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Crítica | Star Trek: Sem Fronteiras

por Ritter Fan
282 views (a partir de agosto de 2020)

star_trek_sem_fronteiras_im_des_plano_critico

estrelas 4,5

Obs: Leia, aqui, as críticas dos demais filmes da franquia. Crítica originalmente publicada em 31 de julho de 2016.

O terceiro filme da chamada Linha Temporal Kelvin de Star Trek é o primeiro a realmente caminhar com seus próprios passos, criando mitologia desconectada de todo o material que veio antes na longeva série, ainda que as importantes piscadelas deferenciais ao passado estejam presentes para manter os fãs ardorosos felizes. E tudo isso em um filme improvavelmente dirigido por Justin Lin, escolha assustadora da Paramount, considerando que, de relevante em seu currículo, ele só tinha mesmo quatro longas da franquia Velozes e Furiosos, que não poderia ser mais diferente da estrutura normalmente mais cerebral que a criação cinquentenária de Gene Roddenberry costuma abraçar.

E o resultado surpreende.

Iniciando a fita já no terceiro ano da missão em espaço profundo da Enterprise sob o comando de James T. Kirk (Chris Pine), logo vemos a introdução de um MacGuffin que servirá de propósito à progressão narrativa e à duvida por que passa o capitão. Ele já está estabelecido em seu posto, mas está incerto sobre quem ele realmente é. O roteiro, desta feita escrito por Simon Pegg e Doug Jung (respectivamente o engenheiro Scotty e Ben, o marido de Sulu que, no filme, é revelado como gay), não carrega muito na dúvida existencial, ainda que, tematicamente, essa questão permaneça constante até os últimos minutos de projeção demonstrando o cuidado na criação de um roteiro circular e lógico. Sem perder muito tempo, então, Kirk e sua tripulação, depois de chegar em Yorktown, uma enorme base da Federação dos Planetas Unidos (imaginem uma Estrela da Morte transparente e benigna), logo partem em uma missão de resgate que os colocam em confronto direto com um novo inimigo, Krall, vivido por um irreconhecível Idris Elba.

A história funciona muito bem ao fugir do didatismo e apresentar não só um vilão carismático que tem sua história abordada organicamente ao longo da fita, como também ao criar a guerreira alienígena Jaylah (Sofia Boutella, a Gazelle de Kingsman), que se torna aliada da Frota Estelar depois que esbarra em Scotty no planeta Altamid. Além disso e ainda mais importante, os roteiristas se despem do exagero referencial que Roberto Orci, Alex Kurtzman e Damon Lindelof trouxeram para Além da Escuridão: Star Trek e que acabou freando o potencial do segundo filme, mas sem se esquecerem do passado (o velho Spock do saudoso Leonard Nimoy é presença “ausente” constante) e, claro, do humor. Neste último quesito aliás, Pegg e Jung acertam ao separar a tripulação em núcleos, conseguindo, com isso, que a narrativa ganhe em agilidade e na boa distribuição de tempo dos personagens em tela, talvez com Uhura (Zoe Saldana) perdendo um pouco o espaço que mereceria ter. Mas a interação antitética de Magro (Karl Urban) com Spock (Zachary Quinto) é sempre uma diversão e, aqui, ganha tempo para desenvolver-se muito adequadamente.

Mas Justin Lin é Justin Lin e, com isso, era inevitável que seus maneirismos apoteóticos sangrassem para Star Trek: Sem Fronteiras. Ainda que seus movimentos frenéticos de câmera funcionem nas tomadas espaciais, onde não há gravidade e, portanto, há sentido orgânico nas piruetas e reviravoltas que a objetiva dá incessantemente, Lin e seu diretor de fotografia Stephen F. Windon (que também trabalhou em quatro Velozes e Furiosos, três deles com Lin na direção) continuam com a agressão sensorial também durante as diversas sequências em Altamid, sejam elas movimentadas ou calmas. É aquela velha história: tudo em excesso é ruim e a desorientação causada pela brusquidão e invencionice do trabalho de câmera aqui não é uma exceção para a regra.

É bem verdade, porém, que a montagem tenta compensar os arroubos de Lin e quase alcançam um equilíbrio. Quase. O esforço é hercúleo, notadamente no clímax no planeta Altamid e durante as batalhas espaciais, dada a necessidade de se abordar diversos personagens ou duplas de personagens em frenética sucessão e a natureza peculiar da frota de Krall.

Mais uma vez, como não poderia deixar de ser, temos uma produção carregada de efeitos em computação gráfica e, ainda que as criaturas 100% CGI não assombrem (reparem nos alienígenas borrachudos do prelúdio) e seja possível ver muita artificialidade nas sequências mais complexas, o trabalho, em seu conjunto, é digno do “selo Star Trek” e muito disso se deve ao design de produção arrojado de Thomas E. Sanders que cria cenários de se tirar o fôlego e que os geninhos da computação gráfica das diversas casas de efeitos especiais contratadas para a produção trazem à vida maravilhosamente bem. O mesmo se pode dizer das espetaculares batalhas espaciais, com especial destaque para a primeira delas, que é carregada de frescor e originalidade e, pelo menos dentro da franquia, é a melhor já feita considerando-se todos os 13 filmes até agora.

