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Crítica | Patrulha do Destino – 1X10: Hair Patrol

por Luiz Santiago
227 views (a partir de agosto de 2020)

Doom-Patrol-1x10 hair patrol plano critico

  • Há SPOILERS. Leia aqui as críticas dos outros episódios.

Estava bem claro, ao fim de Jane Patrol, que o episódio seguinte da série abordaria o que aconteceu na mansão de Niles Caulder enquanto Cliff estava no Underground tentando trazer Jane de volta, através de uma ligação com o Homem-Negativo. E eis que temos aqui a introdução nas telinhas de mais um personagem maluco criador por Grant Morrison, o estranho Ernest Franklin, ou Beard Hunter, cuja estreia aconteceu na Doom Patrol #45, em junho de 1991.

Interpretado com muita competência por Tommy Snider, que dá um ar cínico e quase impossível a um vilão hábil, gordinho e galhofeiro (além de ter um poder absurdamente nojento, já que ele precisa engolir o pelo da barba de um homem para… rastreá-lo e ter acesso às suas memórias), o Beard Hunter se mostra como um vilão de ocasião que é capaz de, em torno dele, fazer surgir diversas frentes de ação. Percebam como o roteiro de Eric Dietel faz uma breve apresentação do indivíduo, nos reintroduz aos eventos que colocaram 3 Patrulheiros fora de ação e costura esses dois lados através do Departamento da Normalidade (e agora sabemos que Niles também trabalhava para o mesmo grupo que Larry, mas em sua formação anterior, enquanto Departamento das Estranhezas).

Em termos gerais, Hair Patrol foi uma excelente “desculpa” para mostrar mais do passado de Niles, e eu confesso que fiquei extremamente feliz com a não-obviedade da escolha, além do fato de trazerem ingredientes muito importantes para o desenvolvimento da personalidade do Chefe, um dos assuntos mais discutidos dentro e fora da série.  Niles tem o tipo de moral que gira entre a defesa e a condenação, sendo alguém complexo e imensamente bem relacionado, fato que já vimos, em diversas situações, ao longo dessa temporada. O flashback, que talvez para alguns pareceu longo e aleatório demais no início, ganhou na ótima cena entre Niles e Nobody, um profundo significado. Temos agora alguma motivação interessante por parte do Chefe e talvez algo que vá explicar e/ou justificar (se isso ainda for necessário para alguns) a questão das idades na série. Veremos.

As cenas entre Vic e Rita também entram na seara de boas escolhas do roteiro. Não se trata de uma dupla óbvia para fazer parceria e aqui, diante de um momento de crise e ameaça, eles conseguem lidar muito bem com a situação, tendo eu mais uma vez que destacar a peculiar forma com que a atriz April Bowlby interpreta Rita. Dos maneirismos à forma como lida com as coisas ao seu redor, ela realmente nos passa a força de uma ex-estrela de cinema sob condições nada favoráveis. É maravilhoso vê-la com suas caras, bocas e tons de voz tentando colocar panos-quentes em tudo ou esperar que outras pessoas cuidem do “serviço sujo”, até que entende que ninguém virá, e então, ela mesma parte para a ação. Embora eu quisesse que a personagem utilizasse seus poderes aqui, foi bom ver como esteve à frente de alguns movimentos e serviu muito melhor à situação do que o próprio Cyborg.

Mas o foco do episódio está mesmo no excelente passado do Chefe, inclusive ganhando uma boa dianteira na concepção técnica. Fazer fotografia de ambientes escuros nunca é algo fácil, especialmente em lugares amplos, e o que Scott Winig faz aqui é realmente um trabalho muito bom, com destaque para as nuances de cor entre o interior e o exterior da caverna. Também vale destaque o belo design da criatura que aparece aqui, durante o chamado de Oyewah (Pisay Pao). Esse ambiente do passado de Niles me parece ter um papel importante na busca do Departamento e na própria “coisa” que ele hoje está defendendo do Sr. Ninguém. Considerando que temos mais cinco episódios pela frente, é de se imaginar que os caminhos para a busca do Chefe devem se estreitar e em cada um dos capítulos daqui para frente tenhamos algum tipo de resposta ou adicção de conhecimento importante para nos fazer montar o quebra-cabeça do serial. Estamos chegando lá!

