Home TVEpisódio Crítica | Superman & Lois – 1X05: The Best of Smallville

Crítica | Superman & Lois – 1X05: The Best of Smallville

por Ritter Fan
4823 views (a partir de agosto de 2020)

  • Há spoilers. Leiam, aqui, as críticas dos demais episódios.

Não sei se estou tendo uma leitura talvez “empolgada” demais de Superman & Lois, mas, a cada episódio que passa, eu me impressiono mais com a qualidade do desenvolvimento do núcleo familiar da série que, mesmo trafegando entre o drama adolescente e o relacionamento do casal principal, vem oferecendo um olhar muito sólido e cuidadoso os clichês usados nas artes desde que o mundo é mundo. O mais interessante é que, roteiro atrás de roteiro, aquilo que normalmente seria o principal, ou seja, a trama super-heróica pura, fica em segundo plano, abrindo espaço para essa abordagem madura que até agora a série vem mostrando.

E, quando digo madura, quero dizer especificamente que Superman & Lois normalmente não recorre ao chororô padrão de séries semelhantes – sejam ou não da CW, já que a produtora não está sozinha e nem tem o monopólio dessa pegada abobada para obras televisivas – e constrói conexões relevantes entre Jordan e Jonathan, entre Lois e Clark e entre cada filho e cada pai trafegando muito naturalmente entre os fatos da vida. Vejam por exemplo o drama de Jonathan Kent, o filho que em tese era o padrão do jovem bonitão, jogador de futebol e popular entre garotas de um sem-número de filmes e séries. No lugar de mantê-lo unidimensional como sua descrição dá a entender, o roteiro de Brent Fletcher e Nadria Tucker expande de maneira crível seus sentimentos de exclusão quando, improvavelmente, seu irmão Jordan começa a assumir os postos que eram exclusivos dele.

Jonathan já estava visivelmente amargurado com o futebol “roubado” (acho que nem precisava de aspas, pois é ROUBADO mesmo) do irmão que retirou os holofotes dele e, com a namorada de Metrópolis dando-lhe o fora pelo telefone, a coisa se agrava muito rapidamente, com o encontro de Jordan com Sarah servindo de catalisador para um momento de explosão em que ele decide sair da cidadezinha onde seus pais o obrigaram a morar. Mesmo sabendo que isso não iria acontecer na prática, o importante é a maneira como a coisa é desenvolvida, algo que ficou especialmente bonito com os flashbacks de Clark para quando ele tinha 16 anos (Dylan Kingwell) tendo o mesmo tipo de dúvida, o que o levou à sua jornada de autodescoberta.

Mesmo o relacionamento de Jordan com Sarah é abordado de maneira sóbria. Nada de namoros instantâneos, nada de beijos calientes, nada de inevitáveis paixonites adolescentes. Os dois jovens não só reconhecem seus problemas familiares e pessoais (a cena de Sarah com o pai bêbado em casa foi tocante), como talvez, pelo momento, contentem-se com uma relação de amizade. Claro, eles são adolescentes e, como adolescentes, eles provavelmente terão que lidar com um momento em que isso não será mais sustentável assim tão inocentemente, mas é bom ver que, no lugar de já pular para o fim, a série se dá ao trabalho de começar pelo começo mesmo.

O uso do Festival da Colheita de Smallville para o episódio todo é outro acerto. O evento anual dá o panorama para um Clark Kent saudoso, para a bela homenagem à sua mãe ao final e, claro, para os momentos de ação do episódio que giram em torno do retorno milagroso – e para lá de suspeito – de Derek Powell para os braços de sua desesperada mãe, a revelação de que ele agora tem superpoderes, com direito a um relacionamento com Leslie Larr, braço direito de Morgan Edge e a chegada do Capitão Luthor à cidadezinha seguindo o rastro de Lois Lane que, surpresa, surpresa, é sua esposa em seu aparentemente defunto universo. Mesmo que, pessoalmente, não esteja ainda convencido da trama da “fábrica de supervilões” de Edge, que me parece ainda simplificada demais, especialmente porque todos os seus superseres acabam morrendo de alguma forma, gostei que houve mais desenvolvimento relevante aqui que não só fez conexão com Lane, como também com a jovem e inexperiente Chrissy, que descobre a proverbial podridão no reino da Dinamarca.

