Home TVEpisódio Crítica | Patrulha do Destino – 2X04: Sex Patrol

Crítica | Patrulha do Destino – 2X04: Sex Patrol

por Luiz Santiago
538 views (a partir de agosto de 2020)

  • Há SPOILERS. Leia aqui as críticas dos outros episódios.

É estranho falar da série a partir de agora, semanalmente, do 4º episódio em diante. Com os três primeiros capítulos vindo de uma só vez, acabamos nos confundindo um pouco na hora de medir tempo e quantidade de tramas entregues na temporada, mas vá lá, a gente se acostuma. E olha… esse Sex Patrol faz uma escalada séria, amarga e muitíssimo interessante em relação a Dorothy, num caminho de abordagem que me deixou bastante impressionado.

A colocação de Danny em destaque veio como uma ponte bem inteligente do roteiro, que de uma tacada só dá um novo rumo e uma nova forma para o personagem (e fiquei bem feliz que os Dennyzens seguiram viagem com Danny, pois assim, estão seguros!), utilizando desse processo para trazer à tona a relação complicada da Rua com Dorothy, por um longo período. O drama aqui parece simples, mas se a gente pensar bem, tem uma profundidade enorme e complica ainda mais as coisas para o lado do Chefe, agora não só com outros indivíduos, mas com sua própria filha. E o processo de justificativa é o mesmo: ele fez para proteger Dorothy (e o mundo, pelo visto). O que é verdade. Mas não justifica essa atitude por tanto tempo.

Esse tipo de trama sempre mexe bastante comigo e eu me vi lacrimejando algumas vezes aqui. A dor de Dorothy não é só a lembrança de sua prisão numa “gaiola dourada”, mas também o fato de que ela tem o contato com o Candlemaker e por isso mesmo pode fazer uma série de coisas… mas está em conflito consigo mesma. É uma adição de condição física e psicológica bem dolorosa e que se equipara aos personagens adultos da Patrulha do Destino. Todos ali sofrem de algo e, querendo ou não, há uma constante no sofrimento de cada um deles: Niles, que em si mesmo é uma fonte de sofrimento, culpa, preocupação. Pense no show insano e ao mesmo tempo absurdamente existencialista e cheio de dilemas éticos e morais em altas doses!

Gostei muito do modo como o diretor Omar Madha procurou dar uma cadência específica para cada bloco do episódio, que é um daqueles com montagem que nos faz viajar. Cada fase da festa é entrecortada por uma ação paralela de intensidade diferente, e todos os núcleos se afunilam para a mansão da Patrulha, indo para o quarto onde Rita está com Flex Mentallo. Depois de resolvido o problema com o íncubo, tendo uma ajudinha do SeX-Men (sério, Grant Morrison? Hahahahaha), o episódio ainda dá uma sólida retomada para as ações dentro da mansão, com a Patrulha. É uma trama que visita bem todos os espaços e se fecha bem. Tirando a colocação de Cliff meio aos tropeções em cada bloco, é um episódio verdadeiramente sensacional. E aqui fica a pergunta: a namoradinha do Cyborg é problema ou não?

Patrulha do Destino – 2X04: Sex Patrol (EUA, 04 de julho de 2020)
Direção: Omar Madha
Roteiro: Eric Dietel, Tanya Steele
Elenco: Diane Guerrero, April Bowlby, Joivan Wade, Matt Bomer, Brendan Fraser, Timothy Dalton, Riley Shanahan, Matthew Zuk, Mark Sheppard, Abigail Shapiro, Devan Long, Alan Mingo Jr., Stephanie Czajkowski, Michael Tourek, Michael Shenefelt, Tracey Bonner, Brad Brinkley, Lex Lang, Lana Jean Turner, Greyson Chadwick
Duração: 53 min.