Doom Patrol – 1X10: Hair Patrol (EUA, 19 de abril de 2019)
Direção: Salli Richardson-Whitfield
Roteiro: Eric Dietel
Elenco: Diane Guerrero, April Bowlby, Joivan Wade, Alan Tudyk, Matt Bomer, Brendan Fraser, Timothy Dalton, Riley Shanahan, Matthew Zuk, Max Martini, Tommy Snider, Pisay Pao, April Billingsley, Joan Van Ark, William Tokarsky
Duração: 52 min.

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51 comentários

Felipe Augusto 8 de junho de 2019 - 21:00

Acabei de ver The Terror um dia desses, então adorei toda a parte do Niles no gelo, impossível não comparar o monstro com o Tunnbaq, mto bom. E ri mto c o gordinho comedor de barbas kkkk hilário. Concordo q o episódio não foi tão brilhante como os últimos mas aí é pedir dmais né, enfim, curti mto de qq forma.

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Luiz Santi🐂GADO 9 de junho de 2019 - 00:07

Esse episódio é muito divertido! Mesmo estando um tantinho abaixo dos outros da temporada, não deixa de ser um baita episódio.

Responder
Isac Marcos 22 de maio de 2019 - 23:28

Infelizmente só estou podendo colocar esta série em dia a partir dessa semana, mas após esse 10° episódio não tinha como não comentar rsrs. Quando a gente pensa que o nível de bizarrice/surrealidade positivas chegaram ao ápice, aparece o Beard Hunter (única cena que cortaria é a da câmera próxima quando ele engole os restos de barbas do Niles 🤢🤮), o Chefe transando com a Mulher-Tony Ramos (😅) e ainda no final, um Chefe à la Jogos Mortais como armadilha. A mágica no absurdo se chama Doom Patrol!!!

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Luiz Santi🦎Zilla 23 de maio de 2019 - 00:34

Sempre tem um lugarzinho para quem chega depois, pode encostar que tem bizarrices para todos nós! HAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Mano que NOJOOOOOOOOOO foi a cena do Beard Hunter… sério, aquilo foi terrível! E pode segurar aí teus forninhos que o negócio só tende a bizarrear mais ainda a partir dos próximos episódios!

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Marcelohim 21 de abril de 2019 - 20:09

E aquele final, alguém explica , pq eu fiquei como o cliff , what a Fuc,..

Responder
Luiz Santi🦎Zilla 21 de abril de 2019 - 20:29

O final é facinho de entender: a barba que o Berad Hunter estava rastreando estava numa armadilha protegida pela criatura que vimos nas memória de Niles. O que a gente não sabe é QUEM colocou a armadilha ali, para impedir que o verdadeiro Niles fosse encontrado. Provavelmente já contavam com a possibilidade de o Beard Hunter ser contratado.

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Fakeman 21 de abril de 2019 - 16:07

Acho que, apesar de extremamente poderoso, o sr ninguém não é imortal, e por isso ele quer que Caulder lhe dê a localização da cavernícola, pois acredita que é a chave para a vida eterna.

Responder
Luiz Santi🦎Zilla 21 de abril de 2019 - 16:52

Meu pensamento vai por esse caminho também! É por isso que ele tá doidinho atrás da imortalidade!

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Stella 21 de abril de 2019 - 13:24

ótima critica. Achei o episodio chatinho, deveria ser todo ele no flashback a melhor parte do episodio, a parte que estragou foi desse personagem Beard Hunter. Ao meu ver seria mais engraçado ser como nas HQs, esteriótipo de bombadão dos anos 80/parodia do Justiceiro mesmo. Pense numa cena nojenta que me fez virar a cara foi dele comendo lentamente aquele tufo de cabelo do ralo da pia kkkkk Desnecessário, o foco da camera aff.

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Luiz Santi🦎Zilla 21 de abril de 2019 - 13:40

Eu achei aquele troço hilário e muuuuuito nojento ao mesmo tempo. Mas parece que tá uma concordância geral em relação ao flashback, que foi bom pra caramba mesmo!

