Home TVEpisódio Crítica | Legends of Tomorrow – 5X00: Crisis on Infinite Earths, Parte Cinco

Crítica | Legends of Tomorrow – 5X00: Crisis on Infinite Earths, Parte Cinco

por Ritter Fan
1403 views (a partir de agosto de 2020)

Crossover como um todo
(não é uma média):

Episódio:

  • Há spoilers. Leiam, aqui, as críticas das demais partes do crossover e, aqui, das temporadas anteriores da série.

Consigo com certa facilidade comprar o conceito de que há quase uma década, quando o Arrowverse foi concebido, seus showrunners tiveram a visão de que um dia chegariam a adaptar Crise nas Infinitas Terras. Os sinais estão todos lá, desde a aparentemente aleatória nomeação de uma das personagens de Lyla Michaels, a Precursora da maxissérie oitentista em quadrinhos, até a estranha escolha de salpicar os heróis por várias Terras diferentes. Claro que tudo dependeria do sucesso das séries, mas isso foi alcançado muito rapidamente e todas as bases necessárias para a formação da Crise passaram a existir mais fortemente, especialmente depois de Elseworlds, em 2018.

O que eu não consigo comprar é mesmo a execução da coisa toda. Com tantos anos de preparação e tanto espaço para trabalhar uma narrativa dessa magnitude, era de se esperar algo coeso, lógico e divertido para além dos meros fan services que, claro, existem – e deveriam existir mesmo – aos borbotões, mas que não deveriam ser a mola mestra de tudo. De toda maneira, há que se parabenizar os showrunners por efetivamente conseguirem capturar a essência da HQ que deu base ao crossover e colocar tudo na telinha, mesmo que de forma cambaleante. O multiverso que foi originalmente criado recebeu uma enorme sacudida que altera o status quo de todas as séries, digamos, originais da CW: Arrow (que acaba agora, mas ao que tudo indica será substituída por uma que tem a filha do protagonista como a nova Arqueira Verde), The Flash, Supergirl, Legends of Tomorrrow, Black Lightning, Batwoman e, em breve, Superman & Lois, agora, ocorrem em uma mesma terra, a Terra Prime. Por outro lado, as demais séries da DC fora estritamente da CW, ou seja, a excelente Patrulha do Destino, a fraca Titãs, a finada Monstro do Pântano (e se isso significar a potencial volta da série, tanto melhor!) e as vindouras Stargirl e Lanterna Verde ficam cada uma em sua própria Terra, mesmo que a lógica interna para a criação desse outro multiverso não fique nem um pouco clara para além de uma escolha editorial desconectada com os eventos da Crise.

Além disso, a criação de uma “Liga da Justiça” baseada nos Superamigos – com direito a Salão da Justiça e Gleek fujão – foi um toque nostálgico genial e tecnicamente muito útil, pois potencialmente permitirá uma conexão maior entre as séries da CW sem a necessidade específica de mega-crossovers. Esse é o tipo de fan service orgânico, que realmente funciona como homenagem justa a Oliver Queen, o “fundador” do Arrowverse, e como um novo ponto de partida para uma miríade de possibilidades narrativas. Claro que tenho desconfianças enormes sobre o efetivo aproveitamento do conceito pela produtora, mas eu prefiro imaginar um horizonte positivo mesmo tendo que conceber a existência de uma série inteira protagonizada por Katherine McNamara

Abordando especificamente o episódio que encerra o crossover e que é um capítulo “especial” de Legends of Tomorrow, tecnicamente um prelúdio da vindoura 5ª temporada (daí minha numeração extraoficial 5X00) da série, devo dizer que ele não desaponta como o anterior, mas também não consegue alcançar o nível das Partes Dois (sem dúvida a melhor) e Três (apenas legalzinha). O roteiro, que mantém a pegada cômica que caracteriza LoT, não perde tempo em apresentar a Terra Prime, deixando claro logo de início a fusão de universos resultado do segundo sacrifício de Oliver Queen. São sequências didáticas, com direito a uma ponta de Marv Wolfman, co-roteirista da Parte Quatro e, mais importante do que isso, pai da Crise dos quadrinhos, e o Caçador de Marte passeando para todo lado para transferir suas memórias para aqueles que não lutaram na pedreira do começo do tempo. Cumprida essa tarefa, que passa pelo enfrentamento de dois vilões mequetrefes, o prato principal é servido: o Anti-Monitor, para surpresa de absolutamente ninguém (e, justiça seja feita, muito na linha dos quadrinhos), está vivinho da silva e com seus dementadores raquíticos a tira-colo. Segue pancadaria genérica cheia de raios (e tiros e chutes!), o agigantamento do vilão na linha dos tokusatsu (e com a mesma qualidade técnica…) e pronto, o bandidão é enviado para o Microverso em uma daquelas soluções tiradas da cartola e executada em 10 segundos.

