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Crítica | Preacher 1X02: See

por Luiz Santiago
116 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 4,5

spoilers. Clique aqui para ler as críticas dos episódios. E clique aqui para ler as críticas dos quadrinhos.

Ao assistir Preacher, é necessário que tenhamos em mente três coisas muito importantes. A primeira, em nível de adaptação, é o fato de que a série adota uma linha de exposição paralela aos quadrinhos — ao menos naquilo que deve ser a introdução para esse Universo, o arco A Caminho do Texas –, pegando elementos essenciais de sua fonte, transpondo quase quadro-a-quadro algumas coisas e fazendo releitura de todas as outras. Não é apenas o caso clássico de uma adaptação bem feita. É um caso raro de adaptação bem feita, inteligente, ousada e sem medo de adicionar novidades coerentes a algo já bastante conhecido, como bem observou meu demônio particular — vulgo Ritter Fan — no comentário sobre o Piloto: “o melhor é que capturou [a essência dos quadrinhos] desviando-se bastante do material fonte, o que, para mim, é ótimo, pois ganhamos DOIS Preacher, o dos quadrinhos e o da TV e não uma cópia um do outro“.

A segunda coisa, em nível de de simbologia, dará a qualquer um as cartas para entender a dualidade que reina em todos os aspectos do Cristianismo e que estão escancarados aqui. Os quadrinhos são menos preocupados com isso, visto que Garth Ennis já nos entrega um Universo sincrético, onde os anjos e tudo o que deveria ser “entidades de luz” podem ser tão infames, injustos e maus quanto as “entidades das trevas”, inclusive, dialogando diretamente com elas (tivemos essa abordagem em Lucifer, lembram-se?). Não há meandros: ele já nos esfrega isso na cara desde as primeiras páginas. Aqui na série, a abordagem é outra. Nós vemos um pastor tentando ser um bom pastor. Uma comunidade próxima a uma igreja. A mitologia da confissão, o medo do inferno e da morte, a ausência de medo do pecado. Esse caminho de utilizar os símbolos do Cristianismo para se aproximar de algo estabelecido desde o início, nos quadrinhos, é a escolha do show e, aplausos para os produtores, foi uma sábia escolha.

A terceira e última coisa é a junção dos outros dois em um universo “secular, mas nem tanto”. Isso já havia ficado claro na estreia do programa, mas aqui é patente: é necessário trabalhar a suspensão de descrença para poder aceitar elementos místicos (de caráter cristão, mas não só), literários, quadrinhísticos e de diversos níveis sociais, desde famílias disfuncionais, crime organizado, corrupção e fascismo até relações humanas (amorosas e fraternas), crença em milagres, abuso infantil e pedofilia. O espectador não irá encontrar um mundo tal e qual o meio-oeste americano do século XXI, mas reflexos alterados, floreados e piorados de qualquer lugar do mundo, tudo isso temperado com uma deliciosa calda de sangue de anjo, vampiro badass, descobertas e ignorância. Isto, senhoras e senhores, é Preacher.

Este segundo episódio se estabelece justamente sobre as bases que expus nos parágrafos acima, dando sequência ao cotidiano do pastor Jesse Custer após ser possuído pela Entidade foragida de alguma prisão de segurança máxima do Paraíso. O ritmo do roteiro é ajustado para que tenhamos uma sensação de três dias transcorridos, onde o Pastor rapidamente descobre que tem algo diferente acontecendo com ele. Perceba que o texto não abusa da nossa paciência ao deixar o protagonista alheio aos fatos por muito tempo. Ele é um homem sagaz e tem uma Entidade celestial no corpo. Descobrir como utilizá-la no terceiro dia é um perfeito símbolo de renascimento para a mitologia cristã e serve como uma luva ao propósito da série, deixando-nos curiosos para como isso pode ser utilizado daqui para frente e de como coisas muito maiores estão sendo erguidas ao redor do protagonista sem que ele saiba. Como eu disse antes, a ignorância (entenda isso nos dois principais sentidos da palavra) tem se mostrado uma das bases conceituais da série. Mais um ponto positivo para o drama.

