Home FilmesCríticasCatálogos Crítica | Inspetor Faustão e o Mallandro: A Missão (Primeira e Única)

Crítica | Inspetor Faustão e o Mallandro: A Missão (Primeira e Única)

por Luiando Campiago
349 views (a partir de agosto de 2020)

Se você quer saber a nota que críticos chatos que “se não tinham nada de bom para falar, nem deveriam escrever críticas” ou que “só sabem falar mal mas não sabem fazer melhor“, ou que “não sabem que cinema é só pra rir e ponto final“, dão para este filme, veja abaixo.

Mas se você quer saber a nota que “críticos de verdade” (bem na linha da Falácia do Verdadeiro Escocês), os BR-BR, os HUE-HUE, os que sabem realmente ver filmes “apenas para se divertir e ponto final” dão para este filme, então, veja abaixo.

Vamos começar isso aqui de uma maneira diferente. Com algumas perguntas.

Como é que um filme da Xuxa Produções, com Faustão e Sergio Mallandro no elenco; com a voz de Paulo César Pereio interpretando Deus (sim, Ele mesmo!) e o grande hino da MPB intitulado O RAP DO OVO, pode dar errado? Como é que um filme com as frases

Você destruiu o meu ovo! Eu vou almoçar aonde?

Até a menina dos meus olhos faz regime.

Meu amigo… boca-livre e pênalti só perde quem é trouxa.

…pode ser um filme ruim? E por último, como é que um filme onde um ovo de codorna do tamanho de um ovo de galinha é o principal assunto do roteiro pode ser desprezado e esquecido pela cinematografia nacional?

Pois bem, é aí que chegamos à obra-prima injustiçada da nossa Sétima Arte, o grande, o inigualável, o soberbo Inspetor Faustão e o Mallandro: A Missão (Primeira e Única), lançado em 1991. O filme basicamente pegou dois apresentadores de programas famosos da Rede Globo na época (um com com Domingão do Faustão, que estreara em 1989, e outro com Show do Mallandro, que estreara em 1990) e colocou em um filme absolutamente sem sentido, onde Deus — que tecnicamente poderia fazer tudo — escolhe Fausto Silva, de maneira completamente aleatória, como Inspetor (que acaba tendo que trabalhar para a polícia) para “curar a cidade” dos maus tratos aos animais, conclusão que Deus chegou após ver muitas pessoas fazendo tráfico desses bichinhos em uma feira livre qualquer.

O roteiro, escrito por Nelson Nadotti — que depois faria carreira em novelas — é basicamente uma coletânea de pequenos curtas-metragens, com Faustão dando uma de Deadpool brasileiro, quebrando a quarta parede o tempo todo e fazendo observações inúteis e questionavelmente hilárias sobre um assunto qualquer. No todo, o filme fala sobre tráfico e maus tratos de animais silvestres, mas a essência da obra (se é que podemos chamar assim) é sobre um famoso casal de codornas que botam ovos gigantes para o seu tamanho (ovos totalmente brancos, por sinal!) e que são vendidas para um americano cujo maior sonho é se relacionar com uma mulher brasileira. Viciado em afrodisíacos, Tom Cru (Cláudio Mamberti) fará de tudo para conseguir as codornas e talvez assim alcançar o seu sonho — falaremos mais dele adiante.

“Eu querrrro a ova da codorno”

Tom Cru

Como não podia deixar de ser, em qualquer segmento que tenha o Faustão em cena, ele tenta ser engraçado. No entanto, o tipo de comédia que o protagonista pratica aqui é comparável àquelas piadas toscas que todo mundo já ouviu de um tio chato, em algum almoço de domingo. Além da já citada “boca-livre e pênalti só perde quem é trouxa“, há também outras falas estranhamente marcantes, como

A situação está tão feia que estamos usando papel higiênico dos dois lados.

“Alô galera do cinema, alô gatinhas! Quem tiver afim, entra nessa. Todo mundo se beijando! Só o amor constrói!”

“Daqui a pouco a gente se encontra no quarto. Deixa a porta aberta que eu cumprirei o meu dever profissional.”

