Home FilmesCríticas Crítica | Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo

Crítica | Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo

por Gabriel Carvalho
272 views (a partir de agosto de 2020)

“E esse pavê? É pavê ou é para comer?

O grupo de comédia Porta dos Fundos anualmente lança o seu especial natalino, que agora, ao invés de ser distribuído por meio do seu canal no Youtube, estreia na Netflix. Essa já tradição de fim de ano passou por tal mudança de espaço primeiramente com um média-metragem acerca da Última Ceia, que, sem surpresa alguma, contava com as doses ácidas e polêmicas do humor de sempre do grupo. Dessa vez, a trama parodia o retorno de Jesus Cristo (Gregório Duvivier) para casa em seu trigésimo aniversário, após passar 40 dias no deserto. Como de costume, por meio de uma abordagem bem iconoclasta, o enredo deturpará inúmeros conceitos e ideais do cristianismo, adaptados em prol das piadas do Porta dos Fundos. De modo controverso, porém, o filme mantém em paralelo questões clássicas da religião, como o embate entre o Bem e o Mal, ao mesmo tempo que coordena uma desmistificação de demais ao incorporá-las em meio a dinâmicas ordinárias, como a rixa entre os dois pais de Jesus, quase trivial. Nesse ponto, a obra sustentará uma clássica jornada do herói para o seu protagonista, que, no caso, precisa compreender a si mesmo antes de poder arcar com suas responsabilidades – a herança que carrega e o legado prometido ao mundo.

Em primeiro lugar, o mote da obra é Jesus Cristo recebendo a notícia de que seu pai não é realmente José (Rafael Portugal), mas Deus (Antonio Tabet). Embora essa informação caminhe de acordo com a religião, a separação acontece na maneira como tudo é executado, em que o contexto grandiloquente é revisado de uma forma mundana, como se Maria (Evelyn Castro) tivesse pulado a cerca e pronto. Porém, nesse caso em específico e em demais, a obra sempre deixa indícios de milagres, ao passo que igualmente sugestiona a inexistência deles, rejeitando qualquer confirmação de fato de um rompimento na conhecida história. Dentre tantas coisas que vão contra as narrativas sagradas, uma delas é Maria ter uma relação personificada com o Deus de Tabet, o que, por um lado, possui uma razão dentro da construção narrativa da obra. O especial está todo o tempo tentando trazer as grandes verdades bíblicas para dentro de um ambiente banal, que mistura o comum com o extraordinário. Esse ponto de contraste contribui pra fomentar um clima farsesco. Assim sendo, Jesus, uma pessoa interessada na área de humanas, repensa o seu futuro dada a necessidade de seguir os mandamentos de seu pai. Contudo, e os seus sarais de poesia?

No entanto, nem tudo – na verdade, bem pouco nesse aspecto a seguir – é um mar de rosas, visto que o cerne cômico da obra, justamente aquilo que a sustenta enquanto gênero, é extremamente desengonçado. Interpretando a pior das personagens coadjuvantes, Thati Lopes encarna uma prostituta sem qualquer razão de existir, por exemplo, enquanto os Três Reis Magos, que são a porta de entrada do espectador para esse universo, terminam desperdiçados, relegados ao papel de comentaristas do que acontece ao seu redor. Fora eles, o uso excessivo de uma piadinha com uma parente idosa e qualquer outra insinuação a elementos externos ao central acaba estagnando a narrativa. Nem José foge muito da exausta repetição, que cansa um personagem até mesmo interessante, em vista da sua retratação como alguém pouco especial. Em termos de piadas, mesmo as relacionadas aos personagens mais importantes, a obra se mostra uma decepção, que coleciona uma vasta quantidade de momentos pouco inspirados. Por outro lado, a parte de Fábio Porchat é uma grata surpresa no fim das contas, escapando de um estereótipo ambulante e readequando-se aos preceitos bíblicos mais básicos, logo impulsionando a farsa para o seu clímax.

Mesmo assim, esse personagem de Porchat cisma com as mesmas pontuações referentes a sua natureza e o seu envolvimento com Jesus, quiçá as mais polêmicas revisões da Bíblia pela obra. Jesus Cristo é visto como homossexual no média-metragem, o que não foge da teoria popular de que a figura histórica teve relações amorosas na sua vida. Contudo, é bobo o grupo não criar nada de concreto acerca disso, apenas reiterações sugestivas, até chegar ao final, quando por fim fornece uma razão por trás da primeira tentação do protagonista antecipada pelo nome da obra. Portanto, o especial atira incessantemente para muitos lados, mas ignora o melhor deles, aquele que estrutura toda a peça natalina e paródica, acerca da necessidade por se auto-descobrir, seja como miçangueiro ou como salvador da humanidade. A algumas das melhores criações com esse viés sarcástico, cabe um propósito discursivo surpreendente, mesmo que o Porta dos Fundos, ao menos no que tange a obras assim, esteja distante demais de Monty Python. Querer comparar A Vida de Brian com incursões como a em questão é constatar o quão errático pode acabar sendo o grupo, mesmo que bem talentoso e capaz de nos fazer rir até nos seus momentos mais irregulares.

Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo – Brasil, 2019
Direção: Rodrigo Van Der Put
Elenco: Gregório Duvivier, Antonio Tabet, Evelyn Castro, Rafael Portugal, Fábio Porchat, Gabriel Totoro, João Vicente de Castro, Thati Lopes
Duração: 45 min.

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124 comentários

Leonardo Menário 20 de dezembro de 2019 - 21:48

Horrível. Enredo tosco e piadas sem graça demais, mas como qualquer coisa que provoque religião cristã é superestimada no Brasil, vem um bando de gente defender só porque irrita religioso. Tenta fazer o que south park faz, mas não passa nem perto. É só bobeira que agrada pseudo revoltados ateuzinhos que nem gostam do filme mas compartilham sobre o “boicote” para provocar os familiares e conhecidos próximos. Obs: antes que me chamem de crente, também sou ateu, mas esses filminhos feitos para debochar de cristão e causar intriguinha consegue ser muito forçado.

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John Grass 13 de dezembro de 2019 - 14:27

Será que o Ritter assistiu? *rs
(confesso q sou curioso pra saber a cara do Poderoso Chefão aqui do P.C.) haha e de como ele ficaria vendo este “filme”.

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planocritico 13 de dezembro de 2019 - 14:38

Cara, não assisti e tenho zero de interesse em assistir. Não por causa do tema, mas sim porque PdF nunca me atraiu e eu tenho problemas com comédias e filmes de terror atuais (por atuais leia os últimos 20 anos). Vejo tão poucos que não tenho nem parâmetro comparativo decente…

Abs,
Ritter.

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John Grass 13 de dezembro de 2019 - 14:22

Lendo e relendo os comentários da galera… vejamos que o Porta dos Fundos bateu a meta que eles tinham… sobre a crítica, assertiva no que a proposta do filme em si tinha. Ri muito de algumas piadas (principalmente com as do José ser um ruim profissional) porém, teve piadas muito da sem graça (aquelas do braço, putz!). Visual do personagem do tabet acho que acertaram em fazer ele parecendo um motoqueiro, reparando se ao comportamento do mesmo. E a idéia do capiroto feito pelo Porchat no inicio achei uma ótima sacada, mas ficou meio tosco a forma como foi ficando… Enfim, a propaganda que os barulhentos fizeram pelo twitter é que me despertou a vontade de ver o filme, e bléhhhh… prefiro as esquetes. Segue o day!