Se havia alguma dúvida sobre o trabalho de Dominic Cooper no papel principal, aqui, ela caiu por terra. O ator dá uma exposição muito mais cínica, ressentida, irascível para o pastor Jesse Custer, distanciando-se bastante do porte mais austero, mais altivo do Custer dos quadrinhos. Os dois são ótimos, mas ver um personagem desse porte, com a Entidade que ele tem no corpo, agindo com dois comportamentos bem distintos e representando-os muito bem é um verdadeiro banho para a alma. Peço que comparem a atuação de Cooper na sequência em que ele é preso por Tulipa com a sequência em que ele sugere de maneira um tanto… calorosa… a um dos congregados para que se esqueça da garotinha no ônibus escolar. São duas caracterizações excelentes e em patamares dramáticos bem diferentes. Estou realmente impressionado com o que o ator tem apresentado aqui, até porque, não tinha opiniões muito positivas sobre o trabalho dele antes.

Tulipa segue a sua linha bem mais à frente da garota que temos no início dos quadrinhos e Ruth Negga leva a personagem com graça. A repetição do plano e do mapa chegam a enjoar, assim como a insistência dela diante de Jesse, mas se tirarmos o binóculo e enxergarmos a postura no todo, veremos que faz sentido na interação com o Pastor e na forma como ela nos foi apresentada antes. Assim como todos os outros, ela é uma personagem em desenvolvimento e em torno da qual pairam muitos mistérios. Mas diferente de todos os outros, ela é a úncia que parece não querer esconder isso, mas brincar com isso. Diria que ela age aqui como uma “causadora do caos”, vendo tudo como uma grande brincadeira, mas deixando claro que não joga limpo e que seu jogo é perigoso.

Cassidy ganha uma integração orgânica nessa comunidade e o ator Joseph Gilgun parece que sugou o espírito do vampiro que vemos nos quadrinhos. Eu havia gostado bastante de sua aparição anterior, mas ainda não havia me conquistado como um todo. Aqui, talvez por ter maior espaço de ação, sua presença é exatamente aquilo que Cassidy é no arco de abertura dos quadrinhos: um misto de inconveniência com tiradas ácidas, questionamento de tudo o que é importante e momentos de verdades ruins que colocam muita coisa em xeque. A direção de Seth Rogen e Evan Goldberg ainda nos presenteia com uma longa briga do centenário com Fiore e DeBlanc, os anjos Adelphi que estão caçando Genesis. De referências a O Massacre da Serra Elétrica, Holocausto Canibal, filmes Giallo e piada com O Grande Lebowski, os diretores conseguiram nos fazer rir do absurdo da sequência tanto pela forma técnica, cheia de gags, quanto pelo simbolismo maluco do que acontece ali: mergulhados em fotografia azul com sombras em todo o tatame, dois anjos-carcereiros e um vampiro lutam para quem um pastor possuído por um filho de anjo com diabo não seja morto/tenha a Entidade tirada dele à força… sério… pensem nisso.

Com um Prelúdio mostrando “O Cowboy” — sim, sim, ele é o Santo dos Assassinos –, vivido por um silencioso Graham McTavish, atravessando as pradarias do Velho Oeste em 1881 e um Epílogo mostrando os anjos Adelphi conversando com o Xerife Hugo Root, See nos mostrou o necessário de forma bem humorada e em tempo certo (a montagem aqui é incrível), pedindo-nos para abrir os olhos quando chega a escuridão do fade final. Conseguem enxergar a luz do futuro para Preacher?

Preacher 1X02: See (EUA, 5 de junho de 2016)
Direção: Seth Rogen, Evan Goldberg
Roteiro: Sam Catlin
Elenco: Dominic Cooper, Joseph Gilgun, Ruth Negga, Lucy Griffiths, W. Earl Brown, Derek Wilson, Ian Colletti, Tom Brooke, Anatol Yusef, Graham McTavish, Jackie Earle Haley, Ricky Mabe, Bonita Friedericy
Duração: 49 min.

