Home TVTemporadas Crítica | Perdidos no Espaço – 1ª Temporada (2018)

Crítica | Perdidos no Espaço – 1ª Temporada (2018)

por Ritter Fan
258 views (a partir de agosto de 2020)

  • Leiam, aqui, todo nosso material sobre Perdidos no Espaço.

A nova aposta sci-fi do Netflix é mais uma tentativa de adaptar a clássica série sessentista Perdidos no Espaço que marcou sua época e também as décadas posteriores com suas infindáveis reprises que sedimentaram profundamente no imaginário popular o conceito da obra e dois icônicos personagens, o divertidamente vilanesco Dr. Smith e o inesquecível robô sem nome que adora falar “Perigo, Will Robinson, perigo!”. Depois de tentar emplacar uma animação na década de 70, um filme na década de 90 e uma série live-action na primeira década dos anos 2000, parece que a boa e velha criação de Irwin Allen achou, finalmente, um novo lar.

Mantendo a ideia original, mas alterando substancialmente a estrutura, com uma surpreendente quantidade de ideias aparentemente retiradas do piloto fracassado de 2004, a produção mantém fortemente o conceito de uma família perdida no espaço, mas retira o lado cômico e camp sem jamais descambar para uma pegada demasiadamente sombria como na adaptação cinematográfica estrelando William Hurt e Gary Oldman. O resultado é uma espécie de thriller espacial que, manobrando espertamente os artifícios conhecidos do gênero, conta uma história única de sobrevivência em um local estranho depois que uma nave-mãe (Resolute) levando colonos da Terra para Alfa-Centauro é atacada por um robô assassino e as diversas cápsulas familiares (todas batizadas de Júpiter mais um número, sendo a Júpiter 2, claro, a mais importante) são lançadas emergencialmente, caindo ou pousando em um planeta desconhecido.

O foco central, como não poderia deixar de ser, é na família Robinson, composta pelo pai, o ex-militar John (Toby Stephens, o Capitão Flint, de Black Sails), pela mãe, a astrofísica Maureen (Molly Parker, a Jackie Sharp, de House of Cards), pela filha mais velha e estudante de medicina Judy (Taylor Russell), pela filha do meio rebelde Penny (Mina Sundwall) e pelo filho mais novo sensível e geninho Will (Maxwell Jenkins). E é mergulhando de cabeça diretamente neles, com trajes completos de astronauta e sentados em uma mesa jogando cartas em gravidade zero que a série abre, uma situação aparentemente prosaica, mas que sensacionalmente esconde um caos explosivo ao redor, com a nave deles – a Júpiter 2 – em piloto automático tentando manter alguma estabilidade de voo, pousando finalmente em região gélida de um planeta ignorado por todos.

A confusão inicialmente estabelecida é uma ótima maneira de evitar a narração linear que arriscaria arrastar o piloto e os primeiros episódios, atrapalhando a imersão. O que o roteiro inicial faz é catapultar o espectador diretamente para a ação – para a baderna, até! – sem se preocupar com absolutamente nada que não seja já aparentemente colocar a família na “situação padrão” da série original, ou seja, tendo que lidar com a hostilidade de um território estranho, mas ao mesmo tempo muito parecido com a Terra de outrora (já que a Terra desse futuro distópico está completamente irrespirável pela degradação causada pelo ser humano). O primeiro obstáculo grande que eles enfrentam é o congelamento de Judy no lago em que a nave afundara, tentando salvar células de energia para que eles sobrevivam a noite extremamente fria. E é com esse obstáculo que o roteiro organicamente nos apresenta às personalidades de cada um – Judy é destemida, Will é medroso, Penny é sarcasmo puro e John e Maureen estão longe de ser um casal ou pais ideais -, além de trazer para o grupo a versão do reboot para o clássico robô, agora em forma humanoide e extremamente fiel a Will, depois que o menino o salva, mas cuja origem misteriosa é só aos poucos descortinada.

Não demora, e os outros dois personagens da série clássica aparecem, Don West, vivido por Ignacio Serricchio e, em uma troca de gênero, a Dra. Smith, encarnada por Parker Posey. Don, no lugar de major e piloto da expedição, é um mecânico que vive a vida de golpes aqui e ali, com um senso de ética, portanto, menos do que perfeito, o que traz um bom equilíbrio à história. A Dra. Smith é mais complexa e a troca de gênero é trabalhada organicamente dentro dos roteiros, com Parker Posey vivendo uma versão espacial e sem canibalismo de Hannibal Lecter, pela falta de comparativo melhor. Se Jonathan Harris criou o personagem cômico-vilanesco e martelou-o na cultura pop e Gary Oldman deu-lhe uma boa pegada sombria no cinema, Posey cria um personagem inspirada no original, mas, mesmo assim, completamente diferente e absolutamente fascinante, cheio de camadas, trejeitos e uma presença insidiosa que literalmente contamina todo e qualquer ambiente em que está, mastigando o cenário no processo.

Mas o aspecto mais diferente na reimaginação da série está na presença de outros colonos “perdidos no espaço”, já que várias naves Júpiter conseguem pousar em diferentes níveis de segurança no planeta. Isso permite mais interações e mais conflitos – além de um breve e não intrusivo elemento romântico – na temporada, ainda que, muito sinceramente, praticamente todos os demais personagens em volta do núcleo que abordei acima, não ganhem nem de muito longe qualquer nível de desenvolvimento que efetivamente justifiquem sua existência. Na verdade, minto. Eles estão ali pois esta primeira temporada da série funciona como um longo prelúdio para o que vem por aí, permitindo que os enfoques mudem na próxima, caso a série seja renovada.

Mencionei mais acima que a série manobra espertamente os artifícios conhecidos do gênero e isso se dá porque os roteiros, por vezes, flertam com a estrutura de “perigo da semana”, com os Robinsons (sempre tem um Robinson em absolutamente tudo o que acontece nos episódios) enfrentando em grande parte as intempéries locais, como lagos congelados, tempestades gigantescas, terremotos devastadores, poços de piche fervilhando, gêiseres assassinos e, volta e meia, a não muito simpática fauna local, com resultados que vão do filler puro até situações muito bem encaixadas no enredo. O resultado disso é aquela famosa infinidade de soluções na base da gambiarra “macgyveriana”, normalmente graças à genialidade de Maureen, e salvamentos de último minuto, estes realmente chegando a irritar de tão constantemente utilizados.

No entanto, o relacionamento de Will com o robô é enternecedor, recebendo muita atenção da construção da temporada e estabelecendo pelo menos esse começo do que espero seja uma série longeva (enquanto dure) como uma daquelas histórias clássicas de amadurecimento de um menino de 11 anos com pai ausente que não sabe transmitir sentimentos e uma mãe durona ao extremo que exige o máximo de todos sempre, sem descanso. Maxwell Jenkins, aliás, é a doçura pura, com uma atuação enternecedora e tocante. Mas não achem que não há espaço para um bom trabalho com os demais personagens do núcleo duro da série. Judy é muito bem construída como uma jovem destemida que é abalada pelos eventos do primeiro episódio e tem que dar a volta por cima. Penny é uma adolescente tentando se achar e servindo como a verdadeira cola na família, às vezes mais adulta do que seus pais. E, finalmente, a relação complicada entre John e Maureen vai aos poucos sendo trabalhada (há uma boa quantidade de flashbacks curtos ao longo da temporada), com os dois começando bem separados e, como todo o clichê de série manda, aos poucos se aproximando. Stephens e Parker, interessantemente, acostumaram-se a viver personagens durões e frios que escondem corações de ouro e eles fazem valer sua experiência aqui, criando um casal crível.

Mas a coesão desse universo só é mesmo possível com um design de produção esperto que faz o melhor para nos passar a impressão de variedade de cenários sem realmente variar quase nada. As tomadas interiores são compostas dos mesmo cenários vistos de ângulos diferentes e alterados aqui e ali para dar personalidade às naves Júpiter que, por sua vez, não se diferenciam muito – só em escala – do interior da nave-mãe Resolute. Mas o que interessa é que o comando de Matt Sazama e Burk Sharpless, que desenvolveram a série, imprimem uma variedade ao trabalharem situações bem diferentes e exteriores também extremamente variados que vão desde neve e frio até o deserto incandescente, passando por florestas tropicais e florestas densas. A combinação de tudo com um CGI cirúrgico e bem feito, além de um robô humanoide que reúne próteses de corpo inteiro e computação gráfica, mantém a temporada sempre fresca, evitando que o espectador se canse muito facilmente.

