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Crítica | Star Trek: Discovery – 2X13: Such Sweet Sorrow

por Giba Hoffmann
111 views (a partir de agosto de 2020)

– Contém spoilers do episódio. Leia nossas críticas dos filmes e séries de Star Trekaqui.

Such Sweet Sorrow é, sem dúvidas, um início bombástico para o season finale deste segundo ano de Discovery. A detonação dessa bomba traz à tona a essência de tudo o que a série tem sido ultimamente  —  tanto em termos de qualidades quanto, de maneira inegável, de defeitos.

A iniciar pela travessia da tripulação da “Disco” até a USS Enterprise, que se torna o show esperado de fanservice que nos foi prometido ao final do episódio anterior. O truque continua a funcionar, mesmo que com retornos ligeiramente decrescentes: assim como o grito de “Daleks!” em Doctor Who, o grito “Enterprise!” e a subsequente evocação dos visuais, efeitos sonoros e personagens clássicos só consegue levar nossa empolgação nas costas até certo ponto. É preciso uma história que mobilize esses elementos de forma realmente interessante  —  como foi, por exemplo, a visita nostálgica e auto-indulgente a Talos IV em If Memory Serves.

Dito isso, trama interessante também é o que não falta aqui. Mais precisamente, premissas empolgantes no papel. Há uma história realmente fascinante ocorrendo em Discovery — o problema é encontrá-la, já que não é na tela que ela se desenvolve. A estrutura dessa primeira parte consegue entregar o atual momento de desfecho da forma mais anticlimática possível: sanduichando intermináveis sequências melodramáticas de despedidas entre dois momentos breves de genuíno payoff narrativo. O roteirismo que tem assombrado a temporada de forma marcada mostra aqui sua cara mais feia.

Isso não tem nada a ver propriamente com o foco excessivo em nossa protagonista ou com quaisquer expectativas que possamos ter a respeito da inserção da trama atual no cânone de Star Trek. Lidar com o estilo e premissa dessa encarnação da série é terreno já percorrido e batido desde o início da primeira temporada, e é até elogiável o quanto a equipe produtiva conseguiu (ao menos até então) equilibrar a “correção de curso” dessa segunda temporada com uma fidelidade a visão original que Bryan Fuller teve para Discovery. O problema aqui é bem mais específico e tangível do que qualquer choradeira de fã: a narrativa em tela simplesmente não funciona muito bem.

A trama de ficção científica se encontra lançada de maneira definitiva ao pano de fundo, comprimida em rápidas sequências apressadas que parecem ter de pedir licença para berrarem diálogos expositivos entre os intermináveis momentos de adeus melodramáticos. Claro que ficção científica e drama funcionam muito bem em combinação — o problema é que a mistura aqui não realiza bem nenhuma das duas coisas. As camadas e mais camadas de conveniências do roteiro foram dando origem a uma narrativa que simplesmente não se sustenta mais em nenhuma delas.

Em termos do sci-fi, a situação chegou ao insustentável com a chegada da Rainha Me Hani Ika Hali Ka Po (Yadira Guevara-Prip), personagem anteriormente vista na Short Trek de Tilly (Mary Wiseman), Runaway. Com uma trama já pipocando de elementos importantes muito mal explorados (Dr. Culber (Wilson Cruz), alguém?), a inserção de uma personagem “externa” aos eventos atuais não cumpre outra coisa senão a tentativa de justificar de forma aparentemente orgânica os milagres de roteiro necessários para que tenhamos a tripulação da Discovery fabricando rapidamente uma nova versão do Anjo Vermelho — aquele dispositivo que era dito, alguns episódios atrás, possuir propriedades totalmente ilegíveis e impensáveis para toda e qualquer engenharia da época atual.

