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Crítica | Star Wars: A Ascensão Skywalker (Com Spoilers)

por Giba Hoffmann
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  • Contém spoilers! Leia a crítica sem spoilers aqui, e confira aqui nossa coleção de textos sobre Star Wars, em constante expansão.  

Será que eles fazem isso de propósito? Só pode ser isso. Tem que ser isso. Só pode ser de propósito…

Ame o produto, odeie o produto, consuma o produto

Certa vez alguém me disse: “você só se torna um legítimo fã de Star Wars a partir do momento em que odeia [alguma coisa de] Star Wars”. Pode parecer apenas um comentário irônico a respeito dos desprazeres do fandom, mas por outro lado faz até sentido: dá para odiar aquilo que diz respeito a algo que simplesmente não te importa?

Dada a multiplicidade de obras explorando o universo criado por George Lucas, a chance é altíssima de que alguma coisa no meio do caminho entre Uma Nova Esperança e o que quer que tenha tentado sucedê-lo simplesmente não caia bem. Não caia nada bem. E então vem o ressentimento, a irritação, a rejeição completa e total dessa nova peça , tão detestada justamente por não encaixar direito no quebra-cabeças tão querido que você trazia no coração. Para alguns, um quebra-cabeças de apenas duas ou três peças, para outros podem ser centenas  —  não importa.

O ponto é que o ódio vem porque a nova peça destoa, incomoda e arruina aquele todo impecável e livre de falhas que era a galáxia muito, muito distante até então. “Tudo era tão perfeito até “X” acontecer e agora veja só, todas essas memórias, toda essa magia, toda a minha infância/adolescência/juventude/vida adulta estão destruídas. Muito obrigado pela punhalada nas costas, George Lucas/J. J. Abrams/Rian Johnson/Jar Jar Binks!”

Esse poder místico da série, embora encontre paralelos em outras franquias, provavelmente deve-se à genialidade sui generis da Trilogia Original, um cinema que, por mais que pudesse ter objetivamente suas limitações, resultou em um conjunto muito superior à soma de suas partes nos mais diversos níveis imagináveis. O time criativo capitaneado pelo jovem George Lucas não apenas “engarrafou relâmpago”: ele engarrafou Hefesto inteiro e saiu vendendo trovões nas salas de projeção e pequenos raiozinhos de polietileno em embalagens da Kenner.

Quase meio século depois, seguimos amando e odiando Star Wars, e a franquia segue sendo comentada nesse misto de sentimentos verdadeiros com as tentativas vãs de contê-los: o cinismo cool, o tecnicismo dos críticos, os boicotes cultistas, os artigos em busca do clickbait perfeito. Tentativas de tampar com a peneira o poder ainda avassalador do relâmpago de um filme barato de 1977. E isso tudo, claro, refletindo nas tentativas da titânica Casa do Camundongo em manter o seu Hefesto de 4 bilhões de dólares bem engarrafadinho e devidamente produtivo.

Aproveitando o momento para um breve corolário. Eu creio ter consciência do meu status: eu amo (o meu quebra-cabeças pessoal de) Star Wars. Não é algo universal. Para quem não foi acometido por essa condição, a dinâmica deve ser simplesmente outra. Também deve haver conversa interessante para se ter nesse meio. Mas eu só posso falar desse lugar. Eu leio (e releio) os livros e quadrinhos em detrimento de coisas potencialmente melhores, idem para os jogos —  putz, minha maior expectativa em relação a A Vingança dos Sith era saber se o Quinlan Vos tinha alguma chance de aparecer! Ou seja, nesse momento, vos escreve um crítico 100% comprometido e parcializado sob essa condição, para bem e para mal… Eu me diverti com o filme, gostei de várias cenas que considero objetivamente boas e até mesmo com outras nem tanto. Ao invés de ressaltar por várias vezes o que funcionou para mim, que foram dois componentes bem básicos: a caracterização do elenco principal (até certo ponto do filme) e o aspecto de aventura, quero tentar passar por eles mas me ater nos “porquês” a respeito do que não funcionou.

Dr. John Watson vs. Sir Arthur Conan Doyle

Dentre todas as trapalhadas da Disney em lidar com essa Trilogia Sequência que agora se encerra, é possível que a que inicialmente tome corpo no imaginário do público seja a suposta grande “richa” de bastidores: J. J. Abrams vs. Rian Johnson. Porém, por mais que essa briga se reproduza entre os fãs na forma dos defensores ferrenhos de duas abordagens igualmente cheias de elementos indefensáveis, acredito que a verdadeira disputa aqui seja entre duas figuras mais inusitadas: o fictício Dr. John Watson e seu criador em carne e osso, Sir Arthur Conan Doyle. Me refiro às perspectivas intra-narrativa (watsoniana) e extra-narrativa (doylista) com que se pode observar o universo diegético desses novos lançamentos.

A primeira, “watsoniana”, nos faz coincidir com o ponto de vista interno da narrativa  —  o “John Watson de Star Wars”, o misterioso autor que, in loco, cordialmente nos escreve “A long time ago, in a galaxy far, far away…” sem assinar nada embaixo, e segue nos relatando os eventos a partir de seu ponto de vista tácito.

Esse pobre coitado frequentemente parece ser esquecido em prol do segundo ponto de vista, “doylista”, que permeia a experiência de interpretação dos fãs ao jogar frequentemente para um locus externo o ponto de apoio da narrativa. Nós sabemos muito bem quem escreveu aquela frase, e também que o texto introdutório, ao invés de miraculosamente traduzido do basic para o inglês/português e transmitido por vários anos-luz até chegar aqui, foi meticulosamente escrito com base em intenções de marketing, expectativas de retorno e reações de grupos focais. E não abrimos mão de nos lembrar disso na hora de tentar apontar os motivos pelos quais um dos filmes nos desapontou.

Esse deslize em direção ao doylismo torna toda a discussão em torno das obras mais pantanosa e nebulosa do que o necessário: de repente, ao invés de nos ocuparmos dos autênticos elementos dramáticos que, afinal de contas, foram o que inicialmente nos fisgaram e nos mantiveram motivados ao ponto de ir ao cinema de madrugada em pleno meio da semana, estamos vociferando maldições em direção às grandes corporações, nos desgastando em meio ao fogo cruzado do tedioso review-bombing e dos absurdos tomatômetros e fantasiando disputas fúteis entre diretores na busca por encontrar a origem de tamanha vilania do mundo real.

Não que o jovem George Lucas não possa ter tido, obviamente, suas inspirações e motivações mundanas, sejam elas quais foram. É que, originalmente afastada de todo esse contexto extra-narrativo massivo, sua película seminal conseguiu disfarçar muito bem esse fato inconveniente. Se eu tivesse que resumir o mais brevemente possível o porque eu acho que o primeiro “Guerra nas Estrelas” é um filme tão bom, eu diria que é porque ele te transporta com uma facilidade inacreditável direto para o coração de um universo diegético único. Faz até parecer que é fácil!

De forma absolutamente improvável, apoiado em um contexto favorável onde Lucas ainda não tinha tomado para si o controle total de suas produções (e, com isso, descartado o senso crítico pela janela tal qual Darth Sidious fez com Mace Windu), O Império Contra-Ataca nos trucou em cima desse feito inicial de forma brilhante, adicionando novas camadas de dramaticidade e recheando a narrativa com elementos riquíssimos de toda boa jornada heroica que garantiram que Luke, Leia e Han se tornassem o que se tornaram no imaginário pop.

A partir de então, a marca penou para reencontrar e repetir a essência por trás dessa dobradinha miraculosa. Sim, convenhamos, sem cinismo e com todo o amor que a franquia merece: desde O Retorno de Jedi, Star Wars no cinema tem sido, em medidas variáveis, um show de derivativismo, auto-indulgência e comentários “meta” a respeito da própria grandeza e importância. Em uma era em que a discussão dos filmes transcende de longe os limites da experiência da sala de cinema, se antecipando por meses antes e se alongando por anos depois com uma intensidade sem paralelos, esse efeito “meta” só foi sendo cada vez mais potencializado, mudando o que o “evento” de lançamento de um filme significa efetivamente — e em nenhuma franquia no mesmo nível do que nessa.

A Ascensão Skywalker é apenas o climax explosivo dessa tensão crescente entre expectativas impossíveis e auto-referencialidade sem limites, mais de trinta anos cozinhando pelos cantos de cada produção que levou a marca. É onde essas forças se chocaram com tamanha potência que fizeram explodir as fronteiras do universo diegético da Galáxia rumo às Regiões Desconhecidas da sala de cinema. Nem precisamos comprar a sessão em 3D para sentir os escombros voando diretamente da tela em nossa direção!

Eu estava determinado a não ser doylista demais neste texto, queria criticar o filme sob uma perspectiva protegida de todo “ruído externo”. Mas me parece um feito impossível: o próprio filme rompe qualquer barreira que houvesse antes entre os dois pontos de vista, fazendo Doyle descer uma bicuda na cara de um incauto Watson logo na introdução, e prosseguindo com seu implacável espancamento até que o pobre doutor tivesse saudades de seus tempos de guerra.

Com a sutileza imagética de literalmente milhares de cruzadores imperiais levantando da tumba e poluindo o céu em uma completa agressão aos sentidos, à credibilidade e ao bom senso, a narrativa da trilogia que se iniciou com cuidado recalcitrante termina no estouro ridiculamente cartunesco de um Imperador morto-vivo fritando uma frota inteira de batalha espacial com os improváveis relâmpagos de um roteirismo que soaria rasteiro até mesmo em uma fanfic de iniciante.

Como foi que chegamos aqui, mesmo?

Os póstumos Jedi

Entre as duas produções mornas dessa nova trilogia até então, eu fui pego mais fácil pelo divertido e empolgante show de ilusionismo de O Despertar da Força. Apesar de contar com momentos geniais, tomado em seu todo eu não gostei de Os Últimos Jedi (“Ohhhh, então esse aí é um desses!”). Para mim, ele briga (e possivelmente perde) com Ataque dos Clones como filme da saga que eu menos gosto  —  e sem a vantagem do vínculo de nostalgia que eu possuo em relação à Trilogia Prelúdio (nós existimos e ainda seremos a maioria!). Consigo entender, respeitar e até concordar com alguns dos pontos que os espectadores de opinião mais favorável apontaram sobre a película, mas ainda assim ela jamais me desceu como algo além de um grande (ainda que belíssimo) balde de água fria sobre as promessas do antecessor, pobre e preguiçosamente pretensioso em termos de desenvolvimento de seus personagens e temas centrais.

Raramente, no entanto, eu me senti compreendido em termos do que exatamente me desagradou naquele filme: ao invés de pensar na inconsistência interna e má execução de toda a subtrama de Canto Bight (para mim, a sequência mais medíocre de eventos de toda a saga nos cinemas) ou na forma desnecessariamente vaga e lenta com que a narrativa explora seus momentos de inegável brilhantismo, por exemplo, a discussão frequentemente degradou na polarização entre os que vêem os trajes invisíveis do Imperador Rian Johnson (um roupãozinho todo trabalhado em ouro muito maneiro, ouvi dizer!) e os que não conseguem enxergá-los por “n” motivos externos. “Subversão de expectativas” vs. “jogar seguro na nostalgia”  —  como se as infinitas possibilidades de Star Wars se resumissem a essa escolha binária simples!

Sob uma perspectiva watsoniana, não se resumem. Os livros, HQs, games e tudo o mais estão aí para provar: a riqueza desse universo compartilhado é imensa, e ele foi capaz de gerar muitos frutos dignos de elogio e credibilidade para além dos seus sucessos (e fracassos) cinematográficos. Infelizmente, no mundo dos filmes e sob uma perspectiva doylista, parece que o prognóstico não foi favorável, ao menos sob os olhos de nosso Imperador Camundongo. E a “recepção mista/dividida” do filme anterior aparentemente foi o suficiente para gerar impacto no já fragilizado processo criativo do capítulo final. Lado a lado ao (ao invés do?) trabalho narrativo, a recepção do público e o blábláblá hiperbólico das mídias sociais, revestido de uma importância até então inédita.

