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Crítica | Logan (Com Spoilers)

por Guilherme Coral
460 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 5,0

  • Leia apenas se já tiver assistido o filme, nossa crítica sem spoilers pode ser acessada aqui. Nosso Entenda Melhor com referências e easter-eggs pode ser lido aqui.

A era dos super-heróis no audiovisual caminha com todas as suas forças, com filmes que, a cada ano, ocupam seu lugar dentre as maiores bilheterias e seriados que, sejam da NetflixFox ou CW, mantém suas audiências praticamente inabaladas. O triste fato, porém, permanece de que há uma preocupação maior em que a obra se encaixe com outras do mesmo universo do que com sua qualidade em si – afinal, seja bom ou ruim, tal produto será consumido de qualquer forma. É o abandono do blockbuster com traços de cinema autoral, a favor de uma estrutura formulaica, pasteurizada, que, infelizmente, reflete e, ao mesmo tempo, influencia os próprios quadrinhos.

Como não olhar para trás e sentir falta de obras realizadas por autores, que apenas queriam nos trazer sua visão de determinado personagem das páginas ilustradas para as telonas? Filmes como Batman BeginsHomem-Aranha ou até mesmo o controverso Homem de Aço não existem mais, foram transformados em apenas peças de grandes quebra-cabeças, sem qualquer esperança de algum dia vermos o quadro completo, visto que, de ano em ano, temos mais obras desses universos cinematográficos anunciadas. Embora ninguém tivesse ideia do que isso se tornaria, foi X-Men: O Filme, lá em 2000, que abriu as comportas para essas produções.

Com isso em mente fica bastante claro o peso que Logan carrega em suas costas: trata-se da despedida de um personagem apresentado há dezessete anos, do mutante que fora o protagonista da primeira adaptação de toda essa nova onda cinematográfica, um personagem que, vivido por Hugh Jackman, vimos evoluir e envelhecer ao longo de todos esses anos. Se olharmos além da magia do cinema, é um resumo de toda a trajetória do ator, que, à época do lançamento do primeiro filme, ainda era inexperiente, com apenas três longas em seu currículo e que, agora, conta com mais de quarenta, incluindo protagonismo em obras de destaque como Os SuspeitosOs Miseráveis. Levando em conta toda essa história, carregada tanto por Wolverine quanto por Jackman, é gratificante enxergar que o terceiro filme solo do personagem assume uma postura mais autoral.

Dito isso, Logan não é para ser encarado como parte de um universo cinematográfico, mais uma entrada nessa mitologia extensa (e confusa) dos mutantes nos cinemas e sim como algo à parte, um longa sobre a despedida de Wolverine como o conhecemos, que, apesar de levar em conta o que veio antes, funciona perfeitamente por si só, requisitando apenas o conhecimento básico da mitologia dos X-Men, que já está mais que encrustado na cultura pop.

A trama se passa em 2029, um futuro no qual os mutantes estão em extinção e os X-Men não mais existem. Logan (Hugh Jackman), cujo fator de cura não funciona mais como antes, trabalha como motorista de limousine, sustenta e cuida de Charles Xavier (Patrick Stewart), que sofre de alguma doença, possivelmente Alzheimer, precisando tomar remédios para controlar seus poderes, que disparam involuntariamente. Ao lado do Carcaju, nessa empreitada, temos Caliban (Stephen Merchant), um dos poucos mutantes que sobraram. Todo esse cenário se altera, contudo, quando uma mulher se aproxima de Wolverine pedindo para que ele leve a menina Laura Kinney (Dafne Keen) para o norte a um lugar conhecido apenas como Utopia. Relutante de início, Logan é deixado sem escolhas quando o grupo de mercenários, liderados por Donald Pierce (Boyd Holbrook), aparece atrás da garota.

A obra desde cedo estabelece um tom melancólico em sua narrativa – de início já vemos o protagonista calejado, envelhecido, com aparência mal-cuidada e repleto de cicatrizes. James Mangold, que também dirigira Wolverine: Imortal, assina o projeto e não tem medo de esconder que essa é uma história para adultos. Existe uma ampla brutalidade e crueza nas sequências de ação, que funcionam para transmitir o tom de urgência do texto e a decadência desse universo. Sob muitos aspectos sentimos como se estivéssemos em um faroeste revisionista, algo reiterado pelas paisagens desérticas que ocupam a maior parte da projeção. Com isso entendemos que, de fato, ninguém está a salvo: Wolverine não é mais aquele mutante invencível, é um homem que, a cada vez que libera suas garras, sentimos sua dor.

Ao mesmo tempo sentimos um forte teor saudosista. Enxergamos esse universo como um futuro distópico melancólico e não podemos deixar de imaginar o que acontecera com os X-Men e os outros dessa raça, que foram extintos repentinamente. Olhar para Logan e Charles Xavier é quase como ver um retrato da derrota, de um sonho quebrado. Laura serve, portanto, como uma nova esperança, é o novo tomando lugar do velho, que deve deixar de existir. Vemos nela, com clareza, um Wolverine mais novo, inexperiente e cheio de ira e o seu silêncio constante perfeitamente reflete a disposição do Carcaju no primeiro longa-metragem da franquia. Ao mesmo tempo, assistimos o protagonista lutando para cumprir esse papel de pai, algo que, de forma alguma, é forçado na narrativa e que realmente se concretiza apenas no desfecho com a marcante frase “não seja aquilo que te fizeram”.

A beleza do roteiro de Logan está nesses pequenos detalhes, na maneira como ele cria uma história mais realista, com uma genuína sensação de perda. Em momento algum ele se preocupa em ser didático, não faz uso de cartelas ou voz em off para nos preparar para esse futuro, ele vai nos passando cada informação que precisamos saber através de seus diálogos e não perde tempo nos oferecendo as causas de tudo aquilo. Em momento algum descobrimos a doença de Xavier, o alzheimer é apenas deixado no ar através de Zander Rice (Richard E. Grant), que também é o aparente culpado pelo desaparecimento dos mutantes, fato que, também, não entendemos como aconteceu e, de fato, não precisamos saber. O foco aqui é Wolverine, algo deixado bem claro pelo título – essa é a sua jornada final.

 Nesse road-movie é interessante observar como a fórmula do filme de super-heróis é alterada. Não se trata de um filme de ação com sequências dramáticas e sim um filme de drama com sequências de ação. Dito isso, fica fácil enxergar como cada cena de combate traz um peso a mais. Somado à direção de Mangold, que dispensa câmeras tremidas e infinitos cortes, ganhamos uma ação verdadeiramente engajante. Não se trata mais dos velhos embates entre mocinhos e vilões e sim uma verdadeira luta pela sobrevivência, cada uma delas com muito a se perder, algo que podemos perceber claramente na cena do hotel em Las Vegas, com Xavier prestes a ser morto e, posteriormente, na casa na estrada, que nos proporciona o adeus do professor.

Nesse quesito, o trio de roteiristas formado por Scott Frank, James Mangold e Michael Green não se preocupa em fornecer uma longa cena dramática para a morte de Charles – eles sabem que o peso de tal acontecimento é inerente aos anos que acompanhamos o personagem nas telas. O texto cria a angústia de maneira não tão óbvia, tira de tela Charles por um tempo e não sabemos ao certo qual será o seu destino, por mais óbvio que ele seja. A despedida entre ele e Logan ocorre, então, de maneira curta e simples, demonstrando a confiança no trabalho dos dois atores, que realmente soam como dois velhos amigos.

