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Crítica | Mr. Robot – 4X12 e 13: Series Finale

por Luiz Santiago
972 views (a partir de agosto de 2020)

  • Há SPOILERS deste episódio e da série. Leia aqui as críticas dos outros episódios.

Depois de eXit, nós não sabíamos de mais nada. Parecia que Sam Esmail havia deixado de lado o drama puramente psicológico ou tecnológico/político de lado para abraçar a ficção científica, o que me deixou (e pelo que vi nos comentários, também a maior parte de vocês) preocupado, mesmo com a confiança em relação ao que o showrunner poderia fazer no encerramento da série. Mas a verdade com que iniciei este parágrafo não mudou. Nós realmente não sabíamos de mais nada. O nível de qualidade, complexidade e imprevisibilidade que esta série chegou nos impediu de estabelecer um caminho mais ou menos “certo” sobre o que viria a seguir. Estávamos diante de uma surpresa total, prestes a descobrir um outro mundo. E foi justamente isso que fizemos nos dois capítulos que compuseram o final de Mr. Robot, ambos exibidos no domingo, 22 de dezembro de 2019. Nós descobrimos um outro mundo.

Confesso que é difícil para mim manter as rédeas apenas como crítico ao falar sobre o final dessa série, de modo que este texto estará mais para uma crônica com cara de crítica do que uma crítica de fato. Aqui, eu me emocionei, vibrei, tive medo, fiquei surpreso e terminei feliz, mas em lágrimas, olhando para os créditos finais passarem e realmente aplaudindo, falando “é isso aí!” e xingando de alegria para a TV ligada, com minha cachorra Vodka ao meu lado acordando e olhando pra mim com cara de “a loucura atacou de novo, foi?“. Series Finale foi uma dupla de episódios com teor metalinguístico que, ao mesmo tempo, celebrou a série de forma coerente e muito bonita e conseguiu encerrar com louvor um drama que parecia ter mudado completamente de direção, mas na verdade era só a forma de olhar a coisa. Nós simplesmente não sabíamos para o que estávamos olhando e estes dois capítulos tiveram a função de nos mostrar o ambiente do verdadeiro Elliot, aprisionado pelo Elliot criado em seu subconsciente, um jovem que, a despeito do que estava fazendo com a mentalidade que tinha o controle de sua vida, agia pelo bem: ele queria um futuro melhor para a versão completa dele mesmo.

Eu não sei se é a temporada de fim de ano, se eu estou mais sensível do que o normal ou se é esse encerramento do programa mesmo, mas confesso que tudo aqui me pegou de uma forma que é difícil expressar. Sam Esmail não está mais preocupado em explicar as problemáticas internas, os meandros sociais e, mais uma vez, as consequências dos atos de Elliot e Darlene. Os pontos certos aqui são deixados para a nossa interpretação ou direcionamento pessoal, e eles vão desde o grande colosso derrubado em seu ato final — o projeto de Whiterose, que eu ainda acho que era verdadeiro e que poderia abrir a possibilidade que ela acreditava. “Pena” que foi destruído… — até o que aconteceria com Dom quando ela chegasse ao seu destino ou com os outros personagens que cercaram os Alderson nessa série. Assim como na vida (e creio que não existirá um único espectador que não vá entender isso) as pessoas vem e vão, e algumas seguem por caminhos que mesmo com toda a tecnologia e possibilidades de contato a gente simplesmente… as perde de vista. Mas aqui até isso é colocado em um estágio onde o que vem a seguir pode ser qualquer coisa. O encerramento dado na série é para um arco grande, inteiramente ligado a Elliot como pessoa e a Elliot como ativista. Uma boa parte das coisas à sua volta ainda está pode vir, mas infelizmente não saberemos como isso vai acontecer ou como o verdadeiro Elliot irá recebê-las.

O pouco que vimos do verdadeiro Elliot fez com que eu me apaixonasse pelo cara, e olha, Rami Malek está de parabéns no trabalho que ele faz com essas versões do personagem. Aquela sequência das duas personalidades na mesa da sala é simplesmente incrível, com o ator mostrando expressões faciais tão distintas, que a gente realmente consegue ver que se trata de ‘outra pessoa’ ali. Sem contar no ritmo da fala, na maneira como cada Elliot inicia e termina as frases, no tipo de força que dão para sílabas específicas, no movimento das mãos e a forma como olham para o seu interlocutor, algo que a direção de Sam Esmail captura de maneira impecável. Daí para frente, a viagem é um prato cheio para análises psicológicas/psicanalíticas e pouco a pouco entramos numa espiral de autoanálise, de autodescoberta para, no fim, ver um verdadeiro ato de liberdade acontecendo diante dos nossos olhos.

Mr. Robot manteve-se fiel à sua essência até o final, e a série inteira foi a jornada de preparação do mundo para que o nosso protagonista pudesse estar em um lugar melhor, depois de uma vida tão amargurada e desgraçada… A série termina com uma mensagem de esperança, mas não ignora as perdas, não ignora o egoísmo e os erros cometidos pelas pessoas. Todavia, o autor escolhe olhar para frente e trazer o verdadeiro Eu do protagonista à tona, agindo como uma espécie de pagamento inestimável para esse jovem tão complexo: ele enfim tem a oportunidade de ser ele mesmo. Que jeito mais lindo de finalizar um show! Que linda viagem foi essa que fizemos aqui! Muito obrigado por tudo, Sam Esmail! Goodbye, friend.

Mr. Robot – Series Finale (EUA, 22 de dezembro de 2019)
Direção: Sam Esmail
Roteiro: Sam Esmail
Elenco: Rami Malek, Christian Slater, Portia Doubleday, Michael Iacono, Liz Larsen,Margaret Scura,Carly Chaikin, Evan Whitten, Martin Wallström, Michael Cristofer, Grace Gummer, Gloria Reuben
Duração: 47 min.

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204 comentários

Jose rodrigo souza 2 de abril de 2021 - 17:10

Ah e outra,quero ser seu amigo Luiz,alguém que cita Fundação do Asimov,Twin Peaks e Alan Moore num mesmo texto não tem como não ser um cara maneiro pra caramba rsrs

Responder
Luiz Santiago 2 de abril de 2021 - 18:25

Chega junto aqui no Asilo Arkham e vemos festejar até o sol raiar! 😀

Responder
Jose rodrigo souza 2 de abril de 2021 - 16:58

É normal sofrer abstinência de MR Robot nas primeiras semanas como estou sofrendo? Rsrs

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Luiz Santiago 2 de abril de 2021 - 18:25

Nossa, eu sofri, viu. Até revi o episódio alguns dias depois, porque realmente fez falta.

Responder
André Godoy 18 de janeiro de 2021 - 21:32

Fui eu quem comentei em outra crítica perguntando sobre as críticas das temporadas 1 e 2 do site. Desde então acabava um ep e vinha aqui ler a crítica e TODOS os comentários. Final bom demais, emocionante demais, profundo demais, pesado demais. Fiquei felizissimo que a série não enveredou pro si-fi, msm sabendo que tinha uma galera torcendo pra isso, eu sempre gostei da série por ser pé no chão, e mesmo o lance da máquina da White Rose, espero acreditar que no fim das contas era só mais uma usina. No mais, sua escrita e conhecimentos são fora de série, Luiz. Única coisa que me chateia sobre a série é que perdi a chance de assistir isso semanalmente e sentir esse turbilhão de sentimentos “ao vivo” conforme os eps iam sendo lançados. No mais, vou tentar fazer todo mundo que conheço assistir essa série nem que seja na marra. Um grande abraço

Responder
Luiz Santiago 18 de janeiro de 2021 - 21:33

Olha, foi uma experiência fascinante acompanhar isso semanalmente e trocar tantas ideias com o pessoal por aqui. E que série, mano. Que final sublime foi esse!!!

Responder
Marina Nascimento 12 de novembro de 2020 - 12:30

Terminei agora e tive a mesma reação hahaha, quando eu estava no meio da temporada eu não achei que era possível continuar me surpreendendo, mas a série não dá um segundo pra recuperar o fôlego, seja pela ação ou pelos diálogos perfeitos, a trama amarrada lindamente (ainda chocada com o ep 1×4) e esse final maravilhoso com o mastermind entregando o mundo que preparou pro Elliot.
Comecei a série achando que ia ser só sobre ciberativismo e Sam Esmail joga na minha cara essa obra prima com uma baita densidade psicológica. Eu amo esse homem.

Responder
Luiz Santiago 12 de novembro de 2020 - 13:11

Pois é, compartilhamos desse amor! O que ele fez aqui foi um trabalho de gênio. Que final! Que final!

Responder
Cleison Miguel 10 de novembro de 2020 - 14:46

Acabei de ver ontem, acompanhei as 4 temporadas ao longo de um ano e meio e sim, é a melhor série que já vi (desculpe Breaking Bad)… que viagem sensacional por este universo, que personagem maravilhoso, que série, quantas reviravoltas, quantos impactos, como absolutamente tudo era totalmente imprevisível e maravilhoso de ver.

Fiz tanta propaganda no meu instagram que espero ter atingido mais algumas pessoas a conhecerem essa obra prima criada por Sam Esmail.

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Luiz Santiago 10 de novembro de 2020 - 15:22

Temos que converter mais e mais pessoas para essa série maravilhosa!

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Lucas 2 de maio de 2020 - 03:16

3 da manhã e eu na quarentena relembrando como amo essa série e a vontade de rever tudo (mais uma vez, porque já revi sozinho e revi com minha mãe, que amou a série kk) tá batendo <3.

Responder
Anônimo 29 de fevereiro de 2020 - 14:34
Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 29 de fevereiro de 2020 - 19:01

Eu chorei, mano. Final lindo, série, linda. Uma jornada inesquecível mesmo.

