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Crítica | Peaky Blinders – 5ª Temporada

por Ritter Fan
4603 views (a partir de agosto de 2020)

Não, eu não sou Deus. Não ainda.
– Shelby, Tommy

  • Há spoilers. Leiam, aqui, as críticas das temporadas anteriores.

Quase dois anos depois da quarta temporada, Peaky Blinders retorna não só com sua trama mais política e ambiciosa, como também com o primeiro ano que não encerra um arco, deixando-nos pendurados à espera de vindouros acontecimentos. Mas a notícia é boa, pois a a quinta temporada sabe aproveitar muito bem o cliffhanger corrido e razoavelmente forçado que colocou Tommy Shelby como membro do parlamento britânico e trabalhar a partir do crash de 1929, em mais um salto temporal, e a ascensão do fascismo na Europa.

A combinação é explosiva, com os Shelby, de um lado, enfraquecidos graças à teimosia (ou será que foi proposital?) de Michael ao continuar apostando na bolsa de Nova York mesmo depois de Tommy mandá-lo vender as posições, e, de outro, Sir Oswald Mosley (Sam Claflin), aproveitando-se do momento, fazendo de tudo para arregimentar Tommy para seu lado na futura formação da British Union of Fascists (União Britânica de Fascistas em tradução livre). A figura real de Mosley, do partido que fundaria em 1932, assim como o que conhecemos sobre a História do Mundo, especialmente dos anos 30, emprestam todo o panorama político que necessitamos para entender a urgência e o perigo imediato para todos os envolvidos, talvez criando o pano de fundo mais facilmente identificável na série até agora.

Mas esse pano de fundo macro, que entra na narrativa como um turbilhão a partir das violentas ações dos Billie Boys, gangue escocesa rival dos Peaky Blinders liderada por Jimmy McCavern (Brian Gleeson) e que funciona como braço executor de Mosley, é temperada pelos profundos tormentos psicológicos por que Tommy passa e que ele “trata” com vastas quantidades de láudano que, por sua vez, dão azo a visões de sua amada Grace. Seu trauma de guerra, visto poucas vezes na série, retorna com força total aqui, deixando-o paranoico (ainda que não sem razão), descontrolado e ainda mais insensível, distanciando-0 de seus filhos, esposa e família em geral ou, pelo menos, colocando-o em uma espécie de prisão de onde ele não consegue sair da mesma forma que ninguém consegue entrar.

Com a entrada do odioso Mosley no mix, as convições de Tommy são abaladas. Não, ele nem de longe pensa em aliar-se aos fascistas sem um plano para miná-los por dentro, mas ele percebe, para sua surpresa, que ele tem sim uma convicção política muito mais alinhada ao trabalho que vinha fazendo no parlamento pelo Partido Trabalhista, ainda que com o objetivo secreto de fazer ruir as bases do movimento comunista. É muito interessante ver como, assim como juros compostos, essa questão multiplica exponencialmente os temores de Tommy e o baile de máscaras que ele é obrigado a viver torna-se complexo e, sobretudo, perigoso, com diversas peças móveis que estão além de seu controle.

Esse destaque que Tommy ganha na temporada tira o melhor que Cillian Murphy tem a oferecer, com o ator conseguindo destronar seus costumeiros “rivais” Helen McCrory e Paul Anderson na categoria performance de destaque, com a ressalva de que os dois continuam excepcionais, claro. Até mesmo a fotografia torna-se mais fantasmagórica para refletir esse desequilíbrio em Tommy, algo que produz diversas sequências visualmente memoráveis com a que abre a temporada com ele a cavalo no meio de nada com coisa nenhuma aproximado-se de uma cabine telefônica e a do campo minado no jardim de sua casa, além de, claro, a onírica sequência de encerramento em meio à neblina.

Sam Caflin, por sua vez, como figura antitética a Tommy, brilha como o vilão que, mesmo que não fosse fascista, é daqueles que dá vontade de pular na tela para socar, um testamento não necessariamente de um bom trabalho dramático, pois vejo limitações ao que o ator pode fazer, mas sim aos excelentes roteiros de Steven Knight. É assustador como, para ele, toda a direção de arte e toda a fotografia são capazes de emular a iconografia nazista sem efetivamente usar os símbolos que passariam a ser largamente conhecidos poucos anos depois dos eventos da temporada.