Isso sem contar o nome dos cachorros do inspetor, Salário Mínimo e Inflação, que também rende cenas memoráveis, como a que Faustinho (sobrinho comilão do Faustão) usa sua flauta mágica para atrair os cachorros (sim, isso mesmo que você leu) e tenta atrair o Salário Mínimo, mas não consegue, resultando na máximo do tio: “a Inflação sempre vem, mas o Salário Mínimo insiste em ficar longe“. Quanto a Sérgio Mallandro, sua interpretação se resume a fazer aquilo que lhe marcou a carreira, soltar alguns “gluglu iéié” aleatórios e falar com a voz mais bizarra possível, além de querer ser cantor e dançarino quando o filme é focado em fazer Faustão triná-lo para ser policial. Pois é. Nada faz sentido.

Não bastasse o tipo não-engraçado de humor (que acaba sendo engraçado por sua bizarrice, abrindo um paradoxo cômico que confunde qualquer um), o longa ainda nos “presenteia” com duas linhas românticas repletas de melodrama fajuto, onde as donzelas precisam lidar com as fraquezas de seus amados. No caso de Faustão, a geladeira; e caso de Mallandro, o comprometido estado emocional e talvez mental. Mas não é por isso que os romances não funcionam. Eles não convencem porque não possuem real introdução ou desenvolvimento no filme. Faustão parte para um piquenique e brota ao lado da suposta namorada com a “mágica do cinema“, frase dita pelo próprio personagem; e Mallandro, de uma hora para outra, diz que namora a dona de uma boate. Falando nesses pares românticos, aparentemente, as duas mulheres receberam treinamentos da Viúva Negra, pois protagonizam duas cenas de luta para defender seus namorados, uma delas, inclusive, iniciada pela sincera observação de Faustão ”é o seguinte, até agora, você não fez nada nesse filme; os homens vêm aí, portanto resolva essa parada”.

Aliás, a danceteria da namorada do Mallandro serve apenas para inserções musicais aleatórias com nomes famosos da época. Apesar de não servirem em nada à história, as interrupções trazem alguns dos poucos elementos que se salvam no filme, com nostalgia para quem gosta da música da época. Aparecem cantando no filme Guilherme Lamounier, com a estranha Eu Gosto é de Fazer o que ela Gosta; Sidney Magal (com um Mullet maravilhoso), interpretando Besame Mucho; e Sandra de Sá cantando Slogan, na melhor de todas as interpretações. Infelizmente, parece que nada pode ser completamente elogiável neste filme, e Wando nos entrega um número musical pavoroso, interpretando Eu Acho Que Estou Perdendo Você, destoando das demais inserções.

Mesmo com tanta coisa ruim o longa arranca risadas sinceras, apesar do vilão Tom Cru. Como o ”criativo” nome sugere, ele é uma versão piorada de Tom Cruise, um americano gordo e feio que veio ao Brasil para se relacionar com as brasileiras e, para alcançar isso, tenta comprar uma codorna que, supostamente, coloca ovos estimulantes sexuais (nem tente entender a coerência disso, até porque, depois descobrimos que os ovos têm uma “função mágica” completamente diferente). O fato de o vilão ser um americano que chega ao país e tenta se aproveitar das mulheres e animais poderia ser uma crítica interessante em meio a um emaranhado de bobagens. No entanto, qual a solução do roteiro? Inocentar Tom Cru, em uma patética cena de arrependimento e ainda “premiá-lo” com uma loira, impedindo a trama da obra de ter qualquer ponto digno de nota.

No caos de um roteiro que não sabe para onde vai, temos ainda uma deslocada cena de circo que [também] não se encaixa em nada e uma cena de leilão para “resolver” algo da trama que já estava resolvido. É o tipo de sequência feita para cumprir tabela, nesse caso, a necessidade de ter o “momento de pancadaria” da obra. Junto com as atuações tenebrosas de todo o elenco e a montagem, que deixa a história ainda mais sentido, fica a pergunta: por quê Inspetor Faustão e o Mallandro é um filme tão estranhamente engraçado? Vai ver este é um dos grandes mistérios da humanidade. O fato é que a obra se leva a sério e é ruim em tudo o que deveria fazer para funcionar. Por outro lado, o caráter B e a tosquice de todas as situações nos arrancam gargalhadas e faz crescer em nós um senso enorme de vergonha alheia, colocando a película na lista de filmes bizarros essenciais para qualquer cinéfilo que se preze e valorize um tsunami de emoções inclassificáveis no cinema. Coisas que só o Inspetor Faustão e o Mallandro são capazes de nos proporcionar.