Responder
Pedro Sebastião Pereira Amaro 19 de fevereiro de 2020 - 21:46

Olá amigo. Acabei de ver eo episódio queria vir aqui e comentar algo, mas nem seu fosse Sam Esmail eu poderia encontrar as palavras.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 19 de fevereiro de 2020 - 21:58

Sinta meu abraço eletrônico nesse momento. Eu sei exatamente como você se sente…

Responder
Observador 12 de fevereiro de 2020 - 14:56

Terminei de assistir a última temporada ontem e no geral gostei da série, só achei que a “solução” de destruição da máquina da WhiteRose muito simples e não entendi muitas coisas.

1) O que a Whiterose mostrou para a Angela que a convenceu a ajudá-la? Lembro que muitas vezes ela dizia algo do tipo “Eu sei o que a Whiterose pode fazer PORQUE EU VI COM MEUS PRÓPRIOS OLHOS”. Bem, para convencer alguém que tinha uma boa reputação na All Safe é pra ser algo relevante e não mostrar alguns projetos de uma máquina qualquer.
2) Porque a máquina da Whiterose necessariamente tinha que ir para o Congo e não ir para a China?
3) Porque a Whiterose colocou os objetos da vida de Elliot e o Qwerty na sala no reator nuclear? Qual era o objetivo dela ali?
4) Porque a Whiterose “permitiu” que Elliot parasse a máquina dando tudo quase de mão beijada e algo tão simplificado em forma de jogo? A Dark Army tinha hackers muito bons, serviços de alta complexidade e inteligência e para parar a máquina da Whiterose bastava jogar um jogo com meia dúzia de palavras? Foi licença poética isso?
5) A Dom foi pra Budapeste dormindo, seria só isso mesmo?
6) Quando o Mastermind mata o Elliot real naquele mundo nada acontece com o Elliot verdadeiro?
7) Quem matou Romero? Achei que haveria em algum momento a tal viagem no tempo que foi muito propagandeada em vários episódios, mas não teve nada. Será que eu perdi algo sobre a morte do Romero?

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de fevereiro de 2020 - 15:09

1 – Não sabemos.
2 – Não sabemos.
3 – Convencê-lo a juntar-se a ela através de uma preparação psicológica/emocional, exatamente como fez com Angela.
4 – Ela julgou a crise e fez uma aposta, esperando que Elliot tivesse maiores ambições ou curiosidade para se juntar a ela.
5 – Sim.
6 – Ele não mata. Ele esconde o Elliot verdadeiro em seu subconsciente… num ‘lugar feliz”.
7 – Provavelmente sim. Eu não lembro quem o matou, mas não tenho lembrança de ter dúvidas sobre isso em nenhum momento.

Responder
Marcelo Takahashi 26 de fevereiro de 2020 - 21:18

Romero foi morto por uma bala perdida na vizinhança…É explicado pela Dom em um dos eps. Foi só uma coincidência que levou a Dom achar o panfleto da festa que eles deram.

Responder
Leo 2 de março de 2020 - 03:03

No Congo que tem as minas de Coltan… que daria energia suficiente pra máquina funcionar perfeitamente e em escala global.

Toda essa ambiguidade a respeito do projeto da Whiterose é proposital e é uma das coisas que serão eternizadas na série. Afinal, a máquina funcionava mesmo ou era tudo um delírio de grandeza tão convincente que fez tanta gente acreditar na Whiterose (inclusive nós, que acreditávamos até o final que a série viraria sci-fi, mesmo com todas as evidências apontando que não)?

Deixem a Dom ser feliz em Budapeste, ela merece!!!

Responder
Jose rodrigo souza 1 de abril de 2021 - 23:43

Falou tudo brother,realmente eu aposto que todo mundo que assiste insiste em se enganar que a série vai descambar num SCI-FI,mesmo sabendo que é improvável demais…

Responder
Leo 5 de fevereiro de 2020 - 14:29

Quase 2 meses após o finale e ainda não superei essa série kkkkkk inclusive reassisti a alguns episódios da segunda e terceira temporadas de tão viciado que estava e querendo ver se eu fazia algum link com o final.

Antes de tudo, gostaria de dizer que a série está empatada com BB no meu TOP1 de toda a vida. Achei o final muito foda, masss alguns pontos me deixaram um pouco “desconfortável” com o final. Como não tenho amigos que assistem, vim aqui desabafar.

– O que aconteceu nos 3 dias pós 5/9 que o Elliot não lembra? Foi um grande mistério na 2a temporada e que parecia ter uma importância tremenda. Eu achei que iria estar relacionado com a 3a persona, mas não foi o caso, e nunca fomos respondidos.

– E o pen drive no carro do Tyrell? Que tinha o vídeo do Elliot caindo (sendo empurrado pelo Mr Robot). Não entendi sua importância.

– Sobre o Tyrell: gostei demais do episódio de despedida do personagem, e ao meu ver ele realmente não tinha muito lugar nessa temporada final com todas as revelações do abuso e tal, mas algumas perguntas continuam martelando minha cabeça. Por que ele estava segurando a chave naquela viagem da abstinência no 1×04? E por que nem Elliot nem Mr Robot se lembravam do poema do red wheelbarrow (recitado pra nós pelo Tyrell)? Eu tinha a impressão que ele teria algum papel ou alguma revelação no final, como se ele tivesse sido o único a se relacionar com a 3a persona, mas, novamente, isso foi ignorado. Inclusive foi o próprio Elliot que nomeou a operacao como “Red Wheelbarrow”. Não sei por que, já que nem ele nem Mr Robot sabiam do poema.

– O aspecto geopolítico e econômico da trama foi perdido nessa última temporada. Isso me decepcionou um pouco. Eles finalizaram a 3a temporada desfazendo o hack, mas na cena pós-créditos enfatizaram que isso não iria terminar a crise. Mas nada mais foi mencionado. Não se falou das repercussões econômicas que isso acarretou. Whiterose prometia uma Guerra ao Price desde a 2a temporada. Inclusive jogou toda a culpa do hack e dos cyberbombings no Irã. Achei que ela teria uma última carta na manga caso as coisas dessem errado. Não sei dizer, esperava mais desse lado da série.

Enfim, ficou um pouco grande, espero que alguém ainda esteja afim de discutir essa série fantástica comigo e talvez diminuir um pouco dos meus descontentamentos nesses pontos, ou me corrigir caso eu tenha deixado algo passar.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 5 de fevereiro de 2020 - 14:48

Em relação aos pontos de detalhes, eu não tenho respostas e confesso que não me importo de fato ou me incomodo com nenhum deles. Eu gosto de mistérios que não são estruturais, deixam um ar de mistério na série, abrindo para debates. E no fim, nem tudo precisa ter um real significado, certo? Algumas coisas são apenas… o que são.

Já sobre o aspecto geopolítico e econômico, a questão é que a série adota o modelo de “macro para o micro”, começando a série com grande exposição do cenário externo (mas escondendo o interno) e terminando com grande exposição do cenário interno (mas escondendo o externo). Mesmo assim é possível perceber as mudanças que essa sociedade passou, especialmente no status de Whiterose (apenas não é uma exposição didática) e no finalzinho, com a preparação para tudo. Mas como o foco da 4ª temporada foi cada vez mais a introspecção, os roteiros focaram mais em como os personagens sofriam isso no dia a dia do que no desenrolar das coisas. E isso para mim foi soberbo.

Responder
Leonardo Raimundi 26 de janeiro de 2020 - 15:09

Eu vim pra ler uma crítica do Santiago e me deparo com o depoimento de um fã entusiasmado.
5 estrelas para o fim da série sim, mas você, Santiago, você pode mais do que seu xará pôde na série. Se contenha, homem.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 26 de janeiro de 2020 - 16:03

e me deparo com o depoimento de um fã entusiasmado” isso para mim é uma salva de palmas com público inteiro em pé. Obrigado pelo elogio à minha crítica!

Conter-me? Nunca fiz, não faço e jamais farei isso. Se é o momento de algo sair, esse algo irá sair. De uma coisa eu não morro: contenção. Não sou o tipo de gente que se contém.

Responder
Leonardo Raimundi 27 de janeiro de 2020 - 13:29

Relaxa, cara. Quem criou muita expectativa foi eu. Para mim vc continua sendo 100% confiável.
Antes de ver um filme, ou uma série, sempre venho aqui. É bom não se conter nesse sentido.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 27 de janeiro de 2020 - 13:41

Um pouquinho de emoção não faz mal a ninguém, né.

Eu to super relaxado!

E muito obrigado pelo prestígio! 😀

Responder
andre99249 . 24 de janeiro de 2020 - 21:13

Meu deus acabei essa puta obra-prima finalmente!! Já havia revisto as três temporadas para assistir essa e agora irei revê-las de novo sabendo desses detalhes da Finale. Quando estava assistindo interpretei que era o Mastermind o tempo todo, mas pelo que você disseram os 3 primeiros episódios foi o Elliot real? Mas o Mastermind não é o Hacker revolucionário que queria mudar o mundo que foi criado pelo Elliot de verdade? Desde o começo da série o Elliot já é um vigilante então imaginei que tinha sido sempre o Mastermind.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de janeiro de 2020 - 22:02

Eles partilham os mesmo princípios, para falar a verdade. A dissociação acontece por motivos emocionais/psicológicos, ligados ao Elliot (ou outra versão dele) conseguir levar o plano adiante, criar um mundo melhor.

Responder
andre99249 . 24 de janeiro de 2020 - 22:27

Sim eu entendi que eles possuem o mesmo pensamento em relação ao mundo e que o Elliot Mastermind é criado pela incapacidade do Elliot verdadeiro fazer tudo o que vimos durante a série mesmo que ele quisesse. Mas minha pergunta é: aquele Elliot do começo da primeira temporada é o real? Porque mesmo a Darlene diz nesse episódio que quando ela chegou pra tentar reparar a relação deles ela percebeu que não era o mesmo Elliot que ela tinha crescido, mas ai vocês disseram que durantes os primeiros 3 episódios era o real, ai minha mente bugou.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 25 de janeiro de 2020 - 01:07

Sim, eu disse isso. Para mim, é. Mas é a minha leitura, é o meu entendimento da questão. Você pensa diferente?

