Home FilmesCríticas Crítica | Liga da Justiça de Zack Snyder (Sem Spoilers)

Crítica | Liga da Justiça de Zack Snyder (Sem Spoilers)

por Ritter Fan
8314 views (a partir de agosto de 2020)

Já vou começar com uma confissão: tenho verdadeira tara por versões alternativas de filmes lançados no cinema. Pode ser o pior filme do mundo que, se tem uma versão estendida, do diretor ou de qualquer maneira diferente, como as versões em preto e branco de O Nevoeiro, Logan e Mad Max: Estrada da Fúria e a inusitada versão sem som de Gravidade, pode ter certeza de que eu irei atrás com toda minha força de vontade. Desnecessário dizer, portanto, que Liga da Justiça de Zack Snyder, vulgo SnyderCut, o filme mais implorado por uma horda incansável de fãs desde que os irmãos Lumière inventaram o cinematógrafo, estava lá em cima na minha ordem do dia para assistir.

E o melhor é que, quanto mais complicada a história de bastidores de uma versão alternativa, melhor. No caso, há uma tragédia por trás que afetou profundamente Zack Snyder e sua esposa, levando-os a se afastarem da produção, o que acabou com a entrada de Joss Whedon no projeto e uma mudança de direção. Mas há mais ainda nesses meandros podres de mandos e desmandos da Warner que dariam um artigo – ou mais de um – inteiro só para isso e que, portanto, não abordarei. Mas o fato é que o longa realmente longo chegou graças a uma combinação de insistência de fãs, seja a massa, sejam os famosos com a sana por material inédito que a proliferação dos serviços de streaming causou, com especial destaque para o HBO Max que, apesar de ser a grande aposta de entretenimento da AT&T (dona do conglomerado todo), começou bem claudicante.

Mas vamos então começar por uma breve classificação, para não nos perdermos em devaneios megalomaníacos do tipo “esse é o melhor filme do mundo” ou “Snyder é um cineasta mais importante que Ingmar Bergman“. Liga da Justiça de Zack Snyder é uma versão estendida – ou do diretor – de Liga da Justiça, de 2017. Não é um “novo filme”, uma visão completamente nova e radical daquilo que acabou chegando às telonas ou algo que vá revolucionar os filmes de super-heróis. É, no frigir dos ovos, ou seja, em sua essência, exatamente a mesma coisa, só que com novas sequências enxertadas aqui e ali, cenas mais longas, novos takes das mesmas sequências de antes e, claro, uma mudança aqui e ali na ordem da narrativa, tudo com uma nova demão de computação gráfica de qualidade bem duvidosa como já havia sido duvidosa no filme dirigido por Whedon. Mas faz parte do jogo, é isso mesmo, mas é importante respirar fundo e entender que estamos diante de uma versão muito estendida do filme original ou, se eu quiser ser mais específico, um filme que deveria ter abraçado de vez seu tamanho, colocado tudo, inclusive a pia da cozinha nele, e ter sido convertido em uma minissérie de seis, talvez até oito horas de duração.

Afinal, como filme, o tão esperado SnyderCut sofre essencialmente dos mesmos problemas do “original”, cria outros, corrige alguns, sobretudo dando mais contexto a diversas sequências e eliminando outras como a da família na Rússia e estende tudo de maneira a parecer que, pelo menos até o início do ataque final da Liga ao Lobo da Estepe, estamos vendo o longa de Whedon pelos olhos que Barry Allen enxerga o mundo quando está na Força de Aceleração, mas usando óculos escuros, claro. E não escrevo isso como deboche. Não mesmo. Ao contrário, reconheço os méritos dos fãs ao fazerem com que essa versão finalmente viesse à lume e, mais do que isso, reconheço as qualidades de Zack Snyder, particularmente sua dedicação absoluta a seus projetos, algo raro em diretores de blockbusters por aí e que pode ser visto muito claramente em Watchmen, sua versão do diretor e sua versão completa (chamada Ultimate Cut), além de ótimo material extra como Sob o Capuz. Snyder sabe criar universos e sabe contar histórias e ele tinha uma excelente história em Liga da Justiça se – e apenas se – o filme não acabasse sendo, em grande parte, uma colcha de retalhos criada para acelerar a inserção de novos personagens da DC Comics e ampliar mitologia dos existentes como, aliás, foi BvS antes dele, em razão de uma estratégia macro equivocada da Warner. Afinal, se era para fazer um filme da Liga sem construir seus personagens individualmente antes como o Marvel Studios fez cientificamente, então porque não mergulhar de vez na equipe pronta no lugar de criar mini-origens dentro do filme? E olha que, se não fosse Snyder, provavelmente o conceito da coisa toda seria ainda pior, seja na versão de 2017, seja na de 2021.

Considerando que todos que não moram em uma caverna sem wi-fi já sabem do que se trata o filme, basta rapidamente dizer que a história parte de um Batman (Ben Affleck) sentindo-se culpado pela morte do Superman (Henry Cavill) reunindo uma equipe de seres super-poderosos formada pela Mulher-Maravilha (Gal Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Flash (Ezra Miller) e Ciborgue (Ray Fisher) para lutar contra uma ameaça que ele não tem ideia do que é, mas que nós sabemos: uma invasão da Terra por seres de Apokolips a mando do sinistro Darkseid (Ray Porter), que envia o gigantesco, espinhudo e muito prateado Lobo da Estepe (Ciarán Hinds) com uma infinidade de minions conhecidos com o simpático nome Parademônios. De um lado, o vilão precisa reunir três antiquíssimas e super-poderosas Caixas Maternas (uma com o pai do Ciborgue, outra em Atlândida e a outra em Themyscira) e, de outro, o Homem Morcego precisa reunir seus amigos para enfrentar a ameaça e claro, de quebra, ressuscitar o Superman, pois, como dizem por aí, o Azulão é 99% do poder da Liga.

Com pouco mais de quatro horas de duração, Snyder transformou seu filme – que, mesmo que ele tivesse ficado no leme, jamais chegaria aos cinemas com esse tamanho, talvez nem três horas – em capítulos que muito lentamente apresentam Ciborgue, Flash e Aquaman e reintroduzem o Batman e a Mulher-Maravilha, com direito a história de origem para o primeiro, uma sequência de amor à primeira vista para o segundo e a única introdução fluida de verdade (sem trocadilho) para o terceiro, que é visto, em resumo, como um durão bêbado de bom coração que é o Superman das águas. Batman e Mulher-Maravilha formam uma dupla dinâmica que acaba dirigindo a narrativa com seus atos, enquanto Snyder não se faz de rogado em paralelizar sua narrativa com O Senhor dos Aneis e em trabalhar uma sequência de generosos minutos na Ilha Paraíso, com protagonismo da Rainha Hipólita (Connie Nielsen). Não fossem problemas bastante visíveis de CGI animando seres humanos, o que nunca é uma boa ideia e uma sequência de terrorismo evitado pela Mulher-Maravilha que faz uso de um horroroso efeito de fast forward, diria que são bons momentos que seriam excelentes em uma série de TV que realmente fizesse jus ao que Snyder queria de fato fazer.

E é por isso que eu tenho que voltar à questão da duração, pois Liga da Justiça de Zack Snyder é um filme, não uma série e, como filme, ele é uma interminável sucessão de sequências muito claramente episódicas que, mais ou menos até a marca das 2h30′ anda muito mais de lado do que para frente, só realmente melhorando quando tudo começa a convergir para a cidadezinha abandonada na Rússia que o Lobo da Estepe elege como seu quartel-general. Mesmo entendendo que Snyder abraçou essa oportunidade rara para basicamente ticar em todos os quadradinhos de um longo “formulário” para agradar os fãs (sou partidário da tese de que aquela frase “sou fã, quero service” é extremamente equivocada, mas isso fica para outra conversa), com Darkseid dando as caras de verdade, um Lanterna Verde aparecendo com mais destaque na luta épica no passado, o uniforme preto – e, convenhamos, aleatório – do Superman e, claro, um futuro membro importante da Liga dando as caras de maneira mais do que completamente desnecessária, o fato é que muito do que ele despejou no longa não cumpre função narrativa alguma que não seja a de fazer fã sorrir. No processo, duas horas tiveram que ser transformadas em quatro, com a aplicação cinematográfica direta daquela teoria econômica conhecida como Lei dos Rendimentos Decrescentes, ou seja, cada minuto acrescentado ao filme significa menos para o conjunto final e isso vale também para o gigantescamente longo epílogo (ou epílogos) que é quase um curta-metragem intitulado Olha o Que Eu Faria se Vocês Deixassem.

Sei perfeitamente que é isso que os fãs queriam e sei que muita gente ficará muito feliz, mas um filme continua sendo um filme e ele precisa ser encarado e analisado como tal. Zack Snyder é um sujeito resistente e insistente, além de ser um cineasta que sabe compor visualmente suas obras, merecendo mérito pelo que ele fez aqui e que nos dá um vislumbre do que poderia ter sido seu “Snyderverse” se a Warner não se mostrasse completamente sem rumo lá atrás, uma das razões pelas quais eu adoro ver versões alternativas de longas cinematográficos. Aliás, vou além e encerrarei dizendo algo que sei que muita gente concordará: não há absolutamente nada que impeça que a produtora embarque de vez na proposta de Snyder, trazendo o diretor de volta ao seu projeto para continuar a história de seus personagens a partir deste ponto. O filme não desdiz frontalmente nada do que já foi feito (e se desdiz, qual é o problema?) e há sim material ali para permitir um arquitetura narrativa que leve a um universo compartilhado tão fértil quando o da produtora rival, além de haver demanda para isso, nem que seja na própria HBO Max. Então sim: #restorethesnyderverse.

P.s.: Para quem se importa com notas em estrelas (HALs, no caso), ou tem curiosidade, eu daria exatamente a mesma nota para a versão de 2017.

Liga da Justiça de Zack Snyder (Zack Snyder’s Justice League – EUA, 18 de março de 2021)
Direção: Zack Snyder
Roteiro: Chris Terrio (baseado em história de Zack Snyder, Chris Terrio e Will Beall)
Elenco: Ben Affleck, Henry Cavill, Gal Gadot, Diane Lane, Jared Leto, Ezra Miller, Jason Momoa, Connie Nielsen, J.K. Simmons, Robin Wright, Amy Adams, Karen Bryson, Kiersey Clemons, Jesse Eisenberg, Ray Fisher, Amber Heard, Ciarán Hinds, Jeremy Irons, Lisa Loven Kongsli, Harry Lennix, Joe Manganiello, Joe Morton, Ann Ogbomo, Ray Porter, Samantha Win, Ryan Zheng, Mark Arnold, Gianpiero Cognoli, Willem Dafoe, Peter Guinness, Swaylee Loughnane, Eleanor Matsuura, Lara Decaro, Russell Crowe, Kevin Costner, David Thewlis, Michael McElhatton, Billy Crudup
Duração: 242 min.

Você Também pode curtir

236 comentários

Jose Claudio Gomes de Souza 27 de março de 2021 - 13:02

Gostei mais dessa do que a versão Whedon. Não me incomodou a duração do filme, não senti aquele cansaço que alguns filmes com uma metragem longa às vezes causam. Tem seus acertos e erros, lógico, mas o que mais me incomodou foi a aparição do Caçador de Martea na cena ente a Lois e a Martha, que faria mais sentido se fosse realmente a Martha ali. E aquele monte de “epílogos”, principalmente a cena do pesadelo que, para mim, soou totalmente desnecessária e fora de contexto, servindo apenas como fanservice com a aparição do Coringa de Letho e do Exterminador. Poderia, muito bem, ter terminado na cena em que Bruce e Diana planejam a criação da Sala da Justiça. Abraços.

Responder
planocritico 27 de março de 2021 - 21:11

Também gostei mais desse do que da versão de 2017, mas não por muita coisa.

Abs,
Ritter.

Responder
Doc Zumbério 26 de março de 2021 - 15:25

Agora falta a critica da versão preto em branco do liga da justiça chamado “Justice is Grey edition”kkkkkklk

Responder
Luiz Santiago 26 de março de 2021 - 15:27

SANGUE
DE
CRISTO
TEM
PODER

Responder
planocritico 27 de março de 2021 - 01:23

Será que teremos essa crítica?

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAA

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 27 de março de 2021 - 04:13

Olha que teremos, hein?

Abs,
Ritter.

Responder
Paco Miguel 22 de março de 2021 - 23:02

Coisas que nos faz perder tempo na vida:

-fila de banco
-hospital publico
-discussão com gente besta
-assistir os atuais jogos do Corinthians
-rede social

Mas nada,ABSOLUTAMENTE NADA é mais perda de tempo que assisit QUALQUER filme do Messias da Sétima Arte chamado Zack Snyder após “O Homem de Aço” (e que tambem não é lá essas coisas,pois Reeve é tipo Highlander,só pode haver um).

Já até marquei a minha consulta no oftalmologista. Certamente aumentou um grau,depois dessa pornografia de CGI a qual miseravelmente fui exposto.

Responder
planocritico 22 de março de 2021 - 23:08

HAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHHAH

Excelente. Radiação de CGI pode cegar mesmo!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Doc Asatru Vanatru 24 de março de 2021 - 17:18

maior perda de tempo pra ti mesmo é o teu haterismo gratuito
ou então assuma teu fetiche pelo Snyder

Responder
Nathanael Pereira 22 de março de 2021 - 20:46

Assistir o filme hoje muito mais pelo grande hype e elogios da galera e o material promocional que mostrava cenas diferentes, meu problema foi esse fui com muita expectativa apesar de não me agradar muito do estilo Snyder de dirigir, excesso de câmera lenta, CGI um pouco estranho e algumas cenas como vi um comentário abaixo “bregas” ainda gosto de como ele conta a história pelo menos em Watchmen e Homem de Aço mas convenhamos o Snyder Cut em questão de história é apenas uma versão de diretor estendida do filme de 2017 a história principal é a mesma, vejo que ele tenta até se aprofundar nos personagens mas no final fica tudo muito superficial, ele lança um aceno pra um futuro uma continuação mas que talvez nem aconteça ele deveria ter tentado terminar a história que queria contar foi essa a sensação que tive quando o filme terminou.

