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Crítica | Os Caçadores da Arca Perdida

por Ritter Fan
726 views (a partir de agosto de 2020)

O que escrever sobre Os Caçadores da Arca Perdida? Acho que nunca ouvi ninguém falar mal deste filme e, com o universo inteiro apreciando a primeira aventura cinematográfica de Indiana Jones, fiquei imaginando o que poderia escrever sobre o filme que não fosse simplesmente chover no molhado. Afinal, assim como todo mundo que conheço direta ou indiretamente, não tenho reservas em simples adorar esta criação maravilhosa de George Lucas e Steven Spielberg, um filme que encapsula com perfeição e mais do que qualquer outro o gênero Aventura.

Foi então que, pesquisando, decidi por um “duelo de titãs”. Os dois maiores críticos americanos de cinema americanos, Pauline Kael e Roger Ebert, tiveram posições diametralmente opostas sobre Caçadores quando de seu lançamento, com Ebert ainda tendo oportunidade, como era seu costume, revisitar as obras mais importantes e suas próprias críticas, para atualizá-las sempre que achava necessário. Assim, partindo do estabelecimento destes dois entendimentos antagônicos, costurei meus comentários (leiam a crítica de Pauline Kael aqui e a crítica atulizada de Roger Ebert aqui – ambas em inglês).

Para quem porventura não conhecer, Kael foi uma das mais profícuas críticas cinematográficas que já viveu, tendo longa e interessantíssima passagem pela importante revista The New Yorker. Extremamente consciente da arte de fazer cinema e conhecedora ímpar de uma enorme gama de filmes, a autora foi uma das primeiras críticas a decompor a pomposidade da chamada crítica especializada, escrevendo de maneira mais simples, mais humana, mas sem perder a qualidade. Ela atacou firmemente o raciocínio vigente à sua época (ela nasceu em 1919 e começou a escrever críticas da década de 50) de que as críticas deveriam ser exclusivamente objetivas, sem que fosse possível o derramamento de subjetivismo do redator no raciocínio colocado no papel. Assim, ela ajudou a popularizar a crítica cinematográfica, algo que Roger Ebert (de geração bem posterior, por ter nascido em 1942) abraçou de coração, amplificando o alcance desse trabalho tantas vezes incompreendido e rechaçado.

O foco da reclamação de Kael em relação a Caçadores é muito simples e algo que muitos críticos (e eu me incluo aí) dizem de muitos e muitos filmes por aí: a obra de Spielberg é divertida, mas, em última análise, vazia; nada mais do que a versão de grande orçamento dos romances pulp e dos serials dos anos 40 e 50. Ebert, por seu turno, apesar de em última análise concordar com Kael, vê outras camadas na película e a principal delas é abordagem anti-nazista dada pelo diretor. Sim, não é novidade alguma que o filme tem um forte sub-texto anti-nazista, pois isso fica mais do que óbvio por toda a projeção.

Mas Ebert aponta características muito interessantes que ele caracteriza como sendo Spielberg – e Lawrence Kasdan, que escreveu o roteiro e Philip Kaufman que deu as ideias estruturais – usando a jocosidade do personagem de Indiana Jones para cutucar profundamente o nazismo. O mais claro elemento é Hitler procurando relíquias da religião judaica – a Arca guarda os resquícios das tábuas dos 10 Mandamentos – para obter vantagem durante a vindoura 2ª Guerra Mundial (o filme se passa em 1936, três anos antes do início do conflito). Mas há muitos outros elementos: a iconografia nazista é sistematicamente destruída ao longo da fita, seja a águia e suástica sendo queimadas na caixa de madeira que guarda a Arca, seja nas “chagas” que marcam a mão de Arnold Toht (Ronald Lacey) quando segura o medalhão de Marion Ravenwood (Karen Allen). Ebert salienta até mesmo o personagem de Paul Freeman, o maligno francês Dr. René Belloq como uma feroz crítica à França durante a guerra, ora de um lado, ora de outro, algo que realmente faz sentido considerando-se a escolha da nacionalidade do personagem. E, como se isso não bastasse, o momento em que Indiana Jones (Harrison Ford) segura e quebra a estrela da Mercedes-Benz durante a fantástica perseguição automobilística funcionaria também como uma forma de derrubar a iconografia nazista-alemã ao longo de toda a obra.

Assim, mesmo a pegada “Sessão da Tarde” que Spielberg imprime em Caçadores ganha forte e constante sub-texto crítico que enriquece a experiência cinematográfica, aliando leveza narrativa com “marretadas” fortíssimas contra o regime mais assassino do século XX. É quase como uma forma de doutrinação em que determinado posicionamento político fosse incutido no subconsciente sem que percebamos. Sorte que Spielberg é “do bem”…

Voltando à Pauline Kael, cabe lembrar que seu veredito não pode ser visto como um “crítico esnobe” que não consegue enxergar além do seu nariz empinado. Seu posicionamento é perfeitamente compreensível e aceitável considerando-se sua geração, sua forma de encarar o Cinema. Primeiro, ela nunca foi de medir palavras (a crítica dela de Luzes da Ribalta é destruidora) e ela canta as cartas como as vê. Para ela, Caçadores é, mal ou bem, o que eu e vários outros críticos atuais acham de, por exemplo, a franquia Transformers, filmes que têm sua gênese no marketing e não na Arte, filmes que levam em consideração em grande parte só o que podem vender fora das telonas. Mesmo reconhecendo a qualidade da direção e da direção de arte, Kael é inclemente em seu raciocínio de que os filmes devem oferecer aquele “algo mais” que ela reputa ausente na obra de Spielberg, diretor que ela classifica como “convencional, mas que podia dirigir material convencional melhor do que qualquer outra pessoa, e com espírito alegre”.

Kael, em 1981, não sabia até que ponto o Cinema poderia chegar. Ela não fazia ideia do advento da computação gráfica e da febre de continuações, prelúdios, remakes e spin-offs que assolaria Hollywood alguns anos depois. Assim, seu “sarrafo comparativo” era naturalmente exigente demais, esperando algo além do básico.

No entanto, Os Caçadores da Arca Perdida é além do básico. Muito além do básico. Na verdade, o filme é a quintessência do Cinema de Aventura, do cinema muito despreocupado com algo mais do que apenas a diversão, mas que, por outro lado, não emburrece o espectador, não alcança o denominador comum mais baixo possível para agradar a todos. Há, na obra, muito coração tanto atrás quanto na frente das câmeras. Se Spielberg comprova o manejo de ritmo de aventura como poucos diretores conseguem, Harrison Ford tem, aqui, sua melhor criação. Indiana Jones é seu verdadeiro grande personagem, muito superior a Han Solo e tudo que ele viria a fazer depois, mesmo comparado a Rick Deckard de Blade Runner ou John Book de A Testemunha. Ford atua na medida do necessário para formar seu arqueólogo aventureiro com exatas medidas de seriedade, comicidade e despreocupação. Ele é o típico herói das matinês dos serials dos anos 40 e 50 nos EUA, como Flash Gordon, Buck Rogers e Doc Savage, mas acrescentando humanidade e, portanto, falibilidade a estes personagens. Trata-se de um personagem cativante, que o espectador não consegue simplesmente deixar de preocupar-se, mesmo sabendo que nada acontecerá com ele. Sofremos e respiramos Dr. Jones (Eu detesto cobras!) em cada sequência de aventura sem que nos sintamos fadigados pela correria, pelas lutas, pelos mais do que improváveis malabarismos que ele acaba fazendo. Se Spielberg, Lucas, Kasdan e Kaufman criaram o personagem no papel, Ford foi o verdadeiro responsável por ele funcionar com precisão, tornando-o um dos mais icônicos da Sétima Arte.