Inspetor Faustão e o Mallandro: A Missão (Primeira e Única) — Brasil, 1991
Direção:  Mário Márcio Bandarra
Roteiro: Nelson Nadotti
Elenco: Fausto Silva, Sergio Mallandro, Cláudia Alencar, Caíque Benigno, Paola Bettega, Sylvinho Blau Blau, Chiquinho Brandão, Marcelo Caridad, Costinha, Sandra de Sá, Cláudio Gonzaga, Charles Gonçalves, Amauri Guarilha, Sylvia Guimarães, Sidney Magal, Luiza Tomé, Wando, Adriana Esteves, Paulo César Pereio
Duração: 85 min.

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78 comentários

Sávio Christi 7 de outubro de 2020 - 17:50

Nossa, amo e adoro esse filme aí! Bem que poderia ter uma sequência… por que será que nunca teve? Uma comédia bem clássica e épica, sem dúvida alguma!

Responder
Luiz Santiago 7 de outubro de 2020 - 21:33

Acho que o encontro foi pensado para ser único mesmo. Tá até no título da obra. Aquelas coisas que só acontecem uma vez mesmo. E depois o Faustão seguiu uma carreira diferente, como apresentador… largou a atuação.

Responder
Sávio Christi 9 de outubro de 2020 - 15:13

Entendo… mas o filme ainda continua excelente, formidável e lendário até os dias atuais!

Responder
Luiz Santiago 10 de outubro de 2020 - 08:51

Hahahahaha que bom que gosta tanto desse filme. Não compartilho em nada com essa opinião, mas acho interessante encontrar alguém que gosta tanto dele.

Responder
Sávio Christi 13 de outubro de 2020 - 13:03

Hahahahaha! Pois é, mano… faz parte, sabe?

A propósito: tenho tanta vontade de entrar para o cinema um dia… vamos ver que isso acontece, não é verdade? No caso, sou ilustrador, quadrinista, autor literário, youtuber e cosplayer (apesar de que não penso em receber pagamento e reconhecimento através deste último cargo…)!

Luiz Santiago 13 de outubro de 2020 - 17:02

Torço para que tenha sucesso e consiga realizar seu sonho!

Sávio Christi 25 de outubro de 2020 - 10:44

Muitíssimo grato, abraços e até mais ver, meu camarada!

Luiz Santiago 29 de maio de 2018 - 15:45

Deveria ganhar TODOS os Oscars possíveis!!! Isso é uma obra-prima! HAUAHUAHAUAHUAHAUAHUAHUAHAUHAAUAUHAUAUAHAHAU

Responder
Gabriel 29 de maio de 2018 - 15:33

Uma obra prima do cinema brasileiro. Esse filme é tão bom que o rap do ovo toca o filme inteiro e o filme passa por minutos infindáveis até o nosso grande e magnífico herói Faustão aparecer, pra claro, Deus mandar uma geladeira e falar com o Faustão, que filme realista! Deveria ganhar um Óscar com certeza!

Responder
Ian Luz 28 de agosto de 2017 - 01:49

Faustão mais do que nunca , tanto no pessoal , quanto no profissional , dando um show de piadas e gracejos, junto com o inexorável Sergio Mallandro, o prefeito da URCA , em um dos tantos momentos memoráveis da sua infindável carreira. Estas feras aí , bicho. Agora , exatamente as … Oloco , meu… vamos acompanhar o ARQUIVO CONFIDENCIAL de Luiz Santiago , galera !!! Eeeeeita !!!

— Silva , Fausto , sobre o filme.

Responder
Luiz Santiago 28 de agosto de 2017 - 02:13

AHUHUAHAUHAUAHAUHAUAHAU @ianluz:disqus, obrigado por isso, bicho! Oloco! Tô rindo feito um desesperado, mais do que nunca!

