Home FilmesCríticas Crítica | Nomadland

Crítica | Nomadland

por Kevin Rick
5300 views (a partir de agosto de 2020)

Em Nomadland, a sempre deslumbrante, e agora restrita, Frances McDormand, interpreta Fern, uma recente viúva que perdeu seu emprego e decidiu vender seus poucos bens e pertences para comprar uma van, viajando pelos EUA em busca de algo, topando em serviços temporários, pessoas com passados dramáticos similares e uma grande comunidade de viajantes modernos, conhecidos como nomads. A cineasta Chloé Zhao compila uma expansiva e simultaneamente íntima observação da vida pela ótica de personagens que escolheram um divergente estilo de vida.

A parte mais interessante da jornada contemplativa de Fern está nos múltiplos, ou então simplesmente falta, de significados. Acredito ser uma visão incomum para esta película, justamente pelo fato de grande parte da audiência encontrar um tema que ecoe consigo mesmo ou algum pensamento que leve à reflexão filosófica da vida. Mas a maneira como Zhao carrega a fita abre um espaço gigantesco para interpretações, e não digo apenas no campo do Cinema, mas da vida em si, logo, grande parte da abordagem meditativa da direção serve a um exercício introspectivo do espectador.

Fern nunca verdadeiramente encontra respostas, e por grande parte da história ela sequer está procurando, e o tom documentarista que Zhao assume para os vários encontros da melancólica protagonista preenchem esse ideal de autorreflexão e autodescoberta da nossa perspectiva. Talvez você ache o filme uma jornada de descobrimento, uma obra sobre exilados buscando conforto na liberdade, uma odisseia americana contra o sistema capitalista, ou até mesmo uma simples vagarosa meditação da vida. A verdade é que nenhum posicionamento configura-se como uma perspectiva errada ou certa da proposta fílmica, pois a poesia cinemática de Zhao é uma viagem sobre escolhas e experiências, e todo o subjetivismo que circunda suas consequências, no qual a contemplação é apenas um meio de abrir um diálogo com o espectador sobre sua temporária vivência, da mesma maneira que Fern é um fio condutor para aprendermos sobre o acúmulo do passado e ficar (ou não) em paz com o presente e o futuro dos vários personagens do filme.

Obviamente que o senso comunitário do Movimento Nomad estadunidense e o contexto americano da classe trabalhadora que sofreu – e ainda sofre – com a crise econômica no final dos anos 2000 cria uma linha narrativa específica à obra, com contornos de comentário social do lado podre do sonho americano, mas enquadrar Nomadland nessa caixinha de desigualdade americana é um grande desserviço à linguagem universal da fita. Dessa forma, a busca da vida alternativa de Fern é um instrumento artístico e transcendental para desdobrar e expandir o existencialismo, independente do contexto. Para mim, o filme é sobre fuga.

O passado de Fern é raramente tocado na obra, mas nós sabemos que ela tinha raízes, uma fundação “normal” com seu marido, e a perda do seu parceiro, sua cidade e seu emprego estável estabelecem essa dissociação do comum para a personagem. Fern toma toda essa tragicidade para si e decide fugir ao invés de reconstruir, se é que seu estilo de vida nômade não é uma reconstrução de certa forma. Os empregos sazonais, as amizades temporárias e a falta de contenção de um lar deixam a personagem livre da perda, sempre em constante movimento e mudança, fugindo das suas próprias experiências enquanto acumula histórias da vastidão. Essa instabilidade da subcultura nomad serve perfeitamente às escolhas fugitivas da protagonista, ainda que o ideal proposto pelos nomads seja se encontrar na magnitude.

Eu realmente gostaria de ter visto Nomadland em uma sala de cinema, pois a direção naturalista de Zhao é uma experiência imagética que merece as telonas. A diretora é certamente minimalista, e o filme tem um ritmo relaxado e até descompromissado, que, aliás, consegue ser arrastado em determinadas sequências, mas o poder da direção está na estética de “diário de viagem” que pega elementos de contemplação física e emocional, os belos desertos do meio-oeste americano, a honestidade dura dos planos aproximados do personagens e da panorâmica abordagem em planos abertos, a cinematografia respaldada por elementos naturais e geográficos, as várias belas sequências em torno de Fern caminhando na imensidão, e cria uma poesia audiovisual que passa o sentimento de espaço e continuidade. Não acredito que Nomadland seja um obra-prima – duvido muito que será um filme com várias revisitações -, mas é certamente Cinema em uma de suas formas mais puras. 

Frances McDormand entrega uma de suas melhores performances com Fern, onde a atriz é contida e emocional, transpondo fragilidade com sutileza sem cair numa interpretação caricata ou apelativa. Quietude contemplativa é um papel difícil de acertar, mas McDormand faz sua mágica, acompanhada pela poesia de Chloé Zhao. Nomadland é o tipo de obra que ecoará de diferentes formas para cada espectador a partir de suas próprias experiências e da maneira que absorve aquelas vistas em tela. Uma jornada meditativa sobre a vida através da subcultura nomad.