Mas todo o restante do elenco também está azeitado, desde o hesitante mas enternecedor Marcus Brody (Denholm Elliott), passando pelo fiel e alegre Sallah (John Rhys-Davies) e chegando ao ponto alto com Marion (Allen), a “dama em perigo” que, porém, sabe muito bem se virar sozinha. Mesmo o obsessivo Belloq de Freeman, que não tem nem de perto o tempo de tela de Sallah ou Marion, consegue gerar a ojeriza que seu personagem precisa criar no espectador, formando um vilão egoísta que o espectador não esquecerá.

Há um outro “personagem” que merece todo o destaque aqui: os efeitos especiais, em sua maioria formados por efeitos práticos e pinturas de fundo matte. Tudo na película convence por parecer verdadeiro, por nos transportar efetivamente para esse mundo de aventuras excitantes ao redor do mundo na Amazônia, Nepal e Cairo e por nos colocar no meio de missões impossíveis e que aceitamos facilmente pela imersão eficientemente causada por um Spielberg talvez no ponto mais alto de uma carreira repleta de pontos altos. Afinal de contas, são sequências memoráveis atrás de sequências memoráveis que encantam como se as assistíssemos pela primeira vez mesmo depois de as assistirmos incontáveis vezes. É a sequência de abertura e sua pedra rolante (com um Alfred Molina novinho!), a cobra no hidroplano, a luta contra o grandalhão nazista no avião, a perseguição automobilística, a cena “de amor” no navio e o encerramento na ilha com a cerimônia – incômoda aos nazistas; mais uma estocada nos nazistas! – de abertura da Arca.

E tudo isso conectado por uma das mais incríveis trilhas sonoras já compostas por John Williams, com a música tema sendo conhecida e assoviada mesmo por aqueles três ou quatro indivíduos que jamais viram esse filme. Se pararmos para pensar, da mesma maneira que Spielberg encapsulou os conceitos de Filme de Aventura aqui e que Ford incorporou o Herói de Aventura, Williams compôs a Música de Ação por excelência, marcante, bela, cheia de nuances e tomada de leit motifs caracterizadores de personagens e momentos-chave da projeção.

Os Caçadores da Arca Perdida pode talvez representar uma espécie de “início do declínio” da qualidade da fábrica marketeira hollywoodiana como Pauline Kael apregoa, mas, como Roger Ebert deixa claro, a primeira aventura de Indiana Jones é uma volta ao passado que homenageia, atualiza e eleva à décima potência o filme de aventura sem subestimar o espectador e, principalmente, sem tratá-lo como uma criança que precisa de estímulos sensoriais a cada centésimo de segundo. Trata-se de uma aventura atemporal que merece toda a veneração que alcançou ao longo dos anos!

Os Caçadores da Arca Perdida (Raiders of the Lost Ark, EUA – 1981)
Direção: Steven Spielberg
Roteiro: Lawrence Kasdan
Elenco: Harrison Ford, Karen Allen, Paul Freeman,  Ronald Lacey, John Rhys-Davies, Denholm Elliott, Alfred Molina, Wolf Kahler, Anthony Higgins
Duração: 115 min.

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92 comentários

Robson Costa 5 de fevereiro de 2021 - 00:16

Melhor filme de aventura de todos os tempos em todos os quesitos.

Responder
planocritico 5 de fevereiro de 2021 - 11:20

Isso!

Abs,
Ritter.

Responder
Fan do Ritter Fan 20 de dezembro de 2020 - 15:59

Incrivel, melhor filme de aventura, com certeza 5,0 estrelas. Harrison Ford é um icone eterno, Han Solo, Indiana Jones, Rick Deckard, que sequencia ele teve em 81, 82 e 83, tres filmes lendarios com personagens lendarios, os anos 80 não seria o mesmo sem esse senhor, carisma puro.

Responder
planocritico 20 de dezembro de 2020 - 15:59

Sim! E gostei do seu nome, hein?

Abs,
Ritter.

Responder
Beatriz Lynch 26 de maio de 2020 - 19:04

O filme definitivo de aventura.

Responder
planocritico 27 de maio de 2020 - 12:16

Também acho!

Abs,
Ritter.

Responder
Pedro 18 de maio de 2020 - 02:50

Sinto que vou fazer parte do grupo dos chatos agora. Negócio é que não gostei do filme…
Preparei-me em todos os pormenores para apreciar a obra pela primeira vez, com a mentalidade correta, aceitando a fantasia, os exageros e pronto para possíveis metáforas. Sim, nesse ponto eu me preparei; já sabia, pelas cenas que já vi esparsas por aí, que eu não deveria estar com o senso de realidade tão apurado, logo, acionei o órgão mágico da fantasia e me cobri com a capa da imaginação; entretanto, foram tantos furos que me vi com a capa toda em frangalhos ao final do filme.

Por favor, não me levem a mal, eu já aceitei muito bem a descida de Dante ao inferno com Virgílio e também a impossível saga de Frodo para destruir o anel, não sou tão chato assim, mas tudo é tão crível nesses universos acima. Neste, contudo, é tudo tão mais inverossímil… é difícil imaginar a burrice dos alemães em não matar logo Indy e sua garota quando os capturam;
a escavação, sem que ninguém notasse, ao lado do grupo inimigo;
nao terem prendido ou matado Salah assim que o surpreenderam ajudando Indiana;
a aceitação do protagonista, sem se abalar um segundo, após a suposta morte de Marion;
o tiroteio na cidade sem consequências;
o caminhão resgatado com a arca sendo escondido pelos moradores locais com uma eficiência absurda de camuflagem e sem motivação alguma;
a inexistência de necessidades fisiológicas ou naturais em todos os personagens. Nisso incluo a exagerada coragem de Marion, a excessiva candura de Salah, a excepcional sorte de Indy.

Não me entendam mal eu, como já disse, sou bem tolerante com metáforas. Sei do uso e do abuso de situações impossíveis e seu uso como ferramenta para expressar ideologias e sentimentos. Amo o cinema do absurdo, mas a proposta deste filme, creio, é diferente. Eu ri, não nego, achei bastante humor de qualidade, é divertido e empolgante, olhem só o paradoxo!

Em resumo, respeito o peso que o filme representa para os amantes do cinema. Porém, ao levar em conta as 5 estrelas que vi aqui, as demais críticas on-line e escritas, eu esperava algo mais profundo e perene do que o que vi, pelo menos algo mais redondo e que se encaixasse mais adequadamente no cérebro e na razão. O filme não passa nenhuma mensagem, por mais idiota que seja a mensagem. É como jogar Uncharted, você ri, se diverte, aceita, mas…
Indiana Jones nada mais é que um bom filme que tem posição de destaque entre todos os filmes de sessão da tarde, mas não deixa de ser um filme de sessão da tarde…

3 estrelas!!

Responder
planocritico 18 de maio de 2020 - 03:18

Eu tenho problemas com o que classifico como “caça aos furos”. Não que você esteja errado em fazer isso, pois cada um terá seu nível de tolerância e cada uma analisa do jeito que quiser, mas eu pessoalmente acho que nenhum – NENHUM – filme resiste a esse tipo de análise. Você fala da jornada de Frodo, achando ela ótima, mas eu poderia dizer que é um furo gigante Elrond sequer lutar contra Isildur no passado remoto quando o rei humano se recusa a jogar o Um Anel na lava de Mordor (e aparece em flashback), o que teria tornado toda a jornada inexistente para começo de conversa.

