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Crítica | Star Wars: Episódio VI – O Retorno de Jedi

por Ritter Fan
575 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 5,0

Normalmente visto como o mais fraco filme da Trilogia Original, O Retorno de Jedi é, apesar de tudo, um mais do que digno encerramento de um ciclo. Finalmente vemos Luke Skywalker como um Cavaleiro Jedi, Leia como outra possível herdeira da Força e, claro, a redenção de Anakin Skywalker, preso na armadura letal de Darth Vader. O círculo se fecha quase que sem falhas.

E isso apesar dos Ewoks, apontados como responsáveis pela alegada infantilização da trama.

Mas que infantilização é essa exatamente? Em seu nascedouro, a franquia Star Wars sempre olhou para um público mais jovem e somente em O Império Contra-Ataca é que o necessário tom dramático acabou tornando a franquia mais sóbria e solene. O Retorno de Jedi, no final das contas, é o filme que, dos três, melhor sabe dosar o sombrio e o alegre, o pesado e o leve e os Ewoks ajudam, não atrapalham, nesse equilíbrio.

Vejam por exemplo como O Retorno de Jedi começa, com uma espécie de prelúdio de volta à Tatooine, com nossos heróis tentando libertar Han Solo, ainda congelado em carbonita, do Palácio de Jabba. Reparem como a mesma Tatooine clara, expansiva e de certa forma esperançosa do primeiro filme é convertida em uma terra ameaçadora, escura e mortal graças a filtros bem utilizados e uma direção solene de Richard Marquand, que sabe tratar com suficiente suspense o vilão Jabba the Hutt e sua escória de seguidores em uma submundo que faria o bar onde Han é contratado em Guerra nas Estrelas um mero maternal. E, claro, ele trabalha de maneira reverencial o Jedi do título, apresentando-nos a um Luke Skywalker mais sombrio, mais sábio e mais poderoso.

Esse momento inicial deixa evidente que algum tempo se passou algum tempo desde O Império Contra-Ataca (apenas um ano tecnicamente, mas gosto de imaginar que foi um tanto mais) e que o fim está próximo. A Rebelião continua ativa, Leia, disfarçada de caçadora de recompensas e levando Chewbacca acorrentado, está decisivamente apaixonada por Han Solo e Luke, apesar de não ser ainda de verdade um Jedi – ou será que já é? – assimilou muito bem os ensinamentos do Mestre Yoda, algo que ele demonstra em sua luta contra o temível Rancor, no calabouço de Jabba e, depois, na perfeitamente ensaiada sequência no deserto que revela seu pensamento tático e sua condição de guerreiro frio e impiedoso. E, lógico, em uma virada até estranha, mas absolutamente icônica, a produçao carrega nas cores da sensualidade, usando linguagem até fetichista ao mostrar Leia em reveladores trajes de escrava do enorme ser lagartoide. Não é tão infantil assim, não é mesmo?

Tudo funciona como um grande balé, encadeado com uma trilha sonora atmosférica e pouco reveladora de John Williams, que faz uso de seus motifs, mas rearranjando-os de maneira sutilmente mais dramática, o que acaba reforçando o lado heroico da missão de resgate. Definitivamente, um grande começo do fim.

Quando o segundo ato começa, o roteiro de Lawrence Kasdan e de George Lucas dá o que se poderia chamar de derrapada e um dos pontos principais de reclamações de fãs surge: os famigerados ursinhos simpáticos batizados de Ewoks, apesar de esse nome nunca ser mencionado no filme. Mas o problema, na verdade, é injustamente indicado como sendo os pequenos seres da lua de Endor, pois a questão está muito mais ligada com a cadência narrativa do roteiro e com a respectiva direção de Marquand, do que com qualquer outra coisa.

Deixe-me tentar explicar.

Ainda que Guerra nas Estrelas tenha sido o grande catalisador desse fantástico universo criado por George Lucas, foi em O Império Contra-Ataca que as ramificações foram deixadas à mostra. Aprendemos – sem confirmação – que Vader provavelmente é o pai de Luke; descobrimos em diálogo críptico entre Yoda e o espectro de Ben Kenobi que há outra “esperança” contra o Império; ficamos na dúvida sobre o fim de Han Solo; ficamos estarrecidos ao descobrir que o Império quase nada sofreu com a destruição da primeira Estrela da Morte. Era muito material para ser encerrado em um filme só, mas que precisava ser abordado. Além disso, como característico em obras da franquia, cada no episódio traz novas raças, novos personagens, novas situações.

Resolvida então a questão de Han Solo no primeiro ato, restava, assim, o foco em todo o resto ainda durante o segundo ato, de maneira que fosse possível encerrar a saga de maneira satisfatória e com ênfase na ação, no terceiro e derradeiro ato. Com isso, vemos Luke voltar brevemente para Dagobah, como prometido a Yoda, somente para vermos o Mestre às portas da morte. Mas verdades são confirmadas – sim, Vader é mesmo pai de Luke – e segredos são revelados – Luke e Leia são irmãos gêmeos separados no nascimento para evitar que Vader os achasse – mas Luke está eminentemente sozinho, em uma busca particular, agora não mais por identidade, mas pela salvação de seu pai.

Quando o Jedi volta ao seio de seus amigos, ele está novamente diferente tendo crescido um pouco mais com as informações recebidas e, não demora, ele se junta ao braço da missão rebelde que vai a Endor para desabilitar o escudo de força da nova Estrela da Morte, ainda em construção, de forma que a frota rebelde comandada por Lando Calrissian (com a Millenium Falcon emprestada relutantemente por Han) possa atacá-la. Luke sabe que vai ao encontro de seu destino e está tranquilo.

Mas, chegando em Endor, a história ganha, então, o mencionado lado mais “leve” e “infantil”, quando os simpáticos ursinhos nativos da lua adotam Leia como um deles e capturam os demais, somente para passarem a reverenciar um estupefato C-3P0 com um deus. Infantil, dizem alguns. Inteligente, digo eu. Quebra-se, aqui, o lado sombrio da história. Kasdan e Lucas sabiam a direção em que estavam indo e precisavam desanuviar a cabeça dos espectadores. Luke ainda enfrentaria Vader e o Imperador e a relação com os Ewoks serve como um momento divertido e calmo antes da tempestade final.

Com isso, a narrativa parece parar em alguns momentos e essa parada é, na verdade, bem-vinda. Permite um dos poucos momentos verdadeiramente íntimos entre Luke e Leia e faz genial uso do sempre divertido C3-p0 (a sequência dele contando os eventos dos filmes anteriores aos amedrontados Ewoks é impagável), sem que realmente percamos de vista o futuro sombrio que se avizinha.

E, no terceiro ato, Marquand faz, contando com a inestimável ajuda de Sean Barton e sua equipe na montagem, algo que é arriscado, mas cujo resultado final ficou próximo da perfeição: o uso de três narrativas paralelas. O grande clímax é protraído no tempo e segregado em três momentos: a batalha no espaço, a batalha em Endor e o confronto de Luke contra Darth Vader e o Imperador. Dois momentos em larga escala e um intimista. Os três indelevelmente conectados e interdependentes, ao ponto que a falha em um poderia significar a falha nos demais.

Mas o sequenciamento é de tirar o fôlego do começo ao fim. O frenesi e a desorganização dos dois ataques são balanceados pela aparente calma e serenidade do desafio psicológico a que Luke é submetido. Há muito mais palavras do que choques de sabres de luz, mas a tensão é crescente e é perfeitamente possível sentir a Rebelião acabando graças ao eficiente jogo de xadrez pensado 20 jogadas antes pelo maquiavélico Imperador (aliás, Ian McDiarmid, que vive o personagem pela primeira vez aqui dá um show de interpretação de vilão, encarnando em parte iguais a Bruxa Má de Branca de Neve e Ming, O Impiedoso de Flash Gordon). Lógico que sabemos que tudo dará certo no final, mas Marquand sabe manipular o espectador até o limite, transformando o ataque espacial em um massacre perpetrado pelo Império e o ataque em terra algo completamente fadado ao fracasso. E, no processo, a certeza de Luke começa a ruir.

As únicas peças não previstas no complexo jogo do Imperador são justamente os Ewoks, seres primitivos e sem tecnologia. A lição é obvia e clichê? Talvez, mas ela funciona sem parecer forçada ou de alguma maneira fora de lugar, além de ter ecos do primeiro filme, quando uma pequena nave X-Wing rebelde pilotada por um adolescente fazendeiro consegue destruir o monstro tecnológico representado pela Estrela da Morte.

E Marquand, agora trabalhando ângulos, filtros e a opacidade da máscara de Vader, além dos movimentos de David Prowse, o ator debaixo da armadura, humanizam o robótico personagem. Percebam como sentimos o sofrimento e a dúvida de Vader ao ver seu filho sendo torturado pelos raios do Imperador. É um pai querendo proteger o filho ou um servo querendo servir seu mestre? Sempre me impressionei e ainda me impressiono como a máscara negra de Vader ganha vida nessa belíssima sequência, que culmina com o lacrimoso momento em que finalmente o pai vê o filho sem máscara pela primeira e única vez.

