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Crítica | House of Cards – 4ª Temporada

por Ritter Fan
241 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 4,5

Obs: Há spoilers somente das temporadas anteriores, cujas críticas podem ser lidas aqui

O presidente são as pessoas que trabalham para ele.
– Heather Dunbar, House of Cards

A mais relevante série produzida pelo Netflix ganha uma quarta temporada poderosa, mantendo a impressionante consistência que o showrunner Beau Willimon vem demonstrando desde a estreia da primeira temporada em 2013, quando a oferta de séries exclusivas pelo canal ainda não era muito mais do que uma (bem planejada) experiência. Com o anúncio, antes mesmo do lançamento da nova temporada, de que a série seria renovada para mais uma, só que sem Willimon, fiquei com receio sobre o futuro da série. Mas o que interessa é o presente não é mesmo? E a volta de Frank e Claire Underwood às telinhas não poderia ser melhor.

Com a terceira temporada sendo encerrada com um antológico momento de separação das duas faces da mesma moeda ambiciosa representada pelo casal protagonista, a quarta não se esquiva de lidar com as consequências imediatas deste momento, o que é um alívio para quem achava que a separação seria apenas um artifício inconsequente (ecos de Lincoln e seu “Uma casa dividida contra si mesma não pode permanecer.” são sentidos). Claire mudou-se para a casa de sua mãe, Elizabeth Hale (a sensacional Ellen Burstyn), enquanto Frank tenta lidar com o impacto disso em sua campanha eleitoral intrapartidária contra Heather Dunbar pelo direito de, então, concorrer à presidência e, finalmente, saciar sua ambição de entrar para os anais da História como um presidente escolhido pelo povo e não um que “entrou pela janela”, com a renúncia manipulada do anterior, Garrett Walker. Como história recorrente de fundo, há o passado sombrio de Frank, que mais uma vez começa a ser remexido por um Lucas Goodwin (o repórter que trabalhava diretamente com Zoe Barnes) agora fora da prisão, mas quase completamente sem esperanças.

Estas situações, porém, funcionam como a visão geral do começo da temporada, com as minúcias, então, sendo natural e fluidamente desenvolvidas ao longo da narrativa. Willimon explora, de forma inteligentíssima, toda – absolutamente toda – a bagagem do que veio antes, cada aspecto da mitologia que ele construiu ao longo dos 39 episódios antecedentes e que transformou Frank Underwood, o House-Majority Whip, em Frank Underwood, o presidente dos Estados Unidos, um degrau de cada vez. Com isso, o showrunner arrisca, pois ele acaba exigindo muito (mas não demais) da memória do espectador ao trazer de volta simplesmente cada um dos personagens, vivos ou mortos, que passaram pela série. É possível que alguns duvidem se essa grande quantidade de personagens que, claro, se juntam aos novos,  consegue ser bem trabalhada ao longo da narrativa e minha resposta, sem dar maiores detalhes para não estragar o prazer de se assistir à temporada, é um veemente sim, com apenas uma única exceção, Freddy, que dá as caras, mas sem maiores consequências, ainda que o momento seja memorável.

Outro risco que Willimon corre é quase que formalmente dividir a temporada – de 13 episódios, como sempre – em duas histórias ou duas meias temporadas razoavelmente separadas. Na primeira, o foco é o conflito intramuros dos Underwoods: a Primeira Dama e o Presidente estão separados e o que isso pode significar para a carreira dos dois. São seis episódios que fundamentalmente lidam com este aspecto e há um encerramento narrativo muito satisfatório para ele. Na segunda metade, Willimon então volta as câmeras quase que integralmente à campanha presidencial de Frank.

E o interessante é que, especialmente na primeira metade, também mostrando que não tem medo de inverter a lógica de sua criação, o showrunner, aponta seus holofotes para Claire. Claro, Frank está lá o tempo todo presente  (e ganha uma metaforização de pensamentos por intermédio de interessantes alucinações/pesadelos) ou se fazendo sentir presente, mas é Robin Wright que ganha o palco, inclusive atrás das câmeras, já que ela é responsável pela direção dos episódios 4X03 e 4X04 e, mais tarde, também dos 4X09 e 4X10. E o enfoque no lado feminino da série, com Claire no centro, sua forte, mas doente mãe ao fundo e com a contratação de LeAnn Harvey (Neve Campbell), uma consultora política do Texas, mesmo estado da família de Claire, ganha proeminência. A tríade feminina que toma de assalto os seis primeiros episódios da temporada funciona como uma máquina bem lubrificada, especialmente o conflito mãe-e-filha, já que LeAnn acaba nunca efetivamente aproveitada em seu potencial pelos roteiros.

Assim, Frank Underwood, o grande destaque das duas primeiras temporadas e que divide o palco com sua cara-metade na terceira, acaba indo, um pouco, para o segundo plano, permitindo uma visão refrescante e acima de tudo natural da série, com encaixe exato com o fim da temporada anterior. Diria até mesmo que, quando Frank volta a ser o foco das atenções, ele volta apenas a dividir novamente o palco com Claire, que permanece fortemente relevante para o desenvolvimento da narrativa.

Dentre os vários assuntos tratados, podemos ver um pouco de política externa, que mistura um reencenamento da crise do petróleo de 1973 com a relação estremecida com o presidente da Rússia, Put…, digo, Petrov, um pouco de política interna, com o projeto de lei sobre registro de armas (em clara e mais do que direta menção ao que Barack Obama recentemente conseguiu), o surgimento de uma entidade terrorista semelhante ao ISIs, batizada, na série, de ICO, ecos de Snowden com o uso de informações de ferramentas de busca para fins próprios, além das manobras dos Underwood para conseguirem o que querem, doa a quem doer, mesmo que a dor a ser infligida seja neles mesmos. Com isso, a temporada, como de praxe, não só olha para dentro da relação marital dos protagonistas, como, também, mantem-se relevante como comentário sobre a política americana (e, em última análise, de qualquer país desenvolvido).