Você Também pode curtir

67 comentários

giovanni.lautens 21 de julho de 2020 - 00:01

Assisti a todos os episódios da segunda temporada sozinhos na sala, adivinha em qual meu pai resolveu aparecer a hora que tava passando pra ir pra cozinha? hahahahaha que coisa genial

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de julho de 2020 - 03:48

HAUHAUAHAUHAUAHAUAHUAHAUAHAUAH parece um ímã para deixar os filhos com vergonha, não é possível! 😀

Responder
JC 9 de julho de 2020 - 14:18

Eu me pergunto até hoje como esse seriado está no ar e foi renovado.
Mas paro de me perguntar e entro em Danny para ser feliz.

Já achava Rita linda, agora eu acho que a amo ahahahahahahahaha

QUE SERIADO MAIS MARAVILHOSO.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 9 de julho de 2020 - 14:22

Rita é incrível, maravilhosa. Amo também!

Responder
Flavio Batista Dos Santos 9 de julho de 2020 - 11:36

Gente, outro dia eu tava assistindo (ainda bem q nao foi esse episodio ne?) e minha esposa me perguntou sobre o que era a serie.
Juro q fiquei uns 5 segundos sem saber o que dizer.
Ah, eu amo essa serie!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 9 de julho de 2020 - 11:40

HAHHAHAHAHAHHAHAHAHHAHAHAH tentar explicar algumas séries é complicado mesmo.

Responder
Flavio Batista Dos Santos 9 de julho de 2020 - 11:40

Qdo expliquei ela so disse assim: voce so gosta de series malucas e deu risada.
Cara eu sinto q preciso de uma serie assim desde True Blood, passando por Preacher e outras coisitas mas

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 9 de julho de 2020 - 11:44

A gente fica acostumado com essas loucuras!

Responder
Flavio Batista Dos Santos 10 de julho de 2020 - 11:34

mais q acostumado. A gente fica necessitado rsrs
Sao series q surpreendem a gente, q fica com aquela cara de “o que foi isso q eu acabei de ver?”

Rafael Lima 8 de julho de 2020 - 12:27

Mais um episódio incrível. A série continua desenvolvendo os seus personagens lindamente. O retorno do Danny (agora o pneu), Flex e dos Dannyzens foi incrível. Dorothy cantando “Pure Imagination” foi de deixar o olho marejado. Alias, a relação do Danny com a Dorothy é incrível. E dá até uma raiva do Niles (de novo), já que enquanto o Danny é justamente um lugar para as pessoas serem livres, pra Dorothy foi justamente o contrário.

Estou gostando muito de como estão construindo a ameaça do Candelabro, com a criatura minando aos poucos a confiança que a Dorothy tem na Patrulha e nos seus amigos. Cliff doido de LSD foi ótimo de se ver. Só acho que o Ciborgue tá MUITO deslocado do resto da série, o que tá me incomodando.

Me incomodou um pouco também a forma rápida como a situação da Jane foi resolvida (mesmo que tenha sido temporariamente). Pra mim, é uma questão de progressão dramática. Afinal, o GANCHO do episódio anterior tinha sido a prisão da Jane, e aqui isso é resolvido meio fácil demais. Sei lá, acho que um pouco mais de cuidado nisso teria feito a coisa funcionar melhor.

Mas o episódio ainda foi incrível. Série linda demais.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 8 de julho de 2020 - 13:13

Eu entendo esse descontentamento com a Jane e concordo que pelo gancho dramático, o episódio ficou devendo ao menos um conteudinho a mais em vez de fazer algo bem “fácil” de resolver, mesmo que temporariamente.

A relação de Dorothy com Danny é muito bonita mesmo. Danny total na honestidade, achei aquilo tão bonito, tão respeitoso…

E concordo também sobre o Cyborg está bastante deslocado. Talvez algora voltando de fato (ele voltou, certo? hahahahahahahaha) se enturme melhor.

Responder
uiu 6 de julho de 2020 - 22:31

Esse foi mais um episódio (como muitos na primeira temporada) que me deixaram com um sentimento dividido: uma metade minha quer ir atrás de TUDO que existe deles nos quadrinhos por amar cada uma das loucuras que eles me mostram na série, enquanto a outra metade quer continuar se surpreendendo pelo mesmo motivo. Independente de qual vença no final, continuo amando sexualmente ou não essa doidice toda

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 7 de julho de 2020 - 14:52

Pois é, uma dualidade que mexe com a gente e pela loucura, faz a gente pirar junto!