Responder
Fernando Mendonça 23 de agosto de 2017 - 15:39

esse foi um dos primeiros filmes que assisti no cinema. Que iniciação meu Deus, que iniciação!

Responder
Luiz Santiago 23 de agosto de 2017 - 16:15

O verdadeiro batismo de fogo!

Responder
Fernando Mendonça 23 de agosto de 2017 - 16:33

vendo agora, entendo pq meu pai me largou lá no cinema e foi embora. Talvez fosse algum tipo de punição.

Responder
Luiz Santiago 23 de agosto de 2017 - 16:47

PQP!!! Tu não ficou desesperado não? Ou tava completamente imerso nesse glorioso UNIVERSO FAUSTOLINO? hahahahahahha

Responder
Fernando Mendonça 23 de agosto de 2017 - 17:18

totalmente imerso. Era como se o glorioso Fausto Silva falasse diretamente comigo. hahahaha

Luiz Santiago 23 de agosto de 2017 - 18:03

hahahahaha só as pérolas! E as piadinhas sem graça dele no decorrer do filme! Ô loko bicho!

genio plaboy e Klebinho 23 de agosto de 2017 - 19:34

Ver deus oferecendo uma geladeira pra faustão deve ter sido incrivel.

Responder
Luiz Santiago 23 de agosto de 2017 - 19:41

Melhor cena!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Responder
genio plaboy e Klebinho 23 de agosto de 2017 - 00:20

Oq falar desse filme? além das atuações que deixariam todos os criticos de boca aberta, merecia o oscar de 92,93,94,95,96,97,98,99,00,01 e todos os anos subsequentes, com uma qualidade somente alcançada por cinderela baiana e é fada do ano passado, infelizmente o filme não rendeu um universo compartilhado, 27 livros, 72 hqs, 49 jogos e 32 coleções de action figures, mas ainda é um marco do cinema nacional como um todo.
E se não tinham nada de bom para falar, nem deveria escrever críticas,só sabem falar mal mas não sabem fazer melhor, e não sabem que cinema é só pra rir e ponto final.

Responder
Fernando Campos 23 de agosto de 2017 - 01:25

Cara, comparar Inspetor Faustão e o Mallandro com É Fada é uma ofensa para mim! Tive que fazer o sacrifício de escrever sobre o filme da Kéfera, foi uma tortura. Isso aqui não, filme do Faustão é só amor e altas risadas.

Responder
Luiz Santiago 23 de agosto de 2017 - 02:00

Olha o nível que a gente chegou! Faustão + Mallandro + RAP DO OVO é MELHOR que Kéfera.

SÓ ESTOU OBSERVANDO o cinema brasileiro atual tomando surra dessas bagaceiras do passado. hahahahaha

https://uploads.disquscdn.com/images/78309715a199ff476ea4d96fde92e75a2298cae32f534956ffa54d54063e04b3.jpg

Responder
genio plaboy e Klebinho 23 de agosto de 2017 - 14:03

Nós estamos discutindo dobre faustão e é fada e tu quer realmente falar que o mais preocupante é o filme da Kéfera ser pior que o do Faustão?

Responder
Luiz Santiago 23 de agosto de 2017 - 16:17

Claro!!! Isso é o que verdadeiramente importa aqui! Em um mundo onde o filme do Faustão é MELHOR que o da Kéfera??? Mano, isso é sinal dos tempos! Já consigo ver o meteoro rindo pra gente!

Luiz Santiago 23 de agosto de 2017 - 00:31

AHAUHAUHAUHAUAHUAHAU é exatamente isso! Uma obra-prima dessas, bicho! Tem que se tornar franquia!!! Quero já INSPETOR FAUSTÃO E O MALLANDRO: MISSÃO NO ACRE!!! 😀

O mundo ainda não está preparado para as nossas investigas cinematográficas. Com certeza, no dia em que descobrirem essa maravilha, vão dar Oscar retroativo de todos esses anos, pode ter certeza!

Responder
genio plaboy e Klebinho 23 de agosto de 2017 - 00:44

Cara, falando em acré vcs podiam fazer critica pra Taína, aquela india projétil de papa capim.

Responder
Luiz Santiago 23 de agosto de 2017 - 01:58

HAHAAHHAAH eu to rindo demais com essa relação!
Esse tá na lista também!
Meu Deus!

