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Crítica | Os Defensores – 1ª Temporada

por Guilherme Coral
246 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 2,5

– Contém spoilers apenas das temporadas de Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro. Leiam, aqui, o Entenda Melhor com todas as referências e easter-eggs da temporada.

A parceria entre a Marvel e a Netflix teve um excelente começo com a primeira temporada de Demolidor. Desde então, contudo, a qualidade das séries, fruto dessa união, tem se demonstrado oscilante e, após o terrível primeiro ano de Punho de Ferro, nossas expectativas para o que viria a seguir foram consideravelmente baixadas. O problema é que, justamente depois desse fiasco, viria Os Defensores, o esperado seriado que uniria todos os personagens apresentados em suas séries solo. Dito isso, assim como fora o caso do primeiro Os Vingadores, a Marvel contava com a difícil obrigação de acertar nesse grande team-up.

Como esperado, a trama se passa alguns meses após os eventos da primeira temporada de Punho de Ferro. Danny Rand (Finn Jones) e Colleen Wing (Jessica Henwick) estão à caça do Tentáculo, tarefa que prova ser praticamente impossível, o que os leva por diversos locais ao redor do mundo. Enquanto isso, Matthew Murdock (Charlie Cox), Jessica Jones (Krysten Ritter) e Luke Cage (Mike Colter), que acabou de sair da prisão, também acabam se envolvendo, cada um, com o sombrio grupo. Restam a eles, então, unirem-se para impedir os planos de Alexandra (Sigourney Weaver), integrante do Tentáculo, cujos objetivos podem levar à destruição de Nova York.

Os temores de que Os Defensores acabaria seguindo pelo mesmo caminho de Punho de Ferro começam a se concretizar logo nos episódios iniciais. Com um ritmo nitidamente lento, repleto de momentos desnecessários que apenas dilatam a temporada como um todo, o seriado conta com um começo bastante devagar, deixando, porém, sempre a esperança de que esse ritmo irá acelerar em algum momento. Infelizmente, isso jamais acontece. Existem, sim, breves momentos mais ágeis, mas esses são acompanhados por toneladas da mais pura enrolação, com linhas e linhas de diálogos simplesmente se repetindo incessantemente. Para enxergar isso, basta pegar o exemplo de Danny Rand, cujas falas podem ser resumidas a: “eu sou o Imortal Punho de Ferro” e “vocês não têm ideia do poder do Tentáculo”.

Mesmo com uma trama espalhada por oito episódios, sendo que poderia facilmente ser resolvida, na íntegra, em apenas três, a série ainda nos entrega alguns pontos que merecem destaque. O primeiro desses é a interação entre núcleos do grupo principal. Quando todos juntos, a não ser que estejam lutando, tudo o que fazem é discutir, em geral sobre os mesmos pontos. Quando estão divididos em duplas, porém, tudo flui de maneira mais orgânica, proporcionando-nos com alguns momentos bastante cômicos, mas sem exageros, que aproveitam as diferenças entre cada um deles, além de deixar pontas para futuros team-ups (Luke Cage e Punho de Ferro, por exemplo).

Outro aspecto positivo é a forma como os personagens coadjuvantes são bem utilizados. Salvo um ou outro caso, todos já foram apresentados nas séries anteriores, o que possibilita que nos importemos mais com esses indivíduos, ainda que os de Demolidor certamente saiam na frente dos outros, tanto pela qualidade da série quanto pelo fato dele já ter duas temporadas. É gratificante enxergar como os roteiristas conseguem garantir a esses personagens papéis de destaque na série, cumprindo funções-chave dentro da narrativa, tudo enquanto suas histórias pessoais são respeitadas.

Já que citamos os novos indivíduos introduzidos, não há como não destacar o trabalho da excelente Sigourney Weaver, eterna Ellen Ripley, que rouba a cena como uma das principais antagonistas do seriado. Embora faça parte do Tentáculo, ela se destaca pela forma humana como é apresentada, não sendo puramente a representação da maldade, como é o caso dos infinitos ninjas da segunda temporada de Demolidor. Weaver empresta classe, mistério e a dose certa de ameaça à sua personagem, o que apenas nos entristece, visto que ela poderia ter sido muito melhor utilizada ao longo dessa temporada.

Nada, contudo, simboliza o grande desperdício como as sequências de ação da série. Não se trata nem de um problema nas coreografias, ainda que essas deixem a desejar, vide os momentos em que determinada personagem balança a espada pelo ar como se não tivesse a menor intenção de acertar alguém, ou dos inúmeros socos que nitidamente não se chocam com qualquer coisa. O grande problema está no excesso de cortes, que nos impede de entender o que está acontecendo na grande maioria dessas cenas. É praticamente impossível ter noção de espaço quando a ação começa e a confusão é tamanha que torcemos para que tudo passe mais depressa, tendo sempre aquela vontade de avançar para as cenas de maior tranquilidade.

Claro que os trechos mais calmas da série não são ajudados pela montagem burocrática, que pula de personagem em personagem quase que seguindo uma ordem específica. Felizmente, tal problema acaba indo embora quando o grupo se une, permanecendo somente as transições mais “artísticas”, que parecem ter sido tiradas de canais de Youtube, funcionando apenas para quebrar nossa imersão e constatar a óbvia mudança de foco para outro personagem, como se o espectador não tivesse cérebro o suficiente para entender isso. Ao menos a fotografia nos distancia, em certos pontos, dessa tragédia, sabendo empregar filtros e iluminação que bem representam cada um dos personagens centrais – algo que, claro desaparece quando estão juntos.

Tais elementos em conjunto fazem de Os Defensores uma série superior a Punho de Ferro. Portanto, é seguro afirmar que nossos medos não se concretizaram por completo. Dificilmente, porém, podemos categorizar essa primeira temporada como um acerto, visto que seus muitos deslizes são tão evidentes quanto suas qualidades, de tal forma que não conseguimos, verdadeiramente, nos envolver com a narrativa apresentada, embora consigamos, sim, nos divertir ocasionalmente. Trata-se de uma experiência esquecível, genérica, que apenas nos mostra o quanto a parceria entre a Marvel e a Netflix perdeu o seu rumo.

