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Crítica | Invocação do Mal 2

por Leonardo Campos
307 views (a partir de agosto de 2020)

Quando o primeiro filme da franquia foi lançado em 2013, as pessoas estavam um pouco saturadas das mesmices no campo das produções de terror. Assim, Invocação do Mal chegou com impacto e força grandiosa, dando novo gás aos filmes com cenas envolvendo exorcismos e possessões. Há muita gente que acha o filme tão assustador que na Índia, em 17 de junho de 2016, um senhor de 65 anos morreu por conta de um infarto de miocárdio durante uma sessão da continuação deste tenebroso filme de horror.

Sob a direção de James Wan, tendo como direcionamento o roteiro criado pelo trio formado por Chad Hayes, Carey W. Hayes e David Leslie Johnson, Invocação do Mal 2 traz uma equipe de produção tão eficiente quanto ao grupo do primeiro. Don Burgess assina a direção de fotografia, Kirk M. Morri a edição, Joseph Bishara é o condutor musical. Ao longo dos 134 minutos, os realizadores nos mostram os problemas enfrentados pela família Hodgson, perseguidos por uma entidade aparentemente demoníaca, na Inglaterra. Antes, no entanto, o filme nos mostra o casal Ed (Patrick Wilson) e Lorraine Warren (Vera Farmiga) na documentação do caso de Amityville, em 1976.

O intuito era estudar o lugar para saber se Ronald DeFeo foi de fato o responsável pela tragédia envolvendo a morte de uma família, ocorrida em 13 de novembro de 1974, caso que já rendeu uma numerosa quantidade de filmes. Com o desfecho da investigação, o casal retorna ao lar e dialoga sobre o relacionamento, bem como sobre a continuidade no que diz respeito às tarefas que exercem. Logo, serão convidados para ir ao Reino Unido, pois a família Hodgson (formada por uma mãe solteira e seus quatro filhos) passa por um processo de atividade paranormal em casa.

Conhecido como Enfield 1977, o caso ocorreu em agosto do ano citado, com a primeira observação da mãe, Peggy Hodgson (Frances O’Connor), sobre uma reclamação dos filhos. Eles alegavam que os objetos se mexiam sozinhos, além de sons assustadores e repentinos, sem uma explicação notável. Com o avanço da situação, o caso da família ganhou os jornais Daily Mirror e Daily Mail, material que depois iria encontrar ressonâncias em muitos filmes, séries e histórias contadas em outros suportes.

Ao chegar, o casal Warren analisa todos os aspectos possíveis dos acontecimentos. Entre os descrentes, há Anita Gregory (Franka Potente), psiquiatra que estudará atentamente o caso para comprovar que não se trata de uma possessão, mas de uma fraude da matriarca para conseguir uma casa moradia melhor por parte do Estado. Será assim que o casal Warren, entre dúvidas e certezas, desvendarão os mistérios da vez, com direito ao assustador The Crooked Man, ao espírito de Bill Wilkins (Bob Adrian), que logo saberemos ser um peão, mandado pela representação suprema do inferno, isto é, o demônio enganador e libertador de serpentes, Valak (Bonnie Aarons), entidade que surge representada com trajes de uma freira satânica e grotesca.

Numa passagem antes da viagem, em casa, Lorraine teve uma visão perturbadora deste demônio, mensageiro de uma situação que ela fará de tudo para modificar. Desta maneira, Invocação do Mal 2 apresenta coesão narrativa e sensação de horror construída visualmente e complementada com o design de som, mas isso não impede que a trama tenha dois problemas bem pontuais, questões que se resolvidas, tornariam a sequência ainda melhor do que já é.

O primeiro é o desfecho. A resolução da tensão final e a expulsão de Valak é muito básica para uma história que se prolongou por mais de duas horas de duração, segundo e último problema da lista, pois é bem possível que os realizadores tivessem dado conta do conteúdo num tempo um pouco menor, tendo em vista evitar dispersões. Isso, no entanto, é até perdoado quando na cena final, Ed convida Lorraine para uma dança romântica, ao som de Elvis Presley num de seus momentos mais inspirados. A cena é linda e reforça a simbiose do casal, concatenados desde o primeiro filme, graças aos desempenhos eficientes de Vera Farmiga e Patrick Wilson.