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71 comentários

Ian Luz 13 de junho de 2016 - 23:38

A definição que o Ritter deu pra distinção entre HQ e série foi simplesmente perfeita. Estou assustado com o quanto eu estou gostando da série , já que eu amo os quadrinhos , e ao invés de estar hateando por ai as diferenças que a série está fazendo em relaçao ao material-fonte , eu estou ansioso por mais detalhes e aprofundamento dos personagens , mesmo que isso signifique diferenças com o original.

Muito boa a critica.Estarei aqui sempre q tiver uma nova.

Abraços.

Responder
Luiz Santiago 14 de junho de 2016 - 22:03

Obrigado pela presença, @ianluz:disqus!
Amanhã temos já a crítica do terceiro episódio.

Responder
Ian Luz 13 de junho de 2016 - 23:38

A definição que o Ritter deu pra distinção entre HQ e série foi simplesmente perfeita. Estou assustado com o quanto eu estou gostando da série , já que eu amo os quadrinhos , e ao invés de estar hateando por ai as diferenças que a série está fazendo em relaçao ao material-fonte , eu estou ansioso por mais detalhes e aprofundamento dos personagens , mesmo que isso signifique diferenças com o original.

Muito boa a critica.Estarei aqui sempre q tiver uma nova.

Abraços.

Responder
Batman 12 de junho de 2016 - 14:03

A série está realmente muito boa nesse começo. Que é excelente para uma série que está nos primeiros episódio, se a série continuar seguindo o mesmo caminho!
Essa série tem um futuro brilhante!

Responder
Luiz Santiago 12 de junho de 2016 - 14:34

Tudo indica um futuro realmente brilhante. Esses dois episódios foram uma boa mostra.

Responder
Luiz Santiago 12 de junho de 2016 - 14:34

Tudo indica um futuro realmente brilhante. Esses dois episódios foram uma boa mostra.

Responder
Batman 12 de junho de 2016 - 14:03

A série está realmente muito boa nesse começo. Que é excelente para uma série que está nos primeiros episódio, se a série continuar seguindo o mesmo caminho!
Essa série tem um futuro brilhante!

Responder
Régis Valker 10 de junho de 2016 - 01:23

por enquanto: top!! kkk

Responder
Luiz Santiago 10 de junho de 2016 - 20:37

Esse episódio é incrível! A série promete!

Responder
Luiz Santiago 10 de junho de 2016 - 20:37

Esse episódio é incrível! A série promete!

Responder
Régis Valker 10 de junho de 2016 - 01:23

por enquanto: top!! kkk

Responder
Stella 9 de junho de 2016 - 23:57

Nossa que nota hein kkkk praticamente 5 estrelas. Realmente Luiz querido ,este segundo episodio foi fantástico.A cena da igreja ja está entre as minhas preferidas dentre as cenas de impacto de series de tv. Muita gente está confusa que está diferente dos quadrinhos , na verdade não está , já foi confirmado pelos produtores que o inicio da serie é um preludio que os episódios finais serão adaptados os 2 primeiros volumes de Preacher. O final da temporada é o começo da HQ achei uma ótima sacada.Então ja podemos ficar tranquilos que o caminho já está traçado, e realmente quando eu li o primeiro volume tulipa , jesse e cassidy ja estão bem íntimos , então faz muito sentido.

Responder
Luiz Santiago 10 de junho de 2016 - 20:44

Muita gente está esperando respostas de imediato, isso talvez afaste muita gente. Mas é bom, é um tipo de filtro de espectador, né. hahahaha
Eu realmente estou gostando da forma como estão fazendo as coisas, mesmo trazendo coisas de forma diferente em relação aos quadrinhos.