Mesmo com o CGI prevalente, são muito bem vindas as sequências com efeitos práticos também, além do uso extenso de maquiagem real fundida com digital, algo que fica claro em Krall e também na alienígena Syl (Melissa Roxburgh). É bom ver um pouco da pegada old school em um filme tão dependente de bits e bytes.

A grande verdade, porém, é que Star Trek: Sem Fronteiras não seria o que é não fosse o elenco absolutamente cativante, com a equipe fixa capturando à exatidão suas contrapartidas clássicas, mas emprestando sua próprias personalidades e com Sofia Boutella e Idris Elba criando personagens novos de se tirar o chapéu. Aliás, vale comentar que Elba, mesmo debaixo de pesada maquiagem, faz excepcional trabalho de voz, carregando em um sotaque africano que muitos poderiam ver como estereotipado, mas que faz sentido narrativo. No mesmo ano em que ele emprestou sua voz ao Chefe Bogo de Zootopia e a Fluke, de Procurando Dory, o ator arrasa mais uma vez com sua imponência vocal, o que torna obrigatório conferir Sem Fronteiras em sua versão original.

Justin Lin faz o improvável e traz às telas um grande exemplar da nova versão de Star Trek. Energético até demais, mas sem esquecer do lado filosófico que sempre marcou a franquia, Sem Fronteiras provavelmente agradará igualmente fãs antigos e novos. Vida longa e prosperidade à série!

Obs: O 3D do filme não é particularmente especial, mas também não atrapalha muito (nunca fui apreciador desse artifício caça-níquel) e Justin Lin não faz uso de todo seu potencial ao trabalhar com profundidade de campo muitas vezes reduzida em sequências não espaciais, o que retira o propósito da tecnologia e até mesmo gera razoavelmente desagradáveis efeitos de “bloqueio de visão” no primeiro plano de algumas sequências. No entanto, àqueles que puderem, recomendo assistir ao filme na maior tela possível – de preferência IMAX – já que Lin faz bom uso das tomadas em plano geral e a luminosidade do projetor da telona especial compensa a escuridão que projetores normalmente mal regulados de cinemas comuns trazem para o 3D. Mas, claro, considerando o frenesi da câmera do diretor, prepare-se para ficar duplamente desnorteado!

Star Trek: Sem Fronteiras (Star Trek Beyond, EUA – 2016)
Direção: Justin Lin
Roteiro: Simon Pegg, Doug Jung (baseado em série criada por Gene Roddenberry)
Elenco: Chris Pine, Zachary Quinto, Karl Urban, Zoe Saldana, Simon Pegg, John Cho, Anton Yelchin, Idris Elba, Sofia Boutella, Joe Taslim, Lydia Wilson, Deep Roy, Melissa Roxburgh, Anita Brown, Doug Jung, Danny Pudi, Kim Kold
Duração: 122 min.


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78 comentários

Filipe Isaías 21 de setembro de 2016 - 20:24

Olha, eu queimei a língua bonito, viu? Em algum post do início do ano passado eu basicamente disse que o filme ia ser uma porcaria, até por quê o primeiro trailer era bem ruinzinho, sem falar na pre-produção complicada (saiu diretor, roteirista…). Nunca pensaria que seria o meu filme preferido do verão americano. Uma pena que fez tão pouca grana. Provavelmente não vai passar dos 350 milhões worldwide.

Sobre Michael Giacchino: trilha sonora soberba. O tema de Yorktown e o da queda da Enterprise foram os meus preferidos. Me deixa muito animado pra trilha de Rogue One. Aliás, compor Star Wars e Star Trek no mesmo ano é uma bela zerada de vida, hein?

Abs.

Responder
Filipe Isaías 21 de setembro de 2016 - 20:24

Olha, eu queimei a língua bonito, viu? Em algum post do início do ano passado eu basicamente disse que o filme ia ser uma porcaria, até por quê o primeiro trailer era bem ruinzinho, sem falar na pre-produção complicada (saiu diretor, roteirista…). Nunca pensaria que seria o meu filme preferido do verão americano. Uma pena que fez tão pouca grana. Provavelmente não vai passar dos 350 milhões worldwide.

Sobre Michael Giacchino: trilha sonora soberba. O tema de Yorktown e o da queda da Enterprise foram os meus preferidos. Me deixa muito animado pra trilha de Rogue One. Aliás, compor Star Wars e Star Trek no mesmo ano é uma bela zerada de vida, hein?

Abs.

Responder
planocritico 22 de setembro de 2016 - 01:06

@filipeisaias:disqus , não foi só você não. Desde o anúncio de Lin na direção eu torci o nariz para o novo Star Trek. Quando vieram os trailers, basicamente minhas suspeitas foram confirmadas. E deu no que deu: um dos melhores filmes de toda a série e o melhor da Kelvin Timeline.