Aliás, a canseira é algo que pode acontecer, mesmo considerando que são apenas 10 episódios. Afinal, no lugar da duração normal de 40 e poucos minutos, a maioria dos episódios tem quase ou ligeiramente mais de um hora. Isso acaba estendendo algumas sequências de perigo por mais tempo do que elas realmente precisariam, como, por exemplo, o infindável confinamento de John e Maureen no piche, além de abrir as portas para elipses temporais que exigem demais da suspensão da descrença. Nesse ponto, a montagem consegue atrapalhar, especialmente quando há um “prazo” envolvido, com horas dando a impressão de dias ou minutos sem uma lógica interna, além de alguns “teletransportes” convenientes demais que poderiam ser evitados.

Mas, depois de tanto tempo perdida em Hollywood, a nostálgica série de Irwin Allen parece ter encontrado um reboot à altura de seu potencial. Ao fazer muita coisa diferente, mas sem perder seu espírito original, a nova Perdidos no Espaço parece mostrar que conceito bom é imortal, bastando que ele seja bem trabalhado.

Obs: Billy Mumy, o Will Robinson original, faz uma ponta no primeiro episódio. Não direi em que papel, mas ele está lá, eu garanto!

Perdidos no Espaço – 1ª Temporada (Lost in Space – Season 1, EUA – 13 de abril de 2018)
Desenvolvimento:  Matt Sazama, Burk Sharpless (com base em criação de Irwin Allen)
Direção: Neil Marshall, Tim Southam, Alice Troughton, Deborah Chow, Vincenzo Natali, Stephen Surjik, David Nutter
Roteiro: Matt Sazama, Burk Sharpless, Zack Estrin, Katherine Collins, Kari Drake, Ed McCardie, Vivian Lee, Daniel McLellan
Elenco: Toby Stephens, Molly Parker, Ignacio Serricchio, Taylor Russell, Maxwell Jenkins, Parker Posey, Mina Sundwall, Brian Steele, Douglas Hodge
Duração: 47-65 min. por episódio (10 episódios no total)

Você Também pode curtir

162 comentários

Marcelo Farias 19 de junho de 2020 - 17:24

Ahhhhh!!!!
Que série bacana!
Confesso que fui assistir sem muita expectativa e me viciei, agora to curioso pra ver a a série original.
Vc sabe onde posso encontrar???

Responder
planocritico 19 de junho de 2020 - 18:01

É surpreendentemente bacana mesmo!

Sobre a série original, desconheço sua disponibilidade em qualquer serviço de streaming ou vídeo sob demanda disponível no Brasil. Sei que tem no iTunes com conta americana (para comprar) e sei que está disponível em DVD e Blu-Ray nos EUA e em DVD aqui no Brasil (americanas.com.br e amazon.com.br têm para vender).

Abs,
Ritter.

Responder
Marcelo Farias 20 de junho de 2020 - 15:32

Obrigado!!

Responder
Vanesaa 4 de março de 2019 - 11:20

Não consegui gostar tanto assim, apesar de querer, pra mim o roteiro é que está perdido. Em especial para as tramas da Dra Smith, tudo o que ela manipula da certo, até em coisas sem sentido. Foi irritante de assistir. O roteiro usa de desonestidade. Se ajustarem esse roteiro talvez melhore.

Responder
planocritico 4 de março de 2019 - 11:52

Ele emula o tipo de bobagem que vemos na série original. Planos mirabolantes que dão certo. Coincidências a toda a hora.

Abs,
Ritter.

Responder
Vanesaa 4 de março de 2019 - 11:20

Não consegui gostar tanto assim, apesar de querer, pra mim o roteiro é que está perdido. Em especial para as tramas da Dra Smith, tudo o que ela manipula da certo, até em coisas sem sentido. Foi irritante de assistir. O roteiro usa de desonestidade. Se ajustarem esse roteiro talvez melhore.

Responder
Mauro Guimaraes 31 de dezembro de 2018 - 03:28

Série muito boa!
Só achei que poderiam ter matado algum personagem relevante (mesmo é claro, que fosse um coadjuvante), são muitos perigos e situações complicadas, só que no final todos escapam com apenas uns pequenos arranhões. Fica a sensação de que não importa o perigo, no final o “deus ex machina” salva todos!

Responder
planocritico 4 de janeiro de 2019 - 15:07

Acho que a série, por seguir o espírito da original, não tem como objetivo caminhar por lados mais sombrios assim. Uma morte de alguém importante até pode acontecer, mas imagino que em um contexto mais amplo.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 22 de setembro de 2018 - 18:43

@disqus_ZMtFC1obwd:disqus , terá sim. Já foi confirmada pelo Netflix.

Abs,
Ritter.

Responder
Anônimo 22 de setembro de 2018 - 14:20
Responder
Huckleberry Hound 3 de setembro de 2018 - 18:55

Uma das séries da netflix mais bem produzidas os efeitos são muito cinematográficos,ainda não terminei de assistir mas o visual é realmente arrebatador!

Responder
planocritico 3 de setembro de 2018 - 19:06

Sim, eles capricharam de verdade nos efeitos práticos e de computação aqui!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 29 de agosto de 2018 - 19:14

Um filme essencial na formação cinéfila de qualquer pessoa! HAHAHHAHAAHHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Cleison Miguel 29 de agosto de 2018 - 21:35

Foi o que pensei ao ler os comentários de vocês dois hahahahahaha

Responder
Gabriel 31 de agosto de 2018 - 18:22

Qualquer diretor veria esse filme como um exemplo de arte cinematográfica!

Responder
planocritico 26 de maio de 2018 - 14:13

Eu já penso o contrário. Se mostraram lá, não precisavam mostrar aqui.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 25 de maio de 2018 - 20:42

Mas aquela vez que a Dra. Smith seguiu as crianças até a caverna é uma indicação de que ela seguiu o Will até o desfiladeiro.

Abs,
Ritter.

Responder
Cleison Miguel 26 de maio de 2018 - 03:24

Eu fiz essa reflexão, mas se mostraram lá deveriam, pela coerência, mostrar aqui também 😉

Responder
planocritico 25 de maio de 2018 - 20:41

Eu quase tive um ataque cardíaco rindo do primeiro Sharknado. Deu câimbra na barriga. E foi coletivo aqui em casa…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 24 de maio de 2018 - 04:07

Sim, a duração poderia ser menor para cada episódio mesmo, @disqus_2AYaDImobe:disqus .

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 24 de maio de 2018 - 04:06

@disqus_2AYaDImobe:disqus , não é preguiça não. É proposital para seguir a estrutura da série original.

E o primeiro Sharknado é uma das melhores comédias que vi na minha vida!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel 24 de maio de 2018 - 11:03

Eu tentei rir com Sharknado, mas não consegui. Nem pra diversão aquela obra prima funcionou pra mim. Eu queria ver o quinto filme antes, mas desisti. Tubarão de cinco cabeças é outra obra prima do “canal dos tubarões”.

Responder
Cleison Miguel 29 de agosto de 2018 - 17:25

preciso ver Sharknado urgente…. kkkkkkk

Responder
Gabriel 23 de maio de 2018 - 00:18

Gostei da série, tem personagens muito bem trabalhados, situações de perigo bem trabalhadas e uma história que é simples que consegue se sustentar bem (não perfeitamente) na temporada inteira. É completamente inútil cada episódio ter cerca de uma hora, acho que a história deveria ser um pouco maior pra justificar a duração da maioria dos episódios. Não achei essa série uma obra prima, mas tem bons acertos e está na média. O maior acerto são os personagens na minha opinião e ainda dá pra melhorar na segunda temporada. E mais uma vez eu ouço as mesmas vozes de sempre na dublagem, eu veria em legendado se eu visse sozinho

Responder
planocritico 4 de maio de 2018 - 00:02

@cleison_miguel:disqus , cara, morri de rir com suas indignações! Tem muita coisa surreal mesmo, especialmente os planos malignos da Dra. Smith que dão certo por obra e graça do Espírito Santo.

