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Crítica | Pantera Negra (Sem Spoilers)

por Anthonio Delbon
586 views (a partir de agosto de 2020)

  • Leia, aqui, a crítica com spoilers e, aqui, nosso índice do Universo Cinematográfico Marvel.

Pantera Negra é um filme sobre nobreza.

Apresentando o tão aguardado reino de Wakanda, a Marvel aproveita para colocar seus dilemas sobre heroísmo na pele de um homem prestes a se tornar rei. Seguindo os eventos de Capitão América: Guerra Civil, onde fomos apresentados ao então príncipe T’Challa, esse primeiro filme solo do Pantera tem tudo o que a Marvel faz de melhor: uma incrível apresentação de mundo, a incansável jornada edificante do herói, carismáticos coadjuvantes, bom humor e leves reflexões que até podem dar pano para manga a quem quiser imergir mais.

O filme traz, contudo, alguns velhos deslizes. Mas já já chegamos neles.

Antes, longe de ser o melhor filme do MCU ou um marco histórico como se anda dizendo nas esquinas da internet, é preciso destacar Pantera Negra como mais um belo acerto do estúdio. Focando a lente para apresentar Wakanda, a Marvel construiu, novamente, um universo cheio de exuberância, pulsante do começo ao fim da película e capaz de gerar no espectador aquele desejo de ver infinitas estórias do lugar.

Talvez seja até mais justo comparar a estética desta nação africana com o universo cósmico ou místico, ainda que Wakanda fique no nosso planeta tanto quando a cinzenta Nova Iorque dos Vingadores. Pantera também não é o filme mais bonito do universo cinematográfico da Marvel – ainda fico com Guardiões, Doutor Estranho e Ragnarok – mas o constante contraste entre o negro e o roxo, do traje do herói aos céus místicos, do líquido ritualístico às ruas coreanas, somado às cores quentes das planícies do país e de cassinos luxuosos, é simplesmente de encher os olhos.

O que faz de Pantera Negra, enfim, um filme de bom para ótimo?

Nada da belíssima construção de Wakanda valeria se Chadwick Boseman não conseguisse carregar nas costas o nome do filme. E ele cumpre a missão com absoluta tranquilidade. Faz até parecer fácil o papel de um jovem rei, impondo-se com a mesma serenidade que mostrou em sua estreia sem deixar de mostrar a fragilidade que a posição oficial de Pantera Negra traz consigo.

É deste ponto de partida que Ryan Coogler, dirigindo e co-escrevendo a obra, cria uma trama tensa em sua essência. T’Challa herda a tradição de seus antepassados e tudo de bom e ruim que vem com ela. Ao mesmo tempo, é cobrado por si e por outros para olhar para o novo, como a tecnologia de vibranium que fez de Wakanda a nação mais rica do mundo. Será o momento de dividir essa dádiva com outras nações? Ou pérolas seriam jogadas aos porcos?

A coisa complica quando Ulysses Klaue (Andy Serkis) e Erik Killmonger (Michael B. Jordan) aparecem nublando o cenário e adicionando um pouco de ambiguidade ao enredo. A política isolacionista do país passa então a rimar com o próprio isolamento do rei de Wakanda, a partir do momento em que seu idealismo familiar balança. O Pantera Negra, enfim, mostra um conflito que vai além da superação do ódio.

Aliás, exatamente por ter vivido o que viveu com Zemo no filme anterior – a busca cega pela vingança – T’Challa não titubeia. Suas dúvidas caladas até podem enfraquece-lo momentaneamente, mas a piedade e a convicção são os dois alicerces do que faz o Pantera mais do que um simples governante.

De forma inteligente, Coogler estabelece o primeiro herói monarca do MCU mostrando, basicamente, apenas o controle que o personagem possui de seu entorno. Para quem conhece os quadrinhos, a mistura entre tecnologia e magia de Wakanda não é novidade. Vê-las integradas nesse universo, todavia, sem qualquer aparente conflito entre ritual e ciência, entre hierofanias tribais e civilização ocidental, ambas dominadas harmoniosamente por T’Challa e sua corte, acaba sendo por si só uma espécie de carta de apresentação deste rei que encarna, a bem da verdade, o conflito de todo homem: entre o passado e o futuro, o que conservar e o que reformar? Como lidar com reacionários e revolucionários que ignoram ora a necessidade de reforma, ora a necessidade de conservação?

É aqui que as atrizes coadjuvantes brilham talvez tanto quanto Boseman. Danai Gurira como a general Okoye rouba com elegância algumas cenas. Forte, carismática e badass, ela simboliza, sobretudo, o respeito à tradição e a força institucional de Wakanda, além de servir para cenas de ação que fazem nossos olhos brilharem. Shuri, irmã do rei, serve como principal alívio cômico em meio ao arquétipo da “gênia dos gadgets por trás do herói mascarado” que Letitia Wright encarna com a leveza necessária.

Apenas a Nakia de Lupita Nyong’o deixou a desejar um pouco no lado dos mocinhos, mais por culpa da trama em si do que da maravilhosa atriz. Martin Freeman interpreta Martin Freeman, para variar (desculpem a maldade).

Mas antes de irmos aos vilões – o que nos levará necessariamente aos aspectos negativos do filme – há mais algumas belezas em Pantera Negra a serem lembradas. Os trailers, é verdade, já entregaram muito da beleza visual das tribos de Wakanda. Mas admirar o figurino, a maquiagem e os penteados que diferenciam não só cada tribo, mas cada indivíduo, traz realmente um encanto que deixa a nação do Pantera ainda mais viva em nossa memória.

Além do mais, em certas cenas de batalha campal são tais vestimentas que nos ajudam a identificar o que está acontecendo. Lembrei de Ran, de Kurosawa (desculpem a heresia), em uma escala muito menor.

A ação em si, pela terceira vez, devo repetir: não é a melhor do MCU. Felizmente, porém, Coogler opta por inúmeros duelos corpo a corpo que instigam o espectador. Uma particular cena em um particular cassino, protagonizada por uma particular personagem, é puro espetáculo, desses que pagam e ultrapassam o valor do ingresso. Eu já disse que a general Okoye é uma personagem incrível??

Mas nem tudo são flores.

O modelinho Marvel de se fazer cinema, é sabido, traz consigo previsibilidade, vilões fracos e excessivo uso de CGI. Aqui não é diferente. Lá pelo meio do filme as peças logo se encaixam e o ritmo cai um pouco. Não chega a se arrastar, mas chega a cansar por breves minutos.

Também é possível que eu esteja ficando velho e o problema seja meu, mas animação digital me causa um sono instantâneo. Coloque-a dentro de um cenário escuro e é capaz de eu até sonhar. Decisões incompreensíveis em filmes de herói – ou de ação – em geral, ainda que recorrentes, para a minha desgraça.

O ponto, todavia, que de fato mais me incomodou, foi mais uma vez a utilização de vilões fracos, mesmo que estejamos contando com dois atores de alto calibre. É verdade que a motivação e a postura política tanto de Klaue quanto de Killmonger deixam o filme alguns graus mais denso e interessante. Servem, também, para a própria jornada de herói que T’Challa, como em todo filme de origem, deve passar. Mas veja só porque me incomodo, caro leitor.

É lugar comum se repetir por aí que alguns vilões têm motivações compreensíveis e métodos extremos. Daí, dá-se um salto e começa a circular a noção de que o vilão tem profundidade e ambiguidade distintas da grande massa de vilões que só estão ali para apanhar. Essa bobagem toda é o que eu batizei de síndrome de Magneto.