Responder
Gabriel 29 de maio de 2018 - 15:48

Concordo, eu quero um filme chamado O Inspetor Faustão e a chuva de ovos que se quebram!

Responder
Gabriel 29 de maio de 2018 - 15:45

Cara, esses críticos não sabem de nada mesmo. É Fada é incrível, mas o melhor filme brasileiro de todos os tempos é Cinderela Baiana, QUE FILMAÇO, EU ATÉ CHOREI SÓ DE VER ALGUMAS CENAS!!! O Inspetor Faustão é outra grande obra prima do cinema brasileiro, a atuação de todos os atores eu me arrepio todo. Absolutamente tudo em Inspetor Faustão funciona, como roteiro, atuações, rap do ovo tocando no filme inteiro, personagens… Eu me arrepio tanto no meio de tanta maravilhosidade que vejo em Inspetor Faustão que só falta eu virar porco espinho (Piada no nível desse filme).

Responder
Luiz Santiago 29 de maio de 2018 - 15:48

O que é Lavoura Arcaica perto de Inspetor Faustão?

Responder
Joao Marcelo Villanova 22 de agosto de 2017 - 20:44

Eu vi isso no cinema! Q vergonhaaaaa!!!!
E o pior de tudo… Eu gostei!

Vergonha!!!! Kkkkk

Responder
Luiz Santiago 9 de fevereiro de 2018 - 15:44

OMG!

Responder
Joao Marcelo Villanova 22 de agosto de 2017 - 20:44

Eu vi isso no cinema! Q vergonhaaaaa!!!!
É o pior de tudo… Eu gostei!

Vergonha!!!! Kkkkk

Responder
Luiz Santiago 22 de agosto de 2017 - 22:23

HAUHAUHAUAHUAHUAHAUHAUAH todo mundo tem aquele lado 1% filme trash, não tem jeito!

Responder
Fernando Campos 23 de agosto de 2017 - 01:23

Vergonha nada! É impossível não gostar desse filme. Assim como é impossível não admitir que ele é horrível hahaha.

Responder
genio plaboy e Klebinho 22 de agosto de 2017 - 19:05

Daí vc lembra que deus atou em varias pornochanchadas… o Faustão é tipo o deadpool, como ousas dar, mesmo que de brincadeira, 0 estrelas pra esse classico? gostaria que fizessem a critica de Cinderela baiana e xuxa e os duendes.

Responder
Luiz Santiago 22 de agosto de 2017 - 22:34

Esses clássicos maravilhosos estão na nossa lista, com certeza! Devem aparecer por aqui até o fim do mundo! hahahahahah

Responder
Fernando Campos 23 de agosto de 2017 - 01:22

Esses filmes estão na lista, mas a gente precisa sempre de um longo tempo de recuperação psicológica, após se deparar com esses clássicos. Só depois de recuperar nossa sanidade, podemos assistir uma obra assim de novo hahaha.

Responder
Cadê o Yoshi? 22 de agosto de 2017 - 18:11

Vai ver é um daqueles filmes que de tão ruim dá a volta e fica bom.

Responder
Luiz Santiago 22 de agosto de 2017 - 22:35

No aspecto da zuera, sim.
Mas no analítico, mesmo levando em consideração esse negócio, não dá. É ruim MESMO. hahahha

Responder
Fernando Campos 23 de agosto de 2017 - 01:27

Ver esse filme é como assistir uma compilação de memes de 1h20min hahaha. Fica bom sim.

Responder
Cadê o Yoshi? 22 de agosto de 2017 - 18:03

Se até o Faustão (inacreditavelmente) já fez filme, quero ver um estrelando o Pedro de Lara 😆.

Responder
Luiz Santiago 22 de agosto de 2017 - 22:38

Pior que ele já fez, viu! Há muito tempo vi um chamado “Padre Pedro E a Revolta das Crianças” e ele era o Padre Pedro. Ou era ele ou o irmão gêmeo dele, o que seria ainda melhor. ahhahahahah

Sem contar que esse filme ainda tem o Gugu e o Zé do Caixão! 😀

Responder
Cadê o Yoshi? 22 de agosto de 2017 - 23:38

Pedro de Lara como padre? E eu achei que o pior do cinema brasileiro foi Zé do Caixão com medo de bandas de heavy metal no filme Um Show de Verão.

