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Crítica | “Queen” – Queen

por Luiz Santiago
334 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 4,5

Olhando em retrospecto para a grande carreira do Queen, é difícil imaginarmos os percalços e problemas que os 4 integrantes da banda passaram antes de se tornarem os ícones que se tornaram. E não digo isso pelo motivo óbvio ululante de todo projeto que engatinha miseravelmente antes de eventualmente ter sucesso. Até o lançamento do excelente A Night at the Opera (1975), quarto álbum de estúdio da banda, eles ainda tinham sérios problemas com finanças, turnês, crítica/recepção e seguiam naquela coisa de “brigar por dinheiro” que apareceu por acaso, durante a gravação da demo de Liar, em 1971, e que duraria até o final dos anos 1980.

Formada em 1970, a banda composta por Freddie Mercury (principal vocalista, piano), Brian May (guitarra, vocal), John Deacon (baixo) e Roger Taylor (bateria, vocal) já se conhecia há pelo menos 2 anos, todos em idade universitária (Deacon: 19 anos; Taylor: 21 anos; May: 23 anos; Mercury: 24 anos) e com visões relativamente diferentes sobre suas carreias. Depois da insistência de Mercury e Taylor em continuar tentando gravar o primeiro álbum, o sonho do quarteto foi realizado.

Em julho de 1973, Queen foi finalizado; um álbum de 40 minutos, com 10 músicas (9 canções e 1 instrumental), que hoje podemos ver como uma espécie de semente para todas as ideias que a banda traria nos discos seguintes. Trata-se de um produto relativamente desigual — no tocante ao conjunto do álbum — mas traz coisas bem interessantes como a tendência operística adaptada ao rock típica de Freddie Mercury (veja o que ele faz nas excelentes My Fairy King ou Jesus, por exemplo) e a harmônica interação entre os músicos — não o simples “arranjo entre partes” que vemos em muitos grupos de rock por aí –, deixando clara a simbiose entre o vocal de Mercury e a guitarra de May e a energia inacreditável de Taylor e Deacon na bateria e no baixo, respectivamente.

O álbum começa com Keep Yourself Alive, canção que gruda na cabeça e que já mostra a insana qualidade de Brian May na guitarra, com criações que servem de coluna para a música, que sabe recuar para dar espaço a um bem-vindo solo de bateria e que faz variações tonais aparentemente desconexas dentro da base harmônica da faixa (para um ouvinte desatento) mas que não só funciona muito bem como também nos faz perceber a intenção de May (que compôs a canção) em ligar os vocais do trio em “partes distintas“, daí os riffs plurais que ele espalha ao longo de quase 4 minutos. Não há dúvidas que foi a escolha certa para a abertura do disco, até porque ela tem um poder que pouco se repete no álbum — e não falo isso como algo negativo, entenda –, já que a tendência mais acústica e de músicas-suíte são a característica central do que vem depois.

As comparações do Queen com o Led Zeppelin foram muitas à época e são muitas até hoje, especialmente quando o crítico ou fã vai estreitar laços dentro do hard rock. No entanto, o que o Queen faz aqui é diferente em proposta musical, técnica e conjunto daquilo que o Led Zeppelin fez em seus álbuns I e II (ambos de 1969), os que mais são comparados ao Queen nesse início. A questão é que o quarteto da rainha teve, desde o começo, um modo diferente de fazer [não só] hard rock. Quer um exemplo deste mesmo álbum? Peguemos Liar. Observe a cadência da introdução da guitarra — ritmo e base –, as linhas musicais do baixo e os compassos diferentes da bateria. Há interrupção brusca do vocal (solo e de conjunto), há versos que lembram folk music, há um quê de pop em certas estrofes da canção… Como classificar esta música (ou a maioria delas) como sendo um genérico hard rock? Aliás, a característica primária do Queen foi a forma única de trabalhar os mais diversos gêneros, daí a estranheza de comparações “pau a pau” que normalmente se tenta fazer com o quarteto.

Com Doing All Right (composição de Brian May e Tim Staffell, da época da banda Smile) temos a balada do disco, uma canção bonita e que nos deixa confortáveis para reafirmar o já conhecido “contraste musical” típico do Queen. Mesmo sendo uma balada, há blocos de guitarra pesada além de variedade vocal e junção de vocais com coro. Mais uma vez, a pluralidade da banda se fazia ver. Na sequência, Great King Rat, a segunda faixa mais longa do projeto. Compasso de marcha, belos duetos e pequenas frases sobrepostas marcam a gravação, que a exemplo de outras canções já citadas, é dividida em blocos, cada um com um gênero/subgênero específico.

