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Crítica | Mr. Robot – 4X03: 403 Forbidden

por Luiz Santiago
296 views (a partir de agosto de 2020)

  • Há SPOILERS deste episódio e da série. Leia aqui as críticas dos outros episódios.

403 Forbidden foi assim: comecei a assistir, pisquei e aí o episódio acabou. Eu realmente não canso de me impressionar o quanto a direção de Sam Esmail flui à perfeição, de modo que a própria noção do nosso tempo vendo o episódio se dilui, parece que passa rápido demais, tamanha é a quantidade de coisas que temos na tela: a beleza com que essas coisas são expostas e a qualidade técnica de absolutamente cada frame dos episódios da série. Chega a ser perturbador.

Nesta semana, o roteiro de Courtney Looney fica um pouco atrás dos dois anteriores pelo simples fato de ter que nos trazer um capítulo aberto, fazendo a ponte entre um momento com revelação importantíssima (a terceira personalidade de Elliot, citada em 402 Payment Required) e a preparação para uma série de coisas em torno dessa grande revelação que, obviamente, um showrunner tão escrupuloso quanto Esmail jamais entregaria de bandeja já no episódio seguinte, com explicações didáticas, linha do tempo e pedidos oficiais de desculpa. Esse tipo de preparação não torna o episódio ruim (algo impossível em Mr. Robot), mas mina a sua força porque lhe faltam coisas para completar o ciclo narrativo. Não chega a ser uma armadilha de roteiro, mas é uma daquelas consequências chatas que frequentemente vemos em diversas séries.

Muitos momentos favoritos se acumulam aqui. Emocionalmente, tivemos aquela soberba parte inicial do episódio, com Whiterose contra a parede, tendo que lidar com impasses diante do despacho de seu projeto para o Congo e preferindo o ataque direto à escolha da paciência, o que, segundo sua assistente, pode lhe custar tudo. Essa temática foi plantada já em 401 Unauthorized e aqui, num capítulo inteiramente ambientado na véspera de Natal, temos espaço para um amor proibido na China dos anos 1980 e o que parece ser o início da jornada de Whiterose para aquela palavrinha mágica que ela disse lá na 1ª Temporada: hackear o tempo. A obsessão da personagem com esse aspecto da vida parece ir muito além do trabalho pelo trabalho ou por interesses pessoais de dominação. Uma sensação de culpa, perda, amor não cultivado e responsabilidade por um parceiro perdido é somado a esse pacote e, por mais clichê que isso seja, minha felicidade foi que o episódio não tornou o bloco um poço de melodrama, sabendo jogar muito bem com a tragédia amorosa e o sério e impessoal dilema tecnológico desses indivíduos na atualidade.

A minha cena favorita aqui foi a brilhante decupagem interna do quarto de hotel onde vemos Whiterose e o namorado. A disposição dos espelhos, o tipo de lente utilizada, o ângulo da câmera e a maneira como o diretor move o centro de atenção do público são aplaudíveis, e juntam-se àquela passagem da câmera na grua, indo do lado branco das rosas para o lado manchado de vermelho pelo sangue do parceiro de Whiterose, minutos depois. Vale também citar a belíssima disposição das luzes e o tralho da direção de arte no bar onde Elliot encontra Olivia Cortez (funcionária do banco do Chipre, que ele pretende hackear para atacar Whiterose) e posteriormente no banheiro dessa mesma personagem, onde uma luz direta, de filtro laranja, incide sobre os personagens que confessam seus vícios e sofrimentos um para o outro. É de cortar o coração, tanto pelo conteúdo, quanto pela atmosfera criada esteticamente.

