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Crítica | Superman – O Retorno

por Ritter Fan
699 views (a partir de agosto de 2020)

Superman – O Retorno é, definitivamente, um filme incompreendido. E, como tudo que não é compreendido, ele é desprezado, jogado para escanteio por ser considerado o “patinho feio” cinematográfico na mitologia do herói. No entanto, essa atitude em relação à obra de Bryan Singer não poderia ser mais injusta e até triste, especialmente levando em consideração os dois filmes anteriores da franquia.

Produzido com carinho e reverência ao legado deixado por Richard Donner, Tom Manciewicz e Christopher Reeve, a fita pode ser encarada como um reboot light da série ou uma continuação direta a partir de Superman II, não muito diferente do que O Despertar da Força significou para a saga espacial Star Wars. Mas, ser classificado como uma coisa ou outra, na verdade, pouco importa, pois Superman – O Retorno é, antes de qualquer outra consideração, uma belíssima homenagem cinematográfica ao que o precedeu e ao personagem e, olhando hoje para trás, também a um tempo que não volta mais, uma época mais simples em que contar uma história respeitando as raízes da obra primígena era mais importante do que simplesmente colocar na telona uma infinita pancadaria carregada de efeitos especiais e montagem com cortes de milissegundos.

Singer, que saiu da franquia X-Men para abraçar, com a bênção de Richard Donner, a mitologia do Superman, que já havia amargado diversos projetos cancelados na Warner desde Superman IV, tinha como objetivo não atualizar o herói para tempos mais cínicos, mais violentos, mas sim trazer um senso de nostalgia e, nisso, ele merece aplausos. É necessário coragem para não sucumbir a maneirismos, a anseios do público (Singer famosamente conseguiu convencer a Warner a não fazer teste de receptividade do público ao seu filme, algo raro) e a mandamentos de produtores normalmente perdidos. E, do seu jeito que, muito diretamente – e sem tentar esconder o fato – emula os dois blockbusters originais, ele cria, com base no roteiro de Michael Dougherty e Dan Harris, uma aventura retrô que acabou não agradando grande parte do público, apesar da relevante (mas longe de estratosférica, como era o esperado) bilheteria, o que levou a produtora a voltar atrás no seu anúncio de uma continuação em 2009, optando por efetivamente recomeçar a franquia.

No entanto, queiram ou não os mais aguerridos detratores de Superman – O Retorno, o resultado cinematográfico final é tecnicamente sensacional. Há problemas, claro, mas é um grande filme, uma bela homenagem e um divertimento descompromissado e agradável.

A premissa para o “retorno” do Superman é que ele, há cinco anos e sem explicações, abandonou a Terra para voltar ao que restou de seu planeta natal, que havia sido localizado por astrônomos. É necessário que aceitemos essa “história pregressa” para que o restante da projeção funcione. Não é, na verdade, pedir muito, já que o que os roteiristas querem com isso é mostrar aos espectadores que esse é, mas ao mesmo tempo não é o mesmo Superman de 1978. E, para marcar a mudança, o uniforme foi redesenhado, ganhando uma cueca para fora da calça e o escudo no peito mais reduzidos, além de um belo tom mudo ao vermelho utilizando, que cria excelente contraste com o azul, que ainda é marcadamente forte e chamativo. De certa forma, a tonalidade do uniforme reflete o tom da projeção que, muito longe de ser sombrio, é melancólico.

O design de produção também trabalhou uma magnífica mistura de modernidade com ares vintage, notadamente no saguão do Planeta Diário (baseado em obra do arquiteto Franklyn Lloyd Wright) e no iate de Luthor (Kevin Spacey), ambos ganhando quase um visual steampunk adorável que empresta uma atemporalidade necessária ao filme. Os figurinos também são trabalhados da mesma forma, reunindo elementos dos anos 70 com aspectos modernos, reiterando que O Retorno é como um filme de transição entre o passado e o futuro.

Em termos de elenco, talvez a mais polêmica escalação tenha sido a do então desconhecido Brandon Routh para viver Christopher Ree…, digo, Superman/Clark Kent. Em termos físicos, ele foi uma grande escolha, já que ele consegue encarnar perfeitamente o trabalho clássico de Reeve. Esguio, alto, sem músculos exageradamente aparentes, ele funciona bem visualmente no filme e aguça o ar de nostalgia da produção. No entanto, Routh nem de longe consegue encarnar Reeve em termos da recriação da dualidade Kent/Superman. Ambos os personagens são essencialmente iguais, lembrando muito a atuação de George Reeves, o segundo Superman live action. Não é que ele esteja mal no papel, pois ele tem o physique du rôle exato e , convenhamos, o roteiro não exige muito mais do que isso (chego lá em breve). Kate Bosworth como Lois Lane, por sua vez, não tem nem uma coisa, nem outra. Sua personagem, que é mal explorada na narrativa, não ganha muito mais do que olhares desejosos e tristes para cá e para lá, esvaziando qualquer tenacidade e altivez que Margot Kidder certamente possuía.

Por outro lado, apesar de aparecer pouco, o veterano Frank Langella funciona bem como Perry White e Kevin Spacey cria sua própria versão de Lex Luthor misturando partes iguais de Gene Hackman e de Keyser Söze. Sua versão do arqui-inimigo do Superman talvez seja a melhor que já foi colocada nas telonas, pelo fato de o ator reduzir o impacto das gags que são fatalmente concentradas nele e amplificar um senso de ameaça e de maldade que já fica evidente desde os segundos iniciais quando ele, já fora da prisão e casado com uma senhora às portas da morte (Noel Neill, em mais uma homenagem emocionante, já que ela viveu a primeira Lois Lane no serial de 1948), a força a assinar um testamento legando tudo para ele. E isso sem contar na particularmente forte sequência do espancamento de Superman, em que Spacey parece encarnar seu então futuro personagem Frank Underwood, de House of Cards.

Como mencionei brevemente, o roteiro tem seus problemas já que, não muito diferente do já citado O Despertar da Força, ele nada mais é do que uma nova versão de exatamente a mesma trama de Superman – O Filme. Luthor tem um plano relacionado com “imóveis” que gera efeitos cataclísmicos que Superman tem que lidar. Novamente a kriptonita tem a mesma função e mais uma vez há uma quase-morte de Lois Lane. Nada de novo, mas esse, porém, não é exatamente o problema. A questão está muito mais na cadência da narrativa, que trabalha talvez com calma demais o crescendo que leva ao clímax. Claro que Singer procurou dar à volta de Superman à Terra a mesma roupagem de sua primeira aparição salvando Lane e o helicóptero no filme original e ele efetivamente consegue com a ótima sequência do avião levando o novo ônibus espacial. No entanto, todas as sequências que levam até esse momento e, desse momento até o clímax no Atlântico, há pouca movimentação no roteiro, com dois epílogos longos demais. Notem que não quero dizer que falta ação propriamente dita, pois, por ser uma fita old school, as sequências mais energéticas são poucas e economizadas para surpreender. O que acontece é que o peso da melancolia que o diretor imprime à história acaba alongando a produção para mais meia hora do que o necessário e Superman/Clark Kent não tem muito mais o que fazer a não ser olhar com cara de cachorro pidão o tempo todo.

Outro ponto que não posso deixar de comentar é a sub-trama envolvendo o filho de Superman com Lois Lane. É uma novidade narrativa muito interessante que, porém, não ganha o desenvolvimento necessário, sendo claramente um artifício narrativo a ser desenvolvido em continuações. Como, porém, o filme precisa ser julgado como ele é e não como ele seria se houvesse continuações, a presença do menino só contribui para a perda de cadência narrativa. No entanto, particularmente gosto da ideia e se houvesse um texto mais enxuto, o filho do herói poderia ser uma excelente adição ao cânone cimematográfico (e, antes que joguem pedras, prefiro aceitar o filho do que o Superman assassino de O Homem de Aço, se eu tivesse que escolher entre um e outro). Além disso, há uma bela circularidade do roteiro, fazendo referência direta com o que Jor-El (que volta em filmagens de arquivo, as mesmas que tornaram possível a montagem do corte de Richard Donner de Superman II) diz a Kal-El ainda bebê no filme original: “O filho se torna o pai, e o pai se torna o fiho.

Em termos de efeitos especiais, Singer e sua equipe técnica capitaneada por Mark Stetson conseguiram unir, de maneira muito eficiente, efeitos práticos e de computação gráfica. Muito dos voos de Routh usaram praticamente as mesmas técnicas de cabos que Reeve originalmente usou, mas a adição do CGI permitiu mais movimentos, mais velocidade nas sequência aéreas, além da belíssima tomada em que vemos Superman sobrevoando a Terra e escutando tudo e todos. O que realmente incomoda é quando o CGI é usado para substituir Rougth completamente em close-ups e planos médios de voo, já que fica evidente que o que estamos assistindo é um “desenho animado” do Superman.

