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Crítica | Lucifer – 1X06: Favorite Son

por Ritter Fan
143 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 4,5

Obs: Há potenciais spoilers. Leia as críticas dos demais episódios, aqui.

But the lord said, go to the devil
The lord said, go to the devil
He said, go to the devil
– Sinnerman

Marcando a metade da temporada, Favorite Son finalmente mostra o potencial de Lucifer. Um episódio equilibrado entre comédia inteligente e drama relevante e que mergulha profundamente na mitologia miltoniana do personagem título, fazendo as narrativas convergirem e caminharem naturalmente na mesma direção. Eis a série que estava sempre presente nos episódios anteriores, mas levemente escondida pela abordagem claudicante e talvez cuidadosa (para não assustar muito os mais pudicos) de Joe Henderson, como showrunner.

Tudo gira em torno de um assassinato seguido do roubo de um contêiner em armazém que Chloe sabe ser um lugar usado para a circulação de mercadorias ilegais de toda natureza. Lúcifer é chamado, agora em sua qualidade de consultor, mas logo se desinteressa pelo caso, por ser “chato” demais, enfurecendo sua parceira. No entanto, depois que Maze lhe conta que o contêiner roubado é do próprio Lúcifer e que contém algo aparentemente muito valioso, o anjo caído parte para solucionar o crime, custe o que custar.

O conteúdo do contêiner é óbvio para quem estiver acostumado com séries desta natureza, mas, como ele é mantido em segredo até o finalzinho, não revelarei aqui. De toda forma, o mistério funciona como um perfeito McGuffin que impulsiona a trama nas duas pontas, ou seja, no batido “caso da semana” e, principalmente, no arco maior do personagem, que precisa lidar com toda a situação que o coloca sob a mira da própria Chloe, que, pela primeira vez, desconfia que ele não está falando a verdade já que ele se recusa a revelar o que exatamente foi roubado.

Por outro lado, usando diretamente a situação criada em Sweet Kicks, o roteiro não foge de lidar com a relação cada vez mais próxima entre Amenadiel e a Dra. Linda Martin, com os dois atores – D. B. Woodside e Rachael Harris – finalmente tendo tempo para trabalhar seus respectivos personagens e deixando bem clara a química entre eles, em uma espécie de triângulo (não necessariamente) amoroso entre céu, purgatório e inferno e que explode quando Linda confronta Lúcifer com seu primeiro nome, Samael e sua efetiva função como filho de Deus. É perfeitamente possível ignorar todos os acontecimentos ao redor dos eventos dentro do consultório da doutora e focar só ali, nas três sequências trabalhadas para tratar diretamente do diabo e de seus problemas terrenos. É fascinante ver o lado diabólico de Woodside e, em oposição, o lado amargurado, torturado de Ellis, em uma interessantíssima inversão de papeis tendo Harris como uma espécie de fiel da balança.

Mas Chloe e sua separação de Dan também ganha atenção do roteiro, que ainda tem tempo para usar Trixie, a filhinha deles, para ótimo efeito dramático – e cômico – que, porém, acertadamente, não sai debaixo da sombra do Sr. Estrela da Manhã. É essa sombra de dúvida que leva ao terceiro (ou quarto) vértice da narrativa, quando Dan, sozinho, sai para investigar Lúcifer e enfrenta Maze na boate Lux. Trabalhado ao mesmo tempo de forma sinistra e leve, a cena funciona como equilíbrio para os desdobramentos mais sombrios do lado mitológico da história.

Novamente, a fotografia da série ganha enorme importância, com um episódio que enfoca a escuridão como nenhum outro até aqui, sempre deixando Lúcifer na luz – uma lembrança de seu passado como Portador da Luz ou Lightbringer -, mas cercado de escuridão por todos os lados. Outro elemento que vem sendo constantemente usado na série, mas que aqui é quase que onipresente, é a música. E esse uso começa já no prólogo, de forma diegética, com o próprio diabo cantando Sinnerman em sua boate (se era mesmo a voz de Ellis, e acho que era, ele tem uma potencial carreira como cantor se a de ator não der certo…), ao piano, em uma bela e harmoniosa sequência que dá o tempo e o tema do episódio, já que a canção (interpretada famosa e definitivamente por Nina Simone, mas que não é originalmente dela), datada da virada do século XX, lida com um pecador tentando se esconder da justiça divina no Dia do Julgamento Final. E, naturalmente, ao longo do episódio, outras canções são usadas para ilustrar a mesma questão, criando rapport imediato com o prólogo e com a problemática da trama em si.