O encadeamento do plano geral da temporada parece avançar da maneira mais estranha possível (no bom sentido), com todo mundo fazendo grandes movimentos, mas com consequências que não conseguimos entender imediatamente. Talvez por isso venha o meu impasse com a justificativa de Fernando Vera para tentar encontrar Elliot. Por um lado, faz sentido diante do plano do criminoso, mas por outro parece… vindo do nada esse desejo, especialmente se considerarmos o passado dos dois. Já foi levantado aqui mesmo, na parte de comentários do site, a possibilidade de Vera ser a outra personagem de Elliot, mas como ainda estamos falando de hipóteses, a única forma correta de analisar o que nos é apresentado é assumindo aquilo que o diretor nos quis mostrar no momento. Quando vierem as revelações, a gente dá nome aos bois e liga os pontos, afinal, não somos os roteiristas aqui.

O final desse episódio é tão tenso, que o espectador sente aquele estranho medo de um perigo real que se pode ver através da janela. A trilha sonora vira apenas um zunido macabro (cellos e baixos fazendo o seu papel de puxar a alma do ouvinte) e a ameaça está dada. Aqui, duas possibilidades: ou ninguém está ouvindo e Elliot só está preocupado demais… ou alguém realmente está ouvindo e Tyrell Wellick começou com o pé errado a sua relação profissional com Whiterose. Independente do que vier, etá claro que coisa boa não deve esperar na esquina…

Mr. Robot – 403 Forbidden (EUA, 20 de outubro de 2019)
Direção: Sam Esmail
Roteiro: Courtney Looney
Elenco: Rami Malek, Carly Chaikin, Martin Wallström, BD Wong, Elliot Villar, Christian Slater, Dominik Garcia, Jing Xu, Eugene Shaw, Ross Kurt Le, Jas Anderson, Gloria Reuben, Adam Garcia, Ajay J. Perez, Dean Scott Vazquez
Duração: 47 min.

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23 comentários

Isac Marcos 2 de novembro de 2019 - 12:44

Antes de mais nada, gostaria de saber se esse da foto na descrição de quem é o escritor na página é você mesmo, Luiz @luizsantiago:disqus ? Se for, tem que mudar a descrição @Acepipe…GADO… para gaTo rsrsrs (muito diferente de como eu imaginava que fosse).
Um dos episódios que não me senti um total ignorante assistindo ao seriado rsrs, principalmente por caminhar dentro da área que conheço (Saúde Mental), pois quando começa a ficar na área de Exatas (TI), sinto-me perdido (muitas vezes já pausei para pesquisar o que os termos técnicos nos diálogos significavam; único “pecado” dessa série).
Como já disse algumas vezes, meu olhar aguçou demais depois que conheci o Plano Crítico (quase um vício, como os citados nesse episódio rsrs: acabar de ver algo, vir aqui e ler o que escrevem e tbm não deixar de comentar, até pq diferentemente de outros ‘sítios’, vocês interagem conosco, leitores); e daí quando vc diz “…filtro laranja, incide sobre os personagens que confessam seus vícios e sofrimentos um para o outro.”, impossível não me lembrar de ter percebido esse e outros detalhes tão incríveis enquanto assistia.
O que me chamou a atenção, principalmente nessa cena final com esse filtro (a gente assiste a algo junto com nossa ‘bagagem’), é que para muitas culturas e tbm em tratamentos holístico ou alternativos, o laranja é usado para aumentar os níveis de energia, com um efeito para a alegria e como antidepressivo; algo que se foi intencional merece palmas, dado as confissões no banheiro e a atmosfera passada após isso. Seriado de uma qualidade técnica espetacular.

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 2 de novembro de 2019 - 15:57

Esse da foto sou eu mesmo, @isac_marcos:disqus! E muito obrigado pelo “gaTo”, viu. hahahahahahahahahahaha Agora vem cá, como tu imaginava que eu fosse?

Você comenta sobre a pesquisa de termos para acompanhar o episódio e tudo mais. Isso acaba sendo algo essencial para você no processo de compreensão do episódio em si ou é mesmo curiosidade de saber exatamente o que os processos de TI significam exatamente? Porque na maioria das vezes você consegue aludir ou pegar esses significados pelo contexto, caso não saiba o que significam.

Ah, adorei essa adição interpretativa à direção de fotografia. Isso é que é gostoso de conversar sobre os episódios e todo o restante de mídias que escrevemos aqui. Sempre expandindo coisas. Muito bom! Valeu por compartilhar.