Responder
JC 9 de julho de 2020 - 13:08

Dá uma lida nos recentes que saíram da Panini, a série não chegou muito neles ainda. Eles tão pegando mais coisas antigas. Vale a pena pra burro!

Responder
uiu 11 de julho de 2020 - 16:59

Vou dar uma procurada, valeu O/

Responder
Wagner 10 de julho de 2020 - 22:37

Olha, a série surpreende até a mim, que li tudo a respeito da equipe kkk
Exceto pela revelação do Chefe e a Jane na beira do poço, tudo vai num sentido muito original.
Até o arco do Descriador termina de uma forma diferente nos quadrinhos

Eu creio que a única coisa que não me surpreenderá é a real extensão dos poderes da Dorothy, caso isso venha a ser tratado

Eu recomendaria a fase do Morrison, onde a série mais baseia (e foi publicada aqui no Brasil), além das primeiras e últimas edições da Era de Prata.

Responder
uiu 11 de julho de 2020 - 16:59

Apesar de não comentar, adoro ler teus comentários justamente por acrescentar com o conhecimento vindo dos quadrinhos, inclusive tenho uma dúvida a respeito disso: a fase do Morrison não inicia o volume, certo? Tipo, ele começou “no meio” da história?

Responder
Wagner 11 de julho de 2020 - 18:21

O Morrison assumiu o run a partir da edição 19 (depois da mini saga Invasão!). Antes disso estava no comando do Kupperberg, onde eles eram praticamente só “heróis”. É um fase tão comum que o Morrison ficou praticamente só com o Cliff e o Larry kkk (a Rhea também, mas daria um propósito diferente a ela mais tarde)
Um volume do Kupperberg que recomendo é “A Origem Secreta da Patrulha do Destino”(literalmente um resumo, mas ainda muito bom), em que apresenta os novos membros após a morte da equipe principal ainda na Era de Prata.

E obrigado pelo elogio 😀

Responder
uiu 11 de julho de 2020 - 20:20

Caraca, pior que acho que lembro deles quando li Invasão! Se minha memória não falha eles se esbarraram com o Esquadrão Suicida. Agora que tenho um direcionamento melhor vou atrás das revistas, só não sei se faço isso agora ou espero a temporada acabar.

Luís Azevedo 6 de julho de 2020 - 20:30 Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 6 de julho de 2020 - 21:32

DEMAIS!!!

Responder
Isac Marcos 6 de julho de 2020 - 12:35

E Danny voltou!!!
Que episódio incrível, risadas e choros, comemoração e apreensão.
Pra variar, mais uma vez Danny foi emocionante — um ser sem rosto, mas tão carismático —, a resposta dada a Dorothy (abrigo ou prisão) deu uma angústia e pena dela. Acho que vai ser “ladeira abaixo” e ela se tornando o que pai teme.

Pela roda, pensei que Danny viraria um ônibus (Priscila, a Rainha do Deserto?! Rsrs), já pensou?! Rsrs.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 6 de julho de 2020 - 15:30

Se bem que não tá muito distante não né! HAHAHAHAHHAHAAHAHAHA
Eu amo Danny! Que personagem incrível, ele e toda a comunidade que o segue!

Responder
Isac Marcos 6 de julho de 2020 - 19:27

Eu tbm. Quando me perguntam sobre o seriado, nunca a deixo de fora. Desde a 1a temporada eu fiquei encantando como um ser que não é corpóreo/humanoide foi tão bem construído na série e que é carisma puro.
Já pensou uma festa temática com ela?! Rsrs.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 6 de julho de 2020 - 21:40

EU QUERO ESSA FESTA TEMÁTICA!!!