O Retorno de Jedi é o filme mais fraco da trilogia? Talvez. Mas provavelmente não é. Não se o entendermos como o resultado da hercúlea tarefa de se fechar uma saga familiar de sci-fi/fantasia com perfeita circularidade sem, porém, perder em ousadia, construção de novos e fascinantes (e também fofos) personagens e momentos que arrancam emoções fortes mesmo depois de múltiplas conferidas. Um marco por seus próprios méritos, O Retorno de Jedi é o encerramento de trilogia que muita trilogia gostaria de ter.

A Edição Especial

estrelas 3,5

As incontáveis e insuportáveis mexidas de George Lucas na Trilogia Original são, por si só absolutamente inaceitáveis, já que ele se recusava – espero que isso mude agora que ele não tem mais controle sobre isso – em lançar em versão remasterizada de alta definição os filmes originais como vistos no cinema. Guerra nas Estrelas sofreu um tanto, com a re-inserção de cena com Jabba, gravada quando o gângster não era um ser em forma de lagarto, mas nada realmente fatal.

O Império Contra-Ataca foi o que definitivamente menos sofreu com a sana de alterações de Lucas, mostrando que, realmente, dos três filmes, esse era o mais bem-acabado. Apenas alterações cosméticas aqui e ali, nada mais.

O Retorno de Jedi, porém, sofreu terrivelmente.

E uma das mais execráveis “novas ideias” de Lucas foi substituir o discreto número musical Lapti Nek no Palácio de Jabba por um completo videoclipe com a tenebrosa Jedi Rocks, que quebra completamente o aspecto sombrio do covil do vilão e que macula a carreira de John Williams como compositor. Sem dúvida alguma, uma demonstração do total descontrole de Lucas sobre suas próprias concepções.

Mas as mudanças não param por aí e temos a celebração pela galáxia ao final, depois da derrota do Império. Muitos consideram boa a sequência, que abre mais o leque da vitória dos Rebeldes. Para mim, porém, ela só foi feita na base do “por que eu quero”. Nada, absolutamente nada no arco narrativo desenvolvido desde o primeiro filme pedia algo assim. Ah, claro, a música tribal comemorativa dos Ewoks também sofre com essa alteração.

A cereja no proverbial bolo, porém, é mesmo a troca da versão espectral de Anakin Skywalker, com a retirada de Sebastian Shaw e a inclusão do péssimo Hayden Christensen. Não só é um desrespeito ao veterano ator que, por alguns segundos, deu o rosto humano ao moribundo Vader como, dentro da história, a mudança não faz sentido algum. O espectro não é da versão “iluminada” do Jedi falecido? Bem, Anakin foi para o Lado Negro quando se tornou Vader, ainda como Christensen, mas a última vez em que ele é um Jedi não é ele de volta quando era “Anakin jovem do bem” e sim ainda dentro da máscara de Vader, na câmara do Imperador, quando ele resolve salvar seu filho, sacrificando-se no processo. Ali ele é um Jedi novamente e assim ele morre. Portanto, sob todos os aspectos, deveria ser Shaw junto com Yoda e Ben Kenobi ao final. E nem comentarei sobre o “NÃÃÃÃÃÃOOOO” que Vader ganha, pois é muita tristeza para o meu coração.

Sei que reclamo demais, mas essas alterações no clássico são, na verdade, mutilações.

Star Wars: Episódio VI – O Retorno de Jedi (Star Wars: Episode VI – Return of the Jedi, EUA – 1983)
Direção: Richard Marquand
Roteiro: Lawrence Kasdan, George Lucas
Elenco: Mark Hamill, Harrison Ford, Carrie Fisher, Billy Dee Williams, Anthony Daniels, Peter Mayhew, Sebastian Shaw, Ian McDiarmid, Frank Oz, James Earl Jones, David Prowse, Alec Guinness, Kenny Baker, Michael Pennington, Michael Carter, Denis Lawson, Tim Rose, Dermot Crowley, Caroline Blakiston, Warwick Davis, Jeremy Bulloch
Duração: 134 min.

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107 comentários

Oliver '87 3 de dezembro de 2020 - 19:23

Ritter, qual foi o motivo da morte do Vader? Pq no filme anterior, Luke teve a mão decepada tbm e durou bastante tempo, inclusive se esforçando, até ser resgatado e receber uma nova mão. Achei esquisito isso.

Responder
planocritico 5 de dezembro de 2020 - 14:05

Não tenho uma explicação científica para te oferecer, mas além de ele ter ficado exausto no combate de sabres com Luke (muito além do corte da mão, pois a mão dele era mecânica), ele recebeu toda a carga de raios da Força do Imperador quando ele o levanta para jogar no precipício. Repare que, nessa sequência, os raios permitem que até vejamos o esqueleto de Vader de tão potentes que eles são.

Abs,
Ritter.

Responder
André 27 de abril de 2020 - 15:04

Até hoje eu não entendi como tem gente que acha esse o mais fraco da trilogia clássica, ele é uma obra prima.

Responder
planocritico 27 de abril de 2020 - 19:35

É um modo de dizer. Eu mesmo acho o pior da Trilogia Original, mesmo tendo dado 5 estrelas para os três filmes. Talvez o mais correto fosse dizer que ele é o menos excelente.

Abs,
Ritter.

Responder
André 6 de maio de 2020 - 20:49

Eu diria que ele é melhor que Uma Nova Esperança, mas não supera O Império Contra Ataca, e eu discordo da parte das alterações do George Lucas, elas foram feitas para modernizar e aumentar a ligação com os prequels, o que foi muito bom, a única mudança que eu considero ruim foi o Jedi Rocks, que enquanto a versão original é maravilhosa, a nova (se bem que não é tão nova) é terrível.

Responder
planocritico 6 de maio de 2020 - 20:57

Entendo. Eu o coloco em terceiro mesmo na Trilogia Original, com Império em primeiro e Nova Esperança em segundo. Mas, muito sinceramente, os segundo e terceiro lugares ficam bem próximos um do outro.

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno Araujo 25 de dezembro de 2019 - 14:58

Ótima critica, Ritter, mas acho que A Edição Especial merece algumas defesas, a cena final com a música Victory Celebration deu um ar bem mais emotivo e vitorioso do que a música da versão original e a inclusão da cena dos planetas comemorando a Vitória dos rebeldes acho bem válida e legal também, mas Jedi Rocks é ridícula (embora a original não seja grande coisa também, não era pior) e Hayden Christensen ao invés de Sebastian Shaw foi um desrespeito com o ator original.

Responder
planocritico 5 de janeiro de 2020 - 22:42

Eu defenderia facilmente as edições especiais SE as edições originais fossem remasterizadas e lançadas em qualidade máxima. A substituição de uma pela outra é que me irrita demasiado!

Abs,
Ritter.

Responder
Isaac 27 de agosto de 2019 - 19:57

Olá Ritter,
Confesso que tinha um certo pré conceito em relação a star wars e por isso, nunca tive razão para vê-lo!
Porém, como vai lançar um novo esse ano e particulamente sou fã dos efeitos e de lutas com sabre de luz, vou assistir todos para me redimir de meus pecados como cinéfilo (Senhor dos aneis, ainda nao chegou sua vez).
A minha duvida é: Assisto as triologias em ordem que foram lançadas? Ou assisto pela cronologia dos ep.?
O que recomendas para um padawan de primeira viagem?!
Um abs

Responder
planocritico 28 de agosto de 2019 - 20:13

Olha, Isaac, eu sugiro FORTEMENTE que você veja na ordem em que os filmes foram lançados:

Ep. IV
Ep. V
Ep. VI
Ep. I
Ep. II
Ep. III
Ep. VII
Ep. VIII
Ep. IX (em dezembro)

Rogue One você pode ou assistir na ordem em que ele foi lançado, ou seja, entre Ep. VII e Ep. VIII ou logo depois do Ep. VI. Mesma coisa com Han Solo.

Os Eps. I, II e III eu absolutamente detesto, mas acho que cada um tem que ver para chegar à sua própria conclusão.

Divirta-se!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 2 de maio de 2018 - 17:02

Obrigado, @paulorodrigosilvadecampos:disqus !

O filme até pode ser o “mais fraco” da Trilogia Original como muitos dizem, mas é um “mais fraco” que está longe – absurdamente longe – de ser ruim. Mas há muita implicância com os Ewoks e eu sinceramente não entendo a razão.

Abs,
Ritter.

