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Crítica | RoboCop 2

por Ritter Fan
643 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 0,5

Enquanto Robocop é uma sátira ferina às corporações, à corrupção e às privatizações, com fortes pitadas de filosofia sobre o que é a humanidade, Robocop 2 é uma paródia do primeiro filme, mas só que uma paródia extremamente mal escrita e mal dirigida, que em nada acrescenta ao original, não conseguindo nem mesmo ser engraçada quando tenta.

Há que se saber a diferença entre uma coisa e outra e os roteiristas Walon Green, que nunca havia feito e nunca faria nada que prestasse e Frank Miller, que cometeu aquele atentado cinematográfico chamado The Spirit, assassinando fantástica obra de Will Eisner, simplesmente não sabem o que é uma coisa ou outra e acabam fazendo um desserviço à franquia. Mas o roteiro de Robocop 2 nem é o maior pecado nessa película. Se tiverem coragem, continuem lendo…

Para começar, os valores de produção de Robocop 2 são absolutamente patéticos. Se no primeiro filme o protagonista parece de verdade um robô feito de aço ou algum metal parecido, na continuação ele é visivelmente feito de plástico e, ainda por cima, com uma coloração azulada que empresta um tom excessivamente cartunesco a ele. Os efeitos especiais em computação gráfica – o filme é de 1990 e o CGI engatinhava nessa época – são da mais baixa qualidade, tornando evidentes as telas azuis (hoje a maioria dos chroma-keys é verde). O mesmo vale para o trabalho de stop-motion, tão detalhado e perfeitamente inserido nos set-pieces na obra original e que se transformam em horrendas caricaturas que lembram o começo dessa técnica, lá pela década de 30, com movimento entrecortado e desproporcional com o que se vê ao redor.

E olha que os produtores fizeram um enorme e vitorioso esforço de trazer de volta 100% do elenco. Peter Weller é de novo Robocop/Murphy e Nancy Allen é sua fiel parceira Anne Lewis. Voltam também todos os executivos da OCP, incluindo seu presidente, chamado apenas de Old Man, vivido por Dan O’Herlihy e Donald Johnson, vivido por Felton Perry, além do Sargento Reed (Robert DoQui) e a esposa de Murphy, Ellen (Angie Bolling). Mas o que antes era interessante, agora é raso. A narrativa paralela que envolve Ellen começa a ser desenvolvida, com Robocop vigiando sua ex-esposa, mas, de uma hora para outra, ela desaparece completamente, para nunca mais voltar. Nem mesmo Peter Weller tem muito que fazer a não ser andar como um robô, característica essa que é mal trabalhada por Irvin Kershner (como ele dirigiu O Império Contra-Ataca, ele está automaticamente perdoado por todo e qualquer atentando audiovisual que tenha cometido), pois ele expõe demais o lado desengonçado de Robocop, criando momentos involuntariamente jocosos.

E os personagens novos são extremamente estereotipados. Há o vilão drogado que se acha um deus (Cain, vivido por Tom Noonan), o prefeito de Detroit que é um histérico que veste um terno dois ou três números maiores do que deveria (Kuzak, vivido por Willard E. Pugh) e o garoto aprendiz de vilão Hob (Gabriel Damon). Todos estão péssimos em seus papeis, mas muito mais pelo fato de o roteiro maltratar seus personagens do que qualquer outra coisa.

Tentando repetir os temas do primeiro, mas falhando fragorosamente, os roteiristas caem no pastiche e não conseguem sustentar uma narrativa minimamente competente. A história é simples: Robocop patrulha a cidade, mas o crime aumentou e há uma nova droga – Nuke – tomando conta da região. Ao investigar, ele é quase morto por Cain e sua gangue e a OCP decide, então, embarcar em um projeto intitulado Robocop 2 (não é original?), mas não consegue material biológico “compatível” com os experimentos. Assim, uma brilhantemente imbecil psicóloga, Dra. Juliette Faxx (Belinda Bauer), resolve recrutar bandidos enlouquecidos para fundir com o projeto robótico. Se você revirou os olhos com essa explicação, você não faz ideia como é que essa história é a parte “boa” dessa fita.

