Home TVTemporadas Crítica | Kingdom (2019) – 1ª Temporada

Crítica | Kingdom (2019) – 1ª Temporada

por Ritter Fan
371 views (a partir de agosto de 2020)

A segunda produção sul-coreana do Netflix é uma refrescante mistura de drama histórico palaciano em uma Coréia feudalista da dinastia Joseon com zumbis. Com apenas seis episódios, a primeira temporada, apesar de arriscar começar lentamente, encontra seu passo rapidamente e entrega uma narrativa simples, mas muito caprichada, deixando-nos com um gigantesco cliffhanger no estilo clássico e que eu não via há muito tempo.

O risco que menciono gira em torno do primeiro episódio que esconde a verdadeira natureza da série até seus últimos segundos, o que pode afastar os mais afobados. Nele, o roteiro de Kim Eun-hee, que antes escrevera a webcomic The Kingdom of the Gods em que a série é baseada, lida com os aspectos sócio-políticos, algo que vem da gênese dos filmes de zumbi e que o escritor agarra com todas as forças. Algo aconteceu com o rei e o Conselheiro Real Cho Hak-ju (Ryu Seung-ryong), manipulando sua ambiciosa e fria filha e rainha Cho (Kim Hye-jun), usa a oportunidade para colocar sua linhagem como a herdeira do trono, já que Cho está grávida. O príncipe herdeiro, Lee Chang (Ju Ji-hoon), juntamente com seu leal guarda Mu-yeong (Kim Sang-ho), parte então em uma jornada quixotesca para descobrir o que acontecera com o pai, o que envolve achar o médico que o tratara.

Apesar de não ser o primeiro drama histórico com zumbis, Kingdom é, sem dúvida, o que melhor reúne as duas linhas narrativas. O conflito palaciano é básico, quase rasteiro, pois o maniqueísmo mais do que completo toma conta de cada aspecto da história. A aristocracia governante, com a única exceção do príncipe herdeiro, é composta de monstros egoístas que exploram o povo que, por sua vez, passa fome em um sistema feudal que os espreme ao máximo para enriquecer sem esforços o já gordo governo. Com isso, os vilões humanos são vilanescos até a raiz do cabelo, só faltando risadas maquiavélicas com mãos sendo esfregadas em sinal de refestelamento com a desgraça alheia. O príncipe, por sua vez, começa como um bufão perdido, um garoto mimado, que, em um intervalo de dias, transformar-se improvavelmente no salvador da pátria, no único nobre que se importa com seus súditos e faz de tudo por eles em meio ao caos cada vez mais intenso envolvendo zumbis. O que se vê, assim, é uma historinha mequetrefe (mas simpática) para servir de veículo para o que realmente importa.

Falando no que realmente importa, os desmortos, na série, são da pegada de Zack Snyder em Madrugada dos Mortos: são ágeis e correm como uns doidos. Só esse aspecto já é uma lufada de ar fresco que a direção de Kim Seong-hun faz ótimo uso em magistrais e tensas sequências como a da perseguição da carroça, por vezes lembrando-nos do também coreano (e recente) Invasão Zumbi, da mesma escola, ainda que, aqui, a comicidade permeie alguns momentos aqui e ali. O trabalho de maquiagem é de se tirar o chapéu, ainda que o mais importante seja a cinética das sequências e não os detalhes das carnes podres dos monstrengos.

Mas há uma outra grande diferença. Esses zumbis são noturnos apenas, dormindo como vampiros durante o dia, escondidos em locais onde o sol não chega. Isso permite que a série “respire” um pouco durante o dia e volte para as intrigas palacianas e para a trama envolvendo uma possível cura para a “doença” por parte da médica Seo-bi (Bae Doo-na), uma das primeiras a testemunhar o nascimento (ou seria a morte?) dos mortos-vivos. Se, por um lado, os aspectos sócio-políticos são repetidos ad nauseam, por outro a grande vantagem é que são, como dito, apenas seis episódios, mesmo que alguns com quase uma hora de duração. Kim Eun-hee, porém, sabe alcançar um razoável equilíbrio, por vezes carregando nos textos expositivos, com explicações que não acabam mais, mas depois compensando com ação zumbificada sem nos dar tempo para piscar.