Responder
Luiz Santiago 23 de agosto de 2017 - 00:02

O Brasil é um país que precisa ser estudado por todos os centros de pesquisa do mundo!!!

Responder
Cadê o Yoshi? 23 de agosto de 2017 - 00:26

O Brasil é um país que precisa remasterizar todas as pornochanchadas que fez e lançar num box. Vai vender como água.

Luiz Santiago 23 de agosto de 2017 - 00:35

Se isso chega na Europa a nossa economia rapidinho volta ao normal! Viraremos uma potência em exportar pornochanchada!!!

Cadê o Yoshi? 22 de agosto de 2017 - 23:39

Não sei porque, mas sinto que o Pedro de Lara foi um padre bem desbocado nesse filme 😆.

Responder
Luiz Santiago 23 de agosto de 2017 - 00:13 Responder
Cadê o Yoshi? 23 de agosto de 2017 - 00:25

Hahajsjsjaajsjsjshsjaahahajaha
QUEREMOS O PADRE PEDRO!!!
Além de grosseiro, é inimigo do Zé do Caixão no filme kkkkk. Cadê o box de blu-ray Pérolas do Cinema Pós-Ditadura? Compro na hora!

Luiz Santiago 23 de agosto de 2017 - 00:32

Quero também!

Fernando Campos 23 de agosto de 2017 - 01:19

E eu, ingenuamente, achei que o filme do Faustão era o fundo do posso da lixeira hahahah

genio plaboy e Klebinho 23 de agosto de 2017 - 00:06

OQ??? COMO ASSIM NÃO TEM CRITICA DESSE FILME AQUI?

Responder
Luiz Santiago 23 de agosto de 2017 - 00:11

Falha nossa!!! Cada vez mais percebemos que estamos decepcionando com as obras-primas do cinema nacional!!! Vou ter que ouvir o RAP DO OVO de novo para me perdoar.

Responder
genio plaboy e Klebinho 23 de agosto de 2017 - 00:16

Depois de hoje virei time Ritler…

Luiz Santiago 23 de agosto de 2017 - 00:28

OBA!!!! Mais um para o time!

Cadê o Yoshi? 22 de agosto de 2017 - 18:01

Mais um Guilty Pleasure? Se for assim quero que façam a crítica do meu: Zoando na TV, estrelando Angélica, Marcio Garcia e (pra variar) Grande Elenco.

Responder
Luiz Santiago 22 de agosto de 2017 - 22:36

Só as feras do cinema brasileiro nos melhores filmes! Misericórdia!

Responder
Daniel Marques 22 de agosto de 2017 - 15:40

A função de crítico é foda. Só muito amor à arte pra conseguir assistir uma obra dessa até o final. 😀 Deve ser frustrante. Kkkkkk

Responder
Luiz Santiago 22 de agosto de 2017 - 15:45

Foi uma experiência que a gente ainda está tentando entender, pra falar a verdade. Os efeitos colaterais são tenebrosos. Fiquei cantando o RAP DO OVO por 3 dias seguidos e tive tremedeiras e vícios de linguagem FAUSTOLINOS que persistem até agora!

Responder
Daniel Marques 22 de agosto de 2017 - 15:50

Kkkkk… Mais um que fará um psicólogo feliz.

Responder
Luiz Santiago 22 de agosto de 2017 - 16:00

Com certeza! HAUAHUAHUAH

Responder
Fernando Campos 23 de agosto de 2017 - 01:28

Não é o amor à arte cara, foi o amor ao Faustão que me fez assistir e escrever sobre isso.

Responder
Junior Oliveira 22 de agosto de 2017 - 12:38

Ah, já sei! O Plano Crítico irá resenhar TODOS os clássicos protagonizados por Serginho Mallandro e fazer um especial, né? Aplaudo essa iniciativa, senhoras e senhores, TOTALMENTE!

Cinéfilo Nutella “shippa” Rose e Jack… aí é fácil, quero ver é “shippar” Serginho Mallandro e Xuxa Meneghel!

