Home TVTemporadas Crítica | The 100 – 1ª Temporada

Crítica | The 100 – 1ª Temporada

por Melissa Andrade
1184 views (a partir de agosto de 2020)

A primeira vista The 100 pode parecer apenas mais um típico seriado adolescente, mas não é. Acredite nisso.

Num futuro não tão distante, a Terra sofreu uma guerra radioativa e a vida no planeta ficou insustentável. Com isso, líderes de diferentes países mandaram seus sobreviventes para viver no espaço em uma estação chamada de Arca. Agora, já se passaram quase 100 anos o que corresponde à estimativa de que o planeta pode novamente ser habitável, mas, não se sabe o que será encontrado por lá.

Mas, a Arca não está funcionando corretamente e com o crescimento populacional durante todos esses anos diminui recursos, como comida, água potável, espaço físico e principalmente oxigênio. As roupas usadas pelos habitantes são de segunda mão e até remédios são racionados, assim como o índice de natalidade. Mas, nada disso pode ajudar a Arca no problema que tem pela frente.

Com isso, a cúpula principal liderada pelo chanceler Jaha (Isaiah Washington) decide enviar 100 adolescentes infratores que estão presos por cometer diferentes crimes para a Terra a fim de que eles possam reportar de volta se é possível recomeçar a viver no planeta.

Já na descida, por conta de uma brincadeira de mau gosto, três adolescentes acabam morrendo. Ao aterrissarem e darem de cara com uma paisagem florestal, ar puro e o fato de estarem sozinho, acabam agindo como típicos adolescentes e vão se divertir. Contudo eles têm uma missão que devem cumprir encontrar um antigo posto abandonado aonde suprimentos vão lhe ser úteis para sobreviver. E a única disposta a aceitar essa missão é Clarke (Eliza Taylor), cuja mãe é a médica chefe da Arca. Outros a acompanham e o que eles encontram pelo caminho, não é nada agradável. Notando que sozinhos não vão conseguir, Bellamy (Bob Morley), que se infiltrou na nave se torna o líder deles, uma espécie de ditador que passa a comandar com punhos de ferro. Decide que as antigas leis não serão mais obedecidas e que cada um fará o que quiser.

Clarke tenta aconselhá-lo que eles precisam se unir e se comunicar com a Arca, mas Bellamy não lhe dá ouvidos, ele tem seus próprios motivos. E cabe a ela e a um grupo pequeno encontrar um meio de provar o contrário. O que eles não esperavam era que a Terra não está desabitada e que um inimigo perigoso os espreita de longe. Lá na Arca, o chanceler sofreu um atentado e quase morreu. E Abby (Paige Turco), mãe de Clarke, quase põe tudo a perder contando a verdade aos demais habitantes da estação.

Aos poucos a excitação de terem chegado a Terra vai dar lugar ao terror e desespero por não saberem o que fazer e estranhos ataques começarem, de dentro e fora do acampamento. Enquanto isso, lá na Arca, existe uma conspiração para derrubar o chanceler.

Os primeiros episódios do seriado não fazem jus ao que ele se tornará e pode ser que os espectadores desistam pelo caminho. Os adolescentes rapidamente se tornam adultos e aprendem a se comportar como uma equipe, errando e acertando quando possível. Lideranças são formadas, alianças e com isso, começa o jogo do poder. Enquanto a personagem de Clarke deseja unificar o acampamento, atribuir funções e manter a todos seguros, Bellamy quer ganhar pela força e grito, nomeando homens de poder que podem lidar com certas situações e enxergá-lo como líder. As nítidas divisões de conduta entre uma democracia e uma ditadura. Isso sem contar nas táticas militares e na briga por terra e espaço que irá eclodir. Deixando a pergunta: quem de fato é o dono dela? Aqueles que ficaram e aguentaram os momentos difíceis ou aqueles que fugiram e agora retornam para reivindicá-la?

Conforme a temporada caminha, com apenas 13 episódios, é possível notar a evolução na trama, assim como também nas atuações, pois os personagens são em sua maioria de atores estreantes e eles têm um desempenho bastante satisfatório para o que é proposto. Há também rostos familiares como o do Kane, braço direito do chanceler, vivido pelo ator Henry Ian Cusick o Desmond de Lost e o chanceler Jaha que é interpretado por Isaiah Washington, mais conhecido por seu papel em série Grey’s Anatomy.