Responder
Paulo Rodrigo Silva de Campos 2 de maio de 2018 - 01:33

O filme é incrível! Por muitos anos fui levado por essa ideia de ser o mais fraco da trilogia original e tal, mas hoje resolvi ver mais uma vez e me emocionei bastante com várias cenas. Não me lembrava, por exemplo, que a icônica cena “I love you/I know” se repetia com os papéis trocados. O casal Leia e Han é simplesmente espetacular.
E as mutilações da edição especial deveriam ser enquadradas como crime contra a humanidade. Ainda no aguardo do lançamento das versões originais remasterizada.
Parabéns pela crítica 🙂

Responder
Paulo Vale 15 de janeiro de 2018 - 22:58

Desculpa se estou dizendo alguma bobagem, mas o certo não seria “O Retorno do Jedi” em vez de “O Retorno de Jedi”? Mil desculpas mais uma vez, sempre tive essa dúvida, mas ninguém nunca me deu atenção rsrsrs. Sei que você tem coisas mais importantes para abordar. Abs.

Responder
Paulo Vale 15 de janeiro de 2018 - 22:58

Desculpa se estou dizendo alguma bobagem, mas o certo não seria “O Retorno do Jedi” em vez de “O Retorno de Jedi”? Mil desculpas mais uma vez, sempre tive essa dúvida, mas ninguém nunca me deu atenção rsrsrs. Sei que você tem coisas mais importantes para abordar. Abs.

Responder
planocritico 16 de janeiro de 2018 - 00:28

Cara, essa tradução brasileira é muito errada. O certo mesmo seria O Retorno DOS Jedi, mas DO também funcionaria. O que definitivamente não funciona é DE.

E pode mandar perguntas e comentários, pois fazemos o máximo para interagir com nossos leitores!

Abs,
Ritter.

Responder
Paulo Vale 16 de janeiro de 2018 - 19:27

Putz cara. Acho que “O Retorno dos Jedi” combina bastante com o filme. Boa sacada. Abs

Responder
planocritico 16 de janeiro de 2018 - 00:28

Cara, essa tradução brasileira é muito errada. O certo mesmo seria O Retorno DOS Jedi, mas DO também funcionaria. O que definitivamente não funciona é DE.

E pode mandar perguntas e comentários, pois fazemos o máximo para interagir com nossos leitores!

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel 1 de outubro de 2017 - 19:41

Horrível essas alterações que o Lucas botou! Onde na internet está a versão original? Falando em O Retorno de Jedi, achei digno o fim do trilogia!

Responder
planocritico 1 de outubro de 2017 - 22:55

Não sei onde encontrar. Eu tenho aqui meu antigo Laserdisc com a versão de cinema, pré-alterações de Lucas.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel 17 de janeiro de 2018 - 16:03

Encontrar a versão antiga deve ser complicado! Pobre Retorno de Jedi, foi vítima de alterações desnecessárias de Lucas!

Responder
planocritico 17 de janeiro de 2018 - 22:46

Eu tenho as versões de cinema originais guardadas a sete chaves em Laserdisc!

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo Patini 1 de fevereiro de 2017 - 18:10

Olá Ritter, peço licença pra deixar minhas impressões sobre o ep VI:
Devo começar dizendo que ‘fraco’ não é uma palavra para ser usada neste filme e em nenhum da trilogia original. Podem até dizer que ele é o ‘menos forte’ da trilogia, embora assim como você eu também não concorde com essa opinião.
É difícil cravar qual deles gosto mais, por isso vou me abster do voto.
O que mais gostei do ep. VI foi justamente o resgate de Solo e a luta contra Bobba Fett e os capangas de Jabba (mas podíamos ter ficado sem o show de rock alienígena…). Luke se mostra absolutamente seguro e dono da situação (adoro os ultimatos dele para Jabba, mesmo acorrentado e à beira do precipício…)
Mas se alguém acha os Ewoks fofos, deve achar o Wookies fofos também, não é mesmo? Como eu havia lido a crítica antes de assistir ao filme, já estava esperando um looping no roteiro e na mudança de tons do filme – tipo Hans Solo encontra os Ursinhos Carinhosos -, mas não vi nada disso. O ambiente clean do país de Lando no segundo filme quebra muito mais a cadência, a meu ver, do que a inserção dos Ewoks aqui. A aliança precisava de um reforço de contingente (assim como a Rainha de Naboo precisava do reforço dos ‘Jars Jars’ no ep. I), e essa foi a saída do roteiro.
Além disso, não vi na conduta dos Ewoks nada que os classifique como ‘fofos’: os caras, batem, matam, cozinham carne humana pra comer etc); há uma palhaçada aqui e acolá, mas isso é figurinha carimbada de Star Wars.
As perseguições de “moto-hoverboards” foram meio cansativas pra mim, e os efeitos foram a desejar, embora eu entenda as limitações da época.
Ao contrário de você, não consegui ver qualquer expressão em Vader no momento de sua catarse; se no segundo filme ele subiu um pouco no meu conceito, neste terceiro ele volta a ser o ‘lap dog’ do imperador. Achei que ele fica impassível por bastante tempo até que resolve jogar o imperador no abismo (aliás, fácil demais, fácil demais…)… sei lá, pra mim simplesmente não funcionou como foi pra você.
PS: Aqui abro um parênteses pra polêmica: para mim a única disputa relevante que Vader de fato ganhou foi aquela corrida de pods no ep. I. Lá ele era apenas um garoto azarão e realmente se superou para vencer. No mais, ele só deu má nota: não conseguiu salvar a mãe; não conseguiu derrotar Dookan no ep. II; perdeu do Kenobi no ep. III (a luta com o S.L.Jackson não conta, pois ali ele se utilizou do elemtno surpresa pra cortar a mão do sujeito e foi o Imperador que deu cabo do resto); só derrotou Kenobi no ep. IV porque ele baixou a guarda e se deixou abater; só derrotou Luke no ep. V porque usou o manjado golpe do “I am your father”; perdeu de Luke no ep. VI e só matou o Imperador também porque se utilizou do elemento surpresa e, mesmo assim, o resultado também o matou.
A minha conclusão é de que a trilogia original é mesmo fantástica, assim como você descreveu nas críticas. Porém, como não vivi a época própria, minha fascinação não chega ao nível dos nobres mestres deste poderoso site.
Que a Força continue com vocês! Nos vemos na trilgoia prelúdio (ah, agora é que são elas…. rs)

Responder
planocritico 2 de fevereiro de 2017 - 14:47

Eu também adoro o resgate de Han Solo. Uma sequência clássica de aventura que sempre me diverte, especialmente pelo Luke “dono de si” e pela interação de Han Solo sem enxergar com os demais. E também acho o número musical que Lucas enfiou na “versão de diretor” dele ridículo…

Sobre os Ewoks, estou com você também. Os ursinhos carinhosos funcionam muito bem no filme. Não tem nada fora do lugar, nada exagerado, nada do tipo “impossível eles ganharem dos Stormtroopers” com dizem por aí. A força de vontade e o trabalho em conjunto ganhou do Império e os Ewoks eram o fator que o Imperador não contava.

Já em relação às expressões de Vader, vou te dar um desconto. Você viu o filme no carro. Veja novamente de forma DECENTE e me diga se não consegue perceber a gradativa mudança de opinião de Vader mascarado. Ele sai de alguém derrotado para pai redimido e vemos isso na forma como a câmera enfoca a máscara, nos movimentos dele e até na “sujera” da máscara. Acho espetacular esse momento.

Sobre o pod race, vou me abster de comentar para manter a conversa civilizada… HAHAHAHHAAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH

Muito curioso para ler seus comentários sobre aquelas porcarias que deveriam ser apagadas do cânone pela Disney…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 2 de fevereiro de 2017 - 14:47

Eu também adoro o resgate de Han Solo. Uma sequência clássica de aventura que sempre me diverte, especialmente pelo Luke “dono de si” e pela interação de Han Solo sem enxergar com os demais. E também acho o número musical que Lucas enfiou na “versão de diretor” dele ridículo…

Sobre os Ewoks, estou com você também. Os ursinhos carinhosos funcionam muito bem no filme. Não tem nada fora do lugar, nada exagerado, nada do tipo “impossível eles ganharem dos Stormtroopers” com dizem por aí. A força de vontade e o trabalho em conjunto ganhou do Império e os Ewoks eram o fator que o Imperador não contava.

Já em relação às expressões de Vader, vou te dar um desconto. Você viu o filme no carro. Veja novamente de forma DECENTE e me diga se não consegue perceber a gradativa mudança de opinião de Vader mascarado. Ele sai de alguém derrotado para pai redimido e vemos isso na forma como a câmera enfoca a máscara, nos movimentos dele e até na “sujera” da máscara. Acho espetacular esse momento.

Sobre o pod race, vou me abster de comentar para manter a conversa civilizada… HAHAHAHHAAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH

Muito curioso para ler seus comentários sobre aquelas porcarias que deveriam ser apagadas do cânone pela Disney…

Abs,
Ritter.

