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Crítica | Into the Badlands – 1ª Temporada

por Ritter Fan
290 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 3,5

Os nomes de Alfred Gough e Miles Millar me afastaram dessa série na mesma proporção que a sigla da AMC me atraiu para ela. Afinal, Gough e Millar, caso não estejam lembrados, formam a dupla responsável por Smallville, aquele acinte televisivo intragável e a AMC é simplesmente a produtora de Breaking Bad e Mad Men, duas das melhores séries já feitas, além de The Walking Dead, Humans, Better Call Saul e Halt and Catch Fire. Acabei sucumbindo à tentação e confesso que me diverti muito assistindo aos seis episódios que compõem a 1ª temporada de Into the Badlands.

A série, inspirada no conto chinês Jornada para o Oeste, do século XVI, é uma mistura de gêneros. Em termos macro, ela poderia ser vista como um sci-fi, mas, como ela se passa tantos anos no futuro na Terra que houve uma regressão tecnológica, esse aspecto se perde na narrativa. Há elementos fantásticos, o mais proeminente deles sendo M.K. (Aramis Knight), um menino com poderes misteriosos que ele não controla e que é alvo da cobiça de vários personagens, emprestando o aspecto fantasioso à narrativa. Mas, sem dúvida alguma, Into the Badlands foi imaginada como uma espécie de desculpa para se fazer uma série de artes marciais bem no estilo sessentista e setentista chinês e japonês, com membros cortados, cabeças decepadas, sangue jorrando como em chafarizes e muito malabarismo em coreografias espetaculares com e sem o uso do famoso wire-fu. Se existe um equivalente em termos cinematográficos, este seria Kill Bill – Volume 1, ainda que a obra de Tarantino, claro, seja muito superior ao trabalho de Gough e Millar.

No final das contas, essa aparente bagunça acaba funcionando graças a um design de produção cuidadoso e a roteiros que propositalmente lidam com um fiapo narrativo para abrir passagem para as lutas que são constantes e muito variadas, sempre com os punhos, pernas e armas brancas apenas, já que as armas de fogo, nesse futuro, foram convenientemente banidas. Em outras palavras, a série lida com essa liberdade criada pelo tal futuro distante para simplesmente não ter amarras históricas e não gerar expectativas no espectador, “inventando” regras na medida em que a história progride e, no processo, divertindo com a criatividade da pancadaria.

Nesse futuro, um vasto território que é presumivelmente os EUA, foi dividido em seis baronatos, o mais poderoso deles comandado por Quinn (Marton Csokas) que comanda a plantação, colheita e distribuição de papoulas e, portanto, drogas. Seu braço direito é Sunny (Daniel Wu), que tem o cargo de Regente, ou seja, o assassino-chefe do exército de Quinn, formado de Clippers. Enquanto o foco da narrativa é em Sunny e em M.K. que ele adota como seu Padawan (ou Colt, nesse universo), a geopolítica simplificada da série permite ótimas interações com os demais barões, especialmente a Viúva ou Minerva (Emily Beecham), baronesa não reconhecida como tal por seus pares por ter chegado a seu posto matando seu marido, o Barão, como seu apelido deixa entrever. O lado de empoderamento feminino é um tanto maniqueísta e óbvio, mas acaba combinando bem com as também simplificadas e pouco ambiciosas versões das consequências do uso do trabalho escravo, da divisão em feudos, da hierarquia familiar dentro do baronato de Quinn, da relação amorosa proibida de Sunny com Veil (Madeleine Mantock) e assim por diante. Em termos de “criação de universo”, os roteiros, todos eles escritos por Gough e Millar com ajuda de outros três especialistas, são suficientemente eficientes para tornar crível a experiência. Os anacronismos são interessantes e a lembrança de um passado longínquo e a promessa mítica de uma terra fora das chamadas badlands empresta, ainda que de maneira discreta, uma riqueza “tolkeniana” ao trabalho.

