Home TVEpisódio Crítica | Legends of Tomorrow 1X09: Left Behind

Crítica | Legends of Tomorrow 1X09: Left Behind

por Luiz Santiago
51 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 3

Obs: Há spoilers. Leiam as críticas dos demais episódios de Legends of Tomorrow, aqui.

O espectador que esperava um retorno passivo de Legends of Tomorrow teve uma surpresa e tanto ao ver plot twists a dar com o rodo em Left Behind, um bom episódio, por sinal, que dentre outras coisas nos trouxe um romance com o qual não nos importamos nem um pouco (sem contar que Ray e Kendra funcionam mais como colegas de quarto do que como par romântico), um estranho — mais aceitável, porque provável — plano de vingança e saltos temporais mais ou menos à margem daqueles a que já estávamos acostumados. Vê-se claramente que as roteiristas Beth Schwartz e Grainne Godfree e o editor de roteiros Ray Utarnachitt se esforçaram para colocar a série em um patamar mais divertido e inteligente, uma dupla de qualidades que parecem ter sido mantida separado de propósito na maior parte temporada.

Como estamos diante de um episódio pós-hiato dentro da temporada, era de se esperar que houvesse muitas surpresas e novas possibilidades para o programa avançar até o final. Assim, pudemos presenciar a primeira aparição de Talia Al Ghul, famosa filha de Ra’s, no Arrowverse; pudemos ver duas histórias de “treinamento para matar” acontecerem em escopos narrativos distintos e se encontrarem em configurações morais igualmente distintas (um dos mais inteligentes pontos do episódio, que enfim deu sentido a quem é o inútil agora? Mick Rory) e por fim, pudemos ver um capítulo que se afasta do propósito-base da série — o que já o caracterizaria como filler — mas que não faz desse desvio uma perda de tempo, dando valor aos personagens, sentido à missão e jamais deixando que as pontas soltas em Night of the Hawk e fossem esquecidas.

O leitor certamente pode apontar inúmeras semelhanças textuais entre Left Behind e outros episódios da série até agora, como o arco formado por White Knights e Fail-Safe ou mesmo com o “polêmico” Star City 2046. Nos três casos, a perspectiva de mudança temporal não esteve apenas como teoria, mas como ação prática na linha do tempo dos personagens ou da própria Terra, gerando aventuras que iam da hipótese de um futuro fascista e militarizado até a realidade de um futuro fascista e militarizado, com doses cavalares de anarquia, se é que isso faz algum sentido (bem, em Star City 2046 faz). A diferença desses roteiros para Left Behind é que aqui a trama é fluída e, ao mesmo tempo que pesca deixas do passado e as transforma em um evento quase épico no presente, joga seus resultados imediatos para o futuro, o que torna o semi-filler aceitável e divertido. Isso não tem sido um elemento comum nem para capítulos temáticos e nem no todo da série, haja visto que os únicos momentos em que tivemos o mesmo tratamento de forma mais fechada foi em Pilot, Part 1 e White Knights. Mas Left Behind faz isso de forma melhor.

Um pouco da expressão estética mais atenciosa foi deixada de lado durante toda a primeira parte do drama para que nossa atenção se voltasse apenas para a desesperança dos que foram deixados para trás. O texto tem a óbvia intenção de torar isso um choque dramático no futuro. Todos vamos concordar que este recurso é preguiçoso e chavão em todos os seus aspectos, mas sempre funciona (ou… pelo menos parcialmente) e convenhamos caiu bem no jogo de dualidade moral/ideológica que aparece aqui na reta final, quando o apuro estético volta a nos chamar a atenção (as cenas em Nanda Parbat são maravilhosas da trilha sonora e direção de arte à fotografia), assim como quase tudo do roteiro. O paradoxo de Sara na Liga dos Assassinos, a presença de Ra’s Al Ghul, o fato de Mick ser [um] Chronos… tudo isso acende no espectador a pequena luz de alegria que é ver ficção científica de verdade em uma série de ficção científica! Tratando-se de CW, tudo é possível, inclusive coerências desse tipo, não é mesmo?

Cenas de luta bem coreografadas, apesar de breves e bizarrices que pelo bem ou pelo mal combinaram com o episódio (a regeneração da mão de Snart é um exemplo) apareceram aqui como detalhes curiosos, principalmente do meio para o final, que é quando as coisas começam a ficar realmente interessantes e a direção de John F. Showalter melhora de verdade. As Lendas seguem agora para o Conglomerado de Kasnia, em 2147. A escolha é repentina, um tanto incoerente com o que vínhamos tendo até aqui, mas Rip dá uma explicação do tipo “simplesmente aceitem” e partiremos dessa aceitação forçada para o próximo episódio. A grande questão é: Mick juntar-se-á novamente ao time ou o seu treinamento pelos Time Masters vai falar mais algo em sua mente, para sempre?