O sr. Magneto dos famigerados filmes dos X-Men, como é sabido, foi criado baseado no radical Malcom X, em contraponto ao Professor X, o Luther King telepata. Mas o que fez Erik Lensher se tornar tão querido entre os fãs, pelo menos nos cinemas, foram filmes e mais filmes onde sua personalidade era trabalhada com esmero e cuidado. Ainda acho difícil ver relação mais magnífica em filmes de super-herói do que a de Fassbender e McAvoy em Primeira Classe e sua sequência.

Aí vem a Marvel, cria dezenas de vilões de um filme só e ainda tem gente que vê profundidade em alguns deles, cazzo! Os melhores vilões da Marvel estão na Netflix, exatamente por terem tempo de desenvolvimento. Boca de Algodão, Fisk e Killgrave dão de goleada na galerinha vilanesca asquerosa de Pantera Negra.

Mas, uma coisa admito: o ressentimento que esse núcleo traz ao filme é essencial para estabelecer a verdadeira marca do rei T’Challa e da obra em geral. E isso é lindo de se ver e ainda mais gostoso de se refletir no pós-filme. Como isso é uma crítica sem spoilers, vou me segurar e parar de viajar em cima.

Apenas mais dois pontos, positivos e negativos ao mesmo tempo: Pantera Negra é um filme com poucas piadas, principalmente se compararmos à esculhambação do ótimo Ragnarok. Contudo, não é um filme seríssimo. A leveza de seu tom – pode parecer implicância, mas não é – até permitiria um pouco mais de alívio cômico. Eu não sou desses que reclama do humor da Disney, da Marvel ou de Star Wars.

E uma crítica de Pantera Negra não pode passar sem uma crítica da trilha sonora de Pantera Negra. Como teremos um texto especial para isso, apenas dou alguns pitacos: eu não conheço Kendrick Lamar (não fique triste, Handerson), produtor da trilha. A música, todavia, alternando entre forte percussão e melodias épicas, é admirável. Talvez seja exagerada, por vezes, ao tentar ditar o pujante tom de alguns momentos. Menos seria mais, em alguns casos.

Por fim, mais um par de parágrafos para uma questão um pouco mais incômoda, mas que me parece necessária. Do hype de anos às primeiras críticas, Pantera Negra vem se estabelecendo como marco de inclusão, representatividade e diversidade, visto assim por mudar o jogo ditado por uma suposta perspectiva dominante do homem branco. Críticos e mais críticos tomam para si o papel de anunciadores dessa novíssima justiça social feita após anos de colonização disfarçada em Hollywood, capaz de impossibilitar um elenco predominantemente negro em filmes de heróis, por exemplo. Sheryl Oh – eleita por mim como o amálgama perfeito desse tipo de bobagem propagada em terras gringas e tupiniquins – colunista do ótimo FilmSchoolRejects, dedicou uma coluna especial ao absurdo fato de Pantera Negra e Capitã Marvel serem postergados para que houvesse espaço para Homem-Aranha: De Volta ao Lar e Homem Formiga e Vespa darem as caras – dois filmes, como ela bem ressalta, protagonizados por super-heróis brancos do sexo masculino. Em resumo, a lavagem branca – termo dela – cometida pela Marvel acaba barrando a representatividade e a diversidade do mundo em seus filmes.

Todo crítico quer ser um pouco mais famoso do que já é – e uma militanciazinha ajuda a aparecer. Dormir com a consciência de que nosso trabalho de formiguinha foi, pelo menos, ético, é um alento. E sempre desconfie de gente que se diz ética e consciente politicamente, caro leitor, mesmo que não o digam explicitamente por “modéstia” – é o que Nick Fury dizia no Soldado Invernal: desconfie de quem rejeita prêmios. Escrever textos, afinal, se assemelha mais à pregação no deserto do que à revolução, para desespero de todos – essas efêmeras palavras vão se perder no vento em questão de dias ou, com sorte, semanas.

A coisa só piora se o artista faz de sua obra meio militante. Definitivamente, esse não é o caso de Pantera Negra. Definitivamente. Há muita gente que já vai míope para a sessão desse filme, seja para bradar contra essa “Marvel Marxista Gramsciana Politicamente Correta“, seja para bradar a favor da cultura negra. Do primeiro tipo, espero que possamos acordar que nosso bom senso dispensa mais comentários. De dogmáticos paranoicos é fácil falar mal, pois sua fragilidade se escancara. Difícil é criticar quem usa o disfarce do discurso inclusivo para pagar de justiceiro social cheio de altruísmo. Como criticar quem defende a tal cultura negra? Alguém pode me responder se Machado de Assis e Cruz e Sousa fazem parte da cultura negra? E se o blues é intrinsecamente negro, seria Led Zeppelin uma banda de farsante se apropriando culturalmente de um bem de outra raça?

A esses, como é o caso da querida Sheryl Oh, não adianta recomendar uma segunda olhada em Pantera Negra. Eles jogam o jogo da soma zero – se eu fracassei é porque alguém teve sucesso. O mundo e a vida giram em torno de injustiças a serem sistematicamente reparadas – “por direito!” Bradam eles. A pobreza da África é estritamente culpa da riqueza dos colonizadores – isso até me lembra o discurso de alguém do filme… Desapontados com a vida prática, tornam-se ressentidos em suas vísceras.

Faço um apelo, portanto, a quem ainda não foi assistir: não vista a camisa do bom mocismo nem recorte Pantera Negra do panteão de heróis do qual ele faz parte. Antes de ter um elenco de estrelas negras, o filme de Ryan Coogler tem um elenco cheio de atores cujos nomes, ideias e pensamentos são diferentes e, por vezes, discordantes. Antes, em resumo, de apontar como Boseman e B. Jordan no mesmo filme é uma conquista para todos os atores negros, ouça, com atenção – faça esse esforço – o que seus personagens têm a dizer e mostrar sobre temas humanos universais, trágicos e muito, mas muito antigos. O mundo não começou no século XIX.

  • Crítica originalmente publicada em 07 de fevereiro de 2018.

Pantera Negra (Black Panther) – EUA, 2018
Direção:
 Ryan Coogler
Roteiro: Ryan Coogler, Joe Robert Cole
Elenco: Chadwick Boseman, Michael B. Jordan, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Martin Freeman, Daniel Kaluuya, Letitia Wright, Winston Duke, Sterling K. Brown, Angela Bassett, Forest Whitaker, Andy Serkis, Florence Kasumba, John Kani, David S. Lee, Nabiyah Be, Ashton Tyler, Denzel Whitaker, Atandwa Kani
Duração: 134 min.

