Home FilmesCríticasCatálogos Crítica | Mortal Kombat (1995)

Crítica | Mortal Kombat (1995)

por Ritter Fan
975 views (a partir de agosto de 2020)

Em algum momento da pré-produção de Mortal Kombat, filme baseado na incrivelmente bem-sucedida franquia homônima de videogames, o elenco era formado não só por Christopher Lambert, mas também por Cameron Diaz como Sonya Blade, Steve James como Jax, Brandon Lee primeiro e, depois, Tom Cruise e em seguida Jean- Claude Van Damme como Johnny Cage, com uma ponta planejada de Steven Spielberg como ele mesmo no set de filmagens de Cage. Mas falecimentos e outros compromissos deixaram Lambert como a estrela solitária – e já cadente – em meio a diversos zé ninguém no segundo filme dirigido por Paul W.S. Anderson (então ainda assinando somente como Paul Anderson) e primeiro dele baseado em games.

E, por incrível que pareça, Anderson faz um bom trabalho aqui e, por “bom trabalho”, entendam isso em relação ao que o diretor é capaz de apresentar, ou seja, quando está em sua melhor forma, faz algo que até poderia ser considerado ligeiramente acima do mediano, algo que Mortal Kombat definitivamente é. Com texto de Kevin Droney em seu único roteiro cinematográfico, a história faz uso da base dos dois primeiros jogos da franquia para criar uma narrativa que coloca lutadores que representam o planeta Terra em um torneio mágico de lutas marciais em algum lugar entre dimensões que se parece com uma ilha paradisíaca com um castelo fantasmagórico no meio que pode significar o fim da vida como a conhecemos, já que a derrota significaria a dominação do planeta pelo Imperador Shao Khan (voz de Frank Welker).

Mas não é a história que prende atenção, já que ela não é mais do que uma desculpa qualquer para as pancadarias que se seguem, pancadarias essas, na verdade, que desapontam considerando que elas deveriam ser os grandes atrativos do filme. No lugar de grandes lutas, o que temos são lentos e curtos balés marciais que somente uma ou duas vezes realmente consegue sair do lugar-comum e apresentar algo realmente novo. Se brevemente lembrarmos de obras anteriores do gênero “luta”, provavelmente listaremos filmes como O Grande Dragão BrancoKickboxer: O Desafio do Dragão (aliás, a inspiração primígena para o jogo em si foram justamente os filmes de Van Damme) que são centrados em combates marciais infinitamente superiores aos que Mortal Kombat tem.

Estranhamente, porém, apesar de falhar em roteiro e também nas lutas, o filme apresenta um conjunto bastante divertido que passa por aquela estrutura básica em que os protagonistas nos são apresentados em seus habitats originais, cada um com sua razão para participar do combate, precisando, claro, “evoluir” para realmente conseguir as vitórias necessárias. Temos Liu Kang (Robin Shou) como o lutador favorito da Terra, mas que somente quer lutar para vingar a morte do irmão, Johnny Cage (Linden Ashby) ator de Hollywood que é motivo de gozação e vai para o torneio para provar-se como lutador e  Sonya Blade (Bridgette Wilson), soldada das forças especiais que entra nas lutas sem querer já que persegue o vilão Kano (Trevor Goddard), todos atraídos para o Mortal Kombat pelo vilão Shang Tsung (Cary-Hiroyuki Tagawa), que faz de tudo para conseguir a vitória, e todos ajudados pelo mago Lorde Rayden, vivido por Christopher Lambert. É, provavelmente, o elenco mais homogeneamente canastrão de qualquer obra cinematográfica, mas há um charme justamente por esses exageros, pelas caras e bocas, pelas “poses de luta”, pelos diálogos baseados unicamente em frases de efeito, pelo momento “dama em perigo” com roupa provocante e cabelo armado vivido de forma vergonhosa por Sonya Blade, e, claro, pela ridícula – e ao mesmo tempo hilária – voz sussurrada de Lambert com cabelo branco. É tão pavoroso que funciona.