Responder
Leonardo Pires de Oliveira 21 de abril de 2019 - 13:15

Ótimo texto! Bem escrito, direto e ligeiro, como esse episódio foi pra mim. Um episódio abaixo da média! Que média? A média Doom Patrol. A gente tá muito mal acostumado mesmo. Numa série normal, esse episódio seria o ponto alto da temporada. Em DP, o ponto baixo. Dentre outros episódios que ficam entre 9 e 10, um 8 chega a causar náusea. Não tanto quanto a cena do sommelier de barba. MDS QUE TOSQUEIRA (no melhor sentido, claro). E Timothy deu um show de atuação! Mas tem alguma coisa errada nesse flashback… sei lá, não me convenceu de que foi real. Eu to achando que o Niles tá simulando tudo aquilo pra f*der o Mr. Nobody no final. E sobre a “conveniência narrativa” das idades da Patrulha, eu realmente tô começando a achar que o Niles, quando “ajudou” os patrulheiros com seus acidentes, injetou seu sangue (ou algo que o valha) nos corpos deles (até no cérebro do Cliff), com exceção do Ciborgue (ou talvez nele também). Deve ter algum interesse oculto desse nobre senhor por trás da vida eterna da Nova Patrulha do Destino. Tô sentindo que Mr. Nobody em breve será derrotado e o Chefe logo se prove um vilão genial.
PS: ainda acho que há mesmo uma Mulher das Cavernas, que deu imortalidade ao Niles, mas não acho que a história real foi um romance. Acho que voltaremos a esse flashback, que será recontado da forma certa.
PS2: eu daria meu ingresso da estreia de Vingadores: Ultimato por aquele diário do Niles…

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Luiz Santi🦎Zilla 21 de abril de 2019 - 13:48

Mano do céu, esse diário tem muitas informações, PQP!!! Cara, eu também tenho muitas dúvidas sobre esse negócio da memória. E como levantei, talvez venha algo aí em relação às idades. Estava debatendo isso mais abaixo com meu parça @disqus_wPGYD1xKX4:disqus , e mesmo tendo opiniões bem diferentes sobre a coisa toda, temos bastante interesse nessa abordagem. E parece que vamos voltar mesmo a algo relacionado a essa memória. Niles é sacana demais, esperto demais. Eu concordo contigo, ele tá tentando foder com a percepção do Nobody.

E o início do teu comentário é perfeito. “Que média? A média Doom Patrol.” Heheheheheheheh exatamente isso!!!

Responder
Stella 21 de abril de 2019 - 13:24

ótima critica. Achei o episodio chatinho, deveria ser todo ele no flashback a melhor parte do episodio, a parte que estragou foi desse personagem Beard Hunter. Ao meu ver seria mais engraçado ser como nas HQs, esteriótipo de bombadão dos anos 80/parodia do Justiceiro mesmo. Pense numa cena nojenta que me fez virar a cara foi dele comendo lentamente aquele tufo de cabelo do ralo da pia kkkkk Desnecessário, o foco da camera aff.

Responder
Vitor Guerra 21 de abril de 2019 - 02:32

Foi o episodio que eu menos gostei, não que tenha sido ruim mas achei tanto a cena da Rita e do Vic contra o Beard Hunter quanto o passado do Niles apenas ok e até chato algumas vezes.
Mas a cena do Chefe com o Ninguem, puta que pariu que cena foda uma das melhores da serie sem duvida. Por isso que amo Doom Patrol mesmo quando ele é abaixo do esperado ele merece aplausos.

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Luiz Santi🦎Zilla 21 de abril de 2019 - 09:38

Se tem uma coisa que eu não achei das cenas do flashback foi chato. Aquilo foi sensacional, num roteiro de sobrevivência e molde de caráter de personagem que me capturou completamente.

Único ponto menos interessante está mesmo na missão do Beard Hunter, pra mim, mas exclusivamente nas sequências da casa. Mesmo tendo gostado, consigo ver um revés aí.

Responder
Luiz Santi🦎Zilla 21 de abril de 2019 - 09:38

Se tem uma coisa que eu não achei das cenas do flashback foi chato. Aquilo foi sensacional, num roteiro de sobrevivência e molde de caráter de personagem que me capturou completamente.

Único ponto menos interessante está mesmo na missão do Beard Hunter, pra mim, mas exclusivamente nas sequências da casa. Mesmo tendo gostado, consigo ver um revés aí.

Responder
Rafael Lima 21 de abril de 2019 - 02:23

Depois de uma série de episódios espetaculares, ‘Doom Patrol” entrega o primeiro episódio “É… Legal” pra mim. Foi legal todo o flashback envolvendo o Niles, não só por ser tecnicamente muito bem feito, mas por revelar muito sobre o personagem. Mas todo o lance com o Beard Hunter parece ter sido criado só por que os produtores acharam que ia pegar mal fazer um episódio que fosse todo voltado para um flashback voltado pro Niles/ ilusão do Nobody (que teve uma participação final espetacular).