Responder
Luiz Santiago 10 de junho de 2016 - 20:44

Muita gente está esperando respostas de imediato, isso talvez afaste muita gente. Mas é bom, é um tipo de filtro de espectador, né. hahahaha
Eu realmente estou gostando da forma como estão fazendo as coisas, mesmo trazendo coisas de forma diferente em relação aos quadrinhos.

Responder
Stella 9 de junho de 2016 - 23:57

Nossa que nota hein kkkk praticamente 5 estrelas. Realmente Luiz querido ,este segundo episodio foi fantástico.A cena da igreja ja está entre as minhas preferidas dentre as cenas de impacto de series de tv. Muita gente está confusa que está diferente dos quadrinhos , na verdade não está , já foi confirmado pelos produtores que o inicio da serie é um preludio que os episódios finais serão adaptados os 2 primeiros volumes de Preacher. O final da temporada é o começo da HQ achei uma ótima sacada.Então ja podemos ficar tranquilos que o caminho já está traçado, e realmente quando eu li o primeiro volume tulipa , jesse e cassidy ja estão bem íntimos , então faz muito sentido.

Responder
planocritico 10 de junho de 2016 - 00:51

Só tenho a dizer uma coisa: O SANTO DOS ASSASSINOS ESTÁ CHEGANDO!!!!!!!

Cara, que prelúdio sensacional e que episódio LOUCO. Aquela pancadaria na Igreja é de outro mundo. E bem o que você disse mesmo: um vampiro lutando contra dois anjos (ok, o público em geral não sabe que são anjos ainda) para impedir que um espírito do bem e do mal (e que aparece dentro de Jesse!), filho de um anjo com uma demônia (outra informação que ninguém que não leia saiba), seja arrancado à base de serra elétrica de um reverendo beberrão e extremamente violento. Acho que nem Tarantino ou Buñuel imaginaria algo assim…

E cara, novamente sua crítica matou a pau! Sensacional a forma como você vem trazendo as informações.

E eu já disse que O SANTO DOS ASSASSINOS ESTÁ CHEGADO??????

Abs,
Ritter.

Responder
Alex Alves 10 de junho de 2016 - 11:00

Um dúvida para vocês que leram a HQ, o vampiro sabe que existe algo no padre ou ele está lá aleatoriamente ??

Responder
Alex Alves 10 de junho de 2016 - 11:00

Um dúvida para vocês que leram a HQ, o vampiro sabe que existe algo no padre ou ele está lá aleatoriamente ??

Responder
Luiz Santiago 10 de junho de 2016 - 20:42

Nos quadrinhos ele sabe sim, já no primeiro arco. Agora na série ele ainda não sabe… pelo menos não que tenha sido demonstrado.

Responder
Luiz Santiago 10 de junho de 2016 - 20:42

Nos quadrinhos ele sabe sim, já no primeiro arco. Agora na série ele ainda não sabe… pelo menos não que tenha sido demonstrado.

Responder
Luiz Santiago 10 de junho de 2016 - 20:38

Concordo plenamente: nem Buñuel e Tarantino pensariam algo assim. Que coisa louca! E que coisa sensacional! Eu terminei o episódio já convertido! hahahahaahhah

E que venha o Santo dos Assassinos!!! Esse vai dar dor de cabeça, hein!

Responder
Luiz Santiago 10 de junho de 2016 - 20:38

Concordo plenamente: nem Buñuel e Tarantino pensariam algo assim. Que coisa louca! E que coisa sensacional! Eu terminei o episódio já convertido! hahahahaahhah

E que venha o Santo dos Assassinos!!! Esse vai dar dor de cabeça, hein!