Saindo do mundo sujo e doente de Great King Rat, chegamos ao paraíso de Mercury em My Fairy King, que brinca com o poema O Flautista do Manto Malhado em Hamelin, de Robert Browning (se não leu, leia, vale muito a pena!) e dentro da mesma proposta da canção anterior cria um universo especial — porém, musicalmente mais elegante e de maior qualidade que em Great King Rat –, um mundo para o qual Mercury voltaria na última faixa, Seven Seas of Rhye, onde também temos a forte presença do piano. Neste álbum, temos apenas a versão instrumental desta composição, porque Mercury não havia terminado de escrever a letra. A versão cantada seria gravada no álbum Queen II.

The Night Comes Down é “a outra balada” do disco, mais nostálgica e mais pobre que Doing All Right. Também composta por Brian May, quando a banda Smile chegou ao fim, a canção tem um bom trabalho de engenharia de som, um bom vocal no refrão, mas a letra é enjoativa, melancólica demais. Possivelmente a canção mais fraca do disco. Modern Times Rock ‘n’ Roll tem seu ritmo acelerado, uma pegada proto-punk e é a típica música de “fazer todo mundo dançar” em shows, mas não é a melhor composição de Roger Taylor.

Son and Daughter nos traz o inesquecível I – WANT – YOU na letra. É uma canção que combina com o “final do disco”, realmente dando a impressão de que a jornada já estava terminando. Infelizmente, a versão de estúdio não traz o famoso solo de guitarra que as versões ao vivo conteriam. Por fim, Jesus, a penúltima canção do disco (e a última cantada), a versão de Mercury para a história de Cristo, uma sensacional mistura de rock e do Kyrie de qualquer missa que ganham na tríade de instrumentos (guitarra, baixo e bateria) uma força e qualidade aplaudíveis. A marcação das frases musicais em staccato, a voz forte e limpa de Freddie Mercury + as vozes de apoio numa forma da banda interpretar um coro sacro finalizam a canção em algo que poderíamos chamar de sublime: uma longa parte instrumental com direito a mais uma exibição perfeita de Brian May.

É claro que existem alguns pequenos tropeços neste primeiro álbum do Queen (The Night Comes Down, o maior deles), mas a verdade é que estamos diante de um sensacional disco de estreia, um daqueles álbuns que você ouve uma, duas, três vezes e não consegue nem começar a enjoar. Uma meteórica e brilhante carreira de uma das melhores bandas de todos os tempos estava apenas começando.

***

Nota sobre fontes: eu traduzi trechos de informações em entrevistas com os membros da banda para diversas redes de TV e rádio ao longo dos anos; compilei informações técnicas específicas expostas no livro Queen – História Ilustrada da Maior Banda de Rock de Todos os Tempos, de Phil Sutcliffe (e também de encartes de CDs, documentários de DVDs e livros que acompanham os boxes Especiais da banda); trouxe diversas informações sobre decisões ou discussões de bastidores, processo de criação das músicas, uso específico de instrumentos, descrição de cenas da produção dos discos, estilos ou comparações entre canções de diversas Eras da banda através de um processo criativo de caráter biográfico do documentário Queen – Days of Our Lives e também de artigos em diversas páginas ligadas à banda, aos estúdios e principalmente aos produtores dos discos.

Aumenta!: Liar
Diminui!: The Night Comes Down
Minha canção favorita do álbum: Jesus

Queen
Artista: Queen
País: Reino Unido
Lançamento: 13 de julho de 1973
Gravadora: EMI (Europa), Elektra (EUA)
Estilo: Hard Rock, Progressive Rock

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35 comentários

Luiz Santiago 10 de novembro de 2018 - 08:39

Cara, eu gostei muito de ler essa sua história de contato com a banda, de como a aproximação aconteceu e de como você foi mergulhando aos poucos nas canções. A minha aproximação com o Queen aconteceu quando eu tinha 18 anos, quando peguei emprestado um CD de Grandes Hits de um colega da faculdade. Eu já tinha ouvido algumas daquelas faixas, mas bem rapidamente. Ouvir um disco inteiro, com mais um monte de novidades pra mim foi uma verdadeira revelação. E aí minha paixão começou. hehehehehehehehe

Olha só que a nossa discordância aqui é ainda maior que o caso da gatinha do Freddie! Pra não falar que eu não gosto de nada de The Night Comes Down, eu gosto dos versos do refrão apenas e do instrumental de introdução. De resto… não dá, já tentei muito, não tem jeito.

