Home FilmesCríticasCatálogos Crítica | Kill Bill: Volume 2

Crítica | Kill Bill: Volume 2

por Ritter Fan
660 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 5

  • spoilers.

A decisão de dividir Kill Bill em dois filmes foi fundamentalmente econômica, pois a duração do corte original de Quentin Tarantino era longo demais (mais de quatro horas) e isso assustaria potenciais espectadores, além de diminuir o número de sessões por dia. No entanto, o fato é que a decisão, derivada de um mandamento de Harvey Weinstein, o produtor, tornou-se, também, um acerto do lado estético.

Em Kill Bill: Volume 2, continuação direta do primeiro volume, claro, vemos o desenrolar do projeto de vingança da Noiva (Uma Thurman). Tendo assassinado Vernita Green (Vivica A. Fox) e O-Ren Ishii (Lucy Liu) no filme anterior (além de ter mutilado e matado dezenas de capangas da segunda vilã), restam, apenas, Budd (Michael Madsen) e Elle Driver (Daryl Hannah) antes de ela chegar a seu alvo principal, Bill (David Carradine).

Mas, para a surpresa de quem esperava mais do mesmo, ou seja, muita ação sanguinária estilizada, o segundo capítulo da saga de vingança da Noiva é completamente diferente em praticamente todos os quesitos. Para começar, tudo é feito de maneira cadenciada e bem diferente do frenesi explosivo do primeiro filme. Essa mudança de passo estabelece outro ritmo ao Volume 2, quase uma ruptura total em relação ao que veio antes. Não há dúvidas que estamos vendo uma continuação, que isso fique claro, mas os elementos quase fantasiosos da primeira parte e a velocidade impressa por Tarantino e Sally Menke são freadas na segunda. Ou, usando o cinema como comparação, sai a inspiração nos movimentados filmes de artes marciais chineses e japoneses dos anos 70 e entra a típica abordagem contemplativa e paciente do spaghetti western de Sergio Leone.

E é por essa razão que considero a quebra do filme em dois volumes extremamente salutar também sob o ponto de vista estético. Ao final de Kill Bill: Volume 1, os espectadores estão exaustos. Pode parecer que não, mas acompanhar as peripécias da Noiva ao longo das gigantescas e sangrentas sequências dentro do The House of Blue Leaves é como correr uma maratona com os olhos. É muita informação, consciente e inconsciente, para processar e o descanso é bem-vindo.

Além disso, se os filmes fossem costurados em um só (como já foram na mítica versão The Whole Bloody Affair, projetada em festivais e ocasionalmente no cinema do cineasta, mas nunca lançada para o público em geral), a redução abrupta na velocidade da segunda parte se comparada com a primeira tornaria a experiência no mínimo estranha. Tarantino sabe que a mortandade do primeiro filme não poderia se sustentar na continuação e o que vemos em Kill Bill: Volume 2 é uma espécie de denouément de duas horas da sana vingativa da Noiva.

E tudo funciona também perfeitamente bem, talvez até melhor do que no Volume 1. Logo no início, vemos a Noiva, em fotografia em preto-e-branco, dirigindo um conversível. Ela já revela que só falta Bill para matar e o que vemos, a partir daí, é o que aconteceu antes desse momento da abertura, que só é retomado no final, logo antes do combate entre ela e seu maior inimigo. Tarantino quer nos deixar cientes que, aqui, o importante é a jornada e não seu resultado. E toda essa atmosfera de filme noir passada pela fotografia e narração em off é, súbita e brilhantemente, convertida em western spaghetti, com direito a flashback recontando exatamente o que aconteceu na fatídica capela onde tudo começou.

Assim como nos faroestes de Sergio Leone, tudo é muito devagar. Só para se ter uma ideia, a Noiva mata apenas uma pessoa durante todo o filme, mas tudo que acontece tem significado e faz sentido. O ar super-heroístico da protagonista no primeiro volume desaparece no segundo, quando Budd (Madsen) simplesmente a enterra viva (e Tarantino voltaria a esse tema no capítulo duplo de C.S.I., que dirigiria depois) e ela tem que escapar de forma impossível, com direito a lembranças sobre seu surreal treinamento com Pai Mei (Gordon Liu), em outra transição suave, mas forte, para os filmes de kung-fu da década de 70.