Mas o que realmente funciona é o cuidado no lado do design da produção como um todo. Apesar de ter custado meros 18 milhões de dólares, a direção de arte, os figurinos, a maquiagem, os sets e os efeitos especiais são, em sua grande maioria, primorosos e, de certa forma, talvez exatamente por sua qualidade transitando entre o filme B e o filme de orçamento polpudo, tenha sobrevivido razoavelmente bem ao teste do tempo. Há um cuidado muito grande nos rebuscados cenários internos dos dois castelos que aparecem na projeção, com excelentes figurinos para as criaturas que ali transitam, além de um Goro (a fusão do trabalho corporal de Tom Woodruff, Jr., com a voz falada de Kevin Michael Richardson e os sons guturais de Frank Welker) de se tirar o chapéu feito com próteses de corpo inteiro e braços animatrônicos. Claro que a agilidade é inexistente no monstrão, afetando qualquer sensação de perigo que ele pudesse causar, mas o lado técnico é de se tirar o chapéu.

Por outro lado, o CGI para o Réptil (sons vocais de Welker também) é tenebroso como era de se esperar, além do figurino pobre dos três lutadores vilanescos que se parecem muito entre si e que são símbolos do jogo: Scorpion (Chris Casamassa), Sub-Zero (François Petit) e Réptil (Keith Cooke na versão humanoide “surpresa” como no jogo original). Mas é aquela velha história: para se ter o bom, às vezes é necessário ter também o ruim e o ruim, aqui, é bastante aceitável considerando-se todo o contexto da produção e a capacidade limitada do diretor em fazer de um limão uma boa e saborosa limonada.

Outro aspecto que torna a experiência divertida é o uso de uma eficiente trilha sonora de George S. Clinton que faz um sampling do temas dos jogos e das frases ditas no próprio filme com um resultado diferente, mas consistente com a narrativa autoconsciente de suas limitações. O resultado foi um disco de trilha que fez gigantesco sucesso na época, chegando a receber o Disco de Platina e a figurar de forma imponente na lista da Billboard.

Começando com escalações ambiciosas que foram caindo por terra até chegar a um elenco composto de indigentes (com exceção de Lambert, claro) que diverte justamente por não saberem atuar sem fazer caretas ou poses de ação, mas surpreendendo pelo cuidado geral da produção que consegue tirar o máximo do orçamento apertado, Mortal Kombat tornou-se um clássico trash noventista que diverte descompromissadamente. Certamente não é uma fatalidade!

Mortal Kombat (Idem, EUA – 1995)
Direção: Paul W. S. Anderson
Roteiro: Kevin Droney (baseado nos jogos criados por Ed Boon e John Tobias)
Elenco: Christopher Lambert, Robin Shou, Linden Ashby, Cary-Hiroyuki Tagawa, Bridgette Wilson, Talisa Soto, Trevor Goddard, Chris Casamassa, François Petit, Keith Cooke, Tom Woodruff, Jr., Kevin Michael Richardson, Frank Welker, Ed Boon, Kenneth Edwards, Steven Ho, Gregory McKinney, Peter Jason, Sandy Helberg
Duração: 101 min.

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63 comentários

Diogo Maia 20 de outubro de 2020 - 17:42

O melhor trabalho do Paul W. S. Anderson, o que não significa absolutamente nada, hehe. Vale por duas coisas basicamente: a trilha hiperativa e cafeinada que tem cheiro dos anos 90 e as referências visuais e sonoras ao game. Fora isso, não sobra nada. Sempre achei inadmissível uma obra baseada num jogo ultraviolento (não sei como minha mãe me deixava jogar isso no SNES na época, já que sou de 1989, então provavelmente tinha no máximo uns 7 anos no auge da fama do MK) não ter basicamente sangue algum. Além disso, as lutas são patéticas (aquela do Cage contra o Goro chega a ser cômica no mau sentido). Vale pela nostalgia, já que na minha infância eu até curtia a trasheira do filme.

TEST YOUR MIGHT!

Responder
planocritico 21 de outubro de 2020 - 12:19

Bem isso mesmo que você descreveu, meu caro! Um filme de lutas com lutas ridículas…

Abs,
Ritter.