Mas talvez o mais interessante, além das lutas, seja a estética sofisticada da série. Belos figurinos – uma fusão de estilos, desde vestidos coloniais até uniformes de couro, passando por túnicas -, eficientes, mas espartanos cenários – também uma mistura entre o novo e o antigo e o novo-antigo, como a casa estilo sulista pré-Guerra Civil de Quinn e família – e o uso constante de uma fotografia que ressalta a paleta de cores primária, com os vermelhos vivos das papoulas refletido nos vermelhos opacos dos uniformes dos Clippers, sempre muito iluminada, garantem um apelo visual muito grande que encanta e de certa forma disfarça a repetição dos poucos cenários e o uso às vezes canhestro dos efeitos especiais para amplificar a sensação de vastidão desse mundo.

E, claro, o carro-chefe da série é mesmo sua coreografia de lutas. Criadas pelo produtor executivo Stephen Fung e o coreógrafo veterano de lutas de Hong Kong, Ku Huen-chiu, a intensidade de tudo o que vemos é realmente impressionante. Mas o espectador tem que estar ciente que estamos diante de uma espécie de revival dos clássicos “filmes de kung-fu” chineses de outros tempos, com pancadaria altamente estilizada, com golpes aparentemente destrutivos que causam poucos efeitos nas vítimas quando assim é de interesse do roteiro. São chutes, socos, corpos atravessando paredes e uma variedade quase infinita de armas brancas, das tradicionais espadas e facas até correntes e picaretas, além de shurikens em formato de borboletas, de forma que, a cada combate, uma novidade seja introduzida. Apesar das habilidades dos atores e dublês envolvidos – vale especial destaque para o americano de ascendência chinesa Daniel Wu e a anglo-americana Emily Beecham -, que efetivamente emprestam veracidades aos golpes, há muito wire-fu em uso, algo já tradicional nessa indústria e que gera momentos tão bons quanto risíveis, sempre dentro do espírito desse tipo de obra. Em termos comparativos, as lutas são tão destrutivas e poderosas e tão exageradas e impressionantes quanto em O Grande Mestre (Ip Man – 2008), que conta a história ficcionalizada do mestre de kung fu que treinou Bruce Lee.

Com apenas seis episódios, a narrativa é apressada, com muitos pequenos arcos sendo apresentados e resolvidos em sucessão, mas com um final completamente aberto em todas as suas frentes. Os vários cliffhangers, diria, são artifícios useiros e vezeiros em séries que, ainda em seu começo, querem firmar-se como uma alternativa ao que vem sendo ofertado por aí. No final das contas, Into the Badlands mostra potencial como um divertimento escapista, cortesia da fusão dos roteiros costumeiramente rasos de Gough e Millar e do apuro técnico marca da AMC.

Into the Badlands – 1ª Temporada (EUA, 2015)
Criadores e showrunners: Alfred Gough, Miles Millar
Direção: David Dobkin, Guy Ferland
Roteiro: Alfred Gough, Miles Millar, Justine Juel Gillmer, Michael Jones-Morales, Justin Doble, Michael R. Perry
Elenco: Daniel Wu, Orla Brady, Sarah Bolger, Aramis Knight, Emily Beecham, Oliver Stark, Madeleine Mantock, Ally Ioannides, Marton Csokas, Ellen Hollman, Stephen Lang, Lance Henriksen
Duração: 258 min. (aprox.)

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46 comentários

Harley Alvez 15 de junho de 2017 - 04:18

Que bom poder conferir sua opinião também sobre esta série Ritter! ótimo Review como sempre. Confesso que fiquei com o pé meio atrás com a série e até custei para continuar do ep 2 quando estava no Hype da novidade. Mas acabou que gostei bastante.

Achei uma atraente alternativa entre as séries, ainda mais para quem, como eu (e você, creio), curte artes marciais. A segunda temporada já terminou e eu já assisti. Queria saber sua opinião. Você vai conferir para fazer a crítica, certo, @planocritico:disqus? #DizQueSim

Responder
planocritico 15 de junho de 2017 - 17:42

#DigoQueSim!