Os Defensores – 1ª Temporada (The Defenders) — EUA, 18 de agosto de 2017
Showrunner: 
Marco Ramirez
Direção: S. J. Clarkson, Peter Hoar, Phil Abraham, Uta Briesewitz, Stephen Surjik, Félix Enríquez Alcalá, Farren Blackburn
Roteiro: Douglas Petrie, Marco Ramirez, Lauren Schmidt Hissrich, Drew Goddard
Elenco: Charlie Cox, Krysten Ritter, Mike Colter, Finn Jones, Jessica Henwick, Rosario Dawson, Sigourney Weaver, Elodie Yung, Elden Henson, Wai Ching Ho,  Simone Missick, Rachael Taylor, Scott Glenn,  Eka Darville, Carrie-Anne Moss, Deborah Ann Woll
Duração: 8 episódios de aprox. 50 min.

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87 comentários

Helder Lucas 10 de setembro de 2017 - 12:06

ahrg, que série mais sofrível. a resolução das tramas, as repostas dadas para as poucas e tão pouco intrigantes perguntas foi tão simplória, que da segunda metade da temporada pra lá, a minha impaciência da primeira metade tinha se transformado em vontade de dormir pra sempre. francamente, Marvel TV… nem nos piores episódios de S.H.I.E.L.D. se perdeu tanto o rumo. aprendam com eles, please.

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planocritico 10 de setembro de 2017 - 15:03

Foi bem fraquinha mesmo. Quando o “grande” plano do Tentáculo foi revelado eu quase tive espasmos de risos aqui… E o pior foi como tudo foi resolvido: nada como um prédio ser explodido por gente que nunca manuseou explosivos para ele cair certinho no buraco e tampar tudo, resolvendo, ao mesmo tempo, os terremotos que eles inventaram…

E claro, o Demolidor sobrevivendo ao final foi a cereja no bolo…

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo Patini 25 de agosto de 2017 - 13:15

A crítica considerou que a trama poderia ser integralmente resolvida em apenas 3 episódios, o que nos leva a concluir que o volume dos 5 episódios restantes foram considerados desnecessários para o andamento da trama, ou, como falamos no popular, seriam meros ‘fillers’ e ‘barrigas’.
Isso me chamou a chamou a atenção logo de cara pelo imediatismo: quer dizer que a trama da série dos Defensores caberia num filme?!?
Bem, acabei de assistir aos três primeiros episódios e, para mim, enxugar esses 3 primeiros e transformá-los em 2 já seria prejudicial à historia a ser contada, pois perderia muito dos detalhes de como cada qual está seguindo com sua vida, de como a trama evolui para reunir os quatro etc. O que dirá transformar 8 episodios em 3…
As séries da Marvel/Netflix definitivamente não têm a pretensão de serem “séries Twiter”, limitadas a 140 caracteres; penso que seja uma proposta mais ‘slow’ mesmo, de mais diálogos e tentativa de desenvolvimento dos personagens e menos cenas de luta e correria – não vou nem entrar no mérito se esses diálogos e desenvolvimentos são bem feitos ou não, mas apenas registrar que eles me parecem ter carga e importância maior na série.
Eu me filio à filosofia de que o melhor de uma jornada é o caminho em si, e não o seu destino, e quero acreditar que o Plano Crítico seja mais adepto a essa filosofia também.
Sei lá, fiquei um pouco decepcionado por ser seguidor do site, pelo fato de o próprio site já ter levantado bandeiras contra o imediatismo etc… Mas eu devo assistir à temporada completa para prosseguir.
Um abraço a todos aí!

Responder
Lucas Haack 4 de setembro de 2017 - 21:49

A crítica é ótima e a série é fraca. Aceita.

Responder
Rodrigo Patini 14 de setembro de 2017 - 15:49

Aceito, não precisa apontar um arma pra minha cabeça, kkkk

Responder
Elton Miranda 5 de setembro de 2017 - 23:13

ficou triste porque não concorda com a crítica? a vida é assim

Responder
Rodrigo Patini 14 de setembro de 2017 - 15:48

Triste não porque discordo da crítica, mas porque achei exagero dizer que a história toda caberia em três episódios, cujo tempo total equivaleria o de um filme.
Ainda que coubesse, não o seria sem uma perda substancial de aprofundamento dos personagens principais, suas interrelações e as relações com os coadjuvantes de cada série individual, além do desenvolvimento da própria vilã elogiada na crítica.
Considerei que esse condensamento de história proposto pela crítica vai de encontro com o que é propagado pelo site, que acompanho há anos, mas entendo que é muito mais reflexo das considerações pessoais do Guilherme do que uma opinião coletiva da equipe do site.
Acabou que não consegui vir aqui para dar minhas considerações sobre a série, de um modo geral eu gostei (como não poderia deixar de ser, como fã que sou), mas o fato de a Netflix ter acertado tanto com o Demolidor acabou elevando a ‘régua da comparação’ muito para cima, então tudo que fica abaixo do nível de Demolidor corre o risco de ser taxado de ‘ruim’. Outro ponto que prejudicou foi a série vir a reboque de Punho de Ferro, então a pecha adquirida por aquela série acabou passando automaticamente pra Defensores. O mesmo aconteceu com a Elektra, que carregou seus ‘haters’ pra Defensores ao se tornar uma das vilãs principais da série.
Por fim, anoto a supervalorização da Alexandra, certamente causada em razão da atriz que a interpretou. Isso me faz lembrar da importância que uma certa personagem mutante ganhou na franquia dos X-Men somente em razão da atriz que a interpretava….
Adoro argumentar e ler as críticas dos demais leitores sobre os filmes e séries que assisto, inclusive de debater com os críticos aqui do site em algumas situações, a galera é muito gente boa e a divergência de ideias é sempre saudável, desde que com respeito, consciência e bom senso.
Abs

Responder
planocritico 14 de setembro de 2017 - 19:29

@rodrigopatini:disqus , meu maior problema com Defensores foi o plano mequetrefe do Tentáculo. Fazem aquele mistério todo, dizem que há uma ameaça à cidade de Nova York e, no final das contas, os caras só querem pó de osso de dragão para viverem para sempre??? Sério isso? Precisava destruir a cidade para eles cavarem aquele buraco? Não seria mais simples simplesmente cavarem DIREITO para não chamar a atenção de quem quer que seja? E para que serviu mesmo a Elektra ou Céu Negro? Guarda-costas de luxo? Para aquele momento “ahá, matei a Ripley!”? Eu juro que eu comecei a rir quando fiquei pensando no que tinha acabado de assistir.