No entanto, há um ponto nisso tudo e eu acho que não é preguiça: está aí a maior homenagem ao tipo de série que era a Perdidos no Espaço original. Tudo meio bobinho, exagerado, cheio de coincidências, soluções fáceis e salvamentos de último minuto. Mas ao mesmo tempo que vemos tudo isso – que é para ser encarado de forma despretensiosa -, reparamos que há coração ali por trás, que há aquele apelo de “aventura” sci-fi gostosa de ver, que não cansa e que diverte. Eu pelo menos vi muito disso no reboot.

Abs,
Ritter.

Responder
Cleison Miguel 3 de maio de 2018 - 19:10

Eu gostei da série, mas tem alguns poréns.

Suspensão de descrença é exigida ao extremo nessa primeira temporada, com destaque para N situações envolvendo a dra. Smith em que tudo dá certo a seu favor )quase igual em novelas da globo na qual o vilão só começa a perder na última semana), com destaque para:

– convenientemente encontrar a arma escondida por Will;
– com uma onisciência incrível esconder a mesma arma na floresta para ser encontrada pela personagem que ela tinha trabalhado a odiar o robô;
– novamente com a mesma onisciência encontrar o desfiladeiro no qual Will (que tinha ido naquele local apenas com seu pai, sem ser seguido por ninguém) mandou o androide se lançar;
– conseguir enganar a criança exatamente no momento em que o pai desta estava sendo orientado pela mãe (inacreditável que uma única pessoa, desacompanhada das demais – que só assistiram o lançamento, embora fossem todas treinadas a situações extremas – estaria sozinha orientando-o sem qualquer auxilo) nocauteando-a;

Enfim… várias situações que forçaram demais a suspensão de descrença deste telespectador.

Também a burrice de alguns personagens, apenas em momentos chave, foram de doer:
– o Will foi enganado sob o argumento que o robô poderia pilotar a nave do pai, mas isso ocorreu quando essa já estava sendo lançada… ou seja, mesmo que o robô pudesse, naquele momento, de nada adiantaria e ele – esperto que é, ainda que criança – não pensou isso?! Anhrã (joinha pros roteiristas).
– A filha nocauteia a dra. e corre para a mãe falando que tem pouco tempo, dai as duas fogem?!?!?! para logo serem surpreendidas pelo robô… Minhas amigas, a Smith desmaiada você – em duas contra uma – vai lá e amarra a moça, pelamor :/

Algumas bobeiras feitas por roteiristas preguiçosos para dar andamento a história com mais percalços, mas que incomodam, embora não tenham estragado a série.

3 estrelas em minha opinião.

Responder
Gabriel 23 de maio de 2018 - 00:31

Concordo com suas indignações, essas bobagens são resultados de uma coisa chamada preguiça. Eu estava me perguntando quando estava assistindo: COMO ELA ACHOU O CORPO DO ROBÔ ORAS? Hahaha, é imperdoável o que os roteiristas fizeram, merecem uma pena de 5 anos anos de cadeia com direito a exibições diárias de filmes da franquia Sharknado kkkkkkkk.

Responder
Cleison Miguel 24 de maio de 2018 - 11:04

Faria mais sentido mostrar ela seguindo o Will e o pai ao desfiladeiro do que ela seguindo as crianças naquela vez que colocaram o Robô na caverna, porque aquela conversinha dela com ele sinceramente não serviu para porcaria nenhuma, já que o apego do robô seu deu após seu salvamento.

Responder
Al_gostino 30 de abril de 2018 - 10:42

Estou na reta final e por enquanto estou gostando…não é uma baaaaitaa série, mas tem aspectos muito positivos como a produção e os efeitos especiais que estão de parabéns! Agora em relação a atuação dos atores aí já acho que ficam a desejar (o menino e o pai possuem nota 0 de carisma), destaco apenas a mãe da família e a “Dra. Narcisa Tamborindeguy Smith” (se ela falasse um “ai que loucura” eu jurava que era a socialite rsrs)…vou ver até o final, bom entretenimento para assistir com a família…abs e parabéns pela análise

Responder
planocritico 30 de abril de 2018 - 18:30

Eu adorei o ator que fez o garoto e eu já adorava o Toby Stephens desde Black Sails, não tem jeito.

É uma série bem divertida e muito bem feita.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 30 de abril de 2018 - 18:30

Eu adorei o ator que fez o garoto e eu já adorava o Toby Stephens desde Black Sails, não tem jeito.

É uma série bem divertida e muito bem feita.

Abs,
Ritter.

Responder
Al_gostino 30 de abril de 2018 - 10:42

Estou na reta final e por enquanto estou gostando…não é uma baaaaitaa série, mas tem aspectos muito positivos como a produção e os efeitos especiais que estão de parabéns! Agora em relação a atuação dos atores aí já acho que ficam a desejar (o menino e o pai possuem nota 0 de carisma), destaco apenas a mãe da família e a “Dra. Narcisa Tamborindeguy Smith” (se ela falasse um “ai que loucura” eu jurava que era a socialite rsrs)…vou ver até o final, bom entretenimento para assistir com a família…abs e parabéns pela análise

Responder
bre.ribeiro 22 de abril de 2018 - 00:25

Assisti sete episódios até agora e já peguei ódio da família Robinson inteira! Pra mim tudo que acontece de ruim é culpa deles e até o menino eu passei a odiar depois que ele fez o robô se matar… Espero que todos saiam do planeta e que a família inteira derreta no sol… 😀

Responder
planocritico 22 de abril de 2018 - 01:36

COITADO dos Robinson!!! HAHAHAAHAHAHHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
bre.ribeiro 23 de abril de 2018 - 11:24

Terminei e a impressão de que tudo é culpa dos Robinson continua! kkkkk

Responder
planocritico 23 de abril de 2018 - 13:53

Mas é muita implicância com os coitadinhos!!!

E a Dra. Smith? E o robô? E os alienígenas safados? HAHAHHAHAHAHAHAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
bre.ribeiro 23 de abril de 2018 - 14:03

Amei ela! A segunda temporada devia chamar June Harris no espaço! 😀

O robô eu tenho certeza que só queria ajudar desde o começo, inclusive na Resolute… Só estava se defendendo…

planocritico 23 de abril de 2018 - 14:07

Agora eu gostei! #mudemparajuneharrisnoespaço

Abs,
Ritter.

planocritico 23 de abril de 2018 - 14:07

Agora eu gostei! #mudemparajuneharrisnoespaço

Abs,
Ritter.

Jonas Filho 23 de abril de 2018 - 15:22

Justamente! o que aquela criança considera amizade? eu jamais pediria para o meu melhor amigo se matar… queria eu que o robô tivesse tacado ele do penhasco que eu ficava em paz; torcendo pra dr.Smith acabar com a raça deles e ter a série só pra ela <3

Responder
planocritico 23 de abril de 2018 - 15:28

Hummm. Pensa bem: um é um robô que, em tese, obedece uma programação e não tem emoções; o outro é seu pai. O robô ameaçou seu pai. Você arrisca manter os dois próximos um do outro ou se livra daquele sem emoções que você conheceu há dois dias?

Abs,
Ritter.

Responder
bre.ribeiro 23 de abril de 2018 - 17:19

Esse menino é muito mais maduro que eu… Acho que se fosse eu fazendo a escolha eu me jogava! kkkkk

Responder
planocritico 23 de abril de 2018 - 20:08

Que se jogava nada! As únicas opções são: (1) fazer o robô se jogar ou (2) fazer o robô jogar o pai… HAHAHAHAAHAHAHAHAH

Abs,
Ritter.

planocritico 23 de abril de 2018 - 20:08

Que se jogava nada! As únicas opções são: (1) fazer o robô se jogar ou (2) fazer o robô jogar o pai… HAHAHAHAAHAHAHAHAH

Abs,
Ritter.

Cleison Miguel 3 de maio de 2018 - 19:12

hahahahahahahahaha… não cheguei a tanto ódio… rs

Peguei birra só de algumas burrices e da incrível onisciência da Smith

Responder
Anônimo 22 de setembro de 2018 - 14:35
Responder
bre.ribeiro 22 de abril de 2018 - 00:25

Assisti sete episódios até agora e já peguei ódio da família Robinson inteira! Pra mim tudo que acontece de ruim é culpa deles e até o menino eu passei a odiar depois que ele fez o robô se matar… Espero que todos saiam do planeta e que a família inteira derreta no sol… 😀

Responder
paulo ricardo 19 de abril de 2018 - 19:33

Adorei a Dra Smith , muito boa a atriz q n faz uma cópia do Dr Smith original ! A Série é legal sem ser empolgante c um Breaking Bad da vida …..