@harley_alvez:disqus , só estou tentando recuperar o tempo perdido e trazer séries que já devo há um tempão para o site, como OITNB S5, Humans S2, Bloodline S3 e Ray Donovan S4. Depois eu pegarei Into the Badlands!

Abs,
Ritter.

Responder
Harley Alvez 16 de junho de 2017 - 02:38

AEE, Obrigado Ritter!
Sério? Não imaginava que você acompanhava Bloodline. Estou lutando para não desistir. Não sei se é o ritmo da série que me indispõe ou o que. Sou fã do Kyle Chandler desde Early Edition (você chegou a ver essa?). Mas confesso que ainda não me encontrei com Bloodline. Aproveitando o gancho. deslancha mais adiante? PS: Não esqueci, nem desisti de sua recomendação de continuar Terminator: The Series

Responder
planocritico 16 de junho de 2017 - 13:22

Bloodline é uma série que fica ali na fronteira do chato. Eu só consegui ver pelas atuações do elenco, que são sensacionais. Mas poderia ser uma minissérie de 6 episódios que eu ficaria mais feliz…

E não, não deslancha… A segunda temporada é mais fraca que a primeira…

Abs,
Ritter.

Responder
Harley Alvez 23 de junho de 2017 - 08:30

É, percebi que ter muitos episódios por temporada é um desafio por si só na série. Mas como não gosto de ficar sem saber o que vai rolar naquilo que comecei, vou continuar tentando… Abs

planocritico 23 de junho de 2017 - 16:53

Vai sem pressa. Essa não é uma série para ver tudo de uma vez mesmo não…

Abs,
Ritter.

Harley Alvez 16 de junho de 2017 - 02:40

WOW, você também acompanha Ray Donovan, Ritter? Sou fã. Vou vasculhar os reviews da série por aqui então. Só vi até a 3 pela Netflix e gostei BASTANTE. Curioso pela 4 e pelo review dela 😀

Responder
planocritico 16 de junho de 2017 - 13:21

Ray Donovan é uma ótima série. Mais uma daquelas boas que ninguém assiste ou sequer ouviu falar!

Olha as minhas críticas aqui: https://www.planocritico.com/tag/ray-donovan/

Abs,
Ritter.

Responder
Harley Alvez 23 de junho de 2017 - 08:27

Né? Fico surpreso como o pessoal por aqui (AINDA) não conhece (e convenhamos também não se dispõe a conferi-la, Rs). Obrigado, vou conferir 😀

planocritico 23 de junho de 2017 - 16:53

Bem melhor ficar só vendo The Flash e Arrow… HAHAHAHAHAAHHA

Abs,
Ritter.

ABC 3 de abril de 2017 - 13:00

Essa série é o que deveria ter sido Punho de Ferro, e o Daniel Wu seria muito melhor para o papel de Davos (desde que fosse mantida a história original) que o “anão” angloindiano do Sacha Dhawan.

Saudações.

Responder
planocritico 3 de abril de 2017 - 16:25

Concordo com tudo!

– Ritter.

Responder
ABC 3 de abril de 2017 - 18:13

Bem, se o pessoal que fez Smallville conseguiu acertar nessa série talvez ainda haja esperança para Punho de Ferro (o problema é o péssimo cast e a mitologia toda c@g4d@).

Saudações.

Responder
planocritico 3 de abril de 2017 - 18:33

O problema é que fez sucesso mesmo com seus problemas… Ou seja, mudar para que, se o time está ganhando…

Abs,
Ritter.

Responder
ABC 4 de abril de 2017 - 13:07

Esquadrão Suicida também fez sucesso mas toda a equipe sabe que o filme não foi bom, o problema é que os fãs da Marvel/Disney estão cada vez mais parecidos com os macfags.

Saudações.

planocritico 4 de abril de 2017 - 15:14

Cara, não sei o que são “macfags”, mas acho que entendi o que quis dizer!

Abs,
Ritter.

ABC 4 de abril de 2017 - 15:35

Adoradores de Icoisas.

Saudações.

planocritico 4 de abril de 2017 - 15:43

Ah… Entendi… Realmente, tem uma legião desses adoradores mesmo… 🙂

– Ritter.