Verdadeiramente, tanto Jackman quanto Stewart não decepcionam em momento algum. O primeiro nos entrega seu melhor trabalho desde Os Suspeitos, trazendo um verdadeiro retrato de alguém cansado, que deseja morrer, mas não pode, pois tem de cuidar do homem que o acolhera há tantos anos. A cada vez que suas garras aparecem sentimos a sua relutância, o quanto aquilo o machuca e ele utiliza de sua raiva para contornar esse fator. Cada grito do ator soa como alguém deixando toda sua dor extravasar, nos proporcionando com o personagem de quadrinhos mais humano já visto em tela, rivalizando apenas com os filmes do Batman de Christopher Nolan.

Stewart, por sua vez, é uma figura triste de se enxergar, é a perfeita imagem do senhor brilhante cujos anos o alcançaram. Mesmo que o texto não se preocupe em ser didático, sua condição é real a qualquer instantes. Vemos no seu olhar o homem que luta contra sua própria mente, sua forma de falar denuncia seu cansaço e sua sensação de impotência naquela situação. Ao mesmo tempo, ele funciona como o necessário alívio cômico, soltando o verbo sempre que necessário. Os poucos elementos de comédia que vemos no filme são bem encaixados e a ironia presente na maior parte deles funciona como o clássico ” rir para não chorar”, de personagens que viram o mundo ao seu redor desabar. Não há como não olhar para Xavier e lembrar do seu passado, sua tentativa de tornar o mundo um lugar melhor para aqueles de sua raça.

A estreante Dafne Keen também não decepciona, nos proporcionando com uma performance que verdadeiramente capta a essência da jovem que viveu confinada e submetida a experimentos durante toda a sua vida. Seu silêncio reflete, evidentemente, a desconfiança em relação aos outros e quando, enfim, fala já estamos em um ponto no qual ela se sente mais a vontade com os personagens à sua volta, ao passo que lentamente passa a enxergar Logan como seu pai, fato que se consuma no desfecho, com ela chegando a chamá-lo assim. As sequências de ação envolvendo a personagem ainda conseguem ser especialmente devastadoras, afinal, ninguém esperava ver uma criança sendo atravessada por um arpão. O melhor é que estamos falando de um teor de violência justificado, que corrobora o fato dos vilões a enxergarem apenas como um experimento e não uma criança.

E já nesse ponto, Boyd Holbrook, mais conhecido pelo seu papel como o agente Murphy da série Narcos, nos entrega um antagonista bastante diferente do que estamos acostumados. Embora Rice seja o verdadeiro vilão da história, é Pierce que funciona como o principal antagonista da obra, perseguindo o protagonista do início ao derradeiro fim. Ele é falho e humano a tal ponto que conseguimos enxergá-lo como o homem que faz tudo pelo dinheiro, a justificativa do que faz está aí e não precisamos de nada além disso. Em seus diálogos ainda está presente o velho preconceito em relação aos mutantes, com ele se considerando parte dos “mocinhos”, por mais que esteja atrás de uma criança.

O clone de Wolverine, por sua vez, que vem como uma surpresa no meio do filme funciona a fim de criar o paralelo entre o passado e presente do Carcaju. Nele vemos a Arma-X, o ser descontrolado de outrora, que fora “domado” pelos ensinamentos de Xavier. É o Logan que não fez parte dos X-Men, um instrumento apenas. A morte do protagonista pelas mãos de sua cópia significa, portanto, muito mais que ” apenas o Wolverine pode matar ele próprio”, se trata de uma pessoa tendo de encarar seu passado e, embora ele acabe morrendo, ele sai vitorioso, plantando a semente do futuro, que é Laura. Sua fala final para a menina, “so that’s what it feels like” (ahh, então essa é a sensação, em tradução livre) reflete o abandono de sua vida violenta, a favor de uma verdadeira família, dialogando com o que Xavier havia dito anteriormente para ele, sobre aproveitar a vida em uma casa, com pessoas que se amam. Ao mesmo tempo, podemos interpretar sua frase final como ele, enfim, conhecendo a morte, algo tão distante em virtude de seu fator de cura.

O desfecho em si da obra, que felizmente dispensa qualquer cena pós-créditos, condiz idealmente com a própria premissa da obra. Esta é uma história sobre Logan, o Wolverine e acaba com seu enterro, que, não por acaso, ocorre próximo de onde ele nascera, no Canadá. O roteiro sabiamente não nos entrega um epílogo, com Laura e as outras crianças chegando ao seu destino final, não cabe à narrativa aqui apresentada – a semente do futuro, como dito antes, já foi plantada e isso é história para uma possível próxima obra. Ao terminar exatamente ali, o filme se estabelece como a história de um homem enfrentando seu passado e, enfim, se tornando parte desse mundo que, por tanto tempo, o colocou à margem da sociedade.

Logan é, portanto, uma bela despedida a personagens que acompanhamos desde o ano 2000, uma homenagem a Hugh Jackman e seu Wolverine, que nos cativou ao longo dos anos e apresentou claros sinais de evolução. Ao dispensar fórmulas e nos entregar um filme mais autoral, ainda que um blockbuster, James Mangold nos oferece uma obra que funciona perfeitamente por conta própria, sem precisar estar inclusa em um extenso universo, recheado de referências e cenas desconexas. Temos aqui um filme dramático com personagens de quadrinhos e não um longa-metragem de personagens de quadrinhos. Definitivamente uma das melhores adaptações das páginas ilustradas, que abandona a pasteurização a favor de algo que realmente consegue nos envolver.

Logan — EUA, 2017
Direção: James Mangold
Roteiro: James Mangold, Michael Green, Scott Frank
Elenco: Hugh Jackman, Patrick Stewart, Boyd Holbrook, Stephan Merchant, Dafne Keen, Elizabeth Rodriguez, Richard E. Grant
Duração: 135 min.

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127 comentários

Ewerton Saavedra 3 de julho de 2020 - 22:14

O melhor filme de super-herói que eu já vi, junto com Batman: o cavaleiro das trevas e Capitão América 2. É um filmaço. A despedida que o nosso amado Wolverine merecia. Simples assim. Um excelente filme. Nota 10.

Responder
planocritico 3 de julho de 2018 - 15:46

Mas aí o filme perderia o foco. A premissa é: Logan está velho e, com a velhice, seus poderes falham. O objetivo era partir desse ponto. Sobre ser fiel à HQ, acho que não havia como, pois Velho Logan tem uma história que se relaciona com diversos outros heróis que a Fox não pode usar. O filme usa apenas a inspiração de um Logan mais velho e cria algo próprio.

Abs,
Ritter.

Responder
Grifter 16 de agosto de 2018 - 21:03

A premissa é humanizar , sendo que ele nem é humano pra começo de conversa e ele não tem alter ego, como a crítica disse chegou perto do ser de logan mas ainda não era ele. O filme foi só uma junção de vários outros que não sei se fazem ou não parte da linha cronotemporal.

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Fernando Aragão 27 de março de 2019 - 18:16

James Mangold “humanizar” e desconstruir mitos em torno de personagens fictícios é fácil. Quero ver é James Mangold fazer isso com personagens reais, adaptando, por exemplo, o livro Zelota (2013), de Reza Aslan…

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planocritico 27 de março de 2019 - 19:05

Não vejo base para essa comparação. Humanizar é humanizar. A proposta do filme foi humanizar um personagem fictício. A proposta de A Última Tentação de Cristo foi humanizar Cristo.

Abs,
Ritter.