Um exemplo clássico que você deu é o “não matar o herói logo de cara”. Nossa, se eu fosse listar aqui os filmes que usam esse artifício narrativo, acho que os servidores do Disqus entrariam em colapso. É como considerar furo quando um personagem leva tiro e cai para trás como se estivesse em uma luta livre depois de levar um daqueles pontapés duplos no peito. Isso não acontece na vida real, muito ao contrário.

O que quero dizer com isso é que caçar furos que não contradizem a natureza da narrativa e colocar mais peso neles do que em direção, atuação, fotografia, roteiro, montagem, trilha sonora, direção de arte e outros elementos objetivamente muito mais importantes para a apreciação de uma obra cinematográfica é como analisar o todo pela parte.

E, de novo, não tem problema algum você até odiar esse ou qualquer outro filme – nem é seu caso aqui, mas estou extrapolando -, mas minha tendência é recomendar parcimônia nessa abordagem que tenta encaixar o filme dentro de um padrão de realidade estranho à proposta e que em muitos aspectos é 100% baseada em incômodos pessoais aqui e ali que impedem a visão da floresta para focar em um galho quebrado.

Abs,
Ritter.

Responder
Pedro 18 de maio de 2020 - 13:49

Realmente, Ritter! Essa postura explicitamente detratora e de má vontade em analisar uma obra causa estragos, eu concordo contigo. Até para eventos da vida real ela pode ser ridícula, pois, muitas vezes, nossa vida cotidiana tem mais furos de roteiros e atitudes sem sentido do que qualquer desenho animado, e não dá pra acusar Deus pela direção, rsrs.

Acontece que, em obras, tanto literárias – é onde eu mais experimento – quanto cinematográficas, há uma certa magia ou ilusionismo coerente em alguns trabalhos, que nos impede de acionar os gatilhos da razão de maneira ofensiva e deixam a obra mais fluida. Eu ainda não sei como explicar como isso acontece, pelo menos comigo, talvez você possa entender isso melhor do que eu com seus conhecimentos técnicos etc.

Tento imaginar, por exemplo, um truque de mágica em que o mágico faz surgir de sua cartola um coelho. Se ele falha no processo de causar a ilusão e alguém vê de antemão o furo no topo da cartola, tudo vira um desastre e seus próximos truques serão recheados de “pé atras” por parte do público, por mais boa vontade que eles tenham. Eu imagino que com o Senhor dos Anéis, por exemplo, seja a mesma coisa. O arquétipo do herói, do pequeno e frágil Frodo que enfrenta a natureza e os perigos infinitos do mal, sua luta impossível, aproxima-nos muito do que nós somos, dos nossos dilemas mais profundos, da busca de um resultado com pouquíssimas chances de sucesso. Tudo isso é muito humano e cria uma ilusão que nos impede de dar força para os possíveis furos, viram lombadas ou turbulências que não impedem o gosto pela viagem.

Com certeza, para mim, o que faltou ao filme foi esse mesmo recheio de ilusão bem feita. Os personagens, apesar da boa atuação, são rasos e planos. Não há camadas. Confesso, porém, que gostei muito dos primeiros minutos de pelicula, estava imbuído de boa vontade e em um excelente dia. Esperava de bom grado ser encantado pela ilusão que o filme iria me proporcionar, mas não rolou. Pode variar de pessoa para pessoa, né?

Enfim, não quero parecer chato, talvez de uma outra chance ao filme um dia. Estou fazendo uma visita a todos os filmes com 5 estrelas que você dá. Não me decepcione novamente! hahahaha
Brincando.

Abraços

Responder
planocritico 20 de maio de 2020 - 19:12

Interessante sua análise. Ela faz todo sentido e não tenho como contra-argumentar, pois simplesmente ser algo que ou funciona ou não para cada um, sendo muito pessoal. Os filmes do Indiana funcionam literalmente como mágica para mim!

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Smithy 28 de julho de 2020 - 01:34

Comentário mais pretensioso que esse eu nunca vi

Responder
Pedro 18 de maio de 2020 - 04:37

Sinto que vou fazer parte do grupo dos chatos agora. Negócio é que não gostei do filme…
Preparei-me em todos os pormenores para apreciar a obra pela primeira vez, com a mentalidade correta, aceitando a fantasia, os exageros e pronto para possíveis metáforas. Sim, nesse ponto eu me preparei; já sabia, pelas cenas que já vi esparsas por aí, que eu não deveria estar com o senso de realidade tão apurado, logo, acionei o órgão mágico da fantasia e me cobri com a capa da imaginação; entretanto, foram tantos furos que me vi com a capa toda em frangalhos ao final do filme.

Por favor, não me levem a mal, eu já aceitei muito bem a descida de Dante ao inferno com Virgílio e também a impossível saga de Frodo para destruir o anel, não sou tão chato assim, mas tudo é tão crível nesses universos acima. Neste, contudo, é tudo tão mais inverossímil… é difícil imaginar a burrice dos alemães em não matar logo Indy e sua garota quando os capturam;
a escavação, sem que ninguém notasse, ao lado do grupo inimigo;
nao terem prendido ou matado Salah assim que o surpreenderam ajudando Indiana;
a aceitação do protagonista, sem se abalar um segundo, após a suposta morte de Marion;
o tiroteio na cidade sem consequências;
o caminhão resgatado com a arca sendo escondido pelos moradores locais com uma eficiência absurda de camuflagem e sem motivação alguma;
a inexistência de necessidades fisiológicas ou naturais em todos os personagens. Nisso incluo a exagerada coragem de Marion, a excessiva candura de Salah, a excepcional sorte de Indy.

Não me entendam mal eu, como já disse, sou bem tolerante com metáforas. Sei do uso e do abuso de situações impossíveis e seu uso como ferramenta para expressar ideologias e sentimentos. Amo o cinema do absurdo, mas a proposta deste filme, creio, é diferente. Eu ri, não nego, achei bastante humor de qualidade, é divertido e empolgante, olhem só o paradoxo!

Em resumo, respeito o peso que o filme representa para os amantes do cinema. Porém, ao levar em conta as 5 estrelas que vi aqui, as demais críticas on-line e escritas, eu esperava algo mais profundo e perene do que o que vi, pelo menos algo mais redondo e que se encaixasse mais adequadamente no cérebro e na razão. O filme não passa nenhuma mensagem, por mais idiota que seja a mensagem. É como jogar Uncharted, você ri, se diverte, aceita, mas…
Indiana Jones nada mais é que um bom filme que tem posição de destaque entre todos os filmes de sessão da tarde, mas não deixa de ser um filme de sessão da tarde…

3 estrelas!!

Responder
Vinicius Maestá 26 de abril de 2020 - 02:46

Rapaz, me sinto mal por não conseguir ficar encantado com os pipocões do Spielberg (exceto Jurassic Park, que eu amo). Houve vários momentos que fiquei entediado nesse. Talvez tenha sido pela expectativa. Esperava mais ação, mais aventura, mas o filme tem bastante diálogo. Espero mudar minha visão daqui um tempo, mas por enquanto, apesar de reconhecer a qualidade, não são filmes que me deixaram apaixonado.

PS: Uma coisa que me deixou de boca aberta é a identidade visual do filme. É bonito demais!

