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Crítica | Lucifer – 4ª Temporada

por Ritter Fan
513 views (a partir de agosto de 2020)

  • spoilers. Leiam, aqui, as críticas das temporadas anteriores.

Lucifer é a melhor prova que eu posso trazer sobre os males de séries com mais de 10, 12 ou 13 episódios (objeto de minhas reclamações aqui). Claro que séries curtas com roteiros ruins não têm jeito, pois nada realmente funciona sem um bom roteiro, mas é muito mais comum encontrar problemas quando há a insistência na estrutura clássica de 20 a 24 episódios dos primórdios do boom de séries de TV aberta nos EUA.

Começando com 13 episódios, Joe Henderson fez de Lucifer uma série policial procedimental com tons cômicos e sobrenaturais da melhor maneira possível, mesmo que muitos torçam o nariz para ela considerando que se trata de uma adaptação de criação de Neil Gaiman em Sandman, logo em seguida desenvolvida em título próprio por Mike Carey. A estrutura enxuta não permitia espaço para muita enrolação e o charme natural de Tom Ellis no papel título, além da pegada brega/sofisticada da fotografia e cenografia tornaram fácil gostar do Diabo de férias em Los Angeles que passa a fazer par com a ex-atriz, agora detetive Chloe Decker (Lauren German) na investigação de crimes. Renovada, a série ganhou uma encomenda estendida já na segunda temporada, com 18 episódios, e a curva qualitativa começou um arco descendente.

A segunda renovação trouxe o apocalipse para a série, já que os 24 (que acabaram sendo 26) episódios propostos para a terceira temporada enrolaram demais a narrativa, fazendo com que a muleta do caso da semana passasse a ter peso demais nos roteiros, apagando às vezes por completo o lado sobrenatural, além de eles terem apagado o desenvolvimento do personagem-título, de forma que ele fosse “desacelerado”. Foi o que bastou para a série perder o já não tão grande público espectador que tinha e ser cancelada pela Fox. Eis que o Netflix, salvador de séries, entra um mês depois para garantir a distribuição de Lucifer (que é produção da Warner Bros. Television) em sua plataforma, desta vez com apenas 10 episódios.

E o que um regime não faz, não é mesmo? Com não só todo o elenco principal de volta, mas também toda a equipe técnica, inclusive o showrunner, o cliffhanger do final oficial (que é A Devil of My Word e não os episódios bônus lançados posteriormente) da terceira temporada é abordado de peito aberto na quarta, sem que haja qualquer tentativa de retroceder na grande revelação de para Chloe que Lucifer é mesmo o diabo, apesar de ele nunca ter mentido sobre isso, aliás um dos charmes da série. Com isso, Henderson e Ildy Modrovich mergulham mais a fundo na mitologia sobrenatural da série e trabalha fundamentalmente a forma como a detetive lida com essa informação.

Iniciando com um solo de “Creep”, do Radiohead, com Ellis ao piano que funciona como uma bela forma de elipse temporal quando descobrimos que, na verdade, são diversas performances dele ao longo de um mês em que Chloe está “de férias” para fugir de encará-lo, a temporada não demora para restabelecer a estrutura central de caso da semana, com a detetive de volta não muitos minutos depois. Mas, assim como no início da série, essa estrutura é realmente apenas a base narrativa, o trampolim para que os dilemas psicológicos e morais sejam realmente abordados. Chloe volta, mas sua aparente normalidade é uma máscara que esconde seu pavor e um plano para mandar Lúcifer de volta ao inferno, algo influenciado por um padre fanático (Graham McTavish, excelente em suas participações especiais) que ela conhece em Roma. Além disso, logo percebemos que tanto Dan (Kevin Alejandro) quanto Ella (Aimee Garcia) lidam com a perda de Charlotte, com o primeiro culpando Lúcifer e a segunda perdendo a fé e Amenadiel (D.B. Woodside) e Linda (Rachael Harris) precisam encarar a inusitada gravidez da psicóloga, que espera um meio-anjo.

Se isso já não fosse material suficiente para a temporada, Henderson e Modrovich ainda introduzem Eva (sim, a Eva, aquela feita a partir da costela de Adão), vivida de maneira inteligentemente sexy por Inbar Lavi. Com ela no mix, vinda do Paraíso para viver a vida com Lúcifer, seu primeiro amor, a história realmente engrena e os roteiros trazem uma espécie de inversão da lógica do Pecado Original, com Eva encantando o Diabo e não o contrário. Além disso, há espaço para um boa discussão sobre fé e religião, e tudo o que gravita ao redor dessas questões, sem perder de vista a abordagem do peso da culpa e a importância da auto-descoberta.