Responder
Handerson Ornelas. 14 de dezembro de 2016 - 17:07

É sim o mais fraco da trilogia original, mas isso está muito longe de ser devido aos Ewoks. Isso é devido a furos no plano de resgate a Han Solo, a repetição do plot da estrela da morte e uma revelação não impactante e pouco relevante sobre Lea e Luke serem irmãos (tanto que essa não era a ideia original). Pense bem, hoje todos nós, fãs, estamos acostumados a ver os dois como irmãos, mas no filme isso serve como um plot twist forçado, eu diria que o primeiro sinal de que George Lucas começava a se perder.

Ainda assim, ótimo filme, mesmo que abaixo dos espetaculares dois anteriores. E ótima crítica!

Responder
Handerson Ornelas. 14 de dezembro de 2016 - 17:07

É sim o mais fraco da trilogia original, mas isso está muito longe de ser devido aos Ewoks. Isso é devido a furos no plano de resgate a Han Solo, a repetição do plot da estrela da morte e uma revelação não impactante e pouco relevante sobre Lea e Luke serem irmãos (tanto que essa não era a ideia original). Pense bem, hoje todos nós, fãs, estamos acostumados a ver os dois como irmãos, mas no filme isso serve como um plot twist forçado, eu diria que o primeiro sinal de que George Lucas começava a se perder.

Ainda assim, ótimo filme, mesmo que abaixo dos espetaculares dois anteriores. E ótima crítica!

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2016 - 17:56

O plot twist da Leia já vinha sendo preparado desde O Império Contra-Ataca. Yoda fala a Obi-Wan: “No, there is another”. E, convenhamos, esse “another” não poderia ser Han Solo ou Chewbacca. Só poderia ser a Leia. Achei perfeitamente bem inserido no filme. A relevância da revelação é a descoberta por Vader – ele sente a partir dos pensamento de Luke – que usa isso como a gota d’água para enfurecer no Luke. É só a partir da ameaça de Vader a Leia que Luke sai para matar Vader, repare só.

E confesso que não vejo furos no plano de resgate se considerarmos que, ali, a ideia era fazer uma “aventura” estilo Indiana Jones.

Abs,
Ritter.

Responder
Luigi Bonvenuto 5 de maio de 2019 - 20:25

Notei isso também, estava reassistindo o episódio VI e percebi que não havia me atentado as falas anteriores ao ataque de raiva de Luke que quase o levou ao Lado Negro.

Então, tem uma irmã gêmea? Seus sentimentos agora
a traíram também. Obi-Wan foi sábio em escondê-la de mim. Agora, o erro dele está completo. Se você não vier para o Lado Negro, talvez ela venha

Foi depois dessas palavras de Vader que Luke grita “Nunca!” e parte para a investida pesada.

Acho isso fenomenal, até porque a Leia meio que já sabia através do contato pela Força que eles tiveram. O grande impacto dessa revelação é elevar a família Skywalker (a líder da rebelião e o Cavaleiro Jedi são filhos do homem mais temido da galáxia) e trazer esse momento dramático.

Acertado, na minha opinião.

Responder
planocritico 6 de maio de 2019 - 18:35

Exato!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2016 - 17:56

O plot twist da Leia já vinha sendo preparado desde O Império Contra-Ataca. Yoda fala a Obi-Wan: “No, there is another”. E, convenhamos, esse “another” não poderia ser Han Solo ou Chewbacca. Só poderia ser a Leia. Achei perfeitamente bem inserido no filme. A relevância da revelação é a descoberta por Vader – ele sente a partir dos pensamento de Luke – que usa isso como a gota d’água para enfurecer no Luke. É só a partir da ameaça de Vader a Leia que Luke sai para matar Vader, repare só.

E confesso que não vejo furos no plano de resgate se considerarmos que, ali, a ideia era fazer uma “aventura” estilo Indiana Jones.

Abs,
Ritter.

Responder
Guest 12 de dezembro de 2016 - 12:30

Meu filme favorito da franquia (Junto com o Império Contra-Ataca), mesmo sendo considerado por muitos fãs como fraco e inferior aos dois primeiros, eu gosto dele por ser um ótimo encerramento e fechar com chave de ouro o arco iniciado em Uma nova esperança.

Responder
planocritico 12 de dezembro de 2016 - 14:32

@Disqus_JesseCuster:disqus , gosto muito desse filme também!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 12 de dezembro de 2016 - 14:32

@Disqus_JesseCuster:disqus , gosto muito desse filme também!

Abs,
Ritter.

Responder
Keverton 12 de dezembro de 2016 - 12:30

Meu filme favorito da franquia (Junto com o Império Contra-Ataca), mesmo sendo considerado por muitos fãs como fraco e inferior aos dois primeiros, eu gosto dele por ser um ótimo encerramento e fechar com chave de ouro o arco iniciado em Uma nova esperança.

Responder
Fernando Queiroz 10 de dezembro de 2016 - 18:29

👩👍👍👍👍👍

Responder
FabioRT 9 de dezembro de 2016 - 13:45

Cara..eu ODEIO…SIMPLESMENTE ODEIO as Mutilações feitas pelo George Lucas….até entendo dar um tratamento de som…colocar um fundo digital sutil para deixar mais bonito…tudo bem…mas o que ele fez com esse filme…sem deixar opção para quem não curte as alterações…foi um crime…até hoje não tenho Star Wars em disco…na esperança que um dia lancem os filmes sem estas heresias

Responder
FabioRT 9 de dezembro de 2016 - 13:45

Cara..eu ODEIO…SIMPLESMENTE ODEIO as Mutilações feitas pelo George Lucas….até entendo dar um tratamento de som…colocar um fundo digital sutil para deixar mais bonito…tudo bem…mas o que ele fez com esse filme…sem deixar opção para quem não curte as alterações…foi um crime…até hoje não tenho Star Wars em disco…na esperança que um dia lancem os filmes sem estas heresias

Responder
planocritico 9 de dezembro de 2016 - 22:03

Faço minhas as suas palavras! E, assim como você, me recuso a comprar os filmes da saga em Blu-Ray sem que antes a Trilogia Original IMACULADA seja lançada remasterizada como deveria ser.

Eu até hoje tenho a caixa com os Laserdiscs da Trilogia Original trancafiada em meu cofre! Uma preciosidade sem as alterações imbecis do Lucas.

Abs,
Ritter.

Responder
Fábio 6 de novembro de 2016 - 22:39

Parecerá uma heresia para os fãs, mas nunca tinha assistido star wars até a netflix colocar em seu catálogo recentemente. Terminei agora a trilogia original, e de forma alguma achei os efeitos especiais tão toscos assim como muitos dizem, a ponto de tirar um pouco da magia da história; eles são suficientemente convincentes a meu ver, esperava algo no nível do Chapolin rsrs.
Quanto aos episódios, vou na contramão também e considerei esse o melhor, mais equilibrado de todos, apesar de não tão profundo quanto o segundo. De toda forma sei que esse universo é interminável, as pessoas que opinam o conhecem bem e já assistiram os filmes inúmeras vezes, então minha opinião vale nada. Foi só a primeira impressão de um leigo mesmo.
Ótima crítica, parabéns!

Responder
Fábio 6 de novembro de 2016 - 22:39

Parecerá uma heresia para os fãs, mas nunca tinha assistido star wars até a netflix colocar em seu catálogo recentemente. Terminei agora a trilogia original, e de forma alguma achei os efeitos especiais tão toscos assim como muitos dizem, a ponto de tirar um pouco da magia da história; eles são suficientemente convincentes a meu ver, esperava algo no nível do Chapolin rsrs.
Quanto aos episódios, vou na contramão também e considerei esse o melhor, mais equilibrado de todos, apesar de não tão profundo quanto o segundo. De toda forma sei que esse universo é interminável, as pessoas que opinam o conhecem bem e já assistiram os filmes inúmeras vezes, então minha opinião vale nada. Foi só a primeira impressão de um leigo mesmo.
Ótima crítica, parabéns!

Responder
planocritico 7 de novembro de 2016 - 11:11

@admir_nogueira:disqus , muito pelo contrário. Diria que sua opinião é até mais importante do que opiniões de quem já viu o filme várias vezes como eu. Afinal, de uma maneira ou de outra, pelo menos no meu caso, eu cresci com a Trilogia Clássica de Star Wars e ela faz parte literalmente da minha vida. Portanto, minha visão inevitavelmente é nostálgica e de certa forma nublada pelo que sinto pela trilogia.

Por isso é tão bom e importante ler comentários de alguém que, por qualquer razão que seja, somente teve contanto com a trilogia agora e pode dar uma depoimento fresco e não viciado. Seus comentários especialmente sobre os efeitos especiais são muito interessante, pois a percepção que eu tenho deles para um público atual é que eles seria antiguados e toscos e você vem na direção oposta, direção essa que concordo plenamente!

E sobre você considerar esse o melhor da Trilogia Clássica, entendo perfeitamente. Meu favorito é Império, mas vejo uma enorme qualidade em Retorno que as pessoas costumam descartar especialmente por causa dos Ewoks!