Afinal de contas, até mesmo os vários e inteligentíssimos ingredientes midiáticos inseridos em Robocop são transformados em arremedos que tentam ser engraçados, mas que forçam tanto o lado cômico que o resultado é simplesmente ridículo. Vejam, por exemplo, o anúncio do bloqueador solar Sunblock 5000, uma pasta azul gosmenta com que uma modelo de biquíni besunta o corpo para se bronzear no sol da Califórnia que, nesse futuro, não conta mais com a proteção da camada de ozônio. É um daqueles momentos que dá vontade de pegar o controle remoto e jogar contra a televisão. Seria perfeito (ok, mais ou menos) em um esquete do Monty Python, mas, em Robocop 2, demonstra muito claramente que nenhum dos envolvidos fez um mísero esforço para entender o que os roteiristas do original quiseram passar.

Robocop 2 é uma excelente lição de como não fazer um filme, de como pisotear a obra original e, de quebra, de como tratar o espectador como idiota. É uma pena que essa fita tenha o rótulo “Robocop”, pois o original de Verhoeven não merecia essa desfeita.

Robocop 2 (Idem, EUA – 1990)
Direção: Irvin Kershner
Roteiro: Walon Green, Frank Miller
Elenco: Peter Weller, Nancy Allen, Dan O’Herlihy, Felton Perry, Robert DoQui, Angie Bolling, Tom Noonan, Willard E. Pugh, Gabriel Damon, Belinda Bauer
Duração: 117 min.

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54 comentários

Alisson Fuly da Silva 9 de junho de 2020 - 21:04

Quantos filmes tem do Robocop ao todo? tirando o da Padilha? eu lembro que quando eu era pequeno haviam mais DVDS além dos três primeiros na Locadora, seria um série?

Responder
planocritico 9 de junho de 2020 - 21:13

São três filmes + o reboot do Padilha, além de quatro séries de TV, duas live-action, duas em animação.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 23 de outubro de 2018 - 10:17

É, eu não consigo gostar.

Abs,
Ritter.

Responder
Helbert Alves Correa Lima 22 de outubro de 2018 - 22:01

Eu gosto. Tem alguns exageros mas é bom.

Responder
Anônimo 17 de março de 2020 - 22:28
Responder
Beto Magnun 25 de março de 2018 - 14:04

Eu gostava mais desse que do original, Mas acabei de rever e realmente não chega aos pés do original.
Não achei tão ruim quanto o Ritter. O filme me divertiu. Gosto das propagandas lá do sistema de segurança do carro e do protetor solar. Enfim… Eu daria nota 5 de 10.

Responder
planocritico 26 de março de 2018 - 15:55

Não tem como chegar aos pés. Muito ruim essa desgraça, HAHAHAHAHAHAHHA.

Abs,
Ritter.

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João Gois 29 de dezembro de 2017 - 10:19

O Robo cop 2 ruim !!??, parece que sou dos contra, agora pq o andar dele é ridiculo como assim ? Qual defeito no andar ?
A trilha sonora é uma orquestra boa demais, caso se fosse funk aí seria outra história

Responder
planocritico 29 de dezembro de 2017 - 15:30

Ruim não. Péssimo.

Abs,
Ritter

Responder
planocritico 29 de dezembro de 2017 - 15:30

Ruim não. Péssimo.

Abs,
Ritter

Responder
Flavio Batista 26 de dezembro de 2017 - 16:13

@planocritico:disqus e vc saberia dizer alguma coisa sobre a dublagem desse filme?
Outro dia fui assistir e me pareceu q duas pessoas diferentes dublam o garotinho: uma voz mais roucas mas q parece mais infantil e uma voz meio de bandido, contudo bem mais adulta.
Eu assisti na epoca e gostei até, viu? Lembro q foi anunciado como algo assim: “a prova de que continuaçoes podem ser tao boas qto os originais”

Responder
Flavio Batista 26 de dezembro de 2017 - 16:13

@planocritico:disqus e vc saberia dizer alguma coisa sobre a dublagem desse filme?
Outro dia fui assistir e me pareceu q duas pessoas diferentes dublam o garotinho: uma voz mais roucas mas q parece mais infantil e uma voz meio de bandido, contudo bem mais adulta.
Eu assisti na epoca e gostei até, viu? Lembro q foi anunciado como algo assim: “a prova de que continuaçoes podem ser tao boas qto os originais”

Responder
planocritico 27 de dezembro de 2017 - 01:11

Desconheço essa questão da dublagem. Mas não, esse filme nem dá para colocar na mesma frase que o filme original…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 27 de dezembro de 2017 - 01:11

Desconheço essa questão da dublagem. Mas não, esse filme nem dá para colocar na mesma frase que o filme original…

Abs,
Ritter.