De certa forma, porém, as linhas narrativas andam mais em paralelo do que tangenciam. O triângulo amoroso formado por Lúcifer, Eva e Chloe e a gravidez de Linda, com Amenadiel tentando entender o que é ser pai, pouco conversam e, por vezes, isso é frustrante, já que os “lados” dessa mesma moeda sequer se referenciam com a frequência natural que seria esperada. Por outro lado, isso permite que haja um ótimo desenvolvimento dos personagens que frequentam – por assim dizer – cada uma das duas narrativas principais, até que, bem lá no final, quando Los Angeles é invadida por outros demônios, a necessária convergência finalmente ocorra. Foi uma escolha consciente dos showrunners procederem dessa forma, mas o estilo “ou um ou outro” não parece orgânico em boa parte das vezes, ainda que o resultado, no agregado, seja muito positivo.

Outro problema da temporada é a falta de ousadia em se livrar da matriz estrutural da série ou pelo menos em minimizá-la. Os casos da semana, apesar de mais “mudos” do que na temporada anterior, continuam a ocupar um espaço desproporcional em relação ao que verdadeiramente interessa, por vezes interrompendo artificialmente revelações e conversas. Talvez eu esteja sendo injusto em esperar uma mudança tão radical, já que a tonalidade da série passou a ser mais sombria, mas sem perder a comicidade e o charme, mas creio que a velha maneira de se fazer séries se faz por demais presente aqui, com os casos “conversando” com a questão pessoal sendo abordada no episódio, bem naquele estilo anos 80 de ser. Só para o leitor ter uma ideia, dos 10 episódios da temporada, nove lidam diretamente com casos da semana, sendo que apenas um deles tem consequências para além do próprio episódio onde ele é enfocado. A série teria se beneficiado de uma quebra maior ainda de paradigma se tivesse tornado essas histórias meros adendos às tramas principais e não o contrário.

Seja como for, o mergulho no sobrenatural e na expansão desse universo é mais do que bem-vindo, incluindo o necessário uso maior de CGI e um bom trabalho de maquiagem e próteses para Lúcifer em sua versão demoníaca. O que quase não existia nas temporadas anteriores, está presente de sobra aqui, mas sem transformar a série em um festival de luzes e cores desnecessariamente. É o uso cirúrgico e também econômico – mas não tanto – de fogos de artifício para realmente trazer aquele lado divino que tanto faltava à série, mas sem que ela perdesse seu charme, sofisticação e aqueles hilários diálogos de duplo entendimento.

Provando que menos pode ser mais e fechando a temporada com o que pode ao mesmo tempo ser um cliffhanger e um encerramento definitivo, Joe Henderson Ildy Modrovich e o Netflix mostram, finalmente, o verdadeiro potencial da série originalmente desenvolvida por Tom Kapinos. Agora é torcer para que a renovação venha. Mas com o mesmo número de episódios!

Lucifer – 4ª Temporada (Lucifer, EUA – 8 de maio de 2019)
Desenvolvimento: Tom Kapinos (baseado em personagem criado por Neil Gaiman, Sam Keith e Mike Dringenberg)
Showrunner: Joe Henderson e Ildy Modrovich
Direção: Sherwin Shilati, Sam Hill, Jessika Borsiczky, Viet Nguyen, Louis Milito, Richard Speight Jr., Claudia Yarmy, Lisa Demaine, Eagle Egilsson
Roteiro: Joe Henderson, Ildy Modrovich, Jason Ning, Chris Rafferty, Mike Costa, Aiyana White, Jen Graham Imada
Elenco principal: Tom Ellis, Lauren German, Kevin Alejandro, D.B. Woodside, Lesley-Ann Brandt, Scarlett Estevez, Rachael Harris, Aimee Garcia, Inbar Lavi
Duração: 498 min. (10 episódios no total)

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66 comentários

Marcus 25 de julho de 2020 - 19:25

Senti algo diferente depois que a série foi pra Netflix, Vários personagens ganhando destaque dentro da trama. (Maze, Linda e Amenadiel) . O desenvolvimento das narrativas deles foram bons ao meu ver considerando que de certa forma foram deixados de lado nas temporadas passadas, especialmente a terapeuta. Agora é torcer para que a season 5 seja melhor ainda. Os “casos da semana” ainda ocupam um tempo razoável na história mas achei eles mais interessantes. Que bom que Lucifer como personagem melhorou consideravelmente, menos chato e irritante, agora enfim mais sóbrio justificando sua existência milenar, acho que finalmente ele chegou em sua melhor forma .