E o mais hilário foi ver que o plano brilhante de cavar buraco para exumar dragão foi interrompido por heróis que NUNCA plantaram bombas na vida e que, na primeira vez que fazem isso, conseguem ser tão precisos que o prédio caiu certinho dentro do buraco, sem matar ninguém nem destruir propriedades ao redor. E, claro, o Demolidor, que estava lá embaixo e tomou um prédio na cabeça sai vivo com algumas costelas quebradas…

Meu desapontamento foi enorme, daqueles assim de já perder as esperanças até para Justiceiro, pois é capaz de transformarem o sujeito em um seguidor de regras e alguém que só machuca bandido, jamais mata…

Ó vida, ó azar…

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo Patini 15 de setembro de 2017 - 13:33

Caro Ritter, como de costume, é uma missão impossível contrapor seus argumentos!!! hahahaha
Eu falei pouco da série, minha vontade era falar muito mais, inclusive do grande WTF sobre tudo isso que você relatou. Eu sou fã e, como tal, me delicie em ver os 4 juntos e a interação entre eles e tal, e eu de fato comprei a ideia desse Punho de Ferro ‘rookie’, gostei da retratação dele como um neófito nessa coisa toda (eu imagineio Demolidor falando com o Punho como o Bátima Feira da Fruta fazia com o Robin: “Você é ainda uma criança, Robin!” kkk). Aquela cena dos 4 no restaurante, com os outros 3 aflitos e ele sossegadão, mandando ver na comida e com os pés na mesa, achei fantástico! Ele realmente estava curtindo aquela coisa de heroi, de aventura, de estar com aqueles caras etc. E a volta da Jessica Jones no final daquela cena, então!?! Ela entra com o carro em cima da Elektra, só que ela não está dirigindo: ela JOGA o carro na Elektra e aparece por detrás do carro, quando todos pensavam que ela sair de DENTRO do carro kkkkk “Sentiram a minha falta?” A Jessica é um show à parte!
Mas enfim, como sou fã, o resultado pra mim é positivo, e eu também fiquei cabreiro com essa historinha mequetrefe de ‘substância’.. Pô, os caras montam uma organização criminosa mundial só pra ficar caçando restos de dragões pelo mundo, pra manter a imortalidade dos 5 egressos de Khun Lun?
Tá parecendo aquele ‘samba do criolo doido’ que fizeram com a Hydra em MAOS: aquela organização gigante e toda capilarizada e enfurnada na Shield existia só pra trazer o Colmeia de volta. Ah tá….
O céu negro não teve explicação; aquele lance da Gao de que o que ela quer mesmo é voltar pra Khun Lun também não cola, ainda mais da matança que eles promoveram na cidade; o lance do Bakuto com a Gao na série do Punho é solenemente ignorado aqui; como Demolidor e os demais saíram daquela joça? Por acaso a ossada do dragão se estendia por toda NY, pra extração acarretar a ‘queda’ da cidade? Essas e outras questões ficam pululando na cabeça, independente de eu ter gostado, no fim, da coisa. E não chegou a me desapontar como aconteceu contigo (e tenho fé que o Justiceiro vai matá a porra toda, krloooooo… rs).
Em relação à crítica do Guilherme propriamente dita, eu só quis manifestar minha discordância com o exagero dessa coisa de ‘caberia em 3 episódios’. Já era lugar comum dizer que os 13 episódios das séries anteriores caberiam em 8, e sempre é possível ser mais minimalista. O Twiter, os Emojis e os ‘sqns’ da vida estão aí pra ninguém duvidar da capacidade de síntese que a galera jovem de hoje anseia.
De resto, não vou bancar de ‘defensor dos Defensores’: podia ser muuuito melhor? Ô se podia. reconheço os vacilos que todos viram, não sou cego, mas minha ‘fanzice’ permite perdoar só pela diversão proporcionada… rs
Vlw e abs (só pra ser tb minimalista, rs)

planocritico 17 de setembro de 2017 - 01:14

@rodrigopatini:disqus , eu gostei do que você gostou. A reunião dos heróis, a relação em pares entre Luke e Danny e Matt e Jessica e a reunião deles no restaurante chinês que tem a função visual de trazer todas as “cores” que caracterizam os heróis para um momento multicolorido. Meio over em termos de fotografia, mas bacaninha.

O problema é que foi andando e a série começou a ficar idiota, com o Tentáculo sendo não mais do que um grupo de anciãos mimados, apenas com Madame Gao se destacando e um plano idiota demais para o meu gosto. Achei melhor que Punho de Ferro e do que Luke Cage, porém.

Abs,
Ritter.

bre.ribeiro 23 de agosto de 2017 - 23:39

Essas transições saíram de White Collar! S2

Responder
Di Soares 22 de agosto de 2017 - 11:05

Do modo que terminou pro Demolidor…será que vem a A Queda de Murdock por aí, Ritter?😊😊😊

Responder
Kagawa Fukushima 21 de agosto de 2017 - 21:45

Melhor crítica sobre a serie que li, meus parabéns. Meu destaque vai pro Foggy, parceirao demais ta loco. Me emocionei na hora que ele e karen esperam o Matt entrar na porta da delegacia e… Enfim, critica justa sobre uma serie bem ok. Abraços

Responder
Flavio Augusto 21 de agosto de 2017 - 20:14

É uma ideia absurda e inverossímil, mesmo se tratando de uma série de super-heróis, a cidade de Nova York ter como base de sustentação as costelas de um dragão.

As ligações dos personagens foram legais e o plot inicial prometia algo grandioso, mas no fim não gostei como desenvolveram a trama. Não comprei essa ideia de um santuário de Kun Lun no subsolo da metrópole americana. Deixa Kun Lun para o seriado do Punho de Ferro, aqui podiam tratar apenas do Tentáculo.