Agora a busca da solução do mistério sobre quem roubou a preciosa propriedade de Lúcifer poderá gerar um interessante mini-arco e a resposta óbvia sobre o culpado (por que há uma resposta óbvia…) não me parece ser a correta. Há, muito provavelmente, um terceiro ainda misterioso nesta história que, espero, seja bem apresentado, aproveitado e costurado na narrativa de origem do amargurado playboy diabólico.

Favorite Son é um daqueles episódios que, quando acaba, o espectador tem a certeza de que viu algo especial, algo que realmente revela o que a série pode trazer se trabalhada com consistência e coragem. A névoa de bobagens divertidas que nos impedia de ver o que é de verdade essa série, parece ter se dissipado. Ou seria cedo demais para afirmar isso?

Lucifer – 1×06: Favorite Son (Idem, EUA – 29 de fevereiro de 2016)
Desenvolvimento: Tom Kapinos (baseado em personagem criado por Neil Gaiman, Sam Keith e Mike Dringenberg)
Showrunner:  Joe Henderson
Direção: David Paymer
Roteiro: Jason Ning
Elenco principal: Tom Ellis, Lauren German, Kevin Alejandro, D.B. Woodside, Lesley-Ann Brandt, Scarlett Estevez, Rachael Harris, AnnaLynne McCord
Duração: 44 min.

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57 comentários

Luiz Santiago 11 de abril de 2016 - 22:56

PUTA QUE PARIU!!!
Há pouco mais de um mês eu vim aqui falar palavrões positivos sobre o quão foda foi a interpretação de Ellis para a versão de Sinnerman e que eu ia ver a série. E cá estou eu! OMG!!!

Primeiro, a emoção de ver a coisa acontecendo e o roubo… que linda aquela cena final! E que angustiante! E que interpretação desse Diabo que eu mal conheço e já considero pacas???

Bacana é ver como Linda e Amenadiel são colocados em situações mais “solo”, como você bem destaca na crítica. Isso faz com que os atores possam mostrar mais de si mesmos e… eles são muito bons!

Cara, eu realmente estou feliz de estar acompanhando essa série!!! Bendita isca que você colocou aqui, viu!!! MUITO OBRIGADO!

Responder
planocritico 13 de abril de 2016 - 01:41

Esse ainda é meu episódio favorito, mas concorre bravamente com o 1×09 pelo posto!

Muito legal você estar gostando!

E não, a segunda temporada é minha. E todas as demais. E spin-offs também…

HAHAHAHAHHHHAHAHAAHAHHA

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de abril de 2016 - 01:41

Esse ainda é meu episódio favorito, mas concorre bravamente com o 1×09 pelo posto!

Muito legal você estar gostando!

E não, a segunda temporada é minha. E todas as demais. E spin-offs também…

HAHAHAHAHHHHAHAHAAHAHHA

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Santiago 13 de abril de 2016 - 09:31

Ué, mas o que é aqueles rascunhos de todos os episódios da 2ª Temporada no painel??? Humm… acho que é do Luiz Santiago!!!

Responder
Luiz Santiago 13 de abril de 2016 - 09:31

Ué, mas o que é aqueles rascunhos de todos os episódios da 2ª Temporada no painel??? Humm… acho que é do Luiz Santiago!!!

Responder
Luiz Santiago 11 de abril de 2016 - 22:56

PUTA QUE PARIU!!!
Há pouco mais de um mês eu vim aqui falar palavrões positivos sobre o quão foda foi a interpretação de Ellis para a versão de Sinnerman e que eu ia ver a série. E cá estou eu! OMG!!!

Primeiro, a emoção de ver a coisa acontecendo e o roubo… que linda aquela cena final! E que angustiante! E que interpretação desse Diabo que eu mal conheço e já considero pacas???