Responder
planocritico 25 de julho de 2020 - 22:33

Acho que a produção ficou mais “adulta”, por assim dizer. Gostei bastante da mudança para o Netflix.

Abs,
Ritter.

Responder
Vitor Emanuel 10 de junho de 2019 - 15:09

A melhor temporada desde a primeira…meu deus,como foi cansativo assistir a segunda e terceira (Que tiveram alguns episódios bons sim)mas foram muito arrastados com o excesso de fillers e esse formato de caso policial da semana,que destrói completamente o lado sobrenatural da série. Netflix não só salvou a Lúcifer de ser cancelada,mas também salvou a qualidade dela,a quarta temporada me fez lembrar a primeira. A série que com a qual eu me encantei. espero que mantenham esse número de 10 episódios,não precisa de mais que isso,é só diminuir os fillers e focar mais na história.

Responder
planocritico 10 de junho de 2019 - 16:46

Sem dúvida!

Acho que o número de episódios será sim mantido para a 5ª e última temporada.

Abs,
Ritter.

Responder
JC 9 de junho de 2019 - 13:25

Gostei muito dessa temporada. Exceto: Cloe.

Repararam que ela não andou pra canto algum?

Desenvolveu nadinha….bah.

Gostei dela não. Todos os outros achei legal.

E totalmente desnecessário o romance de Ella com Dan. Horrível!

Responder
planocritico 10 de junho de 2019 - 16:46

@JCnaWEB:disqus , não sei se concordo sobre Chloe. Ela lida com o choque de descobrir o segredo e volta com a missão de mandar o diabo para o Inferno e novamente lida com uma realidade que não esperava. Acho que ela foi bem na série considerando que ela quase não andou nada na anterior.

Abs,
Ritter.

Responder
Julius Rock Mr emprego 31 de maio de 2019 - 18:21

Esse Lúcifer não se parece nada com os dos quadrinhos tanto em poder como em personalidade e a história tambem nem se compara, os quadrinhos dão 10 a 0 nessa série. Nos quadrinhos exploram outras mitologias e deuses.

Responder
planocritico 31 de maio de 2019 - 18:57

Sei disso. Trata-se de uma adaptação. Não de uma transliteração.

Abs,
Ritter.

Responder
Big Boss 64 17 de maio de 2019 - 08:33

As pessoas que sentiram falta de mais episódios foi o público feminino (acostumado a tramas novelescas com centenas de episódios, talvez?)

Responder
Big Boss 64 17 de maio de 2019 - 08:33

Eu gostei da 4a temporada, mas o final dela me deixou receoso disso virar um novo Supernatural, agora que demônios podem ir e vir do inferno quando querem.

Responder
planocritico 17 de maio de 2019 - 16:21

Nunca vi Supernatural, mas qualquer série que fique tanto tempo no ar não pode ser boa…

Abs,
Ritter.

Responder
Big Boss 64 17 de maio de 2019 - 17:50

Caso sinta vontade, assista até a 5a temporada que é o final planejado pelo 1° showrunner antes dele vazar, mas acho que a pior parte é anjos e demônios serem resumidos a atores comuns com olhos de cor diferente (entendo que na época era o que dava pra fazer, mas ainda assim, não perdoo).

Responder
JC 9 de junho de 2019 - 13:25

As 5 primeiras de Supernatural me torceu o braço. Eu tinha uma birra imensa desse seriado. Acabei vendo quando estava operado do ombro. Maravilhosa! Depois vira uma Massaroca sem fim….mas até hoje vejo :-p

Responder
planocritico 10 de junho de 2019 - 16:48

Ou seja, é série para ver no desespero! HAHAHAHAHAHHAHA

Abs,
Ritter.

MDN PLAYERS 25 de maio de 2019 - 13:01

Doctor Who manda abraços.

Responder
planocritico 25 de maio de 2019 - 18:14

O caso de DW é bem diferente. De tempos em tempos muda todo o elenco, inclusive o ator/atriz que vive o protagonista e a série basicamente recomeça com abordagens diferentes.

Abs,
Ritter.