Responder
Better call Wassef 5 de julho de 2020 - 23:36

A cabeça de martelo enfiando o bebê de volta no caipiroto foi muito doom patrol.
O musical foi lindo.
Danny virou o quê? Um trailer? Rsrsr

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 5 de julho de 2020 - 23:36

Um pneu que “se materializa e desmaterializa”? hahaahhahahahahhaah

Responder
Better call Wassef 5 de julho de 2020 - 23:36

Né? Porque ele diz que vai rodar o mundo espalhando amor rsrsrs

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 6 de julho de 2020 - 00:16

Bem que podia dar uma passadinha por aqui…

Responder
JC 9 de julho de 2020 - 13:08

Se for igual na Hq recente, é um Furgão!!!!

Responder
Better call Wassef 9 de julho de 2020 - 16:37

Valeu!

Responder
Igor José 5 de julho de 2020 - 01:21

Eu amei cada segundo desse episodio. Mas fiquei com uma duvida nesse episodio, em relação as idades dos personagens, Chefe fala no segundo episodio que tem 139 anos. Nesse episodio Doroty fala para Rita que tem 101, depois mais para o meio do episodio (na cena do quarto, em que ela discute se deve ir dormir ou não), ela estava conversando com os amigos imaginarios dela e fala que tem 175. Não acho que essas idades estão sendo colocadas de forma aleatoria, deve ter algo nisso ou eu estou viajando?

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 5 de julho de 2020 - 04:11

Eu não lembro dela falando que tem 175 não. Só lembro das duas primeiras idades, a do Niles e a de Dorothy, que “tem 11 anos, mas já viveu 100”. Realmente não sei se tem algo aleatório nesse uso das idades ou se será retomado como algo referente a percepção do tempo… talvez? Nessa série, não duvido mais de nada.

Responder
Wagner 5 de julho de 2020 - 09:00

Não moço. Ela diz que tem “100 and three-quarters”. Apesar da gente pensar logo de cara em 75 anos, na verdade significa que ela ela tem 100 anos e 9 meses (3/4 de 12 meses)

Responder
Igor José 5 de julho de 2020 - 23:49

Entendi, muito obrigado pela explicação

Responder
Better call Wassef 5 de julho de 2020 - 23:29

Também reparei nisso, como não falo inglês, achei que era erro da tradução

Responder
Junito Hartley 5 de julho de 2020 - 00:43

O episodio foi bem louco, padrao da serie. Mas acho que ja ta tendo muito drama em relaçao aos personagens, ja vimos o drama de cada um da patrulha e vejo que nessa 2 temporada parece que vai se estender, ate hj a Rita nao consegue controlar seus poderes, ate hj a jane ja consegue controlar as personalidades dela, cliff nao supera o drama dele com a filha, o homem negativo ate hj nao superou o acidente dele e a ausência dos filhos. Nunca li a HQ, mas ele nao eram pra serem um grupo de super herois ou to viajando?

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 5 de julho de 2020 - 04:11

Eu comentei isso na crítica da semana passada. Não sei se a série vai mostrar um dia a equipe uniformizada e lutando (sim, eles são um grupo de super heróis). Meu eu ADORO esse tipo de trama. E veja que, embora estejamos cercando temas que em tese já conhecemos, todos os personagens aqui já estão evoluídos, Rita está fazendo algo que não fez na temporada passada e as possibilidades de cada um estão sendo postas em ação. Em tese é igual, mas na real, o contexto, o sentido e a abordagem é diferente. Todavia, entendo o por que tem achado isso estranho/ruim.

Responder
Junito Hartley 5 de julho de 2020 - 05:51

Não tô achando ruim não, tô gostando, só tô achando que estão alongando muito no drama dos personagens já que isso já foi usado na 1 temporada.

