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Crítica | Shazam! (2019) – Com Spoilers

por Gabriel Carvalho
349 views (a partir de agosto de 2020)

“Billy Batson, eu escolho você como campeão.”

  • Confira a nossa crítica sem spoilers clicando aqui.

O nascimento de um bebê

Você conseguiria ser suficientemente bom para tornar-se um grande super-herói, caso uma magia surgisse abruptamente aos seus pés, conferindo superpoderes extraordinários ao seu corpo? A sabedoria de Salomão, a força de Hércules, a coragem de Aquiles, o poder de Zeus, a resistência de Atlas e a velocidade de Mercúrio. Caso todas essas virtudes fossem transferidas a você, com uma palavra apenas o distanciando de uma pressuposta grandiosidade, reagiria responsavelmente ou irresponsavelmente? Dirigido por David F. Sandberg, conhecido por projetos pautados no horror – os primeiros minutos mostram isso -, Shazam! é uma comédia que coloca o espectador frente a uma jornada relacionada a acreditar nos potenciais das pessoas. Propõe nos indagar o que significa, para uma criança, merecimento, capacidade e oportunidade e o que essas noções representam para o seu crescimento. Tudo, porém, irá retornar a um conceito recorrente em projetos cinematográficos.  Qual o mais importante dos alicerces para se criar crianças e pessoas?

Um lar harmonioso, não é a verdade? Ou seja, o que acontece com aqueles que não possuem isso? Billy Batson (Asher Angel), um garoto travesso, sem pai, sem mãe e sem casa, após ter sido escanteado tanto por quem importava para o jovem, perdeu sua pureza. Como o antagonista – primeiro apresentado -, também não possuiu uma estrutura familiar carinhosa. Então, já que o menino não é tão inocente assim, por que transformou-se, mediante a intercessão de um velho mago, em um super-herói? Uma mera coincidência. “Com grandes poderes vem grandes responsabilidades”, comentava Tio Ben a um jovem Peter Parker, o conhecido Homem-Aranha. O garoto tornar-se-ia, por conta do quão aleatório é o universo, assim como Billy, um super-herói. E arcaria com as responsabilidades, em uma jornada de amadurecimento. Mesmo caminhando por essa trajetória tão costumeira, a obra assina uma mensagem sua sobre a importância de um lar. Todos possuem potenciais. Um grupo, um apoio, pode ser um sustentáculo a acreditarmos em nós.

Tobey Maguire, na saudosa trilogia de Sam Raimi, entrava em uma jornada de vingança, querendo vingar o seu tio morto injustamente. Um tom sombrio era bem marcante, pois a criminalidade era uma ameaça mais sensível. Billy Batson, por sua vez, viverá aventuras juvenis, sem se preocupar nem um pouco com responsabilidades. Os poderes são poderes, quer use-os para algum fim ou não. Billy e o seu amigo-irmão Freddy (Jack Dylan Grazer) querem saber de comprar cervejas – e depois cuspir o conteúdo -, ganhar status nas redes sociais e arrecadar grana. Logo mais um teor grave surgirá pontualmente, ainda que cartunesco e compartilhado com a jocosidade sem comprometimentos. É a presença de um super-vilão maligno, mas que dialoga constantemente com Billy em origem traumática. Pois ambos, tanto o herói quanto o vilão, foram rejeitados pela instituição primeira ao ser: a família. Batson terminará sendo adotado outra vez, por uma  casa que acolhe crianças órfãs. O protagonista, portanto, precisará crer no funcionamento daquele ambiente.

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Os primeiros erros de uma criança

Uma diferença, porém, separa o protagonista do antagonista. Billy não é negado. E se fosse? Embora possua nuances tão instigantes, que incrementam em substância o enredo, Shazam! não se preocupa em concretizar várias das questões que sugere. Como, por exemplo, o Mago Shazam (Djimon Hounson) ter errado quando tornou-se rigoroso sobre as pessoas possuírem potenciais – rapidamente as rejeitando -, sem nem antes as propor ensinamentos – o contrário de um mestre como o Yoda, citado no próprio longa posteriormente. O Doutor Estranho precisou aprender com um ancião. Thor teve que ir para a Terra tornar-se digno. Esse personagem, entretanto, é apenas uma manivela narrativa, jorrando conceitos – uma mitologia bastante simples e compreensível – que seriam mais orgânicos caso o roteiro se propusesse a amarrar os acontecimentos e a sua mensagem com mais competência. Depois de repassar, no desespero, os seus poderes a Billy, o personagem some. Iremos, ao invés de experienciarmos uma progressão, assistir só a reiterações.