No entanto, a segunda metade da temporada é ligeiramente mais fraca que a primeira, ainda que os dois episódios finais, focados em um problema doméstico (mas com repercussões internacionais) específico, ajudem a criar uma tensão inédita na série, mesmo considerando os diversos e desnecessários epílogos nos minutos finais. Nesta parte da temporada, o oponente de Frank é Will Conway (Joel Kinnaman de The Killing, em mais uma atuação excelente), governador de Nova York e candidato republicano à presidência introduzido de soslaio em episódios precedentes, mas só verdadeiramente aparecendo, um tanto quanto de repente, a partir do sétimo episódio. Conway, que usa sua boa aparência, sua juventude, seu serviço militar e, principalmente, sua família e a transparência “internética” como alicerces da campanha, é apresentado como o anti-Underwood em uma conveniência do roteiro que, em um primeiro momento, provavelmente causará estranhamento, mas que ganha profundidade. Até mesmo a fotografia e o figurino da série ganham tons claros quando Conway está em tela para passar a mais do que evidente mensagem de oposição, já que tanto Claire quanto Frank são mantidos na penumbra ou em ambientes tratados para serem frios, assépticos, na grande maioria do tempo.

Com isso, a série volta um pouco para o abrigo da “normalidade” e Willimon passa a arriscar menos, retrabalhando substancialmente as mesmas estratégias maquiavélicas de Frank que nós já nos acostumamos a adorar. No entanto, a introdução de Conway – o segundo arco da temporada não ganha resolução completa – pode ser muito bem explorada mais para a frente, se o próximos showrunners, Melissa James Gibson e Frank Pugliese (atualmente roteiristas da série) souberem ir além da disputa presidencial. Além disso, há, como mencionei logo no início, a volta do passado de Frank para atormentá-lo, elemento que vai ganhando, aos poucos, maior relevância na temporada e que é usado de forma pouco intrusiva, mas eficiente na narrativa. É algo que sempre está presente (como Frank, mesmo quando não aparece), mas que não exige “paradas” para seu desenvolvimento, o que evita quebras de ritmo.

O design de produção continua um nível acima de grande parte das séries disponíveis por aí, com um cuidado de dar gosto aos mínimos detalhes em termos de cenários e figurinos. Vários dos locais da Casa Branca que vimos na temporada anterior estão inevitavelmente de volta, mas com uma atmosfera mais pesada graças à já mencionada fotografia, que trabalha para escurecer o ambiente, mas também pela presença mais marcada de elementos cenográficos de cores mais mudas ou escuras, combinando com os sentimentos (ou a falta deles) dos Underwoods.

Vale especial menção à sutil maquiagem usada em Kevin Spacey, que não só tornou seus cabelos completamente grisalhos, como trouxe um peso para cada uma de suas expressões faciais, com olhos que marcadamente desnudam o peso da presidência na frente das câmeras que, aliás, são inclementes nos necessários closes para as já famosas quebras da quarta parede que, na nova temporada, são menos presentes, mas mais longas, com uma ao final particularmente brilhante.

As atuações continuam todas excepcionais, com especial destaque para Robin Wright que, ao ganhar mais espaço, domina completamente o cenário. Justiça seja feita, Spacey parece um pouco, digamos, “acostumado” demais com seu papel e, em determinados momentos, sobressai-se um lado caricato indesejado, mas nada que realmente atrapalhe a série. No elenco de apoio, além de uma sempre hipnotizante Ellen Burstyn, há, claro, Michael Kelly como o caninamente obediente Doug Stamper, braço direito de Frank. Seu papel, na temporada, não goza de um arco próprio como na anterior, mas ele tem sua presença mais constantemente aproveitada e muito equilibrada ao longo dos episódios, ganhando um lado pessoal potencialmente interessante mais para o final. Mas a intensidade do ator, também carregando um peso de atrocidades passadas e presentes de seu personagem em cada olhar, enriquece sobremaneira a série, funcionando como a cola que une cada narrativa, já que ele é sempre a constante (quase) imutável.

A quarta temporada de House of Cards continua a demonstrar, contra todas as probabilidades, a altíssima qualidade do trabalho anterior de Willimon. Agora é esperar para ver a direção que os novos showrunners seguirão.

É verdade. Nós não nos submetemos ao terror. Nós o criamos.
– Frank Underwood, House of Cards

House of Cards – 4ª Temporada (Idem, EUA – 04 de março de 2016)
Showrunner: Beau Willimon (baseado em romance de Michael Dobbs e na minissérie britânica de mesmo nome, de Andrew Davies e Michael Dobbs)
Direção: Tucker Gates, Robin Wright, Tom Shankland, Alex Graves, Kari Skogland, Jakob Verbruggen
Roteiro: Beau Willimon, Melissa James Gibson, Frank Pugliese, John Mankiewicz, Laura Eason, Bill Kennedy, Kenneth Lin, Tian Jun Gu
Elenco: Kevin Spacey, Robin Wright, Michael Kelly, Mahershala Ali, Jayne Atkinson, Neve Campbell, Derek Cecil, Nathan Darrow, Kim Dickens, Elizabeth Marvel, Dominique McElligott, Molly Parker, Paul Sparks, Sebastian Arcelus, Boris McGiver, Ellen Burstyn, Colm Feore, Cicely Tyson, Lisa Gay Hamilton, Joel Kinnaman, Lars Mikkelsen, Larry Pine, Reed Birney, Eisa Davis, Curtiss Cook, Michel Gill, Kate Mara, Corey Stoll, Reg E. Cathey
Duração: 675 min. (aprox.)