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 13 de dezembro de 2019 - 14:09 Responder
Teco Sodre 9 de janeiro de 2020 - 11:29

Muito obrigado por essa coletânea; usarei em debates acalorados em mesa de bar.

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Ronaldo 13 de dezembro de 2019 - 08:31

Os primeiros 10 minutos são bem legais! As piadas sobre o enroladinho de presunto e a soja me fizeram dar boas risadas. mas daí em diante, me parece que confundiram humor com pornofonia, tamanha a quantidade (desnecessária) de palavras chulas. Quanto às “polêmicas” geradas por grupos religiosos, são tão necessárias quanto uva passa no arroz.

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 13 de dezembro de 2019 - 10:27

Tive a mesma impressão. Gostei bastante do começo, e do final, até acho bacana a ideia de ter o diabo no meio, mas o que está cercando isso é bem ruinzinho. Aquela piada chata com o braço e outras bobagens… Mas o começo é mesmo bem legal.

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Kako Carvalho 12 de dezembro de 2019 - 18:17

Cheguei por cá via Tio Google, e estou boquiaberto. Sério. O texto é sóbrio, sem afetações, e as discussões nos comentários estão no nível estratosférico para um burro esforçado como eu. Parabéns a todos, o que inclui as mentes obtusas. Certo ou errado é apenas um ponto de vista, mas há muito sabor em embates nesse nível. Estou aprendendo muito, obrigado!

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de dezembro de 2019 - 18:17

E seja sempre bem-vindo à nossa casa, para discutir, bater papo sobre filmes e afins! 😀

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Kako Carvalho 12 de dezembro de 2019 - 18:17

Certamente! Obrigado.

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Fórmula Finesse 10 de dezembro de 2019 - 14:28

Se metade dos problemas reais fossem atacados com a gana e a energia gasta para criticar uma simples produção artística…
P.s: Plano Crítico dissemina o ódio, a controvérsia e a desunião; volta censura!!! rsrsrsrsr

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 10 de dezembro de 2019 - 21:41

POR QUE O PLANO CRÍTICO NÃO FAZ CRÍTICA DE CRÍTICAS ÀS CRÍTICAS CRITICADAS DO ISLAMISMO??? HEIN??? HEIN??? HEIN???

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Fórmula Finesse 11 de dezembro de 2019 - 08:13

bUGUEI! …:(

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 11 de dezembro de 2019 - 11:06

hahahahahhahahahahhaahahahahahaha é uma ironia a certas falas por aqui, baseada no teu “p.s.” 😀

Responder
Fórmula Finesse 11 de dezembro de 2019 - 11:14

Ou seja, estás utilizando meu comentário para construir uma sentença de ódio travestido de deboche e intolerância com os detentores de opiniões divergentes.
“NAUM SEJA UM TIJOLO NA PAREDE QUE NOS SEPARA, SEJA UM LADRILHO NA PONTE QUE NOS UNE!!!!”
(Ritter, teu amigo)
P.s: Era mais divertido na época das tochas e forcados, a sensação de pertencimento com aqueles grupos era sensacional.

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 11 de dezembro de 2019 - 12:27

HAUAHUAHAUHAUAHAHUHAUAHUAHAUAHUAHAUHA

EU TO BERRANDOOOOOO

Fórmula Finesse 11 de dezembro de 2019 - 14:24

DE ÓDIO!!!!

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 11 de dezembro de 2019 - 19:48

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Lucas Casagrande 9 de dezembro de 2019 - 11:56

Gostei do especial, o anterior foi melhor mas esse foi bom tb, humor na medida certa

é sempre bom ver instituições que oprimem ( e no mundo ocidental nada oprimiu mais na história ocidental do que o cristianismo ) se sentirem “ofendidas” pelo humor

Responder
vince 7 de dezembro de 2019 - 17:06

Qualquer stand up do Eddy Murphy ou do Richard Pryor são 100 vezes melhores que toda a produção desse grupo, até o standup do Chapelle na netflix é bem melhor, Monthy Phyton nem se fala, aconselho a assistirem os standups dos comediantes na netflix ao invés de ver qualquer coisa do porta dos fundos e nem é por zuar religião pra mim não existe nada sagrado no humor só acho o humor deles extremamente tendencioso mesmo que o humor seja algo tendencioso mas no caso deles fica muito evidente.

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Lucas Casagrande 9 de dezembro de 2019 - 11:23

E no Brasil quem vc recomenda ? aposto que o Danilo Gentilli, acertei né ?

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Cop Cartman 6 de dezembro de 2019 - 01:26

O especial passado ja foi ruim e esse piorou. Os primeiros no Youtube eram engraçados, esse dai parecia q eu tava vendo Jesus no Vai que Cola.
Zuar religião não tem nenhum problema, só precisa ter talento, coisa q faltou aqui, Deus não liga, ele tem humor, criou o cantor Latino e jogou na Terra.
Eu que sou judeu posso afirmar sobre esse especial, nem Auschwitz era tão ruim assim 🙂

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 6 de dezembro de 2019 - 01:45

Eitakaraio!

Responder
Queliom Assis 5 de dezembro de 2019 - 23:50

Zuar religiões cristãs é fora de moda e sem graça. Poderiam zoar outras religiões cheias de motivos para fazer piada, como por exemplo, o Islã. Vide Charlie Hebdo que faziam ate revistas de humor. Porque zoar o que já foi domesticado? Porta dos Fundos deveria ser mais ousados…

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 5 de dezembro de 2019 - 23:58

Também acho. Ninguém fala do Batatismo e eu acho isso triste.

Foi a tarde, e a manhã, e o dia 666.

Responder
Jefferson Viana 6 de dezembro de 2019 - 02:21

Sei lá acho que é por que tudo que influenciou na nossa vida social, econômica, politica, cultural e religiosa veio do cristianismo, o islamismo conhecemos apenas pela tv,

Responder
vince 7 de dezembro de 2019 - 17:06

Se fossemos islâmicos o porta dos fundos nem existiria, assim como dezenas de coisas do mundo ocidental.

Responder
Jefferson Viana 7 de dezembro de 2019 - 23:10

Não entendo, o que isso quer dizer? que islâmicos estão certo? que cristãos tem que fazer o mesmo? pelo que sei , uma imensidão de coisas que gostamos atualmente não seria possível no passado com cristianismo, só temos liberdade por que ganhamos o cabo de guerra cultural religioso CONTRA o cristianismo, os muçulmanos perderam o seu. Aqui faz toda diferença, pra cada avanço os “defensores” do cristianismo lutaram contra com unhas e dentes pra não perderem seu status e poder.Assim como ocorre atá hoje.

Responder
Huckleberry Hound 8 de dezembro de 2019 - 00:06

Liberdade é diferente de libertinagem se não o Brasil não taria o esgoto e a inversão de valores que é hoje se você lesse a bíblia veria que os cristãos eram muito perseguidos muitos viviam como escravos e não o contrário existe dois tipos de cristianismo o de Jesus e o misto de pagão distorcido do homem!