Vocês sabem o que escreverei agora, então perdoem-me a repetição: desperdício de uma boa ideia. Esse epílogo é completamente redundante no aspecto da ameaça mor e poderia ter ficado apenas na apresentação do novo status quo. O reaparecimento do Anti-Monitor é tão mal executado e abordado como se ele fosse mais um vilão da semana que era preferível que o momento “luzinhas estroboscópicas” do embate entre ele e Oliver-Espectro no episódio anterior tivesse significado o fim efetivo da criatura. Teria mais peso assim, mesmo considerando que a luta anterior não teve peso algum. Mas não. Preferiram finalmente reunir os heróis no que até poderia ser uma luta divertida somente para o vilão ser derrotado com um arremesso de um gadget aleatório pela Supergirl.

Só para o leitor ter uma ideia, as sequências de introdução da Terra Prime casadas com as de apresentação das outra Terras e as da  fundação da “Liga da Justiça” poderiam, sozinhas, resultar em um episódio do nível da Parte Dois. Mas, como uma luta era necessária na cabeça dos showrunners, o resultado final é tragado para baixo e apequenado por cacoetes narrativos que simplesmente não precisavam existir aqui. Transformar o Anti-Monitor em “mais um vilão” e, ainda por cima, com tomadas absolutamente patéticas como aquela da Supergirl indo “com raiva” para cima do sujeito – sério, um estudante de cinema de primeiro ano faria melhor com 1/10 do orçamento e com uma atriz ainda pior – é revoltante e um sintoma de um problema muito maior que já cansei de sinalizar ao longo de minhas críticas de Arrow: o pouquíssimo apreço pela qualidade técnica nessa séries só porque o público gosta de ver seus heroizinhos fantasiados a qualquer custo. Mas sei que reclamar é como dar murro em ponta de prego… Agora só nos resta aguardar o próximo crossover e torcer em vão para que ele seja melhor.

P.s.: Deixa eu sonhar que a manutenção explícita da Terra-96 com o Superman grisalho de Brandon Routh significa que teremos uma série dele, ok?

P.s. 2: Quero ver os Super Gêmeos (e Gleek) para já!

P.s. 3: Se é para chutar o pau da barraca, o próximo crossover precisa ser O Relógio do Juízo Final

Legends of Tomorrow – 5X00: Crisis on Infinite Earths, Parte Cinco (EUA, 14 de janeiro de 2020)
Direção: Gregory Smith
Roteiro: Keto Shimizu, Ubah Mohamed
Elenco: Grant Gustin, Caity Lotz, Melissa Benoist, David Harewood, Jon Cryer, Osric Chau, LaMonica Garrett, Tom Cavanagh, Brandon Routh, Cress Williams, Tyler Hoechlin, Dominic Purcell
Duração: 42 min.

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79 comentários

Garimpo TUBE 18 de maio de 2020 - 01:23

Eu gostaria que realmente esse conceito de novas terras se sustentasse nas séries da CW, principalmente com Supergirl que foi a mais afetada:colocar uma Lena Luthor lembrando de tudo por exemplo que ocorreu antes da Crise é uma jogada previsível. Espero estar enganado que isso venha a ocorrer, ainda irei acompanhar as séries e ver como vão se desenrolar, mas faria um sentido corajoso por parte dos produtores se essas mudanças fossem sentidas para além da junção da Terra da Supergirl, a volta da filha do John Diggle e um filho a mais do Superman.

Responder
planocritico 22 de maio de 2020 - 17:16

Tudo é possível!

Abs,
Ritter.

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digdie 9 de fevereiro de 2020 - 22:18

Do episódio inteiro só se salvou o salão da justiça. Mas por favor, sem super gêmeos…

Responder
planocritico 10 de fevereiro de 2020 - 15:21

Por favor, COM Supergêmeos + Glick!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Pt Andrade 20 de janeiro de 2020 - 12:51

uma crise sem nada de wonder woman, so um batman robotico vilao e o ultimo ep sem constantine

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2020 - 14:27

É uma adaptação. Não ficou ruim.