Responder
Régis Valker 10 de junho de 2016 - 22:05

Eu sinceramente so nao gostei da luta na igreja. kkkk
Mas opiniao é opiniao..
A historia é sensacional pelo jeito, a expectativa dele fazer alguma coisa a qualquer momento é muito grande e os atores e personagens sao muito carismaticos.
Eu daria 7 estrelas, ja que antes do segundo episodio tinha acabado de ver LoT. kkkkkkkk

Responder
Régis Valker 10 de junho de 2016 - 22:05

Eu sinceramente so nao gostei da luta na igreja. kkkk
Mas opiniao é opiniao..
A historia é sensacional pelo jeito, a expectativa dele fazer alguma coisa a qualquer momento é muito grande e os atores e personagens sao muito carismaticos.
Eu daria 7 estrelas, ja que antes do segundo episodio tinha acabado de ver LoT. kkkkkkkk

Responder
planocritico 10 de junho de 2016 - 00:51

Só tenho a dizer uma coisa: O SANTO DOS ASSASSINOS ESTÁ CHEGANDO!!!!!!!

Cara, que prelúdio sensacional e que episódio LOUCO. Aquela pancadaria na Igreja é de outro mundo. E bem o que você disse mesmo: um vampiro lutando contra dois anjos (ok, o público em geral não sabe que são anjos ainda) para impedir que um espírito do bem e do mal (e que aparece dentro de Jesse!), filho de um anjo com uma demônia (outra informação que ninguém que não leia saiba), seja arrancado à base de serra elétrica de um reverendo beberrão e extremamente violento. Acho que nem Tarantino ou Buñuel imaginaria algo assim…

E cara, novamente sua crítica matou a pau! Sensacional a forma como você vem trazendo as informações.

E eu já disse que O SANTO DOS ASSASSINOS ESTÁ CHEGADO??????

Abs,
Ritter.

Responder
André Godoy 9 de junho de 2016 - 20:19

Sensacional o episódio, me agradou mais que o primeiro, talvez por mostrar melhores atuações/ação/sangue/gore e tal e pra mostrar mais dos poderes do pastor. Acredito que até o evento no banheiro do tarado ele não tinha percebido ao certo o que podia fazer e como fazer, e acredito que ele saiu de lá não acreditando no que tinha feito e um tanto confuso, no mais, ótima crítica! Grande abraço!

Responder
Luiz Santiago 10 de junho de 2016 - 20:45

Obrigado, @disqus_TXv3zmSoTk:disqus!
Cara, esse episódio trouxe bases bem importantes para o desenrolar das coisas. Com um pouco de paciência, muita loucura ainda será revelada!

Responder
Luiz Santiago 10 de junho de 2016 - 20:45

Obrigado, @disqus_TXv3zmSoTk:disqus!
Cara, esse episódio trouxe bases bem importantes para o desenrolar das coisas. Com um pouco de paciência, muita loucura ainda será revelada!

Responder
André Godoy 9 de junho de 2016 - 20:19

Sensacional o episódio, me agradou mais que o primeiro, talvez por mostrar melhores atuações/ação/sangue/gore e tal e pra mostrar mais dos poderes do pastor. Acredito que até o evento no banheiro do tarado ele não tinha percebido ao certo o que podia fazer e como fazer, e acredito que ele saiu de lá não acreditando no que tinha feito e um tanto confuso, no mais, ótima crítica! Grande abraço!

Responder
joão 9 de junho de 2016 - 16:52

Achei que odiaria a série devido ao meu amor pela hq. Nunca estive tão enganado (felizmente!!!) Achei o primeiro episódio bem satisfatório mas esse segundo… eu amei!!! Achei um espetáculo e pelo visto a série não vai ter medo de ousar. Tô adorando!!! E já tinha vibrado muito com o preludio do Santo dos assassinos. Ótima resenha por sinal!!!

Responder
Luiz Santiago 10 de junho de 2016 - 20:47

Obrigado, @disqus_C1Ate1w9Mv:disqus!
Que ótimo que você, que gosta tanto das HQs, está curtindo a série. Eu li o primeiro arco, vi o ritmo e a atmosfera da coisa, e estou muito feliz com o trabalho ousado e ao mesmo tempo respeitando o original que eles estão fazendo. É algo que dá gosto de ver.