Responder
planocritico 26 de abril de 2020 - 03:06

Esse não é um pipocão do Spielberg, mas sim UMA OBRA PRIMA IRRETOCÁVEL QUE TODO MUNDO TEM OBRIGAÇÃO DE IDOLATRAR.

Escreva isso no quadro negro 800 vezes JÁ!!!

HAHHAHAAHAHHAHHAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Vinicius Maestá 26 de abril de 2020 - 04:06

Ihh rapaz, pode ser 500? 800 é muito pra mim. HAHAHAHA

Responder
planocritico 26 de abril de 2020 - 18:11

Tá reclamando??? Então serão 1.600!

Abs,
Ritter.

Responder
Robson Costa 5 de fevereiro de 2021 - 00:16

Vinicius, você é a primeira pessoa na história de quem escuto isso rsrsr. Pra mim o melhor filme de aventura de todos os tempos em todos os sentidos.

Responder
Vinicius Maestá 5 de fevereiro de 2021 - 11:20

Hehehe faz parte. Para mim, a mistura entre a aventura e o burlesco não me encanta. Preciso sentir maior impacto, maior tensão, e não acho que os filmes do Indiana entregam isso.

Responder
Alex Dias 9 de abril de 2018 - 15:38

Dentre as sequencias memoráveis não mencionadas na crítica, acrescentaria a clássica cena no mercado em que o espadachim demonstra suas habilidades só para ser atingido, casualmente, por um disparo da arma de fogo de Indy. Impagável. Mais uma bela crítica Ritter.

Responder
planocritico 9 de abril de 2018 - 16:03

Sem dúvida! Uma cena tão marcante que, em Templo da Perdição, ela foi “refilmada” com uma reviravolta!

E obrigado!

Abs,
Ritter.

Responder
Alex Dias 9 de abril de 2018 - 15:38

Dentre as sequencias memoráveis não mencionadas na crítica, acrescentaria a clássica cena no mercado em que o espadachim demonstra suas habilidades só para ser atingido, casualmente, por um disparo da arma de fogo de Indy. Impagável. Mais uma bela crítica Ritter.

Responder
cristian 19 de março de 2018 - 12:08

Compreensível a analise de Pauline Kael (Ela criticou Luzes da Ribalta? por que acho esse filme bem chato na execução apesar de uma proposta lindíssima). O filme é de 81, e a forma ainda incipiente de Blockbuster (que sempre existiu de formas diferentes) apenas engatinhava, tendo (re)nascido com Tubarão e Guerra nas Estrelas. O cinema america vinha da ressaca dos anos 70, decada de ouro do cinema marginal de historias poderosas e contundentes, cinema de autor, até a Sci Fi caminhava para um lado filosófico (que Star Wars desfez) e ai aparece este cinema de aventura, com outra proposta, totalmente nova…como avaliar isso de imediato? Já revi a trilogia (descarto rever o 4º) e acho este a tempestade perfeita, o alinhamento dos astros, etc… Agora aguardo a revisão de Templo da Perdição, que acho extremamente pobre, que venham as polêmicas.

Responder
planocritico 20 de março de 2018 - 09:39

Exato, @disqus_3giNDWryIu:disqus . Contextualmente, o que ela escreveu faz sentido sim.

Abs,
Ritter.

Responder
cristian 19 de março de 2018 - 12:08

Compreensível a analise de Pauline Kael (Ela criticou Luzes da Ribalta? por que acho esse filme bem chato na execução apesar de uma proposta lindíssima). O filme é de 81, e a forma ainda incipiente de Blockbuster (que sempre existiu de formas diferentes) apenas engatinhava, tendo (re)nascido com Tubarão e Guerra nas Estrelas. O cinema america vinha da ressaca dos anos 70, decada de ouro do cinema marginal de historias poderosas e contundentes, cinema de autor, até a Sci Fi caminhava para um lado filosófico (que Star Wars desfez) e ai aparece este cinema de aventura, com outra proposta, totalmente nova…como avaliar isso de imediato? Já revi a trilogia (descarto rever o 4º) e acho este a tempestade perfeita, o alinhamento dos astros, etc… Agora aguardo a revisão de Templo da Perdição, que acho extremamente pobre, que venham as polêmicas.

Responder
Madex 18 de março de 2018 - 19:11

Tem um episódio de Big Bang Theory em que finalmente a Penny assiste o filme que era considerado o melhor de todos os tempos pelos 4 nerds. Quando perguntam a opinião dela, para surpresa de todos, ela diz que a participação do Indiana é irrelevante no filme, pois mesmo se ele não aparecesse, os nazistas simplesmente morreriam no ritual de abrir a arca.

Responder
planocritico 18 de março de 2018 - 19:21

Foi o que imaginei. E, de fato, é verdade. Mas o que interessa é a jornada. E a jornada, nesse filme, é absolutamente incrível!

Abs,
Ritter.

Responder
Madex 20 de março de 2018 - 12:26

Com certeza. Melhor filme de aventura forever. Aliás, eu tenho uma história particular looonga com esse filme kkkkkk Bem resumidamente, por diversos “percalços”, eu demorei muitos anos pra conseguir assisti-lo. Na primeira vez eu estava na casa de um amigo, o único que tinha vídeo cassete, na época. Eu nunca tinha ouvido falar no filme, assisti a cena da pedra gigante e fiquei enebriado. Aí minha mãe me chama. Foram poucos minutos, mas virei fã. Passado alguns anos, o filme estreia na Tela Quente (que, na época, por ser a única forma de muita gente ver filmes, era assunto por toda a semana). Menos de meia hora de filme e acaba a luz na minha rua! Lembro até hoje de ficar olhando as luzinhas das tvs nos prédios vizinhos kkkkkk Algum tempo depois (meses?) quando o filme reprisou, estava na casa de um tio e a tv ficou sem som! kkkkkkkkkkkk Me recusei a assistir. Com muito custo, em outra ocasião consegui assistir e, mesmo com toda a expectativa criada ao longo dos anos de espera, o filme ainda me surpreendeu positivamente. Tem um documentário sobre um grupo de crianças americanas que refilmam Raiders cena por cena. É imperdível. Infelizmente não está mais na Netflix.

Responder
planocritico 20 de março de 2018 - 15:31

@disqus_rtRTGJZ3qB:disqus , cara, que história impressionante! Quase uma maldição! Mas é isso: Caçadores é tão bom que nem esses percalços todos tiraram o brilho do filme para você!

E o engraçado é que eu demorei mais que o normal para ver o filme também. Ele estava passando nos cinemas por aqui (sim, sou velho) e eu por alguma razão misteriosa, não fui ver. Foi só um amigo meu, com o filme passando somente no saudoso drive-in que existia aqui no Rio que eu acabei vendo!

Abs,
Ritter.

Responder
Robson Costa 5 de fevereiro de 2021 - 00:16

Eu vi. Hahahahaha. Mas por isso ele é um herói falível.

Responder
Madex 18 de março de 2018 - 19:11

Tem um episódio de Big Bang Theory em que finalmente a Penny assiste o filme que era considerado o melhor de todos os tempos pelos 4 nerds. Quando perguntam a opinião dela, para surpresa de todos, ela diz que a participação do Indiana é irrelevante no filme, pois mesmo se ele não aparecesse, os nazistas simplesmente morreriam no ritual de abrir a arca.

Responder
Rafael Martins 18 de março de 2018 - 01:46

[off topic]

Olá. Nos últimos meses, observei algumas nuances nos textos, com um viés mais ressonante nas críticas, com um claro apelo às políticas identitárias. Houve troca do editoração?