Responder
Fernando Aragão 27 de março de 2019 - 21:21

Tudo bem, eu entendo. De qualquer forma, achei uma pena a Lionsgate não ter conseguido comprar os direitos autorais do livro do Sr. Aslan – teríamos um Jesus ainda mais humanizado e realista que o de Kazanzakis/Scorcese…

Luiz Santiago 30 de maio de 2018 - 17:39

ata

Responder
Talita 30 de maio de 2018 - 03:37

Não acredito que alguém estava tão zangado com a vida que resolveu criar este filme. Uma palavra pra descrevê-lo: LIXO!!!!!!!!!!!
O pior filme de todos os x-men, inacreditável o quanto acabaram com um herói de toda a nossa infância, deturpando sua imagem assim: do indestrutível Wolverine que sobreviveu as explosões nucleares e ao poder da Fênix, para um bêbado, viciado e patético que morre com um galho de árvore!
E como se isso não fosse afronta o bastante, ousaram acabar com o professor Charles Xavier também!
Sinceramente, passei o filme inteiro esperando o momento em que eles voltassem no tempo e dessem um fim nessa palhaçada (como aconteceu em “X-men: Dias de um futuro esquecido”), quando, chocada, vejo as letrinhas passando dizendo que o filme acabou.
Tô tão chocada que tive que vir publicar uma crítica aqui.
SINCERAMENTE, DÁ VONTADE DE FAZER UMA DENÚNCIA NO “RECLAME AQUI”, como o pior filme de todos os super heróis já produzidos!

Responder
Grifter 3 de julho de 2018 - 03:09

Normal, achei que seria mais fiel as HQ, esperava entender como o wolverine envelheceu 30 anos se no futuro esquecido que tem diferença de 1 década ele ainda tá no alge. Como ele perdeu o fator de cura, como os x men se foram, a partir do momento que se fala deles ou sobre se deve explicar.

Responder
Fernando Aragão 27 de março de 2019 - 18:05

Somos dois, Talita! Não tinha nada a ver todo o enorme e bem-sucedido esforço de Wolverine (Hugh Jackman), em “Dias de Um Futuro Esquecido”, para salvar os X-Men e toda a raça mutante, ter sido jogado no lixo por James Mangold. Sem contar que, hoje em dia, só curto finais trágicos quando a trama se baseia em fatos reais…

Responder
planocritico 27 de março de 2019 - 19:05

Intrometendo-me, eu acho que é receita para frustração julgar um filme pelo que se espera dele e não pela sua proposta. Logan é a “última história de Wolverine” e, nessa proposta, é um baita filme. Nada foi desconstruído se olharmos por esse ângulo ou se, como nos quadrinhos, interpretarmos, apenas, como um futuro possível.

Abs,
Ritter.

Responder
Fernando Aragão 27 de março de 2019 - 21:31

Achei interessante seu comentário sobre “como nos quadrinhos, interpretarmos, apenas, como um futuro possível”. Isso me fez lembrar de uma postagem que li no Facebook, em resposta a um comentário meu igual ao que postei acima, onde um fã dos X-Men acredita que “Dias de Um Futuro Esquecido” e Logan teriam sido diferentes continuações/ramificações de “Wolverine Imortal”, sendo que Logan faria parte da mesma linha do tempo que havia começado em “X-Men 1” e terminado em “Imortal”…

Responder
Al_gostino 18 de setembro de 2017 - 19:03

Após ver 2 vezes no cinema quando lançou, há 2 dias vi no Pay per view e gostei ainda mais…que filmaço, lindo demais! Merece pelo menos indicação ao Oscar

Responder
Al_gostino 18 de setembro de 2017 - 18:43

Wolverine é o meu personagem de infância, sempre foi o meu preferido…esperar 17 anos para enfim ver um filme como esse, é como ler uma excelente Graphic Novel solo deste personagem (que são as melhores histórias);…filme triste, porém, lindo demais…atuações, fotografia, maquiagem,…excelente, merece com mérito total uma indicação a Oscar de melhor filme e de atores….vi no cinema quando lançou e sábado no Pay per view e que filmaço

Responder
Alison Cordeiro 3 de setembro de 2017 - 23:40

Achei um filme arrastado, em certos pontos até chato. Dentro da proposta estabelecida teve seus méritos, mas para mim passa longe dos melhores filmes de super-heróis. Dessa vez fico do lado do contra, Logan não me encantou e seu final não fez jus ao que personagem merecia. Abçs!

Responder
Fã de verdade 16 de agosto de 2017 - 15:10

Odiei com todas as minhas forças! Humilhar e matar o nosso Wolverine imortal é o escambau! Não precisava de nada disso. Não precisava o Xavier ser, sem ao menos entendermos direito, o responsável pela morte dos X-men. Humanizar tudo bem, mas humilhar o Xavier desse jeito? Como o próprio Wolverine questiona, será que eles são um erro? Morrer pensando isso? Que se dane os brutos também amam, não sou desse tempo. Não só mataram o Xavier, todos os X-men, todos os mutantes naturais, e por fim, o próprio Wolverine nosso super herói predileto. Definitivamente não é um filme de super herói, afinal super herói nunca morre, ainda mais um imortal. Humanizassem, criassem um drama, mas essa humilhação não! Quem aposentou foi o Jackmam. O meu Wolverine continuará eterno imortal!

Responder
Fernando Aragão 27 de março de 2019 - 18:17

Assino embaixo! E aposto que aqueles trechos de HQs dos X-Men sobre o Eden, criados exclusivamente para o filme (?) de James Mangold, teriam sido bem mais interessantes, caso fossem devidamente desenvolvidos por argumentistas como Chris Claremont e John Byrne – que fizeram aventuras dos X-Men bem melhores do que Lixogan.

Responder
planocritico 27 de março de 2019 - 19:06

É injusto comparar mídias. Claremont teve duas décadas para desenvolver personagens.

Abs,
Ritter.

Responder
Alexandre Marcello de Figueire 5 de junho de 2017 - 19:15

Desde “Batman – O Cavaleiro das Trevas” é o melhor filme de super-herói.

Responder
Ana 24 de maio de 2017 - 09:54

Logan é a prova de que filmes de super-herói podem ser bons! Muito tempo que não gostava de um! Podiam começar a fazer mais desse estilo né? Mais adultos como vc disse… Excelente crítica!

Responder
Helverth Lins 18 de maio de 2017 - 14:40

Legal o paradoxo que criou o filme. Wolverine, um ser com ossos de adamatium (indestrutível) e que se regenera (imortal). Mas, ironicamente é o adamatium (como um metal pesado) que envenena o Wolverine e causa sua morte, pela falha do fator regeneração.

Responder
Sóstenes - Toty 22 de março de 2017 - 19:31

Sem Medo de errar.
Um dos MELHORES filmes baseados em Personagens de Quadrinhos.
Não tão filosófico quanto Batman Dark Knight, nem tão Épico quanto Vigadores, mas Fiel e Sensível, Tocante e Brutal.

Responder
Rogério Zugaibe Doretto 15 de março de 2017 - 09:44

Bom, vc definiu tudo que achei do filme.
Perfeita sua matéria, PARABÉNSSSSSSSSSSS!!!!

Responder
Mauro Guimaraes 14 de março de 2017 - 18:52

Filme muito bom, mas concordo mais com a crítica “sem spoilers”, acho mais justo 4 estrelas. O filme é bom, mas não chega a ser genial. Em alguns momentos inclusive achei muito arrastado…
E que comece os mimimis…

Responder
Rafael Gardiolo 13 de março de 2017 - 04:30

Sobre os filmes autorais citados na crítica. Acho curioso Homem de Aço, também vejo muito de autoral no filme (especialmente nos dois primeiros atos), apesar de achá-lo bem medíocre, mas o que tem de autoral em momento algum parece de autoria de seu diretor, o que é meio paradoxal.
A franquia x-men também sempre refletiu bem seus diretores, a preocupação de Singer com a ideia de segregação (Apocalipse a parte), a visão mais violenta e estilosa da direção do Vaugh em First Class (jamais imaginei ver algo parecido com a cena do bar argentino em um filme de herói) e os culhões dos roteiristas de Confronto Final, que Rattner a parte, é um filme corajoso ao matar vários personagens importantes para uma franquia tão lucrativa… ainda me pergunto como a fox permitiu.