Responder
planocritico 19 de abril de 2018 - 20:11

Sinistra essa Dra. Smith!

– Ritter.

Responder
paulo ricardo 19 de abril de 2018 - 19:33

Adorei a Dra Smith , muito boa a atriz q n faz uma cópia do Dr Smith original ! A Série é legal sem ser empolgante c um Breaking Bad da vida …..

Responder
Fórmula Finesse 18 de abril de 2018 - 10:53

Finalizei ontem a série: vale muito a pena, bem divertida e com um ritmo muito interessante – que venha a segunda temporada!

Responder
planocritico 18 de abril de 2018 - 11:23

Também quero a 2ª temporada que poderia ser chamada TOTALMENTE Perdidos no Espaço… HAHAHAHAHHAHHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 18 de abril de 2018 - 11:23

Também quero a 2ª temporada que poderia ser chamada TOTALMENTE Perdidos no Espaço… HAHAHAHAHHAHHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Wenderson Brito 17 de abril de 2018 - 14:17

Gostei bastante da série, teve momentos bem tensos e o episódio final foi incrível.

Responder
planocritico 17 de abril de 2018 - 15:28

Muito divertida. Foi prazeroso assistir!

Abs,
Ritter.

Responder
Joao almeida 17 de abril de 2018 - 00:34

Achei essa séries incrível !
Agora só me importa a data da 2° temporada rsrs.

Responder
planocritico 17 de abril de 2018 - 00:45

Também quero!

Abs,
Ritter.

Responder
Joao almeida 17 de abril de 2018 - 00:34

Achei essa séries incrível !
Agora só me importa a data da 2° temporada rsrs.

Responder
Gilmar Severino de Lima 16 de abril de 2018 - 21:00

Eu nao sei qual foi a série a que o crítico assistiu, pois esse remake é péssimo. Há situações totalmente inverossímeis, a exemplo da nave ter sido inundada e após a retirada da água todos os equipamentos eletrônicos sofisticados voltarem a funcionar satisfatoriamente (?!). Apesar de o planeta ter alguns animais mortíferos, as pessoas passeiam sem preocupação com a segurança. Uma nave espacial explode e os pilotos se ejetam em segundos e ficam vagando no espaço até o resgate etc. A todo o momento tratam os espectadores como imbecis. Alguns diálogos são arrastados e cheios de clichês. A drª Smith está longe de desempenhar um papel de destaque como o Smith original. Em suma, uma terrível decepção.

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 21:23

Uma pena que você não tenha gostado.

– Ritter.

Responder
Heitor Ramos 17 de abril de 2018 - 15:19

Deixa de ser chato cara, a série ta massa! Bem, vc deu muito azar de não ter gostado da série!

Responder
Stella 17 de abril de 2018 - 23:15

concordo com a maioria das coisas que você falou, menos de ter sido grosseiro com Ritter. Achei a série muito clichê, com muitas coisas inverossímeis como as que você citou. Ainda prefiro o filme dos anos 90. A série pode não ter chegado lá, mas ainda ta na média se comparada com outras perolas por ai, vai do gosto pessoal achar boa ou não. Não correspondeu as minhas expectativas, mas não é ruim.

Responder
planocritico 18 de abril de 2018 - 10:36

@disqus_9KZLz8G0wg:disqus , só de você gostar tanto assim do filme dos anos 90, parece que encontrei uma alma gêmea! Eu não conheço NINGUÉM que tenha gostado daquilo e eu sempre fiquei sozinho nessa… HAHAHHAHAHAHHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 18 de abril de 2018 - 10:36

@disqus_9KZLz8G0wg:disqus , só de você gostar tanto assim do filme dos anos 90, parece que encontrei uma alma gêmea! Eu não conheço NINGUÉM que tenha gostado daquilo e eu sempre fiquei sozinho nessa… HAHAHHAHAHAHHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 18 de abril de 2018 - 10:55

KKKKKKKKKKKK. Mas não tem como gostar, apesar de alguns defeitos, a família Robinson do filme, é muito carismática, simplesmente amo. Tem várias cenas tensas e bem trabalhadas, e envelheceu super bem.

Responder
Stella 18 de abril de 2018 - 11:02

Uma série que gostaria de remake para filme ou série é Terra dos Gigantes esta série era genial para época que foi lançada, e se perdeu no tempo. Minha mãe me apresentou quando eu era adolescente e gamei.

Responder
Stella 18 de abril de 2018 - 11:02

Uma série que gostaria de remake para filme ou série é Terra dos Gigantes esta série era genial para época que foi lançada, e se perdeu no tempo. Minha mãe me apresentou quando eu era adolescente e gamei.

Responder
planocritico 18 de abril de 2018 - 11:15

Adorava Terra de Gigantes! E acho que vale também um remake de Túnel do Tempo, que eu também achava sensacional.

Abs,
Ritter.

planocritico 18 de abril de 2018 - 11:15

Adorava Terra de Gigantes! E acho que vale também um remake de Túnel do Tempo, que eu também achava sensacional.

Abs,
Ritter.

Stella 18 de abril de 2018 - 11:29

Além da Imaginação se não me engano terá remake tbm

planocritico 18 de abril de 2018 - 11:42

Mais uma velharia que gosto muito, mas Além da Imaginação é meio que a precursora de séries como Black Mirror então podemos dizer que sua ideia permanece mesmo sem remake!

Abs,
Ritter.

planocritico 18 de abril de 2018 - 11:42

Mais uma velharia que gosto muito, mas Além da Imaginação é meio que a precursora de séries como Black Mirror então podemos dizer que sua ideia permanece mesmo sem remake!

Abs,
Ritter.

Stella 18 de abril de 2018 - 11:55

Morro de rir de quem fala que Black Mirror é original kkkkkkkk Além da Imaginação tem um episodio que inspirou Watchmen, tem vários episódios ainda hoje que chocam. É uma série muito a frente do seu tempo, por isso sou fã. Espero que o remake esmague Black Mirror kkkkkkkkkkk

Stella 18 de abril de 2018 - 11:55

Morro de rir de quem fala que Black Mirror é original kkkkkkkk Além da Imaginação tem um episodio que inspirou Watchmen, tem vários episódios ainda hoje que chocam. É uma série muito a frente do seu tempo, por isso sou fã. Espero que o remake esmague Black Mirror kkkkkkkkkkk

planocritico 18 de abril de 2018 - 14:56

Tem muita gente que não só parece que nasceu ontem, como não se dá ao trabalho de pesquisar nada…

Abs,
Ritter.

planocritico 18 de abril de 2018 - 14:56

Tem muita gente que não só parece que nasceu ontem, como não se dá ao trabalho de pesquisar nada…

Abs,
Ritter.

Ubiratã Veiga 16 de abril de 2018 - 17:10

Assisti a todos os episódios dessa primeira temporada, e achei sensacional. Perdidos no Espaço, fez parte da minha infância e ainda assistia a alguns episódios que passavam na TV por assinatura. E claro a repaginada foi drástica, como uma dra. Juddy, estrelado por uma atriz totalmente fora do contexto da série original , (e da refilmagem), loiras. A Juddy atual, morena, e extremamente convincente no papel e não deixa nada a desejar para as suas antecessoras. O Will de agora, e bem o nosso tempo.
Muito bom, e vamos esperar a segunda temporada….

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 18:24

Fico feliz que tenha gostado da temporada!

Abs,
Ritter.

Responder
Ubiratã Veiga 16 de abril de 2018 - 17:10

Assisti a todos os episódios dessa primeira temporada, e achei sensacional. Perdidos no Espaço, fez parte da minha infância e ainda assistia a alguns episódios que passavam na TV por assinatura. E claro a repaginada foi drástica, como uma dra. Juddy, estrelado por uma atriz totalmente fora do contexto da série original , (e da refilmagem), loiras. A Juddy atual, morena, e extremamente convincente no papel e não deixa nada a desejar para as suas antecessoras. O Will de agora, e bem o nosso tempo.
Muito bom, e vamos esperar a segunda temporada….

Responder
Alexandre Cézar 16 de abril de 2018 - 09:34

Não tem absolutamente nada a ver com a série antiga. Neste sentido é um lixo! Nada mesmo! Então, esqueçam esse papo de remake. É uma outra série, uma outra história, outros personagens, outros tempos (o que não valoriza , em nada, esta nova série) etc etc etc…Vou ver até onde consigo acompanhar, mas, no segundo episódio, já estou me desinteressando. Perderam a oportunidade de reviver um clássico glamouroso e grandioso.