Que continue assim! (torço muito para que a bilheteria baixa não atrapalhe o quarto filme que até chegou a ser anunciado pela Paramount…).

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 22 de setembro de 2016 - 01:06

@filipeisaias:disqus , não foi só você não. Desde o anúncio de Lin na direção eu torci o nariz para o novo Star Trek. Quando vieram os trailers, basicamente minhas suspeitas foram confirmadas. E deu no que deu: um dos melhores filmes de toda a série e o melhor da Kelvin Timeline.

Que continue assim! (torço muito para que a bilheteria baixa não atrapalhe o quarto filme que até chegou a ser anunciado pela Paramount…).

Abs,
Ritter.

Responder
JJL_ aranha superior 10 de setembro de 2016 - 21:13

[SPOILERS] Só tenho duas dúvidas, toda aquela galera que ajuda o Krall a derrubar a nave no planeta, eram todos prisioneiros que decidiram se afiliar a ele certo?! Porque pelo que o personagem disse no relato, só haviam sobrado três tripulantes (que eram os ajudantes principais dele). E o enxame era um arsenal da antiga Enterprise ou da civilização que habitava o planeta?

Responder
planocritico 12 de setembro de 2016 - 14:52

@joao_lucas_ribeiro_lopes:disqus , aquela galera vem de outras naves que caíram no planeta. Da tripulação original só três estavam vivos no começo do filme.

E as naves-enxame são de tecnologia alienígena de mineração que já estava naquele planeta.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 12 de setembro de 2016 - 14:52

@joao_lucas_ribeiro_lopes:disqus , aquela galera vem de outras naves que caíram no planeta. Da tripulação original só três estavam vivos no começo do filme.

E as naves-enxame são de tecnologia alienígena de mineração que já estava naquele planeta.

Abs,
Ritter.

Responder
JJL_ aranha superior 10 de setembro de 2016 - 21:13

[SPOILERS] Só tenho duas dúvidas, toda aquela galera que ajuda o Krall a derrubar a nave no planeta, eram todos prisioneiros que decidiram se afiliar a ele certo?! Porque pelo que o personagem disse no relato, só haviam sobrado três tripulantes (que eram os ajudantes principais dele). E o enxame era um arsenal da antiga Enterprise ou da civilização que habitava o planeta?

Responder
JJL_ aranha superior 10 de setembro de 2016 - 21:01

Com esse diretor eu esperava ficar bastante confuso com o filme, não aconteceu, nem mesmo na linda cena em que eles tocam ‘sabootage’ pra vencer o enxame. No final deixou aquele gostinho de quero mais, principalmente se for pra ver mais de personagens como Scotty, Magro e Jaylah, essa última acho que seria um verdadeiro desperdício não utilizá-la futuramente em um filme ou série (ouvi dizer que é possível), ainda mais com o talento da Soufia Boutella que pode ter com ela a personagem de sua carreira, talento a linda tem de sobra.

Responder
planocritico 12 de setembro de 2016 - 14:48

@joao_lucas_ribeiro_lopes:disqus , esse diretor estava me dando medo mesmo, mas o resultado foi excepcional. Tomara que Jaylah passe a fazer parte integrante da tripulação da Enterprise. Seria uma bem vinda adição!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 12 de setembro de 2016 - 14:48

@joao_lucas_ribeiro_lopes:disqus , esse diretor estava me dando medo mesmo, mas o resultado foi excepcional. Tomara que Jaylah passe a fazer parte integrante da tripulação da Enterprise. Seria uma bem vinda adição!

Abs,
Ritter.

Responder
JJL_ aranha superior 10 de setembro de 2016 - 21:01

Com esse diretor eu esperava ficar bastante confuso com o filme, não aconteceu, nem mesmo na linda cena em que eles tocam ‘sabootage’ pra vencer o enxame. No final deixou aquele gostinho de quero mais, principalmente se for pra ver mais de personagens como Scotty, Magro e Jaylah, essa última acho que seria um verdadeiro desperdício não utilizá-la futuramente em um filme ou série (ouvi dizer que é possível), ainda mais com o talento da Soufia Boutella que pode ter com ela a personagem de sua carreira, talento a linda tem de sobra.

Responder
thiago 4 de setembro de 2016 - 20:35

Vou fazer uma critica a critica, rs. como não falar da trilha sonora desse filme que foi um ponto alto demais, como é bom ver os climax do filme com um trilha orquestrada de alta qualidade.
No resto esse foi o melhor da franquia a cena da entreprise vs as naves do krall de tirar o folego e extremamente significativo com o que acontece com a nave e a tripulação, me senti muito feliz de estar no cinema e ter visto akilo, com escassez, de filmes de naves e batalhas intergaláticas, personagens cada vez mais cativantes.