Já sofrendo absurda e obviamente da total ausência de planejamento prévio e coordenação mínima de esforços nas salas de roteiro, a Trilogia Sequência acabou se revelando ironicamente ainda menos do que a Trilogia Prelúdio na medida em que abandonou qualquer intento cinematográfico autêntico e aceitou de vez seu destino como mero produto. Eu sei, é um criticismo clichê, genérico e previsível  —  mas, ainda sim, é a descrição mais acurada a que eu consigo chegar. Isso é tão explícito que me faz pensar que talvez J. J. (ou talvez a presença etérea na Força de todos os diretores que o precederam) esteja nos passando uma mensagem de propósito nos momentos mais absurdos da película. “Olha o que vocês fizeram, com sua nostalgia cega e seu desejo rábico por baldes de pipoca em forma de capacete de stormtrooper!”.

Desculpa, seu Abrams, mas essa culpa eu não carrego. Se o trabalho (nada inevejável) dos times de marketing é mapear o frisson dos fãs ensandecidos em busca de diretrizes para garantir retornos futuros da marca, acredito que o compromisso de um time criativo sério, em um mundo ideal, deveria ser o de ignorar esses babacas nem que custe os empregos deles jamais assinar embaixo de uma peça publicitária como se tivesse entregado um filme. É preguiçoso, é tacanho, chega a ser desrespeitoso pelo fato de ser muito menos do que a série, como patrimônio cultural coletivo, merecia. Cada pequena “pontada” desferida contra Os Últimos Jedi ao longo dessa ego-trip insana de J.J. Abrams me confirmava a impressão de que esse elemento é imprescindível para termos uma compreensão mais completa do que se passa aqui. É o primeiro filme da saga que exige, nesse nível, uma contextualização externa para tentar fazer algum sentido sobre suas escolhas. E isso é significativo, não?

Querida, revivi o Palpatine

Desde a icônica introdução textual fica já evidente o nível danoso de auto-consciência do filme a respeito de sua natureza. Você, que achava que tinha vindo assistir ao terceiro capítulo de uma trilogia, logo percebe que não se trata disso. Se trata sobretudo de uma formalidade, um cumprimento de obrigação contratual. Após investir em dois longas inteiros inexplicavelmente dedicados à construção de momentum com bem pouco payoff, chegamos aqui absolutamente a lugar nenhum, em termos narrativos. “Palpatine está de volta, e agora mais poderoso do que nunca! Poderão nossos heróis se juntarem para vencê-lo com o poder da amizade?”.

Nem mesmo na edição de conclusão do arco mais descartável do gibi mais sem vergonha de Star Wars eu acho que já vi uma martelada de enredo com tamanha cara de pau quanto essa passagem realizada entre os Episódios VIII e IX. Algum tipo de esclarecimento sobre a premissa de que a Resistência precisaria se reerguer das cinzas, sobre qual é seu atual status agora e tudo mais? Tensão política e social entre a Primeira Ordem e a Resistência? Efeitos das jornadas pessoais de Rey (Daisy Ridley), Finn (John Boyega), Poe (Oscar Isaac), Rose (Kelly Marie Tran), Chewie (Joonas Suotamo), Leia (Carrie Fisher) e quem mais quer que estivesse presente na escapada final da Millenium Falcon após a Batalha de Crait? Desenvolvimentos de qualquer tipo a respeito das consequências dos eventos significativos dos dois últimos filmes?

Nada disso. Palpatine (Ian McDiarmid) está de volta porque sim, e é hora de nossos heróis começarem a caça ao tesouro do titio J.J. logo, porque se demorar demais é capaz dele criar novas “caixas do mistério” sem futuro algum! Aparentemente, essa é a melhor forma que a equipe criativa e um orçamento tendendo ao infinito encontrou para encerrar, tecnicamente, três trilogias. O que não era para ser um problema até então: mesmo com o time de marketing tagerelando sobre ser esse o final da “Saga Skywalker” (e o fato de que os episódios numerados tradicionalmente se restringiam a ela), narrativamente até então a Trilogia Sequência se encontrava bem posicionada para se resolver bem assim que amarrase os arcos pessoais de seus personagens. Ao reviver o grande vilão dos seis filmes anteriores, no entanto, o que se conseguiu foi colocar uma nova camada de pressão sobre a produção: além de ter que servir aos caprichos do “vai-não-vai” advindo do dramalhão que circundou o filme anterior, agora essa película também se torna responsável por encerrar não uma narrativa de três, mas sim de nove filmes. Diga-se o que quiser sobre as infames prequels de Lucas, mas narrativamente O Retorno de Jedi continuou a servir como encerramento perfeito e redondinho de uma trama transgeracional em seis capítulos.

Que fique claro: óbvio que é parte do estilo (e charme) de Star Wars adotar, sempre que possível, a estratégia in medias res  —  ou seja, criar narrativas que nos jogam de cara no meio de situações complexas dispensando a exposição de elementos-chave que nos levaram até ali. Não é por menos que a franquia se iniciou no quarto episódio e tudo mais, certo? Na verdade, a única transição que dispensou o recurso foi aquela entre os dois Episódios anteriores a esse. Porém há uma enorme diferença entre um time skip, por mais preguiçoso que seja, e um completo giro de 180 graus em direção a um outro filme surgido do nada e completamente incompatível com as linhas narrativas dispostas até ali. Ainda que teoricamente fosse possível inserir um retorno-surpresa do Imperador a essa altura do campeonato, certamente que um cuidado maior do que essa deturpação do crawl text era necessário para a coisa funcionar em qualquer nível não-caricato.

A partir desse novo foco, eleito não a partir dos ganchos narrativos disponíveis, mas do éter da genialidade de Abrams, a única coisa que conecta os conflitos, temas e elementos centrais de Os Últimos Jedi com A Ascensão Skywalker (e, por tabela, inclusive com O Despertar da Força) são os arquétipos de nosso trio principal, alguns elementos do lore da série tomados de forma o mais geral possível e um esboço de arco tumultuosamente realizado entre Rey e Kylo Ren/Ben (Adam Driver)  —  o único fio condutor que não acaba completamente em curto-circuito ao final do kamehameha Sith do Imperador zumbi.

A Resistência e a Primeira Ordem são duas entidades que, na passagem do primeiro para o segundo ato do filme, simplesmente cedem lugar a “pessoal do bem” versus “exército do mal”, respectivamente. Cada movimento do (desajeitadamente acelerado) primeiro ato do filme mal consegue disfarçar seu caráter burocrático, telegrafando necessidades pouco otimizadas do roteiro preguiçoso em tentar nos convencer que, de alguma forma, os ganchos narrativos oferecidos até então poderiam desembocar organicamente em uma investida da Resistência contra uma frota Sith que brotou ex nihilo nas Regiões Desconhecidas da Galáxia. Qual era a necessidade de que fosse assim? Era a única saída para se obter um espetáculo visual tão hiperbólico e vazio que deverá causar pesadelos terríveis para Michael Bay para todo o resto de sua vida, se é que isso era inevitável em temos marketeiros? Não dava para chegar nesse mesmo final inevitável de alguma forma minimamente elegante ou, quem sabe, racional?

A ascensão MacGuffin

Ironicamente, o corre-corre inicial dá origem a algumas das sequências que mais me agradaram em todo o filme. Mesmo inseridos em mais uma gincana de caixa do mistério, nosso grupo de heróis funciona muito bem em todos os níveis. A busca pelo rastreador Sith me fez lembrar alguns dos meus elementos favoritos de Star Wars, justamente aqueles até então esquecidos no desfile de auto-homenagens que foi essa nova trilogia.

Falo do senso de aventura espacial imprevisível e despreocupada, repleta de elementos misteriosos a cada virada do roteiro e embalada pela interação de um elenco carismático formado por um conjunto de arquétipos muito interessantes. O tipo de tonalidade vista nas sequências iniciais de O Retorno de Jedi, ou então, indo mais longe na coisa, que pontuava as aventuras lá do início do antigo Universo Expandido, como os quadrinhos originais da Marvel e o livro Splinter of The Mind’s Eye, nas quais as regras e o lore ainda não eram bem estabelecidos o suficiente, reinando assim a imaginação selvagem dos roteiristas inspirados pela obra-prima audiovisual original e nada mais.

E isso tudo com o mérito de uma tão bem-vinda originalidade: nosso grupo de heróis lembra suficientemente a tripulação clássica da Millenium Falcon, sem correspondê-la ponto-a-ponto o suficiente para tornar a coisa um exercício em futilidade — um mérito, em se tratando do Star Wars de J. J. Abrams. As relações internas no grupo convencem bastante, nos fazendo lamentar que “não tenhamos tido tempo” para explorar essa dinâmica antes (claro, mais importante foi o desfile de clichês pretensiosos da inexplicável digressão a Canto Bight!), o que também não desculpa Abrams da forma preguiçosa com que ele tenta nos convencer de que ele faz outra coisa aqui que não recortar situações sem grande sustentação narrativa para além do imediato.

A tensão entre Finn e Poe, a exploração de habilidades inéditas na Força através da misteriosa ligação entre Rey e Ben, a ideia da adaga Sith com a mensagem intradutível e a subsequente missão para hackear C3-PO (Anthony Daniels)  —  tudo isso recheia o ato inicial com ares de um divertido swashbuckler espacial, nos fazendo lembrar que, afinal de contas, essa doideira toda nasceu de um pastiche de Flash Gordon. Adorei e me diverti por cada segundo disso tudo, mesmo por entre o peso do ritmo caricaturalmente acelerado.

Anthony Daniels realiza sua volta da vitória com o C3-PO mais engraçado desde Uma Nova Esperança, Daisy Ridley ecoa algumas da melhores performances de cavaleiros Jedi do passado, com seu próprio twist pessoal, e o restante do elenco de heróis entrega performances no mínimo à altura de seus melhores momentos na série até então. No geral, senti que especialmente nessa sequência inicial de caçada aos MacGuffins o filme trouxe uma pegada mais fiel à caracterização dos personagens cuidadosa e demoradamente feita na abertura dessa trilogia, algo que faltou ao Episódio anterior e que infelizmente torna a desaparecer a partir do segundo ato do filme.

A variedade vertiginosa de paisagens e mundos mostrados remedia um pouco do senso claustrofóbico do filme anterior  —  quero crer que não exatamente por esse motivo, já que a insistência babaquíssima do filme em desfilar “indiretas” para supostamente agradar os espectadores que não curtiram a entrada anterior é talvez o signo mais podre do corporativismo que, infelizmente, exala pelos cantos desse filme.

Não que essas qualidades todas anulem os problemas relativos à caçada pelo artefato Sith que, no final das contas, é a textual definição do MacGuffin. Embora o termo possa ser usado de forma ampla para designar o papel que esse tipo de dispositivo tem na construção de roteiros, esse caso particular é praticamente a definição textual da ideia em seu pior sentido. O que define o MacGuffin é que ele é vazio e possui uma relação cíclica com a narrativa. Ele é necessário porque a narrativa precisa que ele seja  —  e o caso aqui é que se tratam literalmente das coordenadas mágicas para o terceiro ato do filme. E é nesse sentido que, por mais divertida que essa aventura inicial seja, a coisa toda começa a se desmontar…

O adormecer da Força

Logo abaixo dessa caçada pelo artefato Sith, que se encerra já passada a metade do filme encontramos… nada! As reais e inegáveis limitações do enredo começam a pipocar na medida em que percebemos que as facções em conflito já abandonaram o roteiro. General Hux (Domhnall Gleeson) se torna finalmente um personagem gostável por cerca de três minutos antes de ser sumariamente executado por uma cópia do Tarkin mais uma das criações originais de Abrams, o General Pryde (Richard E. Grant). Uma linha de diálogo tenta semear algum mistério em torno do figura — jura, mesmo? A essas alturas? Após essa fuga, não resta mais qualquer vínculo narrativo entre os personagens principais e a facção que foi construída ao longo de dois filmes.

Na verdade o que ocorre é apenas a explicitação disso: a Primeira Ordem se torna um conceito totalmente obsoleto literalmente nas primeiras cenas do filme, a partir do momento em que Kylo Ren já não se foca mais nos ideais da facção, mas sim em sua relação na Força com seu novo e aleatório mentor que conjurou do éter um poder destrutivo que torna todas as três guerras retratadas pela saga um exercício de redundância sem sentido. Já a Resistência, pouquíssimo trabalhada após um filme que tanto se debruçou a respeito de seu significado, se mantém um elenco de apoio sem face ou peso narrativo algum, aguardando o momento para ser convocada para a batalha final. Fora os gatos-pingados que são capitaneados por Poe na investida final, o que realmente parece reforçar o exército contra os cruzadores inexplicavelmente tripulados de Palpatine são os reforços milagrosamente convocados por Lando (Billy Dee Williams, sacado da manga sem muito compromisso toda vez que o roteiro parece poder se servir de um fanservice rápido e teoricamente eficiente) antes da batalha final. “São apenas… pessoas!”. Misericórdia…

Finn e Poe recebem o que parecem as versões resumidas de algumas das subtramas imaginadas para os personagens sob um contexto completamente diferente. O bando de stormtroopers desertores de Jannah é um conceito visualmente e narrativamente bem bacana, com potencial para expandir o personagem de Finn. Ou seja, várias qualidades que ressoariam muito bem em um outro momento que não o iminente desfecho total de uma saga de nove filmes a ocorrer dentro da próxima hora. Fora isso, a coisa toda acaba sendo construída mais como forma de tirar o ex-stormtrooper do caminho de Rey (irônico, vindo de quem se mantém em tamanha vantagem em relação aos erros do filme anterior), livrando-a para prosseguir com a última linha narrativa ainda de pé nessa bagunça toda: sua ligação na Força com Kylo e a jornada deste rumo ou à danação eterna e potencial destruição da Galáxia, ou à redenção.