Responder
planocritico 22 de março de 2021 - 21:48

Eu aprendi a me acostumar e até a apreciar o estilo exagerado – e, como disse um leitor, brega – do Snyder dirigir, mas entendo seu ponto perfeitamente. Aliás, seu comentário está muito em linha com o que acho. O SnyderCut está longe de ser um novo filme. É a mesma coisa, com o dobro do tempo e alguns desenvolvimentos, uns bons, outros nem tanto e alguns ruins mesmo.

Abs,
Ritter.

Responder
Luís Vicente 22 de março de 2021 - 05:26

Cara, adorei a critica (apesar de eu não exatamente concordar, ela foi muito bem escrita, parabéns). Dito isso, não sou um fã do Snyder, mas gostei bastante do filme, achei ele muito melhor que o de 2017 (que sinceramente também não acho que tenha sido esse lixo todo que pintam, só acho ele genérico) gostei dos personagens em geral (talvez nem tanto do Aquaman, que assim como em 2017 ficou completamente perdido no filme) achei o Victor Stone aqui um personagem muito legal, com um bom desenvolvimento, foi baicamente pra mim o melhor personagem do filme. Adorei o flash, e quse todas as cenas que ele aparee, achei ele realmente engraçado nesse filme, além de ser interessante, e não só bobo, Batman não fede nem cheira, mulher maravilha assim com em 2017 eu achei incrível, e o superman cumpre bem o papel dele, tendo um desenvolvimento até que razoável aqui dentro. O vilão, eu curti, Lobo da estepe não chega a ser um grande vilão, nem de longe, mas deram mais substancia pra ele, e deixaram ele bem mais interessante, além dele, o darkseide também tá maneiro, super imponente, apesar de sem motivação, eu adorei as cenas de ação (com excessão de algumas, mas eu já chego lá) e achei o cgi até que ok. Agora, quantp as coisas que eu não gostei, definitivamente no topo dela fica o fato de qe o filme poderia ter uma hora a menos fácil, quase meia hora é só de camera lenta, e as outras meia hora, são de cenas que simplesmente não precisavam existir, como todo o epílogo (quase todo, eu adorei a cena do Lex com o Slade) e alguns momentos, como Diana conversando sobre chá com alfred… Mas no geral pra mim o saldo é positivo, eu daria algo 3,5 e 4 estrelas.

Responder
planocritico 22 de março de 2021 - 16:44

Obrigado, @lushumbertomiguelvicente:disqus !

Engraçado, vejo seu comentário e o de outros falando que não gostaram do Batman ou que acharam só isso aí, “não fede, nem cheira”, mas eu gostei bastante da atuação dele como o super-herói mais velho (ok, não é tecnicamente O mais velho, pois a Diana é um pouquinho mais…) e experiente, o mentor e formador do grupo usando seu imbatível superpoder, que é muito melhor que voar ou ser invulnerável, para tornar toda a progressão da história possível.

Já no caso do Ciborgue e do Flash, meu problema não é com eles em si (no caso do Ciborgue eu simplesmente detesto o design dele e o CGI usado, mas isso é outra história), mas sim com o fato de que o filme da Liga tornou-se o filme de “origem” dos dois por assim dizer. Tudo bem, tecnicamente só tem a origem do Ciborgue, mas o Flash meio que ganha uma historinha de amor no meio que me cansou. Acho que ficou deslocado e perdido, pois não era necessária aquela exposição detalhada toda para nos compadecermos pelo Ciborgue e, se era, então voltamos ao velho problema da Warner que foi não ter feito um filme solo dele antes do filme de equipe. Afinal, se não era para seguir o “modelo Marvel” (que continua sendo imbatível, diria), então que PELO MENOS o foco fosse na formação da Liga e não na formação dos membros da Liga para então formar a Liga. Virou um filme dentro do filme e é por isso que na crítica eu disse que era melhor ter apostado TUDO e expandido a história AINDA MAIS, o que aí sim criaria justificativa e espaço para origens e tal.

Sobre o epílogo, estamos de acordo. O filme poderia facilmente acabar no diálogo do Lex com o Slade, pois aquele futuro apocalíptico parece MESMO uma fanfic feita para o Snyder se gabar da visão dele de futuro e para, claro, fazer aquele baita fan service.

Abs,
Ritter.

Responder
Luís Vicente 22 de março de 2021 - 19:38

Cara, eu gostaria MUITO de ver mais desse Slade, e da continuação daquela cena dele com o Luthor, descobrir, o que iria acontecer agora que ele sabe a identidade do Batman, essa parte realmente me deixou muito interessado. Mas toda essa história de futuro apocalíptico é algo que me cansa desde BvS, pra mim ele podia ter fechado o tão esperado Snydercut com chave de ouro, encerrando aquela história ali, e até dando um “fim digno” pra esse finado (ou não, por que depois desse filme não sei de mais nada) universo dele. Mas aí tem toda aquela cena de futuro apocalíptico que só serve pra botar pilha no fandom INSUPORTAVEL do Snyder e eles ficarem enchendo o saco da Warner pra que tenha continuação nesse universo, que eu acredito não ser uma boa ideia, tanto porque acho Snyder megalomaníaco de mais quanto por que isso seria um retrocesso pra todo esse universo da dc que agora FINALMENTE parece que vai andar pra frente. Admito que queria ver mais do Batman do Affleck (talvez até em uma serie na hbo max com uma direção diferente, que saiba tirar o melhor do personagem) mas esse universo exagerado do Snyder em geral, pra mim podia acabar por aqui.

Responder
planocritico 22 de março de 2021 - 21:49

Também gostaria de ver esse Slade aí em um filme futuro criando problemas para esse mesmo Batman rechonchudo. Seria muito bacana.

E confesso só aqui entre nós que eu tenho curiosidade até mesmo para ver como ficaria esse futuro apocalíptico que o Snyder planejava…

Abs,
Ritter.

Responder
Zorro 23 de março de 2021 - 03:53

Com

João 21 de março de 2021 - 23:01

Tem muita coisa que não concordo com esse crítico do site, mas dizer que o filme de 2017 vale o mesmo número de estrelas ao desse filme é o cúmulo do absurdo. O que houve? Gosta de filminho estilo Marvel? Com piadinhas a cada 5 segundos?

Responder
Caique Nogueira 21 de março de 2021 - 20:57

Olha,eu gostei do filme,mas ele é muito cansativo pela seu nível de pretensão.Em quase todas as cenas,o Snyder quer soar grandioso e tudo mais.Porém,a batalha final é muito agradável e orgânica.

Responder
planocritico 21 de março de 2021 - 23:14

A batalha final é o momento mais bem resolvido do filme todo, sem dúvida alguma.

Abs,
Ritter.

Responder
Humberto Moura 21 de março de 2021 - 19:12

Porque será que esses críticos blogueiros se acham criadores artísticos usando um vocabulário rebuscado e criando jargões de pouca originalidade e sem graça?

Responder
planocritico 21 de março de 2021 - 19:14

Porque será que alguns comentaristas se sentem atacados quando se deparam com palavras normais que eles acham que são rebuscadas, mas que são apenas palavras comuns que os surfistas de rede social se esqueceram de usar, ler e escrever em razão de preguiça?

– Ritter.

Responder
planocritico 22 de março de 2021 - 16:44

HAHAHAHHHAHAHAHAHAHHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Robson Costa 23 de março de 2021 - 10:03

Talvez sejam pessoas.que nunca lerem nem um conto de Machado de Assis na vida e, muito menos, de um Guimarães Rosa. Aí acha seu texto difícil.

Responder
planocritico 23 de março de 2021 - 21:51

@disqus_fktYHj5GAn:disqus , eu sou mais pessimista. Diria que são pessoas cujo hábito de leitura – qualquer leitura que não seja frases de efeito em redes sociais e manchetes de notícias – é completamente nulo. Leram um ou dois livros na vida no máximo e provavelmente foi Dan Brown ou alguma porcaria assim…

Abs,
Ritter.

Responder
Lorenzo Leite 21 de março de 2021 - 15:32

Esse filme me pegou completamente desprevenido. Eu consigo ver que ele tem diversos problemas, mas eu amei CADA segundo. Vibrei, emocionei, arrepiei. Eu realmente não esperava gostar tanto assim.
E olha que eu não gosto tanto assim do Snyder (acredito que não exista outro diretor no mundo que cause tantos reviradas de olhos que nem ele), mas dessa vez ele acertou em cheio comigo.
Acho que falta certo distanciamento emocional da minha parte hahahaha

Responder
planocritico 21 de março de 2021 - 17:00

Faz parte. É bacana quando um filme nos pega dessa maneira bem emocional!

O distanciamento vem depois, naturalmente.

Abs,
Ritter.

Responder
Thor Odinson 21 de março de 2021 - 15:08

Não estava animado para essa versão, pois não gosto do estilo de filme do Zack Snyder (fotografia escura, slow motion, cgi não muito boa, etc.) Nem da sua visão dos heróis (“sombria”, mais violeta… Na minha opinião, super heróis tem que ser como são apresentados na famosa história: DC: A Nova Fronteira ou no Superman de 1978, enfim, como símbolos de esperança, justiça, altruísmo, compaixão, etc.). Apesar disso, gostei desse filme daria 3/5 e achei melhor (um pouco melhor) que a versão que foi para os cinemas em 2017. De maneira geral, Ritter, concordei com a crítica, porém não sou favorável a campanha #restorethesnyderverse

Responder
planocritico 21 de março de 2021 - 17:02

Eu sou favorável ao Synderverse unicamente por gostar de pluralidade de visões e por achar que o Snyder, apesar de megalomaníaco, tem uma pegada interessante. Como o universo DC já está uma zona completa nos cinemas, não vejo o menor problema em investir em duas ou três linhas narrativas paralelas e chamar tudo de Multiverso e pronto!

Abs,
Ritter.

Responder
Dialógico 21 de março de 2021 - 12:54

Como cinéfilo, revirei os olhos várias vezes. Mas assisti com os mesmos olhos que eu tinha em 1988, quando comecei a colecionar hqs da dc, cheguei a ter um fanzine datilografado em 1991. Então ver esses personagens em live action por 4 horas foi uma grande diversão, e digo isso sem culpa, já que o “visionário” não contínua com essa pegada túnel do tempo (não lembro o nome em inglês).A criança em mim adorou!
Agora, espero ver um batman detetive honrando a memória de denny onneil em the batman.
Ah, uma curiosidade. Sabia que a at&t foi uma das empresas que articulou o golpe de estado de 1973 no Chile, dando origem a Pinochet e todo o terror que se seguiu? E ainda dizem que a subsidiária não sabe criar grandes vilões…

Responder
planocritico 21 de março de 2021 - 17:05

Cara, sem dúvida o filme é divertido. Por isso ele ganhou um bom meu. Caso contrário, seria dali para baixo, pois ele é cheio de problemas…

Abs,
Ritter.

Responder
IDRIS ELBA RAMALHO 21 de março de 2021 - 01:38

Só um adendo que esqueci de mencionar no meu comentário anterior. Mais alguém acha essas cenas supostamente “épicas” do Snyder bregas pra cacete?
Jesus, aquela cena que o Aquaman sai do bar, joga uma garrafa no mar (porra Aquaman!!!) e vai de encontro às ondas é, particularmente, de uma vergonha alheia sem tamanha.
Aliás, acho que a última vez que vi um filme com tanto clipezinho musical foi vendo Frozen com minha filha.

Responder
planocritico 21 de março de 2021 - 01:44

HAHHAAHAHAHAHAHAHA

Cara, tem breguice mesmo no que o Snyder faz. É parte do jeito exagerado dele abordar as sequências. Confesso que gosto dessa cena aí do Aquaman, mas tem uma penca de outras péssimas, como a da salsicha com o Flash só para falar de uma…

Abs,
Ritter.

Responder
Thor Odinson 21 de março de 2021 - 15:09

Por que você que o Orm quer atacar a superfície? É por conta desse tipo de atitude haha

Responder
O Arrebatado Cartman 21 de março de 2021 - 01:37

Acabei de ver agora.
Achei melhor q o de 2017, nessa versão eu terminei com vontade de ver um 2 se tivesse, o anterior eu caguei se teria ou não continuação.
Tem boas cenas de ação, algumas os efeitos são meio toscão, a sequencia do Lobo da Estepe na Amazônia (ou seja la onde mora as amazonas) e o ataque do Darkseid parecia q eu tava vendo 300 com seu fundo fake. Mas a treta final é bem boa.

Em relação ao vilão, achei a motivação dele bem melhor, mas pqp, como dois diretores conseguiu fazer o mesmo personagem horrível duas vezes, um visual pior q o outro.

Responder
planocritico 21 de março de 2021 - 01:43

Pois é. O visual do Lobo da Estepe é ruim DUAS VEZES…

E o do Ciborgue idem…

Abs,
Ritter.

Responder
O Arrebatado Cartman 21 de março de 2021 - 01:51

Sim, ruim criativamente e cgiamente.

Responder
Thor Odinson 21 de março de 2021 - 15:11

Nos quadrinhos ele nem monstruoso desse jeito. Jack Kirby falaria: é o quê?

Responder
planocritico 21 de março de 2021 - 17:00

Kirby sabia desenhar com extrema elegância!

Abs,
Ritter.

Responder
Carlos Faria 20 de março de 2021 - 20:46

Assisti duas vezes e acho o filme quase sem defeitos dentro do que se propõe filmes comerciais e esse novo nicho baseado em comics, ainda mais para um filme no qual o Snyder não terminou as filmagens no set. Isso causou a necessidade de passagens expositivas nas duas primeiras horas que poderiam ter sido resolvida organicamente com novas cenas. Mas o que está lá se encaixa diretamente na narrativa a ponto de até aquela ida da Lois indo na cafeteria espertamente mostrar sua rotina de luto e depois trazer total sentido dela aparecer para o Superman na ressurreição (sem o tal da Big Gun do Batman numa das muitas soluções vergonhosas da versão de 2017). Sabendo dos planos originais do Snyder, a Warner perdeu a oportunidade de matar a Marvel fazendo sua Guerra Infinita/ Ultimato muito antes e com personagens que se encaixam melhor para esse plot.

Responder
planocritico 21 de março de 2021 - 00:21

Eu acho que a Warner nunca soube de verdade o que ela queria fazer com seus personagens. Ela só viu a Marvel acertando um após o outro e ela só errando comparativamente e aí os produtores entraram em parafuso…

Abs,
Ritter.