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Isac Marcos 3 de novembro de 2019 - 15:16

Muito diferente rsrsrsrs. Imaginava que você fosse um jovem, porém mais velho, quase chegando aos 40 anos, cabelo grisalho já e tipo, morenaço (coisas do inconsciente, nem me pergunte o porquê rsrs, e talvez dos ‘modelos’ de professores de História que tive). Mas como dizem ainda por qui no RJ: “Você tá bem na foto!”. Acredite!!!
Sobre sua pergunta: ambos (curiosidade, pois gosto de entender os processos na área, acho bem legal, e às vezes — em alguns episódios — acho que fica muito técnico, quase “cenas-bônus” só para o pessoal de TI mesmo; embora dê sim para compreender pelo menos o contexto e resultados posteriores, como você pontuou. mas parece que “perdi” algo irrecuperável ali no episódio; dá uma frustração e a sensação de ignorância rsrsrs). Sinto-me nessas horas como na 1ª vez que assisti a Matrix Reloaded [na cena inclusive bem satirizada em Todo Mundo em Pânico 3, com a Cindy e o Arquiteto 😂😂😂] quando o Arquiteto e o Neo dialogam e fazem a cabeça da gente “bugar” rsrsrs. Nada que atrapalhe de fato a ótima experiência com o seriado.
Já a troca de personalidades, a interação/desajuste e tentativas de controle entre elas (além de outros quadros psíquicos na série), acho um primor, praticamente uma aula prática do que vemos em manuais de Psicopatologia.

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Franklin Guirra 28 de outubro de 2019 - 09:08

Acho q a terceira personalidade dele seria Deus (divina trindade). Ele é o pai, o filho e o espirito santo. Varias vezes ele sita o que está acima de nós, e coisas do tipo. Seria a nova vinda de cristo tentando rebutar o mundo. Na primwira temporada Fernando Vera pergunda se ele nunca pesquisou o nome dele no google. Adivinha o significado 😀. Tem outras dicas tbm e se interessar …

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Acepipe Satã🐂GADO, O PARCIAL 28 de outubro de 2019 - 14:12

Como elemento simbólico, talvez. Mas não como construção de personagem. Ele já deixou claro que não acredita em Deus.

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Franklin Guirra 1 de novembro de 2019 - 00:47

Pode até ser. Mas se rever prestando atenção nos dialogos, são quase todos com duplo sentido sobre esse tema. Ex: Mr robot fala “era pra vc ser meu deus e eu apenas um profeta”. Tyrel se refere ao hack como “a noite que viramos deuses. Eliot pede para que ele veja oque está acima dele apontando para o céu. O diretor do presídio fala para o elliot psra nao se preocupar pois diversos profetas já deliraram, Moises, Maomé etc. Fora a cena da santa ceia enquanto o edifício desaba entre outras referências como o nome baseado no neo de matrix.

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 1 de novembro de 2019 - 01:42

Sim sim, os diálogos e várias referências externas à posição do personagem dentro da mitologia cristã (ou de alguma mitologia, com deidades, etc) é mesmo relevante na série. No divisor de águas dessa semana (403) há indicações disso tb.

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Daniel Brasil 23 de outubro de 2019 - 14:27

Mr robot é a melhor serie que eu ja assisti, so perdendo para The Wire e Sopranos. Essa temporada o roteiro está bem afiado e me lembra muito o clima da ultima temporada de Breaking Bad de tanta treta que está acontecendo. Sobre o passado da Whiterose, foda demais.

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Acepipe Satã🐂GADO, O PARCIAL 23 de outubro de 2019 - 15:21

A cada episódio a treta fica ainda mais interessante. Difícil digerir que seja mesmo a última temporada.

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nuwgott 22 de outubro de 2019 - 23:05

Não entendo como pode ser possível cogitarem ser o Vera a 3ª personalidade de Eliott.

