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Crítica | Kingsman: O Círculo Dourado

por Guilherme Coral
250 views (a partir de agosto de 2020)

Com apenas cinco longa-metragens em seu currículo, Matthew Vaughn jamais havia verdadeiramente errado. Mais que isso, ele foi responsável por três dos melhores blockbusters dos últimos anos, Kick-AssX-Men: Primeira Classe e, claro, Kingsman: Serviço Secretoesse terceiro representando o diretor em seu auge, ao menos até então, contando com um humor afiado pautado em absurdos e contrastes bem inseridos nessa sátira/homenagem a filmes de James Bond. O anúncio da sequência dessa obra, Kingsman: O Círculo Dourado, portanto, deixou-nos ansiosos e esperançosos, já que, com Vaughn no comando, o que poderia dar errado? Por isso digo logo que não é fácil categorizar essa continuação como uma grande decepção.

Algum tempo se passou desde os eventos do primeiro filme e a Kingsman está de volta à ativa, com um novo Arthur em comando. Esse cenário, porém, não dura muito tempo, já que a agência de espionagem é logo destruída por Poppy (Julianne Moore) e seu cartel de tráfico de drogas, o Círculo Dourado. Sozinhos, Eggsy (Taron Egerton) e Merlin (Mark Strong) devem pedir ajuda à sua contraparte americana, a Statesman, para acabarem com os planos megalomaníacos dessa traficante e, de alguma forma, reerguer a Kingsman das cinzas, missão essa que não será nada fácil, considerando os recursos da vilã, que envolvem soldados com próteses mecânicas e cachorros robôs.

O primeiro elemento que capta nossa atenção, de forma negativa, é justamente a destruição desnecessária da agência de espionagem, que dá título à obra. O ataque à Kingsman funciona apenas como elemento motivador para o encontro entre os membros remanescentes e os da Statesman, esses, que, por sua vez, não fazem a menor diferença no filme, visto que permanecem meramente como elenco de apoio e não colocam absolutamente nada de novo na mesa, podendo facilmente ser substituídos por outros agentes da Kingsman. Permanece a impressão de que o roteiro de Vaughn e Jane Goldman queria apenas colocar os espiões americanos na jogada, sem saber exatamente como.

Evidente que, em termos de construção de universo, a inclusão desse grupo funciona, abrindo boas possibilidades, mas que são totalmente desperdiçadas aqui. Bons exemplos disso são os personagens de Channing Tatum e Jeff Bridges, ambos atuando meramente como participações especiais, não justificando toda a sua presença no material promocional, chegando ao absurdo de Elton John contar com mais tempo em tela do que qualquer um dos dois – mas falaremos sobre a participação do cantor mais tarde. Dito isso, a única verdadeira função da Statesman é a de prover recursos para os agentes da Kingsman, o que não seria necessário caso a agência britânica não tivesse sido destruída. A esperada abordagem da dinâmica entre essas organizações é jogada no lixo.

Nesse meio, apenas Whiskey (Pedro Pascal) chega a ter uma participação efetiva, essa que se resume a um desnecessário trecho ao fim, que mais funciona como epílogo e a cenas do personagem demonstrando seu chicote elétrico e habilidades com outras armas. Mesmo que de forma superficial, pois, era de se esperar que, ao menos nas sequências de ação, seríamos entretidos por esses novos elementos introduzidos na sequência, o que não chega a acontecer, visto que tais cenas não trazem o mesmo brilho daquelas de seu antecessor, a tal ponto que nenhuma delas é verdadeiramente memorável, ainda que possam, por certo tempo, divertir-nos. Para piorar, algumas delas chegam a provocar vergonha alheia, como a já mencionada participação de Elton John, que mais soa como uma gag totalmente fora de contexto, aparecendo de maneira exagerada e por mais tempo que deveria.