Novos elementos químicos? A gente arruma. Supernova? Feito. Abrir um wormhole e operá-lo sem praticamente qualquer familiaridade com esse tipo de engenharia? Nada que o conveniente arquivo de tutoriais de YouTube da Dra. Burnham (Sonja Sohn) não resolva! E tudo isso em questão de horas. O motor de esporos parece um elemento banal e bem resolvido perto desse corre-corre todo. Claro que a história de Trek (e de todo o gênero) é feita de muita pseudociência e technobabble — faz parte do DNA do subgênero tanto quanto agitar a câmera enquando as pessoas fingem que se seguram nos objetos da ponte de comando. O problema é quando a pseudociência se reduz ao puro e simples falatório, sem nos mostrar nada, sem fazer de nada disso uma narrativa. A missão de Burnham (Sonequa Martin-Green) nessas alturas infelizmente quase se reduz a isso: linhas e mais linhas de diálogo expositivo, pouquíssima narrativa sendo feita na tela.

Partindo dessa pontuação mal amarrada e que vem com a mão pesada do roteiro (perdendo tempo inclusive acenando a todo momento com teasers a respeito do futuro da série — “A Discovery vai para o futuro?”; “Quem será o novo capitão?”), temos longas sequências de adeus as quais conseguem a façanha de se sabotar dentro da própria extensão do episódio. Acompanhamos Michael por quase toda a duração do capítulo se despedindo para um sacrifício solitário, o qual acaba anulado pela decisão (nada previsível…) do restante da tripulação em permanecer a bordo. A qual, por sua vez, é seguida de mais uma dose pesada de “adeuses” melodramáticos e mal costurados. Muito adeus para pouca despedida: tivessemos desde o início construído a coisa como uma missão de sacrifício da USS Discovery como um todo, poderíamos ter explorado essa despedida do presente de forma mais interessante e orgânica ao longo do capítulo. Mesmo assim, no entanto, o caráter apressado e dependente de conveniências com o qual tal manobra se torna possível estaria longe de ter sido solucionado.

Such Sweet Sorrow foi provavelmente o episódio de Discovery que mais me desagradou desde o início da série. Mostrando que do lado de lá de tantos mistérios havia mais um plano de roteiro do que uma narrativa bem construída, a temporada se arrasta para um final anticlimático que, na melhor das hipóteses, salvará o dia com algumas cenas de ação empolgantes e, quem sabe, uma ou outra surpresa na segunda parte do desfecho. O cenário geral, no entanto, é de que o conjunto aqui acaba, infelizmente, se encaminhando para ser menos do que a soma de suas partes.

Star Trek: Discovery – 2X13: Such Sweet Sorrow (EUA, 11 de abril de 2019)
Direção: Olatunde Osunsanmi
Roteiro: Michelle Paradise, Jenny Lumet, Alex Kurtzman
Elenco: Sonequa Martin-Green, Doug Jones, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Anson Mount, Shazad Latif, Ethan Peck, Wilson Cruz, Michelle Yeoh, James Frain, Mia Kirshner, Tig Notaro, Rachael Ancheril, Rebecca Romijn, Emily Coutts, Patrick Kwok-Choon, Oyin Oladejo, Ronnie Rowe, Sara Mitich, Sonja Sohn, Alan Van Sprang, Yadira Guevara-Prip
Duração: 48 min.

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29 comentários

Giovani 15 de abril de 2019 - 18:37

Longe de mim, mas muito longe mesmo de querer tentar parecer um trekker. Vi quase todas as séries, algumas a mais tempo, outras nesta época de Netflix, mas não me considero um especialista. Por isso o que mais gostei dessa temporada foi o Capitão Pike. Que personagem enorme! O que Discovery fez pelo personagem do Capitão Pike é algo realmente espetacular. Quando ele aceita o destino se mostra um verdadeiro Capitão da frota! Um dos maiores! Como não querer uma série protagonizada pelo Capitão Pike (como era o desejo de Gene Roddenberry desde o início)?? E o Anson Mount se redimiu por inteiro daquele desastre de Marvel Inumanos…

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planocritico 15 de abril de 2019 - 18:46

Confesso que eu nem consigo acreditar que o Anson Mount fez Inumanos depois de vê-lo aqui…

Abs,
Ritter.