Abs,
Ritter.

Responder
Inominável Ser 20 de janeiro de 2020 - 11:45

Inomináveis Saudações, Ritter Fan!

Somente uma correção: qualquer Tokusatsu, até mesmo o de menor recurso financeiro, é superior a todas as séries da CW.

Quanto ao Crossover, parece que deu para o gasto. Nem muito ruim ou péssimo, apenas algo com muito fan service e recursos técnicos pobres que limitaram a qualidade visual. Os roteiristas e produtores, no entanto, poderiam ter caprichado um pouquinho mais nas partes 1, 4 e 5, entretanto, apesar das limitações.

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planocritico 21 de janeiro de 2020 - 12:07

Sobre os Tokusatsu, tá certo! HAHAHHAAHAHAHAHAHAHA

Sim, o crossover deu para o gasto. O que chateia é que poderia ser infinitamente melhor!

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 19 de janeiro de 2020 - 22:45

Olha, eu tava tão empolgado, feliz com a quantidade menor de erros e aí o Anti-Monitor aparece de novo. Eu soltei uma salva de palavrões para a TV. Mas que porra!!! O que tu disse no texto é exatamente o que eu penso: essas novas Terras pós-recriação do Universo + as novidades da Terra-Prime dariam um episódio absolutamente maravilhoso! Mas aí tinha que ter uma lutinha, né? Que merda. O nível de redundância é absurdo… nem para ser uma ameaça que tivesse uma conexão com algo futuro, sei lá. Mas no fim, dou para o episódio e para o crossover a mesma nota que você. Achei muito bacana a ponta do Tio Marv no episódio e aquelas Terras ali no final. Que venha a série do Superman da Terra-96!

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2020 - 14:38

@luizsantiago:disqus , cara, essa sana de colocar lutas aleatórias em todo episódio cansa. Se pelo menos fossem realmente boas. Essa daqui no epílogo foi forçada e completamente desnecessária, com uma solução com uma dose extra de conveniência. Uma pena.

Abs,
Ritter.

Responder
Yuri Alves 19 de janeiro de 2020 - 22:06

Eu não entendi uma coisa. Patrulha do Destino não era pra ser da mesma terra que os Titãs?

Responder
planocritico 19 de janeiro de 2020 - 23:52

Só para complicar tudo, a Patrulha que apareceu em um episódio de Titãs não é a Patrulha que ganhou série solo. Ou seja, uma zona. E são universos separados.

Abs,
Ritter.

Responder
Illyana Rasputin 23 de fevereiro de 2020 - 01:44

Quando eu soube disso fiquei tão puto da vida ;-; e triste muito triste mesmo, uma bela sacanagem isso, pra que fazer isso ? ;-; nao faz sentido.

Responder
Garimpo TUBE 18 de maio de 2020 - 01:23

Acredito que a Patrulha do Destino existe em um período de tempo que no nosso tempo já estariam todos muito velhos ou mortos,por isso quiseram separar. O tempo da série da Sideral também é diferente, visto que lá Já temos uma Doutora Meia-Noite e uma segunda Pantera, seguindo um legado dos anteriores.

Responder
Expedito Fernandes 19 de janeiro de 2020 - 18:03

Melhor crítica que vi até o momento!
Ontem li uma, enaltecendo esse crossover, como algo muito maior que o MCU, na sua junção de heróis… Eu não aguentei, acredito que o crítico é estagiário Noob!
Os parágrafos finais, o rapaz escreveu para falar sobre a inclusão de heróis homossexuais, num apelo, no mínimo a não criticarem!
Quanto a esse Crossover, achei uma péssima adaptação aos originais dos gibis. Ao meu ver, só pegaram a idéia fizeram do jeito que quiseram, deixando o original de lado.

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2020 - 15:04

Obrigado!

Infelizmente, tem muita gente que não sabe separar seu lado fã e perde a objetividade. Não que críticas sejam completamente objetivas e não que o lado fão não possa sangrar para dentro delas de vez em quando, mas o problema é quando o fanboyismo toma conta completamente da análise.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Cabral 19 de janeiro de 2020 - 00:46