Vaughn parece ter esquecido totalmente a máxima “menos é mais”, buscando repetir, em excesso, tudo o que fizera do primeiro filme, um dos melhores blockbusters em recente memória – aspecto que se aplica à direção consideravelmente mais confusa. O diretor impede que tenhamos a noção completa de espaço, realizando cortes demais, com um trabalho de montagem que não sabe muito bem quando alternar o foco entre personagens, muitas vezes funcionando de forma burocrática, proporcionando constantes quebras no ritmo. Não ajuda, claro, que as durações de certas cenas sejam exageradamente grandes, mais cansando do que entretendo o espectador, dilatando toda a narrativa de tal forma, que, ao fim, nos vemos cansados, ansiando para que tudo acabe logo.

O que não salva, mas minimiza um pouco os defeitos da obra, é a relação entre Eggsy, Merlin e Harry (Colin Firth), cujo retorno deveria ter sido mantido como segredo pelo material promocional, sejam trailers ou pôsteres. Temos aqui um Eggsy menos “malandro” e mais espelhado no comportamento de seu mentor, ponto que é utilizado para aprofundar a dinâmica e a cumplicidade existente entre os dois, com boa utilização de elementos introduzidos no primeiro filme. Infelizmente, esse leve toque de maior profundidade não se aplica à vilã, que permanece unidimensional do início ao fim, da mesma forma que todos os outros personagens da obra: todos rasos e mal-desenvolvidos.

Kingsman: O Círculo Dourado, portanto, diverte-nos ocasionalmente, mas, em sua maioria, nos faz levantar a sobrancelha em incredulidade, seja pelos absurdos desnecessários presentes na trama – como o polêmico rastreador que precisa ser inserido na vagina de uma personagem – seja pelas sequências de ação pouco inspiradas, nenhuma conseguindo marcar positivamente, sendo, ora esquecíveis, ora entediantes em razão da duração prolongada. Carente de desenvolvimento de personagens e de praticamente tudo que fizera o primeiro filme ser tão bom, o longa de Matthew Vaughn vem como uma grande decepção, daquelas que preferimos esquecer, mantendo na memória apenas as boas recordações deixadas pelo seu antecessor.

Kingsman: O Círculo Dourado (Kingsman: The Golden Circle) — Reino Unido/ EUA, 2017
Direção:
 Matthew Vaughn
Roteiro: Jane Goldman, Matthew Vaughn (baseado nos quadrinhos de Mark Millar e Dave Gibbons)
Elenco: Taron Egerton, Colin Firth, Mark Strong, Edward Holcroft, Hanna Alström, Julianne Moore, Michael Gambon, Sophie Cookson,  Channing Tatum,  Halle Berry, Elton John, Jeff Bridges, Pedro Pascal, Poppy Delevingne
Duração: 141 min.

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58 comentários

Norberto Tso 4 de março de 2018 - 21:02

Spoiler à frente.. Achei o filme divertidíssimo.. cenas de ação bem legais, ótimo! Apenas alguns fatos exagerados e desnecessários como o do rastreador na vagina que foi um pouco forçado, gostei muito da participação do Elton John, foi mal a morte da Roxy (apesar que ela poderá voltar mas se acontecer também vai ser forçado). O americanismo também não gostei muito o jeito que eles misturaram poderia ter sido feito de uma forma diferente sei lá.. mas no geral vale muito pela diversão e é isso que se propõem. E por fim.. achei ótimo o debate sobre a descriminação do uso de drogas.

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Paco Miguel 6 de dezembro de 2017 - 20:37

Não achei o filme tão ruim assim,e apesar de adorar suas críticas vou discordar de você Guilherme. Realmente há coisas exageradas e desnecessárias no filme,com o exagero na representação do Sir Elton (embora eu tenho mijado de rir em algumas delas),a cena da “dedada” que foi de mto mal gosto,do nível da franquia American Pie,a vilã mto sem tempero (embora a atriz que a interpreta SEMPRE foi sem graça a meu ver),Egerton que até se esforça mas nao tem pprofundidade dramatica,embora seja carismático,entre algumas outras coisas. O que mais me incomodou foi o exagero de “americanismo” embutido no filme. Mas onfilme,apesar de inferior ao primeiro e diversão pura! Ah,a cena do confronto ao som de Saturday é memoravel!