Amplificando sobremaneira a nostalgia que é essencial à Superman – O Retorno, há o uso da trilha sonora original de John Williams. Ela nunca deixou de ser usada em Superman III e IV , mas desde o original a majestade das composições de Williams não eram tão bem usadas em um filme do herói. Está tudo lá, desde o tema principal, como o tema de amor de Lois e Superman, com belíssimos novos arranjos por John Ottman que trabalham a música original imprimindo sua marca, mas sem descaracterizá-la.

Superman – O Retorno, pode não ter sido o retorno do herói que todos esperavam, mas a recepção fria pelo público é uma surpresa e talvez sinal dos tempos, pois o trabalho de Singer demonstra paixão e técnica em partes iguais. Talvez tenha sido muito pouco, muito tarde ou, mais provável, o filme certo, na época errada. De toda forma, ele funciona como um grande encerramento ao Superman setentista que mostrou ao mundo que o homem pode sim voar.

Superman – O Retorno (Superman Returns, EUA – 2006)
Direção: Bryan Singer
Roteiro: Michael Dougherty, Dan Harris
Elenco: Brandon Routh, Kate Bosworth, Kevin Spacey, James Marsden, Parker Posey, Frank Langella, Sam Huntington, Eva Marie Saint, Marlon Brando, Kal Penn, Tristan Lake Leabu, David Fabrizio, Ian Roberts, Noel Neill
Duração: 154 min.

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130 comentários

Rafael 4 de abril de 2021 - 10:41

Salve , Ritter! Outra crítica que me impulsionou a largar a preguiça e assistir o filme. Entre tantas críticas e opiniões que vi espalhadas em sites, discussões e recomendações, senti que não era um filme que iria segurar minha atenção por muito tempo . Me prendi ao fato de ser comum ver alguém falando que o filme não possui ação e depois de assistir posso dizer que realmente não é bem assim. O filme é ótimo, trás um Superman bem trabalhado , capaz de passar o heroísmo e os valores que o personagem representa . De certa forma entendo que hoje esse filme possa não agradar o público que anseia com tanta força ver outro grande personagem fazendo uma participação, ponta e até mesmo dividir o protagonismo em um filme que na verdade é apenas a história do personagem central ( é bem louco isso né ) . Podemos ver como pode da certo e ser prazeroso ver uma história focada em apenas um personagem , ver o Superman sendo o símbolo da paz de Metrópoles e não apenas o ponto de partida onde é buscado contar uma história rápida que sirva com ponto de partida para outros heróis. É um filme ótimo , que nos presenteia com um reconfortante aceno ao passado , gostei muito da parte que o Jimmy mostra uma foto de péssima qualidade e todos ao redor ficam “é um avião , é um pássaro?” , todos detalhes e sutilezas que são mostradas ao longo do filme , o Clark dando o Super assobio para chamar o táxi, o sopro para a lois não acender o cigarro, o Super indo salvar ela no barco e voltando no meio do caminho para salvar a cidade , coisas que por mais que pareçam bobas são bem bacanas de poder ver . De início já fiquei preso ao filme quando o Luthor aparece e digo que foi épico vê ele se desfazendo da peruca enquanto todos gritam kkkiikkk, finalizando o filme a primeira coisa que ia comentar era sobre o espancamento do Superman, (que cena ) e relendo a crítica,vi que você também já tinha frisado . Um ótimo filme e uma ótima crítica, todos detalhes que você pontuou foram capazes de me motivar para assistir algo que deixei de lado por muitos anos .

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planocritico 4 de abril de 2021 - 20:08

@disqus_rLyAmESyJ9:disqus , que depoimento bacana! Você não sabe como fico feliz quando uma crítica minha faz o leitor procurar o filme e até vê-lo com outros olhos. E fico mais feliz ainda quando um filme como esse, normalmente detestado, é apreciado!

Abs,
Ritter.

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Rafael 22 de abril de 2021 - 14:36

Ritter, mil perdões pela demora . Estava ausente por esses dias . Muito me alegra a sua dedicação em cada critica e a sua empolgação e respeito em cada resposta . Li esses dias a sua critica sobre o “esquadrão trovão” então aproveito para deixar meus sinceros sentimentos pela visão que foi se perdendo a cada minuto de filme . Você é um homem de muita coragem . Kkkkkkkk

Responder
planocritico 23 de abril de 2021 - 02:38

HAHAHAHAAHHAHA

Obrigado! Já apaguei aquele filme da memória!

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Vila Nova 6 de fevereiro de 2021 - 02:02

Superman – O Retorno é tãããããããããão tãããão lento Literalmente, leva uma eternidade para chegar a qualquer ação. Superman não enfrenta nenhum bandido até cerca de uma hora do filme e mesmo assim a ação dura cerca de 2 minutos. e está em câmera lenta. Além disso, a história simplesmente não é interessante o suficiente para se estender tanto entre as cenas de ação. O filme do Superman de 1978 é loooongo também e sofre de forma semelhante, mas você pensaria que um diretor fã do Superman tomaria nota tentaria fazer algo melhor especialmente com a tecnologia atual.

O Superman precisa usar seus poderes para manter a atenção do público e precisa usá-los com frequência. Superman é um homem de ação mais do que palavras. O ritmo fraco leva uma eternidade. E depois de assistir as partes idiotas, você espera que o filme realmente o surpreenda com a ação quando finalmente acontecer. Claro que também queremos uma história envolvente, mas a ação é o motivo pelo qual estamos assistindo um filme do Superman também.

O filme meio que vagueia tentando encontrar seu ritmo, sem realmente encontrá-lo. Vai seguir os velhos filmes do Superman ou fazer algo por conta própria? Vai com um tema totalmente romântico ou um tema de ação?
Era como se eles quisessem adicionar todos esses elementos juntos e, de alguma forma, combiná-los todos um bom filme aconteceria. Não aconteceu.

Bryan Singer fez alguns ótimos filmes, Os Suspeitos, X-men, X2, etc. Mas ele tentou muuuuito muito fazer Superman – O Retorno parecer os filmes mais antigos do Superman do Donner. Em vez de ir em uma nova direção/reimaginar os mitos do Superman, ele tentou copiar os filmes de Reeve muito de perto, sem realmente expandi-los. Ele não apenas se envolve em tentar fazer com que pareça uma continuação, ele deixou a série X-men para fazer isso. Deixando a carnificina de super-heróis em todos os lugares. X-Men 3: O Confronto Final é uma merda e é difícil dizer se ele ou Superman – O Retorno é o pior. Apesar de tudo, ele é o responsável pelo fracasso de ambos.

Quando penso em Lois Lane, penso em alguém como Courtney Cox, que seria perfeita para esse papel, especialmente em comparação com Lois de papelão de Bosworth. Além disso, não há química entre ela e o Superman. Kate parece ficar irritada o tempo todo; talvez seja assim que ela pensa que as mulheres mais velhas devem agir.

Meus dois personagens favoritos desse filme foram Richard White e Perry White. Isso mesmo Perry White, um cara que mal tem tempo na tela. De todos os personagens, esses dois eram os mais interessantes.
Jimmy Olson era simplesmente irritante. Superman/Clark Kent é genérico, como se eles quisessem jogar pelo seguro. Lois era bidimensional. Como público, não havia apego emocional a esses personagens. Eu até comecei a gostar de Ciclope, o que quer dizer alguma coisa, porque eu ainda tenho um problema com o quão chorão e irritante ele era nos filmes dos X-men.

Ciclope é um pai melhor do que o Superman. Não tenho certeza de como isso funciona porque no final de Superman II, Superman beija Lois fazendo-a esquecer tudo sobre ele ser Clark e suas pequenas “aventuras no quarto” na Fortaleza da Solidão. Então acho que devemos presumir que, apesar de Lois estar apaixonada pelo Superman, ela decide encontrar um novo namorado um mês antes de descobrir que perdeu a menstruação. De qualquer forma, Richard parece um ótimo pai e um cara simpático. Você pode dizer que ele ama sua pequena família e até voa para resgatá-los.
Então, em um filme sobre o retorno do Superman à terra e, você realmente quer ver o Superman pareça um pai que abandona o filho?

Brandon Routh é um ator decente. Mas, seja por direção ou escolha, a visão de Routh sobre o Superman
simplesmente parece mais um adolescente emocionalmente atrofiado do que o Homem de Aço. Estou pensando que talvez Singer queira que Routh interprete Christopher Reeve interpretando Superman, o que simplesmente não funciona.
Super-Homem assustador e pervertido. Superman segue Lois para casa e usa sua visão de raio-x e super audição para espionar/perseguir Lois e sua família. Ele simplesmente parece patético.
Estou surpreso que ele não peça conselhos sobre relacionamento a Jimmy Olson. Provavelmente tem uma cena deletada em algum lugar.

