Home QuadrinhosEm Andamento Anti-Crítica | Patrulha do Destino #1 (Estreia do novo selo da DC Comics: Young Animal, 2016)

Anti-Crítica | Patrulha do Destino #1 (Estreia do novo selo da DC Comics: Young Animal, 2016)

por Luiz Santiago
139 views (a partir de agosto de 2020)
doom-patrol-1-2016-patrulha-do-destino-plano-critico

AVALIAÇÃO: ???

SPOILERS???

ATENÇÃO: O Ministério da Saúde adverte: o texto abaixo (e a revista que ele critica) podem causar a possessão completa de seus leitores pelo Encosto da Poker Face. Favor desconsiderar a vontade de ir para a janela e gritar “WTF???!!!“, ou achar que você não sabe mais ler e nem interpretar. Diz uma antiga lenda Tupi-Ninja-Samurai-da-África que isso estava previsto nos anais da DC.

A DC Comics está lançando um novo selo chamado Young Animal. Em sua estreia, com Patrulha do Destino, escrita por Gerard Way (da banda My Chemical Romance), o selo mostra que aquela historinha de “quadrinhos para pessoas perigosas” era uma mentira enorme. Na verdade, trata-se de “quadrinhos com um campo de força diabólico capaz de colocar os leitores babando verde, em posição fetal, em baixo da cama, por 48 horas“.

O objetivo dessa crítica é alertar a todos que… bem,  na verdade, não sabemos. Não sabemos nem por quê estamos escrevendo essa crítica (e nem é “estamos”; é “estou”, porque nesse momento, minhas outras personalidades estão dormindo, então aqui está o Luli Santo Iago… sozinho). Por isso, vou seguir com uma deliciosa receita de gyros — pra quem não sabe, isso se pronuncia “guíros”, e sim, é de comer.

Por falar em gyros, tem um nessa história, sabiam? Tem uma ambulância e uma super dupla dinâmica também, um paramédico e uma motorista. Parece que ela é muito estranha e tal. Daí o cara come um gyros e começa a perguntar, indiretamente, algo super normal que a gente pergunta todos os dias: SERÁ QUE TEM GENTE MORANDO DENTRO DA MINHA COMIDA???

Neste momento, o leitor deve estar pensando: “mas esse crítico Santo Iago está dando spoilers?“. Ao que eu respondo: sinceramente não sei. Parece que não, já que ninguém entende nada do que acontece aqui. E antes que os Grandes Entendedores das Galáxias venham dizer:

 😳 Mimimi — o Chefe aparece! — Mimimi

 😎 Mimimi — são cenas soltas do passado, presente e futuro! — Mimimi

 🙄 Mimimi — tem que esperar os eventos se seguirem pelos próximos 6 milhões de anos! — Mimimi

Quero dizer que: abacaxi cabana Lolita açúcar lápis de cera conjuntura sopa mar Everest retículo endoplasmático nosso relatividade novela açafrão. Entenderam? Pois é! Era exatamente isso que eu estava falando o tempo todo!!!

É impressionante como o roteiro nos leva pelo caminho da baleia do deserto copo rato cachoeira matagal. Não é ótimo quando nos deparamos com isso nos quadrinhos? Depois da pergunta filosófica, aparece o Homem Robô, que sim, é um personagem clássico da Patrulha, mexendo sua latinha e seu cérebro implantado desde os tempos de Arnold Drake e Bob Haney, nas páginas da My Greatest Adventure. Aí o leitor pensa:

__ Certo. Ok. No início parece que é o futuro. Ou um flashback? Mas de qual ponto de vista? Tá. Mas depois é o presente. Daí o gyros explode, porque realmente tem gente morando dentro dele. Bem… não gente. Coisas. Daí tem uma reunião de… SERES (?) falando sobre carne (?) e sobre o Danny Burgers (suspeito que os Entendedores das Galáxias farão as ligações mais gloriosas entre Grant Morrison e o Enigma do Príncipe das Carnes, Odin Quincannon neste momento para dar sentido a essa incrível tartaruga página diamante viola álcool retina letra gelo escuro dente).