Legends of Tomorrow 1X09: Left Behind (EUA, 2016)
Direção: John F. Showalter
Roteiro: Beth Schwartz, Grainne Godfree, Ray Utarnachitt
Elenco: Victor Garber, Brandon Routh, Arthur Darvill, Caity Lotz, Franz Drameh, Ciara Renée, Amy Pemberton, Dominic Purcell, Wentworth Miller, Matt Nable, Devin MacKenzie, Robert Hewko
Duração: 42 min.

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54 comentários

David Moura de Oliveira 7 de junho de 2017 - 21:05

Melhor episódio da temporada até agora (sim, ainda estou na temp 1). Divertido, nostálgico e deu um passo significativo pra série. Sobre o romance entre Ray e Kendra, eu me importo, dá pra extrair algo bom deles nessa situação; e sobre a decisão do Rip não foi “simplesmente aceitem”, ele deixou claro que só restou aquele ano para arriscarem e só não o escolheu antes porque o mesmo é muito perigoso! Ou seja, até então Rip estava tentando pegar Salvage num momento mais favorável.

Responder
Luiz Santiago 7 de junho de 2017 - 21:51

Mas essa percepção não é muito condescendente com o episódio? Digo, é um episódio OK, não é ruim nem nada, mas veja, por exemplo, o romance. Tirando uma questão de gosto pessoal, você realmente acha que isso funciona de maneira orgânica na série? E no caso do Rip, bom, pelo visto, temos visão completamente diferentes das ações do capitão nesta parte.
Mas isso também faz parte. hahahah

Responder
David Moura de Oliveira 12 de junho de 2017 - 01:35

Não é um episódio OK? Sério? Tsc.

O romance pode não está sendo tão orgânico na série, mas isso não significa que não pode ficar. E estou vendo mais pelo como isso pode ajudar tanto o Ray quanto a Kendra a seguir em frente em assuntos pessoais. Não sei o que você ou outros esperam de uma série da CW, mas eu me atenho ao “OK” que pode sair dela, e me surpreendendo quando surge algo além disso, como foi o caso desse episódio.

Muita coisa faz parte mesmo, ^^

Responder
Luiz Santiago 12 de junho de 2017 - 05:23

É um episódio OK. Por que sério? Não entendi não.

Bom, como crítico, eu não posso julgar possibilidades ou vontades, pois não faria sentido para o texto, não seria crítica. A análise precisa ser pelo que a série apresenta. De todo modo, você verá que esse romance é uma das muitas coisas ruins que esta temporada ruim de LoT apresenta. Ainda bem que tudo muda na 2ª Temporada…

Responder
David Moura de Oliveira 18 de junho de 2017 - 21:12

Não tem como ser 100% imparcial, em qualquer crítica tem ali um pouco, por menor que seja, do gosto do autor pela obra. Quanto ao “sério?” me expressei mal, devia ser “só um epi OK?”, mas vamos que vamos.

Alcides Faria Costa 5 de abril de 2016 - 14:23

Esse episódio eu até gostei. Mas como já disse antes, não me importo com roteiro raso, incoerências e compro qq coisa q seja apresentado. Nesse episódio eu me diverti pelo menos.
Me surgiu uma dúvida. Será q até o final da temporada o capitão frio vai acertar alguém além da sua própria mão?

Responder
Luiz Santiago 5 de abril de 2016 - 20:06

Cara, eu estou pedindo aos céus que ele não apareça mais essa temporada, já cansa em Legends of Tomorrow. Agora fiquei meio preocupado com O TIPO de tratamento que será dado a ele quando voltar a aparecer… vix.

Responder
Luiz Santiago 5 de abril de 2016 - 20:06

Cara, eu estou pedindo aos céus que ele não apareça mais essa temporada, já cansa em Legends of Tomorrow. Agora fiquei meio preocupado com O TIPO de tratamento que será dado a ele quando voltar a aparecer… vix.

Responder
Alcides Faria Costa 5 de abril de 2016 - 14:23

Esse episódio eu até gostei. Mas como já disse antes, não me importo com roteiro raso, incoerências e compro qq coisa q seja apresentado. Nesse episódio eu me diverti pelo menos.
Me surgiu uma dúvida. Será q até o final da temporada o capitão frio vai acertar alguém além da sua própria mão?