Uma coisa é inquestionável, a CW conseguiu criar um (multi)universo da DC, com infindáveis referências, arcos, fã-services e tudo o mais. Coisa que a DC nos cinemas tentou e passou longe, pelo menos por enquanto.
Apesar de todos os pesares, todos os defeitos que a gente já conhece, gostei do crossover. É muito legal ver todo mundo de collant justo e colorido reunidos. Como eu disse aqui uma vez, nessas horas que eu vejo que sou muito bitch de super-heróis mesmo haha.
Apesar de não ser perfeita, gostei da despedida do Oliver. Não gostei da(s) morte(s), faltou drama ali. Uma homenagem a quem começou todo esse universo. Provavelmente veremos mais alguma coisa dele em Arrow ainda, uma despedida mais apropriada.
A Terra Prime está aí agora pra ser usada. Todos heróis e vilões juntos.
Gostei da separação das terras. Aqueceu o coração de ver a Patrulha do Destino ali. Destaco que agora confirmaram que Patrulha e Titãs são de universos diferentes. E como fica a Patrulha que apareceu em Titãs? Não sei.
Monstro do Pântano será que volta? Tomara!
Lanterna Verde, aquelas imagens são do filme mesmo? A citação empolgou.

Agora, o que foi o pessoal indo de pistolinha pra cima do Anti-Monitor? hahahaha

CW, nunca te critiquei, sempre te amei!

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2020 - 14:50

O planejamento da Warner nos cinemas foi ruim. Uma pena.

Na CW o planejamento foi bom, mas a execução ficou bem aquém do que poderia ter sido.

Abs,
Ritter.

Responder
Garimpo TUBE 18 de maio de 2020 - 01:28

A Patrulha do Destino sendo de outro universo não vi como um problema. É só pensar que existia esse outro universo onde Patrulha e Titãs viviam juntos e foram apagados. Da mesma forma que se criou a Terra Prime, novas realidades foram criadas e agora temos uma terra pra cada dessas duas equipes. Por mais que a Terra Prime tenha sido criada, não dá pra pensar que todas as bilhares de pessoas das duas terras se juntaram em uma só.

Responder
planocritico 22 de maio de 2020 - 17:16

Eu acho que essa confusão é completamente desnecessária. Estão repetindo na TV a zona completa que são os quadrinhos…

Abs,
Ritter.

Responder
Marcos Bastos 18 de janeiro de 2020 - 20:23

Bom, coragem não faltou. Tivemos Bruce Wayne, Brandon como Superman, Tom Welling como Clark, Swamp Thing, Flash do DCEU (!), Lanterna Verde, Titans, Doom Patrol, Stargirl, Barry dos anos 90 (com direito a cena da série original), The Ray da Terra-x, Lucifer (!!!), a inclusão do Jefferson Pierce (Freeland agora é parte do Arrowverse? Vou ter que voltar a ver Black Lightning).

Coragem e muito fan service. Agora teremos a ”Liga da Justiça” da tv. Adoraria que todas as terras tivessem se fundido mas ainda há um multiverso, só que menor aparentemente. Não foi o que eu esperava, o hype tava altissimo da minha parte haha mas tbm não foi tão ruim. Melhor que ”Crisis on Earth-X” ou ”Elseworlds” que eu odiei. O melhor pra mim ainda é ”Invasion”.

Infelizmente todas as Legends não apareceram, e não deram um jeito do Snart aparecer tbm, mas ouvimos ele.

Sempre bom ver Rory interagindo com qualquer pessoa. Assistiria sem piscar uma série dele com a Caitlin/Frost.

Estou esperançoso para Stargirl, Green Lantern e Superman & Lois, mas não terei forças para assistir Green Arrow and the Cannaries. Não com aquela protagonista haha Shadowhunters foi meu limite com essa atriz. Será a única série do Arrowverse (ou seria Flashverse agora?) que não acompanharei. Nem a Kate Kane é tão irritante.

Se até o Batman já foi incluído falta o que pra jogar as Amazonas na mistura tbm?

Pro bem ou pro mal, a CW fez história.

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2020 - 14:44

Não sei se é coragem. Enfiar todo mundo dentro do conceito de multiverso, com fan services sem consequências práticas, é fácil demais. Vira tudo referência e nada realmente importa em termos narrativos. Legal, mas só.

Abs,
Ritter.

Responder
Garimpo TUBE 18 de maio de 2020 - 01:28

Eu substituiria futuramente a seta verde do Arqueiro pelo símbolo do Aquaman. rsrsrsrsrs. Agora o uniforme novo do Raio Negro melhorou muito viu?

Responder
MayB 18 de janeiro de 2020 - 19:31

Eu sei que a principal da história aqui é a Supergirl, mas Superman do Tyler Hoechlin é muito fraquinho

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2020 - 14:43

Sim, de fato é.

