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Crítica | O Poderoso Chefão

por Guilherme Coral
1990 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 5,0

Baseado na obra homônima de Mario Puzo, O Poderoso Chefão ficou conhecido, ao longo dos anos, não só como a obra prima de Francis Ford Coppola, mas como um dos melhores filmes já realizados. Estudar os diferentes aspectos da narrativa do padrinho é, por si só, estudar o cinema como um todo – fotografia, montagem, roteiro, design de produção, trilha sonora, todos inclusos. Antes, porém, de entrarmos no longa-metragem em si, caminhemos, brevemente, pela sua conturbada produção.

Com o estrondoso sucesso do livro de Puzo, a Paramount logo adquiriu os direitos de sua adaptação, tentando repetir a mesma estratégia utilizada em Love Story (mesmo sendo duas histórias com públicos alvos completamente diferentes). Coppola, por ter origens ítalo-americanas foi contratado como diretor e desde cedo teve toda sua liberdade criativa rigidamente controlada pelo estúdio. Qualquer decisão do diretor, desde o elenco até a montagem foi contestada de forma veemente pelos executivos da Paramount. Felizmente, Coppola emergiu vitorioso de todos os impasses (uma verdadeira raridade em Hollywood) nos possibilitando ter a obra que conhecemos hoje.

Puzo assinou como roteirista do filme e Francis atuou em conjunto com o autor. A primeira versão apresentava maior fidelidade ao material original, mas aqui foi realizado o que deveria ser feito em qualquer adaptação: a conversão da linguagem literária para algo que realmente se encaixe com o Cinema, por meio de um texto mais livre, mas que ainda respeita o tom estabelecido pelo material fonte. O resultado é o fim dos inúmeros flashbacks e pensamentos dos personagens, oferecendo não só fatos melhor inseridos dramaticamente, como uma ênfase no trabalho de cada ator.

Iniciamos a projeção em um escuro quase que absoluto. “Eu acredito na América“, ouvimos enquanto o rosto de Bonasera, em close, aparece em tela. Não há qualquer som externo, somente esse monólogo do homem que pede um favor ao Padrinho. Lentamente a câmera se distancia, demonstrando a fragilidade do personagem, seu “tamanho pequeno” dentro daquela sala mal-iluminada. As costas de Vito Corleone (Marlon Brando) começam a preencher o quadro e um simples movimento de sua mão já transmite uma ordem, deixando claro onde o poder se encontra ali. O primeiro corte vem pouco depois e, enfim, vemos o rosto de Brando, repleto de uma maquiagem perfeita, que transforma um homem de quarenta e oito anos em um senhor de quase sessenta.

Somente por intermédio de O Poderoso Chefão conseguimos verdadeiramente enxergar o porquê de Marlon ser considerado um dos maiores atores da história, que chega ao ponto de dirigir outros atores em cena. Sua retratação de Vito é rica em detalhes que garantem nossa identificação com o personagem. Ao mesmo tempo que ele, o Padrinho, é um homem temível, que utiliza uma sutil movimentação a fim de compor sua figura inabalável, ele é um homem de família, devoto a sua esposa e filhos e que realiza pequenas e quase imperceptíveis interações com todos a seu redor. É uma pessoa calorosa que atrai qualquer um e que não precisa demonstrar abertamente, em nenhum momento, seu poder.

Esta, porém, não é a história de Vito e sim de Michael Corleone (Al Pacino), o real protagonista da obra, por mais que muitos acreditem o contrário. É ele quem passa pelo maior arco dramático que altera substancialmente sua personalidade. Mike começa na trama como o membro menos conectado da família, um herói de guerra que deixa claro sua vergonha em relação aos negócios de seu pai – sua disposição em relação à sua namorada Kay Adams (Diane Keaton) evidencia o quanto ele quer se afastar de toda aquela vida de crime. Com a progressão da trama, contudo, Michael vai sendo levado, passo a passo, em direção aquilo que mais repudia, sendo forçado a defender o pai, a matar por ele e, enfim, sucedê-lo. E como enxergamos a mudança do personagem? Não só através do óbvio, o roteiro, como das nuances de atuação de Pacino e o excepcional trabalho de direção de arte e maquiagem da produção.