Outro aspecto interessante e inédito na série é a transparência dos planos de Tommy Shelby. Sempre mantidos em segredo para permitir reviravoltas que mostram que Tommy sempre pensa dez jogadas a frente, os planos eram uma marca registrada da série e ases na manga do showrunner. Nessa temporada, muito ao contrário, tudo fica às claras, o que por vezes é problemático diante do peso de diversos diálogos expositivos (um deles sendo a conversa de Tommy com Winston Churchill, agora vivido por Neil Maskell). Mas pelo menos os plot twists, um dos problemas da temporada anterior, ficam em níveis gerenciáveis que não atrapalham a fluidez da narrativa e ajudam a fazer a tensão e o suspense crescerem de verdade no clímax no comício fascista.

Nesse tocante, incomodou a inclusão de personagem novo no final da temporada. Falo de Barney (Cosmo Jarvis), outro veterano de guerra e colega de Tommy que está internado em um manicômio judiciário. Apresentado como completamente instável (só para usar um eufemismo) e um excelente sniper que nunca erra, o personagem tem todos os predicados de roteiro preguiçoso que inventa moda quando as cortinas já estão para fechar. Teria sido mais honesto usar um personagem já consolidado que pudesse ser sacrificado, retconando seu passando com alguma menção à sua mira infalível. Por exemplo, Aberama Gold poderia fazer esse papel, certamente uma morte muito mais interessante do que a que ele ganha nos bastidores do teatro.

O oposto de Barney é o uso que a temporada faz de Michael Gray. O personagem já havia sido pouco destacado na temporada anterior e, aqui, ele tem razoavelmente pouco tempo de tela também, mas o espaço que ele ganha é muito bem aproveitado, primeiro colocando-o como culpado pela perda do dinheiro dos Shelby com o crash e, depois, como possível traidor, adicionando à paranoia de Tommy. Agora casado com a americana Gina (Anya Taylor-Joy), ele trama a “sucessão” de Tommy com um plano que garante a aposentadoria mais do que confortável de todos, mas com ele como o novo poderoso chefão. Com a recusa de Tommy, ele e Gina põem em prática o plano B que é provavelmente a causa por trás do plano frustrado de assassinato e que potencialmente arma a futura temporada, com Tommy tendo que enfrentar um câncer no seio da família.

Se esse será o caminho que Steven Knight tomará, ainda é cedo para dizer, mas espero sinceramente que seja, pois poderá representar uma rusga familiar incurável capaz de rachar de vez os Shelby, além de abrir espaço para que a hegemonia de Tommy desapareça. Só não sei como essa linha narrativa poderá ser abordada juntamente com a trama macro envolvendo os fascistas e o caminho da Europa em direção à Segunda Guerra, mas fico curioso para ver.

A quinta temporada de Peaky Blinders mais uma vez é bem sucedida em elevar as apostas da série, mergulhando-a profundamente no mar revolto da década em que se insere, além de trabalhar com eficiência o lado psicológico do protagonista. Sem dúvida, porém, a temporada pareceu mais a primeira parte de algo maior e mais longo que talvez nem se resolva completamente na próxima. Foi uma quebra de paradigma para o trabalho que Knight vinha fazendo, mas é só arriscando que se consegue inovar e seu jogo pagou dividendos aqui e promete pagar mais ainda em futuro próximo se ele continuar nessa direção.

Peaky Blinders – 5ª Temporada (Reino Unido, 25 de agosto a 22 de setembro de 2019 no Reino Unido e 04 de outubro de 2019 mundialmente)
Criação: Steven Knight
Direção: Anthony Byrne
Roteiro: Steven Knight
Elenco: Cillian Murphy, Helen McCrory, Paul Anderson, Sophie Rundle, Alfie Evans-Meese, Finn Cole, Tom Hardy, Neil Maskell, Benjamin Zephaniah, Ned Dennehy, Natasha O’Keeffe, Packy Lee, Kate Phillips, Charlie Murphy, Aidan Gillen, Ian Peck, Jack Rowan, Anya Taylor-Joy, Sam Claflin, Brian Gleeson, Cosmo Jarvis
Duração: 348 min. (6 episódios no total)

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44 comentários

CJ 9 de junho de 2020 - 11:14

Terminei a série em uma semana, que série, pra mim junto com Better Call Saul são as melhores da atualidade.
Em relação a traição, pra mim ou é a Gina ou o apostador, a cena do Mosley olhando pra Gina na apresentação do Cisne e do Finn falando que ia matar um facista me deixaram esperando que alguma merda iria acontecer.