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95 comentários

Jordison Francisco 16 de janeiro de 2021 - 19:48

A CENA FINAL, ALÉM DE DERRUBAR A 4ª PAREDE, TE DERRUBOU

Sem duvidas mais uma temporada genial, e nisso os roteiristas se superaram em todos os sentidos, tanto nos plot twist como nos diálogos de tirar o folego, bateu até um arrependimento de ter visto tudo de uma vez.

Engraçado perceber que toda aquela lentidão e arrastar da história na season 3 foram uma espécie de construção do que foi apresentado nessa quarta temporada. Se não foi a melhor, foi uma das melhores temporadas. Frank e Claire Underwood são sensacionais. Viciante e obrigatório assistir.

Foi preciso dissecar o relacionamento de Frank e Claire pra que os dois redescobrissem o motivo de permanecerem juntos e pelo que estavam lutando afinal.
Fora os jogos políticos da trama que se desenvolveram com uma genialidade absurda. Uma das melhores passagens, sem dúvidas, foi o diálogo entre a Secretária Durant e o Presidente Underwood, em que ele “confessa” os crimes que cometeu contra Zoe Barnes e Peter Russo. Incrível como dali se pode perceber que a política Underwood é baseada no medo, atacando sempre o psicológico de seus adversários

Igualmente genial a participação de Freddy e a cena da surra no Hammerschmidt.

Achei os episódios 4 e 10 os mais sensacionais, isso pra não falar a temporada toda logo de cara. Quem imaginava a morte do Meechum, hein, muito menos o tiro que o Frank levou. Antes de eu torcer para ver a queda do Francis eu tenho que ver a queda desse governador marrento, serio.[

O que mais gostei no episódio foi o Frank dizer claramente “Yes, we can”, como o Obama e, cinco minutos depois, fabricar o terror no melhor estilo Bush – Sensacional!

Ep. 4 RIP Meechum

Hannah Conway: Do you regret it, not having children? Oh, I’m sorry. That’s too personal.
Claire Underwood: Do you ever regret having them?

Temporada sensacional, com uma história ao mesmo tempo inesperada e surpreendente mas que faz jus as pessoas de Frank e Claire Underwood. A única coisa que podemos esperar de House of Cards é que não sabemos o que esperar de House of Cards.
E temos ainda toda a história de fundo, baseada na situação política real que o mundo vive atualmente, engrandecendo ainda mais essa série que está se tornando uma das melhores séries de todos os tempos e que consegue se superar a cada temporada.
Vários personagens e arcos narrativos abertos nas temporadas anteriores foram retomados de forma elegante, e alguns bons personagens inseridos na trama. Kevin Spacey como sempre muito bem, e Robin Wright a cada temporada nos mostrando mais camadas da fantástica primeira-dama. Provavelmente a melhor temporada da série.

Temporada acima do padrão já altíssimo estabelecido pelas anteriores – Espetacular. E pra aqueles inocentes que achavam que o casal Underwood possui algum senso de limite ou admitem uma derrota, eles deixaram bem claro no final: We are at war! Bora tocar o terror!

Esse final foi simplesmente destruidor! A cena foi perfeitamente executada.

Bem que poderia tem encerrado aqui fechado a série com o mínimo de dignidade, né galera?

Responder
Paola Alves 20 de novembro de 2016 - 19:40

Mais uma excelente temporada. Surpreendo-me com a capacidade dos desenvolvedores de manter sempre o nível da série, sem uma temporada se quer que eu tenha considerado fraca. Minha segunda série favorita sem dúvidas, acredito que a temporada que está por vir tem potencial até mesmo para elevar o nível.

Ótima crítica, como sempre. Parabéns ao site!

Responder
Paola Alves 20 de novembro de 2016 - 19:40

Mais uma excelente temporada. Surpreendo-me com a capacidade dos desenvolvedores de manter sempre o nível da série, sem uma temporada se quer que eu tenha considerado fraca. Minha segunda série favorita sem dúvidas, acredito que a temporada que está por vir tem potencial até mesmo para elevar o nível.

Ótima crítica, como sempre. Parabéns ao site!

Responder
planocritico 20 de novembro de 2016 - 20:40

Realmente é impressionante, @disqus_Ost8zJHmTj:disqus ! Uma grande série, com grandes atores e grandes personagens. E a quinta temporada tem tudo para ser inesquecível também.

Obrigado pelo elogio e volte sempre!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 20 de novembro de 2016 - 20:40

Realmente é impressionante, @disqus_Ost8zJHmTj:disqus ! Uma grande série, com grandes atores e grandes personagens. E a quinta temporada tem tudo para ser inesquecível também.

Obrigado pelo elogio e volte sempre!

Abs,
Ritter.