Os tons escuros, acinzentados de Nova York, os ternos e carros pretos, as salas mal-iluminadas que tão bem representam o “por baixo dos panos” daquele modo de vida, perfeitamente contrastam com Michael e Kay. O primeiro, com seu cabelo ainda mais jovial, mais desarrumado e com franja, veste marrom ou verde, fugindo do preto e branco da Família. Ao seu lado, sua namorada em tons ainda mais vivos demonstrando a alienação da moça, sua marginalização em relação àquele meio. Al Pacino, em tais momentos, ainda demonstra feições mais humanas, ele sorri com os olhos e deixa claro sua ainda presente inocência.

Seu exílio na Itália nos traz um choque evidente. A fotografia escurecida de Gordon Willis dá lugar a tonalidades quentes – o amarelo da terra e o verde da vegetação ocupa cada quadro e harmonicamente representam a disposição atual de Michael. Lá ele se apaixona e lá ele dá adeus a grande parte de sua humanidade. Os cortes para Nova York, nessa narrativa simultânea, nos trazem um notável desconforto: a guerra entre as cinco famílias estourou e permanecemos em constante tensão. Novamente a fotografia de Willis vem à tona, utilizando enquadramentos clássicos, planos médios que não fogem do padrão hollywoodiano, mas que destaca cada elemento do design de produção. Nada e repito – absolutamente nada – está em quadro por acaso – da rosa no peito de Don Corleone até o quadro acima da lareira temos elementos simbólicos que reiteram a violência velada daquelas conversas e a instabilidade das inúmeras relações retratadas.

E tais relações, em constante fluxo, do início ao fim, são a beleza de O Poderoso Chefão. Não temos afirmações didáticas, diálogos que explicitam o rumo da projeção através de inúmeras explicações. Trata-se de uma economia narrativa que apresenta o que deve apresentar no momento certo e confia na capacidade do espectador em realizar as devidas conexões através de rimas temáticas, com o clássico “uma oferta que ele não pode recusar”. O que assistimos são conversas realistas que trazem nas entrelinhas a disposição de cada personagem em relação ao outro. Com um simples levantar de sobrancelha ou um tique no olho conseguimos identificar a desconfiança de alguém e, nesse quesito, cada um dos atores realiza um trabalho invejável. Brando, com um simples hesitar na respiração nos transmite o sofrimento de um pai roubado de seu filho; Pacino deixa claro toda sua apatia nos minutos finais da projeção através de seu olhar vazio e sem emoção; James Caan, no papel de Santino Corleone, evidencia sua disposição selvagem, incontrolável através de gestos constantes, alguns animalescos.

Esse cuidado com cada representação ainda nos traz a um ponto notável do roteiro. Cada um dos filhos de Vito (incluindo Tom Hagen, vivido magistralmente por Robert Duvall) herda do pai uma característica marcante, como se fossem, cada um, um diferente fragmento da figura imponente que é o pai. É claro que Michael é, de fato, o melhor sucessor, mas ainda assim ele é incompleto e a morte de sua primeira esposa, Apollonia (Simonetta Stefanelli), é uma das principais causas disso. Lembremos que Vito, como já dito anteriormente, é um homem caloroso e demonstra isso através de sua humildade, amor e respeito – suas ações não são frias como as de Michael, que é implacável em relação a seus inimigos.

Apesar dessa falha do novo Padrinho, contudo, ele é o futuro da Família e isso é deixado claro naquela que considero a melhor cena de toda a obra, com planos emblemáticos, um dos quais, utilizei nesta crítica. A sequência em questão é a logo anterior à morte de Vito. Michael conversa com seu pai no jardim da casa e discutem os planos que se desenvolveriam no clímax do filme. Em um ponto específico, o filho olha para a direita e o pai para esquerda, ilustrando, de uma vez por todas, o passado e o futuro dos Corleone. A tristeza no olhar de Brando é colocada em contraposição ao ódio velado de Mike. E por que digo ódio? Palmas novamente a Pacino que evidencia, em cada entonação, a vergonha que ainda sente de si mesmo, o quanto detesta fazer parte daquilo – “em cinco anos a família Corleone será completamente legítima” – essa é sua meta, fugir dos negócios da família, moldá-la, como se uma parte de si mesmo implorasse pela salvação que deixou de lado quando matou Sollozzo (Al Letieri) e o Capitão McCluskey (Sterling Hayden).