A exploração dass habilidades de ambos nos garante não apenas momentos incríveis de ação como verdadeiros espetáculos visuais e — por que não? — dramáticos ao longo de toda a película. Mesmo depois que o restante do filme entra em stand-by, a maioria das cenas com Ridley e Driver na tela não deixa nunca de empolgar e entreter. A batalha no deserto é um belíssimo espetáculo visual de ação, enquanto a jornada pelos escombros da Estrela da Morte cumpre bem revisitar o local sob uma atmosfera especialmente tensa e clautrofóbica. A batalha climática não decepciona, encaixando o inevitável sacrifício de Leia em uma montagem bem feita e muito eficiente. Por sua vez, a aparição de Han Solo (Harrison Ford) e a subsequente cena de redenção de Ben, ecoando a cena já icônica de O Despertar da Força, completa uma conclusão emocionalmente ressoante para a trama pessoal do último Skywalker — o que, no contexto atual, é um luxo do qual praticamente nenhum outro personagem desfruta. Definitivamente um dos pontos altos de fanservice filme, ganhando do ótimo reencontro de Rey com Luke (Mark Hamill), que sofre de um ritmo exageradamente acelerado.

Infelizmente, mesmo esses acertos se dão contra o pano de fundo da revelação, também inevitável, a respeito da real ascendência de Rey. A pobreza de espírito e secura criativa da decisão em “revelar” Palpatine como o avô de Rey não advém tanto da teimosia em negar Os Últimos Jedi (embora talvez a Disney devesse ter considerado responder ao patético abaixo-assinado requisitando o cancelamento imediato do filme, se era para lidar com a coisa desse jeito) — a série tem toda uma tradição em retconnar as relações de parentesco de seus protagonistas, Obi-Wan Kenobi já saberia muito bem. A argumentação infame do mestre de Anakin é revivida aqui na total cara de pau (“It was the truth, from a certain point of view…“) e, teoricamente, o crime não é tão diferente quanto fazer de Vader o pai de Luke após o filme inicial declarar que isso definitivamente não era o caso.

O único detalhe é que, enquanto revelar que Vader é o pai de Luke adicionou tensão e construiu uma camada de complexidade sobre uma narrativa que, para todos os efeitos, já se encontrava em seu ápice, a revelação chocha a respeito de Rey não apenas é mal e porcamente executada na tela, mas ainda por cima consegue a façanha de amarrar o destino de nossa protagonista, ponto central e principal da identidade de toda essa trilogia, com o elemento absolutamente mais frágil e sem sentido do filme, leia-se o revivido Palpatine. Não bastasse literalmente exumar o Imperador e colocá-lo suspenso como um fantoche na ponta de uma estrutura para ser morto por nossos heróis e, enquanto finalmente morre novamente, declarar que estamos todos nós livres dessa agonia (como 3pO exclamou desejar na areia movediça), o roteiro consegue se “saladizar” ainda mais ao tentar conjurar algum tipo de vínculo emocional não entre Rey e Palpatine-zumbi aleatório. Veja bem, não é entre Rey e uma das figuras vilanescas mais icônicas da franquia (ausente nesse filme), mas sim entre Rey e um plot-device desprovido de qualquer lastro narrativo.

Algo semelhante poderia ser dito a respeito da revelação, também forçada na época, de que Leia era irmã gêmea de Luke. Esse tipo de obsessão genealógica só escapa da total ridiculeza e se justifica para além do fanservice se esse tipo de coisa trouxer algum potencial para a trama. O que é que foi ganho ao declarar Rey uma Palpatine aos 45 do segundo tempo? Sacrificando uma exploração temática conquistada pelo filme anterior em uma de suas melhores partes, a opção acaba por ser o derradeiro desastre do conjunto todo, relegando Ben a um papel secundário na batalha final e, no desenrolar definitivo das coisas, fazendo com que o sacrifício final de Anakin, que amarrava perfeitamente o conjunto inconstante dos seis primeiros filmes (trazendo o profetizado equilíbrio para a Força), seja substituído por uma virada roteirística de Rey sobre Palpatine, encerrando “em família” a ameaça revivida e tornando os Skywalker elementos secundários no grande esquema das coisas.

“Like my father before me!”

“Ah, mas no final de tudo ela adota o nome da família que, na prática, a adotou!” Muito bacana (ainda que clichê e previsibilíssimo), mas isso perde totalmente o ponto a respeito do peso narrativo de se falar em uma “Saga Skywalker”. É o mesmo motivo pelo qual a conversa fiada do filme anterior sobre “Esqueça o passado e os mitos, todo mundo pode ser um mito!” desceu mal para tanta gente. Não, não me refiro ao apego sentimentalista e infantil às maravilhas do passado idealizado: embora esse também exista, é bem menos universal e poderosa do que muitos parecem pensar quando convém. O que interessa em uma história de linhagem e legado, mesmo em uma perspectiva intra-narrativa, são as ideias de continuidade da jornada heroica.

O herói é o ponto de vista narrativo, a figura de identificação do espectador dentro do universo retratado. Elementos de linhagem e herança envolvem e funcionam ao fazer com que a jornada heroica ultrapasse a finitude do mortal que atualmente ocupa o posto de protagonista, unificando jornadas parciais em torno de um mesmo destino. Por isso dizer “Esqueça o passado, olha como tudo pode começar de novo a qualquer momento e é mais interessante ainda!” tem como efeito abalar esse processo identificatório, dividindo as percepções do público de acordo com a forma como cada um se orienta a partir dessa recomendação. Não tem a ver com a real descendência do personagem ou no quanto ela foi indiciada anteriormente seja por Watson, seja por Doyle.

Ironicamente, essa sequência final remexe e enfatiza de forma ainda mais grosseira o erro do predecessor, trocando a jornada pessoal de Rey por um adendo de última hora, tentando artificialmente fazê-lo passar por um desenvolvimento pessoal do seu arco e praticamente reservando ao epílogo a nomeação da personagem como herdeira de Skywalker. Não há atalhos para esse tipo de coisa — ou, se há, é preciso saber pelo menos qual é o caminho que se está tentanto percorrer.

É embalada por esse vazio temático que a batalha final acaba por não ser mais entre a Resistência e a Primeira Ordem, polos fundadores do conflito dramático dessa trilogia, mas sim entre genéricos “bem” e “mal”. Não importa mais quem faz parte ou não da Resistência ou o quanto essa força de ataque se encontra totalmente superada pelo poder ridiculamente sem limites do Imperador. Não importa quem é que tripula todos aqueles cruzadores imperiais que literalmente brotaram da lama (minha teoria é de que é um exército de clones de Snoke). Não importa que nada disso tenha ligação com a situação política da Galáxia.

Veja bem o quanto isso tudo não importa: a batalha final literalmente teve que se deslocar para fora dos limites da Galáxia conhecida, já que esse espaço já não sustentava ligação alguma com o plot. O vilão principal não tem nenhuma ligação com os eventos mostrados até então, exceto uma única troca de diálogo ao início do filme, e agora está muito ocupado quebrando toda a credibilidade da Força para se importar. Por fim, com Rey sem ter muita ideia para trocar com seu avô (já que eles são tão estranhos quanto Luke e Vader eram na primeira vez em que cruzaram olhares) e vice-versa, a única saída é essa: “Eu sou todos os Sith!” / “Ah é? Então eu sou todos os Jedi!”. Escopo e escala ampliados ao ponto de perder-se totalmente o foco e o lastro dramático, e ao fim de tudo esse combate desprovido de ponto de vista não é nada: muito menos do que a intentada “referência” ao combate final de O Retorno de Jedi, trata-se apenas de uma pontuação meta-narrativa sobre o fim da saga.

“Todos contra todos, o bem vence o mal, voltemos para casa pra uma última rodada de auto-homenagens!”

Assim é que a Trilogia Sequência, na verdade, acabou não sendo sequer uma trilogia a rigor: são apenas três filmes justapostos. Um conjunto que conta com sua cota de momentos brilhantes mas cujo todo, no entanto, é menor do que a soma de suas partes. Três filmes que agradam tanto pela nostalgia quanto além dela, mas pecam sobretudo no apego desinspirado ao passado: seja para produzir imitações óbvias, seja para supostamente negá-lo em nome de imitações menos óbvias. Perdendo tempo com “correções de curso” tacanhas, ironicamente este capítulo final consegue obter resultados negativos por vias totalmente diversas, quando não insiste (sem querer?) no que estava por trás do que não funcionou naquele caso para muita gente.

Ainda que inegavelmente divirta e empolgue por entre espetáculos visuais, apelos nostálgicos, personagens carismáticos e sequências muito bacanas de ação, A Ascensão Skywalker sofre de problemas profundos de roteiro que se fazem sentir especialmente no contexto em que o filme se encontra: não apenas fechando uma trilogia desconcertada e mal-planejada, mas tentando se passar por fechamento de um conjunto narrativo muito maior e mais rico do que a produção consegue alcançar em qualquer momento. Não seria uma tarefa fácil para o time criativo, nem que dentre esses filmes que o antecedem não estivessem alguns dos maiores fenômenos da cultura pop até hoje. Que esse seja o caso acabou sendo um agravante ainda maior para o grande deslize da produção que, nos melhores momentos, pelo menos consegue divertir em meio à tanta tensão interna. Mas seria isso o suficiente para ficar à altura da conclusão de toda a saga? Para ficar à altura de Star Wars?

Ou será que eles fazem isso de propósito, para “manter o balanço” necessário da Força da franquia que depende tanto da frustração quanto da apreciação de seus espectadores? Uma coisa é certa: essa trilogia dará origem a diversos fãs legítimos de Star Wars!

Star Wars: A Ascensão Skywalker (Star Wars: The Rise of Skywalker, EUA – 2019)
Direção: J.J. Abrams
Roteiro: Chris Terrio, J.J. Abrams (baseado em história de Derek Connolly, Colin Trevorrow, Chris Terrio e J.J. Abrams e personagens de George Lucas)
Elenco: Adam Driver, Daisy Ridley, Billie Lourd, Keri Russell, Carrie Fisher, Mark Hamill, Ian McDiarmid, Kelly Marie Tran, Andy Serkis, Lupita Nyong’o, Oscar Isaac, Domhnall Gleeson, John Boyega, Billy Dee Williams, Joonas Suotamo, Dominic Monaghan, Richard E. Grant, Anthony Daniels, Naomi Ackie, Greg Grunberg, Jimmy Vee, Amir El-Masry, Dave Chapman, Brian Herring
Duração: 141 min.

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108 comentários

Alison Cordeiro 15 de junho de 2020 - 10:38

Assisti neste final de semana o filme. Não esperava muita coisa, e nem tanto pelas críticas ruins do filme, mas por não ter me “conectado” com os novos personagens. Mas quando o Despertar da Força foi lançado, imediatamente notei que essa nova triologia era voltada a uma nova geração e seus personagens deveriam se conectar e ela, não a mim.

Tive o mesmo sentimento em relação ao Homem-Aranha. O personagem que eu cresci lendo era o do Tobey Maguire, transposto às telonas da forma que eu sonhava. Andrew Garfield já era um Peter descolado demais e Tom Holland é carismático e funciona bem nos Vingadores, mas seus filmes solo não me prenderam. Nem deveriam. Seus conflitos não são e nem precisam ser os que eu gosto, afinal, ele é o herói de uma nova geração.