Há suposições sobre a chegada do terceiro filme, mas nada confirmado oficialmente. Assim, a opção é conferir A Freira, derivado da franquia Invocação do Mal, mais um subproduto que promete ser melhor que Annabelle. No quesito “horror”, a construção imagética da freira já pode se considerar mais bem sucedida, pois se em Invocação do Mal o departamento de maquiagem tinha 23 pessoas, no segundo filme a quantidade quase dobra, provavelmente para dar conta do visual monstruoso do algoz da narrativa. O departamento de “visualidades” contou com Julie Berghoff no design de produção, em parceria com as cenógrafas Liz Griffths e Sophie Neudorfer, responsáveis por erguer a ambientação de Londres e Estados Unidos, respectivamente, trabalhos, em sua totalidade, eficientes. Que venha o desfecho de uma trilogia.

Invocação do Mal 2 (The Conjuring 2, EUA – 2016)
Direção: James Wan
Roteiro: Carey Hayes, Chad Hayes, James Wan, David Leslie Johnson
Elenco: Patrick Wilson, Vera Farmiga, Madison Wolfe, Frances O’Connor, Lauren Esposito, Benjamin Haigh, Patrick McAuley, Simon McBurney, Joseph Bishara, Bob Adrian, Franka Potente
Duração: 133 min

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38 comentários

Al_gostino 19 de setembro de 2016 - 11:31

Terror em si achei o primeiro insuperável, poém este segundo é melhor como um todo….é um filme de mais qualidade e de maior apelo visual, já que o ápice de terror do 1, apesar de ser melhor, é muito confuso, rápido e escuro….já nesse 2 tudo está escancarado, a assombração chega junto até na casa durante o dia….as atuações deste são espetaculares, todos os atores tem seu brilho….a ambientação é boa mas pra mim perde para o 1 ainda…claro que é mais pra quem gosta de terror e suspense mas acima de tudo tem méritos por ser um filme excelente, que dá prazer de assistir principalmente pelas cenas intimistas que envolvem o drama familiar….nota 10!

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Al_gostino 19 de setembro de 2016 - 11:31

Terror em si achei o primeiro insuperável, poém este segundo é melhor como um todo….é um filme de mais qualidade e de maior apelo visual, já que o ápice de terror do 1, apesar de ser melhor, é muito confuso, rápido e escuro….já nesse 2 tudo está escancarado, a assombração chega junto até na casa durante o dia….as atuações deste são espetaculares, todos os atores tem seu brilho….a ambientação é boa mas pra mim perde para o 1 ainda…claro que é mais pra quem gosta de terror e suspense mas acima de tudo tem méritos por ser um filme excelente, que dá prazer de assistir principalmente pelas cenas intimistas que envolvem o drama familiar….nota 10!

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Ricardo Correa 21 de junho de 2016 - 20:15

É exatamente o seu quinto parágrafo ( o que fala sobre o ” grande atrativo do filme ” que – ao meu ver foi o que de pior o filme teve ) …acredita ? Este foi mais terror do que suspense mas Wan ou James conseguiu um cara bem escolado em terror ou seja lá o que for se sentir consternado , digamos apavorado dentro de um cinema : coisa que aliás eu não sentia á pelo menos uns 10 anos saca ? Não seria pra qualquer um …

Responder
Ricardo Correa 21 de junho de 2016 - 20:15

É exatamente o seu quinto parágrafo ( o que fala sobre o ” grande atrativo do filme ” que – ao meu ver foi o que de pior o filme teve ) …acredita ? Este foi mais terror do que suspense mas Wan ou James conseguiu um cara bem escolado em terror ou seja lá o que for se sentir consternado , digamos apavorado dentro de um cinema : coisa que aliás eu não sentia á pelo menos uns 10 anos saca ? Não seria pra qualquer um …

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Rafha 19 de junho de 2016 - 03:03