Responder
Carlos Faria 21 de março de 2021 - 01:22

Sim, mas o pior que eles nem viram como a Marvel acertou. Só queriam alcançar nem que fosse preciso pular etapas e não confiar nos criadores, paralisando o processo de produção dos filmes e seu resultado final. Por exemplo, o plano inicial traçado para o Universo pelo Snyder era de todos os filmes solo primeiro para só daí partir para a Liga. Tivessem feito isso 80% dessas duas horas iniciais nunca existiriam.

Responder
planocritico 21 de março de 2021 - 01:23

Sim, sim. Sem dúvida alguma.

Abs,
Ritter.

Responder
Douglas Adams 20 de março de 2021 - 19:56

Não conheço um único fã do Zack Snyder que esteja arrependido, pelo contrário, já iniciamos a campanha pra parte 2.

Filme absurdamente melhor que o de 2017 na opinião de quase todo mundo que assistiu aos dois. Uma edição mais enxuta eliminando algumas coisas desnecessárias que quebravam um pouco o ritmo e teria feito muito sucesso nos cinemas.

Responder
planocritico 20 de março de 2021 - 20:02

Todos os fãs já estavam predispostos a gostar e gostariam mesmo que fosse uma porcaria. Isso não é novidade.

Sobre sucesso nos cinemas, não tem como saber isso. MoS e BvS eram para ser tiros certos e olha no que deu (e não que eles tenham sido fracassos, veja bem, mas não tiveram a dimensão dos filmes da concorrente em termos de bilheteria).

Abs,
Ritter.

Responder
Carlos Faria 20 de março de 2021 - 20:53

Ritter, acho BvS irregular, caindo muito depois do “Martha!!”, acho que o terceiro ato estraga o primeiro Mulher Maravilha e Shazam bem mais ou menos, mas essa Liga versão Snyder me pegou de uma forma que poucos filmes no geral me pegaram, isso desde o grito do Superman que redimiu BvS – colocando peso numa morte que quase não senti lá. Assisti duas vezes com o calor no coração dos apaixonados rsrsrs

Responder
planocritico 21 de março de 2021 - 00:19

Que legal, meu caro! Bom saber que gostou tanto e que o filme ajudou a redimir BvS (infelizmente, não aconteceu comigo…).

Abs,
Ritter.

Responder
Carlos Faria 21 de março de 2021 - 01:28

Redimir BvS inteiro não tem jeito hahaha, embora o começo e algumas partes sejam ótimas, mas o resultado final não satisfaz. Redimiu o fato de matarem o Superman. Trouxe o peso dessa decisão que o filme anterior não consegue passar (Mesmo que o início da Liga de 2017 tenha conseguido um pouco desse efeito). E já entra na história mostrando que essa onda vibracional gerada nesse momento despertou a Caixa Materna das amazonas.

Paulo Junior 20 de março de 2021 - 15:28

Eu gostei da versão 2017 do filme também gostei dessa versão mas acho que as duas estão no mesmo nível, consertou alguns erros mas criou outros.
SPOILERS
Acho meio difícil de engolir que o Batman traz o Superman e acha que vai da tudo certo só na fé sem nenhum plano. Foi pura sorte e conveniência do roteiro a Lois Lane esta por perto.
A Mulher Maravilha ta OK, mas a trilha sonora nas cenas de ação dela acho chata e até irritante em alguns momentos.
O Flash acho poderia ter cortado a cena com a Iris e desenvolver mais o pai, talvez um flashback da morte da mãe ou como ele ganhou poderes, mas a cena da Iris foi forçada e não fez diferença nenhuma pro filme ou pro personagem.
Sobre Aquaman ta OK, não vi diferença nenhuma da versão anterior. Só o visual do Vulko achei estranho agora e confesso que sentir falta da cena que ele começa a falar sobre sentimentos quando senta no laço da verdade ( mas sei que é besta e não ia combinar com o novo tom do filme).
Ciborgue o visual esta estranho, o ele claramente é digital e falso enquanto os vilões parece que ta com o CGI melhor. Mas o desenvolvimento que ele teve agora ficou ótimo.
Superman, assim como na versão anterior tão poderoso que da conta do vilão sozinho, por isso só chega nos 45º do segundo tempo.
Caçador de marte e cena do pesadelo do Batman completamente aleatórios e desnecessários.

To feliz pelo Snyder e sua legião de fãs conseguiram o filme que sempre quiseram mas por mim não encerra aqui. As pontas soltas que ele deixou agora para uma improvável continuação (nem sei se ele planejava fazer uma continuação caso esse filme fosse lançado em 2017 como planejado) não me empolgou e acho que essa visão e estilo de não combina muito com o universo DC.

Responder
planocritico 20 de março de 2021 - 20:03

Minha conclusão é a sua: fiquei feliz também pelo que o filme representa aos fãs. Mas, ao contrário de você, eu gostaria sim de ver uma continuidade dessas ideias. Acho que há espaço para isso.

Abs,
Ritter.

Responder
Dialógico 21 de março de 2021 - 12:58

Podiam fazer uma continuação animada, mas peraí, a última animação da liga é exatamente uma invasão à apocolips, então deixa pra lá rsrsrsr

Responder
planocritico 21 de março de 2021 - 17:04

Ah, não. As animações da DC em geral são medianinhas… Quero filme mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
Dialógico 21 de março de 2021 - 17:20

Ah, mas a dc tem animações memoráveis, a fórmula novos 52 que enfraqueceu a corrente rsrsrs e decisões equivocadas como piada mortal…

planocritico 21 de março de 2021 - 17:24

Tem séries animadas memoráveis. Filmes animados eu não acho nenhum sensacional, ainda que goste de alguns.

Abs,
Ritter.

Carlos Faria 20 de março de 2021 - 21:01

Paulo, na ideia original de 3 filmes era o Batman e turma irem pegar Darkseid lá em Apokolips, para não deixar que nem chegassem na Terra, tomando um pau com perdas, com o vilão dominando a Terra e em algum ponto matando Lois Lane gerando o futuro do sonho. O terceiro se daria nesse futuro com os planos com o Flash dando certo e o Batman se sacrificando por todos. Parece Guerra Infinita/ Ultimato? Parece e o Snyder pensou antes, assim como fazer os filmes solo primeiro, mas a Warner bagunçou e atrasou tudo. Perderam a chance dos bilhões.

Responder
planocritico 21 de março de 2021 - 00:18

A Warner estava desesperada com os sucessos contínuos da Marvel e aí correu atrás de qualquer jeito e, como você disse, bagunçou e atrasou tudo. Havia até um elemento importantíssimo por trás que pouca gente comenta, que havia chance da Warner ser comprada pela Fox e a Warner então usou o anúncio corrido do UCDC para aumentar o preço de suas ações. Foi um negócio tenso na época…

Abs,
Ritter.

Responder
Blue_Tile_Fever 20 de março de 2021 - 12:58

Fiquei muito no hype depois de terminar o filme, tive q fazer duas pausas pq 4h seguidas eu não aguento, a melhor cena para mim foi a conversa entre o Batman e o Coringa, com exceção da ameaça feita pelo Batman: “Se você se atrever, eu juro…” E já tomou um na cara: “Vai fazer o que, Bruce?”… O Batman que eu tô acostumado jamais cairia na pilha, ainda mais do Coringa, mas enfim, esse futuro apocalíptico me impressiona mais do que quase todo o filme, e no final de tudo, achei muito melhor do que o horroso de 2017, maior arrependimento foi ter pago 3D IMAX legendado inteira (2 ainda, tava namorando na época).

Única coisa que detestei nos 2 filmes: o Superman… No primeiro filme, aquele CGI espetacular pra sumir o bigode, a (falta) de expressões faciais/corporais, e o grandioso número de falas que o mesmo teve (se tiver 20 falas, acho que é muito ainda). Nesse de 2021, repito acima, com exceção do CGI. Porém, a cena q o Ciborgue atira nele logo após a ressurreição, e ele faz aquela cara de (-_-), e depois descendo a lenha no vilão, que vergonha, que vergonha. Me incomoda muito, falta expressão facial/corporal nesse ator (quero dizer, ele basicamente fica parado e é muito robótico, vira o rosto de lado sem mexer as sobrancelhas e a boca, dá um socão no vilão e não faz cara de raiva)…

Por fim, 8/10 no de 2021. Prefiro que o do Snyder seja canônico, mas só me resta deitar em posição fetal e chorar.

Responder
planocritico 20 de março de 2021 - 20:04

Não tive problemas com o Superman mais impassível não. Fez sentido considerando tudo o que ele passou. Mas entendo seu ponto.

Sobre a canonicidade do filme, vamos aguardar. Eu desconfio que termos novidades interessantes sobre isso…

Abs,
Ritter.

Responder
Starr-Lord 20 de março de 2021 - 12:55

Ritter, já começo adiantando que você deve ter batido recordes de quantas vezes foi chamado de crítico arrombado, bosta, lixo, prepotente do caralho nessa publicação, porque independente da nota, o Snyder tem seus fãs vocais e seus detestadores tão vocais quanto e um dos dois grupos vai reclamar da sua nota (ou te xingar, esse é mais provável). Eu estava com expectativas relativamente baixas para esse filme, até porque ver tanta gente endeusando só serviu para reduzir, mas fui ver a título de curiosidade e dei 3 estrelas também.

Gostei bastante do desenvolvimento do Cyborg e a sua jornada de aceitação da condição em que ele se encontra, mesmo sendo praticamente a única história que sabem contar do personagem, dele se achando um monstro e tendo os daddy issues. A relação do Barry com o pai também me agradou, pena que o ator do Henry vai sofrer um recast aparentemente e, considerando que três personagens não tinham sido trabalhados, foi muito bom ver o Snyder se preocupando em lidar com eles.

Agora para o que não curti, tirando o CGI bem inacabado, rever o Destruidor do MCU sendo chamado de Lobo da Estepe e outras coisas citadas na crítica como a aparição desnecessária e o fast forward horroroso, ainda é um filme longo justamente por tantas informações serem jogadas. 3 novos membros, Lobo da Estepe, Darkseid, Apokolips, etc. Algumas coisas também acabam durando mais do que precisavam, como o slow motion, que reconheço ser uma característica autoral do diretor, mas foi muito excessivo em algumas cenas e aquele coro também foi tão excessivo. O Caçador de Marte foi genuinamente desnecessário como você disse, mas o meu maior problema é que seria bem mais interessante acompanhar genuinamente o luto da Lois e da Martha do que a primeira ouvir um discurso motivacional de um alienígena que tinha tido pouquíssimo contato com ela. Não vou falar do humor, porque é ainda mais subjetivo, mas eu particularmente vi e fiquei tão sem expressão quanto o próprio CGI do Caçador de Marte.

Para finalizar, o que achei um pesadelo e, fazendo jus ao nome, toda essa sequência é extremamente desnecessária, servindo mais como um trailer para uma continuação que, não vou negar, talvez venha, mas não precisava e só faz deixar o filme ainda mais longo, com ainda mais informação jogada e um Coringa cuja boca lembra quando uma caneta estourou na boca de um menino da minha sala no oitavo ano. Mesmo assim, fico feliz que o diretor finalmente conseguiu mostrar a sua visão. Ótima crítica.

Responder
planocritico 20 de março de 2021 - 20:15

Eu acho muito curioso esse fervor cego que as pessoas sentem por filmes, séries, políticos e times de futebol. Não consigo me conectar com essa obsessão toda, mas deve ser porque já sou velho…

Mas o filme é isso aí que você disse. Tem coisas boas, mas tem problemas grandes também. Como disse algumas vezes a outros leitores, tenho a impressão que se o Snyder tivesse ficado até o fim no leme da produção, a versão de cinema verdadeira dele (que não é nem de longe essa aí de 4 horas) teria potencial de ter sido ótima.

Abs,
Ritter.

Responder
Willian Alves De Almeida 21 de março de 2021 - 03:45

A versão de cinema original teria 218 minutos, não teria o epílogo.

Responder
planocritico 21 de março de 2021 - 04:55

Muito dificilmente a produtora deixaria um filme com esse orçamento ter duração tão longa, especialmente depois de ela mesmo ter considerado os anteriores relativos fracassos financeiros. Essa duração talvez pudesse ser a que o Snyder queria que fosse no wet dream dele e poderia vir à luz do dia da maneira como as duas versões estendidas de Watchmen vieram, ou seja, diretamente em DVD ou on demand.

Abs,
Ritter.

Responder
Herbert Engels 20 de março de 2021 - 03:55

Achei bem melhor que os dois primeiros Vingadores.

Responder
planocritico 20 de março de 2021 - 04:59

Ok!

Abs,
Ritter.

Responder
Lúcio Oliveira 20 de março de 2021 - 03:38

O melhor do SnyderCut é sabermos que o Snyder nunca mais vai botar as mãos nesses personagens.

Responder
planocritico 20 de março de 2021 - 05:00

Eu acho que tem uma chance razoável de o Snyder voltar a esses personagens…

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Lima 20 de março de 2021 - 19:02

Nunca diga nunca.

Não se esqueça que é a Warner.

Responder
Björn O Colecionador De Ossos 20 de março de 2021 - 03:24

Boa critica o filme é ok apenas bom,não tenha medo desses snydetes não Cara tem que dizer oq pensa mesmo.

Responder
planocritico 20 de março de 2021 - 05:00

Medo? Não, não. Acho é graça!

Abs,
Ritter.

Responder
Deus Ex Machina 20 de março de 2021 - 02:22

… Duh …

Responder
planocritico 20 de março de 2021 - 02:39

Censura, que censura? Dizer que eu discordo de algo é censurar esse algo? Afinal, você mesmo diz que discorda “violentamente” da minha crítica. Isso é então censura? E pior, censura com violência???

E não, filme de super-herói não é para fã de quadrinhos. Fã de quadrinhos deve corresponder a uma miséria do público total que vai aos cinemas pagar ingresso para assisti-los. Filmes de super-heróis são filmes como outros quaisquer, ou você vai me dizer que filmes sobre beisebol são só para fãs de beisebol, que filmes de guerra são só para soldados e que filmes sobre dança são só para dançarinos?

– Ritter.