Em vez de ossos de dragão para rituais de ressuscitação, poderiam usar algo que já foi mostrado em histórias do Demolidor, o Tentáculo sequestrando pessoas para sugar a essência vital com a finalidade de trazer a Elektra de volta. Pessoas do Harlem seriam sequestradas, colocando o Luke Cage em ação; Jessica Jones poderia ser procurada por Luke Cage para lhe ajudar na investigação, e a Claire Temple falaria para o Cage, olha eu conheço dois caras fodas que já lutaram contra essa organização, vamos falar com eles… O que daria uma importância maior para a Claire Temple ter participado das quatro séries, ela seria o elo que uniria todos os heróis. Veja que o Matt Murdock nem se surpreende por ela estar ali também. Ela foi só alguém que conhecia os quatro, mas que não mudou nada na história, se não conhecesse não faria diferença.
Já unidos, os heróis descobririam que havia um perigo muito maior, muito além que simples sequestros.

A vilã não foi aproveitada e não demonstrou nenhum poder pra dizermos essa aí é fodona, essa vai dar trabalho. Nada. O que a eterna destruidora de Aliens demonstrou mesmo é que não tem mais pique e idade para cenas de ação. Mal escalada. Pode ser boa em cenas dramáticas, mas era uma personagem que pedia algo a mais, já que era a líder do Tentáculo.

Essa necessidade de ter uma virada na história que matou a série.

Aliás, cadê o Tentáculo? Cadê os ninjas? Cadê os japas? Até poderia ser uma seita formada por dissidentes de Kun Lun, mas um negão mafioso? Uma socialite sessentona? Muito furada. Tinha até um loirinho que é a cara daquele ator do primeiro Karatê Kid (aquele que luta contra o Daniel no torneio e aplica um golpe sujo que o deixa com a perna machucada), mas nada dos japas ninjas que vimos na segunda temporada do Demolidor.

E essa coisa de quererem destruir a cidade vai contra o que foi mostrado em Demolidor e Punho de Ferro. O Tentáculo nessas séries queria poder, agia nas sombras, corrompendo o sistema por dentro e tomar o controle. Faria mais sentido a personagem da “Ripley” ser uma senadora ou prefeita, acobertando politicamente as ações da organização do que uma imortal fodona líder da mesma.

E o lance do buraco no prédio poderia ser algo mais místico, ou como parte de um plano para causar os terremotos, ataques terroristas, se fosse mesmo brincar com essa ideia de destruir a cidade, para chantagear em troca de dinheiro ou com propósitos ideológicos, que fariam um paralelo com os ataques dos terroristas islâmicos atuais.

Responder
adrianocesar21 21 de agosto de 2017 - 20:08

Gostei dos primeiros episódios.. não teve muito enrolação pra reunir todo mundo.. as motivações pra estarem todos juntos não foi tão forçada assim (fora a aparição ” magica” do Cage na frente do Matt e Jessica lá na cobertura) paleta de cores individuais estava legal. mas é inexplicavel como uma serie de 8 episódios conseguiu ficar mesmo assim arrastada no final.. fiquei muito feliz com a proposta pro Matt após a série (quem não gosta da fase Frank Miller?) e curti a ironia.. enquanto os vingadores lutaram por Nova Iorque acima da cidade os Defensores lutaram pela cidade abaixo dela.

Responder
JC 26 de agosto de 2017 - 16:43

Pensei a mesma coisa…começou até me empolgando, me divertindo…mas os últimos 3 episódios….nossa…queria morrer.
Até as lutas achei um porre.

Responder
Nicolas Dias 21 de agosto de 2017 - 15:07

Devo ser um dos poucos que não se incomodou com o ritmo inicial da série, é lento mas achei fluído e necessário. Alguns personagens nunca tiveram contato com o Tentáculo, outros como a Jessica não víamos há 2 anos, era preciso uma introdução individual. Gostei de como a trama foi sendo construída, com cada um realizando sua própria investigação até o encontro no Midland Circle. A química entre eles também me agradou, principalmente nos pares, Luke e Danny, Matt e Jessica. Nos poucos momentos em que o Danny esteve mais descontraído (como no restaurante chinês) achei ele mais tolerável. O personagem precisa parar de ser um paladino da justiça o tempo todo, e por R’hllor, ele não é o Groot, ele pode parar de repetir o tempo todo que ele é o Imortal Tédio de Perro.

A coisa desanda no segundo ato, quando deveria entrar em seu clímax a série fica mais lenta e truncada. São apenas 8 episódios, ainda assim parece que não tinham história o suficiente nem para isso. Sigourney Weaver começa muito bem, mas só pousar de badass e não fazer nada uma hora perde o efeito, até a Gao entra na ação, mas a Ripley não. A pá de cal é a morte da Alexandra, a vilã morre sem mostrar a que veio, sendo substituída por uma desinteressante Elektra. Fora os poderes do Luke e da Jessica, as vezes eles tem super força, as vezes os vilões absorvem os golpes deles sem problema algum. Para encerrar a batalha final é super anticlímax, uns cortes alucinados que não dá para identificar nada, e uma luta de comadres entre o Demolidor e a Elektra falando sobre sentimentos. Enfim, fico com um sentimento de frustração, tinha material para ser uma ótima série, no fim acaba sendo no máximo boa.

Ps: Ao invés do ridículo Kid Cascavel, não teria sido muito melhor se o Sowande fosse o grande antagonista em Luke Cage? Um líder do Tentáculo com poderes místicos teria sido um bom antagonista, e o Luke ainda teria mais motivação para entrar na guerra contra o Tentáculo.