Abs,
Ritter.

Responder
Careca de Capa 18 de janeiro de 2020 - 13:53

Para quem é seguidor das HQs foi muito decepcionante a Crise, acho que a pressa para criar algo e competir com o universo da Marvel foi desastrosa, mas como dizem: O money não pode parar. Quer dizer, o show não pode parar.

Para quem é fã das séries de Heróis da CW e não tem ideia do que se passa nas HQs foi de bom tamanho, porém, isso é preocupante para as próximas séries.

Ps.: A coordenação motora da Super Girl atirando a bola foi incrível.

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2020 - 14:43

Acho que foi a Crise que era possível fazer. Até achei mais fiel às HQs – que já não são tão boas assim – do que imaginava.

Abs,
Ritter.

Responder
Wies e thal 18 de janeiro de 2020 - 10:36

O próximo crossover poderia adaptar Lendas e introduzir os novos deuses

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2020 - 14:44

Também está valendo!

Abs,
Ritter.

Responder
Wies e thal 18 de janeiro de 2020 - 10:36

Nunca acompanhei arrow, mas eu era um ávido espectador de flash e supergirl. Não entrei na vibe de raio negro, mas sigo fiel a lot. Vi o crossover porque comecei a ler hqs quando crise foi publicada no Brasil. A homenagem a marv wolfman foi linda. A adaptação ficou mais pra zero hora do que crise nas infinitas terras. Me diverti muito com os fanservices e tive vergonha alheia com boa parte das atuações e roteiro. No fim, valeu a pena, ainda que com o selo cw de falta de qualidade.

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2020 - 14:39

Bem por aí.

Abs,
Ritter.

Responder
Délcio M M Francisco 18 de janeiro de 2020 - 08:41

Essa foi a parte final?…a quarta está em que série?

Responder
planocritico 18 de janeiro de 2020 - 13:02

Sim, essa é a parte final. A quarta está em Arrow.

Abs,
Ritter.

Responder
Renan F.C 18 de janeiro de 2020 - 00:07

Gostei um pouco mais que você do crossover, daria 3,5 estrelas, mas concordo com praticamente todos os seus pontos. Se, ao invés de trazer o filler Beebo e o Anti Monitor de volta de forma muito mau feita, tivessem estendido a batalha do 4 ep, trazendo mais senso de perigo e uma morte melhor pro Oliver, mantendo desse 5 episódio apenas a apresentação da nova terra e os discursos de despedida pro arqueiro, além claro da Liga da Justiça sem o nome, que por sinal foram cenas muito boas, o nível do evento teria subido bastante, na minha opinião. Mas apesar de saber todas as falhas, não posso negar como fã que foi muito recompensador e sem dúvidas o melhor crossover do arrowverso. Que melhorem cada vez mais!

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2020 - 14:39

Pois é. Quiseram enfiar uma luta genérica no último episódio e estragaram o negócio…

Abs,
Ritter.

Responder
Leandrodosanjos 17 de janeiro de 2020 - 23:28

Mas os supergemeos já existem no Arrowverso…São o Cisco Ramone e a Maggie Sawyer…

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2020 - 14:39

He, he…

Quero os verdadeiros!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Pablo Lucena 17 de janeiro de 2020 - 22:29

Parabéns pela crítica, só ñ seria tão condescendente na distribuição de estrelas: 2 já são mais q suficientes. Dos poucos pontos q me chamaram a atenção em todo o crossover, destaco a participação do Marv Wolfman – e ele nem precisou usar arco e flecha – e a formação dos “Superamigos”.. quero a inclusão dos Supergêmeos e do gleek pra ontem em LoT.. e já q é pra despirocar geral – e enquanto o chá de cogumelos tá fazendo efeito – tem mermo é q botar os Superamigos&gleek pra enfrentar o dr. Manhattan em Skartaris enquanto Atlântida pega fogo

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2020 - 14:39

He, he. Já gostei da sua ideia!

Abs,
Ritter.

Responder
Gustavo Costa 17 de janeiro de 2020 - 22:29

Eu sei que é pedir pra ver algo ruim, mas eu por algum motivo queria ver o Darkseid no arrowverse

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2020 - 14:39

Seria o próximo passo lógico na progressão de crossovers.

Abs,
Ritter.