Jordan Gomes 25 de dezembro de 2015 - 23:54

Eu gostei muito da série, só achei pouco episódios, da uma ansiedade pra ver a próxima temporada. Em questão das lutas, ouvi falar que é focado em lutas tipo ”wuxia”, lutas tipo tigre e o dragão com várias coreografias, isso foi o que impactou pra mim na série, pois não se vê série assim, isso faz dela bem diferente das outras, e pra quem é fã de animes de lutas, filmes chineses e etc, isso é bom, agora podemos ver uma série assim, diferente, tirando as reviravoltas, que são boas!

Responder
planocritico 26 de dezembro de 2015 - 01:49

@Jordangomesj16:disqus, acho que não havia história para mais episódios. A narrativa é bem simples e as lutas começaram a ocupar um espaço gigantesco. Vamos ver se a série será renovada, pois gostaria de ver uma continuação.

Abs,
Ritter.

Responder
Luis Piacesi 7 de março de 2016 - 10:00

Esse é o estilo da AMC… uma temporada curta para testes de aceitação do público! Em 6 intensos episódios, você amarra ou não o público! Acho uma ótima estratégia da AMC.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 12:34

@luispiacesi:disqus, sim, é verdade, mas eu acho que 6 episódios está de bom tamanho. Eventual segunda temporada poderia ter o mesmo número…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 12:34

@luispiacesi:disqus, sim, é verdade, mas eu acho que 6 episódios está de bom tamanho. Eventual segunda temporada poderia ter o mesmo número…

Abs,
Ritter.

Responder
Luis Piacesi 7 de março de 2016 - 10:00

Esse é o estilo da AMC… uma temporada curta para testes de aceitação do público! Em 6 intensos episódios, você amarra ou não o público! Acho uma ótima estratégia da AMC.

Responder
Dan 24 de dezembro de 2015 - 11:50

Ontem comecei e terminei Into the Badlands.
Achei bem bacana a mistura de gêneros do seriado. Kung Fu, Faroeste, pós apocaliptico, trairagens nível Game of Thrones… Bem legal.
E adorei serem apenas 6 episódios. Assim foram direto ao ponto, sem enrolações.
Grata surpresa.

Responder
planocritico 24 de dezembro de 2015 - 15:43

@disqus_PJzxCFXBon:disqus, foi mesmo. Muito divertida a série e com um ar sofisticado que fisga desde o começo. Tomara que seja renovada!

Abs,
Ritter.

Responder
Diogo noob 11 de março de 2016 - 23:54

E com um roteiro ruim. Não é perfeita. por isso.

Responder
Diogo noob 11 de março de 2016 - 23:54

E com um roteiro ruim. Não é perfeita. por isso.

Responder
planocritico 12 de março de 2016 - 01:11

Não diria que é ruim, mas apenas ok.

– Ritter.

Responder
planocritico 12 de março de 2016 - 01:11

Não diria que é ruim, mas apenas ok.

– Ritter.

Responder
Diogo noob 12 de março de 2016 - 01:34

A viúva aparece no meio da prisão, aquele lugar de fuga lá.
As falas do rapaizim dos olhos pretos.
Ela derrotar os povos no eps 4, do nada.
Mas isso é ponto de vista.

Responder
planocritico 12 de março de 2016 - 10:27

Eu não discordo de você, apenas acho que a intenção do roteiro foi canalizar o espírito dos filmes de kung-fu dos anos 70 que não primavam muito pela qualidade do roteiro. No final das contas, é uma estrutura bem batida, mas que, para mim, deu conta do recado.

Abs,
Ritter.

planocritico 12 de março de 2016 - 10:27

Eu não discordo de você, apenas acho que a intenção do roteiro foi canalizar o espírito dos filmes de kung-fu dos anos 70 que não primavam muito pela qualidade do roteiro. No final das contas, é uma estrutura bem batida, mas que, para mim, deu conta do recado.

Abs,
Ritter.