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106 comentários

Zé Higídio 3 de janeiro de 2019 - 00:51

Então, deixe-me começar com o que o filme representa antes de dar minha opinião sobre ele. Sem dúvida nenhuma, é o maior blockbuster com um elenco majoritariamente negro, de protagonista negro, vilão negro e retratando cultura negra. Isso não é qualquer coisa em uma indústria que infelizmente ainda é meio desequilibrada na questão ética. Mas isso são apenas significados da produção. Não é por causa disso que o filme automaticamente se torna bom ou ruim. Muita gente endeusando o filme como se fosse uma obra-prima do cinema só pelo que ele representa, e muita gente se irritando com isso e tratando o filme como um dos piores da história só por não concordar com esse background. Eu prefiro ser a terceira via.
Portanto, não, o filme não é um lixo completo ou uma tentativa de ganhar dinheiro apelando às “minorias”. E muito menos é o melhor filme de herói da história, aliás, passa bem longe disso. O filme tem seus pontos positivos e negativos.
O que temos de bom? Uma produção caprichada, fotografia bela que ajuda a construir a pujante terra de Wakanda, trilha sonora bem interessante e original, interagindo com os elementos visuais, efeitos eficientes em sua maioria… A parte técnica não é de se reclamar.
Outra virtude: a história. O que poderia ser só uma novela da nobreza se revela um jogo político interessantíssimo, focado em questões como produção bélica, relações internacionais e isolacionismo. Isso ajuda a dar um tom mais sério à narrativa.
Mas note que eu disse HISTÓRIA, e não ROTEIRO. Porque este… não atinge o mesmo nível. Primeiro, a jornada de queda e mudança de pensamento do protagonista é manjada e forçada em alguns pontos, com destaque para a parte em que o filme continua como se o T’Challa tivesse morrido, ideia que nem o mais recém-nascido bebê presente na sala de cinema compraria. A primeira hora de filme é também extremamente maçante. Pouca coisa acontece, em 60 minutos temos basicamente duas cenas importantes com intervalos preenchidos por diálogos arrastados. Aliás, muito disso se dá ao sotaque africano que todos os atores não africanos estão forçando, o que os impede de dinamizar a fala e ainda fica um tanto ridículo quanto tenta se encaixar humor (que por si só não combina com o filme e falha miseravelmente quando aparece). Há também subplots totalmente descartáveis e mal desenvolvidos, como o relacionamento entre Okoye e W’Kabi. O roteiro peca em organizar uma premissa interessante.
Talvez o que falte para esse filme se impor seja um protagonista forte. Não que o Black Panther seja um personagem ruim, mas o super-herói é mal aproveitado (em Guerra Civil, as aparições dele causavam bem mais empolgação). Já o homem por trás do manto é o mais decepcionante. O T’Challa toma decisões ruins, tem posturas teimosas, e corre perigo em praticamente todas as situações. Ele é herói por ser rei, todo mundo aceita e é basicamente isso, apesar de lhe faltar heroísmo em diversas ocasiões. Ele se impõe tão raramente que fica difícil se empolgar quando ele tem um insight de bravura ou mérito. O que ele desperta é desejo no espectador de ver o personagem mais vezes com o traje. E a atuação do Chadwick Boseman é uma das grandes responsáveis por isso: não é ruim, mas também não comove. A verdade é que o filme poderia facilmente se chamar “Wakanda”, porque é disso que se trata na verdade.
Mas se o protagonista deixa a desejar, o vilão é digno de aplausos. Michael B. Jordan traz um dos vilões mais interessantes da Marvel, e rouba a cena, o que fica muito claro na cena em que o Killmonger chega a Wakanda. Ele é responsável por questionar toda a estrutura daquele lugar, e apesar de ser radical e não medir esforços para atingir seu objetivo, tem motivações MUITO CONVINCENTES. Não, sério, é convincente demais. Tão convincente que quando ele expôs, me fez pensar “Espera aí… Mas ele está certo, ora bolas!”. Por um lado, é ótimo para o próprio antagonista. Por outro, contribui para enfraquecer o protagonista. Seja como for, ele dá um show, e poderia ter mais tempo em cena em compensação à sobrecarga de minutos destinados aos coadjuvantes do filme.
E falando neles, temos altos e baixos por aqui. Okoye é uma guerreira inspiradora, W’Kabi é o aliado que perde a paciência e muda de lado, M’Baku é o oposto disso, e todas essas atuações são ok, porém a pomposidade wakandiana imprimida a eles acaba ficando batida. A Shuri da Letitia Wright quebra com isso, mas é erronemamente usada como alívio cômico em um filme sério demais pra isso. O Martin Freeman está interpretando Martin Freeman, e por mim poderia ter sido cortado. A Angela Basset e o Forest Whitaker estão também totalmente de graça no filme. A personagem da Nakia é um tremendo desperdício da atriz Lupita Nyong’o, sendo uma das menos interessantes, que divide muito mal os papéis de espiã e interesse amoroso (muito mal construído) do T’Challa. Por fim, se tem um personagem secundário do qual não podemos reclamar e na verdade queríamos ter visto mais é o Klaw do Andy Serkis, o único capaz de se sustentar em alto nível, contracenando muito bem com todos. Poderia ter sido melhor aproveitado. Mas tiramos de conclusão que o filme é sobrecarregado com personagens menores que pouco agregam.
Enfim, o filme não tem poucos defeitos, mas não é completamente vazio. Tem uma mensagem interessante e até complexa por trás, e uma certa ousadia em tentar recuperar um tom mais sério para os filmes da Marvel. Está longe também de ser intragável. Decepciona, mas é regular. Aceitável.

Responder
Lucas Casagrande 24 de março de 2018 - 18:58

Eu achei o mais legal filme da Marvel junto com Soldado Invernal…os dois melhores pra mim e parabens pela critica, achei excelente

Responder
Lucas Casagrande 24 de março de 2018 - 18:58

Eu achei o mais legal filme da Marvel junto com Soldado Invernal…os dois melhores pra mim e parabens pela critica, achei excelente

Responder
Anthonio Delbon 26 de março de 2018 - 03:18

Valeu, @disqus_TlKgZ5Vxad:disqus. Entre os dois eu ainda fico com o Soldado Invernal, mas Pantera é um filme certeiro!

Responder
geraldo veras 15 de fevereiro de 2018 - 14:40

Confesso que a crítica me surpreendeu. Já esperava “todas as esquinas” falando a mesma coisa, aliás, a mesma coisa que pensou o autor dessa crítica. E aqui, não seria diferente. Acontece, que por mais que não se possa negar as mazelas socioculturais que todas já sabemos, a forma ideologicamente ‘tsunâmica’ como vem se dando nos últimos 10 anos já está cansando. E falo cansando sendo bem modesto, moderado. Simplesmente, na busca por tanta “cor”, vão acabar deixando tudo “preto-e-branco”, ou, na pior da hipóteses, num mundo das mais escuras, silenciosas, insípidas e inodoras trevas. Outro dia estava comendo um brigadeiro e vieram me abordar … realmente deve haver algo sinistramente simbólico num gesto tão banal. As mesmas pessoas que estavam querendo proibir os foliões de se fantasiarem de “nega maluca”, ciganos, árabes, índios, Iemanjá, homem vestido de mulher, dentre outras extravagâncias comuns ao período. Mas voltando ao filme, simplesmente merece quatro estrelas porque é um filme muito bom de super-heroi, principalmente depois das ‘bobagens’ cômicas que saíram (e possivelmente ainda estejam a sair). Ah, e pra finalizar, eu também não conheço as músicas de Kendrick Lamar.