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Ismael Osires 13 de novembro de 2018 - 16:38

Rs poxa, realmente essa sensação de pegar um disco inteiro cheio de “boas novidades” é algo muito singular, sobre ♫The Night Comes Down♫ curto muito, porque misturam a teatralidade e uma serenidade nos vocais, mas também tenho que concordar que ou se odeia ou se ama, afinal relevo por você gostar de ♫Going Slighty Mad♫ rs, brincadeiras a parte o disco é uma ótima entrada pro universo musical da banda.

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Luiz Santiago 13 de novembro de 2018 - 17:49

Hehehehehehehe de fato é uma entrada triunfal. A banda já começa num patamar que fica difícil encontrar uma caixinha para colocá-la e isso seria a base musical deles, sempre mudando, sempre experimentando…

Responder
Ismael Osires 9 de novembro de 2018 - 16:12

Como já venho mencionando, uma ótima experiência poder debater sobre trabalhos de sua banda predileta, depois da matéria sobre as melhores canções do Queen, o escritor das críticas me indicou a acompanhar o especial, no ano anterior só li e me deliciei com as criticas dos leitores e a crítica dos álbuns em si, mas agora vou pondo meu ponto de vista em relação a cada um quando o tempo for favorável. Falar desse álbum envolve uma série de peculiaridades, antes meu contato com a obra do Queen vinha de um DvD do show em Wembley “86 e as performances do Rock in Rio e uma ex namorada de Sampa que amava Somebody To Love, eu leigo sobre a banda até então não parava pra me aprofundar no assunto, até que um amigo que é tecladista e gosta de rock progressivo me indicou a discografia da banda e inclusive passou pra um HD meu, depois de um tempo resolvi e ir ouvindo álbum por álbum, na verdade arrisquei ouvir esse primeiro até por conta da capa que achei muito bonita, Roxo e seus derivados são minha cor predileta, como disse “peculiaridades”, me encantei ao final do processo, fosse em tempo livre ou trabalhando com algo, os arranjos a potência, teatralidade e química estavam todos lá num disco de estreia, como na crítica acima, sementes do legado que a banda viria a construir na história da musica, esse álbum foi um ótimo cartão de visitas pros trabalhos, ♫Keep Yourself Alive♫ tem uma pegada forte na guitarra do May e mostra um alinhamento ótimo nos vocais de Freddie e os backing vocals, além daquela cozinha matadora de John e Roger, ♫ Doing All Right♫ é uma balada herdada do Smile que demonstra a versatilidade do Queen em unir baladas e Hard Rock, a forma como Freddie canta e o piano se mistura na suavidade antes e após os ataques distorcidos da guitarra, que continua sendo o condutor da força em ♫ Great King Rat ♫ junto a uma bateria invocada de Tayloi, um rock de peso pra não botar drama, ♫ My Fairy King♫ mostra aquela essência mais teatral e com um ar mistico e que tensiona uma maré de emoções diversas, agora chegando a uma das mais marcantes pra mim ♫Liar♫ é um Rock que vai se expandido até tomar espaços vastos de contagio, tanto pela força do vocal de Freddie como o trabalho denso e competente da execução instrumental da banda, bem sintonizada em cada variação de ritmo, era algo que daria um extase executada ao vivo num estádio, sempre quis imaginar as obras do Queen naquela época com a mesma energia exercida, nos dias atuais, ♫The Night Comes Down♫ vai de encontro ao antagonismo com a crítica, sempre tive uma queda por baladas e musicas de arranjo mais suave, mencionei até que ela foi um gancho pra que eu me interessasse pela discografia do Queen, nela não havia a surpresa de conciliar suavidade e peso, mais tinha a surpresa justamente pela delicadeza com que é executada e cantada, pela letra também, acho que tem uma suavidade maior que qualquer outra faixa encontrada no disco e por isso trás algo especial pra composição geral do álbum, da vontade de caminhar a noite buscando espaço no luar “peculiaridades” imaginando o que o dia seguinte trará, depois dessa suavidade vem uma batida como trovão ♫Modern Times Rock ‘n’ Roll ♫ que é difícil mas pode levar o título de mais pesada e acelerada do disco (isso por manter o ritmo denso) ♫ Son and Daughter♫ e pra encerrar as faixas com vocais ♫ Jesus ♫ que é uma narração cristã irônica no refrão de que todos desceram pra poder ver o messias quanto á escutei pela primeira vez achei que seria mais acústica, mas as notas da Red Special mostram que era um equívoco, ♫Seven Seas of Rhye♫ foi a surpresa de reencontrar no disco seguinte cantada, um encerramento instrumental a altura de uma obra que foi muito bem elaborada, acabou numa sensação de que se os grupos tivessem a mesma força criativa e paixão pra compor e produzir seus álbuns de estreia atualmente, seria um mundo cuja a arte estaria em contínua ascensão.