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 8 de dezembro de 2019 - 00:06

Eu tenho um dragão rosa na minha garagem. Quem não vê é porque não tem a verdadeira visão. Existem duas visões, a das pessoas que veem o meu dragão rosa (a única e possível visão, a visão certa) e a que não enxerga o meu dragão rosa (a visão errada).

Paçoca com suco de manga faz os pescadores do Mar do Norte morrerem.

O macaco perseguia a lontra / debaixo do pé de amora / o macaco achou divertido, mas a lontra… pluft!, foi embora!

Huckleberry Hound 8 de dezembro de 2019 - 00:06

2+2 continua sendo 4

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 8 de dezembro de 2019 - 00:11

Sapato é copo árvore.

Céu Nero maminha milícia.

Tucuruvi abacate formiga cupuaçu tamborete tamanco.

Huckleberry Hound 8 de dezembro de 2019 - 00:25

Ok então…eu tenho conscientização e opinião própria pelo menos temos direito de criticar essas aberrações e ataques midiáticos gratuitos ao cristianismo e defender a familia e as crianças

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 8 de dezembro de 2019 - 00:25

Ninguém está te negando isso, baby. Manda ver! O espaço está aberto, seus comentários continuam sendo aprovados. Critica aí à vontade HAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 8 de dezembro de 2019 - 00:25

Ninguém está te negando isso, baby. Manda ver! O espaço está aberto, seus comentários continuam sendo aprovados. Critica aí à vontade HAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH

Huckleberry Hound 8 de dezembro de 2019 - 00:43

Ah acho que agora entendi eu não acho que a minha visão é a única correta mas vendo o que acontece no dia a dia tenho mais certeza da minha visão religiosa e política eu nunca bati em quem pensa diferente mas já fui atacado pelos outros

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 8 de dezembro de 2019 - 01:21

S
A
D

Huckleberry Hound 8 de dezembro de 2019 - 00:06

Então por ser cristão eu sou um louco que acredito em tudo que me dizem?É assim que se respeita a crença dos outros?É tão diferente de acreditar que crianças nascem gays?Eu poderia fazer piadas com os ateístas também mas ai eu estaria me rebaixando ao nível de vocês

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 8 de dezembro de 2019 - 00:20

Quem está se atribuindo adjetivos é você mesmo e eu só estou me divertindo com isso.

Aliás, se não entendeu o meu comentário, acredite, ser cristão é o menor dos seus problemas.

Eu adoraria ver suas piadas sobre ateus. Eu faço várias piadas sobre eles, adoro!

A gente não permite que pessoas que não entendem comentários elevem-se ao nosso nível. Mas você pode chegar lá. Tem umas cartilhas do Mobral da vó Iracema aqui em casa, peraí. Já posto as lições do Caminho Suave pra tu.

Jefferson Viana 8 de dezembro de 2019 - 14:22

Ahahahah, o cristianismo passou bem rápido de religião perseguida a perseguidores. O que tu fala de libertinagem me parece ser a liberdade dos outros que te incomoda. Vejam só, se tua não assitir nada do portas do fundo, nem querer saber nada deles isso não te incomodará. Se tu preferir sei lá, novela da Record, não tem problema, só não venha querer tirar meu south park pq tu achas libertinagem e fica ofendido.

Huckleberry Hound 8 de dezembro de 2019 - 16:46

Detesto novelas da Record

vince 8 de dezembro de 2019 - 05:06

Isso quer dizer exatamente o que eu disse, se fossemos islâmicos algo como o porta dos fundos não existiria e não teria como tirar sarro de basicamente nada. A título de educação os muçulmanos não perderam o seu, diferente dos cristãos, eles vivem unidos em sua cultura, ideais e religião, tirando alguns grupos radicais terroristas que são completos alucinados eles são um exemplo de unidade e perseverança no que acreditam diferente dos cristãos. Agora eu não concordo com a maior parte da doutrina das 3 principais religiões mas eu não vou demonizar ninguém por isso, no máximo zoar as bobagens que eles falam e acreditam que são idiotas ao extremo e em muitos casos algumas são bem anedóticas. Eu vou satirizar por isso e não por uma questão ideológica como muitos fazem, incluindo o porta dos fundos.

Jefferson Viana 8 de dezembro de 2019 - 14:22

Eles só vivem “unidos” porque eles só podem viver assim, não que tenham muita escolha, pra mim o melhor país islâmico ainda e bem pior que o Brasil.

Huckleberry Hound 8 de dezembro de 2019 - 17:02

Até os países islâmicos que perseguem,prendem ou matam gays injustamente,jornalistas,praticam terrorismo e tratam mulheres como lixo?Cadê o movimento LGBT e feminista pra criticar isso?O Islanismo hoje em dia é muito mais intolerante que os cristãos!Eu defendo gays,bi,trans e mulheres quando eles sofrem perseguição desse tipo é o quão homofóbico eu sou a diferença do Brasil pra esses países é que a violência aqui é mais aleatória a maioria é causa da rua,corrupção,pobreza e tráfico!Você é uma das poucas que reconhece a violência dos países islâmicos embora os números indiquem que o Brasil tem mais mortes que a maioria daqueles países!

Jefferson Viana 8 de dezembro de 2019 - 19:15

Bom, a muito tempo pessoas como Richard dawnkis e outros ativistas vem falando sobre isso, a questão e que tu só conhece os movimentos dentro do mundo ocidental, na índia, na Turquia, no Iraque etc existe ,muito perseguido, no excelente documentário pra que democracia segue uma ativistas paquistanesa. E essa ” hipocrisia” não é uma coisa somente dos movimentos sociais, veja os USA com arábia saudita, e o Irã. Eu até concordo que devemos falar mais sobres os direitos individuais deles,mas quem deve fazer o iluminismo mulçumano são eles mesmo, e vão ter que fazer contra a vontade dos religiosos que vamos lutar contra a cada passo, assim como aconteceu no cristianismo.

vince 8 de dezembro de 2019 - 23:56

Se você convivesse ou conhecesse muçulmanos não julgaria eles dessa maneira como se a vida deles fosse um fardo, você age igual os cruzados pensando assim, pq você acaba sendo pretensioso de pensar que o teu modo de vida é o certo.

Jefferson Viana 9 de dezembro de 2019 - 01:54

Olha veja bem, não foi essa minha intenção, se por motivos pessoais uma pessoa que usar hijab, burka, etc,etc, tudo bem ,mas tbm teriam que ter o direito individual a não usar, de trocar de religião, etc, e aqui é um dos casos em que eu julgo que o direito individual prepondera sobre o coletivo.Pegando exemplo bem atual se um religioso louco aqui no brasil achar que diabo é pai do rock tudo bem, agora não venha me força a deixa de ouvir sympathy for the devil por tuas crenças, cada um se ignorar e vive em paz. Mas na medida em que apesar do que eu faço não não te impacta de modo algum , e mesmo assim você quer que me impedir, ai teremos um problema. E é o que ocorre nas sociedades islâmicas.

