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Crítica | I Know This Much Is True

por Ritter Fan
1011 views (a partir de agosto de 2020)

A ideia de se adaptar I Know This Much is True, romance de 1998 do autor americano Wally Lamb que figurou no Oprah’s Book Club daquele ano, o que assegura o sucesso imediato, começou ainda no final da década 90, mas como um filme que seria estrelada por Matt Damon. Diversos problemas afetaram o desenvolvimento da produção e os direitos acabaram revertendo novamente para o romancista que, demonstrando ser admirador do trabalho de Mark Ruffalo, fez de tudo para conquistá-lo, algo que demorou, mas finalmente ocorreu com o ator, então, movendo montanhas para produzir a adaptação, inclusive acatando a sugestão de Lamb de que o formato de minissérie serviria melhor ao romance.

Com seis episódios girando em torno de uma hora cada um, a produção da HBO dirigida por Derek Cianfrance, que a co-escreveu com Anya Epstein, é um pesado drama psicológico que aborda a vida de Domenico “Dominick” Birdsey, um pintor de casas que vive sua vida dedicando-a aos cuidados com seu irmão gêmeo Thomas, que sofre de esquizofrenia e vive entrando em saindo de um sanatório há pelo menos 20 anos. Com ambos vivido de maneira assombrosa por Ruffalo, o ponto de partida da história é um evento traumático na vida de Thomas em que ele, em uma biblioteca, saca uma faca Kukri e corta sua mão direita em uma espécie de sacrifício a Deus para tornar o mundo melhor.

Mas não se enganem: a história, aqui, é a de Dominick e a minissérie gira em torno da triste e traumática tentativa de descobrir quem ele é. Isso é abordado tanto literalmente, com um segredo sobre a identidade de seu pai, algo que a mãe (Melissa Leo) jamais revela aos filhos ou ao marido e pai adotivo de seus filhos Ray Birdsey (John Procaccino), quanto metaforicamente, já que os diversos eventos trágicos na vida de Dominick o levam a uma espiral que o coloca para baixo, sem vontade alguma de levantar a cabeça para tentar reencontrar pelo menos um semblante de felicidade.

A amargura de Dominick com a vida é chave e, na medida em que a minissérie progride, o espectador é dolorosamente coloca a par exatamente do porquê, em uma sucessão de eventos do tipo “a vida como ela é” que escancara o potencial horror do cotidiano. A produção não se interessa exatamente com grandes eventos a não ser o catalisador da história e chafurda no mundano, no banal, naquilo que compõe potencialmente, de uma maneira ou de outra, o dia-a-dia de muita gente. Se primeiro sofremos por Dominick pelo que parece ser seu amor incondicional pelo irmão e sua raiva por seu padrasto abusivo, depois a direção de Cianfrance começa a relativizar tudo, caminhando por uma estrada psicológica muito mais complexa que o protagonista começa a caminhar por intermédio da assistente social Lisa Sheffer (Rosie O’Donnell) e da psicóloga Dra. Patel (Archie Panjabi), além da subtrama envolvendo o avô que nunca conheceu que começa a entrar na história a partir do momento em que Dominick herda uma autobiografia dele escrita em italiano e que o leva a contratar Nedra Frank (Juliette Lewis sendo Juliette Lewis) para traduzir.

Não é, de forma alguma, uma minissérie fácil de assistir. A caminhada do protagonista é sombria e muito realista e verdadeira e, por isso mesmo, próxima de nós. A obra faz perguntas difíceis de serem respondidas sobre identidade, determinismo, culpa e responsabilidade que nem todo mundo estará preparado para ver serem colocadas como são aqui, em um ambiente pesado, claustrofóbico, labiríntico e desesperador que parece literalmente pesar sobre os ombros de Dominick graças à magistral fotografia de Jody Lee Lipes (Um Lindo Dia na Vizinhança) que lembra muito o trabalho de ninguém menos do que Roger Deakins em Os Suspeitos (2013).