Portanto, vi esse Star Wars com o descompromisso do fã que se encantou com Luke, Solo, Leia e Vader para deixar que Rey, Finn, Poe e Kylo Ren criassem a energia que a série tem. Como disse, o Despertar da Força não me encantou, mas sua homenagem à Uma Nova Esperança e os conceitos sobre um Stormtropper renegado, alguém ligado à força fora da família Skywalker e um “vilão” que poderia virar a casaca (Kylo Ren) tinham potencial. Embora o segundo filme (oitava) não tenha “amarrado” melhor a química do quarteto principal, foi divertido, apesar de cansativo (cortava meia hora fácil da película).

Esse último tem uma primeira parte mais divertida. Usar um Mcguffin como opção de narrativa é um clichê, mas rende aquela sensação de “sessão da tarde”. Ainda que o objeto em si não traga relevância para a trama, ajudou a “dar cola” nos personagens principais, que é o que move uma boa aventura. Mas para mim, infelizmente ficou nisso. O último ato do filme foi apenas chato. O retorno de Palpatine foi tão insosso quanto a “grande revelação” da origem de Rey. Ele “jogando raios no céu” durante a batalha final me faz pensar qual a fixação que os roteiristas tem por esse tipo de cena. Definitivamente, esse é o clichê ruim, que só causa bocejos. Ou alguém ainda fica “tenso” quando isso acontece?

Enfim, faltou estória. Faltou planejamento. Sobra visual e efeitos especiais, mas é um filme esquecível numa saga que é marcada justamente pelo oposto. Nem meu lado fã de Star Wars se empolgou. Como os últimos filmes do Homem-Aranha. Talvez eu tenha virado apenas um velho rabugento como o Ritter. Deus me livre! rs. Começar a esperar boas histórias? Ah, parabéns pela crítica, Giba. Como de hábito, melhor a análise do filme do o próprio…rs.

Responder
Alison Cordeiro 15 de junho de 2020 - 10:38

Assisti neste final de semana o filme. Não esperava muita coisa, e nem tanto pelas críticas ruins do filme, mas por não ter me “conectado” com os novos personagens. Mas quando o Despertar da Força foi lançado, imediatamente notei que essa nova triologia era voltada a uma nova geração e seus personagens deveriam se conectar e ela, não a mim.

Tive o mesmo sentimento em relação ao Homem-Aranha. O personagem que eu cresci lendo era o do Tobey Maguire, transposto às telonas da forma que eu sonhava. Andrew Garfield já era um Peter descolado demais e Tom Holland é carismático e funciona bem nos Vingadores, mas seus filmes solo não me prenderam. Nem deveriam. Seus conflitos não são e nem precisam ser os que eu gosto, afinal, ele é o herói de uma nova geração.

Portanto, vi esse Star Wars com o descompromisso do fã que se encantou com Luke, Solo, Leia e Vader para deixar que Rey, Finn, Poe e Kylo Ren criassem a energia que a série tem. Como disse, o Despertar da Força não me encantou, mas sua homenagem à Uma Nova Esperança e os conceitos sobre um Stormtropper renegado, alguém ligado à força fora da família Skywalker e um “vilão” que poderia virar a casaca (Kylo Ren) tinham potencial. Embora o segundo filme (oitava) não tenha “amarrado” melhor a química do quarteto principal, foi divertido, apesar de cansativo (cortava meia hora fácil da película).

Esse último tem uma primeira parte mais divertida. Usar um Mcguffin como opção de narrativa é um clichê, mas rende aquela sensação de “sessão da tarde”. Ainda que o objeto em si não traga relevância para a trama, ajudou a “dar cola” nos personagens principais, que é o que move uma boa aventura. Mas para mim, infelizmente ficou nisso. O último ato do filme foi apenas chato. O retorno de Palpatine foi tão insosso quanto a “grande revelação” da origem de Rey. Ele “jogando raios no céu” durante a batalha final me faz pensar qual a fixação que os roteiristas tem por esse tipo de cena. Definitivamente, esse é o clichê ruim, que só causa bocejos. Ou alguém ainda fica “tenso” quando isso acontece?

Enfim, faltou estória. Faltou planejamento. Sobra visual e efeitos especiais, mas é um filme esquecível numa saga que é marcada justamente pelo oposto. Nem meu lado fã de Star Wars se empolgou. Como os últimos filmes do Homem-Aranha. Talvez eu tenha virado apenas um velho rabugento como o Ritter. Deus me livre! rs. Começar a esperar boas histórias? Ah, parabéns pela crítica, Giba. Como de hábito, melhor a análise do filme do o próprio…rs.

Responder
Original Rude Boy 18 de março de 2020 - 17:31

Sou um grande fã de Star Wars assim como todos deste fórum. Assisti o episódio IV com 9 anos de idade em 1989 e até hoje lembro do dia e como fiquei fascinado pelo universo.

O que eu tenho a dizer sobre os últimos 3 filmes, mesmo com todas as falhas existentes que já foram apontadas pelo fandom da franquia é:

OBRIGADO LUCASFILM, J. J ABRAMS e DISNEY POR PROPORCIONAR MAIS 3 FILMES DESSE UNIVERSO ABSOLUTAMENTE FANTÁSTICO!!!

Agora é aguardar a 2ª temporada de The Mandalorian!

Forte abraço galera.

Responder
Teobaldo Pimenta 21 de janeiro de 2020 - 23:41

Eu sou o cara mais fácil de agradar quando falamos de Star Wars (gosto das prequels, mesmo concordando com todas as criticas feitas a elas eheheheh)… Mas esse Ascensão Skywalker é definitivamente um filme covarde em vários sentidos… Principalmente com a forma que tratou um grande filme como Os Ultimos Jedis (pra mim o melhor, DE LONGE, dessa trilogia). Nunca vou me conformar com isso e com quem fala que JJ Abrams tinha a tarefa de “consertar algo” que o Rian Johnson fez no filme anterior (tem gente culpando o Rian Johnson pelo que esse episódio IX se tornou!! ABSURDO!). Não tinha NADA pra consertar, bastava apenas pegar aquelas premissas (que tiveram toda uma sensibilidade e cuidado pra levar essa saga PRA FRENTE, e não retroceder) e criar novos caminhos… E pelo amor de Deus, a amplitude de ideias deixadas por Rian Johnson pra desenvolver isso foi o que não faltou, por mais que sim, o filme dele tb tem problemas, mas nada que apague algo construido ou que prejudique a narrativa de um modo geral. Não existem desculpas pra justificar os erros grotescos desse ultimo filme. Se existem culpados, serão UNICAMENTE Disney e JJ Abrams, PONTO.

Responder
Lucas Casagrande 16 de janeiro de 2020 - 16:46

Esse Ascensão Skywalker merece todas as criticas negativas que recebeu, filme bem covarde mesmo, ainda assim eu me diverti vendo o filme, achei as lutas de sabre fantásticas e adorei a química entre o Ben e a Rey, é opinião de fanboy mesmo, sei que o filme é fraco mas ainda assim gostei dele hehe

Parabéns pela sua critica, ta excelente e sintetiza bem o filme

Responder
Marcos Xs 12 de janeiro de 2020 - 00:03

Sou fã da Franquia , mas devo dizer os CARAS estão Perdendo o FOCO da Franquia , EXAGERANDO demais nos Poderes dos JEDI (JEDAI) …. Fiquei até me perguntando se eu estava assistindo STAR WARS ou XMEN …… A atris principal esta com mais Poder que o MAGNETO e a Tempestade junto….

Responder
Marco da Fonseca 8 de janeiro de 2020 - 14:03

A única crítica honesta e bem fundamentada! O filme está um horror, uma kimera sci-fi sem coesão e sem coerência. A saga foi atirada aos cães, tornando-se uma peça histriônica para fãs de filmes trash; tais como, “A invasão das tarântulas” ou “Corra, deu a louca no periquito”…

Responder
Diego/SM 8 de janeiro de 2020 - 00:06

Caramba, inacreditavelmente (após ler uma porrada de crítica negativa – e, bem, talvez por isso mesmo, por ter ido com a expectativa baixíssima, lá no chinelo, rss), curti o filme!

E olha que sou um cara meio chato (e, ainda que fã de Star Wars, especialmente chato para sequências muito longas de pura ação e tal) hehe…

Cara, mesmo concordando com todos os poréns (vários deus ex-machinas, reviravoltas de novelas mexicanas, e, talvez o que mais me incomodou, os morre-e-renasce), achei um bom desfecho, com algumas boas sacadas, algumas boas homenagens e alguns lances bem emocionantes…

Gostei, por exemplo, do lance de irmos parar no tal “Planeta Sith” (embora a Rey chegando lá tenha me lembrado o Neo chegando na Cidade das Máquinas : ), gostei do robozinho novo (cara de secador de cabelo), gostei da “redenção” do Ben, e, olha, mesmo o reaparecimento do Palpatine (embora considerasse tb desnecessário – e, do modo como aconteceu, meio rápido demais) acabei comprando no contexto geral da “enealogia”…

Enfim, a propósito de enealogia, me lembrou tb o “Retorno de Jedi” (no fim das contas, a nova trilogia lembra toda bastante a primeira – um primeiro filme parecido… o segundo, mais sinistro, que subverte as expectativas… e o terceiro, meio que tentando fechar tudo isso, juntando toda a galera), ao qual eu colocaria mais ou menos no mesmo patamar (talvez juntamente com “A Vingança dos Sith”, num ranking dos melhores filmes de Star Wars (vejam bem, repito, tb não achei uma maraviiiilha… rsss – mas, naquele embalo sem maiores expectativas, e com toda a “suspensão da descrença” nas reviravoltas mirabolantes e tal, curti bastante).

Achei que fechou – me refiro ao finalzinho do filme mesmo – ainda com “chave de ouro”, com a Rey se “auto-adotando” uma Skywalker, diante dos dois sóis de Tatooine…

Ah, e quem diria que o velho Lando seria o último sobrevivente da velha guarda, no fim das contas?? rssss…

Responder
Felipe Aguiar 7 de janeiro de 2020 - 10:50

“Ou será que eles fazem isso de propósito, para “manter o balanço” necessário da Força da franquia que depende tanto da frustração quanto da apreciação de seus espectadores? Uma coisa é certa: essa trilogia dará origem a diversos fãs legítimos de Star Wars!”

Velho, essa frase é perfeita. Ela resume TUDO o que significa a franquia, independente da geração. É óbvio que essa ambiguidade de “filmes bons/filmes péssimos” promovem um eterno burburinho sobre SW. Ou seja, a saga nunca sairá da boca do povo. Simples.
É caso pensado? Duvido muito. Seria muita loucura arriscar dinheiros em um produto feito para desagradar. Mas que funciona, é inegável. hahaha.
E sim! Uma nova geração de fãs está se formando! Cara, como não se encantar por Rey, Finn e até mesmo pelo Poe, com toda sua ranzinzice? O BB8 é uma das criações mais legais da saga e todo o legado significativo de R2 (mesmo tendo uma participação beeem apagada em toda trilogia) e do C3PO está intacto, como deve ser. O carisma garante corações apaixonados. Novos corações apaixonados.

Assisti ao filme apenas ontem, e acho que todo o hype negativo me afetou positivamente. Sabia que o filme não seria um clássico, mas também entendi que existe uma galera muito emocionada, onde nada presta. Daí pude curtir o filme bem tranquilão e sem decepções, na medida do possível.
É meio frustrante um final medíocre, claro. Mas mediocridade é uma palavra que deveria ser mais usada quando se falasse de toda a saga. Porque, para mim, essa é a magia do Universo Star Wars: a beleza da mediocridade. hehehe…
Me explico: Star Wars é uma saga bem cafona, clichezenta, abarrotada de retalhos… E isso é legal para caramba! É a mágica de fazer tudo que seria considerado defeito em outras produções, funcionar perfeitamente em uma história. Acho que assumir isto faria os corações dos fãs serem mais leves.

Concluindo meu comentário gigantesco e totalmente fora de time, me considero um sobrevivente dessa guerra (abusando dos chistes, porque sim). Os episódios clássicos continuarão sendo insubstituíveis, a diversão está garantida na hora de revisitar estes filmes novos, personagens icônicos foram acrescentados ao rol da saga e o Plano Crítico segue sendo um dos melhores sites sobre cultura pop.

Abraços.