Nomadland – EUA, 2020
Diretor: Chloé Zhao
Roteiro: Chloé Zhao (baseado no livro Nomadland: Surviving America in the Twenty-First Century, de Jessica Bruder)
Elenco: Frances McDormand, Linda May, Patricia Grier, Gay DeForest, Angela Reyes, Carl R. Hughes, Douglas G. Soul, Ryan Aquino, Teresa Buchanan, David Strathairn, Charlene Swankie, Annette Webb, Rachel Bannon, Bob Wells, Makenzie Etchverry, Brandy Wilber, Matt Sfaelos, Roxanne Bay, Derek Endres, Donnie Miller, Suanne Carlson, Forrest Bault, Merle Redwing, Sherita Deni
Duração: 107 min.

Você Também pode curtir

55 comentários

Harold 4 de maio de 2021 - 14:11

Chato. Começa e termina sem ir a lugar algum.

Responder
Peter 1 de maio de 2021 - 15:09

Não sei se esse filme foi uma crítica ao Capitalismo Tardio ou uma romantização da precarização. Não achei tão bom quando falaram, mas atuações são muito boas …

Responder
Pirata pobre 1 de maio de 2021 - 14:20

Ótima crítica, vcs tem planos para as séries the americans e Barry?

Responder
Leonardo Raimundi 27 de abril de 2021 - 11:21

Romantizar a vida precarizada sempre foi um tendência ideológica em tempos de recessão. Agora ganha até Oscar.

Responder
santos 29 de abril de 2021 - 13:51

?! Tendência ideológica? Dos oito indicados deste ano a melhor filme apenas 2 (metade da metade) tratam da “vida precarizada”, Minari e Nomadland… acho que a tendência ideológica está em vc…

Responder
Críticas – Meu Pai (2020), Amor e Monstros (2020), Nomadland (2020), Minari – Em Busca da Felicidade (2020) – Blog do Rogerinho 26 de abril de 2021 - 16:40

[…] Nomadland – EUA, 2020Diretor: Chloé ZhaoRoteiro: Chloé Zhao (baseado no livro Nomadland: Surviving America in the Twenty-First Century, de Jessica Bruder)Elenco: Frances McDormand, Linda May, Patricia Grier, Gay DeForest, Angela Reyes, Carl R. Hughes, Douglas G. Soul, Ryan Aquino, Teresa Buchanan, David Strathairn, Charlene Swankie, Annette Webb, Rachel Bannon, Bob Wells, Makenzie Etchverry, Brandy Wilber, Matt Sfaelos, Roxanne Bay, Derek Endres, Donnie Miller, Suanne Carlson, Forrest Bault, Merle Redwing, Sherita DeniDuração: 107 min. […]

Responder
Cleibsom Carlos 25 de abril de 2021 - 02:11

Vejo NOMADLAND como um bom filme sobre a perda que radicaliza em sua proposta naturalista, proposta esta que o afastará das multidões. Aliás, sou da opinião de que ele só está repercutindo perante a crítica porque se ateve aos dramas pessoais dos personagens e passou longe de querer “apontar o dedo” para os “males do capitalismo”. Por que os personagens não conseguem empregos decentes ou perderam as hipotecas de suas casas por não conseguirem pagá-las? Isso não interessa no roteiro do filme e neste contexto são “males sem causa” ou “tragédias causadas pela natureza”. Se NOMADLAND fosse incisivo em uma crítica ao capitalismo e cutucasse algumas de suas feridas de forma franca e direta, certamente seria boicotado pela crítica(afinal ela parece odiar críticas incisivas ao capitalismo) e por Hollywood(afinal ela de fato odeia críticas incisivas ao capitalismo) e ficaria restrito ao circuito independente.

Responder
Lew Martin 25 de abril de 2021 - 19:26

Parasyte foi uma critica descarada ao capitalismo e levou tudo hahah

Responder
Cleibsom Carlos 26 de abril de 2021 - 12:26

PARASITA foi uma “crítica descarada ao capitalismo”? E cada uma que ouço que só rindo mesmo! A família de PARASITA não odeia os ricos, quer apenas fazer parte daquele mundo e ter os modos, o dinheiro e o luxo dos grã-finos e o resto que se dane!! E quando o patriarca da família “pobre” constata que isso é impossível, bate a loucura e o desespero…Os pobres em PARASITA não questionam o capitalismo pelos males que ele causa, o questionam por não terem acesso pleno aos “benesses” deste mesmo capitalismo. O filme é perfeito para os progressistas de araque abraçarem e fazerem o papel hipócrita de que são críticos de alguma coisa. Mas como, se os luxos desses picaretas advém do próprio capitalismo? Mas como, se esses progressistas de araque não estão dispostos a abrirem mão de nada para que as coisas mudem? Hipocrisia pouca é bobagem!!!

Responder
Luiz Santiago 26 de abril de 2021 - 14:17

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

Responder
Cleibsom Carlos 26 de abril de 2021 - 11:22

KKKKKKKKKKKKKKKKKKHAUHAUHAUHAUHAUHAUAHAUAHAUAHAUAHAUAHKKKKKKKKKKKKKKKKKHAUHAUAHAUHAUAHAUAH…

ME TOO!