A coreografia também muda completamente nos combates. Calejado dos duelos com espada do primeiro filme, o espectador é brindado com uma vibrante sequência no trailer de Budd em que a Noiva enfrenta a caolha Elle Driver. Reparem como o trailer é espaçoso nas cenas que antecedem o combate, com Driver tendo uma amena “conversa” com Budd sobre espadas, dinheiro e cobras… Quando a Noiva chega, o trailer fica diminuto, impedindo que as espadas de Hattori Hanzo sejam desembainhadas completamente. A luta é visceral, energética e toda ela em espaço confinado, com as espadas não sendo muito mais do que enfeites ou bastões enobrecidos. Bem diferente da gigantesca e espaçosa sequência cheia de instrumentos cortantes de toda a natureza que vimos anteriormente, não é mesmo?

E tudo porque Tarantino quis trabalhar uma homenagem aos filmes de cowboy estilizados e não voltar à homenagem do anterior, mas sem perder a conexão. Parece fácil quando escrevemos e falamos sobre isso, mas percebam a engenharia por trás. Hollywood, hoje, entrega exatamente o que o espectador quer ver, sem nenhuma surpresa ou verdadeira mudança. Criando seu riquíssimo universo (olhem quanta história não dita existe por trás de cada diálogo do filme), Tarantino não faz mais do mesmo e sim nos dá uma espécie de rasteira cinematográfica, puxando o freio de mão e dando um “cavalo de pau” de 180º em Kill Bill: Volume 2. Ele entrega o final que queremos, mas não da maneira que imaginávamos.

Querem mais um exemplo? Vejam que coisa fantástica é a sequencia em que a Noiva (já revelada como Beatrix Kiddo, nome que Bill usa – mas nós não sabemos que é o nome dela – no primeiro minuto do primeiro filme) chega de pistola em punho na hacienda de Bill. Ela está pronta para acabar o trabalho e destroçar seu inimigo. A porta se abre e esperamos a pancadaria final, mas, em seu lugar, Kiddo descobre que sua filha está viva e os três – Bill está lá – brincam de matar e morrer. Depois de anos quase morta, exatamente no momento em que a Noiva está mais viva, ela tem que morrer de brincadeira.

E, claro, depois dos ânimos arrefecidos, ainda somos brindados com uma longa sequência, com direito a soro da verdade injetado por meio de um dardo na perna de Kiddo e a um longo e extremamente convincente monólogo de Bill sobre a verdadeira natureza do Superman. Notem que estamos em um filme estilo noir/faroeste/kung-fu e o saudoso David Carradine encapsula, do nada e com perfeição, talvez canalizando a filosofia de seu personagem Caine, na série Kung-Fu, que o imortalizou, o que é um super-herói da ficção. E tudo para desaguar em um combate completamente anti-climático, mas que é absolutamente gratificante e poderoso. Não só vemos a mítica Five Point Palm Exploding Heart Technique em ação, como testemunhamos a resignação – e até felicidade – de um homem que sabia que um desfecho como aquele era inevitável e o único possível e perfeitamente esperado e talvez até ansiado por ele.

Se a saga de vingança Kill Bill não tivesse sido dividida em duas fundamentalmente iguais, mas detalhadamente diferentes partes (afinal, o que importa são as pequenas diferenças, não é mesmo?), a conclusão de meus comentários seria provavelmente outro. Do jeito que foi feito, Tarantino nos entregou duas obras-primas, duas odes ao cinema de gênero que funcionam cada uma de seu jeito peculiar ao ponto de ser uma tarefa árdua escolher qual delas é a melhor.

  • Crítica originalmente publicada em 02 de janeiro de 2016, reformulada para republicação hoje, 08/08/19.