Responder
Andrey Hugo 13 de março de 2017 - 01:36

Esse filme é bom demais, 5 estrelas mais do que merecidas!

Mas eu fiquei com uma dúvida.

Desde o início do filme pode-se perceber que os poderes dele estavam mais fracos correto? Mas, se me lembro bem, o adamantium, que é um metal praticamente indestrutível, é apenas uma melhoria inserida nele, não sendo uma mutação natural do Logan. Então como ele pôde ser perfurado por aquele galho do tronco onde ele é morto se o metal, em tese, estaria no mesmo estado? Alguém saberia me esclarecer? Se sim eu agradeço. Tô com isso na cabeça desde a primeira vez que vi rsrs…

Responder
Douglas 21 de março de 2017 - 20:28

Pelo que percebi, o galho só atravessou tecido, na região entre as costelas e a bacia. Não parece ter pegado osso.

Responder
Andrey Hugo 24 de março de 2017 - 00:41

Mano tenho que ver de novo isso. Pra prestar mais atenção

Responder
JJL_ aranha superior 11 de março de 2017 - 21:08

Tomara que os próximos filmes do Wolverine consigam passar a essência do personagem tão bem quanto esse e que contem com alguma homenagem ao jackman, aliás vocês já fizeram uma lista dos atores que poderiam interpretar o logan num reboot?

Responder
Natália Mincov Costa 11 de março de 2017 - 15:26

essa cena é como se enfiasse a mão no seu peito e retirassem em definitivo o coração. entra no Hall de momentos fantásticos dos filmes de heróis

Responder
Natália Mincov Costa 11 de março de 2017 - 15:24

não sei se esse conceito tem paralelo nas HQs mas achei muito bom e atualizado, a caça e aprisionamento dos mutantes, pela ‘sanitização’ dessas formas. Adorei esse argumento do filme

Responder
Natália Mincov Costa 11 de março de 2017 - 15:23

fiquei com a sensação também que os distúrbios que ele tem, convulsões e Alzheimer, seja resultado dos anos com forte uso dos poderes psiquicos, intensificados pelo uso do ‘cérebro’. Assim como Logan, sofre com as contaminações de contaminação de metal, Xavier sofre pelos poderes psíquicos.

Além de mostrar uma frustração interessante que muitos idosos passam ao chegarem na velhice perderem muito de suas capacidades e não conseguirem mais fazer o que os tornaram brilhantes ao longo da vida

Responder
Natália Mincov Costa 11 de março de 2017 - 15:20

Adorei o filme, pra mim o melhor com um personagem de HQ depois de cavaleiro das trevas.
Adoro como ele tem a calma necessária para desenvolver os personagens e o universo da historia.

Tem ação violente, mas pontual e um clímax sem megalomanias ou destruição exageradas, mas que conversa com toda a história.

Concordo com seu texto sobre a luta final e o embate com o passado.

Na minha cronologia, no epílogo eles chegam ao Édem que é cuidado por Magneto, que encontrou uma forma de acolher os mutantes orienta-los com Charlie fazia e finalmente entendendo a não violência.

http://pipocologia.blogspot.com.br/2017/03/logan.html

Responder
Matheus Wesley 9 de março de 2017 - 22:17

Terminei de ver o filme e o primeiro pensamento que veio na minha cabeça foi : MAS QUE PUTA FILME.
O filme ia passando e eu pensava : ” isso tá muito perfeito, daqui a pouco chega o momento ruim”. Só que esse momento não chegou, o filme é(quase) perfeito.
É pra mim o melhor filme de heróis junto com O Cavaleiro das trevas. Espero que esse filme seja um marco tão grande quanto o primeiro x-men. Se bem que está mais para um road movie western do que um filme de heróis.
“Não há mais armas no vale”

Responder
Matheus Wesley 9 de março de 2017 - 22:17

Terminei de ver o filme e o primeiro pensamento que veio na minha cabeça foi : MAS QUE PUTA FILME.
O filme ia passando e eu pensava : ” isso tá muito perfeito, daqui a pouco chega o momento ruim”. Só que esse momento não chegou, o filme é(quase) perfeito.
É pra mim o melhor filme de heróis junto com O Cavaleiro das trevas. Espero que esse filme seja um marco tão grande quanto o primeiro x-men. Se bem que está mais para um road movie western do que um filme de heróis.
“Não há mais armas no vale”

Responder
Mariana Fiacadori Salvatori 8 de março de 2017 - 13:14

Assisti ontem e condo com tudo que você disse. Melhor filme do Wolverine até hoje sem duvidas! Confesso que chorei e ainda não estou sabendo lidar com a perda dos personagens mais emblemáticos do X-Men.
Pelo que entendi, Xavier matou todos os outros X-men num surto que teve uns anos atras e talvez por isso tenha desenvolvido esse alzheimer que não temos certeza… Talvez seja uma pauta de um próximo filme… Quem sabe?

Responder
Jonny Bugaloo 7 de março de 2017 - 17:30

No filme deixa claro a não existência de novos mutantes, quando o Dr. rice diz que foi implantado na alimentação humana, gradualmente, imuno supressores, garantindo assim o não desenvolvimento do gene mutante, e também, enfraquecendo os que o tinham, como é o caso do Wolverine (fator de cura prejudicado) e do próprio xavier, que não controla mais seus poderes.

Responder
Jonny Bugaloo 7 de março de 2017 - 17:30

No filme deixa claro a não existência de novos mutantes, quando o Dr. rice diz que foi implantado na alimentação humana, gradualmente, imuno supressores, garantindo assim o não desenvolvimento do gene mutante, e também, enfraquecendo os que o tinham, como é o caso do Wolverine (fator de cura prejudicado) e do próprio xavier, que não controla mais seus poderes.

Responder
Junito Hartley 6 de março de 2017 - 23:20

Cheguei do cinema agora, de fato esse é o verdadeiro Wolverine que nos queríamos ver.

Responder
Junito Hartley 6 de março de 2017 - 23:20

Cheguei do cinema agora, de fato esse é o verdadeiro Wolverine que nos queríamos ver.

Responder
Daniel Marques 6 de março de 2017 - 21:20

Assisti hoje. Caras, que filme! Puta merda! Vou ao cinema ver de novo. A última vez que fiz isso foi em Os Vingadores.

As cenas finais são de arrepiar. Até um gota de suor hétero escorreu do meu olho. 🙂

Responder
Alain Oliveira 6 de março de 2017 - 22:02

Filme sensacional. Classificaria como quase um Thriller de Horror

Responder
Alain Oliveira 6 de março de 2017 - 22:02

Filme sensacional. Classificaria como quase um Thriller de Horror

Responder
R. Bertini 6 de março de 2017 - 11:30

Finalmente tive a sensação de assistir a um filme dos mutantes ao nível de X-Men 2, que filmaço ! Encerrou com chave de ouro a saga do Wolverine (infelizmente, foram acertar a mão só agora). Na minha opinião, qualquer filme que insira os elementos de Western, já tem motivos para serem vistos com bons olhos. Com Logan não foi diferente, trouxe todo aquele sentimento que o protagonista também sentia em tela, pelo menos eu me senti assim. Foi como você disse, foi um filme único, se sustentou por si só e teve começo, meio e fim. Acho que o fato de colocarem o X-24, foi exatamente para dar este contraste, dele já acabado e enfrentando o que ele deveria ter sido quando foi modificado (também senti um cheiro de “os fãs não queriam ver aquele Wolverine invocado dos quadrinhos? Então toma !”).