Invariavelmente, o leitor seguirá a leitura (sim, “o Capitão Óbvio passou por aqui, sinta ele aí, sinta ele aí“) se achando bastante inteligente. Afinal, anos e anos lendo quadrinhos, não é possível que a pessoa vá se contentar com o patético “mimimi — são apenas cenas soltas — mimimi“, não é mesmo? E como maior indicação disso, temos, nas páginas finais, um suspiro de clareza com as informações sobre suco de abacaxi guitarra tá tranquilo peixe microfone súbito palhaço revolta grasnado pingo segura o tchan.

Aí aparece o Chefe mexendo em sintetizadores. Uh! Oh! O que isso quer dizer? Bem, nesse momento, o leitor certamente irá fazer relações com a epistemologia da teologia e hermenêutica da obra de Kant enquanto prepara um concerto de Sibelius para ouvir no seu toca-discos, no pretérito-mais-que-fora-de-jeito da nona arte. Mas tudo bem. Afinal, nós somos os seres inteligentes e dominantes do planeta, não é possível que a gente não entenda umas páginas com uns desenhos. Não é possível! É possível?

Por último, tem uma cena no céu (ou é só nas nuvens?), tem leão, sangue, tijolo com uma mensagem escrita, anjos-estátuas; mas antes tinha uma sapateadora, daí tem também um gato preto. Mas um cara explode. Contudo não tem sangue. Ou aquilo era sangue? Era doce? Porque era um falso-aniversário, certo? Como podem ver, há uma invariável força narrativa na genialidade impalpável do grande Gerard Way em elencar fortes dramas filo-antropo-socio-bio-ideológicos para os leitores. É uma pena que a geração da Sociedade Líquida Pós-Ultra-Supra-Pop-Moderna não tenha capacidade de abstração analítica schopenhaueriana para entender o conteúdo hegeliano à la Slavoj Žižek no melhor foco dos pré-socráticos.

Após a leitura, o leitor certamente entenderá o que é este selo Young Animal, que pode facilmente ser resumido em um poema simples e objetivo de Lewis Carroll, traduzido pelo grande Augusto de Campos, que nos diz exatamente sobre o quê é este selo e suas histórias (lembrando que a arte da revista é ótima!!!):

Jaguadarte

Era briluz. As lesmolisas touvas
Roldavam e relviam nos gramilvos.
Estavam mimsicais as pintalouvas,
E os momirratos davam grilvos.

“Foge do Jaguadarte, o que não morre!
Garra que agarra, bocarra que urra!
Foge da ave Felfel, meu filho, e corre
Do frumioso Babassurra!”

Ele arrancou sua espada vorpal
E foi atrás do inimigo do Homundo.
Na árvore Tamtam ele afinal
Parou, um dia, sonilundo.

E enquanto estava em sussustada sesta,
Chegou o Jaguadarte, olho de fogo,
Sorrelfiflando através da floresta,
E borbulia um riso louco!

Um, dois! Um, dois! Sua espada mavorta
Vai-vem, vem-vai, para trás, para diante!
Cabeça fere, corta, e, fera morta,
Ei-lo que volta galunfante.

“Pois então tu mataste o Jaguadarte!
Vem aos meus braços, homenino meu!
Oh dia fremular! Bravooh! Bravarte!”
Êle se ria jubileu.

Era briluz. As lesmolisas touvas
Roldavam e relviam nos gramilvos.
Estavam mimsicais as pintalouvas,
E os momirratos davam grilvos.

Patrulha do Destino (Doom Patrol: Brick by Brick, Part One: Happy Birthday, Casey Brinke) — Estados Unidos, 14 de Setembro de 2016
Roteiro: Gerard Way
Arte: Nick Derington
Cores: Tamra Bonvillain
Letras: Todd Klein
Capas: Nick Derington, James Harvey
Editora: DC Comics
30 páginas

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65 comentários

JC 8 de junho de 2019 - 00:04

Li o arco que a Panini lançou. Que coisa maravilhosa sem sentido algum ter tem talvez tenha tido terá!

Amei ! Tem crítica da continuação?

Ou a continuação tá dentro da crítica que será continuada por ter continuação ou teve ou terá ou não teve crítica quando continuou a não ter crítica continuada ?

Responder
Luiz Santi🐂GADO 8 de junho de 2019 - 00:28

Entrou no espírito legal!!! ❤

Não continuei a leitura desse arco não, mas com certeza está nos planos. Pretendo ler tudo da Patrulha!