Responder
MarissaCameron18 25 de janeiro de 2020 - 17:09

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Cleison Miguel 10 de novembro de 2020 - 14:46

Eu entendo que acompanhamos o Elliot Mastermind desde a primeira temporada e só vemos o verdadeiro Elliot nestes episódios finais.

KaylaWeaver25 26 de janeiro de 2020 - 01:34

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Responder
Nicolas Dias 12 de janeiro de 2020 - 22:39

Sam Esmail esfregando a verdade na nossa cara desde o episódio 1×4.
Elliot em crise de abstinência, aparentemente tem uma alucinação e o seguinte diálogo. https://uploads.disquscdn.com/images/8e57781f7429bd610dc7e56a783535dda13cb0a3ef88233bc1847198dff92a35.jpg

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de janeiro de 2020 - 23:16

Como não amar esse homem?

Responder
Barbara Pocay 13 de janeiro de 2020 - 12:45

simplesmente genial!

Responder
andre99249 . 24 de janeiro de 2020 - 21:13

Sim cara eu alucinei de emoção quando eu lembrei desse episódio assistindo a finale! Dá muito prazer assistir uma série tão bem feita e planejada como essa!

Responder
JillBrinton30 26 de janeiro de 2020 - 01:51

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Responder
Nicolas Dias 12 de janeiro de 2020 - 17:30

Que série espetacular! Uma pena não ter tido o reconhecimento do grande público como Breaking Bad por exemplo, pois merecia. Sam Esmail foi fantástico, nota-se que tudo realmente estava planejado desde o início porque sempre tivemos pistas do caminho que Elliot estava seguindo, mas Esmail foi assim, sempre que estávamos olhando para uma direção e fritando o cérebro em teorias, a serie foi para outra direção.

– O que a Whiterose mostrou para Angela? Isso é algo que nunca saberemos, mas acredito que em fase de testes e em uma escala menor a Whiterose obteve o sucesso que esperava e usou isso para ludibriar seus seguidores.

– O grande plot twist da 1° temporada foi o Elliot esquecer que era irmão da Darlene, após finale vejo que isso não foi “esquecimento” e sim intencional. Darlene era o único elo entre Elliot e o mundo real, talvez isso servisse para o Mastermind também, o único elo no mundo real para lembrá-lo de que ele não era real, daí a tentativa de esquecer a Darlene e se afastar dela tantas vezes ao longo da série.

– Vi críticas a cena da Krista na finale ser muito didática e explicativa, achei fantástica pelo simbolismo da personagem na série. Uma das cenas iniciais no primeiro episódio é uma sessão de terapia, onde é introduzido o íntimo do Mastermind no ótimo monólogo “fuck society”, nada mais simbólico e significativo com a jornada da série que ele seja confrontado e descubra sua identidade em uma “sessão” com a Krista no último episódio.

Enfim, excelente série! Vai para o meu top 10, obrigado pelas críticas Luiz, assistir a série e em seguida ler a crítica e explodir a cabeça em teorias fez parte da experiência Mr. Robot.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de janeiro de 2020 - 20:03

Como eu comentei na crítica, eu também acho que a máquina da Whiterose era real. E ela mostrou à Angela a real funcionalidade. Acho que ela teria feito um baita estrago na realidade se tivesse conseguido mandar aquele troço pro Congo…

Sobre a Krista no final: também não tive problema nenhum. Acho que foi super coerente com o que aquele momento necessitava.

Responder
Luis 9 de janeiro de 2020 - 07:36

Certo, vamos lá, eu entendi que ao eliott ter matado seu lado “bom” tudo começou a apresentar problemas já que tinha aquele terremoto, aí me pergunto, então será que o lado ruim dele realmente existiu? Pois ele viu os desenhos que o lado bom fazia enquanto não tinha o que fazer no PC, eu que não tô entendendo a série ou é a série que quer deixar essa dúvida na cabeça de cada um para cada um aceitar a série do seu jeito? Pque se não o lado bom existiu poucos minutos de 4 temporadas e estávamos assistindo uma seria baseada num tipo de “sonho”?!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 9 de janeiro de 2020 - 08:26

Não, não teve nada de sonho. Foi tudo completamente real .

Responder
f_clemente 16 de janeiro de 2020 - 12:33

Elliot estava em coma e nesse espaço de tempo (no coma, como um sonho) havia criado em sua cabeça o mundo perfeito (e uma replica de si mesmo vivendo nese mundo). Em esse periodo do coma descobriu que na vida real o que estava vivendo,(o Elliot que vimos durante as 4 temporadas) era somente uma parte do verdadeiro Elliot (que foi aprisionado devido as desilusões do mundo), as outras partes eram dele pequeno, sua mae e seu pai, a cena final sao esses 4 personagem dentro da pupila do verdadeiro Elliot, que finalmente foi libertado da prisao que ele mesmo havia criado.

Responder
Cleber Rosa 7 de janeiro de 2020 - 14:33

Terminei de ver ontem e ainda estou sem palavras por esse final.

Mas deixo meu registro…

QUE SERIE ESTUPENDA!!!!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 7 de janeiro de 2020 - 20:27

Você ainda vai ficar uns dias assim… sem ação…

Responder
Otávio de Castro 6 de janeiro de 2020 - 19:53

Essa série foi simplesmente sensacional, junto com Breaking Bad foram as melhores séries que já assisti. Fántastica toda a história, e esse final explica bem o fato do Elliot perseguir os pedófilos com suas chantagens… Pensei que o Rami Malek venceria o globo de ouro como melhor ator de séries em drama, principalmente depois do episódio “407 – Proxy Authentication Required”.

Responder
Jéssica Genaro 14 de janeiro de 2020 - 13:08

Queria muito que ele tivesse vencido!! :/ Última chance de prêmio no Golden Globe para Mr. Robot :/

Responder
Barbara Pocay 6 de janeiro de 2020 - 18:13

uma coisa que ainda não tive tempo pra refletir mas que me causa confusão:
quanto nós conhecemos do elliot verdadeiro? somente no início da série e na realidade que o mastermind criou pra ele?

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 6 de janeiro de 2020 - 20:18

Eu acho que do Ellilot a gente só conhece mesmo o que vimos nos 3 primeiros episódios da 1ª Temporada…

Responder
Nicolas Dias 12 de janeiro de 2020 - 17:01

@disqus_Wwhkb5XtP7:disqus Se é que conhecemos algo do Elliot real. Eu estava revendo algumas cenas da primeira temporada e só consigo ver o Mastermind, a ira, a raiva, a dor. Primeiro eu achei que o Elliot real era o da prisão mental, mas o Mr. Robot diz, “ele é tão real quanto essa fantasia permite”, me faz pensar que o Elliot real é próximo do que vimos na prisão mental, mas o real mesmo acho que nunca vimos.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de janeiro de 2020 - 19:54

Você reviu o 1X04?

Responder
Nicolas Dias 12 de janeiro de 2020 - 22:06

Em que a “Angela” diz, “você não vai mudar o mundo? Você nasceu há um mês”, isso no arcade com roupas de casamento.

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de janeiro de 2020 - 22:39

Exato!

José Roberto Heinklein Mazieir 12 de janeiro de 2020 - 23:21

Acabei de rever essa parte, cerca de 31 mim do episódio. Pqp, mano, essa foi de dar aquele nó no cérebro e fritar no mesmo tempo.
Não espero a hora de sair o dublado na Amazon para assistir de novo com a esposa, já que ela não curte legendado.

Jéssica Genaro 14 de janeiro de 2020 - 13:08

Eu também achei que fosse o Mastermind desde o começo, ou seja, pensei que nunca tivessem mostrado o Elliot real.

Responder
Cleison Miguel 10 de novembro de 2020 - 14:46

Acabei de assistir o final e acompanhei a série todo ao longo desse último ano e meio, tendo essa impressão (de que sempre acompanhamos o Mastermind).

Me parece, em retrospecto, que ele assumiu a persona do Elliot naquele momento de flash back com a Darlene, vendo o filme trash de terror e colocando a mascara da FSociety, ali, ao elaborar seu plano me pareceu que houve uma transformação – talvez o momento exato em que o Mastermind assume (e isso – temporalmente na série – ocorre antes do inicio da primeira temporada)

Responder
Nicolas Dias 10 de novembro de 2020 - 15:22

Bem lembrando, eu fiquei com essa impressão também, quero rever a série para prestar atenção nos detalhes que já conheço, hahaha.

Jose rodrigo souza 1 de abril de 2021 - 23:53

Exato,e na viagem de morfina dele no ep 4 da primeira tem entre outras loucuras alguém com a máscara entregando uma pra ele exatamente como na noite do filme

Barbara Pocay 6 de janeiro de 2020 - 17:43

assisti do nono ao series finale em uma tacada só, meu cérebro tá só a máquina da Whiterose agora

vai
mais uns dias aí pra digerir tudo mas já digo com segurança que foi uma
das melhores coisas que já vi, não só na tv. PQPQPQPQPQP

ansiosa pros próximos trabalhos desse cara

IN ESMAIL WE TRUST

Responder
vinicius Emanuel 6 de janeiro de 2020 - 13:46

Esse final acaba de entrar para historia e em todas as listas de como terminar uma serie, ou nas listas de series que não foram estragadas pelo roteiristas (GOT, Dexter, TWD, dentre outras), mas principalmente acaba de entrar na minha TOP Number 1.
Sempre tive grandes expectativas nessa serie e assistir até os 2 últimos segundos valeu a pena. #Goodbye,friend.