Responder
Beto Magnun 25 de março de 2018 - 14:02

Cara, eu acabei de ver uma versão assim também e não entendi. Uma hora o guri tem voz de velho na outra voz de criança.

Responder
JC 24 de julho de 2016 - 16:26

Puxa….que coisa.
Eu vi esse filme muitos anos atrás….e só re vi agora . Comprei em BLuray.
Não acho tão ruim assim…é até muito legal.
Ou será que minha memória afetiva influência na minha crítica? Rs

Responder
planocritico 24 de julho de 2016 - 23:55

Memória afetiva faz parte do jogo, @JCnaWEB:disqus . Eu vi RoboCop 2 na época de seu lançamento no cinema e já não gostei naquela época mesmo.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 24 de julho de 2016 - 23:55

Memória afetiva faz parte do jogo, @JCnaWEB:disqus . Eu vi RoboCop 2 na época de seu lançamento no cinema e já não gostei naquela época mesmo.

Abs,
Ritter.

Responder
JC 24 de julho de 2016 - 16:26

Puxa….que coisa.
Eu vi esse filme muitos anos atrás….e só re vi agora . Comprei em BLuray.
Não acho tão ruim assim…é até muito legal.
Ou será que minha memória afetiva influência na minha crítica? Rs

Responder
Helder Zemo 22 de dezembro de 2015 - 13:31

esta comprovado, Star Wars sugou todo o talento do Irvin Kershner kkkkk nao sabia que ele tinha dirigido este atentado que ate hoje o Frank Miller jura de pe junto que nao usaram nada do seu roteiro (quando o fllho é feio, todo mundo nega ser o pai kkkkk) lembro que depois do Robocop 1 ser violento e tal, mas fazer um baita sucesso com a criaçada fizeram um robocop pra garotada, e deu… nisso ai kkkk

Responder
planocritico 22 de dezembro de 2015 - 17:16

Foi mesmo, @disqus_qqVEa4WRHI:disqus! O cara não fez mais nada que prestasse…

RoboCop 2 é uma tragédia em todos os quesitos… Chega ao ponto de eu ter gostado bem mais do 3…

Abs,
Ritter.

Responder
Wanderson Silva 21 de novembro de 2020 - 21:37

Sua Análise é boa, mas quando vi esse seu comentário vi que vc não bate bem da cabeça. Amigo aonde que R3 é melhor que o R2? Respeito muito sua opnião de odiar esse filme, mas quando você falou que o R3 é melhor que o R2, esquece que eu falei que sua análise foi boa.

Responder
planocritico 21 de novembro de 2020 - 21:37

Isso é que respeitar opiniões!

HAHAHAHAHAHHAHHAHHAHAH

– Ritter.

Responder
Wanderson Silva 22 de novembro de 2020 - 12:35

hahahah eu tentei.

15 Movies That Actually Inspired Crimes In The Real World - Ice Trend 11 de novembro de 2015 - 10:21

[…] Source: planocritico […]

Responder
Heverton Gomes 21 de agosto de 2015 - 12:49

Impressionante a quantidade de pessoas defendendo essa bomba ….. como dissseram anteriormente acho que não vimos o mesmo filme….. filme medonho esse roboop 2 …. momento vergonha alheia de todos envolvidos nessa bomba.

Responder
planocritico 21 de agosto de 2015 - 12:51

@hevertongomes:disqus, também acho, mas, como se diz, “gosto não se discute”…

Abs,
Ritter.

Responder
Heverton Gomes 21 de agosto de 2015 - 12:59

Ritter mais uma vez parabéns pelo site …. leio primeiro as resenhas daqui e depois escolho o filme …. sempre coerente em 99% das resenhas …. sucesso e continue sempre nos atualizando… valeu.

Responder
planocritico 21 de agosto de 2015 - 15:20

Obrigado, @hevertongomes:disqus! E, sempre que discordar de uma opinião nossa, vamos debater! É sempre fascinante discutir pontos de vista diferentes.

Abs,
Ritter.

Responder
Fabio Rander 26 de abril de 2015 - 12:04

acho que como eu vc tbm queria que o 2 fosse fiel ao que frank miller fez nas hqs mas seria impossivel velos ba telona kkkkkkk

Responder
planocritico 26 de abril de 2015 - 14:29

Não necessariamente, @fabiorander:disqus. Queria um filme bom. No mínimo dentro do espírito do original. Esse passa longe em basicamente todos os quesitos.