Responder
Luiz Santiago 10 de junho de 2016 - 20:47

Obrigado, @disqus_C1Ate1w9Mv:disqus!
Que ótimo que você, que gosta tanto das HQs, está curtindo a série. Eu li o primeiro arco, vi o ritmo e a atmosfera da coisa, e estou muito feliz com o trabalho ousado e ao mesmo tempo respeitando o original que eles estão fazendo. É algo que dá gosto de ver.

Responder
joão 9 de junho de 2016 - 16:52

Achei que odiaria a série devido ao meu amor pela hq. Nunca estive tão enganado (felizmente!!!) Achei o primeiro episódio bem satisfatório mas esse segundo… eu amei!!! Achei um espetáculo e pelo visto a série não vai ter medo de ousar. Tô adorando!!! E já tinha vibrado muito com o preludio do Santo dos assassinos. Ótima resenha por sinal!!!

Responder
Bruno 9 de junho de 2016 - 16:41

Cara, eu gostei do episódio, Cassidy é o melhor personagem, de longe pra mim e todas as suas cenas são muito bacanas. Mas sei lá, a série ainda não engrenou, ao meu ver, não sei se é pelo fato de eu não conhecer os quadrinhos, ou por eu estar acostumado a ver séries sobrenaturais com um ritmo mais acelerado, eu não sei, só sei que ficou aquela sensação de que nada acontece, feijoada, haha.

Responder
Bruno 9 de junho de 2016 - 16:41

Cara, eu gostei do episódio, Cassidy é o melhor personagem, de longe pra mim e todas as suas cenas são muito bacanas. Mas sei lá, a série ainda não engrenou, ao meu ver, não sei se é pelo fato de eu não conhecer os quadrinhos, ou por eu estar acostumado a ver séries sobrenaturais com um ritmo mais acelerado, eu não sei, só sei que ficou aquela sensação de que nada acontece, feijoada, haha.

Responder
Luiz Santiago 10 de junho de 2016 - 20:49

Não tem a ver com os quadrinhos, na verdade. Penso que é mais o costume com o ritmo. Mas é o que comento na crítica: ajuste a sua suspensão de descrença para ter uma melhor visão. E entenda cada episódio como uma pequena crônica. Essa é a proposta da série, aliás. E ela está sensacional dessa proposta. Conselho: siga assistindo.

Responder
Luiz Santiago 10 de junho de 2016 - 20:49

Não tem a ver com os quadrinhos, na verdade. Penso que é mais o costume com o ritmo. Mas é o que comento na crítica: ajuste a sua suspensão de descrença para ter uma melhor visão. E entenda cada episódio como uma pequena crônica. Essa é a proposta da série, aliás. E ela está sensacional dessa proposta. Conselho: siga assistindo.

Responder
jcesarfe 9 de junho de 2016 - 13:18

Ah se as séries da DC fossem como as da Vertigo!

Responder
Luiz Santiago 10 de junho de 2016 - 20:49

Nooooooossa, seria maravilhoso!

Responder
Luiz Santiago 10 de junho de 2016 - 20:49

Nooooooossa, seria maravilhoso!

Responder
planocritico 10 de junho de 2016 - 22:06

Pois é. As três da Vertigo – iZombie (pela CW!!!), Lucifer e Preacher – são ótimas. Não dá para entender o desleixo e preguiça com a DC…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 10 de junho de 2016 - 22:06

Pois é. As três da Vertigo – iZombie (pela CW!!!), Lucifer e Preacher – são ótimas. Não dá para entender o desleixo e preguiça com a DC…

Abs,
Ritter.

Responder
jcesarfe 11 de junho de 2016 - 21:39

Não gostei tanto de iZombie, mas o pior é cancelarem Lucifer tendo que aturar Arrow por 4 anos.
Acho que o pessoal da Warner devia sair do mundo paralelo deles e ligar a TV em outro canal para aprender a fazer série, se pelo menos assistirem Agents of SHIELD já é uma melhora imensa.
PS: Isso é mera ilusão, eles foram assistir é Supergirl, e agora ela mudou de canal.