Cleibsom Carlos 26 de abril de 2021 - 11:22

KKKKKKKKKKKKKKKKKKHAUHAUHAUHAUHAUHAUAHAUAHAUAHAUAHAUAHKKKKKKKKKKKKKKKKKHAUHAUAHAUHAUAHAUAH…

ME TOO!

Luiz Santiago 26 de abril de 2021 - 13:03

KKKKKKKKKKKKKKKKKKHAUHAUHAUHAUHAUHAUAHAUAHAUAHAUAHAUAHKKKKKKKKKKKKKKKKKHAUHAUAHAUHAUAHAUAH…

ME TOO!

Leonardo Raimundi 27 de abril de 2021 - 11:39

Se não é glamourização da pobreza como o sistema iria premiar um filme que critica ele mesmo?

Luiz Santiago 27 de abril de 2021 - 10:32

,kj

Cleibsom Carlos 28 de abril de 2021 - 12:50

E isso que eu não entendo, cara! Me pergunto se as pessoas que acreditam que filmes como NOMADLAND, MINARI e PARASITA criticam de forma “virulenta” o capitalismo são ingênuas ou estúpidas mesmo, sem ofensas…De resto, espere mais do citado abaixo como resposta do Plano Crítico:

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

Luiz Santiago 28 de abril de 2021 - 12:36

Meu nome é Luiz Santiago, não é “O Plano Crítico” quem está te respondendo. Nem simbolicamente dá pra falar isso porque eu utilizo o meu próprio perfil de DisqUs. Pelo menos ISSO quero crer que você consiga ler e entender. Não é difícil, como supostamente entender uma crítica ao capitalismo, vai.

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL
HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL
HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL
HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL
HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL
HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL
HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL
HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

Luiz Santiago 28 de abril de 2021 - 12:36

Meu nome é Luiz Santiago, não é “O Plano Crítico” quem está te respondendo. Nem simbolicamente dá pra falar isso porque eu utilizo o meu próprio perfil de DisqUs. Pelo menos ISSO quero crer que você consiga ler e entender. Não é difícil, como supostamente entender uma crítica ao capitalismo, vai.

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL
HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL
HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL
HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL
HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL
HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL
HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL
HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

Luiz Santiago 28 de abril de 2021 - 16:36

Meu nome é Luiz Santiago, não é “O Plano Crítico” quem está te respondendo. Nem simbolicamente dá pra falar isso porque eu utilizo o meu próprio perfil de DisqUs. Pelo menos ISSO quero crer que você consiga ler e entender. Não é difícil, como supostamente entender uma crítica ao capitalismo, vai.

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL
HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL
HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL
HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL
HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL
HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL
HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL
HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

Cleibsom Carlos 28 de abril de 2021 - 19:13

É isso aí, cara, na falta do que dizer nada melhor do que cair em um joguinho de palavras vazio e estúpido…Quando você espalha sua falta de inteligência neste espaço, não é “só” o LUIZ SANTIAGO que fica com a fama de ignorante, até porque para 99,9% dos leitores fora do PLANO CRÍTICO você não é ninguém. Ou será que você é ingênuo o suficiente de achar que pode publicar besteiras aqui sob o seu CPF e não prejudicar o PLANO CRÍTICO? Fui!!! Mas antes de partir deixo uma mensagem que plagiei de Aristóteles para ti:

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

Luiz Santiago 28 de abril de 2021 - 16:27

1 – “É isso aí, cara, na falta do que dizer nada melhor do que cair em um joguinho de palavras vazio e estúpido…

Adoro quando alguém compartilha as mensagens que escreve pra si mesmo em seu diário pessoal! Lindo!

2 – “Quando você espalha sua falta de inteligência neste espaço

Meu nome não é @cleibsomcarlos:disqus. Mas foi engraçado ler essa sua autocrítica.

3 – “não é “só” o LUIZ SANTIAGO que fica com a fama de ignorante

Pra mim está perfeito assim. A fama é minha, não sua. Não tema por mim, xuxinho!

4 – “até porque para 99,9% dos leitores fora do PLANO CRÍTICO você não é ninguém.”

Adoro estatística de gente como tu! Fico só pensando o oco onde é feito o cálculo e o pseudo-raciocínio utilizado pra chegar a uma estatística dessa casta. A propósito, pelo visto você realmente não tem mesmo o que fazer, já que foi atrás de 99% dos leitores do Plano Crítico! Mais fanzoca do PC do que eu mesmo!

5 – “Ou será que você é ingênuo o suficiente de achar que pode publicar besteiras aqui sob o seu CPF e não prejudicar o PLANO CRÍTICO?

Pergunta isso para os 99% dos leitores do Plano Crítico que você conhece de maneira tão íntima que fez até censo e estatística, ué! Quem sabe você não faz um relatório sobre os nossos milhares de leitores e comentadores ao longo dos meses, de 2013 até o dia de hoje. Baba verde, crazy baby! E mãos à obra! Quero a estatística na minha mesa até o final do dia! E nada de desculpinha esfarrapada!

6 – “Fui!!!