Responder
curiosa gospel 16 de maio de 2019 - 17:14

tb curti, mas axo que a série pode ter um fim fim mesmo já
n desejo que se torne outra twd, grey’s anatomy e supernatural

Responder
planocritico 16 de maio de 2019 - 17:23

Concordo. Dá para ter mais umas duas temporadas de 10 episódios cada, mas eu pararia fácil por aí.

Abs,
Ritter.

Responder
Big Boss 64 17 de maio de 2019 - 08:41

Duvido. A Netflix não tá distribuindo a série só por causa de uma temporada kkk (ainda mais com esses vídeos do Tom Ellis no YouTube).

Responder
planocritico 17 de maio de 2019 - 14:56

Certamente há mais planejado.

Abs,
Ritter.

Responder
Ian Luz 15 de maio de 2019 - 23:43

Excelente texto como sempre, Ritter. Queria que tivessem feito um review por episódio, mas quem sabe na 5ª temporada.

Acho que nao se desprender do estilo de sempre da série foi uma tática do showrunner pra mostrar que a série ainda é a mesma, só que melhor e em outra casa. Talvez na futura 5ª temporada, a série possa começar a se libertar dos moldes em que ela mesmo se enfiou.

Responder
planocritico 16 de maio de 2019 - 16:31

@ianluz:disqus , séries lançadas na base do binge watch nós não fazemos por episódio. Creio que haveria pouco interesse nessa abordagem.

Sobre sua ponderação, tem razão. Pode ter sido uma temporada de transição. Tomara!

Abs,
Ritter.

Responder
Vitor Guerra 16 de maio de 2019 - 17:23

Tem razão, mas considerando que as criticas do episodio de Lucifer foram as criticas de serie mais acessadas ano passado deve dar uma certa pena não fazer kkkkkk

Responder
planocritico 16 de maio de 2019 - 17:23

As críticas deve ter caído em alguma realidade paralela para isso ter acontecido… Foi um negócio bem estranho para te dizer a verdade…

Abs,
Ritter.

Responder
Matheus Ferreira 15 de maio de 2019 - 18:39

Senti falta de trazerem de volta para a narrativa o Ben Rivers (affair da Maze) ele tem potencial para ter uma narrativa própria sem contar o caso do tenente Herrera e sua organização criminosa!

Responder
planocritico 15 de maio de 2019 - 20:19

Eu acho que não tinha espaço considerando a proposta da temporada. Quem sabe no futuro?

Abs,
Ritter.

Responder
Big Boss 64 17 de maio de 2019 - 08:41

Deixa o Smallville morto, pelamor. Já deu desse cara na série, mas confesso que a organização dele foi mal abordada e eu gostaria de mais respostas.

Responder
planocritico 17 de maio de 2019 - 14:56

Caim foi muito mal desenvolvido, infelizmente. E concordo que ele deve permanecer morto e esquecido.

Abs,
Ritter.

Responder
Vitor Guerra 15 de maio de 2019 - 16:45

Amei a temporada e sim os 10 episódios foram a melhor coisa a acontecer com a serie e teve varias coisas otimas: A maioria das relações dos personagens estava ótima de se ver, O arco do Amenadiel estava otimo é até surpreendente que demoraram tanto pra fazer isso com ele, Eva é maravilhosa e o aumento do nucleo sobrenatural foi otimo principalmente o Lucifer todo demoniaco.
Teve algumas coisas que eu não gostei como aquele “romance” do Dan e da Ella que vei do nada, a aparição da Remiel ficou super deslocada na temporada parecendo quase um filler e achei que deviam ter explorado melhor o fato da Eva ser a mãe do antagonista da temporada passada considerando o impacto que o Cain teve na vida deles é estranho eles mal tocarem no assunto.
Mas de qualquer forma otima temporada que venha a quinta.
PS: Ah Ritter por que você nunca cita a Ildy Modrovich na critica? Ela não é co-showrunner junto com o Hederson?

Responder
planocritico 16 de maio de 2019 - 16:31

A diminuição no número de episódios, quando foi anunciada, me trouxe um sorriso ao rosto. Lucifer merecia algo assim enxuto, bacana e sem firulas.

Mas concordo com Remiel. Foi uma construção bem “solta” de todo o restante e poderia não ter acontecido.

Sobre a Modrovich, não sei mesmo. Onde eu consultei só mostra o Henderson como showrunner. Você tem certeza que ela é também?

Abs,
Ritter.

