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Crítica | Patrulha do Destino – 2X01 a 3: Fun Size Patrol, Tyme Patrol, Pain Patrol

por Luiz Santiago
618 views (a partir de agosto de 2020)

Fun Size Patrol

Tyme Patrol

Pain Patrol

  •  SPOILERS. Leia aqui as críticas dos outros episódios.

E pouco mais de um ano depois de Ezekiel Patrol, exibido em maio de 2019, a DC Universe retorna com sua melhor e mais maluca série até o momento, trazendo não um, não dois, mas três episódios de uma vez só, fazendo do retorno da Patrulha do Destino, em sua 2ª Temporada, um grande evento. E para efeito de melhor estrutura do presente texto, vou tratar esse retorno como um arco, assumindo na maior parte das vezes um sentido geral para tudo o que trouxe o conjunto. Mas aqui e ali precisarei fazer algumas marcações bem específicas sobre cada capítulo, para pontuar a progressão do meu argumento. Tudo isso explicado, vamos à crítica.

Dos três episódios, Fun Size Patrol é o mais fraco, apesar de ser compreensível o módico começo. A entrada de Dorothy Spinner (Abigail Shapiro fazendo um excelente trabalho na criação dessa personagem) exigia um bom contexto e uma boa interação da menina com os membros da Patrulha, afinal de contas, ela entra num momento de fortalecimento de laços entre eles, agora confrontando-se com a verdade sobre Niles e seus experimentos, algo que esse arco explora com bastante densidade, respondendo a uma porção de dúvidas e anseios dos espectadores em relação a esse processo. A ameaça de Mr. Nobody, agora preso no quadro, ainda paira no ar, mas a equipe tem maiores preocupações, e isso tem a ver com a recém-chegada.

À parte os excelentes efeitos, maquiagem e figurino desse primeiro episódio, o que realmente ganha destaque aqui, e por um bom motivo, são as habilidades de Dorothy, seu amigos imaginários e como o status já definido na temporada passada recebe aqui uma justificativa maior — mas não apoiável — das experiências de Niles, que fez tudo o que poderia fazer para proteger a filha. O clímax dessa dinâmica tóxica acontece só no terceiro episódio, que foi claramente escrito para isso (como uma versão mais prática e intensa de Therapy Patrol). Todavia, aqui são plantadas todas as sementes e uma fútil tentativa de remediar um problema dividido em duas partes é desenvolvido no excelente Tyme Patrol.

Eu não tenho exatamente  certeza se essa adaptação da equipe para a TV irá chegar ao ponto onde veremos a Patrulha do Destino oficialmente formada, uniformizada e lutando, em base regular de seus dias, contra os mais diversos inimigos. Mas o trabalho que o show vem desenvolvendo nesse caminho de humanizar, problematizar e intensificar as dores dos membros do grupo é muito prazeroso de se acompanhar. E o tom da série claramente mudou o caráter de sua dinâmica interna. Entendemos que os personagens estão mais próximos, mas antagonizam Niles, ao mesmo tempo que possuem um senso de responsabilidade para com Dorothy e compartilham uma resignação frente às suas condições físicas. É uma percepção e uma relação complexa, mas que gera bons frutos, seja no grupo unido, seja com os membros do grupo em suas próprias linhas, como no caso de Larry (melhor desenvolvido) ou de Vic (não tão bem desenvolvido ou interessante assim).

A estreia se fecha com o meu episódio favorito dos três, o fantástico Pain Patrol, que traz o abominável e interessantíssimo Red Jack, vilão que serve como ponte temática para o tratamento das questões que estavam rondando a equipe desde o primeiro capítulo. Eu não tinha ideia de como a série trabalharia o impacto no grupo após descobrirem o que Niles fez, e aqui temos uma progressiva e muito bem organizada maneira de tratamento para essas questões, sem atropelar a temática inicial do ano (morte de Niles e possibilidade de Dorothy trazer a perdição para o mundo) e dando a oportunidade para cada um demostrar o que sente. Sem perder a mão na loucura, com momentos notáveis vindos de cada personagem, excelentes atuações e mais a ótima linha dramática sobre a mudança de personalidade primária em Jane, Doom Patrol retorna com tudo. E que continue assim! Em tempos como esses, um show com esse nível de qualidade, diversão e loucura é o que a gente precisa para fugir um pouco.