Kill Bill: Volume 2 (Kill Bill: Vol. 2, EUA – 2004)
Direção: Quentin Tarantino
Roteiro: Quentin Tarantino
Elenco: Uma Thurman, Lucy Liu, Vivica A. Fox, Daryl Hannah, David Carradine, Michael Madsen, Gordon Liu, Michael Parks, Michael Bowen, James Parks, Jonathan Loughran, Perla Haney-Jardine
Duração: 111 min.

Você Também pode curtir

37 comentários

André 6 de setembro de 2020 - 22:29

Reassistindo essa segunda parte não pude deixar de notar as similaridades com Breaking Bad seja a locação desértica ou o trailer de Budd. Fiquei me perguntando se Gilligan tirou algumas referências daqui. Enfim, difícil escolher qual parte prefiro, ambas excelentes apesar de bastante diferentes.

Responder
planocritico 7 de setembro de 2020 - 01:28

Não tenho ideia se houve algum tipo de inspiração, mas tudo é possível.

Sobre os filmes, o bacana é que eles são completamente diferentes. Lembro-me a surpresa que foi eu esperando uma coisa e levando outra completamente diferente, mas tão boa quanto ao assistir o 2 no cinema…

Abs,
Ritter.

Responder
JGPRIME25 13 de agosto de 2019 - 19:20

Só eu gritei de felicidade quando A Noiva disse:
“Bitch, you don’t have a future?”

Sei lá, mas me empolgou demais.

Responder
planocritico 14 de agosto de 2019 - 18:42

Esse e o Volume 1 me deixam empolgados durante todo o tempo!

Abs,
Ritter.

Responder
Wander 10 de agosto de 2019 - 20:35

Meu sonho assistir os dois filmes seguidos no cinema… deve ser uma experiência bem louca! E olha que já vi tanto essa dupla que sei algumas falar haha

Responder
planocritico 12 de agosto de 2019 - 18:04

Também queria ver o corte que reúne os dois filmes. O Tarantino fez, tem até outras cenas e mais anine, mas ele nunca lançou comercialmente…

Abs,
Ritter.

Responder
Hugo Andrade 21 de outubro de 2019 - 15:49

apelei para o torrent… tem coisas no mundo que só dá pra assistir assim, infelizmente!!!

Responder
DaVinciNews - Dicionário do Oscar - Design de Produção | Cine Da Vinci 25 de março de 2019 - 10:02

[…] se organizar melhor na dinâmica de produção. Quentin Tarantino, ao dirigir Kill Bill Vol. 1 e Vol. 2, trabalhou desta maneira, pois acreditava que enriqueceria os demais setores de produção ao passo […]

Responder
SUPRAMATY 29 de novembro de 2017 - 20:48

Pode parecer absurdo, mas é uma cena bem trabalhada em que A Noiva fica assistindo televisão com a filha seguida de uma música que combina perfeitamente com o momento. Depois dela, se alguém disser que Tarantino não entende de cinema é porque a pessoa não soube enxergar a beleza exposta de maneira sutil.
Adoro muito essa continuação só pelo fato de homenagear filmes western (aos quais peguei gosto ao começar assistindo a série James West (The Wild Wild West. 1965).

..
Eu Sou a ressurreição e a vida
Eu Sou a ressurreição e a vida
Eu Sou a ressurreição e a vida

Responder
planocritico 30 de novembro de 2017 - 16:20

Sim, Tarantino sabe cuidar de cada detalhe de suas produções. O cara é genial.

Abs,
Ritter.

Responder
Anônimo 9 de dezembro de 2019 - 10:23
Responder
Daniel Plainview 3 de setembro de 2017 - 23:44

Só temos a agradecer ao velho Taranta por nos entregar uma obra prima como essa. Engraçado q todo o filme trabalha com a quebra de expectativa do telespectador. O primeiro filme é uma carnificina generalizada, enquanto q no segundo ela mata só o Bill. E em vários outros momentos isso se mostra presente. Com muitos personagens marcantes e atuações de primeira grandeza, Tarantino não só conseguiu manter a qualidade do primeiro filme, como a elevou (Eu sei q é um só filme, mas a divisão em duas partes me permite dizer isso). Me lembro que quando assisti pela primeira vez e vi o Pai Mei (meu personagem favorito da saga) eu só sabia dizer: “PQP mt firme!”. Além disse a conclusão (spoilers à frente) com o golpe dos cinco pontos que explodem o coração é simplesmente sensacional, desde o diálogo até o desfecho. Enfim, obrigado Tarantino!