Responder
Clayton Mendonça de Oliveira 5 de janeiro de 2020 - 12:45

Apesar dos problemas de roteiro que esse e todos os episódios geralmente apresentam, eu achei esse episódio o melhor desta trilogia! O Rian Johson deixou o maior pipino para o JJ que ficou sem muitas opções e tempo pra corrigir o problema. O Rian é quem quebrou o roteiro ao matar o Snoke, sem falar na nova personalidade que ele atribui ao Luke, que apesar de ser factível, não era o comportamento esperado por uma parcela considerável dos fiéis fãs da saga que devem, sim, ser considerados e respeitados.
É claro que o JJ tem uma parcela de culpa quando decidiu iniciar a nova trilogia, isolando o Luke em uma ilha e só apresentá-lo no último minuto do episódio, ou seja, um enorme desperdício que deixou a porta aberta para o Rian “inovar”. Deixasse pra inovar nas trilogias que não tivessem mais relação direta com os Skywalkers e que não precisasse da participação do Mark Hamill.

Na minha opinião. Star Wars é uma obra de entretenimento apoiada em clichês e, logo, não se deve esperar uma obra de arte cinematográfica com roteiros geniais para concorrer ao Oscar.

Responder
AleCassia Aguiar 6 de janeiro de 2020 - 15:12

Não entendo o porque de tantas pessoas citarem o J.J como “o salvador da pátria”, quando ele estava na mesma mesa dos produtores em SW VIII. Rian Johnson não sentou sozinho e tomou todas as decisões para o 8º episódio da saga.

O problema é que não houve um bom planejamento para essa trilogia, e a maioria das decisões foram equivocadas, o que acarretou nessa coisa horrível e frustrante, até mesmo para quem não é fã.

Responder
Teobaldo Pimenta 22 de janeiro de 2020 - 03:48

Triste ver alguém taxando “inovar” como um defeito… Rian Johnson foi um herói dentro dessa trilogia. Fez o melhor filme de longe, levou a história adiante e deixou premissas que poderiam trazer algo totalmente novo e surpreendente dentro da franquia. Beleza que Star Wars sempre foi brega, novelão espacial, blockbuster, fantasia sci-fi pra familia, etc… mas NADA impedia que eles resolvessem inovar, e pq não, atribuir um sentido menos comercial e mais artistico a obra?? Enfim… Kylo Ren livre de alguém lhe dando ordens e agindo por si, Rey não precisando ter justificativa pra ser quem é, resumindo a força apenas a laço familiar, já que sabemos que existiram muitos Jedis e Siths poderosíssimos que não eram nem Skywalker e nem Palpatine… enfim… queria saber onde isso seria algo negativo… No fim das contas, Rian Johnson foi o maior herói dessa saga e fez o melhor filme, DE LONGE.

Responder
Juliana 3 de janeiro de 2020 - 19:38

O que o Rian teve de coragem e ousadia no episódio 8, faltou ao J.J. neste morno episódio 9. Fui uma das pessoas que curtiu muito o Ep. 8 e esperava uma continuação para o arco… Fomos tapeados. Apesar de momentos memoráveis e ter me emocionado no fim é um filme que se resume a ser mais perdido que cego em tiroteio. Palpatine zumbi e as lacradas ao episódio anterior são lamentáveis. Uma pena, pois gosto do Kylo e da Rey como personagens e acho que poderiam ter desenvolvimentos e desfechos melhores. Acho que o Colin ou o próprio Rian teriam feito melhor. Avaliando essa leva recente de filmes de Star Wars fico com Rogue One e depois o Ep. 8.

Responder
AleCassia Aguiar 6 de janeiro de 2020 - 15:11

Pra mim, Rogue One foi a melhor surpresa nestes últimos filmes.

Responder
Wendel Reis 16 de janeiro de 2020 - 02:46

Faço das suas palavras, as minhas. Salvaria somente Rogue One e The Last Jedi.

Responder
Carlos Souza 2 de janeiro de 2020 - 15:07

Bem decepcionado, meu filho de 10 anos saiu do cinema com uma expressão de que algo estava errado.

Responder
MayB 31 de dezembro de 2019 - 12:59

Poxa, o que mais me deixa triste, é que eu queria que esses filmes e os protagonistas fossem lembrados eternamente nas próximas gerações, como a trilogia original é. Queria tanto mais filmes com a Rey, com diferente aspectos, que eles deixassem o passado na nossa lembrança e caminhassem pra frente. Poxa que pena!

Responder
MayB 31 de dezembro de 2019 - 11:42

É um crime eu gostar da Rey? Eu acho ela tão foda

Responder
Gabriel Leão 8 de janeiro de 2020 - 08:24

Somos dois.

Responder
Cliff Booth 30 de dezembro de 2019 - 10:49

Era muito facil não fazer merda.

Era só não trazer Palpatine. Ressuscitassem o Luke mesmo. Ou ninguem. Porque não revelar que Kylo Ren era na verdade filho de Luke e que isso foi escondido dele?

A grande falha deste episodio IX foi ter pena de vilanizar Kylo Ren. Essa hesitação estragou a trilogia. Foi muita coragem coloca-lo matando Han Solo. E muita covardia querer salva-lo depois disso.

Mataram Luke, Han, Ackbar e Snoke e uqem poderia morrer ficou vivo (Leia, C-3PO, R2-D2, Chewbacca).

O ultimo filme errou ainda ao trazer de volta que nunca poderia retornar: Palpatine. Ele morreu desta vez? Mesmo?

Responder
Gabriel Leão 8 de janeiro de 2020 - 08:24

“Pena de vilanizar Kylo Ren”, concordo com você, ele poderia ser um ótimo vilão, não aquele caricato, mas um vilão com propósitos plausíveis, tipo Thanos e Magneto.

Responder
Cliff Booth 30 de dezembro de 2019 - 10:49

Era muito facil não fazer merda.

Era só não trazer Palpatine. Ressuscitassem o Luke mesmo. Ou ninguem. Porque não revelar que Kylo Ren era na verdade filho de Luke e que isso foi escondido dele? E que mesmo assim ele se tornou quem estava destinado a ser?

A grande falha deste episodio IX foi ter pena de vilanizar Kylo Ren. Essa hesitação estragou a trilogia. Foi muita coragem coloca-lo matando Han Solo. E muita covardia querer salva-lo depois disso.

Mataram Luke, Han, Ackbar e Snoke e quem poderia morrer ficou vivo (Leia, C-3PO, R2-D2, Chewbacca).

O ultimo filme errou ainda ao trazer de volta que nunca poderia retornar: Palpatine. Ele morreu desta vez? Mesmo? Espero que não façam o episodio X com direção do Rian Johnson e o retorno triunfal de Palpatine, novamente “ressuscitado”.

Responder
Pedro Henrique Carvalho 29 de dezembro de 2019 - 19:20

olha… eu que nao sou fan hard da serie nao gostei do filme. Eu gosto mto da ideia, do cenario e talz. Adoro o tema. Gostei de todos os filmes novos e talz.. Mas esse, acho que foi o unico filme que fui ao cinema e CONTEI os minutos para sair da sala. Alias, sai faltando 10 min pq n minha esposa ja tinha saido do outro filme e nao achei q valia a pena esperar o final do filme.

Nao sei o q q foi, mas achei as lutas bem fracas, BEM +-, o cara la do mal conseguia sentir a presenca da mina ha milhares de planetas de distancia e qndo estavam no msm planeta, ele n sabia onde a guria estava rsrs ; (

No geral, eu ja SEMPRE acho que ir ao cinema vale a pena, pq aqui so custa R$ 15, dai eu ja vejo varios traillers novos e talz.. Mas nesse nao valeu a pena kkkkkk. foram 2h e meia torturantes…

Tomara que o proximo seja bacana…

Responder
Abduljamais 28 de dezembro de 2019 - 13:37

Por mais que não tenha gostado, estou no aguardo dos easter eggs e referências…

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 28 de dezembro de 2019 - 13:38

Não haverá o Entenda Melhor com os easter eggs…

Responder
Abduljamais 28 de dezembro de 2019 - 13:50

Posso gritar Noooooooooo?!?

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 28 de dezembro de 2019 - 13:51

HAHHAHAHHAHAHAHHAHAAH sorry, parceiro!
Fico imaginando a cena do NOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

Responder
Carlos Souza 2 de janeiro de 2020 - 15:07

Entendo o porque, fico triste mas entendo!!!HUHAUEHUAEHUAHEUAHUEHAUHEUAHEUAHEUAH

Responder
Gabriel Leão 27 de dezembro de 2019 - 19:03

Infelizmente a Disney foi covarde, cedeu ao clamor dos fãs, que não desapegam da trilogia original. Os últimos Jedis foi corajoso, abriu novas possibilidades, kyle ren diz “deixe o velho morrer” no episódio VIII, acabaram ressuscitando, literalmente, o velho, neste ascenção skywalker.

Responder
Gustavo França 27 de dezembro de 2019 - 14:38

Pensando nesta trilogia, e na forma como acaba a original, o primeiro filme, o Despertar da Força, deveria trazer a história de um despertar de alguém do lado negro, um novo Sith (poderia até ser Snoke mesmo) com alguns povos indo contra a republica global criada após a queda do Império. Nesse primeiro filme ainda não dominaria, mas acabaria com uma vitória deste lado, com a morte de algum personagem da trilogia original.

No segundo filme esse lado negro, ganha força e consegue tomar o poder com alguma artimanha. E no terceiro termina o arco com a derrota desta nova ameaça, sacrificando vários personagens.

Teríamos o Luke ensinando novos Jedis, teríamos guerra, mas não mexeríamos com o que já havia sido contado, mantendo morto quem estava morto e não mudando o caráter dos personagens.

Responder
Raju 27 de dezembro de 2019 - 06:25

Os Últimos Jedi foi corajoso, chutou o “pau da barraca” e eu apreciei isso. Já o J.J. Abrahms ao invés de dar continuidade ao material, o renegou e isso não foi legal. A Ascensão Skywalker não é um filme ruim,mas saí do cinema decepcionado. Contudo, o filme tem certos momentos bem legais, mas o saldo final, infelizmente, é de um filme inferior aos dois primeiros. J.J. Abrahms começou bem com O Despertar da Força, mas rodou na última volta com A Ascensão Skywalker. No fim das contas, o Rian Johnson que acabou sendo criticado por muitos por suas ousadias, se saiu bem melhor que Abrahms, demonstrando ter muito mais personalidade. Uma coisa eu preciso dizer da Trilogia Prequel do George Lucas: A Vingança dos Sith foi o único episódio final de Trilogia que ficou melhor que os dois anteriores, algo que não ocorreu nem na Trilogia clássica e nem nessa Trilogia da Disney. Finalizando, a melhor crítica que li de A Ascensão Skywalker foi essa: https://criticalhits.com.br/reviews/star-wars-a-ascensao-skywalker-critica/

Responder
Felipe Araujo 27 de dezembro de 2019 - 17:14

Um diretor ser elogiado por “chutar o pau da barraca” não pode prevalecer. Então num filme sobre o Pelé coloco uma cena dele dizendo que sempre sonhou em jogar vôlei e que sempre odiou futebol, o público fica chocado, desvirtuo toda a história…..e aí? Mérito meu por chutar o pau? O Rian Johson é o típico diretor cultzinho que sempre detestou Star Wars e quis dar um “toque especial”…..não funcionou, e isso afetou o episódio IX

Responder
Teobaldo Pimenta 22 de janeiro de 2020 - 04:13

Mais covarde que o episódio IX, é quem atribui o erro desse filme ao diretor/roteirista que não o fez. Rian Johnson deixou premissas INOVADORAS que levaria essa história pra frente, com novidades e tudo mais. JJ Abrams preferiu agradar todo mundo (principalmente os fãzinhos que NADA ENTENDEM DE STAR WARS e odeiam Last Jedi apenas por odiar, sem nenhum argumento plausivel pra criticar) e claro que a Disney tava no pé dele… o erro no fim das contas JAMAIS será do Rian Johnson. E essa sua analogia do filme do Pelé é bem furada viu, já que estamos falando de um filme de ficção e FANTASIA, e não de um filme baseado em fatos reais que é a história do Pelé…. enfim…

Responder
Felipe Araujo 26 de dezembro de 2019 - 17:12

O episódio VII trouxe novos personagens, todos carismáticos, e homenageou o elenco clássico com um belo e promissor roteiro. Aí veio o episódio VIII e profanou toda a história, subverteu 40 anos de história, além de matar o Luke de forma precipitada. No meio do caminho morre a Carrie Fisher, o diretor original é demitido e cai uma batata quente no colo do JJ Abrahms. A crítica lacradora (que sempre odiou filmes de ação, especialmente SW) amou o episódio VIII, mas a real é que todos sabem que o filme foi uma bomba. Considerando tudo isso, foi milagre o JJ entregar o que entregou no IX.