Isso, contudo, não consegue distanciar o protagonista de sua transformação em uma espécie de vilão – algo que a própria fotografia torna evidente, ao fazê-lo sair das sombras nos momentos finais, assim como fez com os diversos antagonistas ao longo da projeção – de Virgil Sollozzo a Don Barzini – trazendo à tona uma lógica quase que de um pesadelo. Michael é, portanto, uma nítida antítese de si mesmo, um homem perdido, mas que, ainda assim, se mantém no controle de absolutamente tudo – mesmo sentado Pacino consegue demonstrar o poder de seu personagem. Essa característica marcante do personagem ainda se encaixa idealmente com seu nome e o clímax da obra. Michael/Miguel, o anjo que derrotou satã e o baniu para o Inferno. No filme temos o homem que se livra de todos os inimigos da família e o faz durante nada menos que um batismo. “Você renuncia satã? Eu renuncio” – e um a um os líderes das famílias criminosas são assassinados em um violento espetáculo que reitera toda a contraposição sagrado x profano, família x Família ao longo do filme.

Mas a trajetória do protagonista e dos Corleone em si só é completada com a morte de Carlo (Gianni Russo). Nos minutos iniciais da obra acompanhamos o casamento de Connie (Talia Shire) e nos finais a mesma personagem se tornando viúva. A melancolia da narrativa não poderia ser criada de maneira mais óbvia e ela se estabelece trazendo consigo uma notável coesão da trama como um todo. Temos a nítida sensação de um longo período de tempo se passou desde que ouvimos “eu acredito na América” e, de fato, dez anos se passaram – novamente, sem a necessidade do didatismo.

Cada transição temporal é realizada discretamente, mas colocando diversos fatores para percebermos, mesmo que inconscientemente, tal mudança. Seja através da neve que cai e deixa de cair, ou de fusões e fade-outs, a montagem, a fotografia e o design de produção atuam em conjunto para garantir todo o realismo dessa trajetória. Ao fim da projeção, enxergamos claramente que nenhum dos personagens é o mesmo do início. Toda a sobriedade da fotografia parece ter passado para o âmago de cada um deles, transformando desde o mais amável indivíduo em uma melancólica caricatura.

Preenchendo, dando vida, a toda essa rica narrativa, temos a emblemática trilha sonora de Nino Rota e Carmine Coppola (nas músicas diegéticas). Cada melodia reitera perfeitamente o que vemos em tela, desde o romance de Michael na Itália, com tons intimistas, até as mais notáveis tensões construídas, como a inesquecível sequência da cabeça do cavalo. A progressão da trama, é claro, também é bem representada pela música, conforme a música tema escutada nos segundos iniciais vai ganhando um tom que ressalta a solidão que se instaura com o avançar da projeção. A frieza adquirida do protagonista é reiterada com melodias que se tornariam o leit-motif do segundo filme.

Com todos esses fatores em mente fica fácil enxergar o porquê de O Poderoso Chefão ser considerado um dos melhores filmes já feitos, influenciando centenas de outras produções, com elementos como o tratamento mais familiar da máfia. De Família Soprano até A Vingança dos Sith, as mais diversas produções beberam desta obra-prima de Francis Ford Coppola. Seja no elenco, no design de produção, roteiro, fotografia ou trilha sonora, cada um dos elementos que compõem essa obra audiovisual merece um cuidadoso estudo. A mágica, porém, está aqui: mesmo não entendendo o porquê podemos e somos cativados pelo filme, solidificando, de uma vez por todas, a harmonia de cada aspecto desta inesquecível obra. Como já dito: estude O Poderoso Chefão e você estará estudando o cinema em si.

O Poderoso Chefão (The Godfather – EUA, 1972)
Direção:
Francis Ford Coppola
Roteiro: Mario Puzo, Francis Ford Coppola
Elenco: Marlon Brando, Al Pacino, James Caan, Robert Duvall, Diane Keaton,  Richard S. Castellano, Sterling Hayden, John Marley, Richard Conte, Al Lettieri, Abe Vigoda, Talia Shire, Gianni Russo, John Cazale
Duração: 175 min.

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30 comentários

Beatriz Lynch 20 de maio de 2020 - 18:58

O melhor filme da historia do cinema.