Responder
planocritico 4 de setembro de 2017 - 00:16

Assino embaixo, @Eduardo1993:disqus ! Agora me diga: se você só pudesse levar um dos Bills para uma ilha deserta, qual seria, o vol. 1 ou o 2?

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Plainview 4 de setembro de 2017 - 00:32

Vamos colocar na balança:
1ª filme: Crazy 88, Hattori Hanzo, anime da morte dos pais da O-Ren Shii, Mestre Tanaka perdendo a cabeça
2ª filme: Pai Mei, Cinco Pontos que Explodem o Coração, Noiva x Elle Driver.
Difícil escolher viu…

Responder
planocritico 4 de setembro de 2017 - 00:35

BEEEEM difícil!

– Ritter.

Responder
Milha Reforço Escolar 15 de julho de 2017 - 02:18

ola plano critico o primeiro filme achei dez agora o segundo filme o modo como a noiva saiu da tumula eu sei q o filme é surreal ,mas achei muito inverossímil nem o homem aranha sairia assim rsrssr

Responder
planocritico 15 de julho de 2017 - 09:03

Faz parte do estilo do filme. Essa não é nem de longe a cena mais inverossímil!

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Plainview 3 de setembro de 2017 - 23:39

kkk pra q coisa mais inverossímil como a batalha contra os Crazy 88

Responder
planocritico 4 de setembro de 2017 - 00:17

Que, você vai lembrar, não são 88! HAHAHHAHAAHAHAHAA

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Plainview 4 de setembro de 2017 - 00:19

kkk vdd, como foi ressaltado pelo Budd

André 9 de dezembro de 2016 - 04:13

Aquele monólogo do Bill sobre super heróis analisando o suposto desdenho do superman pela humanidade é Tarantino na veia kkkkkkk e tudo isto para ele explicar porque ela não seria feliz em El Paso. Grande filme e concordo plenamente com a crítica que da forma como foi feito a divisão em duas partes foi muito acertada principalmente por conta do ritmo da segunda parte e pela mudança já que se atenta mais ao drama da Noiva do que as cenas de ação do primeiro. Enfim grande filme e se tivesse que escolher ficaria com a primeira parte mas essa não é menos digna.

Responder
planocritico 9 de dezembro de 2016 - 22:04

Eu morro de curiosidade para ver os dois filmes costurados em um só como Tarantino costuma mostrar em festivais e no cinema dele em Los Angeles (nunca foi lançado oficialmente), mas realmente não consigo imaginar a união de duas partes tão diferentes em ritmo funcionando bem.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 9 de dezembro de 2016 - 22:04

Eu morro de curiosidade para ver os dois filmes costurados em um só como Tarantino costuma mostrar em festivais e no cinema dele em Los Angeles (nunca foi lançado oficialmente), mas realmente não consigo imaginar a união de duas partes tão diferentes em ritmo funcionando bem.

Abs,
Ritter.

Responder
André 9 de dezembro de 2016 - 04:13

Aquele monólogo do Bill sobre super heróis analisando o suposto desdenho do superman pela humanidade é Tarantino na veia kkkkkkk e tudo isto para ele explicar porque ela não seria feliz em El Paso. Grande filme e concordo plenamente com a crítica que da forma como foi feito a divisão em duas partes foi muito acertada principalmente por conta do ritmo da segunda parte e pela mudança já que se atenta mais ao drama da Noiva do que as cenas de ação do primeiro. Enfim grande filme e se tivesse que escolher ficaria com a primeira parte mas essa não é menos digna.

Responder
Babalu Soares 19 de janeiro de 2016 - 12:56

kkkkkkkkk…não podemos esquecer de citar aquela cena onde o irmão do Bill é humilhado pelo chefe no seu serviço!!!!!
Quase senti pena dele!!!!!!!!

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2016 - 14:32

Achei que ele ia matar o cara ali mesmo…

Abs,
Ritter.