Bacana é ver como Linda e Amenadiel são colocados em situações mais “solo”, como você bem destaca na crítica. Isso faz com que os atores possam mostrar mais de si mesmos e… eles são muito bons!

Cara, eu realmente estou feliz de estar acompanhando essa série!!! Bendita isca que você colocou aqui, viu!!! MUITO OBRIGADO!

Responder
Sorcerus 8 de março de 2016 - 13:40

Eu achei excelente o episódio. Todos sabemos que uma série, em seu início, tendo a demorar a pegar seu tom, os personagens se firmarem em suas características. Mas é nesse, “Favorite Son”, que podemos dizer que esta linha foi iniciada, trazendo a comédia, o policial, o sobrenatural, em todas as doses que esta série merece.
E que siga assim em frente e traga mais surpresas.
Perfeita crítica, Ritter.

Responder
Sorcerus 8 de março de 2016 - 13:40

Eu achei excelente o episódio. Todos sabemos que uma série, em seu início, tendo a demorar a pegar seu tom, os personagens se firmarem em suas características. Mas é nesse, “Favorite Son”, que podemos dizer que esta linha foi iniciada, trazendo a comédia, o policial, o sobrenatural, em todas as doses que esta série merece.
E que siga assim em frente e traga mais surpresas.
Perfeita crítica, Ritter.

Responder
planocritico 8 de março de 2016 - 16:05

@central42:disqus, obrigado! As porteiras foram abertas. Agora é esperar que o potencial seja realmente aproveitado nos próximos episódios!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 8 de março de 2016 - 16:05

@central42:disqus, obrigado! As porteiras foram abertas. Agora é esperar que o potencial seja realmente aproveitado nos próximos episódios!

Abs,
Ritter.

Responder
El Imparcial ~ Jaktal 7 de março de 2016 - 16:58

Lúcifer tem mantido um nível muito bom. A tentativa da Maze de reaproximar o Dan com a Chloe foi hilária! hahaha

Pergunta: Vão fazer críticas do seriado Colony? Estou acompanhando e está me surpreendendo bastante.

Há braços! o>

Responder
El Imparcial ~ Jaktal 7 de março de 2016 - 16:58

Lúcifer tem mantido um nível muito bom. A tentativa da Maze de reaproximar o Dan com a Chloe foi hilária! hahaha

Pergunta: Vão fazer críticas do seriado Colony? Estou acompanhando e está me surpreendendo bastante.

Há braços! o>

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 17:22

@cssioalcntara:disqus, Colony está nos planos sim, mas só quando acabar, ou seja, uma crítica da temporada inteira.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 17:22

@cssioalcntara:disqus, Colony está nos planos sim, mas só quando acabar, ou seja, uma crítica da temporada inteira.

Abs,
Ritter.

Responder
Cícero 6 de março de 2016 - 20:03

Gostei muito do episódio, acho todos os personagens interessantes, principalmente a Linda.
Agora mudando de assunto, gostaria de saber se vocês vão fazer uma crítica da 1ª temporada de “The Shannara Chronicles”, pois eu gostei muito e já que fazem da entediante “Shadowhunters” achei que valia a pena mencioná-lá.

Responder
planocritico 6 de março de 2016 - 22:01

@Psycicero:disqus, não temos planos de criticar The Shannara Chronicles não. Mas vou colocar a série na lista para dar uma olhada quando pudermos.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 6 de março de 2016 - 22:01

@Psycicero:disqus, não temos planos de criticar The Shannara Chronicles não. Mas vou colocar a série na lista para dar uma olhada quando pudermos.

Abs,
Ritter.

Responder
Cícero 6 de março de 2016 - 20:03

Gostei muito do episódio, acho todos os personagens interessantes, principalmente a Linda.
Agora mudando de assunto, gostaria de saber se vocês vão fazer uma crítica da 1ª temporada de “The Shannara Chronicles”, pois eu gostei muito e já que fazem da entediante “Shadowhunters” achei que valia a pena mencioná-lá.