Responder
Davinte 11 de maio de 2020 - 13:14

O primeiro e o segundo são obras primas, já o terceiro teve uma queda na qualidade, no geral, a trilogia é uma das melhores da história do cinema.

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Isaac 1 de agosto de 2019 - 02:07

Olá guilherme.
Excelente critica cara!
Eu nunca assisti esse filme. Uma pequena brincadeira com meus amigos de infancia, ao qual assistimos filmes juntos, me levou a procurar algumas opções de saga ao qual não assistimos ainda. E aqui está uma delas (eu sei, é um pecado kkkkk).

Eu queria ti perguntar, nós estamos procurando um filme diferente para ver, mas que tenha aquelas cenas de ação boas kkkkkkkkkkkk
Seria este uma boa indicação????

(Nâo necessáriamente um blockbuster ou sei lá um filmw de tiro a cada 10 min. Mas, um filme que tenha boas cenas de ação tão qual de bons dialogos).
No mais, excelente critica.
Me fez ficar muito ancioso para ver, mesmo que não seja com eles kkk.
Um abs

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Heleno Junior 14 de abril de 2019 - 19:10

Só não entendi como o Brando recebeu o Oscar de ator principal,uma vez que é nítido que o protagonista é o Pacino.Dom Vito some da narrativa por longas cenas,deixa espaços de até uns 30 minutos,enquanto acompanhamos toda a construção do Michael,desde quando surge em cena até assumir de vez o legado do pai .Acho que Brando deveria ter sido premiado como coadjuvante.

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O Poderoso Chefão Torrent (1972) - Dublado 720p | 1080p Download 24 de agosto de 2018 - 12:50

[…] Com todos esses fatores em mente fica fácil enxergar o porquê de O Poderoso Chefão ser considerado um dos melhores filmes já feitos, influenciando centenas de outras produções, com elementos como o tratamento mais familiar da máfia. De Família Soprano até A Vingança dos Sith, as mais diversas produções beberam desta obra-prima de Francis Ford Coppola. Seja no elenco, no design de produção, roteiro, fotografia ou trilha sonora, cada um dos elementos que compõem essa obra audiovisual merece um cuidadoso estudo. A mágica, porém, está aqui: mesmo não entendendo o porquê podemos e somos cativados pelo filme, solidificando, de uma vez por todas, a harmonia de cada aspecto desta inesquecível obra. Como já dito: estude O Poderoso Chefão e você estará estudando o cinema em si. FONTE […]

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Fórmula Finesse 24 de janeiro de 2018 - 09:48

Bendito Netflix que vai me obrigar a “maratonar” a saga. Faz muitos anos que não assisto esses filmes, está na hora de revisitar essas obras imortais.

Responder
Fórmula Finesse 24 de janeiro de 2018 - 09:48

Bendito Netflix que vai me obrigar a “maratonar” a saga. Faz muitos anos que não assisto esses filmes, está na hora de revisitar essas obras imortais.

Responder
Werber Soares 15 de outubro de 2017 - 09:28

Trata-se de um filme que me pegou pelo pé nos momentos iniciais. Confesso que me assustei pelo tamanho da duração, afinal, filmes longos acabam se perdendo aqui e ali (como o ótimo Batman- O Cavaleiro das Trevas Ressurge), mas a obra de Copolla é uma síntese magistral em todos os elementos. Virei fã

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Elton Miranda 15 de fevereiro de 2018 - 19:07

finalmente alguém que pensa como eu, a duração acabou com o ressurge

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Fórmula Finesse 11 de janeiro de 2017 - 09:23

Estou cantarolando a composição imortal de Nino Rota nesse momento, ao ler essa belíssima crítica de um clássico absoluto.

https://www.youtube.com/watch?v=PPskYVBqdNw

Responder
Fórmula Finesse 11 de janeiro de 2017 - 09:23

Estou cantarolando a composição imortal de Nino Rota nesse momento, ao ler essa belíssima crítica de um clássico absoluto.

https://www.youtube.com/watch?v=PPskYVBqdNw

Responder
Guilherme Coral 11 de janeiro de 2017 - 12:45

Essa trilha <3
Muito obrigado!

Responder
Guilherme Coral 11 de janeiro de 2017 - 12:45

Essa trilha <3
Muito obrigado!