Pergunto, pois, fiquei um tanto espantado com a exclusão de uma crítica de um filme lançado recentemente que eu quis reler.

É a partir do ocorrido citado, que estou aqui, pois no mais genuíno pedido — de um leitor apaixonado pelo Plano Crítico — peço que não descartem os leitores que estão mais a procura de críticas no formato de linguagem cinematográfica, análises à luz do entendimento humano e NÃO ideológico.

Grande abraço.

Responder
planocritico 18 de março de 2018 - 01:52

@disqus_FZGLjgxKO4:disqus , qual foi a crítica que teria sido excluída e que te deixou espantado?

De toda forma, a composição do Plano Crítico tem duas constantes desde seu começo: eu e o Luiz Santiago, como editores-chefe.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel 17 de março de 2018 - 22:10

Eu acabei de ver O Templo da Perdição há poucos minutos atrás e olha, é uma ótima sequência e é excelente. Não chega a ser tão bom quanto o primeiro filme, mas chega perto. É um filme que entrega uma boa história, boas cenas de ação, possui alguns clichês, mas não diminui a qualidade do filme. Os meus problemas com a sequência são alguns cortes desnecessários nas cenas de ação e câmera tremendo, que acabam diminuindo a qualidade delas, mas claro, não as torna ruins, elas continuam ótimas. Eu vi esse filme e pareceu que eu fiquei 5 horas assistindo ao filme, sendo que ele não tem nem 2 horas e eu gosto muito quando isso acontece. O Templo da Perdição é muito bom e satisfatório, eu pessoalmente prefiro o primeiro, mas esse é MUITO longe de ser mediano, algumas coisas me decepcionaram como eu disse acima sobre os cortes das cenas de ação e eu não me empolguei tanto assim com elas, mas achei elas ótimas e divertidas. Daria 4,5 estrelas pra continuação.

Responder
planocritico 20 de março de 2018 - 09:54

Câmera tremendo? Terei que rever o filme – nenhum sacrifício! -, pois juro que não me lembro de nada assim.

Eu adoro o segundo. Uma pegada diferente, mostrando que Spielberg não se acomoda.

Abs,
Ritter.

Responder
Madex 20 de março de 2018 - 12:31

Uma coisa interessante, que só percebi já adulto, é que esse filme se passa cronologicamente antes do primeiro.

Responder
planocritico 20 de março de 2018 - 15:28

Sim, Templo da Perdição se passa antes de Caçadores.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel 21 de março de 2018 - 22:25

Nossa, eu não sabia disso!!! E eu pensando que se passava depois…Uau! Minha mente bugou

planocritico 22 de março de 2018 - 11:41

He, he… Caçadores se passa em 1936, Templo da Perdição em 1935, Última Cruzada em 1912 (prelúdio com o jovem Indiana Jones) e 1938 (maior parte do filme) e, finalmente, Caveira de Cristal se passa em 1957.

Abs,
Ritter.

Madex 23 de março de 2018 - 10:47

Acho que isso explica um pouco a pegada diferente do filme. No templo da perdição o Indy ainda não é o cara a quem o governo americano recorre para enfrentar nazistas numa corrida arqueológica, é só um “ladrão de túmulos” (como diz o “Dhalsim”) em busca de “fortune and glory”.

OBS: no dia 27/03/18 a rede cinemark vai passar “Indiana Jones e o templo da perdição” em diversas cidades.

Madex 23 de março de 2018 - 10:47

Acho que isso explica um pouco a pegada diferente do filme. No templo da perdição o Indy ainda não é o cara a quem o governo americano recorre para enfrentar nazistas numa corrida arqueológica, é só um “ladrão de túmulos” (como diz o “Dhalsim”) em busca de “fortune and glory”.

OBS: no dia 27/03/18 a rede cinemark vai passar “Indiana Jones e o templo da perdição” em diversas cidades.

Gabriel 17 de março de 2018 - 22:10

Eu acabei de ver O Templo da Perdição há poucos minutos atrás e olha, é uma ótima sequência e é excelente. Não chega a ser tão bom quanto o primeiro filme, mas chega perto. É um filme que entrega uma boa história, boas cenas de ação, possui alguns clichês, mas não diminui a qualidade do filme. Os meus problemas com a sequência são alguns cortes desnecessários nas cenas de ação e câmera tremendo, que acabam diminuindo a qualidade delas, mas claro, não as torna ruins, elas continuam ótimas. Eu vi esse filme e pareceu que eu fiquei 5 horas assistindo ao filme, sendo que ele não tem nem 2 horas e eu gosto muito quando isso acontece. O Templo da Perdição é muito bom e satisfatório, eu pessoalmente prefiro o primeiro, mas esse é MUITO longe de ser mediano, algumas coisas me decepcionaram como eu disse acima sobre os cortes das cenas de ação e eu não me empolguei tanto assim com elas, mas achei elas ótimas e divertidas. Daria 4,5 estrelas pra continuação.

Responder
Luiz Santiago 17 de março de 2018 - 18:21

Eu adorei a forma como você escolheu para dissertar sobre a obra. Trouxe duas mega visões bem diferentes sobre esse filmaço e ainda mostrou o poder que o “bom pipocão” tem. Curioso isso. Não só a postura da Kael, que tinha uma visão mais “formal” a respeito, mas como o mesmo pensamento infelizmente foi se “banalizando” a ponto de muito crítico achar, até hoje, que só porque é pop é absolutamente ruim.

Responder
planocritico 18 de março de 2018 - 19:19

Pois é. Isso acontece muito, infelizmente.

– Ritter.

Responder
Gabriel 10 de março de 2018 - 15:23

Eu tenho poucas palavras pra descrever esse filme. Eu terminei de ver a alguns minutos atrás pela primeira vez e sinceramente, ele é maravilhoso. É melhor do que muitos filmes por aí que vivem usando CGI pra tudo e no fim acaba entretendo pouco. Esse filme é muito mais que excelente, é um enorme clássico. Steven Spielberg construiu cenas de ação sensacionais, absolutamente tudo nesse filme é excelente. Um filmaço de aventura e maravilhoso. Já estou para ver o segundo, terceiro e quarto filme. É muito sensacional, poucos são os filmes que eu vi que chega no nível de excelência que esse filme possui. Minha experiência foi parecida vendo Aliens o Resgate, outra grande obra prima, acho que esse filme até supera Aliens 2. A trilha sonora do filme é sensacional. Qualquer filme como Pantera Negra não me agradou tanto como esse filme, nem tem comparação, não que eu ache Pantera ruim, mas as cenas de ação não me empolgaram. Harrison Ford interpreta com excelência. Amadores de Velozes e Furiosos, é isso que é um verdadeiro filme de ação e aventura excelente de verdade. É isso, gostaria que na resposta do site, me dessem uma lista dos melhores filmes de aventura de todos os tempos, até porque eu quero encarar mais obras primas como essa!

Responder
planocritico 13 de março de 2018 - 18:58

Cara, que LEGAL seu depoimento! Viu pela primeira vez Caçadores só agora e adorou. Esse filme é apaixonante mesmo! Quero ver o que você vai achar dos outros!