História bem inferior a do primeiro filme, em diversos momentos tenta causar medo por meio de barulhos altos e algo aparecendo na tela de “surpresa” o que já está batido ultimamente e bem chato … não vou nem comentar o homem-torto de CGI.
Achei o filme muito longe do terror, mais para suspense, não tem nada que cause medo. Neste ponto discordo do pensamento o que causa medo em um não necessariamente causa em outro, pois nem mesmo a história por traz das entidades tem algum conteúdo para deixar o espectador apreensivo, muito menos suas personificações como o velho, a freira etc. Conseguem no máximo causar sustos repentinos.
Um garoto de uns 10 anos atrás de mim no cinema comenteu após o fim da sessão pros pais: “Que filme fraco”, garoto de 10 anos … kkkkkkk

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Ricardo Correa 25 de junho de 2016 - 14:47

surpresa e sustos repentinos são sinônimos ok ?

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Ricardo Correa 25 de junho de 2016 - 14:47

surpresa e sustos repentinos são sinônimos ok ?

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Rafha 19 de junho de 2016 - 03:03

História bem inferior a do primeiro filme, em diversos momentos tenta causar medo por meio de barulhos altos e algo aparecendo na tela de “surpresa” o que já está batido ultimamente e bem chato … não vou nem comentar o homem-torto de CGI.
Achei o filme muito longe do terror, mais para suspense, não tem nada que cause medo. Neste ponto discordo do pensamento o que causa medo em um não necessariamente causa em outro, pois nem mesmo a história por traz das entidades tem algum conteúdo para deixar o espectador apreensivo, muito menos suas personificações como o velho, a freira etc. Conseguem no máximo causar sustos repentinos.
Um garoto de uns 10 anos atrás de mim no cinema comenteu após o fim da sessão pros pais: “Que filme fraco”, garoto de 10 anos … kkkkkkk

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R. Bertini 15 de junho de 2016 - 11:08

Ainda prefiro o primeiro filme, mas acho que este também é muito bom. Tem alguns erros simples, mas no geral vale muito a pena, espero que James Wan continue com esta qualidade em seus filmes de terror. Acho que a minha única decepção quanto ao filme, foram exatamente estas cenas em CGI do Homem Torto, acho que ficou meio forçado sei lá. Mas eu gostei bastante, finalmente tive a oportunidade de assistir a um filme de terror com qualidade no cinema, já que o primeiro Invocação do Mal eu só assisti quando saiu em blu-ray, e os outros filmes que assisti anteriormente, nenhum chamou minha atenção dessa forma. E uma observação que fiz, é quanto a fotografia e os cenários: a forma com que reproduziram fielmente os ambientes, as imagens nas fotografias que tiraram da menina, estão perfeitos !

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R. Bertini 15 de junho de 2016 - 11:08

Ainda prefiro o primeiro filme, mas acho que este também é muito bom. Tem alguns erros simples, mas no geral vale muito a pena, espero que James Wan continue com esta qualidade em seus filmes de terror. Acho que a minha única decepção quanto ao filme, foram exatamente estas cenas em CGI do Homem Torto, acho que ficou meio forçado sei lá. Mas eu gostei bastante, finalmente tive a oportunidade de assistir a um filme de terror com qualidade no cinema, já que o primeiro Invocação do Mal eu só assisti quando saiu em blu-ray, e os outros filmes que assisti anteriormente, nenhum chamou minha atenção dessa forma. E uma observação que fiz, é quanto a fotografia e os cenários: a forma com que reproduziram fielmente os ambientes, as imagens nas fotografias que tiraram da menina, estão perfeitos !

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Joker Jr 11 de junho de 2016 - 23:28

Achei esse filme melhor que o primeiro (não muito, apenas algo a mais), o último filme de terror que me deixou tão tenso foi quando assisti O Exorcista pela primeira vez.
Invocação do Mal 2 entrou no meu psicológico de uma forma que já estou há 2 dias com receio de olhar pra cantos escuros da casa.
Estou no aguardo do 3º já, e torcendo pro James Wan voltar na direção.