A direção de Kim Seong-hun, além de aproveitar muito bem a velocidade dos monstros, usa magistralmente a beleza das filmagens em locação para emprestar uma camada falsamente idílica ao ambiente em que a história se passa. As belas florestas e lagos escondem não só a avareza dos nobres, como, também, representando-os graficamente, a monstruosidade dos zumbis. E, com isso, o espectador tem muito a observar, algo que o diretor amplifica com tomadas belíssimas em plano geral e outras em distantes plongées para tirar o máximo que a ambientação natural pode oferecer. No entanto, não é só isso. Os cenários especialmente construídos para a série, como o hospital e também os palácios em que algumas sequências foram filmadas são deslumbrantes, demonstrando um cuidado extremo do design de produção com a caracterização correta (até onde me consta, pelo menos) da época, algo em que o trabalho de figurino também ajuda muito. É imediato o convencimento do espectador em relação à época e localização do drama, mesmo que por vezes a fotografia peque em tomadas assépticas talvez demais, como se cada dia fosse o dia da inauguração de um palácio, com tudo absolutamente limpo e perfeito.

Se o espectador ultrapassar o cansativo primeiro episódio de Kingdom, desconfio que a série tornar-se-á irresistível quando sua natureza desmorta é finalmente revelada. Quando as cartas estão na mesa, a série coreana entrega muita diversão e tensão zumbificante que, misericordiosamente, não se vale de um número elevado de episódios para contar sua história e ainda guarda uns segredinhos muito interessantes lá pelo seu final. Mas a pergunta que fica é: cadê a 2ª temporada???

Kingdom ( 킹덤, Coréia do Sul – 25 de janeiro de 2019)
Direção: Kim Seong-hun
Roteiro:  Kim Eun-hee (baseado em seu webcomic)
Elenco: Ju Ji-hoon, Ryu Seung-ryong, Bae Doo-na, Kim Seong Gyu, Kim Sang-ho, Heo Joon-ho, Jeon Seok-ho, Kim Hye-jun, Jung Suk Won
Duração: 43 a 56 min. por episódio (6 episódios no total)

Você Também pode curtir

105 comentários

Harley Alvez 4 de outubro de 2020 - 22:53

Quanto tempo, Lord Ritter!
Usei a planta da ressurreição para emergir das águas profundas de HanYang e retornar às planícies ocidentais de sua província imperial!

Demorei para conferir justamente por se tratar de outra produção “zumbilesca” (#Medo), mas fiquei bem satisfeito. É, o primeiro episódio é bem introdutório e não duvido que muita gente desistiu ali, mas sou dos que mastiga 30 vezes para uma ideal digestão, ahaha. Bom que termina a temporada (e começa a próxima) a todo vapor, não achou?

Gostei do contraste noite-dia. A dinâmica narrativa funciona, e de dia nunca temos a sensação de segurança devido a iminência do pôr do sol. A sequência das carroças seguida pelo contra-ataque à guarda real foram empolgantes, não?

Em síntese, um achado revigorante ao gênero, intrigante e envolvente. Uma grata surpresa, pois.

PS: Quem você citaria como personagens carismáticos (ou o mais próximo disso) na trama?

PS 2: Deu pra sentir o perfume do seu sopão com 70kg de carne não processada em fogão de pedra e panelaço de barro, daqui, hein Ritter!? Guardou aquele ossinho pra botar na nossa cumbuca? #Yummy

PS 3: Ótimo review, como de praxe.

Responder
planocritico 6 de outubro de 2020 - 22:18

Olá, caro @harley_alvez:disqus ! Bom vê-lo de volta!

Essa série é bem divertida mesmo. Uma pegada revigorante no gênero que estava precisando de algo assim. E a sequência das carroças é espetacular. Uma obra-prima da engenharia fílmica!

PS: A doutora é a mais carismática, diria.

PS 2: Que bom que gostou do perfume do sopão! HAHAHHAHHAHAHHAAHH

PS 3: Obrigado!

Abs,
Ritter.

Responder
Al_gostino 19 de abril de 2020 - 22:48

Série Boa, tô assistindo e gostando…Mas, uma coisa me incomoda demais: a canastrice absurda da maioria dos atores! Tem que ter muita boa vontade pra aguentar as caretas nível Jaspion rs…e um estilo eu sei…Mas caramba, não vi isso em Parasita e em várias ótimas obras asiáticas .. ABS

Responder
planocritico 20 de abril de 2020 - 00:38

É uma questão de se acostumar mesmo com o estilo, não tem jeito. A maioria das obras de ação vindas do oriente tem essa característica, eu diria.

Abs,
Ritter.