Responder
Leo 5 de julho de 2020 - 13:34

Na vdd n eh o msm desenvolvimento da primeira temporada… Na primeira temporada a gente ve os acidentes e a evoluçao deles perante a esses traumas (com eles percebendo as pessoas q “ruins” q eram antes e como essa virada q foram os acidentes, apesar de tragedias, talvez fossem uma segunda chance… aquela coisa do heroi neh) acontece q o season finale simplesmente deu uma quebra no desenvolvimento nesse sentido justamente pq n foram acidentes, foram planejados, pior ainda, planejados pelo “pai” deles. A serie eh mt honesta e coerente no drama dos personagens, um exemplo eh como cada um.absorveu essa revelaçao, por exemplo a Rita absorveu mais de boa (afinal ela foi a q “menos perdeu” pois era uma pessoa horrivel q n tinha nd de real valor na vida) enquanto o Cliff sente bem mais, afinal apesar de ser uma pessoa horrivel tbm… foi oq mais perdeu coisas de valores junto do Larry, mas como cada um tem personalidade diferente cada um reage de uma forma diferente (Cliff explosivo e o Larry mais melancolico).

Responder
Guest 9 de julho de 2020 - 13:02

Eu acho que esta indo de acordo com os personagens, já que eles ficaram tanto tempo sem enfrentar seus demônios, pra mim esses problemas precisam de tempo,

Responder
El Dante 5 de julho de 2020 - 00:43

Incrível como um episódio que lida com perigos psico-sexuais consegue dosar tensão e tesão em meio a verdades dolorosas sendo ditas e muita festa carnavalesca animada (se é que esse elogio tem algum sentido kkkkkkkkkkk)

Coisas que me fizeram feliz nesse episódio:

O retorno do Flex Mentallo. Cara, como eu amo esse personagem! E é incrível como o ator que o interpreta, Devan Long, consiga transmitir bondade, gentileza e até ingenuidade com todos aqueles músculos reais (Por Rao, o cara tem tudo pra estar nos filmes de ação brucutus, mas tá ali interpretando um herói todo educado!)

A Dorothy cantando Pure Imagination, ahh.. <3 Até eu voltaria a vida com uma canção tão linda dessas!

A volta de Maura Lee, com um discurso tão verdadeiro, doloroso e atual. Essa personagem é uma adição surpreendente porque sabe alegrar, emocionar e aconselhar muito bem!

O Cliff sob o efeito de ecstasy, que lembrou o Latrell dançando em As Branquelas kkkkk

Os Sex Men como "caça fantasmas sexuais", CLARAS REFERÊNCIAS à esse clássico oitentista, inclusive nas partes mais excitantes kkkkkk
Deram até um passado sexual pra essa versão do Afagos, achei isso um toque adicional inesperado (Aliás, pra quem eles trabalham??)

O Danny se formando como uma ambulância, talvez? O pneu me deixou boiando por alguns segundos, mas daí me toquei que pode ser isso mesmo, se aproximando mais das publicações atuais da Patrulha. Casey Brinke vindo por aí? TOMARA!!!

"Não fale comigo" - Candelabro. Cara, que vilão horrível! Atormenta mesmo a mente da garotinha sem dó

Agora coisas que não curti/entendi nesse episódio:

Achei que a causa do distúrbio sexual/paranormal viria da Scarlet Harlot (que eu lembre nos quadrinhos ela explodia quando excitada sexualmente ou algo assim)
Tudo bem que serviu pra mostrar de onde vem o bloqueio da Rita, e isso vai servir pra evoluir a personagem, mas ainda assim achei um desperdício de personalidade da Jane

O Sombrio Mister Evans sem nenhum discurso de vilão prestes a destruir o mundo? Visual grotesco e bizarro só para dar a luz e ficar quieto? Sério? Esperava mais dele também

O Flex também foi afetado pelas ondas orgásmicas do Mister Evans? Porque nem pareceu (Se foi, então deve ter paralisado ele com o nariz na parede ao invés de levá-lo ao clímax kkk)

A Cabeça de Martelo quis proteger a criança Kay, correto? Por um momento achei que era a Dorothy, mas a Kay faz mais sentido.. não é?