Mas por que demorou tanto para ir, xuxuzinho? Na verdade, como você é tão super fanzoca do Plano Crítico, nem vou me animar tanto. Logo mais cê tá por aqui de novo com novos censos e suposto entendimento do que é ou não é uma crítica ao capitalismo.

7 – “Mas antes de partir deixo uma mensagem que plagiei de Aristóteles para ti:

Obrigado fanzoca, fanzoquinha, fanzocão!

E pra você, aqui a mensagem:

ÇUÇU AÇU!

Luiz Santiago 28 de abril de 2021 - 16:27

1 – “É isso aí, cara, na falta do que dizer nada melhor do que cair em um joguinho de palavras vazio e estúpido…

Adoro quando alguém compartilha as mensagens que escreve pra si mesmo em seu diário pessoal! Lindo!

2 – “Quando você espalha sua falta de inteligência neste espaço

Meu nome não é @cleibsomcarlos:disqus. Mas foi engraçado ler essa sua autocrítica.

3 – “não é “só” o LUIZ SANTIAGO que fica com a fama de ignorante

Pra mim está perfeito assim. A fama é minha, não sua. Não tema por mim, xuxinho!

4 – “até porque para 99,9% dos leitores fora do PLANO CRÍTICO você não é ninguém.”

Adoro estatística de gente como tu! Fico só pensando o oco onde é feito o cálculo e o pseudo-raciocínio utilizado pra chegar a uma estatística dessa casta. A propósito, pelo visto você realmente não tem mesmo o que fazer, já que foi atrás de 99% dos leitores do Plano Crítico! Mais fanzoca do PC do que eu mesmo!

5 – “Ou será que você é ingênuo o suficiente de achar que pode publicar besteiras aqui sob o seu CPF e não prejudicar o PLANO CRÍTICO?

Pergunta isso para os 99% dos leitores do Plano Crítico que você conhece de maneira tão íntima que fez até censo e estatística, ué! Quem sabe você não faz um relatório sobre os nossos milhares de leitores e comentadores ao longo dos meses, de 2013 até o dia de hoje. Baba verde, crazy baby! E mãos à obra! Quero a estatística na minha mesa até o final do dia! E nada de desculpinha esfarrapada!

6 – “Fui!!!

Mas por que demorou tanto para ir, xuxuzinho? Na verdade, como você é tão super fanzoca do Plano Crítico, nem vou me animar tanto. Logo mais cê tá por aqui de novo com novos censos e suposto entendimento do que é ou não é uma crítica ao capitalismo.

7 – “Mas antes de partir deixo uma mensagem que plagiei de Aristóteles para ti:

Obrigado fanzoca, fanzoquinha, fanzocão!

E pra você, aqui a mensagem:

ÇUÇU AÇU!

Luiz Santiago 28 de abril de 2021 - 16:27

1 – “É isso aí, cara, na falta do que dizer nada melhor do que cair em um joguinho de palavras vazio e estúpido…

Adoro quando alguém compartilha as mensagens que escreve pra si mesmo em seu diário pessoal! Lindo!

2 – “Quando você espalha sua falta de inteligência neste espaço

Meu nome não é @cleibsomcarlos:disqus. Mas foi engraçado ler essa sua autocrítica.

3 – “não é “só” o LUIZ SANTIAGO que fica com a fama de ignorante

Pra mim está perfeito assim. A fama é minha, não sua. Não tema por mim, xuxinho!

4 – “até porque para 99,9% dos leitores fora do PLANO CRÍTICO você não é ninguém.”

Adoro estatística de gente como tu! Fico só pensando o oco onde é feito o cálculo e o pseudo-raciocínio utilizado pra chegar a uma estatística dessa casta. A propósito, pelo visto você realmente não tem mesmo o que fazer, já que foi atrás de 99% dos leitores do Plano Crítico! Mais fanzoca do PC do que eu mesmo!

5 – “Ou será que você é ingênuo o suficiente de achar que pode publicar besteiras aqui sob o seu CPF e não prejudicar o PLANO CRÍTICO?

Pergunta isso para os 99% dos leitores do Plano Crítico que você conhece de maneira tão íntima que fez até censo e estatística, ué! Quem sabe você não faz um relatório sobre os nossos milhares de leitores e comentadores ao longo dos meses, de 2013 até o dia de hoje. Baba verde, crazy baby! E mãos à obra! Quero a estatística na minha mesa até o final do dia! E nada de desculpinha esfarrapada!

6 – “Fui!!!

Mas por que demorou tanto para ir, xuxuzinho? Na verdade, como você é tão super fanzoca do Plano Crítico, nem vou me animar tanto. Logo mais cê tá por aqui de novo com novos censos e suposto entendimento do que é ou não é uma crítica ao capitalismo.

7 – “Mas antes de partir deixo uma mensagem que plagiei de Aristóteles para ti:

Obrigado fanzoca, fanzoquinha, fanzocão!

E pra você, aqui a mensagem:

ÇUÇU AÇU!

Luiz Santiago 28 de abril de 2021 - 20:27

1 – “É isso aí, cara, na falta do que dizer nada melhor do que cair em um joguinho de palavras vazio e estúpido…

Adoro quando alguém compartilha as mensagens que escreve pra si mesmo em seu diário pessoal! Lindo!