Mas achei toda a trama envolvendo o Beard Hunter, apesar da criatividade na concepção do personagem de uma inutilidade tremenda. Filler mesmo, pois não disse nada de novo sobre Rita ou Vitor, nem levou a dinâmica deles pra algum outro nível, e sequer era divertida o bastante. Falha que pra mim, valeria meia estrela a menos na minha avaliação pra mim.

No geral, um episódio muito bom, mas que não mantém o alto nÍvel que a série vinha mantendo á pelo menos seis episódios.

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Luiz Santi🦎Zilla 21 de abril de 2019 - 11:55

Para mim teve um peso menor que os outros, mas manteve tranquilamente o alto nível da série, não caiu tanto não. Mas na lista de classificação dos episódios até agora, para mim, está no último lugar.

Responder
Mera Rainha de Atlântida 20 de abril de 2019 - 23:37

Esse episódio foi uma mistura da bizarrice habitual da série com um especial do National Geografic. Aquela cena da pia me impressionou muito, que nojo. Niles Caulder se provandoum fpd de carteirinha, os caras estão passando por um inferno pra encontra-lo e ele desdenha assim.
A questão da idade dele pode ser explicada através da história contada aqui, só falta mais detalhes.

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Luiz Santi🦎Zilla 21 de abril de 2019 - 00:05

A questão das idades de todo mundo (TALVEZ com exceção da Jane) já estão facilmente subtendidas na série. Mas agora é possível que venha algo sobre vida eterna…

Responder
Rafael Lima 21 de abril de 2019 - 02:23

Mas vamos combinar que esse “subentendido” passa por uma conveniência de roteiro das mais sem vergonha, né? Afinal, Larry e Rita (e podemo por a Jane nesse balaio) passam por acidentes/experimentos diferentes que lhe concedem habilidades meta humanas, e todo mundo ganha juventude eterna/envelhecimento retardado?

A não ser que a série se prontifique a explicar isso, não vamos poder deixar de dizer que se trata de uma conveniência de roteiro.

Responder
Luiz Santi🦎Zilla 21 de abril de 2019 - 09:38

Sim, sim, é uma conveniência, mas jamais sem vergonha, não penso assim. Na minha visão, essa está entre as conveniências que não fazem mal algum e que eu estou plenamente feliz em lidar com elas porque é uma conveniência lógica, factual, perfeitamente explicada dentro do que a série mostrou até aqui. Se tiver algo de diferente para apresentar como justificativa, que venha, estou de braços abertos. Se não, pelo menos para mim, não faz mais falta nenhuma. Eu consigo entender isso tranquilamente pelo que foi dado até aqui na série, sem prejuízo algum a qualquer padrão narrativo.

Responder
Rafael Lima 21 de abril de 2019 - 12:14

Olha a condescendência com uma das séries favoritas ai, hein? Hahahahaha

Não vejo como tão fechadinha, lógica e factual essa conveniência não. Olha a Arani, por exemplo. Tambèm uma metahumana que näo gozou de juventude eterna/envelhevimento retardado. Cadê a lógica interna ai?

Bem ou mal, Rita, Larry e Jane ganharam seus poderes de forma totalmente diferentes, tem poderes diferentes, mas o mesmo efeito colateral? Não consigo ver isso de outra maneira que nåo uma conveniência de roteiro sem vergonha.

Pior que nem compensação dramática isso tem, pois enquamto a Rita realmente precisa vir da década de 50, pois é importante pra personagem. Mas até agora não vi razão pro Larry ou pra Jane não serem personagens contemporâneos.

Com isso, não questiono as altissimas qualidades de Doom Patrol. Mas pra mim, a questão da idade é (até agora) uma conveniemcia de roteiro sem vergonha que a serie não precisava, e ignorar seria passar amão na cabeça da série.

Luiz Santi🦎Zilla 21 de abril de 2019 - 12:38

Discordo de tudo o que você disse. Como expus antes, para mim, essas coisas todas fazem um sentido lógico dentro do que a série propôs, mesmo sendo conveniente. Não é alheio às explicações já dadas. Vai de cada um aceitar bem ou não essas colocações. Para mim, não é condescendência, até porque, já expus questões que me incomodaram antes na série. Na minha leitura, porém, esses pontos etários funcionam bem e não há nada de sem vergonha nisso não. Acho o trabalho, mesmo na conveniência, muitíssimo bem feito. Não é uma justificativa porca ou que se possa questionar a existência. Para esse tipo de Universo, confesso que não vejo mal nenhum considerar um mesmo efeito colateral para um grupo de personagens, já que tantos absurdos ainda maiores se colocaram aqui. Como disse, na minha leitura, funciona fechadinho.