Responder
Janerson Krischke 12 de setembro de 2016 - 22:37

Falar desse filme é esgotar os superlativos. Uma trama envolvente desde seu início, onde Don Corleone dá mostras de seu poder ao atender pedidos de seus aliados no dia do casamento de sua filha como manda a tradição siciliana, até o final onde, debilitado, ele passa o comando a seu filho caçula. O elenco está coeso e entrosado com destaque para Marlon Brando, para mim o verdadeiro Poderoso Chefão e numa atuação que, na minha opinião, é a melhor da história do cinema.

Responder
Janerson Krischke 12 de setembro de 2016 - 22:37

Falar desse filme é esgotar os superlativos. Uma trama envolvente desde seu início, onde Don Corleone dá mostras de seu poder ao atender pedidos de seus aliados no dia do casamento de sua filha como manda a tradição siciliana, até o final onde, debilitado, ele passa o comando a seu filho caçula. O elenco está coeso e entrosado com destaque para Marlon Brando, para mim o verdadeiro Poderoso Chefão e numa atuação que, na minha opinião, é a melhor da história do cinema.

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Diogo Amorim 13 de janeiro de 2016 - 16:21

Filmaço! Essa trilogia inteira é maravilhosa, um grande filme de máfia. Tanto esse quanto o 2 são merecidamente considerados alguns dos melhores filmes já feitos, e como vocês falaram até hoje influenciam muitos filmes que assistimos. Todo cinéfilo precisa assistir, vale muito a pena.

Responder
Luiz Santiago 25 de janeiro de 2016 - 12:27

Esse e o 2 são com certeza obrigações para todo e qualquer cinéfilo. Sem dúvidas!

Responder
Arimateia Magno 8 de agosto de 2015 - 02:14

A vingança dos Sith?

Responder
Guilherme Coral 10 de agosto de 2015 - 14:27

Exato! A cena da Ordem 66 sendo executada, enquanto o Império é fundado faz uma analogia à cena do batismo de O Poderoso Chefão

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Lorena Bessa 8 de maio de 2015 - 12:01

Que critica maravilhosa!!!! Esse filme é perfeito, me deixou vidrada do começo ao fim. A trilogia é magnifica, recomendo para todos a minha volta! hehe

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Guilherme Coral 13 de maio de 2015 - 16:52

Muito obrigado, Lorena! A trilogia realmente é sensacional, uma das melhores do cinema!

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Lucas Maia 26 de fevereiro de 2015 - 17:34

Ótima crítica pra um ótimo filme.. Vi esse e o Parte II pela primeira vez na sessão Clássicos do Cinemark, na primeira temporada. Me impressionei pela riqueza de detalhes desse e do segunda filme (o terceiro ainda não tive a oportunidade de ver). Filme que me deixa estasiado toda vez que assisto. Obra prima épica.

Responder
Guilherme Coral 2 de março de 2015 - 15:57

A trilogia como um todo é simplesmente perfeita. Volte aqui e nos diga suas impressões sobre os outros!

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Dennis 21 de dezembro de 2014 - 16:58

Muito bom! Não tinha associado esses diferentes pontos do olhar do pai e filho como passado e futuro. Parabéns. Ótima crítica.

Responder
Guilherme Coral 21 de dezembro de 2014 - 23:21

Muito obrigado Dennis! Fico feliz que minha crítica tenha acrescentado essa perspectiva!

Responder
joão 12 de dezembro de 2014 - 15:13

Filme impecável e Al Pacino mostrando ao que veio!!

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Pedro Duzzi 12 de dezembro de 2014 - 09:28

Crítica épica e simplesmente maravilhosa. Meu filme favorito chegou no Plano Crítico, gente, que lindo! Lindo texto, Guilherme.

Responder
Guilherme Coral 12 de dezembro de 2014 - 10:26

Muito obrigado, Pedro! Nas próximas duas semanas trarei as críticas da Parte II e III.

Responder
Rilson Joás 11 de dezembro de 2014 - 22:28

“Never hate your enemies, it afects your jugement”
“Great man are not born great, they grew great”
“Friendship is everything”

Simplesmente uma obra de arte, na minha opinião o melhor da trilogia.

Responder
Guilherme Coral 12 de dezembro de 2014 - 10:26

Esse filme é de se chorar de tão bom. Impecável!

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