Responder
Charles Fernando 27 de dezembro de 2019 - 20:38

Exatamente isso, era quase impossível fazer algo bom depois do 8.
A não ser que eles literalmente dissessem que aquele não valeu e fizessem um 8 de novo

Responder
Cliff Booth 30 de dezembro de 2019 - 10:48

Não. Era facil. Era só não trazer Palpatine. Trazia Luke mesmo. Ou ninguem. Porque não revelar que Kylo Ren era na verdade filho de Luke e que isso foi escondido dele?
A grande falha deste episodio IX foi ter pena de vilanizar Kylo Ren. Essa hesitação estragou a trilogia. Foi muita coragem coloca-lo matando Han Solo. E muita covardia querer salva-lo depois disso.
Mataram Luke, Han, Ackbar e Snoke e uqem poderia morrer ficou vivo (Leia, C-3PO, R2-D2, Chewbacca).
O ultimo filme errou ainda ao trazer de volta que nunca poderia retornar: Palpatine. Ele morreu desta vez? Mesmo?

Responder
Teobaldo Pimenta 22 de janeiro de 2020 - 04:13

Todos quem?? Last Jedi é de longe o melhor filme dessa trilogia, não precisa nem entender muito de filme pra perceber isso… Problema é que tem gente que só gosta do previsivel, quer assistir apenas nostalgia e não quer ver a historia seguir adiante… quem acha Despertar da Força e esse Ascensão Skywalker melhor que Last Jedi, tá nem ai pros novos personagens, só quer fanservice mesmo que ligue esses filmes aos clássicos, e nada mais.

Responder
Rafaela Oliveira 26 de dezembro de 2019 - 15:03

Essa é
Minha única reação a esse filme e a essa nova saga da Disney
https://uploads.disquscdn.com/images/85354381702c5e19c673d3eab8396e3f3f4361f872965fae32dc256eaaf6ded6.jpg

Responder
Brontops 27 de dezembro de 2019 - 12:15

Olha… eu acho que a Trilogia prequel foi mil x mil vezes pior que essa. Lamento.

(Ela só ganha no quesito planetas estranhos e criaturas bizarras)

(E também por ter gerado aquela ideia fantástica que Jar Jar Binks era um sith)

Responder
Rafaela Oliveira 27 de dezembro de 2019 - 17:15

Ainda bem que sua opinião, como estamos bem vendo hoje, é uma minoria

Responder
Diego/SM 8 de janeiro de 2020 - 01:38

Putz, concordo, cara – não tem nem comparação… esta nova pode não ter sido uma maravilha (embora eu considere o primeiro muito bom, o segundo bom – apesar de ter saído com um gosto “agridoce” do cinema – e até tenha me surpreendido positivamente com este terceiro – mas aí provavelmente mais pela baixa expectativa, após ler tanta crítica negativa), mas está alguns bons anos-luz à frente da prequel (da qual, a meu ver – e, creio, do resto da galáxia, rss – só se salva o terceiro)… e, gosto é gosto (e me parecem em certo momento quase dirigidos a públicos diferentes dentro do vasto público de Star Wars – aquela para um público mais infantil… esta, um clima mais sombrio, para um público um pouquinho mais maduro talvez), mas me arrisco a apostar os centavos que tenho no bolso que pouca gente, por mais que não tenha gostado desta nova trilogia, considere aquela melhor…

Responder
Ricardo Gelatti 30 de maio de 2020 - 17:51

Pow, so a matança de anakin na prequel é mil vezes mais sombrio que a nova saga inteira.

Responder
AleCassia Aguiar 26 de dezembro de 2019 - 10:59

Assisti ontem o final desta saga, diga-se de passagem em 2D (graças a Deus, consegui esta proeza), e posso dizer que a sessão terminou e, já com expectativas baixas diante do filme anterior, ainda consegui saí da sala frustrado… Com sentimento de ter faltado uma peça do quebra-cabeça, e refazendo o que consegui absorver durante a sessão, notei que faltou “alma” . Como se fosse apenas fogos em sua belissíma pirectonia, mas que faz aquele barulho que tanto incomoda.

É uma pena uma saga tão amada e desejada por tantas gerações, ter sua conclusão tão vaga e sem originalidade.

Obs.: Ao autor do texto, seria mais interessante ler uma crítica (sendo ela extensa ou curta) se houvesse menos linguagem culta. A redação ficaria até mais bela e agradável ao término sem tantas palavras dificeis e estruturas complicadas.

Abraço!
Alexandre Aguiar

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thiago 25 de dezembro de 2019 - 10:57

Po ta na hora de st dar um passo adiante e corajoso e largar a familia Skywalker.

Tem literalmente um universo pela frente de trilhões de coisas acontecendo e sempre vao ter q se apegar aos Skywalker?

Rogue one é um exemplo disso, acontecem as coisas naquele universo, mas com personagens a parte sem ser inteiramente dependente da primeira trilogia.

Sera q nesse universo a gente so quer ver a família Skywalker e seus agregados? Nao importa mais o q acontece com outras figuras nessa galaxia?

Veja mandalorian tenta andar pra frente sem viver so do passado.

Enfim, os fã querem viver em.looping infinito de nostalgia e dane se inovação ou coragem de fazer algo mais original nesse universo.

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Luiz Salgado Neto 24 de dezembro de 2019 - 22:06

Para mim, foi um filme nota 6,5. Gostei de algumas cenas de ação, da fotografia, de alguns planetas retratados e de algumas novidades. O fato da Rey ser neta de Palpatine foi interessante, pois 1) explica por que ela conseguia fazer o que fez no ep. 7 sem treinamento e por que ela foi direto para o lado sombrio quando estava sendo treinada pelo Luke no ep. 8; 2) rompe uma expectativa de que ela seria filha de alguém do lado do “bem” (Luke ou Leia); e 3) passa a mensagem de que as suas escolhas é que definiriam sua posição la luta luz x trevas e não seu sangue.
Tenho várias críticas ao filme, mas o principal problema, para mim, é desperdiçar o personagem do Kylo Ren. Se houvesse prosseguimento na linha do ep. 8, ele se tornaria um dos maiores vilões da saga (ele tinha assassinado o próprio pai!). Ele já tinha matado o Snoke e isso o colocava no topo do lado sombrio. Aí os caras ressuscitam o Palpatine e é como se ele voltasse a ser um aprendiz de um vilão mais poderoso. Eu esperava uma linha contínua de sua formação enquanto vilão e no ep. 9 essa linha é quebrada. É um rebaixamento da condição que ele havia conseguido no ep. 8. Além disso, ele seria um novo vilão “master”, dentro da nova trilogia, uma inovação que significava que a saga estava caminhando pra frente. Quando resolvem trazer o Palpatine de volta, parece que estamos voltando para a trilogia anterior e não apenas vendo referências para agradar os fãs (algo que no ep. 9 passa de todos os limites). Outra coisa: a volta do Palpatine desrespeita a redenção do Darth Vader/Anakin Skywalker no ep. 6 (redenção copiada de forma mal ajambrada pela trajetória de Ben Solo…).

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Gilvan Vieira 25 de dezembro de 2019 - 23:26

A minha maior crítica também é em relação ao kylo ren,foi totalmente desperdiçado,ele era o melhor personagem dessa nova saga,e se juntaria a anakin como os com mais desenvolvimento.

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Lilah 24 de dezembro de 2019 - 10:29

Primeiramente, o Universo Legends, “antigo cânone” mandou lembranças.

Não tinha como algo que começou errado, dar certo.

Despertar da Força: É Uma Nova Esperança requentado. Mal requentado

Os Últimos Jedi: Sério, trazer o Mark Hamill pra isso? É um Guaraná Dolly numa garrafa de Guaraná Antarctica.

Ascensão Skywalker: Tudo que começou errado permaneceu errado e em muitos levels diferentes.

Eles deveriam ter feito essa nova trilogia uns 200 anos após o Retorno de Jedi. Se é pra trazer os personagens antigos para matá-los ou caracterizados de forma ridícula, era melhor não ter nenhuma ligação com o período dos episódios I até o VI.

Não gostei de nenhum filme desta nova trilogia. Prometeram encerrar a Saga Skywalker e acabam com uma nova Skywalker (Oi?!?). Pelo menos a Rey teve algum respeito por toda a história anterior. Coisa que os “roteiristas” não tiveram.

Trocaria fácil esta nova trilogia capenga, por um live action da Ahsoka Tano procurando o Ezra. ou continuando os eventos do Retorno de Jedi com a Mara Jade em ação. Mas querer não é poder, então, temos esse tal Ben Solo como arremedo de Jacen Solo…triste.

Agora é esperar mais histórias da Rey Skywalker…rsrs

Responder
Gabriel Carvalho 25 de dezembro de 2019 - 19:08

Você sabe que o Mark Hammil nunca foi um ator muito bom, né?

Responder
GENIO PLAYBOY E SAFADÃO VOLTOU 25 de dezembro de 2019 - 23:43

Talvez não de cinema, mas sempre foi um grande voice-actor.

Responder
planocritico 26 de dezembro de 2019 - 00:07

Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa BEM diferente. Vide o Kevin Conroy e os cinco minutos tenebrosos dele diante das câmeras no crossover mais recente da CW…

Abs,
Ritter.

Responder
Lilah 26 de dezembro de 2019 - 07:58

Mas onde eu disse que ele é um ator bom, ruim ou mediano? Nem entrei neste mérito.

O que quis dizer é que, se era para trazê-lo de volta, para “requentar” de novo, mais uma vez, novamente ideias de um filme antigo, neste caso, o Yoda em Dagobah, bastava escrever no letreiro amarelo da abertura:
“Luke Skywalker, ex-herói da galáxia não foi encontrado, o legado Jedi morreu…blá, blá, blá, segue o baile. Rey-Ninguém treinou sozinha e se tornou uma mestra Jedi, blá, blá, blá”.

Afinal, o retorno do Palpatine foi assim!

E no climax do filme, ele apareceria imponente e épico para salvar o dia em uma luta fake sendo uma espécie de holograma vivo….

e morreu! rsrs

Responder
Gabriel Filipe 1 de março de 2020 - 14:23

Realmente, mas no episódio 8 ele atuou mt bem

Responder
Felipe Araujo 26 de dezembro de 2019 - 17:13

Mark Hamill nos fez acreditar que Yoda era real. Ele contracenou com um BONECO e surpreendeu a todos. O Luke era o cara cuja esperança nunca morria, e aí me colocam ele tentando matar o próprio sobrinho no VIII. Na boa…..esse episódio 8 conseguiu estragar TUDO

Responder
Josué de Morais 23 de dezembro de 2019 - 17:05

Tipo, parei para pensar agora e percebi que tive um ou dois momentos de euforia durante o filme, lembro da primeira vez que vi the last jedi, eu não parava de gritar, era uma surpresa atrás da outra, sai com uma memória incrível do filme.
Enquanto nesse, era uma decepção atrás da outra, momentos que eu ficava O QUE DIABOS TA ACONTECENDO, porque esse troço voltou? (Sabemos de quem estamos falando), porque introduzir toda uma nova gama de personagens inúteis, se tínhamos já vários pré estabelecidos que foram jogados ao léu. (Rose estou falando de você), foi triste .-

Responder
Paco Miguel 23 de dezembro de 2019 - 12:38

Como o PC é (pra mim) o melhor site de entretenimento da Net, justamente pelo espaço democrático que nos é oferecido,”Ascensão” é uma escrotice tão gritante que tentar defende-lo criando atenuantes pra seus imensos defeitos e raras qualidades se torna tarefa bisonha. Fazer um remake 2.0 de EP. 4 em “O Despertar da Força” é até aceitável,afinal 3 décadas se passaram e gerações novas precisavam ser adicionadas no aprisco. Agora fazer um “Retorno de Jedi” 0.5,aí foi demais. Pra começar: o cenário da base rebelde. É a lua de Endor. As mesmas árvores,folhagens,morros,tudo. Só faltaram os pelúcias. Isso só pra começo de conversa. Depois vem coisas de arrancar pelo do braço na raiva,tipo a insinuação gay entre Finn e Poe, talvez o Bromance mais patético já feito. O novo Tarkin aí,mais sem sal que rango de hospital. O personagem de Glisson despachado sem dó e nem script. Tornar C3P-O o novo Jar Jar Binks,de tão sem graça que são suas linhas. Um novo andróide fazendo gracinha que nem pra vender bonequinho vai servir. Busca por Macguffin genérico. Botaram ate o Pippin no meio dessa salmonela,num papel sem eira nem beira só pra ativar o Modo Cinéfilo Bobão que Tudo Gosta.