Responder
jcesarfe 6 de março de 2016 - 02:22

Essa é a DC que da certo.
Agora sendo o mala sem alça que naturalmente sou, não posso deixar de comentar que finalmente a unica série da DC (não da Vertigo, que faz com que a revista mãe pareça um gibi da Monica) que realmente vale o tempo de assistir retornou (mostrando aos produtores do Indio Verde Americano e do Dr. Emmett Brown de araque como se faz uma série de heróis). Será que eles assistem Gothan sonhando o que vão ser quando se tornarem produtores de verdade?

Responder
planocritico 6 de março de 2016 - 22:17

Gotham é a única dessas séries de “heroizinho” que não assisto… Na verdade, tentei ver o primeiro episódio, mas detestei. Tentarei novamente um dia desses…

Abs,
Ritter.

Responder
jcesarfe 7 de março de 2016 - 12:07

A série é bem melhor que todas as séries de “herói”, já que no caso o Gordon esta longe de ser herói de fato, mas a história foge muito do que se conhece sobre os personagens da DC.
Vale a pena assistir a série, porém ela só engata após o meio da primeira temporada, eles abandonam o estilo de vilão da semana e se engaja em uma história fechada e cada vez mais violenta ( já a 2ª temporada, mata de vez a ideia de vilão da semana a ponto de que quem não ver todos os episodio se perde totalmente).

Responder
jcesarfe 7 de março de 2016 - 12:07

A série é bem melhor que todas as séries de “herói”, já que no caso o Gordon esta longe de ser herói de fato, mas a história foge muito do que se conhece sobre os personagens da DC.
Vale a pena assistir a série, porém ela só engata após o meio da primeira temporada, eles abandonam o estilo de vilão da semana e se engaja em uma história fechada e cada vez mais violenta ( já a 2ª temporada, mata de vez a ideia de vilão da semana a ponto de que quem não ver todos os episodio se perde totalmente).

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 12:27

Vou tentar assistir assim que a segunda temporada acabar. Já vi que é que nem AoS, que começa mal e depois decola… Tomara!

Abs,
Ritter.

Responder
Régis Valker 7 de março de 2016 - 14:52

Acho que voce deveria dar uma chance a gotham, sei que no inicio é meio chata e tal. So que depois…..
A serie ficou sensacional, de verdade mesmo.

Responder
Régis Valker 7 de março de 2016 - 14:52

Acho que voce deveria dar uma chance a gotham, sei que no inicio é meio chata e tal. So que depois…..
A serie ficou sensacional, de verdade mesmo.

Responder
planocritico 6 de março de 2016 - 22:17

Gotham é a única dessas séries de “heroizinho” que não assisto… Na verdade, tentei ver o primeiro episódio, mas detestei. Tentarei novamente um dia desses…

Abs,
Ritter.

Responder
jcesarfe 6 de março de 2016 - 02:22

Essa é a DC que da certo.
Agora sendo o mala sem alça que naturalmente sou, não posso deixar de comentar que finalmente a unica série da DC (não da Vertigo, que faz com que a revista mãe pareça um gibi da Monica) que realmente vale o tempo de assistir retornou (mostrando aos produtores do Indio Verde Americano e do Dr. Emmett Brown de araque como se faz uma série de heróis). Será que eles assistem Gothan sonhando o que vão ser quando se tornarem produtores de verdade?

Responder
Anônimo 5 de março de 2016 - 22:42
Responder
planocritico 6 de março de 2016 - 22:18

Sem dúvida, @disqus_ZMtFC1obwd:disqus!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 6 de março de 2016 - 22:18

Sem dúvida, @disqus_ZMtFC1obwd:disqus!

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Santiago 5 de março de 2016 - 22:39

Só vim aqui dizer que eu ouvi essa música e.. caralho, que foda!!! Deu a maior vontade de saber o contexto. Quero ver a série agora.

Responder
planocritico 5 de março de 2016 - 22:43

HAHAHAHAHAA, eu SABIA que você iria se interessar. Veja sim. A série é bem bacana, daquele tipo que você não espera nada e pimba, ela te surpreende!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 5 de março de 2016 - 22:43

HAHAHAHAHAA, eu SABIA que você iria se interessar. Veja sim. A série é bem bacana, daquele tipo que você não espera nada e pimba, ela te surpreende!