Lucas Casagrande 9 de dezembro de 2019 - 11:23

Aloprar cristão nunca é fora de moda, religião que ainda protege pedófilos, quer se interferir na politica, cobra dizimo de seus fiéis é uma fonte infinita de piadas

Responder
Mandú 5 de dezembro de 2019 - 18:42

É decadente, porém não surpreendente, ver pessoas tentando equalizar agressões homofóbicas ou racistas com uma simples crítica ao cristianismo.

O motivo disso é evidente, o ódio as pessoas que desviam dos dogmas cristãos é evidente, assim como o desprezo as suas dores e narrativas e a perseguição histórica dos seus corpos e afetos.

As minorias, que de fato existem e estão bem ao nosso lado, tangíveis e materiais, continuam sendo mortas segundo as supostas ordens de uma suposta entidade inalcançável.

Um professor muito querido sempre disse que as religiões abraâmicas, que colocam seu Deus com D maiúsculo acima de todas as coisas, são incompatíveis com a democracia e que em última instancia deveriam ser criminalizadas, assim como o nazismo. Cada vez que releio os escritos sagrados fica mais claro que ele está certíssimo.

Uma religião baseada em impor as verdades e vontades de um Deus genocida que vive em função da adoração em seu eterno complexo de superioridade e autoritarismo é, por si só, uma violência contra a democracia e a diversidade.

Religiões são conjuntos de ideias, não podem ser inquestionáveis independente de quanta fé se tem nelas.

Responder
Huckleberry Hound 5 de dezembro de 2019 - 23:57

Sem ofender nem nada seu ódio ao Deus cristão ficou evidente nesse comentário é justo lutar contra ódio com mais ódio?Deus genocida,autoritário?O mesmo discurso ateísta de sempre!Um amigo meu é bisexual e ele ama Deus e nunca usou discursinho de violência e diversidade no país que vivemos a violência atinge a todos uma mulher foi espancada e assaltada a 2 semanas na porta de minha casa!E na porta de minha igreja um ladrão roubou o celular de uma Cristã frequentadora da mesma igreja que eu vou e meu primo de 15 anos!O complexo de superioridade do Ser humano é muito maior do que Deus muita gente pensa ser Deus e acha que pode fazer o que quiser sem regras,sem consequências por isso o mundo é assim

Responder
Mandú 6 de dezembro de 2019 - 02:06

Não odeio Deus, nem creio que ele exista. Não se pode odiar algo sem crer. Agora os cristãos eu odeio sim, principalmente nossa cultura judaico-cristã.

E você realmente quer comparar crimes patrimoniais com crimes de ódio? Eu já fui assaltado várias vezes e nem por isso fico chorando pelos cantos. Em um país onde a pobreza é generalizada obviamente se tem um terreno fértil para situações como essa. Agora, sinceramente? Eu caguei pro celular de fulana.

Estou muito mais preocupado com meus amigos negros sendo mortos por policiais e tendo seus terreiros queimados por evangélicos.

Me preocupo com meus amigos indígenas sendo expulsos de suas terras e tendo sua cultura demonizada pela igreja, que é fechada com a bancada do boi e da bala.

Eu REALMENTE me preocupo e me revolto com meus irmãos ciganos sendo perseguidos e impedidos de acessar serviços públicos devido ao ódio e ignorância que emanam da cultura cristã e ataca tudo que é considerado pagão.

Sabe o que mais me preocupa? Crianças LGBT sendo agredidas, expulsas de casa ou até mesmo MORTAS pelos próprios pais.

Me preocupa ver o como as pessoa são doentes em achar que o amigo imaginário delas pode definir o que é certo e errado em relação ao corpo e ao afeto dos outros. Me adoece.

Responder
Huckleberry Hound 6 de dezembro de 2019 - 11:26

De todas as pessoas que morrem nesse país nem metade são gays,eu não tenho nada contra “Crianças LGBT” mas sou contra a sexualização e doutrinação de crianças nas escolas,crianças não devem ser chamadas de LGBT pelo menos quem não faz parte desse grupo eles não passam de uma militância política e ganham MUITO dinheiro e ninguém nasce gay a ciência comprova isso é algo que se aprende com o crescimento é escolha achar que existe um “gene gay” é achismo assim como a religião,se esse país é muito violento é por causa das leis da impunidade feita por pessoas que dizem lutar pelas minorias,alguns cristãos só se dizem cristãos não são todos assim eu sou cristão e você me odeia sem nem me conhecer?A política do passado também foi péssima contra os indígenas com a demarcação de terras indígenas eles não podem nem viver no século 21 os índios tem as mesmas necessidades que a gente pra usar internet,por exemplo!A criminalidade desse país atinge principalmente os pobres e negros e não os ricos que tem dinheiro,carros blindados,advogados,etc. nos anos passado o crime só aumentou e bateu recorde em 2017 diminuindo mesmo que apenas um pouquinho 22% somente nesse ano são umas 4.000 pessoas mortas a menos,a polícia não é a inimiga com políticas melhores policiais corruptos e criminosos também podem ser punidos,paixão,ideologia e conversa mole de gênero não ajuda a diminuir o número de crimes,mortes e agressões no meu estado e no nosso país!Desde quando a cultura cristã impede pessoas de acessar serviços públicos?Nós estamos no século 21 denuncie isso existe países que um cristão não pode nem ter uma igreja lá na Bolívia o presidente Evo Morales tentou proibir a religião mas houve revolta em massa e ele voltou átras se você tiver informação concreta já sabe o que aconteceu na Bolívia hoje!Lá na Venezuela igrejas cristãs foram destruídas a situação lá está bem pior que na Bolívia o comunismo é ateu ou eles simplesmente odeiam Deus e os valores da família!Por último cada um faz o que quiser com seu corpo só é errado jogar sua sexualidade na cara de todo mundo e não me diga que prostituição é normal o mesmo digo pros héteros,sexo não é uma coisa que deve ser normalizada na sociedade principalmente para as crianças e não se deve fazer militância política e ideológica para seus próprio benefício!

Responder
Fórmula Finesse 6 de dezembro de 2019 - 15:49

Não acho sensato reduzir os cristãos, católicos e companhia a seres cegos que obedecem a uma lógica doentia baseada na segregação.
Quando odeias, torna-te igual a minoria que pratica o mal pensando fazer o bem…

Responder
Arthur Morgan Returns 7 de dezembro de 2019 - 00:08

Não existem crianças LGBT, cabaço

Responder
Lucas Casagrande 9 de dezembro de 2019 - 11:56

Existe sim, se informe, vc além de não saber interpretar texto não tem informação tb

vince 7 de dezembro de 2019 - 17:25

Imagino você dentro do teu apartamento em uma grande cidade preocupado com todo esses teus “irmãos”. É muita pretensão, aposto que tu nunca entraste em uma tribo indígena na vida, ou em um acampamento cigano o que me deixa realmente doente é essa demagogia.

Responder
Mandú 8 de dezembro de 2019 - 05:19

Você não sabe NADA sobre mim. Eu sou Calon, caso não tenha ideia do que é isso, é uma etnia cigana. Quando falo dos meus irmão ciganos é porque eles são, LITERALMENTE, meus irmãos. Tanto que não me refiro aos indígenas e negros como irmãos, me refiro como amigos e companheiros.