Lex Luthor é um gênio do crime. A versão de Gene Hackman era mais cômica e exagerada do que a personagem dos quadrinhos. Spacey parece ser mais psicopata, então você pode esperar um plano realmente incrível, certo? ERRADO!!! O grande esquema de Lex Luthor é fazer uma nova massa de terra com os cristais do Super-Homem para que ele possa vendê-la como uma propriedade à beira-mar, o que, a propósito, também matará bilhões de pessoas. Mas e quanto àqueles que gostariam de detê-lo? O poder alienígena de cristal louco impedirá que alguém o pare. Como? Acho que ele vai perguntar como fazer super armas ou algo assim. Mais tarde, você vê á ilha começar a crescer e não se parece com o tipo de propriedade à beira-mar que as pessoas normalmente desejam comprar. Parece mais a propriedade de Mordor.

O filho de Lois Lane, Jason, asmático hipocondríaco. Ele precisa tomar um monte de remédio.
A criptonita não o afeta, mas, droga, é melhor não haver poeira ou pelos de gato por aí. Em outros scripts, o filho de Lois e Superman deveria assumir o controle dos negócios da salvação do mundo depois que
seu pai e sua mãe morressem. Quem sabe os horrores que teríamos testemunhado se este filme tivesse tido uma sequência.

Dependendo do filme, o final pode tanto fazer quanto destruir. Com Superman – O Retorno, o final meio que continua a experiência “meh”. Então aqui está a recapitulação, Luthor fez uma ilha de Kryptonita que continua a crescer, Superman é espancado pelos capangas de Lex e, finalmente, recebe uma faca de Kryptonita esfaqueada em suas costas. Para encurtar a história, Superman é salvo por Lois e então de alguma forma é capaz de erguer toda a ilha de Kryptonita e jogá-la no espaço sideral, apesar do fato de que ele estava muito fraco para lutar contra os capangas de Luthor antes. Mesmo? Superman então começa a cair de volta à Terra, onde é levado para o hospital. Tããão coxo. Lois diz que o menino é seu e depois de acordar do coma visita o menino enquanto ele dorme. Superman cita algumas falas idiotas de “pai para filho, filho para pai” e então testemunhamos uma conversa desconfortável entre Lois e Superman que basicamente equivale a: “eu vou te ver de novo? Sim, estarei por perto”. Superman sai voando, os créditos.

Superman – O Retorno deveria ter sido um grande filme. Em vez disso o enredo é fraco e se apoia em nostalgia.

Responder
Lucas Vila Nova 6 de fevereiro de 2021 - 02:02

“O Superman assassino de O Homem de Aço” – Vc se esquece que esse Superman do O Retorno também matou? Os capangas do Luthor que estavam em cima doa ilha de kriptonita que o Superman levantou foram esmagados.

Lembrete de que a Disney fez os vingadores se juntarem para matar um Thanos ferido e indefeso, assassinando-o em vingança e fanboys aplaudiram como se estivessem nos velhos tempos do coliseu. Enquanto muitos dos mesmos (e claramente tendenciosos) criticaram um Superman solitário por matar um Zod letal em defesa de uma família inocente/indefesa enfrentando morte iminente em suas mãos a aniquilação de toda a humanidade.

Responder
planocritico 6 de fevereiro de 2021 - 02:02

Você não só leu a frase fora de contexto, como sequer procurou saber minha opinião sobre Homem de Aço. Vá lá e leia minha crítica, não fique só batendo nessa mesma tecla cansada…

– Ritter.

Responder
Lucas Vila Nova 5 de fevereiro de 2021 - 11:20

O Superman de Reeve era chato, desatualizado e unidimensional. Eu prefiro em direção a super-heróis que são intrigantes, relacionáveis, atuais, o
Superman de Cavill é tudo isso.

Responder
planocritico 5 de fevereiro de 2021 - 11:21

Ok, cada um com seu cada um, mas o Superman de Reeve teve quatro filmes solo e o super-relacionável, intrigante e atual Superman do Cavill teve umzinho só e parece que vai parar por aí…

– Ritter.

Responder
Lucas Vila Nova 6 de fevereiro de 2021 - 02:02

Embora personagens como Superman e Batman geralmente sigam uma regra estrita
de “não matar” nos quadrinhos, esta não foi a primeira vez que Superman
matou Zod. Certa vez, ele executou uma versão alternativa de Zod e seus
dois asseclas com Kryptonita nos quadrinhos. Mais importante, há muitas
evidências mostrando que ele também deixou Zod e seus dois compatriotas
para morrer na Fortaleza da Solidão em Superman II.
Embora exista uma cena deletada onde os três vilões Kryptonianos são
aparentemente presos por algum tipo estranho de Força Policial do
Ártico, a versão original mostra Superman alegremente esmagando a
mão de um Zod mortal e impotente, pegando-o e, com um sorriso em seu
rosto, jogando-o contra uma parede onde ele despenca em um fosso envolto
em névoa. Não temos nenhuma confirmação real de que Zod está vivo ou
morto, mas a facilidade confiante com a qual Superman elimina o mortal
Zod quando ele poderia ter voado com ele e seus soldados de volta à
civilização e prisão.

Em comparação, quando Superman mata Zod em Man of Steel, ele
só o faz depois de implorar desesperadamente a Zod para não massacrar
uma família com sua visão de calor, à qual Zod se recusa resolutamente.
Não vendo nenhuma outra opção que impediria mais pessoas inocentes de
morrer em uma batalha contínua, Superman relutantemente quebra seu
pescoço em um movimento rápido, então cai de joelhos e solta um grito
angustiado de desespero. Apesar do fato de Zod ter declarado sua
intenção de matar até o último humano na Terra, a menos que Superman o
mate primeiro, o ato de matar até mesmo um monstro como Zod destrói
emocionalmente Clark. No final, Clark assume a culpa de matar Zod para o
bem da humanidade, apesar do fato de que ele sabe que a humanidade pode
muito bem rejeitá-lo de qualquer maneira. Desta forma, Superman deixa
de ser um personagem de fantasia intocável para se tornar mais parecido
com os heróis da vida real de nosso mundo, que muitas vezes são forçados
a tirar vidas a serviço de um bem maior.

Responder
Lucas Vila Nova 6 de fevereiro de 2021 - 02:02

Existem praticamente dezenas de versões do Superman ao longo dos seus 80 anos de história.
O Homem de Aço deriva elementos de Superman – O Legado das Estrelas e Superman – Terra Um para melhor humanizá-lo.
Ele tem dúvidas e inseguranças como a maioria dos humanos ao seu redor. Embora generoso e altruísta, ele também é muito sério e
reservado, lidando com o isolamento devido a possivelmente ser o último de sua espécie e sendo intimidado.
Ele está apenas tentando encontrar seu lugar no mundo e ajudar a humanidade.

Responder
planocritico 6 de fevereiro de 2021 - 02:02

Você está falando com um cara que lê Superman desde os anos 70…

– Ritter.

Responder
Lucas Vila Nova 6 de fevereiro de 2021 - 02:02

Apesar de todos esses argumentos, as pessoas ainda vão manter sua versão
favorita do Superman e esse é, claro, o maior aspecto de um ícone amado
como esse; a essência do personagem e o que ele representa é tão
universal e fundamental que pode haver versões para se adequar a todas
as gerações e atitudes, sem perder a essência do que o torna quem ele é.
Para alguns, o Chris Reeve Superman sempre personificará aquela visão
perfeita de um farol brilhante de esperança, aquele que sempre triunfa,
não importa quão improváveis ​​sejam as probabilidades. Para outros, o
fato de o personagem tropeçar e até mesmo cometer alguns erros honestos,
mas sempre se esforça para fazer o que ele realmente acha que é certo
para todos, torna seus triunfos finais muito mais inspiradores. O ponto
principal é que em todas essas versões do Superman, sob as camadas
externas superficiais, ele permanece em seu núcleo, um homem apenas
tentando usar suas habilidades especiais para tornar o mundo um lugar
melhor e isso é algo que nunca ficará desatualizado.

Responder
Lucas Vila Nova 6 de fevereiro de 2021 - 02:02

Snyder humanizou o Superman, ele não é mesmo personagem chato e escoteiro de antes. Superman é muito poderoso, ele não sangra, a
menos que a kriptonita, o sol vermelho ou o vilão mais forte o acerte. Ele é perfeito demais para se relacionar com ele, é
por isso que as pessoas dizem que o Super-Homem é um personagem chato. O que faz de Snyder especial é ele usar pós-crise. Ele sabia que, focado na mente
de Clark, o Super-Homem pode ser relacionável. Primeira vez, entendemos como funciona a mente de Clark Kent. Não é mais “homem de sorrisos” sorrindo sem
motivo, Super-Homem pela primeira vez não é mais idiota.
Pela primeira vez, o super-homem pode aprender com seus erros sem deus ex machina (voltando no tempo).
O Super-Homem de Snyder é mais humano que o próprio humano.
Esse filme não é outro Superman: o Retorno pra agradar nostálgicos e fazer algo medíocre e sem personalidade.