1º Liar
2º The Night Comes Down (MUITO BOA SIM, NÃO VOU ABAIXAR O VOLUME) rs
3º Modern Times Rock ‘n’ Roll

Uma nota especial ao Lado B que deveriam ter incluído ♫Mad The Swine ♫ outra musica que mescla muito bem suavidade mas não tanto peso, e é agradável até pela performance vocal de Freddie e ritmo positivo da melodia.

Responder
Luiz Santiago 19 de julho de 2018 - 12:07

Valeu, @velho_chato:disqus!
Pois é, esses primeiros álbuns meio que passam à margem do conhecimento geral. Eu adoro o Queen, é minha banda favorita, então revisitar esses discos deles foi um presentão!

Responder
Velho Chato 19 de julho de 2018 - 00:10

Ótima crítica, ótima indicação, ótima banda! Queen é sempre uma experiência divertida e vale a pena o esforço de se aventurar pela parte menos conhecida do catálogo da banda! Bons tempos!

Responder
Cristiano de Andrade 14 de maio de 2016 - 23:19

Você me convidou para participar, então estou aqui, Luiz!

Gostei muito desse cd. Confesso que nunca tinha ouvido nenhuma musica dele!Mas gostei muito do que eu ouvi.

A musica que mais gostei é Doing All Right, mas todas são bacanas.

Responder
Luiz Santiago 15 de maio de 2016 - 00:31

@cristianodeandrade:disqus fico muito feliz que tenha aceitado o convite! De verdade fico. Será bacana ver sua opinião sobre os álbuns da banda, suas preferências. Será uma descoberta para você e será excelente trocar ideias sobre os discos que for ouvindo.

Que bacana que gostou do que ouviu! Que nota você daria para o disco?

Responder
Cristiano de Andrade 15 de maio de 2016 - 01:39

Vou dar um 5, Luiz. Acho que gostei de todas as omúsicas, a mais fracas realmente são the night comes down e modern time rock roll mas as outras são ótimas especialmente as 4 primeiras.

Responder
Luiz Santiago 15 de maio de 2016 - 02:07

Que máximo! Você realmente gostou do disco, hein! Legal mesmo. Seja bem vindo ao mundo do Queen! 😀

Responder
Luiz Santiago 15 de maio de 2016 - 02:07

Que máximo! Você realmente gostou do disco, hein! Legal mesmo. Seja bem vindo ao mundo do Queen! 😀

Responder
Cristiano de Andrade 15 de maio de 2016 - 01:39

Vou dar um 5, Luiz. Acho que gostei de todas as omúsicas, a mais fracas realmente são the night comes down e modern time rock roll mas as outras são ótimas especialmente as 4 primeiras.

Responder
Luiz Santiago 15 de maio de 2016 - 00:31

@cristianodeandrade:disqus fico muito feliz que tenha aceitado o convite! De verdade fico. Será bacana ver sua opinião sobre os álbuns da banda, suas preferências. Será uma descoberta para você e será excelente trocar ideias sobre os discos que for ouvindo.

Que bacana que gostou do que ouviu! Que nota você daria para o disco?

Responder
Cristiano de Andrade 14 de maio de 2016 - 23:19

Você me convidou para participar, então estou aqui, Luiz!

Gostei muito desse cd. Confesso que nunca tinha ouvido nenhuma musica dele!Mas gostei muito do que eu ouvi.

A musica que mais gostei é Doing All Right, mas todas são bacanas.

Responder
Luiz Santiago (luizsantiago) | Pearltrees 3 de fevereiro de 2016 - 11:04

[…] Crítica | “Queen” – Queen – Plano Crítico. Especial | Queen – Plano Crítico. Crítica | “Dystopia” – Megadeth – Plano Crítico. Crítica | “1989” – Taylor Swift – Plano Crítico. Crítica | “Traveller” – Chris Stapleton – Plano Crítico. Crítica | Steve Jobs (Trilha Sonora Original) – Plano Crítico. Crítica | Creed: Nascido para Lutar (Trilha Sonora Original) – Plano Crítico. Crítica | “David Bowie” – David Bowie (1967) – Plano Crítico. Plano Crítico – Crítica e Entretenimento. […]

Responder
Sergio Welter 25 de julho de 2015 - 15:50

Nossa, o cara destruiu “The Night Comes Down”, é uma música boa.Não sei o que viu de ruim na música.