Responder
Vitor Guerra 16 de maio de 2019 - 17:14

Bom é o que diz o perfil do Twitter dela: https://twitter.com/Ildymojo
E ela é chamada assim nas entrevista que eu vi ela dando sobre a serie.
Sobre Remiel pois é, fico pensando se nas temporadas seguintes ela vai ter o mesmo papel de sua contraparte masculina dos quadrinhos de assumir o Inferno no Lugar do Lucifer.

Responder
planocritico 16 de maio de 2019 - 17:23

Ops, vou alterar então! Obrigado!

Sobre Remiel, só se for isso. Introduziram a personagem nessa temporada para a usarem futuramente como a segunda versão do Diabo.

Abs,
Ritter.

Responder
Big Boss 64 17 de maio de 2019 - 18:01

Como o Amenadiel evoluiu, precisavam de um novo Amenadiel na trama. Aí trouxeram ela.

Responder
planocritico 17 de maio de 2019 - 20:27

Mas foi abrupto e mal trabalhado.

Abs,
Ritter.

Responder
Big Boss 64 17 de maio de 2019 - 08:50

Eu não consigo entender porque o Dan tá na série até agora. O detetive babaca já devia ter partido dessa pra melhor faz tempo (o núcleo da Charlotte deu uma sobrevida pro cara, mas ele não tem mais relevância nenhuma além de ser pai da filha da Chloe).

Responder
planocritico 17 de maio de 2019 - 14:56

Acho que ele ainda funcionou bem nessa temporada, mas, de fato, ele me parece ter ficado sem função para uma vindoura quinta temporada.

Abs,
Ritter.

Responder
Big Boss 64 17 de maio de 2019 - 18:01

Sobre Eva e Caim, ela mesma esclareceu que os laços entre os dois se romperam com a morte do Abel.

Responder
Vitor Guerra 17 de maio de 2019 - 23:44

Eu lembro, mais sei lá falaram isso de forma tão avulsa que me incomodou e achei que eram um tema que precisava de uma atenção maior.

Responder
Rodrigo Rocha Vaz 15 de maio de 2019 - 13:01

O formato mais enxuto foi extremamente benéfico para a série,funciona melhor assim. Curioso como o aumento do arco de alguns personagens não atrapalhou ou eclipsou a narrativa principal, sendo, inclusive, paralela a ela. Lucifer mostrou que funciona muito bem nesse formato mais conciso, com um arco narrativo principal que sustenta a história maior da temporada. Deve ser renovada, têm muito potencial, e Ellis é fantástico no papel.

Responder
planocritico 15 de maio de 2019 - 13:02

Tomara que seja renovada! Por outro lado, é uma série que já pode pensar em chegar a seu final definitivo…

Abs,
Ritter.

Responder
Cαrloѕ Hᴜɴᴛᴇʀ 15 de maio de 2019 - 11:50

Boa crítica, o fim realmente pareceu um desfecho pra mim.

Responder
planocritico 15 de maio de 2019 - 13:02

Obrigado!

Sim, foi um desfecho que pode não ser um desfecho. Acho muito bom quando encerram temporadas assim.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 14 de maio de 2019 - 19:53

ótima crítica. Essa temporada me trouxe o gostinho da primeira, gostei muito. Apesar do drama e romance alá novela mexicana que paira sobre Lucifer e Chloe, o menor numero de episodios pelo menos permitiu enrolar bem menos, coisa que na terceira foi uó de acompanhar.

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 20:02

Obrigado!

A novela mexicana entre os dois não tem lá muito jeito. Por mim, isso fica e os casos da semana saem, se tiver que fazer uma troca.

Mas, realmente, melhorou muito!

Abs,
Ritter.

Responder
wagner anderson 14 de maio de 2019 - 15:38

vai ter critica da segunda temporada de barry

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 16:01

Não tivemos nem da 1ª! Mas temos planos sim!

Abs,
Ritter.

Responder
Thiago_NCO 14 de maio de 2019 - 14:32

Excelente crítica.
Quanto à série (a qual gosto muito) sempre será uma nota 7 enquanto estiver ancorada na muleta narrativa do caso da semana. Uma pena. Poderia ser uma das melhores séries da atualidade na mão de roteiristas que não tivessem medo de ousar e se desprender dos moldes fixados desde a Season 1.

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 14:32

Concordo que ela tem mesmo um baita potencial não realizado por causa da estrutura escolhida desde o início!

Abs,
Ritter.