Patrulha do Destino – 2X01 a 3: Fun Size Patrol, Tyme Patrol, Pain Patrol (EUA, 25 de junho de 2020)
Direção: Chris Manley, Harry Jierjian, Samira Radsi
Roteiro: Jeremy Carver, Shoshana Sachi, April Fitzsimmons, Neil Reynolds, Tom Farrell, Tamara Becher-Wilkinson
Elenco: Diane Guerrero, April Bowlby, Joivan Wade, Matt Bomer, Brendan Fraser, Timothy Dalton, Riley Shanahan, Matthew Zuk, Mark Sheppard, Abigail Shapiro, Julie McNiven, Michael Harney, Stephanie Czajkowski, John Getz, Karen Obilom, Brandon Perea, Mark Ashworth, Vanessa Cater, Kat Cressida, Sarah Borne, Roger Floyd, Shay Mack
Duração: cerca de 53 min. (cada episódio)

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64 comentários

Celso Ferreira 2 de julho de 2020 - 21:03

A crítica ficou incrível como sempre, os comentários da galera são sensacionais como sempre, só queria manifestar a minha satisfação com essa série maravilhosa e em ler as críticas do Luiz Santiago depois pra deixar tudo muito bem descrito e esclarecido em palavras. Aprendo muito contigo!
Doom Patrol segue mostrando que é muito mais do que uma série de deslocados revoltados com roteiro subversivo, como alguns minimizam por aí.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 3 de julho de 2020 - 00:49

E aí, parceiro, como vai? Cara, eu tava contando os dias para a volta dessa maravilha! Estávamos precisando de boas doses dessa inanidade na nossa semana!

Responder
uiu 2 de julho de 2020 - 00:57

Que saudades que eu tava dessa loucura toda e como diz o ditado, um é pouco, dois é bom e três é DEMAIS. Meus favoritos foram na ordem contrária, 3, 2 e 1. Já ansioso pro quarto e espero que o Tyme volte com mais viagem no tempo (Ainda tô extasiado por causa de Dark)

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 2 de julho de 2020 - 02:46

Viu Dark e ainda que mais viagens no tempo? Essa é da boa, hein! HAUAHUAHAUAHUAHUAHAUHUAHUAHAUHAUA

Responder
Celso Ferreira 2 de julho de 2020 - 14:31

Do jeito que tá 2020, todo mundo tá querendo uma viagem no tempo pra evitar o Big Bang

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 2 de julho de 2020 - 15:14

De acordo. Tá foda, parceiro…

Responder
uiu 2 de julho de 2020 - 19:19

Quanto mais confundir minha cabeça melhor (adoro ficar igual o meme da Nazaré) HEUAHEAUEHAEUAEHAUEHAEU

Responder
Beto Magnun 1 de julho de 2020 - 18:10

Ainda não vi o terceiro episódio, mas acho que parecem meio perdidos em relação ao Ciborgue. Tirando isso está sendo bom matar as saudades desse grupo. As cenas do Larry me fazem lacrimejar. E ainda sinto que falta darem um pouco mais de atenção pra Rita.

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 1 de julho de 2020 - 23:29

Vic tá meio perdidão mesmo.

Responder
Isac Marcos 30 de junho de 2020 - 23:51

Que falta essa trupe de desajustados rsrs fez!
Eu só espero que Danny Street volte de alguma forma e ainda nessa temporada, senão vou ficar puto com a Dorothy rsrs.
Gostei que continuam mergulhando na dor e culpa do Larry (personagem que mais curto) enquanto a Rita está se aceitando cada vez mais, bacana esse olhar sobre os dois.
Por enquanto, só o Vic que achei fora de hora pra focar numa narrativa de isolamento/distanciamento do grupo (e tiro mais meia estrela da nota do 3° episódio rsrs pelo ângulo da câmera que o mostra de lado enquanto ele estava na cama. Mostrou uma blusa/colete bem visível e todo encanto que havia em imaginar um corpo mecatrônico se foi… rsrsrs).

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 1 de julho de 2020 - 00:03

E só mostrou PARTES do corpo dele que foi substituídas, né. Devem ter mais por ali… HAUAHUAHAUHAUAHUAHAUHAUAHUAHAUAH

Danny precisa voltar!!!

Responder
Rafael Lima 30 de junho de 2020 - 22:35

Não sobrou muito pra falar, já que o pessoal já explanou bastante. Mas correndo o risco de soar repetitivo, que saudade eu tava dessa série foda! Adorei a versão deles do Dr. Thempo, e toda aquela doideira na pista de dança do vilão. To gostando muito de ver a Rita se esforçando pra controlar mais os poderes dela e abraçar de vez a vida super heróica, assim como a rebelião das outras personalidades contra a Jane. Quero ver como os membros da Patrulha vão reagir com a Jane perdendo o posto de primária e se vão tentar resgatá-la de alguma forma. (alías, a cena da intervenção com cada personalidade apresentado as suas queixas, é brilhante).