Responder
jcesarfe 11 de junho de 2016 - 21:39

Não gostei tanto de iZombie, mas o pior é cancelarem Lucifer tendo que aturar Arrow por 4 anos.
Acho que o pessoal da Warner devia sair do mundo paralelo deles e ligar a TV em outro canal para aprender a fazer série, se pelo menos assistirem Agents of SHIELD já é uma melhora imensa.
PS: Isso é mera ilusão, eles foram assistir é Supergirl, e agora ela mudou de canal.

Responder
planocritico 11 de junho de 2016 - 22:53

@jcesarfe:disqus, não cancelaram Lucifer não! Nem pense em uma coisa dessas. A Fox confirmou a segunda temporada em abril desse ano!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 11 de junho de 2016 - 22:53

@jcesarfe:disqus, não cancelaram Lucifer não! Nem pense em uma coisa dessas. A Fox confirmou a segunda temporada em abril desse ano!

Abs,
Ritter.

Responder
jcesarfe 11 de junho de 2016 - 23:20

Me confundi completamente estava pensando em Constantine, outra ótima série desperdiçada, erro meu.

jcesarfe 11 de junho de 2016 - 23:20

Me confundi completamente estava pensando em Constantine, outra ótima série desperdiçada, erro meu.

jcesarfe 9 de junho de 2016 - 13:18

Ah se as séries da DC fossem como as da Vertigo!

Responder
R. Bertini 9 de junho de 2016 - 12:11

Apesar das várias mudanças que fizeram, a série está muito boa ! Não sei se quem nunca leu os quadrinhos está entendendo, até porque estão colocando muitas coisas que só serão explicadas depois. Mas vale a pena, eu mesmo que já li as HQ’s, estou levando como se fosse uma “outra versão” do que eu li.

Responder
Luiz Santiago 10 de junho de 2016 - 20:51

É uma “outra versão” integrada. É sensacional ver como estão ligando as coisas e lançando sementes para o futuro, não é?

Responder
Luiz Santiago 10 de junho de 2016 - 20:51

É uma “outra versão” integrada. É sensacional ver como estão ligando as coisas e lançando sementes para o futuro, não é?

Responder
R. Bertini 11 de junho de 2016 - 15:01

Isso sim é Preacher ! Eu estava com o pé atrás antes de estrear, mas agora só quero é mais. haha

Responder
R. Bertini 11 de junho de 2016 - 15:01

Isso sim é Preacher ! Eu estava com o pé atrás antes de estrear, mas agora só quero é mais. haha

Responder
R. Bertini 9 de junho de 2016 - 12:11

Apesar das várias mudanças que fizeram, a série está muito boa ! Não sei se quem nunca leu os quadrinhos está entendendo, até porque estão colocando muitas coisas que só serão explicadas depois. Mas vale a pena, eu mesmo que já li as HQ’s, estou levando como se fosse uma “outra versão” do que eu li.

Responder
Alex Alves 9 de junho de 2016 - 11:43

Não conheço a HQ também por isso a série é meio confusa com aqueles homens em busca do que caiu na terra e está dentro do Pastor e tal, mas to gostando muito da série personagens bacanas e Cassidy é muito foda.

Responder
Alex Alves 9 de junho de 2016 - 11:43

Não conheço a HQ também por isso a série é meio confusa com aqueles homens em busca do que caiu na terra e está dentro do Pastor e tal, mas to gostando muito da série personagens bacanas e Cassidy é muito foda.

Responder
Luiz Santiago 10 de junho de 2016 - 20:41

São coisas que você precisa tomar como mistério nesse inicio (se bem que aqui na crítica você já sabe o que são), porque tenha certeza: tudo será devidamente colocado. Neste, por exemplo, o Cassidy diz que é um vampiro, coisa que muita gente tinha ficado em dúvida no Piloto… Aos poucos as coisas se revelarão.