Responder
JC 18 de julho de 2020 - 12:03

Eu acho que só vi esse filme duas vezes:
1. Cinema
2. VHS

Acho que vou deixar assim ahahahahahaahah
Senão, é fatality na magia hahaahahahahah

Responder
planocritico 21 de julho de 2020 - 14:51

Ah, com certeza!

Abs,
Ritter.

Responder
Al_gostino 15 de julho de 2020 - 16:00

Eu ainda acho a melhor adaptação de um game feita rsrs….se for ver hoje lógico que a sensação é diferente mas na época que foi lançado ele trouxe um impacto positivo. Melhore que Resident Evil com certeza! rs…Abs

Responder
planocritico 15 de julho de 2020 - 16:09

Melhor que RE, sem dúvida é. E é melhor que a maioria dos filmes de games mesmo. Só não consigo dizer que é o melhor, pois não vi todos como por exemplo Angry Birds, Pikachu e Sonic (só para citar alguns).

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Leão Buendía 14 de julho de 2020 - 23:43

Eita, esse eu vi no cinema, marcou minha infância, ao lado dos filmes do Batman, Street Fighter, entre outros. Depois que a gente cresce vai descobrir as bombas que eram, mas aí já ficou marcado na memória.

Responder
planocritico 15 de julho de 2020 - 02:19

Sim, não tem jeito mais mesmo! Às vezes dá até pena ver novamente justamente para não estragar a magia…

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Carlos 14 de julho de 2020 - 14:16

Crítica ruim cheia de colocações daquelas tipícas pra causar, que mais só serve ao ego do autor. Ritter Fan, pior crítico do site, disparado.

Responder
planocritico 14 de julho de 2020 - 14:17

E meu já enorme ego infla mais ainda quando recebo comentários desse naipe! Mande mais que eu adoro!

– Ritter.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 14 de julho de 2020 - 16:15

Pô, mais um prêmio pra sua estante? Aí não é justo!!!

Responder
planocritico 14 de julho de 2020 - 16:39

Seu INVEJOSO!!!

– Ritter, o Premiado.

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 14 de julho de 2020 - 21:15

Rapaz… respeita o cara. Não é qualquer um que tem mais de 2000 textos publicados.

Responder
Lucas Casagrande 14 de julho de 2020 - 11:32

Fui ver no cinema na época com 12 anos e eu sai da sessão amando o filme

Vendo depois mais velho comecei a enxergar os defeitos mas ainda assim esse filme sempre me diverte, aqui os defeitos não estragam a nostalgia

Parabéns pela critica

Responder
planocritico 14 de julho de 2020 - 13:44

Obrigado, @disqus_IZdN7vZC7G:disqus !

O filme ainda tem seu valor, mesmo depois desse tempo todo. Eu mesmo me diverti pacas revendo agora para a crítica.

Abs,
Ritter.

Responder
Fabricio 14 de julho de 2020 - 11:02

Quanta nostalgia! MK é um daqueles raros filmes que nunca me canso de assistir, e por mais incrível que pareça, ainda acho a luta do Cage x Scorpion super empolgante…

Responder
planocritico 14 de julho de 2020 - 13:44

Essa é melhor luta, eu diria. Aliás, o Cage é o melhor personagem do filme. O único com personalidade.

Abs,
Ritter.

Responder
Eric M. Souza 14 de julho de 2020 - 00:25

Crítica muito boa. Só não consegui entender a parte das lutas. Elas foram uma das primeiras vezes em filmes ocidentais com lutas intensas como se fazia em Hong Kong. Tem pelo menos três lutas memoráveis nesse estilo: Johnny Cage x Scorpion, Liu Kang x Reptile e Liu Kang x Shang Tsung. Os dois filmes do Van Damme citados (Bloodsport e Kickboxing) têm lutas sofríveis, pavorosas, ninguém faz guarda, ninguém faz sequência, todo mundo aceita qualquer golpe e é tudo extremamente lento. Nem dá para acreditar que Van Damme foi vice-campeão mundial de karatê. As lutas do Bruce Lee nos anos 60/70 são (bem) melhores que as do Van Damme.