Responder
jcesarfe 5 de abril de 2016 - 12:41

A melhor coisa da série passou como uma ideia idiota. Até que surpreendeu o fato de Cronos ser quem é, mas como foi passado ficou bem vazio.

Responder
Luiz Santiago 5 de abril de 2016 - 20:42

O famoso ponto sem nó, não é? Só a nata da coerência consegue uma proeza dessas…

Responder
Luiz Santiago 5 de abril de 2016 - 20:42

O famoso ponto sem nó, não é? Só a nata da coerência consegue uma proeza dessas…

Responder
jcesarfe 5 de abril de 2016 - 12:41

A melhor coisa da série passou como uma ideia idiota. Até que surpreendeu o fato de Cronos ser quem é, mas como foi passado ficou bem vazio.

Responder
H-Alves 4 de abril de 2016 - 11:48

Tenho uma pergunta sobre o site. Como vcs decidem quem vai assistir o quê e quem vai fazer a crítica? Pq eu fico imaginando a sua cara de tortura enquanto assiste a série.
Em relação ao episódio, ainda não tive tempo pra ver, mas se vc “gostou”, então parece que vou gostar tbm rsrsrs.

Responder
Luiz Santiago 5 de abril de 2016 - 01:56

A decisão é quase uma roleta chinesa! “Olha, tem série nova da CW!”, o último que ficar na sala das fobias, perde e escreve. hahhahahahah

A gente faz cobertura de séries para para todo o universo dos quadrinhos, então acaba que os que são mais ligados a essa área ficam com as séries para escrever. A próxima temporada já está decidido que Ritter vai fazer LoT por episódio e eu vou fazer Agents of SHIELD! hahahahahhaha

Responder
H-Alves 5 de abril de 2016 - 22:07

Haha só quero ver como vai ficar LoT por Ritter.

Que bom que vcs trocam tbm.

Responder
H-Alves 5 de abril de 2016 - 22:07

Haha só quero ver como vai ficar LoT por Ritter.

Que bom que vcs trocam tbm.

Responder
Luiz Santiago 6 de abril de 2016 - 06:00

Hahaha, vai nada, eu que estou enchendo o saco dele! haha

Responder
Luiz Santiago 6 de abril de 2016 - 06:00

Hahaha, vai nada, eu que estou enchendo o saco dele! haha

Responder
planocritico 6 de abril de 2016 - 13:00

@hiale:disqus, a grande verdade é que eu tentei pegar LoT, mas o @luizsantiago:disqus é EXTREMAMENTE protetor de suas séries e ele não abre mão de jeito algum. Aí eu desisti e agora, com meus outros compromissos, não poderei NUNCA MAIS pegar essa série…

O Luiz é muito egoísta. Além de chato, bobo e feio…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 6 de abril de 2016 - 13:00

@hiale:disqus, a grande verdade é que eu tentei pegar LoT, mas o @luizsantiago:disqus é EXTREMAMENTE protetor de suas séries e ele não abre mão de jeito algum. Aí eu desisti e agora, com meus outros compromissos, não poderei NUNCA MAIS pegar essa série…

O Luiz é muito egoísta. Além de chato, bobo e feio…

Abs,
Ritter.

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H-Alves 6 de abril de 2016 - 14:30

Quase sinto uma peninha kkkkk

H-Alves 6 de abril de 2016 - 14:30

Quase sinto uma peninha kkkkk

Luiz Santiago 6 de abril de 2016 - 13:31

Calúnia diabólica!

Luiz Santiago 6 de abril de 2016 - 13:31

Calúnia diabólica!

Luiz Santiago 5 de abril de 2016 - 01:56

A decisão é quase uma roleta chinesa! “Olha, tem série nova da CW!”, o último que ficar na sala das fobias, perde e escreve. hahhahahahah

A gente faz cobertura de séries para para todo o universo dos quadrinhos, então acaba que os que são mais ligados a essa área ficam com as séries para escrever. A próxima temporada já está decidido que Ritter vai fazer LoT por episódio e eu vou fazer Agents of SHIELD! hahahahahhaha

Responder
H-Alves 4 de abril de 2016 - 11:48

Tenho uma pergunta sobre o site. Como vcs decidem quem vai assistir o quê e quem vai fazer a crítica? Pq eu fico imaginando a sua cara de tortura enquanto assiste a série.
Em relação ao episódio, ainda não tive tempo pra ver, mas se vc “gostou”, então parece que vou gostar tbm rsrsrs.