Responder
Dri Ferro 3 de janeiro de 2020 - 19:13

Um series finale foda desses e ainda conseguiram me fazer rir nessa cena haha
Aliás a letra da música que toca no início do episódio (Mr. Roboto do Styx) se encaixa perfeitamente com a série, Esmail deve gostar muito dessa música a ponto de criar a série só pra tocar essa música haha
https://uploads.disquscdn.com/images/c69b0fe92ec3893d9f5bd901b8543260593d4453946e165c13b69290878c03a3.jpg

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 3 de janeiro de 2020 - 20:23

HAUAHUHAUHAUAHUAHUAHUA EU TAMBÉM RI DEMAIS DESSA CENA!

Responder
Jéssica Genaro 3 de janeiro de 2020 - 21:15

Bizarrice ao extremo XD XD

Responder
Jéssica Genaro 3 de janeiro de 2020 - 23:36

Bizarrice total!!

Responder
Barbara Pocay 6 de janeiro de 2020 - 17:43

HAUAHAUHAUAHUA simplesmente genial

Responder
Lincoln Wendel 3 de janeiro de 2020 - 15:07

E eu que fui ver os 2 episódios finais só agora, pq não tava querendo dizer adeus á série kkkkk depois de um final como esse, tem nem o que falar, só reitero o que já tá pra muitos: uma das melhores séries de todos os tempos. Grande jornada! Vai fazer muita falta.

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 3 de janeiro de 2020 - 15:54

Vai fazer uma baita falta mesmo! E eu vou fazer como você, vou pegar uns episódios finais da série para ver por esses tempos também.

Responder
Fabiano Waughan 30 de dezembro de 2019 - 20:41

Acabei de assistir a segunda parte do episódio final , pelo que entendi toda a vida de Elliot em todas suas temporadas foi uma criação do próprio Elliot verdadeiro , a cena no final mostrando Darlene dizendo olá Elliot mostra a real situação do Elliot ,estou realmente muito confuso com esse final , mais na minha opinião foi uma das melhores séries que já vi 👍😉

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 31 de dezembro de 2019 - 07:04

Não é que A VIDA dele foi tudo uma criação. Tudo aquilo na verdade aconteceu. Só que QUE VIVEU as coisas desde pouco antes do 1X04 não foi o Elliot, foi o Mastermind.

Responder
Jéssica Genaro 30 de dezembro de 2019 - 19:52

Acabei de assistir o final e… NOSSA!!! O que foi aquilo?! A cabeça fica a mil, pensando será que isso ou aquilo realmente aconteceu??! E o trauma que ele teve com o pai, era real ou ele que criou? O F da FCorp é o mesmo da FSociety (F..ck)? Confesso que comecei a assistir por causa da publicidade nos pontos de ônibus em 2015, a foto do Elliot, close nos olhos, e alguma coisa sobre a sociedade (F… The system ou Our democracy has been hacked) e acabei me identificando com ele. Pensei em não acabar de assistir já que houve muitas cenas de violência mas que bom que finalizei! Foi um final excelente e surpreendente!!

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 19:52

Que bom que você continuou e pode curtir esse final épico conosco!

Responder
Jéssica Genaro 31 de dezembro de 2019 - 11:42

Que bom mesmo!! 🙂
Vou assistir mais uma vez e depois volto aqui, ainda estou tentando “digerir” tudo rsrs
Tenho algumas perguntas/ dúvidas:
– Por que será que no mundo ideal a Darlene não existia? Eles sempre foram unidos, parece que ao retirá-la do mundo ideal ele não gostava dela…
– O pai realmente abusava dele ou foi criação? A cena com Vera foi real? Ele realmente prendeu Krista? (Acredito que sim)
– A mãe dele também não foi das melhores já que Darlene disse algo sobre isso em algum episódio;
-FCorp seria uma versão da ECorp, o F seria uma referência à FSociety?!
– A aparência física do Elliot verdadeiro seria outra, já que a policial Dom não o reconheceu no mundo ideal?
Por alguns instantes pensei que ele tivesse voltado no tempo pois a arte do lançamento do condomínio parecia antiga;
Referências claras de Matrix, principalmente quando ele sai da sala e volta para ela.
Melhores cenas:
– S4x11 – Elliot falando com Whiterose
– Mundo ideal do Elliot – eu estava realmente torcendo para que tudo aquilo pudesse ser verdade! (Eu mesma já fiz como ele, idealizei minha vida de forma diferente, como se tudo tivesse dado certo);
– S4x12 e 13 – Krista explicando tudo; Cenas finais Darlene e Elliot

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 31 de dezembro de 2019 - 11:51

1 – Darlene era a ligação do Elliot com o mundo real. Ela não poderia estar lá no mundo criado, porque Elliot não ficaria preso com ela, faria de tudo pra sair.

2 – Sim para tudo.

3 – A mãe dele era abusiva também, só que moralmente/osicologicamente, não fisicamente.

4 – Exato!

5 – É um ponto meio aberto para o espectador. Para mim, Dom é policial e a única a perceber algo diferente. Ela não estava vendo uma verdadeira aparência diferente. Mas uma personalidade diferente. Vendo o “interior” não o exterior.

Responder
Jéssica Genaro 3 de janeiro de 2020 - 21:15

Ainda não revi o final , mas afinal o que era o projeto da Whiterose, aquela máquina existia mesmo ou ela também tinha transtorno de personalidade (psicopatia com certeza) e inventou tudo aquilo para manipulá-los?! (acredito na segunda opção)

Felipe Augusto 13 de janeiro de 2020 - 12:15

Com o poder q Whiterose tinha, tanto político quanto econômico, acredito ser mto real o projeto dela com a máquina, principalmente pela promessa q ela fez ao amor da vida dela, de q iria criar um mundo melhor pra eles viverem e mais ainda após o suicídio dele.

Jéssica Genaro 3 de janeiro de 2020 - 23:36

E a Whiterose? A máquina existia mesmo ou ele era um psicopata tentando manipulá-los? (acredito nessa opção)

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 4 de janeiro de 2020 - 03:45

A máquina existia. Fica na sua interpretação escolher acreditar se a máquina funcionava ou não.

vinicius Emanuel 6 de janeiro de 2020 - 13:51

Exatamente. DON nada mais é do que um agente do subconsciente dele, que estava se recusando a ir adiante com o plano de casar com a Ângela. O Fato dela ter surgido do nada reforça isso, no fundo ele sabia que aquilo não era real, por mais que tudo dava indícios que a máquina tinha funcionado, no fundo o seu sub consciente sabia que era mentira e a policial na forma de DON era um lembrete.

Jéssica Genaro 19 de janeiro de 2020 - 18:18

Assisti novamente o 1×01, 1×03, 1×04, 4×11,4×12,4×13 (esses últimos agora legendados rsrs) e aí sim entendi 100% do que foi explicado!!! Encontrei as respostas para minhas perguntas. Uau!! Que série espetacular!! Já estava tudo definido desde o começo!!! Agora preciso assistir novamente com um novo olhar 😉 Não consigo parar de pensar nessa série…

Responder
Jose rodrigo souza 1 de abril de 2021 - 13:02

Sobre a aparência física dele também acredito que devia ser outra sim,e uma coisa que não me sai da cabeça é uma determinada cena que o Elliot encontra a Joana esposa do Tyrell e ela diz”Olá Ollie” totalmente aleatório e não dá pra saber se foi um furo de roteiro ou se foi uma pista de algo

Responder
Rafael Miranda 29 de dezembro de 2019 - 16:14

Os episódios finais foram geniais para mim, com tudo bem explicado, mas a única coisa que fiquei com a pulga atrás da orelha, foi sobre o questionamento do Elliot, sobre quem seriam aquelas pessoas com máscara da Fsociety no “casamento” dele, para o Mr. Robot, e o mesmo disse, que só ele saberia dizer, eu sei que eles são fruto da mente dele, mas tem algum outro significado?

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 29 de dezembro de 2019 - 16:25

Era pra ser o casamento normal, mas como naquele momento o mundo do Elliot já estava caindo, ele não era mais capaz de ver as coisas normalmente naquele mundo mental. E uma das coisas que o ligava à realidade era a F Society. Era uma indicação de que a ilusão estava pouco a pouco se entregando à realidade, mesmo as ilusões mentais dele.

Responder
In Esmail we trust 29 de dezembro de 2019 - 12:21

So uma pergunta que n vi ngm respondendo, o que era aquela luz azul que o Tyrel encontra?

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 29 de dezembro de 2019 - 13:45

Um laptop.

Responder
Werick 30 de dezembro de 2019 - 03:26

Olá, poderia me explicar pq seria um laptop? O ep terminou com o Tyrel surpreso em meio a uns barulhos que pareciam ser golfinhos ou algo assim. Mas em nenhum momento eu consegui identificar um laptop. Sem contar que ele sai de cena igualzinho o Elliot sai no ultimo ep, com aquela tela cinza e talz.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 06:07

O som era do veado que estava morrendo, o veado que o cara do Dark Army atingiu.

Já a luz azul, na minha interpretação, era algo físico. Pensei inicialmente em algum dispositivo do Dark Army, numa lanterna UV, mas me parece mesmo um laptop com aquela tela azul da morte do Windos, sabe? O cara do DA estava na região, imagino que tenha instalado algo de observação ali e o PC tenha dado pau. Tyrell encontra aquilo, está morrendo, fraco, meio alucinando e fica o objeto físico servindo à metáfora da morte do personagem.

Essa é a minha leitura da cena.

Responder
vinicius Emanuel 6 de janeiro de 2020 - 14:06

O Personagem merecia mais, fiquei muito triste com sua morte, achei que ele iria ressurgir, triste saber que ele não deu mais as caras e ficou por isso mesmo :/

Responder
Jose rodrigo souza 1 de abril de 2021 - 13:03

Referência a tela azul da morte eu acho…

Responder
JC 27 de dezembro de 2019 - 20:25

Ainda sobre o episódio 1×04:

“Você já esteve aqui na sua viagem de Morfina”

CACETADAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Responder
JC 27 de dezembro de 2019 - 20:19

Rapaz….vi o episódio 1×04…..cacetada.