Responder
David RoPin 19 de abril de 2020 - 11:17

Essa série é tudo que as duas ultimas duas temporadas de GoT Poderiam ter sido.

Responder
planocritico 19 de abril de 2020 - 17:07

Sei lá. São propostas tão diferentes, com orçamentos tão díspares que nem consigo começar a traçar paralelos.

Abs,
Ritter.

Responder
Guilherme Henrique 5 de abril de 2020 - 09:02

Acabei de ver a temporada numa sentada, a série prende mesmo. Minha única decepção foi que pensei que ia ser um Tigre e o Dragão com zumbis, com o povo lutando pra equilibrar o negócio. Acho que vai ter um filme nessa pegada.

Responder
planocritico 5 de abril de 2020 - 15:07

Veja a segunda temporada que é melhor ainda!

Abs,
Ritter.

Responder
Rene Had 21 de março de 2020 - 18:33

a série é sensacional e está bem longe de ser mequetrefe. Para mim uma das melhores séries da netflix. Inclusive você foi único que criticou essa série, esta que inclusive está super bem contada no rotten, imdb e metacritic. Ou seja quem está errado é você.

Responder
planocritico 21 de março de 2020 - 18:33

Primeiro, eu não disse que a série é mequetrefe. Leia novamente.

Segundo, estou pouco me lixando para o que dizem dela por aí. O que me interessa é a minha opinião.

Terceiro, eu não falei mal da série. Novamente, releia (se é que você leu).

Ou seja, quem está errado é você.

Abs,
Ritter.

Responder
Pedrinho Rude Boy 22 de fevereiro de 2019 - 04:13

Pô, que série boa meu. Me surpreendi, grudei na tela e não queria que tivesse acabado. Acredito que em se tratando de zumbis foi uma grata surpresa devido a saturação (acredito eu) em que esse tema encontra-se atualmente. O clima sombrio e nevoado me lembrou um pouco a série Salem. O idioma também dá uma característica bem interessante devido a entonação do mesmo.

★SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER★

Acredito que foi evidenciado que o bebê que será tomado das grávidas pra substituir o da gravidez* fake da rainha será o bebê que a esposa do guarda do príncipe (o Mu-yeoung) está esperando.

* Grávida de Taubaté rules.

Responder
planocritico 22 de fevereiro de 2019 - 15:50

Concordo que foi uma pegada nova para um tema já saturado.

Sobre o spoiler, não tenho dúvidas de que será bem isso!

Abs,
Ritter.

Responder
Pedrinho Rude Boy 22 de fevereiro de 2019 - 04:13

Pô, que série boa meu. Me surpreendi, grudei na tela e não queria que tivesse acabado. Acredito que em se tratando de zumbis foi uma grata surpresa devido a saturação (acredito eu) em que esse tema encontra-se atualmente. O clima sombrio e nevoado me lembrou um pouco a série Salem. O idioma também dá uma característica bem interessante devido a entonação do mesmo.

★SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER★

Acredito que foi evidenciado que o bebê que será tomado das grávidas pra substituir o da gravidez* fake da rainha será o bebê que a esposa do guarda do príncipe (o Mu-yeoung) está esperando.

* Grávida de Taubaté rules.

Responder
Taty Souza 2 de fevereiro de 2019 - 01:00

SPOILERS

SPOILERS

SPOILERS

SPOILERS

SPOILERS

SPOILERS

Quando a médica diz temperatura… ela se refere que os zumbis não gostam é de frio? Se for, fazia sentido era eles se esconderem à noite, que é mais frio que o dia, não? o-o
E nossa, o pai da rainha já sabe de tudo… olha que desgraçado

Responder
planocritico 2 de fevereiro de 2019 - 16:42

SPOILERS

SPOILERS

SPOILERS

SPOILERS

SPOILERS

SPOILERS

O que eu entendi é que os zumbis GOSTAM de frio e só funcionam quando não está quente. Ou seja, quanto mais para o norte eles vão, mais acordados eles ficam…

E sim, o pai rainha aparentemente sabia de tudo sobre os monstros.

Abs,
Ritter.

Responder
ABC 2 de fevereiro de 2019 - 22:46

SPOILER.

Eu só achei estranho o mestre do príncipe se surpreender com esse fato, tendo em vista o ataque que ele fez e as faixas com sinos que eles deixaram no lago congelado, ele devia ter conhecimento sobre essa característica dos zumbis.

Saudações..

Responder
planocritico 3 de fevereiro de 2019 - 14:20

De fato, foi estranho… Mas pode ser parte de um segredo maior ainda que eu espero muito não complique demais a história.