Umas duvidas que fiquei como o Krall assumiu akela forma alienígena? não ficou muito claro…pelo menos pra mim. e a motivação do Krall foi o ódio aos humanos e claro a federação? por ter feito a paz com os inimigos. Pq em certo momento do filme ele diz algo como meu povo foi cultivado com a dor e medo(desculpe naolembro que ele disse direito, mas nao foi coisa positiva) mas ele era humano. Obrigado parabéns (e a critica com spoiler tb muito boa) pela critica, mas poderia retificar e dar um espaço pra falar na trilha sonora

Responder
planocritico 5 de setembro de 2016 - 16:22

Tem razão, @disqus_A7depsGfsg:disqus , não falei da trilha! Mas é Giacchino! O cara é genial e falei muito da trilha dele na crítica de Star Trek (2009).

Sobre a forma do Krall, é por causa da máquina alienígena que absorve a força vital de seres vivos e transfere para ele, permitindo que ele viva mais tempo. É rapidamente explicado que não só a força vital é transferida, como também a genética, o que vai alterando o DNA humano dele.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 5 de setembro de 2016 - 16:22

Tem razão, @disqus_A7depsGfsg:disqus , não falei da trilha! Mas é Giacchino! O cara é genial e falei muito da trilha dele na crítica de Star Trek (2009).

Sobre a forma do Krall, é por causa da máquina alienígena que absorve a força vital de seres vivos e transfere para ele, permitindo que ele viva mais tempo. É rapidamente explicado que não só a força vital é transferida, como também a genética, o que vai alterando o DNA humano dele.

Abs,
Ritter.

Responder
JJL_ aranha superior 10 de setembro de 2016 - 21:07

Ele era um capitão da enterprise, provavelmente um alienígena de fisiologia humana, que se revoltou por terem abandonado ele e sua tripulação naquele planeta.

Responder
JJL_ aranha superior 10 de setembro de 2016 - 21:07

Ele era um capitão da enterprise, provavelmente um alienígena de fisiologia humana, que se revoltou por terem abandonado ele e sua tripulação naquele planeta.

Responder
planocritico 12 de setembro de 2016 - 14:49

@joao_lucas_ribeiro_lopes:disqus , ele não era capitão da Enterprise, e sim da USS Franklin. E ele é humano da Terra mesmo, não alienígena.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 12 de setembro de 2016 - 14:49

@joao_lucas_ribeiro_lopes:disqus , ele não era capitão da Enterprise, e sim da USS Franklin. E ele é humano da Terra mesmo, não alienígena.

Abs,
Ritter.

Responder
JJL_ aranha superior 14 de setembro de 2016 - 20:17

E como ele tinha aqueles poderes?

Responder
JJL_ aranha superior 14 de setembro de 2016 - 20:17

E como ele tinha aqueles poderes?

Responder
planocritico 14 de setembro de 2016 - 20:24

Efeitos da máquina alienígena que ele achou no planeta e usa para absorver a força vital de outros seres e, com isso, estender sua vida (o que acaba mudando também sua aparência, em razão da mistura de DNAs).

Abs,
Ritter.

planocritico 14 de setembro de 2016 - 20:24

Efeitos da máquina alienígena que ele achou no planeta e usa para absorver a força vital de outros seres e, com isso, estender sua vida (o que acaba mudando também sua aparência, em razão da mistura de DNAs).

Abs,
Ritter.

thiago 4 de setembro de 2016 - 20:35

Vou fazer uma critica a critica, rs. como não falar da trilha sonora desse filme que foi um ponto alto demais, como é bom ver os climax do filme com um trilha orquestrada de alta qualidade.
No resto esse foi o melhor da franquia a cena da entreprise vs as naves do krall de tirar o folego e extremamente significativo com o que acontece com a nave e a tripulação, me senti muito feliz de estar no cinema e ter visto akilo, com escassez, de filmes de naves e batalhas intergaláticas, personagens cada vez mais cativantes.

Umas duvidas que fiquei como o Krall assumiu akela forma alienígena? não ficou muito claro…pelo menos pra mim. e a motivação do Krall foi o ódio aos humanos e claro a federação? por ter feito a paz com os inimigos. Pq em certo momento do filme ele diz algo como meu povo foi cultivado com a dor e medo(desculpe naolembro que ele disse direito, mas nao foi coisa positiva) mas ele era humano. Obrigado parabéns (e a critica com spoiler tb muito boa) pela critica, mas poderia retificar e dar um espaço pra falar na trilha sonora

Responder
ABC 2 de setembro de 2016 - 19:50

Não sei bem o que pensar, me decepcionei tanto com aquele “Além da escuridão” (que havia recebido ótimas críticas) que não sei se pagaria para assistir esse novo. A vantagem é que ele é o filme da semana de uma rede de cinemas, e a versão em IMAX está por R$18.

Ps.: Não tinha um crítico com sobrenome de ave? Ele foi despedido?

Sds.

Responder
planocritico 2 de setembro de 2016 - 20:32

@disqus_aWsfwKiIOp:disqus , Além da Escuridão é realmente bem fraco. Sem Fronteiras é muito, mas muito melhor. Dê uma chance que acho que você vai gostar.