De onde o Chefe conhece os Sex Men? Sério, com quem você andou transando Niles?! kkkk

E pensar em batatas realmente afasta a libído? Vou testar essa teoria kkkkk

PS: A namoradinha do Ciborgue logo logo deve virar uma versão da Ciborgirl, mas com certeza vai dar problema

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 5 de julho de 2020 - 04:11

O Flex é um personagem incrível MESMO. Concordo com você, o ator consegue transmitir uma bondade, uma inocência e ao mesmo tempo clara percepção das coisas… Ele é bobo, ele é extremamente humano, um personagem de alma fofa.

Eu não sei para quem os SeX-Men trabalham não. @semideiaprausername:disqus, corre aqui, painho, ajudai, ajudai!!! hahahahahahahhahaha

Sim, ela estava para proteger Kay, mas no fim das contas, as personalidades da Jane possuem um grande senso protetor, um senso materno desesperado, então foi o carinha lá falar que todas as crianças morreriam, ela simplesmente sacou que tinha que agir de verdade.

Niles já pegou até aquela cabeça de cavalo, imagina só! HAUAHUAHAUAHUAHAUAHUAHAUHAUAHUAAUAHUAHAUHA

Acho que no próximo episódio teremos mais sobre a namoradinha do Vic…

Responder
Better call Wassef 5 de julho de 2020 - 23:29

Nas hqs os sexmen trabalham para o pentágono, mas acho que não vão usar isso na série

Responder
Wagner 5 de julho de 2020 - 09:10

Os Sex-Men são agentes qeu aparecem para corrigir quando há uma perturbação libidinosa (hahahaha) no ar. Ao contrário da série (em que o Sr. Evans surge por causa do orgasmo), nas hq’s é a aparição dele próprio que provoca essa alteração na cidade (e por isso os Sex-Men aparecem).
A Meretriz Escarlate também surge porque houve essa mudança psicossexual nas hq’s, além de mostrar um monte de fantasia de um monte de gente (como uma mulher vestida de cachorro correndo atrás de um cara vestido de mulher AHEIAHEIAHEIAEIAHEIAI)

Também senti falta de um desenvolvimento maior para o Desejável Sr. Evans, mas em vista dos focos do episódio até que se saíram bem. A participação dos SeX-Men foi mais pra explicar sua aparição mesmo.

Como falei na crítica passada, acho que a Roni Evers é a versão masculina do Ron Evers das hq’s, amigo do Ciborgue que mais tarde também vira Ciborgue (porém a serviço e controlado pelo STAR Labs).

Responder
Leo 5 de julho de 2020 - 13:34

Cara as adaptaçoes de super herois precisam de mais cenas como a do Flex com a Dorothy (serio a fala, e ele fazendo ela voar pra por o globo no teto, serio existe mt heroismo em coisas simples assim). Maura Lee eh uma baita personagem, um ponto interessante foi o dialogo dela ser justamente com o Ciborgue (se lembrarmos bem em Danny Patrol o Ciborgue faz o papel do outsider, o mais “quadrado” q n compreende mt a dinamica daquele mundo e aquelas pessoas) e ver ele aqui dnv em uma conversa de amigos com ela, se abrindo e recebendo conselhos (e q fala poderosa dela, q vale para tds as areas) foi uma coisa mt bacana de se ver.

Responder
Sussurrador 4 de julho de 2020 - 22:36

Vocês vão fazer uma crítica de uma nova mini-série lançada ontem “Ju-on Origins”?Estou assistindo e tô gostando sou fã de ambas as versões japonesas e americanas!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 5 de julho de 2020 - 02:12

Eu não vou. Talvez aqui alguém se anime a escrever, no futuro.

Responder
Barry, o Lanterna 4 de julho de 2020 - 20:35

OFF: pretendem fazer crítica da nova série da Netflix, Warrior Nun??

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 4 de julho de 2020 - 21:23

Eu não pretendo, mas é possível que algum dos colegas aqui se anime em fazer no futuro…

Responder
dave120 4 de julho de 2020 - 20:18

Minha cabeça tá doendo, quase passei mal de tanto rir nesse episódio, e o final então foi um tiro. Pra mim é 5 estrelas kkkkkkk

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 4 de julho de 2020 - 21:23

É aquele episódio que você passa por uma montanha russa de emoções.