Responder
Deus Ex Machina 20 de março de 2021 - 12:50

Não tive a intenção de melindrar. Usei as palavras “violentamente” e “censura” como figura de estilo. I am so sorry. Au revoir…

Responder
Deus Ex Machina 20 de março de 2021 - 14:32

Não tive a intenção de melindrar ou ofender, Usei as palavras “violentamente” e “censura” de maneira metafórica. I am so sorry. See you.

Responder
Elza Torquato Rennan Sales 20 de março de 2021 - 00:47

Será que o SnyderCut abrirá um precedente nunca antes visto? Como vc mesmo abordou, versões de diretor sempre existiram, acrescento aqueles que vc citou também o Superman 2 do Richard Donner, O poderoso chefão 3, Blade runner… mas, todos esses tinham o fator tempo atrelado a eles e um cuidado na criação. Nesse caso, no trabalho de Snyder não vejo cuidado. Só vejo uma tentativa de agradar a fanbase.

Responder
planocritico 20 de março de 2021 - 02:13

Pode abrir, mas eu não acho que terá muitos filmes com hype suficiente para chegar nesse ponto. Vai continuar sendo pontual, creio eu…

Abs,
Ritter.

Responder
Ruqui 20 de março de 2021 - 05:58

Nessas histórias de Davi e Golias, Terry Gilliam travou uma batalha pública contra o estúdio para que fosse o seu corte de Brazil que chegasse aos cinemas. O corte retalhado e deturpado do estúdio estava prestes a ser lançado oficialmente, chegando a ter algumas exibições testes. Esse corte ainda pode ser encontrado facilmente na internet. Ok que não é um caso similar porque Gilliam venceu, mas vale a curiosidade. Porém, o caso do Snyder não é lá também sem precedentes, exceto pelo clamor dos fãs. Pouca gente lembra, talvez porque pouca gente viu, mas lá no início dos anos 2000 teve a treta do filme prequel de O Exorcista. Paul Schrader finalizou um filme que não foi aceito pelo estúdio, sendo substituído depois por Renny Harlin que aproveitou algumas cenas deste e regravou outras pra fazer seu Exorcist: The Beginning, um filme completamente diferente, mais comercial e ruim. No ano seguinte, Paul Schrader conseguiu lançar seu corte em dvd.

Responder
planocritico 20 de março de 2021 - 06:07

Gilliam fez uma literal campanha publicitária desancando o estúdio que queria destruir Brazil, com anúncios de página inteira em veículos importantes da época. Um caso sensacional.

E sim, há diversos outros exemplos parecidos. Há filmes inteiros que foram feitos do zero por clamor de fãs até.

Abs,
Ritter.

Responder
Ruqui 20 de março de 2021 - 06:13

Parecido com a situação do Snyder, lançar num curto período de tempo outra versão, eu só lembrava desse do Exorcista porque cheguei a ler numa revista SET kkkk

E também porque cheguei a ver essas duas versões.

Responder
O Arrebatado Cartman 20 de março de 2021 - 19:00

Pode abrir pra versões estendidas, tipo Senhor dos Anéis que passeia por vários streamings ter suas versões estendidas no HBO MAX num futuro. Algo assim e não uma versão totalmente diferente do cinema.

Responder
planocritico 20 de março de 2021 - 20:19

Mas versões estendidas existem desde que o Cinema é Cinema. Isso não é novidade. O que ela pergunta é isso: filmes diferentes sendo lançados em sucessão porque os “fãs não gostaram”…

Abs,
Ritter.

Responder
O Arrebatado Cartman 20 de março de 2021 - 20:40

Vc não entendeu minha fala. O q eu disse que acho pode abrir portas pra versões estendidas saírem nos streamings e não tanto novas versões como essa.

Responder
IDRIS ELBA RAMALHO 20 de março de 2021 - 00:09

Muito boa a crítica, como sempre as críticas aqui transparecem sinceridade e curto muito isso.

Mas o filme… Nhé.
Como filme é bem melhor que a versão dos cinemas. Mais coeso e tal. Mas sei lá, não quer dizer muita coisa.

Continua com as deficiências do Snyder como diretor e criador, que meio que virou a marca registrada dele no meio nerd das adaptações de quadrinhos. A narrativa truncada e arrastada, sutileza zero, filtro de instagram de adolescente, visão deturpada dos personagens, Superman com cara de quem tá com prisão de ventre… e por aí vai.
Mas se tem uma coisa bacana de conferir é os visuais. No quesito estético o Zeca manda bem. Curto muito os uniformes, o Lobo também tá bem legal. Mas o Ciborge… Puta merda! Aquilo tá parecendo um aviso ambulante de “desvio de verba” do nível Primavera para Hittler.

E no final a gente fica se perguntando pra que tanto barulho dos fãs. Apesar das diferenças, essencialmente continua um filme fraco, que se torna ainda mais fraco se pensarmos o potencial que o nome LIGA DA JUSTIÇA carrega. Concordo muito com um comentário que li sobre o filme hoje, “Provou-se que dá pra polir um tolete. Mas no fim, continua sendo uma bosta”. Bem isso mesmo

Responder
planocritico 20 de março de 2021 - 02:14

Obrigado, @angeloomendees:disqus !

Olha, cara, esse comentário que você transcreveu ao final é absolutamente nojento, ao ponto de ser revoltante, MAS EU MORRI DE RIR AQUI, COM DIREITO A ESPASMOS ESTOMACAIS!!! Mas não diria que o filme é assim ruim não. Nem esse, nem o de 2017.

Abs,
Ritter.

Responder
Renan Teixeira 19 de março de 2021 - 23:39

Acho que aqui é um dos poucos lugares da internet onde eu posso dizer isso sem ser xingado, mas para mim esse culto que existe ao Snyder é uma das das coisas mais engraçadas/patéticas/tóxicas da cultura nerd na internet, o fanatismo dessas “fãs” chega a me lembrar em muitos pontos ao fanatismo que rola com certas figuras políticas no Brasil. Ter que ler pessoas na internet reclamando que uma critica é imparcial é idiotice demais para ser descrita em palavras. Dito isso posso dizer que o filme me surpreendeu, apesar de estar muito, mas muito mesmo, longe do status de obra prima que eu acredito que ele será alçado pelo culto que eu citei anteriormente pelos próximos meses.

O que mais me irritou em Batman vs Superman foi a tentativa do Snyder de tentar criar uma trama “complexa” e cheia de supostos simbolismos, que talvez só existissem ou fizesse sentido na cabeça dos fãs mais extremos. Felizmente ele abre mão disso aqui e cria uma história bem mais simples e sem enfiar diversas sub-tramas, que na maioria das vezes só serviam para quebrar o ritmo do filme. Acho que o tom épico que o diretor gosta tanto de encaixar, e algumas vezes forçar, em seus filmes dessa vez casou bem com toda a historia das caixas maternas, toda a explicação sobre elas e as explicações sobre suas origens me deixaram bastante entretido nas duas primeiras horas.

As cenas de ação também estão muito melhores aqui do que em BvS, destaque para a batalha do Lobo da Estepe e seu exército contra as amazonas, acredito ter varios herois em cena encaixe melhor com esse lado grandioso do diretor nas cenas de ação, que em outros filmes dele soavam como exageradas. A exceção que eu faço é para as cenas individuais dos heróis, como por exemplo a da Mulher Maravilha no início do filme e do Flash com a Iris, onde o Snyder usa e abusa de slow motions e encaixes de músicas que na minha visão só deixam as cenas mais bregas.

Acho que o ponto que vou mais discordar dos comentários é em relação ao desenvolvimento dos personagens, que para mim foi o maior problema do filme, para um filme de 4 horas de duração para mim o trabalho com os heróis e com o vilão , que na minha visão é mais “imponente aqui” porém continua um personagem um tanto quanto genérico, deixa bastante a desejar, com exceção do Cyborg. Para mim o BatAffleck é um personagem muito menos interessante aqui que em BvS, fica falando de culpa pelo que ocorreu pelo Superman diversas vezes, mas na minha opinião isso fica só nas palavras, por que não consigo sentir isso no personagem assistindo o filme. O Flash do Ezra Miller, na minha opinião, é um dos personagens mais chatos e irritantes que eu já vi em um filme de herói, o ator não combina com o personagem e o roteiro falha miseravelmente em colocá-lo como o alivio cômico do grupo com uma série de piadas extremamente forçadas e sem graça, assim como quase todas presentes no filme.

No geral eu daria um 7.5 para o filme por que, apesar dos defeitos que eu citei, na minha visão o Snyder dessa vez realmente conseguiu contar uma história que tivesse coerência, épica sem ser forçada e que conseguisse me entreter pela maior parte do filme. Apesar de não ser um fã do diretor acho que ele deveria ter a chance de continuar a história que ele gostaria de contar, porém, em uma linha “alternativa” e com filmes que saíssem direto no streaming, por que eu não acredito que ele consiga fazer um projeto coerente e que não vire uma colcha de retalhos, como em BvS, com 2h30 de duração, que provavelmente seria o máximo oferecido para ele pela Warner para um filme lançado nos cinemas.

PS: A participação especial “daquele herói” foi extremamente forçada no filme, além do CGI dele estar bem fraco para os padrões de um filme de herói

Responder
D.Spider 21 de março de 2021 - 01:23

Eu gosto dos filmes do Snyder, antes de adentrar o universo DC nos cinemas…o que percebo, nesse “fanatismo” de muita gente que se diz “fã”da DC, é algo que me entristece…a carência de um filme de supergrupo, como da editora rival…os deixa muito mais “sucetíveis”…sem mencionar o trauma, de já ter dois filmes da Liga da Justiça ( será que alguem ainda lembra do outro?), e ainda não ter conseguido um filme digno dessa fantástica equipe. Mas talvez, eu esteja errado..e Snyder tenha encontrado a verdadeira DC…dentro desses “fãs”….algo totalmente diferente do que eu li e assisti nas animações durante décadas…

Responder
planocritico 21 de março de 2021 - 01:26

É sem dúvida diferente, mas é uma visão, uma escolha consciente. Eu teria gostado bem mais se a Warner tivesse deixado essa visão chegar à fruição.

Abs,
Ritter.

Responder
Renan Teixeira 21 de março de 2021 - 16:59

A verdade é que a maioria ali acabou se tornando fã do diretor e não mais dos personagens

Responder
planocritico 21 de março de 2021 - 17:09

Existem fãs e fãs. Eu gosto muito do Snyder e poderia cair na classificação de fã dele, mas daí a virar um cara que fica achando que qualquer coisa que ele faz e diz é a Oitava Maravilha do Mundo, é um pulo significativo. Tudo em excesso é ruim, inclusive gostar muito de alguém ou alguma coisa. Sufoca, perde a objetividade e começa a virar fanático (não à toa essas duas palavras têm conexão).

Abs,
Ritter.

Responder
Raffiinha 19 de março de 2021 - 22:42

É melhor que a versão dos cinemas? É. Pena que isso n diz muita coisa.

O que eu mais senti assistindo foi preguiça. Arrastado e exagerado – pq o ego do Snyder n deixa ele ver o quão ridículas são certas coisas – o filme tenta ser épico TODA hora e acaba n sendo quase nunca.

O epílogo, então, é uma espécie de cena pós crédito Premium de 25 minutos com zero sutileza (n q o restante do filme tenha alguma, muito pelo contrário).

Assisti, matei a curiosidade e é isso. Continuou sendo um filme esquecível no conteúdo q apresenta.

PS: de tudo sem sentido q ele manteve nesse filme, de longe, aquele membro da liga q aparece duas vezes é o pior. Claramente o personagem só tá ali pq o cara ficou anos falando q a versão dele pipipi popopó. Irrelevância define.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 23:16

Não vou dizer que você está errado, pois não está mesmo. Eu gosto do Snyder e das maluquices dele e acho que ele tem um bom tino para filmes assim. Mas sem dúvida ele exagera, não sabe onde parar e o tanto que falaram do SnyderCut ao longo dos anos parece ter inflado o ego dele ainda mais para ele inchar o filme desse jeito, inclusive o sujeito que aparece duas vezes que, concordo, foi absolutamente desnecessário e aquele epílogo que, como coloquei na crítica, parece um filme de fã feito para convencer a produtora de continuar o projeto…

Abs,
Ritter.

Responder
Diário de Rorschach 19 de março de 2021 - 20:52

O filme ta aqui na agulha já pra assistir e quero ver se consigo ver neste fim de semana (por conta da duração). Eu torço pra ser bom, melhor que a versão que foi aos cinemas (não que eu ache aquilo o fim do mundo), mas acho que isso é uma conquista muito importante para o público em si.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 20:54

É uma baita conquista. Não foi a primeira que isso aconteceu, mas essa sem dúvida é a de maior destaque e de maior risco.

Vai fundo!

Abs,
Ritter.