Enfim, ótima crítica como sempre, o filme pode ter tido pequenas falhas, mas de modo geral foi o filme DEFINITIVO do Wolverine até agora. 5 estrelas merecidas !

Responder
R. Bertini 6 de março de 2017 - 11:30

Finalmente tive a sensação de assistir a um filme dos mutantes ao nível de X-Men 2, que filmaço ! Encerrou com chave de ouro a saga do Wolverine (infelizmente, foram acertar a mão só agora). Na minha opinião, qualquer filme que insira os elementos de Western, já tem motivos para serem vistos com bons olhos. Com Logan não foi diferente, trouxe todo aquele sentimento que o protagonista também sentia em tela, pelo menos eu me senti assim. Foi como você disse, foi um filme único, se sustentou por si só e teve começo, meio e fim. Acho que o fato de colocarem o X-24, foi exatamente para dar este contraste, dele já acabado e enfrentando o que ele deveria ter sido quando foi modificado (também senti um cheiro de “os fãs não queriam ver aquele Wolverine invocado dos quadrinhos? Então toma !”).

Enfim, ótima crítica como sempre, o filme pode ter tido pequenas falhas, mas de modo geral foi o filme DEFINITIVO do Wolverine até agora. 5 estrelas merecidas !

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:22

O filme realmente é fantástico, finalmente vimos o Wolverine de verdade!

Responder
R. Bertini 6 de março de 2017 - 15:42

Um detalhe, foi de que na fileira à frente da minha, tinham umas 6 crianças de 6 a 12 anos assistindo, então imagine no resto da sessão (a cada cena mais gore era um “ai creedo!” delas). Indo por este caminho, pode ser o filme para “adultos” com mais bilheteria kkk

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:22

O filme realmente é fantástico, finalmente vimos o Wolverine de verdade!

Responder
Gaius Baltar 5 de março de 2017 - 11:26

Achei o filme maravilhoso, mas umas coisinhas me incomodaram:
1) como a enfermeira conseguiu fazer aquele “documentário” sobre o projeto X e ninguém virou e disse: “minha filha, o que diabos você está fazendo?”
2) se Laura precisava da ajuda de Logan para chegar ao “Éden” como os outros moleques chegaram de boas? Afinal eles eram tão importantes para a empresa quanto a X-23, ou não?
3) se a empresa estava apagando as crianças no laboratório, por que captura-las quando estas fugiram? Era muito mais prático acabar com todas elas, sem desperdiçar tempo, recursos ou homens.

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:24

Vamos lá:

1) simples, ela fez escondido – quantos documentários que “não poderiam ter sido filmados” temos na vida real?
2) Não sabemos se eles chegaram de boas e quantos eram no início – muitos podem ter morrido ou terem sido capturados.
3) Imagino que não seria só matar, iriam coletar coisas dos corpos deles.

Responder
Gaius Baltar 6 de março de 2017 - 16:23

Não sei… O nível de detalhe do documentário dela é incrível, com várias tomadas próximas, foi algo estranho. Me espanta também o fato dos recursos materiais e humanos gastos na perseguição à X-23 e os outros não tiveram a mesma atenção. Faz a sentido a coleta de material genético, mas para isso precisavam deles vivos?

Responder
Matheus Wesley 9 de março de 2017 - 22:05

Mas amigo trivelista, todo dia em um jornal temos gravações desse jeito. Não é muito dificil acreditar que isso aconteceria.

Responder
FELIPE AGUIAR 10 de março de 2017 - 14:07

O que eu acho que mais caga essa filmagem é o fato dela estar num celular.
Beleza que para a urgência que foi estabelecida, o celular faria mais sentido como o objeto de registro. Mas se as cenas fossem encontrada em um pendrive, onde elas tinham sido capturadas tantos pela câmera do celular, como por filmagens de segurança, acredito que ficaria mais crível (mesmo com a narração em off).
Ou poderia ser apenas um monte de vídeos curtos que foram filmados aos poucos, sem aquela edição toda, e o Wolverine ia passando de um por um.

Responder
FELIPE AGUIAR 10 de março de 2017 - 14:07

O que eu acho que mais caga essa filmagem é o fato dela estar num celular.
Beleza que para a urgência que foi estabelecida, o celular faria mais sentido como o objeto de registro. Mas se as cenas fossem encontrada em um pendrive, onde elas tinham sido capturadas tantos pela câmera do celular, como por filmagens de segurança, acredito que ficaria mais crível (mesmo com a narração em off).
Ou poderia ser apenas um monte de vídeos curtos que foram filmados aos poucos, sem aquela edição toda, e o Wolverine ia passando de um por um.

Responder
Gaius Baltar 6 de março de 2017 - 16:23

Não sei… O nível de detalhe do documentário dela é incrível, com várias tomadas próximas, foi algo estranho. Me espanta também o fato dos recursos materiais e humanos gastos na perseguição à X-23 e os outros não tiveram a mesma atenção. Faz a sentido a coleta de material genético, mas para isso precisavam deles vivos?

Responder
Josevando Sousa 5 de março de 2017 - 00:42

Que filme lindo, maravilhoso de assistir. Uma baita despedida do Hugh no papel do Wolwerine. A Dafne estava simplesmente maravilhosa no papel de X-23. Patrick deu um verdadeiro show de atuação, merecia de verdade – sem hype pós lançamento – ser indicado a Oscar de melhor ator (coadjuvante, no mínimo). E aquele final, por mais que doloroso, era necessário. Foi a melhor maneira de terminar o legado do Carcaju nos cinemas. Sinceramente não vejo necessidade de colocar outro ator pra fazer o Wolwerine nos cinemas em futuros filmes, enfim… Tava me segurando muito pra não chorar, mas foi só a Laura virar a cruz e formar um X que desabei em lágrimas. Quero ver e rever de novo (se a grana deixar), porque esse filme merece!

Responder
Josevando Sousa 5 de março de 2017 - 00:42

Que filme lindo, maravilhoso de assistir. Uma baita despedida do Hugh no papel do Wolwerine. A Dafne estava simplesmente maravilhosa no papel de X-23. Patrick deu um verdadeiro show de atuação, merecia de verdade – sem hype pós lançamento – ser indicado a Oscar de melhor ator (coadjuvante, no mínimo). E aquele final, por mais que doloroso, era necessário. Foi a melhor maneira de terminar o legado do Carcaju nos cinemas. Sinceramente não vejo necessidade de colocar outro ator pra fazer o Wolwerine nos cinemas em futuros filmes, enfim… Tava me segurando muito pra não chorar, mas foi só a Laura virar a cruz e formar um X que desabei em lágrimas. Quero ver e rever de novo (se a grana deixar), porque esse filme merece!

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:25

O Stewart manda muito bem mesmo, mas acho difícil receber uma indicação. Vamos ver..
O filme realmente merece ser revisto!

Responder
Yago Paes 4 de março de 2017 - 23:48

Segurei as lágrimas durante quase todo o filme, a qual assisti com um sorriso de orelha a orelha. Mas no final quando o menino aparece aparece com um boneco do Wolverine e a Laura tira cruz e faz X eu simplesmente desabei, uma homenagem sem tamanho que me fez relembrar 17 anos acompanhando esse personagem nos filmes e nas hqs.

Muito obrigado por tudo Hugh Jackman.

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:25

Realmente um filme fantástico!

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:25

Realmente um filme fantástico!

Responder
Feitosa Filho 4 de março de 2017 - 21:27

Eu achei a estrutura do segundo ato semelhante à Onde os Fracos Não Tem Vez, um filme com a carga dramática boa, mas achei algumas cenas preguiçosas, Logan dormindo muito hehe. Todavia um filme mais que satisfatório.