Responder
Luiz Santiago 25 de julho de 2015 - 16:03

É só uma opinião, @sergiowelter:disqus, não se avexe não!

Ah, e sobre “o que eu vi de ruim”, está ali na crítica, justificadinho!

Abraço!

Responder
abacatemortífero 8 de maio de 2015 - 16:32

Curto pra caramba esse álbum, acho que do Queen o único disco que não me desce muito bem é o “The Works”, todos os outros considero ótimos.

Responder
Augusto 10 de maio de 2015 - 18:54

Bem curioso isso, o The Works é um dos meus preferidos deles, acho o melhor álbum com pegada mais pop que eles fizeram. O que não me desce bem é Hot Space, hehehe.

Responder
Luiz Santiago 10 de maio de 2015 - 19:30

Eu também não gosto muito de Hot Space. Mas tem “Under Pressure”, ou seja, pelo menos tem algo excelente ali! 😀

Responder
abacatemortífero 10 de maio de 2015 - 21:26

“Under Pressure” é perfeita. Parabéns pela excelente crítica sobre esse álbum.

Responder
Luiz Santiago 12 de maio de 2015 - 00:19

Sim, sim! Até o video oficial para a música é sensacional!
Valeu, @disqus_7wEKqYSDVJ:disqus! Volte sempre!

abacatemortífero 10 de maio de 2015 - 21:24

Então, não é que ache as músicas ruins, mas não consigo ouvir esse disco inteiro, uma faixa atrás da outra. O Hot Space ouço numa boa, apesar de não ser um “A Night At The Opera”. Mas o disco que me abriu as portas para o rock foi o “A Kind Of Magic”, esse foi o grande culpado de me fazer correr atrás e conhecer tantas bandas excelentes.

Responder
Luiz Santiago 12 de maio de 2015 - 00:18

A Kind Of Magic e animal!

Responder
Pedro Duzzi 8 de maio de 2015 - 10:36

Maravilhoso!!! Adoro o Queen! Melhor banda de rock ever!
Li no comentário abaixo que vcs vão fazer um Especial. Gente, não consigo parar de me apaixonar por esse site…
Como sempre, ótima crítica para um álbum maravilhoso.
Eu daria meu aumentar para Keep Yourself Alive tb!

Responder
Augusto 7 de maio de 2015 - 19:41

Antes de começar, preciso falar uma coisa, o Queen é minha banda favorita e gosto de tudo que eles fizeram (até de Hot Space, mas um pouquinho menos). Agora sim, como álbum de estreia ele é muito bom, tem algumas falhas, mas tudo bem. O começo do Queen é incrível e eles estão começando a achar o som deles (eles encontram completamente em A Night at the Opera), mas, dos primeiros álbuns da banda, eu acho esse o mais fraco.

Sobre a comparação com o Led, posso estar falando uma bobagem, mesmo o Queen tendo algumas coisas parecidas, ainda acho que é melhor que o Led (não me matem!!!)

Meu aumenta! seria Keep Yourself Alive, e minha canção preferida é Jesus, também.

Responder
Luiz Santiago 7 de maio de 2015 - 20:53

Também é a minha banda favorita! Vamos trocar muitas ideias nas próximas semanas, faremos críticas para todos os álbuns de estúdio deles.

Responder
Dino, o ssauro 15 de maio de 2016 - 19:08

Olhando as suas criticas e comentários antigos, e, descubro que temos gostos muito parecidos. Queen também é a minha favorita. XD

Responder
Luiz Santiago 15 de maio de 2016 - 23:35

Sensacional! Está convidado a acompanhar os álbuns e vir discutir por aqui! 😀

Responder
Luiz Santiago 15 de maio de 2016 - 23:35

Sensacional! Está convidado a acompanhar os álbuns e vir discutir por aqui! 😀

Responder
Dino, o ssauro 15 de maio de 2016 - 19:08

Olhando as suas criticas e comentários antigos, e, descubro que temos gostos muito parecidos. Queen também é a minha favorita. XD

Responder
Karam 8 de maio de 2015 - 13:29

“ainda acho que é melhor que o Led (não me matem!!!)”

QUERO TE MATAAAAAAAAARRRRRRR

hahahaha 😛

Responder
Augusto 8 de maio de 2015 - 16:49

Não me mate, por favor!!!!!

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Responder
Karam 7 de maio de 2015 - 11:28

Heil Beatles!

hahahahahaha

(só pra provocar um tiquin…)

Responder
Luiz Santiago 7 de maio de 2015 - 19:06

HUAHAUHAUA, eu sabia que isso ia aparecer mais cedo ou mais tarde! To de olho, to de olho! hahahahhaha

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