Responder
planocritico 6 de fevereiro de 2021 - 02:02

Novamente, você vem aqui defender seu idolatrado diretor, aparentemente perfeito, único capaz de criar o Superman que você acha ser o melhor, sem ler a minha crítica de Homem de Aço. Leia e conversamos, caso contrário é perda de tempo e blá blá blá de fã…

– Ritter.

Responder
Lucas Vila Nova 11 de fevereiro de 2021 - 13:40

Se vc gostou do Homem de Aço do Snyder então por que atacou o filme de forma gratuita no texto do Superman – O Retorno.

planocritico 11 de fevereiro de 2021 - 13:44

Por duas razões muito simples:

1. Eu não “ataquei” Homem de Aço; e
2. Opiniões não são binárias. Não é “eu amo o filme e ele só tem qualidades” ou “eu detesto o filme e ele só tem defeitos”. Quem age assim é criança bem pequena. Portanto, sim, é perfeitamente possível gostar de algo e ver problemas nele ou detestar algo e ver qualidades nele.

E você já leu minha crítica de Homem de Aço? Tem algo a dizer sobre ela?

– Ritter.

Rodrigo Portugal 17 de julho de 2020 - 08:11

Respeito a opinião do autor, mas eu, particularmente, detestei esse filme. O problema não foi o saudosismo nem a falta de ação, mas coisas que simplesmente não combinam com o Superman. Temos aqui a pior Lois Lane já retratada em qualquer mídia. O uniforme, com aquela capa de borracha (mas que tremula no vácuo do espaço como se estivesse ventando) também não funcionou pra mim. Alguns furos de roteiro absurdos (Cralk “retorna” depois de cinco anos, ao mesmo tempo que o Superman também reaparece e NINGUÉM ao menos questiona isso? Não gostei da inclusão do Richard White (existem casais que simplesmente NÃO PODEM ser separados e Lois e Clark estão nessa lista – mesmo com a total falta de química entre Brandon Routh e Kate Bosworth). Perry White foi substituído por um clone de J.Jonah Jameson, só repetindo o tempo inteiro um “Tragam-me fotos do Homem-Aranha”. O editor do Planeta Diário é um personagem muito melhor do que isso. Mesmo depois de tanto tempo, o plano maligno de Lex Luthor continua exatamente o mesmo. Pra quem se auto intitula “the greatest criminal mind of all times”, está bem limitado. E enquanto o Superman de Christopher Reeve sempre fazia questão de ir atrás do careca pra colocá-lo na cadeia, o do Brandon Routh apenas observa ele voar pra longe. Enfim, são coisas que realmente me incomodaram muito nesse filme. Acho que fazer uma homenagem aos filmes anteriores não se resume apenas a colocar a magnífica trilha de John Williams a cada dois minutos ou encher o filme com as falas de Marlon Brando lidas mecanicamente e sem um pingo de emoção (pra mim, o Jor El dele se equipara em ruindade na atuação com o Homem Nuclear de Mark Pillow)

Responder
planocritico 17 de julho de 2020 - 15:25

Mas você precisa reconhecer que o Luthor desse universo aí criado pelo Donner é uma versão satírica do vilão. O “greatest criminal mind of all times” é um exagero justamente para brincar com isso. Não vejo problema algum a repetição de planos.

Sobre o restante, teremos que discordar fortemente. Esse filme é, para mim, o melhor filme do Superman depois do primeiro.

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo Portugal 18 de julho de 2020 - 13:13

Concordo com relação ao Luthor. (aliás, aproveito para pedir desculpas, pois eu vim invadindo o seu espaço, sem pedir permissão e discordando da sua opinião – grosseria da minha parte). Mas você há de concordar comigo que há algumas falhas gritantes no roteiro. Lex, quando cria o novo continente, planeja afundar o país inteiro, porém, aparentemente, apenas Metrópolis sente os efeitos do terremoto. E, o que eu achei pior: Superman passou cinco anos desaparecido. Durante todo esse tempo, aparentemente, Lois Lane se virou muito bem, mas, no exato momento em que ele retorna, lá está ela novamente em uma situação de vida ou morte. Por tudo o que foi mostrado de Lois em todas as mídias, ela poderia ter se metido em uma encrenca dessas em qualquer momento ao longo dos cinco anos, mas apenas no momento em que o herói já estava convenientemente de volta é que isso ocorreu?

Responder
planocritico 21 de julho de 2020 - 14:50

O espaço é seu, meu caro! Não há invasão alguma. Sinta-se em casa!

Não sei se considero esses pontos que você levantou como problemas de roteiro. O primeiro foi uma escolha. Só mostraram Metrópolis. O segundo é o padrão dos quadrinhos: as ameaças só existem porque têm um super-herói do outro lado para evitá-las. Essa existência antitética é a base para tudo pelo que sim, é a volta do Superman que serve de gatilho narrativo para a ameaça a Lois.

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Aaron Prado 25 de junho de 2020 - 20:07

Excelente crítica!!! Esse é meu preferido do Super depois de O Filme… Acho que os grandes trunfos do filme são o Lex Luthor do Spacey, com certeza o melhor, como também o estilo calmo que intensifica muito as cenas de ações do filme ( como a do avião e a do continente ), além do tema de Williams de volta, muito melhor que a CANSATIVA pancadaria do Snyder que não acaba nunca e não soma nada a narrativa, mesmo que a calmaria não some tanto, ela acaba sendo mais interessante…. Gosto muito da ideia do filho do Super, mesmo que fique com o gostinho de continuação…Acabou que a Warner não teve a receptividade que queria com o Homem de Aço, talvez teria sido melhor continuar com o Routh ( não que o Cavill seja um problema)…

Responder
planocritico 26 de junho de 2020 - 16:56

Obrigado!!!

Esse também é o segundo melhor filme do Super na minha lista, atrás do primeirão do Donner.

Abs,
Ritter.

Responder
Isaura Luiza Paramysio 29 de maio de 2020 - 00:27

Nesta quinzena eu vi os quatros filmes com o Reeves, e agora à pouco terminei de ver O Retorno, e que bela homenagem aos filmes do Donner.
Era o filme certo, na época errada, ou talvez as audiências modernas não tenham a percepção do que é e do faz o Superman.

Responder
planocritico 29 de maio de 2020 - 12:06

Exatamente isso: filme certo, na época errada. Uma pena, pois o filme é ótimo e Routh está excelente como o SuperReeve.

Abs,
Ritter.

Responder
George Hora 9 de agosto de 2019 - 17:11

Bela critica, revi ontem, o filme serve como homenagem e se pensando como o fim de um ciclo e começo de outro, pena que a era dos anti-heróis imprimiu em parte de público a necessidade de ver morte, sangue e destruição o tempo todo, diferente do que ele fez com x-men que sempre alegou não conhecer, Singer é fã do Supinho e esses elementos estão lá nas homenagens, se tivesse dado mais certo talvez tivessesmos visto uma grande sequencia, de qualquer forma, na pior das hipóteses o filme valeria apenas pela utilização acertada da trilha clássica.

Responder
planocritico 9 de agosto de 2019 - 17:35

Assino embaixo, meu caro!

Abs,
Ritter.

Responder
Francisco Vidal 29 de maio de 2019 - 22:17

Tenho dois problemas com esse filme: Nostalgia Exacerbada e Lex Luthor.

O filme vive na sombra do original de 78 O TEMPO TODO

A história é a mesma. O vilão é o mesmo. E todo mundo sabe que o Super vence no final. Final Feliz garantido.

Cade os vilões ? CADE ? Onde está a sensação de suspense e perigo ?

Brainiac, Metallo, Parasita, Bizarro, Homem dos Brinquedos, aquele anão da quinta dimensão que eu não sei o nome ?

Se a ideia do filme era manter o Super Escoteiro, então por que não adaptaram o Superman: Legado nas Estrelas (2003) do Mark Waid, uma bela homenagem aos filmes clássicos com uma roupagem moderna ?

ou então o Homem de Aço (1986) do John Bryne ? Melhor Fase do Super até hoje !!!!!!!!

Responder
planocritico 30 de maio de 2019 - 00:39

Mas em que universo alguém tem alguma dúvida que o Superman não venceria ao final?

Abs,
Ritter.

Responder
Alessandro Oderdenge 11 de outubro de 2017 - 00:45

Aquela cena em que ele tira o barco do meio do oceano e solta ao som da trilha do John Williams define o personagem (e me faz chorar)

Responder
planocritico 11 de outubro de 2017 - 04:23

Belíssimo momento mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
Heleno Junior 8 de abril de 2017 - 15:02

O maior problema desse filme é o saudosismo,a ausência de uma trama original e querer a todo momento prestar uma homenagem à produção de 78.O caso é que o Singer é fã assumido dos filmes do Richard Donner ,tanto que foram eles que o incentivou a seguir essa carreira,e na sua idéia de seguir aquela linha,esqueceu que existe toda uma nova geração de fãs de cinema,e nem todos tiveram o interesse de assistir os primeiros filmes do Super e entender que esse segue aquela linha.Até os fãs mais antigos ficaram inconformados com a história,esperavam mais ineditismo.Não vamos ignorar que foi também um filme lançado à sombra de duas produções que ainda estavam frescas entre os fãs do genero:X-Men 2 e Homem-Aranha 2,que foram excepcionais.Por esses fatores o filme não arrecadou o aguardado.