Responder
geraldo veras 15 de fevereiro de 2018 - 14:40

Confesso que a crítica me surpreendeu. Já esperava “todas as esquinas” falando a mesma coisa, aliás, a mesma coisa que pensou o autor dessa crítica. E aqui, não seria diferente. Acontece, que por mais que não se possa negar as mazelas socioculturais que todas já sabemos, a forma ideologicamente ‘tsunâmica’ como vem se dando nos últimos 10 anos já está cansando. E falo cansando sendo bem modesto, moderado. Simplesmente, na busca por tanta “cor”, vão acabar deixando tudo “preto-e-branco”, ou, na pior da hipóteses, num mundo das mais escuras, silenciosas, insípidas e inodoras trevas. Outro dia estava comendo um brigadeiro e vieram me abordar … realmente deve haver algo sinistramente simbólico num gesto tão banal. As mesmas pessoas que estavam querendo proibir os foliões de se fantasiarem de “nega maluca”, ciganos, árabes, índios, Iemanjá, homem vestido de mulher, dentre outras extravagâncias comuns ao período. Mas voltando ao filme, simplesmente merece quatro estrelas porque é um filme muito bom de super-heroi, principalmente depois das ‘bobagens’ cômicas que saíram (e possivelmente ainda estejam a sair). Ah, e pra finalizar, eu também não conheço as músicas de Kendrick Lamar.

Responder
Luiz Santiago 15 de fevereiro de 2018 - 14:59

Foram te abordar pra dizer que você não podia comer brigadeiro?

Responder
geraldo veras 19 de fevereiro de 2018 - 15:56

No fim do ano passado, eu estava estudando na biblioteca pública da Universidade Federal do meu estado, quando o local foi abruptamente invadido (inviabilizando a tranquilidade comum do local) por um grupo de estudantes que, salvo engano, estava disputando com outro a direção alguma coisa por lá. No local sempre tem uma senhora e sua filha vendendo doces e chocolates caseiros, sendo que eventualmente eu compro. Acontece que todo mundo parou para olhar a algazarra. Pessoal gritando “palavras de ordem”, daquele tipo, “fascistas não passarão” e tal. Aí tinha uma moça que acredito ser uma das líderes deles lá (provavelmente militante de algum movimento negro, pois estava usando aquelas vestes e penteado típicos dos povos africanos), que de repente veio perto de mim e deu um tapa no brigadeiro quem estava comendo, pq segunda ela eu estaria zombando ou dando pouca importância para o que eles estavam fazendo. Disse ainda que eu me enquadrava no “perfil” privilegiado mundialmente: homem e branco (só esqueceu o hétero). Na hora eu fiquei meio que sem reação, embora as outras pessoas tenham vaiado o gesto agressivo dela. Depois me deu uma raiva tão grande que me deu vontade de me aliás ao império galático por um dia e tocar o terror nesse pessoal. Kkkkk

Responder
geraldo veras 19 de fevereiro de 2018 - 15:56

No fim do ano passado, eu estava estudando na biblioteca pública da Universidade Federal do meu estado, quando o local foi abruptamente invadido (inviabilizando a tranquilidade comum do local) por um grupo de estudantes que, salvo engano, estava disputando com outro a direção alguma coisa por lá. No local sempre tem uma senhora e sua filha vendendo doces e chocolates caseiros, sendo que eventualmente eu compro. Acontece que todo mundo parou para olhar a algazarra. Pessoal gritando “palavras de ordem”, daquele tipo, “fascistas não passarão” e tal. Aí tinha uma moça que acredito ser uma das líderes deles lá (provavelmente militante de algum movimento negro, pois estava usando aquelas vestes e penteado típicos dos povos africanos), que de repente veio perto de mim e deu um tapa no brigadeiro quem estava comendo, pq segunda ela eu estaria zombando ou dando pouca importância para o que eles estavam fazendo. Disse ainda que eu me enquadrava no “perfil” privilegiado mundialmente: homem e branco (só esqueceu o hétero). Na hora eu fiquei meio que sem reação, embora as outras pessoas tenham vaiado o gesto agressivo dela. Depois me deu uma raiva tão grande que me deu vontade de me aliás ao império galático por um dia e tocar o terror nesse pessoal. Kkkkk

Responder
Luiz Santiago 19 de fevereiro de 2018 - 16:30

Misericórdia! Isso é tenebroso! Pelo menos vaiaram a atitude imbecil dessa imbecil. Mas no fim das contas você ficou sem seu brigadeiro. Não sei… essas coisas meio que paralisam a gente. Ainda bem que a gente não tem sabre de luz essas horas.

Responder
Luiz Santiago 19 de fevereiro de 2018 - 16:30

Misericórdia! Isso é tenebroso! Pelo menos vaiaram a atitude imbecil dessa imbecil. Mas no fim das contas você ficou sem seu brigadeiro. Não sei… essas coisas meio que paralisam a gente. Ainda bem que a gente não tem sabre de luz essas horas.

Responder
Anthonio Delbon 16 de fevereiro de 2018 - 02:51

O filme realmente é muito bom, briga por um top 5 da Marvel @geraldo_veras:disqus, ainda que não entre no meu ranking pessoal. Vale a pena assisti-lo.

A gente sempre tende ao exagero quando resolvemos militar politicamente sobre alguma coisa. Acaba sendo uma pena quando a própria arte – ou o mero entretenimento – acabam sendo sacrificados nessas discussões e cuspidas intermináveis. Concordo contigo, aliás, sobre esse cansaço: tanto o exagero de quem brada quanto o de quem retruca dogmaticamente gera, simplesmente, tédio e mais tédio. Pantera, felizmente, me parece tratar bem desse perigo maniqueísta que você bem lembra.

Um abraço.

Responder
Zé Higídio 3 de janeiro de 2019 - 00:58

Se me permite uma observação sobre o Kendrick Lamar, eu pessoalmente sou muito fã e o considero um dos grandes artistas internacionais da atualidade, que acredito que aos poucos vai se transformando em estrela renomada. Quando eu soube que ele faria a trilha sonora do filme, fiquei bem empolgado. Mas quando chegou a hora, as músicas dele em si quase não aparecem no filme, tirando a música dos créditos, a qual não curti e acho que não combina nada com o estilo do Kendrick. Apesar da minha admiração, a escalação dele foi meio que jogada de marketing, porque a trilha sonora do filme mesmo está nos tambores e cantos africanos.

Responder
Matheus Popst 14 de fevereiro de 2018 - 15:12

Ainda não fui ver o filme, mas gostei da coragem da crítica. Esse é um daqueles filmes que a patrulha dos SJW ousa impedir qualquer fala sobre a obra: se não gostou, é porque você é um racista mau-caráter.

Eu, que ainda não vi o filme, espero que seja um grande filme, como você já apontou que é. A Marvel não tem nos decepcionado há um bom tempo e será o último filme antes da Guerra Infinita, o que torna tudo ainda mais legal.

Responder
Matheus Popst 14 de fevereiro de 2018 - 15:12

Ainda não fui ver o filme, mas gostei da coragem da crítica. Esse é um daqueles filmes que a patrulha dos SJW ousa impedir qualquer fala sobre a obra: se não gostou, é porque você é um racista mau-caráter.

Eu, que ainda não vi o filme, espero que seja um grande filme, como você já apontou que é. A Marvel não tem nos decepcionado há um bom tempo e será o último filme antes da Guerra Infinita, o que torna tudo ainda mais legal.

Responder
Anthonio Delbon 15 de fevereiro de 2018 - 13:38

É mesmo difícil a Marvel nos decepcionar, @matheuspopst:disqus. Ela pouco arrisca fora de seus moldes, mas não vejo tantos problemas nesses moldes como muita gente gosta de apontar. Pode ir tranquilo que o filme do Pantera faz jus ao personagem!

Fico agradecido pelo comentário, meu caro. É sempre bom ficar atento com qualquer tipo de patrulha, inclusive – e principalmente – com as que se veem como éticas por excelência.

Um abraço e bom filme.