Responder
Luiz Santiago 10 de junho de 2016 - 20:41

São coisas que você precisa tomar como mistério nesse inicio (se bem que aqui na crítica você já sabe o que são), porque tenha certeza: tudo será devidamente colocado. Neste, por exemplo, o Cassidy diz que é um vampiro, coisa que muita gente tinha ficado em dúvida no Piloto… Aos poucos as coisas se revelarão.

Responder
Aphid 8 de junho de 2016 - 23:14

Não conheço a série de quadrinhos do Preacher, e fiquei bem perdido nesse episódio.
Obrigado por essa critica, me ajudou a entender mais esse universo hahah!

Responder
Luiz Santiago 9 de junho de 2016 - 06:40

Acontece. Tente pensar que nem tudo terá resposta imediata. Vá guardando essas informações e tente curtir a forma como elas estão sendo apresentadas. E claro, fica o convite para as críticas semanais aqui no PC, isso deverá ajudar a iluminar um pouco as ideias. 😀

Responder
Luiz Santiago 9 de junho de 2016 - 06:40

Acontece. Tente pensar que nem tudo terá resposta imediata. Vá guardando essas informações e tente curtir a forma como elas estão sendo apresentadas. E claro, fica o convite para as críticas semanais aqui no PC, isso deverá ajudar a iluminar um pouco as ideias. 😀

Responder
Aphid 8 de junho de 2016 - 23:14

Não conheço a série de quadrinhos do Preacher, e fiquei bem perdido nesse episódio.
Obrigado por essa critica, me ajudou a entender mais esse universo hahah!

Responder
Junito Hartley 8 de junho de 2016 - 22:09

Achei meio confuso esse 2 episodio e achei foda a referencia a Scarface “say hello to my little friend”

Comecei a ler a HQ e estou no 3 volume, e ate entao ja explicou bem mais coisa que os 2 episodios lançados, eu achei que jogaram muita coisa avulsa e isso que me deixou confuso.

Responder
Junito Hartley 8 de junho de 2016 - 22:09

Achei meio confuso esse 2 episodio e achei foda a referencia a Scarface “say hello to my little friend”

Comecei a ler a HQ e estou no 3 volume, e ate entao ja explicou bem mais coisa que os 2 episodios lançados, eu achei que jogaram muita coisa avulsa e isso que me deixou confuso.

Responder
Luiz Santiago 9 de junho de 2016 - 06:38

Esta é a questão. Veja como eu construo uma visão sobre a série e sua proposta no início. Se afaste um pouco dos quadrinhos e tente ver a série com paciência. É um cotidiano (ou algo através de tempos) que se constrói aos poucos….

Responder
Luiz Santiago 9 de junho de 2016 - 06:38

Esta é a questão. Veja como eu construo uma visão sobre a série e sua proposta no início. Se afaste um pouco dos quadrinhos e tente ver a série com paciência. É um cotidiano (ou algo através de tempos) que se constrói aos poucos….

Responder
Herbie: O Único 8 de junho de 2016 - 18:15

dominic cooper estava certo sobre ter dito que “a primeira temporada termina onde o quadrinho começa”,acho que é a única série da dc que presta (dc vertigo) ao lado de lúcifer

Responder
Luiz Santiago 9 de junho de 2016 - 06:35

Sim, é o que parece mesmo. Mas tem muita cosa dos quadrinhos que aparece aqui, disfarçadas ou mesmo descarada. É incrível a qualidade desse negócio!

Responder
Luiz Santiago 9 de junho de 2016 - 06:35

Sim, é o que parece mesmo. Mas tem muita cosa dos quadrinhos que aparece aqui, disfarçadas ou mesmo descarada. É incrível a qualidade desse negócio!

Responder
Herbie: O Único 8 de junho de 2016 - 18:15

dominic cooper estava certo sobre ter dito que “a primeira temporada termina onde o quadrinho começa”,acho que é a única série da dc que presta (dc vertigo) ao lado de lúcifer

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