Passei meses da minha vida em territórios indígenas e quilombos, toda minha produção artística é baseada em rituais ciganos, afro-brasileiros e ameríndios.

Nunca morei em apartamento, nasci na periferia de São Paulo, fui pessoa em situação de rua aos dezessete anos.

Você não sabe nada sobre nada, é só um ignorante frustado.

vince 8 de dezembro de 2019 - 23:53

A única pessoa frustrada aqui parece ser você pelo teu discurso demagógico, eu to bem tranquilo. Já vivi por 10 anos no Pará e Amapá convivi com quilombolas e indígenas por anos, situação de rua é basicamente a vida de qualquer cigano é o estilo de vida de vocês, já que são nômades e arredios não sem motivo, já que a vida de vocês o estado está cagando e não dá nenhuma estrutura, mas é uma consequência do não aculturamento e o fato de que a maioria da população não se importa ou desconhece o que 00000000000,1% de uma minoria cigana entre 210 milhões de pessoas passa quase quase ninguém se importa.

Arthur Morgan Returns 7 de dezembro de 2019 - 00:08

Nunca li tanta merda na minha vida, e olha que nem acreditar em deus acredito, a sua lógica é combater ódio com mais ódio

Responder
Lucas Casagrande 9 de dezembro de 2019 - 11:56

Cristianismo prega ódio, nada mais justo combater ele com o que ele prega

Não tem merda no que o Mandú falou, tem falta de interpretação de texto sua

Responder
Lucas Casagrande 9 de dezembro de 2019 - 11:56

Perfeito comentário, assino embaixo

Responder
José Frajtag 5 de dezembro de 2019 - 13:58

Não sou cristão e sim judeu e achei extremamente ofensivo aos cristãos!

Responder
Fórmula Finesse 5 de dezembro de 2019 - 10:26

Eu comecei a assistir ontem, mas realmente não deu liga…e não é por causa do “sacrilégio na abordagem de Jesus” (tenho por mim, que Jesus tinha bom humor também, e acharia divertido essas liberdades com a imagem dele), ou pela posição política de um ou outro integrante do grupo.
Sei lá, achei o negócio meio batido, uma comédia retratando uma família de subúrbio que por acaso é a mais conhecida da história, e a importância e relevância dessas pessoas servindo apenas como escada para uma obra banal.
Mas enfim, minha opinião não é válida pois vi pouca coisa, minha curiosidade não se inflamou. Mas a crítica é bem contundente, parabéns!

Responder
Ricky Lamas 5 de dezembro de 2019 - 02:13

Não assisto e nem quero assistir nada vindo desses caras. Só pelo tema, pelo trailer e pela batida de olhos no “review” já deu para perceber.
Pura propaganda ideológica esquerdista com o intuito de destruir as crenças religiosas e a sociedade. Um verdadeiro lixo cinematográfico que não aconselho ninguém a assistir.
Infelizmente tem “gado” acéfalo que assisti e bate palma para “obras” excrotas como essa.
Mas, o povo não está tão burro e a maioria já acordou e percebeu como esses artistinhas lacradores agem e o ibope para esse pessoal vem caindo cada vez mais.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 5 de dezembro de 2019 - 02:23

Ih, tá na página errada, aqui não é a crítica do filme do Edir Macedo. A propósito, o filme dele não é esquerdista!

Responder
Huckleberry Hound 5 de dezembro de 2019 - 16:23

Tenho nojo da esquerda mas Edir Marcedo é um lixo mesmo só quer dinheiro não é um verdadeiro pastor e cristão o filme dele deve ser equivalente ao filme do Lula “O Filho do Brasil”

Responder
Cop Cartman 6 de dezembro de 2019 - 01:26

A Mumia, Drácula e Nada a Perder. Esses filmes dos monstros da Universal é muito ruim.

Responder
Ricky Lamas 31 de dezembro de 2019 - 03:52

É talvez eu esteja mesmo porque eu pensava que os críticos nessa página eram inteligentes, mas pelo visto acho que não. Aliás o que tem a ver o Edir Macedo com isso? Eu sou ateu e respeito todas as religiões e se você é um cara sem noção de realidade e sem respeito com a crença dos outros só tenho a lamentar, não merece meu respeito também. Vergonhoso !!!!

Responder
Ricky Lamas 12 de janeiro de 2020 - 16:44

Parabéns !!! Ótimo argumento de uma criança.

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de janeiro de 2020 - 19:54

Parabéns !!! Ótimo argumento de uma criança.

Elton Rodrigues 5 de dezembro de 2019 - 09:13

kkkkkk… obrigado pela profunda análise (sem nem ter assistido).
Diante do valoroso conselho, vou assistir!

Responder
Ricky Lamas 31 de dezembro de 2019 - 03:52

Se você gosta de perder tempo assistindo lixo vá em frente. A vida é sua e cada um desperdiça como quer.

Responder
CrazyDany 5 de dezembro de 2019 - 09:13

Realmente esse comentário é uma lama, Rick. Parabéns pela sacada semiótica entre seu Nickname e o seu texto.

Responder
Peter 5 de dezembro de 2019 - 09:33

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Responder
Lucas Casagrande 9 de dezembro de 2019 - 11:56

Hahahahahahahahahahahahhahahahahahahahahahahahhahahahhahahahahahahahahahahahaha

Responder
Pedro Augusto do Amaral 5 de dezembro de 2019 - 01:37

Uma questão que sempre me deixa intrigado é o fato de as mesmas pessoas que adoram criticar o politicamente correto fazem uso deste quando a religião pessoal é utilizada para o humor.

É uma forma muito seletiva de se avaliar as fontes de humor. Assim como uma forma bem hipócrita de se defender um ponto argumentativo.

Essas mesmas pessoas também não avaliam o conteúdo do Especial de uma forma crítica, só se doem por se sentirem pessoalmente ofendidas, por mais que em sua maioria não se levantem de forma tão ofensiva quando minorias são utilizadas no humor, porque ai é ” mi mi mi” ou ” o mundo tá chato”.

É uma generalização para esse grupo de pessoas, mas que na maioria dos casos vale, é sempre o mesmo conservador que reclama do que chamam ”mi mi mi” mas quando alguém utiliza alguma característica dele para fazer humor ai é ofensivo.

Como se a religião fosse uma característica definidora do ser acima de qualquer outra.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 5 de dezembro de 2019 - 01:54

Lá no fundo, eu acho que isso que tu expôs é EXATAMENTE o que os mais venenosos em relação à comédia que zomba de religião pensam. Essa frase aqui: “Como se a religião fosse uma característica definidora do ser acima de qualquer outra.“. Eu tenho uns 5 tios que colocariam um baita joinha pra essa frase.

Responder
Pedro Augusto do Amaral 5 de dezembro de 2019 - 02:19

Mas de fato, é sempre uma coisa que me incomoda muito, a forma como a religião toma pra si esse status de característica elevada e todo o resto apenas parece circundar ela.Ou talvez sejam as próprias pessoas que deem esse status a ela, o que também incomoda muito.