Responder
planocritico 8 de abril de 2017 - 16:35

@heleno_junior:disqus , mas eu não vejo esse saudosismo como um problema. Ele funciona bem como um filme, ainda que, claro, repita a estrutura do original, algo que O Despertar da Força também faz. Acho uma grande, mas injustiçada obra com o Superman, o segundo melhor filme com o personagem.

Abs,
Ritter.

Responder
Rene Had 2 de dezembro de 2016 - 15:05

Eu amo esse filme e é sem dúvida bem melhor do que o regular Homem de aço de Snyder. Singer faz uma singela homenagem ao Superman de Reeve e nos entrega um filme que é pura nostalgia e com efeitos especiais espetaculares, como a cena do avião por exemplo. A utilização da música de John Williams foi uma ótima sacada porque praticamente o tema faz parte da composição do herói, algo que estupidamente Snyder deixou de fora. Brandon Routh ficou bem de Superman, bem melhor do que Henry Cavill. Concordo com o plano crítico, é um filme mal incompreendido e muita gente não gostou. Mas é sem dúvida depois de Superman I e II o melhor filme do filho de Krypton. Filmaço.

Responder
Rene Had 2 de dezembro de 2016 - 15:05

Eu amo esse filme e é sem dúvida bem melhor do que o regular Homem de aço de Snyder. Singer faz uma singela homenagem ao Superman de Reeve e nos entrega um filme que é pura nostalgia e com efeitos especiais espetaculares, como a cena do avião por exemplo. A utilização da música de John Williams foi uma ótima sacada porque praticamente o tema faz parte da composição do herói, algo que estupidamente Snyder deixou de fora. Brandon Routh ficou bem de Superman, bem melhor do que Henry Cavill. Concordo com o plano crítico, é um filme mal incompreendido e muita gente não gostou. Mas é sem dúvida depois de Superman I e II o melhor filme do filho de Krypton. Filmaço.

Responder
planocritico 2 de dezembro de 2016 - 17:43

Um dos filmes mais incompreendidos de tempos recentes. Mas fazer o que? As pessoas, hoje, só querem pancandaria, filmes “sombrios” e muitas explosões…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 2 de dezembro de 2016 - 17:43

Um dos filmes mais incompreendidos de tempos recentes. Mas fazer o que? As pessoas, hoje, só querem pancandaria, filmes “sombrios” e muitas explosões…

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael Oliveira 19 de outubro de 2016 - 10:47

Me emociono muito com Superman Returns. Não é apenas lindo, é respeitoso com toda a mitologia do herói tanto nos cinemas e nos quadrinhos, é filme-pipoca com sentimento, que compreende seus personagens (me toca a cena de Superman subindo aos céus com lágrimas nos olhos), e é uma excelente homenagem ao jeitão clássico, e infelizmente hoje considerado ultrapassado, de fazer filmes de heróis. Depois de Superman II, Returns é meu favorito!

Responder
planocritico 19 de outubro de 2016 - 14:58

@disqus_iECp33Aj3u:disqus , realmente é ótimo filme e que emociona de verdade. Uma pena que poucos deem o valor que ele merece!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 19 de outubro de 2016 - 14:58

@disqus_iECp33Aj3u:disqus , realmente é ótimo filme e que emociona de verdade. Uma pena que poucos deem o valor que ele merece!

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael Oliveira 19 de outubro de 2016 - 10:47

Me emociono muito com Superman Returns. Não é apenas lindo, é respeitoso com toda a mitologia do herói tanto nos cinemas e nos quadrinhos, é filme-pipoca com sentimento, que compreende seus personagens (me toca a cena de Superman subindo aos céus com lágrimas nos olhos), e é uma excelente homenagem ao jeitão clássico, e infelizmente hoje considerado ultrapassado, de fazer filmes de heróis. Depois de Superman II, Returns é meu favorito!

Responder
Marcelo Orrú 18 de junho de 2016 - 20:25

Assisti hoje e achei o melhor filme do Super-Homem, combina tudo o que o filme clássico tem de empolgante (principalmente a trilha sonora) com todo o lado humano que o Snyder passa em o Homem de Aço.

Responder
Marcelo Orrú 18 de junho de 2016 - 20:25

Assisti hoje e achei o melhor filme do Super-Homem, combina tudo o que o filme clássico tem de empolgante (principalmente a trilha sonora) com todo o lado humano que o Snyder passa em o Homem de Aço.

Responder
planocritico 18 de junho de 2016 - 22:30

@marceloorr:disqus , é um filme realmente muito bom. Ainda considero o primeiro, de 1978, melhor que esse, mas, mesmo assim, O Retorno é sensacional.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 18 de junho de 2016 - 22:30

@marceloorr:disqus , é um filme realmente muito bom. Ainda considero o primeiro, de 1978, melhor que esse, mas, mesmo assim, O Retorno é sensacional.

Abs,
Ritter.

Responder
Jean Guilherme Suzena Rosa 27 de março de 2016 - 23:05

Nossa, sempre vi criticas esmagando esse filme e encontro uma que defende…

Me fez ver esse filme de outro lado… Não considero o melhor e nem o pior filme, e me da dó ver o Homem mais Poderoso da Terra levar uma surra de Humanos…

Responder
planocritico 28 de março de 2016 - 16:16

@jeanguilhermesuzenarosa:disqus, o Superman apanha bem mais do Batman em BvS… 🙂

Mas Superman – O Retorno é um filme excelente. Para mim, é o segundo melhor filme com o Superman já feito, perdendo só para o original, de 1978.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 28 de março de 2016 - 16:16

@jeanguilhermesuzenarosa:disqus, o Superman apanha bem mais do Batman em BvS… 🙂

Mas Superman – O Retorno é um filme excelente. Para mim, é o segundo melhor filme com o Superman já feito, perdendo só para o original, de 1978.

Abs,
Ritter.

Responder
O Gambit dos x-men 8 de junho de 2020 - 10:15

E Superman 2(ambos) fica em qual posição?

Responder
planocritico 8 de junho de 2020 - 13:29

Você acha o meu ranking aqui: https://www.planocritico.com/lista-dc-comics-os-filmes-ranqueados/

Abs,
Ritter.

Responder
Jean Guilherme Suzena Rosa 27 de março de 2016 - 23:05

Nossa, sempre vi criticas esmagando esse filme e encontro uma que defende…

Me fez ver esse filme de outro lado… Não considero o melhor e nem o pior filme, e me da dó ver o Homem mais Poderoso da Terra levar uma surra de Humanos…

Responder
Luiz Cardoso 26 de março de 2016 - 01:29

Acho que Superman Returns (assim como MoS) tem uma ótima premissa mas uma execução equivocada, na maior parte do tempo. O filme está longe de ser uma porcaria, mas não me parece uma obra “completa”. É meio que a fanfic absoluta. Pra ser justo, nenhum diretor acertou o azulão enquanto personagem (Singer teve idéias boas, mas faltou tempo de tela), tivemos filmes bons, mas ninguém conseguiu transmitir bem pra tela como o Homem do Amanha pensa/funciona de maneira que se sustentasse no filme…

Acho q a melhor maneira disso acontecer é deixando o POV dele ainda mais intimo, colocando o espectador “dentro” da cabeça do Clark, nos fazendo questionar o mundo junto com ele, ao invés de fazer o mundo questionar se um Superman é ou não necessário. Mas os diretores teimam em humaniza-lo só através da Lois e/ou Martha, fazer oq…

Responder
planocritico 27 de março de 2016 - 14:20

Uma interessante maneira de ver esses dois filmes. Particularmente, gosto muito do Retorno, mas entendo e concordo com seu ponto sobre o lado psicológico do Homem de Aço. Há um pouco mais disso em MoS, mas aí o filme tem outros pecados… E, em BvS, eles esquecem completamente mesmo desse aspecto…

O negócio é ficar com o original do Donner!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 27 de março de 2016 - 14:20

Uma interessante maneira de ver esses dois filmes. Particularmente, gosto muito do Retorno, mas entendo e concordo com seu ponto sobre o lado psicológico do Homem de Aço. Há um pouco mais disso em MoS, mas aí o filme tem outros pecados… E, em BvS, eles esquecem completamente mesmo desse aspecto…

O negócio é ficar com o original do Donner!