O enredo, a princípio simples, se torna mais intricado após o quarto episódio e não é possível saber o que acontecerá a seguir. Resta ao espectador assistir até o final da temporada que termina de forma surpreendente, mas um pouco clichê.

The 100 – 1º Temporada (EUA – 2014)
Showrunner: Jason Rothenberg
Roteiro: Kass Morgan, Jason Rothenberg
Direção: Diversos
Elenco: Eliza Taylor, Paige Turco, Thomas McDonell, Marie Avgeropoulos, Bob Morley, Christopher Larkin, Devon Bostick, Isaiah Washington, Henry Ian Cusick, Lindsey Morgan, Richard Harmon, Ricky Whittle, Alessandro Juliani, Sachin Sahel, Genevieve Buechner, Jarod Joseph, Dichen Lachman, Terry Chen, Chelsey Reist, Katie Stuart, Eli Goree
Duração: 43 min.

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33 comentários

Rugeri Mansur 21 de junho de 2020 - 12:29

Acredito que ao me permitir dar a chance de aceitar a proposta em acompanhar a série ‘The 100’ estava disposto a assumir a percepção de aprovação ou reprovação do que me oferecia como segmento do roteiro a que se propunha a série. Confesso que no decorrer dos capítulos da primeira temporada cheguei a me perguntar
‘O QUE ESTOU FAZENDO COM MEU PRECIOSO TEMPO’?
Diante de uma reunião de adolescentes, que apesar de nunca ter conhecido facilidades de uma vida terrena normal, é natural que apresente uma certa euforia pela nova proposta de sobrevivência. O incômodo é que a prevalência desse estágio beirando à idiotice não justifica o passado de uma vida difícil de confinamento na Arca. Estamos tratando de 100 prisioneiros que conheceram o poder da rejeição e todo amadurecimento que traz a importância da sobrevivência num ambiente hostil. A primeira cena de retirada dos cintos de segurança, culminando na morte de três tripulantes, é cercada de tanto contrassenso que chega a ser bizarra. Algumas cenas desnecessárias para a formação de conflitos sentimentais, totalmente superficiais para o tamanho e intensidade da trama, deram o tom para meu desgaste visual e enfraquecimento da perspectiva de continuar a dar credibilidade a esse trabalho. A escolha do elenco juvenil é frágil e passa a ideia de que até nesse processo houve um consenso em manter uma formação de talentos igualitários, sem a preocupação com a integração de um grupo com potencial dramático para segurar a condução e formação dos alicerces para iniciar a construção dos caminhos que conduziriam a equipe de adolescentes aspirantes à dramaturgia num amadurecimento de interpretações que justificassem a continuidade do aprofundamento da trama ao patamar de convencimento da proposta da série. Fechei a primeira temporada com uma expectativa rasa de continuidade. Vou dispensar meu tempo para a segunda temporada com um critério bem mais rigoroso sobre o limite pessoal da ilusão imposta pela sensação de que vai melhorar.

Responder
Raniere Mendes 3 de outubro de 2020 - 15:29

Se esta série tivesse terminado na 2ª temporada seria uma das minhas preferidas. De lá pra cá foi só ladeira abaixo se acabando para lá do inferno.