A minissérie é, também, claro, um veículo para Mark Ruffalo mostrar toda sua latitude dramática. Se alguém tinha alguma dúvida sobre seu talento, ela deixará de existir depois desses seus trabalhos serem conferidos. Sua dedicação foi tanta que ele seguiu o caminho mais difícil para colocar os tão iguais, mas também tão diferentes irmãos gêmeos na telinha, primeiro filmando todas as sequências como Dominick, mais magro e com barba e bigode, depois parando por seis semanas para engordar e, então, filmar as sequências como o imberbe Thomas. Em outras palavras, não há efeitos práticos ou digitais nessa transformação, o que acrescenta ao realismo da performance, com Ruffalo realmente conseguindo quebrar a barreira dramática que por vezes impede o espectador de imergir na narrativa quando há uso desse artifício visual. Em I Know This Much is True, é perfeitamente possível acreditar que são dois atores iguais fazendo papeis de irmãos muito diferentes fisicamente, algo que acontece inclusive nas sequências em flashback em que vemos Philip Ettinger encarnar os irmãos no começo da faculdade.

Mas Ruffalo não é a única escalação perfeita. Mesmo que ele obviamente seja o centro duplo das atenções (ainda que, novamente, Thomas seja, digamos, um coadjuvante na história), Melissa Leo como a mãe submissa e sofrida dos irmãos, Rosie O’Donnell como a assistente social que cria empatia imediata com o drama deles e também John Procaccino como o padrasto talvez injustamente retratado no início, foram escalações muito inspiradas e que criam um ecossistema magnífico que impulsionam muito bem a narrativa, mesmo nos momentos em que é visível a tentativa de Cianfrance e de Esptein de usarem artifícios para esticar a história e manter a aura de “mistério” que gira em torno no avô dos irmãos e sobre a paternidade deles.

SEGUEM SPOILERS

Além disso, apesar de ter ritmo constante, mas que pende para a lentidão, a minissérie, de repente, passa a correr demais especialmente no último episódio para reverter o status quo de Dominick quase que como em um passe de mágica. No lugar de apenas oferecer uma sugestão de um futuro melhor, de uma auto-descoberta que finalmente chega à fruição, o que vemos é um final basicamente feliz considerando, claro, todas as desgraças que vieram antes. A realização de Dominick sobre quem ele é e o que ele pode fazer vem de um monólogo para lá de didático da Dra. Patel, assim como a revelação – que considero desnecessária – sobre quem finalmente é seu pai, o que leva o protagonista até mesmo a potencialmente reatar sua relação com a ex-esposa (Kathryn Hahn) por quem ainda sente amor.

Ao longo de quase que cinco episódios completos, a curva narrativa é francamente descendente, realmente desesperadora e desesperançosa, com visões sobre quem exatamente é Dominick sendo alteradas de santo a demônio e de volta a santo de maneira muito engenhosa e crível, mas sempre como um avião desgovernado em espiral em direção ao solo. E então, na meia hora final, o piloto puxa vigorosamente o manche e, então, o avião retorna à velocidade de cruzeiro em céu de brigadeiro. Sim, tenho plena consciência de que o peso de tudo que Dominick viveu continua lá em seus ombros, mas, agora, ele finalmente consegue levar o rosto mais uma vez e ver o futuro que abandou há anos. Meu problema não é com a mensagem positiva demais ao final – ainda que pessoalmente eu preferisse algo um pouco mais discreto -, mas sim com a velocidade em que isso acontece dentro da narrativa, revertendo um quadro clínico de prognose complexa com apenas duas aspirinas.

FIM DOS SPOILERS

Mesmo levando o final “rápido demais” em consideração, I Know This Much is True é um tour de force dramático realmente impressionante que coloca Mark Ruffalo em uma posição de destaque dentre seus pares da mesma geração. Não é uma minissérie para ser assistida mascando pipoca e nem para ser absorvida de uma vez só – é tristeza demais -, mas Derek Cianfrance foi muito bem sucedido em sua empreitada.