Responder
Anthonio Delbon 15 de fevereiro de 2018 - 13:38

É mesmo difícil a Marvel nos decepcionar, @matheuspopst:disqus. Ela pouco arrisca fora de seus moldes, mas não vejo tantos problemas nesses moldes como muita gente gosta de apontar. Pode ir tranquilo que o filme do Pantera faz jus ao personagem!

Fico agradecido pelo comentário, meu caro. É sempre bom ficar atento com qualquer tipo de patrulha, inclusive – e principalmente – com as que se veem como éticas por excelência.

Um abraço e bom filme.

Responder
José Werber 10 de fevereiro de 2018 - 10:18

Discordo de uma porrada de elucubrações da sua parte, caro autor. Boa crítica. Vou ver.

Responder
Anthonio Delbon 11 de fevereiro de 2018 - 18:36

É justo, meu caro @joswerber:disqus. Volte aqui e nos conte o que achou depois de ver.

Um abraço e bom filme!

Responder
José Werber 10 de fevereiro de 2018 - 10:18

Discordo de uma porrada de elucubrações da sua parte, caro autor. Boa crítica. Vou ver.

Responder
Fernando Costa 10 de fevereiro de 2018 - 00:13

Quanto vi que a crítica tinha sido escrita pelo @@anthonio_delbon:disqus já imaginei que o tom seria completamente diferente do padrão que está se vendo pela internet, e foi exatamente isso que aconteceu. Rsrs… Só não esperava que você fosse dedicar parágrafos inteiros pra falar justamente da questão “polêmica”.

Enfim, ter esse tipo de visão mais “fora da caixa” aqui no plano crítico é excelente, pois harmoniza e complementa com alguns outros excelentes críticos do site.

Quando eu ver o filme, volto aqui pra dar minha opinião sobre ele. Tenho a sensação que esse vai ser um dos meus preferidos da Marvel.

Responder
Fernando Costa 10 de fevereiro de 2018 - 00:13

Quanto vi que a crítica tinha sido escrita pelo @@anthonio_delbon:disqus já imaginei que o tom seria completamente diferente do padrão que está se vendo pela internet, e foi exatamente isso que aconteceu. Rsrs… Só não esperava que você fosse dedicar parágrafos inteiros pra falar justamente da questão “polêmica”.

Enfim, ter esse tipo de visão mais “fora da caixa” aqui no plano crítico é excelente, pois harmoniza e complementa com alguns outros excelentes críticos do site.

Quando eu ver o filme, volto aqui pra dar minha opinião sobre ele. Tenho a sensação que esse vai ser um dos meus preferidos da Marvel.

Responder
Anthonio Delbon 11 de fevereiro de 2018 - 18:44

Volte sim, @disqus_QoWbwOL1To:disqus. Eu fico muito agradecido pelo comentário. Longe de mim buscar a polêmica pela polêmica, apenas achei o tema relevante o suficiente para dedicar tais parágrafos inteiros.

Uma das coisas boas de escrever aqui pro Plano Crítico é isso que você ressaltou: ter espaço para expressar o próprio tom sem medo de qualquer censura. Vira e mexe é daí que as melhores trocas de ideias saem, desse conflito entre os próprios colunistas e entre colunistas e leitores.

Um abraço e bom filme!

Responder
Paulo Heisenberg 9 de fevereiro de 2018 - 21:28

A critica esta sensacional na minha humilde e irrelevante opiniao, analisou aspectos diversos da obra, e despertou ainda mais minha curiosidade em relação à produção do filme, aos temas trabalhados etc… mais comentarios agora só depois de eu ir assistir o filme rsrs valeu cara! Valeu @planocritico

Responder
Anthonio Delbon 9 de fevereiro de 2018 - 22:11

Grato pelas palavras, @pauloheisenberg:disqus. Não esqueça de voltar a comentar na crítica com spoilers para nos contar o que achou!

Um abraço.

Responder
Anthonio Delbon 9 de fevereiro de 2018 - 22:11

Grato pelas palavras, @pauloheisenberg:disqus. Não esqueça de voltar a comentar na crítica com spoilers para nos contar o que achou!

Um abraço.

Responder
Keith Moore 8 de fevereiro de 2018 - 16:46

“longe de ser o melhor filme do MCU ou um marco histórico como se anda dizendo nas esquinas da internet” ui! rsrssrsrsrs li algumas críticas “ufanistas” que disseram isso com todas as letras rsrsrsrs menos, galera

Responder
Anthonio Delbon 9 de fevereiro de 2018 - 22:10

Recomendo esquinas melhores, caro @Daniludens:disqus.

Um abraço.

Responder
Anthonio Delbon 9 de fevereiro de 2018 - 22:10

Recomendo esquinas melhores, caro @Daniludens:disqus.

Um abraço.

Responder
Renato Cruz 8 de fevereiro de 2018 - 09:39

E cenas pós creditos, alguém sabe dizer se terá e quantas serão?

Responder
Anthonio Delbon 8 de fevereiro de 2018 - 13:33

Duas cenas, @disqus_fkSm0YY3iB:disqus. Sobre o conteúdo, melhor esperar a crítica com spoilers.

Um abraço

Responder
Anthonio Delbon 8 de fevereiro de 2018 - 13:33

Duas cenas, @disqus_fkSm0YY3iB:disqus. Sobre o conteúdo, melhor esperar a crítica com spoilers.

Um abraço

Responder
beric0 7 de fevereiro de 2018 - 21:56

Crítica sensacional. Parabéns pelo texto, especialmente pelo final. Estou cada vez mais ansioso pra ver o filme.

Responder
beric0 7 de fevereiro de 2018 - 21:56

Crítica sensacional. Parabéns pelo texto, especialmente pelo final. Estou cada vez mais ansioso pra ver o filme.

Responder
Anthonio Delbon 8 de fevereiro de 2018 - 13:34

Obrigado pelas palavras, meu caro. Veja e volte nos comentários da crítica com spoilers para nos dizer o que achou.

Um abraço.

Responder
Anthonio Delbon 8 de fevereiro de 2018 - 13:34

Obrigado pelas palavras, meu caro. Veja e volte nos comentários da crítica com spoilers para nos dizer o que achou.

Um abraço.

Responder
Rafael W. Oliveira 7 de fevereiro de 2018 - 18:33

Muitos posicionamentos velados de racismo por aqui.

Responder
Anthonio Delbon 7 de fevereiro de 2018 - 20:57

No texto ou nos comentários, Rafa? Só para deixar claro. @rafaelwoliveira:disqus

Responder
Rafael W. Oliveira 8 de fevereiro de 2018 - 00:49

Nos dois.

Responder
Anthonio Delbon 8 de fevereiro de 2018 - 13:31

Bom, espero que entendam – @rafaelwoliveira:disqus e @henriquesouzacamargos:disqus – que eu sou obrigado a fazer um apelo para que vocês se exponham nesse assunto abertamente. Não por ser uma questão de ofensa, mas por se tratar de um tema grave que não pode simplesmente ser apontado de longe, sem dar nome aos bois e às acusações. Sendo isso um espaço de debate, debatamos com honestidade e respeito, ora pois!

Ou basta chamar quem discorda da gente de racista e cair fora?

Responder
Henrique Souza Camargos 8 de fevereiro de 2018 - 22:14

O problema não é discordar dos argumentos e sim, somente, enfatizar a não valorização justamente da questão de representatividade em um momento onde questões raciais e o preconceito estão cada vez mais sendo colocada em pauta, aliás, incomodando com Isso, não preciso desenhar quem fez Isso, nem é meu papel aqui.