Responder
Rugeri Mansur 21 de junho de 2020 - 10:37

Acredito que ao me permitir dar a chance de aceitar a proposta em acompanhar a série ‘The 100’ estava disposto a assumir a percepção de aprovação ou reprovação do que me oferecia como segmento do roteiro a que se propunha a série. Confesso que no decorrer dos capítulos da primeira temporada cheguei a me perguntar
‘O QUE ESTOU FAZENDO COM MEU PRECIOSO TEMPO’?
Diante de uma reunião de adolescentes, que apesar de nunca ter conhecido facilidades de uma vida terrena normal, é natural que apresentem uma certa euforia pela nova proposta de sobrevivência. O incômodo é que a prevalência desse estágio, beirando à idiotice, não justifica o passado de uma vida difícil de confinamento na Arca. Estamos tratando de 100 prisioneiros que conheceram o poder da rejeição e todo amadurecimento que traz a importância da sobrevivência num ambiente hostil. A primeira cena de retirada dos cintos de segurança, culminando na morte de três tripulantes, é cercada de tanto contrassenso que chega a ser bizarra. Algumas cenas desnecessárias para a formação de conflitos sentimentais, totalmente superficiais para o tamanho e intensidade da trama, deram o tom para meu desgaste visual e enfraquecimento da perspectiva de continuar a dar credibilidade a esse trabalho. A escolha do elenco juvenil é frágil e passa a ideia de que até nesse processo houve um consenso em manter uma formação de talentos igualitários, sem a preocupação com a integração de um grupo com potencial dramático para segurar a condução e formação dos alicerces para iniciar a construção dos caminhos que conduziriam a equipe de adolescentes, aspirantes à dramaturgia, num amadurecimento de interpretações que justificassem a continuidade do aprofundamento da trama ao patamar de convencimento da proposta da série. Fechei a primeira temporada com uma expectativa rasa de continuidade. Vou dispensar meu tempo para a segunda temporada com um critério bem mais rigoroso sobre o limite pessoal da ilusão imposta pela sensação de que vai melhorar.

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Rugeri Mansur 21 de junho de 2020 - 12:20

Acredito que ao me permitir dar a chance de aceitar a proposta em acompanhar a série ‘The 100’ estava disposto a assumir a percepção de aprovação ou reprovação do que me oferecia como segmento do roteiro a que se propunha a série. Confesso que no decorrer dos capítulos da primeira temporada cheguei a me perguntar
‘O QUE ESTOU FAZENDO COM MEU PRECIOSO TEMPO’?
Diante de uma reunião de adolescentes, que apesar de nunca ter conhecido facilidades de uma vida terrena normal, é natural que apresente uma certa euforia pela nova proposta de sobrevivência. O incômodo é que a prevalência desse estágio beirando à idiotice não justifica o passado de uma vida difícil de confinamento na Arca. Estamos tratando de 100 prisioneiros que conheceram o poder da rejeição e todo amadurecimento que traz a importância da sobrevivência num ambiente hostil. A primeira cena de retirada dos cintos de segurança, culminando na morte de três tripulantes, é cercada de tanto contrassenso que chega a ser bizarra. Algumas cenas desnecessárias para a formação de conflitos sentimentais, totalmente superficiais para o tamanho e intensidade da trama, deram o tom para meu desgaste visual e enfraquecimento da perspectiva de continuar a dar credibilidade a esse trabalho. A escolha do elenco juvenil é frágil e passa a ideia de que até nesse processo houve um consenso em manter uma formação de talentos igualitários, sem a preocupação com a integração de um grupo com potencial dramático para segurar a condução e formação dos alicerces para iniciar a construção dos caminhos que conduziriam a equipe de adolescentes aspirantes à dramaturgia num amadurecimento de interpretações que justificassem a continuidade do aprofundamento da trama ao patamar de convencimento da proposta da série. Fechei a primeira temporada com uma expectativa rasa de continuidade. Vou dispensar meu tempo para a segunda temporada com um critério bem mais rigoroso sobre o limite pessoal da ilusão imposta pela sensação de que vai melhorar.

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Guilherme Gomes 23 de outubro de 2019 - 19:47

Essa primeira temporada é até aceitável , mas concordo com muitas coisas na crítica , daria no máximo 3 estrelas. Realmente , do episódio seis pra lá a série melhora muito , mas os primeiro cinco são horríveis , péssimos , difíceis de aguentar.
Não achei o final tão surpreendente assim, apenas normal , já vi finais bem melhores, e a parte 1 do final foi bem ruim .
Mas a pior parte é o triângulo amoroso entre Finn , Clarck e Raiven, todos os episódios foram assim : Raiven olha para Finn que olha pra Clarck que reolha pra Finn e percebe que Raiven está vendo ela olhar de novo. Isso é patético , se eu quisesse ver algo do tipo veria Malhação!
A parte da arca tem lá seus momentos , como Kane que se desenvolve muito bem : no início da temporada ele era uma pessoa “ruim” , e percebe as consequências dos seus atos , e começa a mudar até chegar em um ponto em estar desposto em se sacrificar. Pra mim , ele é o melhor ( ou único bom) personagem.
Enfim , a primeira temporada foi morna , vou continuar vendo por mera curiosidade , mas não esperando algo realmente espetacular.