Responder
Jorge 11 de março de 2016 - 01:09

A melhor série em exibição atualmente.
Kevin Spacey sublime como sempre. Está tão a vontade no papel que se permitiu alguns risos irônicos durante conversas chaves durante a temporada. São detalhes como esse que fazem House of Cards ser especial.
Sobre Conway, interessante notar que ele começou como o oposto de Frank, mas ao longo da temporada, e da campanha presidencial, foi ficando cada vez mais parecido com o rival. Passando por cima das decisões do seu staff e ignorando o seu vice, por exemplo.
A série não perdeu força, como muitos pensaram que iria acontecer, porque dividiu o protagonismo. Claire agora faz coisas que o Frank já fez no passado (não vou falar pra evitar spoiler) e no final chega ao ápice, demonstrando que pode ser até mais perigosa do que o marido.
Agora é “só” esperar 1 ano até a quinta temporada…

Responder
Jorge 11 de março de 2016 - 01:09

A melhor série em exibição atualmente.
Kevin Spacey sublime como sempre. Está tão a vontade no papel que se permitiu alguns risos irônicos durante conversas chaves durante a temporada. São detalhes como esse que fazem House of Cards ser especial.
Sobre Conway, interessante notar que ele começou como o oposto de Frank, mas ao longo da temporada, e da campanha presidencial, foi ficando cada vez mais parecido com o rival. Passando por cima das decisões do seu staff e ignorando o seu vice, por exemplo.
A série não perdeu força, como muitos pensaram que iria acontecer, porque dividiu o protagonismo. Claire agora faz coisas que o Frank já fez no passado (não vou falar pra evitar spoiler) e no final chega ao ápice, demonstrando que pode ser até mais perigosa do que o marido.
Agora é “só” esperar 1 ano até a quinta temporada…

Responder
planocritico 11 de março de 2016 - 17:58

Conway me deu aquela impressão inicial de personagem raso, mas aí os episódios foram progredindo e ele se agigantou, realmente caminhando para o “lado negro” e deixando claro que aquela postura de bom moço era só aquilo mesmo, postura. Fantástico desenvolvimento.

Claire realmente ganhou o palco na quarta temporada, depois de dividi-lo com Frank na terceira. A personagem está arrasando e Robin Wright também tanto na atuação quanto na direção.

Essa espera de um ano é braba mesmo…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 11 de março de 2016 - 17:58

Conway me deu aquela impressão inicial de personagem raso, mas aí os episódios foram progredindo e ele se agigantou, realmente caminhando para o “lado negro” e deixando claro que aquela postura de bom moço era só aquilo mesmo, postura. Fantástico desenvolvimento.

Claire realmente ganhou o palco na quarta temporada, depois de dividi-lo com Frank na terceira. A personagem está arrasando e Robin Wright também tanto na atuação quanto na direção.

Essa espera de um ano é braba mesmo…

Abs,
Ritter.

Responder
Kika 10 de março de 2016 - 20:40

Fico impressionada com o nível de qualidade da série! Às vezes um probleminha aqui outro ali, mas no geral ainda interessantíssima. Ótimo texto!

Responder
planocritico 10 de março de 2016 - 22:18

E o interessante é que os probleminhas mudam de temporada para temporada, mostrando que Willimon sabe se adaptar e aprender com os erros.

Obrigado pelo elogio e adorei seu avatar!

Abs,
– Ritter.

Responder
planocritico 10 de março de 2016 - 22:18

E o interessante é que os probleminhas mudam de temporada para temporada, mostrando que Willimon sabe se adaptar e aprender com os erros.

Obrigado pelo elogio e adorei seu avatar!

Abs,
– Ritter.

Responder
Kika 10 de março de 2016 - 20:40

Fico impressionada com o nível de qualidade da série! Às vezes um probleminha aqui outro ali, mas no geral ainda interessantíssima. Ótimo texto!

Responder
Leandro Souza 9 de março de 2016 - 13:55

Essa temporada foi a melhor que vi em series na minha vida. Excepcional!!!

Responder
Leandro Souza 9 de março de 2016 - 13:55

Essa temporada foi a melhor que vi em series na minha vida. Excepcional!!!

Responder
planocritico 9 de março de 2016 - 15:23

Realmente fantástica!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 9 de março de 2016 - 15:23

Realmente fantástica!

Abs,
Ritter.

Responder
Anônimo 8 de março de 2016 - 16:32
Responder
planocritico 8 de março de 2016 - 16:37

@disqus_ZMtFC1obwd:disqus, obrigado! Dá até pena ver tão rápido assim… Se não fosse minha obrigação de publicar a crítica, veria a série bem mais calmamente, saboreando cada episódio…

Abs,
Ritter.

Responder
Ricardo Gelatti 24 de março de 2016 - 17:06

Essa é uma das coisas que não gosto nesse tipo de divulgação da Netflix, vc fica querendo ver os episódios rapidamente para comentar. Eu, como sou um pouco lento, acabei a 4ª temporada em 15 dias, mas acredito que teve gente que acabou em 1,2 dias.

Responder
Ricardo Gelatti 24 de março de 2016 - 17:06

Essa é uma das coisas que não gosto nesse tipo de divulgação da Netflix, vc fica querendo ver os episódios rapidamente para comentar. Eu, como sou um pouco lento, acabei a 4ª temporada em 15 dias, mas acredito que teve gente que acabou em 1,2 dias.

Responder
planocritico 24 de março de 2016 - 17:24

Eu veria dois episódios por dia no máximo. Para mim é o ritmo “certo”. Mas, se eu fizer isso, a crítica sai 26 dias depois de a série ser lançada e aí ninguém mais vai querer saber o que achei dela… É o mal de ter um site de críticas… HAHHAAHAHHAHAH.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 24 de março de 2016 - 17:24

Eu veria dois episódios por dia no máximo. Para mim é o ritmo “certo”. Mas, se eu fizer isso, a crítica sai 26 dias depois de a série ser lançada e aí ninguém mais vai querer saber o que achei dela… É o mal de ter um site de críticas… HAHHAAHAHHAHAH.

Abs,
Ritter.

Responder
Ricardo Gelatti 26 de março de 2016 - 13:00

huauauhah ossos do ofício mesmo.