Responder
Paco Miguel 6 de dezembro de 2017 - 20:37

Não achei o filme tão ruim assim,e apesar de adorar suas críticas vou discordar de você Guilherme. Realmente há coisas exageradas e desnecessárias no filme,com o exagero na representação do Sir Elton (embora eu tenho mijado de rir em algumas delas),a cena da “dedada” que foi de mto mal gosto,do nível da franquia American Pie,a vilã mto sem tempero (embora a atriz que a interpreta SEMPRE foi sem graça a meu ver),Egerton que até se esforça mas nao tem pprofundidade dramatica,embora seja carismático,entre algumas outras coisas. O que mais me incomodou foi o exagero de “americanismo” embutido no filme. Mas onfilme,apesar de inferior ao primeiro e diversão pura! Ah,a cena do confronto ao som de Saturday é memoravel!

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Manolo Neto 3 de outubro de 2017 - 11:20

O filme é um insulto, mas o último filme que vi antes dele foi Transformers O Último Cavalheiro, aí até que não pareceu tão ruim rs

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Diogo Maia 2 de outubro de 2017 - 19:33

Não achei um filme tão ruim assim muito por conta da crítica, que o recebeu de maneira bem negativa, mas que o primeiro é superior, ah isso é.

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Rafael ... 2 de outubro de 2017 - 15:24

Gostei do filme, cumpre seu papel de entreter e ser uma sátira ao gênero de espionagem.

O que não quer dizer que algumas coisas não me incomodaram, várias aliás, mas na hora eu comprei a ideia do filme de não se levar a sério e pude me divertir.

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Elton Rodrigues 1 de outubro de 2017 - 09:45

Durante boa parte do filme tive a sensação de estar assistindo Austin Powers (o que foi aquele rastreador? qual a necessidade daquilo???). .. Muitos atores subaproveitados por um roteiro que poderia ser mais prático e sem tantos volteios. As pessoas estão em vários pontos do planeta e simplesmente se teletransportam de um lugaretorno razão o outro num mudar de cenas que não deixa clara a passagem do tempo (isso não fez tanta diferença no filme como um todo mas me incomodou bastante).
Mas alguns pontos foram interessantes (embora soterrados pelos exageros do filme) como ose discursos e posicionamentos em relação às drogas “recreativas” (adorei esse termo kkkkk) em contraponto ao álcool e o açúcar.
A participação do elton jhon foi até engraçada, mas pesou junto a todos os outros exageros do filme.
Realmente concordo com o menos é mais.
A título de divertimento funciona, mas está muito aquém do que o primeiro filme apresentou.

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ABC 30 de setembro de 2017 - 15:17

O comentário a seguir pode conter spoilers.

O símbolo que aparece logo depois que o braço pega os dados da Kingsman é o símbolo da Statesman?

Eu estava torcendo até o final do filme para revelarem que o Elton John era um agente da Kingsman.

Saudações.

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Maze 30 de setembro de 2017 - 04:01

Eu avalio todos os filmes pelas suas propostas, méritos (enredo, fotografia, direção de arte, edição, direção, atuações, decupagem, etc) minha opinião pessoal, diversão e acréscimo a arte e cultura em geral. No fim as opiniões alheias me afetam, as vezes mudam o que penso a respeito de determinadas obras, pra melhor ou pior, mas esse não foi o caso do novo Kingsman. Eu realmentei gostei muito, apesar de não ter um roteiro tão bem elaborado e amarrado quanto o do primeiro, continua muito bem a saga dos espiões, expande a mitologia, e é extremamente relevante as críticas levantadas aqui, com foco novamente social e surpreendendo muito, provando ser mais que entreternimento esquecível. E que belas cenas de ação, realmente manteu o nível e melhorou com maior apuro técnico e orçamento. Me diverti muito com o filme, sou meio sádica com a violência ficcional, me agradou demais. Enfim, pra mim vale a pena ser visto no cinema.