Volte sempre e , se puder e quiser, comente nas demais críticas desse Universo que temos aqui no site. Todos os filmes foram criticados (inclusive os dois dos Ewoks…).

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de novembro de 2016 - 11:11

@admir_nogueira:disqus , muito pelo contrário. Diria que sua opinião é até mais importante do que opiniões de quem já viu o filme várias vezes como eu. Afinal, de uma maneira ou de outra, pelo menos no meu caso, eu cresci com a Trilogia Clássica de Star Wars e ela faz parte literalmente da minha vida. Portanto, minha visão inevitavelmente é nostálgica e de certa forma nublada pelo que sinto pela trilogia.

Por isso é tão bom e importante ler comentários de alguém que, por qualquer razão que seja, somente teve contanto com a trilogia agora e pode dar uma depoimento fresco e não viciado. Seus comentários especialmente sobre os efeitos especiais são muito interessante, pois a percepção que eu tenho deles para um público atual é que eles seria antiguados e toscos e você vem na direção oposta, direção essa que concordo plenamente!

E sobre você considerar esse o melhor da Trilogia Clássica, entendo perfeitamente. Meu favorito é Império, mas vejo uma enorme qualidade em Retorno que as pessoas costumam descartar especialmente por causa dos Ewoks!

Volte sempre e , se puder e quiser, comente nas demais críticas desse Universo que temos aqui no site. Todos os filmes foram criticados (inclusive os dois dos Ewoks…).

Abs,
Ritter.

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Fábio 7 de novembro de 2016 - 14:32

Obrigado por responder, essa troca de ideias é das coisas que mais gosto no site. Dificilmente publico algum comentário sem receber uma resposta atenciosa diretamente do crítico, algo raro em outros espaços.
Apenas para complementar minha opinião sobre esse episódio VI, achei um ponto fraco ele repetir a história da Estrela da Morte que foi mais bem explorada no episódio IV. Pareceu pouco criativo.
De outro lado, enxergo muitas qualidades, sendo a principal a montagem. Incrível e arriscado o trecho do filme em que três ações paralelas e interdependentes correm juntas. Poderia dar muito errado, mas ficou magistral. Já deve ter sacado, mas me refiro à parte final em que se desenrolam simultaneamente três ações: a ação em terra do Han Solo com os Ewoks, a batalha dos caças e o Luke interagindo com o Darth Vader.
Vou assistir a segunda trilogia e volto a comentar aqui. Abraço!

Responder
planocritico 7 de novembro de 2016 - 15:11

Adoramos essa interação!

A repetição da história da Estrela da Morte dá um ar cíclico à narrativa. Ela começa assim no IV e termina da mesma maneira no VI. Gosto da “poesia” embutida aí.

Mas realmente a montagem que nos faz acompanhar as três aventuras simultâneas ao final é espetacular. Duas são em larga escala e uma é intimista e todas funcionam muito bem. Foi um risco, mas o resultado é de se tirar o chapéu!

Sobre a Trilogia Prelúdio, boa sorte! Fico curioso para ler seus comentários sobre ela!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de novembro de 2016 - 15:11

Adoramos essa interação!

A repetição da história da Estrela da Morte dá um ar cíclico à narrativa. Ela começa assim no IV e termina da mesma maneira no VI. Gosto da “poesia” embutida aí.

Mas realmente a montagem que nos faz acompanhar as três aventuras simultâneas ao final é espetacular. Duas são em larga escala e uma é intimista e todas funcionam muito bem. Foi um risco, mas o resultado é de se tirar o chapéu!

Sobre a Trilogia Prelúdio, boa sorte! Fico curioso para ler seus comentários sobre ela!

Abs,
Ritter.

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Fábio 7 de novembro de 2016 - 14:32

Obrigado por responder, essa troca de ideias é das coisas que mais gosto no site. Dificilmente publico algum comentário sem receber uma resposta atenciosa diretamente do crítico, algo raro em outros espaços.
Apenas para complementar minha opinião sobre esse episódio VI, achei um ponto fraco ele repetir a história da Estrela da Morte que foi mais bem explorada no episódio IV. Pareceu pouco criativo.
De outro lado, enxergo muitas qualidades, sendo a principal a montagem. Incrível e arriscado o trecho do filme em que três ações paralelas e interdependentes correm juntas. Poderia dar muito errado, mas ficou magistral. Já deve ter sacado, mas me refiro à parte final em que se desenrolam simultaneamente três ações: a ação em terra do Han Solo com os Ewoks, a batalha dos caças e o Luke interagindo com o Darth Vader.
Vou assistir a segunda trilogia e volto a comentar aqui. Abraço!

Responder
Ricardo Gelatti 28 de maio de 2016 - 15:35

Pow, depois de ler sua ótima crítica fiquei pensando se não gostei tanto do episódio VI por só ter visto a edição especial.

Realmente, os pontos citados por você que foram mexidos ficaram bizarros(principalmente o do Jabba). Qual a diferença entre o Nãaaaoooooo da Edição Especial e o da original?

Abraços.

Responder
planocritico 30 de maio de 2016 - 15:42

@ricardogelatti:disqus, essas mudanças de George Lucas são completamente idiotas. Só de pensar nelas fico com raiva… Sobre o “nãaaaaoooo”, no original não tem nada. Ele só pega o Imperador e joga no buraco sem gritaria…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 30 de maio de 2016 - 15:42

@ricardogelatti:disqus, essas mudanças de George Lucas são completamente idiotas. Só de pensar nelas fico com raiva… Sobre o “nãaaaaoooo”, no original não tem nada. Ele só pega o Imperador e joga no buraco sem gritaria…

Abs,
Ritter.

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Ricardo Gelatti 28 de maio de 2016 - 15:35

Pow, depois de ler sua ótima crítica fiquei pensando se não gostei tanto do episódio VI por só ter visto a edição especial.

Realmente, os pontos citados por você que foram mexidos ficaram bizarros(principalmente o do Jabba). Qual a diferença entre o Nãaaaoooooo da Edição Especial e o da original?

Abraços.

Responder
Laila Santos 2 de fevereiro de 2016 - 15:32

Para mim,os Ewoks significam que o “Jar Jar Binks Mode” já estava ativado na mente de Lucas.
Alguns elementos do roteiro parecem ter sido reescritos ás pressas,por exemplo,no roteiro original,a Leia não era pra ser a irmã de Luke,parece que isso daria base para uma nova trilogia,mas a ideia foi descartada,e o Han Solo,que ninguém sabia se ele iria estar no episódio VI,naquela época Raiders Of The Lost Ark já estava fazendo um enorme sucesso e de acordo com Harrison Ford seu personagem já havia cumprido seu papel na saga,na minha opinião isso é verdade,Solo não tem muito o que fazer neste filme,mas é sempre bom ver Han Solo já que ele é o meu personagem favorito,mas o final redime todos esses pequenos problemas.
Fora a cena do Hayden aparecendo ,isso não é legal.

Responder
planocritico 3 de fevereiro de 2016 - 02:44

Ford queria que Solo morresse já em Império Contra-Ataca e por isso ele foi “congelado”. Em Retorno ele também queria morrer, mas Lucas convenceu o ator a voltar. E ainda bem, pois, apesar de ele não ser essencial à trama do terceiro filme da Trilogia Clássica, sua presença “fecha bem” a narrativa.

E olha, eu prefiro assistir aos dois filmes e à série de TV animada dos Ewoks novamente do que olhar para a cara do Jar Jar Binks…

Abs,
Ritter.

Responder
Diogo Amorim 19 de janeiro de 2016 - 13:32

Acho que esse filme é de longe sim o mais fraco dessa trilogia original, mas mesmo assim é um ótimo filme. A revelação no final qunado o Darth Vader tira a máscara é sensacional, o filme é muito bom sim. Agora aquele negócio de colocar o Hayden Christensen como o fantasma do Darth Vader foi totalmente nada haver e sem sentido, péssima ideia mesmo. E quanto aos Ewoks, não vejo grandes problemas não.

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2016 - 14:14

@disqus_1xfUk6Tw8e:disqus, essa mudança de Lucas no final é um desrespeito à lógica, aos fãs e ao Sebastian Shaw. Quero MUITO que a Disney finalmente relance a Trilogia Original sem as mexidas de Lucas…

Abs,
Ritter.

Responder
Rachel Roth 16 de janeiro de 2016 - 04:44

“Esse também é meu favorito! Achei o final incrível e achei os bichinhos da floresta muito engraçados.
Pode explicar melhor a estrela da morte? Em alguma parte algum personagem (sei lá o nome, sou péssima decorando nomes) diz que é a maior arma do Império, isso me bugou pra caramba.
Mas agora uma perguntinha que só quem tem preguiça de ler críticas (mas adora) faria: vocês do site já pensaram em fazer um canal no YouTube? Acho que daria super certo e que não sou a única que iria gostar de ver as críticas de um jeito mais interativo, do jeitinho do YouTube. “Joinha.”