Sobre seu ps, você deve estar falando do Matheus Fragata. Não, ele não foi despedido, mas resolveu sair do site.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 2 de setembro de 2016 - 20:32

@disqus_aWsfwKiIOp:disqus , Além da Escuridão é realmente bem fraco. Sem Fronteiras é muito, mas muito melhor. Dê uma chance que acho que você vai gostar.

Sobre seu ps, você deve estar falando do Matheus Fragata. Não, ele não foi despedido, mas resolveu sair do site.

Abs,
Ritter.

Responder
ABC 2 de setembro de 2016 - 21:28

Sim, é esse mesmo, o das críticas dos filmes de super-heróis com spoiler. Uma pena, eu gostava das críticas dele.

Vou dar uma chance para o filme, está barato mesmo…

Responder
ABC 2 de setembro de 2016 - 21:28

Sim, é esse mesmo, o das críticas dos filmes de super-heróis com spoiler. Uma pena, eu gostava das críticas dele.

Vou dar uma chance para o filme, está barato mesmo…

Responder
planocritico 2 de setembro de 2016 - 22:07

Depois me diga o que achou!

E sobre as críticas com spoilers, nós continuamos com elas! Hoje mesmo saiu a de Star Trek. Espero que goste!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 2 de setembro de 2016 - 22:07

Depois me diga o que achou!

E sobre as críticas com spoilers, nós continuamos com elas! Hoje mesmo saiu a de Star Trek. Espero que goste!

Abs,
Ritter.

Responder
thiago 4 de setembro de 2016 - 20:37

Tb achei q alem da escuridão deixou a desejar, e comentei com algumas pessoas elas o acharam bom, nao eu, mas sem fronteiras é bom demais, diversão total cara assista

Responder
thiago 4 de setembro de 2016 - 20:37

Tb achei q alem da escuridão deixou a desejar, e comentei com algumas pessoas elas o acharam bom, nao eu, mas sem fronteiras é bom demais, diversão total cara assista

Responder
ABC 2 de setembro de 2016 - 19:50

Não sei bem o que pensar, me decepcionei tanto com aquele “Além da escuridão” (que havia recebido ótimas críticas) que não sei se pagaria para assistir esse novo. A vantagem é que ele é o filme da semana de uma rede de cinemas, e a versão em IMAX está por R$18.

Ps.: Não tinha um crítico com sobrenome de ave? Ele foi despedido?

Sds.

Responder
Helder Zemo 31 de agosto de 2016 - 10:19

O filme é otimo, mas a bilheteria ficou abaixo dos primeiros filmes, o que me preocupa um pouco pro seguimento da serie, ainda mais com Star Wars e seus 2 bilhoes de dolares, não sei se o filme vai estrear na china pra dar uma alavancada nos numeros, esperamos que a Paramount de seguimento e que de tudo certo, pelo menos compensa a cagada feita nos Transformers kkkk

Responder
planocritico 31 de agosto de 2016 - 12:28

@disqus_qqVEa4WRHI:disqus , também fiquei muito surpreso com a bilheteria pífia do filme dentro dos EUA (só 151 milhões) e, fora dos EUA, até agora, só 92 milhões. Mas não abriu na China e vai abrir ainda pelo que andei lendo. Outros territórios também, como o Brasil, vão dar um “up”. Mesmo assim, o filme custou 185 milhões e, para ficar no “zero a zero” tem que fazer pelo menos o dobro disso. No entanto, a Paramount já anunciou a produção do 4… Vamos ver…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 31 de agosto de 2016 - 12:28

@disqus_qqVEa4WRHI:disqus , também fiquei muito surpreso com a bilheteria pífia do filme dentro dos EUA (só 151 milhões) e, fora dos EUA, até agora, só 92 milhões. Mas não abriu na China e vai abrir ainda pelo que andei lendo. Outros territórios também, como o Brasil, vão dar um “up”. Mesmo assim, o filme custou 185 milhões e, para ficar no “zero a zero” tem que fazer pelo menos o dobro disso. No entanto, a Paramount já anunciou a produção do 4… Vamos ver…

Abs,
Ritter.

Responder
Pedro Enzo 6 de setembro de 2016 - 21:00

Pois é cara, é foda ver uns filme merda como, transformers ,fazer bilhões e um filme bom igual star trek beyond, não fazer nem 300 milhões.

Responder
Pedro Enzo 6 de setembro de 2016 - 21:00

Pois é cara, é foda ver uns filme merda como, transformers ,fazer bilhões e um filme bom igual star trek beyond, não fazer nem 300 milhões.

Responder
planocritico 7 de setembro de 2016 - 18:07

Muito triste mesmo, @pedroenzo:disqus ! Mas a boa notícia que é que Beyond, com a estreia na China, Brasil e outros países, está chegando a 300 milhões. É torcer para ele fazer pelo menos a mesma coisa que o primeiro: 385 milhões. Não sei se consegue, mas fica a torcida!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de setembro de 2016 - 18:07

Muito triste mesmo, @pedroenzo:disqus ! Mas a boa notícia que é que Beyond, com a estreia na China, Brasil e outros países, está chegando a 300 milhões. É torcer para ele fazer pelo menos a mesma coisa que o primeiro: 385 milhões. Não sei se consegue, mas fica a torcida!