Responder
Babalu Soares 19 de janeiro de 2016 - 12:54

Só eu acho que a louca da Elle Drive não sobreviveu naquele trailer estando cega e com uma mamba negra sedenta solta ali dentro!!!!!!!!

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2016 - 14:31

Acho que não é a única que acha isso não, @babalusoares:disqus.

Abs,
Ritter.

Responder
Kika 3 de janeiro de 2016 - 20:07

Começando o ano muitíssimo bem com suas críticas sobre os filmes do Tarantino, Ritter! Acho a mudança de ritmo no Vol. 2 genial.
Temos uma conclusão ótima, adoro as cenas do Pai Mei e que bom que vc mencionou o monólogo do Superman. Como eu gosto dessa cena!

Responder
planocritico 5 de janeiro de 2016 - 11:55

Você espera uma coisa, e leva outra melhor ainda no Vol. 2. Tarantino arrisca mesmo e não quer nem saber.

E todas as críticas da retrospectiva estão no ar!

Abs,
Ritter.

Responder
Disgrota 14 de dezembro de 2015 - 23:30

Até agora esperando a Noiva enfrentar alguém sem se sujar de alguma forma misteriosa de sangue auauhhuahuauhauha

Responder
planocritico 15 de dezembro de 2015 - 15:03

Faz parte da diversão!

– Ritter.

Responder
Monokuma 14 de novembro de 2015 - 18:09

Um dos melhores filmes de ação que eu já vi (e já estrou pretendendo rever de novo) e me sinto arrependido por não ter visto antes

Realmente o ritmo desse filme foi perfeito, assim como a divisão em duas partes. O primeiro filme termina de uma maneira sensacional, nos dando tempo para pensar em tudo que aconteceu e foi dito, principalmente na cena final.

Assim que o segundo começa (com a cena em preto e branco) me toquei que não teria todo aquele sangue jorrando e que seria algo mais… esclarecedor sobre o passado, que vem em um momento perfeito.

No final fiz um pequeno papel de trouxa, onde a principio, como a maioria dos filmes sobre vingança frenética, penso estar vendo a protagonista aos prantos e o arrependimento vindo a tona, mas muito pelo contrário a desgraçada (com todo o amor possível que essa palavra possa ter) estava chorando de alegria enfatizando ainda mais a frase no inicio do primeiro filme, e um ditado bem popular: “A vingança é um prato que se serve frio”

Responder
planocritico 15 de novembro de 2015 - 06:49

@Mono@BRMonokuma:disqus, que bom que gostou! Eu adoro esses dois filmes, pois a mescla de estilos e as homenagens são impressionantes, com momentos mais do que brilhantes por toda a narrativa.

Abs,
Ritter.

Responder
Rilson Joás 3 de julho de 2014 - 17:41

Aplausos, depois de ver o Vol.2 e de ter contemplado essa crítica sinto que zerei a vida.

Minha mente ainda está explodindo e se perguntando porque eu ainda não tinha assistido Kill Bill. Pelas barbas de Pai Mei, que bola fora da minha parte!

Melhor cena (o que é extremamente difícil de escolher): Quando B.B. atira na Noiva e ela finge morrer, a tensão se quebra e eu cai em risadas naquele momento.

Responder
planocritico 3 de julho de 2014 - 20:55

Que bom que você gostou da saga da Noiva, Rilson! Quer uma sugestão? Tente procurar, agora, os filmes nos quais Tarantino se inspirou para fazer os dois Kill Bill. São vários, mas os mais importantes são: Lady Snowblood, Jogo da Morte, A Noiva Estava de Preto, Sanjuro e Era Uma Vez no Oeste ou qualquer um da Trilogia dos Dólares, de Sergio Leone. Mas tem muito mais coisa! Abs, Ritter.

Responder
Rilson Joás 4 de julho de 2014 - 00:41

Muito obrigado, vou começar hoje mesmo!

Responder

Escreva um comentário

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Presumimos que esteja de acordo com a prática, mas você poderá eleger não permitir esse uso. Aceito Leia Mais