E a contraposição entre o protagonista e o antagonista, rejeitado quando criança pelo mago e também pela sua família, poderia ser bem mais provocante. Os confrontos são engraçados, mas uma acidez possivelmente crescesse o longa. Colocaria os personagens para pensarem com mais intensidade suas condições dentro de uma sociedade, mesmo que com um humor subjacente se entendendo como necessário. Essas questões permanecem em um ambiente mais raso, enquanto a graça mesmo é ver o gênero de super-herói originar-se dentro de um mundo em que super-heróis existem e são aclamados. O super-vilão precisaria ser mais que apenas uma piada com super-vilões serem obrigatórios às origens dos super-heróis, revistas aqui. Pois as temáticas são importantes dramaticamente, apresentadas com vigor, mas esquecidas para dar margem a um tratamento mais genérico ao drama do antagonista e até mesmo ao do garoto. O Doutor Silvana (Mark Strong) se torna um vilão de uma nota só. E o seu pai, que o criou sem dar amor, um menor.

Batson, quando era uma criança, morava com a sua mãe, até que se perdeu dela no parque. Uma reviravolta, porém, aponta que, na verdade, sua mãe sabia qual era o seu paradeiro, mas preferiu o abandonar. Tudo isso é apresentado de uma maneira bastante automática, sem espaço para que haja reflexões acerca do que aconteceu e do que está acontecendo com esses personagens. Os flashbacks surgem sem pedir nem uma licença. Que tal Billy retirar, após o esperado encontro, a sua mãe daquela situação de aparente abuso doméstico? Quiçá fosse tocante. Mesmo assumindo uma simplicidade, o roteiro de Henry Gayden e Darren Lemke expõe os seus desperdícios, suas inconclusões e o quão, em alguns aspectos, alcança apenas a superfície. Freddie, além do mais, questiona o uso que Billy dá aos seus poderes, mas não os usaria para fins melhores – e sim ganhar fama no colégio. O moralismo torna-se mais contraditório e menos sincero. Onde que a jornada de aprendizado, reconhecer o amor, vai morar?  O que resta é a energia, o carisma e vigor.

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O amadurecimento de um adolescente

Já com uma simplicidade que mostra ser mais sincera, Sandberg encontra méritos na construção de Shazam!, principalmente em seus valores de gênero: a comédia e ação que se unem. Empolga os espectadores, vide uma montagem ritmada, sempre se encaminhando à continuidade, ou seja, priorizando um timing certeiro. É muito gostosa a apresentação do protagonista ao seu novo lar, onde mais personagens simpáticos aparecerão, cada um com sua personalidade ímpar. Quando Batson conquistar os seus poderes, passando a ser interpretado por Zachary Levi – muito crianção e convincente -, o longa ganhará ainda mais dinâmica, compreendendo o mundo super-heroico ao seu redor como um universo também adolescente, baseado na crença em celebridades. Essa é uma obra que mistura o realismo mais sóbrio da Warner/DC com a magia, ganhando uma identidade visual que é muito particular – e estranha também -, mas que é justificada. As cores dos uniformes contrastam com o cinza de Filadélfia. Já ações do protagonista realizando proezas são capturadas como se fossem espécies de visões documentárias duma emancipação super-heroica.

Momentos mais empolgantes são, em um outro plano, guardados para o terceiro ato do filme, compensando um pouco do quão repetitiva a obra termina sendo, estourando as duas horas de duração. Um conceito que é clássico nos quadrinhos do Shazam, a Família Shazam – ou Família Marvel -, com os poderes e cargos mágicos sendo assumidos por todos os irmãos do protagonista, surfa numa graciosa onda que, magistralmente, Homem-Aranha no Aranhaverso também surfou. Esse conjunto é muito querido, pois Sandberg quer retratar o vínculo amoroso que existe naquele ambiente e consegue – os pais estão muito bem dirigidos. Os personagens que se tornam poderosos são, portanto, uma contra-argumentação ao equívoco do Mago Shazam, apontando quem e quem não seria capaz de ser super-herói. Um erro tão grosseiro que resultou na criação do próprio Doutor Silvana, garoto ressentido por nunca ter sido prestigiado, visto como sucata. Todos nós podemos ser maravilhas, reitera-se o projeto. Shazam! é uma obra que desperta a crença na grandiosidade do ser, quem quer que seja. E também encontra em famílias um ideal de amor puro.