Abs,
Ritter.

Responder
Taty Souza 3 de fevereiro de 2019 - 19:22

Justo, faz mais sentido mesmo.
Só fiquei com essa dúvida pq eles não entraram lá na água fria onde estava a médica e o cara nobre lá… Mas se é frio, ferrou mesmo.

Responder
planocritico 8 de fevereiro de 2019 - 16:44

Confesso que não entendi muito bem o que aconteceu naquele vale que a médica acha não… Espero que isso seja abordado na próxima temporada!

Abs,
Ritter.

Responder
Taty Souza 2 de fevereiro de 2019 - 00:55

SPOILERS

SPOILERS

SPOILERS

SPOILERS

SPOILERS

Infelizmente, não é o dia que faz eles “dormirem” rsrsrs
rir pra não chorar.
E alguém entendeu o que o pai diz lá no final: “você acha que acabou?” olha que sem noção…
É culpado de tudo hein… tsc tsc.
Ai, enfim, adorei a série. Vejam mesmo.
Spoiler agora:
E quando a médica diz “é a temperatura”… ela quis dizer que os zumbis não gostam é de frio né?

Responder
Elton Miranda 1 de fevereiro de 2019 - 10:20

Apesar de serem “so” 6 episódios, achei que em determinados momentos a série se torna cansativa, com alguns momentos desnecessários, sei lá, esses 6ep podiam muito bem ser reduzidos em 3 apenas. E outra pelo teaser, a série parecia ser realmente boa, mas se mostrou o contrario, talvez faltou um pouco de roteiro

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2019 - 14:18

Achei o primeiro episódio especificamente cansativo. Depois, a coisa vai, mas com certeza o drama palaciano – ou seja, praticamente todas as sequências diurnas – não bem inferiores à pancadaria noturna.

Abs,
Ritter.

Responder
Rafa 2 de fevereiro de 2019 - 16:02

Quantas mentiras. Depois de Bird box, esse é o melhor. Não tem nada de lento aí não. Tu que é jumento

Responder
Huckleberry Hound 31 de janeiro de 2019 - 20:23 Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2019 - 01:55

Sim, eu até citei na crítica!

Abs,
Ritter.

Responder
Linti Faiad 31 de janeiro de 2019 - 18:53

Salve, Ritter.
Bela crítica. Realmente, superada a dificuldade de aguentar o ritmo do primeiro episódio a série é bem legal.
Sobre os aspectos políticos, vi alguns comentários sobre ser nível House of Cards e GoT… Acho que fica bem abaixo neste aspecto.
De todo modo, após o final eletrizante espero ansioso a próxima temporada, que espero que seja a última hahaha mas acho que há o grande risco, caso a série emplaque mesmo, de prolongamentos desnecessários, como ocorre, em regra, com quase todas as séries…
Abs e continue firme no ótimo trabalho.

Responder
planocritico 31 de janeiro de 2019 - 19:20

Obrigado, @lintifaiad:disqus !

Olha, eu quase, por muito pouco, não desisti da série na primeira meia hora do primeiro episódio…

Sobre os comentários que você viu comparando o nível dos aspectos políticos a HoC, nossa, onde é que esse pessoal vive? Não dá nem para colocar as duas coisas na mesma frase. Um é be a bá, o outro é coisa séria, bem trabalhada e desenvolvida…

Tomara que a série acaba na próxima temporada. Será um desserviço se ela continuar se arrastando…

Abs,
Ritter.

Responder
Léon 31 de janeiro de 2019 - 18:05

Infelizmente ainda não tenho uma opinião completa sobre o que achei da série. Estou dividido entre: “gostei muito”; “gostei” e “gostei pouco, mas gostei”. Eu acho que é porque desde que soube da existência dela e vi o teaser esperava muuuuito da história, algo bem elaborado, mas como você mesmo disse, a história é simples e rasa. Não é ruim, porém não era o que eu tinha idealizado nos meus delírios. Acho que também é porque eu esperava uma participação maior da minha eterna Sonmi-451/Sun. Mas gostei das duas linhas narrativas, as intrigas palacianas e dos zumbis apressados e assustadores (Graças a Deus. Não aguento mais zumbi lento e retardado). Outro ponto que gostei muito foi essa ideia do comportamento noturno deles (que também revelou uma grande surpresa no último episódio). Citando Resident Evil 5 (aff): “Não é a hora que os monstros saem?” Dessa forma ficou mais fácil desenvolver as duas linhas narrativas, as definindo bem durante os dois períodos do dia. Enfim, mesmo com todas estas coisas que gostei da série eu ainda não sei dar minha opinião geral por causa do hypie que eu mesmo criei. Mas vale a pena assistir. Fora que parece que ela não será uma série interminável e imortal, tendo validade até a segunda temporada vindoura, se não me engano.