Diogo noob 12 de março de 2016 - 01:34

A viúva aparece no meio da prisão, aquele lugar de fuga lá.
As falas do rapaizim dos olhos pretos.
Ela derrotar os povos no eps 4, do nada.
Mas isso é ponto de vista.

Responder
Rafa Silveira 23 de dezembro de 2015 - 11:31

Antes da estréia eu havia ficado interessado pelas coreografias das lutas, mas eu n gostava de nenhuma produção da AMC, então n criei expectativa alguma. A bem da verdade eu só dei uma chance pra série pq confundi o Miles com o Mark Millar quando li o nome dos produtores/roteiristas e por curiosidade pra ver uma série com abertura do Mike Shinoda.
Ainda bem que eu assisti. Tem seus problemas mas é muito divertida de acompanhar. Uma pena só terem decidido colocar todos os personagens sem nenhum tipo de cicatriz ou mutilação e focarem as coreografias só nos malabarismos e esquecerem dos impactos. N fosse isso a série seria melhor do que já é.

Responder
planocritico 23 de dezembro de 2015 - 15:08

@rafasilveira:disqus, você não gosta de nenhuma série da AMC? Sério? Respeito, mas considerando a variedade do que eles fazem e a qualidade dos roteiros de Breaking Bad, Better Call Saul e Mad Men, a impressão que tenho é que você não deu a chance devida às séries da produtora.

Essa Into the Badlands é divertida realmente, mas não sei se essa quantidade de lutas não cansaria a médio prazo…

Abs,
Ritter.

Responder
Rafa Silveira 23 de dezembro de 2015 - 15:35

Mad Men n era pra mim.
TWD eu assisti até a quarta temporada num esforço tremendo.
BrBd eu deveria ter desistido no piloto que me fez dormir 3x, mas me arrastei até a terceira temporada antes de desistir.
Better Call Saul é spin-off de uma série que eu n gostei, nem tentei ver.
Hell on Wheels eu n consegui terminar a primeira temporada.
Depois de tanto tentar, desisti da emissora. Só voltei a ver algo ela agora com Into the Badlands.

Responder
planocritico 23 de dezembro de 2015 - 16:46

Bom, vejo então que você tentou! Então tá valendo. Uma pena não ter gostado de nenhuma, mas não tem muito como combater isso. O negócio e ver se Into the Badlands será renovada agora.

Abs,
Ritter.

Responder
Helder Zemo 23 de dezembro de 2015 - 09:17

Achei legal essa serie, parece ser um Kill Bill (sem a mesma direção e genialidade claro) com um futuro distopico meio Looper (idem) no design das cidades e afins, até tem o garoto com poderes misteriosos, pena que é so 6 capitulos, acho que isso de mini serie foi o que matou qualquer chance de bom desenvolvimento de Fear the Walking Dead tbm, da pra ver que Into the Badlands tem uma historia riquíssima que podia ter sido melhor explorada, talvez numa proxima temporada com mais capitulos… queria ter visto uma critica sua sobre Star Wars, o artigo de 6 paginas foi otimo, só pra constar pra não desmerecer o trabalho genial de quem fez kkk, mas curto suas criticas kkk

Responder
planocritico 23 de dezembro de 2015 - 15:12

A AMC costuma testar o terreno com temporadas inaugurais curtas, de 6 episódios. Foi assim com TWD, FTWD e também Breaking Bad. Vamos ver se eles renovarão Into the Badlands.

Sobre a crítica de Star Wars, obrigado pelo prestígio! Mas, como o Lucas e o Matheus tiveram oportunidade de ver o filme em cabine de imprensa, eles ficaram com a crítica. Quem sabe não faço a crítica de Rogue One ano que vem?

Abs,
Ritter.