Você não é Ellion (Tela Preta)

Cacetadaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 27 de dezembro de 2019 - 21:32

Tá vendo! Eu disse que o negócio era brabo!

Responder
João Lucas Assis 30 de dezembro de 2019 - 13:36

Revi agora tbm, fiquei chocado!

Responder
Thamiris Marques 8 de janeiro de 2020 - 21:28

revi e puta que me pariu…

Responder
Alex Dias 27 de dezembro de 2019 - 14:07

Série fenomenal!!! Sam Esmail criou uma obra prima que, junto com The Wire e Mad Men, será para sempre lembrada como uma das melhores séries de todos os tempos. Quatro temporadas primorosas, roteiro redondo, personagens cativantes e atuações estupendas. Estou feliz demais por ter acompanhado esse fenômeno televisivo.
PS: Larga as melecas da CW e vai assistir coisa que presta, Ritter!!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 27 de dezembro de 2019 - 14:18

Essa aqui já tem lugar garantido na nossa lista de melhores da década!!!

Responder
João Lucas Assis 25 de dezembro de 2019 - 23:13

Se você quer uma série que mexa com sua mente e lhe faça parar e
refletir sobre quem você realmente é, essa é a série certa, comecei a
assistir na expectativa de uma série que apenas abrangeria sociedade e
tecnologia, mas quando percebi que iria muito mais além desses aspectos
fiquei muito surpreso, a forma como o transtorno mental foi encaixado e
aprofundado foi espetacular, Sam Esmail fez um excelente trabalho!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 26 de dezembro de 2019 - 01:04

A série vai elencando essa porrada de elementos (pessoais, sociais, psicológicos, tecnológicos) para no fim ter o fechamento mais rico possível.

Responder
Giba Sageiv 25 de dezembro de 2019 - 15:48

Confesso que gostei da reviravolta ”universo paralelo”, doppelgänger e afins embora meio que desconfiasse se tratar de + uma viagem de quem agora sabermos ser o Mastermind. E por mais que eu tenha odiado ele por ter matado o verdadeiro Elliott no final do ep 12 entendi que o coitado se enxergava como um ser único e estava lutando pela própria sobrevivência naquele contexto. Esse final foi um entortador de mentes, adorei!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 25 de dezembro de 2019 - 15:54

Ele é o inimigo e o amigo dele ao mesmo tempo!

Responder
Arthur Saraiva 25 de dezembro de 2019 - 14:05

Série primorosa com um final sublime. Nunca senti tamanha imersão em qualquer série de tv.

Responder
Marcos jr 25 de dezembro de 2019 - 01:11

Galera alguém me esclarece uma dúvida que não saí da minha cabeça: onde tá o tyrell? Ele tava só na cabeça do elliot?
Que final foda! Série fantástica!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 25 de dezembro de 2019 - 01:11

O Tyrell morreu na floresta!

Responder
Marcos Jr 25 de dezembro de 2019 - 01:18

Obg! Eu não tinha reparado, aliás vou até ver esse ep. de novo, tem sempre algo que a gente deixa passar!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 25 de dezembro de 2019 - 01:29

Veja lá! É o episodio 404 Not Found.

Responder
Daniel Brasil 25 de dezembro de 2019 - 00:47

Melhor serie da decada. Superando Brba, Mad Men e mts outros shows. Acho que está pau a pau com The Sopranos. A unica serie que parece ser superior é The Wire ( esta nao tem comparaçao)

Responder
Yann Figueiredo 31 de dezembro de 2019 - 17:06

breaking bad ainda continua insuperavel, na minha opiniao.

Responder
Lucas Quaresma 24 de dezembro de 2019 - 18:58

Agora estou em um dilema. Qual temporada final foi melhor Mr. Robot ou Legion?
Jesus…. Quantas emoções 2 duras horas. Teve momentos até que eu tive que dá pause, para respirar um pouco. Terminou tãao excelente.

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nuwgott 24 de dezembro de 2019 - 18:49

Eis a cena.

Eu sou péssimo para encontrar referências, mas como sou fã de Matrix desde criança… https://uploads.disquscdn.com/images/99967c171d4a8de980ad5e0fc8d5a88951154f313bf86d24de52a0a69fa0f876.jpg Postei no reddit só para sentir aquele orgulho de alguma vez na vida ter contribuído no fórum da série, hahaha.

Responder
nuwgott 24 de dezembro de 2019 - 18:48

Esse episódio teve umas referências a Matrix. Na cena em que Krysta conta a verdade a Elliot, ele tenta escapar da sala, saindo por um lado e entrando no outro. Tanto Krysta é uma referência ao arquiteto que explica o funcionamento da Matrix, quanto a tentativa de fuga remete quando Neo se encontra no limbo (uma estação de metrô), em que ele tenta escapar correndo para um lado mas sempre retorna para o mesmo lugar.

A segunda referência que encontrei foi no final, após Elliot aceitar quem ele é. Trata-se da pílula azul e vermelha. Elliot entra em um corredor por uma porta azul, e dirige-se até a porta vermelha que dá acesso ao cinema. Em Matrix a pílula azul significa aceitar a ilusão e permanecer aprisionado, enquanto que a vermelha significa libertar-se e conhecer a verdade, por mais que esta verdade não seja tão atrativa quanto a ilusão da Matrix.

O interessante é a inversão de papéis, enquanto a porta azul significava que, para o verdadeiro Elliot ele continuaria aprisionado na Matrix que o seu alter ego criou, para o alter ego significaria a sua liberdade. Ao adentrar no cinema através da porta vermelha, o alter ego perde a sua liberdade, mas o verdadeiro enfim se liberta. Na cena do cinema, o alter ego chora, e para mim, é o mesmo choro de solidão que vimos tanto no primeiro quanto no último episódio da temporada de estréia. O fato é que a solidão é a própria razão de ser deste alter ego. Ele aceita esta realidade e torna-se um voyeur.

Responder
Max “Makssie” Araújo 24 de dezembro de 2019 - 23:29

Sensacional kkk já postou no Reddit?

Responder
Wagner Oliveira 24 de dezembro de 2019 - 17:36

Eu comecei a assistir os episódios hoje às 2h da madrugada, pois não aguentava esperar para assistir hoje a tarde e confesso que diferentemente de outros episódios eu não vibrei enquanto os episódios iam passando e quando acabou eu estava tão anestesiado diante do que estava vendo que não sabia dizer se tinha gostado ou não.
Fui me deitar às 4h da manhã e antes de pegar no sono comecei a pensar na série e cheguei a uma conclusão que esse final foi brilhante, entendi nesse momento que não tive reação pq estava vendo algo fantástico e raro. Irei ver novamente esse final para saborear todas suas nuances e verei novamente a série por inteiro.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de dezembro de 2019 - 17:44

Aproveite a segunda sessão, absorva o máximo possível!

Responder
MayB 24 de dezembro de 2019 - 17:30

eu nem sei o que falar, acho que nem tenho palavras pra elogiar, então só me resta bater palmas de pé!!
Ah não, pra aí:
“PQP, Sam Esmail!!!!!”

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de dezembro de 2019 - 17:44

PQP!!!

Responder
MayB 24 de dezembro de 2019 - 18:48

caraca acabei de rever o 1×04!!! Explodiu minha cabeça, estava tudo lá, na viagem de morfina dele
MINHA NOSSA SENHORA!!!!!!!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de dezembro de 2019 - 18:58

Vou rever esse hoje.

Responder
JC 26 de dezembro de 2019 - 15:40

Contem aí o que acharam nesse 1×04!!!!

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 26 de dezembro de 2019 - 19:08

São ótimas referências à série como série e ao próprio Elliot e sua quebra entre ele e o Mastermind. É o marco zero em termos de revelação antecipada. Foda.

JC 27 de dezembro de 2019 - 20:19

Acabei de ver.
Cachecol viu, e nem foi Sam que escreveu.

Wingson Souza 24 de dezembro de 2019 - 17:13

To me sentindo burro e me perdido
O elliot de azul era o verdadeiro? mas aquele mundo perfeito nao era o dele?
Darlene existe na vida do elliot real?
Pq a dom fala q ele nao se parece com o elliot real qd olha pra ID?
E nao lembro de quando foi q ele voltou nao lembrando da darlene
E angela, oqq ela é afinal? Noiva de vdd do eliot? Viva?
E a shayla existe viva na vida do elliot real?
Mds

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de dezembro de 2019 - 17:44

1 – Sim, era a representação do verdadeiro. Aquele mundo era o mundo que o Mastermind criou para o Elliot viver, enquanto o Mastermind trabalhava no mundo real para deixar as coisas melhores para o Elliot verdadeiro.

2 – Na vida real do Elliot real, sim. Na vida criada pelo Mastermind, não.

3 – Porque a Dom representa uma força de antagonismo, aquela que sabe denunciar o que está errado, tanto na vida real quanto na criada pelo Mastermind. Embora sejam as mesmas pessoas, quando o Mastermind “invade” aquele mundo, ele é um estranho, alguém que só os olhos treinados de uma pessoa como Dom, mesmo nesse mundo fictício, poderia identificar. É mais uma referência à personalidade do que à pessoa física em si.

4 – Na 1ª Temporada, quando ele tenta beijar a Darlene, porque não sabia que era irmã dele, tinha esquecido. Ali era já o Mastermind.

5 – Angela é exatamente o que a série disse que ela era. Amiga de infância do Elliot. Morta pelo Dark Army na vida real, mas viva na fantasia criada pelo Mastermind.

6 – Sim.

Responder
Douglas Dinarte 24 de dezembro de 2019 - 17:12

Acompanho todas as críticas desde a primeira temporada e quero agradecer ao Luiz por compartilhar tudo isto com a gente. Obrigado!