Abs,
Ritter.

Responder
JJL_ aranha superior 10 de setembro de 2016 - 21:08

Eu achei esse melhor que o último Star Wars, vai ser realmente bem chateante se lucrar menos.

Responder
JJL_ aranha superior 10 de setembro de 2016 - 21:08

Eu achei esse melhor que o último Star Wars, vai ser realmente bem chateante se lucrar menos.

Responder
planocritico 12 de setembro de 2016 - 14:51

Não tem chance de Star Trek bater Star Wars na bilheteria. Nenhum filme da série chegou perto de qualquer filme de Star Wars em bilheteria.

Mas sobre gostar, também gostei mais de Beyond do que de de O Despertar da Força, ainda que a comparação seja injusta.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 12 de setembro de 2016 - 14:51

Não tem chance de Star Trek bater Star Wars na bilheteria. Nenhum filme da série chegou perto de qualquer filme de Star Wars em bilheteria.

Mas sobre gostar, também gostei mais de Beyond do que de de O Despertar da Força, ainda que a comparação seja injusta.

Abs,
Ritter.

Responder
JJL_ aranha superior 14 de setembro de 2016 - 20:16

Como assim injusta?

Responder
JJL_ aranha superior 14 de setembro de 2016 - 20:16

Como assim injusta?

Responder
planocritico 14 de setembro de 2016 - 20:23

Porque O Despertar da Força precisava ser um recomeço para a franquia para a nova geração e Beyond já era o terceiro capítulo de um recomeço e podia se dar ao luxo de se desapegar da mitologia da série.

Abs,
Ritter.

JJL_ aranha superior 14 de setembro de 2016 - 20:29

Acho que quando se fala de qualidade não é injusto, principalmente porque o primeiro filme da nova trilogia Star Trek foi melhor que o Despertar da Força.

JJL_ aranha superior 14 de setembro de 2016 - 20:29

Acho que quando se fala de qualidade não é injusto, principalmente porque o primeiro filme da nova trilogia Star Trek foi melhor que o Despertar da Força.

planocritico 14 de setembro de 2016 - 20:33

Aí eu não sei se concordo. Diria, talvez, que os dois são equivalentes.

Abs,
Ritter.

planocritico 14 de setembro de 2016 - 20:33

Aí eu não sei se concordo. Diria, talvez, que os dois são equivalentes.

Abs,
Ritter.

JJL_ aranha superior 14 de setembro de 2016 - 20:36

O primeiro filme de Star Trek recicla o roteiro do original?

JJL_ aranha superior 14 de setembro de 2016 - 20:36

O primeiro filme de Star Trek recicla o roteiro do original?

planocritico 14 de setembro de 2016 - 20:43

Não, mas O Despertar da Força nos apresenta a 4 personagens humanos e um robótico COMPLETAMENTE novos e muito bons, se passa na mesma linha temporal (ou seja, não pode ignorar o que veio antes) e tem uma direção mais madura de Abrams do que o que ele fez em Star Trek de 2009.

Além disso, O Despertar da Força pode reciclar o roteiro do IV, mas pelo menos não tem o que considero o furo mais absurdo de muito tempo em um blockbuster: Kirk é ejetado da Enterprise (o que por si só já é um furo, já que ele seria preso, não ejetado) e cai no MESMO planeta onde está o Spock velho e, mais do que isso, encontra com ele (!!!) e, mais do que isso ainda, ainda tem Scotty por ali que POR ACASO, tem um sistema de teletransporte trans-dobra só esperando uma equação de Spock…

Mas veja, Star Trek de 2009 é sensacional. Adoro o filme. Mas não o considero melhor que Sem Fronteiras (na verdade, o considero pior) e acho que está no mesmo patamar de O Despertar da Força que sim, me desapontou, mas, se visto sem olhar para trás, é um ótimo filme também.

Abs,
Ritter.

planocritico 14 de setembro de 2016 - 20:43

Não, mas O Despertar da Força nos apresenta a 4 personagens humanos e um robótico COMPLETAMENTE novos e muito bons, se passa na mesma linha temporal (ou seja, não pode ignorar o que veio antes) e tem uma direção mais madura de Abrams do que o que ele fez em Star Trek de 2009.

Além disso, O Despertar da Força pode reciclar o roteiro do IV, mas pelo menos não tem o que considero o furo mais absurdo de muito tempo em um blockbuster: Kirk é ejetado da Enterprise (o que por si só já é um furo, já que ele seria preso, não ejetado) e cai no MESMO planeta onde está o Spock velho e, mais do que isso, encontra com ele (!!!) e, mais do que isso ainda, ainda tem Scotty por ali que POR ACASO, tem um sistema de teletransporte trans-dobra só esperando uma equação de Spock…

Mas veja, Star Trek de 2009 é sensacional. Adoro o filme. Mas não o considero melhor que Sem Fronteiras (na verdade, o considero pior) e acho que está no mesmo patamar de O Despertar da Força que sim, me desapontou, mas, se visto sem olhar para trás, é um ótimo filme também.