Acho que as pessoas criticando o conteúdo do especial nem chegaram a ler a crítica de fato, só vieram expor indignação, por mais que só saibam criticar o tema e os artistas, sem conseguir criticar o conteúdo. No final é só isso que prevalece, uma ignorância sem sentido.

E confesso é prazeroso ver vc responder esse pessoal de forma irônica kkkkkkk. Eu não teria paciência pra tanto.

No mais, acho que posso aproveitar o comentário pra elogiar o site e a equipe responsável. Acompanho a uns 3 anos e acho que nunca fiz um comentário, então queria agradecer por todo esse tempo. É site sobre cinema e cultura no geral que eu mais acompanho e continua sempre mantendo qualidade, fora que sempre dão atenção a todo mundo, o que é difícil de se encontrar.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 5 de dezembro de 2019 - 02:48

Eu tive a sorte de conhecer alguns religiosos — inclusive alguns leitores muito bacanas aqui do PC — que enxergam de maneira crítica e menos agressiva toda essa situação. Uma galera que sabe entender o “humor herege” e que inclusive aponta uma ofensa ou observação de mal gosto, mas não nesse estilo QI negativo que vemos por aí.

Mas você está certo, para MUITA GENTE existe essa visão de que eles podem falar absolutamente tudo sobre tudo e todos, mas aí mexe com os deuses (ou deus) deles, que pronto… O mundo (plano) caiu. Eu entendo o impacto e pessoalidade que a fé pode causar nos indivíduos, mas é aquela: tudo tem limite, né.

Apareça mais vezes e bora trocar ideias!
Abraço!

Responder
Andressa Gomes 5 de dezembro de 2019 - 09:59

Concordo contigo.

Responder
José César 5 de dezembro de 2019 - 10:07

Outro dia eu vi o mesmo Porchat numa entrevista com o Bial, dizendo que havia abdicado de muitas piadas por “ele” hoje achar elas racistas, homofóbicas, machistas. Ou seja, isso que vc fala acontece dos dois lados. Os caras do Porta dos fundos são o extremo da hipocrisia nesse ponto, assim como do outro lado estão os que vc acusa.

Fui criado em um lar Cristão, mas nunca me senti fisgado, parece nao funcionar comigo, por isso pergunto com sinceridade sobre sua ultima frase, a vc e ao Luiz: E se for? Não temos “provas”/motivos (me falta uma palavra melhor para definir) suficientes para acreditar que a religião é uma “característica definidora do ser” tão importante quanto qualquer outra? Será que o Porchat para pra pensar que atacar a religião de uma pessoa nao é tão ofensivo quanto atacar uma raça, orientação sexual, gênero? Vide que pra maioria das pessoas a religião ja esta enraizada desde o berço, ou como diz o Salmo 22, “Desde o ventre da Madre”. Quem será o responsável por estabelecer esse limite dentro do humor?

E claro, qualquer religião. Sempre o Cristianismo toma a frente e recebe o escárnio máximo, sempre é o alvo máximo das zombarias, mas quando vem outra religião as coisas parecem mudar, o respeito por parte das “minorias” que vc citou é maior.

Espero que nao encarem meu comentário como provocação. So curiosidade mesmo de aprofundar isso.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 5 de dezembro de 2019 - 12:57

Na minha opinião, @disqus_4msTCEIiUa:disqus, ninguém tem que estabelecer limite de santidade ou importância de fé algum dentro do humor, seja com base no que o Salmista disse, seja com base em qualquer outro parâmetro dentro do sagrado. O sagrado é importante para quem o assume como importante em suas vidas. É um aprendizado cultural (você é ensinado/doutrinado majoritariamente desde o berço, embora alguns se convertam já em idade adulta, mas aprendem da mesma forma), não é uma característica imutável nem mesmo em suas bases (porque religiões possuem doutrinas que mudam com o tempo). É uma criação cultural fundamentada em ideias (a religião) e que lida com experiências intransferíveis e inexplicáveis (a fé).

Se por um lado eu concordo contigo de que hipocrisia existe também do lado do Porta dos Fundos (embora não nesse caso, mas em outros), até porque NINGUÉM TEM O MONOPÓLIO DA BABAQUICE, minha distinção acontece justamente no objeto de crítica. Ataque às ideias de alguém não é o mesmo que ataque à raça de alguém. Zombar de ideias não é o mesmo que segregar indivíduos por classe. Fazer piada com a experiência ou ideologia de uma pessoa não é o mesmo que espancá-la por sua sexualidade ou atacá-la pelo que é o seu corpo.

Toda vez que um debate sobre qualquer coisa sai dos eixos, você já deve ter ouvido essa frase: “não se ataca a pessoa, se ataca as ideias dela!”. E sim, este é o ponto central para mim. Ideias são, por excelência, a coisa que deve ser atacada, discutida, colocada sob qualquer tipo de exposição se for necessário. E esta é uma estrada de duas vias. Porque religiões (e religiosos), especialmente as monoteístas, possuem uma colossal histórico de ataques/riso/destruição (e também censura!) às ideias alheias. E pior: não só às ideias, não é mesmo? Mas vou ficar apenas na ideias aqui.

Você me perguntou “e se for?”, quando se referiu à seguinte frase do Pedro “uma característica definidora do ser acima de qualquer outra.”. Se para você a religião é isto, eu não tenho absolutamente nada a ver com isso. São suas ideias, é sua experiência. Se elas são importantes pra você, ótimo. Mas eu não tenho que concordar ou elogiar você ou suas ideias por isso. É isso: ninguém tem que concordar ou elogiar as ideias de ninguém.

Aí voltamos ao início do ciclo. As ideias e as experiências de uma pessoa podem não ser importantes ou relevantes para outra. E são todas elas discutíveis, atacáveis, risíveis. Você pode fazer isso agora com as minhas ideias aqui. Eu posso fazer com as suas. Vou fazer isso gratuitamente? Não é muito a minha cara. Mas numa discussão sobre o tema ou se tivesse que escrever um roteiro para um Especial de Natal cômico onde deveria rir de uma religião, certeza que sim. E no fim, se eu não posso discutir/atacar/rir das ideias e da experiência que formam a religião, aí chegamos a um problema grande. Porque então eu não poderia discutir/rir/atacar nenhuma outra ideia e experiência, tão definidora e tão importante para as pessoas! E se a gente parar de discutir todas as ideias e experiências que formam a vida dos indivíduos, e são imensamente importante para os indivíduos, ninguém mais vai falar sobre nada…

A propósito, sobre religiões de “minorias”, rapaz, eu não só posso te fazer uma lista grande de ataques, pasme, dos cristãos, a todas essas religiões, como também de violência física a indivíduos e espaços de cultos dessas religiões minoritárias. Eu entendo que deve ser incômodo ver as pessoas rirem de sua experiência com o sagrado. Mas imagino que deve ser um pouco mais ver seu terreiro destruído por traficantes cristãos em nome de Jesus. Como se vê, não é sempre o cristianismo não. É que para o cristianismo existe o riso midiático que você pode livremente repudiar. Para as citadas “religiões de minorias”, a coisa é bem pior.