P.S: Ri demais com isso: “Com isso, os vilões humanos são vilanescos até a raiz do cabelo, só faltando risadas maquiavélicas com mão sendo esfregadas em sinal de refestelamento com a desgraça alheia.” Fiquei imaginando o conselheiro Cho fazendo isso e a filha assustadora dele (sim, ela me assusta).

Responder
planocritico 31 de janeiro de 2019 - 19:20

A trama é simplíssima e básica, além de ser repetida inúmeras vezes. Tudo é muito explicadinho, com textos longos e expositivos. Confesso que toda vez que amanhecia e os zumbis iam dormir, eu ficava de má vontade para o blá, blá, blá. Mas, como eu disse, uma coisa acaba compensando a outra e, para mim, o saldo foi bem positivo.

Sobre a validade da série, um leitor abaixo disse que era para ser uma minissérie de oito episódios que foi expandida para duas temporadas de 12. Tomara que seja só isso mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
Lord Galahad 3 de fevereiro de 2019 - 16:53

Raiva eu tive quando o guarda do príncipe dizia: “Alteza, está amanhecendo!”ou “Alteza, olhe, o sol!” Nessas horas eu revirava os olhos e pensava: jura, sêo guarda?!

Responder
planocritico 3 de fevereiro de 2019 - 17:38

Exato. Um dos exemplos do quanto o texto é básico e expositivo!

Abs,
Ritter.

Responder
Rafa 2 de fevereiro de 2019 - 16:07

Meu Deus do céu, onde vcs viram esse primeiro episódio lento demais? Onde? Tava normal. Não tava cansativo não

Responder
planocritico 2 de fevereiro de 2019 - 16:27

Parabéns por não ter achado cansativo. Eu achei cansativo, chato e um daqueles que quase me fizeram desistir da série.

E seu outro comentário, contendo um completamente desnecessário xingamento, foi apagado.

Abs,
Ritter.

Responder
Fórmula Finesse 31 de janeiro de 2019 - 16:18

Não sou muito fã da eterna onda zumbi, gostei – quando criança – do memorável A Noite dos Mortos Vivos (raizzz!!!), mas o boca a boca positivo em relação a essa série deixou-me no mínimo curioso…(mas aí eu lembro do lufa-lufa em relação a Bird Box e me dá uns TREMELIQUE de medo!).

Responder
planocritico 31 de janeiro de 2019 - 17:31

Ih, vai tranquilo. Bird Box não se compara a Kingdom…

Abs,
Ritter.

Responder
Fórmula Finesse 1 de fevereiro de 2019 - 11:10

Estou no terceiro capítulo; estou gostando da ambientação histórica, da forma grotesca que os zumbis se amontoam de dia e do visual de certas paisagens (o lagos dos mortos é fantástico). É diferente, vale a pena.

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2019 - 14:18

Vale sim. E o ritmo não cai até o final.

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 31 de janeiro de 2019 - 15:02

Zumbi é vida!!!

Responder
planocritico 31 de janeiro de 2019 - 17:36

Ou seria morte?

HAHAHAHAAHHAAHAHAHHA

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 3 de março de 2019 - 03:01

Gostei pra caramba da série, não achei o primeiro episódio chato não. Curti pra caramba essa coisa dos zumbis ficarem tirando uma palha durante o dia pra poder atacar de noite, nunca tinha visto isso em lugar nenhum sobre zumbis, top demais! A trama do palácio realmente era a parte mais chatinha. No final a gente fica com aquele gosto de quero mais, é foda, esperar agora a 2 Season que ninguém sabe que dia vai ter.

Responder
planocritico 4 de março de 2019 - 00:44

Só acho que não dá para esticar muito essa série. Três temporadas no máximo!

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 4 de março de 2019 - 10:03

Concordo.

Ruqui 31 de janeiro de 2019 - 14:49

Eu já tinha me apegado a suposta natureza dos zumbis…

Nada como ficar surpreso numa season finale.

Responder
Stella 31 de janeiro de 2019 - 14:06

ótima critica.Olha pela sua crítica me deixou hypada, irei devora-la então. Vou confiar em você.