Abs,
Ritter.

Responder
Fabio Rander 26 de abril de 2015 - 12:00

eu gostei cain pegou geral e realmente quem leu a hq do frank miller é um filme infilmavel mas é bom o 2 ate que vai foi uma boa continuação mas o 3 aquilo é horrivel !

Responder
planocritico 26 de abril de 2015 - 14:28

@fabiorander:disqus, a HQ foi lançada depois apenas. E o roteiro sofreu muitas mudanças e a qualidade da produção caiu demais nessa continuação.

Abs,
Ritter.

Responder
Genésio Cavalcanti Albuquerque 4 de junho de 2014 - 14:35

Ritter: o filme foi mal criticado porque a crítica esperava um conteúdo semelhante ao original e o roteirista Frank Miller ousou em fazer uma continuação sem plágio com críticas aos governos das cidades e suas relações com o crime organizado. Irvin Kersner dispensa comentário, faz filme de ficção como nenhum outro cineasta. Infelizmente ele faleceu mas deixou a sua marca no cenário cinematográfico.

Responder
planocritico 4 de junho de 2014 - 15:34

Genésio, mas essa ligação do crime organizado com o governo é justamente um dos temas abordados por Vehoeven no filme original. Miller não fez nada muito diferente não e, no meu entender, ainda tomou decisões equivocadas sobre o uso da mídia no segundo filme (que ele imita do primeiro, mas sem saber como). Na minha cabeça, Miller copiou sim o primeiro filme sem acrescentar nada. Ao contrário até: ele retirou a alma do que é RoboCop.

Sobre Irvin Kershner, para mim ele só fez um filme bom, que é sua obra-prima e que eu para sempre serei grato: O Império Contra-Ataca. O resto é de apenas ok para baixo, a maioria sendo muito ruim.

Abs, Ritter.

Responder
Genésio Cavalcanti Albuquerque 4 de junho de 2014 - 21:53

Ritter, o tema abordado no primeiro filme foi a disputa feroz das grandes coorporações americanas. A ousadia de Frank Miller custou comentaŕios negativos mas ele sabia que não podia fazer uma cópia do primeiro e tornou-se sim um bom filme digno de continuação.

não basta apenas copiar, a criatividade ousada tem que sobresair. te mais

Responder
planocritico 4 de junho de 2014 - 22:19

Esse é apenas UM dos temas abordados pelo primeiro filme e nem é o mais importante. O primeiro filme é riquíssimo e eu poderia listar dúzias de temas aqui: o que é ser humano, o poder da mídia, a corrupção, a influência das empresas privadas no Estado, o que é a família, fascismo, amizada, a substituição do homem pela máquina e por aí vai. Miller não fez nada de novo, só efetivamente REPETIU, de maneira equivocada, alguns temas do primeiro filme.

E Kerschner não soube extrair visualmente nada de bom do roteiro fraco. O resultado foi esse aí da minha crítica. Mas, novamente, respeito sua opinião, só discordo completamente.

Abs, Ritter.

Responder
Genésio Cavalcanti Albuquerque 4 de junho de 2014 - 22:43

A recíproca é verdadeira também não concordo com sua análise mas fica aqui o registro.

Genésio Cavalcanti Albuquerque 2 de junho de 2014 - 23:54

Robocop 2 foi uma boa continuação, abordando desde drogas sintéticas até crianças no comando e distribuição de drogas. A greve da polícia desencadeia uma onda vandalismo na qual a cidade está entregue aos delinquentes. A tentativa de aposentar o antigo policial cibernético e inserir uma nova força de combate robótica, cai por terra levando o velho Alex Murph a tentar parar a máquina destrutiva do projeto fracassado da ocp.

O diretor Irvin Kersner soube mostrar o que é dirigir um bom filme de ficção científca como ele o fez em o império contra-ataca. Frank Miller desafiou no roteiro e escreveu uma estória interessante sem ter a pressão de copiar algo do filme anterior.

Responder
planocritico 3 de junho de 2014 - 12:23

Respeito sua opinião, Genésio, mas estou quase desconfiado que não vimos o mesmo filme! 🙂 – Abs, Ritter.