Responder
planocritico 16 de janeiro de 2016 - 22:31

@disqus_cZsTxdYIUi:disqus, o que você não entendeu da Estrela da Morte? No Episódio IV, ela destrói um planeta inteiro com um tiro. Esse é poder dela e por isso ela é considerada a maior arma do Império.

Sobre um canal no YouTube, olha, já pensamos sim, mas ele exige uma infra-estrutura e uma constância que infelizmente nós ainda não temos aqui no site. Quem sabe um dia, quando formos um pouco maiores?

Abs,
Ritter.

Responder
Francys Elvys 7 de janeiro de 2016 - 02:26

Não achei o Hayden Christensen tão mal assim no episódio VI, acho que se o Lucas queria mexer ele deveria ter colocado uma versão mixada dos dois atores pois os dois merecem essa homenagem no final.

Responder
planocritico 7 de janeiro de 2016 - 11:51

Mas pense comigo: não faz sentido NENHUM o fantasma de Anakin ser o de Christensen. Obi-Wan apareceu como fantasma em sua forma mais velha, do episódio IV e Yoda também, em sua forma mais velha, do Episódio VI. Porque então Anakin deveria aparecer em sua forma mais nova? Afinal, seguindo a lógica do próprio Lucas ao colocar essas duas versões de Obi-Wan e Yoda, o fantasma é da “última forma Jedi” do falecido e Anakin deixou de ser Jedi no Episódio III, mas VOLTOU a ser Jedi no Episódio VI, ao matar o Imperador e salvar Luke. Quem deveria ter aparecido ao final é, única e exclusivamente, Sebastian Shaw.

Além do mais, continuemos o raciocínio: você é o Luke e aparecem como fantasmas, quando da derrota do Império, o Obi-Wan que você conheceu, o Yoda que você conheceu e um moleque cujo rosto você NUNCA viu na vida. Não tem lógica nem dentro nem fora da narrativa.

E vou além: se você é um espectador que quer assistir a saga pela ordem de lançamento dos filmes, a presença de Christensen ao final é um grande “WTF?” sem sentido algum.

Pela sua lógica, de aparecer uma mescla, então deveríamos ver uma mescla do Yoda novo com o velho, do Obi-Wan de McGregor com o de Guiness, não?

Abs,

Ritter.

Responder
armaquis 5 de janeiro de 2016 - 02:13

Imagina o Luke Skywalker olhando aquele rapaz, mais novo do que ele e que ele nunca viu na vida. Certamente ele perguntaria quem é esse rapaz, e Hayden Christensen responderia “Luke, eu sou seu pai”. Bizarro, muito bizarro!!!

Responder
planocritico 5 de janeiro de 2016 - 11:52

@armaquis:disqus, dá até tristeza pensar nisso… Essa mudança foi de lascar…

Abs,
Ritter.

Responder
Cristiano de Andrade 19 de dezembro de 2015 - 21:54

É engraçado que eu odiava os Ewoks, mas depois de encarar Jar Jar, os Ewoks se tornaram tão fofos! kkk

Responder
planocritico 19 de dezembro de 2015 - 23:50

Ha, ha! Com certeza. Qualquer coisa fica boa depois de Jar Jar Binks…

Abs,
Ritter.

Responder
Cristiano de Andrade 16 de dezembro de 2015 - 19:22

Galera reclama demais, esse filme é tão bom quanto seus antecessores!

E sobre as mexidas do Lucas, é como um amigo meu fala: Se você nunca assistiu Star Wars assista logo antes que o George Lucas mexa no filme de novo.

Responder
planocritico 17 de dezembro de 2015 - 14:22

@cristianodeandrade:disqus, a grande vantagem é que Lucas não pode mexer em mais nada agora! E há rumores (novamente) que a Disney lançará os filmes nas versões pré-mexidas devidamente remasterizadas!

Abs,
Ritter.

Responder
Anônimo 19 de dezembro de 2015 - 16:56
Responder
planocritico 19 de dezembro de 2015 - 23:47

É a única forma de eu voltar a comprar Star Wars em Blu-Ray, pois prometi nunca mais comprar nenhum – nem os novos – se as versões imaculadas não forem lançadas completamente remasterizadas. Guardo meus laserdiscs da trilogia clássica antes de Lucas mexer unicamente por isso.

Abs,
Ritter.

Responder
Laila Santos 2 de fevereiro de 2016 - 15:42

Tem uma versão limitada para DVD,lançada em 2006,que na verdade é essa versão do laserdisc so que em outro formato de vídeo,dizem as más linguas que fica uma bosta nas TVs mais novas.
Aposto que o Lucas pensou assim:”-Querem as versões originais?Então toma aí,a versão 4:3 para vocês colocarem nas suas TVs de led de 16:9,vai ficar duas “fitas” pretas lindas na tela”.

planocritico 3 de fevereiro de 2016 - 02:41

@disqus_8NdiU8N2rq:disqus, sim há a versão original como extra do DVD de 2006, mas não é remasterizada e não é em widescreen anamórfico (mas também não é 4:3 e sim 2:35:1 se não me engano, o que vai mesmo gerar as duas barras pretas horizontais).

Abs,
Ritter.

paulo ricardo 16 de dezembro de 2015 - 17:17

Lucas é malandro Ritter, n verdade os execráveis Ewoks foram introduzidos p gerar um longa só deles depois A Caravana da Coragem em 84 , lembra?

Responder
planocritico 16 de dezembro de 2015 - 17:25

@P@disqus_nkfxQiOEuh:disqus , não só lembro, como fiz as críticas aqui para o site. Já conferiu?

https://www.planocritico.com/critica-caravana-da-coragem-uma-aventura-ewok/

https://www.planocritico.com/critica-caravana-da-coragem-2-a-batalha-de-endor/

Abs,
Ritter.

Responder
Dan 1 de outubro de 2015 - 16:02

Excelentes todas as suas críticas da franquia. Li e imediatamente me identifiquei com tudo que foi dito. Concordo com praticamente tudo que foi dito.
Acho os episódios IV e V irrepreensíveis e concordo que o VI tem ideias geniais. Como alguém acha que um filme com aquela tensão entre Vader e Luke e a grande batalha espacial final pode ser ruim?
Entretanto, com poucas modificações acredito que o filme poderia ter sido ainda melhor.
I- Acho que o filme deveria abrir em Dagobah, assim teriamos a noção que Luke ficou treinando com Yoda durante o tempo que os demais estavam procurando por Han. Só trocando a ordem das cenas, Dagobah – Resgate de Han, acho que daria um charme a mais para a história.
II- Se apenas trocassem os Ewoks por criaturas menos fofinhas e mais ameaçadoras, acredito que as reclamações teriam sido muito menores.
III- Me incomoda um pouco que o Império esteja fazendo uma segunda estrela da morte e que esta tenha praticamente o mesmo ponto fraco da primeira.
IV- Blz, os rebeldes destroem a Estrela da Morte… mas e o resto da Armada Imperial?
V- Acho uma sacada genial que Vader se redima ao final do filme, mas pensemos… mesmo que ele não se redimisse… qual a função dele e de Luke na história? Mesmo que Vader matasse Luke, ou que Luke se voltasse para o lado negro, no fim, a estrela da Morte seria destruida com todos dentro e fim do Império…
Acho que dava para Lucas, Marquand e os demais roteiristas terem arrumado esses detalhes de forma bem simples: depois de matar o Imperador, Vader e Luke se dirigem à sala de controle do raio da estrela da Morte. Vader manda os soldados sairem (afinal, ele ainda é o segundo em comando) e passa a destruir os destroyers e superdestroyers do Império. Depois disso ele diria para Luke que precisavam agora destruir a maior das armas, a própria estrela da morte. Ele sobrecarregaria o laser e ambos tentariam escapar, chegando àquela cena onde Vader tira a máscara e dai para frente seria tudo igual.

Responder
planocritico 1 de outubro de 2015 - 17:53

@disqus_PJzxCFXBon:disqus, que comentário sensacional! Fico feliz que tenha gostado de minhas críticas, mas fiquei mais feliz ainda lendo o que você escreveu! Quanta ideia boa. Deixe-me comentar cada uma delas:

I. Sensacional. O que sempre me chateou na Trilogia Original foi a falta de treinamento de Luke. O que vemos em Império parece se passar durante alguns dias (talvez, com muita boa vontade, semanas) apenas e em Retorno ele só chega para visitar um Yoda moribundo. Desse seu jeito, teríamos uma ideia melhor de passagem de tempo, já que, canonicamente, um ano se passa entre Império e Retorno.

II. Não tenho absolutamente nada contra os Ewoks. Mas também não vejo problema em usar outras criaturas.

III. Acho que isso fecha um círculo redondinho como a Estrela da Morte. O roteiro só acrescenta o escudo de força gerado na lua de Endor, mas o ponto fraco em si é muito parecido mesmo.