I Know This Much is True (EUA – 10 de maio a 14 de junho de 2020)
Direção: Derek Cianfrance
Roteiro: Derek Cianfrance, Anya Epstein (baseado em romance de Wally Lamb)
Elenco: Mark Ruffalo, Melissa Leo, John Procaccino, Rob Huebel, Michael Greyeyes, Gabe Fazio, Juliette Lewis, Kathryn Hahn, Rosie O’Donnell, Imogen Poots, Archie Panjabi, Philip Ettinger, Aisling Franciosi, Bruce Greenwood, Marcello Fonte, Harris Yulin
Disponibilidade no Brasil: HBO
Duração: 360 min. aprox. (seis episódios)

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36 comentários

Maitê 26 de junho de 2020 - 17:15

Logo no primeiro episódio, percebi que não poderia “maratonar” a série. É preciso degustá-la… Então cheguei no último episódio sentido pena de vê-la terminar, parei aos 10 minutos do final. Não consegui, não aguentei. Aquele momento de paz entre … (não quero cometer spoiler) foi suficiente pra mim.
A série é perfeita em todos os sentidos! Assim como sua crítica.

Responder
planocritico 26 de junho de 2020 - 18:46

Não é mesmo uma série para maratonar. Aliás, devo dizer que cada vez menos gosto de fazer isso, pois, mesmo em séries de pouca qualidade, perde-se muito. Mas essa aqui, até pelo tema, precisa mesmo de tempo para ser absorvida. Minha esposa mesmo quase desistiu depois do primeiro episódio, por achar muito triste.

Abs,
Ritter.

Responder
Maitê 26 de junho de 2020 - 21:34

Agora que tomei coragem, assisti ao final e pude ler a parte “seguem spoilers” da sua crítica. Achei o tempo vivido entre Dominick e o padrasto perfeito. Não havia muito para ser dito. Então, essa meia hora final para mim foi perfeita. O padrasto era a chave para Dominick ficar finalmente em paz com seu passado. Amei! E graças a Deus, aquela foto antiga não era nada daquilo que pensei, me deixou extremamente aflita a partir de então, por isso precisei dar uma pausa.

Responder
planocritico 26 de junho de 2020 - 23:34

SPOILER

SPOILER

SPOILER

SPOILER

Eu gosto da relação de Dominick no final com o padrasto. O que eu não gosto muito é que isso se soma a um monte de outras situações positivas que revertem o quadro sombrio e pesado da série muito rapidamente, eu diria.

Abs,
Ritter.

Responder
Jose Claudio Gomes de Souza 26 de junho de 2020 - 10:21

Ritter, que trabalho maravilhoso do Mark Ruffalo! Há muito tempo uma série não me incomodava tanto assim. Um verdadeiro soco no estômago! Quase tive um troço quando li um outro “crítico” reclamando que falta “alívio cômico” na série! Fala sério!

Responder
planocritico 26 de junho de 2020 - 17:08

Alívio cômico, sério isso? É cada uma…

Abs,
Ritter.

Responder
SUELI MARIA SANTOS 25 de junho de 2020 - 09:26

Simplesmente maravilhosa essa minissérie. Todos os episódios me emocionaram muito. Realmente, para o pedido que vivemos, ela realmente não é fácil de ser assistida, mas o enredo, as atuações e sua linda fotografia me conquistaram. As cenas com o seu avô empregam um charme especial a narrativa. Abro por fim, um parênteses a performance soberba de Mark Ruffalo e Rosie O’ Donnell. Uma dupla espetacular em cena.
Que venha a temporada de premiações.

Responder
planocritico 25 de junho de 2020 - 14:43

Que bom que gostou, @suelimariasantos:disqus !

Realmente sensacional a série. E tomara que varra mesmo os prêmios!

Abs,
Ritter.

Responder
João pedro 23 de junho de 2020 - 00:12

Ruffalo está excelente, tem mtos momentos que vc se pergunta se ele é babaca ou se é uma boa pessoa, acredito que ele seja humano acima de tudo, cm seus graves erros, mas ali tentando ser firme.
Ele ia de: “preciso proteger meu irmão, tenho uma dívida com ele” a “meu irmão sempre foi favorecido em relação a mim” era impressionante o quanto tudo envolvia o coitado (ou não) do Domemico” rapaz do céu.
Aquela moça do primeiro EP que ferra com ele é uma vagabunda desequilibrada, perdão a palavra e a namorada dele n tinha quase nenhuma atenção dele, até da pra entender a traição.
Concordo sobre o final, feliz demais.