Embora a comédia fique menos natural no clímax – as piadas com o Papai Noel -, Shazam! ao menos costura-se, com ternura e alegria, como uma aventura que se importa em ser mais contida e confortante. Em paralelo a isso, traz uma visão coerente em que os poderosos vencem coletivamente e não por si sós, juntando isso a sua ótica de núcleo familiar. Se não consegue traçar um discurso coeso sobre essa instituição antes rejeitada por Billy, Shazam! termina sendo, ainda assim, um filme para família, com uma pegada oitentista, mas não vazia, que incrementa a experiência. Os monstros que parecem stop-motion de massinha, assustadores, assim como as referências à Quero Ser Grande e outros clássicos. Pois essa nostalgia se amarra a um mundo com a estética contemporânea e a mística. O Superman existe e crianças podem ser super. Mesmo tropeçando no caminho, encontrando os seus obstáculos no meio de um voo enormemente espirituoso, Shazam! conseguiu, enervando-nos com sorrisos, esclarecer os céus escuros da DC.

Shazam! – EUA, 2019
Direção: David F. Sandberg
Roteiro: Henry Gayden, Darren Lemke
Elenco: Zachary Levi, Djimon Hounsou, Michelle Borth, Mark Strong, Jack Dylan Grazer, Adam Brody, Meagan Good, Asher Angel, Marta Milans, Ross Butler, Lovina Yavari, Grace Fulton, John Glover, Stephannie Hawkins, Cooper Andrews, Natalia Safran, D.J. Cotrona, Evan Marsh, Ava Preston, Faithe Herman
Duração: 132 min.

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27 comentários

AleCassia Aguiar 22 de abril de 2019 - 11:07

Filme gostoso de assistir, com suas motivações, disparidades, o tom oitentista, e um elenco harmonioso! Ao ponto de você deixar de lado qualquer falha técnica.

Um dos poucos detalhes, que espero que venham com o amadurecimento do super herói, são as caras e bocas, e a postura do zachary quando vai partir para ação. Que sejam menos exageradas.

Já esperando Adão Negro e Shazam 2 😉

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Ramon Vitor 12 de abril de 2019 - 19:24

Eu sinto que a questão “da rejeição” não teria tido o mesmo impacto em Billy, de torná-lo mal, como fez com Sivana. Porque Sivana cobiçou o poder e Billy, a princípio, na verdade nem o quis. Quando o Mago anunciou que buscava alguém com um coração puro para ter seu poder, Sivana tinha certeza que essa pessoa era ele, enquanto Billy diz de cara que não é a pessoa certa. Me parece que o fato de ele não se sentir merecedor talvez o torne mais merecedor que qualquer um dos outros. No fim, o mago estava desesperado, mas ele mesmo deve ter sentido que tomava a decisão certa.

Penso que o paralelo entre herói e vilão aqui se baseia no fato de que a vida foi horrível para as duas crianças, mas uma aprendeu que, justamente porque sua vida foi tão difícil, ele tinha direito a uma recompensa, no final. Sivana aqui me parece muito semelhante ao Adão Negro. Os dois eram pessoas “boas” que foram injustiçadas e depois corrompidas pelo poder. Assim como o Adão Negro, a primeira ação de Sivana ao conseguir os poderes foi a vingança.

Para Billy, o fato de a vida ter sido difícil ensinou que ele não podia esperar nada de mão beijada e de ninguém. Ele nunca acho que tinha direito a nada, então fez o melhor que pôde com os poderes, porque me parece uma forma de gratidão.

Ótimo texto, achei interessantes as discussões. Minha nota para o filme seria algo similar. Eu realmente não esperava gostar desse filme, mas, no fim, a mensagem é muito bonita e me deixou tocado. O filme tem um bocado de defeitos técnicos gritantes, mas é um daqueles casos que o conteúdo acabou falando muito mais alto que a forma.

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Isac Marcos 10 de abril de 2019 - 02:13

Eu curti principalmente o tom “oitentista” dele, e que não sente vergonha de se mostrar como um filme simples, isso pra mim foi um grande acerto. E o Zachary Levi carismático e confortável fazendo um protagonista à la Quero Ser Grande/ De Repente 30/ etc., ajudou a dar leveza necessária ao filme. Pra mim é essa nota mesmo, e é bom ver que a DC consegue emplacar mais um bom filme seguido.

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Gabriel Carvalho 11 de abril de 2019 - 19:05

Concordo com cada sílaba. Não é uma obra que se vale apenas de um apreço nostálgico, mas que o assume para si mesma. É um ideal oitentista que se materializa no próprio conjunto, em sua essência, a maneira como progride a narrativa e trabalha até mesmo as piadas – tudo com o Papai Noel é bem abestalhado, não funciona, mas é parte dessa premissa -, e não em sua superfície.

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AVAST. 7 de abril de 2019 - 16:49

gostei demais do filme.

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Gabriel Carvalho 11 de abril de 2019 - 19:05

Que bom!

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Matheus Wesley 5 de abril de 2019 - 22:33

Um filme bem sessão da tarde, mas casou com o personagem apesar de ficar meio raso em alguns momentos.