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Cardoso 26 de março de 2016 - 01:29

Acho que Superman Returns (assim como MoS) tem uma ótima premissa mas uma execução equivocada, na maior parte do tempo. O filme está longe de ser uma porcaria, mas não me parece uma obra “completa”. É meio que a fanfic absoluta. Pra ser justo, nenhum diretor acertou o azulão enquanto personagem (Singer teve idéias boas, mas faltou tempo de tela), tivemos filmes bons, mas ninguém conseguiu transmitir bem pra tela como o Homem do Amanha pensa/funciona de maneira que se sustentasse no filme…

Acho q a melhor maneira disso acontecer é deixando o POV dele ainda mais intimo, colocando o espectador “dentro” da cabeça do Clark, nos fazendo questionar o mundo junto com ele, ao invés de fazer o mundo questionar se um Superman é ou não necessário. Mas os diretores teimam em humaniza-lo só através da Lois e/ou Martha, fazer oq…

Responder
Keverton 23 de março de 2016 - 10:01

Excelente critica, o filme é puro e mostra à personalidade do superman de uma maneira incrível, pena que o povo não entende o intuito do filme, e massacra ele.
Esse filme supera facilmente o “Man of Steel”

Responder
planocritico 23 de março de 2016 - 13:10

Como deixei nas entrelinhas, essa rejeição é o retrato dos dias de hoje…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 23 de março de 2016 - 13:10

Como deixei nas entrelinhas, essa rejeição é o retrato dos dias de hoje…

Abs,
Ritter.

Responder
Keverton 23 de março de 2016 - 10:01

Excelente critica, o filme é puro e mostra à personalidade do superman de uma maneira incrível, pena que o povo não entende o intuito do filme, e massacra ele.
Esse filme supera facilmente o “Man of Steel”

Responder
Steampunk Vagaroso 22 de março de 2016 - 13:07

Parabéns pela leitura distinta sobre o filme.

É uma homenagem honesta aos filmes do Richard Donner.

Responder
planocritico 22 de março de 2016 - 20:28

Obrigado, @kazuokomizu:disqus!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 22 de março de 2016 - 20:28

Obrigado, @kazuokomizu:disqus!

Abs,
Ritter.

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Steampunk Vagaroso 22 de março de 2016 - 13:07

Parabéns pela leitura distinta sobre o filme.

É uma homenagem honesta aos filmes do Richard Donner.

Responder
Cine Survivor 22 de março de 2016 - 11:44

Bem escrito, Ritter!
Dizer que foi “o filme certo, na época errada” esclarece bem a razão de ter gerado uma recepção tão negativa por parte do público. Ja assisti algumas vezes e fico me questionando se foi excesso de ousadia fazer um filme preso ao passado ou se faltou ousadia ao Singer para dar uma abordagem mais original ao personagem e atualizá-lo para os tempos presentes.
Nesse sentido, comparando com Man of Steel, vejo que o segundo foi melhor e mais feliz, apesar de tambem não ser um filme perfeito e ter seus problemas.
Abraço!

Responder
Cine Survivor 22 de março de 2016 - 11:44

Bem escrito, Ritter!
Dizer que foi “o filme certo, na época errada” esclarece bem a razão de ter gerado uma recepção tão negativa por parte do público. Ja assisti algumas vezes e fico me questionando se foi excesso de ousadia fazer um filme preso ao passado ou se faltou ousadia ao Singer para dar uma abordagem mais original ao personagem e atualizá-lo para os tempos presentes.
Nesse sentido, comparando com Man of Steel, vejo que o segundo foi melhor e mais feliz, apesar de tambem não ser um filme perfeito e ter seus problemas.
Abraço!

Responder
planocritico 22 de março de 2016 - 20:32

@disqus_sm9nam0AzE:disqus, acho que Singer ousou sim. Ele tinha consciência do risco, mas convenceu a Warner de embarcar nessa de homenagem e acabou dando errado. Mas o filme continua sensacional, mesmo que muitos olhem torto para ele!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 22 de março de 2016 - 20:32

@disqus_sm9nam0AzE:disqus, acho que Singer ousou sim. Ele tinha consciência do risco, mas convenceu a Warner de embarcar nessa de homenagem e acabou dando errado. Mas o filme continua sensacional, mesmo que muitos olhem torto para ele!

Abs,
Ritter.

Responder
Fernando Mendonça 22 de março de 2016 - 09:57

Sempre gostei desse filme justamente por emular os 2 primeiros. Assisti no cinema depois comprei a versão em dvd com caneca, boné, camisa e tudo mais hehehe

Responder
planocritico 22 de março de 2016 - 20:48

@disqus_RKwddQkHra:disqus, um grande filme mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 22 de março de 2016 - 20:48

@disqus_RKwddQkHra:disqus, um grande filme mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
Fernando Mendonça 22 de março de 2016 - 09:57

Sempre gostei desse filme justamente por emular os 2 primeiros. Assisti no cinema depois comprei a versão em dvd com caneca, boné, camisa e tudo mais hehehe

Responder
Leonardo Sette Pinheiro 22 de março de 2016 - 09:48

Concordo com a crítica. Eu trocaria os atores de Clark e Lois pois um pouquinho mais de carisma era necessário para os papéis desta película.

Lex ficou perfeitamente vilanesco e a história mto boa.

Responder
planocritico 22 de março de 2016 - 20:51

Esse é o melhor Lex do cinema (ainda que tenha esperanças no Lex de BvS).

Já os atores, Lois está fraca, mas Clark está ok. Valeu pela semelhança física absurda com Reeve.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 22 de março de 2016 - 20:51

Esse é o melhor Lex do cinema (ainda que tenha esperanças no Lex de BvS).

Já os atores, Lois está fraca, mas Clark está ok. Valeu pela semelhança física absurda com Reeve.

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Sette Pinheiro 22 de março de 2016 - 09:48

Concordo com a crítica. Eu trocaria os atores de Clark e Lois pois um pouquinho mais de carisma era necessário para os papéis desta película.

Lex ficou perfeitamente vilanesco e a história mto boa.

Responder
Rafael Gardiolo 22 de março de 2016 - 08:49

Que alegria ler essa crítica. Vontade de abraçar o autor. Sem duvida um excelente filme.

Responder
planocritico 22 de março de 2016 - 20:59

Siinta-se abraçado, caro @rafaelgardiolo:disqus!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 22 de março de 2016 - 20:59

Siinta-se abraçado, caro @rafaelgardiolo:disqus!

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael Gardiolo 22 de março de 2016 - 08:49

Que alegria ler essa crítica. Vontade de abraçar o autor. Sem duvida um excelente filme.

Responder
FabioRT 22 de março de 2016 - 02:18

Filme MUITO INJUSTIÇADO !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Até que enfim alguém pra falar a verdade (nem que seja a minha). Filme “puro demais” para nossos tempos CÍNICOS. Bem melhor que o reboot recente !

Responder
planocritico 22 de março de 2016 - 21:04

@fabiort:disqus, sempre fico cabreiro quando alguém chama esse filme de porcaria! Ainda bem que não estou sozinho!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 22 de março de 2016 - 21:04

@fabiort:disqus, sempre fico cabreiro quando alguém chama esse filme de porcaria! Ainda bem que não estou sozinho!

Abs,
Ritter.

Responder
FabioRT 22 de março de 2016 - 02:18

Filme MUITO INJUSTIÇADO !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Até que enfim alguém pra falar a verdade (nem que seja a minha). Filme “puro demais” para nossos tempos CÍNICOS. Bem melhor que o reboot recente !

Responder
Ezequiel 22 de março de 2016 - 00:34

Superman O Retorno >> O Homem de Aço!

Responder
planocritico 22 de março de 2016 - 21:07

Concordo!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 22 de março de 2016 - 21:07

Concordo!

Abs,
Ritter.

Responder
Ezequiel 22 de março de 2016 - 00:34

Superman O Retorno >> O Homem de Aço!

Responder
Alison Cordeiro 22 de março de 2016 - 00:01

Surpreendente a crítica, Ritter, indo no contra senso da opinião geral. E é aí que o Plano se diferencia; sai do lugar comum com uma visão única. Concordo novamente 100%. Superman o Retorno é um ótimo filme. Usa bem a homenagem ao Super clássico e tem boas idéias originais. Sempre fiquei curioso em saber como seguiria a história do filho do Azulão. E John Williams, ah, fantástico!

Responder
planocritico 22 de março de 2016 - 21:08

Obrigado, @alisoncordeiro:disqus! Eu nunca entendi a raiva que muitos têm desse filme…

E também gostaria de saber o que seria do Superboy…

Abs,
Ritter.

Responder
Alison Cordeiro 22 de março de 2016 - 00:01

Surpreendente a crítica, Ritter, indo no contra senso da opinião geral. E é aí que o Plano se diferencia; sai do lugar comum com uma visão única. Concordo novamente 100%. Superman o Retorno é um ótimo filme. Usa bem a homenagem ao Super clássico e tem boas idéias originais. Sempre fiquei curioso em saber como seguiria a história do filho do Azulão. E John Williams, ah, fantástico!