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Santiago 5 de março de 2016 - 22:54

Isso foi uma isca, não é, seu maldito??? Isso não se faz!!!
Nossa, eu já fiquei impressionado com a música — que é sensacional, a letra é foda e o contexto parece ser muito interessante — então imagino que vou me impressionar com a série tb.

Já baixei a música. Foi para a playlist. Eu REALMENTE gostei. hahaahahahahah

Responder
Luiz Santiago 5 de março de 2016 - 22:54

Isso foi uma isca, não é, seu maldito??? Isso não se faz!!!
Nossa, eu já fiquei impressionado com a música — que é sensacional, a letra é foda e o contexto parece ser muito interessante — então imagino que vou me impressionar com a série tb.

Já baixei a música. Foi para a playlist. Eu REALMENTE gostei. hahaahahahahah

Responder
Régis Valker 7 de março de 2016 - 14:59

Pensa num diabo doidão na Terra…. Tendo equilibrio de açao, humor e suspense. kkkkkk
vc vai assistir….

Responder
Régis Valker 7 de março de 2016 - 14:59

Pensa num diabo doidão na Terra…. Tendo equilibrio de açao, humor e suspense. kkkkkk
vc vai assistir….

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 15:27

@luizsantiago:disqus, você TEM que assistir…

HAHAHAHAAHHAAHAH

– Ritter.

planocritico 7 de março de 2016 - 15:27

@luizsantiago:disqus, você TEM que assistir…

HAHAHAHAAHHAAHAH

– Ritter.

Tiago Lima 7 de março de 2016 - 20:20

@planocritico:disqus estava dando uma olhada no site e PAM! Vejo o Sete Pele com sotaque britânico, cantando Nina Simone. Dai, só passei pra dizer que assim como o @luizsantiago:disqus , começarei a ver essa série a nível de curiosidade.

Afinal quase tudo que tem origem britânica ou a Nina Simone no meio eu vejo e comento. #FÃDETECTADO.

Responder
Tiago Lima 7 de março de 2016 - 20:20

@planocritico:disqus estava dando uma olhada no site e PAM! Vejo o Sete Pele com sotaque britânico, cantando Nina Simone. Dai, só passei pra dizer que assim como o @luizsantiago:disqus , começarei a ver essa série a nível de curiosidade.

Afinal quase tudo que tem origem britânica ou a Nina Simone no meio eu vejo e comento. #FÃDETECTADO.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 21:22

@disqus_EYUuNRKx0g:disqus, tomara que goste da série. Eu fui fisgado imediatamente!

E confesso que tive que procurar o significado de Sete Pele… HAHAHAAHAHAHAHHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 21:22

@disqus_EYUuNRKx0g:disqus, tomara que goste da série. Eu fui fisgado imediatamente!

E confesso que tive que procurar o significado de Sete Pele… HAHAHAAHAHAHAHHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Santiago 5 de março de 2016 - 22:39

Só vim aqui dizer que eu ouvi essa música e.. caralho, que foda!!! Deu a maior vontade de saber o contexto. Quero ver a série agora.

Responder
Lucas Casagrande 5 de março de 2016 - 22:42

Esse episódio foi o melhor até agora, a série ta caminhando bem

Responder
Régis Valker 5 de março de 2016 - 20:34

Uma das melhores series que estou vendo no momento. Tomara que não estraguem como as outras estão sendo…

Depois que vi o primeiro episodio nao parei mais e ficou ansioso pro proximo sair o mais rapido possivel.
A serie consegue tratar o diabo de uma forma completamente diferente da que todos sabem e isso acaba cativando a todos. Ja que Lucifer faz o bem as vezes, mesmo não querendo.
abrax e otima critica 😀

Responder
planocritico 6 de março de 2016 - 22:19

@R@rgisvalker:disqus, engraçado que eu estava preparado para detestar a série e fui pego COMPLETAMENTE de surpresa pelos diálogos inteligentes e pela atuação de Tom Ellis, ator que não fazia ideia que existia…

Abs,
Ritter.