Responder
Wagner 4 de fevereiro de 2019 - 18:36

Cheguei tarde pra festa? hahaha
Olha, dou graças aos céus por ter lido praticamente tudo da Patrulha antes de começar esse selo.
De cara já adorei a protagonista, a arte, a doida que canta parabéns quando não é aniversário, o Chefe cara de amorzinho nos sintetizadores, o robô e o tijolo
E além do fato sobre ter gente morando dentro da nossa comida, será que moramos dentro da comida de alguém?
https://1.bp.blogspot.com/-jzTgdX_wegY/VW3bHW0s24I/AAAAAAAArnQ/qYhhO8LzZ-s/s1600/reflit%25C3%25A3o.jpg

Responder
Luiz Santiago 5 de fevereiro de 2019 - 01:37

HAUHAUAUAHAUHAUHAUHAUHAUAUHAUAHAU véi, eu começo a rir toda vez que me lembro desse troço! Um dia, talvez ainda esse desse ano, eu chegue na ordem cronológica de ler essa parada inteira.

Responder
Junior Oliveira 24 de abril de 2017 - 11:27

Seu texto não encontra-se na lista dos vencedores do Pulitzer, em todo caso irei dá uma nova conferida! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2017 - 13:37

HAHAHAHAHAH QUE HONRA! De vez em quando a loucura bate, aí já viu, né, @disqus_S9VI0WqQit:disqus, sai essas anti-críticas hahhaha

Responder
Carlos Faria 18 de dezembro de 2016 - 20:33

Melhor crítica? do mundo….!

Responder
Carlos Faria 18 de dezembro de 2016 - 20:33

Melhor crítica? do mundo….!

Responder
Luiz Santiago 19 de dezembro de 2016 - 04:15

HAHAHAHA, obrigado, @disqus_ntuoDv31WE:disqus! Depois de ler essa edição eu pirei totalmente. O resultado foi isso. hahahah

Responder
Luiz Santiago 19 de dezembro de 2016 - 04:15

HAHAHAHA, obrigado, @disqus_ntuoDv31WE:disqus! Depois de ler essa edição eu pirei totalmente. O resultado foi isso. hahahah

Responder
Inominável Ser 22 de setembro de 2016 - 16:47

Dadaísmo, será?

Responder
Luiz Santiago 22 de setembro de 2016 - 18:33

Interessante definição. Em um formato corrompido do original, claro, mas a base vai por aí.

Responder
Luiz Santiago 22 de setembro de 2016 - 18:33

Interessante definição. Em um formato corrompido do original, claro, mas a base vai por aí.

Responder
Inominável Ser 23 de setembro de 2016 - 16:33

Já me interessou bastante.

Responder
Inominável Ser 23 de setembro de 2016 - 16:33

Já me interessou bastante.

Responder
Inominável Ser 22 de setembro de 2016 - 16:47

Dadaísmo, será?

Responder
Carlos Souza 19 de setembro de 2016 - 13:12

BHAHEBUWHAUBWHBAUHWBUAHWBUAHWBUAHWBUAHWBUHAWBUHABWUBUWHAWHBAUWB
Até 2062 estarei rindo aindaHUUAHWUHUAWHUAHWUHAUWHUAHUWHUHAUHWUHAWUHAUHWUHUAWHUAHWUHWUH

Responder
Luiz Santiago 19 de setembro de 2016 - 13:31

HAUHAUHAUAHUAHUAHUAHUAHUAHAU

Responder
Luiz Santiago 19 de setembro de 2016 - 13:31

HAUHAUHAUAHUAHUAHUAHUAHUAHAU

Responder
JONATHAN ESTECHE 17 de setembro de 2016 - 19:31

Estou lendo um dos maiores clássicos da literatura mundial “Ulisses” de James Joyce, leitura complicadíssima, bem próxima deste seu relato sobre esta HQ, porém…não consigo parar de ler…curiosidade ou loucura?

Responder
JONATHAN ESTECHE 17 de setembro de 2016 - 19:31

Estou lendo um dos maiores clássicos da literatura mundial “Ulisses” de James Joyce, leitura complicadíssima, bem próxima deste seu relato sobre esta HQ, porém…não consigo parar de ler…curiosidade ou loucura?