Nota: 4/5

Responder
Feitosa Filho 4 de março de 2017 - 21:27

Eu achei a estrutura do segundo ato semelhante à Onde os Fracos Não Tem Vez, um filme com a carga dramática boa, mas achei algumas cenas preguiçosas, Logan dormindo muito hehe. Todavia um filme mais que satisfatório.

Nota: 4/5

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:26

Não vejo problema nele dormindo, até porque é uma puta viagem e ele já não estava tão bem no início.

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:26

Não vejo problema nele dormindo, até porque é uma puta viagem e ele já não estava tão bem no início.

Responder
Alcides Faria Costa 4 de março de 2017 - 13:48

Só uma coisa me incomodou no filme: ×SPOILER× Eles estão sendo perseguidos e de repente aceitam jantar e dormir na casa daquela família. Na hr que eles foram ajudar com os cavalos eu já sabia que aquela família morreria. Acho que até os personagens do filme sabiam. ×SPOILER× De resto, o filme é muito bom

Responder
Alcides Faria Costa 4 de março de 2017 - 13:48

Só uma coisa me incomodou no filme: ×SPOILER× Eles estão sendo perseguidos e de repente aceitam jantar e dormir na casa daquela família. Na hr que eles foram ajudar com os cavalos eu já sabia que aquela família morreria. Acho que até os personagens do filme sabiam. ×SPOILER× De resto, o filme é muito bom

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:26

Eles não aceitam jantar e dormir lá, o Xavier que insiste para que o Logan possa ter um momento de paz na vida dele.

Responder
Alcides Faria Costa 6 de março de 2017 - 21:19

Pois é, mas eles jantam e dormem. O Wolverine pode estar cansado, de saco cheio, sei lá. Mas ele ainda é um cara bom. Estão sendo perseguidos e o Logan sabe muito bem o q acontece qd ele está sendo perseguido e aceita hospitalidade de pessoas boas. Nas telas já aconteceu com ele. Por mais que a cronologia tenha sido resetada ele tem todas as lembranças da cronologia anterior. Ele sabia q quem tava o perseguindo acabaria encontrando-o. O Xavier tava um Véio doido

Responder
Alcides Faria Costa 6 de março de 2017 - 21:19

Pois é, mas eles jantam e dormem. O Wolverine pode estar cansado, de saco cheio, sei lá. Mas ele ainda é um cara bom. Estão sendo perseguidos e o Logan sabe muito bem o q acontece qd ele está sendo perseguido e aceita hospitalidade de pessoas boas. Nas telas já aconteceu com ele. Por mais que a cronologia tenha sido resetada ele tem todas as lembranças da cronologia anterior. Ele sabia q quem tava o perseguindo acabaria encontrando-o. O Xavier tava um Véio doido

Responder
JCésar 4 de março de 2017 - 01:33

Foi uma bela despedida de fato, bem triste, mas mantendo aquele fio de esperança com os Novos Mutantes.
Só descordo da falta de didatismo da obra. O filme na verdade explica em excesso as coisa, mas tudo através de canais de rádio, notícias nos jornais e conversas fiadas que aumentam muito a duração do filme, mas pelo menos não comete o mesmo erro de Batman Vrs Superman. Fica evidente que Xavier matou dezenas de pessoas enquanto teve uma crise, (afinal o Professor sofre um mal que se tivermos sorte todos teremos: Envelhecer). Outra coisa clara é que a empresa de Essex (que aqui é um mero fantasma que se faz referência muito leve e quase imperceptível, através de algumas propagandas), introduziu nos alimentos industrializados uma espécie de “cura” para os mutantes (ninguém mais disseminou o DNA mutagênico para seus rebentos). Essa empresa por sinal dá mais medo do que a de Trask, afinal os caras controlam todos os caminhões, a comida, as plantações e pelo visto até a polícia de vários países (no caso mais específico do México e dos EUA). Se eu percebi isso com certeza alguém mais detalhista vai ver muitas outras referências.
Mas com certeza fizeram um bom filme do Carcaju (também depois de errarem tanto fica difícil repetir).

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:28

Não vejo isso como didatismo – didatismo seria colocar o cara falando em alto e bom som. As noticias de jornal, canais de rádio se encaixam dentro da trama. O evento em Westchester foi mencionado na tv porque algo similar acabou de acontecer e em momento algum explicam o que é Westchester, por exemplo.

Responder
JCésar 6 de março de 2017 - 20:56

Não falo de didatismo como apenas coisas ruins e mal encaixadas na trama. Mas quanto ao Westchester, vale lembrar que o filme é americano e não existe nada mais icônico do que a mansão “vitoriana” do Prof. X ser no local, talvez no Brasil o pessoal menos fanático pode ter dificuldade de associar, mas por lá é difícil alguém confundir. É algo como fazer referência ao Edifício Baxter, não precisa de explicação.

Responder
JCésar 6 de março de 2017 - 20:56

Não falo de didatismo como apenas coisas ruins e mal encaixadas na trama. Mas quanto ao Westchester, vale lembrar que o filme é americano e não existe nada mais icônico do que a mansão “vitoriana” do Prof. X ser no local, talvez no Brasil o pessoal menos fanático pode ter dificuldade de associar, mas por lá é difícil alguém confundir. É algo como fazer referência ao Edifício Baxter, não precisa de explicação.

Responder
Marta Souza 4 de março de 2017 - 01:04

Sai do cinema completamente feliz com o resultado do filme. Nunca imaginei que veria um filme do Wolverine tão bom. E sua crítica me abriu os olhos para várias coisas que eu não tinha percebido. Muito bom, Guilherme!

Responder
Marta Souza 4 de março de 2017 - 01:04

Sai do cinema completamente feliz com o resultado do filme. Nunca imaginei que veria um filme do Wolverine tão bom. E sua crítica me abriu os olhos para várias coisas que eu não tinha percebido. Muito bom, Guilherme!

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:28

Fico feliz que tenha ajudado na sua percepção do filme, Marta!

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:28

Fico feliz que tenha ajudado na sua percepção do filme, Marta!

Responder
Raz 4 de março de 2017 - 00:30

Na pré estreia na minha cidade, já na primeira cena o povo aplaudiu muito.
Finalmente um wolverine violento, mas quando o filme se desenrola a violência nem afeta mais, pq o filme fisga o fã pela carga dramática.
Eu li muita gente falar que não se sabe ao certo o que aconteceu aos x-mens, mas tá claro, Xavier em um surto matou todos os membros.
A cena da morte dele foi tão triste, ele se lembrando do que fez e em seguida o arma x matando ele foi tão pesado, fora o desespero do logan em falar que não tinha sido ele… minha namorada que não acompanha e não entende nada do mundo x-men desabou.
Eu me mantive firme e forte, atordoado, mas segurando os cortadores de cebola.
Porém, no final quando a x23 vira a cruz… foi estranho a sensação de ter flashes desde de x-men o filme até esse momento e ai desabei, fiquei sentado tonto na cadeira ouvindo johnny cash “the man comes around”.
Eu entendo que cada um tem uma percepção diferente vendo determinados filmes, mas logan, pra mim, foi uma experiência de vida tão intensa como eu tive quando assisti a chegada pela primeira vez.

Vou torcer demais pra ele ganhar indicações ao oscar.

Devo dizer obrigado ao Hugh Jackman por tudo o que foi feito nesses 17 anos!