E isso fora as escrotices mais fundas: Leia e seu sabre Jedi,Palpatine com sua torcida organizada – até os diálogos do Imperador são iguais: GOLPEIE-ME COM SEU ÓDIO,TOME O SEU LUGAR…Lando como o Fun service mais inútil já feito. A canalhice do beijo entre Ben e Rey. A falta de empatia com a condição falha,comum,mas digna e capaz de qualquer um ser escolhidos pela Força,como Rian tão elegantemente fez em Últimos Jedi,sem ter a necessidade de “Sangue Real”,aqui jogado fora. E isso é tão gritante que joga fora até o argumento colocado no bizarro EP. 1,afinal Anakin também é um Zé Ninguém.

E pra finalizar,eu como músico vivi pra escutar a trilha mais preguiçosa e insípida de John Williams. Um acinte de score, talvez feito de propósito pra coroar esse atentado que é o Episódio 9. Triste!

Responder
planocritico 26 de dezembro de 2019 - 00:13

Não consigo discordar de nada!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Leão 27 de dezembro de 2019 - 13:07

perfeito

Responder
Felipe Aguiar 7 de janeiro de 2020 - 10:50

Só discordo do C3PO. Acho as falas dele no filme muito boas. O que faltou ali foi o R2D2.

Responder
Karina Carvalho 16 de janeiro de 2020 - 21:37

Concordo com quase tudo. Exceto que eu gostei das falas do 3PO e um adendo: é o Merry e não o Pippin hahuaha
Quando eu vi ele, jurei que ele teria algum significado na trama, mas foi total sem eira nem beira mesmo, assim como a Rose e a filha de Carrie Fisher, que eram igualmente figurativas no filme.

É um desastre completo de roteiro, nem dá pra chamar de roteiro essa bagunça.

Responder
Paco Miguel 17 de janeiro de 2020 - 12:28

Nossa vdd Ka… troquei os Hobbits hahahaa! Mas seja o Merry,Pippin,Bilbo…nenhum ajudaria essa coisa escrota chamado “Ascensão” Skywalker!

Responder
Brontops 23 de dezembro de 2019 - 12:33

-Ficou com ar de bagunça.

-Talvez ficasse melhor dividindo o filme em dois.

-Tenho a impressão de a morte de Carrie Fisher atrapalhou bem a história, obrigando a recorrer aos vários e vários fantasmas.
-Alguns conceitos foram mal aproveitados: desde a tropa de elite Sith até os desertores Stormtroopers.
-A ideia de “todos virão ajudar” me remeteu ao final do filme Dunkirk

-O visual do planeta de Palpatine me lembrou algo que vi em Casta dos Metabarões, do Gimenez e Jodorowsky.

-Gostei muito do duelo em meio às ondas.
-Os restos da Estrela da Morte em Endor: será que eles assumiram que a destruição da Estrela da Morte provocou um apocalipse na Lua?

Concordo com a ideia geral: não sou lá grande fã de Star Wars, por isso este filme não me irritou. Aliás, a trilogia do George Lucas ajudou demais a esfriar meu interesse no universo Star Wars. Mas continuo achando divertido.

Responder
the rálk 23 de dezembro de 2019 - 09:41

Pra mim o maior erro dessa trilogia foi descartar os personagens originais de uma forma quase que imbecil, um desrespeito com aqueles que fizeram essa franquia ser o que é

Responder
Rodrigo 23 de dezembro de 2019 - 08:19

Achei o filme com muitos flashback dos outros basicamente um resumão. Por outro ladopalpatine avô da Rey achei que faltou explicar melhor essa origem ficou um pouco confusa. Não achei o filme de todo ruim, achei cansativo e a nova geração de atores da trilogia não me agradou muito talvez seja saudosismo, gostei mesmo foi do general lando no filme pois era o único ainda presente em quase todos filmes gostei também das apariçoes em forma de espíritoluke e han solo não curtir a montagem da Leia. Eu daria 4 estrelas.

Responder
Junito Hartley 24 de dezembro de 2019 - 10:11

O Han no filme nao é um fantasma vei, era a consciência do Ben.

Responder
Junito Hartley 22 de dezembro de 2019 - 21:23

O que deixou o filme decepcionante(entre outras coisas) foi que botaram o Palpatine no meio da treta sem explicar nada de como ele sobreviveu, e nos cinéfilos que engula e acabou, que porra de roteiro é esse? Pra mim as partes mais emocionantes eram quando aparecia a velha guarda, Leia/Luke. As cenas de açao foram boas, mas as batalhas de sabres foram sem graça nenhuma pqp! E no final, pensei que ia rolar uma luta epica e acaba daquele jeito,ao é foda. Roteiro do filme todo zoado. Triste, eu como fã da franquia fico esperava mais dessa nova trilogia. Os caras deviam focar em serie tipo mandalorian, ou fazer um filme estilo Rogue One.

Responder
Careca de Capa 22 de dezembro de 2019 - 13:34

É Destroyer, Palpatine, Chewbacca ressuscitando que no meio da treta, fiquei procurando o Jason e o Michael Myers matando uns Stormtrooper no facão.

Responder
planocritico 22 de dezembro de 2019 - 16:17

Aí o filme ia ficar bom!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Carvalho 25 de dezembro de 2019 - 19:09

Tem umas 6 falsas-mortes nesse filme. É um negócio patético.

Responder
Bruno Santos 22 de dezembro de 2019 - 09:57

Pra falar q não teve nada bom, gostei do tack final, da Rey olhando para os dois sois, foi uma bonita homenagem

Responder
Roger Jr 22 de dezembro de 2019 - 02:21

O final deste filme só provou que esta terceira trilogia era desnecessária. Se queriam fazer uma nova trilogia (só para ganhar dinheiro), que fizessem uma nova estória, e deixassem tudo que foi feito até o EP6 em paz. Pensar que tudo que foi vivido e estabelecido na trilogia clássica e nas prequels, acabou assim, dá até um aperto no peito.

Responder
G. Hoffmann 22 de dezembro de 2019 - 13:34

Pois é, é incrível pensar na descoordenação desse negócio. E agora o bafafá é que a ideia da Disney é evitar futuras trilogias — como se fosse esse o problema!! O formato episódico é o DNA do SW, vem lá da inspiração do George Lucas nos seriais antigos de cinema. É de uma imbecilidade essa conclusão que eu fico atônito, é tipo assim, eu escrevo um livro ruim e, ao invés de me responsabilizar e tentar entender o que não funcionou, declaro que a língua portuguesa é que não está vingando mais!

Responder
Vinicius S Pereira 21 de dezembro de 2019 - 22:19

Olha, não foi fácil dessa vez. Como um amigo meu soltou logo após os créditos surgirem “a definição de sentar no teclado pra escrever um roteiro foi atualizada”.

Eu achei bacana o episódio e 7 e gosto muito do 8 (sim, sou daqueles outros kkk), e o fator externo sob esse filme como tu aponta é mais do que relevante. Enquanto eu assistia, e via cada ponto do episódio 8 sendo reebotado eme dava uma dor no coração, não porque eu gosto dele essencialmente, mas como essa “rixa, ou sei lá do que chamar, afeta o episódio 9, o filme parece mais preocupado em desfazer o que foi feito no episódio anterior do que contar sua própria história, ruim ou não, acho eu que abraçar o filme anterior e continuá-lo evitaria um desastre tão grande.

Pois então, enquanto eu compreendia o porque dessas decisões, alguns amigos com que fui assistir o filme, e mais desinformados em relação a toda essa briga entre direções criativas, entendiam menos ainda o que acontecia, não foi uma ou duas vezes que ouvi “mas eles não tinham falado outra coisa no outro filme?”, e isso deixa tudo mais confuso do que já é por si só.

As ações do filme não tem peso já que todas as mortes ou sacrifícios, são revertidas minutos após o acontecido, esses que são muito rápidos, o filme parece sempre estar correndo desesperadamente pra alcançar o final, tal qual o coelho da Alice. Os momentos de deus ex machina então nem se falam, gostando ou não os episódios anteriores sempre fizeram razoavelmente sentido e evitaram tamanhas soluções miraculosas.

O Palpatine saiu de um ótimo vilão, pra como tu diz só qualquer coisa na tela, virou um pastelão, é triste ver que o que era pra ser um clímax emocionante e tenso, de tão ridículo, arrancando risos da sala de cinema, .

A única coisa que não crítico e se salva é a direção de arte do filme e os combates em sua maioria, os ambientes são bonitos, as lutas são legais, a própria sequência contra o Palpatine é visualmente bonita. Mas convenhamos, a saga tem um universo riquíssimo e cheio de possibilidades, um conjunto de profissionais competentes dificilmente falharia nessa retratação, pena que nada disso no final tenha substância.

Como tu disse, eu falava com um amigo mais cedo, tivemos os 42 anos de um fã de Star Wars em 5 ou 6, assistimos o bom, o mais ou menos e o terrível kkkk. Pelo menos pude ver Star Wars no cinema e virar um autentico fã!

Responder
G. Hoffmann 22 de dezembro de 2019 - 13:33

Exatamente, @senseidosjogos:disqus , se eles queriam insistir em uma “correção de curso” (que eu ainda repudiaria mesmo que gostasse ainda menos do VIII), dava pra ter feito de um jeito mais elegante. Optado por um final mais organizadinho, que encerrasse o arco dos personagens e não tentasse ser mais do que é, já que a coisa encaminhou pra isso. Fizeram o extremo oposto, ao ponto do caricatural. Na minha sessão não rolou muita risada, mas eu ouvi relatos e compreendo. Tem que ter muita sobriedade pra fingir que está tudo bem naquela batalha final…

Responder
Brontops 27 de dezembro de 2019 - 12:15

Pois é. O Snopes era mais interessante. Meu filho e eu rimos do Palpatine filme de terror, dando gargalhada malvada.

Responder
Felipe Aguiar 7 de janeiro de 2020 - 10:50

A única coisa que não crítico e se salva é a direção de arte do filme e os combates em sua maioria, os ambientes são bonitos, as lutas são legais, a própria sequência contra o Palpatine é visualmente bonita. Mas convenhamos, a saga tem um universo riquíssimo e cheio de possibilidades, um conjunto de profissionais competentes dificilmente falharia nessa retratação, pena que nada disso no final tenha substância.

Concordo plenamente.

Responder
ABC 21 de dezembro de 2019 - 21:40

“vínculo de nostalgia que eu possuo em relação à Trilogia Prelúdio”.

Com partilho do mesmo vínculo, por isso a defenderei até a morte, mesmo sabendo de todas as limitações dela.

Transformaram a saga Skywalker numa saga Palpatine.

Senti-me um idiota no final do filme quando a Rey acha a bússola no planeta Jedi. Eram duas bússolas ou três? Se bem me lembro a bússola que o Ben pega no início do filme é diferente da que ele destrói, não deveria ter outra sob a guarda do Luke.

No fim tenho que dar razão àqueles que não queriam uma continuação da saga principal.

Saudações.

Responder
Here's Johnny 22 de dezembro de 2019 - 12:15

A bússola não para o planeta Sith não estava sob a guarda do Luke, estava dentro da nave do Kylo Ren que a Rey estava destruindo, e era a que ele pega no começo do filme.

Responder
Maximus 22 de dezembro de 2019 - 13:08

A Rey estava usando o caça tie do kylo ren, daí ela pegou o holocron que estava lá

Responder
G. Hoffmann 22 de dezembro de 2019 - 13:29

Tamo junto, @disqus_aWsfwKiIOp:disqus ! Eu curto demais essa Era, e lamento de coração que o Lucas estivesse tão sem parâmetros a respeito de certas coisas. Se ele tivesse aceito ceder à colaboração de outras perspectivas…

Pelo que eu lembro, uma bússola estava escondida nos escombros da Estrela da Morte e a outra no lugar em que o Ben foi buscar, com a instrução do Palps. A que o Ben destruiu era a da Estrela da Morte, a outra tava no TIE Fighter dele que a Rey levou pro planeta Jedi, e foi essa que ela encontrou com a ajuda do Luke. Essa parte foi muito corrida e mal compassada, diga-se de passagem!

Responder
ABC 22 de dezembro de 2019 - 21:17

O final foi tão aloprado que eu nem percebi que era a nave do Ben. Mas que ideia de jerico deixar a bússola na nave. De todo modo é só mais uma das diversas conveniências bestas do roteiro.