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Giovani 15 de abril de 2019 - 20:43

Nossa muito mesmo! Eu o sigo no Twitter e ele estava agradecendo a petição online para a série derivada do Pike.

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planocritico 16 de abril de 2019 - 00:02

Ele merece mesmo!

Abs,
Ritter.

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Pedrinho Rude Boy 15 de abril de 2019 - 14:54

Lembrei de uma passagem do episódio – quando a Imperatriz vai teletransportar o Pike e o Tyler, ela diz pro Pike que ela é uma terráquea do universo espelho e o Pike pisca pra ela evidenciando que já sabia. Por acaso alguém lembra quem foi que contou isso a ele ? Será que foi a Almirante ? Não lembro.

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CARLOS A C PEREIRA 15 de abril de 2019 - 13:54

Ufa, pensei que só eu achei chato. Estou com saudades dos Klingons e uma boa batalha. Espero que melhore até o final.

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Adriano Neto da Silva 15 de abril de 2019 - 08:34

Apesar de apreciar Discovery, concordo com todos os pontos citados no artigo. Aliás, esse “mal” do “roteirismo salvador” não afeta apenas Disco, como a maioria das produções atuais para cinema, TV e streaming. Como sua primeira temporada, onde uma guerra foi resolvida apenas com a prática solução de colocar uma bomba no meio de um planeta e um controle remoto nas mãos de dada personagem, o final desta atual temporada aparentemente se resolverá com a solução entregue a La delivery pelo roteiro. Uma verdadeira pena.

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Eduardo Costa Gray 14 de abril de 2019 - 22:38

Fiquei empolgado com os episódios de 02 a 07 da segunda temporada. Era ao mesmo tempo Star Trek e aspectos novos. De repente, desandou. Deixou se ser Star Trek, para ser ficção de segunda e agora de terceira categoria.

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Jose Carlos Castilho 14 de abril de 2019 - 20:43

Para ums serie futurística tem muito choro, todo episódio tem DR e menos ação.
Estao perdendo foco e está virando novela mecicana.

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Edson Ostemberg Benites 14 de abril de 2019 - 20:01

Para esse episódio daria um 2, de10.
Ruim é algo há muito almejado por essa primeira parte.
E olha que o 2 e pelo final, que e a única coisa que aproveita.
Se torcer, cai mel, de tão açucarado que foi.
Parecia mais novelinha de adolescentes, que uma série syfy.

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Rodolfo Oliveira 14 de abril de 2019 - 19:39

Eu gosto de Discovery, mas eu não sou trekker de longa data. Aliás, essa é a primeira vez que estou assistindo uma série de star trek, já tinha visto o filme Star Trek:Beyond e só. Eu realmente gosto muito da série, inclusive me despertou o interesse de conhecer um pouco mais das produções anteriores.

Eu acho star trek mais difícil de acompanhar como novato que star wars. Star wars são 6 filmes anteriores e os novos lançamentos. Existem séries de TV mas são bem spin-off, não são essenciais. Já star trek são várias séries, filmes, livros, hqs e tudo canônico.

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Vedek Pedro 15 de abril de 2019 - 08:35

Canônico em ST só o que foi para a tela, fica a dica. Mas realmente o acervo é muito grande, e começar por TOS, que eu sempre sugiro, é às vezes uma má escolha para um novato, pq TOS tem uma narrativa muito peculiar e pode não agradar aos fãs mais novos.

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Cleison Miguel 16 de abril de 2019 - 10:38

Também não me considero Trekker, mas vi bastante de quase tudo e te indicaria assistir Jornada nas Estrelas a Nova Geração (tem na netflix).

Pega no imdb ou algum outro site de TV uma lista com os melhores episódios (tipo a partir de nota 8) e veja (dos mais antigos para os mais novos).

A história evolui, mas diferente de Discovery, são episódios fechados, no máximo em dois capítulos, de forma que não é necessário ver todos os 24 episódios da temporada para entender tudo e gostar muito.