Responder
Lucas Nascimento 13 de junho de 2016 - 22:20

Achei bem na linha, mas o primeiro é muito mais assustador, a meu ver. Um terceiro será inevitável (o filme já dobrou o orçamento em UM final de semana…), mas James Wan infelizmente não deve voltar ):

Responder
Lucas Nascimento 13 de junho de 2016 - 22:20

Achei bem na linha, mas o primeiro é muito mais assustador, a meu ver. Um terceiro será inevitável (o filme já dobrou o orçamento em UM final de semana…), mas James Wan infelizmente não deve voltar ):

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Joker Jr 11 de junho de 2016 - 23:28

Achei esse filme melhor que o primeiro (não muito, apenas algo a mais), o último filme de terror que me deixou tão tenso foi quando assisti O Exorcista pela primeira vez.
Invocação do Mal 2 entrou no meu psicológico de uma forma que já estou há 2 dias com receio de olhar pra cantos escuros da casa.
Estou no aguardo do 3º já, e torcendo pro James Wan voltar na direção.

Responder
jcesarfe 11 de junho de 2016 - 21:35

Boa crítica, apesar de ser muito na linha que eu pensei sobre o filme. Gostei dele, é simples e convincente, apesar de que não assusta nem um pouco, um pré-requisito para um filme de terror, mas a história ficou bem distribuída e o suspense só é superado por aquele final clichê e bonzinho, mas fazer o quê, pelo menos eu sei que uma boa poltrona dura ao menos 40 anos.

Responder
Lucas Nascimento 13 de junho de 2016 - 22:20

Bill Irwin’s Furnitures.

Responder
Lucas Nascimento 13 de junho de 2016 - 22:20

Bill Irwin’s Furnitures.

Responder
jcesarfe 14 de junho de 2016 - 12:07

Se você esta dizendo o que estou pensando, agora o filme ganhou novos contornos. Vão precisar fazer um filme para explicar esses detalhes.

Responder
jcesarfe 14 de junho de 2016 - 12:07

Se você esta dizendo o que estou pensando, agora o filme ganhou novos contornos. Vão precisar fazer um filme para explicar esses detalhes.

Responder
Lucas Nascimento 14 de junho de 2016 - 22:29

Foi só uma piadinha mesmo hahah
Mas se fizeram até filme da Annabelle…

Responder
Lucas Nascimento 14 de junho de 2016 - 22:29

Foi só uma piadinha mesmo hahah
Mas se fizeram até filme da Annabelle…

Responder
jcesarfe 16 de junho de 2016 - 12:52

Agora abaixo minha emoção com o filme, ele é mesmo meia boca e bem mentiroso, já que metade do que houve na casa foi desmentido anos depois.
Mas vão fazer o filme da freira agora.

jcesarfe 16 de junho de 2016 - 12:52

Agora abaixo minha emoção com o filme, ele é mesmo meia boca e bem mentiroso, já que metade do que houve na casa foi desmentido anos depois.
Mas vão fazer o filme da freira agora.

jcesarfe 11 de junho de 2016 - 21:35

Boa crítica, apesar de ser muito na linha que eu pensei sobre o filme. Gostei dele, é simples e convincente, apesar de que não assusta nem um pouco, um pré-requisito para um filme de terror, mas a história ficou bem distribuída e o suspense só é superado por aquele final clichê e bonzinho, mas fazer o quê, pelo menos eu sei que uma boa poltrona dura ao menos 40 anos.

Responder
Junito Hartley 10 de junho de 2016 - 00:03

Vi o filme hj, e ele como vc disse é tao bom como o primeiro, concordo tambem que o primeiro deu mais medo, mais é relativo, foi minha primeira vez no cinema vendo filme de terror e vou voltar agora pra ver o proximo filme desse grande diretor que se chama “Quando as luzes se apagam” pelo trailer parece ser foda igual Invoçao do mal, a experiencia so nao foi melhor de ver o filme porque tinha um otario na cadeira atras de mim dando risadinhas e falando o filme inteiro 🙁

Responder
Matheus Fragata 10 de junho de 2016 - 01:33

Sempre tem esses caras em sessões de filmes de terror. Vira baderna. SEMPRE. Sorte a nossa de termos visto em cabine, pessoal mais comportado. O Lights Out só terá a produção dele. A direção é de outro individuo, mas creio que será algo razoável pelo menos.
Abs!