Responder
planocritico 14 de julho de 2020 - 00:32

Acho bem ruins as lutas aqui. Coreografias lentas que em momento algum mostram intensidade. Provavelmente foi incompetência do diretor, que é muito ruim. E veja: não quero lutas realistas como você parece dar preferência, quero lutas cinematograficamente interessantes. Se eu quiser realismo eu vou assistir campeonato de karatê.

Abs,
Ritter.

Responder
Quiof Thrul 13 de julho de 2020 - 23:10

É como Aventureiros do Bairro Proibido, tão ruim que fica bom, comparando com Street Fighter, que nem torneio tinha e como uma escolha de elenco no mínimo estranha (salvam-se Ryu, Chun-Li e Zangief), mas o Mortal Kombat: Aniquilação foi péssimo

Responder
planocritico 13 de julho de 2020 - 23:31

Engraçado, eu não acho Aventureiros tão ruim que é bom. Acho bom mesmo. Ele é feito para ser assim, daquele jeito.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Carvalho 14 de julho de 2020 - 01:23

Estou ainda descrente com a heresia do sujeito em dizer que “Big Trouble in Little China” é tão ruim que fica bom… KKKK

Responder
Junito Hartley 13 de julho de 2020 - 13:19

Filme nostálgico, toda vez que vejo passando na tv paro pra ver. Sem falar na trilha sonora, umas das mais marcantes do cinema. Pena que as sequências foram muito ruins.

Responder
planocritico 13 de julho de 2020 - 13:56

Bem divertido mesmo e com um trilha interessante!

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Gustavo 13 de julho de 2020 - 13:14

Eu via direto na infância, era um dos meus filmes favoritos! Mas a sequência desse filme é horrível! Estou com altas expectativas com o filme do James Wan!

Responder
planocritico 13 de julho de 2020 - 13:56

Não é exatamente do Wan, pois quem dirige é o Simon McQuoid, um estreante no mundo cinematográfico. Wan só é um dos produtores…

Abs,
Ritter.

Responder
Diego Borges 13 de julho de 2020 - 12:51

Vi no cinema e, do alto de meus 12 anos na época, adorei o filme. Esses dias fui rever no Prime e mal contive o sentimento de vergonha alheia, rsrsrsrsr. Tagawa parece que evoluiu como ator depois desse filme (isso se eu não estiver confundindo ele com outro ator japonês), não é?

Responder
planocritico 13 de julho de 2020 - 12:51

O Tagawa já havia feito O Último Imperador na época. Só isso já o coloca em outro patamar em relação aos demais. Mas nesse filme ele é o chefe canastrão!

Mas eu vi o filme no cinema já bem adulto e revi agora e não senti vergonha alheia alguma. Vergonha alheia eu sinto vendo qualquer um dos Resident Evil…

Abs,
Ritter.

Responder
Eloyzyo Nascimento 13 de julho de 2020 - 14:30

Cary-Hiroyuki Tagawa ainda conseguiu fazer outra bagaceira de um jogo adaptado para o cinema … ele fez o Heihachi na adaptação do Tekken… isso sim e gostar de entrar em bombas rsrs

Responder
planocritico 13 de julho de 2020 - 14:59

Nossa, mas esse procurou lixo mesmo…

Abs,
Ritter.

Responder
Elza Torquato Rennan Sales 13 de julho de 2020 - 12:06

Ah, uma das coisas mais legais que só os anos 90 poderiam nos oferecer. Fico imaginando como seria com Brandon Lee (é uma pena). Não sabia dessa história com o Tom Cruise (kkk), ainda bem que não deu certo. E sobre a trilha, escuto ainda hoje no carro, rs.

Responder
planocritico 13 de julho de 2020 - 12:11

Nada disso. Os anos 80 ofereceram 500 variações de filmes de luta melhores que esse aqui… HAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHHA

Abs,
Ritter.

Responder
Elza Torquato Rennan Sales 13 de julho de 2020 - 13:57

Kkk, é mais por uma questão nostálgica já que cresci nos anos 90 e esperava ansioso um filme desse game. Sim, respeito muito o cinema dos anos 80 e suas trasheiras tem grande valor pra mim também, rs.