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Shs 14 de abril de 2019 - 19:10

Alguém lembra como era esperar uma semana inteira para ver a Enterprise explorar o espaço nos antigos canais de TV? Quando Internet era, também, ficção?
Todos os efeitos especiais, nas TVs de tubo, que pareciam mágica?
O que cativava não eram as estórias bem engendradas, mas, a viagem que era possibilitada às nossas fantasias, imaginação e criatividade.
Se as gerações de hoje precisam que tudo seja entregue em formato pronto é uma pena.
A realidade que vivemos hoje teve origem através dos esboços inacabados que foram aprimorados.
Pratiquem o exercício da imaginação, criem, melhorem, evoluam.
O futuro agradece.

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Pedrinho Rude Boy 14 de abril de 2019 - 18:13

Eu até gostei do episódio daria ★★★ porém esse melodrama de despedidas foi chato até umas horas. Tb concordo que as soluções absolutamente surreais em termos de tempo demeritou o episódio. Não sei se estou certo agora, mas esse excesso de Deus ex machina como a presença “genial god” da Me Hani Ika Hali Ka Po foi além do aceitável.

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Miguel Fonseca 14 de abril de 2019 - 17:29

Pior star Trek de todos os tempos. Perdeu totalmente a essencie da série. Inclusive rouba ideias de outras séries de ficção científica, essa ideia de inteligência artificial no espaço eles copiaram na cara dura de battlestar galáctica. O legal de Star Trek era a exploração de outros mundos, um episódio independente de outro, a descoberta de novas especies, não tinha lacração no espaço, pois o foco era ficção científica e não política. Para quem é fã de verdade, essa Discovery é um lixo e tem enrolação pra caramba, não vale a pena insistir.

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planocritico 14 de abril de 2019 - 20:43

“Para quem é fã de verdade”…

Vocês, “fãs de verdade” de qualquer coisa, precisam parar um dia, meditar e distanciar-se de vocês mesmos e notar como é absolutamente ridícula essa frase, esse mantra enganoso e bobalhão criado por todo mundo que é “fá de verdade” de um milhão de franquias diferentes, de Star Trek a Crepúsculo, para justificar seu desgosto pelo que “estão fazendo com a minha obra”.

Eu acharia engraçado se não fosse trágico…

Abs,
Ritter.

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Miguel Fonseca 15 de abril de 2019 - 00:07

É trágico mesmo ver um idiota como você vir aqui e criticar grosseiramente a opinião alheia. Bobalhão e o cu da sua mãe seu filho de puta com guarda noturno.

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planocritico 15 de abril de 2019 - 00:46

Ih, olha, eu fui xingado…

HAHAHAHAHHAHAHAHAAHAHHAHA

Abs,
Ritter.

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Diogo Superior 15 de abril de 2019 - 13:54

olá, eu acompanho desde criança as séries de star trek, ao qual maratonei todas e ainda digo, a minha predileta é a Star Trek Enterprise, lembro muito dos fãs criticarem ENT na época fazendo com que encerrasse em 4 temporadas, gostava muito da trama, mas sim os fãs detonaram a ponto de acabar.

Então você se indiga, você está me defendendo? Não, nem um pouco, porque eu sei onde foi exagero e onde é muito justificável reclamação dos fãs.

Quando vemos Star Trek Enterprise e vemos Star Trek Discovery, vemos os dois lados de uma moeda, em uma o roteiro tenta amarrar sem ofender a linha de nenhum star trek, feito tudo com muito cuidado, mesmo assim tomaram várias reclamações de fãs, mas se observarmos Star Trek Enterprise, veremos que a série amarra à todas as demais séries.

O que se coloca em Discovery é um grande “Veja bem…”, a todo tempo quando vemos alguma incongruência na série, seja pelas pontas muito mal amarradas, ou por desdém de roteiro ou qualquer coisa relacionadas aos fãs. Star Trek Enterprise não vi um “Veja bem…” no Discovery elas jorram o tempo todo, o clima de Discovery, com vários momentos de insubordinação aos capitães, principalmente da Tilly, com momentos de um Spock praticamente universo espellho tornam até os filmes recentes de Star Trek mais próximo ao canone do que Disco.