Sobre este final, eu confesso que, como todo mundo, fiquei bem desconfiado do rumo sci-fi que o show poderia tomar, mas o Esmail fez de uma forma tão magistral, que eu já estava aceitando bem.

Porém, após a cena dos dois Elliots, fiquei com um nó na garganta se aquele era realmente o final que a série iria tomar e se o Elliot que tanto torcemos seria capaz de fazer aquilo… Tanto que olhei quantos minutos faltavam e pensei: “como tudo isso vai se encaixar e se resolver em 40 minutos?”

Foi aí que lembrei do lema “In Esmail We Trust”, confiei, e para minha alegria assisti ao melhor series finale que eu já tive o prazer de acompanhar.

Não sou de assistir tantas séries, mas já vi várias que se tornam épicas em suas temporadas mas dividem opiniões no final.

Em Mr. Robot, Esmail não deixou brechas para questionamentos, e fez com que todo mundo que acompanhou, em maior ou menor intensidade se identificasse.

O que faz todo sentido, afinal. Pois como a série mostra, nós também somos Elliot Alderson.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de dezembro de 2019 - 17:44

Pois é, meu querido, além da qualidade do produto em geral, temos as pontas bem amarradas, os pontos centrais ajustados de forma que a gente consegue ver o quebra-cabeça inteiro. Valeu a pena confiar no Sam Esmail, né.

Responder
Matt 24 de dezembro de 2019 - 17:07

Eu já imaginava que o Sam Esmail iria conseguir finalizar a serie com um bom final, só não esperava que nesses dois seguintes episódios vivêssemos uma montanha russa de emoções com tantas reviravoltas, no fim das contas nem sei ainda como expressar sobre o que presenciei nesse final, apenas fico feliz de ter acompanhado essa obra prima, dificilmente vou encontrar outra serie que eu consiga me envolver tanto quanto esta. E também deixo meus agradecimentos ao Luiz pelas críticas por aqui, além dos excelentes textos semanais, com certeza a área de comentários acabou sendo um bom refúgio pra quem não tinha com quem discutir semanalmente sobre os episódios da serie.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de dezembro de 2019 - 17:07

Obrigado por ter acompanhado a série conosco!

Responder
RUSSO 24 de dezembro de 2019 - 16:11

Eu não sei o que dizer. Terminei os dois últimos episódios em silêncio profundo. Porém, muito feliz pelo verdadeiro Elliot, e muito triste por aquela personalidade não ter sido real durante esses 4 anos. Meu Deus.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de dezembro de 2019 - 16:20

Depois do meu curto quando o último episódio acabou, eu fiquei assim também, todo contemplativo. Nem sabia o que fazer direito.

Responder
Maximiliano Prado Montanari 24 de dezembro de 2019 - 15:26

Dramas sobre Transtorno Dissociativo de Personalidade são difíceis de escrever, pois exigem uma amarração impecável! Clube da Luta, O número 23, Fragmentado, A janela secreta, são filmes que fazem isso com maestria. Mas o que Sam Esmail fez em Mr Robot é pra lá de genial. Ele nos colocou na perspectiva, não da pessoa que sofre do transtorno, MAS DE UMA DE SUAS PERSONALIDADES!! Cara, o que foi isso?!?! Eu já estava feliz em pensar que o projeto de Whiterose tinha funcionado, porque, apesar de ridiculamente contrastante com a proposta do show, estava funcionando! Mas não, isso não é suficiente para esse gênio! Não! Mas o que mais me impressiona é que, com certeza, ele já tinha a história toda na cabeça, desde o começo. Creio que seja por isso que ele resolveu assumir a direção do show na segunda temporada. Eu já me havia questionado, muitas vezes, o que havia acontecido com Elliot, pouco antes de se juntar à FSociety, porque ele não reconhecia a própria irmã! A figura do próprio pai! E esse final fechou a obra com chave de ouro!! Que venham mais maravilhas como essa, Ama Esmail! E obrigado pelo espetáculo!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de dezembro de 2019 - 16:20

A questão do não reconhecimento da própria irmã me pegou também, e pow, a resposta vem justamente no final da série. O cara não deixou ponto sem nó!

Responder
Renan 24 de dezembro de 2019 - 17:23

Eu só queria saber da parte em que a Darlene falou com ele sobre o Vera e o Mr. Robot e o Eliot não se lembravam. O que aconteceu ali?

Eu acertei o plot Twist. Já tinha dito umas críticas atrás. Que seria isso o Eliiot era uma personalidade.

Responder
MayB 24 de dezembro de 2019 - 18:48

MAS DE UMA DE SUAS PERSONALIDADES, é de explodir cabeças, mesmo
É gênio que fala

Responder
Sami da Silva Awawdeh 24 de dezembro de 2019 - 14:54

Desde o episódio 11, suspeitei que fosse um delírio dele, assim como um episódio em que o Elliot ficou na prisão e o esse episódio foi todo como uma série de TV, mas daí achar que esse “Elliot” que conhecemos desde s01ep01 não era o verdadeiro…
Foi demais esse final, Mr. Robot tinha a característica de que quando você estava entendendo… Não entendia mais nada… e eu fiquei com medo da série acabar com uma incógnita, mas tudo se esclarece no final,
Nota 10.

Responder
Jonas B 24 de dezembro de 2019 - 13:41

Quando Elliot acordou no hospital vendo Darlene e ela conta o que aconteceu na usina eu comecei a falar “Ele( Sam Esmail) conseguiu,ele conseguiu finalizar a série”. Foi fantástico esse fim,eu simplesmente não imaginava quais surpresas poderíamos ter nessas duas horas.GoodBye Friend.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de dezembro de 2019 - 16:20

Eu fui roendo as unhas e terminei roendo as unhas. O final dessa série é pura poesia.

Responder
serge 24 de dezembro de 2019 - 13:35

sam esmail é um génio,está ultima temporada está incrível ,superou todas as expectativas.

Mr robot diz adeus de uma maneira perfeita .
Vai deixar saudades .

https://uploads.disquscdn.com/images/3359118830df4bc41e7e11b1055c378f30ef34fd5ad3b7192ffeabe59d42d97f.jpg

Responder
Manolo Neto 24 de dezembro de 2019 - 11:53

Me sinto atropelado por esses dois episódios

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de dezembro de 2019 - 16:20

Eu te entendo.

Responder
elliot alderson 24 de dezembro de 2019 - 05:30

chega ao fim uma obra de arte mr robot la no começo nao era nem de longe minha serie favorita conforme foi passando fui me apaixonando eu me perguntava o que era real e o que não era bom foi um prazer ter estado aqui junto com vcs durante todas as review dessa temporada dessa obra prima como o que aconteceu com elliot acontecera com esse avatar aqui ele vai ter que aceitar e deixar o verdadeiro dono assumir a partir de agora obg pela experiencia pessoal nunca vou esquecer de vcs

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de dezembro de 2019 - 16:20

Essa série vai deixar saudades. As discussões sempre muito profundas, uma mistura de tecnologia, psicologia, política, economia, filosofia e simbolicamente até de religião… Olha o nível desse negócio. Certamente deixou um vazio enorme.

Responder
Vectzky 24 de dezembro de 2019 - 01:58

Incrível, incrível, incrível. Não tinha como ser mais perfeito que isso, depois de Mr. Robot vai ser difícil acompanhar outras séries. Chegou no topo do inalcançável.

Infelizmente nada é pra sempre e a parte triste é a despedida, mas é aquele sentimento que apesar do fim a jornada foi sensacional. Tá bom, chega de discurso clichê. Goodbye, friends.

Responder
Gabriel Guimarães Horta 24 de dezembro de 2019 - 10:23

Se não conhece The Leftovers, tem outra série desse nível para você ver, Corre lá.

Responder
Maximiliano Prado Montanari 25 de dezembro de 2019 - 08:12

Thanx, friend!

Responder
Maximiliano Prado Montanari 24 de dezembro de 2019 - 15:26

Cara, falou tudo: vai ser difícil acompanhar outras séries! A comparação será inevitável! Já está sendo!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de dezembro de 2019 - 16:20

O bom é que agora criamos um parâmetro alto para enxergar e cobrar séries do gênero, né.

Responder
Maximiliano Prado Montanari 25 de dezembro de 2019 - 08:12

Opa, com certeza! Estava pesquisando o Sam Esmail, ele estão dirigindo outra série da Amazon Prime, Homecoming. Vou assistir, com certeza. Claro que não com a mesma expectativa, mas, quem sabe não sou surpreendido??

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de dezembro de 2019 - 16:20

O clichezinho que aquece o coração.

Responder
Vigilante da Gota 24 de dezembro de 2019 - 01:35

Final angustiante, mas muito bonito. Fiquei me imaginando no lugar do Elliot “master mind”, tendo que ceder a “sua” vida para o verdadeiro dono, exitando a todo custo e, após a conversa com a Darlene, enxergando o quão cruel seria privar o Elliot real de finalmente ter uma relação de verdade com a irmã.