Responder
Eduardo Cunha Vilela 14 de maio de 2019 - 13:16

Gostei da crítica e fiquei curioso para ver essa temporada. O grande problema é que, para isso, será necessário enfrentar a terceira temporada, que eu já desisti de assistir logo no trailer, que mostrou que todo o desenvolvimento do personagem na segunda tinha ficado pra trás e voltaram a algo que parecia ter sido apertado logo na primeira.

Fica portanto a pergunta: vale o sacrifício?

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 13:17

Você se importaria de ver apenas alguns episódios da terceira ou seu TOC não deixaria?

Eu posso sugerir os mais importantes em termos da trama principal.

Abs,
Ritter.

Responder
Eduardo Cunha Vilela 14 de maio de 2019 - 13:26

Sim. Se não precisar assistir 24 episódios, eu assisto, com certeza. Inclusive, ficarei muito grato. Porque eu gostava da série e fiquei animado com a crítica. Difícil mesmo seria ter que ver toda a infinita terceira temporada.

Abraço!

Responder
Eduardo Cunha Vilela 14 de maio de 2019 - 13:35

O Disqus deu um bug aqui pra logar. Não sei se o comentário foi, mas aceito a indicação dos episódios chave.

Responder
Eduardo Cunha Vilela 14 de maio de 2019 - 13:26

Sim. Se não precisar assistir 24 episódios, eu assisto, com certeza. Inclusive, ficarei muito grato. Porque eu gostava da série e fiquei animado com a crítica. Difícil mesmo seria ter que ver toda a infinita terceira temporada.

Abraço!

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 14:42

Beleza.

A lista abaixo é apenas uma sugestão. A linha narrativa principal da temporada gira em torno da chegada de Marcus Piecer (o Superboy de Smallville, só que mais, digamos, rechonchudo) como chefe de polícia. É a partir dela que selecionei os episódios:

1. 3×01
2. 3×02
3. 3×05
4. 3×06
5. 3×07 (esse e o anterior estão na lista mais porque são realmente muito bons)
6. 3×09
7. 3×10
8. 3×12
9. 3×13 (novamente, está aqui mais porque é impagável ver o Superboy e Lucifer como um casal gay)
10. 3×16
11. 3×18
12. 3×23
13. 3×24

Se ficar na dúvida em relação a acontecimentos entre um episódio e outro, tem minhas críticas, a internet e, claro, fique à vontade para perguntar por aqui mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
Mojo 14 de maio de 2019 - 15:48

Deixa o cara sofrer igual a gente e ver os intermináveis 26 episódios cara kkkkkkk!!! Tenho um amigo que assistiu apenas as cenas do capítulo anterior, famoso “previously…” e o último.

planocritico 14 de maio de 2019 - 16:01

Eu sou mau, mas não tanto!!!

HAHHAHAHAHAAHAHHAHAHA

Abs,
Ritter.

El Imparcial ~ Jaktal 14 de maio de 2019 - 16:14

Caramba que gênio!!! AHAHAHAHAHAH

El Imparcial ~ Jaktal 14 de maio de 2019 - 18:24

Cara, esse comentário valeu o meu dia!

Agora tenho coragem de assistir essa temporada.

planocritico 14 de maio de 2019 - 18:26

Vou cobrar meus serviços!!!

HAHAAHHAHAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Eduardo Cunha Vilela 16 de maio de 2019 - 19:35

Valeu, Ritter! Estou acompanhando por essa lista e está atuando a manter a motivação. Tentei assistir um ou outro episódios fora da lista e bateu um arrependimento depois. XD

planocritico 16 de maio de 2019 - 19:43

Tomara que você se anime a chegar ao final!

Abs,
Ritter.

Big Boss 64 17 de maio de 2019 - 08:50

Só agora que eu assisti tudo tu me fala isso?

planocritico 17 de maio de 2019 - 14:56

Coitado!!!

HAHHAAHAHAHAHAHAHAHAAHA

Abs,
Ritter.

Carlos Faria 15 de maio de 2019 - 01:10

Olha, pelo season finale espetacular a terceira vale o sacrifício mesmo o caminho sendo tortuoso.

Responder
Régis Valker 15 de maio de 2019 - 05:38

Se nao tiver toc, assisti por um player onde vc possa dar cliques e passar 5 segundos mais rapido, ai vc acaba rapidao a serie.

Responder
Thiago_NCO 14 de maio de 2019 - 14:32

Vale, esta Season 4 é muito boa.

Responder

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