Responder
dave120 5 de julho de 2020 - 10:15

Simplesmente AMO quando uma série brinca com as emoções dessa forma.

Responder
Matheus Jornalista 4 de julho de 2020 - 15:17

Devo confessar que achei genial a ideia de usar um orgasmo para desenvolver a trama de um personagem. Essa série é um presente dos deuses do entretenimento. Ótima crítica, Luiz.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 4 de julho de 2020 - 16:54

Pois é, termina que o episódio acaba indo para um tema completamente diferente daquilo que ele mostra ser na superfície!
Valeu, parceiro!

Responder
Vitor Guerra 4 de julho de 2020 - 11:59

Adorei muito esse episodio, gostei muito mais do que achei que seria.
O episodio conseguiu ter cenas que me fizeram me acabar de rir(a luneta saindo da cabeça do demônio) e cenas que me emocionaram verdadeiramente(tudo o que aconteceu com a Dorothy praticamente)
Também achei genial a forma como episodio foi montado, medir a linha do tempo como
“horário de dormir” foi genial. Ainda não acredito que a “magia de orgasmo” do Flex voltou e foi usada como um momento genuíno de personagem da Rita, essa serie é incrível.
Vamos dedicar um momento para saudar a heroína desse episodio: Hammerhead, que mesmo lutando contra o próprio orgasmo conseguiu impedir o apocalipse mandando o bebe demônio para onde ele veio, parabéns garota.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 4 de julho de 2020 - 16:14

Eu fiquei numa puta tensão quando começou a parecer a “contagem regressiva” para a hora de dormir e depois de passada da hora de dormir. A Dorothy tá me deixando tenso, ela é muito poderosa e essa relação com o pai + o fato de que ela está se tornando independente vai dar o que falar.

Responder
Wagner 4 de julho de 2020 - 17:21

Confesso que a primeira coisa que pensei no início foi que seria um episódio que eu não curtiria tanto assim.
Quando percebi estava completamente embarcado (ui).

Responder
Bernardo Barroso Neto 4 de julho de 2020 - 11:56

Achei o ep perfeito. Da volta de Danny, da Dorothy, do Cliff, da Rita, dos Sex Men. Ri e também me emocionei bastante.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 4 de julho de 2020 - 16:14

Foi louco e emocionante!

Responder
Victor Martins 4 de julho de 2020 - 11:34

Excelente. Esse poderia ser considerado um episódio de “garrafa” ? Poucos cenários, uma trama mais fechada, etc

A Dorothy está incrível, a cena musical foi muito linda.
E gostei muito da Rita nesse episódio, a atriz e a personagem são muito subestimadas pelos fãs da série e a April manda muito bem.

Mas e o arco da Jane com as personalidades ? Sério que foi resolvido assim facilmente ? Foi meio decepcionante.

Responder
Vitor Guerra 4 de julho de 2020 - 14:29

Não acho que foi resolvido não, a Jane mesmo diz que libertaram ela “por enquanto”, o que aconteceu foi que as personalidades perceberam que nenhuma delas tem cacife para ser a primaria(Jane era escolida por um bom motivo) provavelmente elas estão procurando uma que realmente consiga desempenhar esse papel.

Responder
Victor Martins 4 de julho de 2020 - 15:04

Eu sei, só que eu achei que liberaram ela cedo demais e foi meio apressado.
Gostaria de ver as personalidades lidando com os problemas por mais tempo.

Enfim, vamos aguardar os próximos capítulos.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 4 de julho de 2020 - 16:14

Isso mesmo! Essa é a minha percepção também.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 4 de julho de 2020 - 16:14

No final ela diz “por enquanto”, então acho que foi a Hammerhead que cedeu espaço temporariamente, não? Não creio que ela está livre das crises internas.