E como é bom ver uma série corajosa assim na TV. Já citaram Legion aí embaixo, tivemos o retorno de Twin Peaks ano passado e agora o fim de Mr Robot. Obras que prezaram pela qualidade artística acima do retorno financeiro (audiência). Tenho esperança de que mais séries assim surjam nos próximos anos e que inspirem novos diretores e roteiristas a fugirem do comum. Quem ganha é o público.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de dezembro de 2019 - 16:20

Enquanto eu pensava no meu argumento geral para a crítica eu me peguei discutindo comigo mesmo sobre essa questão do Mastermind, como que me veria dando lugar à verdadeira pessoa, sabendo que não mais existiria… Cara…

Responder
Ricardo Santos 24 de dezembro de 2019 - 00:17

Hello, Friends!
Sim, essa saudação é para você Luiz e a todos os amantes de Mr. Robot que a cada semana vinham aqui comentar suas Reviews.
É a primeira vez que eu comento, mas sempre li suas críticas sobre essa obra prima da TV chamada Mr. Robot.
Depois desse Final era impossível permanecer “indiferente” (digo em relação a apenas ler a Review e não comentar).
Eu li todos os comentários e sinceramente não tenho muito o que acrescentar.
Obrigado Sam Esmail por sua genialidade.
Obrigado Luiz por suas críticas sempre tão bem fundamentadas.
Obrigado aos amigos dos comentários e aos milhares de fãs que Mr. Robot possui em todo mundo.
Felizes somos nós de termos tido a oportunidade de acompanhar essa Série maravilhosa.
Sem sombras de dúvidas fará falta, mas a perfeição de seu Final é o consolo que já se transformou naquela saudade boa.
Abraço a todos.
♥️👏🏻👏🏻👏🏻

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de dezembro de 2019 - 16:20

@disqus_6JmgIUsnrV:disqus seja bem-vindo ao nosso falatório pós-episódios e esteja à vontade para voltar mais vezes, para conversarmos mais. Obrigado por acompanhar e por deixar também aqui a despedida para a série. É um baita momento histórico, né, bom deixar nossa marca mesmo no encerramento dessa obra-prima.

Responder
Italo Cardoso 24 de dezembro de 2019 - 00:00

Há 20 min. vi o final de Mr robot. E agora me pego reflexivo sobre: o quanto somos parecidos com o Elliot.
Gostaria muito que essa série fosse mais valorizada. E agradeço que não tenha sido um “original Netflix”. Pois não teria chegado até a 4°.

Sei lá… Tô absorvendo toda a mensagem que esses dois últimos EPS tinham pra passar.
Aliás: adicionar mais uma mensagem dentre as trocentas que a série tem a nos dizer.

Fico feliz por ter me tornado um telespectador fiel a série. Sam Smail nos deu algo pra pensar, onde é tão relevante nos tempos que vivemos, que me dar até tristeza qnd percebo que não vai chegar em todos.

Goodbye, Friend.
Adeus, críticas do Luiz.

Responder
Claudio Tavares 24 de dezembro de 2019 - 10:11

Ao Netflix resta comprar a série e exibir tudo pra gente rever.

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Thiago Motta 24 de dezembro de 2019 - 16:11

A série já faz parte do catálogo do Amazon Prime Vídeo. Resta saber quando vão exibir essa quarta temporada por lá.

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de dezembro de 2019 - 16:20

Me causa uma baita tristeza ter um produto desse nível e que a maior parte das pessoas não veem porque não têm acesso mesmo.

Responder
Jadiel 23 de dezembro de 2019 - 23:41

Já vi os dois episódios, li sua crítica e todos os comentários até agora. Sem nem mais o que dizer, só sentir. E é muito legal ver que não é só a gente que amou a série. Se você for ver no IMDb, até agora essa temporada tem, pelo menos, 3 dos episódios mais bem avaliados do site.

Mr. Robot é uma série que transcende qualquer coisa. É aquela série que funciona perfeitamente como apenas entretenimento, pois a parte técnica da série é impecável, mas que é muito (muito mesmo) mais do que isso. Agora que a série acabou posso soltar o que estava querendo falar já há um tempo: Mr. Robot é um dos melhores dramas já feitos na história da televisão.

Uma das coisas que me fazem, por vezes, gostar mais de séries de TV do que de filmes, é que elas são muito menos impulsionadas por dinheiro. Logo há muito mais disponiblidade, muito mais acesso a esse tipo de conteúdo. E quando é bem feito como aqui…

Esse ano tivemos Legion, que fechou sua história com chave de ouro, mesmo com uma audiência baixíssima. Agora, Mr. Robot veio pra mostrar a um público maior o poder da televisão na dramaturgia. Espero que mais séries como essas citadas apareçam na próxima década (com certeza vão), por que os anos 2010 não poderiam terem terminado melhor para a televisão.

Já que todo mundo tá falando isso, vou entrar na onda também, então… Goodbye, Friends.

https://uploads.disquscdn.com/images/eb58782a27a64062f2bcac5d6f1618b53491e27b4a1c3dd39f76272a8d1762a3.jpg

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de dezembro de 2019 - 16:20

Foi uma jornada linda demais e que se encerra com um nível de qualidade bem raro hoje.

Responder
Linti Faiad 23 de dezembro de 2019 - 23:36

Salve Luiz,
Bela crítica!!
Li abaixo que a série tlz possa ser autobiográfica… Já pensou que doidera?
Na página brasileira do Sam no wikipedia tem uma nota informando que ele foi expulso de uma universidade por um “incidente” no laboratório de informática… O Rami tb tem ascendência egípcia…
Confesso que ainda estou sentindo um mix de sentimentos.
Sempre que crio MUITA expectativa por alguma obra audiovisual fico ansioso com receio de me decepcionar haha
A cena final pré Darlene é ESPETACULAR!
Mas o monólogo final do mastermind não me pegou tanto… E não curto mt a atuação da atriz que faz a Darlene rsrs
Ainda bem que a sério não foi para o sci-fi… Acho que se manteve muito mais consistente…
Agora é aguardar pela próxima obra de arte do Sam!
Mr Robot está no seu top 3 de séries? Alguma(s) que vc colocaria acima?
Mais uma vez, parabéns pelo trabalho e continuem firmes e fortes!
Abs

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de dezembro de 2019 - 16:20

Faaaaaaaala meu querido!
Velho, eu preciso pensar mais. É POSSÍVEL que Mr. Robot tenha furado o meu TOP 5 de séries favoritas de todos os tempos, mas ainda não tenho certeza. Vou deixar para me martirizar com isso quando for refazer a lista de favoritos aqui no site no próximo ano hehhehehehehehhehhehehe

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Marcelo Silva 23 de dezembro de 2019 - 20:52

Outra coisa, a cena do olho e das imagens passando nas laterais me lembrou rapidamente 2001, não sei se foi uma menção.
E fiquei tentando olhar atentamente às imagens pois achava que a qualquer momento sairia um Easter Egg dali.

Responder
JC 23 de dezembro de 2019 - 21:58

Pelo que pesquei, são cenas das temporadas anteriores. E ETC.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de dezembro de 2019 - 16:20

SIM!!! Na hora que o verdadeiro Elliot vem à tona, a referência a 2001 veio gritando na minha mente também!

Responder
Samsepi0l 23 de dezembro de 2019 - 20:40

Acabei de terminar os Episódios, estou muito emocionado por esta obra de arte e muito triste também, sinto que não terá mais nenhuma serie que ira cobrir essa lacuna deixada por Mr Robot, nunca vi algo tão bem amarrado assim, achei um final perfeito, eu comentei em um vídeo no Youtube que o Elliot estaria hospitalizado e que aquilo tudo poderia ser apenas um sonho/alucinação, fiquei feliz por ter acertado mas jamais imaginei que o desfecho do final seria assim tão emocionante, aquela hora que a Dom falou que ele não se parecia com o Elliot Alderson eu automaticamente imaginei só oq falta esse documento estar com o rosto do Tyrell kkkk mas seria muito viajado, enfim vim correndo ver sua resenha pois sempre gostei das suas palavras sobre a serie, espero do fundo do coração me sentir tão entusiasmado e me surpreender desta maneira novamente algum dia, com uma série como foi com Mr Robot.. mas tenho certeza que Sam Esmail voltará um dia com mais outra obra de Arte da Tv seja nessa realidade ou em outra..

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de dezembro de 2019 - 16:20

Nossa, se esse homem dizer My Little Pony eu vou estar lá assistindo!!!

Responder
nuwgott 23 de dezembro de 2019 - 19:41

No Wikipedia tem um trecho em que Sam confirma que o personagem principal é um reflexo dele: “He has said that the main character, Elliot, is a “thinly-veiled version” of himself; like Elliot, Esmail also suffers from social anxiety and is from Washington Township in New Jersey”

Responder
JC 23 de dezembro de 2019 - 21:58

Mega Plot Twist….Sam não é sam e quem escreveu Mr Robot foi outro dele.

😮

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de dezembro de 2019 - 16:20

OMG

Responder
nuwgott 23 de dezembro de 2019 - 19:17

Rapaz, vai ser um problema rankear os episódios desta temporada. Absolutamente perfeita.

Para mim, melhor série que já acompanhei. Tudo muito sólido, sensato.
Eu era um dos que acreditavam que a série era extremamente realista e que nunca iria enveredar pro sci-fi, mas também fui um dos que acreditaram que a máquina de WhiteRose funcionou. Embora dias antes do episódio final, vi no IMDB que, no mundo paralelo, o horário permanecia congelado às 11:16 – o que indicava não ser uma nova dimensão, mas um mundo criado por WhiteRose, o que, surpreendentemente, fui engano novamente: era um mundo criado por Eliott.

Então, tudo o que acompanhamos era falso? Um delírio? F-Society, Evil Corp, Deus Group… tudo um delírio? Fui enganado de novo! Era tudo real.

O mais absurdamente maravilhoso é que foi tudo tão bem construído que é irrefutável: agora compreendemos tudo o que ocorreu na série, principalmente o último episódio da primeira temporada. Quando o Hack 5/9 ocorreu, Mr. Robot tentou trazer Eliott de volta. Por isso aquela reunião familiar. Mas ele não conseguiu.

O Eliott que acompanhamos necessitava de um inimigo para continuar no controle. Não bastou o 5/9. Disso, já compreendemos um dos momentos finais da série, quando Mr. Robot disse que se eles continuarem, sempre haverá mais um monstro a derrotar.