Responder
planocritico 13 de julho de 2020 - 14:59

Mas falo mais das lutas mesmo. Por ser Mortal Kombat, esperava que elas fossem o verdadeiro ponto alto e não são. Não custava terem copiado o Van Damme nos anos 80, não é?

Abs,
Ritter.

Responder
Eric M. Souza 14 de julho de 2020 - 00:32

Acho as lutas do Van Damme tão fracas… Todo mundo aceita golpe de peito aberto, é tudo bem lento. Jackie Chan fazia bem melhor e muito antes. Drunken Master de 1978 surra fácil qualquer filme do Van Damme em coreografias.

planocritico 14 de julho de 2020 - 00:32

Claro, muito melhores do que as do Van Damme. Mas os filmes clássicos dele retratam lutas de maneira muito mais cinematográfica que MK.

Abs,
Ritter.

Quiof Thrul 14 de julho de 2020 - 07:41

Van Damme dominava, mas depois que comecei a ver os filmes de Hong Kong, perdi o interesse nele, o mesmo com o Chuck Norris, que até fez um pastiche do Karate Kid, O Grande Dragão Branco é legal, apesar de ser baseado nas histórias falsas do Dux, o Dux também elaborou Desafio Mortal, que acho mais filme de Street Fighter dos que já foram feitos, um torneio de artes marciais de fato com vários estilos, mas com os golpes manjados do Van Damme.

planocritico 14 de julho de 2020 - 13:44

Sim, eu te entendo perfeitamente. Mas eu diria para você que, cinematograficamente, as lutas do Van Damme são muito boas e combinariam bem em MK que tem lutas “paradas” demais.

Abs,
Ritter.

Al_gostino 20 de julho de 2020 - 16:32

Van Damme é ícone demais…os filmes deles, as cenas não eram só a luta em si,, era uma espécie de “combo”, com as coreografias (quem moleque nos anos 90 não queria dar aquela voadora giratória ou chute esticando toda a perna que ele dava? rs), as caretas, tudo o que o personagem dele tinha passado durante o filme…Van Damme como astro de filmes de ação/luta nos anos 90 não tinha pra ninguém na minha opinião.

planocritico 21 de julho de 2020 - 14:02

Em termos de luta, pode ser sim que Van Damme tenha sido o melhor dos anos 80. Mas, no conjunto da obra, Stallone, Schwarzenegger e Willis são, para mim, muito melhores.

Abs,
Ritter.

Al_gostino 22 de julho de 2020 - 09:31

Ritter, esses caras, Willis, Swarza, Stallone, eram atores já de nome, os filmes deles eram super produções, tinham mais investimento, melhor elenco…com certeza foram mais ícones no gênero ação…agora no quesito filme de luta mesmo, pra mim, nos anos 90, Van Damme é insuperável…abs

planocritico 22 de julho de 2020 - 11:46

Concordo. Foi mais ou menos o que eu disse. Aliás, MK teria se beneficiado muito se o Van Damme tivesse aceitado o papel de Cage.

Abs,
Ritter.

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 13 de julho de 2020 - 11:54

Esperando aparecer os defensores de Paul W. S. Anderson:

“O SENHOR É UM CRÍTICO DO BOM GOSTO, DAS BOAS REGRAS, DO CINEMA-CINEMA E NÃO CONSEGUE ABSTRAIR A GENIALIDADE CORAJOSA ANTI-CONTRA-REVOLUCIONÁRIO-CINEMATOGRÁFICA DESSE MELHOR DIRETOR DA ATUALIDADE”.

ai ai…

Responder
planocritico 13 de julho de 2020 - 12:11

Cara, esse diretor não dá não… E olha que em Mortal Kombat ele até “mandou bem”…

Abs,
Ritter.

Responder
Guilherme Henrique 13 de julho de 2020 - 12:46

Curto muito o primeiro Resident Evil, filme de zumbi bem acima da média e praticamente ressuscitou o gênero kkkkkkk

Responder
planocritico 13 de julho de 2020 - 14:37

Eu acho abaixo da média. Muito estilo vazio, zero de substância. Como, aliás, a franquia toda de RE nos cinemas…

Abs,
Ritter.