Sobre bons filmes de aventura, eu acho bem complicado a classificação “aventura” nesse estilo Indiana Jones. Tem alguns que são bons, mas que não chegam aos pés da trilogia do Spielberg/Lucas?Ford:

– Tudo por uma Esmeralda
– A Joia do Nilo (continuação do de cima)
– Crocodilo Dundee (só o primeiro)
– Fugindo do Inferno
– Mad Max 1 a 3 (e depois o atual, Estrada da Fúria)
– Jurassic Park (só o primeiro)
– A Múmia (1999)
– King Kong (1933 e 2005)
– De Volta para o Futuro 1 a 3
– Os Caça-Fantasmas (só o primeiro)
– Os Goonies
– Jumanji (1995)
– A Máscara do Zorro
– Conta Comigo
– A Princesa Prometida
– Uma Aventura na África

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de março de 2018 - 18:58

Cara, que LEGAL seu depoimento! Viu pela primeira vez Caçadores só agora e adorou. Esse filme é apaixonante mesmo! Quero ver o que você vai achar dos outros!

Sobre bons filmes de aventura, eu acho bem complicado a classificação “aventura” nesse estilo Indiana Jones. Tem alguns que são bons, mas que não chegam aos pés da trilogia do Spielberg/Lucas?Ford:

– Tudo por uma Esmeralda
– A Joia do Nilo (continuação do de cima)
– Crocodilo Dundee (só o primeiro)
– Fugindo do Inferno
– Mad Max 1 a 3 (e depois o atual, Estrada da Fúria)
– Jurassic Park (só o primeiro)
– A Múmia (1999)
– King Kong (1933 e 2005)
– De Volta para o Futuro 1 a 3
– Os Caça-Fantasmas (só o primeiro)
– Os Goonies
– Jumanji (1995)
– A Máscara do Zorro
– Conta Comigo
– A Princesa Prometida
– Uma Aventura na África

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel 13 de março de 2018 - 21:00

Valeu pela lista! Depois eu falo do que achei dos outros! Fiz até uma crítica do filme no meu blog. Aqui: http://newyorkcriticas.blogspot.com.br/2018/03/critica-os-cacadores-da-arca-perdida.html

Espero que eu goste dos próximos filmes como eu gostei do original, ou que os próximos sejam inferiores ao original, mas ótimos

Responder
Gabriel 13 de março de 2018 - 21:00

Valeu pela lista! Depois eu falo do que achei dos outros! Fiz até uma crítica do filme no meu blog. Aqui: http://newyorkcriticas.blogspot.com.br/2018/03/critica-os-cacadores-da-arca-perdida.html

Espero que eu goste dos próximos filmes como eu gostei do original, ou que os próximos sejam inferiores ao original, mas ótimos

Responder
planocritico 15 de março de 2018 - 15:26

Bela crítica!

Depois me conte o que achou de Templo da Perdição e Última Cruzada, especialmente do dois, pois tem um tom diferente. O quarto filme destoa bem dos demais, em minha opinião.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 15 de março de 2018 - 15:26

Bela crítica!

Depois me conte o que achou de Templo da Perdição e Última Cruzada, especialmente do dois, pois tem um tom diferente. O quarto filme destoa bem dos demais, em minha opinião.

Abs,
Ritter.

Responder
Madex 20 de março de 2018 - 12:33

Que lista! Me fez voltar à infância! Eu acrescentaria “O enigma da pirâmide”, que inclusive lembra bastante o “Templo da perdição”.

Responder
planocritico 20 de março de 2018 - 15:27

Muito bem lembrado. O Enigma da Pirâmide é um pequeno clássico que eu simplesmente adoro!

Abs,
Ritter.

Responder
Madex 23 de março de 2018 - 10:52

Gabriel, se ainda não assistiu o templo da perdição (o segundo), a rede cinemark vai exibi-lo, no dia 27/03/18, em diversas cidades. Sempre melhor assistir no cinema.

Responder
Cleber Rosa 13 de janeiro de 2018 - 09:05

“Spielberg, diretor que ela classifica como “convencional, mas que podia dirigir material convencional melhor do que qualquer outra pessoa, e com espírito alegre”.”

Só nesse fim de frase a Kael já mostrou como pode estar equivocada…se uma coisa que o mestre spielberg não pode ser taxado e de convencional…pois disso ele não tem nada. O cara é um dos melhores diretores da historia. Que diretor “convencional teria em seu currilo esses filmes?:

Os Caçadores da Arca Perdida
Templo da Perdição
A Ultima Cruzada
E.T
Contatos Imediatos do Terceiro Grau
Tubarão
Imperio do Sol
A Cor Curpura
A Lista de Schindler
Jurassic Park
O Resgate do Soldado Ryan
A.I Inteligencia Artificial
Minority Report
Amistad
Prenda-me se For Capaz
Munique
Terminal
Guerra dos Mundos

O cara que realiza esses filmes ai em cima,nunca mas NUNCA pode ser considerado convencional.

Responder
planocritico 30 de janeiro de 2018 - 14:51

Eu sei, mas ela estava avaliando o diretor ainda em seu começo de carreira. Kael errou, sem dúvida, mas que nunca errou, não é mesmo?

Abs,
Ritter.

Responder
Vanessa Barrios Quintana 11 de outubro de 2016 - 13:15

Cresci com Indiana Jones e ele certamente tem fortes influências em minhas escolhas de vida. Excelente análise Ritter! Me identifico completamente!
Só faço um apelo: não nos chame de “arqueologistas” como se fosse um hobby de fim de semana. Essa é uma tradução mal feita do inglês. O correto é “arqueólogos”, sim?
Abraço

Responder
planocritico 11 de outubro de 2016 - 14:13

Nossa, que erro horroroso! Mudei lá! Obrigado por me chamar a atenção.

E fico feliz que tenha gostado da crítica!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 11 de outubro de 2016 - 14:13

Nossa, que erro horroroso! Mudei lá! Obrigado por me chamar a atenção.

E fico feliz que tenha gostado da crítica!

Abs,
Ritter.

Responder
Vanessa Barrios Quintana 11 de outubro de 2016 - 13:15

Cresci com Indiana Jones e ele certamente tem fortes influências em minhas escolhas de vida. Excelente análise Ritter! Me identifico completamente!
Só faço um apelo: não nos chame de “arqueologistas” como se fosse um hobby de fim de semana. Essa é uma tradução mal feita do inglês. O correto é “arqueólogos”, sim?
Abraço

Responder
Fórmula Finesse 15 de junho de 2016 - 10:23

Ah, filmaço…clássico absoluto do cinema de aventura! Esses dias eu aluguei (ainda alguém faz isso?) o cd com os extras – making off – da trilogia inicial, e pelo amor de Deus, que maná dos céus: planejamento, execução, truques, dublês, sacadas incríveis para tornar o filme viável com o orçamento proposto, efeitos práticos no seu melhor…altamente recomendável. A cena do túnel nas minas – só para exemplificar – no assombroso “O Templo da Perdição”, foi feita “onboard” com uma máquina fotográfica convertida para câmera percorrendo toda a maquete feita com papel alumínio (!!!!!!). Sensacional!
Fecho com a crítica totalmente, Steven batia forte no nazismo como voltaria a fazer várias vezes depois, o tom de sombrio deboche está bem na superfície.
Bem, como como nem tudo é perfeito eu vou dar meus pitacos sobre como melhorar a produção para os cinemas, antes do seu lançamento (vamos embarcar no túnel do tempo e imaginar-se um executivo ou diretor da Paramount):
– Na cena da pedra rolante, Indy tinha muito tempo e espaço para simplesmente passar por baixo da pedra voltando pelo trajeto de saída, assim que ele via a pedra começando a rolar atrás dele sobre a plataforma elevada…por favor sr.diretor, faça o aventureiro ficar mais atrasado em relação a essa sequência, para termos certeza que o salvador caminho de volta – contra a pedra – esteja já totalmente bloqueado.
– Na cena do submarino, vamos ter que encontrar uma outra solução para Indy sobreviver a uma viagem que presumimos ser embaixo da água, já que é um…submarino. Uma escotilha vazia, um compartimento estanque que ele pode se esconder na viagem, sei lá…resolvam! rsrsrsr
Pronto, perfeito!
No aguardo da crítica do “Templo da Perdição” – filme que vi no cinema quando criança, e foi totalmente inesquecível.