Se ele soube desta personalidade justamente quando Darlene mencionou o encontro que ele teve com o Vera e a assustou. Seria ridículo.

Também não é o Tyrell, sabemos disso por N fatos: o FBI, o modo como Irving o usou, o período em que ele esteve afastado, menções de Darlene e de Angela. E tem a posição de Tyrell, quando foi inserido novamente na Evil Corp, os jornais, etc.

Tem quem diga que poderia ser a Darlene, aí esqueceremos quando ela se envolveu com Di Pierro, o período em que ela esteve à frente da F Society enquanto Eliott esteve preso, e toda a dinâmica dela com demais personagens, outros núcleos, o namorado dela… a cooperação dela com o FBI.

A verdade é que as pessoas procuram tornar Mr. Robot uma ficção científica e a série definitivamente não é. A série é hiper realista, o que existe de fantástico é um elemento do nosso cotidiano: esquizofrenia.

Poxa, no Reddit já cogitam clonagem… ao meu ver, Sam Esmail já demonstrou que quer que a série seja um retrato fidedigno do nosso mundo: complicações de uma era hiper-conectada, em que quem detém poder tecnológico poderá ter o monopólio do poder.

Seja lá qual for o plano de Whiterose, acredito que se relacione com esse monopólio, em que enfim terá o poder do mundo em suas mãos e torná-lo o “mundo que ele desejaria que fosse” para o bem ou para o mal. Lembremos os nossos jornais: blockchain requer uma quantidade gigantesca de energia. Do mesmo modo , controle total da internet (em um mundo que os fluxos monetários seja totalmente virtual – o que está acontecendo após o 9 de maio), requer uma quantidade absurda de energia. Eu creio que o Congo, com seus recursos de Cobalto essenciais para o projeto de WhiteRose, será por onde ele encontrará os recursos necessários para controlar a internet e a moeda mundial.

Uma coisa que é perceptível neste episódio no background de Whiterose, é que ele sempre colocou sua ambição acima de tudo. Inclusive do próprio amor. Na primeira vez em que seu companheiro indagou sobre morarem nos USA, a expressão facial de WR já demonstrou que não era isso que ele tinha em mente.

Ele preferiu se tornar Ministro do que Embaixador, assim teria poder e autoridade.
Não acredito que o suicídio do companheiro tenha modificado suas ambições, muito provavelmente apenas lhe forneceu um impulso dramático para as mesmas e tenha contribuído ainda mais para a disrupção de sua identidade.

Eu gostei deste episódio. Adoro o Vera, e para quem lembra da primeira temporada, o Vera já havia dito que voltaria e que ele e Eliott possuíam uma ligação espiritual. Se ele não voltasse, seria uma ponta solta (já não basta a esposa do Tyrell morrer do nada?). Siga o show.

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Acepipe Satã🐂GADO, O PARCIAL 22 de outubro de 2019 - 23:24

Eu não dou a mínima para absolutamente nada dessas teorias ou buscas loucas por explicações dissecadas de absolutamente tudo. Assim como a esposa de Tyrell NÃO morreu do nada, outras coisas não acontecem do nada aqui. Não é o padrão da série. Mas as pessoas cogitam coisas. Teorizar, para alguns, é divertido. Para mim, o que vier da série, se for bem feito dentro do que a linguagem do audiovisual (em conteúdo e forma) + a estrutura da série exigem, está de bom tamanho! Siga o show. Segue o bonde.

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nuwgott 22 de outubro de 2019 - 23:24

Quando me refiro que ela “morreu do nada” é que existia uma narrativa que estava sendo construída para ela e o motorista, como se ambos fizessem parte de uma outra organização que em dado momento teria importância na série. Lembra dos métodos utilizado por ela para matar?

Eu acredito que a atriz forçou a barra para sair da série, e então a mataram, e utilizaram da morte dela para ameaçarem Tyrell.