2 – “Quando você espalha sua falta de inteligência neste espaço

Meu nome não é @cleibsomcarlos:disqus. Mas foi engraçado ler essa sua autocrítica.

3 – “não é “só” o LUIZ SANTIAGO que fica com a fama de ignorante

Pra mim está perfeito assim. A fama é minha, não sua. Não tema por mim, xuxinho!

4 – “até porque para 99,9% dos leitores fora do PLANO CRÍTICO você não é ninguém.”

Adoro estatística de gente como tu! Fico só pensando o oco onde é feito o cálculo e o pseudo-raciocínio utilizado pra chegar a uma estatística dessa casta. A propósito, pelo visto você realmente não tem mesmo o que fazer, já que foi atrás de 99% dos leitores do Plano Crítico! Mais fanzoca do PC do que eu mesmo!

5 – “Ou será que você é ingênuo o suficiente de achar que pode publicar besteiras aqui sob o seu CPF e não prejudicar o PLANO CRÍTICO?

Pergunta isso para os 99% dos leitores do Plano Crítico que você conhece de maneira tão íntima que fez até censo e estatística, ué! Quem sabe você não faz um relatório sobre os nossos milhares de leitores e comentadores ao longo dos meses, de 2013 até o dia de hoje. Baba verde, crazy baby! E mãos à obra! Quero a estatística na minha mesa até o final do dia! E nada de desculpinha esfarrapada!

6 – “Fui!!!

Mas por que demorou tanto para ir, xuxuzinho? Na verdade, como você é tão super fanzoca do Plano Crítico, nem vou me animar tanto. Logo mais cê tá por aqui de novo com novos censos e suposto entendimento do que é ou não é uma crítica ao capitalismo.

7 – “Mas antes de partir deixo uma mensagem que plagiei de Aristóteles para ti:

Obrigado fanzoca, fanzoquinha, fanzocão!

E pra você, aqui a mensagem:

ÇUÇU AÇU!

Cleibsom Carlos 29 de abril de 2021 - 00:33

Confesso que fiquei confuso agora. Você diz que sou seu fã, mas quem se intrometeu na conversa sem ser chamado foi você, pois o crítico que escreveu esta crítica que comentei tem o nome um pouco diferente do seu. Se seu nariz não tivesse sido enfiado aqui nada disso estaria acontecendo! Vou continuar comentando no PLANO CRÍTICO enquanto a “revista” assim o permitir e não vejo qual o sentido de você perder o seu precioso tempo “argumentando” meus comentários se você os acha tão estúpidos, mas cada um é cada um…De resto, como você está um pouco alterado e para dar um fim nesta conversa de boteco, assumo, para utilizar um bordão das redes, que fui “jantado” neste “debate” e me retiro nocauteado com o rabo entre as pernas diante da contundência de sua inteligência. Me despeço derrotado citando um pensamento de Aristóteles fundamental para o desenvolvimento da sociedade ocidental:

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

Luiz Santiago 29 de abril de 2021 - 01:51

Mas é claro que você voltaria!!!

HAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUHUHUAHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUH

LOL

1 – Confesso que fiquei confuso agora.

Agora???

2 – “Você diz que sou seu fã

Disse e repito! Seu comentário e a afirmação de que continuará comentando são provas cabais de que eu estou certo, docinho de cupuaçu maduro.

3 – “mas quem se intrometeu na conversa sem ser chamado foi você

O comentário é público, docinho de abóbora lisa! PÚBLICO!!! se você fica todo tristinho, chorandinho, borocochozinho e cabisbaixozinho quando alguém dá risada de algo que você escreve, é simples: manda um email para a pessoa com quem você quer falar. Ninguém, além do destinatário, vai ler! Entretanto, se comentar aqui, assim que ler o comentário (e eu leio TODOS, porque sou eu quem faz a aprovação dos comentários no site) e achar graça do que você ou qualquer um escrever, eu vou dar risada. Taí uma coisa que ainda é permitida nesse monturo de país: dar risada daquilo que a gente acha graça. Se você não gosta disso, docinho de laranja aerada; se isso te deixa muito tocado, muito afetado, muito ofendidozinho, aí é algo que você precisa resolver na terapia ou escrevendo no seu próprio diário: “querido, hoje eu escrevi algo na caixa de comentários do PC e o ignorante do Luiz Santiago acabou com a minha vida dando risada de mim… e eu fico muito tytynho quando alguém dá risada de algo que eu escrevo. Não gosto de risadas.“.

4 – “pois o crítico que escreveu esta crítica que comentei tem o nome um pouco diferente do seu

E eu aqui achando que você não acertaria uma! Parabéns, docinho de cajá travando!

5 – “Se seu nariz não tivesse sido enfiado aqui nada disso estaria acontecendo!

Meu nariz é uma entidade cósmica intocável e se mete em qualquer lugar que acha que deve se meter. Favor contatar Gógol através de uma sessão espírita e pedir mais informações…

6 – “Vou continuar comentando no PLANO CRÍTICO enquanto a “revista” assim o permitir

Os comentários sempre serão bem vindos e se não ultrapassarem a linha do absurdo e inaceitável, em termos de agressões, ou estiverem atrelados a outros graves problemas, eu continuarei aprovando todos!