Por outro lado, mesmo que tenhamos que aceitar que sua super-armadura está na lanternagem, a presença do Capitão Luthor incognito na cidade é sem dúvida interessante, especialmente considerando o amor que claramente sente por sua Lane e que ele inevitavelmente transfere para a Lane de Clark. Não só Wolé Parks tem uma boa presença na série, como seu drama pessoal e sua missão de vingança são sem dúvidas o ponto alto da vilania da série, isso se pudermos mesmo chamar de vilania (e não podemos, pelo menos não com as informações que temos em mãos, mas eu faço isso por conveniência). Claro que chega a ser inexplicável ele tentar enfrentar Superman com o uso de uma “bazuca laser” apenas, mas vamos fingir que não vimos isso. O que importa mesmo é que o final do episódio dá a entender que ele continuará infiltrado por ali na cidade, usando sua identidade secreta de repórter da Reuters, quiçá efetivamente trabalhando com Lois e Chrissy no jornaleco local somente para ficar de olho em Kal-El e, potencialmente, notar que talvez o kryptoniano da série não se tornará o über-vilão de seu universo. Em suma, essa é uma trama fora do aspecto familiar da série que fico feliz ter sido escolhida pela produção.

Claro que o retorno tão rápido de Tag Harris com mais superpoderes e até um uniforme foi de torcer o nariz, mas podem haver muitas explicações para a presença dele naquele finalzinho, inclusive ele ter fugido do lugar onde o Superman o deixou aos cuidados de seu sogro, pelo que não há o que falar muito aqui. O que realmente importa é que, mesmo com problemas aqui e ali, Superman & Lois continua se destacando entre as séries de super-heróis de tamanho inchado que existem por aí, mesmo que continue sendo cedo demais para batermos o martelo sobre isso. Vamos ver o que a série trará em seu retorno do hiato forçado pela pandemia e torcer para que seja coisa boa!

Obs: Em razão da pandemia, Superman & Lois entrará em hiato agora, sendo substituída pela última temporada de Supergirl, retornando em 18 de maio, conforme previsões.

Superman & Lois – 1X05: The Best of Smallville (EUA, 23 de março de 2021)
Criação: Greg Berlanti, Todd Helbing
Direção: Rachel Talalay
Roteiro: Brent Fletcher, Nadria Tucker (baseado em história de Todd Helbing)
Elenco: Tyler Hoechlin, Elizabeth Tulloch, Jordan Elsass, Alex Garfin, Erik Valdez, Inde Navarrette, Wolé Parks, Dylan Walsh, Emmanuelle Chriqui, Michele Scarabelli, Fred Henderson, Fritzy Clevens-Destiny, Dylan Kingwell, Wern Lee
Duração: 43 min.

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28 comentários

Rafael 31 de março de 2021 - 15:45

Salve , Ritter. Fiz um comentário nessa critica e ainda não foi aprovado , não sei se ele se perdeu ou se dei alguma vacilada no comentário.

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Rafael 31 de março de 2021 - 02:46

Cara, to pirando nessa série mas tenho o mesmo cagaço de muitos “é esse o episodio que vai deslizar?” Kkkkkk . Nesse episodio um ponto alto que gostei foi quando a Lois fala que não são os poderes que fazem o Superman , achei muito dahora . Uma coisa que me intrigou foi a Sarah falando com o Jordan , depois que acontece aquela cena do pai dela , que ele canta e pá, ela vai mencionar algo sobre o pai e é interrompida pelo Jonathan chegando . A propósito parabéns pela crítica tão boa como de costume kkkkkk

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Igor 30 de março de 2021 - 00:31

Eu amo Smalville no outono.

Responder
planocritico 30 de março de 2021 - 18:18

Eu também!

Abs,
Ritter.