Responder
Luiz Santiago 17 de setembro de 2016 - 23:48

ALELUIA!!! Até que fim encontrei alguém que pode falar de “Ulisses” tendo livro o livro!!! UFA!!! Já posso morrer em paz. @jonathanesteche:disqus , confesso que tentei ler esse negócio umas 18 ou 19 vezes, mas parei na terceira página. Isso não me desce nem lascando. Talvez daqui a uns 3 anos eu tente de novo…

Responder
Luiz Santiago 17 de setembro de 2016 - 23:48

ALELUIA!!! Até que fim encontrei alguém que pode falar de “Ulisses” tendo livro o livro!!! UFA!!! Já posso morrer em paz. @jonathanesteche:disqus , confesso que tentei ler esse negócio umas 18 ou 19 vezes, mas parei na terceira página. Isso não me desce nem lascando. Talvez daqui a uns 3 anos eu tente de novo…

Responder
Saga de Gêmeos 17 de setembro de 2016 - 16:31

Estou perdidaço…

Responder
Saga de Gêmeos 17 de setembro de 2016 - 16:31

Estou perdidaço…

Responder
Luiz Santiago 17 de setembro de 2016 - 22:46

Estamos todos!

Responder
Luiz Santiago 17 de setembro de 2016 - 22:46

Estamos todos!

Responder
Guilherme Coral 17 de setembro de 2016 - 15:03

O
M
G

Responder
Luiz Santiago 17 de setembro de 2016 - 22:46

HAUHAUAHUAHAUHAUAHUAHAUHAUAHUAHUAHAUHAU

Responder
Luiz Santiago 17 de setembro de 2016 - 22:46

HAUHAUAHUAHAUHAUAHUAHAUHAUAHUAHUAHAUHAU

Responder
Guilherme Coral 17 de setembro de 2016 - 15:03

O
M
G

Responder
Alison Cordeiro 17 de setembro de 2016 - 12:45

Cara, vc bebeu antes, durante ou depois de ler a HQ e escrever a crítica…? huahuahuahua mutcho loko, Luiz. Passo longe, obrigado pelo aviso! hahahahaa Abçs! (espero que vc se recupere logo).

Responder
Alison Cordeiro 17 de setembro de 2016 - 12:45

Cara, vc bebeu antes, durante ou depois de ler a HQ e escrever a crítica…? huahuahuahua mutcho loko, Luiz. Passo longe, obrigado pelo aviso! hahahahaa Abçs! (espero que vc se recupere logo).

Responder
Luiz Santiago 17 de setembro de 2016 - 13:58

HAHAHAHAHAAHAHA, @alisoncordeiro:disqus, juro que não bebi nada, nem café! É que esse troço é tão… WTF que me deixou assim! Daí minha mente deu nó e eu escrevi esse nó! hahahahah

TALVEZ esse fuzuê todo se conserte quando o primeiro arco se fechar. Mas ainda não estou convencido de que este enigma e reticências foram o melhor caminho seguido pelo autor para começar uma nova saga.

Responder
Luiz Santiago 17 de setembro de 2016 - 13:58

HAHAHAHAHAAHAHA, @alisoncordeiro:disqus, juro que não bebi nada, nem café! É que esse troço é tão… WTF que me deixou assim! Daí minha mente deu nó e eu escrevi esse nó! hahahahah

TALVEZ esse fuzuê todo se conserte quando o primeiro arco se fechar. Mas ainda não estou convencido de que este enigma e reticências foram o melhor caminho seguido pelo autor para começar uma nova saga.

Responder
Kevin Rick 16 de setembro de 2016 - 23:25

Ah cara, buguei… Pelo que eu entendi, o Gerard Way não bebeu da fonte do Morrison. Ele engoliu a fonte. Fiquei extremamente curioso. Quero ler pra ontem.