Responder
Beatrix Kiddo 17 de janeiro de 2020 - 21:38

⭐⭐🧦
Para o próximo Crossover espero LUTAS com coreografias e não os saltos com floreios e efeitos de CGI, roteiro sem fanservice e de preferencia bom e LoT não participar no ano que vem já ganha UMA estrela de graça.

Com Lot é minha série favorita da CW flash perdeu esse status na 4 temporada e depois foi só ladeira a baixo, mas isso não quer dizer muito vindo de mim, afinal supergirl e minha segunda favorita da Cw (aihn, sei lá ela me da esperança 💁‍♀).
Achei o ep uma péssima abertura de season (Ao menos as pessoas mereciam ver luta final melhor), o ep me pareceu mais como: ”O roteiro é só isso para 43 minutos? Entulha qualquer coisa e coloca um discurso motivacional que faria um coaching quântico chorar de orgulho.”
Lot tava bem servido quando ano passado varou a vergonha que foi Elseworlds e ainda debochou do fatos, é como a Canário Branco disse ” Beebo está fora dos limite” (ninguém toca nessa entidade!!! LUISA MELLLL!!!!) RS
Para um crossover que foi premeditado a ”crise dos infinitos fanservices” deixou a desejar e não sei vocês, mas esse ep me passou a sensação de que o arrow morreu ”PORQUE SIM, E NÃO DISCUTE COMIGO PORQUE TO BRAVA! ” não conseguiram uma desculpa nem ao menos rasurável para a morte do Oliver, mas não foi de todo ruim, agora temos a terra prime (Meu ship de supergirl e batwoman está mais vivo que nunca), ”a liga” e hum… A semente do ryan choi como o átomo 2.0, fiquei sabendo que o Brandon Routh vai sair pois a historia do ray ”Já deu” Ah! é o flash 100% desbloqueado se isso servir pra algo…

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2020 - 14:43

Pois é. Fan service demais, roteiro de menos. O Arqueiro morreu na base do porque sim mesmo e que se dane quem gostava dele…

Uma pena!

Abs,
Ritter.

Responder
Guilherme Gomes 17 de janeiro de 2020 - 21:05

Eu até gostei desse final do crossover , poderia ser melhor, mas vindo da CW eu esperava muito pior.
Esse novo multiverso na minha cabeça não fez muito sentido : eles uniram todos os heróis da CW na terra prime e assim eles formaram a liga , mas não faria muito mais sentido se fosse apenas uma terra com todas as series da DC? E quanto ao Luthor? Viro ou não “do bem”? Deviam ter explicado isso melhor.
Pelo menos o que eu temia não aconteceu , pelos eles mudaram alguma coisa .
E aqueles fantasmas que apereciam do nada ? Nossa , já tô enjoado daqueles fantasmas , e o pior é que eles foram matar aquele Paragon o que me fez incomodar mais o erro do episódio 4 de não terem matado ele. E realmente , a cena de ação do Anti-monitor é desnecessário, e ele gigante tava parecendo aqueles vilões de jogos de PS2.
Enfim , o croosover não foi ruim , foi apenas ok , eu até gostei , poderia ser bem pior.

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2020 - 14:38

Também gostei no cômputo geral. Mas ficou apensa um pouco acima do mediano. Poderia ter sido muito melhor.

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz 22 de junho de 2020 - 00:00

Bem óbvio que o Lex continua mal;-;

Responder
Felipe Queiroz 17 de janeiro de 2020 - 18:53

Só eu vi um homem azul andando atrás do diálogo entre o Flash e a Sara?
#ficaaesperanca

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2020 - 14:27

Não vi nada disso!

Abs,
Ritter.

Responder
senaemcena 17 de janeiro de 2020 - 18:06

Mestre Ritter

Faz um tempo que abandonei essas séries, mas fiquei curioso de ver todo esse crossover. Se de depois vocês do PC fazem aí uma lista na sequência que devemos ver os episódios sem ter que assistir todas as temporadas de todas as séries. Agradecido.

Obs.: Cadê, viu Frozen 2?

Abraço.

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2020 - 14:27

Facinho de ver o crossover:

1. Supergirl 5×09
2. Batwoman 1×09
3. The Flash 6×09
4. Arrow 8×08
5. Legends 5×00

Basta ver esses, nessa ordem.

Ainda não vi Frozen 2 não. Estou me concentrando nos filmes principais do Oscar por enquanto.

Abs,
Ritter.