Responder
Huckleberry Hound 5 de dezembro de 2019 - 17:27

Eu já ouvi falar que cristãos ainda são mortos (somente por causa da religião) assim como gays em alguns países árabes,gays no paredão em Cuba e comunistas mas eles e a mídia nunca falam disso!O mundo mudou é muito mais fácil zombar e difamar o cristianismo através da mídia,escolas e política do que matar a sangue frio!Zombar cristãos com arte,protestos e sexo explícito (um protesto de feministas e gays onde destruiam e enfiavam crucifixos no ânus,por exemplo),mijar em porta de igrejas,ensinar sexo e ideologia de gênero para crianças em escolas não traz respeito á ninguém só ajuda a aumentar a luta de classes a guerra é política,ideológica e social e não podemos deixar que o país vire uma luta de grupos x grupos é dividir pra conquistar!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 5 de dezembro de 2019 - 22:00

Meu Deus do Céu.
AHUAHUAHAUAHUAHUAHAUAHUAHAUHAUAHUHUA

Fernando Annunziata 5 de dezembro de 2019 - 22:00

Às vezes eu sinto falta de ter quatro anos, quando eu era analfabeto.

Reveja seus conceitos.

Huckleberry Hound 5 de dezembro de 2019 - 23:50

Eu falei sem ofender ninguém se eu devo rever meus conceitos todo mundo deve!

Jefferson Viana 6 de dezembro de 2019 - 02:26

Rapaz, vou copiar e colar sua reposta na cara de pau como reposta pra outras pessoas do meu circulo de amizade que não entendem que por mais que achem fundamental sua visão da religião cristã ela ainda é uma ideologia , e só uma das varias vertentes ideológicas cristãs que existem , tão passível de critica como todas as diversas ideologias religiosas que já existiram.

Responder
Cop Cartman 6 de dezembro de 2019 - 01:39

tmb acho, mas o Porta segue a linha politicamente correto, eles não fazem nada de politicamente incorreto. Mas reclamar de piada de Jesus e ser sem humor.

Responder
Lucas Casagrande 9 de dezembro de 2019 - 11:56

Nada é mais hipócrita do que uma pessoa de religião cristã e orientação política conservadora

Responder
Fernando Santos Frezza 5 de dezembro de 2019 - 00:35

O material é produzido no intestino e excretado pela “porta dos fundos”. Por isso o nome encaixa tão bem.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 5 de dezembro de 2019 - 01:10

Um verdadeiro entendedor!

Responder
Emerson Falcão 4 de dezembro de 2019 - 23:23

Ninguém vê graça nesses idiotas. Eles precisam atacar a razão da fé cristã para se manter em evidência.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 4 de dezembro de 2019 - 23:29

LOL

Responder
Fernando Annunziata 4 de dezembro de 2019 - 21:48

Acabei de assistir e confesso que me diverti bastante, nem vi o tempo passar. No quesito comédia, é surpreendente.

Porém, me pego questionando se sátira com qualquer religião ainda se adequa no mundo atual. Não sou Cristão, mas, caso fosse, me sentiria incomodado com uma produção dessa. Será que a comédia brasileira precisa disso? Não há formas mais inteligentes de se fazer comédia? O que você acha?

Pro filme, dou 4/5. Pro tema, 0.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 4 de dezembro de 2019 - 22:54

Esse papo é interessante. Não sei se a pergunta foi para o autor ou retórica para qualquer leitor, mas vou responder mesmo assim, porque sou metido.

Para mim, sátira, comédia, troça, zuera se faz com toda e qualquer religião, em qualquer tempo, desde que o assunto seja a comédia, e não um papo sério sobre essa mesma religião. Não é o caso aqui. Nenhuma invenção cultural, especialmente uma tão fortemente ideológica, histórica, política e socialmente importante como as religião deve ficar de fora do humor.

Quanto a necessidade da comédia: entendo que a comédia brasileira (ou de qualquer outro lugar do mundo) precisa de qualquer coisa que o humor lhes der. Não acredito que exista uma necessidade teórica, fixa, de qualquer tipo de comédia, como uma espécie de preenchimento de espaço ou tema.

Quanto a “formas mais inteligentes” de se fazer comédia, a resposta é SIM, sempre, mas o tema nesse caso não tem nada a ver com isso. A humanidade é sempre capaz de fazer as coisas de maneira mais inteligente, comédia sendo uma delas. Sempre há um jeito de fazer mais inteligente. Seja tirando sarro de religião, de político, de gente que acredita que o empresário desobrigado pagará mais dinheiro para o trabalhador e de marvete que xinga Scorsese… HUAHAUAHUAHAUAHUAHAUHAUHUA

Responder
Fernando Annunziata 4 de dezembro de 2019 - 23:18

INTROMETIDO!

DASJUIHDASKJDHJSKA brincadeira. O comentário foi para todos.

Entendo seu lado, mas não concordo integralmente. Acho que tem assuntos que são um passo para se tornar preconceito. Piadas gordofóbicas, por exemplo, já são consideradas ultrapassadas e desnecessárias. Acredito que sátira com religião deveria andar no mesmo caminho. No entanto, piada com religião está cada vez mais aceita pela sociedade. Talvez eu que esteja sendo conservador…

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 4 de dezembro de 2019 - 23:23

AHUAHUAHAUHAUHAUAHAUHAUAHAU EU NÃO CONSIGO ME SEGURAR!!!

Entendo o teu caminho de pensamento. Mas veja que no comentário anterior eu fui bem criterioso ao guiar o papo para “invenções culturais”. No caso que você discute aqui, de pessoas específicas, aí é necessário o cuidado para que a piada precise ser piada e não um discurso de ódio ou preconceito puro e simples. Isso eu sou contra. Segregar, exibir preconceito através de piadas não. Mas veja, fazer piada com… negros, é uma coisa. Ser racista é outra. Fazer piada com gordos, é uma coisa. Ser gordofóbico é outra. A linha é tênue, mas o humor é assim mesmo. Me diga o que acha disso. E só pra ilustrar o que eu disse, olha que daora essa piada com negros feita pelo Iglesias (um gordo e latino que inclui piada com esses temas no meio da história) e contada num show dele:

https://www.youtube.com/watch?v=UDLpEQmdNZE

Responder
Fernando Annunziata 5 de dezembro de 2019 - 00:35

Eu critico mas eu me racho de rir DSKHDADKSJA

Vendo o vídeo eu senti o mesmo de quando assisti o filme do Porta dos Fundos: o humor não está no tema, mas em quem o interpreta. Se fosse eu contando a história do Iglesias, te garanto que você ia ficar com cara de bunda todo momento.

É claro que o Iglesias não foi racista. Como você disse, é uma linha tênue. Mas se a graça está focado no intérprete e não na piada em si, não é melhor construir piadas que evitem o tema? No caso da gordofobia citado no meu comentário acima, mesmo que a piada seja abrangente, pode ser que tenha alguém que se identifique e fique mal. Pra quê? A comédia nunca deve deixar alguém para baixo.

Creio que a comédia satirize bastante o comportamento humano da época. Hoje em dia, determinados assuntos são vistos de uma forma totalmente diferente do que há 10 anos. As piadas já não podem ser as mesmas.