Responder
planocritico 31 de janeiro de 2019 - 14:12

@disqus_9KZLz8G0wg:disqus , se você não gostar, pelo menos minha consciência ficará razoavelmente limpa, pois a série só tem seis episódios e você não terá perdido muito tempo!!! HAHAHHAAHAHAHHAHAHAAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 31 de janeiro de 2019 - 14:28

Tentando se livrar de uma possivel pressão psicológica. kkkkkkk

Responder
planocritico 31 de janeiro de 2019 - 14:38

Claro, oras! Notei que você até voltou para seu avatar clássico de Fênix… Senti-me ameaçado!

HAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 31 de janeiro de 2019 - 14:42
planocritico 31 de janeiro de 2019 - 14:43

Medo…

– Ritter.

Stella 2 de fevereiro de 2019 - 02:20

Eu assisti a série, uma bela surpresa. Não achei o episodio 1 tão enfadonho, achei ruim a execução do 2 e 4, muito mal coreografados os zumbis. Mas gostei da premissa bastante interessante. E ao que parece esse zumbis são inspirados nos caminhantes brancos kkkkk.

planocritico 2 de fevereiro de 2019 - 16:47

Você achou mal coreografados? Eu gostei muito!

Mas sim, parece mesmo uma inspiraçãozinha lá de Game of Thrones!

O próximo passo é aparecer um dragão!

Abs,
Ritter.

Stella 2 de fevereiro de 2019 - 17:09

No episodio 4 sim eu vi claramente os erros kkk, e o episodio 2 achei mais chato que o primeiro. Mas no geral a série é muito boa. Que fotografia bonita ela tem. Uma grata surpresa.

planocritico 2 de fevereiro de 2019 - 18:22

Belíssima fotografia mesmo! Tem horas que parece chroma key de tão bonito!

Abs,
Ritter.

Léon 31 de janeiro de 2019 - 17:41

Ninguém me perguntou, mas eu falarei mesmo assim: Adoro esse GIF (não sei se é um gif). Amo essa representação da Fênix * _ *

Fim.

Rodrigo Patini 31 de janeiro de 2019 - 13:48

Eu juro que passarei incólume dessa febre zumbi, que já parece durar por uma eternidade… vade retro!!!! kkkk

Responder
planocritico 31 de janeiro de 2019 - 14:12

Zumbi às vezes faz bem!

Abs,
Ritter.

Responder
Alex Alves 31 de janeiro de 2019 - 12:59

Gostei bastante da série nota 8, mas achei que foram muito pretensiosos com esse final.

Responder
planocritico 31 de janeiro de 2019 - 14:12

Você fala do cliffhanger? Diria que eles foram audaciosos, pois nos deixa completamente pendurados… Mas eu gostei!

Abs,
Ritter.

Responder
Alex Alves 31 de janeiro de 2019 - 16:36

Eu digo que foi arriscado porque a Netflix esta meio maluco imagina se não renovarem rsrs.

Mas concordo que a equipe sabia a qualidade do que estava produzindo quando fez a série.

Responder
planocritico 31 de janeiro de 2019 - 17:36

Mas faz parte. Esse negócio de evitar cliffhangers desse naipe só porque tem chance de a série não ser renovada (o que não foi o caso), é muito anos 2000. As pessoas têm que aprender a viver com o SOFRIMENTO que eu vivi COM DIVERSAS séries que eu adorava e que foram canceladas com mega-cliffhangers…

Abs,
Ritter.

Responder
Bruna Gasparelli 1 de fevereiro de 2019 - 10:30

foi Renovada, amem!!!

planocritico 1 de fevereiro de 2019 - 14:18

Mas TOMARA que acabe na segunda temporada. Séries intermináveis de zumbi já chega TWD…

Abs,
Ritter.

Bruna Gasparelli 3 de fevereiro de 2019 - 10:56

aí vai depender de vários fatores… Infelizmente com TWD perderam a noção do roteiro e etc… infelizmente, era minha série preferida depois de GoT

planocritico 3 de fevereiro de 2019 - 14:15

Eu não sei. Tenho para mim que séries que vão além de cinco temporadas (com pelo menos 16 episódios por temporada) tendem a se desmantelar muito rapidamente.

Abs,
Ritter.

Ruqui 31 de janeiro de 2019 - 17:59

Li por aí que originalmente teria 8 episódios, mas depois dividiram em duas temporadas de 6 com a próxima logo logo entrando em produção.