Ricardo Gelatti 26 de março de 2016 - 13:00

huauauhah ossos do ofício mesmo.

planocritico 8 de março de 2016 - 16:37

@disqus_ZMtFC1obwd:disqus, obrigado! Dá até pena ver tão rápido assim… Se não fosse minha obrigação de publicar a crítica, veria a série bem mais calmamente, saboreando cada episódio…

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Casagrande 8 de março de 2016 - 16:32

House of Cards dispensa comentários, mais uma temporada excelente e o final é bélissimo, agora é se morder pra esperar mais um ano, parabens pela crítica ta muito boa

Responder
Juscelino Júnior 8 de março de 2016 - 02:26

Muito boa crítica, e sensacional a temporada, não vou escrever porque senão escrevo até amanhã tudo que senti quando terminei de ver essa temporada absurda, só quero registrar que é uma das séries com o melhor domínio de roteiro entre as temporadas, o resgate dos personagens que estavam lá desde que o começo, a consequência dos atos iniciais se revelando… Impressionante, não é uma série comum, parece um filme que não acaba, no sentido de que a série tem uma continuidade muito crível, acho que o fato de ser do Netflix, sem comerciais e sem limitações de um canal de televisão, favorecem isso.

Responder
planocritico 8 de março de 2016 - 16:14

Obrigado, @juscelinojnior:disqus!

HoC é uma das 5 grandes séries hoje em andamento. Difícil realmente encontrar roteiros e atuações melhores por aí. Mas com certeza a estrutura “Netflix” ajuda em séries que são mais filmes bem longos do que séries tradicionais. Mas acredito piamente que esse seja o formato do futuro.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 8 de março de 2016 - 16:14

Obrigado, @juscelinojnior:disqus!

HoC é uma das 5 grandes séries hoje em andamento. Difícil realmente encontrar roteiros e atuações melhores por aí. Mas com certeza a estrutura “Netflix” ajuda em séries que são mais filmes bem longos do que séries tradicionais. Mas acredito piamente que esse seja o formato do futuro.

Abs,
Ritter.

Responder
Ricardo Gelatti 24 de março de 2016 - 17:04

RItter, fiquei curioso pra saber quais são as outras séries do seu top 5.

Responder
Ricardo Gelatti 24 de março de 2016 - 17:04

RItter, fiquei curioso pra saber quais são as outras séries do seu top 5.

Responder
planocritico 24 de março de 2016 - 17:10

De séries que estejam hoje em andamento e que eu assista, para mim as melhores são, na ordem:

1. Fargo
2. House of Cards
3. Better Call Saul
4. The Knick (só coloquei na lista, pois há rumores que ela continuará além da segunda temporada)
5. Homeland

Menções honrosas: Doctor Who, Demolidor, Ray Donovan

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 24 de março de 2016 - 17:10

De séries que estejam hoje em andamento e que eu assista, para mim as melhores são, na ordem:

1. Fargo
2. House of Cards
3. Better Call Saul
4. The Knick (só coloquei na lista, pois há rumores que ela continuará além da segunda temporada)
5. Homeland

Menções honrosas: Doctor Who, Demolidor, Ray Donovan

Abs,
Ritter.

Responder
Ricardo Gelatti 24 de março de 2016 - 17:22

Pow, tenho que ver Fargo e The Knick, desse ano não passa. Concordo totalmente com as outras três e adicionaria Game of Thrones e True Detective.

Só assisti dois episódios de Demolidor e não consegui ser fisgado. Parei justamente pra ver House of Cards, mas espero recomeçar brevemente.

Ricardo Gelatti 24 de março de 2016 - 17:22

Pow, tenho que ver Fargo e The Knick, desse ano não passa. Concordo totalmente com as outras três e adicionaria Game of Thrones e True Detective.

Só assisti dois episódios de Demolidor e não consegui ser fisgado. Parei justamente pra ver House of Cards, mas espero recomeçar brevemente.

planocritico 25 de março de 2016 - 01:52

Game of Thrones eu gosto, mas não consigo adorar. Sei lá. Não sei direito o porquê…

Já True Detective é muito boa mesmo. Merece estar nas menções honrosas!

Sobre Fargo e The Knick, cara, tente ver mesmo. No caso de Fargo, apenas sugiro que veja (ou reveja) o filme dos irmãos Coen, não porque é necessário, mas só para sacar algumas pequenas referências aqui e ali. Sobre The Knick, se você for muito sensível com sangue e coisas do gênero, sugiro cuidado!

Abs,
Ritter.

planocritico 25 de março de 2016 - 01:52

Game of Thrones eu gosto, mas não consigo adorar. Sei lá. Não sei direito o porquê…

Já True Detective é muito boa mesmo. Merece estar nas menções honrosas!

Sobre Fargo e The Knick, cara, tente ver mesmo. No caso de Fargo, apenas sugiro que veja (ou reveja) o filme dos irmãos Coen, não porque é necessário, mas só para sacar algumas pequenas referências aqui e ali. Sobre The Knick, se você for muito sensível com sangue e coisas do gênero, sugiro cuidado!

Abs,
Ritter.

Ricardo Gelatti 27 de março de 2016 - 13:43

Já vi o filme de Fargo e achei a história muito rica, mas achei o filme apenas mediano.

Ricardo Gelatti 27 de março de 2016 - 13:43

Já vi o filme de Fargo e achei a história muito rica, mas achei o filme apenas mediano.

planocritico 27 de março de 2016 - 14:09

Eu adorei Fargo. Mas tente ver a série de toda forma. O estilo visual é mantido, mas a história é diferente, bem diferente.

Abs,
Ritter.

planocritico 27 de março de 2016 - 14:09

Eu adorei Fargo. Mas tente ver a série de toda forma. O estilo visual é mantido, mas a história é diferente, bem diferente.

Abs,
Ritter.