Mas vai ver estão todos velhos e carcomidos e no último episódio da temporada vão mostrar todos eles só o pó da rabiola e vão renovar todo o elenco… Nunca se sabe. HAUHAUAUAAUHAUHAUHAUAHUAHUAHAUHUAHAUAHUAHAUHAUHAUAH Independente do que vier, se for bem feito, que venha. Mas para mim, não é necessário mais nenhuma explicação. Tudo já está plenamente dado como explicado e num patamar + que aceitável.

Rafael Lima 22 de abril de 2019 - 02:14

Renovar todo o elenco, não! Faz isso ai não. Se eu tenho que engolir essa sem vergonhice etária pra ter esse elenco maravilhoso junto, eu engulo. Inclusive, além de não envelhecer, todo mundo ainda pode ser telepatia, ser velocista, ter garras de adamantium, e ter uma manopla do infinito cada um. Hahahahahahahahahahhahahhahahahha

Luiz Santi🦎Zilla 22 de abril de 2019 - 03:09

HAUHAUHAUAHUAHUAHUAHAUAHUAHA ah, meu velho, aqui é tudo possível!!! Já pensou se aparece um Thanos genérico criado pelo Nobody??? AHUAHUAHUAHAUHAUAHUAHUAHUAHUAHAUAH

Wagner 21 de abril de 2019 - 13:24

Discordo dessa parte do Larry e principalmente da Rita. Não é por serem meta-humanos que deixarão de envelhecer, mas sim as características que vieram com essas transformações
Do Trainor não se tem ideia de como a entidade funciona de fato (será que ela que o mantém vivo?) e visto que sua real aparência é toda deformada, não dá para definir muita bem a sua idade.
Já a verdadeira forma da Rita é uma bolha. Ela se concentra para manter a forma humana, moldando ela mesma. É como se ela tivesse escolhido manter essa aparência. É mais viável perguntar como uma senhora ainda tem força para fazer aquilo hahaha

E será que o Niles escolheu abandonar os outros na Mansão Xavier simplesmente porque viu que os pobres envelhecem, enquanto a turma atual não?

Rafael Lima 22 de abril de 2019 - 02:07

Da Rita, eu nem reclamo. Não só por causa do poder dela, como você bem aponta, mas por que ela precisa vir da década de 50. É uma parte importante da personagem dela. Existe um por que. Se a Rita não viesse dos anos 50, seria outro personagem.

Agora, imagine o Larry como um personagem contemporâneo. O que muda do personagem que estamos acompanhando? Praticamente nada. E verdade, não se tem ideia de como a entidade funciona, mas não se pode levar isso a ferro e fogo, se não vira desculpa pra que o Larry possa fazer absolutamente qualquer coisa. A Jane é a mesma coisa. Pra conveniência da série, a gente tem que supor que um dos experimentos que a Jane sofreu que deu aqueles poderes pra ela, retardaram/pararam o envelhecimento dela. Sendo que a Jane, assim como o Larry, se fosse um personagem contemporâneo, também não sofreria nenhuma mudança.

E não é por que alguém tem o rosto queimado que não dava pra mostrar sinais de envelhecimento. Tu vê o rosto do Larry sem bandagens nos flashbacks e no presente e se ve claramente que é o mesmo rosto. O Larry não envelhece, e eu tenho que deduzir que é por causa do espirito negativo, assim como eu tenho que deduzir que os experimentos da Jane não deixam que ela envelheça, assim como os poderes da Rita não deixam ela envelhecer, ou permitam que ela aparenta ser jovem. Três desses numa mesma casa sem que o Chefe tivesse essa intenção, é uma coincidência absurda pra mim. Hahahahah

Pessoalmente, eu nem acho que a série vá explicar isso (mas já me enganei antes) mas se não explicar, não vou conseguir deixar de achar uma conveniência de roteiro sem vergonha (o que não vai diminuir o brilhantismo da série diante de tudo que foi feito até aqui, mas eu também não sou cego).

Wagner 22 de abril de 2019 - 11:58

Falo em questões de idade, não onde estão situados no tempo rsrs
Mas esse quesito é mais para a trama do que para o desenvolvimento do personagem.
Se a Jane fosse nova, o Culto do Livro Reescrito não teria tanta força como estava no episódio Paw Patrol (seria uns 15 anos a menos de cultuação). Pode parecer pouco, mas do Inescrito estava se preparando há muito mais tempo, então cada ano faria diferença
Do Larry lembro muito bem de ter dito no primeiro episódio que o dilema dele é antigo e atual ao mesmo tempo (por mais que hoje esteja mais “aceitável”). Então acho que sua “posição no tempo” se dê mais em função Bureau of Normalcy, mas é algo que poderia ser feito do ponto de vista do Niles também.