Responder
planocritico 31 de janeiro de 2019 - 19:14

@Rulqui:disqus , tomara que isso não signifique que vão “enrolar” para inventar mais quatro episódios…

Abs,
Ritter.

Ruqui 1 de fevereiro de 2019 - 17:48

Eu vejo algumas possibilidades, mas não sei se sustentam mais 4 eps. Como poder haver um salto no tempo se de fato os planos da rainha com um herdeiro falso se concretizar e um flashback da guerra contra o Japão mostrando o uso de zumbis como soldados.

planocritico 1 de fevereiro de 2019 - 17:55

Veremos!

– Ritter.

Stella 2 de fevereiro de 2019 - 02:20

O longo inverno chegaram para eles se é que me entende kkkkkkkkkkk

Responder
ABC 31 de janeiro de 2019 - 12:59

Estava esperando essa crítica só para escrever: ainda bem que eu moro no Brasil…

Saudações.

Responder
Flavio Batista 31 de janeiro de 2019 - 12:31

to penando pra terminar Justiceiro e vou encarar essa na sequencia.

Responder
Alex Dias 31 de janeiro de 2019 - 13:54

Punisher tá dureza mesmo, muito devagar. E a primeira temporada foi tão boa…

Responder
planocritico 31 de janeiro de 2019 - 14:12

Eu já não tinha gostado tanto assim da 1ª temporada…

Abs,
Ritter.

Responder
Alex Dias 1 de fevereiro de 2019 - 12:27

O que mais atrapalhou as séries de heróis da marvel na Netflix, na minha opinião, foi a quantidade de episódios. 13 é muita coisa. Soma-se a isto roteiristas preguiçosos e temos bons momentos aqui e ali circundados por um oceano de enrolação. Dava para fazer todas em um formato de 8 episódios bem escritos, com máximo de aproveitamento. Mas, enfim… isso tudo pra falar que eu desisti de Punisher de vez e já estou acompanhando Kingdom, que, até então, está bem bacana

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2019 - 14:18

O problema mesmo está nos roteiros e não no número de episódios. Se a produtora quer 13, então que os roteiristas sentem e criem histórias que ocupem bem 13 episódios como foram as três temporadas de Demolidor.

Abs,
Ritter.

Lord Galahad 3 de fevereiro de 2019 - 16:59

Imagino que se Drew Goddard tivesse continuado como showrunner da série (saída precoce), ela teria tomado outro rumo, pra melhor. A segunda temporada foi uma bagunça. A terceira bebeu da primeira e foi muito boa.

planocritico 3 de fevereiro de 2019 - 17:43

Não diria que a segunda temporada de Demolidor foi essa bagunça toda, mas ela é realmente bem inferior às outras duas, ainda que eu a considere superior a todo o restante do material Marvel/Netflix talvez com a exceção da primeira temporada de Jessica Jones.

Abs,
Ritter.

Flavio Batista 31 de janeiro de 2019 - 15:21

rapaiz, to a duas semanas tentando terminar mas nao vai… mimimi dos infernos. Todo dialogo parece uma sessao de terapia

Responder
planocritico 31 de janeiro de 2019 - 17:36

Exatamente, sem tirar nem por, o que escrevi na minha crítica…

Abs,
Ritter.

Responder
Flavio Batista 1 de fevereiro de 2019 - 11:58

Fora o Castle falando toda vez: eu tinha uma familia, mulher e filhos, e tiraram de mim…
Po, nego vem encher o saco do cara, sabem q ele ligou o f.. faz tempo!

planocritico 1 de fevereiro de 2019 - 14:18

É uma choradeira…

Abs,
Ritter.

Maurilei Teodoro 31 de janeiro de 2019 - 13:59

Por enquanto só vi o primeiro episódio de Justiceiro e achei bom até, mas já andei lendo que no decorrer dará uma boa piorada!

Responder
planocritico 31 de janeiro de 2019 - 14:12

@maurileiteodoro:disqus , os três primeiros episódios de Justiceiro são ótimos. Depois é que vem o problema…

Abs,
Ritter.

Responder
Flavio Batista 31 de janeiro de 2019 - 15:21

Os 3 primeiros sao excelentes! mas depois… da-lhe fast foward

Responder
planocritico 31 de janeiro de 2019 - 17:36

Exato. Pula tudo e vai para o 10º episódio!

Abs,
Ritter.