Juscelino Júnior 8 de março de 2016 - 02:26

Muito boa crítica, e sensacional a temporada, não vou escrever porque senão escrevo até amanhã tudo que senti quando terminei de ver essa temporada absurda, só quero registrar que é uma das séries com o melhor domínio de roteiro entre as temporadas, o resgate dos personagens que estavam lá desde que o começo, a consequência dos atos iniciais se revelando… Impressionante, não é uma série comum, parece um filme que não acaba, no sentido de que a série tem uma continuidade muito crível, acho que o fato de ser do Netflix, sem comerciais e sem limitações de um canal de televisão, favorecem isso.

Responder
Batman 7 de março de 2016 - 21:44

Já ouvi falar tão bem dessa série que não vou perguntar nem se vale a pena ou não assistir

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 23:06

Você não perguntou, mas eu vou responder da mesma forma: vale muito a pena ver House of Cards. Série fantástica.

Abs,
Ritter.

Responder
Batman 7 de março de 2016 - 23:07

Minha vontade de ver só aumentou!!
Vou fazer uma maratona u.u

Responder
Batman 7 de março de 2016 - 23:07

Minha vontade de ver só aumentou!!
Vou fazer uma maratona u.u

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 23:09

Depois não se esqueça de voltar aqui (ou nas críticas das respectivas temporadas) para dizer o que achou!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 23:09

Depois não se esqueça de voltar aqui (ou nas críticas das respectivas temporadas) para dizer o que achou!

Abs,
Ritter.

Responder
Batman 7 de março de 2016 - 23:16

Vou assistir e voltarei aqui e expressar minha opinião

Abs

Batman 7 de março de 2016 - 23:16

Vou assistir e voltarei aqui e expressar minha opinião

Abs

Batman 7 de março de 2016 - 21:44

Já ouvi falar tão bem dessa série que não vou perguntar nem se vale a pena ou não assistir

Responder
Denzel 7 de março de 2016 - 19:07

Ainda estou assistindo e até o momento considero essa 4°temporada excepcional!

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 19:32

Continue! E depois volte aqui para dizer o que achou da experiência toda!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 19:32

Continue! E depois volte aqui para dizer o que achou da experiência toda!

Abs,
Ritter.

Responder
Denzel 8 de março de 2016 - 20:06

Com certeza,logo terminarei.

Responder
Denzel 8 de março de 2016 - 20:06

Com certeza,logo terminarei.

Responder
Denzel 7 de março de 2016 - 19:07

Ainda estou assistindo e até o momento considero essa 4°temporada excepcional!

Responder
Rafael Morais 7 de março de 2016 - 18:00

Teve um momento, se não me engano, no penúltimo episódio quando a Sra. Underwood leva a Hannah Conway e os seus filhos para sala Roosevelt, por um instante, um pequeno instante quando a Sra. Conway elogia a finesse do local, tive a sensação de que a Claire iria quebrar a quarta parede e conversar com o público… seria um tanto quanto revelador em relação à continuação da série.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 18:40

Ha, ha. Legal. Eu achei que ela ia era quebrar a quarta parede naquele momento final, junto com o marido… “Nós criamos o medo”…

Abs,
Ritter.

Responder
Juscelino Júnior 8 de março de 2016 - 02:23

De certa forma ela o fez, ela não falou mas se expressou junto com ele, acompanhando o que ele dizia, foi a única que não ficou “congelada” quando ele faz essas coisas.

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Juscelino Júnior 8 de março de 2016 - 02:23

De certa forma ela o fez, ela não falou mas se expressou junto com ele, acompanhando o que ele dizia, foi a única que não ficou “congelada” quando ele faz essas coisas.

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planocritico 8 de março de 2016 - 16:12

Sim, tem razão, @juscelinojnior:disqus! Foi um momento muito, mas muito bacana. E a frase que o Frank solta é de gelar o sangue!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 8 de março de 2016 - 16:12

Sim, tem razão, @juscelinojnior:disqus! Foi um momento muito, mas muito bacana. E a frase que o Frank solta é de gelar o sangue!

Abs,
Ritter.

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planocritico 7 de março de 2016 - 18:40

Ha, ha. Legal. Eu achei que ela ia era quebrar a quarta parede naquele momento final, junto com o marido… “Nós criamos o medo”…

Abs,
Ritter.

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Helder Zemo 8 de março de 2016 - 17:50

“Voce se arrepende de não ter filhos, Claire? Ah, desculpa, essa pergunta é muito pessoal” Depois chega o filho dos Conway, o muleque chato e mimado, tanto que o Francis da uma indireta reta falando com o muleque no casal depois, o filho da mulher sai e a Claire da a resposta mais épica de todas:”E você, se arrepende de ter filhos?” kkkkk que serie fantastica….

Responder
Helder Zemo 8 de março de 2016 - 17:50

“Voce se arrepende de não ter filhos, Claire? Ah, desculpa, essa pergunta é muito pessoal” Depois chega o filho dos Conway, o muleque chato e mimado, tanto que o Francis da uma indireta reta falando com o muleque no casal depois, o filho da mulher sai e a Claire da a resposta mais épica de todas:”E você, se arrepende de ter filhos?” kkkkk que serie fantastica….

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planocritico 9 de março de 2016 - 12:55

Momento inesquecível!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 9 de março de 2016 - 12:55

Momento inesquecível!

Abs,
Ritter.

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Rafael Morais 7 de março de 2016 - 18:00

Teve um momento, se não me engano, no penúltimo episódio quando a Sra. Underwood leva a Hannah Conway e os seus filhos para sala Roosevelt, por um instante, um pequeno instante quando a Sra. Conway elogia a finesse do local, tive a sensação de que a Claire iria quebrar a quarta parede e conversar com o público… seria um tanto quanto revelador em relação à continuação da série.