Responder
Lucas Mendes 3 de abril de 2016 - 15:10

OK, achei esse episódio o melhor da temporada, basicamente ele é equivalente ao primeiro filme da franquia Transformers: contando que desligue o cérebro e apenas aceite o que vê, a diversão está garantida.

Agora vamos combinar que o excesso de plot-twists foi meio bizarro. Daqui a pouco vão revelar que Vandal Savage é ninguém mais ninguém menos que Miranda, a esposa de Rip Hunter, de uma realidade alternativa, onde decidiu se aceitar como trans e dominar o Multiverso!

PS: Discussões morais a caminho no próximo episódio. Seria possível sair algo maduro e -PASME!- realmente bom?
PS 2: Então, como um teaser da próxima crítica de Shadowhunters, o que achou de “Malec”, Luiz?

Responder
Luiz Santiago 3 de abril de 2016 - 15:23

Eu to rindo feito um maluco aqui com esse seu segundo parágrafo! HAUHAUHAUAHUAHUAHUAHUAHAUA. Só é o que falta, viu! É aquela: quando não é 8, é + 8000!

Será que haverá algo maduro? Será? O futuro é uma bolinha de dúvidas.

Malec que deixou sem palavras. Não quero dar muitos detalhes porque vai estar tudinho bonitinho no texto dessa semana, mas só vou dizer isso: sem palavras. hahahahahhahahahhahahaha

Responder
Stella 4 de abril de 2016 - 15:44

Sem palavras com esse episodio mds kkkkkk Eu acho que atriz que faz a sarah deve está tomando uns remedios muito forte , porque ela está pior do que em arrow .Ela ta mais robótica do normal .A lutazinha no final foi razoável mais deles contra o chronos não a luta da sarah vs mulher gaviao que foi um terror. So to nesse barco porque to adorando suas criticas kkkkk então mesmo não gostando da serie vou acompanhar suas criticas que são muito divertidas.

Responder
Luiz Santiago 4 de abril de 2016 - 19:38

@disqus_9KZLz8G0wg:disqus, muito obrigado pelo prestígio! Será mais alguém para trocar ideias e xingar a série, quando for preciso, toda semana! Seja bem vinda ao time!

Responder
Stella 4 de abril de 2016 - 19:47

hahahahahaha otimo hahaha

Luiz Santiago 4 de abril de 2016 - 19:38

@disqus_9KZLz8G0wg:disqus, muito obrigado pelo prestígio! Será mais alguém para trocar ideias e xingar a série, quando for preciso, toda semana! Seja bem vinda ao time!

Responder
Stella 4 de abril de 2016 - 15:44

Sem palavras com esse episodio mds kkkkkk Eu acho que atriz que faz a sarah deve está tomando uns remedios muito forte , porque ela está pior do que em arrow .Ela ta mais robótica do normal .A lutazinha no final foi razoável mais deles contra o chronos não a luta da sarah vs mulher gaviao que foi um terror. So to nesse barco porque to adorando suas criticas kkkkk então mesmo não gostando da serie vou acompanhar suas criticas que são muito divertidas.

Responder
Luiz Santiago 3 de abril de 2016 - 15:23

Eu to rindo feito um maluco aqui com esse seu segundo parágrafo! HAUHAUHAUAHUAHUAHUAHUAHAUA. Só é o que falta, viu! É aquela: quando não é 8, é + 8000!

Será que haverá algo maduro? Será? O futuro é uma bolinha de dúvidas.

Malec que deixou sem palavras. Não quero dar muitos detalhes porque vai estar tudinho bonitinho no texto dessa semana, mas só vou dizer isso: sem palavras. hahahahahhahahahhahahaha

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Lucas Mendes 3 de abril de 2016 - 15:10

OK, achei esse episódio o melhor da temporada, basicamente ele é equivalente ao primeiro filme da franquia Transformers: contando que desligue o cérebro e apenas aceite o que vê, a diversão está garantida.

Agora vamos combinar que o excesso de plot-twists foi meio bizarro. Daqui a pouco vão revelar que Vandal Savage é ninguém mais ninguém menos que Miranda, a esposa de Rip Hunter, de uma realidade alternativa, onde decidiu se aceitar como trans e dominar o Multiverso!

PS: Discussões morais a caminho no próximo episódio. Seria possível sair algo maduro e -PASME!- realmente bom?
PS 2: Então, como um teaser da próxima crítica de Shadowhunters, o que achou de “Malec”, Luiz?

Responder
jcesarfe 2 de abril de 2016 - 19:45

Essa série esta muito ruim.

Responder
jcesarfe 2 de abril de 2016 - 19:45

Essa série esta muito ruim.