Responder
planocritico 23 de junho de 2020 - 00:36

Sim, essa oscilação sobre Dominick foi fascinante e é realmente isso: ninguém é completamente bom, nem completamente mal. Trafegamos de um lado a outro sem nem mesmo sentir.

Abs,
Ritter.

Responder
João pedro 23 de junho de 2020 - 00:43

Exatamente, ngm é perfeito e isso foi perfeitamente mostrado em tela, o cara só se fode o tempo inteiro e vc sente nele isso, os próprios erros e o que aconteceu criando uma camada de amargura gigantesca.
Acho que, pra um cara como ele ir de professor universitário pra pintor deve ter sido um grande sacrilégio.

Responder
planocritico 23 de junho de 2020 - 00:43

Sim, sem dúvida. Você sente a dor dele o tempo todo, esse peso que ele carrega. Mas, ao mesmo tempo, é um peso que ele mesmo contribui para aumentar sem sequer enxergar o que ele faz para levá-lo a isso. Um ciclo vicioso fascinante e muito realista.

Abs,
Ritter.

Responder
João pedro 23 de junho de 2020 - 01:01

Então, mas ele n foi levado a ser pintor, a mulher que ferrou com ele…
De resto foi ele e as consequências.

planocritico 23 de junho de 2020 - 01:11

Que mulher você diz? A ex-esposa dele? Acho que não teve mão externa alguma em ele ter se tornado pintor.

Abs,
Ritter.

João pedro 23 de junho de 2020 - 01:16

Não, aquela que acusou ele de assédio…grr.
Dessa é uma santa.

planocritico 23 de junho de 2020 - 02:29

Mas não foi por causa dela que ele se tornou pintor. Isso aconteceu antes.

Abs,
Ritter.

João pedro 23 de junho de 2020 - 03:42

Antes dele surtar na cm a. Diretoria

Paulo Marcelino 25 de junho de 2020 - 17:25

Permita-me destacar a frase “meu irmão sempre foi favorecido em relação a mim” para pontuar algo que em saúde mental fica, por vezes, esquecido: o cuidado e o acompanhamento psicológico para os membros da família que não são portadores de transtornos mentais.
Seja para que desenvolvam ferramentas para lidar com o desafio de cuidar, como para trabalharem outras questões de suas vidas.
Julgamentos para as ações do padrasto, em seu tratamento firme (violento) com Thomas, ou de Dominick, em sua dualidade de ações de amor e ódio com o irmão ou no luto difícil na perda da filha, precisam ser olhados pela perspectiva do apoio psicológico e de assistência social que eles não receberam durante suas vidas.
A abordagem a saúde mental, de alguém com transtorno psiquiátrico, fica muito limitada quando a família, a rede de apoio, não é inserida nesse processo de conscientização e de trabalho psicológico familiar e pessoal (e comunitário…).

Responder
planocritico 26 de junho de 2020 - 16:56

Excelente apontamento, @@disqus_svqZNkCxFZ:disqus !

Abs,
Ritter.

Responder
Rubia Claudia Miquelin 22 de junho de 2020 - 14:48

Achei a serie, perfeita,mostrou como os relacionamentos tem muitas faces, e quando se e gêmeo e pior ainda pela comparação, e duro as verdades faladas na série, a dor e algo forte, e Mark fez uma obra prima!!!a parte da fala dela com a mãe, no final da doença, ali ele teve seu momento de emoção muito grande…parabéns!!!!!

Responder
planocritico 23 de junho de 2020 - 02:29

Um baita trabalho do Ruffalo mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
João Paulo 22 de junho de 2020 - 02:35

Procurei o livro pra comprar mas infelizmente não encontrei em versão traduzida. A minissérie é magnífica

Responder
planocritico 22 de junho de 2020 - 03:56

Sim! Também não li o livro, mas, agora, tendo visto a série e reparado como é pesada, não sei se quero mais não…

Abs,
Ritter.

Responder
giovanibarros 21 de junho de 2020 - 20:29

Eu amei a história do avô, por mim teria mais episódios contando o passado da família. O ator que faz o avô é muito bom (estrelou o “Dogman”, do Garrone), mas gostei também demais da atriz que faz a “bruxa”. Ademais, sou fã da Katryhn Hahn desde Transparent e cada segundo dela em cena vc sente a dor que ela sente.