Responder
Wing 19 de março de 2021 - 20:39

Eu gostei bastante do filme. Considero bem melhor que a versão do cinema, por mais que não considere uma obra-prima. No início do filme, quando o Batman estava recrutando o Aquaman, a minha sensação era de que a atmosfera era mais “coerente”, os diálogos estavam fluindo e as atuações estavam convencendo, coisa que eu não vi na versão do Whedon. Porém, quando uma das mulheres do vilarejo começo a cantar e a cena se estendeu por mais tempo que deveria, eu coloquei a mão no rosto e falei: “Puta que pariu, Snyder!!Tu não aprendeu nada?”
E essa sensação meio amarga permaneceu por uma boa parte da parte 1 e 2 do filme. Snyder simplesmente havia encarnado em elementos já comuns em seus filmes anteriores, mas amplificados. Ele usava a trilha sonora de forma abusiva, repetitiva e cansativa. A cena da MM resgatando as crianças no museu. JESUS!!! Ele não dava descanso. Sequências constantes de cenas da MM lutando em slow-motion e aquele “aaaaaaah” de fundo. O mesmo problema se repete na sequência da batalha em Themyscira. Sério, por que aquela cena do Aquaman posando ao ir para a água e com uma trilha sonora com uma letra bem merdinha vu? Por que, Snyder? Why? WHYYYYY?
Pra mim o filme só foi melhorar depois da introdução do Barry Allen. Claro, todo aquele encontro dele com a Íris não agrega em nada o filme e o momento em que ele rouba aquela salsicha é totalmente destoante do que está acontecendo, BUUUUUT, os diálogos dele com o pai são ótimos, as piadas com ele aqui funcionam e saem de forma natural, carga dramática existe de verdade e ele tem um papel à desempenhar na trama de maneira bem mais orgânica, coisa que não existia na versão do Whedon. Digo o mesmo para o Cyborg. Ele possui o melhor arco de personagem do filme. Sua relação com o pai é realmente tocante e aqui ele é ser humano de verdade. Daí em diante eu estava curtindo muito o filme. O fato dele ter uma trama e simples e focada ajudou muito. Não temos aquele excesso de sub-tramas de BvS e a megalomania do Snyder não fica visível por um bom tempo. Foda mesmo tava o CGI que passou conjuntivite pros meus olhos.
A retomada de consciência do Superman aqui tbm é mais natural, mas é algo tão rápido que você se pergunta se ele tinha que morrer mesmo. As interações entre os personagens estavam muito boas. Eu achei que o Momoa aqui estava melhor como Aquaman que no filme solo ou a versão do Whedon. Snyder soube dar a cada um o seu momento, só esperava que o Superman dele não fosse tão OP quanto o do Whedon. Mas agora vem o problema que fudeu o filme. Ele se estende DEMAAAISSSS. Antes deles derrotarem o Lobo da Estepe eu já tava agoniado, mas depois teve aquele epílogo onde o filme ficou surfando em uma onda que já tinha passado. A cena do sonho podia ser pós-crédito, ou, melhor ainda, não estar ali. Caçador de Marte idem. Se retirar as maluquices do Snyder, cortar algumas cenas, o filme ganhava uma estrela. Mas eu acabei gostando.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 20:46

Meu maior problema com o Ciborgue é que eu acho o CGI da “roupa” dele uma das coisas MAIS FEIAS que já vi em filmes de super-heróis e olha que eu incluo aí até o uniforme do Aranha japonês nessa competição… Chega a dar vontade de clicar no fast forward…

Abs,
Ritter.

Responder
Bøjack #ODonoDaVerdade 20 de março de 2021 - 02:06

vc quis dizer o visual né?, pq o cgi em si ficou muito bom

Responder
planocritico 20 de março de 2021 - 02:12

No caso do Ciborgue, sim, o maior problema é o visual, mas a movimentação do Ciborgue é feia, com o rosto muito claramente “falso” em meio a tanto metal. Além disso, o CGI do filme como um todo não é lá muito bom, vide a sequência das Amazonas com bonecas Barbie voando para todo lado, a sequência do Flash ao final que parece feita pelo estagiário e outras coisas assim.

Abs,
Ritter.

Responder
Bøjack #ODonoDaVerdade 20 de março de 2021 - 03:03

vc ainda se supera no chatice, quando critica a sequência do flash que muito bem feita, muito tendencioso

planocritico 20 de março de 2021 - 05:03

Alguém não tem espelho em casa…

– Ritter.

Bøjack #ODonoDaVerdade 20 de março de 2021 - 03:17

o problema de vcs críticos em certos casos, é que as vezes querem fazer uma analise tão profunda de determinados elementos, que acaba se perdendo e sendo tão raso quando uma poça de chuva, ao ponto de desmerecer de forma baixa, um trabalho que foi feito com um tremendo esforço, ainda mais sabendo das circunstâncias envolvendo esse filme, tendo 6 meses pra ser finalizado, com 70 milhões (sendo esse não destinado totalmente para os efeitos)

planocritico 20 de março de 2021 - 05:03

Sim, esse é o nosso maior problema, você tem toda razão!

HAHAHAHAHAAHAHAHAAHAHAHAHAAHA

– Ritter.

Ruqui 20 de março de 2021 - 14:59

Camarada, é melhor então por coerência nunca na vida falar mal de qualquer filme, pois, querendo ou não, até mesmo Cats foi produzido com muitos de seus envolvidos acreditando que estavam fazendo o seu melhor.

planocritico 20 de março de 2021 - 20:20

Pois é…

Abs,
Ritter.

Ruqui 19 de março de 2021 - 19:28

Outro dia estava eu me perguntando, se é que existem, onde estavam os fãs adultos do Snyder tal qual alegam que são os seus filmes. Claro que é uma provocação barata sabendo que há gente mais esperta no meio, mas é vergonhoso demais que snydetes (não apenas, claro…), ao contrário do que apregoavam (sendo mais mito que realidade) sobre a fama dos nerds, como inteligentes reservados, sejam em seu grosso tão, sem qualquer suavidade na palavras, tão estúpidos. Claro que também não é uma crítica que se restringe a eles, lembro que lá na época do lançamento de Vingadores tinha alguns fãs da Marvel numa caçada às bruxas, os poucos críticos que não haviam gostado tanto assim do filme. É triste ter que dizer a maior parte dos apreciadores da cultura pop nerd é burra e faz questão de ser ser assim, tentando validar verdades tiradas das próprias cabeças em oposição a base e moral de conhecimentos diversos. Óbvio que muitos devem ser adolescentes ou jovens adultos naquela fase revoltada e arrogante que mal sabem, por exemplo, que uma crítica de cinema não é imparcial. Feito o desabafo, é ótimo que tenhamos um espaço moderado como este do Plano Crítico para debater saudavelmente, na maioria das vezes. rsrs

Sobre o filme, gostei bastante, ainda que com muitas considerações a fazer. É um bom filme. Na versão anterior cheguei a simpatizar um pouco com a escolha estética do cgi, mas com o tempo comecei a achar pavoroso. Não creio que poderia ser feito algo muito melhor porque simplesmente é algo que faz parte da assinatura do diretor. Um defeito que ele dificilmente vai reconsiderar no futuro e há quem goste. Até porque acredito que uma mudança nesse sentido deva vir por reflexão dele mesmo do que por palpite do público em sua arte. Mas faço faço questão de dizer que acho horrível. Penso que uns atores ali fantasiados de paradêmonios ficariam tão melhor, nem que fossem armaduras pretas. Sempre detestei a reformulação do visual dos parademonios nos Novos 52. Gostaria muito que no vindouro filme do Novos Deuses (se é que ainda vá acontecer), a diretora ignore tudo isso aí, mesmo com a possível pressão dos fãs do snyderverso.

O maior destaque pra mim, sem dúvida, é o bom trabalho no desenvolvimento dos personagens. Com 4h isso era mais que obrigação, mas é surpreendente que Snyder tenha conseguido acertar com todos eles, uma apresentação e interação muito mais decente que no corte do Whedom, sem falar da carga dramática. A trama do filme em si, por outro lado, embora tenha melhorado substancialmente, com motivações mais claras e outras explicações, por mais que o Lobo da Estepe aqui seja mais ameaçador e a ótima inclusão do Darkseid, ainda me soa insatisfatória. O Lobo da Estepe não deixou de ser um vilão genérico e pouco digno da Liga em sua busca. A adição do Caçador de Marte e daquele “sonho” são coisas que não me fazem nenhuma falta, considero a primeira aparição do Ajax (vou chamar assim) como Martha uma das coisas mais aleatórias no roteiro, pra não dizer vergonhosa e forçada pra atender o desejo de dcnauta que quer tudo enfiado numa filme não importa como.

Não tenho como negar que o clímax ficou muito melhor em termos de ação e interação entre membros da Liga. A abordagem, no entanto, é algo que vale discutir. Eu entendo a razão das mudanças do Whedom, por mais mal executadas que sejam e destoantes com filmes prévios. Porém, mesmo preferindo o que foi feito aqui na batalha desse final do Snyder Cut, não tenho como lamentar um pouco que a primeira vitória da liga contra um vilão que demandou sua união seja algo tão solitário e anônimo (porque a maioria deles ali são mesmo). Óbvio que o roteiro justifica melhor que em BvS o território livre de possíveis efeitos colaterais, mas um pouquinho de heroísmo clássico, uma maior proximidade com a humanidade a ser salva num momento de grande crise revelando assim seus protetores, para serem louvados após a batalha sem o cinismo inerente a linguagem do diretor num breve momento, ah isso seria muito legal.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 19:58

Vamos lá:

1. Sobre os “fãs”:

Esse seu comentário aqui resume tudo: “Óbvio que muitos devem ser adolescentes ou jovens adultos naquela fase revoltada e arrogante que mal sabem, por exemplo, que uma crítica de cinema não é imparcial.” Para mim, é exatamente isso, com esse pessoalmente sendo também mais vocal que o restante, fazendo um escarcéu ridículo toda vez que veem algo que não gosta, como a criança que tem uma bala negada pelos pais na loja de doces…

2. O CGI:

Concordo. Tudo exagerado e mal feito. O Ciborgue, para mim, é o exemplo máximo disso. Absolutamente tenebroso o que fizeram ali…

3. Desenvolvimento de personagens:

Melhor ponto do filme, mas com muito mais duração do que deveria ter, de toda forma.

4. Personagem “novo”:

TOTALMENTE DESNECESSÁRIO. Assim mesmo, com letras maiúsculas.

5. Lobo da Estepe:

Bota genérico nisso…

6. Clímax:

Totalmente de acordo. Melhor, mas não é isso tudo.

Abs,
Ritter.

Responder
Igor Tiago 19 de março de 2021 - 19:17

Ótima crítica, me surpreendi bastante com o filme, não sei se é porque minhas expectativas eram muito baixas mas gostei bastante, porém o filme é muito longo, ele flui até bem pelo tamanho que tem mas tem bastante coisa que poderia ser cortada e o filme continuaria o mesmo, parece que cada personagem tem umas duas ou 3 introduções, a cena das Amazonas protegendo a motherbox que tinha achado muito boa e cinética no filme original aqui ficou muuuito alongada, por algum motivo o Caçador de Marte está no filme, personagem que não faria falta nenhuma caso não estivesse e estando aqui machuca seu personagem pois ele poderia ser super útil na luta contra o Lobo da Estepe visto quão forte ele é mas preferiu ficar fingindo ser a Martha pra conversar com a Lois (outro núcleo todo desperdiçado esse do Superman, incluindo ele mesmo), as cenas nós laboratórios STAR, e as infindáveis referências ao Knightmare que beira a Fanfic.
Agora as partes boas aqui eu achei melhores do que os outros filmes dele no DCEU, amei aquela cena do Cyborg basicamente stalkeando aquela mulher com dificuldades financeiras (é uma pena que a narração não ajude muito) e toda a caracterização do Cyborg em geral que é basicamente o protagonista do filme, as cenas do Flash usando seus poderes, o Aquaman um pouco menos canastrão e sendo bem razoável em suas reservas sobre reviver o Superman e deixar o fardo de resolver tudo para o Cyborg que tinha acabado de perder o pai , e achei muito boa a pouca mais acertada participação do Darkseid e a mitologia criada sobre a batalha na terra.
No final achei o filme ok, mas bem melhor do que a versão de cinema

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 19:32

Obrigado, @igor_tiago:disqus !

Eu basicamente concordo com você em todos seus ótimos comentários. As únicas exceções são a sequência das Amazonas que achei melhor aqui e que esse filme é “bem melhor” que a versão de cinema. Mas isso é detalhe!

Abs,
Ritter.

Responder
Willian Alves De Almeida 21 de março de 2021 - 04:07

SPOILER

SPOILER

SPOILER

Amigo, sei que essa resenha é sem spoiler,mas o Silas Stone falece após o Sup ser revivido. Abraço

Responder
O Homem do QI200 19 de março de 2021 - 19:11

Achei um filmaço, me senti bastante satisfeito com esse longa. As únicas coisas que me incomodaram foram o excesso do slow motion, principalmente nas cenas do Flash e com as bolhas dentro da água para a interação dos personagens, isso não faz sentido. De resto, me diverti demais, Snyder é muito bom em cenas de ação e Flash e o Cyborg foram melhores desenvolvidos nessa versão. Eu realmente gostaria de ver uma sequência, mesmo não acreditando nisso.

Responder
Neo 19 de março de 2021 - 19:31

Eu sempre entendi as bolhas naquele caso foi uma forma da Mera ter uma conversa particular com o Momoa, sem interferência dos demais. Não que seja uma forma natural de falar, visto que só ela tem esse poder de controlar a água.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 19:50

Mas o Duende Verde não faz uma bolha também?

Abs,
Ritter.

Responder
O Homem do QI200 20 de março de 2021 - 01:23

Eu até poderia concordar se isso fosse um caso isolado com o Aquaman, mas não foi.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 19:43

Slow motion faz parte do DNA do Snyder, não tem jeito e ele saber usar bem o artifício mais batido do mundo. O que eu não gostei, ironicamente, foi o “fast forward” que ele usou na cena do terrorismo da Mulher-Maravilha…

Mesmo não tendo achado um filmaço, devo dizer que fiquei bem satisfeito também. Não sei se é porque eu esperava uma desgraça completa, mas acho que não, pois, com exceção de BvS, eu gosto do que o Snyder faz.

Abs,
Ritter.

Responder
Amanda Schmidt 19 de março de 2021 - 18:07

Ah, eu não tive problemas com a duração do filme, e olha que eu sou muito chata com duração de filme, dormi 70 vezes tentando ver O Irlandês, mas aqui achei o ritmo fluído. E fiquei especialmente feliz pela Mulher-Maravilha, que depois de ser tão mal tratada no filme do Whedon e em WW84, foi finalmente imponente e esperançosa como deve ser.

Só achei meio ruim o epílogo depois do discurso do Cyborg.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 18:20

Não é questão de dormir ou não. Eu não achei SnyderCut chato ou cansativo. Vi o filme em uma sentada só, sem nem ir ao banheiro, mas para mim ficou claro que tem duas horas de enrolação ali. Ou uma hora, sendo bondoso.

Diferente de O Irlandês, que não tem nada fora do lugar, nada além ou aquém do que deveria ter.

Abs,
Ritter.

Responder
Amanda Schmidt 19 de março de 2021 - 19:34

Eu não sei se entendi muito bem, tipo, eu não consigo me ver assistindo um filme, achando metade dele enrolação e não achando ele chato ou cansativo.

Se a enrolação não foi chata, e nem cansativa, então por que exatamente é enrolação?

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 19:49

Ué, um exemplo: os filmes do Michael Bay são PURA enrolação do começo ao fim, mas é uma enrolação tão cinética, com tanta pancadaria e tão bem dirigida (em regra) que, no final das contas, não dá para achar que é cansativo. Uma coisa é enrolar, outra bem diferente é deixar a câmera parada apontada para uma parede enquanto a tinta seca.