Anthonio Delbon 9 de fevereiro de 2018 - 22:09

Compreendo. Só espero que fique claro que a não valorização dessas questões passa bem longe de qualquer tipo de racismo, seja ele velado – como vocês comentaram – ou expresso.

Um abraço.

Henrique Souza Camargos 10 de fevereiro de 2018 - 03:29

Cara, eu entendi sua crítica e a importância do que disse, mas você abre possibilidades que não estão em seu controle. No mais, eu admiro vocês do plano crítico, eu sempre aprendo cinema com vocês.
Quero sua opinião: é melhor que soldado invernal?

Henrique Souza Camargos 10 de fevereiro de 2018 - 03:29

Cara, eu entendi sua crítica e a importância do que disse, mas você abre possibilidades que não estão em seu controle. No mais, eu admiro vocês do plano crítico, eu sempre aprendo cinema com vocês.
Quero sua opinião: é melhor que soldado invernal?

Anthonio Delbon 11 de fevereiro de 2018 - 16:07

Ainda fico com soldado invernal, meu caro, o melhor filme do mcu na minha visão.

Ótimo que o texto abra possibilidades e opiniões divergentes, é pra isso que o site serve. Quando se insinua racismo velado, todavia, é saudável um pouco mais de responsabilidade e convicção, até para separar o joio do trigo.

Um abraço.

Anthonio Delbon 11 de fevereiro de 2018 - 16:07

Ainda fico com soldado invernal, meu caro, o melhor filme do mcu na minha visão.

Ótimo que o texto abra possibilidades e opiniões divergentes, é pra isso que o site serve. Quando se insinua racismo velado, todavia, é saudável um pouco mais de responsabilidade e convicção, até para separar o joio do trigo.

Um abraço.

Anthonio Delbon 9 de fevereiro de 2018 - 22:09

Compreendo. Só espero que fique claro que a não valorização dessas questões passa bem longe de qualquer tipo de racismo, seja ele velado – como vocês comentaram – ou expresso.

Um abraço.

Anthonio Delbon 8 de fevereiro de 2018 - 13:31

Bom, espero que entendam – @rafaelwoliveira:disqus e @henriquesouzacamargos:disqus – que eu sou obrigado a fazer um apelo para que vocês se exponham nesse assunto abertamente. Não por ser uma questão de ofensa, mas por se tratar de um tema grave que não pode simplesmente ser apontado de longe, sem dar nome aos bois e às acusações. Sendo isso um espaço de debate, debatamos com honestidade e respeito, ora pois!

Ou basta chamar quem discorda da gente de racista e cair fora?

Responder
Henrique Souza Camargos 7 de fevereiro de 2018 - 23:01

Exatamente

Responder
G. Hoffmann 7 de fevereiro de 2018 - 17:22

Excelente crítica, um olhar muito cuidadoso e interessante sobre o filme e um pouco de seu contexto!

Responder
Anthonio Delbon 7 de fevereiro de 2018 - 21:15

Obrigado, @gibahoffmann:disqus. Bom vê-lo por aqui, meu caro!

Um abraço.

Responder
Anthonio Delbon 7 de fevereiro de 2018 - 21:15

Obrigado, @gibahoffmann:disqus. Bom vê-lo por aqui, meu caro!

Um abraço.

Responder
Jonatas Araújo 7 de fevereiro de 2018 - 14:44

Ótima crítica. Estou bastante ansioso e pretendo assistir o filme da forma que aconselhou, sem camisa de bom mocismo.
Aliás, é realmente mais fácil ser tornar aquilo que juras não ser dentro desse meio militante, e ainda ter gente que defenda tais atos. Cansado de ver gente sendo intolerante, hipócrita, mal educada, extremista e fanática mas camuflada por fazer parte do “lado certo”. A falta de bom senso vem atingindo niveis elevados atualmente.

Responder
Jonatas Araújo 7 de fevereiro de 2018 - 14:44

Ótima crítica. Estou bastante ansioso e pretendo assistir o filme da forma que aconselhou, sem camisa de bom mocismo.
Aliás, é realmente mais fácil ser tornar aquilo que juras não ser dentro desse meio militante, e ainda ter gente que defenda tais atos. Cansado de ver gente sendo intolerante, hipócrita, mal educada, extremista e fanática mas camuflada por fazer parte do “lado certo”. A falta de bom senso vem atingindo niveis elevados atualmente.

Responder
Anthonio Delbon 7 de fevereiro de 2018 - 21:17

Eu me pergunto onde tanta gente “consciente” estava metida quando Blade foi lançado..
De resto, assino embaixo @jonatas_ara_jo:disqus.

Um abraço!

Responder
Anthonio Delbon 7 de fevereiro de 2018 - 21:17

Eu me pergunto onde tanta gente “consciente” estava metida quando Blade foi lançado..
De resto, assino embaixo @jonatas_ara_jo:disqus.

Um abraço!

Responder
Henrique Souza Camargos 7 de fevereiro de 2018 - 13:50

É imperdoável analisar um filme sem dá conta de seu contexto político. Nada foge da política. Alienação, falta de cuidado de si e do outro, é o que senti lendo a crítica e alguns comentários daqui.

Responder
Henrique Souza Camargos 7 de fevereiro de 2018 - 13:50

É imperdoável analisar um filme sem dá conta de seu contexto político. Nada foge da política. Alienação, falta de cuidado de si e do outro, é o que senti lendo a crítica e alguns comentários daqui.

Responder
Anthonio Delbon 7 de fevereiro de 2018 - 20:53

Eu analisei o contexto político da obra, @henriquesouzacamargos:disqus, de forma bem clara nos últimos parágrafos. Se minha visão é discordante da sua, isso faz parte exatamente do jogo político. Pantera Negra, por sinal, é um filme que trata – muito e bem – de política, do início ao fim.

Uma coisa, todavia, é uma obra ser política no mais nobre sentido da palavra, no da educação – como Pantera faz. Outra, totalmente diferente, é a obra de arte visar o político como objetivo – ou seja, tornar-se militante. E arte militante é arte infalivelmente destruída.

De resto, talvez nada fuja da política, mas tudo foge da Política, essa deusa solucionadora de problemas. E o problema humano, ao meu ver, é, antes de tudo, moral, beem antes de sondar soluções políticas. Abordar – aos moldes modernos – problemas humanos crendo que a política é a melhor tentativa de solucioná-los leva, pela minha experiência, o próprio homem à apenas dois resultados: ou viramos fascistas, ou viramos mentirosos.

Confesso que prefiro ler sobre os sete pecados capitais do que ouvir bobagens sobre microfísica do poder.

Respeitosamente, ao ler seu comentário eu tive a reação do nosso mestre Skywalker: “Amazing, every word in that sentence was wrong”. Mas fico feliz em ouvi-lo, até para que a discussão siga adiante.

E não precisa me perdoar.

Um abraço.