Responder
Matheus Fragata 2 de abril de 2016 - 20:13

Adorei essa honestidade HAHAHAHA.

Responder
Matheus Fragata 2 de abril de 2016 - 20:13

Adorei essa honestidade HAHAHAHA.

Responder
Luiz Santiago 3 de abril de 2016 - 15:15

A série é ruim. Demais! Este episódio em específico eu achei bom, mas naquelas, né? Nada assim tão maravilhoso também…

Responder
Luiz Santiago 3 de abril de 2016 - 15:15

A série é ruim. Demais! Este episódio em específico eu achei bom, mas naquelas, né? Nada assim tão maravilhoso também…

Responder
Heberton Arduini 4 de abril de 2016 - 02:55

Eu não consegui passar dos 20 minutos do primeiro episódio. Com tanta coisa boa por ai pra ler e assistir resolvi me dar esse presente.

Responder
Heberton Arduini 4 de abril de 2016 - 02:55

Eu não consegui passar dos 20 minutos do primeiro episódio. Com tanta coisa boa por ai pra ler e assistir resolvi me dar esse presente.

Responder
Luiz Santiago 5 de abril de 2016 - 02:06

Fez bem, viu! Não se avexe não! Vá ver séries boas, hahahahhahahha. Quem sabe na 2ª Temporada eles não resolvam fazer algo realmente bom?

Responder
Luiz Santiago 5 de abril de 2016 - 02:06

Fez bem, viu! Não se avexe não! Vá ver séries boas, hahahahhahahha. Quem sabe na 2ª Temporada eles não resolvam fazer algo realmente bom?

Responder
Darth Catra 2 de abril de 2016 - 18:28

Não sei se percebeu, mas o nome do episódio é o mesmo do décimo da 3ª temporada de Arrow. Eu não sei, mas quando você faz um spin-off, você não tenta criar títulos novos para os episódios? Ou os roteiristas são muito desatentos, ou não há nenhum contato entre os roteiristas de Arrow e os de Flash/Legends.

Responder
Luiz Santiago 3 de abril de 2016 - 15:17

Como eu não vejo Arrow, embora me informe do que está rolando por lá por todos os spoilers que recebo, isso eu não saquei de cara, mas depois vi alguém comentando em um fórum. Eu sei lá, viu. Não dá pra entender esse povo.

Responder
Luiz Santiago 3 de abril de 2016 - 15:17

Como eu não vejo Arrow, embora me informe do que está rolando por lá por todos os spoilers que recebo, isso eu não saquei de cara, mas depois vi alguém comentando em um fórum. Eu sei lá, viu. Não dá pra entender esse povo.

Responder
Darth Catra 2 de abril de 2016 - 18:28

Não sei se percebeu, mas o nome do episódio é o mesmo do décimo da 3ª temporada de Arrow. Eu não sei, mas quando você faz um spin-off, você não tenta criar títulos novos para os episódios? Ou os roteiristas são muito desatentos, ou não há nenhum contato entre os roteiristas de Arrow e os de Flash/Legends.

Responder
Régis Valker 2 de abril de 2016 - 14:10

Eu daria 2 estrelas, nao sei explicar bem porque, mas a serie ta muito dificil de ser seguida ( pra mim pelo menos). Uma historia fraca e com varios furos (muitos mesmo). E esse episodio eu tentei assistir 2 vezes ja e sempre me da sono quando chega em 15 a 20 minutos…:/

Responder
Luiz Santiago 3 de abril de 2016 - 15:19

@rgisvalker:disqus, é perfeitamente compreensível o seu sono. Eu gostei do episódio, mas ele é bom naquele nível “OK”, e ponto. Só que foi o melhor da temporada em termos de conjunto. Olha a que ponto chegamos! Hhahahaha
Quando estiver sem sono, tente ver até o final!

Responder
Luiz Santiago 3 de abril de 2016 - 15:19

@rgisvalker:disqus, é perfeitamente compreensível o seu sono. Eu gostei do episódio, mas ele é bom naquele nível “OK”, e ponto. Só que foi o melhor da temporada em termos de conjunto. Olha a que ponto chegamos! Hhahahaha
Quando estiver sem sono, tente ver até o final!

Responder
Régis Valker 2 de abril de 2016 - 14:10

Eu daria 2 estrelas, nao sei explicar bem porque, mas a serie ta muito dificil de ser seguida ( pra mim pelo menos). Uma historia fraca e com varios furos (muitos mesmo). E esse episodio eu tentei assistir 2 vezes ja e sempre me da sono quando chega em 15 a 20 minutos…:/

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