Amei o trabalho com todos os personagens secundários, principalmente Tyrell. Um sujeito extremamente ambicioso que no fundo, queria ser uma pessoa comum, teve uma narrativa cruel: em toda a série teve mais importância do que deveria ter, e quase sempre lhe foi esfregado na cara que ele era apenas um peão. Isso culminou quando ele foi escolhido para ser o CEO da E Corp e descobriu que era apenas uma manobra de WhiteRose. Por isso deixou-se morrer. O fim daquele Not Found foi incrível, tal como do Finale. Seja lá o que Tyrell viu, ele se encontrava sozinho, longe do olhar de todos. Morreu anonimamente, talvez nem tenham encontrado o seu corpo naquela floresta.

Fim maravilhoso também tivemos para a máquina de WhiteRose: seja lá qual foi o fruto daquela personalidade transtornada, simplesmente foi desativada. Eu fico com Philip Price: é fruto de uma mente doente e sádica. Bem capaz de, o que WhiteRose queria era simplesmente destruir o mundo, e aquela usina não era grande o suficiente para tal. Mas, ela não quis tomar a decisão. Ela permitiu que Eliott decidisse se o mundo deveria morrer ou não. Ela se matou tal como todos os membros do Dark Army fazem: se suicidam por que acreditam num paraíso pós-morte.

Todos os pingos nos i.

E nunca poderemos afirmar que não sabíamos que aquele não era Eliott: Angela, Darlene… elas disseram que ele estava diferente, não era a mesma pessoa que sempre foi.

Mas, como iríamos aceitar isso, se nós mesmos também éramos uma persona?

——-

Sam Esmail também nasceu no dia 17/09, tal como Eliott. Acredito que 11:16 seja seu horário de nascimento. Há chances incríveis de ser uma obra autoral e com fundos autobiográficos, o que levou-o a ter tanto zelo pelo que fez.

Obrigado e Goodbye, my friend.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de dezembro de 2019 - 16:20

Adorei as comparações que você faz e vejo que concordamos em relação à máquina de Whiterose… Só de pensar nesse Universo de novo, nas implicações, na riqueza dele dá vontade de ver tudo de novo.

Responder
O Homem do QI200 23 de dezembro de 2019 - 15:59

Não li, acabou pra valer mesmo? Ponto final? Pois estou esperando o desfecho dessa série para poder acompanhar.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 23 de dezembro de 2019 - 16:03

Sim, a série acabou.

Infelizmente…

Responder
O Homem do QI200 23 de dezembro de 2019 - 16:53

Eu digo felizmente acabou, não gosto de acompanhar nada tão longo.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 23 de dezembro de 2019 - 16:53

Eita!

Responder
AMMC 23 de dezembro de 2019 - 15:54

Emocionante! Vai deixar saudades, pois pra mim foi a série mais bem elaborada. O Sam conseguiu nos intrigar durante toda a série, sempre nos fazendo criar teorias e brincar com o real e fictício. Goodbye friend

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 23 de dezembro de 2019 - 16:03

Sem contar que essa 4ª Temporada foi um primor técnico absurdo!!!

Responder
Marcelo Silva 23 de dezembro de 2019 - 15:27

Bah, mas tem aquela cena com a Dom policial, onde ela olha pro RG e diz: “você não se parece em nada com o Elliot”. Confesso que achei que, aos 45 do segundo tempo, iria aparecer um outro rosto como o do verdadeiro.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 23 de dezembro de 2019 - 16:03

Eu tava na beira do sofá já qualquer coisa era possível ali! HAAHAHAHHAHAHHAAHAHAA

Responder
JC 23 de dezembro de 2019 - 16:13

Idem, foi como eu falei mais abaixo, por um lado eu tava doido pra ver o rosto verdadeiro, mas ao mesmo tempo…a gente viu 4 temporadas com esse rosto, seria injusto né?

Responder
Isaque Pereira Dos Santos 23 de dezembro de 2019 - 20:18

Na verdade , o Elliot original também tem aquela mesma aparência , a fala da Dom foi algo mais subjetivo pois o Elliot que acompanhamos não pertencia a aquela realidade e no final da segunda temporada quando a Dom mostra os esquemas da polícia pra Darlene é a foto do Elliot que conhecemos que aparece.

Responder
Douglas 23 de dezembro de 2019 - 19:36

Amor eterno <3https://uploads.disquscdn.com/images/20cbd9a8e73849cd65b2067c46c56422bc3a18f8c17e6d45508c2560d82c131a.jpg

Responder
JC 23 de dezembro de 2019 - 12:56

Teve horas que torci pra mostrar o verdadeiro rosto, teve horas que não….

ACABOU DE UMA MANEIRA PERFEITA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 23 de dezembro de 2019 - 16:03

Definitivamente! Eu tava me derretendo de emoção naquela hora.

Responder
JC 23 de dezembro de 2019 - 12:49

O Q-U-E F-O-I I-S-S-O Q-U-E E-U A-C-A-B-E-I de ver.

😮

Obra prima da televisão, PONTO FINAL.
Nossa mãe, desde a trilha sonora aos atores, a fotografia, ao roteiro.

PONTE QUE PARTIU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

PS: Eu botaria outra imagem pra crítica, é spoiler forte rs

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 23 de dezembro de 2019 - 16:03

Não tem como essa imagem ser um spoiler! É um olho!!! Não significa nada além de um olho pra quem ainda não viu os episódios.

Responder
JC 23 de dezembro de 2019 - 16:12

ahahahah tem sim luiz, porque eu vi a NOTA da crítica antes do episódio, quando tava chegando nessa parte eu meio que já sabia que ia parar no olho.

ahahahah ou só fui eu?

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 23 de dezembro de 2019 - 16:18

Aí não sei se foi só você… Mas não tem como um olho ser spoiler, meu querido hahahahahhahahahaha

Responder
JC 23 de dezembro de 2019 - 16:20

rs, um olho além do alcance!
>:P
Thundercats Hooooooo!

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 23 de dezembro de 2019 - 16:22

HAUHAUHAUHAUHAUHAUAHUAHAUAH

VOCÊ NÃO PRESTA!!!!

Vigilante da Gota 24 de dezembro de 2019 - 01:06

Se fosse o final de Lost, um olho seria spoiler kkkkk

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de dezembro de 2019 - 01:20

hehehehehehehehe

Douglas 23 de dezembro de 2019 - 11:28

Simplesmente genial o que o Sr. Esmail nos entregou, todo mundo achando que seriam somente 3 personalidades, mas na real que eram CINCO.

Eu fiquei bastante emocionando quando a Darlene disse ao Elliot que sabia que ele não era o verdadeiro, e quando o Elliot disse que a amava eu fui as lágrimas.

Rami Malek é um ótimo ator, esse cara merece todos os prêmios que disputar, pois ele é foda!

Que saudades que essa série vai fazer, espero que o Esmail venha com novas séries nesse mesmo nível ou melhor!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 23 de dezembro de 2019 - 16:03

A relação dele com a Darlene é outra coisa maravilhosa. Uma relação bonita, honesta e que um realmente iria fazer qualquer coisa pelo outro, apesar dos momentos de briga no meio do caminho. Dá vontade de chorar só lembrando daquela conversa.

Responder
JC 23 de dezembro de 2019 - 16:53

Quero ver no dia que tu resolver resenhar A SETE PALMOS.
O final tu abandona o site falando “Não existe mais final perfeito de séries”

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 23 de dezembro de 2019 - 16:53

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA todo mundo que me indica esse série fala algo parecido!

Responder
JC 23 de dezembro de 2019 - 17:16

Já assisti 2 vezes completa. Eu tava falando tanto que fui re-ver o final de Sete Palmos, chorei de novo.

Vá, comece a resenhar A SETE PALMOS, comento cada vírgula!

Jony Antonio Lemes 23 de dezembro de 2019 - 17:47

A sete Palmos é uma porrada atrás da outra a cada episódio. Vale muito a pena Luiz! Vai querer resenhar a maioria dos episódios! Alguns temas dos episódios parecem meio datados, mas leve em consideração quando a série foi ao ar nos idos 2001.

JC 23 de dezembro de 2019 - 21:58

Vamos fazer campanha: Luiz , resenha A SETE PALMOS.

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 23 de dezembro de 2019 - 22:16

TO DE LHO!!!!

👀

JC 23 de dezembro de 2019 - 16:03

“Hello Elliot” e as imagens passando até chegar no olho que me destruiu.
Já re-vi umas 3 vezes chorando igual.

Responder
Lucas Rodrigues 23 de dezembro de 2019 - 09:25

meu amigo, que finale………
eu acabei que nem você, chorando, sorrindo, batendo palma, surtando, e ainda não sei muito o que falar. só queria dar um abração no sam esmail (e em todo mundo dessa série, na verdade) e agradecer por essa experiência.

tô triste que não vou mais acordar toda segunda e ficar dando f5 pra ver suas reviews hahahah

Responder
JC 23 de dezembro de 2019 - 16:03

Tá no meu Top 100%¨de final perfeito de uma série.
Só perde para A Sete Palmos.

Essa é impossível bater.

Responder
Lucas Rodrigues 23 de dezembro de 2019 - 20:06

eu comecei a alguns anos, mas era muito novo e achei melhor esperar mais um pouco pra ver. acho que vou recomeçar em janeiro heh

Responder
JC 23 de dezembro de 2019 - 22:04

Veja, faz um bem danado.
A terceira é bem pesada, então cuidado.

Responder
Cesar 24 de dezembro de 2019 - 00:55

A Sete palmos tá na minha lista desde sempre. Junto de The Wire são as únicas séries que td mundo elogia e eu parei logo cedo, pelo mesmo problema, dificuldade de achar as séries em boa qualidade, Torrent, online, etc… Mas agora que tenho uma graninha tenho que ir atrás dos Dvd’s heueheuehue

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 23 de dezembro de 2019 - 16:03

@disqus_vDSVMk846Z:disqus muito obrigado pela companhia, pelo prestígio. Essa série vai ficar na História, certamente uma das melhores da década. QUE FINAL LINDO!

Responder

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