Responder
Wagner 4 de julho de 2020 - 09:20

“With great muscles, come great responsibility.“

Ben, Tio.

Uma das coisas mais absurdas que a série apresentou até agora e, mesmo assim, super quadrinesca. Não apenas isso: em meio a bizarrices há um desenvolvimento humano que sempre se sobressai.

Acho que vou ter que parar de ver imagens prévias do episódio. Fiquei esperando um musical da Jane que não veio kkk

#textão

——

Cada vez mais só tenho certeza que a Abigail foi a melhor escolha para viver a Dorothy. Essa mulher esbanja talento. Apesar das loucuras e do tesão desse episódio, o ponto chave é o crescimento da personagem. Foi até meio sugestivo o episódio para isso acontecer shauhsuash.
E que versão mais linda de Pure Imagination, pqp!!!

Danny é um amorzinho. Por mais pessoas, ruas, tijolos e pneus como ele. Outra coisa a ressaltar é a Maura Lee. Como são potentes suas participações com declarações tão persistentes nesse mundo atual. Provavelmente esse episódio vai sofrer tanto hate quanto Danny Patrol, ainda mais depois de sua fala que mexeu na ferida.
Vi uma melhora enorme no Flex da primeira temporada pra cá. Pena que não veremos mais dele nem de Danny (palpite meu, não é certeza).

E em meio a bizarrices, como é gratificante ver que eles dão ainda mais background ao quinteto mesmo sem dar foco para eles no episódio.
Larry sem saber onde deve estar, pois machuca a todos em sua volta, além de si próprio; Ciborgue sem saber o que pensar, contestando até mesmo sua índole de super herói para aceitar um passado; Ritinha sem se desvencilhar de sua mãe e praticamente capaz de se tornar uma versão dela; Cliff cada vez mais sentindo menos e as outras 63 personalidades da Jane vendo que a Superfície não é tão fácil assim.

Um parágrafo unicamente para enaltecer o Dalton. Fico me perguntando como eu não ligava dele não ter muito foco na temporada passada sendo que esse ator é o talento em pessoa. O cara é um fdp que me faz ter pena

Não curti os SeX Men. Umas atuações bem canastronas pro meu gosto.
O Desejável Senhor Evans merecia um plot melhor do que apenas surgir quando aparece uma inconsistência sexual no ar e pronto. Nas hq’s ele é bem mais imponente, mas daí já é desejo meu.
E achei muito nada a ver a Hammerhead enfrentando ele. Scarlet Harlot (Meretriz Escarlate) era a escolha óbvia, sem contar que podiam mostrar seus poderes (que é criar projeções de ectoplasma e absorver energia sexual). Aliás, exceto para revelar as consequências do SEX DEMON!!!, boa parte dessa aparição dos SeX Men poderia ser destinada somente a ela.

—–

Enfim, prefiro os dois episódios anteriores, mas esse ainda foi muito, mas muito bom. Creio que de agora em diante devem focar apenas em si próprios enquanto a Dorothy tenta ficar cada vez mais independente, levando a uma situação e invocar o Candelabro de uma vez.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 4 de julho de 2020 - 16:14

Tá vendo, tá vendo! Até que fim a minha militância na causa do #naovejapromos está gerando frutos! HAUAHUAHAUHAUAHUAHAUAHUAHA

Maura Lee está sensacional aqui! O discurso dela, a conversa com o Vic, que personagem bacana! Sem contar que o ator é ótimo, a interpretação dele é daquelas que demandam atenção e engrandecem o personagem.

E concordo com você, parece que Danny foi embora de vez mesmo. Se voltar, talvez seja para participação em situações de crise, mas para ir embora novamente…

Eu também fiquei “WTF?” com a escolha dessa personagem específica da Jane para enfrentar o demônio lá. Tipo…

Esse crescimento da Dorothy pelo visto vai dar o que falar, hein…

Responder

Escreva um comentário

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Presumimos que esteja de acordo com a prática, mas você poderá eleger não permitir esse uso. Aceito Leia Mais