Acho que gostei mais do primeiro episódio do que você. Foi um episódio bem low profile quando comparado a premiere passada, mas serviu muito bem para nos mostrar onde os personagens estão agora, quais são os conflitos que irão enfrentar neste novo ciclo, além de dar todo o contexto da Dorothy e a grande ameaça da temporada, o Candelabro. Fora que ver o Cliff vestindo a pele do rato não tem preço. kkkk

Red Jack mostrou-se um baita vilão, e seria uma pena se essa fosse mesmo a sua unica aparição. Adorei toda a dinâmica dele com o Niles. Alias, Dalton está arrasando no papel. Desde a cena final, onde mostra a vulnerabilidade do Chefe quando começa a desenhar o “Robotman 2.0” (me pergunto o que vai sair dali), quanto no resto do episódio, mas destaque para a cena do café onde peita o Cliff.

Enfim, como é bom ter essa série de volta para mais um ciclo!

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de junho de 2020 - 23:24

Que bom que essa lindeza está de volta! E cara, a cena do Cliff vestindo a pele do rato me causou uma crise de riso que você não tem noção. Que personagem bravo do caralho. Esse é dos meus!

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Junito Hartley 30 de junho de 2020 - 16:08

Tava com saudades da doidera que é essa série e dos surtos do Cliff, o melhor personagem pra mim, o cara é engraçado demais. Dos 3 episódios, gostei mais do 2. Sobre o 3 episódio, no começo, quando o chefe sai com rita em busca do red Jack, a doroty está com eles na sala e do na ela é ignorada na cena e fica parecendo que ela não tá lá, achei estranho.

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de junho de 2020 - 16:09

Quando ela vai buscar as borboletas? hahahahahahaha

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Junito Hartley 30 de junho de 2020 - 19:41

Ele ta falando com a filha e a rita ta la, ai ele recebe a carta do red jack, fala com a doroty e depois começa a falar com a Rita e a Doroty é ignorada, ele vaza com a rita e foda-se a filha kkkkkkkkk

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de junho de 2020 - 20:14

HUAHUAHAUHAUAHUAHAUAHUAHUAHUHAUAHUA

Responder
Better call Wassef 29 de junho de 2020 - 23:17

Doctor Tyme é uma mistura de Chronos com Rei Relógio rsrsrs

Responder
Fernando Alcantara 29 de junho de 2020 - 11:10

Pra mim a melhor série da Dc Universe sendo transmitida,um ponto que gosto bastante é como a equipe de certa forma tenta se livrar dos laços com o Niles(já que o responsavel pela desgraça pessoal de cada um foi influenciada pelo chefe)mas ao mesmo tempo devido aos traumas e o fato de serem “deslocados”impedem eles de irem pra outro lugar(como se não tivessem outro lugar pra ir)o meu favorito é o Larry e o arco dele é muito bom(espero que desenvolvam mais a história com a familia dele)sobre um todo a serie é muito boa,mesmo com o arco fraco do Victor ainda é plausivel com o personagem,já que ele esta tentando ter um pouco de “normalidade” e espero que a serie explore ele um pouco mais,no mais excelente critica,a serie acertou em escolher 9 episodios pra temporada,melhor qualidade do que quantidade,parabens novamente pela critica,nota:10

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 29 de junho de 2020 - 17:06

Essa série arrebenta. Eu fico mudando de favorito toda hora, cada episódio tem um personagem que me chama mais atenção as atuações são incríveis… Difícil mesmo, viu!

Responder
Vitor Guerra 29 de junho de 2020 - 02:18

Demorei pra vim comentar pq por algum motivo as legendas brasileiras abandonaram o terceiro episodio e eu tive que procurar legendas de portugal pra baixar.
mas enfim episodios muito FODAS, gostei mas do primeiro que você para mim quase tudo nele funcionou pra mim e foi uma ótima introdução da Dorothy e seus poderes,´personalidade e relação com os personagens. Minha cena preferida dele é a conversa do Cliff com a Jene no tijolo da Danny.
O segundo episodio achei mais fraco que o primeiro mas ainda muito bom, esperava mais do Doctor Tyme e a cena dele na boate podia ser bem melhor embora ainda tenha sido divertida(Ele daria um excelente vilão de Legends kkkk)
Em contrapartida o plot do Larry foi impecável,eu reclamei da completa ausência dos filhos dele na primeira temporada mas eles compensaram total nesse episodio, tanto a conversa dele com o Paul e ele lendo a carta do Gary foram maravilhosas e emocionantes.
Gostei muito das cenas do Vic ver ele tentando se curar dos traumas foi bem gratificante mas concordo com você que está bem deslocado mas as cenas foram boas para mim então compensou e diferente do meu xará aqui embaixo eu gostei muito da namorada dele(e atris é absurdamente linda) ou talvez eu so tenha me identificado com ela por tambem ser deficiente físico kkkkk
O terceiro provavelmente o melhor daqui. Todos os núcleos foram muito carregados e muito bons, todas as cenas da Rita e Larry foram ótimas: os flashbacks, eles quebrando os vidros e libertando as borboletas mas principalmente o abraço que eles dão no final que da uma puta sensação boa pro expectador.
As cenas no Underground também foram ótimas ver a Jane aguentado as consequencias de suas ações(não usem drogas crianças) e adorei ver ela assumindo que a patrulha é sua familia.
Red Jack tambem foi fantástico: o visual, a personalidade o estilo tudo ótimo so não comprei aquela morte dele pareceu fácil demais mas adorei ele saboreando a dor da morte kkkk
E por fim fico feliz em ver que o Chefe vai ter mais destaque nessa temporada era um dos meus desejos pra ela, Dalton detona.