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 09:40

@alexandre_c_zar:disqus , discordo frontalmente. Claro que tem tudo a ver. Relação familiar forte, conexão Will-Robô, todas as situações impossíveis que são resolvidas quase que magicamente no último segundo, criaturas estranhas, uma Dra. Smith que é uma evolução do clássico Dr. Smith e assim por diante. Eu acabei de rever a série original para criticar e estou com ela fresquinha na cabeça.

Agora, claro, se você não aceita modificações e queria ver a série dos anos 60 com efeitos atuais, aí sugiro que você fique com a série original mesmo.

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Arendt 22 de abril de 2018 - 22:26

Mas é como foi dito no texto , esta primeira temporada é um prelúdio , a aventura perdidos no espaço começa agora . Adorei a série , assisti também a versão original na minha infância e também gostava , não acho que neste momento seja hora de fazer comparações mas em minha opinião este remake honra muito a série clássica. .

Responder
planocritico 22 de abril de 2018 - 22:37

@daniel_arendt:disqus , exatamente o que eu acho!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 22 de abril de 2018 - 22:37

@daniel_arendt:disqus , exatamente o que eu acho!

Abs,
Ritter.

Responder
Augusto Santos 1 de maio de 2018 - 21:25

Série muito bem feita, podemos dizer que se baseia na dos anos 60, que assisti a todos os capítulos.
Curti bastante, necessariamente não é preciso que seja um remake, mas o fato de estar seguindo a mesma linda da anterior. Bem legal.

Responder
Augusto Santos 1 de maio de 2018 - 21:25

Série muito bem feita, podemos dizer que se baseia na dos anos 60, que assisti a todos os capítulos.
Curti bastante, necessariamente não é preciso que seja um remake, mas o fato de estar seguindo a mesma linda da anterior. Bem legal.

Responder
planocritico 1 de maio de 2018 - 22:19

@disqus_9ncFQ2DdP9:disqus , bem por aí!

Abs,
Ritter.

planocritico 1 de maio de 2018 - 22:19

@disqus_9ncFQ2DdP9:disqus , bem por aí!

Abs,
Ritter.

Fórmula Finesse 16 de abril de 2018 - 09:24

Ótima crítica! Também estou gostando bastante da série, fora uma ou outra suspensão de crença (bom, é um sci fi né?), o resultado até aqui é muito interessante.
O visual é sensacional para uma “simples” série, percebe-se que houve investimento grande em qualidade; a produção está alinhada com a nova fase de efeitos práticos com CGI pontual e não massivo, que várias produções inteligentemente estão usando, e o elenco é muito bem afinado.
Há certa densidade nas interações e nos diálogos, a vilã, se passando de psicoterapeuta é uma criatura verdadeiramente complexa, com peso…demonstrando uma ótima composição de personagem.
Enfim, é uma bela surpresa, não é só um visual bonitinho, o drama humano, a vontade de sobreviver, os dilemas inerentes a isso, está tudo muito bem representado nessa ótima série.
Que venham mais temporadas!

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 09:37

Estou com você, @frmulafinesse:disqus ! O CGI pontual com bastante efeito prático foi uma das coisas que mais me cativou. Cansado de ver exageros que parecem desenhos animados…

Abs,
Ritter.

Responder
Fórmula Finesse 16 de abril de 2018 - 09:50

Esse compromisso de efeitos práticos com CGI me lembrou o primeiro filme da nova trilogia STAR WARS e Rogue One; objetos envelhecidos em alguns casos, tangíveis…
Gostei até dos utilitários elétricos apesar do painel deles mostrar “rpm’s” (que só faz sentido em motores à combustão – rsrsrsrs).
O visual do robô é incrível, tu sabe que têm uma pessoa dentro da armadura pela naturalidade dos movimentos (isso é um elogio) e pela composição perfeita com o ambiente, aí tu vê os espaços vazados no exo esqueleto e percebes o quanto de técnica extremamente meticulosa foi aplicado ali.

Responder
Fórmula Finesse 16 de abril de 2018 - 09:50

Esse compromisso de efeitos práticos com CGI me lembrou o primeiro filme da nova trilogia STAR WARS e Rogue One; objetos envelhecidos em alguns casos, tangíveis…
Gostei até dos utilitários elétricos apesar do painel deles mostrar “rpm’s” (que só faz sentido em motores à combustão – rsrsrsrs).
O visual do robô é incrível, tu sabe que têm uma pessoa dentro da armadura pela naturalidade dos movimentos (isso é um elogio) e pela composição perfeita com o ambiente, aí tu vê os espaços vazados no exo esqueleto e percebes o quanto de técnica extremamente meticulosa foi aplicado ali.

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 09:53

Cara, esse lance do RPM eu nem tinha me tocado! HAHAHAHAHAHA

Mas o robô está realmente espetacular. Um “blend” muito bacana de CGI e efeitos práticos, literalmente um sujeito vestindo um complicado “macacão” que deve ter sido um inferno colocar… 🙂

Abs,
Ritter.

Responder
Fórmula Finesse 16 de abril de 2018 - 10:17

Gostaria que pingassem na net ou em um capítulo à parte, os bastidores dessa produção. Esse, aliás, é um dos motivos porque eu gosto de alugar DVDs – além da comodidade de casa e da imagem que é sempre mil vezes mais nítida do que dos cinemas locais, a gente consegue acompanhar como são encarados os desafios dos efeitos especiais: desenho de produção, computação, pesquisa, efeitos práticos…para mim é uma experiência complementar perfeita.

planocritico 16 de abril de 2018 - 18:36

Estou com você. É uma pena ver que essa “era” está acabando, pois mesmo os DVDs tem tido cada vez menos “making ofs”…

Abs,
Ritter.

planocritico 16 de abril de 2018 - 18:36

Estou com você. É uma pena ver que essa “era” está acabando, pois mesmo os DVDs tem tido cada vez menos “making ofs”…

Abs,
Ritter.

ABC 16 de abril de 2018 - 14:37

Queria ter essa sua habilidade para reparar nesses detalhes como o do RPM na nave.

Saudações.

Responder
Fórmula Finesse 18 de abril de 2018 - 10:49

Gosto de carros, então…
Obrigado!

Fórmula Finesse 18 de abril de 2018 - 10:49

Gosto de carros, então…
Obrigado!

Alexandre Cézar 16 de abril de 2018 - 09:34

Não tem absolutamente nada a ver com a série antiga. Neste sentido é um lixo! Nada mesmo! Então, esqueçam esse papo de remake. É uma outra série, uma outra história, outros personagens, outros tempos (o que não valoriza , em nada, esta nova série) etc etc etc…Vou ver até onde consigo acompanhar, mas, no segundo episódio, já estou me desinteressando. Perderam a oportunidade de reviver um clássico glamouroso e grandioso.

Responder
O Mago IMPLACAVEL. 16 de abril de 2018 - 07:11

Essa vilã esta sendo muito favorecida pelo roteiro diga-se de passagem rsrs,foi jogada ali para apenas insinuar e promver o caos e nada mais,não apresenta objetivos,os resumos dos episodios dizem que a Drª Smith tem um plano secreto,mais ate onde eu vi no setimo episodio,não demonstrou e nem mostrou nada demais,como disse,vazias e sem motivos,ninguem não desconfia dela,ninguem pergunta por ela,todos em cada nave Jupiter se conhecem,mais ninguem conhece ela ou ja ter visto,assim passa batido,e por falar no 7 ep.. foi bem fraco alias,a doida la enche o robo de bala,sabendo q não tera efeito,teve testemunha de que o robo não teve culpa,apenas foi acionado o sistema de auto defesa,e o que aconteceu?passou batido esse detalhe,o muleki chato pra kct,manda o robo se jogar do precipicio,estou aqui mi decidindo se volto ou não acompanhar a serie.

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 09:04

Nem todo mundo se conhece não. Ninguém conhecia a Angela, por exemplo. E o plano da Dra. Smith é sobreviver a qualquer custo. Não li as sinopses.

Sobre a Angela, ela estava traumatizada. Foi uma medida desesperada. Faz sentido na cabeça dela.

E sobre o precipício, ele obedece Will. Sempre. Ele já inclusive havia testado isso.