Responder
planocritico 15 de junho de 2016 - 14:50

Não tenho problema com a cena da pedra rolante, pois o objetivo, ali, não era passar por baixo, senão ele ficaria preso na caverna para sempre. Ele tinha que correr na frente mesmo.

Mas a sequência do submarino realmente é estranha… Ele ficou na superfície o tempo todo? Não faz o menor sentido… Mas eu perdoo fácil, fácil!

A crítica dos outros filmes da série virão em breve!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 15 de junho de 2016 - 14:50

Não tenho problema com a cena da pedra rolante, pois o objetivo, ali, não era passar por baixo, senão ele ficaria preso na caverna para sempre. Ele tinha que correr na frente mesmo.

Mas a sequência do submarino realmente é estranha… Ele ficou na superfície o tempo todo? Não faz o menor sentido… Mas eu perdoo fácil, fácil!

A crítica dos outros filmes da série virão em breve!

Abs,
Ritter.

Responder
Fórmula Finesse 15 de junho de 2016 - 14:59

Ah sim, o conjunto todo perdoa totalmente o filme…mas é aquele tipo de coisa que a gente sente quando revisita um filme do qual gostamos muito. E as vezes são coisas tão elementares que a gente se pergunta como erram em coisas tão fáceis e acertam nas difíceis…no Templo da Perdição mesmo, á agua que é derramada do tonel escoaria no primeiro abismo de lava, e não expulsaria os heróis do túnel daquele jeito – coisa estranha a gente se pegar pensando nesses detalhes que passam batidos pelo diretor – rsrsrsr

Responder
Fórmula Finesse 15 de junho de 2016 - 14:59

Ah sim, o conjunto todo perdoa totalmente o filme…mas é aquele tipo de coisa que a gente sente quando revisita um filme do qual gostamos muito. E as vezes são coisas tão elementares que a gente se pergunta como erram em coisas tão fáceis e acertam nas difíceis…no Templo da Perdição mesmo, á agua que é derramada do tonel escoaria no primeiro abismo de lava, e não expulsaria os heróis do túnel daquele jeito – coisa estranha a gente se pegar pensando nesses detalhes que passam batidos pelo diretor – rsrsrsr

Responder
planocritico 15 de junho de 2016 - 15:45

Essa sequência da água realmente é para lá de mal explicada. Mas faz parte. Outra cena que me incomoda (depois de rever mil vezes) é quando eles se jogam do avião usando o bote. Como assim o bote não vira no ar? E Willy Scott cujo coração convenientemente não é arrancado por Mola-Ram na cerimônia?

Mas, de novo, o resultado final de Templo da Perdição é maravilhoso. Esses detalhes ficam insignificantes dentro do conjunto!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 15 de junho de 2016 - 15:45

Essa sequência da água realmente é para lá de mal explicada. Mas faz parte. Outra cena que me incomoda (depois de rever mil vezes) é quando eles se jogam do avião usando o bote. Como assim o bote não vira no ar? E Willy Scott cujo coração convenientemente não é arrancado por Mola-Ram na cerimônia?

Mas, de novo, o resultado final de Templo da Perdição é maravilhoso. Esses detalhes ficam insignificantes dentro do conjunto!

Abs,
Ritter.

Responder
Fórmula Finesse 15 de junho de 2016 - 16:00

rsrsrsr…eu imagino que o peso dos passageiros não permitiu o tombo do bote – temos que imaginar soluções e outras coisinhas que aparentemente passam batidos por diretores experientes, com um mínimo de preparo ou “justificativa” – supressão, adição ou adiamento de uma cena, os resultados podem ser ainda melhores. Mas só gente meio detalhista percebe isso, creio. De resto, baita filme, nunca vou esquecer como o cinema EXPLODIU em risadas quando ele salvou o chapéu sob o risco de ter o braço esmagado.

Fórmula Finesse 15 de junho de 2016 - 16:00

rsrsrsr…eu imagino que o peso dos passageiros não permitiu o tombo do bote – temos que imaginar soluções e outras coisinhas que aparentemente passam batidos por diretores experientes, com um mínimo de preparo ou “justificativa” – supressão, adição ou adiamento de uma cena, os resultados podem ser ainda melhores. Mas só gente meio detalhista percebe isso, creio. De resto, baita filme, nunca vou esquecer como o cinema EXPLODIU em risadas quando ele salvou o chapéu sob o risco de ter o braço esmagado.

planocritico 15 de junho de 2016 - 17:37

Momento espetacular esse do chapéu! Aliás, não consigo escolher o melhor entre os três primeiros filmes de Indiana Jones!

Abs,
Ritter.

Gabriel 17 de março de 2018 - 22:34

Eu não vi o terceiro ainda, mas por enquanto, eu gosto mais do primeiro filme

Gabriel 17 de março de 2018 - 22:34

Eu não vi o terceiro ainda, mas por enquanto, eu gosto mais do primeiro filme

planocritico 20 de março de 2018 - 09:49

Volta e meia eu me pego achando o segundo ou o terceiro o melhor… Ó dúvida!

Abs,
Ritter.

planocritico 15 de junho de 2016 - 17:37

Momento espetacular esse do chapéu! Aliás, não consigo escolher o melhor entre os três primeiros filmes de Indiana Jones!

Abs,
Ritter.

Fórmula Finesse 15 de junho de 2016 - 10:23

Ah, filmaço…clássico absoluto do cinema de aventura! Esses dias eu aluguei (ainda alguém faz isso?) o cd com os extras – making off – da trilogia inicial, e pelo amor de Deus, que maná dos céus: planejamento, execução, truques, dublês, sacadas incríveis para tornar o filme viável com o orçamento proposto, efeitos práticos no seu melhor…altamente recomendável. A cena do túnel nas minas – só para exemplificar – no assombroso “O Templo da Perdição”, foi feita “onboard” com uma máquina fotográfica convertida para câmera percorrendo toda a maquete feita com papel alumínio (!!!!!!). Sensacional!
Fecho com a crítica totalmente, Steven batia forte no nazismo como voltaria a fazer várias vezes depois, o tom de sombrio deboche está bem na superfície.
Bem, como como nem tudo é perfeito eu vou dar meus pitacos sobre como melhorar a produção para os cinemas, antes do seu lançamento (vamos embarcar no túnel do tempo e imaginar-se um executivo ou diretor da Paramount):
– Na cena da pedra rolante, Indy tinha muito tempo e espaço para simplesmente passar por baixo da pedra voltando pelo trajeto de saída, assim que ele via a pedra começando a rolar atrás dele sobre a plataforma elevada…por favor sr.diretor, faça o aventureiro ficar mais atrasado em relação a essa sequência, para termos certeza que o salvador caminho de volta – contra a pedra – esteja já totalmente bloqueado.
– Na cena do submarino, vamos ter que encontrar uma outra solução para Indy sobreviver a uma viagem que presumimos ser embaixo da água, já que é um…submarino. Uma escotilha vazia, um compartimento estanque que ele pode se esconder na viagem, sei lá…resolvam! rsrsrsr
Pronto, perfeito!
No aguardo da crítica do “Templo da Perdição” – filme que vi no cinema quando criança, e foi totalmente inesquecível.