Responder
Régis Valker 7 de março de 2016 - 14:47

Eu sou uma das poucas pessoas que não ligam pra fama dos atores de filmes e series. assisto qualquer uma. kkkkk
Mas entendo que quando se tem atores famosos voce ate se empolga pra ver, so que oode quebrar a cara com isso.E acredito que com atores nao famosos isso acontece de uma melhor forma, porque voce ja tem ideia que pode ser ruim e nao quebra a cara.kkkkk
Lucifer é essa serie, voce assiste pra ver como é, de bobeira….e é surpreendido com a habilidade dos desconhecidos.

Responder
Régis Valker 7 de março de 2016 - 14:47

Eu sou uma das poucas pessoas que não ligam pra fama dos atores de filmes e series. assisto qualquer uma. kkkkk
Mas entendo que quando se tem atores famosos voce ate se empolga pra ver, so que oode quebrar a cara com isso.E acredito que com atores nao famosos isso acontece de uma melhor forma, porque voce ja tem ideia que pode ser ruim e nao quebra a cara.kkkkk
Lucifer é essa serie, voce assiste pra ver como é, de bobeira….e é surpreendido com a habilidade dos desconhecidos.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 17:21

Bem por aí mesmo, caro @rgisvalker:disqus. E o mais engraçado é que eu mesmo – exercendo todo meu “pré”conceito – quando assisti ao trailer de Lúcifer há meses, disse para mim mesmo que JAMAIS assistiria uma série com um cara tão narigudo e vesgo que eu não conseguia parar de rir só de olhar para ele… Quebrei a cara bonito…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 17:21

Bem por aí mesmo, caro @rgisvalker:disqus. E o mais engraçado é que eu mesmo – exercendo todo meu “pré”conceito – quando assisti ao trailer de Lúcifer há meses, disse para mim mesmo que JAMAIS assistiria uma série com um cara tão narigudo e vesgo que eu não conseguia parar de rir só de olhar para ele… Quebrei a cara bonito…

Abs,
Ritter.

Responder
Régis Valker 7 de março de 2016 - 19:20

Sacnagem. tambem sou narigudo. kkkkk
Eu nao vi o trailer, na verdade vi o episodio piloto que havia vazado a muito tempo atras,muito antes da estreia.Eu vi o piloto e gostei de cara, principalmente das mulheres que aparecem na serie.
Acabei vendo o vazado e tendo que esperar muito tempo pra ver o resto. Alguns amigos qcharam o trailer legalzinho e quebraram a cara tb.
abs.

Régis Valker 7 de março de 2016 - 19:20

Sacnagem. tambem sou narigudo. kkkkk
Eu nao vi o trailer, na verdade vi o episodio piloto que havia vazado a muito tempo atras,muito antes da estreia.Eu vi o piloto e gostei de cara, principalmente das mulheres que aparecem na serie.
Acabei vendo o vazado e tendo que esperar muito tempo pra ver o resto. Alguns amigos qcharam o trailer legalzinho e quebraram a cara tb.
abs.

planocritico 7 de março de 2016 - 19:34

HHAHAHAAHAHHAHAAHHAAHAH

No final das contas, o Tom Ellis mostrou que é um grande ator. E, depois desse episódio, um cantor em potencial!

Abs,
Ritter.

planocritico 7 de março de 2016 - 19:34

HHAHAHAAHAHHAHAAHHAAHAH

No final das contas, o Tom Ellis mostrou que é um grande ator. E, depois desse episódio, um cantor em potencial!

Abs,
Ritter.

planocritico 6 de março de 2016 - 22:19

@R@rgisvalker:disqus, engraçado que eu estava preparado para detestar a série e fui pego COMPLETAMENTE de surpresa pelos diálogos inteligentes e pela atuação de Tom Ellis, ator que não fazia ideia que existia…

Abs,
Ritter.

Responder
Régis Valker 5 de março de 2016 - 20:34

Uma das melhores series que estou vendo no momento. Tomara que não estraguem como as outras estão sendo…

Depois que vi o primeiro episodio nao parei mais e ficou ansioso pro proximo sair o mais rapido possivel.
A serie consegue tratar o diabo de uma forma completamente diferente da que todos sabem e isso acaba cativando a todos. Ja que Lucifer faz o bem as vezes, mesmo não querendo.
abrax e otima critica 😀

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