Abs,
Ritter.

Responder
ABC 16 de abril de 2018 - 14:35

Eu acho que ele quis criticar o Will por ter mandado o robô se jogar, mas dentro do contexto faz todo o sentido, o robô tinha acabado de atacar um personagem importante.

Saudações.

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 18:33

Faz todo sentido mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 18:33

Faz todo sentido mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
O Mago IMPLACAVEL. 17 de abril de 2018 - 02:01

Vi mais um episodio,é um mais fraco que o outro,mais uma analise,o Robinson pai,praticamente morri e ninguem sente nada ou tenta busca a falha ou culpado,ha um peqeuno lapso temporal,onde eles sabem que a mão foi raptada pela Drª S,tudo normal depois,a Robinson mãe em momento algum desconfia que levou uma paulada e que esta diante do agressor a Drª S.e nesse blablabla de erros,em momento de busca da filha pela mãe na nave alieligina a DRªS,toma uma dose de anestesico,como um profissional da area,era pra ela ter ficado apagado por horas,e isso a dose mais fraca de um anestesico,que o dormonid comprimido de 15mg,não apaga,mais deixa o corpo fraco e impossibilitado de andar,enfim,é cada erro,que não da raiva nem da vilã e sim da familia robinson,ate o filme dos anos 90,eram melhores.

planocritico 17 de abril de 2018 - 11:35

Uma pena que não esteja gostando da série.

– Ritter.

planocritico 17 de abril de 2018 - 11:35

Uma pena que não esteja gostando da série.

– Ritter.

O Mago IMPLACAVEL. 16 de abril de 2018 - 16:21

Desculpa mais não da para defender,o Robinson pai é um ex fuzileiro com anos de experiencia,a Drª Smith fazendo a ronda no minimo era para ele ter suspeitado,o pior esta por vim,como a Drª S. sabia onde estava o restos do robo? sendo que o só o pai e filho sabiam da localidade onde fizerem o monumento,erros grotescos.

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 18:26

John Robinson é um ex-soldado, não um detetive. Não havia razão alguma para ele desconfiar da Dra. Smith.

E sobre a localidade, houve uma elipse entre um episódio e outro em que Will, aparentemente, contou o que fez ou no mínimo disse que era para o robô ir embora, deixando-o lá, pois ninguém estranhou que o robô não estava mais lá grudado nele. Portanto, a Dra. Smith sabia onde era o local.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 18:26

John Robinson é um ex-soldado, não um detetive. Não havia razão alguma para ele desconfiar da Dra. Smith.

E sobre a localidade, houve uma elipse entre um episódio e outro em que Will, aparentemente, contou o que fez ou no mínimo disse que era para o robô ir embora, deixando-o lá, pois ninguém estranhou que o robô não estava mais lá grudado nele. Portanto, a Dra. Smith sabia onde era o local.

Abs,
Ritter.

Responder
Vicente Ishikawa 16 de abril de 2018 - 15:32

A vilã ser muito favorecida pelo roteiro vem mesmo da série original, o Dr. Smith pegou o lugar de protagonista principal que deveria ter sido do pai Robinson que era no inicio na fase P&B mas com a colorização, o roteiro simplesmente encarnou de vez, principalmente por causa do ator Jonathan Harris que mudou a forma de atuar, o humor camp e a partir de então os roteiros passaram a girar em torno dele. A Dra. Smith é mais inspirada no Dr. Smith da fase P&B, que era mau e manipulador ao extremo.

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 18:32

@vicenteishikawa:disqus , sim, bem por aí. Mas, aqui, os roteiros têm bem mais complexidade do que na série original.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 18:32

@vicenteishikawa:disqus , sim, bem por aí. Mas, aqui, os roteiros têm bem mais complexidade do que na série original.

Abs,
Ritter.

Responder
Victor 16 de abril de 2018 - 03:01

——————————————–SPOILERS—————————————————

Eu achei a série muito boa no geral (é basicamente um Terra Nova bem feito), mas acho que ela tinha potencial pra ser bem melhor, só precisa dar uma melhorada no roteiro, que é bem frustrante às vezes. Tem vários momentos Deus ex Machina durante a série, principalmente protagonizados pelo robô, mas os mais gritantes pra mim são dois:

1) No 8° episódio, em que eles acham uma fonte de combustível LOGO DEPOIS do plano para contactar a Resolute falhar, e por acaso tem exatamente combustível suficiente pra todas as Jupiters (não é exatamente Deus ex Machina, mas é daqueles momentos em que as palavras “muito conveniente” gritam no seu cérebro);
2) No último episódio, acontece um Diabolus ex Nihilo seguido de Deus ex Machina, em que um segundo robô “do mal” surge literalmente sem nenhum anúncio, só pra que o primeiro robô tenha um momento de redenção salvando o Will (o que não tem o menor nexo, pois ELE MESMO estava disposto a matar/machucar o Will seriamente alguns minutos antes, e só foi detido pela intervenção da mãe. Em que momento ele decidiu ser leal ao Will de novo?!)

Outra coisa que eu definitivamente não gostei foi a personagem da Dra. Smith. Achei a dinâmica dela conseguir enganar todo mundo e quase sempre se safar durante a temporada inteira muito cansativa, e deram foco demais pra essa personagem. Sem falar que é preciso MUITA suspensão de descrença pra acreditar nela conseguindo enganar todo mundo a todo momento, considerando que todos aqueles personagens foram estabelecidos como sendo inteligentes e (no caso dos filhos) precoces. Também não gostei da forma como a atriz compôs o personagem, ela parecia um vilão campy de desenho animado, sempre falando com um jeito e uma cara de deboche, o que me não me ajudou a comprar que ninguém em nenhum momento suspeitaria da índole dela. Acho que a intenção dos roteiristas foi de que o espectador terminasse a série admirado com a astúcia dela, mas pra mim isso só serviu pra diminuir a família Robinson.

Acho que a série acertou mais a mão nos dois primeiros episódios, quando focava na família Robinson conhecendo o robô e lutando juntos para sobreviver no planeta. Não precisava ter um vilão humano, nesse cenário o ambiente já é o antagonista mais interessante que a série poderia ter.

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 09:11

SPOILERS

SPOILERS

Entendo seu ponto. Mencionei as conveniências de roteiro ao longo da crítica. Elas são muitas mesmo. O primeiro ponto que você menciona, porém, acho que absolutamente faz parte de séries com essa estrutura. Fiquei muito menos preocupado com isso do que com o tempo que eles tinham para fazer tudo aquilo.

Sobre o segundo ponto, concordo. O outro robô aparecer ali foi exagerado e aleatório. Pode até ter uma explicação em futura temporada, mas, nessa aqui, ficou estranho. Mas sobre o robô ficar bonzinho novamente, não vi problema. Foi na “adrenalina”.

Sobre a Dra. Smith, a personagem em si eu absolutamente adorei. Aí eu discordo forte de você. Magnífica atuação que ao mesmo tempo canalizou o Dr. Smith original e criou uma nova personagem. Mas as conveniências de ela manobrar todo mundo foram mais conveniências, claro, ainda que suas manobras, na maioria das vezes, se davam em relação a pessoas mais fracas ou ingênuas, naturalmente mais manobráveis.

Acho um vilão humano absolutamente essencial para a série. E ela deixa isso muito claro: os humanos são os culpados pela condição em que se encontram, não os alienígenas. Não haver vilão humano seria o mesmo que apagar qualquer correlação conosco.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 09:11

SPOILERS

SPOILERS

Entendo seu ponto. Mencionei as conveniências de roteiro ao longo da crítica. Elas são muitas mesmo. O primeiro ponto que você menciona, porém, acho que absolutamente faz parte de séries com essa estrutura. Fiquei muito menos preocupado com isso do que com o tempo que eles tinham para fazer tudo aquilo.

Sobre o segundo ponto, concordo. O outro robô aparecer ali foi exagerado e aleatório. Pode até ter uma explicação em futura temporada, mas, nessa aqui, ficou estranho. Mas sobre o robô ficar bonzinho novamente, não vi problema. Foi na “adrenalina”.

Sobre a Dra. Smith, a personagem em si eu absolutamente adorei. Aí eu discordo forte de você. Magnífica atuação que ao mesmo tempo canalizou o Dr. Smith original e criou uma nova personagem. Mas as conveniências de ela manobrar todo mundo foram mais conveniências, claro, ainda que suas manobras, na maioria das vezes, se davam em relação a pessoas mais fracas ou ingênuas, naturalmente mais manobráveis.