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planocritico 9 de junho de 2020 - 13:27

Eu gosto bastante, mas acho bem inferior a BCS.

Abs,
Ritter.

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Jordan Santana 6 de janeiro de 2020 - 00:12

Conheci a série no final do ano passado e terminei a quinta temporada hoje. Concordo com todos os comentários e das pessoas suspeitas de traição, mas esqueceram da moça representante do sindicato no camarim. Lembro também dela queimando a foto na temporada passada quando o Tommy pediu para identificar alguém da máfia. Sei não, há algo errado com ela rs. Boa crítica. Abraço.

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planocritico 6 de janeiro de 2020 - 10:09

Tem essa possibilidade mesmo. A grande verdade é que ninguém é flor que se cheire nessa série!

Abs,
Ritter.

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Jordan Santana 6 de janeiro de 2020 - 00:12
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Felipe 16 de novembro de 2019 - 14:32

Ótima crítica como sempre.
Minha aposta é de que Gina terá um papel determinante nos rumos da próxima temporada. Michael sempre consulta a opinião dela em relação a suas ações, chegando ao ponto de parecer bastante influenciado por ela. Seus contatos nos EUA não aparentam ser peixe pequeno também. Indo mais além, ela parecia saber muito bem quem é Oswald Mosley.
E sendo mais mirabolante, antes de seu discurso no último episódio o fascista aparece fazendo vuco vuco com uma loira cujo rosto não é mostrado. E se a loira for Gina?

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planocritico 18 de novembro de 2019 - 13:11

Também acho que a Gina terá um papel chave na próxima temporada.

Sobre sua suspeita, interessante. Mas eu ainda acho que o nazista não sabia do plano de atentado.

Abs,
Ritter.

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成澤 イタラ 27 de outubro de 2019 - 00:29

Acho que a Poly tem algo a ver com isso tudo. Ele aparece triste chorando no finalzinho, como se tivesse perdido algo. Talvez ela trocou a vida dos sobrinhos e o do Aberama pela do filho, já que provavelmente iria ter uma represália do Tommy em cima da Michael. E outra, a traição que o Tommy falava tanto desde do começo, era de alguém muito próximo. Talvez a Poly seja o “homem” a quem ele não consegue derrotar, irônico, mas plausível.

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planocritico 27 de outubro de 2019 - 00:29

Bem plausível mesmo e seria muito interessante.

Abs,
Ritter.

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The Man 18 de outubro de 2019 - 18:44

Só volta em 2021 mesmo? Queria mais KK

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planocritico 18 de outubro de 2019 - 19:14

Não tem uma data precisa ainda, mas, a julgar pelo intervalo entre a quarta e a quinta temporada, essa é uma aposta bem razoável.

Abs,
Ritter.

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Jonas Angelo 17 de outubro de 2019 - 18:12

Fiquei com a impressão de que prepararam o terreno (de forma um poquinho forçada) para vir algo grandioso por aí. Também curti esse Tommy perdido (desde o começo da temporada ele parece estar fora de sua zona de conforto), parece que as coisas não se encaixam para ele de jeito nenhum, e isso foi bacana, acaba tirando a aura de supremo.
Achei o retorno do Alfie mal aproveitado. Logo ele, um judeu, poderia ter sido melhor utilizado na temporada. No mais, Alfie ainda é o Alfie, um cara icônico e sempre um Tom Hardy entregando aquela bela e diferenciada atuação (ainda que por poucos minutos).
E o que dizer do Paul Anderson? Acho que entregou uma de suas melhores (se não a melhor) atuações na série inteira!

Responder
planocritico 20 de outubro de 2019 - 15:51

O negócio é torcer para o Alfie ganhar mais destaque na próxima!

Abs,
Ritter.

Responder
Sergio Capinã 14 de outubro de 2019 - 16:26

Parabéns pela crítica, mas continuo achando que foi o cara das apostas que ligou pra alguém, não sei se necessariamente para Michael.