Atualmente, há outros temas que se adequem mais à modernidade. A política é o maior exemplo, mas é claro que há outros. Esses caras são inteligentes, eles podem construir ações melhores.

O que eles fazem não é crime. É ultrapassado…

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 5 de dezembro de 2019 - 01:42

Eu penso que em qualquer piada, hoje, alguém vai se ofender, porque o que tem de moralidade frágil não está escrito. E para algumas pessoas ABSOLUTAMENTE TUDO é gatilho. Para mim basta o produto final não ser segregador, racista, etc., e isso basta. Não dá para fazer comédia pensando que tal entonação ou a mera citação de um tema irá ofender X e Y… Aí é complicado. Como disse: se estamos falando de indivíduos, o que deve ser evitado é o discurso de ódio, a segregação, o racismo, a desumanidade. Se a gente está falando de instituições, tem que mandar ver mesmo. HAHHAHAHAHAHHAAHHAHAHAHHAHHAHAHAHAHA

Mas ainda assim entendo o que tu diz, só não concordo com essa linha mais restritiva de pensamento em relação ao elencar determinados temas ou fazer tal e tal apresentação. O bom é que concordamos no que importa: em se tratando de gente, humanidade é bom e todo mundo gosta. O restante a gente vai problematizando quando aparecer 😀

Gabriel Carvalho 5 de dezembro de 2019 - 03:07

Por outro lado, nem acho que o filme destrua tudo o que o cristianismo prega, como algumas pessoas pensam. A elevação de Jesus como alguém um tanto humilde e contrário a certas coisas que seu pai, Deus, fez anteriormente permanece aqui. Não é à toa que o Velho Testamento seja muito diferente do Novo. Jesus é um herói clássico nesse filme, o que é curioso pois, ao mesmo tempo, a sua orientação sexual, que sem sombra de dúvidas é o maior destaque dentre as polêmicas, não é usada como símbolo da corrupção do personagem. O Porta não está interessado em corromper Jesus e profanar esse símbolo em específico, mas mostrar que a verdadeira corrupção mora na possibilidade de ser Bom e não ser. Essa é uma questão, por sinal, que me faz gostar menos do filme: o fim, que retoma o mesmo ponto de partida anterior, em que ele é indecisivo perante os caminhos da vida, para brincar com o seu personagem.

Responder
Cop Cartman 6 de dezembro de 2019 - 01:45

Satira com qualquer coisa se adequa. Cabe o publico ter discernimento. Se o cara é religioso fanatico a chances dele se sentir incomodado com esse filmete é a mesma da Preta Gil assistindo Vovózona.
Acho fazer piada sem ofender ninguém uma forma tão inteligente quanto ai q fazer de humor negro, se as pessoas rirem é valido. Só tem q ter bom senso pra vender seu produto pro publico saber qual humor que é pra poder consumir corretamente. Não vai enfiar piada de pedofilia no filme do Papa Francisco e nem de aids no programa do RuPaull.

Responder
Huckleberry Hound 4 de dezembro de 2019 - 13:08

Me pergunto por que ninguém tenta fazer comédia com o profeta Maomé…

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 4 de dezembro de 2019 - 17:16

Talvez pelo mesmo motivo pelo qual ninguém tenta fazer comédia com Vishnu, Rá, Quetzalcóatl, Amaterasu, Tupã, Aúra-Masda, conceitos da Fé bahá’í, Exu Caveira, Odin e o Batatismo.

Responder
Yuri Cristino 4 de dezembro de 2019 - 20:30

não mesmo. sabemos muito bem porquê eles não brincam com o islamismo.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 4 de dezembro de 2019 - 20:44

Uh, o sabedor!

Responder
Anônimo 4 de dezembro de 2019 - 20:44
Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 4 de dezembro de 2019 - 21:02

Coloca sua cabecinha pra funcionar.

Responder
Anônimo 4 de dezembro de 2019 - 22:54
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 4 de dezembro de 2019 - 23:18

Alguém com nick de Thor o Deus do fortnite não é, nem de perto nem de longe, uma pessoa sensata. Vamos começar daí, né, more.

Mas hoje estou virado na bondade luísica e exercerei minha URSITUDE CARINHOSA, só que pelo processo da maiêutica, porque eu sou cínico MUUUUUUAAAAAAAAAAAAAAAAAA.

1 – Pergunte-se: QUAL É O MOTIVO de alguém fazer piada com alguma coisa?

2- Preencha os espaços com SIM ou NÃO. Justifique sua resposta.

a) Você faria piada de algo chamado ghuxafartupo?
_____________________________________________

b) Você faria piada com algo chamado rafalaçama?
_____________________________________________
c) Você faria piada com algo chamado quogoluzaburo?
_____________________________________________

3 – QUAL É O MOTIVO de as pessoas fazerem piadas com temas que as outras pessoas vão entender do que se trata?

4 – Pergunte-se QUAL É O MOTIVO de uma empresa existir? Por que “em terra de cego, quem tem olho é rei“?

5 – Uma empresa de entretenimento precisa criar um produto, em uma época natalina, para uma nação onde a religião majoritária é o cristianismo. Não importa qual é o tom desse produto. O que importa é o tema do produto. Com isso em mente, assinale a alternativa correta:

a) A empresa criará um produto condizente com a época do ano e com a religião majoritária daquele país, para que a penetração no mercado seja imediata e o produto se venda pelo elogio ou pelo repúdio.
b) Mito! Vai Pra Cuba! Nossa bandeira jamais será vermelha! Comunista safado! Mamadeira de piroca. Di Caprio.
c) Peixe não comete suicídio. Eu sou favorável à tortura, tu sabe disso.
d) Meninos vestem azul, meninas vestem rosa.
e) O rock leva ao aborto e ao satanismo.
f) Bolo de Laranja.

Boa prova!

Anônimo 5 de dezembro de 2019 - 01:10
Anônimo 5 de dezembro de 2019 - 01:23
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 5 de dezembro de 2019 - 01:29

É nóis, meu bacuralense!
Só resta agora a pergunta: tu concorda com essa minha visão ou discorda?

Anônimo 5 de dezembro de 2019 - 01:29
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 5 de dezembro de 2019 - 01:42

É nóis!

vince 8 de dezembro de 2019 - 05:24

Todo mundo sabe que a resposta mais longa é a correta.

Rafael Lucas Pereira Silva 4 de dezembro de 2019 - 17:29

Na verdade eles já fizeram sim em meio a zilhoes de vídeos… É q os de jesus costumam ser os mais polêmicos q chamam mais atenção

Responder
Anônimo 4 de dezembro de 2019 - 17:42
Responder
GS 5 de dezembro de 2019 - 03:36

Fazem, e não se faz no Brasil, pelo mesmo motivo que não se faz piada com hóquei no gelo, não faz sentido…

Responder
Cop Cartman 6 de dezembro de 2019 - 02:20

A epóca do Maomé ja passou, ele não ta bombando tanto quanto antes.

Responder
Matheus mathinho 7 de dezembro de 2019 - 18:15

Porque não existe uma bancada islâmica no nosso Congresso.

Responder

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