Responder
Alison Cordeiro 21 de agosto de 2017 - 15:11

Terminei de assistir e confesso que fiquei desapontado com a construção da história e seu desfecho. Unir os heróis em função das ações do tentáculo tinha potencial, até fazia algum sentido em colocar Jessica (em função da investigação do arquiteto), Luke (com a história do garoto), Randy (já na cola da organização) e Matt (que já tinha os confrontado antes) juntos. Ressuscitar Elektra como a Black Sky poderia também ter sentido, sendo ela uma excelente oponente a quem quer que fosse, bem como para colocar o Demolidor em conflito e provocar a traição e sacrificio dela no final. Porém as escolhas do roteiro deixaram a desejar e foram criando situações inúteis que faziam voltas e não traziam dramaticidade. Mas o final foi brochante: a ameaça a NY que no fundo não ameaçava nada, os imortais fodásticos com mortes simplistas sem despertar sequer a satisfação de “já foram tarde”.
Podia ter sido mais, sendo heróis urbanos sem aspiração de grandeza dá uma possibilidade de “realismo” maior, especialmente no que tange a consequências, que seria o forte de uma série como esse, calcada nas ameaças que ninguém além do Batman ligaria. Nunca pensei que destoaria ver um herói uniformizado, mas nas vezes que o Demônio de Hell’s Kitchen colocava seu uniforme não combinava com o restante.
Enfim, também já deu essa coisa de Nova York “destruída”. O bom antagonista não quer ver a ruína da cidade, ele se alimenta dela e a mantém em pé para continuar a explorá-la, como o Rei do Crime sempre fez. Funciona nos quadrinhos, mas a mídia é outra e a suspensão da descrença encontra limites mais tênues ali. Achei que a crítica foi justa, a série é legalzinha, mas ficou abaixo do que poderia render.

Responder
márcio xavier 21 de agosto de 2017 - 15:06

Eu ainda não vi, mas já tô com medo de ver o punho de ferro de novo. O cara não tem nada a ver com o personagem e tudo nele parece artificial (e não vou falar que minha filha de 8 anos faixa azul luta melhor que ele) e sem graça. Tenho quase certeza que os produtores já fizeram reuniões sobre a viabilidade de trocar o ator e ainda não tiveram coragem.

quem sabe o Nicolas Cage no lugar dele…. 😛

Responder
Huckleberry Hound 21 de agosto de 2017 - 19:24

Finn Jones é um bom ator mas não teve muito tempo pra se preparar nas coreografias ele foi até melhor nesa sérir pelo menos um pouco!!

Responder
Di Soares 21 de agosto de 2017 - 15:06

Élodie Yung (Eléktra) me faz achar que o preço pago no Netflix é tão absurdo qt o valor de uma Ferrari !!! Sofrimento tentar dar um pingo de valor numa série que dá tanta importância numa personagem na qual a intérprete tem dificuldade de passar seriedade num simples piscar de olhos!!! Sad But True !!! 😢😢😢😢😢

Responder
Willian Alves de Almeida 21 de agosto de 2017 - 15:04

Essa é uma das poucas que eu discordo do site
Eu gostei da série apesar que sim, ela perde a força depois da morte da Alexandra,o que prejudica muito,pois foi justamente no ato final da série. Mas, achei os seis primeiros episódios excelentes!

Me decepcionei com a finalidade do Buraco, e com o objetivo final do Tentáculo,e esperava algo vinculado ao Mephisto, já que haviam rumores sobre ele ser o vilão principal da série. Sitck em nenhum momento explicar para os Defenders que só mata um membro do Tentáculo o decapitando,é uma falha grave do roteiro, mas isso deve ser para permitir o retorno de Madame Gao (aeee) e Harold Meachum (bate na madeira!!!). Alexandra deveria ter morrido só na season finale,amei a personagem!

A interação dos personagens principais foi muito legal,embora Matt e Jess tenham roubado a cena. Fui surpreendido positivamente com o destaque que personagens das séries solos receberm,especialmente o Stick.

Eu daria uma nota 4 estrelas.

Responder
Richard Oliveira 21 de agosto de 2017 - 09:52

Essa série é o oposto do que está acontecendo em GoT, em Defensores a muito material para guiar o roteiro/direção e fizeram essa ……(o Ritter me censurou, novamente!!! está virando marcação isso)
Excelente critica!!!!

Responder
planocritico 21 de agosto de 2017 - 13:05

BEEEEEEEP!

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter, o Censor

Responder
Alexandre 21 de agosto de 2017 - 09:07

Fala Guilherme,
Daria 3/5 estrelas, não é aquela puta série mas ao meu ver tem mais pontos positivos do que negativos. Achei que cagaram quando mataram a vilã para colocar a Electra como líder, nada a ver. Os heróis foram bem tirando o Punho de Ferro que é muito burro. No final a ninja fala que precisa do punho dele e o que ele faz? Invoca o bicho pra quebrar a parede. Vai entender kkkkk. Mas no geral gostei.

Abs.

Responder
Willian Alves de Almeida 21 de agosto de 2017 - 15:07

Eu gostaria que a morte da Ripley fosse somente no último episódio, mas a Elektra liderar o Tentáculo é algo que é cânone das HQs. Mas gostei igual à ti da série!

Responder
Elton Miranda 20 de agosto de 2017 - 21:42

O grande problema é todo mundo esperar que todas series dessa parceria Marvel/Netflix tenha a mesma qualidade de demolidor, mas se formos analisar ao fundo, só demolidor presta e tudo resto é esquecível , e essa não foge a regra do esquecimento

Responder
planocritico 21 de agosto de 2017 - 13:05

A questão é: porque não esperar o mesmo nível de Demolidor?

Abs,
Ritter.

Responder
Ricardo 20 de agosto de 2017 - 20:35

Eu gostei da série. Ela melhorou o personagem Danny Rand e as cenas de luta ficaram melhores que as de Punho de Ferro. Mas o que me decepcionou mesmo foi o tratamento aos vilões. Uma coisa que a Marvel/Netflix vinha acertando e não mostrou a que veio nessa série. Mas a interação entre os personagens ficou muito boa!!!

Responder
catola junior 20 de agosto de 2017 - 19:07

Bom ! eu achei essa primeira temporada boa porém com sérios problemas, e como foi muito bem lembrado na crítica o punho de ferro parece um disco quebrado repetindo eu sou o Imortal Punho de Ferro” e “vocês não têm ideia do poder do Tentáculo”( eu ri muito ao ler isso na crítica )porém vi uma boa química entre ele e o luke cage, posso imaginar os dois uma série juntos como os heróis de aluguel, que ao invés de ter um cartão para o serviço deles, teria um aplicativo estilo uber.