7 – “e não vejo qual o sentido de você perder o seu precioso tempo “argumentando” meus comentários se você os acha tão estúpidos, mas cada um é cada um…

É que eu estou apaixonado por você, não percebe? Não consegue ver que eu estou sofrendo? Não consegue perceber essa paixão ardente que me toma, que consome o meu ser, que arde por todo o meu corpo?

8 – “De resto, como você está um pouco alterado

Ai, que delícia, crush! Além de ser o IBGE do Plano Crítico e conhecer 99% dos nossos milhares de leitores, você também é Atribuidor Celeste de Estados de Espírito Alheio? Gente, eu to passadíssima com as suas habilidades! Me conta mais! Ó, to todo arrepiado!

9 – “ e para dar um fim nesta conversa de boteco

Poxa, crush, já vai? Fica, vai ter bolo!

10 – “assumo, para utilizar um bordão das redes, que fui “jantado” neste “debate”

Não tem nenhum debate acontecendo aqui, xuxu, apenas uma discussão. No mais, eu jamais te jantaria! Tapirus não é exatamente o tipo de alimento que me atrai. Mas até tenho amigos que gostam, viu!

11 – “e me retiro nocauteado com o rabo entre as pernas diante da contundência de sua inteligência.

1 Coríntios 1:19

12 – “Me despeço derrotado citando um pensamento de Aristóteles fundamental para o desenvolvimento da sociedade ocidental:

A citação está errada. Não tem o apud. Tsc tsc tsc, tá na hora de estudar um pouquinho de regras da ABNT, hein, docinho de jaca esfiapada? Bora lá, bora lá, que essa citação não vai se corrigir sozinha!

Andrew 30 de abril de 2021 - 00:05

Amo o site, mas voces dois parecem ser pessoas chatas pra caralho em kkkkkkkkk.
A critica foi otima by the way, penso da mesma forma.

Luiz Santiago 30 de abril de 2021 - 01:09

Mas a gente não parece ser chato pra caralho, @disqus_2NDkUuYm3O:disqus. NÓS REALMENTE SOMOS CHATOS PRA CARALHO!!! E espia que esta é apenas a ponta do iceberg das nossas lindas qualidades!!! É um requisito prévio para ser crítico de cinema! No seu caso, porém, qual é a desculpa para parecer ser?

Abraços carinhosos.
Tio Lulu

Andrew 30 de abril de 2021 - 02:17

kkkkkkkk Cara boa pergunta, nao sei, nos ultimos dois anos costumo dizer que so de eu nao ter apertado 17 ja posso passar o pano pra mim em tudo

Luiz Santiago 30 de abril de 2021 - 04:11

Hahahahahahahaha já to preparando meu rodinho aqui!

Cleibsom Carlos 30 de abril de 2021 - 12:39

Cara, você foi muito perspicaz…Como “crítico de cinema”, me desculpe a soberba, mas no contexto desta discussão aqui é isso que sou, se não possuir a alcunha de chato, e quanto mais chato melhor, crítico de cinema não é.

Cleibsom Carlos 26 de abril de 2021 - 11:23

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKHAUHAUHAUHAUHAUHAUAHAUHHAUHH

ME TOO!

Luiz Santiago 26 de abril de 2021 - 12:56

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKHAUHAUHAUHAUHAUHAUAHAUHHAUHH

ME TOO!

Leonardo Raimundi 27 de abril de 2021 - 11:23

E ainda glamouriza a precariedade

Responder
Raul Petra Jr. 4 de maio de 2021 - 03:33

Perfeito comentário. Jamais um filme contra o establishment seria indicado ao Oscar.

Responder
Jose Claudio Gomes de Souza 22 de abril de 2021 - 13:04

O filme é excelente! Pena que é o tipo de filme que poucas pessoas irão assistir e gostar, mesmo com todos os elogios dos críticos. Não é para o público de blockbusters, acostumado com ação ininterrupta, mas para ser degustado com calma e suavidade. Frances McDormand, como sempre, dando show e o filme vai ser merecedor, sim, de todos os prêmios que vier a ganhar.

Responder
Kevin Rick 28 de abril de 2021 - 02:29

É um filme que quase ninguém irá ver, poucos vão gostar, e menos ainda vão revisitar hahahaha Mas isso não diminui o ótimo filme!

Responder
Gabriel Filipe 22 de abril de 2021 - 09:14

Ao terminar o filme eu fiquei com um imenson conflito interno sobre se o filme romantiza ou não a pobreza, gostaria de ver seu ponto de vista. No momento meu favorito pra corrida é Meu Pai (ainda n vi tds os filmes), mas n ficaria mt triste se Nomadland ganhasse, só essa questão da romantização da pobreza que tá me pegando mt

Responder
Lew Martin 25 de abril de 2021 - 19:30

O filme é mais sobre o luto… ele começa com vc imaginando como um na natureza selvagem, onde a pessoa sai desse mundo capitalista p enxergar as coisas minimalistas da vida, mas ai vc percebe que ela so ta nessa pra continuar o legado do marido. Nao é muito sobre a pobreza, que é inevitavel nesse estilo de vida, é sobre continuar a vida.
P.S. meu pai é meu favorito tambem..quem sabe….