Responder
Raz 4 de março de 2017 - 00:30

Na pré estreia na minha cidade, já na primeira cena o povo aplaudiu muito.
Finalmente um wolverine violento, mas quando o filme se desenrola a violência nem afeta mais, pq o filme fisga o fã pela carga dramática.
Eu li muita gente falar que não se sabe ao certo o que aconteceu aos x-mens, mas tá claro, Xavier em um surto matou todos os membros.
A cena da morte dele foi tão triste, ele se lembrando do que fez e em seguida o arma x matando ele foi tão pesado, fora o desespero do logan em falar que não tinha sido ele… minha namorada que não acompanha e não entende nada do mundo x-men desabou.
Eu me mantive firme e forte, atordoado, mas segurando os cortadores de cebola.
Porém, no final quando a x23 vira a cruz… foi estranho a sensação de ter flashes desde de x-men o filme até esse momento e ai desabei, fiquei sentado tonto na cadeira ouvindo johnny cash “the man comes around”.
Eu entendo que cada um tem uma percepção diferente vendo determinados filmes, mas logan, pra mim, foi uma experiência de vida tão intensa como eu tive quando assisti a chegada pela primeira vez.

Vou torcer demais pra ele ganhar indicações ao oscar.

Devo dizer obrigado ao Hugh Jackman por tudo o que foi feito nesses 17 anos!

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:29

O filme é muito bom mesmo e essas informações, oferecidas de forma não didáticas, criaram uma ótima atmosfera!

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:29

O filme é muito bom mesmo e essas informações, oferecidas de forma não didáticas, criaram uma ótima atmosfera!

Responder
thiago 3 de março de 2017 - 23:19

Um grande filme, bem trabalhado contado a história com calma, e sendo lindo, quando o filme é bom msm a gente até esquece q é uma adaptação de HQs, e na boa sem ser polêmico sei q são filme é proposta diferente, mas dá até dó a Marvel Studios fazer filme só pra expandir universo sem querer nos remeter a mais nada do q entretenimento esquecível…. obrigado antes de tudo a Ryan Reynolds por acreditar em filmes com classificação r, e poder ver um Wolverine visceral selvagem sanguinário, tópico de um personagem q tem como principal arma garras nas mãos afiadissimas e indestrutíveis…

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:30

Um ótimo filme mesmo!

Responder
Maitê 3 de março de 2017 - 23:06

Simplesmente sem palavras. Assisti ao filme em uma sala IMAX, foi como estar lado-a-lado, praticamente sentir cada cicatriz no corpo de Logan. E já que o filme é uma morte anunciada, acredito que não poderia ter um final mais digno, sim, morrer com dignidade e ter como últimas palavras … então essa é a sensação de ter uma filha! PQP não poderia ter sido melhor.

Responder
Alcides Faria Costa 4 de março de 2017 - 13:52

Ele não se referiu a sensação de morrer?

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:30

É ambíguo, ele pode ter se referido à qualquer uma das sensações.

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:30

É ambíguo, ele pode ter se referido à qualquer uma das sensações.

Responder
Alcides Faria Costa 4 de março de 2017 - 13:52

Ele não se referiu a sensação de morrer?

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:30

Realmente maravilhoso!

Responder
Willian Alves de Almeida 3 de março de 2017 - 22:14

Olha, como só terei dinheiro semana que vem, e não estava tão cativado para ver esse filme, resolvi ler a círtica com spoilers.

Ver que vocês deram cinco estrelas me convenceram à ir assistir!

Responder
Willian Alves de Almeida 3 de março de 2017 - 22:14

Olha, como só terei dinheiro semana que vem, e não estava tão cativado para ver esse filme, resolvi ler a círtica com spoilers.

Ver que vocês deram cinco estrelas me convenceram à ir assistir!

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:31

Veja e nos diga o que achou!

Responder
Joao Cavalcanti 3 de março de 2017 - 22:00

Em geral gostei do filme, pela despedida do personagem, pelas atuações, mas é preciso dizer que o roteiro, apesar de começar bem, se desenvolve de maneira extremamente pobre.

Acredito que esse filme tinha muito mais potencial. O começo tem uma pegada super realista e séria, mas a escolha dos antagonistas, a aparição do clone, os combates finais, tudo isso foi bem ruim. Trouxe uma tosquice dos filmes infantis para este e ainda com as repetidas falas explicativas para deixar tudo bem mastigado para o publico.

Fiquei decepcionado, pois esperava que fosse um filme que se sustentasse um pouco mais sozinho, mais cru, sem necessidade de um clone combatendo o Wolverine para chegarmos à sua morte. Sem necessidade de citar o filme antigo repetidamente para passar a mensagem que o proprio roteiro poderia ter inserido criativamente sem dificuldade. Faltou a simplicidade e a crueza dos primeiros 15 minutos.

Abs

Responder
Joao Cavalcanti 3 de março de 2017 - 22:00

Em geral gostei do filme, pela despedida do personagem, pelas atuações, mas é preciso dizer que o roteiro, apesar de começar bem, se desenvolve de maneira extremamente pobre.

Acredito que esse filme tinha muito mais potencial. O começo tem uma pegada super realista e séria, mas a escolha dos antagonistas, a aparição do clone, os combates finais, tudo isso foi bem ruim. Trouxe uma tosquice dos filmes infantis para este e ainda com as repetidas falas explicativas para deixar tudo bem mastigado para o publico.

Fiquei decepcionado, pois esperava que fosse um filme que se sustentasse um pouco mais sozinho, mais cru, sem necessidade de um clone combatendo o Wolverine para chegarmos à sua morte. Sem necessidade de citar o filme antigo repetidamente para passar a mensagem que o proprio roteiro poderia ter inserido criativamente sem dificuldade. Faltou a simplicidade e a crueza dos primeiros 15 minutos.

Abs

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:32

Entendo seu ponto de vista, mas enxergo o clone do Wolverine como uma volta ao passado, que não necessariamente requer ter assistido os outros filmes.

Responder
cleverton 3 de março de 2017 - 20:23

Ainda não vi, mas parece que é um dos melhores filmes de super heróis já feitos, melhor que todos da marvel. Depois de todo esse tempo quem diria que a FOX começaria a acertar. Deadpool, legion e agr logan, muito bem FOX.

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:32

Certamente está no top 10!

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:32

Certamente está no top 10!

Responder
Leonardo Bicigo 3 de março de 2017 - 19:07

Assisti o filme ontem, e acho q poucas vezes fiquei tão satisfeito de ter ido ao cinema. Foi uma experiência sensacional, concordo com a critica em tudo, e adiciono q foi ótimo ver um filme realmente expressando a violência do personagem.
E a x-23, então, sem palavras para descrever, as cenas dela são muito boas, principalmente as quando ela “fala” com o olhar.
E usar aquele quadrinho na história foi um movimento de mestre.

P.S.: vcs vão fazer um texto das referências/easter eggs??

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:32

Já publicamos o texto de referências!

O filme realmente nos deixa com essa sensação de termos visto algo digno do personagem.

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:32

Já publicamos o texto de referências!

O filme realmente nos deixa com essa sensação de termos visto algo digno do personagem.

Responder
Mateus Woszak 3 de março de 2017 - 14:38

Sabe dizer se os cines brasileiros estão exibindo a cena pós-crédito do Deadpool ou somente os do EUA o fizeram?

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:33

Não há cena pós créditos, somente um teaser de Deadpool que foi exibido antes do filme nas sessões dos EUA.

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:33

Não há cena pós créditos, somente um teaser de Deadpool que foi exibido antes do filme nas sessões dos EUA.

Responder
Giovanni Fernandes Silveira 3 de março de 2017 - 13:57

Sabe,eu nao havia gostado tanto do filme quanto todo mundo,acredito que pelo fato de eu nunca ter sido muito fã do modo como a fox tratava seus mutantes,principalmente pela reduzida que deram no meu mutante preferido (ciclope)e transformado ele em um cara literalmente CHATO,e terem feito sempre o filme wolverine e seus amigos,nunca gostei muito do logan por isso,mas sabe,essa critica me tocou,e me fez gostar do filme mais ainda,tanto que irei ver uma terceira vez,obrigado Plano Critico
Uma grande despedida pra um grande personagem

PS:quais as chances de Patrick Stewart levar um oscar pela sua atuaçao?queria muito ainda mais pela idade dele….