Responder
Helder Zemo 23 de dezembro de 2015 - 15:34

e eles tão com um vazio a ser ocupado por terem finalizado as melhores series deles, Mad Men e Breaking Bad recentemente, Breaking Bad teve so 7 episodios na primeira temporada pcausa da Guerra… ops Greve de Roteiristas de Hollywood, lembro que isso prejudicou um monte de series e filmes, choveu merda pra todo lado kkkk ainda bem que Breaking Bad nao foi tao afetada assim e eles deram prosseguimento a historia com o Tuco na segunda temporada. Estou na espectativa desse Rogue One ai, sera que teremos um Star Wars nível Batllestar Galactica, com uma atmosfera mais intimista, rustica e sombria, sem sabres de luz ou a força apelona, mas com otimas cenas de ação (especialmente batalhas aereas)? ainda com Mads Mikkelssen, Felicity Jones, Gareth Edwards na direção e trilha sonora de Alexandre Desplat…. quero ver o primeiro trailer agora kkkkkk

Responder
planocritico 23 de dezembro de 2015 - 16:48

Breaking Bad, muito ao contrário, melhorou substancialmente depois da 1ª temporada, que foi bacana, mas bem estranha…

Já Rogue One, cara, espero isso mesmo do filme. Algo realmente diferente do aspecto “épico”, de “space opera” dos filmes “normais” da franquia. Aqui, se a Disney deixar, Edwards terá espaço para realmente ousar. Tomara!

Abs,
Ritter.

Responder
Helder Zemo 23 de dezembro de 2015 - 17:24

Disney já sabe o caminho das pedras, esta fazendo muito dinheiro com a Marvel e a Pixar, apesar de frequentemente estar nalfragando com filmes próprios, é impressionante mas qse todo ano qse tem uma bomba enorme,2011 foi Marte Precisa de mães, 2012 foi John Carter, 2013 foi Cavaleiro Solitário, o do ano foi Tomorrowland, com isso, agora que a Lucasfilm ta no jogo vai jorrar filme de Star Wars ate dizer chega kkkkk tenho medo deles não ousarem e fazer algo mais pelo dinheiro e esquecer a arte, espero que isso não aconteça. Sou estudante de Cinema e conheci o site de vcs por acaso, meu professor de Teoria do Cinema pediu um trabalho sobre diretores, escolhi o J. J Abrams e procurei sites de criticas pra saber algo mais sobre os filmes dele, e vi a critica de Super 8 e Star Trek de vocês e comecei acompanhar o site melhor, sempre quando tenho um tempo no trabalho aqui dou uma olhada pra ver as criticas, parabéns pra vcs e só pra ser clichê, feliz natal para vcs e prospero ano novo kkkkk

planocritico 23 de dezembro de 2015 - 18:06

Esse é meu medo também. SW pode ficar muito diluído nas mãos de uma mega-corporação como a Disney…

E que bom que nos descobriu e obrigado pelo prestígio em nos acompanhar! Feliz Natal e próspero Ano Novo para você e os seus também! Mas continue nos acompanhando, pois teremos críticas novas todos esse dias de festas!

Abs,
Ritter.

Renan 22 de dezembro de 2015 - 17:47

Gostei muito da série. Também fiquei receoso ao ver os nomes Gough e Millar, mas resolvi arriscar, pois não gosto de criar expectativas para filmes e séries. Muito bom uso das cores na série, o vermelho, azul, a AMC sempre foi eficiente neste aspecto, como em Breaking Bad. Não sabia que Humans era da AMC, achei que era da Channel 4. Seria legal se tivesse a análise de episódios dessas duas séries. A série “scream” teve análise de cada episódio, sendo que poderia muito bem ter feito apenas a análise da temporada, pois não há muito o que analisar e apesar de ser uma série terrível.
Muito boa a review. Como sempre Ritter.
Grande abraço

Responder
planocritico 22 de dezembro de 2015 - 17:59

@disqus_2dFQl2bFXN:disqus, Humans é uma co-produção da AMC, Channel 4 e Kudos.

Sobre as séries que analisamos por episódio, vai depender muito do tempo de cada um de nós. Gostaria muito de sempre analisar todas as séries por episódio, mas não dá e acabamos focando só em algumas. Mas temos projeto para ampliar nossa gama de séries já em 2016.

E obrigado pelo elogio!

Abs,
Ritter.

Responder

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