Abs,
Ritter.

planocritico 14 de setembro de 2016 - 20:23

Porque O Despertar da Força precisava ser um recomeço para a franquia para a nova geração e Beyond já era o terceiro capítulo de um recomeço e podia se dar ao luxo de se desapegar da mitologia da série.

Abs,
Ritter.

Helder Zemo 31 de agosto de 2016 - 10:19

O filme é otimo, mas a bilheteria ficou abaixo dos primeiros filmes, o que me preocupa um pouco pro seguimento da serie, ainda mais com Star Wars e seus 2 bilhoes de dolares, não sei se o filme vai estrear na china pra dar uma alavancada nos numeros, esperamos que a Paramount de seguimento e que de tudo certo, pelo menos compensa a cagada feita nos Transformers kkkk

Responder
Isaac 4 de agosto de 2016 - 22:29

Curioso para ver em tela Imax esse filme.
Pra mim, o melhor filme já feito de Star Trek no cinema foi Primeiro Contato (1996).
Achei até melhor que A Ira de Khan.

Pena que foi o único filme bom da TNG no cinema.

Responder
planocritico 4 de agosto de 2016 - 22:52

@isaacsouzadiaskgb:disqus , realmente Primeiro Contato é MUITO bom. Vamos trazer as críticas de todos os 12 filmes da franquia nos dias que antecederem o lançamento oficial de Sem Fronteiras no Brasil e aí vamos conversando sobre cada um deles!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 4 de agosto de 2016 - 22:52

@isaacsouzadiaskgb:disqus , realmente Primeiro Contato é MUITO bom. Vamos trazer as críticas de todos os 12 filmes da franquia nos dias que antecederem o lançamento oficial de Sem Fronteiras no Brasil e aí vamos conversando sobre cada um deles!

Abs,
Ritter.

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Isaac 4 de agosto de 2016 - 22:29

Curioso para ver em tela Imax esse filme.
Pra mim, o melhor filme já feito de Star Trek no cinema foi Primeiro Contato (1996).
Achei até melhor que A Ira de Khan.

Pena que foi o único filme bom da TNG no cinema.

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Dan 2 de agosto de 2016 - 13:06

Assisti ao filme na pré-estréia sábado e gostei bastante. Divertido, movimentado, história bem amarradinha.
A grande vantagem do filme foi, como dito na crítica, se libertar dos filmes passados e trazer algo de original. Ao meu ver, Sem Fronteiras ficou anos luz a frente do cambaleante Além da Escuridão, mas acho que meu preferido ainda é o Star Trek 2009.
Claro que não é aquele Star Trek raiz, filosófico e cerebral, mas acho que é irreal esperar isso dos filmes hoje em dia. Assim como seus dois antecessores, vejo esse filme mais como “aventuras espaciais com Kirk e Spock” do que como Star Trek propriamente dito. Essa esperança fica guardada para a vindoura série Discovery.
Apesar de achar que essa nova série de filmes se distancia muito do que ST foi um dia, ainda assim é respeitosa e divertida suficiente. Torço pelo sucesso da série e que tenha uma vida longa e próspera nos cinemas.
Abs!

Responder
planocritico 2 de agosto de 2016 - 15:14

@disqus_PJzxCFXBon:disqus , achei sua análise simplesmente perfeita. É exatamente isso. A nova versão de Star Trek é a versão “possível” considerando-se o mundo em que hoje vivemos. A pegada mais filosófica, mais surreal que existia na série original e também nas várias que se seguiram e em vários dos longas lançados foi abolida na Linha Temporal Kelvin. Mas o bom é que essa abolição não foi completa. Ainda há um pouco do que faz de Star Trek ser o que é, além de valores de produção muito elevados, com roteiros realmente acima da média.

Sobre Além da Escuridão, também concordo plenamente. É um filme desapontador pelo quanto ele se apega ao que foi feito e o quão mal trabalhada foi aquela “reviravolta” envolvendo o personagem de Cumberbatch. Sobre qual é o melhor dos três, acho que também ficaria com o primeiro, de 2009 pela novidade, inteligência do roteiro ao criar linha temporal paralela e pelo quão incríveis estão os atores lá.

Abs,
Ritter.

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planocritico 2 de agosto de 2016 - 15:14

@disqus_PJzxCFXBon:disqus , achei sua análise simplesmente perfeita. É exatamente isso. A nova versão de Star Trek é a versão “possível” considerando-se o mundo em que hoje vivemos. A pegada mais filosófica, mais surreal que existia na série original e também nas várias que se seguiram e em vários dos longas lançados foi abolida na Linha Temporal Kelvin. Mas o bom é que essa abolição não foi completa. Ainda há um pouco do que faz de Star Trek ser o que é, além de valores de produção muito elevados, com roteiros realmente acima da média.