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 29 de junho de 2020 - 16:46

Dalton tá incrível aqui mesmo. Eu também to feliz em ver ele em maior destaque por aqui. E acho que essa relação complexa dele com o pessoal da Patrulha vai ser muito bom para a temporada, vai apimentar mais os diálogos. Já tivemos exemplos com o Cliff aqui, né. Hehehehehehe

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Leo 29 de junho de 2020 - 23:17

Cara no fim do terceiro deu uma sensaçao q ele vai tentar “corrigir” as cagadas e no processo assumir o papel de lider… aquele projeto RobotMan 2.0 me passou a ideia q ele vai fazer um corpo novo pro Cliff (q provavelmente simule as sensaçoes de toque e afins), quem sabe ele tbm n ajude a Rita dominar suas habilidades e a Jane a assumir o controle dnv?

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 29 de junho de 2020 - 23:30

É, ele chegou a um limite bem intenso aqui. Estou curioso para ver esse segundo modelo que ele está desenahando!

Responder
Matheus Felipe 28 de junho de 2020 - 11:29

Só assisti os dois primeiros… Só sei que o segundo me tirou altas risadas com a piada do TOC TOC e a inesperada situação com o Doctor Thempo e, ainda, teve aquele destaque no Larry. Acho que sou um dos poucos que tá curtindo o arco do Vic, talvez, pelo fato do personagem pouco ter adaptações aceitáveis qualquer coisa boa vindo dele é lucro.

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 28 de junho de 2020 - 12:10

Para mim, o bloco do Vic é mais pelo deslocamento total com o restante do episódio, daí não fica nada orgânico, saca? Mas isoladamente é bacana. Eu só queria que não fosse tão solto assim (mas como disse mais abaixo, acho que vai juntar, de alguma forma).

Responder
Bernardo Barroso Neto 28 de junho de 2020 - 10:12

A série continua louca e espetacular. Totalmente necessária nos dias de hoje.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 28 de junho de 2020 - 12:10

Traz um pouquinho da BOA maluquice para os nossos dias naturalmente malucos…

Responder
Herbert Engels 27 de junho de 2020 - 21:21

Desses novos o terceiro pra mim foi o mais irregular por ser absurdamente inflado em subtrama. O que não quer dizer que seja ruim pois um episódio fraco dessa série já é acima da média pra aquilo que o gênero, infantilizado, tem a oferecer.

Doom Patrol continua MUITO BOA.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 27 de junho de 2020 - 21:37

Discordo veementemente sobre a inflação de subtramas no terceiro episódio. Mas uma coisa é certa: Doom Patrol é muito boa mesmo!

Responder
Better call Wassef 27 de junho de 2020 - 12:27

Vou comentar apenas o primeiro episódio, pois foi o único do combo ao qual eu tive acesso até agora. É impressionante a qualidade dessa série, desde os cenários e figurinos, chegando nas excelentes atuações (com exceção do Vic, o ator não é ruim, roubaria a cena nas séries da cw, mas aqui é o elo da corrente que destoa de todos os demais, além do personagem ter o quinhão de roteiro mais fraco até aqui, outro ponto que destoa, pois no geral o roteiro está impecável) e como já disse no extenso parêntesis, um roteiro coeso que amadureceu as relações em relação à primeira temporada. Espero que o show não seja contido, mas que continue genialmente louco como na temporada passada.
Ps1. Timothy Dalton está dando um show. Parece mesmo um excêntrico saído do começo do século XX. Melhor que qualquer 007 que tenha feito.
Ps2. Quando eu assistir os outros dois eps, eu volto!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 27 de junho de 2020 - 15:57

O bloco do Vic parece que tem desagradado à maioria mesmo. Como disse no texto e para os leitores abaixo, eu não acho ruim, mas está mesmo destoando do restante. Minha esperança é que isso vai se juntar à narrativa da Patrulha, então pelo menos haverá uma justificativa.

Volte para falar dos outros sim!