Responder
Henrique Souza Camargos 8 de fevereiro de 2018 - 07:36

Kkkk…parece que alguém leu Adorno. Também não aprecio arte militante, não aprecio, acima de tudo, porque geralmente são ruins, mal feitas, estão mais preocupadas com a denúncia do que com a arte em si.
E para finalizar, já que nem tomei café, não deparo moral de política. Os dois, para mim, deveriam andar juntos.
No mais, bom filme para todos, menos para os racistas (não estou falando de ti)

Responder
Henrique Souza Camargos 8 de fevereiro de 2018 - 07:36

Kkkk…parece que alguém leu Adorno. Também não aprecio arte militante, não aprecio, acima de tudo, porque geralmente são ruins, mal feitas, estão mais preocupadas com a denúncia do que com a arte em si.
E para finalizar, já que nem tomei café, não deparo moral de política. Os dois, para mim, deveriam andar juntos.
No mais, bom filme para todos, menos para os racistas (não estou falando de ti)

Responder
Anthonio Delbon 7 de fevereiro de 2018 - 20:53

Eu analisei o contexto político da obra, @henriquesouzacamargos:disqus, de forma bem clara nos últimos parágrafos. Se minha visão é discordante da sua, isso faz parte exatamente do jogo político. Pantera Negra, por sinal, é um filme que trata – muito e bem – de política, do início ao fim.

Uma coisa, todavia, é uma obra ser política no mais nobre sentido da palavra, no da educação – como Pantera faz. Outra, totalmente diferente, é a obra de arte visar o político como objetivo – ou seja, tornar-se militante. E arte militante é arte infalivelmente destruída.

De resto, talvez nada fuja da política, mas tudo foge da Política, essa deusa solucionadora de problemas. E o problema humano, ao meu ver, é, antes de tudo, moral, beem antes de sondar soluções políticas. Abordar – aos moldes modernos – problemas humanos crendo que a política é a melhor tentativa de solucioná-los leva, pela minha experiência, o próprio homem à apenas dois resultados: ou viramos fascistas, ou viramos mentirosos.

Confesso que prefiro ler sobre os sete pecados capitais do que ouvir bobagens sobre microfísica do poder.

Respeitosamente, ao ler seu comentário eu tive a reação do nosso mestre Skywalker: “Amazing, every word in that sentence was wrong”. Mas fico feliz em ouvi-lo, até para que a discussão siga adiante.

E não precisa me perdoar.

Um abraço.

Responder
Fábio Peres 7 de fevereiro de 2018 - 12:10

Fazer um filme bom, mas com uma péssima promoção, é um convite ao fracasso – principalmente com os excessos do ativismo.

A gente quer ver filmes bons (que estão até sendo produzidos), mas se for confiar nas críticas, mais preocupadas em saber se o filme é “de negro” ou “de branco” ou se tem “diversidade”, não assiste nada.

Responder
Fábio Peres 7 de fevereiro de 2018 - 12:10

Fazer um filme bom, mas com uma péssima promoção, é um convite ao fracasso – principalmente com os excessos do ativismo.

A gente quer ver filmes bons (que estão até sendo produzidos), mas se for confiar nas críticas, mais preocupadas em saber se o filme é “de negro” ou “de branco” ou se tem “diversidade”, não assiste nada.

Responder
Anthonio Delbon 7 de fevereiro de 2018 - 21:15

Ou não assiste nada, ou assistimos já viciados nessa lente que deixa o mundo maniqueísta e bobo. Pode ver Pantera sem se preocupar com o ativismo, @fps5000:disqus. O filme, pelo menos, é muito mais rico e não se reduz a isso.

Um abraço.

Responder
Fábio Peres 7 de fevereiro de 2018 - 23:35

Complicado… endossar o comportamento dos SJW para assistir um filme bom?
Vou pensar no caso. Abs.

Responder
Anthonio Delbon 7 de fevereiro de 2018 - 21:15

Ou não assiste nada, ou assistimos já viciados nessa lente que deixa o mundo maniqueísta e bobo. Pode ver Pantera sem se preocupar com o ativismo, @fps5000:disqus. O filme, pelo menos, é muito mais rico e não se reduz a isso.

Um abraço.

Responder
Rublev 7 de fevereiro de 2018 - 12:57

“Marvel Marxista Gramsciana Politicamente Correta”

Essa fez o meu dia. KKKK ADOREI

Responder
Rublev 7 de fevereiro de 2018 - 12:57

“Marvel Marxista Gramsciana Politicamente Correta”

Essa fez o meu dia. KKKK ADOREI

Responder
Anthonio Delbon 7 de fevereiro de 2018 - 20:58

E dá pra adicionar maiúsculas até a estreia, @disqus_GvUS6T1hdY:disqus!

Um abraço

Responder
Rafaela Oliveira 7 de fevereiro de 2018 - 11:47

Gostei da crítica. tenho certa implicância com os filmes da MVU, mas desde o início apostei alto no Pantera negra com potencial de ser um dos 3 melhores da Marvel

Responder
Anthonio Delbon 7 de fevereiro de 2018 - 21:13

Top 3 eu ainda acho muito difícil, lembrando de cabeça Winter Soldier, Homem de Ferro, Guardiões, Vingadores… Top 5, já podemos conversar, @disqus_xl1RhN1NPZ:disqus. Veja sem medo!

Um abraço.

Responder
Anthonio Delbon 7 de fevereiro de 2018 - 21:13

Top 3 eu ainda acho muito difícil, lembrando de cabeça Winter Soldier, Homem de Ferro, Guardiões, Vingadores… Top 5, já podemos conversar, @disqus_xl1RhN1NPZ:disqus. Veja sem medo!

Um abraço.

Responder
JJL_ aranha superior 7 de fevereiro de 2018 - 11:18

Espero que o clichê desse filme não mate a experiência, tipo MM, que apesar de deixar a desejar, foi uma experiência agradável. Uma coisa que a forma da água me lembrou é que o clichê só é raso se pouco estudado no desenvolvimento.

Responder
Anthonio Delbon 7 de fevereiro de 2018 - 21:11

Olha…não estragou para mim, mas se há algo que pode estragar – além dos fãs chatos – é exatamente o clichê que acompanha esse tipo de filme, @joao_lucas_ribeiro_lopes:disqus . (e não vi A Forma da Água ainda)

Um abraço.

Responder
Anthonio Delbon 7 de fevereiro de 2018 - 21:11

Olha…não estragou para mim, mas se há algo que pode estragar – além dos fãs chatos – é exatamente o clichê que acompanha esse tipo de filme, @joao_lucas_ribeiro_lopes:disqus . (e não vi A Forma da Água ainda)

Um abraço.

Responder
pabloREM 7 de fevereiro de 2018 - 10:57

Gostei dos últimos parágrafos. Assistirei o filme, assim como assisto a todos os filmes de super-heróis: em busca de uma boa diversão com personagens que me cativam desde que eu era criança. E para mim, é para isso que esses filmes servem, diversão, o resto é papo furado de quem fica procurando qualquer coisa para criar uma discussão e chamar atenção para si. Para mim, a maioria dos SJW são pessoas tristes, solitárias, que precisam se agarrar a alguma causa para justificarem suas existências e chamarem a atenção de alguma forma e não passarem em branco no meio de 7 bilhões de pessoas.

Responder
Anthonio Delbon 7 de fevereiro de 2018 - 21:10

Primordialmente, super-herói é diversão mesmo @pabloREM:disqus. Eu até gosto de refletir e imergir em um tema ou outro, geralmente tratados com superficialidade nesse tipo de filme, o que não é problema. Sobre os tais dos SJW…olha, tristeza e solidão flerta conosco todos os dias. Talvez o ressentimento seja um motor mais poderoso. E , convenhamos: é bom sentir-se do lado do bem, herói protetor dos oprimidos.

Um abraço.