Responder
Kevin Rick 28 de abril de 2021 - 02:27

A pobreza está em evidência por causa do estilo de vida da subcultura nômade, mas nunca de forma romantizada na minha opinião. Zhao utiliza uma decupagem documental para falar sobre experiências de vida, tocando no luto, fuga, comunidade, pertencimento… A pobreza está evidenciada, mas não em forma de apologia. Aliás, acho que o filme, apesar de criticar o capitalismo, tem o efeito de demonstrar o lado ruim da pobreza, vide as cenas de frio, falta de comida, vergonha alheia de Fern, abrigos…

Responder
Felipe Brandon 22 de abril de 2021 - 02:41

Frances McDormand é um monstro. Olha a sutileza dessa mulher atuando. A coisa ficou tão absurda que parece mais um documentário. E o que dizer da diretora e roteirista? Com esse filme, Chloé Zhao me deixou ainda mais hypado por Eternals. E olha que nem saiu sequer um teaser.
A ideia passada de “documentário” me cativou completamente. Me peguei por várias vezes contemplando o filme nas suas tomadas, com a Fern caminhando pelo nada.
A entrega de “momentos aleatórios” na vida de uma viajante buscando um recomeço. Mesmo que esse recomeço não seja uma vida “comum”, é bem reflexiva.
A mim o filme mais pareceu ser uma reflexão da vida quando vc perde os seus alicerces do que qualquer outra coisa. Talvez por isso eu viajei um pouco ao assistir kk.
Mais uma vez obg pela crítica.

Responder
Kevin Rick 23 de abril de 2021 - 19:58

Obrigado, meu caro! Muito curioso pela abordagem dela em Os Eternos.

Responder
Tony Prado 20 de abril de 2021 - 22:18

O filme e uma porcaria. O Oscar está sem opção de eleger um bom filme e vejo um monte de babacas romantizando a pobreza e falta de entusiasmo para seguir em frente.

Responder
Kevin Rick 20 de abril de 2021 - 22:36

Sempre acho incrível quando as pessoas não conseguem expor sua opinião de forma educada. Sei que é normal, até porque existem vários exemplos na internet de gente estúpida, mas é sempre uma surpresa quando alguém vem no site e regurgita no teclado dessa forma. A gente poderia conversar sobre como Nomadland não romantiza a pobreza, bem longe disso na verdade, mas não vou me dar ao trabalho…

Responder
Victor Martins 20 de abril de 2021 - 14:36

É o fim da trilogia não oficial da Chloe Zhao sobre os excluídos da América.

Songs My Brother Taught Me: Se passa numa reserva indígena centrado em um jovem e seu desejo de ir viver o sonho americano em NY, enquanto sofre com a decisão de deixar sua identidade para trás.

The Rider: Sobre os montadores de rodeio e a forma como são utilizados como entretenimento, o que é uma subversão corajosa e genial considerando que um filme mais tradicional focaria mais nos animais que são mal tratados.

Nomadland: Sobre os nômades e uma mulher que deixou tudo para trás para viver no deserto, mas que, ironicamente, não consegue se desprender do passado. A montagem cíclica e sem rumo dá justamente o tom do dia a dia dos nômades.

Acho The Rider bem melhor que Nomadland, mais impactante, mas eu tenho que dizer que prefiro muito mais esse tipo de filme do que os de David O. Russell e Adam McKay, que são basicamente algoritmos em forma de diretor. O uso de não-atores é brilhante e duvido que os citados acima saberiam fazer isso. Se bem que o Russell já trabalhou com a NÃO ATRIZ Jennifer Lawrence…

E a Frances cala a boca de todo mundo que diz que ela interpreta sempre o mesmo personagem. Pra mim já está entre as melhores da história, entre Nomadland, Três Anúncios, Fargo e a minissérie Olive Kitteridge.
E o melhor: Não precisa do marketing “do método”.

Responder
Kevin Rick 20 de abril de 2021 - 22:41

Primeiro de tudo, que ódio é esse pela Jennifer Lawrence? HAHAHAHA

Segundo que, é interessante a abordagem de Zhao por obras sobre excluídos e subculturas. Não cheguei a ver os outros filmes dela, mas já estou curioso faz um tempão. E sim, a Frances é sensacional. Nem sabia que havia essa crítica sem fundamento à ela por aí…

Responder
Victor Martins 21 de abril de 2021 - 00:00

Simples: A Jennifer Lawrence tem QUATRO indicações ao Oscar. Sendo uma que ela realmente mereceu (Winter’s Bone) e três indicações ridículas, incluindo a vitória dela por O Lado Bom da Vida que até hoje é lembrada como um dos momentos mais vergonhosos da história do Oscar, junto com a vitória de Crash sobre Brokeback Mountain e todas as vitórias de Shakespeare Apaixonado.