Flavio Batista 1 de fevereiro de 2019 - 16:24

quase q eu fiz isso. nao me tente rsrs
To no 8o. ainda, q patacoada aquela cena na casa do amiguinho drogado do Russo

planocritico 1 de fevereiro de 2019 - 16:32

Força aí, soldado!

Abs,
Ritter.

planocritico 31 de janeiro de 2019 - 14:12

He, he. Entendo perfeitamente!

Abs,
Ritter.

Responder
Flavio Batista 31 de janeiro de 2019 - 15:21

Po, velho so consigo pensar pq o Castle nao matou o Russo na temporada anterior.
Teria nos poupado de muita ladainha.
Pra mim a historia dessa temporada daria um bom filme de duas horas, viu?

Responder
Huckleberry Hound 31 de janeiro de 2019 - 20:23

Pelo menos a trama do John Pilgrim foi melhor sem contar as poucas cenas em que Frank agiu como um real Justiceiro!

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2019 - 01:55

Sim, mas é justamente a melhor trama que ganha menos atenção. O chato do Russo com sua choradeira “oh, eu não me lembro de nada” era merecedor de execução sumária!

Abs,
Ritter.

Flavio Batista 1 de fevereiro de 2019 - 11:58

sim, isso q ta valendo a temporada

Sabrina 31 de janeiro de 2019 - 17:09

É só vc adiantar todas as partes que o Billy Russo e a Madani aparecem ,que a série fica ok kk

Responder
planocritico 31 de janeiro de 2019 - 17:31

He, he. Bem por aí mesmo…

Abs,
Ritter.

Responder
Flavio Batista 1 de fevereiro de 2019 - 11:58

to bem assim e olha q eu acho a Madani bonitinha

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2019 - 14:18

Mas ela é tão chata e tão maluca que qualquer beleza desmorona…

Abs,
Ritter.

Responder
Flavio Batista 1 de fevereiro de 2019 - 16:24

sim, da pra aguentar nao… fora q é indecisa pra caramba, tava vendo a hora do Castle dar um tiro na cara dela

planocritico 1 de fevereiro de 2019 - 16:32

Torci do começo ao fim para ela e o Russo se matarem…

Abs,
Ritter.

Flavio Batista 1 de fevereiro de 2019 - 16:33

pra vc ver como os caras conseguem cagar qq personagem. Confesso q curti bem o Russo na 1a. temporada mas nessa n acrescentou nada.
Quase 2 episodios e nao falam nada da trama principal (tem trama principal?).
Alias, gente chata é q n falta nessa serie… aquela Amy é o Ranço em pessoa.
Poderia ter morrido q n faria falta, era so o Castle continuar sua caçada e talz. A unica cena boa dela foi aquela q eles vao tirar umas fotos hahaha, so ali eu gostei da dinamica entre eles

planocritico 1 de fevereiro de 2019 - 16:33

É o que eu falo. Complicaram o que tinha que ser simples. Tiro, sangue, facada, mais sangue, soco, dentes voando, chute, ossos quebrados. Embaralha tudo, muda as armas. Repete.

Por isso eu gosto tanto do Justiceiro do Dolph Lundgren…

Abs,
Ritter.

Flavio Batista 1 de fevereiro de 2019 - 17:56

Embaralha Tudo muda as armas. Repete. Porrada
Cara, quer uma cena q demonstra o q deveria ser essa série?
No banheiro qdo ele da uma facada no coração da mina, depois ele mete um socão na cara dela, já inconsciente, só de raiva.
Po isso é o justiceiro meu irmão

planocritico 1 de fevereiro de 2019 - 18:03

Exato. Eu aguentaria 10 episódios só de momentos delicados e meigos como esse…

Mas não. O que eles entregaram foi um Caveira chorão…

HAHAHHAAHAHHAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Flavio Batista 2 de fevereiro de 2019 - 23:33

Caveira chorão Huahuahua Esse apelido é quase tão bom quanto Munheca de prártico kkkkk

noir 8 de fevereiro de 2019 - 11:05

Já que estão falando do justiceiro, pra mim nem a primeira temporada foi boa, havia muita indecisão de roteiro e o Frank já era quase esse Chorão q estão comentando XD. Pra mim ele só prestou na 2ª temporada do demolidor, ali sim impiedoso, decidido e brutal

planocritico 8 de fevereiro de 2019 - 11:31

Concordo!

Abs,
Ritter.

Escreva um comentário

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Presumimos que esteja de acordo com a prática, mas você poderá eleger não permitir esse uso. Aceito Leia Mais