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Acepipe Satã🐂GADO, O PARCIAL 22 de outubro de 2019 - 23:58

Nesse ponto eu concordo contigo. Minha defesa é que não foi uma morte gratuita, teve um propósito dentro da série. Mas é claro, isso pode agradar espectadores de modos diferentes. Pessoalmente não tive nenhum problema com essa parte não. Mas entendo perfeitamente tua colocação nesse caso.

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Italo Cardoso 22 de outubro de 2019 - 20:45

Ah, WhiteRose! Meu deus… Que inicio de episódio maravilhoso! Namoral… A “Rose” (sic) pra mim já é uma daquelas vilãs icônicas. Porém, fico receoso/curioso quanto plano dela. Pq as vezes parece ser algo fantasioso… Em outros momentos não… Não consigo nem imaginar.

Qnt ao Vera, obrigado pela citação da teoria doida, mas nesse EP… Eu meio q desisti dela, haha. Não faria muito sentido ele sendo a 3°personalidade. Mas as diversas citações, principalmente no começo do ep, ainda me deixam um pouco com pé dentro dessa teoria

Obviamente, tenho que elogiar a crítica. Ainda mais… Qnd somos carentes de canais que abordem a série de uma forma tão aprofundada.

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Acepipe Satã🐂GADO, O PARCIAL 22 de outubro de 2019 - 21:21

Muito obrigado, meu querido!
E cara, Whiterose é mesmo uma personagem absurdamente fascinante. Quando ela se revela para o namorado. PQP, que cena mais linda. E como ela estava linda. Ai ai…

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Linti Faiad 22 de outubro de 2019 - 15:45

Salve Luiz, bela crítica, como sempre.
A minha cena favorita tb é a que whiterose finalmente nasce no passado. Que espetáculo. Que sensibilidade. Que atuação do ator que interpretou o jovem whiterose.

Assim que acabou eu fiquei absolutamente fulo da vida pq achei que tinha sido um episodio péssimo, e curto demais. Mas, na realidade, o que vivenciei foi a máxima do cotidiano: o que é bom dura pouco haha

De fato o episódio não é tão espetacular quanto os dois primeiros, mas ainda sim tem seu grandes méritos.

E já se sabe ou não qual é a terceira personalidade? ou se há mais…

Pq na cena final havia um garotinho e uma mulher… me pareceu mt com a ideia do underground de doom patrol… como um mundo subterraneo onde há multiplas personaliaddes… ou entendi errado?

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Acepipe Satã🐂GADO, O PARCIAL 22 de outubro de 2019 - 17:52

Me parece que tem outras personalidades sim, algumas vindo à tona e outras não. Eu tinha dúvidas em relação à mulher e à criança (símbolo ou representação da mãe do Elliot e do Elliot quando criança), mas pela forma como se referiram à terceira personalidade, acho que estão no mesmo pacote, viu! Mal posso esperar pelos próximos episódios.

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Luiz Felipe 22 de outubro de 2019 - 15:45

Só queria dizer que Whiterose é personagem mais sensacional dessa série!

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Acepipe Satã🐂GADO, O PARCIAL 22 de outubro de 2019 - 17:04

Nossa, SIM!!!

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RUSSO 22 de outubro de 2019 - 15:33

Não sei o que apertou mais o meu coração. A confissão da Olivia Cortez ou a última cena do Elliot tentando calar a boca do Tyrell. Talvez não tenham escutado nada, poderiam estar apenas monitorando-os.

PORÉM
PORÉM
PORÉM, não duvido de mais nada do Sam Esmail.

Responder
Acepipe Satã🐂GADO, O PARCIAL 22 de outubro de 2019 - 17:52

Véio, eu tô assim também. Não duvido mais de nada que venha da mente desse cara. AAAAAAAAAAAAAAAA passa logo, semana!

Responder
Daniel Barros 22 de outubro de 2019 - 14:14

Assistir e aguardar uma semana pelo próximo episódio é sofrer d+…pulo

Responder
Acepipe Satã🐂GADO, O PARCIAL 22 de outubro de 2019 - 15:03

Se eu não precisasse escrever, eu ia esperar também. Porque dá uma angústia do canhão, esperar uma semana…

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