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Bela 30 de maio de 2019 - 22:12

Queria tanto que vocês dessem mais uma chance pra essa série maravilhosa, até escreveria as críticas eu mesmo, se conseguisse ser imparcial ahahahhaha

(sim, vocês já me disseram não, mas néeeeeeee ((vocês ainda são meus site fav, pensem com carinho ahahahah)))

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Luiz Santi🐂GADO 31 de maio de 2019 - 18:02

Oba!!! Uma futura redatora!!! ❤ Precisamos desesperadamente de uma mulher na equipe! hehehehhehehhehehehehhee

Já tô me sentindo mal em não ver essa série, @disqus_saBHqWgUcK:disqus!

Responder
Bela 3 de junho de 2019 - 10:24

Sinta-se muito mal, essa série é maravilhosa, tem defeitos e personagens teens, sim, mas melhores plots impossíveis haahahha

Pra onde eu mando meu currículo? hahahahahahah

Responder
Luiz Santiago 9 de maio de 2018 - 15:16

Olaaarrrrr @disqus_77ydpOS7t0:disqus!
Você realmente foi muito fofinha! 😀

Hoje, ninguém aqui do nosso time acompanha a série, então infelizmente não teremos atualizações sobre ela, ao menos por enquanto. Se tivéssemos uma TARDIS isso não seria um problema heheheheheheh

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beela 8 de maio de 2018 - 11:55

Olarrrrr, vocês pretendem retomar as críticas dessa série? É minha favorita e adoraria a opinião do meu site favorito!

(viu como eu fui fofinha pra vocês levarem meu pedido a sério? hahaha)

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Armando Ribeiro 22 de setembro de 2017 - 23:32

Ridículo… se Voce tem mais de 14 anos e gosta dessa série…. indico Malhação na Globo: Voce vai adorar!!!!

Responder
Guilherme 26 de abril de 2018 - 17:06

Claramente a opinião de alguém que provavelmente assistiu só a primeira temporada, talvez nem ela toda…

Responder
Guilherme 26 de abril de 2018 - 17:06

Claramente a opinião de alguém que provavelmente assistiu só a primeira temporada, talvez nem ela toda…

Responder
Anônimo 8 de maio de 2016 - 02:53
Responder
planocritico 9 de maio de 2016 - 17:02

@peterson_de_almeida:disqus, obrigado por seu comentário. Infelizmente, porém, não temos plano de continuar com as críticas de The 100. Já acompanhamos muitas séries e nenhum dos atuais redatores acompanha essa, apesar de ela realmente parecer interessante. Espero que entenda.

Mas, nunca diga nunca!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 9 de maio de 2016 - 17:02

@peterson_de_almeida:disqus, obrigado por seu comentário. Infelizmente, porém, não temos plano de continuar com as críticas de The 100. Já acompanhamos muitas séries e nenhum dos atuais redatores acompanha essa, apesar de ela realmente parecer interessante. Espero que entenda.

Mas, nunca diga nunca!

Abs,
Ritter.

Responder
Régis Valker 22 de maio de 2016 - 11:51

Atualizando, a terceira temporada é muito feia!!! Tem muitos erros bobos, mas como ja previa da CW que anda errando muito..
A primeira e segunda temporada sao legais, so que a terceira deixa muito a desejar.

Responder
Régis Valker 22 de maio de 2016 - 11:51

Atualizando, a terceira temporada é muito feia!!! Tem muitos erros bobos, mas como ja previa da CW que anda errando muito..
A primeira e segunda temporada sao legais, so que a terceira deixa muito a desejar.

Responder
Régis Valker 17 de janeiro de 2016 - 18:38

Acabei de assistir a segunda temporada e posso dizer que é uma seria nota 7 ( breaking bad é 10), da pra se divertir com a serie. As historia as vezes cai numa intriga boba entre personagens, so que gostei do resto.