Responder
Luiz Santiago 16 de setembro de 2016 - 23:28

Ele quis virar a fonte e saiu vendendo fonte pelo Universo inteiro… Depois que ler, venha dizer o que achou. Eu ainda não decidi o que achei. hahahaha

Responder
Luiz Santiago 16 de setembro de 2016 - 23:28

Ele quis virar a fonte e saiu vendendo fonte pelo Universo inteiro… Depois que ler, venha dizer o que achou. Eu ainda não decidi o que achei. hahahaha

Responder
Kevin Rick 16 de setembro de 2016 - 23:39

Blz kkkkk

Responder
Kevin Rick 16 de setembro de 2016 - 23:39

Blz kkkkk

Responder
Kevin Rick 16 de setembro de 2016 - 23:25

Ah cara, buguei… Pelo que eu entendi, o Gerard Way não bebeu da fonte do Morrison. Ele engoliu a fonte. Fiquei extremamente curioso. Quero ler pra ontem.

Responder
Herbie: O Único 16 de setembro de 2016 - 20:58

me buguei todo,essa hq parece ser mais confusa que a fase do grant morrison…
até agora não entendi,a hq é boa ou ruim?????

Responder
Luiz Santiago 16 de setembro de 2016 - 21:22

HAHHHHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHA
Eu não sei!!! To bugado até agora!!!
Não consigo definir se foi boa ou não. Não gosto desses roteiros-enigma que joga qualquer coisa… O Morrison faz isso dentro de um contexto, mas isso não ocorre com o Way aqui.

Responder
Luiz Santiago 16 de setembro de 2016 - 21:22

HAHHHHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHA
Eu não sei!!! To bugado até agora!!!
Não consigo definir se foi boa ou não. Não gosto desses roteiros-enigma que joga qualquer coisa… O Morrison faz isso dentro de um contexto, mas isso não ocorre com o Way aqui.

Responder
Herbie: O Único 16 de setembro de 2016 - 21:31

quando ele disse que tava inspirado no morrison,tava beeeeeem inspirado pelo jeito,ficou até mais doidão que ele kkkkkkkkkk
quando chegar em scan,vou ler,tomará que eu entenda um pouco da hq kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
já vi um trabalho dele chamado umbrella academy que muitos elogiam,tem crítica dele no site?

Responder
Herbie: O Único 16 de setembro de 2016 - 21:31

quando ele disse que tava inspirado no morrison,tava beeeeeem inspirado pelo jeito,ficou até mais doidão que ele kkkkkkkkkk
quando chegar em scan,vou ler,tomará que eu entenda um pouco da hq kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
já vi um trabalho dele chamado umbrella academy que muitos elogiam,tem crítica dele no site?

Responder
Luiz Santiago 16 de setembro de 2016 - 22:37

Não tem, mas sempre tive curiosidade de ler. Talvez agora eu vá dar uma olhada pra ver se ele é doido assim mesmo ou só viajou na maionese aqui.

Responder
Luiz Santiago 16 de setembro de 2016 - 22:37

Não tem, mas sempre tive curiosidade de ler. Talvez agora eu vá dar uma olhada pra ver se ele é doido assim mesmo ou só viajou na maionese aqui.

Responder
Herbie: O Único 17 de setembro de 2016 - 12:38

bom,tem muitas críticas boas,então parece que ele não usou LSD enquanto escrevia a hq kkkkkkkkkk
será que o grant morrison se for ler essa nova patrulha do destino vai entender o que se passa na hq???? do jeito que ele é malucão tb kkkkkkkkkk

Herbie: O Único 17 de setembro de 2016 - 12:38

bom,tem muitas críticas boas,então parece que ele não usou LSD enquanto escrevia a hq kkkkkkkkkk
será que o grant morrison se for ler essa nova patrulha do destino vai entender o que se passa na hq???? do jeito que ele é malucão tb kkkkkkkkkk

Luiz Santiago 17 de setembro de 2016 - 13:55

Eu sempre defendo a loucura em histórias ousadas, mas ela precisa ter um início bem assentado. Eu já li muito coisa do Morrison, já li O Incal do Jodorowsky inteirinho e sei bem como pode ter todo tipo de piração possível dentro de uma saga. O que ocorre aqui são realmente cenas soltas que, a rigor, não são ruins, mas também não acho que são boas. Sem contar que não dá pra entender nada do que o roteiro diz, fora o óbvio do óbvio, e isso, para uma primeira edição de um novo selo… não sei… confesso que ainda estou confuso sobre o que achar. Mas vou continuar lendo, claro, porque quero ver isso se resolver com o passar dos meses.