Abs,
Ritter.

Responder
Amanda Schmidt 20 de março de 2021 - 21:39

Nossa, eu acho os filmes dos Transformers a coisa mais cansativa de todas kkkkkk mas eu entendi, minha ideia do que é enrolação é só diferente da sua.

planocritico 21 de março de 2021 - 00:14

Tranquilo!

Abs,
Ritter.

Henrique Braga 19 de março de 2021 - 18:04

Eu acho que o grande problema da DC é a WARNER, ela dar liberdade, ela depois tira essa liberdade de seus diretores, a DC precisa de um rumo como a marvel fez, todos os filmes da marvel são bons? com certeza não, longe disso, mas tem uma linha e tiveram coragem de continuar. A DC deu essa liberdade pro synder eu acho que deveria ter ido até o fim, abraça o projeto e deixa acontecer, o problema da liga de 2017 pra mim é isso, são vários tons dentro de um filme que na minha opinião não flui. O synder tbm precisa rever alguns conceitos, mas essa versão dele é muito melhor do que aquela de 2017, ele assina o filme como “meu filme” e deixa pontas soltas na imaginação, achei a cena do coringa do caralho, apesar de somar em nada, mas gostei do texto. Fico imaginando a versão do ayer de esquadrão suicida sem a intervenção da WARNER, Gostei da critica, como sempre cirúrgico.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 18:22

Obrigado, meu caro.

Seu comentário é lúcido. Eu sempre achei que o grande problema dos filmes da DC é mesmo a Warner. A produtora NUNCA conseguiu parar, sentar, concordar com o rumo de seus filmes e encarar esse rumo sem ficar se preocupando com fãs e críticos. Tem que bancar a escolha e dar uma chance para o negócio engrenar.

Abs,
Ritter.

Responder
Cleison Miguel 19 de março de 2021 - 19:28

Não consigo dizer que os filmes da Marvel não são bons, pra mim, em sua maioria, são muito bons.
Há, evidentemente, uma semelhança entre todos, já que o Kevin administra tudo isso. Observe, contudo, que quando se deu alguma liberdade ao diretor, houve muita reclamação do público (vide Thor 3 que é divertidíssimo, mas com uma pegada mais humorística do que foi até mesmo Guardiões).
Quanto a coragem de seguir o caminho, essa fica fácil se cada capitulo gera muitos milhões de lucro para a produtora.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 20:00

Outro exemplo é Homem de Ferro 3. Todo mundo deu ataque, mas o filme é tecnicamente muito bom (ok, sei que só eu no mundo acha isso, mas paciência…).

Abs,
Ritter.

Responder
Cleison Miguel 20 de março de 2021 - 10:27

As armaduras explodindo como fogos de artifício foram piores, pra mim, do que o falso mandarim… Você está sozinho nessa meu caro.

Responder
planocritico 20 de março de 2021 - 20:21

Sozinho, mas CERTO!

HAHAHAAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAAHHAHA

Abs,
Ritter.

Cleison Miguel 23 de março de 2021 - 13:16

hahahahahahahahhahahaahaha… boa

Ruqui 19 de março de 2021 - 19:40

Olha, sobre o Ayer, até quero acreditar que ele tem um corte decente, mas os filmes que ele fez depois meio que depõem contra ele, ainda que eu ache Bright legalzinho.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 19:47

Zero de esperança sobre qualquer coisa do Ayer…

Abs,
Ritter.

Responder
BUGU 19 de março de 2021 - 17:07

Acabei de assistir e, como fã da Liga, fiquei profundamente desapontado com o filme. Acho a visão que o Snyder tem da equipe completamente deturpada. E fico triste que a maioria das pessoas que se dizem fãs são mais fãs do diretor do que dos personagens(tanto que chamar o filme de Snydercut é um desserviço à Liga). No mais, ele teve oportunidade de contar uma ótima história (já que teve quatro horas para isso) e ainda dizer que essa era a sua versão sendo que todos sabem que não é verdade e que ele, além de fazer novas filmagens ainda mudou muita coisa na pós produção como colocar Darkseid em cena no lugar do Lobo da Estepe e dizer que seria sempre assim. Sobre a trilha sonora também uma coisa horrenda, ficou parecendo trilha de novela com cada personagem tendo sua música tema que toca quando eles aparecem. Ficou ridículo! Espero que se sair um próximo filme coloquem nas mãos de um diretor mais competente.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 17:33

Mas como assim deturpada? Existem tantas versões da Liga, que não sei sei existe uma definitiva.

Sobre a trilha, ele acabou usando leit motifs dos outros filmes do Universo Cinematográfico DC como é comum em muitos filmes. Não tive grandes problemas com isso.

Abs,
Ritter.

Responder
BUGU 19 de março de 2021 - 20:26

Deturpada talvez não seja a palavra, mas isso dele querer que todos os personagens sejam sombrios o tempo inteiro igual outros filmes dele cansa bastante. Isso funciona com o Batman, mas não com os outros. Até o Flash, que ficou mais engraçadinho, não lembra em nada o Barry Allen. Sobre a trilha não foram só os leitmotifs que incomodaram. Aquela música que toca na cena em que o Barry aparece pela primeira vez salvando alguém no trânsito deixou tudo meio vergonha alheia. Isso na minha opinião. Acho o Snyder um ótimo diretor de fotografia. Ele consegue criar cenas grandiosas, mas não sabe encaixar todas pra criar uma narrativa convincente. Aquela cena do sonho do Batman (de novo)não tinha motivo pra estar lá. E isso do Batman ter poderes premonitórios? De onde tirou isso? Até o Ciborgue anda tendo esses sonhos. PQP!

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 20:31

Tá, eu aceito que a música do Flash em seu momento amorzinho foi péssima! Aliás, diria que aquele momento todo foi exagerado pacas…

Sobre o quanto Snyder faz seus heróis serem sombrios, é uma escolha estética, não tem jeito. Ele decidiu que quer assim e pronto e eu acho uma escolha válida DESDE QUE, em um universo plural, os filmes solo dos personagens (menos o Batman, lógico) tenham outra pegada. Por isso é que eu acho que dá para a “visão do Snyder” conviver com filmes como Shazam, por exemplo.

Sobre o sonho, concordo. Aquilo lá foi um teaser para o Snyder vender ideias para a produção recontratá-lo de vez. E nem vou falar de todo mundo ter sonhos premonitórios…

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 19 de março de 2021 - 17:03

SPOILER

SPOILER

SPOILER

SPOILER

Eu achei melhor que Ultimato, o filme basicamente é o mesmo de 2017 so que mais bem trabalhado contextualizando as coisas, me incomodou o excesso de slow motion, algumas cenas que nao precisava tipo as mina cantando quando o aquaman mergulha na agua, o caçador de marte (CGI muito fraco) aparece em duas cenas e nao agrega em nada, o Darksied achei que foi derrotado muito facil na batalha do flashback e o mesmo aparece no filme e nao luta contra a liga, seria muito mais epico se tivesse essa luta. A cena do epilogo seria foda se fosse verdade mas so era um sonho. Concordo com vc e dou 3 hals tambem.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 17:39

Ultimato é melhor de longe para mim, pois é como o bem pavimentado final de 22 estradas construídas (ou algo assim) ao longo de 10 anos. Não dá nem para começar a comparar com o Snydercut, na verdade.

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 19 de março de 2021 - 17:44

Nao comparei os filmes que veio antes, ultimato achei muito maçando boa parte do filme.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 17:56

Também não comparei, apenas disse que Ultimato é a última peça de um magistral quebra-cabeças. Ele não funciona sozinho, mas como essa última peça, é sensacional (e olha que eu prefiro Guerra Infinita…).

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 19 de março de 2021 - 18:12

Nisso concordamos, Guerra infinita é top 3 melhores filmes de super herois.

Johnny (Perfil desativado) 19 de março de 2021 - 16:31

SPOILER

SPOILER

SPOILER

SPOILER

Muito triste terem matado o lobo da estepe ela era fofinho

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 16:53

HAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Muito fofinho aquele Sonic prateado bombado…

Abs,
Ritter.

Responder
Thor Odinson 21 de março de 2021 - 15:26

Também não teria matado o Lobo da Estepe ou então feito de maneira diferente. O Superman raiz não ficaria dando porrada em um vilão já derrotado. Ele iria falar para desistir, ficar no chão, etc. Mas se o vilão o atacasse, daria um golpe para o nocautear e não mutilar ou matar. Depois pegaria o Lobo da Estepe (desmaiado) e jogaria nos pés do Darkseid e aí o Darkseid mandaria um raio ômega matando o seu tio (para quem não sabe, o Lobo da Estepe é tio do Darkseid nos quadrinhos).

Responder
Gustavo Rodrigues 19 de março de 2021 - 16:25

Sabe quando um aluno faz uma prova, vai mal, o professor corrige a prova na lousa e como ele é bonzinho ele aplica a mesma prova pro aluno na outra semana, e dessa vez o aluno tira uma nota 7 e todos em sua volta batem palmas pra ele. Isso é o snydercut. Um filme de 4 horas cheio de falhas que tinham nos filmes anteriores e que aqui não foram corrigidas, pelo contrário foram aumentadas, excesso de slow motion (muito mais que no filme da mulher maravilha), clipes estilo MTV (esquadrão suicida), e fã services que servem pra nada (BvS).
A real é que o filme é legal, mas será que ele seria bem recebido pela critica e publico se não tivesse como parâmetro o filme de 2017?

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 16:30

Sua comparação é dura, mas realista. É bem por aí mesmo.

Sobre sua pergunta ao final, impossível saber, mas eu queria muito ver como exatamente seria o SnyderCut se ele não fosse SnyderCut e sim o filme original de 2017. Mas nunca saberemos disso, pois, com o passar do tempo, o retorno a esse momento é impossível.

Abs,
Ritter.

Responder
cleverton 19 de março de 2021 - 16:16

Achei um filme bom, mas nada de espetacular. Eu particularmente por todo o marketing esperava muito mais do darkside e do sonho do batman, sonho final q claramente só foi filmado depois de snyder ler muita fic na internet

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 16:19

É o que achei também.

E eu não quis usar o termo “fanfic” na crítica para qualificar aquele epílogo de forma a evitar que as pessoas ficassem irritadas, mas é EXATAMENTE ISSO. Total vibe de fanfic…

Abs,
Ritter.

Responder
cleverton 19 de março de 2021 - 18:00

Ritter segurando termos pra n irritar os leitores? kkkk 2021 continua estranho

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 18:02

He, he. É que os ânimos já estavam acirrados demais ao redor desse filme e eu não quis colocar mais lenha na fogueira da galera do Snydeus, do visionário diretor, do filme mais importante do mundo e outros elogios superlativos e hilários que vejo por aí no pouco que navego…

Abs,
Ritter.

Responder
Fernando JG 20 de março de 2021 - 02:53

Eu também esperava muito mais do clube da Luluzinha. Metade do filme fiquei com a impressão de que já tinha visto antes, e a outra metade… bem… pelo menos teve uma porradaria boa!

Responder
Pedro Teixeira 19 de março de 2021 - 15:48

Achei MUITO melhor que o filme de 2017, o que não é tão difícil, mas também vi alguns problemas. Infelizmente hora a trilha sonora era incrível, hora era bem estranha. Sim, estou falando dos cantos que acompanhavam sempre a Diana aushasuahs
No geral acho esse filme o mais coeso e seguro da trilogia do Snyder na DC, e por isso mesmo acho que será o mais aclamado pelo público. Mas na real o meu prefiro ainda é Batman Vs Superman. Podem me julgar ausahshah

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 16:09

Não julgo! Eu não gosto de BvS e o SnyderCut tem tudo o que ele deveria ter para ser um grande filme, só que em quantidades boçais, o que o impede de ser um grande filme na minha concepção. Desses filmes da DC do Snyder (menos Watchmen, claro), fico com Homem de Aço ainda.

Abs,
Ritter.

Responder
Áqüila Peres 19 de março de 2021 - 15:41

Mesmo o filme tendo seus altos e baixos eu daria quatro estrelas.
Não gostei do Aquaman aparecendo do nada em meio a primeira luta da Liga contra o Lobo e ainda não conseguindo barrar aquela “aguinha”, pô, o cara é o rei dos mares!
Flash muito bom pois ele tenta se superar para ser alguém e dar orgulho para seu pais.
Mulher Maravilha muito bem mas a sua trilha sonora tirava todo o embalo legal que as cenas de ação estavam proprocionando.
Batman nota dez, gostei da sua posição de líder da Liga.
Ciborgue é o coração do filme, senti empatia com a sua história.
Não gostei do arco do Superman mesmo adorando a sua presença, sem ele a Liga não existe.
A cena da sua ressureição foi arrastada e mal explicada visualmente, na minha opinião seria legal vê-lo saindo da nave com a visão da Liga e não da Lois Lane, Lois que sinceramente deveria ser bem menos presente.
Lobo da Estepe ficou dez!
Darkseid dez!
Caçador de Marte dez! Mesmo sendo mal inserido.
A cena pós apocaliptica ficou foda mas só terá mais sentido para quem não gostou caso uma continuação seja produzida.

No geral, amei.
Os erros foram alguns furos de edição mas a história ficou sensacional!
Diversas vezes durante o filme eu comentava com minha esposa porque esse filme não deu certo em 2017…

Valeu galera!!!

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 15:49

Belos comentários! Eu fico é pensando como seria o SnyderCut se ele tivesse sido originalmente lançado em 2017. Consigo imaginar que, com o Snyder no comando de cabo a rabo, mas com as exigências de uma produção mais curta e enxuta para cinema, esse filme teria sido absolutamente fantástico.

Por isso é que eu acho que a Warner deveria dar outra chance ao cara para continuar o trabalho dele.

Abs,
Ritter.

Responder
Doc Zumbério 19 de março de 2021 - 16:10

SPOILER

SPOILER

SPOILER

SPOILER

SPOILER

Concordo aquiila,na cena do Caçador de marte eu fiquei triste que o Marciano se disfarçou de Martha pois tinha gostado do diálogo dela e da Lois.