Responder
Diogo Amorim 21 de março de 2016 - 23:42

Nunca assisti esse filme até o final, faz muito tempo, muito tempo mesmo que eu fui assistir ele e eu lembro que dormi na metade(tudo bem, pode me acusar de pertencer a geração atual acostumada com os filmes cheios de explosões e CGI), depois não tive muito interesse em ver de novo. Tô pensando até em dar uma segunda chance pra ele agora, vendo com outros olhos e com maior senso critico depois de ler esse texto, mas pelo que eu lembro o filme é bem simplório até, é uma boa homenagem aos filmes originais e apenas isso. A história não me despertou tanto interesse assim, não gostei, mas respeito sua opinião e concordo que o filme consegue ser um encerramento melhor para o herói e uma bela homenagem aos filmes clássicos, mas pra mim não passa disso. To aqui pensando em dar essa segunda chance pro filme, vale a pena?

Responder
planocritico 22 de março de 2016 - 21:11

@disqus_1xfUk6Tw8e:disqus, sem dúvida vale tentar de novo. Superman – O Retorno merece, mas veja com olhos de uma era sem pancadaria incessante e cortes a cada 1,5 segundos…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 22 de março de 2016 - 21:11

@disqus_1xfUk6Tw8e:disqus, sem dúvida vale tentar de novo. Superman – O Retorno merece, mas veja com olhos de uma era sem pancadaria incessante e cortes a cada 1,5 segundos…

Abs,
Ritter.

Responder
Diogo Amorim 22 de março de 2016 - 21:37

Eu vou te dizer Ritter, quando eu vi eu era bem mais novo mesmo e tava naquela fase que só ligava pra cenas de ação(algo que esse filme carece até demais), mas hoje em dia eu não sou mais assim, eu sei que um filme não pode ser apenas ação e mais nada, então quem sabe revendo eu posso mudar meus conceitos né, porque eu não lembro de absolutamente nada desse filme. Depois te digo o que achei, e vou sim tentar olhar com esses olhos diferenciados aí, sem ficar pensando apenas em pancadaria o tempo todo. Valeu!

Responder
Diogo Amorim 22 de março de 2016 - 21:37

Eu vou te dizer Ritter, quando eu vi eu era bem mais novo mesmo e tava naquela fase que só ligava pra cenas de ação(algo que esse filme carece até demais), mas hoje em dia eu não sou mais assim, eu sei que um filme não pode ser apenas ação e mais nada, então quem sabe revendo eu posso mudar meus conceitos né, porque eu não lembro de absolutamente nada desse filme. Depois te digo o que achei, e vou sim tentar olhar com esses olhos diferenciados aí, sem ficar pensando apenas em pancadaria o tempo todo. Valeu!

Responder
planocritico 23 de março de 2016 - 02:11

Quando vi já era burro velho e minha impressão positiva foi até amplificada vendo de novo agora para a crítica.

Como você viu mais novo, essa é mais uma razão para realmente catar o filme para dar mais uma chance a ele. O Superman merece!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 23 de março de 2016 - 02:11

Quando vi já era burro velho e minha impressão positiva foi até amplificada vendo de novo agora para a crítica.

Como você viu mais novo, essa é mais uma razão para realmente catar o filme para dar mais uma chance a ele. O Superman merece!

Abs,
Ritter.

Responder
Diogo Amorim 21 de março de 2016 - 23:42

Nunca assisti esse filme até o final, faz muito tempo, muito tempo mesmo que eu fui assistir ele e eu lembro que dormi na metade(tudo bem, pode me acusar de pertencer a geração atual acostumada com os filmes cheios de explosões e CGI), depois não tive muito interesse em ver de novo. Tô pensando até em dar uma segunda chance pra ele agora, vendo com outros olhos e com maior senso critico depois de ler esse texto, mas pelo que eu lembro o filme é bem simplório até, é uma boa homenagem aos filmes originais e apenas isso. A história não me despertou tanto interesse assim, não gostei, mas respeito sua opinião e concordo que o filme consegue ser um encerramento melhor para o herói e uma bela homenagem aos filmes clássicos, mas pra mim não passa disso. To aqui pensando em dar essa segunda chance pro filme, vale a pena?

Responder
Gustavo Souto 21 de março de 2016 - 22:25

Faz tanto tempo já que eu assisti esse filme que não lembro de praticamente nada dele. Talvez eu não tenha gostado, porque se tivesse gostado realmente lembraria. Depois de ler essa crítica vou vê-lo novamente. Quem sabe eu enxergue com outros olhos.
Texto muito bem escrito.

Responder
Gustavo Souto 21 de março de 2016 - 22:25

Faz tanto tempo já que eu assisti esse filme que não lembro de praticamente nada dele. Talvez eu não tenha gostado, porque se tivesse gostado realmente lembraria. Depois de ler essa crítica vou vê-lo novamente. Quem sabe eu enxergue com outros olhos.
Texto muito bem escrito.

Responder
planocritico 21 de março de 2016 - 22:29

Obrigado, @gustavo_souto:disqus!

Olha, dê sim uma nova chance a esse filme. Acho que você vai se surpreender. Eu mesmo tinha uma memória negativa dele, mas mudei completamente agora.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 21 de março de 2016 - 22:29

Obrigado, @gustavo_souto:disqus!

Olha, dê sim uma nova chance a esse filme. Acho que você vai se surpreender. Eu mesmo tinha uma memória negativa dele, mas mudei completamente agora.

Abs,
Ritter.

Responder
Gustavo Souto 24 de março de 2016 - 00:08

Ritter acabei de rever o filme e concordo com praticamente tudo da sua crítica. Realmente o filme foi lançado numa época errada. Talvez se tivesse sido lançado no final da década de 90 ou no comecinho dos anos 2000, possivelmente teria tido uma receptividade melhor. Depois de Batman Begins, com um tom mais sombrio e mais adulto… a galera queria ver algo nesse estilo e Superman Returns foge totalmente disso. É realmente um filme nostálgico.
O que realmente incomoda são alguns furos no roteiro e as 2 horas e meia de filme. Ele acaba ficando cansativo com cenas totalmente desnecessárias. O filme meio que se divide em duas partes, na primeira é a readaptação do Superman ao mundo e vice-versa, que é MUITO longa. Achei alguns salvamentos bem chatos, como o que o Super peita aquela metralhadora. Outra coisa que odiei foi Lex ter mandado a mulher pra ser resgatada e abrir espaço pra que ele conseguisse pegar a kriptonita (criatividade 0). O protagonista é muito mal aproveitado pelo roteiro, ele não é exigido em momento algum e muitas vezes o Clark/Superman simplesmente é omisso na história e deixa os acontecimentos rolarem com muita naturalidade, como quando descobriu que os cristais sumiram da fortaleza, mas simplesmente não foi atrás de investigar. A sub-trama do filho dele foi muito mal aproveitada também, entre outras coisas que me incomodaram. E aquele CGI em close-ups é simplesmente inaceitável.
Do ponto de vista de homenagem ao passado, o filme funciona bem.
De nota 0 a 10 eu daria um 6,5.

Responder
planocritico 24 de março de 2016 - 01:23

@gustavo_souto:disqus, eu gosto do passo e da cadência do filme, ainda que ele pudesse realmente ser mais curto. Acho que Singer arriscou muito ao seguir por esse viés nostálgico e o cara merece meu respeito por isso. Teria sido interessante ver aonde a história iria parar com uma eventual continuação…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 24 de março de 2016 - 01:23

@gustavo_souto:disqus, eu gosto do passo e da cadência do filme, ainda que ele pudesse realmente ser mais curto. Acho que Singer arriscou muito ao seguir por esse viés nostálgico e o cara merece meu respeito por isso. Teria sido interessante ver aonde a história iria parar com uma eventual continuação…

Abs,
Ritter.

Responder
Gustavo Souto 24 de março de 2016 - 00:08

Ritter acabei de rever o filme e concordo com praticamente tudo da sua crítica. Realmente o filme foi lançado numa época errada. Talvez se tivesse sido lançado no final da década de 90 ou no comecinho dos anos 2000, possivelmente teria tido uma receptividade melhor. Depois de Batman Begins, com um tom mais sombrio e mais adulto… a galera queria ver algo nesse estilo e Superman Returns foge totalmente disso. É realmente um filme nostálgico.
O que realmente incomoda são alguns furos no roteiro e as 2 horas e meia de filme. Ele acaba ficando cansativo com cenas totalmente desnecessárias. O filme meio que se divide em duas partes, na primeira é a readaptação do Superman ao mundo e vice-versa, que é MUITO longa. Achei alguns salvamentos bem chatos, como o que o Super peita aquela metralhadora. Outra coisa que odiei foi Lex ter mandado a mulher pra ser resgatada e abrir espaço pra que ele conseguisse pegar a kriptonita (criatividade 0). O protagonista é muito mal aproveitado pelo roteiro, ele não é exigido em momento algum e muitas vezes o Clark/Superman simplesmente é omisso na história e deixa os acontecimentos rolarem com muita naturalidade, como quando descobriu que os cristais sumiram da fortaleza, mas simplesmente não foi atrás de investigar. A sub-trama do filho dele foi muito mal aproveitada também, entre outras coisas que me incomodaram. E aquele CGI em close-ups é simplesmente inaceitável.
Do ponto de vista de homenagem ao passado, o filme funciona bem.
De nota 0 a 10 eu daria um 6,5.