Sobre Além da Escuridão, também concordo plenamente. É um filme desapontador pelo quanto ele se apega ao que foi feito e o quão mal trabalhada foi aquela “reviravolta” envolvendo o personagem de Cumberbatch. Sobre qual é o melhor dos três, acho que também ficaria com o primeiro, de 2009 pela novidade, inteligência do roteiro ao criar linha temporal paralela e pelo quão incríveis estão os atores lá.

Abs,
Ritter.

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Dan 2 de agosto de 2016 - 13:06

Assisti ao filme na pré-estréia sábado e gostei bastante. Divertido, movimentado, história bem amarradinha.
A grande vantagem do filme foi, como dito na crítica, se libertar dos filmes passados e trazer algo de original. Ao meu ver, Sem Fronteiras ficou anos luz a frente do cambaleante Além da Escuridão, mas acho que meu preferido ainda é o Star Trek 2009.
Claro que não é aquele Star Trek raiz, filosófico e cerebral, mas acho que é irreal esperar isso dos filmes hoje em dia. Assim como seus dois antecessores, vejo esse filme mais como “aventuras espaciais com Kirk e Spock” do que como Star Trek propriamente dito. Essa esperança fica guardada para a vindoura série Discovery.
Apesar de achar que essa nova série de filmes se distancia muito do que ST foi um dia, ainda assim é respeitosa e divertida suficiente. Torço pelo sucesso da série e que tenha uma vida longa e próspera nos cinemas.
Abs!

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Ezequiel 1 de agosto de 2016 - 16:57

Porra! Justin Lin conseguiu manter o trabalho de J.J. Abrams. Ninguém botava fé. Que beleza! Mais uma trilogia épica e unânime! Show! Agora tô ainda mais ansioso pra assistir!

Responder
Ezequiel 1 de agosto de 2016 - 16:57

Porra! Justin Lin conseguiu manter o trabalho de J.J. Abrams. Ninguém botava fé. Que beleza! Mais uma trilogia épica e unânime! Show! Agora tô ainda mais ansioso pra assistir!

Responder
planocritico 1 de agosto de 2016 - 18:10

@Ezequi_el:disqus , arrisco dizer que Lin foi melhor ainda que Abrams no segundo filme que, para mim, tem diversos problemas de roteiro. É muito bom quando um diretor que não confiamos muito acaba entregando algo inesperadamente bom. Assista sem medo. Você vai ficar tonto com a câmera tresloucada dele, mas acho que gostará muito do filme!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 1 de agosto de 2016 - 18:10

@Ezequi_el:disqus , arrisco dizer que Lin foi melhor ainda que Abrams no segundo filme que, para mim, tem diversos problemas de roteiro. É muito bom quando um diretor que não confiamos muito acaba entregando algo inesperadamente bom. Assista sem medo. Você vai ficar tonto com a câmera tresloucada dele, mas acho que gostará muito do filme!

Abs,
Ritter.

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mateus 31 de julho de 2016 - 17:13

to louco para ver esse filme.

Responder
planocritico 31 de julho de 2016 - 18:43

Olha, @disqus_bbjj5vZ91V:disqus , estava com o pé atrás por causa daquele primeiro trailer, mas agora eu garanto: a espera valerá a pena!

Abs,
Ritter.

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planocritico 31 de julho de 2016 - 18:43

Olha, @disqus_bbjj5vZ91V:disqus , estava com o pé atrás por causa daquele primeiro trailer, mas agora eu garanto: a espera valerá a pena!

Abs,
Ritter.

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jcesarfe 31 de julho de 2016 - 15:17

Muito legal a crítica, mas ainda nem vi o filme. Que por sinal aqui só estréia daqui 2 semanas.

Responder
planocritico 31 de julho de 2016 - 15:25

Obrigado! Na verdade, o filme estreia em 4 semanas. Dia 1º de setembro.

Até lá, traremos as críticas de todos os demais filmes da série!

Abs,
Ritter.

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jcesarfe 31 de julho de 2016 - 15:27

Verdade é 4 semanas.

Responder
Diogo Amorim 31 de julho de 2016 - 14:31

Ahh que delícia de crítica! Não posso negar que eu estava um pouquinho receoso com esse novo filme da série mais recente de Star Trek, mesmo tendo gostado muito dos dois anteriores, muito disso devido a saída do J. J. Abrams na direção e a entrada de um diretor não muito confiável e também por causa daquele primeiro trailer que não me agradou muito.

Mas agora depois de ler essa crítica já posso ficar tranquilo e esperar o filme numa boa, sem receios, pois provavelmente irei gostar, pena que ainda vou ter que esperar um mês pra assistir 🙁

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planocritico 31 de julho de 2016 - 14:34

@disqus_DYY1j6PAkX:disqus , valeu! Olha, garanto que a espera vai valer a pena! Todas as mudanças na produção, com saída de Abrams e Orci valeram a pena. E fique de olho, pois faremos uma maratona Star Trek por aqui para não só comemorar a chegada do novo filme, como também o aniversário de 50 anos da série. Teremos muito o que debater do mundo Trekker até a estreia!

Abs,
Ritter.

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