Luiz Santiago 17 de setembro de 2016 - 13:55

Eu sempre defendo a loucura em histórias ousadas, mas ela precisa ter um início bem assentado. Eu já li muito coisa do Morrison, já li O Incal do Jodorowsky inteirinho e sei bem como pode ter todo tipo de piração possível dentro de uma saga. O que ocorre aqui são realmente cenas soltas que, a rigor, não são ruins, mas também não acho que são boas. Sem contar que não dá pra entender nada do que o roteiro diz, fora o óbvio do óbvio, e isso, para uma primeira edição de um novo selo… não sei… confesso que ainda estou confuso sobre o que achar. Mas vou continuar lendo, claro, porque quero ver isso se resolver com o passar dos meses.

Herbie: O Único 17 de setembro de 2016 - 14:36

verdade.Falando em morrison,vocês tem review de crise final?é que estou em dúvida se é boa ou ruim pois dizem que é muito confusa,mas eu conheço bem o universo dc(tb marvel) e queria saber se vale a pena ler.
gerard way precisava se conter um pouco nessa primeira edição,aí nas próximas ele poderia meter a loucura,mesmo assim vou tirar minhas conclusões e se achar legal vou continuar lendo.

Herbie: O Único 17 de setembro de 2016 - 14:36

verdade.Falando em morrison,vocês tem review de crise final?é que estou em dúvida se é boa ou ruim pois dizem que é muito confusa,mas eu conheço bem o universo dc(tb marvel) e queria saber se vale a pena ler.
gerard way precisava se conter um pouco nessa primeira edição,aí nas próximas ele poderia meter a loucura,mesmo assim vou tirar minhas conclusões e se achar legal vou continuar lendo.

Luiz Santiago 17 de setembro de 2016 - 23:04

Crise Final é uma das que estão na nossa lista para críticas futuras. Eu li faz muito tempo, não me lembro direito pra te dizer com detalhes se é confusa ou não.

Luiz Santiago 17 de setembro de 2016 - 23:04

Crise Final é uma das que estão na nossa lista para críticas futuras. Eu li faz muito tempo, não me lembro direito pra te dizer com detalhes se é confusa ou não.

Herbie: O Único 17 de setembro de 2016 - 23:08

valeu pela informação!

Herbie: O Único 17 de setembro de 2016 - 23:08

valeu pela informação!

Herbie: O Único 16 de setembro de 2016 - 21:45

tava vendo que o IGN deu nota de 8.4,pena que não falo inglês kkkkkk
agora não sei se eles bugaram tb kkkkkkkkkkk

Responder
Luiz Santiago 16 de setembro de 2016 - 22:37

Sim, eu vi a crítica deles. Mas o autor não explora os motivos, o que eu entendo perfeitamente, já que não tem muitos motivos hahahahaha. É uma HQ que vc não sabe se gostou ou não gostou. Mas a arte é muito boa. 😀

Responder
Henrique Valle 16 de setembro de 2016 - 22:49

Mais maluco que o do Morrison?
Essa eu faço questão de ver!

Responder
Henrique Valle 16 de setembro de 2016 - 22:49

Mais maluco que o do Morrison?
Essa eu faço questão de ver!

Responder
Luiz Santiago 16 de setembro de 2016 - 23:28

Eu diria que ele é irresponsável. O Morrison SABE fazer loucura com sentido narrativo. Aqui, tem um monte de coisa jogada, cenas soltas… é bem incômodo se você for colocar o pé no chão. Mas não é ruim. Sei lá. Não sei o que dizer, to completamente bugado com esse negócio.

Responder
Luiz Santiago 16 de setembro de 2016 - 23:28

Eu diria que ele é irresponsável. O Morrison SABE fazer loucura com sentido narrativo. Aqui, tem um monte de coisa jogada, cenas soltas… é bem incômodo se você for colocar o pé no chão. Mas não é ruim. Sei lá. Não sei o que dizer, to completamente bugado com esse negócio.

Responder
Herbie: O Único 16 de setembro de 2016 - 20:58

me buguei todo,essa hq parece ser mais confusa que a fase do grant morrison…
até agora não entendi,a hq é boa ou ruim?????

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