Responder
Rafael Passos 10 de janeiro de 2016 - 00:40

Amo esse serie

Responder
Jc Vasconcelos 23 de setembro de 2015 - 00:24

Só achei que na primeira temporada teve muito errinho bobo. Tipo cena com 40 túmulos depois do vírus. Depois quando tão fugindo o líder se lastima de 18 mortos aí a outra consola dizendo 82 vivos. Mas não morreram 3 logo no pouso?! É o que gera gravidade na arca não é o giro dos módulos? No último episódio quando o chanceler fica só no controle ele não tá girando e a gravidade continua e por aí vai. Isso me desconcentra da estória.

Responder
Maria Beatriz de Castro 22 de maio de 2016 - 13:23

Ele diz que são 14 túmulos naquela cena, não 40. Mais o s 3 que morrem no pouso, 17. Contando o Monty, que eles acham que está sumido, são 18. (=

Responder
Maria Beatriz de Castro 22 de maio de 2016 - 13:23

Ele diz que são 14 túmulos naquela cena, não 40. Mais o s 3 que morrem no pouso, 17. Contando o Monty, que eles acham que está sumido, são 18. (=

Responder
Carlos 22 de setembro de 2015 - 18:39

Tem muitos erros na critica, e não faz jus a uma serie espetacular, que mostra tudo que o ser humano tem de bom, e trás reviravoltas a todo momento.

Responder
Rilson Joás 4 de agosto de 2015 - 02:57

Opa, chego aqui pra cobrar uma crítica da segunda temporada que foi bem mais madura que a primeira e que elevou a série pra minha lista de must see.

Responder
vivian s oliveira 22 de setembro de 2014 - 13:13

A matéria foi boa, embora eu discorde de algumas coisas… é uma pena q a série tenha passado essa impressão para algumas pessoas nos episódios iniciais. Mas quem n viu, veja q é ótima.

Responder
Melissa Andrade 30 de março de 2015 - 01:24

Obrigada @viviansoliveira:disqus preciso terminar de ver a segunda temporada.

Responder
Gustavo 11 de julho de 2014 - 08:44

Muito bom Melissa. Vou começar a assistir depois desses comentários. Parece ter um bom roteiro e uma boa trama.

Responder
Melissa Andrade 11 de julho de 2014 - 16:58

Obrigada Gustavo. Os 3 episódios iniciais não são bons, confesso. Mas, passando disso melhora bastante! Não cria barriga e tem só 13 episódios 😉

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vivian s oliveira 22 de setembro de 2014 - 13:10

Discordo plenamente! Os três primeiros episódios são ótimos! A trama inicial é ágil e necessária para o desenrolar da história.. tudo é novo e dá um tom de mistério. Acho que foi mais uma questão de pessoal gosto. Os capítulos iniciais não são fracos, apenas há uma evolução da série até seu ápice no último episódio que, quando se olha para trás, dá essa impressão, mas se pegarmos um ep do final e um do começo, há a mesma coesão e coerência, com a diferença que os personagens estão mais amadurecidos e o propósito é mais sólido. Quanto ao final, algo que pode é tão surpreendente não pode ser clichê (são antônimos). São só algumas observações minhas, mas sua matéria ainda sim foi ótima e parabéns pelo site.

Responder
Niemayer 28 de março de 2015 - 04:31

IOYGSAIYDGAS fala mal dos primeiros ep de breaking bad mas nao aceita criticas na sua serie adolescente favorita ne? mimadinha pra crl

Responder
vivian s oliveira 29 de março de 2015 - 00:11

o.O e daí q a série se passa com adolescentes? N quer dizer q n possa ter um ritmo + rápido q BB…. E desde qdo eu “n aceitei críticas” à série? Vc n sabe ler não?…. O problema de vcs q são obcecados é q se acham OS Donos da Razão q n aceitam q alguém possa simplesmente discordar sobre algo como fiz no texto acima mostrando meu ponto de vista q já intitulam de hater… Dps a mimada sou eu. … Vê se cresce!

Régis Valker 8 de janeiro de 2016 - 14:03

Calma ai gente, cada um tem um ponto de vista diferente e respeitar a opiniao dos outros faz bem a saude 😀

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