Responder
Luiz 27 de junho de 2020 - 23:49

Não tem relação com Doom Patrol…Mais você sabe quando vai ter critica dos outros Eps de The Flash?

Responder
Better call Wassef 27 de junho de 2020 - 20:21

Acabei agora de ver o segundo episódio, ainda não li sua crítica e tenho evitado os comentários. Acredito que vou aproveitá-los melhor depois de terminar os 3 eps. Eu sinceramente gostei mais do primeiro, até agora, achei que esse segundo preencheu algumas lacunas, mas em se tratando de doom patrol, foi muito comum rsrsrs Estranha essa relação do larry com a família, achei que isso tinha sido concluído com o arco anterior do personagem. Dorothy ainda não assusta muito, até agora suas ações foram localizadas, como no circo e na mansão, não vejo como ela pode ser essa arma de destruição em massa que o niles está pintando. O pessoal dos comentários já sabe o que são aquelas borboletas? Fiquei intrigado e me lembrei da barata.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 27 de junho de 2020 - 20:31

As borboletas são explicadas no terceiro episódio. Logo logo você chega lá.

Responder
Better call Wassef 29 de junho de 2020 - 23:17

Pronto! Terceiro ep visto. Sem palavras, essa temporada promete.

Luiz 27 de junho de 2020 - 23:49

Não tem relação com Doom Patrol…Mais você sabe quando vai ter critica dos outros Eps de The Flash?

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 27 de junho de 2020 - 23:49

As críticas de The Flash estão suspensas por enquanto. Assim que o Giba ou outro autor voltar a ver a série, seguiremos com os textos.

Responder
O Gambit dos x-men 27 de junho de 2020 - 11:29

Ixi! eu já ia perguntar sobre a critica dos episódios da Patrulha hoje mesmo!, vocês são rápidos mesmo hein! kkkkk

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 27 de junho de 2020 - 15:49

Tá vendo só?

Responder
Wagner 27 de junho de 2020 - 09:42

“What the f#ck do you have to f#ck to get f#cking that?”

Que saudade dessas adoráveis palavras de carinho.

Que alegria voltar a escrever #textão dessa série maravilhosa nessas críticas maravilhosas. E que retorno!!!
Também escreverei minhas impressões em vista do desenvolvimento dos três episódios, caso contrário escreverei até amanhã.

——

Já começo com altos elogios para a Abigail interpretando Dorothy. Já era um cast que eu curtia muito e essa adição só veio a melhorar. Ela tentando se enturmar foi ótimo. Uma coisa que eu adoro nessa série é como os atores são expressivos mesmo com maquiagens. Suas feições com o Niles soam tão verdadeiras que parece ser um rosto real.
Falando nesse fdp, é bom ver que ele não está perdoado aqui. Sem contar que mesmo aparentando ser um paizão, sua índole questionável ainda pesa bastante. E bom que teremos mais do Dalton nessa temporada, pois o cara amda muito bem.
Curiosidade. Sabiam que a Abigail Shapiro fez 20 anos recentemente? Descobri esses dias que ela tem aquela mesma condição que o Gaten Matarazzo (o Dustin de Stranger Things)

Meu Deus do céu, sempre tenho uns trecos quando tem um idoso mais o Larry envolvidos numa cena. Cara, se uma voz de criança tivesse lido aquela carta, eu estaria aos prantos só de lembrar. Tudo issopesa ainda mais quando uma das últimas lembranças que ele tem do filho é quando ganha seu presente e não percebe o valor real nisso.
É sempre bom ver mais do Matt Bomer nesses flashbacks. Vocês não fazem ideia do quanto eu ri com o Larry cozinhando ehueheuheueh

A autoconfiança da Rita é um deleite para o telespectador. Ela saiu de um “Não faço nada porque há um herói aqui” para “Eu quero me tornar uma heroína”. Para mim ela foi a que teve a melhor evolução na última temporada e promete muito mais. E como eu passei a gostar da April. Ela já manda super bem, mas depois daquele tapa na cara do Niles, parece que evoluiu ainda mais.
E que linda a amizade entre as duas causas perdidas.

“Lost causes aren’t lost if there’s someone to fight for them.”

. Ah, véi. Um momento que preenche o coração <3
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Não dá para confiar no Ciborgue HAHAHAHAHAHAHA. E se aquilo que ele viu é de fato a pintura real e é a equipe que vê uma ilusão do Sr. Ninguém? Depois de “Cyborg Patrol”, esse Grid tá cada vez mais questionável. Bom ver que ele continua abalado e também que precisa de ajuda para se reerguer. Legal ver que ele tenta se sentir mais humano e sua cena no apartamento com a Roni é incrivelmente pesada e significativa para os dois
Curti muito a Roni e tô com medo dela depois daquela foto kkk. Será que ela se tornará uma versão feminina do Ron Evers, já que o sobrenome dos dois é o mesmo?