Acho um vilão humano absolutamente essencial para a série. E ela deixa isso muito claro: os humanos são os culpados pela condição em que se encontram, não os alienígenas. Não haver vilão humano seria o mesmo que apagar qualquer correlação conosco.

Abs,
Ritter.

Responder
Vicente Ishikawa 16 de abril de 2018 - 15:53

Aparecer outro robot deve ter sido inspirado num episódio da série original em que o robot dos Robinson entra em conflito com um robot igualzinho ao Robby do Forbidden Planet

Responder
Vicente Ishikawa 16 de abril de 2018 - 15:53

Aparecer outro robot deve ter sido inspirado num episódio da série original em que o robot dos Robinson entra em conflito com um robot igualzinho ao Robby do Forbidden Planet

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 18:27

SPOILERS

SPOILERS

SPOILERS

Se pensarmos bem, a aparição do segundo robô só se dá quando aquele motor alienígena foi ativado lá na nave, ou seja, aquilo gerou um sinal que atraiu os aliens. Dá para facilmente interpretar assim.

Abs,
Ritter.

Responder
DeadLogan 18 de abril de 2018 - 21:36

em relação ao primeiro ponto, foi estabelecido em ep anteriores que nem sempre as rochas são o que parecem. quando o Robo entrega uma rocha ao will e este recusa e logo de seguida quebra a rocha, acho que foi um pormenor adicionado ao roteiro para ser melhor aceite mais há frente
assim como foi estranho, quando foram buscar o combustível à nave que estava no deserto iam 2 carros, em um iam 4 pessoas e no outro 3 e na volta, por alguma razão foi o contrário, e mais há frente se descobre o porquê

Responder
Vicente Ishikawa 16 de abril de 2018 - 15:45

A família, composta por gênios, não desconfiar de nada da Dra. Smith é puro Perdidos no Espaço original, que também teve problemas em diminuir demais a família Robinson em favor do Dr. Smith

Responder
Vicente Ishikawa 16 de abril de 2018 - 15:45

A família, composta por gênios, não desconfiar de nada da Dra. Smith é puro Perdidos no Espaço original, que também teve problemas em diminuir demais a família Robinson em favor do Dr. Smith

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 18:30

Eu diria que é mais fácil até do que isso.

É como você dizer que um advogado trabalhista tem que saber tudo sobre direito tributário. Gênio não é uma pessoa que tenha “consciência cósmica” e sabe ler e interpretar as intenções das pessoas. Gênios são pessoas que normalmente têm uma facilidade enorme em uma área específica de conhecimento. Porque uma astrofísica gênia conseguiria ser também a melhor detetive do mundo? Afinal, o Sherlock Holmes é um gênio, o melhor detetive do mundo, mas não é astrofísico e não sabe nada de astrofísica…

Abs,
Ritter.

Responder
Linti Faiad 16 de abril de 2018 - 02:31

Parabéns pela crítica!
Como sempre, absolutamente ponderada.
Quanto terminei a série, fiquei em dúvida entre 3,5 e 4. E considero que está bem melhor do que várias das últimas tentativas da Netflix no sci-fi.
Acredito que a série peca por tentar, e ficar longe de conseguir, entregar conflitos pessoais e interpessoais sofisticados. A atuação mediana dos atores não sustenta a pretensão dos roteiristas. Pelo menos fiquei com essa impressão.
Também fiquei bem decepcionado com a falta de criatividade em relação à alguns aspectos da tecnologia do ambiente da série, como, por exemplo, combustível líquido (?!?).
De todo modo, fiquei feliz com a série e termino com uma sensação parecida com a que tiver após assistir “The man in the high castle” (por favor, faz uma crítica desta rsrs): continuo na esperança de que engate de vez e me envolva completamente na próxima temporada.

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 09:12

@lintifaiad:disqus , temos a 1ª temporada de The Man in the High Castle no site. Aqui: https://www.planocritico.com/critica-the-man-in-the-high-castle-1a-temporada/

Não há mesmo conflitos sofisticados ou complexos, mas eu achei que o núcleo principal funcionou muito bem.

Abs,
Ritter.

Responder
Vicente Ishikawa 16 de abril de 2018 - 01:48

Finalmente um reboot de verdade! Tem altos e baixos, mas o resultado é bem interessante. Para quem assistiu a série dos anos 60 como eu verá que este reboot não deixa a desejar, muito pelo contrário conserta muita coisa que a série original, extremamente calcado em valores da época, deixou de lado. Principalmente os perfis dos personagens bem melhor trabalhado e todos eles tem sua função bem melhor definida, algo que sempre me incomodou na série original, afinal o fato do robot falar sempre “Perigo, Will Robinson, Perigo” era devido ao fato do Will ser o garoto esperto mais burro da galaxia, a mãe só servia para fazer comida, Judy tinha função de ser bela e único interesse amoroso possível para o Major West, muito esquentadinho e inconsequente para ser um piloto de alta patente mas sempre obediente ao pai Robinson que era o personagem central inicial. Penny era um capítulo a parte, doce e meiga, era o crush da molecada da época, embora também sem função definida suas aventuras solo eram bem mais interessantes. A Dra Smith atual lembra um pouco o Dr. Smith da fase P&B, que era muito malvado e sem escrúpulos. ambos são psicopatas mas a Dra Smith é uma excelente releitura do personagem original. Quem for assistir a série atual, pode ter certeza que a série original está lá, mas é outra série e é muito boa.

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 09:16

Sim, a Dra. Smith atual é galgada no Dr. Smith da 1ª temporada, mas a Parker Posey criou um personagem próprio bem diferente e bem mais interessante, diria, por ela não agir na base da orelhada e sim ter um “plano”.

Abs,
Ritter.

Responder
Vicente Ishikawa 16 de abril de 2018 - 01:48

Finalmente um reboot de verdade! Tem altos e baixos, mas o resultado é bem interessante. Para quem assistiu a série dos anos 60 como eu verá que este reboot não deixa a desejar, muito pelo contrário conserta muita coisa que a série original, extremamente calcado em valores da época, deixou de lado. Principalmente os perfis dos personagens bem melhor trabalhado e todos eles tem sua função bem melhor definida, algo que sempre me incomodou na série original, afinal o fato do robot falar sempre “Perigo, Will Robinson, Perigo” era devido ao fato do Will ser o garoto esperto mais burro da galaxia, a mãe só servia para fazer comida, Judy tinha função de ser bela e único interesse amoroso possível para o Major West, muito esquentadinho e inconsequente para ser um piloto de alta patente mas sempre obediente ao pai Robinson que era o personagem central inicial. Penny era um capítulo a parte, doce e meiga, era o crush da molecada da época, embora também sem função definida suas aventuras solo eram bem mais interessantes. A Dra Smith atual lembra um pouco o Dr. Smith da fase P&B, que era muito malvado e sem escrúpulos. ambos são psicopatas mas a Dra Smith é uma excelente releitura do personagem original. Quem for assistir a série atual, pode ter certeza que a série original está lá, mas é outra série e é muito boa.

Responder
Stella 16 de abril de 2018 - 00:12

Ótima crítica. Ainda prefiro o filme dos anos 90 kkkkk Não me cativei por essa série, achei o garoto Robinson chato demais. Achei o casal de pais sem química, essa série sofre do mesmo mal que Altered Carbon, é de luxo mas vazia, cheia de efeitos especiais de qualidade, mas total vazia. Eu voltei a assistir Star Trek Discovery a segunda metade funcionou muito melhor, a série subiu de nivel. A melhor série sci fi na Netflix para mim, está sendo ela.

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 00:19

Eu até entendo achar Altered Carbon vazia, mas Perdidos no Espaço não. Achei a série bem redondinha, com uma história de família e de amizade boa, bem estruturada com mensagens positivas e eu ADOREI o garotinho. E isso sem contar com a Dra. Smith, que foi uma excelente criação da Posey!

Mas opinião é opinião! Teremos que discordar aqui! De toda maneira, concordo que Discovery é melhor, ainda que seja difícil comparar de verdade, pois são pegadas bem diferentes.

Obrigado pelo elogio!