Responder
Cícero Moraes 7 de março de 2016 - 12:15

Adorei o texto, muito coerente. Grande abraço!

Responder
Cícero Moraes 7 de março de 2016 - 12:15

Adorei o texto, muito coerente. Grande abraço!

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 12:26

Obrigado, @cceromoraes:disqus!

Abs,
Ritter.

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planocritico 7 de março de 2016 - 12:26

Obrigado, @cceromoraes:disqus!

Abs,
Ritter.

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Helder Zemo 7 de março de 2016 - 09:30

No setimo capitulo quando finalmente o personagem do Joel Kinnaman (meio canastra as vezes mas gostei dele) finalmente sai das “sombras” e é feita uma elipse da suite dos Underwood com a suite dos Conway mostrando um casal frio, velho e que se ama pelo olhar em contraponto com um casal quente que faz sexo no banheiro e brincando com o filho apresentou o conflito da experiencia x juventude de uma forma espetacular. Quando começou a temporada percebi que eram muitos personagem e muitas subtramas, parecia Game of Thrones de tantos personagens realmente importantes pra dar tempo de tela e temi se isso iria dar certo, mas estamos falando de um dos melhores showrunners atual e o resultado foi surpreendente, Ellen Burstin foi espetacular como a mae da Claire, seus olhares, momentos dramaticos, a jovialidade que ela demostra com o Tom Yates (praticamente adivinhando o que iria acontecer depois) e o momento spoiler maximo que mostra que a serie consegue tocar em questoes fortissimas como eutanasia e aborto por exemplo de uma maneira reflexiva, um dos maiores tabus da sociedade, creio que Ellen que sera lembrada no Golden Globe por isso, Kevin Space foi o Kevin Space, mas tem varios momentos tensos como o dele conversando com a Cattlyn Durant no salão oval foi de uma magistralidade impressionante, a la Heissemberg e mostrando como o personagem é um psicopata e ainda vai render muito, mas Robin Wright ta no meu coração e conseguiu mesmo com um seguimento de praticamente 3 episodios que nao vemos muito Frank segurar a temporada sem me fazer ter saudades dele, mostrando que ela é tao manipuladora quanto ele, padrao Netflix de sempre, agora que venha Demolidor !!!1

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 12:32

@disqus_qqVEa4WRHI:disqus, bela análise. A elipse dos casais e outras foram momentos de mestre nessa temporada. O bacana mesmo é como Willimon conseguiu manejar aquele monte de personagens organicamente. Eu, que não costumo ter boa memória, não perdi nada tamanha a eficiência do roteiro.

E, realmente, Demolidor está chegando!

Abs,
Ritter.

Responder
Helder Zemo 7 de março de 2016 - 12:48

Falando em elipses, a passagem de tempo em House of Cards é magistral, se passa quase 6 meses entre o epi 6 e o 11 de uma forma muito orgânica, só reparei isso quando uma repórter falou que tinha passado seis meses da operação do Francis, pq tinha ficado cabreiro como ele tinha se recuperado tao rápido kkk nao sabia dessa troca de showrunner, ha alguns indícios nessa temporada que “provavelmente” ele tenha escrito só ate essa, mas a Netflix renovou, (a serie terminou meio que em aberto tbm) e agora sera outro showrunner, sera que vai dar certo?

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 13:10

Mudanças são sempre complicadas, mas se Willimon REALMENTE imaginou o arco da reeleição de FU em duas temporadas, então ficaria mais tranquilo… Mas não sei se foi o caso…

Abs,
Ritter.

Responder
Helder Zemo 7 de março de 2016 - 15:47

fora que as possibilidades agora com Francis finalmente fazendo uma guerra sao infinitas, é so esses novos showrunners terem culhoes pra fazer algo épico, pq os ultimos segundos do ultimo episodio foram sensacionais….

planocritico 7 de março de 2016 - 17:24

A guerra exigirá muita discussão de política externa e o envolvimento constante de Petrov. Além disso, eles poderão introduzir na série a questão do êxodo árabe para a Europa, o que pode ser muito interessante. As possibilidades realmente são mil.

Abs,
Ritter.

planocritico 7 de março de 2016 - 17:24

A guerra exigirá muita discussão de política externa e o envolvimento constante de Petrov. Além disso, eles poderão introduzir na série a questão do êxodo árabe para a Europa, o que pode ser muito interessante. As possibilidades realmente são mil.

Abs,
Ritter.

Helder Zemo 7 de março de 2016 - 12:48

Falando em elipses, a passagem de tempo em House of Cards é magistral, se passa quase 6 meses entre o epi 6 e o 11 de uma forma muito orgânica, só reparei isso quando uma repórter falou que tinha passado seis meses da operação do Francis, pq tinha ficado cabreiro como ele tinha se recuperado tao rápido kkk nao sabia dessa troca de showrunner, ha alguns indícios nessa temporada que “provavelmente” ele tenha escrito só ate essa, mas a Netflix renovou, (a serie terminou meio que em aberto tbm) e agora sera outro showrunner, sera que vai dar certo?

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planocritico 7 de março de 2016 - 12:32

@disqus_qqVEa4WRHI:disqus, bela análise. A elipse dos casais e outras foram momentos de mestre nessa temporada. O bacana mesmo é como Willimon conseguiu manejar aquele monte de personagens organicamente. Eu, que não costumo ter boa memória, não perdi nada tamanha a eficiência do roteiro.

E, realmente, Demolidor está chegando!

Abs,
Ritter.