Agora pense: a Charlize Theron tem apenas duas, sendo uma pela aquela esquete do Porta dos Fundos (Bombshell). Nessa década ela teve Young Adult, Mad Max: Fury Road e Tully, mas não, vamos indicar ela por Bombshell.

Pior, a Emily Blunt tem Z-E-R-O indicações.

O pobre Jake Gyllenhaal tem apenas UMA.

Se o ranço não aumentou aí, então saiba que a J-Law já tirou sarro de Trama Fantasma e disse que o filme era tão chato que ela não conseguiu passar de 3 minutos.

Responder
Kevin Rick 21 de abril de 2021 - 04:41

Putz cara, mas se for usar o Oscar como medidor de qualidade a gente tá ferrado HAHAHAHA Mas concordo que são situações completamente anormais mesmo.

Responder
JujuExaltado 22 de abril de 2021 - 00:50

Mas Jake Gyllenhaal não merece nenhuma.

Eu gosto do carisma da Jennifer Lawrence. Acho que o Oscar confunde carisma e atuação…

Responder
Cahê Gündel 🇦🇹 USEM PFF2 30 de abril de 2021 - 10:35

Não sabia da história dela tirando sarro de Trama Fantasma, vou parar de passar pano pro moça a partir de agora.

Responder
Victor Martins 20 de abril de 2021 - 10:36

É o fim da trilogia não oficial da Chloe Zhao sobre os excluídos da América.

Songs My Brother Taught Me: Se passa numa reserva indígena centrado em um jovem e seu desejo de ir viver o sonho americano em NY, enquanto sofre com a decisão de deixar sua identidade para trás.

The Rider: Sobre os montadores de rodeio e a forma como são utilizados como entretenimento, o que é uma subversão corajosa e genial considerando que um filme mais tradicional focaria mais nos animais que são mal tratados.

Nomadland: Sobre os nômades e uma mulher que deixou tudo para trás para viver no deserto, mas que, ironicamente, não consegue se desprender do passado. A montagem cíclica e sem rumo dá justamente o tom do dia a dia dos nômades.

Acho The Rider bem melhor que Nomadland, mais impactante, mas eu tenho que dizer que prefiro muito mais esse tipo de filme do que os de David O. Russell e Adam McKay, que são basicamente algoritmos em forma de diretor. O uso de não-atores é brilhante e duvido que os citados acima saberiam fazer isso. Se bem que o Russell já trabalhou com a NÃO ATRIZ Jennifer Lawrence…

E a Frances cala a boca de todo mundo que diz que ela interpreta sempre o mesmo personagem. Pra mim já está entre as melhores da história, entre Nomadland, Três Anúncios, Fargo e a minissérie Olive Kitteridge.
E o melhor: Não precisa do marketing “do método”.

Responder
Victor Martins 20 de abril de 2021 - 10:36

É o fim da trilogia não oficial da Chloe Zhao sobre os excluídos da América.

Songs My Brother Taught Me: Se passa numa reserva indígena centrado em um jovem e seu desejo de ir viver o sonho americano em NY, enquanto sofre com a decisão de deixar sua identidade para trás.

The Rider: Sobre os montadores de rodeio e a forma como são utilizados como entretenimento, o que é uma subversão corajosa e genial considerando que um filme mais tradicional focaria mais nos animais que são mal tratados.

Nomadland: Sobre os nômades e uma mulher que deixou tudo para trás para viver no deserto, mas que, ironicamente, não consegue se desprender do passado. A montagem cíclica e sem rumo dá justamente o tom do dia a dia dos nômades.

Acho The Rider bem melhor que Nomadland, mais impactante, mas eu tenho que dizer que prefiro muito mais esse tipo de filme do que os de David O. Russell e Adam McKay, que são basicamente algoritmos em forma de diretor. O uso de não-atores é brilhante e duvido que os citados acima saberiam fazer isso. Se bem que o Russell já trabalhou com a NÃO ATRIZ Jennifer Lawrence…

E a Frances cala a boca de todo mundo que diz que ela interpreta sempre o mesmo personagem. Pra mim já está entre as melhores da história, entre Nomadland, Três Anúncios, Fargo e a minissérie Olive Kitteridge.
E o melhor: Não precisa do marketing “do método”.

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 19 de abril de 2021 - 21:25

Excelente texto parceiro. Nossas visões batem, acho que a graça do filme – que inevitavelmente vai ser questionada pela sua posição de favoritismo no Oscar – é essa divagação sobre várias histórias sem um ponto especifico de debate. Frances é um fio condutor mais do que uma personagem a ter um arco de transformação próprio de entrevista as vidas alheias. Gosto demais do aspecto documental do longa e como ele faz essa contemplação parecer genuína na proposta, sem parecer querer filosofar sobre assuntos mais complexos, apenas captar as consequências deles para esse estilo de vida. Filmão!

Responder
Kevin Rick 20 de abril de 2021 - 19:43

Obrigado, meu parceiro! Cirúrgico como sempre ein hehe Também gosto bastante do aspecto documental. Dá uma honestidade à obra e às experiências dos nomads. Filmão mesmo!

Responder

Escreva um comentário

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Presumimos que esteja de acordo com a prática, mas você poderá eleger não permitir esse uso. Aceito Leia Mais