Responder
Alcides Faria Costa 20 de agosto de 2017 - 16:44

Gostei muito da interação entre Jessica Jones e o demolidor e de qd se encontraram pela primeira vez (até pq já estava desistindo, do tanto q demorou). O resto… bem mais ou menos. Perdi tempo vendo a série toda. Pra mim essa só é melhor q a do punho de ferro, dentre as da Marvel/Netflix

Responder
Dan 20 de agosto de 2017 - 09:36

Que tristeza essa série! Acabei assistindo toda só pq choveu o dia todo na minha cidade e fiquei sem vontade de sair… ai fui vendo meio que por inércia. Um desperdício incrível de personagens.
A produção é pobríssima, as cenas de luta de tão chatas e inteligíveis eram o momento em que eu aproveitava pra ir ao banheiro, os diálogos pavorosos…

Qual exatamente a ameaça à NY? O “poderoso” tentáculo queria abrir um buraco, pegar “a substÂncia” e viver para sempre… e? Não é como se do buraco saísse mais ninjas ou um dragão… Pq eles diziam “NY será destruida”? Isso nunca fez sentido para mim, no fundo eles só eram uma corporação “evil” que lucrava ilicitamente. O Rei do Crime sozinho era muito mais ameaça do que essas pessoas imortais.
E as dois bilhões de ninjas, onde estavam na luta final?
Qual exatamente era o papel do black sky? Pq a Alexandra tinha depositado todas as fichas nisso? Não consegui perceber o grande papel dela na trama. Ela só era uma ninja um pouco melhor do que os outros minions, só isso.
E pq o Demolidor quis morrer com ela?

Do lado dos heróis o Punho era definitivamente o pior personagem. O cara era uma anta! O ator que o interpreta é inacreditavelmente ruim e sem carisma.
Outro momento embaraçoso foi quando colocaram os entes queridos na delegacia… meu deus…
Ah sim, e no fim, depois de terem sido encontrados com dois mortos (um sem cabeça) e terem destruido uma parede da delegacia para fugir, os caras são inocentados… Difícil escolher o pior momento dessa série…

Acho até que a crítica pegou leve. Eu daria uma nota negativa para esse treco.

Responder
Huckleberry Hound 20 de agosto de 2017 - 13:03

Concordo mais com essa crítica pois você parece um hipercritico,cada um tem sua opnião né!

Responder
planocritico 21 de agosto de 2017 - 13:07

@disqus_PJzxCFXBon:disqus , quando a série acabou eu fiquei me perguntando exatamente a mesma coisa sobre o buraco de Nova York… Toda aquela ameaça de destruição, planos malignos e tudo mais era só para pegar osso de dragão? Em que isso exatamente ameaçaria a cidade?

Ridículo.

Abs,
Ritter.

Responder
Willian Alves de Almeida 21 de agosto de 2017 - 15:09

Ritter e Dan, os ossos ao terem a substância retirada, ruíram a estrutura da cidade,daí derrubaria e destruiria NYC. Mas sim, o plot do Buraco me decepcionou…

Responder
Felipe Oliveira 20 de agosto de 2017 - 00:46

Concordo plenamente com a crítica… só tenho uma coisa a descrever sobre a série: forçada!
Não deixa de ser legal ver seus herois juntos e tals, mas não conseguiram fazer a serie deixar de ser clichê e forçada nos acontecimentos, encontros e reuniões dos personagens… –‘

Responder
Fernando Gallon 19 de agosto de 2017 - 22:44

Terminei hj a série, e concordo com a crítica…só se salvam o Demolidor e o Stick, o Punho de Ferro, está constrangedor, Elektra e a Jessica Jones uma porta tem mais expressão…a Sigourney Weaver rouba a cena quando aparece.
Meu medo agora é com Justiceiro, antes era um receio, agora virou um medo ao cubo de estragarem um bom personagem.

Responder
Maya Souza 21 de agosto de 2017 - 12:39

Acho q isso não vai acontecer, se ocorrer um erro é a escrita da história, mas creio que o ator vai salvar as coisas. Enfim, vamo v, ne?!

Responder
Sóstenes - Toty 19 de agosto de 2017 - 18:29

Meu… Todo Seriado é a mesma coisa, Não. Importa a qualidade sempre vai ter gente falando que poderia ser condensado em MENOS episódios.
Eram 13, falaram que eram muitos.
Agora são 8, dizem que são muitos.
Quando lançam Filmes ficam dizendo, “ah, bem que poderia virar uma série.”
O ser humano é uma arte inconstante.

Responder
planocritico 20 de agosto de 2017 - 04:04

Poxa, mas como você mesmo disse, sempre vai ter gente reclamando do tamanho de uma série. Portanto, o ser humano é uma arte CONSTANTE, não?

HAHAHAHAAHAHAHAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 19 de agosto de 2017 - 14:47

Eu não achei a série esquecível. Ela tem seus deslizes no que diz respeito as cenas de ação, fica tudo confuso e nas personagens femininas, Misty Knight, Claire entre outras, totalmente apagadas. Jessica Jones em seus primeiros episódios estava descaracterizada, deram uma regredida na evolução que a personagem teve na sua série solo, disso odiei. E sua super força não foi bem utilizada, deram destaque ao Luke sendo que ela se mostrava mais forte que ele, nem vimos os super pulos dela.

Elektra só tem o nome, totalmente diferente da versão dos quadrinhos, fora o físico da atriz que já me incomoda. Mas de resto ainda gostei da interação dos personagens, principalmente Luke Cage e Punho de Ferro, torço para uma série de Herois de Aluguel seria mais eficiente do que darem uma terceira temporada para os dois.

Responder
giovanni fernandes 19 de agosto de 2017 - 14:11

Caramba,primeira vez que discordo de uma critica do site kkkk

Responder
planocritico 19 de agosto de 2017 - 20:34

Isso acontece nas melhores famílias! 🙂

Abs,
Ritter.

Responder
Felipe Oliveira 20 de agosto de 2017 - 00:46

KKKKKK

Responder
ABC 19 de agosto de 2017 - 12:37

Há alguma referência à um certo aracnídeo morador de NY?

Saudações.