Responder
planocritico 21 de junho de 2020 - 21:13

Acho que soubemos mais do que o necessário sobre o avô deles. Mas entendo seu ponto.

Abs,
Ritter.

Responder
giovanibarros 22 de junho de 2020 - 09:52

Não por uma questão de trama, é de ambiência mesmo.

Responder
Gabriel 21 de junho de 2020 - 19:42

Não poderia concordar menos com a crítica. Realmente a virada no final foi um pouco brusca mas não afeta em nada a minissérie como todo. Infelizmente não esta sendo muito comentada por não ser fácil de assistir. Eu pensei em parar porque mesmo gostando achei a história muito pesada, mas resisti hahahah Mark Ruffalo sensacional.

Responder
planocritico 21 de junho de 2020 - 21:13

Mas se você só discordou de meus comentários sobre o final, então você mais concordou do que discordou de minha crítica, não?

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel 21 de junho de 2020 - 23:35

Eu quis dizer que concordo totalmente kkkkk que n teria como discordar com tudo que foi dito. Houve uma falha minha.
Não poderia concordar mais com a crítica.
Abs.

Responder
planocritico 21 de junho de 2020 - 23:35

Ah, agora entendi! HAHAHHAAHAHAHHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Cesar 21 de junho de 2020 - 17:32

SPOILER

SPOILER

SPOILER

SPOILER

SPOILER

SPOILER

Gostei demais da série. Ruffalo ta espetacular! Mais vale um drama bem escrito que uma dezena de filmes de super heróis.

Cara, fiquei angustiado demais na season finale, pois ja dava como certo que o avô dele era um monstro ainda maior do que havia sido mostrado. Eu gostei Ritter, de terem esclarecido tudo no final a respeito disso, acho que foi importante. Daí tambem vem minha única dúvida ao roteiro. O índio la diz no final que sempre soube queos gemeos eram seus primos, mas momentos antes nos é falado que nem mesmo o pai dos gêmeos sabiam de sua existência, e tinha morrido na guerra sem saber. Ou seja, toda a família Drinkwater sabia do “segredo” que a mãe doa gêmeos nunca contou a ninguem? Uma das questões que talvez o livro respondeu melhor, sem essa pressa da finale.

Mesmo sendo da HBO, a serie está passando sem fazer tanto barulho, pois realmente nao é pra todo mundo. Uma pena!

Responder
planocritico 21 de junho de 2020 - 19:00

SPOILER

SPOILER

SPOILER

SPOILER

SPOILER

O esclarecimento em si não é o problema, mas sim a série ter feito das tripas coração, nos últimos minutos, para fazer com que tudo acabasse bem para Dominick. Sei lá, achei que não combinou com tudo o que veio antes.

Abs,
Ritter.

Responder
Juliana 21 de junho de 2020 - 17:13

Realmente, o trabalho do Mark Ruffalo nessa minissérie é excelente.
Mas acho que pouca gente assistiu à série até agora, justamente por ela ser um tanto pesada do ponto de vista dramático. De qualquer forma, vale a pena vê-la, não só pela interpretação do Mark Ruffalo (se bem que fazia um tempo que ele não tinha uma atuação tão boa, com tanto destaque)…

Responder
planocritico 21 de junho de 2020 - 19:07

É compreensível que poucos tenham assistido. Não é uma série fácil ou mesmo agradável. Mas Ruffalo está mesmo incrível.

Abs,
Ritter.

Responder
Jackson Santos 21 de junho de 2020 - 16:59

Mais uma minissérie ótima da HBO, apesar dos episódios serem muito tristes você não consegue parar de acompanhar.

Mark Ruffalo tá monstruoso nesse papel,ele como Dominick já tá muito bem , mas ai também tem ele como Thomas totalmente diferente, meu deus é prêmio e acabou!

Responder
planocritico 21 de junho de 2020 - 19:07

Sim, Ruffalo está arrasando. Entreguem logo dois prêmios de cada para ele!

Abs,
Ritter.

Responder

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