Responder
Gabriel Pereira 3 de março de 2017 - 17:14

Patrick Stewart, foi brilhante nesse filme!

Responder
JCésar 4 de março de 2017 - 01:32

Patrick Stewart não leva o oscar pelo simples fato de que a premiação já passou e o filme era candidato neste ano, mas foi uma atuação brilhante.

Responder
Gabriel Carvalho 4 de março de 2017 - 16:08

O filme estreou essa semana nos Estados Unidos, tornando-o elegível para o Oscar 2018, que premia os filmes lançados em 2017.

Boa parte dos longas do Oscar 2017, que aconteceu domingo passado, só estrearam agora no Brasil, embora tenham sido lançados em território americano ano passado.

O Oscar de um ano celebra os filmes do ano que se passou. Oscar 2000 fala dos filmes de 1999. E assim continua.

Responder
Victor Moraes 4 de março de 2017 - 21:26

O filme entra pro ano que vem

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:34

O filme só pode concorrer ao Oscar de 2018

Responder
JCésar 6 de março de 2017 - 20:53

De fato, mas é que provavelmente nem indicado será, eu nem me lembro de qualquer indicação ao Oscar que seja sobre um filme 10 meses antes da premiação, o que dirá 12.

Responder
JCésar 6 de março de 2017 - 20:53

De fato, mas é que provavelmente nem indicado será, eu nem me lembro de qualquer indicação ao Oscar que seja sobre um filme 10 meses antes da premiação, o que dirá 12.

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:34

O filme só pode concorrer ao Oscar de 2018

Responder
JCésar 4 de março de 2017 - 01:32

Patrick Stewart não leva o oscar pelo simples fato de que a premiação já passou e o filme era candidato neste ano, mas foi uma atuação brilhante.

Responder
Gabriel Carvalho 3 de março de 2017 - 13:49

É muito precipitado pensar em uma indicação ao Oscar para esse filme? Ao meu ver é absurdamente o melhor filme de super herói desde Cavaleiro das Trevas. Se Deadpool conseguiu gerar uma comoção relativamente grande para com o Oscar, recebendo indicações em inúmeros outros prêmios, poderia Logan, que está sendo muito melhor recebido pela crítica, manter-se relevante até a temporada de premiações e arrebatar uma nomeação?

Apesar de ter apaixonado-me pelo filme e por essa belíssima história, fiquei decepcionado com o longa pelas músicas não terem sido utilizadas da forma como os trailers apontavam. Ficaram mais contidas, aparecendo em apenas dois momentos pontuais, se me lembro bem.

Responder
Gabriel Pereira 3 de março de 2017 - 13:21

Excelente crítica Guilherme, falou tudo que penso a respeito do filme e mais um pouco. Antes de tudo, não sou fã do gênero de heróis, mas como fanático pela 7ª Arte, assisto todos, e meu preferido até então era a trilogia do Batman, do Nolan, nenhum filme antes e nem dps dela me agradou, com exceção X-Men primeira classe que foi um ótimo filme, mas que não conseguiu desbancar o Batman. Pois bem, ontem fui na estreia ver o tão aguardado Logan com expectativas lá em cima, e no final do filme essas expectativas foram quebradas, assim como ultrapassou Batman, Logan é um filme fantástico, Hugh Jackman perfeito nesse filme, entrega total, Patrick Stewart bom como sempre, mas nesse foi um papel diferente, olhava para ele com outros olhos, e as vezes esquecia que aquele homem era o grande Professor Xavier, foi triste vê-lo assim. E a grande surpresa, Dafne Keen, adorei essa atriz e como interpretou Laura (X-23), espero ver ela em próximos filmes com esse papel. Por fim, o filme me agradou e muito, e sua frase no final da crítica retrata o que penso que deveria ser a franquia de super-heróis: “… um filme (…) com personagens de quadrinhos e não um longa-metragem de personagens de quadrinhos.” Abraço. Fã do site!

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:35

Muito obrigado, Gabriel!

Responder
Artur Montenegro 3 de março de 2017 - 12:46

Que belíssimo texto, Guilherme! Soou tão melancólico quanto o filme. Assisti ontem e, de fato, não teve como segurar as lágrimas. Logan possui uma carga dramática muito boa e, somando-se às cenas de ação, torna-se um filme verdadeiramente sombrio. As atuações do trio de protagonistas estavam impecáveis; acredito que todos fizeram o seu melhor. A relação de Charles com Logan era crível e fraternal. Toda a sequência na casa do casal foi torturante, violenta e emocionante. Dar adeus a Charles foi um baque, mas era esperado. No entanto, foi com o final do filme que me desabei em lágrimas, não só eu; pude sentir e ouvir meus amigos e todos que estavam no cinema emocionados com aquela cena final. Laura inclinando a cruz e formando o X foi ápice, não consegui me segurar, fiquei um bom tempo chorando após os créditos subirem. E, já no lado exterior do cinema, abracei uma senhora com uma certa idade, sozinha e desolada, chorando muito. E foi tentando consolá-la que soube que X-Men (o de 2000) fora o primeiro filme que ela assistiu ao lado do seu finado marido e, após 17 anos, ela pôde contemplar o último filme contendo Logan e Charles, sozinha, sem ninguém. Uma despedida de partir o coração. Logan ficará marcado em mim, e em todos que assistiram esse doloroso filme.

Responder
Artur Montenegro 3 de março de 2017 - 12:46

Que belíssimo texto, Guilherme! Soou tão melancólico quanto o filme. Assisti ontem e, de fato, não teve como segurar as lágrimas. Logan possui uma carga dramática muito boa e, somando-se às cenas de ação, torna-se um filme verdadeiramente sombrio. As atuações do trio de protagonistas estavam impecáveis; acredito que todos fizeram o seu melhor. A relação de Charles com Logan era crível e fraternal. Toda a sequência na casa do casal foi torturante, violenta e emocionante. Dar adeus a Charles foi um baque, mas era esperado. No entanto, foi com o final do filme que me desabei em lágrimas, não só eu; pude sentir e ouvir meus amigos e todos que estavam no cinema emocionados com aquela cena final. Laura inclinando a cruz e formando o X foi ápice, não consegui me segurar, fiquei um bom tempo chorando após os créditos subirem. E, já no lado exterior do cinema, abracei uma senhora com uma certa idade, sozinha e desolada, chorando muito. E foi tentando consolá-la que soube que X-Men (o de 2000) fora o primeiro filme que ela assistiu ao lado do seu finado marido e, após 17 anos, ela pôde contemplar o último filme contendo Logan e Charles, sozinha, sem ninguém. Uma despedida de partir o coração. Logan ficará marcado em mim, e em todos que assistiram esse doloroso filme.

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:34

Muito obrigado, Artur! Logan com certeza vai marcar muita gente!

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:34

Muito obrigado, Artur! Logan com certeza vai marcar muita gente!

Responder
Thiago Brandi 3 de março de 2017 - 12:34

Ótima análise! Que filme! FOX, FAÇA UM FILME COM OS MUTANTES MIRINS!

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:34

Muito obrigado, Thiago!

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:34

Muito obrigado, Thiago!

Responder
R. Bertini 3 de março de 2017 - 12:21

Quem diria, um filme do Wolverine com 5 estrelas, parece sonho kkk. Amanhã mesmo, estou correndo para o cinema !

Responder
Guilherme Coral 6 de março de 2017 - 15:34

Hahaha parece sonho mesmo

Responder

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