Ps. *SPOILER* realmente triste desperdiçarem a Roxy, mas se o Harry e o vira casacas voltaram com explicações simples mas eficientes, espero que ela também tenha sobrevivido, porque realmente é uma das melhores personagens, e fez bastante falta durante o filme para mim.

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ABC 30 de setembro de 2017 - 15:26

Pra mim quem mais vai fazer falta é o Merlin, visto que a Uísque (Halle Berry) virou agente de campo.

Saudações.

Responder
MC Brinquedo 29 de setembro de 2017 - 00:15

Acabei de chegar do cinema. Confesso que a obra perde um pouco em relação ao primeiro longa mas apenas por causa do fator “grata surpresa” proporcionado pelo antecessor. Analisando de forma independente (apesar de ser uma continuação direta) o filme cumpre muito bem seu papel de entretenimento despirocado e se sobressai aos parceiros de gênero. 4 estrelas!

TOP 5 Diversões do Ano: John Wick 2, Em Ritmo de Fuga, Kingsman – O Circulo Dourado, Dunkirk e IT.

TOP 5 Tranqueiras do Ano: Mãe!, Corra!,Transformers: O Ultimo Cavaleiro, Internet – O Filme e A Torre Negra.

Um salve para a galera do Plano Crítico!

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Pietro Skarsgård 1 de outubro de 2017 - 13:53

Corra! foi perfeito. Não sei se foi original, mas nunca vi algo do tipo e adorei. hehehe

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JCésar 28 de setembro de 2017 - 21:57

Esse filme perderam a mão, especialmente as aparições exageradas de Elton John.

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Antonio Sergio Leite 28 de setembro de 2017 - 17:53

Dormi no filme…quer dizer na poltrona do cinema..

Responder
Cristhian Lopes 27 de setembro de 2017 - 22:03

Tem certos filmes principalmente os Blockbuster que você tem que assistir para fazer sua própria avaliação, pois o que já vi de criticas negativas relativo a alguns filmes e quando assistir achei bem lega! Por isso recomendo cada um fazer sua avaliação de algo que assistiu e não evitar de perder algo que você iria gostar para caramba devido a opinião de outros, pois é como diz o velho ditado “Quem vai pela cabeça dos outros é piolho”!

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Guilherme Coral 27 de setembro de 2017 - 22:38

Com certeza! A menos que o filme seja prejudicial de alguma forma, jamais irei dizer para não irem ao cinema.

Responder
Helder Lucas 2 de fevereiro de 2018 - 22:47

e já aconteceu de o filme ser tão prejudicial que vc recomendou às pessoas nem irem ao cinema para vê-lo? exemplifica, por favor.

Responder
Helder Lucas 2 de fevereiro de 2018 - 22:47

e já aconteceu de o filme ser tão prejudicial que vc recomendou às pessoas nem irem ao cinema para vê-lo? exemplifica, por favor.

Responder
Rilson Joás 27 de setembro de 2017 - 20:50

Uma lástima. É um dos piores resultados de jogar pro público: fazer uma continuação que não acrescente ao original. Verei em casa.

Responder
Guilherme Coral 27 de setembro de 2017 - 22:39

Muito triste isso mesmo!

Responder
ABC 30 de setembro de 2017 - 15:36

O filme acrescenta bastante coisa à mitologia do original e ainda inclui a máxima dos quadrinhos de que todo morto pode retornar. Vaughn cumpre exatamente aquilo que promete e faz algumas críticas bem colocadas à sociedade americana (a piada sobre os CEO’s é uma das melhores dos filmes recentes).

Saudações.

Responder
Diogo Maia 2 de outubro de 2017 - 19:35

Acrescenta, mas muito pouco.