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Helder Zemo 7 de março de 2016 - 09:30

No setimo capitulo quando finalmente o personagem do Joel Kinnaman (meio canastra as vezes mas gostei dele) finalmente sai das “sombras” e é feita uma elipse da suite dos Underwood com a suite dos Conway mostrando um casal frio, velho e que se ama pelo olhar em contraponto com um casal quente que faz sexo no banheiro e brincando com o filho apresentou o conflito da experiencia x juventude de uma forma espetacular. Quando começou a temporada percebi que eram muitos personagem e muitas subtramas, parecia Game of Thrones de tantos personagens realmente importantes pra dar tempo de tela e temi se isso iria dar certo, mas estamos falando de um dos melhores showrunners atual e o resultado foi surpreendente, Ellen Burstin foi espetacular como a mae da Claire, seus olhares, momentos dramaticos, a jovialidade que ela demostra com o Tom Yates (praticamente adivinhando o que iria acontecer depois) e o momento spoiler maximo que mostra que a serie consegue tocar em questoes fortissimas como eutanasia e aborto por exemplo de uma maneira reflexiva, um dos maiores tabus da sociedade, creio que Ellen que sera lembrada no Golden Globe por isso, Kevin Space foi o Kevin Space, mas tem varios momentos tensos como o dele conversando com a Cattlyn Durant no salão oval foi de uma magistralidade impressionante, a la Heissemberg e mostrando como o personagem é um psicopata e ainda vai render muito, mas Robin Wright ta no meu coração e conseguiu mesmo com um seguimento de praticamente 3 episodios que nao vemos muito Frank segurar a temporada sem me fazer ter saudades dele, mostrando que ela é tao manipuladora quanto ele, padrao Netflix de sempre, agora que venha Demolidor !!!1

Responder
Vittor Cmps 6 de março de 2016 - 23:21

Ainda estou assistindo e até o momento está excepcional! O Will Conway é fantástico, Doug e Seth tiveram uma cena pra me deixar em choque, e Claire, por um instante me deixou na dúvida se ia antagonizar com o Frank…

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 02:09

@vittorcmps:disqus, depois que acabar volte aqui para deixar suas impressões!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 02:09

@vittorcmps:disqus, depois que acabar volte aqui para deixar suas impressões!

Abs,
Ritter.

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Vittor Cmps 6 de março de 2016 - 23:21

Ainda estou assistindo e até o momento está excepcional! O Will Conway é fantástico, Doug e Seth tiveram uma cena pra me deixar em choque, e Claire, por um instante me deixou na dúvida se ia antagonizar com o Frank…

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Matheus Brito 6 de março de 2016 - 23:35

Eu maratonei as 3 temporadas de HoC em uma semana, e por coincidência, terminei o último episódio na quinta-feira, horas antes da estreia da nova temporada. No dia seguinte, acordei às 8 para acompanhar a 4ª leva de episódios dessa série maravilhosa que me fisgou desde o primeiro minuto.

Atuações acima da média, roteiro e história muito bem elaboradas, personagens bem aproveitados… foi mais uma excelente temporada de House of Cards.

Minha única reclamação, que deve ser algo bem particular, é [SPOILER ALERT] a temporada ter sido encerrada sem um “fim”. Explico: As temporadas visivelmente tem um ciclo de um ano dentro de suas histórias, quase como se fosse um mês por episódio. Portanto, assisti à temporada totalmente ansioso pelo resultado das eleições – que eu imaginava que veria ainda nessa 4ª – e, quando ela acabou sem o resultado, me senti um tantinho frustrado. Mas nada que tenha prejudicado minha experiência com a série, que pra mim continua sendo uma das melhores em exibição.

Agora, é esperar mais um longo ano pela 5ª temporada. Me resta aguardar!

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 02:08

SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER

Que overdose de HoC, hein? Mas tá valendo!

Sobre sua reclamação, ela procede de fato. A temporada anterior acabou aberta, mas esta foi mais escancarada ainda, deixando muita coisa sem resolução. O que parece é que a AMC imaginou o arco da reeleição de FU em duas temporadas.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 02:08

SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER

Que overdose de HoC, hein? Mas tá valendo!

Sobre sua reclamação, ela procede de fato. A temporada anterior acabou aberta, mas esta foi mais escancarada ainda, deixando muita coisa sem resolução. O que parece é que a AMC imaginou o arco da reeleição de FU em duas temporadas.

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael Martins 6 de março de 2016 - 21:48

Olá,

Considero a season 4 a melhor de todas, a qual tem digamos, uma nova dona: Claire Underwood – com a Robin Wright sendo arrebatadora!

abraço

Responder
planocritico 6 de março de 2016 - 21:51

@disqus_FZGLjgxKO4:disqus, obrigado pelo comentário! Tenho dificuldade de fazer uma afirmação como a sua, pois considero as quatro temporadas equivalentes, cada uma excelente, mas com pequenos probleminhas. No todo, é uma série como poucas!

Agora uma coisa não tenho dúvida: Claire Underwood RULES!

Abs,
Ritter.

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planocritico 6 de março de 2016 - 21:51

@disqus_FZGLjgxKO4:disqus, obrigado pelo comentário! Tenho dificuldade de fazer uma afirmação como a sua, pois considero as quatro temporadas equivalentes, cada uma excelente, mas com pequenos probleminhas. No todo, é uma série como poucas!

Agora uma coisa não tenho dúvida: Claire Underwood RULES!

Abs,
Ritter.

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Rafael Martins 6 de março de 2016 - 21:48

Olá,

Considero a season 4 a melhor de todas, a qual tem digamos, uma nova dona: Claire Underwood – com a Robin Wright sendo arrebatadora!

abraço

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