Responder
Wanderson Silva 21 de novembro de 2020 - 21:37

O filme foi prejudicado por não deixarem todas as ideias do Frank fluírem na visão dele, o erro do Frank foi ter insistido no R3 e deixar mais uma vez cagarem com sua ideia, transformando Robocop em um robô inútil pior ainda do que o Robocop do José Padilha.

Responder
planocritico 21 de novembro de 2020 - 21:37

Imagine só se tivessem deixado as ideias do Miller “fluirem”… O resultado seria do nível de The Spirit, em que as ideias dele fluíram tanto que viraram diarreia mental…

– Ritter.

Responder
Wanderson Silva 22 de novembro de 2020 - 12:36

Até os geniais tem trabalhos ruins, você mesmo já comentou isso sobre Kershner.. Você tá mencionando um trabalho ruim dele, ou vai dizer que 300 ou Sin City são diarreias mentais? Você achar R3 melhor do que R2 é uma diarreia mental e tanto.

Responder
planocritico 22 de novembro de 2020 - 12:37

No cinema, Miller é 100% imprestável. Quero ele longe dessa mídia e foi isso que quis dizer, já que não faz absolutamente sentido algum comparar o trabalho dele em quadrinhos e no cinema…

Depois a diarreia mental é a minha…

– Ritter.

Wanderson Silva 22 de novembro de 2020 - 12:38

Estou falando justamente dos filmes, ele esteve envolvido na direção, enfim neah.. segue!

Lou_Pacheco 19 de fevereiro de 2014 - 23:01

O diretor é o Irvin Kershner, q dirigiu uma das mais perfeitas obras de ficção científica cinematográfica, ou seja, O Império Contra-ataca??? Como pode ter errado tanto dessa vez??

Responder
planocritico 20 de fevereiro de 2014 - 00:47

Pois é. Até gente genial erra… Mas, na verdade, Kerschner só acertou de verdade em Império. Mas, como Império é Império, ele tem minha devoção para todo o sempre! 🙂 – Ritter.

Responder
Raju 15 de novembro de 2020 - 18:11

Crítica fraquíssima! Robocop 2 não é de maneira alguma ruim como este texto dá a entender. Na verdade, o filme é bem divertido.

Responder
planocritico 15 de novembro de 2020 - 18:41

Como você acha o filme “bem divertido”, uma crítica que contrarie o que você acha é automaticamente “fraquíssima” e não algo que possa gerar uma conversa sadia em que você traga argumentos para dar base à sua conclusão. Uma pena.

– Ritter.

Responder
Wanderson Silva 21 de novembro de 2020 - 21:37

A verdade que isso nem é ao menos uma critica, isso é coisa de hater.

Responder
planocritico 21 de novembro de 2020 - 21:37

É, claro. Bem isso. Por que eu faço críticas como um fã bobalhão do tipo “a história é boa, então o filme é bom” ou como gente que não entende que, quando alguém escreve algo com que não se concorda, não quer dizer que o que está escrito é ruim.

– Ritter.

Wanderson Silva 22 de novembro de 2020 - 12:35

Pois não é o que parece. Mas de qualquer forma concordo com você em alguns pontos. Se tivesse falando de R3 eu compreenderia.. pra mim não seria exagero, ele é terrivelmente péssimo.

planocritico 22 de novembro de 2020 - 12:35

“Terrivelmente péssimo” não é uma explicação, apenas uma conclusão hiperbólica. Explique o porquê, mas tente ir além de “a história é ruim” ou “não gostei do Robocop voando”. Caso contrário, a conversa fica tão vazia e sem sentido quanto sair negativando comentários com que não concorda…

– Ritter.

Wanderson Silva 22 de novembro de 2020 - 12:38

Simples.. do começo ao fim é ridículo.. o Robocop entra em ação pulando com o carro do prédio, foi até legal.. até a parte dele atirar no teto do carro e depois começar atirar no chão e botar os caras pra correr.. ainda se deixou ser incendiado. No decorrer o filme só piora, depois de levar um tiro de granada no peito fica com o sistema com baixa eficiência.. mas tinha que ser quase o filme todo? Além do mais apanhou até dizer chega daqueles “ninjas de manequim” das formas mais absurdas que se possa imaginar e só conseguiu derrotar com a ajuda da menininha esperta.E por final a cena dele voando foi pífia. Resumindo filme tosco e muito previsível. Mas eles conseguiram vender muitos brinquedos neah.. foi bom pra criançada.

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