Cliff Steele, como eu estava com saudade de cada WTF seu!!! Ele com um manto de rato foi a melhor coisa do primeiro episódio kkkkkk. O incrível dessa cena é do quanto ela é engraçada e tensa ao mesmo tempo. E repito uma coisa que eu disse muito na primeira temporada: o Brendan Fraser passa uma emoção danada a um rosto estático e fica mais nítido quando ele tenta provar que é um bom pai apenas por provar. Parabéns vovô rsrs
Gratificante demais pela volta da Clara e quero mais. Aquele discurso de Frances Patrol foi tão intenso que não poderiam deixar ela de fora.

Jane parece ter sido a mais afetada com a descoberta, ao lado do Cliff. A cara da Diane é de dar pena. Que felicidade em ver o Underground novamente sua guerra interna. E a jovem Miranda estava sensacional.
Creio que vem uma aceitação de consciência inspirada na fase do Morrison.

Quanto aos vilões, Candelabro é isso aí mesmo: o terror em pessoa. Gostei de ver que não pouparam na violência.
Quanto ao Doctor Tyme, queria ter visto e esperava muito mais. Tomara que retorne mais pra frente.
Mas o que mais curti até o momento foi Red Jack. Tudo ao seu redor estava incrível, mas não curti como ele foi morto facilmente. Não pelo momento, mas tipo, por mais de 100 anos e ninguém fez nada? Não creio que alguém tenha ficado sem a oportunidade. Talvez pelo fato do Chefe já conhecer e estar acostumado com bizarrices tenha facilitado ou até mesmo que o vilão não tenha morrido, mas não engoli totalmente.

E o que eram aquelas asas de borboletas saindo da galera, meu Niles do céu. Muito bem feito, assim como os efeitos no geral. Tomara que não ficou guardado apenas para a estreia.

Ressalvas: o tamanho não parecia ser padrão em algumas vezes em Fun Size Patrol. Outra coisa é que os núcleos parecem muito separados. Na primeira temporada também era, mas ainda estavam juntos de certa forma. Porém sabemos muito bem que não fazem nada disso por acaso e se tiver que separá-los para lidarem com seus traumas de frente, que o façam. Mas uma coisa que eu parei pra pensar é que ninguém lembrou do Vic kkk
E para falar que não reparo e bancando o velho chato, lá vai
O filho do Larry morreu aos 60 anos. Como o acidente do Homem Negativo aconteceu em 1961 e assumindo que a série se passa em 2019/2020, esse intervalo corresponde a, no máximo, 59 anos. Como vimos no flashback, Gary já estava grandinho. E Niles nasceu em 1881, fazendo com que tivesse 32 anos quando se encontrou com a mãe da Dorothy (tava bem acabado, pelo visto).

Tyme Patrol foi meu favorito, seguido de Pain Patrol. Se não fosse pelo fim que se deu a Red Jack, creio que o terceiro seria o meu preferido. Cortou muito meu clima e o Larry lendo a carta do filho pesou mais no fim das contas kkk

Enfim, foi um ótimo retorno de uma excelente série e promete ainda mais. Vê-los que encarar seus traumas cara a cara não é tão simples assim apesar do que passaram é muito satisfatório e ao mesmo tempo dá pena. Burro que é um portal, uma barata evangélica do Apocalipse, um Olho que desintegra pessoas, cabeça de cavalo…
Tudo isso é simples quando temos que lidar com aquilo que nos afligem.

Sem deixar passar aquela referência básica, Darling Come Home existe nas HQ’s (fase do Morrison, chamada de Querido Volte Logo aqui no Brasil). Provavelmente terá um monte da fase da Pollack, em que apareceu amigos imaginários a rodo.
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—-

– That’s Continuinium.
– Continue…
– “…inium”. Continuinium
– No, I mean contin… Keep talking.

AHEIHIAHEIAHEIAEHAIE

Detalhe: Santiago com Patrulha e Ritter com Stargirl

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 27 de junho de 2020 - 09:59

“What the f#ck do you have to f#ck to get f#cking that?”

o que eu ri quando ouvi essa frase, tu não tem noção!

Cara, eu sabia que a Abigail Shapiro tinha 20 anos, mas não sabia dessa condição! Caramba! E ela é realmente bem baixinha, né? Tem 1,45m!

Velho. Mano. Truta. O que foi aquela cena do Larry lendo a carta do filho? Eu não aguento uma coisa dessas. Não achei que ia chorar logo no começo da temporada, mas cá estamos… Oh, céus.