O que mais tinha gente reclamando no twitter e no Reddit era sobre o Niles não envelhecer e não deixaram a explicação em vão, então por isso acho que haverá sim um motivo dessa galera ser a “escolhida”. Minha teoria (segura a viagem aí) é que O Chefe procura por gente imortal como ele (por condições naturais, pelo menos). Larry e Rita já se mostraram bem duradouros. Acho que para a Jane ele acabou compartilhando a sua com ela.
A antiga Patrulha era frágil e foi descartada, além de que no primeiro episódio ele diz que alguns que chegam até ele vão embora. Creio que sejam pessoas que não valiam a pena e tiveram algum fim fora do normal.

Luiz Santi🦎Zilla 21 de abril de 2019 - 09:38

Sim, é uma conveniência, mas jamais sem vergonha, não penso assim em absolutamente nenhum aspecto. Na minha visão, está nas conveniências que não fazem mal algum e que eu estou plenamente feliz em lidar com elas porque é uma conveniência lógica, factual, perfeitamente explicada dentro do que a série mostrou até aqui. Se tiver algo de diferente para apresentar como justificativa, que venha. Se não, para mim, não faz mais falta alguma. Eu consigo entender isso tranquilamente pelo que foi dado até aqui.

Responder
Fakeman 22 de abril de 2019 - 16:38

Rita se transformou em protomatéria no acidente, então se ela pode mudar sua constituição celular, também pode anular ou reverter o envelhecimento das suas células.
Jane me parece uma transforma em alguns momentos, pois quando muda de personalidade também se altera fisicamente, então acho que ela pode alterar a sua forma. Talvez a verdadeira seja uma velha bem decrépita.
Larry é mais difícil de pensar uma explicação, mas como seu corpo é deformado, não dá pra notar a passagem do tempo, e a energia pode ser uma bateria que sustenta seu organismo de forma indefinida.

Responder
Deivid 20 de abril de 2019 - 23:29

Na moral, essa série me surpreende a cada episódio, e gostei bastante do passado do Niles e quero ver mais oq esse senhor esconde

Responder
Luiz Santi🦎Zilla 20 de abril de 2019 - 23:37

Cada semana é um banho de incríveis surpresas! Quero só ver como essa caçada vai terminar!

Responder
Deivid 20 de abril de 2019 - 23:45

Tbm, só mais 5 eps, e que tenha uma segunda temporada

Responder
Jackson Santos 20 de abril de 2019 - 22:22

Como é gostoso assistir essa série, não ter a mínima noção de onde ela vai a cada semana,apenas ter a certeza que valerá a pena é muito show!!

Tomara que aquela notícia de que a Warner Bros., estaria reconsiderando a necessidade do serviço de streaming DC Universe já que a WarnerMedia pretende ter sua própria plataforma em breve, não traga problemas para Doom Patrol.

Um abraço!

Responder
Enderson Nobre 20 de abril de 2019 - 23:20

Segundo um artigo que saiu em um site gringo o DC Universe não corria nenhum perigo imediato e que o desempenho da plataforma tinha supetadsupetadsas expectativas da Warner.

Parece que todo esse rumor da Warner estar reconsiderando a plataforma da DC (apesar de eu não duvidar) surgiu gracas ao corte dos 3 episódios finais da série do Monstro do pântano, que vai ter o final reescrito e o número de episódios diminuído para 10. Muita gente achou que esse corte se deu porque a Warner estava reavaliando a necessidade do DC Universe, mas parece que o corte se deu porque a produção conseguiu estourar o orçamento de 85 MILHÕES (Como a Warner liberou um orçamento desse é um mistério. Eu acredito que o James Wan chegou pros executivos da Warner e jogou a carta dos 1 bilhão por Aquaman).

Responder
Luiz Santi🦎Zilla 20 de abril de 2019 - 23:37

Ele tem um puta projeto em mãos. Se bem trabalhado, será uma série memorável e, a tirar por Doom Patrol, a gente sabe que pode vir coisa maravilhosa por aí…

Responder
Wagner 20 de abril de 2019 - 23:45

Também li sobre isso.
Quanto ao Monstro do Pântano, já está com bons elogios: baita roteiro, só cortarão o necessário (que é sem importância) e dois visuais para o Demônio Azul (bem elogiado também)

Responder
Stella 21 de abril de 2019 - 14:25

Com certeza foi isso, James Wan que está produzindo. Ele já tinha varias vantagens contratuais na Warner e após Aquaman então, agora ele vai ser o bambam. Greg Berlanti taca a garra em tudo, e as séries que ele produzir são bem baratas, que são do Arrowverso. Doom Patrol, Titans e a futura Sideral.