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 16 de abril de 2018 - 01:25

É amigo infelizmente não me tocou, achei bem ruizinha a doutora Smith, não pela atriz é claro, e sim pelo roteiro, deram um superpoder a ela de manipulação, bem exagerado e conveniente demais.Redondinha ela é , mas bem simplesinha, tudo inhá kkkkkkkk Uma série que sempre se renova pra melhor é Doctor Who, sempre tem um soft reboot e consegue me surpreender.

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 09:18

Acontece! Eu achei que, dentro da proposta, a série funcionou muito bem. Carregou um pouco da estrutura original, mas fez algo bem diferente e moderno.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 09:18

Acontece! Eu achei que, dentro da proposta, a série funcionou muito bem. Carregou um pouco da estrutura original, mas fez algo bem diferente e moderno.

Abs,
Ritter.

Responder
Vicente Ishikawa 16 de abril de 2018 - 01:55

Voce tinha que ver o garoto Robinson original que era o garoto esperto mais burro da galaxia além de ser bem chatinho. O casal de pais achei coerente serem sem química, afinal eles estão a um ponto de se separarem de vez não faz sentido terem química entre eles.

Responder
Vicente Ishikawa 16 de abril de 2018 - 01:55

Voce tinha que ver o garoto Robinson original que era o garoto esperto mais burro da galaxia além de ser bem chatinho. O casal de pais achei coerente serem sem química, afinal eles estão a um ponto de se separarem de vez não faz sentido terem química entre eles.

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 09:14

O Will original era mais chatinho mesmo… Mas eu achei que o casal principal teve química. Eles claramente eram apaixonados, mas se distanciaram. São dois durões e turrões que não dão o braço a torcer.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 17 de abril de 2018 - 23:21

Sim eu assisti a clássica, mas se comparar com o garoto do filme remake dos anos 90, a versão deste filme é uma versão muito melhor. Enfim o problema não está tanto no roteiro e sim na atuação dos demais. Muito fraca, tirando a atriz que interpreta a versão feminina do Dr. Smith. Sobre a separação, não é o suficiente para mim, não senti a química nos beijos ou em outros tipos de demonstração afetiva.

Responder
ABC 15 de abril de 2018 - 23:04

As partes mais MacGyver foram as mais interessantes, mas a partir do 4º ou 5º ep. vc sempre fica esperando o robô salvar o dia…

A Dr Smith está realmente surpreendentemente bem.

Fiquei bastante satisfeito com a série, mesmo achando os eps longos.

Saudações.

Responder
planocritico 15 de abril de 2018 - 23:24

@disqus_aWsfwKiIOp:disqus , eu gostei de tudo de maneira homogênea, mas exageraram aqui e ali nas saídas fáceis e nos salvamentos de último minuto ao ponto de esvaziar alguns atos heroicos. Mas faz parte!

E sim, a Dra. Smith está espetacular!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 15 de abril de 2018 - 23:24

@disqus_aWsfwKiIOp:disqus , eu gostei de tudo de maneira homogênea, mas exageraram aqui e ali nas saídas fáceis e nos salvamentos de último minuto ao ponto de esvaziar alguns atos heroicos. Mas faz parte!

E sim, a Dra. Smith está espetacular!

Abs,
Ritter.

Responder
ABC 15 de abril de 2018 - 23:48

Não sei se eu usaria a palavra espetacular, mas a atuação dela é muito convincente. O mais incrível é que o comportamento psicótico dela é bem crível, todas as mentiras contadas utilizam algum elemento de verdade já mostrado na série.

É, a série é bem redonda mesmo, mas eu estava sentindo falta de uma série que utilizasse mais esse lado mecânico/inventivo (até pq aquele reboot do MacGyver é péssimo), e ela supriu bem essa carência.

Saudações.

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 00:01

@disqus_aWsfwKiIOp:disqus , sim, sim, ela manobra a verdade para seus fins nefastos. É muito bem construída a maneira como ela devagarinho manipulando as pessoas.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 00:01

@disqus_aWsfwKiIOp:disqus , sim, sim, ela manobra a verdade para seus fins nefastos. É muito bem construída a maneira como ela devagarinho manipulando as pessoas.

Abs,
Ritter.

Responder
Dan 15 de abril de 2018 - 21:17

Gostei bastante da série. Um respiro depois de tanta porcaria sci-fi que a Netflix tem produzido recentemente (Mute, Onde Está Segunda, Altered Carbon, The Titan e Cloverfield Paradox).
Por vezes a série apresentou soluções de roteiro preguiçosas e teve até uns 2 ou 3 episódios que me desanimaram lá pelo meio, mas no geral achei divertida e empolgante. Espero que tenha uma segunda temporada.

Responder
planocritico 15 de abril de 2018 - 22:01

Altered Carbon eu gostei! Mas Perdidos no Espaço é melhor mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
Roger Jr 16 de abril de 2018 - 13:17

As séries da Netflix sempre “batem a cabeça” quando estão chegando no topo. Altered Carbon poderia ter sido maravilhosa, mas escorregaram no roteiro de alguns episódios. O mesmo aconteceu com Punisher, Stranger Things, Demolidor 2 e Luke Cage.
Sem falar nas que falharam completamente (Punhos de Ferro, Defensores etc)

Responder
Roger Jr 16 de abril de 2018 - 13:17

As séries da Netflix sempre “batem a cabeça” quando estão chegando no topo. Altered Carbon poderia ter sido maravilhosa, mas escorregaram no roteiro de alguns episódios. O mesmo aconteceu com Punisher, Stranger Things, Demolidor 2 e Luke Cage.
Sem falar nas que falharam completamente (Punhos de Ferro, Defensores etc)

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 18:35

Mas tem uma penca de outras excepcionais do começo ao fim, como House of Cards, Lillyhammer, Sense8, The Crown, Ozark, Narcos, Orange is the New Black e por aí vai…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 16 de abril de 2018 - 18:35

Mas tem uma penca de outras excepcionais do começo ao fim, como House of Cards, Lillyhammer, Sense8, The Crown, Ozark, Narcos, Orange is the New Black e por aí vai…

Abs,
Ritter.

Responder
Dan 17 de abril de 2018 - 14:08

A Altered Carbon eu achei insuportável. Assisti dois episódios morrendo de tédio e desisti :/

Responder
planocritico 17 de abril de 2018 - 15:29

Eu achei bacaninha. Mas essas aí que eu citei são MUITO superiores. Diria que, em termos de séries efetivamente próprias, o Netflix acerta mais do que erra.

Abs,
Ritter.

Responder
Dan 17 de abril de 2018 - 14:08

A Altered Carbon eu achei insuportável. Assisti dois episódios morrendo de tédio e desisti :/

Responder
Cesar 15 de abril de 2018 - 21:04

Sem conhecer absolutamente nada das series antigas, deu vontade de dar uma chance, ainda mais pra ver o Eterno Capitão Flint (saudades Black Sails).

Mas, de novo essa discrepância de tempo de episodio me desanima. Mais de uma hora de episodio é surreal! Mas vai pra lista, que ja não é pequena… XD

Responder
planocritico 15 de abril de 2018 - 22:02

@disqus_MQyZmw7MOm:disqus , ele está longe da intensidade de Flint, mas continua mandando bem!

Mas a série sem dúvida poderia ter episódios de 43 a 45 minutos de duração.

Abs,
Ritter.

Responder
Rômulo Estevan 15 de abril de 2018 - 20:49

Ótima série,ótima critica,ótima trama,e ótimo cliffhanger! Espero que seja renovada.

Responder
planocritico 15 de abril de 2018 - 22:02

Tomara que seja mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 15 de abril de 2018 - 22:02

Tomara que seja mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
Huckleberry Hound 15 de abril de 2018 - 20:35

Mais uma ótima série que me passou despercebido,já adicionei na minha lista:
http://walkercorporatelaw.com/wp-content/uploads/2012/05/checklist-4.gif

Responder
planocritico 15 de abril de 2018 - 20:39

Vale conferir! É bem bacana.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 15 de abril de 2018 - 20:39

Vale conferir! É bem bacana.

Abs,
Ritter.

Responder
Huckleberry Hound 15 de abril de 2018 - 20:35

Mais uma ótima série que me passou despercebido,já adicionei na minha lista:
http://walkercorporatelaw.com/wp-content/uploads/2012/05/checklist-4.gif

Responder

Escreva um comentário

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Presumimos que esteja de acordo com a prática, mas você poderá eleger não permitir esse uso. Aceito Leia Mais