Responder
Luiz Santiago 19 de março de 2021 - 14:50

OLHA AQUI MOCINHO

COMO VOCÊ SE ATREVE A NÃO DAR NOTA MÁXIMA PARA ESSA OBRA PRIMA

COM CERTEZA VOCÊ É UM CRÍTICO ARROMBADO BOSTA LIXO PREPOTENTE DO CARALHO DE UM SITE DE OBSCURO E DE NICHO QUE É PAGO PELA MARVEL

APAGA E FAZ DE NOVO ESSA CRÍTICA

Responder
Ítalo Gabriel 19 de março de 2021 - 15:36

Luiz, sabe o que mais me assusta é que tem pessoas comentando exatamente dessa forma, só que levando a sério ‘-‘

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 15:51

Triste isso. Há um fanatismo mais saliente hoje em dia por qualquer coisa, de política a filmes e séries de TV que me deixa sem vontade alguma de acessar redes sociais. Aliás, eu não acesso a não ser unicamente para fins do site…

Abs,
Ritter.

Responder
Doc Zumbério 19 de março de 2021 - 16:09

Luiz o que você achou e qual a sua nota.

Responder
Luiz Santiago 19 de março de 2021 - 16:13

Eu nem vi, véi. 0% de interesse. Talvez lá em dezembro, quando tiver de saco cheio do ano e quiser algo pra babar verde e esquecer que existe planeta Terra, aí possivelmente eu verei isso. HAHHAHAAHAHAHHAHAHAHAHAHAHA

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 16:17

Mentira! Sei que você acordou às 5 da manhã de ontem para ver e já está revendo pela terceira vez agora!!!

FALE A VERDADE!!!!!!!

Abs,
Ritter, o Desmascarador.

Responder
Guilherme Gomes 19 de março de 2021 - 18:30

Vc já viu essa obra prima umas cinco vezes no mínimo e já está atrás das imagens pra colocar como poster e papel de parede de celular e computador, não nos engane!!!

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 18:38

Isso aí! Não tem mais como esconder!!!

Abs,
Ritter.

Luiz Santiago 19 de março de 2021 - 20:36

Intriga da oposição!

Luiz Santiago 19 de março de 2021 - 20:36

Oh, não, fui descoberto! MALDITO!

Cleison Miguel 19 de março de 2021 - 19:20

tô nessa

Responder
Luiz Lima 19 de março de 2021 - 18:32

Caramba, você praticamente fez um resumo em poucas linhas de todos os comentários histéricos que os fãs do Snyder fizeram contra o Hessel por causa da crítica dele ao filme…kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 18:39

Ele falou negativamente do filme? Se sim, realmente coitado do cara…

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Lima 19 de março de 2021 - 18:47

Olha o título da crítica: “Liga da Justiça de Zack Snyder convida a experimentar o tédio dos deuses”

Ele não escreveu nada demais, mas deu dois ovos e isso foi o bastante pra render quase uns 800 comentários de puro ódio. Comecei a ler alguns mas logo cansei. Muito chilique por pouca coisa.

O pessoal pistolou também porque anos atrás ele tinha dado uma nota alta pra BvS.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 18:58

He, he. Chilique demais mesmo.

Nunca mais li críticas dele, mas o que já li do Hessel eu gostei. Ele normalmente sabe argumentar e justificar sua visão.

A galerinha histérica trata seus filmes favoritos como seus próprios filhos, o que é, diria, um leve exagero…

Abs,
Ritter.

Luiz Lima 19 de março de 2021 - 20:39

De vez em quando eu acho que ele tenta refinar demais uma crítica. Fica usando conceitos filosóficos, econômicos etc., aí acaba perdendo o fio da meada, mas ele escreve bem. Eu gostei dessa que você fez porque vai direto ao ponto e também tem um bom toque de humor (várias vezes eu ri enquanto lia).

O texto do Hessel sobre o Snydercut é cheio dessas referências filosóficas que eu falei, mas se você ler inteira ela não foge muito do que vem sendo falado por todos. O problema é que as pessoas só olham pra quantidade de “ovos” que ele deu e já criam hate gratuito. Aposto que nem 1/10 leu o que ele escreveu e já pulou direto pra nota.

planocritico 19 de março de 2021 - 20:50

Obrigado pelos elogios, @disqus_YM37ca63s4:disqus !

Sobre a quantidade de “ovos” ou “estrelas” ou, melhor de tudo, “HALs”, me irrita muito quem olha só para isso e tira conclusões automáticas. Dá muita vontade de eliminar a classificação, mas a grande verdade é que ela tem sua função…

Abs,
Ritter.

Cleison Miguel 19 de março de 2021 - 19:19

hahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha…. eu sou o único que estou com preguiça de ver esse filme (sim, eu assistirei, mas o sentimento agora é esse)?

Já que é uma série, seria possível que o critico – não espero menos desse site – indique os momentos de parar e voltar na semana seguinte? Divide em 4, tá bom. Obrigado… rs

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 19:29

O Snyder foi bonzinho e já fez isso! Está dividido em seis capítulos + epílogo! Dá para ver um por dia ou um por semana…

Abs,
Ritter.

Responder
Cleison Miguel 20 de março de 2021 - 10:25

Snydergod onisciente, já adivinhou nossas necessidades… rs

Responder
planocritico 20 de março de 2021 - 20:23

No fundo, ELE SABE que o filme não deveria ter tido 4 horas…

Abs,
Ritter.

Carlos Faria 20 de março de 2021 - 21:18

Na primeira vez assisti assim! Dei 3 paradas quando terminava um capitulo para assistir depois pelo começo do outro. Aparentemente ele tinha reorganizado o filme para série mesmo, mas a Warner mais uma vez estragou tocando o f***** para o projeto e colocando para lançar como filme mesmo e esforço de publicidade nenhuma. Nisso também tem de se levar em conta na crítica que é um filme pensado para o streaming em que não necessariamente precisa assistir sem pausas. Se fosse para ser um lançamento comum no cinema o próprio Snyder editaria o material de forma diferente.

Responder
planocritico 21 de março de 2021 - 00:15

Filme é filme. Se é pensado para o streaming, eu não levo em consideração. Se é para ser série, aí tudo bem, mas lançaram como filme, então o ônus é de filme, não de série. É assim que penso e encaro a coisa, tanto que vi as 4 horas seguidas, sem pausa nem para banheiro como eu faço com todos os filmes que assisto (sim, sou chato pacas com isso!).

Abs,
Ritter.

Carlos Faria 21 de março de 2021 - 02:37

É um critério e te entendo, Ritter, afinal sou formado cinematograficamente como rato de cineclube que acha até beber água na exibição de um filme numa sala de cinema sacrilégio. Por outro lado, a plataforma de exibição e recursos que possibilitam, assim como a cultura dos usuários influenciam no resultado que uma obra é feita, podendo levar a interessantes reflexões. Só houve a confirmação como filme em 18 de janeiro, exatos dois meses do lançamento que havia sido anunciado em agosto. Achei uma entrevista dele agora que diz que houve essa mudança por problemas contratuais, já que mudar para série mudava o status para algo como programa de TV e isso geraria problemas. Aparentemente ele não quis mudar muito na estrutura já trabalhada na edição, deixando meio hibrido o formato, ajudando gente como o amigo Cleison aí (e eu também que preferi não torturar a bexiga já que “Deus” assim permitiu rsrsrs).

Doc Zumbério 19 de março de 2021 - 14:41

Ah Ritter,se não me engano na cena aonde SPOILER:o cyborg tem uma visão do futuro,aparece um lanterna verde morto na cena aonde o Superman segura a cabeça do batman.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 15:51

Realmente não lembro, mas pode ser!

Abs,
Ritter.

Responder
Doc Zumbério 19 de março de 2021 - 16:07

Tirei print e sim tem um,mais não consegui reconhecer quem é,olha aí a foto.
https://uploads.disquscdn.com/images/1b47986ed38dc77fe3bddeceb44c764f50149664e200769b844cdb29c7695942.jpg

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 16:17

Bacana!

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Almeida 19 de março de 2021 - 16:58

É o Kilowog

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 17:40

Tadinho dele! O único legal!

HAHAHAHAAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Ítalo Gabriel 19 de março de 2021 - 14:20

Eu confesso para você que não sou essa de restaurar o universo do Zack Snyder. Para mim pode acabar aí que tava ótimo, aquele epílogo principalmente a cena do Coringa é o que eu mais tenho medo no Zack Snyder, ele gosta de inventar e a maioria dessas coisas são extremamente aleatórias. Sempre tem uma cena em que ele Jura que tá arrasando, em Batman vs Superman é a da Marta e aqui nesse filme é a do Coringa que constrangedora de ruim, sai do filme com um gosto amargo por causa dessa maldita cena. Pqp

Eu gosto do filme de 2017 e gosto mais desse daqui mas não acho esse diretor a pessoa certa para puxar a carruagem da DC

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 14:28

He, he. Entendo seu ponto. Mas tudo depende de como a coisa seria desenvolvida. Achei a cena fraca mesmo, mas conceitualmente pode sair coisa boa dali.

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Almeida 19 de março de 2021 - 17:06

Eu acho a abordagem do Snyder muito “edgy” por falta de expressão melhor em português, e aquela cena do Coringa é o ápice disso e também as cenas em câmera lenta a toda hora (parece uma leva de filmes que veio depois de Matrix e o recurso virou “moda”). Eu sempre acho que ele está agindo igual aos diretores de X-men lá atrás que decidiram que era uma boa colocar o uniforme de todo mundo em couro pra passar uma imagem mais “adulta” ou se distanciar dos quadrinhos porém já fazem 20 anos dos X-men e o filme da liga é recente né

Responder
pabloREM 19 de março de 2021 - 13:52

Ainda não vi, mas verei obviamente pelo meu carinho pelos personagens (no momento estou assistindo a animação Justice League Action), mas agora que acabou a DC poderia dar a volta por cima e fazer o que deveria ter feito desde o começo: criar um filme da Liga da Justiça baseado na série do início dos anos 2000.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 14:08

Veja sim, vale a pena!

Abs,
Ritter.

Responder
Nellio Vinicius 19 de março de 2021 - 13:50

Eu achei melhor que o de 2017, que para mim era regular para baixo, essa é bom para cima, melhorou o anterior, o Batman está mais respeitável, o arco do ciborgue, muito bom, o resto continua igual, e o Flash apesar da SPOILER, ele continua não funcionando para mim, preferia o Flash malandro das animações do que esse todo assustado. Lobo da estepe parece um vilão de fato e não mais um pobre coitado falando “Moooother”, o Darkseid, ainda bem, que só teve cena histórica, tinha medo que acabassem com ele nesse filme, agora um detalhe é que

SPOILER

SPOILER

SPOILER

SPOILER

o Ares detonou o Darkseid literalmente, e a Diana derrotou o Ares, por conseguinte, a Mulher Maravilha, em tese, deveria também derrotar o Lobo da Estepe facilmente, não ficou coerente isso para mim pelo menos.
Obs. 1; Desnecessário aqueles clipes no meio do filme, como o do Aquaman.
Obs. 2: Quero um filme daquele sonho/universo paralelo do Batman no fim do filme, uma união Batman, Coringa e Exterminador, quero um filme pra ontem.
Obs. 3: Seria interessante um filme no estilo do Snyder sobre o Império Thanagariano, introduzindo a mulher-gavião.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 14:08

Acho os dois bons, mas o Snydercut tem “viés de alta”, por assim dizer e o de 2017 viés de baixa.

Abs,
Ritter.

Responder
Flavio Batista Dos Santos 19 de março de 2021 - 15:43

Eu acho q na epoca em que a Diana derrotou o Ares ele nao estaria mais fraco em relacao a dita “Era de Ouro dos herois”?

Responder
Willian Alves De Almeida 21 de março de 2021 - 04:29

Quem detonou o Uxas (Darkseid antes da sanção Omega) foi o relâmpago de Zeus,o Área só terminou o serviço.

Responder
Groot 19 de março de 2021 - 13:34

Eu como fã, amei o filme de verdade, mesmo reconhecendo seus defeitos, apenas uma coisa que justifico é a longa duração, Snyder e os fãs lutaram para que esse filme fosse lançado, então acho que seria injusto se o Snyder não lançasse praticamente todas as cenas que ele gravou, mesmo as que não precisam estar no filme ( como aquele diálogo do Bruce e do Alfred após ele descer do helicóptero), se fosse para ir no cinema, certeza que essa e outras cenas seriam cortadas ou reduzidas, nessa brincadeira de cortar segundos de cada cena, acho que daria um pouco menos de 3 horas de duração, caso um lançamento futuro nos cinemas se torne provável.

PS: as cenas adicionais que o Snyder gravou em outubro são aquelas que preparam terreno para uma sequência no final, não acho que foi malandragem dele isso, até pq, a Warner liberou os 70 milhões pra ele gravar essas cenas e finalizar os efeitos, então ela sabe o que ele ia fazer, por isso acho que uma sequência é mais provável do que parece, ninguém investe (mais) 70 milhões a toa.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 13:48

@luanpinheiroo:disqus , não acho que as cenas adicionais foram malandragem. Eu apenas acho que elas não têm lugar no filme, ainda que eu entenda sua função. Seja como for, eu estou com você: há uma chance razoável de o Snyderverse voltar de alguma forma e eu, como disse na crítica, gostaria muito disso!

Abs,
Ritter.

Responder
Giancarlo 19 de março de 2021 - 14:16

Ótima e coerente observação. Concordo plenamente contigo, Árvore Man. Assisti o anterior antes, de novo, para comparação. Continuo achando beem mediano. O Snyder Cut é muitíssimo melhor. Se for para o cinema (com menor duração, óbvio), verei de novo. Abraços.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 14:29

Até porque, na televisão, a escolha do Snyder de usar proporção 4:3 foi bem infeliz. No IMAX, por outro lado, seria lindo…

Abs,
Ritter.

Responder
Wes 19 de março de 2021 - 13:13

Sei que não existe crítica imparcial até por que ninguém é um robô pra desligar as emoções e analisar um filme sem colocar o lado pessoal um pouco, mas não compreendo esse filme ter a mesma nota que o de 2017

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 13:50

Cada “nota” de filme precisa ser vista de maneira absoluta e não relativa. Dois filmes cinco estrelas não quer dizer que os dois são absolutamente equivalentes.