Responder
Guilherme Gomes 29 de março de 2021 - 23:32

Também gostei do episódio, mas acho que menos do que você Ritter kkkk. Não gostei muito das partes retratando o Jonathan nesse episódio, não sei, talvez esse conceito de “adolescente revoltado” seja batido demais. Entretanto, eu concordo que pelo menos deram uma “outra face” a personagem, mesmo que isso seja de uma forma um pouco óbvia.( Quando Elisa terminou com ele já deu pra prever o que iria acontecer) Eu li nos comentários que Jonathan seria raso e concordo, talvez ele seja jogado de escanteio ou um personagem “normal demais” ( mesmo que soa contraditório) e infelizmente temos uma disparidade entre ele e o irmão em questão de desenvolvimento, onde Jordan está se tornando cada vez mais interessante. Ainda acho que vão acertar nesse questão dos irmãos dando ao Jonathan o seu devido lugar, considerei esse episódio talvez uma escorregada, no entanto entendo perfeitamente a revolta dele, apesar de achar previsível demais, assim como tal personagem. Sobre as cenas de Clarck mais novo, também as achei muito simpáticas. Foi bom ver esse relação entre Clarck e Martha e como é parecida com a relação dele com seus filhos.
As cenas de Jordan e Sarah também são muito convincentes e como disse na crítica: eles foram do padrão “adolescentes com namoricos” se tornando imprevisível, o que mostra claramente a diferença entre os irmãos.
A moça do jornal ficou bem espertinha hein? kkkkk Eu não imaginava que ela seguiria a secretaria do Edge e a aquele homem desaparecido( esqueci o nome) , achei que iria “dar ruim” para ela, sendo sequestrada pelos homens de Edge ou algo do tipo ( muito comum isso acontecer). As pessoas com poderes precisam ser melhor explicadas, talvez: aquela máquina que lhes dá as habilidades certo? Então ela “faz” alguma coisa, algum processo químico com a Kriptonita X? Será que isso faria sentido, com a kriptona sendo a fraqueza do Superman o tornando um homem comum? Ou esse “tipo” de kriptonita seria diferente? Perguntas deixadas pelo episódio, eles devem explicar mais pra fente. Longe de mim textos com explicações científicas intermináveis, mais séria interessante ver uma explicação lógica para o processo, principalmente agora com esse mistério rondando a mina.
E por último, não podemos deixar de citar o Luthor, que teve um papel importante no episódio, gostei das cenas com ele, foi bom ver ele de volta. Com exceção é claro, daquele plano completamente fora da realidade, ele lá com aquela bazuca tentando acertar o Superman, além do seu asernal de armas, igualmente ridículo se pararmos para pensar na força de Clarck. Contudo, são meros detalhes, onde essa personagem fica cada vez mais interessante ( Só espero que não façam um triângulo amoroso com ele/ Clarck- Lois, vindo da Cw não duvidaria nada…) e espero que continuem trabalhando ele nessa linha, afinal; ele não é exatamente um vilão. Outra coisa que me incomodou foi a cena final, que para mim foi um pouco “fora de contexto”. Não havia necessidade da aparição do adolescente ( outro nome esquecido) aqui.
No geral, achei o episódio bom, levemente inferior ao episódio passado, onde algumas partes aqui foram menos boas que as demais, principalmente as do Jonathan e algumas do capitão Luthor; daria 3,5; afinal a série está mantendo a sua qualidade.
Ps: Não sabia essa do hiato, é uma pena. (talvez por isso aquela cena final?) A trama se tornou muito interessante até aqui. Mas quem sabe os roteiristas organizaram a temporadas nesse molde? Seria interessante e bem proveitoso.
Att,
Guilherme Gomes.

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planocritico 29 de março de 2021 - 23:47

Ah, eu tenho gostado bastante do Jonathan. Tudo relacionado aos adolescentes é clichê, como disse, mas tem sido bem executado e Jonathan vem surpreendendo, pois é ele que se tornou o jovem marginalizado.

Sobre os super-seres de Edge, aquela máquina ali deve usar a kriptonita X como “combustível”. Nos quadrinhos, ela temporariamente dá poderes kryptonianos às pessoas (e animais).

Eu queria era que a temporada fosse curta, de 10 episódios no máximo. Isso potencializaria a qualidade!