Responder
planocritico 14 de outubro de 2019 - 17:45

Foi o cara da aposta, mas acho que foi uma ligação para o Michael. O fascista não sabia de nada, como o Tommy inclusive menciona.

E obrigado pelo elogio!

Abs,
Ritter.

Responder
Aldecir Pimentel 10 de outubro de 2019 - 12:21

São apenas 6 episódios mesmo? Acabou a temporada por aí?

Responder
planocritico 10 de outubro de 2019 - 16:20

Sim. As temporadas dessa série só têm seis episódios. Essa foi a primeira que não “acabou” a história central.

Abs,
Ritter.

Responder
Aldecir Pimentel 14 de outubro de 2019 - 10:22

Uma pena =/

Responder
Cesar 8 de outubro de 2019 - 22:38

Eu adorei essa season; Nao sei vcs, mas foi o antagonista que mais colocou medo ate agora, e sem segurar uma arma, “Apenas” pela eximia oratória. Fui procurar conhecer mais do homem e portanto ja sabia que nao morreria agora, nao haveria desfecho final, o que me fez gostar menos do finale pela previsibilidade, ainda que ver o Tommy pirar no final foi belissimo.

PB segue como uma das series mais lindas da atualidade, sabe abordar seu periodo historico maravilhosamente e nao faço a menor ideia de pra onde a serie vai agora. Pela logica, continuar nos rumos da politica e abraçar o Nazismo la na frente.

Valew pela cobertura, Ritter.

Responder
planocritico 8 de outubro de 2019 - 23:47

Eu que agradeço o prestígio, @disqus_8wUsGlXIKs:disqus !

Sobre o vilão, o cara é barra pesada mesmo. Será interessante ver se teremos saltos temporais até mais próximo da Segunda Guerra.

Abs,
Ritter.

Responder
J. 8 de outubro de 2019 - 15:48

Sabendo que a série meio que respeita a historia real digamos assim, já ficou meio sem graça o desfecho do plano.

Responder
planocritico 8 de outubro de 2019 - 16:02

Não acho que isso tenha atrapalhado nada não. A questão chave não é o fim, mas sim como a temporada chega lá. Senão, filmes e séries baseados em fatos reais não teriam graça.

Abs,
Ritter.

Responder
Robson Luz 7 de outubro de 2019 - 19:32

A temporada embora não tenha sido ruim, foi de longe a mais fraca, preferia quando o escopo da série se resumia ao mundo de gangsters ao invés de toda essa grandiosidade que tão fazendo agora muitas vezes forçada. Um gangster cigano chega ao parlamento inglês e quase toma o poder total do partido fascista? Parece que tão perdendo a mão do roteiro.

Responder
planocritico 7 de outubro de 2019 - 22:01

Você achou a mais fraca? Para mim foi a 4ª.

Sobre a grandiosidade, acho natural para alguém com a personalidade do Tommy. Ele jamais ficaria contente com aquela vidinha dele em Birmingham. Ele é muito mais ambicioso que isso. E, apesar de eu não ter gostado de como ele virou político (nos últimos cinco minutos da temporada anterior), eu gostei da mudança em si e especialmente como ela foi aproveitada na 5ª temporada. Caso contrário, a série teria que viver basicamente da mesma coisa sempre.

Sobre um gângster cigano chegar ao parlamento inglês, não sei se você conhece um tal de Brasil, país em que criminosos investigados e até condenados (o que Tommy nunca foi) não só chegam a cargos ainda mais altos, como voltam a eles triunfalmente como se nada tivesse acontecido… Não é fantasia nem exager0.

Abs,
Ritter.

Responder
Robson Luz 8 de outubro de 2019 - 09:08

Realmente kkkkk, mas imagino que o reino unido seja mais sério que o brasil, de qualquer forma achei que forçaram a barra na entrada fácil dele na política.

Responder
planocritico 8 de outubro de 2019 - 14:17

Foi na base da propina. Por isso “pareceu” fácil.

Abs,
Ritter.

Responder
Filipe de Luca 7 de outubro de 2019 - 19:06

Mas a causa do plano do Tommy ter dado errado não foi o Finn ter contado sobre a morte do Mosley para aquele cara que tava fazendo as apostas no futebol (esqueci o nome) ?