Responder
Henrique Braga 17 de janeiro de 2020 - 17:33

Vou destacar minha visão em duas partes:
1- Coragem da DC em liberar esse monte de personagem, acreditar na CW pra fazer algo tão grande, teve culhões pra bancar o flash da DCEU (Flash bom ou não, o cara é o flash do cinema, ainda tem o gancho do nome) foi genial. Saber que alguns atores são ótimos diretores, a nostalgia foi muito gostosa.

2-Vindo da CW não era pra esperar muito, a CW perdeu um pouco do tom depois das 2 primeiras ótimas temporadas de ARROW e a primeira do FLASH, não sabia se continuava com o tom sério, ou esse drama de novela mexicana. No geral OK, nada de uma trama coesa e digna, mas gostei demais do “Superman” do Brandon muito melhor do que o Super sem sal do Universo prime. As decisões de roteiro como sempre fracas, bla bla bla bla. O que mais me decepcionou foi como Oliver queen se despede, não era assim, deveria ter sido algo bem mais grandioso.

Suas criticas são cirúrgicas !! vc é o cara

Responder
planocritico 17 de janeiro de 2020 - 17:58

Mesmo não gostando de Arrow (acho a primeira temporada mediana e a sexta boa e só), realmente a despedida de Oliver Queen foi patética. Tanta promessa e entregam não uma, mas duas mortes ridículas dele…

E obrigado!

Abs,
Ritter.

Responder
adrianocesar21 17 de janeiro de 2020 - 15:46

Concordo plenamente com o primeiro paragrafo da critica ( e nela como um todo) relendo a Crise notei que eles já estavam de olho na Hq desde o inicio quando criaram a série do Flash e logo de cara o Irmão do Stephen amell que seria o Nuclear era par romântico da Caitlin/Nevasca, exatamente como foi na Crise. Não era coincidência. Honestamente não acredito que veremos heróis de uma série aparecendo na outra com essa frequência. Espero estar errado, só penso que a principal consequencia é não precisar do Vibro ou do aparelhinho que parece um Spinner luminoso pra justificar os encontros deles. Acho que nesse episódio já vimos uma previa da consequência mais efetiva… ver vilões de um personagem aparecendo em outras series…

Responder
planocritico 17 de janeiro de 2020 - 16:03

@adrianocesar21:disqus , também acho que a maior consequência será a desnecessidade de invencionices para que heróis e vilões que eram de mundos separados transitassem para o outro mundo. Uma pena, pois daria para fazer muito mais.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 17 de janeiro de 2020 - 16:03

@adrianocesar21:disqus , também acho que a maior consequência será a desnecessidade de invencionices para que heróis e vilões que eram de mundos separados transitassem para o outro mundo. Uma pena, pois daria para fazer muito mais.

Abs,
Ritter.

Responder
Matheus Rocha 17 de janeiro de 2020 - 15:33

Quero Darkside no próximo crossover

Responder
planocritico 17 de janeiro de 2020 - 15:55

Que venha!!!

Abs,
Ritter.

Responder
O Homem do QI200 17 de janeiro de 2020 - 15:24

Esse palpite do Relógio do Juízo Final, não fala nem brincando pf… Mano não curti esse crossover não, mas evito criticar por causa de seu orçamento limitado, mesmo vendo uma preguiça. Porém gostei bastante do final.

P.S.1: Queria ver o Cavill aparecendo só pra dizer que continua sendo o Superman.

P.S.2: O próximo crossover vai ser LJ x Legião do Mal.

Responder
planocritico 17 de janeiro de 2020 - 15:55

Quero ver o circo pegar fogo com uma adaptação de Doomsday Clock!!!

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
O Homem do QI200 17 de janeiro de 2020 - 16:28

Não basta os incêndios da Austrália não?

Responder
planocritico 17 de janeiro de 2020 - 16:59

Aquilo lá é churrasquinho de final de semana perto de uma adaptação de Doomsday Clock pela CW…

Abs,
Ritter.

Responder
Matheus Rocha 17 de janeiro de 2020 - 16:59

Ou Crise Final com Batwoman matando Darkside 😂😂😂

Responder
planocritico 17 de janeiro de 2020 - 16:59

E com um batarangue!

Abs,
Ritter.