Vamos ver o que nos espera na volta da série em maio!

Abs,
Ritter.

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Guilherme Gomes 30 de março de 2021 - 12:54

Acho que entendi o processo dessa máquina que dá poderes as pessoas. Agora é ver como a série vai lidar com essas personagens com poderes daqui pra frente.

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Davi Lima 28 de março de 2021 - 05:15

Eu apontei que esse desenvolvimento familiar podia ser frutífero! Fui visionário, e deixei a série para você aproveitar.

Meu Deus…eu vou entrar em cena com Supergirl porque não quis continuar Superman e Lois…é castigo isso. Tudo plano seu, né Ritter?

Responder
planocritico 28 de março de 2021 - 05:30

Visionário que não viu a própria queda…

HAHAHAHAAHAHAHAHAHAHHAAHHAAHHH

Abs,
Ritter.

Responder
O Homem do QI200 26 de março de 2021 - 01:26

Eu tô só acompanhando as críticas para saber quando a série vai despencar kkkkkkk
Pra tu ver, a série retrata do meu herói preferido e nem assim fico com os dois pé atrás, achando que isso não vai terminar bem.

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planocritico 26 de março de 2021 - 01:33

Eu não gosto do Superman, nunca gostei e estou adorando uma série da CW sobre ele com problemas familiares. Devo estar doente, não sei…

Mas o SENHOR está agourando minha série!!! Sai pra lá!!!!!!!

HAHAHHAHAHAHHAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
trigo1914 26 de março de 2021 - 15:56

As vezes é por isso q vc tá gostando da série: pq não gosta do superman kkkk
Tô brincando, eu só acompanhei as críticas até agora, ainda não assisti. Mas, fiquei curioso.

Responder
planocritico 27 de março de 2021 - 04:14

Eu já li MUITA coisa de Superman. Acompanhei por décadas. Mas nunca gostei como gosto dos demais super-heróis mais famosos da DC e da Marvel. Curiosamente, porém, adoro o Superman de 1978. Está no meu permanente top 2 de filmes de super-heróis!

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Filipe 26 de março de 2021 - 00:57

Eu sempre tento nutrir esperanças baixas pela CW, mas ok, já foram 5 acertos (o ep 3 nn foi tão bom qto os outros, mas foi bom), o problema é acertar por mais 10 eps. Me incomodou um pouco q a Lois sequer parou pra procurar sobre o suposto jornalista q o Luthor se diz ser, tendo em vista como a personagem foi construida até o momento, achei incoerente. Jonathan ainda não me desce, se bobear é o único personagem q eu nn gosto, tipo, ele é tão mais raso com o Jordar que me incomoda. E outra, no último ep eu falei o trem da bebida, mas nesse piorou. Vms lá, q pais são esses q descobrem q o filho de CATORZE ANOS, NN SÓ BEBEU, COMO FICOU BEBADO e reage do jeito q eles reagiram? Isso é um aspecto tão menor, mas tá me incomodando kkkkkkkk. Mas no geral achei esse um ótimo ep tbm, um pouco inferior ao último, entretanto ainda assim mt bom.

Ps: Até acredito q eles talvez consigam segurar por mais 10 eps, mas pra uma segunda temporada? Sei nn, em..

Responder
planocritico 26 de março de 2021 - 01:12

Pois é. Estou na mesma que você. Fico esperando episódio ruim a cada episódio que assisto e, até agora, nada. Sei lá se eles vão continuar manter esse nível, mas será sensacional se conseguirem.

Sobre a questão da bebida, eu lembro do seu outro comentário a tal ponto que SABIA que você ia falar da bebedeira do Jonathan aqui. Só estava esperando… Mas veja, ele foi perdoado pelo Superman. PELO SUPERMAN!!! Não tem o que fazer… HAHHAHAAHHAHAHAHAAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Vitor Guerra 27 de março de 2021 - 02:38

Hey Ritter eu fiz uma resposta ao Gabriel e até agora não foi aprovado, ta numa caixa de spam ou coisa assim?

Responder
planocritico 27 de março de 2021 - 06:05

Foi mal pelo atraso! Aprovei lá!