Só Krypton e Preacher escaparam, mas me espanta que Krypton sendo uma série bem mais apagadas, quase ninguém sabe dela, tenha efeitos especiais tão bons. Talvez seja a vantagem de não ter Greg Berlanti e sua corja de amadores. Doom Patrol anda acertando pela equipe de roteiristas e produtores de Supernatural das primeiras temporadas estarem nela. Sideral apesar do visual estar muito bom e pela presença do Kid Flash Wally, estou receosa pelo diretor de episodio de Arrow e roteirista de The Flash.

Responder
Luiz Santi🦎Zilla 20 de abril de 2019 - 23:20

@disqus_YzEyqT9Rrd:disqus eu tava falando com o Ritter essa semana sobre esse negócio da Warner. Já teve a diminuição de 3 episódios de Monstro do Pântano, algo que eu realmente espero que não tenha atrapalhado a construção da temporada. Agora a gente realmente fica temeroso pelo que pode acontecer com Doom Patrol…

Responder
Eloyzyo Nascimento 20 de abril de 2019 - 22:14

No meu ranqueamento o menos cotado até agora .. gostei do Bear Hunter realmente deveras nojento rsrs, o arco do Nilles fotografia muito boa em alguns momentos me lembrava a fotografia do The Horror. O encontro entre o Nilles e o noboby melhor parte do episodio.

Responder
Luiz Santi🦎Zilla 20 de abril de 2019 - 23:28

Aquele encontro final entre eles foi sensacional! Alan Tudyk tá matando a pau nesse papel!

Responder
EUDXS 20 de abril de 2019 - 22:14

MAIS UM EPISÓDIO SENSACIONAL DE DOOM PATROL… O PASSADO DE NILES CAULDER FOI MUITO BEM CONSTRUÍDO, E PELO Q ENTENDI ELE ESTÁ DISPOSTO A SACRIFICAR SEUS AMIGOS PRA PROTEGER A MULHER Q ELE AMA (ALIÁS, Q CONVERSA BEM ESCRITA COM O SR. NINGUÉM e que Atuação do Alan Tudyk) E A SEGUNDA MELHOR COISA DO EPISÓDIO FOI O BEARD HUNTER. PQP, NOJENTO E MUITO ENGRAÇADO E TUDO FICA MELHOR AINDA COM A ATUAÇÃO DE *TOMMY SNYDER* … E ASSIM TEMOS MAIS UM OTIMO EPISODIO DE DOOM PATROL E ESPERO Q ESSA SÉRIE VENHA ESTAR EM PESO NO EMMY! MERECE MUITO… EPISODIO NOTA 9/10

Responder
Luiz Santi🦎Zilla 20 de abril de 2019 - 23:29

Esse caçador é nojentão demais haahhahahahhahaa! Ele tem a maior pinta de orgulho pelo “talento” dele! Pelo visto, Niles previa que pudesse se encontrado em algum lugar, pelo que aconteceu com ele no fim… Ou será que aquilo foi uma colocação do Nobody?

Responder
Fakeman 21 de abril de 2019 - 17:48 Responder
Gabriel Carvalho 20 de abril de 2019 - 22:14

Patrulha do Cabelo me lembrou minhas tias velhas mandando eu cortar o cabelo. E o colégio que eu estudava, católico.

Responder
Wagner 20 de abril de 2019 - 21:46

Mom? WHERE ARE MY SHURIKEN?

Quem nunca?