Responder
Senhorita Escarlate 27 de setembro de 2017 - 21:21

Achei um erro destruirem a Kingsman e ainda mais, matarem a Roxy-Lancelot. Uma das melhores personagens femininas (não era sexualizada e nem interessa amoroso pífio) dos filmes blockbuster foi morta em menos de 10 min de filme.

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Guilherme Coral 27 de setembro de 2017 - 22:37

Concordo em número, gênero e grau!

Responder
Ethan Hunt 28 de setembro de 2017 - 20:17

Putz… é legal usar a tag de spoilers ein…

Aqui ensinando como faz:
https://help.disqus.com/customer/en/portal/articles/2545605-spoiler-tags

Tava de boa passando pelos comentários e passei o olho no teu e levei um spoiler.

Responder
Senhorita Escarlate 29 de setembro de 2017 - 00:11

Se vc lê os comentários de uma análise crítica de filme está pressumidamente ciente dos riscos que corre em ler um spoiler. Desculpa, mas não me censuro.

Responder
Ethan Hunt 29 de setembro de 2017 - 13:06

Nossa, não acredito que vc falou em censura hahahaha

Primeiro: Não, essa é uma crítica sem spoilers, então os comentários também deveriam ser “spoilers free”, ou no mínimo com aviso de spoilers à frente ou uma spoiler tag.

Segundo: Isso não tem absurdamente nada a ver com censura, mas sim com ter o mínimo de decência de pensar em não prejudicar a experiência das outras pessoas, colocar um aviso de spoiler ou uma spoiler tag não muda em nada o seu comentário.

Agora se vc não tem esse mínimo de decência de se preocupar em não prejudicar a experiência dos outros… passar bem.

Responder
Senhorita Escarlate 29 de setembro de 2017 - 21:35

Se o site se preocupasse tanto com spoiler nos comentários de críticas sem sopiler não teriam liberado o meu comentário. Mas enfim, vc leu pq quis! Não te obriguei a nada. Mil desculpas por ter estragado sua experiência… quer que eu pague o seu ingresso???? Please!!! (“Problematizadores, sempre problematizarão.”)

Jose Aquiles 1 de outubro de 2017 - 20:54

Por favor senhorita escarlate, qual seu top five de filmes de 2017 até agora?

Diogo Maia 2 de outubro de 2017 - 19:35

Chegou à internet ontem, meu rapaz?

Responder
JJL_ aranha superior 30 de setembro de 2017 - 21:36

Não concordo com a crítica mas concordo com o que você falou sobre a roxie.

Responder
Huckleberry Hound 27 de setembro de 2017 - 20:44

Igual ao que houve Night Shyamalan mas eu assisti “Split” e “A Visita” e parece que ele não perdeu o jeito depois de anos tropeçando!

Responder
Guilherme Coral 27 de setembro de 2017 - 22:39

Sim, sim! Um tropeço não quer dizer que o cara só vai errar daqui para a frente.

Responder
Guilherme Brendel 27 de setembro de 2017 - 17:43

Que pena, estava esperançoso sobre essa continuação. Mais uma bomba que o plano crítico me salva de ir assistir no cinema, obrigado! :]

Responder
Sagara Ryan 27 de setembro de 2017 - 19:17

sim amigo, não tire suas proprias conclusões, vá pela critica mesmo kk só para constar que a critica falou que clube da luta era um lixo quando lançou, que watchman era um lixo quando lançou

Responder
Guilherme Coral 27 de setembro de 2017 - 22:40

Engraçado que a crítica virou uma entidade única hahahah

Responder
Sagara Ryan 27 de setembro de 2017 - 19:18

li 5 criticas, 3 disseram que esse filme é excelente uma disse que é inferior ao primeiro e só essa disse que é bem fraco

Responder
Guilherme Coral 27 de setembro de 2017 - 22:40

Esse filme tem dividido bastante a crítica, tanto é que está com 50% no RT.