Eu confesso que eu estou acompanhando star trek, e confesso que a trama “Borg”, veja que coloquei aspas, se torna algo que tenta gambiarrar todos os erros da série de uma forma quase inacreditável.

Iremos ver uma possibilidade de que Discovery se passa em outra realidade alternativa devido à tantos erros narrativos da série com relação às demais.

Sugiro muito ver séries como Voyager, DS9 e Ent para notar a perceptivel diferença narrativa, não quanto ao ritmo pois elas se centram a épocas passadas, mas sua narrativa é muito superior a Disco. Não estou citando vem New Generation nem TOS por serem mais antigas, peço que entenda como um todo.

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planocritico 15 de abril de 2019 - 14:55

Eu já vi todas. E todos os filmes. E li uma boa parte dos quadrinhos. E concordo que Enterprise era muito boa.

O seu comentário constrói e traz argumentos e não tenta esconder tudo atrás da medalha sem sentido do “fã de verdade”. Concordo com muita coisa do que diz e discordo de outras tantas, mas faz parte.

Abs,
Ritter.

Responder
Josevando Sousa 19 de abril de 2019 - 21:20

Essa galera é impossível, até afasta novas pessoas. Gente que se acha mais fã só pq tem 1000 anos com a série e portanto só ele “é fã de verdade” tem que acabar, na moral…

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Barbara Rosa 14 de abril de 2019 - 19:11

Concordo e discordo. DS9 e pura política e tem pouquíssima exploração, e também não é episodica, os arcos duram vários episódios ou temporadas inteiras para se resolver. No entanto é bem escrita, nos prepara gradativamente para o final pouquíssimo convencional, e tem personagens bem desenvolvidos. O problema não está nos ingredientes de Disco, está no preparo. Tem muitos elementos simultâneos e os roteiristas ou diretor não estão sabendo o que fazer com tudo que ficou para trás, dramalhão e Deus ex machina de dar medo. Infelizmente, não sabem como escrever Trek…

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Miguel Fonseca 15 de abril de 2019 - 00:17

Não tem o tipo de politica de hoje do nosso mundo real! Foi isso que quis dizer.

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Marcos de Castro 14 de abril de 2019 - 17:06

Ótima análise! Dissecou muitos detalhes. Só acrescento que o episódio deixou gancho pro já anunciado spin-off da série, Star Trek: Section 31, com o Tyler deixando claro que ele será essencial na Seção 31 (junto com a Georgiou).

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Sapão Sulista 14 de abril de 2019 - 16:42

Ótima crítica. A continuar nesse ritmo, os trekkers abandonarão a série no próximo episódio, incluso eu.

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Vedek Pedro 15 de abril de 2019 - 08:44

Independente do próximo episódio, eu não embarcarei na terceira temporada, duas foram difíceis demais de aturar. Rir, debater, criticar foi legal, mas já deu também.

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André Carneiro L. Fernandes 14 de abril de 2019 - 16:36

Não sei pelo meu nível de trekker, mas basta um pequeno fan service pra eu gostar do episódio! Mesmo assim meu há um requisito trekker que ainda não foi satisfatoriamente preenchido: Aquele aentimesen de otimismo e de exploração espacial em si, descoberta do cosmos.

Se não vão me satisfazer nessa série nesse quesito, então que venham logo as outras!

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Sidney Silva 14 de abril de 2019 - 13:40

Ótima critica. Achei a mesma coisa.
O problema e que, talvez em busca de um público maior, os produtores deixaram o seriado muito genérico e parecido com as soap series que inundam o SyFy e CW.
Muito diálogo expositivo, momentos DR, romancezinhos e despedidas internináveis nas horas mais climáticas.
Quem foi que disse que é disso que trekkers ou qualquer fã de ficção científica gosta de ver?
Beam me up, Scotty!

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