IV. A armada imperial fica para o intervalo de 30 anos entre Retorno e O Despertar da Força.

V. Tenho para mim que a ciclo de redenção de Vader tem um fim em si mesmo. O filho chega para mostrar ao pai que o bem existe e o pai se sacrifica pelo filho. Poético e potente. Dito isto, ADORO seu final. Seria incrível ver Luke e Anakin agindo lado-a-lado nem que fosse por alguns minutos e esse sacrifício para destruir a Estrela da Morte espelharia o de Obi-Wan Kenobi em Guerra nas Estrelas.

Já pensou em ser roteirista?

Aliás, leu minha crítica de A Ameaça Fantasma? Concorda também ou acha que peguei pesado demais?

Abs,
Ritter.

Responder
Dan 1 de outubro de 2015 - 18:29

Wow, fico feliz que tenha curtido o meu “final alternativo”. 🙂
Seria praticamente só uma cena a mais e veríamos Skywalkers lado a lado, com Anakin sendo, por fim, um dos grandes heróis da Rebelião. Uma redenção completa.
Alias, na cena que imaginei, Vader estaria bastante fragilizado devido ao confronto contra o Imperador, sendo carregado por Luke pelos corredores da Estrela da Morte (e, como eu disse, ele acabaria morrendo da mesmíssima forma).

Olha, queria muito ser roteirista, mas tenho dificuldade imensa em escrever diálogos, descrever personagens e cenas… De qquer forma tenho tentado fazer uma fanfic da “minha” trilogia pré-quel.

Li sua crítica do Episódio I sim. E amei! Concordo com cada palavra. Não teria dito nada diferente. Estou esperando ansioso pelas críticas do II e do III.

O problema dessa segunda trilogia é que é muito potencial desperdiçado. Lucas teve uns 15 anos para planejá-la e isso foi o melhor que conseguiu? Triste.
Fora que ele diminuiu e muito o peso que o Vader tinha. Tento apagar completamente da memória a história do I ao III, pois não é fácil saber que o grande vilão da galáxia era só um moleque mimado.

Abs!

p.s.: tb não tenho nada contra os Ewoks.

Responder
planocritico 2 de outubro de 2015 - 13:01

Bota potencial desperdiçado na Trilogia Prelúdio. Dá tristeza só de pensar… Tanta coisa bacana para mostrar e Lucas nos dá Jar Jar Binks, um moleque insuportável que se torna um homem reclamão e chorão…

A crítica do Episódio II vem ainda em outubro e a do III em novembro. Tudo em antecipação ao VII!

Se fizer seu fanfic, me avise!

Abs,
Ritter.

Responder
Dan 4 de novembro de 2015 - 16:13

@@planocritico:disqus Ritter, enfim terminei minha fanfic.

Se tiver interesse, aqui está: http://umbigoquantico.blogspot.com.br/2015/08/star-wars-i-ii-e-iii-uma-nova-visao.html

Abs!

planocritico 6 de novembro de 2015 - 00:31

@disqus_PJzxCFXBon:disqus, demorei para aprovar seu comentário, pois queria tempo para ler antes sua fanfic e devo dizer que gostei muito. Você conseguiu justificar de maneira muito mais fluida a queda de Anakin. Gostei particularmente da chegada misteriosa de Darth Vader no episódio III e a integração de Shmi Skywalker à trama como uma personagem importante e não como um apêndice e como a morte dela, indiretamente pelas mãos dos Jedi acaba destruindo Anakin. E Ventress como a versão que não morre no primeiro filme de Darth Maul foi uma boa ideia.

Parabéns!

Abs,
Ritter.

Dan 6 de novembro de 2015 - 08:45

Só de vc ter lido já fiquei imensamente feliz!
Pelo que leio aqui encontrei em vc um “rival” à altura no amor por Star Wars, hahah.
Muito obrigado pelos comentários!
Abração

Edu Jiu 19 de janeiro de 2017 - 17:30

Dan,
Dei uma olhada rápida na fanfic no seu blog, parabéns!
Outra hora vou ler com mais calma.
Valeu

Dan 20 de janeiro de 2017 - 14:28

Muito obrigado, @Edu Jiu! 😀 Fiquei bem feliz só de vcs terem lido, qto mais curtido.

Se o Ritter me permitir vou colocar aqui 3 links, caso se interesse em ver:

1-) a fanfic da trilogia prelúdio. Eu fiz alguns ajustes, pequenas mudanças da época que o Ritter leu. Tentei deixar a história mais fluida em uma outra passagem. http://umbigoquantico.blogspot.com.br/2015/08/star-wars-i-ii-e-iii-remake.html

2-) As sugestões sobre Retorno de Jedi que já tinha escrito aqui nestes comentários, só um pouco mais elaboradas: http://umbigoquantico.blogspot.com.br/2015/06/star-wars-o-que-eu-mudaria-no-retorno.html

3-) E por fim, as alterações que eu teria feito no Force Awakens, caso tivesse trabalhado como “script doctor” daquele filme:
http://umbigoquantico.blogspot.com.br/2016/04/force-awakens-versao-do-se-eu-fosse-o.html

Sim, eu falo pra caramba sobre Star Wars. hahahha

Abraço a todos!

planocritico 23 de janeiro de 2017 - 14:49

Que legal, @disqus_PJzxCFXBon:disqus ! Claro que eu permito a publicação desses links.

E lerei todos!

Abs,
Ritter.

Dan 23 de janeiro de 2017 - 20:13

🙂
Valeu Ritter!

Abraços!

planocritico 23 de janeiro de 2017 - 14:49

Que legal, @disqus_PJzxCFXBon:disqus ! Claro que eu permito a publicação desses links.

E lerei todos!

Abs,
Ritter.

Edu Jiu 19 de janeiro de 2017 - 17:27

Ritter, crítica excelente!
Mas a pérola está aqui nos comentários de vocês! hehehe
Cara, gostaria de ver esse final com certeza!!! Vader e Luke agindo junto (pai e filho), pela primeira e última vez! E sendo verdadeiros heróis na vitória da rebelião… Uau!

…dá até pra imaginar Luke contando essa história pra Rey e, mais tarde, Rey jogando isso na cara de Kylo em um embate entre os dois no futuro… kkkkkkkk

E a inversão dos 2 primeiros atos… putz, genial. …bem melhor que a minha teoria… em que Yoda usa a força para manipular o tempo fazendo com que 1 ano se passe em uma semana de tempo real durante o treinamento de Luke! KKKKK

Enfim, não sei dizer qual dos três filmes são melhores… eu coloco em pé de igualdade.

Responder
planocritico 20 de janeiro de 2017 - 02:14

Tenho imenso orgulho aqui dos nossos leitores!!! Só aqui mesmo para um final alternativo sensacional como esse!

Abs,
Ritter.

planocritico 20 de janeiro de 2017 - 02:14

Tenho imenso orgulho aqui dos nossos leitores!!! Só aqui mesmo para um final alternativo sensacional como esse!

Abs,
Ritter.

Edu Jiu 19 de janeiro de 2017 - 17:27

Ritter, crítica excelente!
Mas a pérola está aqui nos comentários de vocês! hehehe
Cara, gostaria de ver esse final com certeza!!! Vader e Luke agindo junto (pai e filho), pela primeira e última vez! E sendo verdadeiros heróis na vitória da rebelião… Uau!

…dá até pra imaginar Luke contando essa história pra Rey e, mais tarde, Rey jogando isso na cara de Kylo em um embate entre os dois no futuro… kkkkkkkk

E a inversão dos 2 primeiros atos… putz, genial. …bem melhor que a minha teoria… em que Yoda usa a força para manipular o tempo fazendo com que 1 ano se passe em uma semana de tempo real durante o treinamento de Luke! KKKKK

Enfim, não sei dizer qual dos três filmes são melhores… eu coloco em pé de igualdade.

Responder
KIM PAH JIH 21 de dezembro de 2015 - 06:35

Acho que a batalha entre Vader e Luke foi essencial porque sem a redenção do Vader ninguém ia conseguir matar aquele velho Sith, ele ia fugir da estrela da morte com o Vader ainda sendo o lacaio dele e restabeleceria tudo em pouco tempo.

Responder
planocritico 21 de dezembro de 2015 - 15:48

Também foi essencial para o crescimento e amadurecimento de Luke.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Martins 23 de setembro de 2015 - 01:18

Concordo serem exageradas as criticas à dita infantilização neste terceiro filme. Ora, a franquia inteira é totalmente infantil, só pq O Império Contra-Ataca é menos infantil, não precisa esculachar essa volta à infantilização plena em O Retorno de Jedi. Aliás, esse derradeiro filme é pra mim o mais equilibrado, como vc bem disse na crítica. Já li críticas falando que a primeira metade do longa é descartável. Discordo frontalmente e ainda afirmo que os 60 minutos mais descartáveis de toda a trilogia é do Império Contra-Ataca (contrastando com os 60 minutos finais, que são os melhores de toda a trilogia). A primeira metade do segundo filme é uma enrolação e uma encheção de linguiça, com vários subprobleminhas sendo resolvidos só para passar o tempo. Mas a segunda metade compensa, e muito.