Uma coisa que achei bem legal é o filme se autoafirmar sempre como dentro do universo DC. E aquela cena final hein…

Obs.: mais alguém percebeu a referência a Smallville na hora que Silvana Sênior estava para morrer?

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Alcides Faria Costa 7 de abril de 2019 - 09:12

Então, o pai do Lex em Smallville é o pai do Dr Silvana nesse filme. Teoricamente, um não é cópia do outro?

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Gabriel Carvalho 11 de abril de 2019 - 19:05

WOW

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Gabriel Carvalho 11 de abril de 2019 - 19:05

Sim! Essa auto-afirmação traz um ar diferente para a obra, que não fora visto antes. Deadpool está zombando, é uma outra pegada. Já Shazam! está usando isso como meio para o fantástico tornar-se realidade. A magia está nos super-heróis.

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Huckleberry Hound 5 de abril de 2019 - 15:24

O fato dele ser uma criança em corpo de adulto até que explica o tom desse filme!

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Gabriel Carvalho 11 de abril de 2019 - 19:14

Explica mesmo! Não tenho problema nenhum com o tom. Tenho problema com o que termina sendo feito pela metade. No grosso modo, mal feito.

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JCésar 5 de abril de 2019 - 14:35

Gostei do filme, ele não se preocupa em se levar a sério e isso traz uma magia toda especial.

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pabloREM 4 de abril de 2019 - 17:49

Eu ainda tenho dúvidas se assistirei esse filme, não gostei da fuça do ator principal adulto já no trailer. E para piorar nunca fui um grande admirador do personagem, para mim o melhor momento dele foi como boneco dos vilões em O Reino do Amanhã.

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Gabriel Carvalho 4 de abril de 2019 - 22:20

Zachary Levi está muito bem. Mas entendo o seu rejeito. Caso tenha condições de ir ver, acho que vale a pena. Diverte bastante. Muitas risadas.

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Roger Jr 4 de abril de 2019 - 17:48

Acabei de assistir à crítica dos Irmãos Piologo e não sei mais o que pensar rs

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Gabriel Carvalho 4 de abril de 2019 - 22:20

Vou assistir a isso.

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Roger Jr 5 de abril de 2019 - 16:39

Depois deixe a sua opinião aqui rs

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Gabriel Carvalho 7 de abril de 2019 - 22:28

Eu ri bastante. Achei hilário.

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guss ♚ 5 de abril de 2019 - 21:06

único canal de crítica de filmes q presta no youtube é o Meus 2 Centavos
o resto é resto

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Gabriel Carvalho 7 de abril de 2019 - 22:28

Nem gosto tanto, para ser sincero. Recomendo o canal do Arthur Tuoto e do Max Valarezo também. A Lully de Verdade faz uns vídeos interessantes as vezes e o Otávio Ugá, so Super 8, também.

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Camilo Lelis Ferreira da Silva 4 de abril de 2019 - 12:53

Diretores de Filmes de Terror são Melhores para dirigir filmes de fantasia e super-heróis…

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Gabriel Carvalho 4 de abril de 2019 - 22:20

Fantasia trabalha muito com a ideia de espanto, de incrível, impressionante. Combina com o horror. Eu gostei dos monstrões, mesmo que artificias, acompanham uma lógica mais cartunesca ao filme. Sabe aquela mesa dentro da Millenium Falcon, que tem um joguinho? Parecem versões daqueles bichos lá. Mas de massinha mesmo.

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Herbert Engels 4 de abril de 2019 - 00:38

Teve outros críticos de cultura pop e youtubers que o elevaram para um nível superior a perfeição. Acho isso um exagero até pelo que a obra propõe dentro do gênero.

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Gabriel Carvalho 4 de abril de 2019 - 12:11

Simples: essa pessoa não vê muitos filmes. Ou ela fez algum jutsu de argumentação que faz sentido ela ver a obra assim.

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Gabriel Carvalho 3 de abril de 2019 - 19:33

O meu caso, mesmo possuindo o mesmo número de estrelas, foi o exato oposto que o Luiz apontou na ótima crítica dele: eu quase dei 3 estrelas para Shazam!

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Luiz Santi⚡GADO 4 de abril de 2019 - 00:04

É um daqueles filmes que não dá para sair indiferente, pelo bem ou pelo mal. Essa troca de percepção a partir das caraterísticas do protagonista, em fases e mentalidades diferentes, como você levanta no texto, são o grande diferencial. Amplia o alcance o filme e torna esse Universo charmoso, bonito, caloroso. embora virtualmente tenha gostado menos que eu, como expôs aqui, chegamos ao mesmo lugar, hein! Mesmo que por caminhos um tanto diferentes hehehehehe

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