Responder
Matheus Rocha 17 de janeiro de 2020 - 17:07

Na das HQs foi com uma arma rs
Mas aceito a mudança 😂😂😂

Gustavo Costa 17 de janeiro de 2020 - 22:29

Com um batarangue q o Ray Palmer magicamente modifica

Marcelo Farias 17 de janeiro de 2020 - 14:37

Alguém me explica porque aquele beebo gigante estava lá, só pra preencher o tempo e chegar 42 minutos???um micro filler dentro do episódio!!!
O superman e a supergirl tem poder de levantar prédios, e até planetas, e ficam só dando volta e atirando raios lasers no anti-monitor!!!
Seria melhor ter acabado na part 4 ou estendido a luta da pedreira até o episódio 5 com mais tempo pra finalmente o espectro e anti-monitor terem uma briga digna (é pedir muito querer ver os dois esmurando atravessando aquelas montanhas no soco?)
Ainda prefiro a crise na terra x o melhor crossover sem dúvidas!!!

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planocritico 17 de janeiro de 2020 - 15:05

Mas você mesmo já explicou o Beebo: filler.

Concordo que teria sido melhor estender a luta da Parte 4.

Abs,
Ritter.

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Josué de Morais 17 de janeiro de 2020 - 17:32

O verbo gigante foi um fan service dentro da própria série…
Tentaram lembrar o final da terceira temporada…
Esse último episódio como o Ritter falou usou e abusou da comédia típica de LoT, mas concordo sem sentido nenhum aquele Beebo ali…

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Ruqui 17 de janeiro de 2020 - 12:42

Não gostei desse episodio, achei apenas menos horrível que o anterior. Aqui veio a constatação que os paragons era uma ideia aleatória, resumindo-se à dizer que são aqueles que lembram do multiverso anterior (exceto, talvez, pela importância do Caçador de Marte em fazer um e outro lembrar, mas aí levanta a questão sobre Ryan Choi e sua ideia tirada do rabo na hora h. Que roteiro mais fajuto!). Por outro lado, nesse sentido é fiel às outras crises e suas milhares de sagas rebooteiras e multiversais parecidas na DC (Marvel também…), que tem todo um desenvolvimento bem irregular, mas o povo vibra com a nova organização do multiverso no final rs

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planocritico 17 de janeiro de 2020 - 14:37

He, he. Essa parte final de fato é melhor que a anterior. Meu problema maior foi toda a volta do Anti-Monitor. Igual à HQ até certo ponto, mas completamente desnecessária e mal-executada.

Abs,
Ritter.

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Gabriel Filipe 17 de janeiro de 2020 - 11:10

Gostei do ep, daria 3,5, mesmo concordando com td que vc disse na crítica. Sobre a Melissa Benoist (Supergirl), como o Luís Santiago dizia na época q eles fzia as críticas de Supergirl, ela nn é uma atriz ruim, ela é uma boa atriz, só q esse crossover e própria série dela coloca ela as vezes pra fzr umas coisas rídiculas

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planocritico 17 de janeiro de 2020 - 14:37

Nunca a vi fora do contexto de Supergirl e, lá, muito possivelmente por causa dos roteiros, ela é sofrível. Bem menos sofrível que o Stephen Amell, claro.

Abs,
Ritter.

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Josué de Morais 17 de janeiro de 2020 - 17:32

Eu acho ela uma boa atriz, principalmente se você compara ela com algumas atrizes do arrowverse, por exemplo a filha de um certo arqueiro…

Responder
planocritico 17 de janeiro de 2020 - 17:32

Mas peraí, vamos com calma! Eu estou falando de atrizes!!!

Katherine McNamara não qualifica!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Josué de Morais 17 de janeiro de 2020 - 17:32

KKKKKKKKKKKKKK

Josué de Morais 17 de janeiro de 2020 - 17:47

Falar nisso, se não tiver visto a promo do próximo EP de Arrow, que é o piloto de Green Arrow and the canaries…
Recomendo que nem veja, tive vontade de arrancar os olhos.
Se prepare para termos uma arqueira e duas canários caindo do teto, espera 5 segundos para efeitos de drama e começar a luta, seguindo os exemplos da série paterna

planocritico 17 de janeiro de 2020 - 17:58

Eu corro de promos, especialmente de série ruim que eu tenho que assistir. Já bastam os 42 minutos de episódio e mais o tempo para escrever a crítica chorando por sobre o teclado…

Mas pelo menos só faltam dois episódios!!!

Abs,
Ritter.

Bernardo Barroso Neto 17 de janeiro de 2020 - 09:52

Essa parte foi um grande resumo de tudo que foi esse crossover: alguns grandes momentos e outros horríveis. A nota é perfeita para todo crossover.

Responder
planocritico 17 de janeiro de 2020 - 14:37

Exato!

Abs,
Ritter.

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