Saudações.

Responder
paulo ricardo 21 de dezembro de 2019 - 18:54

Bah n precisa uma crítica tão extensa , foi duro ler tudo !

Responder
planocritico 21 de dezembro de 2019 - 18:54

A proposta de nossas críticas com spoilers é essa, analisar tudo com calma. Se quiser ler algo mais curto, clique na crítica sem spoilers.

Abs,
Ritter.

Responder
G. Hoffmann 22 de dezembro de 2019 - 13:28

Foi mal, @disqus_nkfxQiOEuh:disqus , mas agradeço de você ter lido tudo mesmo assim! Eu normalmente tento ao máximo ser “sucinto” pq também sou leitor e sei que o texto longo as vezes desmotiva, mas abri uma exceção porque achei que, nesse caso, precisava sim! Último filme de Star Wars é só uma vez na vida, né (ou não?)!

Responder
GENIO PLAYBOY E SAFADÃO VOLTOU 23 de dezembro de 2019 - 16:47

” Último filme de Star Wars é só uma vez na vida, né”
Sendo mais acurado…
Ultimo filme de Star Wars é só três vezes na vida, né?

Responder
Bernardo Barroso Neto 21 de dezembro de 2019 - 16:14

Bela critica. Mostrou tudo que foi não só esse filme, mas toda essa nova trilogia. Eu gostei do filme, mas não acho que seria o ideal para o encerramento. Concordo totalmente com a nota.

Responder
malkalino 21 de dezembro de 2019 - 14:35

Star Wars – a ascensão Skywalker: mais conhecido como bagunça narrativa

Responder
Roger Jr 22 de dezembro de 2019 - 02:21

Star Wars: A Retrospectiva Final

Responder
G. Hoffmann 22 de dezembro de 2019 - 13:28

Uma bagunça tão absurda que, quando o roteiro vazou na internet, não alastrou tanto porque o pessoal não conseguia acreditar que era real!!

Responder
malkalino 23 de dezembro de 2019 - 08:56

AMAUHAUHAUUHAHS

Responder
Cahê Gündel 🇦🇹 21 de dezembro de 2019 - 14:34

Que baita texto! Só aqui no PC pra termos algo assim. Parabéns!

Eu ainda tô digerindo o filme, mas quando mais penso mais desgosto.

Responder
G. Hoffmann 22 de dezembro de 2019 - 13:27

Muito obrigado, @cahegundel:disqus ! Também fiquei nessa mesma situação. É um filme que te diverte enquanto você está assistindo, isso não dá para negar. Eu, pelo menos, me diverti demais. Mas é o tal negócio né, se você para para pensar um pouquitinho abaixo da superfície….

Responder
Big Boss 64 21 de dezembro de 2019 - 12:59

“…então poderiam desembocar em uma investida da Resistência contra uma frota Sith que brotou ex nihilo nas Regiões Desconhecidas da Galáxia.”

Não, brotou do cu mesmo… do cu do Palpatine kkk

Responder
G. Hoffmann 22 de dezembro de 2019 - 13:27

Se eu disser que não pensei em descrever assim, minto!

Responder
Diego/SM 8 de janeiro de 2020 - 01:50

haha caras, vcs que não entenderam mesmo o plano (genial) do véio Palpa… ele, “ardilosamente”, se fingiu de morto naquela queda dele em Retorno de Jedi para poder exatamente sumir para a segurança do “planeta Sith” e, ao mesmo tempo que curtindo essas (um tanto quanto longas) férias do duro trabalho sith (ou até uma aposentadoria por invalidez?), começar, em silêncio, um grande esquema de tomada do poder, com um novo Império realmente fodão e não aquela bagaça de antes… rsss

Responder
Big Boss 64 21 de dezembro de 2019 - 11:24

Independente do que você escreveu, já vou soltar minha opinião sobre o filme: um lixo 👌

Responder
José Victor Batista 21 de dezembro de 2019 - 11:12

Essa crítica demonstra exatamente todos os pensamentos sobre esse filme e trilogia como um todo! Como já comentei na crítica sem spoilers eu gostei de A Ascensão Skywalker (bem mais que aquele Últimos Jedi), mas quanto mais eu pondero sobre essa trilogia mais eu chego a conclusão de que talvez ela não devesse ter existido: os seis primeiros filmes eram um arco fechado (discutivelmente) bem construído sobre a “A Tragédia de Darth Vader”.
E antes que eu me esqueça:
Trilogia Thrawn >>>> Nova Trilogia

Responder
Isauraluiza 22 de dezembro de 2019 - 00:17

Palpatine também volta – como um clone – na trilogia de Thrawn, não?
Em tempo, havia elementos similares na trilogia disney “inspirados: na trilogia de Thrawn, ou era só impressão errada minha?

P.s. apenas tive contato com os quadrinhos da trilogia de Thrawn e foi a mais de dez anos atrás, ou seja, minha memória esta turva.

Responder
José Victor Batista 22 de dezembro de 2019 - 01:04

Sim, Palpatine volta como um clone no antigo canon, mas não na Trilogia Thrawn.
E se eu não estiver enganado nessa continuidade ele também teve um filho e um neto, não tenho certeza quanto a isso. Eu li a Trilogia Thrawn e algumas outras coisas do antigo Universo Expandido mas me informei do restante na Wookiepedia apenas pela curiosidade mesmo hahaha.

Responder
G. Hoffmann 22 de dezembro de 2019 - 13:27

@disqus_7VAktsulcp:disqus Ele volta como clone em Dark Empire, que dá sequência a vários ganchos da trilogia Thrawn. É na trilogia que estabelecem toda a prerrogativa sobre os “planos B” do Imperador para o caso de que fosse derrotado.

Essa trilogia nova empresta sim vários elementos do UE antigo (não sei se especificamente da Trilogia Thrawn, fora a noção de Exegol que é tipo uma Wayland em esteróides), inclusive o par Rey e Ben que paraleliza um pouco Jaine e Jacen. Esse filme, em especial, foi tipo um Dark Empire piorado!

Responder
G. Hoffmann 22 de dezembro de 2019 - 13:26

Exatamente, @jos_victor_batista:disqus ! Mesmo com os problemas na construção, em termos mais amplos a coisa toda era muito mais coerente antes do que com a adição desses três episódios desconjuntados. Acho a Trilogia Thrawn excelente justamente por dar sequência ao conflito contra o remanescente imperial sem tentar em nenhum momento diminuir o ar conclusido de O Retorno de Jedi. Pelo contrário, né, pega os ganchos dali e vai trabalhando muito bem, explorando com detalhes a guerra de um jeito que nos filmes não tem muito como fazer.
Além disso, mesmo a exploração da Força é muito bem feita, sem roubar a centralidade do enredo e mantendo todo o mistério. O Zahn inclusive de certa maneira “biologizou” a Força com os Ysalamiri, mas não recebeu o backlash dos Midichlorians pela forma como explorou a ideia, né? É muito mais legal contar uma história de guerra e, no meio dela, inserir os temas da Força do que focar na Força e usar a guerra como mero dispositivo de roteiro para o conflito dos Jedi! Continua sendo a melhor sequência para a Trilogia Original, sem dúvida.

Responder
ding ding ding 24 de dezembro de 2019 - 22:06

Discordo. Os últimos Jedi abriu novos horizontes para a franquia, que foram barrados por essa conclusão covarde.

Responder
José Victor Batista 26 de dezembro de 2019 - 22:52

Em parte, sim. Os Últimos Jedi trouxe ideias interessantes e com potencial grande mas que em grande parte foram pobremente executadas (na minha opinião), e enquanto alguns dos “retcons” feitos em A Ascensão Skywalker foram bem vindos outros trouxeram mais problemas pra uma melhor conexão entre os três filmes da trilogia, que já era algo problemático desde o filme anterior.

Responder
Felipe Araujo 26 de dezembro de 2019 - 17:19

Concordo!

Responder
Careca de Capa 21 de dezembro de 2019 - 10:19

Resumo da tristologia:

Ren do mau, Rey do bem, Ren do bem, Rey do mau.

Fim.

Responder
Big Boss 64 21 de dezembro de 2019 - 14:33

E o beijinho? 🤣

Responder
G. Hoffmann 22 de dezembro de 2019 - 13:25

Epílogo: Chewie ganha finalmente uma medalha porque sim, aplausos!

Responder
Linti Faiad 21 de dezembro de 2019 - 04:10

Salve,
Legal a crítica, especialmente a introdução (absolutamente honesta, pelo que percebi haha).
Já que vc consumiu de tudo do universo expandido, me tira umas dúvidas sobre o filme (que eu considerei muito, muito, ruim. Eu prefiro mt mais a trilogia prelúdio, até hj não entendo que birra com os filmes e com o jar jar haha).
1. No livro do Darth Plagueis é possível inferir que o anakin surgiu após um disturbio na força pelo lorde sith ter revivido uma criatura. Ou seja, algo único. Que o palpatine é um ser único não tenho dúvida, mas não vejo coerência em igualar um skywalker com uma palpatine (que droga ela ter sido posta como neta a forceps e sem lógica nenhuma). Faz sentido isso para um fã com o seu perfil?
2. O snooke afinal era apenas um ser criado pelo Palpatine? Pq em um momento se vislumbra um ser dentro de um tubo cheio de líquido muito parecido com o snooke…
3. Os poderes surreais que a Deusa da Força Rey Skywalker encontram precedentes no universo expandido?
(ALERTA SPOILER THE MANDALORIAN no último episódio o baby yoda tb curou um ser vivo…)
4. No final o Ben ressuscitou a Rey ou eu fiquei louco?

E desculpa por todas as perguntas. Confesso que vou assistir de novo o filme (mesmo tendo saído antes do final final da pelicula para não pegar fila no uber, e a vontade de sair estava em mim desde o início…) para ver após a decepção atual haha e aí vou voltar com mais perguntas haha

Abs e continuem com o ótimo trabalho.

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G. Hoffmann 22 de dezembro de 2019 - 13:18

Valeu, @lintifaiad:disqus !
Vamos lá:

1. Sim, e na mensal mais recente do Darth Vader eles trabalharam mais essa ideia, ainda que sem “explicar” muito bem no final das contas essa ligação. Para mim, é o tipo de coisa que quanto mais tentam mexer, pior fica. É um elemento mais interessante justamente quando está envolto em mistério. Pra mim, como espectador já foi algo fórceps sem dúvida, como fã então foi uma tragédia mesmo. Acho que a saída mais elegante seria ter mantido a origem de Rey sem resposta definitiva (assim como a do Anakin — até que se prove em cartório a virgindade da Shmi). Como eu falei no texto, eu achei que o Abrams tentou arrumar com uma ideia torta uma boa ideia do Johnson, executada de um jeito torto.
2. Pois é, e já cheio de cicatrizes e tudo mais, né? Não faço ideia do que eles prentedem com isso. Tem uma mini de HQs do Charles Soule saindo agora, onde na próxima edição mostrarão uma batalha onde Luke teria infringido os ferimentos graves no cara. O que o filme dá a entender é que foi tudo uma encenação do Imperador — o que é bem tosco, porque afinal de contas certamente era mais prático um clone à própria imagem e semelhança dele do que inventar todo um novo personagem pra representar a vontade dele na Primeira Ordem, que idolizava o cara, né?
3. Eu acho que não, viu! Na época do game Force Awakens, teve muito fã que torceu o nariz pro fato de que o protagonista Starkiller era capaz de mover um Cruzador imperial com a Força. No cânone novo, sabemos que o Luke fez isso na Batalha de Jakku, mas até então acho que era o caso mais “fora da curva”. A saída dos roteiristas, imagino, é usar a carta da “Díade na Força” para explicar esse lance.
4. Também interpretei aqui que a ideia é usar de desculpa a “Díade na Força” para explicar ambos os casos (Rey “ressucita” o Ben em Endor, e depois ele retribui o favor ao final, né). Por conta da ligação deles é que não apenas eles desenvolvem esse poder (que já existia no UE, mas nunca muito explorado por conta dos problemas óbvios — tipo o Qui-Gon-JInn pensando “Maldito Obi-Wan, falei pra você estudar seu poder de cura moleque!” depois de ser furado pelo Maul) como podem reviver um ao outro. A ideia é que seja um evento único, acho.

Hahahahah entendo perfeitamente a sofrência com o Uber, não é fácil planejar a escapada, ainda mais pra quem vai trampar de manhã!

Volte aí com as novas perguntas e ideias sim, meu caro! Abraço!!

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