos que eles não morreram de verdade. O filme vale o ingresso com certeza, é mais um filme da Marvel bem feito e melhor que Liga da Justiça. Daria 4 estrelas.

Responder
planocritico 9 de julho de 2018 - 14:02

Aí seria bacana! Formigas quânticas ao resgate!!! HAHAHAHAHAHAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 8 de julho de 2018 - 00:44

Ok. Estou no aguardo!

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 7 de julho de 2018 - 21:52

Vou deixar pra ver quarta que o cinema é mais barato, fui ver os preços e tão uma facada, depois falo se gostei.

Responder
planocritico 7 de julho de 2018 - 18:18

Obrigado, @disqus_we8lurRg0P:disqus !

Adorei ver Hank e Janet juntos, mas foi uma pena que isso foi trabalhado por pouquíssimos minutos apenas. Teria gostado mais se tivessem focado mais nesse lado, sem a Fantasma e o gângster atrapalhando…

Baba Yaga é uma lenda eslava. Ela é usada tanto na Marvel quanto em diversas outras editora e em uma quantidade enorme de mídias. Mas esse uso no jogo de Tomb Raider eu não sabia não. Gostei!

Mas o filme é sim bem agradável de se assistir. Apenas não me empolgou tanto…

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriela de Oliveira 8 de julho de 2018 - 10:29

Sim a história sobre Baba Yaga inclusive é bem explicada no jogo Tomb Raider e é uma das coisas mais difíceis e chatas de matar. Eu só achei coincidência o vilão do último filme de Tomb Raider estar justamente naquela cena hehehe .

Responder
planocritico 8 de julho de 2018 - 12:52

É, de fato, é muita coincidência para ser coincidência!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de julho de 2018 - 18:14

De certa forma, sim. Mas dava para introduzir conceitos em um filme melhor.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de julho de 2018 - 18:14

Eu achei o primeiro bem melhor.

Vamos aos PS:

1. Na prática MESMO, a Shield e a Hidra não existem mais. Não há organizações de larga escala como antes, apenas células soltas aqui e ali.

2. Não achei que Jimmy Woo é gay não. Foi apenas parte de uma gag.

3. Woo antecede a SHIELD. Na origem dos quadrinhos, ele era sim do FBI.

4. Não acho que haverá algo tão simples assim em Vingadores 4, não como tábua de salvação pelo menos.

5. A cena final da formiga tocando bateria se passa mesmo com a Terra com metade de sua população.

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno Souza 7 de julho de 2018 - 23:44

Chocado, nunca soube que ele era FBI, sempre conheci como SHIELD.

Tbm espero que não usem a viagem no tempo dessa forma, mas é um risco forte, não vão deixar tanto personagem morto.

Eu só vou deixar passar a situação da SHIELD por que aquela cena ocorreu um pouco antes da situação do Gravitron, antes do diretor Mack revelar de novo. Mas se tiver salto no tempo e ninguém falar que a SHIELD voltou vai ser a pá de terra final na “conexão”. Eu estou começando a entrar na fila dos que acham que deveria separar, aí ninguém limitaria ninguém.

Ainda aguardando o Feige cumprir a promessa de ter um personagem LGBT…

Sobre eu achar esse melhor, eu não sou o maior fã do HF, só fui ver pelo peso no MCU, esse segundo me prendeu mais na história, mesmo com uma vilã fraquinha. O primeiro foi muito qualquer coisa.

Responder
planocritico 8 de julho de 2018 - 00:39

Jimmy Woo é personagem de 1956, antes até da Marvel Comics existir. É um dos mais antigos personagens trazidos para o UCM.

Sobre a Shield, eu ainda acho que ela não voltou de verdade. Nem na série ela atua mais do que por debaixo dos panos depois que o Mace morreu e o general foi baleado. São basicamente foras da lei.

Abs,
Ritter.

Responder
Star_Killer 9 de julho de 2018 - 11:33

Acredito que as formigas que vão tirar o Scott do reino quântico e ajudar na batalha final em Avengers 4 heheh

Responder
Pink Diamond 7 de julho de 2018 - 16:19

SPOILERS

SPOILERS

SPOILERS

SPOILERS

SPOILERS

SPOILERS

SPOILERS
Achei sacanagem a Janet ficar presa no Reino Quântico por 30 anos, para quando sair virar pó.

Responder
planocritico 7 de julho de 2018 - 18:09

Também achei!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno Souza 7 de julho de 2018 - 12:20

É um filme comum, achei melhor que o primeiro porém, depois de Guerra Infinita, não era isso que eu queria. É uma boa comédia familiar, também é bom pra levar seu amigo que não conhece nada da Marvel, uma boa porta de entrada.

Mil spoilers a frente:

PS: Ninguém na MarvelStudios assistiu AoS não? Como assim não existe SHIELD NEM HYDRA? Um contrabandista que já fez negócios com ambas saberia, mas enfim.