Responder
Laila Santos 14 de junho de 2016 - 14:32

Raiders of the Lost Ark é um dos melhores blockbusters já feitos (só perde para Star Wars The Empire Strikes Back),não acho que esse filme seja um começo do declínio do cinema americano,seria muito bom se os blockbusters continuassem com a mesma qualidade de Caçadores da Arca Perdida.

Responder
planocritico 14 de junho de 2016 - 15:55

@disqus_8NdiU8N2rq:disqus , Caçadores em si não é declínio de nada. É um filme acima de qualquer suspeita. Mas, se olharmos para trás, veremos que filmes unânimes como esse depois dele são raros e esparsos. É como se Caçadores tivesse sido o ápice desse tipo de blockbuster e tudo o que veio depois foram pálidos reflexos dele. Claro que estou generalizando absurdamente, mas o raciocínio foi esse e acho que foi por aí que Pauline Kael pensou.

Abs,
Ritter.

Responder
Laila Santos 14 de junho de 2016 - 16:57

Falando em blockbusters rasos,tem a crítica de Independence Day (1996),no site?

Responder
Laila Santos 14 de junho de 2016 - 16:57

Falando em blockbusters rasos,tem a crítica de Independence Day (1996),no site?

Responder
planocritico 14 de junho de 2016 - 17:12

@disqus_8NdiU8N2rq:disqus , não temos ainda. Mas teremos em breve, logo antes da estreia da continuação!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 14 de junho de 2016 - 17:12

@disqus_8NdiU8N2rq:disqus , não temos ainda. Mas teremos em breve, logo antes da estreia da continuação!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 14 de junho de 2016 - 15:55

@disqus_8NdiU8N2rq:disqus , Caçadores em si não é declínio de nada. É um filme acima de qualquer suspeita. Mas, se olharmos para trás, veremos que filmes unânimes como esse depois dele são raros e esparsos. É como se Caçadores tivesse sido o ápice desse tipo de blockbuster e tudo o que veio depois foram pálidos reflexos dele. Claro que estou generalizando absurdamente, mas o raciocínio foi esse e acho que foi por aí que Pauline Kael pensou.

Abs,
Ritter.

Responder
Laila Santos 14 de junho de 2016 - 14:32

Raiders of the Lost Ark é um dos melhores blockbusters já feitos (só perde para Star Wars The Empire Strikes Back),não acho que esse filme seja um começo do declínio do cinema americano,seria muito bom se os blockbusters continuassem com a mesma qualidade de Caçadores da Arca Perdida.

Responder
GNewmarks 13 de junho de 2016 - 12:09

Ótima critica! Esse é com certeza o “Clássico absoluto dos filmes de aventura”. Acredito que se a duração fosse um pouco mais longa… Tipo umas 3h. ai sim seria completo. Ou será pela minha nostalgia de não querer que chegue ao fim nunca. Obs. Caro Ritter, reparou na mosca que entra na boca do Dr. René Belloq? Seria ela real? Morro de rir com essa cena.

Responder
GNewmarks 13 de junho de 2016 - 12:09

Ótima critica! Esse é com certeza o “Clássico absoluto dos filmes de aventura”. Acredito que se a duração fosse um pouco mais longa… Tipo umas 3h. ai sim seria completo. Ou será pela minha nostalgia de não querer que chegue ao fim nunca. Obs. Caro Ritter, reparou na mosca que entra na boca do Dr. René Belloq? Seria ela real? Morro de rir com essa cena.

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 15:23

Obrigado, @GNewmarks:disqus ! Caçadores é um filme que realmente você não quer que acabe nunca. Tudo no seu lugar e tudo muito agradável, excitante e que captura a imaginação.

Sobre a mosca, sim. Eu sempre me divirto com esse momento pensando no corte da cena e o ator se engasgando com o bicho…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 15:23

Obrigado, @GNewmarks:disqus ! Caçadores é um filme que realmente você não quer que acabe nunca. Tudo no seu lugar e tudo muito agradável, excitante e que captura a imaginação.

Sobre a mosca, sim. Eu sempre me divirto com esse momento pensando no corte da cena e o ator se engasgando com o bicho…

Abs,
Ritter.

Responder
Filipe Isaías 12 de junho de 2016 - 22:30

Seria estranho eu dizer que esse é um dos filmes da minha infância, tendo em vista que só tenho 17 aninhos? Acho que tenho a idade pra dizer que Indiana Jones é um dos filmes que formaram meu caráter. Minha escolha por cursar História é, em parte, por causa dele. Sem falar que o Indy é um dos meus heróis preferidos.

Falar mal de Indiana Jones (menos o quarto filme) é uma das poucas maneiras conhecidas de me irritar. É bem provável que eu tenha terminado uma amizade por causa disso. Devem ter havido outras razões, mas essa foi a principal com certeza.

Excelente análise, Ritter. Concordo com tudo, menos com o “Indiana Jones muito superior ao Han Solo”. Eu tiraria o “muito”. 🙂

Abs.

Responder
Filipe Isaías 12 de junho de 2016 - 22:30

Seria estranho eu dizer que esse é um dos filmes da minha infância, tendo em vista que só tenho 17 aninhos? Acho que tenho a idade pra dizer que Indiana Jones é um dos filmes que formaram meu caráter. Minha escolha por cursar História é, em parte, por causa dele. Sem falar que o Indy é um dos meus heróis preferidos.

Falar mal de Indiana Jones (menos o quarto filme) é uma das poucas maneiras conhecidas de me irritar. É bem provável que eu tenha terminado uma amizade por causa disso. Devem ter havido outras razões, mas essa foi a principal com certeza.

Excelente análise, Ritter. Concordo com tudo, menos com o “Indiana Jones muito superior ao Han Solo”. Eu tiraria o “muito”. 🙂

Abs.

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 15:25

É bem curioso, mas é sensacional ao mesmo tempo, @filipeisaias:disqus ! Mostra que você, apesar de muito jovem, sabe dar valor a obras das mais diversas, especialmente aquelas criadas “antes do seu tempo”, algo que falta em muita gente bem mais velha que você até.

Gosto tanto de Indiana Jones que nem consigo falar tão mal do quarto filme. Teremos a crítica aqui mais para a frente, pode deixar (de todos os outros três filmes, na verdade).

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de junho de 2016 - 15:25

É bem curioso, mas é sensacional ao mesmo tempo, @filipeisaias:disqus ! Mostra que você, apesar de muito jovem, sabe dar valor a obras das mais diversas, especialmente aquelas criadas “antes do seu tempo”, algo que falta em muita gente bem mais velha que você até.

Gosto tanto de Indiana Jones que nem consigo falar tão mal do quarto filme. Teremos a crítica aqui mais para a frente, pode deixar (de todos os outros três filmes, na verdade).

Abs,
Ritter.

Responder
Madex 21 de março de 2018 - 11:18

Eu gosto do quarto. É bem abaixo da trilogia, mas ainda acho muito bom.

Responder
planocritico 21 de março de 2018 - 13:02

Eu também gosto do quarto filme, mas não o acho muito bom.

Abs,
Ritter.

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