Responder
Matheus Fragata 10 de junho de 2016 - 01:33

Sempre tem esses caras em sessões de filmes de terror. Vira baderna. SEMPRE. Sorte a nossa de termos visto em cabine, pessoal mais comportado. O Lights Out só terá a produção dele. A direção é de outro individuo, mas creio que será algo razoável pelo menos.
Abs!

Responder
Junito Hartley 10 de junho de 2016 - 00:03

Vi o filme hj, e ele como vc disse é tao bom como o primeiro, concordo tambem que o primeiro deu mais medo, mais é relativo, foi minha primeira vez no cinema vendo filme de terror e vou voltar agora pra ver o proximo filme desse grande diretor que se chama “Quando as luzes se apagam” pelo trailer parece ser foda igual Invoçao do mal, a experiencia so nao foi melhor de ver o filme porque tinha um otario na cadeira atras de mim dando risadinhas e falando o filme inteiro 🙁

Responder
Breno G Pereira 8 de junho de 2016 - 11:30

Conhecendo o gênero do terror, tenho pavor a sequências, por que a maioria em si são mais jogadas de marketing do que esforço para criar um bom filme. Ainda não conferi , mas estou feliz com as críticas positivas que ele vem recebendo, e apesar de todos concordarem que o mesmo não é superior ao original, parece ao menos se dignificar como uma boa sequência.

Responder
Breno G Pereira 8 de junho de 2016 - 11:30

Conhecendo o gênero do terror, tenho pavor a sequências, por que a maioria em si são mais jogadas de marketing do que esforço para criar um bom filme. Ainda não conferi , mas estou feliz com as críticas positivas que ele vem recebendo, e apesar de todos concordarem que o mesmo não é superior ao original, parece ao menos se dignificar como uma boa sequência.

Responder
Lucas Nascimento 9 de junho de 2016 - 14:40

Melhor que o primeiro, difícil. Mas é por bem pouco que James Wan não se supera. E pra uma continuação de terror, como você bem apontou, está ótimo!

Abrax!

Responder
Lucas Nascimento 9 de junho de 2016 - 14:40

Melhor que o primeiro, difícil. Mas é por bem pouco que James Wan não se supera. E pra uma continuação de terror, como você bem apontou, está ótimo!

Abrax!

Responder
Laila Santos 8 de junho de 2016 - 05:35

Sinceramente,acho o primeiro filme muito bom,mas nenhuma cena me assustou,e depois de Anabelle não sobrou nenhum hype pra contar história,quando sair o Blu-Ray talvez eu assista,dessa vez eu passo,minha lista de filmes está cada vez mais cheia,então vai demorar pra eu querer assistir esse filme.

Responder
Laila Santos 8 de junho de 2016 - 05:35

Sinceramente,acho o primeiro filme muito bom,mas nenhuma cena me assustou,e depois de Anabelle não sobrou nenhum hype pra contar história,quando sair o Blu-Ray talvez eu assista,dessa vez eu passo,minha lista de filmes está cada vez mais cheia,então vai demorar pra eu querer assistir esse filme.

Responder
Lucas Nascimento 9 de junho de 2016 - 14:40

Medo é uma coisa bem relativa, sim. Vale a pena conferir, porque o melhor desse filme é a história! Hehe

Abrax!

Responder
Lucas Nascimento 9 de junho de 2016 - 14:40

Medo é uma coisa bem relativa, sim. Vale a pena conferir, porque o melhor desse filme é a história! Hehe

Abrax!

Responder
Ricardo Correa 25 de junho de 2016 - 14:57

Se por acaso decidir assistir o filme , plz – por favor – assista no cinema ! O som e a forma de ser visto é tão diferente de uma 32 polegadas na tv ! Ele foi feito, pensado , calculado pra ser assistido assim e o som – a edição de som é muito assustadora- no cinema ! Apenas tente e veja se realmente existe alguma diferença , ok ?

Responder
Ricardo Correa 25 de junho de 2016 - 14:57

Se por acaso decidir assistir o filme , plz – por favor – assista no cinema ! O som e a forma de ser visto é tão diferente de uma 32 polegadas na tv ! Ele foi feito, pensado , calculado pra ser assistido assim e o som – a edição de som é muito assustadora- no cinema ! Apenas tente e veja se realmente existe alguma diferença , ok ?

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