PS2: Foi impressão minha ou fizeram o Jimmy Woo ser gay no MCU? Eu tô louco ou ele pediu pra sair com o Scott? Será que o Feige vai cumprir a promessa?

PS3: CARACA OJIMMY WOO é da SHIELD. Quando vão parar de jogar os agentes da SHIELD no FBI?

PS4: Agora todo mundo já sabe como vão voltar no tempo em Vingadores 4 e reverter tudo.

PS5: Na cena da formiga tem um jornal dizendo que o mundo está em colapso (depois do tio Thanos fazer sua festinha, eu não notei tbm, vi em um vídeo de um canal que sigo, vou semana que vem de novo e vou prestar atenção.).

Responder
Kate Bishop 7 de julho de 2018 - 11:23

Eu tive a sensação de que esse filme foi mais introdutório que outra coisa: conhecemos a Hope como Vespa, conhecemos melhor o Reino Quântico, descobrimos a vontade da Cassie de ser heroína como o pai (Jovens Vingadores estão chegando e nada tira isso da minha cabeça). Acredito que essa era a intenção do filme – introduzir e divertir. E conseguiu, não é? Mesmo com as repetições… 🙂

xx

Responder
Gabriela de Oliveira 7 de julho de 2018 - 09:53

Excelente texto, como sempre! Eu gostei bastante do filme, até mais do que pensava. Acho que a adaptação, falando em termos de quadrinhos, se dá forma coerente e bem representativa. É emocionante ver Pym com Janet já velhinhos. Os lances de humor, são necessários e caíram super bem. Não sei se teve relação, ou foi muita coincidência mas o lance de BABA YAGA na cena do soro da verdade me ligou diretamente ao jogo Rises of the Tom Raider. Para quem não jogou, Baba Yaga é um dos personagens do jogo a ser batido. E, justamente Walton Goggins (que foi o vilão Mathias no último infeliz filme de Tomb Raider) estava na cena. As cenas com a fantasma na corrida de carro e motos realmente faz lembrar muito Matrix. Achei a atuação de todos muito boa e a citação da Shield várias vezes já nos dá um panorama da importância dela novamente. Vamos ver. Mas um filme agradável de assistir, que deu uma boa aliviada depois de guerra infinita além de várias ideias do que pode acontecer daqui pra frente.

Responder
planocritico 6 de julho de 2018 - 13:18

Obrigado, @SwordArt97:disqus ! (ótimos nome e avatar, aliás!)

Tomara que seu cinema esteja bem regulado, pois Formiga e Vespa é um filme claro e colorido, o que ajuda muito no caso do maldito 3D!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 6 de julho de 2018 - 13:16

Caaaaaara!!!! Muito boas as conexões que você fez com Matrix. TEM TODA RAZÃO! Já vai para minha lista de easter-eggs que sai domingo e com créditos para você!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 6 de julho de 2018 - 13:15

Eu fiquei entre 3 e 3,5, mas achei, no final das contas, que 3 estava mais adequado para meu texto.

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Vieira Lins 6 de julho de 2018 - 02:55

nota poderia ser maior, cumpre oq promete, mas boa critica.

Responder
Daniel Asimov 6 de julho de 2018 - 01:42

Algumas impressões pessoais. Parece que os roteiristas do primeiro e do segundo filme são fãs do Rock britânico dos anos 80. No primeiro o disco “Desintegration” do The Cure aparece com destaque e neste Morrisey aparece bem homenageado seja em toque de celular ou sendo citado nominalmente em uma cena
Achei também um pouco deja-vu de Matrix diluído pelo filme, seja na nave que entra no mundo quântico parecido com as naves que os humanos usavam, a presença do Laurence Fishburne e do Walton Goggins no mesmo flme, ou na cena de perseguição no trânsito que remete a cena da Via Expressa em Matrix Reloaded onde o carro dos mocinhos também é preseguido por seres “fantasmas” que atravessam a fuselagem dos carros

Responder
Gabriela de Oliveira 7 de julho de 2018 - 09:41

Simmmmm senti muito a vibe daquela cena dos irmãos fantasmas de Matrix até nas lutas!

Responder
Anônimo 6 de julho de 2018 - 00:47
Responder
Stella 5 de julho de 2018 - 22:31

ótima crítica. Zero animação para este filme. No começo até queria ver pela Vespa, mas vou guardar minha empolgação para vê-la em Vingadores 4.

Responder
planocritico 5 de julho de 2018 - 23:24

Obrigado, @disqus_9KZLz8G0wg:disqus ! Olha, também não estava empolgado e o filme não passou do nível “divertidinho”. Uma pena…

Abs,
Ritter.

Responder
vc falou em pipoca? 5 de julho de 2018 - 21:54

Os pontos fracos que você citou são praticamente o que eu acho do primeiro filme, tô com a impressão de que não vou curtir esse.