(Aliás, eu mesmo escrevi várias fanfictions com Xuxa e Mallandro como protagonistas — Xullandro — e, agora com esse apoio moral do PC, tenho certeza que o mundo da internet finalmente compreenderá a importância desse casal para o cinema brasileiro. Mas com essa onda de diversidade… hum… uma fic com Faustão e Serginho, hein, não faria nada mal. MALLASTÃO vive!).

Responder
Luiz Santiago 22 de agosto de 2017 - 15:44

XULLANDO!!! MALLASTÃO!!!!
AHUAHUAHAUAHUAHAUAHUAHAUHAUAHUAHAUHAUHAUA mano do céu, @disqus_S9VI0WqQit:disqus eu to rindo que nem um retardado aqui, você não tem noção!!! Quero ver todas as fanfics, quero mergulhar ainda mais neste mundo das grandes celebridades do cinema brasileiro!!! https://uploads.disquscdn.com/images/d3231d57a0e14bce934823be196509ece8343c5642a8538f809fcbe82e1b1ca9.jpg AHUAHUAHAUHAUAHUAAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHAUHAUAH

Responder
Junior Oliveira 23 de agosto de 2017 - 16:20

KKKKKKKKKKKKKKKKKK!

Essas fanfictions infelizmente só pude disponibilizar na Deep Web, é pesado mesmo para os padrões atuais da internet! Fique a vontade para colocar sua conta em risco e ser caçado pelo FBI e Sérgio Moro, mas digo com toda a honestidade que vale a pena viver como fugitivo pelos guetos da web para ler uma obra prima dessas!

Responder
Luiz Santiago 23 de agosto de 2017 - 16:48

To me tremendo todo aqui, não sei o que dizer, só sentir!

HAUAHAUAHUAHAUHUHAUAHUHAUAHUAHUA

Responder
Fernando Campos 23 de agosto de 2017 - 01:33

@luizsantiago:disqus olha o monstro que nós criamos. Não sei se nosso cérebro aguenta assistir tanto lixo. Tratamento estilo Laranja Mecânica.

Responder
Luiz Santiago 23 de agosto de 2017 - 01:56

Isso é que dá abrir a Caixa de Pandora, meu amigo! Nos lascamos, @disqus_DjHC8X4wcm:disqus!

Responder
Fórmula Finesse 22 de agosto de 2017 - 10:25

Misericórdia…como eu estava olhando uma cena de Quo Vadis (1951) em uma segunda janela, aproveitei o youtube e pesquisei um pouco sobre essa tosqueira: consegui assistir por 12 segundos.
Star Wars especial de natal perde…

Responder
Luiz Santiago 22 de agosto de 2017 - 15:42

HAHAHAHAHAHHAHA você chegou a ver o RAP DO OVO??? Exemplar inominável da MPB!!!

Responder
planocritico 22 de agosto de 2017 - 01:19

HAHAHAHAAHAHAHAHAAHHHAAHAHAHAHAAHAH

Essa foi a crítica mais bipolar que já li na vida…

Agora preciso ver esse negócio… Isso não se faz…

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Santiago 22 de agosto de 2017 - 01:31

Oba!!! Conquistamos mais um para o time do Inspetor Faustão!!! HAUHAUAHUAHAUHAUAHUAHAU

Responder
Clark-Rio2 22 de agosto de 2017 - 09:53

Por Odin…eu vi ISSO no cinema.
Caramba, minha mãe era doida mesmo.

Responder
Luiz Santiago 22 de agosto de 2017 - 15:46

POR HERA!!! Tu viu isso no cinema??? Na época, o que você achou????

Responder
Clark-Rio2 22 de agosto de 2017 - 17:22

Se bem me lembro…percebi que não entendia o idioma que o Sérgio Malandro falava e que o Faustão achava que era o Ferris Bueller…rsrs

Luiz Santiago 22 de agosto de 2017 - 22:36

SOCORRO!!!! hahahaahhahaha
Mano do céu!

Fernando Campos 23 de agosto de 2017 - 01:31

Assista! Garanto que rirá mais do que em muitas comédias por aí. Mas cuidado! O Rap do Ovo cola na mente e não sai mais hahaha.

Responder

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