Responder
Anthonio Delbon 7 de fevereiro de 2018 - 21:10

Primordialmente, super-herói é diversão mesmo @pabloREM:disqus. Eu até gosto de refletir e imergir em um tema ou outro, geralmente tratados com superficialidade nesse tipo de filme, o que não é problema. Sobre os tais dos SJW…olha, tristeza e solidão flerta conosco todos os dias. Talvez o ressentimento seja um motor mais poderoso. E , convenhamos: é bom sentir-se do lado do bem, herói protetor dos oprimidos.

Um abraço.

Responder
Gustavo Rodrigues 7 de fevereiro de 2018 - 10:25

Perfeito esses últimos parágrafos, tem um monte de critico militante enchendo o saco nas reviews

Responder
Gustavo Rodrigues 7 de fevereiro de 2018 - 10:25

Perfeito esses últimos parágrafos, tem um monte de critico militante enchendo o saco nas reviews

Responder
Anthonio Delbon 7 de fevereiro de 2018 - 20:56

É o que mais tem, @disqus_oWOql6KDT2:disqus. O filme é lindo, de qualquer modo.

Um abraço.

Responder
Wagner Pires 7 de fevereiro de 2018 - 08:21

Ótimo texto! Nao sou de criar expectativa desde o primeiro Wolverine…mas esse tá me instigando bastante!

Responder
Anthonio Delbon 7 de fevereiro de 2018 - 20:56

Meu caro @disqus_3W9nqfEt0z:disqus, eu sinto muitíssimo pelo resultado da sua expectativa no caso do primeiro Wolverine. De coração! Vá tranquilo ver Pantera, ainda mais tendo essa experiência como parâmetro.

Um abraço.

Responder
Wagner Pires 7 de março de 2018 - 03:24

Voltei só pra responder o seguinte….. Wakanda Forever!

Que filme!

Responder
Wagner Pires 7 de março de 2018 - 03:24

Voltei só pra responder o seguinte….. Wakanda Forever!

Que filme!

Responder
Anthonio Delbon 7 de fevereiro de 2018 - 20:56

Meu caro @disqus_3W9nqfEt0z:disqus, eu sinto muitíssimo pelo resultado da sua expectativa no caso do primeiro Wolverine. De coração! Vá tranquilo ver Pantera, ainda mais tendo essa experiência como parâmetro.

Um abraço.

Responder
Luiz Santiago 7 de fevereiro de 2018 - 05:43

Estou extremamente curioso para ver, ainda mais depois dessa crítica, que sai da casa do exagera e firma os pés no chão apontando coisa que qualquer pessoa com o mínimo de bom senso sabe que vai ter numa produção dessas e que é difícil deixar passar, não é mesmo? CHEGA LOGO, ESTREIA!!!!

Responder
Luiz Santiago 7 de fevereiro de 2018 - 05:43

Estou extremamente curioso para ver, ainda mais depois dessa crítica, que sai da casa do exagera e firma os pés no chão apontando coisa que qualquer pessoa com o mínimo de bom senso sabe que vai ter numa produção dessas e que é difícil deixar passar, não é mesmo? CHEGA LOGO, ESTREIA!!!!

Responder
Anthonio Delbon 7 de fevereiro de 2018 - 20:54

Sempre em busca do bom senso @luizsantiago:disqus, ainda mais em temas sensíveis! Veja e depois me conte o que achou! Eu certamente verei de novo quando estrear.

Um abraço!

Responder
Anthonio Delbon 7 de fevereiro de 2018 - 20:54

Sempre em busca do bom senso @luizsantiago:disqus, ainda mais em temas sensíveis! Veja e depois me conte o que achou! Eu certamente verei de novo quando estrear.

Um abraço!

Responder
Leonardo Auditore 7 de fevereiro de 2018 - 01:29

Excelente critica! Não vi o filme ainda, mas adorei o debate sobre como a questão politico-social afeta a percepção sobre a obra, filmes como “Pantera Negra” e “mulher Maravilha” com certeza são importantes, mas muita gente vai assistir (como você mesmo disse) com uma mente míope, preparada para odiar ou amar independente da qualidade. Seu texto ajudou a aliviar um pouco meu hype, mas tenho certeza que será ótimo graças a Ryan Coogler.

Responder
Henrique Souza Camargos 7 de fevereiro de 2018 - 09:45

Não pode separar as coisas? Por exemplo, não gostar tanto do pelo filme em só, mas gostar pelo que representa. Os últimos parágrafos foram desnecessários e contraditórios, não analisou o filme pelo como os próprios parágrafos propõe.

Responder
Leonardo Auditore 7 de fevereiro de 2018 - 11:17

Sim claro que pode, acho que a representatividade tem de ser exaltada, o que eu quero dizer é que deve-se separar qualidade de importância, Mulher Maravilha por exemplo é um ótimo filme e extremamente importante na industria, esses elementos devem se complementar, não sobressair um ao outro.

Responder
Luiz Santiago 7 de fevereiro de 2018 - 10:24

rs

Responder
Luiz Santiago 7 de fevereiro de 2018 - 10:24

rs

Responder
Henrique Souza Camargos 7 de fevereiro de 2018 - 09:45

Não pode separar as coisas? Por exemplo, não gostar tanto do pelo filme em só, mas gostar pelo que representa. Os últimos parágrafos foram desnecessários e contraditórios, não analisou o filme pelo como os próprios parágrafos propõe.

Responder
Fábio Peres 7 de fevereiro de 2018 - 12:12

Filmes tem que ser importantes porque são bons, só isso.

Aliás: quanto mais seu amigo politicamente correto disser que tal filme é um momento histórico, mais motivos você terá para ficar longe do cinema – e dar prejuízo ao estúdio que o fez.

Responder
Fábio Peres 7 de fevereiro de 2018 - 14:22

Hum…

Responder
Luiz Santiago 7 de fevereiro de 2018 - 15:39

Hummm…

Anthonio Delbon 7 de fevereiro de 2018 - 21:21

Ryan Coogler caprichou, @leonardoauditore:disqus. O filme tá longe de ser o melhor do MCU, mas vale a pena ser aproveitado. E só limpando nossas mentes desse hype e desse medo bobo que envolvem alguns temas sensíveis é que conseguimos sentir como Pantera Negra é um filme decente e belo.

Um abraço!

Responder
Henrique Souza Camargos 7 de fevereiro de 2018 - 01:02

Não entendi a parte final do texto e foi um pouco decepcionante. Por exemplo, no texto ele faz um referência dizendo para não confiar nas pessoas que não aceitam prêmios, mais adiante ele vai dizer que muitos que estão dizendo sobre a representatividade e sua importância que o filme traz, dizendo não, exaltando, que só fundo, mesmo não querendo reconhecimento externo, querem o interno. Não é um tipo de prêmio?
Apesar de todos os pesares (adiamento do filme), essa representatividade tem que ser exaltada. É impressionante as fotos e vídeos neste sentido. No mais, ansioso para ver esse filme.

Responder
Anthonio Delbon 7 de fevereiro de 2018 - 21:19

@henriquesouzacamargos:disqus, eu realmente não consegui compreender sua crítica. Só posso recomendar que mantenha a ansiedade, ainda que nossas razões sejam diametralmente opostas.

Um abraço e bom filme!

Responder
Anthonio Delbon 7 de fevereiro de 2018 - 21:19

@henriquesouzacamargos:disqus, eu realmente não consegui compreender sua crítica. Só posso recomendar que mantenha a ansiedade, ainda que nossas razões sejam diametralmente opostas.

Um abraço e bom filme!

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