Responder
Guilherme Brendel 28 de setembro de 2017 - 16:09

Sagara Ryan – Eu entende o seu ponto. O que ocorre é que as críticas desse site são as melhores que existem em português, e por todo o conteúdo que eu já li do Guilherme Coral eu sei que posso confiar na visão crítica dele, porque eu quase sempre acabo concordando com o que ele escreve, quando eu assistir o filme na minha casa eu tiro minhas próprias conclusões sim, obrigado.

Responder
JJL_ aranha superior 30 de setembro de 2017 - 21:45

Eu te recomendo ver o filme, entendo a confiança que você tem no site, da qual eu compartilho (quase não assisti o filme devido a manchete da crítica), mas nesse o autor exagerou um pouco. Caso o autor queira que eu desenvolva melhor o argumento, por favor responda o cavalheiro acima e eu responderei você.

Responder
Guilherme Coral 27 de setembro de 2017 - 22:41

Estava esperançoso também! Era um dos que mais aguardava esse ano.

Responder
Homem-Pipa 27 de setembro de 2017 - 17:31

Caramba, espero que o Vaughn não decaia dps disso

Responder
Guilherme Coral 27 de setembro de 2017 - 22:41

Também espero, gosto muito do trabalho dele!

Responder
Luiz Santiago 27 de setembro de 2017 - 16:19

Vim aqui APENAS para ver você ser xingado pelos leitores por esta nota. AHHAHHAHAHAHHAHAHAHHAAH

https://uploads.disquscdn.com/images/f95029352bf39c3a47471afa329d6f65ca4fb3ee21303b34e5a77615c88c1e68.jpg

Responder
Guilherme Coral 27 de setembro de 2017 - 16:46

Hahahahah ridículo!

Responder
Yde 27 de setembro de 2017 - 17:07

Como é que se fala mesmo? Crítico pretensioso, lixo, prepotente e por ai vai…quando vc fizer um filme desse vc pode criticar…kkkkkkkkk!
Zueira, Guilherme, sempre apreciei as críticas do site. Nem assisti o filme ainda, acho que só verei em home video!

Responder
Luiz Santiago 27 de setembro de 2017 - 17:14

É por isso que eu AMO os nossos leitores, eles colocam esses críticos arrombados bosta lixo prepotente do caralho no lugar deles!!! AHAHHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHHAAH

Receba meu abraço eletrônico @disqus_N8dqg91VXc:disqus!!!

Responder
JJL_ aranha superior 30 de setembro de 2017 - 21:47

Eu tô me segurando aqui.

Responder
Anônimo 27 de setembro de 2017 - 15:34
Responder
Guilherme Coral 27 de setembro de 2017 - 16:47

Também espero que seja só um tropeço! Gosto muito do Vaughn, mas ele errou a mão aqui. O jeito é torcer para que Kingsman 3 seja melhor.

Responder
Maycon Oliveira 27 de setembro de 2017 - 15:28

Essa nota significa pra mim, ver em casa.

Responder
Guilherme Coral 27 de setembro de 2017 - 16:47

Baita decepção esse filme :/

Responder
MC Brinquedo 27 de setembro de 2017 - 14:18

Vou conferir amanhã. Me parece ser aquele velho caso de “crítico chora”, “povão ama” hahahaha. Me enquadro melhor no segundo grupo. Salve!

Responder
Guilherme Coral 27 de setembro de 2017 - 16:47

Espero que goste, Luan! Depois nos fale o que achou.

Responder
Gustavo Rodrigues 27 de setembro de 2017 - 13:44

Filme pra desagradar o politicamente correto, e pior ainda é ir assistir esse filme com expectativa de ser levado a sério

Responder
Guilherme Coral 27 de setembro de 2017 - 16:47

Hahahaha esse é pra desagradar todo mundo.

Responder
JGPRIME25 27 de setembro de 2017 - 13:38

Não acredito

Responder
Guilherme Coral 27 de setembro de 2017 - 16:47

Minha reação ao sair do cinema.

Responder

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