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Júlio César 21 de março de 2016 - 22:15

Olha, eu acho esse filme tecnicamente mais admirável em comparação ao seu sucessor, do Snyder. O enredo é simples e ingênuo, mas é tão bem executado que passa uma sensação utópica do Super, característica que se perdeu ao longo do tempo.
Acho um filme para todas as idades, não por ser ingênuo ou pouco maduro, mas por ter uma mensagem clara e característica do Super Homem, que sempre foi um herói.

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Júlio César 21 de março de 2016 - 22:15

Olha, eu acho esse filme tecnicamente mais admirável em comparação ao seu sucessor, do Snyder. O enredo é simples e ingênuo, mas é tão bem executado que passa uma sensação utópica do Super, característica que se perdeu ao longo do tempo.
Acho um filme para todas as idades, não por ser ingênuo ou pouco maduro, mas por ter uma mensagem clara e característica do Super Homem, que sempre foi um herói.

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planocritico 21 de março de 2016 - 22:18

Estou com você nessa, @disqus_cJrhaDWk8c:disqus !

Abs,
Ritter.

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planocritico 21 de março de 2016 - 22:18

Estou com você nessa, @disqus_cJrhaDWk8c:disqus !

Abs,
Ritter.

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Capitão Frio 21 de março de 2016 - 20:16

Dei um grito com essa nota! Eu estava na dúvida se você iria dar 3; 3,5 ou 4 . Acertou em cheio com o texto. Filme incompreendido demais. Belíssima homenagem. Filme limpo, contemplativo e sem cortes rápidos. Singer provando que é fã é que entende o personagem. Sua dedicação é visível.

Pena que os fãs adoram ficar de implicância. Como diria Marta Kent: “People hate what they don’t understand”.

Ritter, você é sensacional.

PS: Pode spoilar a nota de MoS (2,5; 2) ou terei que esperar até amanhã? Hehehe

Responder
planocritico 21 de março de 2016 - 22:32

Que legal que gostou, @capitofrio:disqus! Obrigado pelo elogio e constante apoio!

A galera esperava algo sombrio e levou algo nostálgico no lugar e aí deu no que deu.

E não, não adiantarei a nota de Man of Steel não. Aguarde! He, he, he…

Abs,
Ritter.

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planocritico 21 de março de 2016 - 22:32

Que legal que gostou, @capitofrio:disqus! Obrigado pelo elogio e constante apoio!

A galera esperava algo sombrio e levou algo nostálgico no lugar e aí deu no que deu.

E não, não adiantarei a nota de Man of Steel não. Aguarde! He, he, he…

Abs,
Ritter.

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Capitão Frio 22 de março de 2016 - 00:58

Eu que agradeço! Acompanhar essa maratona no site foi sensacional. Amanhã fecha com chave de ouro.

Pois é, a galera presta mais atenção no que o filme não teve (e nem devia) do que no que o filme tem. Absurdo falarem que Homem de Aço é melhor.

Putz… valeu a tentativa… Hahahaha

Responder
planocritico 22 de março de 2016 - 21:05

@capitofrio:disqus, maratona encerrada! Tem até BvS já no ar (mas não de minha autoria).

Abs,
Ritter.

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planocritico 22 de março de 2016 - 21:05

@capitofrio:disqus, maratona encerrada! Tem até BvS já no ar (mas não de minha autoria).

Abs,
Ritter.

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Wendell Santana 24 de março de 2016 - 12:49

Eu sou fã do Superman, gosto de Superman Returns, mas é inegável que MOS trouxe o Superman de volta aos holofotes. Sim, acho MOS melhor porque é diferente e ousado, e nisso o Returns pecou, afinal, quis homenagear demais e esqueceu de construir um caminho mais pessoal. Enfim, só não gosto do Superman III e IV.

Responder
Wendell Santana 24 de março de 2016 - 12:49

Eu sou fã do Superman, gosto de Superman Returns, mas é inegável que MOS trouxe o Superman de volta aos holofotes. Sim, acho MOS melhor porque é diferente e ousado, e nisso o Returns pecou, afinal, quis homenagear demais e esqueceu de construir um caminho mais pessoal. Enfim, só não gosto do Superman III e IV.

Responder
planocritico 24 de março de 2016 - 16:24

@wendellsantana:disqus, MoS trouxe Superman de volta sim, mas estranhamente não fez o sucesso todo que a Warner queria. Portanto, não sei se ele foi ousado de mais ou de menos…

E se você gostasse de Superman IV, acho que precisaria te internar… HAHAHHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

planocritico 24 de março de 2016 - 16:24

@wendellsantana:disqus, MoS trouxe Superman de volta sim, mas estranhamente não fez o sucesso todo que a Warner queria. Portanto, não sei se ele foi ousado de mais ou de menos…

E se você gostasse de Superman IV, acho que precisaria te internar… HAHAHHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Wendell Santana 24 de março de 2016 - 17:16

Mas trouxe uma boa bilheteria e abriu caminho para o universo da DC nos cinemas. Returns não trouxe isso, como você mesmo disse, foi um filme certo na época errada. Aliás, o Superman IV não merece nem ser chamado de filme… kkkk

planocritico 25 de março de 2016 - 01:55

Sim, uma boa bilheteria, mas não espetacular, considerando que Superman é o mais famoso dos super-heróis.

Abs,
Ritter.

planocritico 25 de março de 2016 - 01:55

Sim, uma boa bilheteria, mas não espetacular, considerando que Superman é o mais famoso dos super-heróis.

Abs,
Ritter.

Wendell Santana 24 de março de 2016 - 17:16

Mas trouxe uma boa bilheteria e abriu caminho para o universo da DC nos cinemas. Returns não trouxe isso, como você mesmo disse, foi um filme certo na época errada. Aliás, o Superman IV não merece nem ser chamado de filme… kkkk

Capitão Frio 22 de março de 2016 - 00:58

Eu que agradeço! Acompanhar essa maratona no site foi sensacional. Amanhã fecha com chave de ouro.

Pois é, a galera presta mais atenção no que o filme não teve (e nem devia) do que no que o filme tem. Absurdo falarem que Homem de Aço é melhor.

Putz… valeu a tentativa… Hahahaha

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Capitão Frio 21 de março de 2016 - 20:16

Dei um grito com essa nota! Eu estava na dúvida se você iria dar 3; 3,5 ou 4 . Acertou em cheio com o texto. Filme incompreendido demais. Belíssima homenagem. Filme limpo, contemplativo e sem cortes rápidos. Singer provando que é fã é que entende o personagem. Sua dedicação é visível.

Pena que os fãs adoram ficar de implicância. Como diria Marta Kent: “People hate what they don’t understand”.

Ritter, você é sensacional.

PS: Pode spoilar a nota de MoS (2,5; 2) ou terei que esperar até amanhã? Hehehe

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Darth Catra 21 de março de 2016 - 20:13

Vim aqui achando que você ia detonar o filme e tals… mas essa review foi muito mais sensata que muitas por aí, que vivem usando argumentos como “o uniforme é uma merda” ou “o filme não tem ação” para criticar o filme. Superman – O Retorno está longe de ser perfeito, mas mesmo com seus problemas de ritma, atuação e roteiro, ainda consegue ser uma linda homenagem aos filmes da série clássica (E também uma despedida melhor que Superman IV).
P.S: É amanhã que sai a review do filme do miserável que trouxe a guerra até nós?

Responder
planocritico 21 de março de 2016 - 20:18

Que bom que se surpreendeu positivamente, @FilipeRoque10:disqus! Eu realmente gosto do ar nostálgico desse filme e ele foi muito injustiçado na época e continua sendo até hoje em dia.

E sim, a crítica do filme do miserável vem amanhã sim. Aguarde, pois será o encerramento de nossa maratona Batman/Superman.

Abs,
Ritter.

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planocritico 21 de março de 2016 - 20:18

Que bom que se surpreendeu positivamente, @FilipeRoque10:disqus! Eu realmente gosto do ar nostálgico desse filme e ele foi muito injustiçado na época e continua sendo até hoje em dia.

E sim, a crítica do filme do miserável vem amanhã sim. Aguarde, pois será o encerramento de nossa maratona Batman/Superman.

Abs,
Ritter.

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Darth Catra 21 de março de 2016 - 20:13

Vim aqui achando que você ia detonar o filme e tals… mas essa review foi muito mais sensata que muitas por aí, que vivem usando argumentos como “o uniforme é uma merda” ou “o filme não tem ação” para criticar o filme. Superman – O Retorno está longe de ser perfeito, mas mesmo com seus problemas de ritma, atuação e roteiro, ainda consegue ser uma linda homenagem aos filmes da série clássica (E também uma despedida melhor que Superman IV).
P.S: É amanhã que sai a review do filme do miserável que trouxe a guerra até nós?

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