Responder
planocritico 23 de setembro de 2015 - 12:58

Não sei se concordo plenamente que a franquia toda é infantil. Não é um franquia pesada, com temas unicamente adultos, mas não a considero infantil propriamente dita. O sacrifício de Obi-Wan no primeiro filme, o assassinato de Greedo, o braço cortado no bar em Mos Eisley, a tortura de Leia, as mortes horríveis dos tios de Luke, todos esses elementos elevam o Episódio IV a algo mais do que um mero filme infantil.

Sobre o começo de Império ser descartável, não sei também se concordo. É lá que a ação é estabelecida: Luke recebe a mensagem do espírito de Obi-Wan para treinar com Yoda, Han, Leia e Chewie se separaram do grupo principal já abrindo as portas para a traição de Lando e por aí vai. Acho um filme redondo. O mesmo vale para a primeira metade de O Retorno de Jedi.

Abs,
Ritter.

Responder
Pedro Duzzi 12 de junho de 2015 - 10:33

Ritter Fan, meus parabéns pela excelente crítica. Ler essa crítica e a crítica da trilha sonora do Luiz me fez achar o filme uma maravilha. Depois disso também dei 5 estrelas para ele. hahahahaha

Responder
planocritico 12 de junho de 2015 - 12:36

@pedroduzzi:disqus, obrigado! O filme costuma ser muito lembrado unicamente pela “parte dos Ewoks”, mas ele tem muito mais antes e depois que realmente formam um conjunto sensacional. E aquela crítica que o @luizsantiago:disqus fez sobre a trilha sonora realmente ficou incrível!

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Sette Pinheiro 10 de junho de 2015 - 12:45

Parabéns pela Crítica. Como eu disse no outro tópico, esse foi o filme que primeiro assisti da saga… lembro de passar na Globo…

Eu sou um fã gratuito, gosto de Star Wars, de seu universo e jogos. Mesmo o episódios 1,2 e 3 gosto o mesmo tanto que os 4,5 e 6.

Recentemente lendo a revista do Deadpool me deparei com uma cena que eu tive que parar de ler pra rir por uns 2 minutos. Lembrei do Ritter na hora….

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planocritico 10 de junho de 2015 - 15:13

HAHHAHAAHAHHHA. Sensacional! Esses quadrinhos me pouparão a redação das críticas da Trilogia-Prelúdio. Vou copiar e colar isso em cada uma delas e pronto, trabalho feito! Não gostava muito de Deadpool, mas, agora o cara merece meu respeito!

E @leonardosettepinheiro:disqus, que bom que gostou da críica. Nunca entendi a reticência do pessoal em geral com esse filme. Até tentei ver o filme novamente procurando seus defeitos, mas não consegui… Deve ser meu lado fanboy me cegando, não sei…

Mas Deadpool RULES!!!

Abs,
Ritter.

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Leonardo Sette Pinheiro 11 de junho de 2015 - 11:59

Sabia que você iria gostar.

Responder
Edu Jiu 19 de janeiro de 2017 - 17:43

KKKKKKKKKKKKKKKK

… tenho que passar isso pra frente!

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Edu Jiu 19 de janeiro de 2017 - 17:43

KKKKKKKKKKKKKKKK

… tenho que passar isso pra frente!

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Augusto 6 de junho de 2015 - 22:09

Eu preciso dizer que a crítica foi ótima? Parabéns por completar a trilogia, trabalho sensacional!

Amo esse filme, e nunca entendi a reclamação sobre os Ewoks, sempre gostei deles, como você disse, graças a eles o filme não fica tão pesado.

Sobre as mudanças do George Lucas, eu concordo que esse filme sofre bastante (até porque o único filme que melhorou foi Império Contra-Ataca), principalmente com os aliens cantando pro Jabba e o Hayden Christensen, mas a Victory Celebration melhorou muito o final do filme, eu diria que foi a melhor mudança entre todos os filmes, mas pelo que eu entendi você não gosta dela.

Mas continuaria querendo assistir os filmes sem nenhuma mudança, infelizmente, só é vendido a edição especial, parece que eu não tenho direito de escolha.

Abs.

Responder
planocritico 8 de junho de 2015 - 01:45

Obrigado, @disqus_6btkJ6PNDF:disqus!

Não é que não tenha gostado da celebração final, apenas achei desnecessária e, considerando o contexto maior, das alterações de George Lucas, eu acabou que a coloco no mesmo “pacote”.

Ah, agora que acabei com a trilogia original, continuarei com as adaptações de ROTJ em quadrinhos, trilha sonora e coisas assim (inclusive os dois filmes dos Ewoks!) e, em breve, trarei as críticas dos filmes da trilogia-prelúdio. Tentarei ao máximo segurar meus xingamentos e ser profissional e frio na análise dos três filmes mais recentes…

Abs,
Ritter.

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tiagohardco 4 de junho de 2015 - 18:48

A cena da máscara do Vader é realmente impressionante! Um close na máscara aliado à trilha sonora e cortes precisos conseguem (como você bem ressaltou) dar vida a um rosto até então inexpressivo. Aliás, toda essa sequência é animal! Como eu comentei aqui na crítica do Ep V, a natureza da Força é o elemento que mais me fascina nessa saga. Assim, o jogo sádico orquestrado por Palpatine para trazer Luke pro lado sombrio e substituir seu aprendiz é de uma genialidade ímpar: Luke sabe que não pode ceder ao ódio, mas não resiste ao ouvir Vader mencionar Leia.
Genial. Toda a complexidade do embate entre os Sith e Jedi está ali, sem fazer uso de acrobacias. O Retorno de Jedi é obrigatório!

Responder
planocritico 4 de junho de 2015 - 22:25

@tiagohardco:disqus, com certeza é. O conflito de Luke e Vader – muito mais psicológico do que físico – é impressionante, com um desfecho de cair o queixo. Um dos grandes momentos da Sétima Arte.

Abs,
Ritter.

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ronny 4 de junho de 2015 - 17:50

é so para não perder o costume: desnecessário esse monte de filmes que sairão.TOdo esse universo que dizem que pode ser explorado , é apenas o cenário para essa grande historia de luke e cia

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planocritico 4 de junho de 2015 - 22:26

@disqus_qCI0XtXvm0:disqus, verdade, mas se forem filmes bons, já ficarei feliz. O problema é lançarem outros “Ameaças Fantasmas”…

Abs,
Ritter.

Responder
FabioRT 4 de junho de 2015 - 15:06

Eu simplesmente ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO esta edição especial. Jamais comprarei e espero que um dia lancem o filme sem estas idiotices. O Nããão foi em minha opinião a coisa mais escabrosa feita nestas adições. Simplesmente acabou com uma das melhores cenas. Gostei muito da crítica, sempre achei exagerada a má vontade contra os Ewoks…o filme funciona muito bem e é um ótimo fechamento para esta maravilhosa e clássica trilogia.

Responder
planocritico 4 de junho de 2015 - 22:27

@fabiort:disqus, essa edição especial é um desrespeito ao fã e ao material do próprio filme, além de Sebastian Shaw. Mantenho meu aparelho de Laserdisc funcionando unicamente em razão da Trilogia Original Imaculada que tenho nessa versão, em uma bela caixa preta.

Obrigado pelo elogio!

Abs,
Ritter.

Responder
Filipe Isaías 4 de junho de 2015 - 14:46

Parabéns! Você conseguiu me fazer olhar para os Ewoks de maneira diferente. Até me fez pensar se eu não tinha muito ódio no coração contra essas criaturinhas fofas, por um momento. Mas esse momento já passou. Pelo menos eu os vejo agora como um ‘mal necessário’. Uma coisa que não foi comentada é a bisonha tradução de Return of the Jedi para Retorno de Jedi. Acho que o pessoal da tradução estava precisando de um cursinho de inglês rsrsrs. A minha cena preferida nesse filme, apesar de todas as cenas de ação fantásticas, é aquela que a Leia fala pro Han que o Luke é seu irmão, e a cara de “como eu não percebi isso antes” dele é impagável. Ótima crítica, brother.

PS: Ta aí o que poderia ter acontecido no final da Special Edition.

Responder
planocritico 4 de junho de 2015 - 22:31

@filipeisaias:disqus, os Ewoks não foram as melhores invenções de Lucas nesse universo, mas estão longe, mas longe demais de serem as piores…

Sobre a tradução para o português, você tem razão. Não faz nem sentido o “DE” Jedi ao final…

E a cena de revelação do parentesco para Han é ótima mesmo. Ford tira de letras esses momentos “estranhos”.

E excelente a ilustração! Aí sim eu veria com gosto a Edição Especial!

Abs,
Ritter.

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