Apesar de ter gostado (novidade), creio que gostei mais de quase todos os outros episódios. Acho que nem dá para falar que é um dos piores, mas sim um dos “menos excelentes” heuehueheu. Nota justíssima.
#textinho porque não tem muita coisa pra falar
—–
Vou logo comentando o que não gostei muito: do Beard Hunter. Não sei como explicar isso, mas não comprei a ideia. O personagem é legal, poderes bem peculiares e a cena de início dele com a mãe é hilária, assim como ele se preparando para a missão (até a malha vermelha tem kkk). O que não funcionou para mim foi o tom sério que ele tentou passar após saber os segredos do Niles. É como se ele pudesse fazer isso mantendo suas galhofagens. Claro que isso não estraga o personagem, mas me incomodou de uma forma passageira. Sem contar que poderia ter rendido uma cena legal dele versus o Vic, pois capacidade para isso eles têm (vide terceiro e quarto episódios). Se bem que devem ter colocado mais para zoar mesmo.
Até “This Is Us” existe nesse universo, senhor amado kkk

Ouso dizer que a Ritinha tem um dos melhores desenvolvimentos de personagem e consegue brilhar com muito pouco. Nunca fui fã da April, mas agora já tem todo meu amor

E por mais que eu esperasse um foco maior na Rita e no Ciborgue, eis que fui #tapeado. O episódio ERA DO CAULDER, CARAIOOOOO (tá vendo como prévias enganam?). Acho que isso foi o suficiente para quem reclamava dele não envelhecer. Se é que alguém ainda precisa de explicação sobre isso, é a Jane (porém dá para deixar implícito que pode ser habilidade de alguma persona)
Cês achavam que o Dick era pegador né? HAHAHAHAHAHAHA. O cara já topou com uma mulher das cavernas, com a Arani (possivelmente) e com a Baphomet. Quem é Asa Noturna perto desse cara?
O Timothy é tão fdp que dois meses atrás ele deu uma entrevista sobre esse episódio, o qual tinha acabado de gravar e deu uma breve descrição de uma personagem. Pensei na hora que era Dorothy Spinner KKKKKKKKKK. É muita tapeação para um episódio só. Parecido com a personagem da série (que se chama Slava), ela pode dar vida aos seus amigos imaginários. Um doce de pessoa.
Talvez ela realmente apareça, mas como filha do Niles.

“We’ve just done an episode that we finished last week that took us to the far north of the continent, North Yukon, where I meet an extraordinary young woman who is very hairy and may be even considered pre-human.

https://uploads.disquscdn.com/images/d9479cf234c98df90e490eaea47691b43e75c33e934db64fc480ff3229f32b75.jpg

Apesar dos apesares, esse episódio trouxe um dos melhores momentos da série.
O brilho mesmo veio com o Sr. Ninguém batendo palmas. Caraca, depois daquilo eu já estava aplaudindo junto (e o sorrisinho?). Eu nem me toquei que ele poderia estar por trás do episódio, o qual só aconteceu por causa dele hahaha. Véi, a interpretação do Tudyk está incrível, mas incrível MESMO. As feições que ele fazia era de sorrir e dá medo ao mesmo tempo. Sem contar que a interação dele com o Niles está ótima também

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Rapaz, escancaram a origem do Flex Mentallo sem cerimônia rsrsrs (quem pegou, pegou)
Ah, nas cenas de flashback tocava os créditos de abertura de fundo. Como não amar a trilha sonora dessa série?
https://www.youtube.com/watch?v=uAuL_noJLoo

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Luiz Santi🦎Zilla 20 de abril de 2019 - 23:37

Eu comecei a rir quando a Rita ficou descrevendo o anúncio hahahhahahaha. Flex Mentallo vem aí!

Como Alan Tudyk está incrível nessa série. É impressionante o trabalho que ele faz aqui, aquela cena no final do episódio foi fascinante pra mim. Adorei demais.

Eu entendo o que você quis dizer sobre a “parte séria” nos diálogos posteriores do Beard Hunter. Embora isso não tenha me incomodado — ao contrário na verdade, achei bem legal a forma como ele encarnou uma postura de “revelação” para a dupla de heróis — de fato teve uma mudança no tom do personagem por um breve momento.

Aliás, o final dele, naquele cenário, é incrível! A todo momento os diretores estão tentando fazer algo bacana e diferente para nos encantar!

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Wagner 20 de abril de 2019 - 23:45

O Tudyk aparece tão pouco justamente para não brilhar mais que os herois rsrs. Acho que no próximo episódio vão resolver pendências e daí pra frente ir em busca do Niles

E uma coisa que reparei também foi o comportamento do Larry após a entidade voltar pro corpo. Pode ser só um mal estar, mas ele estava com “cara” (kkkkkkkkk) de ter tido um baita sonho

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Luiz Santi🦎Zilla 21 de abril de 2019 - 00:05

HAUHAUAHUAHAUHAUHAUAHAUHAUAHAU você não vai pro céu!!!!

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Stella 21 de abril de 2019 - 13:24

Também não gostei dele. Eu disse que ele nao poderia funcionar em outro post kkkkk acertei.

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