Responder
Lucxs 20 de agosto de 2017 - 06:04

Eu acho que eles fazem uma referência sim, mas bem rápida, de passagem. Acho que falam sobre um herói do Queens, ou algo do tipo…

Responder
Edson Aguiar 19 de agosto de 2017 - 05:30

Eu concordo com a crítica. Mas confesso que gostei da série e estou ansioso por uma segunda temporada. Acho que o rumo entre Netflix e Marvel não foi perdido e, sim, negligenciado. Falta alguém para dizer: olha o “rumo” ali, vamos voltar a usá-lo.

Responder
Huckleberry Hound 19 de agosto de 2017 - 02:47

Nada sensacional,mas estou gostando as cenas de acão variam o Luke contra Dany,por exemplo,foi bem feita acho que não é tão mediocre,enfim dá pra passar o tempo!

Responder
Mauro Guimaraes 19 de agosto de 2017 - 01:55

As cenas de lutas são decepcionantes, muito longe da veracidade das lutas da série solo do Demolidor…

Responder
Huckleberry Hound 19 de agosto de 2017 - 02:48

Dificil veracidade quando se tem 3 herois com super habilidades…

Responder
Guilherme Coral 20 de agosto de 2017 - 12:13

Mas veracidade não necessariamente quer dizer que algo precisa existir em nosso mundo. A questão é nos fazer acreditar que aquilo está acontecendo ali dentro.

Responder
Junito Hartley 19 de agosto de 2017 - 01:36

Concordo com a critica, a serie pelo menos é melhor que punho de ferro (pra ser pior so nível cw) achei que houve evolução na luta do menino punho de ferro, mais infelizmente como o propio roteiro diz, esse é o punho de ferro mais burro que ja teve kkkk . Concordo sobre os cortes nas cenas de luta especialmente a do 7 episodio quando lutam contra os 3 lideres do tentáculo na parte da coroa japonesa, parecia que quem tava filmando era e edward mãos de tesoura. a alexandra como lider suprema eu ja achei que n convenceu, em nenhum momento achei ela ameaçadora ou com alguma habilidade especial que fizesse jus ela liderar. Por mim os caras deviam focar so em demolidor e largar de mao o resto.

Responder
Daniel Marques 19 de agosto de 2017 - 00:05

Depois do marasmo de Luke Cage é da chatice de Punho de Ferro, fiquei com os 2 pés atrás, mas Defensores me surpreendeu. Estou maratoneando (finalizei o 6°) e estou gostando. Bem abaixo ainda das duas temporadas de Demolidor, mas vale assistir.

O hype agora está todo voltado à série do Justiceiro. Essa não tem como não ser boa. Só se trocassem o ator e escalassem o Adam Sandler. 🙂

Responder
Guilherme Coral 20 de agosto de 2017 - 12:07

Que bom que gostou, Daniel! Queria ter sentido o mesmo.

Responder
Leo Nunes 19 de agosto de 2017 - 01:04

Mão pesada nessa crítica hein? O Imdb divulgou uma nota altíssima e o rotten tbm; acho que lá encontrarão críticas melhores.

Responder
planocritico 19 de agosto de 2017 - 02:24

Bem, você está dizendo que essa crítica aqui é “pior”, pois não combina com as “notas” no IMDb e RT e, provavelmente, com o que você acha da série?

Sempre tive como lema buscar comentários e críticas dissonantes, mas bem embasadas, pois às vezes elas fazem a pessoa que tiver mente aberta o suficiente parar para notar algo que talvez não tenha notado quando assistiu… Não é para mudar a ideia de ninguém nem nada, apenas para fomentar o debate sadio que saia do reducionismo “a nota deles foi mais alta que a sua e, como eu acho que a nota tem que ser alta, sua crítica é uma porcaria”…

Mas tudo bem…

Abs,
Ritter.

Responder
Felipe Oliveira 20 de agosto de 2017 - 00:50

Verdade! Concordo plenamente com a crítica e com tudo o que disse acima! Não liguem para a crítica do rapaz acima. Vai ver ele é só um mais um fanboy da Marvel que engole qualqr merda que lhe é jogada goela abaixo…
Eu mesmo achei que a série poderia ter sido MUITO melhor…

Responder
Thomas Mikhailovich 19 de agosto de 2017 - 00:28

Eu gostei de Defensores. Mais do que eu imaginei que gostaria. O que mais me incomodou foi o time de vilões. Para mim o plot que envolve um deles é repetitivo e desnecessário. A Alexandra começou muito bem e caiu no decorrer da temporada. Além disso, o Tentáculo é um tanto instável, e mesmo com uma baita potencial atrelado a imortalidade, não me convenceu nem um pouco.
Aliás, não gostei também das múltiplas faces envolvendo a Eléktra, que foi uma das minhas personagens favoritas de Demolidor, por mais que a maioria não goste.
O que me ganhou mesmo foram os quatro Defensores. As lutas estão melhor coreografadas. As séries do Punho de Ferro e Luke Cake são bem abaixo da média, mas aqui os dois funcionam muito bem. Principalmente o Danny, que me fez querer dar uma segunda chance a Iron Fist, que eu nem terminei.
Ah, e outro destaque é o humor. Eles usaram algumas piadas muito bem. E, ao contrário da crítica, não achei a série lenta. Eu devorei três episódios seguidos e os demais eu vi intervalados e gostei bastante do número reduzido de episódios, que além de enxutos, tiveram uma duração menor, oscilando entre 45-50 minutos.
Infelizmente, como eu disse lá no início, a série peca pelos antagonistas, mas o time possui química e tem potencial para uma segunda temporada. Vamos ver o que acontece. O gancho deixado ao menos é interessante.

Responder
Regileudo Gama da Silva 18 de agosto de 2017 - 23:34

Estava esperando por uma crítica assim: sincera, sem exarcebar as partes boas, escondendo as ruins! E meu Deus, concordo com tudo o que você escreveu! Essas transições de Youtuber me davam nos nervos! E naquele final de episódio eu xinguei muito por fazerem aquilo com a Weaver!!!!! Ainda estou com raiva!

Responder
Guilherme Coral 20 de agosto de 2017 - 12:07

Nem me fala, trocar a Weaver pela zé ninguém da Elodie Yung foi foda. Pessoalmente detesto a Elektra Doritos da Marvel-Netflix.