Essa cena do Larry e da Rita é tão bonita! Como o @disqus_kEtKAO3GYS:disqus comentou aqui em baixo, aquela sequência deles na mansão, no começo de tudo, já foi bem legal, gostei demais desse retorno para mostrar eles criando uma amizade. E esse abraço final, como um espelho daquele momento… ai ai. Coisa linda.

Essa namoradinha do Cyborg… sei não, viu. Parece que tem coisa aí. E concordo contigo, ainda tem o fato de que a gente não consegue confiar muito nele, depois de tudo o que aconteceu com as percepções dele para a realidade sendo constantemente alteradas.

Confesso que também esperava bem mais do Doctor Tyme. Quero que ele volte! Mas foi uma boa participação. E sim, aquelas asas de borboleta saindo das costas deles… AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA que foda!!!

Responder
Wagner 27 de junho de 2020 - 10:27

Eu achava que a Abigail era uma criança kkkkkkkkkkk
Eu ficava pensando “Nossa, vai escutar um monte de WTF do Cliff” ehueheuhe.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 27 de junho de 2020 - 10:32

Quando ela foi anunciada eu fiquei preocupado. Aí que fui checar a idade dela! AHHAHAHAHAHHAHAHAHHAH

Responder
Luiz 27 de junho de 2020 - 23:49

KKKKKKKKKK!

Responder
Luiz 27 de junho de 2020 - 10:37

Caramba! Não sabia que ela tinha 20..achei que era uns 12 ou 13 anos!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 27 de junho de 2020 - 10:44

Parece mesmo! O trabalho de maquiagem está soberbo!

Responder
Arthur Amatus 27 de junho de 2020 - 14:08

A namoradinha do Cyborg tem problemas de locomoção, creio que o Cyborg vai tentar usar seus nanits para tentar curar ela, vai dar errado e ela vai virar inimiga dele.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 27 de junho de 2020 - 15:49

É possível! E se Grid já está dando errado com ele, imagina…

Responder
Vitor Guerra 29 de junho de 2020 - 02:18

“Será que ela se tornará uma versão feminina do Ron Evers, já que o sobrenome dos dois é o mesmo?”
Caraca eu nem tinha pensado nisso, pior que faz muito sentido. Se for coitado do Vic ele so se fode.

Responder
Wagner 29 de junho de 2020 - 17:44

Vai rolar casal do Ciborgue com a Ciborga então ehueheue
E seria uma boa preparar um terreno dela servir unicamente a STAR Labs numa temporada vindoura e acabar se rebelando, sendo um dos membros da Irmandade Negra

Responder
Victor Manu 30 de junho de 2020 - 10:34

Acabei de assistir o terceiro episódio desse combo e, devido a emoção, não estou conseguindo por em palavras o quanto essa série é sensacional e o qual bem feita é a construção de personagem de Doom Patrol.

Responder
Wagner 30 de junho de 2020 - 14:46

É o que sempre digo quando recomendo a série: quer ver desenvolvimento de personagens, assista Doom Patrol. É simplesmente incrível como eles pegam os Super Heróis mais Estranhos do Mundo em meio a bizarrices e os constroem de uma forma tão humana.

E eu ainda não superei a carta do Gary para o Larry.

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Victor Manu 27 de junho de 2020 - 09:42

Cara, eu acabei de assistir o 1° episódio e estou com um imenso sorriso de orelha a orelha no rosto.

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 27 de junho de 2020 - 09:47

Foi o meu caso! E os outros dois esse sorriso ainda aumenta! Curta muito!

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Better call Wassef 27 de junho de 2020 - 12:33

2!

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Victor Martins 27 de junho de 2020 - 09:42

Ok, vamos lá, antes de eu começar a curtir o apocalipse aqui.

Fun Size Patrol:
Fiquei feliz que resolveram logo a questão do Querida Encolhi as Crianças, pois foi algo que não funcionou pra mim, e isso desde o apressado season finale.
Boas interações entre Rita e Cyborg. Rita quer se assumir como uma super heroína, porque já viu que ser uma “pessoa normal” não vai dar certo. Cyborg já tem uma visão totalmente mais pessimista sobre ser super herói, sendo ele mesmo a representação de que pode não ser as mil maravilhas.

Achei sensacional a cena em que o Cliff e a Jane se questionam com o que o Chefe transou para gerar a Dorothy, dei uma risada estridente e cheguei a sentir o fogo do inferno queimando atrás de mim. O humor nessa série é perfeito, ela ri de si mesma.