Mas eu vejo muitos defeitos no SnyderCut, assim como eu vejo muitos defeitos na versão do Whedon. São defeitos de ordens diferentes, mas são defeitos e problemas sérios.

Abs,
Ritter.

Responder
Wes 19 de março de 2021 - 17:56

então mas esse exemplo de “dois filmes cinco estrelas não quer dizer que os dois são absolutamente equivalentes” meio que não cabe aqui sendo que esse é o “mesmo” filme de 2017

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 18:00

Não tem diferença de conceito. Blade Runner tem cinco versões, todas elas muito mais o “mesmo” filme que SnyderCut e WhedonCut são e mesmo assim eu fiz críticas separadas, com notas separadas, olhando cada filme de forma absoluta e não relativa.

Mas não estou dizendo que você não pode estabelecer a comparação. Claro que pode. Eu apenas digo que, mesmo com notas iguais, SnyderCut é o melhor filme. Tudo depende do que está escrito (ainda que, no caso, você não conseguirá ler minha crítica do filme de 2017, pois não a fiz).

Abs,
Ritter.

Responder
Cahê Gündel 🇦🇹 USEM PFF2 19 de março de 2021 - 13:05

Tava querendo assistir, mas depois desse texto vou deixar pra outro momento, já que eu confio no gosto do Ritter hahaha filme de 4 horas tem que ser impecável, e pelo visto não é o caso aqui. Uma pena.

E uma pequena correção: saiu Ingrid Bergman, ao invés de Ingmar, ali no terceiro parágrafo 🙂

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 13:52

@cahegundel:disqus , olha, eu acho que vale pela curiosidade. Além disso, o Snyder espertamente dividiu o filme em seis capítulos (com intertítulo inclusive) e mais um epílogo, pelo que é perfeitamente possível vê-lo ao longo de dias, em doses homeopáticas. Mas impecável o filme não é de toda forma.

Sobre a Ingrid, isso é o que dá escrever texto de madrugada! Valeu!

Abs,
Ritter.

Responder
Beto Magnun 19 de março de 2021 - 13:03

242 minutos… 120 deve ser só de slow motion. Quem sabe num futuro em assista esse troço em doses homeopáticas.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 13:54

O Snyder já facilita a vida ao dividir o filme em seis capítulos + epílogo. Vale tentar!

Abs,
Ritter.

Responder
Nightmare 19 de março de 2021 - 13:01

Eu acho que sou o único que gostaria que o filme fosse mais longo.. kkkkkkkkkkk Pra mim o tempo passou bem rápido, fico triste que não teremos uma continuação.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 13:56

Como eu disse na crítica, estou de acordo. Ele deveria ter sido mais longo e ter sido lançado REALMENTE como minissérie de 6 ou 8 episódios de uma hora. Seria potencialmente outra coisa MESMO e não só a mesma coisa com muito mais cenas, por assim dizer.

Abs,
Ritter.

Responder
Doc Zumbério 19 de março de 2021 - 14:32

Ele ia ser lançado como minissérie,mais a Warner não quis.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 14:41

O Snyder meio que deu o jeitinho dele, dividindo o filme em capítulos como o Tarantino! Mas se eu fosse produtor da Warner, teria investido ainda mais e feito uma minissérie maior do que “só” quatro horas.

Abs,
Ritter.

Responder
Doc Zumbério 19 de março de 2021 - 15:13

Problema é a que a warner ficou boicotando o Filme do snyder.
Primeiro:Não fizeram nenhum marketing pra essa versão do snyder(Único marketing é os Brinquedos que estão sendo feitos pela Macfarlane toys)
Segundo:No dia que lançaram o teaser da Mulher maravilha,vazaram o teaser do darkseid que provavelmente teria sido o ultimo teaser e um critico de cinema quebrou o embargo e fez uma critica sobre o snydercut depois apagou mais o pessoal tirou print.
Terceiro:No dia que era pra exibir o filme do Tom e Jerry exibiram o filme do Snydercut adiantado e claro depois disso o pessoal vazou spoilers sobre o filme na net(E quem distribuiu o filme pra hbo foi a warner).
E se não me engano houve uma declaração de um funcionário anónimo da Warner que revelou que a própria Warner já tinha visto a versão do Whedon muito antes de lançar o filme em 2017 e que a própria não gostou de algumas coisas que viu no filme mais quis lançar mesmo assim.

planocritico 19 de março de 2021 - 15:53

Soube disso, mas é estranho considerando o investimento feito em algo com retorno certo MESMO que o resultado fosse um lixo total…

Abs,
Ritter.

Wellington Silveira Tejo 19 de março de 2021 - 12:53

Rapaz, eu achei esse muito superior ao filme de 2017. É claro que sofre dos problemas de todo filme do Snyder (cenas lentas e repetitivas que poderiam ser “enxugadas” para ganhar tempo), mas ainda sim é muito melhor. Cyborg e Flash tem ótimas histórias e o Flash salva o dia!
Evidente que o filme seria melhor se tivesse uma montagem mais cuidadosa, principalmente nas primeiras horas – algumas cenas colocas em outra sequência dariam fluidez, e a cena de abertura com o grito do Superman ecoando e ativando as caixas, é muuuuito longa – mas não fiquei cansado com o filme em momento algum. Achei muito competente. E poderiam continuar a história com a ideia dele para Liga 2 e 3, mas sem aquele “detalhe” de quem é o pai do filho da Lois.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 13:57

Não fiquei cansado também não, mas para eu me cansar com algum filme ele precisa ser sobre tinta secando. O Snyder é competente pacas e eu só fico imaginando como seria o SnyderCut na versão que teria chegado aos cinemas se a tragédia não se abatesse e se a Warner não se metesse muito…

Abs,
Ritter.

Responder
Diego/SM 19 de março de 2021 - 12:31

Putz, revi o “original” esses dias… gostei (da primeira vez – e continuei gostando desta), mas aí não, não vou ter fôlego para essa nova versão de 4 horas, não tão cedo assim (ou quem sabe, só por curiosidade, até encaro – mas pulo direto para os últimos 20 ou 30 minutos, que, pelo que entendi, seriam a cereja no novo bolo) hehehe

Responder
Wes 19 de março de 2021 - 13:50

não faça isso cara, assista que nem uma minisséria então, mas não faça isso

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 14:09

Foi o que disse para ele!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 13:58

@diego_sm:disqus , olha, eu acho que vale tentar. Não tem pressa, claro, e o Snyder faz algo bacana que é efetivamente dividir o filme em seis capítulos + epílogo. Dá tranquilamente para ver ao longo de alguns dias como uma minissérie, ainda que não seja exatamente uma minissérie.

Abs,
Ritter.

Responder
Artur Montenegro 19 de março de 2021 - 11:45

Levei pouco mais de 7 horas para concluir o filme, hahaha. Sinceramente, quem hoje em dia tem 4 horas livres (seguidas) para assistir o filme? Difícil…mas realmente deu para sentir o tom que snyder quis dar ao filme. Algumas coisas foram bem mais explicadas e redondinhas do que no filme de 2017. Gostei do destaque que a história do Ciborgue recebeu e o final do terceiro ato é bem mais emocionante.Também gostei muito mais dessa versão do Lobo da Estepe. Excelente texto!

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 13:59

Se em quatro horas o Snyder não conseguisse explicar tudo à exaustão, ele seria muito incompetente. Mas eu concordo: ele conseguiu imprimir o tom dele direitinho e ficou mais redondo do que o filme de 2017, ainda que ele não precisasse desse tempo todo para isso…

E obrigado!

Abs,
Ritter.

Responder
Bernardo Barroso Neto 19 de março de 2021 - 10:11

Eu gostei do filme mais do que você. Tem seus problemas eu reconheço, também concordo que ele poderia ser mais curto. Mas para mim é bem mais redondo do que aquilo que foi pro cinema que me pareceu uma concha de retalhos. Eu daria 4 estrelas.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 14:01

Eu te entendo perfeitamente. Eu acho que o filme foi apenas mais explicado (não poderia ser diferente, diante das 4 horas de duração), mas não tão diferente assim do que chegou ao cinema se realmente espremermos sua essência e esquecermos coisas como momento amorzinho do Flash e aquele epílogo que parece outro filme.

Abs,
Ritter.

Responder
Bernardo Barroso Neto 19 de março de 2021 - 18:29

A coisa que mais me incomodou foi o epilogo mesmo. Achei que ficou deslocado do filme.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 18:37

Muito deslocado. Foi o momento “olha só como sou genial e ousado”…

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Vila Nova 19 de março de 2021 - 06:58

A nova Liga da Justiça corrige uma tonelada de coisas erradas com o original. Barry Allen não é mais um fracote que precisa que Batman diga a ele como salvar pessoas! Eles também mostram que ele era um herói muito antes de Batman o encontrar.

O filme também torna a ressurreição do Superman muito mais uma ideia de grupo e não apenas Bruce Wayne.

Portanto, este filme faz muito mais do que apenas justiça para Cyborg. Ele corrige muito mais e adiciona profundidade à história! Você também sabe o que são as caixas-mãe e por que eles também precisam delas.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 14:02

Entendo seus pontos perfeitamente, mas não sei se isso faz do Snydercut um filme tão melhor que o de 2017 não. Esses aspectos que você levantou – importância de personagens – parecem-me muito mais desejos de fãs (e não tem nada de errado nisso!) do que algo que seja narrativamente relevante.

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Vila Nova 19 de março de 2021 - 06:56

Foi ótimo. O tempo passou muito rápido porque sempre havia algo acontecendo com apenas alguns momentos de silêncio aqui e ali.

O original era como um bolo sem glacê. Pessoas fazendo coisas que não faziam sentido. Personagens que existiram por pouco tempo e tive a sensação de que havia algo mais “faltando” neles.

Isso preencheu todos os espaços em branco, houve muita ação, foi uma história completa. Não me interpretem mal, houve momentos em que era um pouco demais que poderia ter ficado no chão da sala de edição.

No entanto, está claro que o problema de Joss era não saber quem qualquer um desses personagens realmente era, não pensar que precisávamos saber e escolher as coisas erradas para cortar.

A maior diferença é que Cyborg e Flash foram tratados igualmente para Batman, Aquaman e Mulher Maravilha, o que é necessário aqui, já que ambos desempenham um papel na derrota de seu inimigo final e o arco de Cyborg, especialmente, é o coração e a alma do filme.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 14:04

Houve maior equilíbrio entre os personagens, fato. Mas esses papeis estendidos, se pensarmos friamente, continuaram sendo partículas expletivas ou soluções na base do deus ex machina.

Abs,
Ritter.

Responder
Lenin Pessoto 19 de março de 2021 - 04:54

Qualquer coisa: a
Zack Snyder: opa vo buta uma camera lenta.

De qualquer forma, só por ter uma personalidade definida, já é melhor que o de 2017.
Vou esperar o post com spoiler pra dizer mais sobre o que achei dessa odisseia.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 04:58

Pode dizer aqui. Eu marco com spoiler e aí vamos conversando!

Abs,
Ritter.

Responder
Star_Killer 19 de março de 2021 - 04:34

Acabei de assistir e enquanto que eu daria uma nota 2 pra versão de cinema, esse eu daria nota 4, pra mim melhorou muito mesmo! Acho pouco provavel de acontecer, mas gostaria de ver uma continuação desse snyderverse, não diria que é impossivel (só a existência do snydercut é um exemplo que nada é impossivel kkkk), digo porque os filmes seguintes ao Liga tiveram tons muito diferentes e a DC parece estar seguindo um caminho diferente para o DCU agora, e sinceramente nao curti esses filmes mais recentes, como Shazam, Arlequina e WW84, se fosse pra escolher prefiro mil vezes que dessem continuidade no trabalho do Snyder.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 04:41

Como filmes, eles são muito parecidos. Acho o SnyderCut melhor do que o de 2017, mas por uma margem ínfima. E eu acho que dá para perfeitamente seguir adiante com as ideias de Snyder. O fato de haver filmes mais “leves” do UCDC cria variedade, não incompatibilidade.

Abs,
Ritter.

Responder
Vitor Guerra 19 de março de 2021 - 04:27

Eu gostei do filme, o maior merito dele pra mim é ter 4 horas mas ser muito pouco cansativo já me cansei mais vendo episodio de serie de 30 minutos.

SPOILER ABAIXO

SPOILER ABAIXO

SPOILER ABAIXO

Cena favorita: “Pai seja o que acontecer quero que saiba que seu filho estava entre eles, os melhores entre os melhores” e o que ele fez depois disso, incrivel e emocionante.
Pior cena: Revelando que a Martha depois da conversa com a Lois era o Caçador de Marte, tirou todo o peso da cena que antes era muito boa, tinha formas melhores de apresentar o personagem.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 04:39

O problema do filme não é a duração para mim, mas o que o Snyder faz com a duração, ou seja, com ele a justifica para além do fan service.

Sobre o personagem cuja introdução você não gostou, o que eu me pergunto é PARA QUE ele foi introduzido? Esse é um exemplo do que Snyder faz com a duração…

Abs,
Ritter.

Responder
Doc Zumbério 19 de março de 2021 - 04:15

Ritter não sei se você sabe,mais originalmente teria o Jonh Stewart no filme mais a Warner proibiu o snyder de usar os lanternas assim como ela proibiu o superman ter barba e mullet.

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 04:19

Olha, é completamente desnecessário ter John Stewart no filme ou, aliás, qualquer outro super-herói que não sejam os seis da Liga. Já tem personagem demais!

Sobre Superman de barba e mullet, AINDA BEM que a Warner vetou…

Abs,
Ritter.

Responder
Doc Zumbério 19 de março de 2021 - 04:21

Ah mais eu queria ver meu Cavil barbudo kkkkkkkkk

Boa noite e Abs,
Doc Zumbério.

Responder
Doc Zumbério 19 de março de 2021 - 14:36

Ih Ritter parece que os trolls aqui do site não gostaram do que eu comentei e deram downvote kkkkkkk

Responder
planocritico 19 de março de 2021 - 14:39

Cara, peço desculpas por eles… Eu não tenho ideia porque tem gente que se dá ao trabalho de dar downvote e, pior, sem sequer escrever para explicar ou tentar conversar…

Abs,
Ritter.

Responder

Escreva um comentário

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Presumimos que esteja de acordo com a prática, mas você poderá eleger não permitir esse uso. Aceito Leia Mais