Abs,
Ritter.

Responder
Vitor Guerra 26 de março de 2021 - 01:46

Eu entendi o lance da bebedeira com eles percebendo que o Jonathan já tava sofrendo demais com a mudança pra Smallville(e a bebedeira era consequencia disso) e uma bronca mais dura iria aumentar o desejo dele de sair da cidade e era justamente o que tavam querendo evitar foi um “eu entendo que você está sofrendo e levou voce a fazer uma coisa estupida então vou deixar passar mas não faça isso de novo”
Foi a decisão correta? talvez não, mas achei bem compreensível no contexto.

Responder
Josué de Morais 26 de março de 2021 - 12:47

Eu queria colocar um adendo no perdão da bebedeira, porque eu amei a cena Kkk.
A Lois tava com sangue nos olhos já planejando mil e um castigos, ela só não falou nada porque o Clark tomou a frente e perdoou o Jonathan kk, eu ri demais da cena. https://uploads.disquscdn.com/images/b76281a4edd81e7568545bccf4ef04258984ce3ffbe51a6b589a9efd8f837523.gif

Responder
planocritico 27 de março de 2021 - 04:12

Clark dormiu na sala nesse dia…

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Filipe 27 de março de 2021 - 11:04

É kkkkkkkk, a Lois ss, o Clark… Mas a cena foi mt boa msm kkkkkkkkkkkkkkk

Responder
Davi Lima 28 de março de 2021 - 05:17

Mds! eu quero ver isso!!!

Responder
Guilherme Gomes 29 de março de 2021 - 23:36

Eu tenho minhas dúvidas se ele tem mesmo 14 anos, as vezes até os roteiristas se esqueceram disso kkk. Isso me levantou outra dúvida: os irmãos são gêmeos? Não me lembro do primeiro episódio. Mas realmente, um bêbado de 14 é contra lei. Mas acho que Lois ficou bem revoltada, não?

Responder
planocritico 29 de março de 2021 - 23:40

Sim, são gêmeos.

Abs,
Ritter.

Responder
Vitor Guerra 25 de março de 2021 - 23:59

Eu gosto dessa serie e gostei desse episodio mas vivo com medo que eles vão dar uma derrapada, não por essa coisa de “mimimi serie da CW tudo lixo” mas pq o que eles estão abordando é muito facil de errar principalmente no que tange a relação dos irmãos: é muito facil cair no melodrama barato ou transformar um deles em “mau”. E as vezes eles parecem que vão errar com isso mas graças a deus não fazem, tenho gostado muito da relação deles e tem tudo pra ficar melhor.
Gostei muito tambem de todo o clima nostalgico de Clark com festival intercalado com o flashback dele quando esteve em uma situação parecida com o filho culminando na excelente cena dele conversando com a Lois no banco e reconhecendo seu egoismo infantil e em como hoje ele está na mesma situação de sua mãe e pode entender melhor os seus sentimentos.
Mas sim a cena final com o Tag foi ridicula kkkk não so ela é bizarramente repentina como o uniforme alá X-men(a referencia a escola Xavier episodio passado não foi suficiente?) tirou todo o peso da cena pra mim.

Responder
planocritico 26 de março de 2021 - 00:33

Concordo totalmente com você. Essa série anda perigosamente em um fio de navalha que a cada episódio eu fico esperando que o showrunner meta os pés pelas mãos completamente. Mas, até agora, como que por um milagre, isso não aconteceu. E a cada nova semana, fico com mais esperança…

Abs,
Ritter.

Responder
Luís Vicente 25 de março de 2021 - 23:11

cara, faz um tempinho já que desapeguei dessas series da cw (exceto Legnds of tomorrow, que é simplesmente incrivel) e eu tava com um baita pé atrás com essa série do super, mas depois de ver as criticas, fiquei sinceramente curioso e até um pouco empolgado.

Responder
planocritico 25 de março de 2021 - 23:32

Olha, eu só tive decepção com a CW, então estou genuinamente surpreso por essa série. Aproveite que ela entrou em hiato e tente ver um ou dois episódios para ver o que acha!

Abs,
Ritter.

Responder

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