Responder
Stella 20 de agosto de 2017 - 16:30

Nem Elektra ela é, só tem nome kkkkkk Mas realmente não gostei de trocarem a Waever da maneira que foi. Decisão pessima, mas gostei mais da série que tu migo kkkkk

Responder
Ítalo Gabriel 18 de agosto de 2017 - 22:46

Eu to indo pra o terceiro episódio agora; o primeiro e o segundo são tão ruins quanto o 6×1 de Game of Thrones, é um epílogo das outras séries, tão fragmentado que parece uma novela. E a presença do demolidor nesses dois primeiros me pareceu totalmente desnessessária. Seria legal o episódio focar em um ou dois protagonistas enquanto eles estão separados.

Responder
Guilherme Coral 20 de agosto de 2017 - 12:05

Fica parecendo isso mesmo. Criaram uma narrativa fragmentada demais nesses primeiros!

Responder
thiago 18 de agosto de 2017 - 22:12

Da até desânimo pra série do justiceiro… putz

Responder
Daniel Marques 19 de agosto de 2017 - 22:01

Eu já penso exatamente o oposto. Justiceiro não tem como ficar ruim.

Responder
thiago 20 de agosto de 2017 - 03:28

Ue pq?

Responder
Daniel Marques 21 de agosto de 2017 - 05:34

Porque é garantia de porradaria da brabas, muita bala e sanguinolência. 😀

Responder
Helga Possas 18 de agosto de 2017 - 22:01

discordo…. não sou uma crítica, mas considerei a série muito boa, uma das melhores que já assisti…. considerei os diálogos bem amarrados e a trama bem desenvolvida… e até a atuação sofrível do punho de ferro em sua série solo acredito que foi superada… eu me diverti muito e fiquei ansiosa episódio a episódio. Quanto às discussões, achei-as bem construídas, elas equilibram as cenas de ação, deixaram a série mais visceral. Já as coreografias, considerei muito superiores às mostradas em Punho de Ferro. Enfim, eu gostei muito. E tenho a agradecer, pois em minhas iniciações com os quadrinhos, sequer imaginei que iria ver isso em outros suportes. Sei que não é a formação original de Defensores, mas foi uma inovação criativa e extremamente bem vinda aos meus olhos!

Responder
Fabr_18 19 de agosto de 2017 - 16:50

Concordo contigo. A série é ótima.

Responder
R. 18 de agosto de 2017 - 22:01

Eu achei a série ok, mas os dois primeiros episódios são desengonçados, depois disso melhora, até a metade, então volta a perder ritmo.

Mas o pior pra mim é a incoerência quanto aos poderes dos personagens, Elektra ora tem a força de um Luke Cage ou Jessica Jones, ora parece ter a força de uma pessoa comum, outros personagens como Jessica e Demolidor em outras temporadas tinham dificuldade ao enfrentar pessoas comuns, aqui lutam com 10 ninjas sem grandes dificuldades, o soco brilhoso do Punho de Ferro que ora joga todos longe, ora parece ser só um pouco mais forte que um golpe comum, enfim incoerências.

Outras coisas que me incomodaram foram a luta final onde o Demolidor diz que vários deles estavam armados, mas demora uns 20 minutos pra alguém dar o primeiro tiro, e as várias vezes na Série onde eu fiquei me perguntando como esse personagem sabia que essas pessoas estavam lá? Quando alguém aparecia do nada em alguns lugares.

2,5 tá bom mesmo.

Responder
Huckleberry Hound 19 de agosto de 2017 - 02:56

Bom mesmo é a fotografia e filtro de iluminação quando muda de foco enquanto eles não se juntam,até que dá uma atmosfera melhor naquela lenteza!

Responder
Regileudo Gama da Silva 19 de agosto de 2017 - 13:23

E tipo quando o elevador cai e não afeta nada? Se reparar bem a luta estava acontecendo bem próximo ao local da luta do Matt com a Elektra – e teria esmagado aquele personagem que não falava inglês…

Responder
Stifler Sincero 22 de agosto de 2017 - 22:28

Na vdd dakela queda q ele caiu era pra ter morrido na hora

Responder
Huckleberry Hound 18 de agosto de 2017 - 21:25

Vou começar a assistir hoje acho que será “divertido” no mínimo como Legends Of Tomorrow e a quinta temporada de Arrow!

Responder
planocritico 19 de agosto de 2017 - 05:23

A quinta temporada de Arrow é divertida só se você aprecia bambu sendo enfiado vagarosamente embaixo da unha… HAHAHAAHAHAAHAHAAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Santiago 18 de agosto de 2017 - 18:49

Logo se vê que a Marvel não depositou dinheiro na conta desses críticos comprados ARROMBADOS PREPOTENTES DO CARALHO.

Responder
Victor Moreira 18 de agosto de 2017 - 19:03

Tô confuso.

Responder
Guilherme Coral 18 de agosto de 2017 - 19:13

Por que confuso?

Responder
Luiz Santiago 18 de agosto de 2017 - 19:43

Confuso por que?

Responder
Stella 20 de agosto de 2017 - 16:31

to confusa com a confusão de voces kkkk
http://images.virgula.uol.com.br/2017/03/nazare-gif.gif

Guilherme Coral 18 de agosto de 2017 - 19:20

Quem quer rir… tem que fazer rir!

Responder
Luiz Santiago 18 de agosto de 2017 - 19:43

Oh, yeah!

Responder
Italo Bandeira 19 de agosto de 2017 - 00:00

Eu entendi essa referência aí hein? xD

Responder
Gabriel Oliveira 18 de agosto de 2017 - 19:17

Fiquei surpreso do quão negativa foi a crítica daqui. Em outros lugares vi falarem mais que o começo (em especial o ep 1) não é lá essas coisas mas que depois melhoria bastante.

Responder
Guilherme Coral 18 de agosto de 2017 - 19:24

Infelizmente não consegui gostar da série. Quando acabava um capítulo não tinha a menor vontade de pular para o outro.

Responder
André 19 de agosto de 2017 - 13:49

Hahaha falou o cara que acabou no mesmo dia que lançou.

Responder
Guilherme Coral 20 de agosto de 2017 - 12:03

Esse é o meu trabalho, não tenho opção.

Responder

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