Responder
planocritico 7 de outubro de 2019 - 22:01

Mas repare que o próprio Tommy reconheceu que o fascista não sabia do plano de matá-lo. Ou seja, o cara do futebol não ligou para o Mosley e sim, provavelmente, para Michael ou para a máfia dos EUA que, então, ligou para o Michael.

Pelo menos é o que eu acho!

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Tahan 14 de outubro de 2019 - 14:02

com certeza. Também acho que alguma coisa conectou michael nessa história. Prevejo que a esposa armou uma traição pesada. Tem dedo dos americanos nessa história ae. A máfia dos EUA terá conexão. Isso explicaria inclusive a morte do Abarama, já que Michael não via com bons olhos casamento da Mãe com ele. E explicaria também a tentativa de eliminar Arthur, já que este é o braço direito e enfraqueceria muito Tommy. É impressionante como as desgraças acontecem porque ninguém escuta Tommy rs.

Responder
planocritico 16 de outubro de 2019 - 03:47

Sim, também acho que está tudo conectado.

Abs,
Ritter.

Responder
Aivmf 21 de maio de 2020 - 01:37

Já foi comentado anteriormente sobre o Al Capone, será que ele vai aparecer na sexta temporada?

Responder
Huckleberry Hound 7 de outubro de 2019 - 12:52

Alguém vai fazer crítica da primeira temporada de Narcos:México?Estou assistindo agora

Responder
planocritico 7 de outubro de 2019 - 15:21

Não está nos planos por enquanto.

Abs,
Ritter.

Responder
Cesar 6 de outubro de 2019 - 18:29

Estou tão acostumado com Tommy sempre dando um jeito, que fiquei decepcionado com esse final.
Agora esperar mais um ano no minimo por essa 6ª temporada, chega a ser maldade.

Responder
planocritico 6 de outubro de 2019 - 19:07

Com certeza é maldade nos fazer esperar, mas eu gostei muito – muito mesmo – que o Tommy não conseguiu dar o jeito dele. Essa fórmula já estava cansativa, por melhor que fosse!

Abs,
Ritter.

Responder
Cesar 7 de outubro de 2019 - 07:44

Problema que provavelmente só saia em 2021 pelo que vi.
Acho que esse arco em aberto me incomodou, por mais que eu imaginasse que isso aconteceria por conta da historia ter muitas pontas ainda.

Responder
planocritico 7 de outubro de 2019 - 10:39

A espera faz parte.

Sobre o arco aberto, eu entendo seu ponto, mas a história que eles começaram a contar aqui era grande e ambiciosa demais para resolver em seis episódios. Gostei que eles arriscaram em mudar a estrutura da série.

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Santos 6 de outubro de 2019 - 17:25

Amei essa temporada, só achei o retorno do Alfie meio forçado, e olha que amo demais o personagem.
Que venha a 6° temporada. 🙌

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Responder
planocritico 6 de outubro de 2019 - 18:21

Tive mais problemas com o sniper tirado da cartola, mas também estou louco para a ver a próxima temporada!

Abs,
Ritter.

Responder
Cesar 8 de outubro de 2019 - 22:29

Mas acabou que o Sniper nao serviu pra nada mesmo ne Ritter, ou seja, nao teve peso no rumo das coisas, por isso concordo com o Lucas ai, achei bizarro o retorno do Solomon, nada haver geral.

Responder
planocritico 8 de outubro de 2019 - 23:40

Mas foi o que eu disse: o sniper é mais duro de engolir. Veio do nada e não serviu para nada.

Já o Solomons até pode ter vindo do nada, mas serviu para algo!

Abs,
Ritter.

Responder
Amaro Chalaça 11 de outubro de 2019 - 08:52

Roteiristas caminham no fio da navalha com esses retornos inesperados: O Artur e o Solomons… Já não dá para acreditar na morte de ninguém…

planocritico 11 de outubro de 2019 - 15:05

O do Arthur eu nem por um segundo acreditei que ele tinha morrido pela forma que a cena foi construída, então não sei se conta na categoria do Solomons.

Abs,
Ritter.

Hw2 31 de março de 2020 - 11:41

Mas o tiro foi no rosto, na hora mesmo achei que ele não tinha morrido, se reparar foi de raspão até na cena.

Responder

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