Responder
Elza Torquato Rennan Sales 13 de julho de 2020 - 14:51

Ele conseguiu fazer um filme acima da média, Enigma do Horizonte. Se ele tivesse seguido essa linha…

planocritico 13 de julho de 2020 - 14:59

Só um pouquinho acima…

Abs,
Ritter.

O Gambit dos x-men 14 de julho de 2020 - 10:28

SeUs FiLmEs sÃo GrAnDeS DeMaIs pArA MeNtEs PeQuEnAs!

Responder
paulo r carvalho jr 13 de julho de 2020 - 10:15

É um filme que diverte apesar de seus problemas e com certeza é MUITO melhor que a sequência. Especialmente o visual do Goro.
Só um adendo quanto a escolha de Brandon Lee para o filme, pois, essa informação gera questionamentos. Os direitos de adaptação do jogo para o cinema foram solicitados em Junho/1993 por Lawrence Kasanoff e adquiridos só três meses depois, mas Brandon já tinha falecido neste mesmo ano em 31/03/1993. Acredito que os produtores queriam o ator no papel do Johnny caso não tivesse falecido.
Ainda tenho esperança que realizem a 3ª temporada do Mortal Kombat Legacy. Essa serie é muito boa.
Um abraço.

Responder
planocritico 13 de julho de 2020 - 12:11

Cara, tenho a impressão que não vi a sequência…

Abs,
Ritter.

Responder
Wagner 13 de julho de 2020 - 09:58

Adoro esse filme. Vou te dar um soco processar por ter apresentado defeitos nessa obra-prima.
Meus advogados entrarão em contato
https://cptstatic.s3.amazonaws.com/imagens/enviadas/materias/materia6875/criacao-ema-cursos-cpt.jpg

Responder
planocritico 13 de julho de 2020 - 12:11

Seus advogados tomarão fatalities dos meus seguranças…

Abs,
Ritter.

Responder
Anton Chigurh 13 de julho de 2020 - 08:05

Já a continuação de 1997, da mesma forma que outro filme baseado na franquia Streer Fighter, são duas das maiores tosqueiras lançadas nos anos 90.

Aliás, o que teve de filme ruim lançado nos anos 90, baseados em jogos de sucesso, não é brincadeira. Mario Brothers de 93, e Double Dragon de 94 são outros e ótimos exemplos de que o sucesso em uma determinada mídia não necessariamente é garantia de sucesso em outra mídia.

Responder
planocritico 13 de julho de 2020 - 12:11

Sucesso até pode ser, já que Mortal Kombat foi um baita sucesso. Agora, qualidade é outra coisa bem diferente…

Abs,
Ritter.

Responder
Flavio Batista Dos Santos 13 de julho de 2020 - 12:18

Caracas Double Dragon é bagaceira total.
Mas o Mario é o fundo do poço.

Responder
planocritico 13 de julho de 2020 - 12:18

E eu simplesmente amava o jogo Double Dragon, infinitamente mais que MK ou qualquer outro de luta…

Abs,
Ritter.

Responder
Quiof Thrul 13 de julho de 2020 - 23:10

Pois é, Double Dragon gerou um jogo bom e até um sucessor espiritual, o Rage of the Dragons.

Responder
planocritico 13 de julho de 2020 - 23:31

Acho que não cheguei a conhecer esse Rage of Dragons…

Abs,
Ritter.

Quiof Thrul 16 de julho de 2020 - 13:29
Flavio Batista Dos Santos 14 de julho de 2020 - 20:38

Lembro de ter assistido num videocassete q tínhamos e q tava com mau contato, e tudo ficava preto e branco.
A gente tinha q ficar ligando e desligando pra voltar hahaha.

Responder
planocritico 14 de julho de 2020 - 20:45

Já “briguei” muito com videocassete!!!

Abs,
Ritter.

Elza Torquato Rennan Sales 13 de julho de 2020 - 12:06

Ah, uma das coisas mais legais que só os anos 90 poderiam nos oferecer. Fico imaginando como seria com Brandon Lee (é uma pena). Não sabia dessa história com o Tom Cruise (kkk), ainda bem que não deu certo. E sobre a trilha, escuto ainda hoje no carro, rs.

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