Tyme Patrol:
Larry Trainor é o meu personagem favorito. Enquanto Cliff, Jane e Rita viajavam para mais uma bizarrice de Niles Caulder, o Homem Negativo foi ao enterro de seu filho, em uma jornada quieta e melancólica.
Matt Bomer faz um trabalho perfeito, não é fácil atuar só com o corpo e com a voz como ele faz na maioria do tempo.
Não sei se o Jonathan Tyme vai aparecer de novo, porque só teremos 9 episódios, mas eu irei ficar muito puto se eles não explorarem esse conceito fascinante de fazer o tempo voltar, e ainda mais com todos os dramas dos personagens da série e o eterno dilema de consertar os erros.
Não gostei do sideplot do Cyborg nesse episódio. Achei muito avulso e raso, além de que a namorada dele é um SACO, e isso vindo de alguém que não gosta de julgar personagens. O estopim foi aquela cena ridícula do ladrão que mais pareceu uma aula do Telecurso 2000 de tão didática que foi. E eu estou com o pressentimento de que o ladrão irá voltar e irá matar alguém importante pro Vic, pois é geralmente o clichê usado pelas séries e filmes quando alguém poupa a vida de algum bandido, mas Patrulha é diferente e creio que isso não acontecerá.
Eu queria era ver o Silas Stone e o Vic lidando com as consequências do que foi descoberto no Penultimate Patrol.

Pain Patrol:
Gostei muito do flashback mostrando Rita e Larry na mansão antes dos outros chegarem. Se eu não me engano a série não havia explorado essa parte ainda.
Também gostei de terem separado os personagens individualmente.
E quero ver aonde essa história da Jane vai levar. Ela basicamente levou um golpe (olha aí Petra) de estado das outras personalidades kkkkkk
Mas eu fiquei com uma dúvida: Mas e o Espírito Negativo ? Ele não poderia sair para ajudar o Larry ou eu perdi alguma coisa ?

Descobri ontem que só teremos 9 episódios e estou revoltado, mas também percebi que se fizessem mais a série seria adiada, porque eles terminaram as filmagens no limite da chegada do Corona kkkkkk

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 27 de junho de 2020 - 09:53

Sua percepção dos episódios bate com muito do que eu senti também, inclusive em relação ao plot do Cyborg. Eu não achei ruim, mas também me pareceu meio deslocado… sei lá, não é orgânico como a “saída da mansão” no caso do Larry. Acho que se o Vic saiu da casa de verdade, deveriam deixar ele em off mesmo. A não ser que esse relacionamento vá ser ligado ao plot da Patrulha em algum momento da temporada, o que é provável que aconteça mesmo.

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Wagner 27 de junho de 2020 - 10:37

Algumas perguntas suas seriam respondidas se você assistisse às promos hahahahaha
Mas fiquei triste que mudaram a trilha sonora delas :c

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 27 de junho de 2020 - 10:44

PROMOS??? QUE É ISSO??? QUE DIA FOI ISSO??? QUANDO FOI ISSO??? SEI DISSO NÃO!!!

AHUAHUHAUAHUAHUHAUHAUAHUAHUHAUAHUAHAUHAUAHUAHAU

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Wagner 27 de junho de 2020 - 10:37

Eu tive a mesma reação a respeito do ladrão da cena da Roni com o Ciborgue. Como a série foge muito do clichê, creio que o Vic o reencontrará fazendo alguma coisa boa.

Sobre o Espírito Negativo, verdade. Agora fiquei na dúvida.
Porém o vilão aqui é uma divindade interdimensional (ao que parece) e que se alimenta de dor. Como tanto o Larry quanto o Espírto vivem numa constante dor, acho que não poderia fazer muita coisa mesmo. Mas poderiam deixar isso claro na questão do amigo do Trainor.

O Matt Bomer só faz trabalho de voz no tempo atual da série. O enfaixado é o Matthew Zuk, assim como quem está por baixo do Homem Robô é Riley Shanahan.
Mas esse trabalho é tão bem feito e tão bem sincronizado que parecem ser ele e o Brendan. https://uploads.disquscdn.com/images/c502705975c05b721a6b9905635c113d89946a6b00593b5506ff3fadebffec8a.jpg https://uploads.disquscdn.com/images/4536ac7527ec25aad9236c74363acd23fa8baf0fa36cb3899e2b26d3d4b7e48a.jpg

Conforme os rumores, eram previstos 10 episódios, porém pausaram tudo faltando seis dias para o término das gravações. Creio que estavam certos e que tiveram de diminuir mesmo.

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Victor Martins 27 de junho de 2020 - 12:33

Eu sabia do Robotman, mas não fazia ideia do Matthew Zuk kkkkkk.

Mesmo assim é uma bela “atuação de voz”.

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 27 de junho de 2020 - 10:44

O Espírito Negativo saiu uma vez, não saiu? No primeiro episódio? Sua dúvida foi por que ele não saiu MAIS, é isso?

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Victor Martins 27 de junho de 2020 - 11:05

Sim, quando o Larry é capturado, mas acho que o Wagner conseguiu me convencer kkkkkk

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