Responder
planocritico 5 de julho de 2018 - 23:25

Bem, se você já não gostou tanto do primeiro (eu adorei), então realmente é capaz de não gostar deste aqui…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 5 de julho de 2018 - 19:45

Exatamente isso!

Abs,
Ritter.

Responder
Elton Miranda 5 de julho de 2018 - 18:54

pela critica parece que o filme não é bom, nem mau, apenas é mais um filme divertido de se ver e só

Responder
JCésar 5 de julho de 2018 - 18:42

Ele é divertido e só. Mas gostei mesmo assim.

Responder
planocritico 5 de julho de 2018 - 18:44

É basicamente o que achei. Também gostei no final das contas.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 5 de julho de 2018 - 15:48

O pequeno (não tão) grande filme… Essa sua definição aí está mais para o primeiro do Formigomem!

Abs,
Ritter.

Responder
Huckleberry Hound 5 de julho de 2018 - 15:03

O pequeno grande filme!

Responder
planocritico 5 de julho de 2018 - 14:13

Também acho que a fusão vai acontecer, mas está interessante ver esse processo de “leilão” entre as duas gigantes. Eu, particularmente, não gosto muito da ideia, apesar de entender a justificativa econômica e jurídica para a compra (seja pela Disney, seja pela Comcast). Meu receio fica mesmo no output de obras que tenderá a diminuir e não a aumentar a julgar por movimentos anteriores semelhantes.

Abs,
Ritter.

Responder
ABC 5 de julho de 2018 - 17:03

Eu prefiria que uma 3ª empresa adquirisse a FOX (Dalian Wanda?), nenhuma das duas vai manter a quantidade de lançamentos, mas acho que a Amazon vai acabar virando uma gigante de midia tbm, o que vai atenuar esse movimento do mercado.

Saudações.

Responder
planocritico 5 de julho de 2018 - 17:13

Eu preferiria que a Fox continuasse sendo a Fox… E sobre a Wanda, não, não. Os chineses ainda não sabem brincar direito em economias de mercado de verdade…

Abs,
Ritter.

Responder
ABC 5 de julho de 2018 - 17:34

Eu tbm queria a continuação da Fox , mas ela é que quer ser vendida…

Saudações.

Responder
pabloREM 5 de julho de 2018 - 14:00

Acabarei assistindo por gostar de super-heróis e por Walton Goggins, grande ator. Recomendo as duas temporadas de Vice Principals.

Responder
planocritico 5 de julho de 2018 - 14:11

Também gosto bastante do Goggins, mas ele foi meio que largado de lado nesse filme em um papel desinteressante. A atuação dele em Justified é muito boa.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 5 de julho de 2018 - 11:33

É bem isso, @disqus_ZMtFC1obwd:disqus . Fica um pouquinho acima da média e só. O primeiro é melhor pela novidade e pela ação mais, digamos, singular, menos espalhada.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 5 de julho de 2018 - 11:32

Pfeiffer merece 5 estrelas sempre!

A fusão com a Fox ainda não aconteceu oficialmente. Temos que esperar a aprovação da diretoria da Fox e eventual nova proposta da Comcast. Mas, se acontecer, concordo com você que será um negócio complicado e ainda tem o risco de diminuir a diversidade de filmes saindo, ou seja, teremos só mais super-heróis mesmo…

Abs,
Ritter.

Responder
ABC 5 de julho de 2018 - 11:57

Dificilmente não vai ocorrer, o Murdoch quer a fusão com a Disney, não a aquisição pela Comcast. Com essa nova proposta ele deve ficar com uns 30% ou mais da fusão e algumas diretorias, por isso que a FCC colocou restrição em relação a ESPN.

Só a Apple e a Amazon podem oferecer mais de U$100 bi sem se endividar, mas elas preferem comprar produtores e diretores do que a empresa em si; e não dou muito tempo para o James Cameron romper com a Fox e ir para a Amazon ou Warner. Com o Matt Reeves, Ryan Murphy e Matt Groening já em acordo com Netflix e o Noah Hawley não muito contente com a fusão a Fox só vale pelas PI’s, que com absoluta certeza devem virar filmes ou séries para Streaming e atrações do parque.

Saudações.

Responder
ABC 5 de julho de 2018 - 11:15

Uma dessas estrelas deve ser só por causa da presença da Michelle Pfeiffer, porque esse filme não me passa nenhuma vontade de gastar R$10 para ir ao cinema, ainda mais com “Os incríveis 2” ainda em cartaz.

Quero ver o que a Disney vai fazer para não canibalizar os próprios filmes agora que se fundiu com a FOX. No Brasil não tem sala suficiente para as estréias dela a cada 15 dias.

Saudações.

Responder
Anônimo 5 de julho de 2018 - 10:08
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